O episódio a seguir aconteceu no início de fevereiro
e fez muito burburinho nas redes sociais.
A jovem Thauane Cordeiro estava em uma estação de ônibus
em Curitiba. Ela usava um turbante, pois estava com a cabeça raspada por sofrer
de leucemia mieloide aguda. Thauane é branca caucasiana.
Thauane percebeu que estava sendo encarada, com ares
de desaprovação, por duas jovens negras. Ambas finalmente se aproximaram de
Thauane e lhe deram uma reprimenda: sendo Thauane branca, ela não tinha o direito
de usar um turbante, pois tal adereço é típico da “cultura afro”, podendo ser
usado apenas por negros. Ao usar um turbante, Thauane, que é branca, estava
praticando uma violenta “apropriação cultural”.
Thauane, indignada, apenas respondeu: “Tá vendo essa
careca? Isso se chama câncer, então eu uso o que eu quero! Adeus.”
Ato contínuo, Thauane foi relatar sua experiência em sua página no
Facebook. Aí todo o inferno progressista se insurgiu. Mesmo tendo usado
o turbante por causa de uma doença, os “justiceiros sociais” repreenderam
Thauane, dizendo que “câncer não é desculpa para se apropriar da cultura
negra”.
Eis alguns exemplos de amor progressista:

O imbróglio virou
assunto nacional.
Antes de prosseguirmos, uma palavra sobre turbantes.
Os turbantes foram criados muito provavelmente
pelos mesopotâmicos e foram utilizados por diversos povos diferentes
pelos séculos. Persas, árabes, judeus, hindus, indianos, gregos, povos das
Américas, todos usaram turbantes de várias maneiras e bem antes da era cristã.
O turbante, inclusive, já foi símbolo de status social e poder econômico e
político em alguns povos, inclusive africanos. Aliás, esse também é o caso das
tranças e dreadlocks.
Turbantes também já foram utilizados por pintores e
artistas para proteger os cabelos das tintas e pó de mármore, fizeram parte da
indumentária de homens e mulheres europeus durante o período medieval, foram
utilizados por Maria Antonieta como peça de moda, e, finalmente, renasceram
quando Paris já era considerada a capital mundial da moda no século XX com o estilista
francês Paul Poiret na década de 1920.
Turbantes também foram muito utilizados pelas
mulheres europeias durante a Segunda Guerra Mundial para esconder os cabelos
mal cuidados devido às condições de vida precárias da época.
No Brasil, ao contrário do que se possa pensar, o
turbante chegou com os primeiros europeus que vieram desbravar o território,
não com os negros africanos. Há relatos de que viraram moda no país com a
chegada da família real, em 1808, visto que a rainha Carlota Joaquina e outras
damas da corte desembarcaram usando turbantes para disfarçar a peste de piolhos
que acometeu os tripulantes durante a viagem.
Ou seja, essa postura não mascara apenas o racismo dos
progressistas (quem diria?), mas também sua enorme ignorância.
A
definição de apropriação cultural
Segundo
o politicamente correto, ‘apropriação cultural’ é a adoção de alguns
elementos específicos de uma cultura por um grupo cultural diferente. Quando
brancos utilizam adereços ou emulam comportamentos que são “típicos da cultura
afro”, isso representa uma intolerável forma de aculturação de “uma cultura
minoritária por uma cultura dominante”.
E isso é “extremamente ofensivo”.
Consequentemente, quando a cantora Anitta apareceu
no programa Altas Horas utilizando um
simples dreadlocks no cabelo, ela
foi acusada de “apropriação cultural“. Na edição de 2016 do Baile da Vogue, a África foi o
tema. Sabrina Sato, Adriane Galisteu, Eliana, Mariana Weickert, Luiza Possi e
outras celebridades compareceram ao evento vestidas a caráter, com trajes
inspirados na cultura negra. Os
justiceiros sociais prontamente as acusaram de uma insensível “apropriação cultural”.
O estilista Marc Jacobs colocou duas modelos brancas desfilando com dreadlocks
coloridos. Foi
trucidado na internet por sua “ofensa”.
Os justiceiros sociais já até criaram um manual do
tipo “pode e não pode”, definindo ao mundo o que eles toleram e o que eles
consideram ofensivo. Confira
aqui.
Por último, este
trecho diz tudo o que você precisa saber sobre o ideário deste movimento:
O
sistema global hoje só existe e se sustenta porque fazemos parte de um mundo em
que exclusão, segregação, racismo e elitismo são características mantidas e
propagadas. Não se pode ver a apropriação de culturas marginalizadas com bons
olhos, porque quem marginaliza é o mesmo que se apropria, é algo muito mais
amplo que mera globalização, é um processo para manutenção das mazelas.
Apropriação
cultural é, na realidade, um elogio
O interessante é que, quando as paixões e cegueiras ideológicas
são deixadas de lado e a realidade é abraçada, a apropriação cultural passa a
ser vista como uma forma de elogio e, por que não?, até mesmo de amor.
