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Até quando vamos aguentar Guido Mantega e sua Gosplan?

Qualquer
cidadão que utilize unicamente a mídia para se informar poderia jurar que a
era das economias centralmente planejadas por burocratas é algo do passado, e
que a simples ideia de planejamento central é algo já universalmente
desacreditado.

Isso
pode ser verdade para vários países do mundo, principalmente para os do Leste
Europeu, que vivenciaram a plenitude desta magnífica ideia.  Aqui no Brasil, no entanto, a lógica funciona
de maneira peculiar.  Aliás, funciona de
maneira inversa.  Ideias que
comprovadamente deram errado onde quer que foram aplicadas exercem um fascínio
quase erótico sobre os burocratas que vivem na Candangolândia.  Parodiando Roberto Campos, tais ideias são
como as damas balzaquianas, de vida airada: rejuvenescem à medida que se
esquecem as experiências passadas. 

Em
Brasília, trabalha-se em postura dinâmica e extenuante.  Os burocratas têm duas preocupações que lhes
atormentam continuamente, e eles passam seus dias fazendo a si próprios as duas
seguintes perguntas:

1)
O que vou inventar hoje para atrapalhar ainda mais a vida daqueles idiotas que
me puseram aqui e que me sustentam? 

2)
O que devo fazer para mostrar aos lobistas que financiam minhas mordomias que sou muito
ativo (e que os brasileiros são os passivos)?

Estou
me referindo, obviamente, à mais recente e asinina ideia do governo: a elevação
de 30 pontos porcentuais do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de
automóveis e caminhões para as montadores que não cumprirem os seguintes
requisitos:

1)
Utilizar no mínimo 65% de conteúdo nacional ou regional (Mercosul);

2)
investirem em pesquisa e desenvolvimento, e (acha que são só três requisitos?)

3)
preencherem pelo menos 6 dentre outros 11 outros requisitos de
investimentos. 

E
quais seriam alguns desses outros 11 requisitos?

De
acordo com o inexaurível Guido Mantega — cuja fisiologia, cor da tez e corte
de cabelo cada vez mais se assemelham às de um apparatchik do terceiro escalão soviético da era Brejnev –, dentre
estes outros requisitos há a exigência de que os veículos sejam montados e
estampados no Brasil, bem como seus motores, embreagens e câmbio. 

Ou
seja: temos agora um burocrata determinando especificidades sobre como se deve
fabricar carros no Brasil.  Se isso não é
um exemplo explícito de planejamento central, então o conceito deve ser
urgentemente reinventado.

O
mais incrível é ver um sujeito como Mantega, que não saberia gerir uma
concessionária de Yugo
na Mongólia, pontificando sobre questões automotivas, falando com pretensa
desenvoltura e segurança sobre embreagens, motores e câmbio.  Mais um pouquinho e ele começaria a
determinar especificações para relações de marcha, diferencial, injeção
eletrônica e comando de válvulas.

Após
apresentar essa sua lista de exigências, que seriam consideradas retrógradas
até mesmo pela Gosplan, nosso Nikolai Baibakov
tranquilizou a todos, com seu sorriso triunfante: “Para as empresas que já
preenchem esses requisitos, não muda nada.” 
Muito fofo!  Vai me dizer que,
após essa impecável lógica de jardim de infância, você também não ficou com
vontade de comprar pra
ele um Chicabon
?

E
o intrépido prosseguiu: “É uma medida que garante a expansão dos investimentos
no Brasil, o desenvolvimento tecnológico e a expansão da capacidade produtiva
no Brasil”.

Entendeu
a lógica?  Impedir que as montadoras
possam escolher a origem e a qualidade das peças a serem colocadas em seus
produtos — algo que afeta diretamente suas planilhas de custos — é uma medida
que miraculosamente vai “garantir a expansão dos investimentos no Brasil, o
desenvolvimento tecnológico e a expansão da capacidade produtiva no Brasil”. 