Quando uma bela mulher branca, de origem bávara, se
veste como uma dançarina de salsa, ou quando um grupo de estudantes asiáticos
se veste como os Jackson Five,
há apenas coisas positivas acontecendo. A dançarina de salsa se vestiu assim
porque ela vê a beleza da cultura, das vestes e das pessoas a elas associadas. Ela
adora e admira essa cultura a tal ponto que ela está disposta a gastar seu próprio
dinheiro para incorporá-la, nem que seja por apenas uma noite. Já os garotos asiáticos
claramente não apenas conhecem o famoso grupo negro americano, como também foram
impactados pelo seu talento, estilo e cultura.
Igualmente, quando mulheres brancas utilizam dreads
ou turbantes, isso nada mais é que uma demonstração de admiração e respeito por
estes itens. Quem iria utilizá-los caso os considerassem feios ou mesmo ridículos?
É por isso que a apropriação cultural, longe de ser
uma violência, é um gesto de amor da própria humanidade. É o exato oposto da discriminação,
do racismo e do isolacionismo.
Só que, infelizmente, à medida que nossa cultura vai
se tornando cada vez mais politicamente correta e censora de demonstrações “ofensivas”
de imitações culturais, a diversidade deixou de ser vista como expressões de cooperação
humanística e passou a ser visa como uma forma de opressão direta.
No linguajar do politicamente correto, aquela
vestimenta da dançarina de salsa é insensível aos sofrimentos das mulheres hispânicas
que tiveram de se submeter ao patriarcado. Já a imitação dos Jackson Five
supostamente ignoraria a “exploração capitalista”, feita pela indústria musical,
dos artistas negros durante o movimento
dos direitos civis dos negros na década de 1950. Essa é a narrativa mais
comum que você vai ouvir dos progressistas nas universidades e nos blogs.
Muitos consideram essa censura politicamente correta
apenas algo irritante, e dão de ombros. Mas não. É muito pior que
irritante: é ultrajante. Afinal, quem os progressistas pensam que são para
estipular quem pode e quem não pode expressar sua admiração por outra cultura? Quem
eles pensam que são ao alegarem possuir um direito exclusivo sobre uma
determinada cultura? Em suma, quem eles pensam que são para fazer um
microgerenciamento das identidades e estipular quais tipos de comportamentos
pacíficos são toleráveis e quais não são?
Não deixa de ser irônico notar que, ao agirem assim,
os progressistas estão na prática defendendo o segregacionismo e a intolerância.
Em sua tentativa de abolir aquilo que eles estipularam ser uma problemática apropriação
cultural, o efeito prático é o de retroceder as interações humanas, fazendo com
que as relações étnicas se tornem menos harmoniosas.
Os progressistas, em suma, defendem o retrocesso.
Aquilo
que nos separa
Houve uma época em que um homem branco vestido de
sheik árabe ou um homem negro vestido de irlandês tocador de gaita era visto
com entusiasmo e interesse. Ali estava um exemplo de interação étnica pacífica.
Hoje, no entanto, há uma turba pronta para ameaçá-los, xingá-los de fanáticos racistas
e exigir reparações. Basicamente, a turba está dizendo: “Vocês são diferentes e
deveriam se manter assim. Cada um na sua tribo!”
Quem realmente é o racista?
Mais ainda: como exatamente esse comportamento ajuda
no avanço das igualdades raciais e das relações pacíficas?
A verdade é que esses progressistas desprezam a hipótese
de haver um mercado livre e natural de associações e inclusões voluntárias. Eles
querem ditatorialmente estar no comando das relações humanas. Já era assim na
economia; agora querem interferir também nas relações humanas espontâneas e
voluntárias.
Conclusão
Um mundo sem apropriação cultural é um mundo sem
aprendizado, emulação, aspiração, celebração e progresso. É um mundo congelado
e sombrio, marcado pelo isolamento, pelo ressentimento e pela desconfiança. É o genuíno retrocesso.
A cultura é espontânea,
e a expressão dela também deve ser. Garotas brancas que
quiserem usar um “cabelo afro” devem ser livres para tal. Garotas negras que
quiserem tingir os cabelos de louro não devem se sentir intimidadas e
molestadas. Qual é exatamente o problema de celebridades negras se vestirem de
cowboys e celebridades brancas se vestirem de índio em uma festa?
Sua vida não tem de estar nas mãos de planejadores
sociais. Sua vida não tem de estar à disposição de causas políticas e
politicamente corretas. Sua vida não existe para ser manipulada nem por
planejadores centrais, nem por governos, nem por justiceiros sociais. Sua vida
existe para que você busque seus próprios interesses, descobrindo aquilo que o
faz mais feliz. Eventuais acusações de racismo ou degeneração que se danem.
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Taleed
J. Brown, membro da Foundation For Economic Education, possui
um popular canal no YouTube chamado “That Guy T“.
Vanessa
Rodrigues, bacharel em serviço social, co-fundadora do grupo
de estudos Libertas UECE e membro do
grupo de estudos Dragão do Mar.
Leandro Roque, editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil


Morte ao pós modernismo! Apareceram para acabar com o resto de civilidade que existia nesse mundo. Maldito Kant, maldito Nietzsche, maldito Heidegger, maldito Derrida.
Esse twitter é um nojo! tudo isso é fruto do capitalismos. Depois dizem que não avisei.
Comer com talheres é uma apropriação cultural?
Não é bem um delírio, achar isso é pensar que o esquerdistas realmentre acreditam no que falam/praticam qdo, na verdade, se trata de uma técnica de persuasão/intimidação, é o mesmo que achar que um ilusionistas/mágico realmente acredita q tem poderes sobrenaturais.
Um dos melhores artigos que li aqui nos últimos tempos. Demonstra, de forma cabal, a justa indignação de gente inteligente que abomina essa postura progressista que beira o ridículo. Ou é ignorância da mais primitiva, ou é puro recalque desse povo. Pior ainda é ver que esse tipo de mentalidade empesteia a conduta econômica. É lamentável.
Tenho a ligeira impressão que isso tudo não passa, de mais uma vez tentar separar os povos. Velha tática da esquerda.
É a união entre os povos que propiciaram tudo de inovador que temos hoje, agora vem um bando de aluados que por mero capricho querem destruir a civilização atual.
A cada dia que passa acredito mais na afirmação de que esquerdismo é doença mental.
Se tivermos de analisar minuciosamente a origem de cada adereço, objeto, estilo de indumentária ou arte, então nem mesmo vivendo num mundo à Equilibrium (distopia onde a apatia é controlada pelo Estado) estaremos – com perdão do trocadilho – livres da apropriação cultural.
Em suma, o último parágrafo descreve bem o que são estas pessoas e suas condutas.
Eu: -Qual o objetivo último de combater o racismo e o preconceito?
Esquerdista: -Que todos os povos e pessoas convivam juntos e “numa boa”.
Eu: -Então quando diferentes culturas se conhecem, se dão valor e se misturam(criando inclusive a possibilidade de uma “cultura nova” nascer) não seria esse o seu objetivo sendo alcançado?
Esquerdista: -Não.
UÉ??
E viva o multiculturalismo!
O mais ridículo de tudo é que os que criticam a apropriação cultural usam centenas ou milhares de itens de outras culturas toda semana.
Para começar a terra onde pisam é indígena, deviam começar a praticar o que pregam e ir para o país dos seus antepassados……
O brasileiro ouvir música americana é apropriação cultural?
Falar inglês (apenas pra citar uma língua) sendo brasileiro conta como apropriação cultural?
Comer pizza no Brasil do brasileiro é também apropriação cultural?
O jogador de futebol Neymar é um apropriador cultural?
Um negro usando o Facebook é ou não apropriação cultural?
Lê Toni Morrison, a escritora negra estadunidense ganhadora do Nobel de 93, sendo negra brasileira é apropriação da cultura norte americana? Ou a tal apropriação cultural só leva em conta a cor da pele mas não a nacionalidade?
Aliás, adotando a tal apropriação cultural, as livrarias não estariam proibidas de vender os livros de Morrison para os brancos ? Ou seja, O livro não deveria ser vendido exclusivamente para os negros, de preferência os negros americanos?
E eu nem sabia que esse tipo de coisa existia. Devo ser retrógrado e viver nas cavernas. Mas vamos usar esta “brilhante lógica” por um segundo. Qualquer africano deveria usar tunga e não roupas criadas por europeus e/ou outros povos. Não deveríamos (brasileiros) comer quaisquer comidas que não fossem típicas brasileiras (feijoada)? Imaginem nós brasileiros sem comer comidas: Chinesas, italianas, japonesas e etc, pois isso é uma forma de apropriação cultural. Aonde este mundo vai parar?
É extraordinário as palavras!
Como é fácil envolver as pessoas e fazer com que elas fiquem convictas daquilo que falam.
O politicamente correto faz exatamente isso: Apropria-se de todos, inclusive daqueles que o utilizam para enquadrar os outros.
O interessante é que estas pessoas acreditam que são elas que estão falando, mas na verdade é uma entidade que está dentro dela que a faz falar.
O POLITICAMENTE CORRETO NA VERDADE É UMA ENTIDADE QUE SE APROPRIA DAQUELE QUE A POSSUI.
Se essa entidade é criada e substitui aquele quem fala, ela obviamente toma posse de seu hospedeiro e será seu tutor.
Na verdade, as palavras dessas mulheres é vã, não tem significado algum efetivamente.
Quando você ouvir uma pessoa falar esse tipo de coisa, não considere o que ela que falou, mas o parasita que tomou conta dela.
Se alguém questionar sobre isso simplesmente fale: “Eu sinceramente não converso com o parasita que está falando por você. Prezo muito você, mas não o parasita.”
E olhe para para o parasita e não para a pessoa. São duas coisas extremamente diferentes.
Por exemplo. Vejamos a cor negra dessas mulheres: Quando você diz que uma pessoa é negra, suas palavras não condiz com a realidade. A pessoa não é negra, mas a sua pele. E as pessoas não entendem a diferença disso.
E quando o negro pinta cabelo de loiro pode né?
Hmmmm
entendi.
E as tranças? Isso é cultura nórdica sabiam?
Loiros? Nórdico mais uma vez.
Ah e os turbantes? Sinto-lhe informar, mas é da cultura persa. Isso é mais antigo que os ancestrais dos negros. Indianos, turcos utilizam. Não me venham com essa de cultura africana porque não é.