Realmente,
empreendedores ficam ávidos para ampliar seus investimentos em uma economia em
que é o governo, e não os consumidores, quem determina as peças que ele deve
utilizar.  Da mesma forma, o
desenvolvimento tecnológico dá um salto olímpico quando se impede a
concorrência.  É assim que um país
prospera, como bem mostram os exemplos auspiciosos da Coréia do Norte, de Cuba,
da Venezuela e do próprio Brasil na década de 1980, com nossos potentes
computadores fabricados sob a vigência da Lei da Informática. 

Faça
o leitor um esforço mental para tentar raciocinar como Guido Mantega (mas faça
isso só uma vez, para evitar danos irreversíveis).  Qual a consequência lógica do cumprimento
destes requisitos?  Como eles funcionariam
caso realmente fossem levados a sério?  É
simples.  Quer vender uma BMW M3 no
Brasil?  Sem problema, mas troque a
embreagem original por outra gentilmente fornecida pela indústria
nacional.  É simples e seguro. Experimente essa embreagem do Gol, ficará
ótima no seu carango!  Não quer trocar a
embreagem?  Sem problemas, você tem
liberdade. Basta então trocar o motor. 
Recomendo este 1.0 da Fiat.  A sua
BMW será uma parada!

Pode
parecer uma piada sem graça, mas o que foi dito acima é exatamente o que
ocorreria caso os requisitos do ministro fossem de fato levados a sério por
algumas montadoras.

Logo,
é claro que a intenção principal do governo não é realmente impor tais restrições
às montadoras (não pode ser; não é possível tamanha ignorância, mesmo para os
padrões do governo).  O objetivo único é
o velho e imortal protecionismo a favor
das montadora
s, só que apenas daquelas montadoras que são politicamente
mais convenientes defender.  A novidade,
no entanto, é que agora a medida vem travestida com uma novilíngua, um exemplo
típico do duplipensar orwelliano.  ‘Protecionismo’ agora tem um novo rótulo:
protecionismo significa “garantir a expansão dos investimentos, do
desenvolvimento tecnológico e da expansão da capacidade produtiva”.

É
realmente difícil saber o que é pior: a política protecionista em si ou o fato
do governo nos tratar como exímios idiotas, achando que ao adotar novos
eufemismos seremos mais passivamente ludibriados.  Mas governo é isso mesmo: mentiras,
desrespeito à nossa inteligência, deturpação da linguagem e, claro, confisco de
riqueza em prol de seus protegidos (nesse caso específico, empresas cujos
sindicatos são poderosos e que representam uma mina de votos).

Para
se proteger os interesses e a renda desse oligopólio, a solução é blindá-lo de
todo e qualquer tipo de concorrência estrangeira, seja de carros chineses e
indianos, seja de carros alemães, japoneses, italianos e ingleses.  Para que se submeter às exigências do mercado
quando se pode simplesmente proibir os consumidores de exercerem livremente
seus direitos?  Montadoras nacionais e
seus sindicatos têm um direito natural a uma renda garantida, ao mesmo tempo em
que oferecem produtos que, na mais benevolente das hipóteses, podem ser
considerados apenas satisfatórios.  Para
que se estressar e se esforçar muito para agradar aos consumidores?  Muito mais eficaz é apenas fechar os portos.

Nada
de dar aos pobres a chance de comprar um Tata indiano ou um QQ chinês.  Se pobre quiser andar de carro, que se endivide para comprar um
Gol, um Uno ou um Palio.  Nada de dar aos
ricos o prazer de comprar facilmente um Maserati.  Eles que se contentem com um Vectra.  Se quiserem o Maserati, até pode.  Mas vão ter de deixar uma contribuição para a
caixinha do governo, pois há uma enormidade de funcionários públicos em greve
querendo aumentos — e essa é uma base eleitoral que não pode ser desapontada.