Acho que falta um pouco de cultura educacional na vida de alguns…
Sao os esquerdistas que organizam ” a marcha das vadias”, que clama pelo direito das mulheres se vestirem como quizerem, inclusive de maneira nao aprovada pelos conservadores. Portanto, deveriam defender o direito de usar turbante ou burka.
ao inves de abrir uma fabrica de turbantes pra vender pra quem quer comprar eles querem impedir o uso. depois reclama que a sociedade nao dá oportunidade
Acredito que o ponto mais importante é não esquecer que isso tudo não é apenas absurdo e até ultrajante, como o texto diz; mas é totalmente artificial – essa indignação com a apropriação cultural não existe em nenhuma pessoa sã, isso é tudo fabricado por meia dúzia de militantes, de uma forma insidiosa, pra parecer de fato um “tema a ser debatido”.
Talvez analisar a questão sob esse aspecto seja mais eficiente, porque simplesmente denunciar o “absurdo” exigiria uma sensatez e uma honestidade intelectual que essas pessoas não têm.
Provavelmente o turbante que estas meninas acreditam ser propriedade cultural dos afrodescendentes foi levado a africa pelos Islâmicos que escravizaram mais de 15 milhões de negros. A reação destas meninas esta mais para síndrome de Estocolmo do que propriedade cultural.
Só pra entender…Então todo mundo que não for “afro descendente” não pode praticar “CAPOEIRA”??? Hum, se for pensar desta forma, aqui em Blumenau-SC, quem não for “branco” não pode participar da Oktoberfest! Que bando de idiotas! Estes são os verdadeiros racistas!
Nada que um “Vai tomar no cu, eu visto o que eu quiser” não ajude.
Esse foi o fim da picada. Além de imbecis, são cruéis ao extremo, ao não perceber que qualquer um, repito, qualquer um na face da terra pode acordar com câncer. E aí?
Sinceramente essa turba psicopata vai acabar toda desempregada, morando em guetos e passando necessidade.
Vanessa Rodrigues, parabéns pela sua estreia no IMB.
Sorrir é preconceito com que não tem dentes.
Anitta aparece de dreads e é acusada de apropriação cultural nas redes:
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/12/14/internas_viver,680061/anitta-aparece-de-dreads-e-gera-polemica-nas-redes-sociais.shtml
[i]”Ou seja, essa postura não mascara apenas o racismo dos progressistas (quem diria?), mas também sua enorme ignorância.” [i]
Esta frase foi/é espetacular!
Olá.
Iniciei meus estudos há pouco tempo, mas já acredito que mises estava correto.
Estava acompanhando tópicos em um fórum que frequento e vi certas indagações que me deixaram cabreiro.
Tentei encontrar respostas, mas não tive sorte.
A discussão é esta: forum.outerspace.com.br/index.php?threads/voc%C3%AA-se-orgulha-de-sua-opini%C3%A3o-pol%C3%ADtica-anterior-%C3%A0-2013-2014-t%C3%B3picos-e-posts-antigos.476100/page-3#post-14537348
Alguém sabe onde pode-se levantar informações econômicas que contradigam o esquerdinha?
Não sei se fico feliz ou triste com esse artigo.
Feliz pela qualidade, que já é intrínseca quando se trata do que é publicado no IMB.
Triste por ver que um assunto tão banal, e tão óbvio, que não deveria ser tema de discussão, ainda alimenta tanto a discussão no mainstream. Uma breve sequencia lógica de pensamentos faz qualquer pessoa não considerar isso.
Não deveríamos estar em pleno Séc. XXI, discutir se alguém pode ou não usar tal vestimenta.
E o mais massante é ver pessoas desenvolvendo teorias para defender isso.
E o Mises, um antro de boas ideias e discussões, que deveria se apresentar com um grau mais elevado de ideias, deve se rebaixar e prestar ao serviço de rebater esse pensamento pela influência que este ainda causa.
Tristes tempos. A ignorância sobre determinado assunto é passaporte para o bacharelado no mesmo.
kkk os comentários sobre a menina ter usado um turbante são hilários, só rindo mesmo
Será que essas que insultaram a menina só usam turbantes na cabeça e vivem com aquelas batas coloridas?
Essa histeria pós-moderna afeta a ala progressista tb! Então não generalizemos!
Porque o peso chileno vale tão pouco?
Como a economia chilena é tão forte com uma moeda tão fraca?
Fui fazer uma conversão esses dias e notei, fiquei abismado!
Qual explicação disso?
Abraços
E elas se comunicaram em português, uma língua européia derivada do latim… Aliás elas nem deveriam falar em apropriação cultural, pois cultura é algo que elas não parecem ter.
Até tu, IMB?
Gostei do tom amistoso do artigo. Mas agora, até o IMB está caindo nessa verdadeira armadilha, e colocando holofotes sobre mimimi de rede social, como se isso fosse uma grande ameaça às liberdades individuais? É uma discussão tão patética e tão sem sentido, que nem os leitores do Catraca Livre estão caindo nessa conversa de “apropriação cultural”. Por que é que a gente tem que dar atenção a isso?
É, devemos estar em um período muito fastidioso mesmo para as coisas chegarem a esse ponto.
Eu acho que o pessoal anda deixando muito a esquerda ditar as regras. Progressistas hoje nem precisam mais se preocupar com divulgação. Mesmo que negativamente, a própria direita, e para meu espanto liberais e libertários, andam fazendo esse trabalho por eles. Voluntariamente, tornam qualquer coisinha que eles façam muito grande.
E isso é o que dá margem para tornar real paradoxos que deveriam permanecer para sempre na categoria das coisas inimagináveis. Como por exemplo, a figura o homem branco heterossexual, discriminado e perseguido pela sociedade. Por mais que haja um fundo de verdade nisto, ser humano nenhum deveria se sujeitar a esse papel ridículo de vítima. Coisa de homem frouxo.
Eu rezo para que surjam cidadãos com coragem suficiente para defender seriamente coisas como monarquia, união do Estado com a Igreja, etc. Não é o tipo de coisa que eu concorde ou defenda, mas pelo menos é uma esperança de mudar o rumo das coisas e elevar o nível dos debates.
Tomem as rédeas da situação, senhores!
Espero que os guerreiro da justiça social sejam cara vez mais intolerantes.
Isso irá acelerar sua queda.
Eu acho que aquelas moças que se sentiram ofendidas pela moça branca usar um turbante que poderia ter ser um elemento cultural afro, deveriam dar o exemplo. Tão logo elas sentirem necessidade de evacuar, deveriam cavar um buraco no fundo do quintal delas e despejar ali seus dejetos uma vez que latrinas e similares são provenientes da cultura europeia, portanto elas não deveriam se apropriar disto! Só pra manter a coerência.
Voltem pras cavernas porra!
As contradições descaradas desses movimentos “progressistas” não são mero acaso. São feitas para confundir mesmo. Quanto mais as pessoas esperarem por alguma cartilha pra saber como pensar e como agir, mais fácil fica a doutrinação e o voto de cabresto.
Vivemos num país destroçado, moral e culturalmente falando.
Somos resultado de uma longa jornada de hegemonia exercida pelos ditos “socialistas”, “defensores dos oprimidos e excluídos”, amantes das promessas feitas pelos “filósofos” sofistas dos últimos 02 séculos.
A civilização ocidental de maioria judeu-cristã, está sendo engolida e destruída pelo êxito do marxismo cultural impregnado e enraizado nas mentes amorfas da massa homogênia dos adeptos do politicamente correto.
A retórica sofista de tipos como Hegel, Comte, Darwin, Freud, Marx & Engels, entre outros, que produziu o fascismo, o comunismo e o nazismo; É uma sopa requentada que ainda se consome no Brasil.
Sujou então.
Vou cancelar a feijoada de sábado e vou ter que avisar o Mengão, que agora sou Fluminense.
Imagine agora acontecendo o oposto: Uma moça negra usando um traje fino completo, daqueles que as mulheres usam para trabalhar nos escritórios mais chiques. Aí um grupo de mulheres brancas se aproximam dela e dizem: Como assim, você usando roupas de mulheres brancas? Você não tem o direito de usar estas roupas. Você tem que usar turbante, vestidos floridos. Isso é apropriação cultural.
O resultado seria líquido e certo: Ambas seriam processadas por crime de racismo.
Gostei do seu artigo, mas acho que nem deveríamos nos deixar levar tanto por esse assunto, primeiro que Cultura nem é propriedade, se eu quiser começar a dançar um pagode é apropriação dos afro, se começar a jogar futebol então é apropriação dos Ingleses, meu na moral, nem se deem ao trabalho de conversar com uns fdp, que acha que essa merda existe, se eles quiserem ouvir a sua opinião simplesmente diga, caso contrário deixa pra lá e mandem se fuder!
A partir de agora, se eu ver um nã0-branco de gravata, vou chegar e arrancar fora.
É apropriação cultural.
Foda-se.
Mas o turbante também não é usado por povos da Índia e do Oriente Médio ?
As pessoas que se auto-intitulam da raça negra não estariam proibidas de usar calça jeans ?
A apropriação cultural se dá apenas por um lado ?
Se o conceito de propriedade intelectual já é absurdo,imagine o de propriedade cultural.Mas deixando isso de lado,o fato é que hoje saiu a notícia de que a inflação nos EUA acelerou para 0,6% em janeiro,o dobro do que era esperado.Além disso o dolar está derretendo perante o real,só hoje foi 0,94% de queda.Isso tudo está acontecendo antes do ano fiscal do Trump começar,imaginem vocês o que será quando a impressora for ligada a todo o vapor!O FED certamente vai elevar os juros e de acordo com o Peter Schiff(seguidor da escola austríaca e que previu com exatidão a crise de 2008-2009) isso vai ter consequências sobre o dólar que deve desabar.De fato, de 1970 para cá ,houve 5 grandes aumentos na taxa de juros, e em todas elas o dolar caiu,não será diferente dessa vez.O cenário do governo Lula está de volta e o sucessor do Temer irá surfar nessa onda.O Lula lidera todas as pesquisas para 2018,assim, caso o Moro não o prenda,há chance do próprio Lula ganhar e se aproveitar da bonança outra vez,fazendo o povo acreditar que é ele o responsável pelo crescimento econômico e não o dolar fraco e o boom das commodities.Assim sendo, como há chance desse enganador ser eleito,só resta torcer para que o Moro tome logo providências e faça justiça.