Assim,
o governo resolve dois problemas de uma só vez. 
Agrada a base sindical e as montadoras, e ainda consegue uma grana extra
pra tentar apaziguar os ânimos dos funcionários públicos.  Consumidores que se estrepem.  Afinal, eles estão aí é pra isso mesmo:
sustentar a mordomia da patota.

A
desculpa oficial é que o câmbio está sobrevalorizado e as importações
aumentaram, sendo necessário barrá-las para proteger a indústria nacional.  Em primeiro lugar, não existe isso de
câmbio sobrevalorizado.  É impossível um
câmbio ficar sobrevalorizado em um regime de câmbio flexível.  Câmbio sobrevalorizado só ocorre quando há um
regime de paridade cambial, como quando um país adota uma âncora cambial.  Em segundo lugar, as pessoas estão preferindo
importar simplesmente porque a inflação de preços no Brasil — por obra e graça
do próprio governo — está assustando.  Seres
racionais não querem pagar por carros ruins cujos preços aumentaram a uma taxa
maior do que a taxa de aumento da renda. 
Não é difícil de entender.  Em
terceiro lugar, indústria que só se sustenta com protecionismo não merece
existir.  Na prática, comporta-se como
uma estatal.  E estatais devem ser
vendidas e submetidas à concorrência do livre mercado.

Mas
assim como milicianos de favela, o governo só deixa você comprar os produtos
que ele autoriza.  “Você tem toda a
liberdade para comprar carros.  Desde que
sejam aqueles fabricados por nossos amigos.”

E
o pior é ver a imprensa tratando tudo isso como uma mera “política
industrial”.  Em um país genuinamente
livre, o termo ‘política industrial’ ficaria restrito exclusivamente ao
Manifesto Comunista.  Perguntar qual é a
política industrial de um governo seria equivalente a perguntar qual é a
política de distribuição de celulares, computadores e TVs.  A política industrial de um país livre é
aquela decidida exclusivamente pelo mercado. 
E quem é esse tal mercado?  Somos
nós.  Você, eu e todos os cidadãos.  Nós é que decidimos, por meio de nossas
decisões de comprar e de se abster de comprar, qual indústria sobrevive, qual
deve ser extinta e qual deve trocar de gerência.  Não é nada complicado.  Se houver alguma política mais eficaz e mais
ética do que essa, estou muito interessado em saber dessa revolucionária
descoberta.

Até
quando vamos tolerar esse Politburo nos dando ordens, ditando e especificando
nosso estilo de vida?  O senhor Mantega
ainda não foi informado de que a parte oriental da Europa é muito mais próspera
e rica hoje, com seus habitantes agora munidos de liberdade de escolha, do que
era naquela época do muro protecionista cuja ausência — ao que tudo indica —
lhe provoca tanta nostalgia?

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67 comentários em “Até quando vamos aguentar Guido Mantega e sua Gosplan?”

  1. Francisco Quiumento

    A frase é fictícia, e é citada como sendo de Aristóteles em “O Nome da Rosa”, mas aqui cabe como uma luva (logicamente, de nacional pelica!):

    “A ironia leva à verdade.”

    Aguardemos o que a mercantilista China vai fazer em retaliação a esta ideia brilhante de “Noços Guias” (sic).

  2. Leandro, você está escrevendo cada vez melhor! Eu rachei de rir ao ler que nós somos os passivos. Só faltou dizer que o Mantega está fazendo bronzeamento artificial para superar o Kid Bengala…

    Por fim, deixa apenas eu fazer uma breve correção. No parágrafo que começa com “é realmente difícil saber o que é pior”, não se deve escrever “o fato do governo etc.”, mas “o fato de o governo etc.” Tirando essa distração, o seu texto está pronto para levar zero no Enem! Espetacular!

  3. Perguntar qual é a política industrial de um governo seria equivalente a perguntar qual é a política de distribuição de celulares, computadores e TVs.