”Apropriação cultural”
É por essas e outras que eu digo:
Vem meteoro!
É impressão minha ou o mundo está ficando cada vez mais idiota?? Cara, se isso acontecesse comigo eu mandaria à merda na hora essas as duas negras, brancas, amarelas, azuis ou o que fossem.
A esquerda sempre lança essas ideias idiotas.
Se é para não haver apropriação cultural então que os esquerdistas comecem dando o exemplo.
Computadores, Internet, redes sociais, tablets, smartphones e quase toda a tecnologia moderna é fruto da cultura capitalista.
Por causa disto todo esquerdista deveria ter vergonha de usar tais comodidades/serviços. Quando algum simpatizante da esquerda usa qualquer coisa deste tipo está se apropriando indevidamente da cultura capitalista.
Simples assim.
KKKKKKKKKKKK
Na minha opinião, essas acusações sobre apropriação cultural não passam de um ressentimento que não deveria existir.
São pessoas que não se sentem à vontade em ver um “inimigo” usando algo que “pertence” à sua cultura.
No mais, a disseminação da sua cultura é uma ótima forma de empoderamento.
Restringir o turbante a uma só raça é que me parece a péssima ideia. Uma cultura restrita a um grupo minoritário é muito mais propensa a se extinguir com o passar dos anos.
Estou totalmente de acordo com o texto do mises.
Cara, como esquerdismo me dá sono !!
Ele em si e o tipo de discussão ridícula com a qual se perde tempo quando essa gente abre a boca…leio essas coisas e penso imediatamente no meu travesseiro.
Atualmente o racismo de negros contra brancos é substancialmente maior que o contrário aqui no Brasil. E o estranho é que não temos negros de fato em nosso país, praticamente todos que se dizem negros são mulatos miscigenados de outras raças brancas. Ainda bem que eu não sou nada disto, sou verde.
Mais um episódio patético protagonizado pelos vermes de esquerda…
Não posso usar turbante? Então negros não podem usar tênis, terno, camisetas…
Em minha opinião o ato das moças que abordaram Tahune foi racista e deveria assim ser encarado pelas autoridades. Racismo é todo ato que descrimina pessoas por algo que supostamente não podem fazer ou usar, ou devem fazer e usar por supostamente pertencerem a uma determinada raça. Se estas duas moças estivessem usando roupas típicas holandesas por exemplo e fossem abordadas da mesma forma preconceituosa que abordaram Tahaune o que seria considerado tal insano ato?
Estas duas jovens devem ser processadas pelo Ministério Público por ato de racismo.
Eu entendo que o problema desse segmento não se trata de uma pessoa branca usar ou deixar de usar coisas de negros, mas sim do fato de o significado mudar o que gera indignação, por exemplo um negro usando dread é maconheiro, é sujo, é nojento, mas um branco é estiloso, legal, cool; o branco é visto com bons olhos e o negro não. ESSE é o problema dos negros, afinal sentimos na pele a diferença, então eles se revoltam dizendo apropriação cultural, e querem que os brancos parem de usar, e a unica coisa q vcs enxergam é aquilo que os deixa na desvantagem, ou seja, não poder usar. Típico. Eu entendo que impedi as pessoas de usarem seja o que for é uma atitude idiota sim, a questao nao devia ser reclamar quem veste ou deixa de vestir, e sim a discriminação, e mtus desses brancos q usam turbante e dreads nem sabem que porra significam. E alem disso, a historia dessa garota com cancer ta super mal contada hein, mas admito a atitude nojenta dessas pessoas por atacarem alguem supostamente com cancer. Enfim, o grande cerne dessa questao toda nao tem nada a ver com usar ou deixar de usar e sim a discriminação, a marginalização, essa diferença que é feita entre brancos e entre negros e antes q algum imbecil venha me falar q isso é mentira, deixo claro que não é. Não é, porra, se vc é branco cala a boca porque não foi vc que foi chamado de maconheiro lixo vagabundo porque é preto e usa um dread, então nem me venha com esses discursos estupidos. Novamente, acho errado querer impedir as pessoas de usarem seja o que for. Mas é revoltante ver a diferença feita entre as pessoas negras e brancas, rebaixando os negros quando usam coisas da propria cultura, e brancos quando se apossam da cultura alheia. E ESSE é o problema. Então tipo, foda-se se vc é branco e usa dreads ou turbantes. Esse NÃO é o problema. O problema é a mentalidade branco = estilo, cute, foda, legal e preto = sujo, imundo, macumbeiro, nojento. ISSO SIM é o problema. E para que nao se perdesse o significado, eles agora reclamam de apropriação cultural, achando que apenas negros devam usar seja la o q for para que os brancos entendam de uma vez por todas e saibam valorizar e respeitar a cultura alheia ao inves de ficarem agindo com hipocrisia. Grande merda “apropriação cultural é um elogio” teu cu que é. Não tem nada de bonito em ver brancos sendo elogiados enquanto se é preto e se é insultado se tratando do uso de elementos da propria cultura. O elogio está na puta que pariu. Repentindo. Não sou contra, pessoas usam o que quiserem e acho que impedir é simplesmente ridiculo e perda de tempo. Mas tenham consciencia de que as coisas não são sem motivo, tenham consciencia de que existe o problema do racismo e isso ofender? SIM, OFENDE SIM, E MUITO!
Sendo assim, essas pessoas que falam tanto de “apropriação cultural” não deveriam frequentar faculdade ja que faculdade foi ideia de pessoas brancas, não deveriam ir a hospitais quando estivessem doentes ja que o hospital foi criado por pessoas brancas e muito menos frequentar a escola ou ser registrados quando nascessem pq tudo isso foi ideia de pessoas brancas.
Tem muito idiota querendo inventar moda e não se preocupam com o que realmente importa os valores humanos, como respeito, igualdade, equidade e compaixão pelo pelo proximo. Querem tanto criar alguma coisa boa, mas so fazem merda.
Abordagem importante e oportuna. O Instituto Mises faz um bom trabalho, ao denunciar os exageros do “Politicamente Correto”. Meu Deus! A moça está careca, em razão do tratamento de um câncer, e NÃO PODE USAR TURBANTE porque é “apropriação cultural”?
Adeus direto romano.
Adeus filosofia grega.
Adeus algarismos indo-arábicos.
Adeus uso de pasteurização (porque Louis Pasteur era francês).
Adeus imprensa (invenção dos chineses aprimorada por Gutemberg).
É tão absurdo que eu me pergunto os “justiceiros sociais” realmente pertencem ao gênero Homo sapiens…
Acho que mulheres de qualquer etnia tem o direito de usar turbante sim, Paquistaneses e Afegãos também usam turbante e eu não vejo o movimento negro bater de frente com eles, porque sera né?
Cada um é um de nós é um universo, Pedro………..
Faze o que tu queres, há de ser tudo da lei…………..
use um turbante como cesto de compras no mercado; como pro pe; ou como vaso de flores……… há de ser tudo da lei!!!!!
Eu ainda não entendi por que essa gente progressista escuta Raul Seixas?????
Artigo excelente, foi muito bem feito, parabéns.
Se o Turbante é asiático e os descendentes de africanos dizem que só eles podem usar…………. Quem, afinal, está se apropriando culturalmente de quem????
Inclusive, acredito que o termo seria mais adequado a essa exata situação, pois você se apropria da cultura e diz que é sua e quem a criou originalmente não pode mais usá-la.
Veja como a apropriação cultural real só pode existir num ambiente onde os indivíduos podem ser proibidos de fazer alguma coisa. Num ambiente de liberdade, isso não existe.
Para mim é um exemplo de ignorância e intolerância, misturada com extrema burrice…
Meu Deus, não acredito no que estou lendo!!!! Se fosse as gurias das postagens que acusaram a menina a apropriação cultural, colocaria um turbante ou cartucho escondendo a cara! Que feio, como pode ter gente tão sem noção e sem coração nos dias atuais. Me espanta por serem jovens! Que racismo desgraçado esse? Melhor ignorar e voltar pro trabalho!
Mais um exemplo de esquizofrenia da esquerda. Experimentem trazer e promover pra nosso país a cultura ibérica, nos chamariam de racistas, mas muitos do movimento negro quer impor ao nosso país, os costumes do continente africano sem nem mesmo saber a origem do país africano. Então deve ser bem comum, um costume de uma tribo islâmica da atual Nigéria (que pelo que eu sei, não tem nada a ver com o Brasil) está sendo promovido aqui.
Analisemos um caso…
Por registros históricos, as calças jeans surgiram lá por mil quinhentos e alguma coisa na Itália, mas eram fabricadas na França. Muito tempo depois Levi Strauss (Levi’s) que usava o denim (tecido do jeans) para vender coberturas para carroças, teve sobra de tecido e resolveu fabricar calças para garimpeiros, e daí virou febre e se espalhou pelo mundo.
Pelo “raciocínio” (entre aspas pois a meu ver é idiotice) desses que inventaram essa de “apropriação cultural”, o jeans deveria ser proibido para quem não for italiano ou francês, pois Levi Strauss já cometeu uma apropriação cultural.
Dá para perceber o tamanho da idiotice?
Toda a evolução da humanidade se deve a troca de informações, as interações entre pessoas e suas experiências, pois agora se formos seguir o que pregam esses boçais, entraremos em um processo de involução!
Alias, uma pergunta: O que vestem e usam os que abordaram e os que criticaram a jovem Thauane Cordeiro?
Certamente usam de diversos itens que se enquadrariam como “apropriação cultural”, mas nessa hora não pensam em uma via de mão dupla. Querem impor aos outros o que lhes convém, mas não abrem mão daquilo que lhes seja vantajoso.
O que constato é que, ou as pessoas sensatas se mobilizam, ou espertalhões vão continuar a usar desses idiotas para dominar o mundo e restringir as liberdades.
A matéria é perfeita e nos deixa muito indignados, mas duas coisas me chamaram a atenção nesse imbróglio todo:
1º) – Por que vocês usam o termo PROGRESSITA para pessoas de esquerda que, tradicionalmente, são “REGRESSISTAS”? – Vocês não percebem que até esse termo foi indevidamente apropriado? Não há nada de progressista em pautas comunistas. Que tal dar os verdadeiros nomes aos bois? – Isso confundiria menos as pessoas.
2º) – Todo esse comportamento atual e mundial delapidado há anos nas escolas e Universidades, na cultura e fortemente nas mídias, levou a sociedade ao total transtorno mental. Isso que acontece atualmente é doença mental grave, e quem propaga essas ideias de jumento, em todas as áreas que a esquerda atua, são doentes mentais e precisam estar isoladas, presas e longe da sociedade. Vamos pensar nisso.
Estão criando separatistas disfarçados.
Empoderam os negros, os brancos, as mulheres, os homens, os gays. Aí quando todos se sentirem “poderosos”, jogam uns contra os outros e começam a guerra. Aí morre um monte de gente e tudo fica bem.
Esse povo do politicamente correto é muito chato. Se for pela cabeça deles, eu que branco filho de mãe negra, sou descendente de negro escravo com uma mineira filha de português sefardita, e descentende de italiana italkin com português sefardita, eu não poderia usar nada que meus ancestrais usaram porque eu estaria fazendo uma apropriação cultural??? Povo chato esse mimizentos do politicamente correto…. Affff
A mediocridade refugia-se no espírito de rebanho para ignorar ou atacar aquilo que a supera”
Perspicácia de Flávio R. Kothe – leitura obrigatória Cânone Colonial; Cânone Imperial e Câonone Republiano
"A tradição", aponta Flavio Kothe em 'Cânone Colonial' "guarda a versão que interessa aos dominadores e sufoca a fala dos vencidos, ou seja: " http://www.osentinela.org/theodore-j-o-keefe/a-libertacao-dos-campos-fatos-a-se-considerar/?unapproved=28264&moderation-hash=a75a77f10139b7210f65dfbb8a9bd473#comment-28264 (A BALELA, o HOLOCONTO ) "já contém em si a conclusão. nationalvanguard.org/2020/02/collusion-franklin-roosevelt-british-intelligence-and-the-secret-campaign-to-push-the-us-into-war/#comment-31072
A moral da história não vem, a rigor no fim da história, mas no princípio, ANTES DE INICIAR, determinando toda sua construção; INVENTA-SE a história para provar a conclusão, não se conclui em função da história."
A charge aqui abaixo faz também coro com as citações bíblicas mencionadas em Mateus 15:18 e Lucas 06:45 cdn.quotesss.com/static/authors/a/2643_anais_nin/quotes/anais_nin_quote_we_don_t_see_things_as_they_are_we_see_them_as_we_54625_180712.png
Através das telas de TV, vampiros rastejam em todas as casas todas as noites, o sangue flui das caixas de TV e a maioria das palavras indesejadas entra. Os filmes ensinam cuidadosamente como matar descaradamente e de forma variável, como roubar sem deixar vestígios, quão loucamente… nationalvanguard.org/2019/12/vulture-capitalism-is-jewish-capitalism/#comment-28250
O fascismo na Itália, o falangismo de Franco Espanha e em Portugal de Salazar e o nazismo na Alemanha foram formados para exterminar completamente o comunismo mundial
Progressismo é tão dúbio e enganador quanto o slogan “Liberdade, Fraternidade e Igualdade” criado pela maçonaria para, em nome da democracia, promover uma sanguinária revolução, precursora de outra revolução mais sanguinária ainda – a revolução comunista. Todos progressistas foram banidos do Terceiro Reich, mas conseguiram engajar-se muito bem nas universidades americanas para difundir e disseminar as Taras da Escola de Frankfurt http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2401
A maçonaria embandeirou a democracia para promover uma revolução sanguinária conhecida como Revolução Francesa, precursora de outro movimento mais sanguinário ainda – a Revolução Russa. verbotenesarchiv.files.wordpress.com/2016/04/treeofjudaism.png
O que os esquerdistas ainda não percebem http://www.youtube.com/watch?v=rSNh_EVNGJg
A história é guiada pelo projeto de Deus, um projeto que está sempre focado na liberdade e na vida. O destino de uma sociedade depende sempre da atitude que assume em face deste projeto: ou terá liberdade e vida, ou produzirá escravidão e morte. nationalvanguard.org/2020/02/collusion-franklin-roosevelt-british-intelligence-and-the-secret-campaign-to-push-the-us-into-war/#comment-31072
“Não se trata de atacar cegamente um moinho, mas de nele penetrar e, compreendendo seu funcionamento, inverter seu mecanismo, voltando-o contra si mesmo.” alfredo-braga.pro.br/discussoes/osprotocolos.html Carlos Zilio 1997
Twitter é onde sai as fantasias progressistas: o SUS é o Hospital Sírio-Libanês, os médicos que não participam do programa Mais Médicos são mesquinhos e o Brasil inteiro é igual à Avenida Brigadeiro Faria Lima.
Normalmente as páginas tampam as fotos e nomes desses esquerdistas (não sei o motivo, porque não sei nada de Direito). Não seria bom o IMB fazer isso nesse artigo?
De qualquer forma, o debate esquerdista caiu muito de nível. Virou essa histeria de Twitter.