    No lugar onde estudo, esse tipo de pensamento (para TV, computador, celular, internet…) é amplamente aceito. Afinal, o Estado está fechando uma “brecha” dos “excluídos” da “sociedade informacional”, tornando o acesso “democrático” e “promovendo” o “bem geral para todos”. A premissa sempre fica dada. O argumento a favor de que o Estado consegue fazer isso não…

  4. A promessa de Mantega de que sua política industrial iria gerar “expansão dos investimentos, do desenvolvimento tecnológico e da capacidade produtiva” já começa a dar resultados.

    Chinesa JAC diz que IPI maior inviabiliza fábrica no Brasil

    O presidente da JAC Motors no Brasil, Sérgio Habib, disse nesta sexta-feira que o decreto que aumentou o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para veículos importados inviabiliza a construção da fábrica da montadora chinesa no país.

    O investimento previsto pela JAC nesta fábrica é de US$ 600 milhões.

    “Do jeito que está hoje, fica inviável [a construção]”, disse.

    Habib ponderou que pretende negociar com o governo e que, por ora, o projeto não está suspenso.

    “Só começaremos a produção no início do ano que vem, e até lá, as coisas podem mudar. E acho que vão mudar.”

    O executivo ressaltou, no entanto, que só poderá começar o projeto se houver “segurança jurídica de que seu investimento é viável economicamente”.

    Ele garantiu que, por enquanto, a JAC tem estoque superior a 30 dias, e que até lá, a empresa não irá aumentar o preço dos carros. “Não vamos repassar isso integralmente. Por enquanto nossos preços continuam os mesmos.”

    Segundo ele, a JAC pretende cortar custos em propaganda e margem de lucro das concessionárias e do importador.

    Mais cedo, a Abeiva (associação dos importadores de veículos) afirmou que a medida é lobby da indústria automotiva brasileira contra o crescimento do comércio de carros importados no país.

    O presidente da entidade, José Luiz Gandini, disse que a concorrência com os importados impede que as montadoras elevem os preços dos veículos no mercado interno.

    De acordo com a Abeiva, o consumidor deverá sentir o impacto do aumento do imposto maior no preço dos carros importados em cerca de um mês.

    O ministro Guido Mantega afirmou ontem que a mudança pode representar reajuste de 25% a 28% nos preços para carros que não atenderem às exigências.

    www1.folha.uol.com.br/mercado/976559-chinesa-jac-diz-que-ipi-maior-inviabiliza-fabrica-no-brasil.shtml

  5. Apenas uma informação.\r
    \r
    Funcionários públicos, os concursados e não os em cargos de comissão, em sua maioria, estão IRRITADISSIMOS com o governo. A proposta da LOA para o executivo repete para 2012 um péssimo aumento, novamente abaixo da inflação.\r
    \r
    Os sindicalistas dos servidores foram comprados e aceitam o que o governo diz.\r
    \r
    Por outro lado, o governo cria a cada momento mais bolsas, auxílios, sistemas que precisam de servidores, além de muitas reposições com aposentadorias. Além disso há muitos funcionários terceirizados trabalhando em áreas proibidas pela CF 88. Em outras palavras, abrir concursos em geral, são determinações do TCU/MP para acabar ocm os terceiros. \r
    \r
    Agora pagar bem e dar estrutura para servidor é outra história. Não se enganem com alguns poucos abastados lotados na capital federal e os bajuladores. Vão ver o plano de cargos e salarios de um professor ou um servidor do ministerio da saude ou do trabalho, e as instalações desses pontos de atendimento em locais distantes de Brasília.

  6. Alguém já fez um comparativo sobre a relação entre empregos existentes nas indústrias de automóveis e nas redes de concessionárias? No caso dos importados, para cada emprego que dizem proteger na indústria nacional de carros quantos empregos serão fulminados nas redes de concessionárias dos importados? Cada concessionária emprega desde faxineiras e seguranças até técnicos especializados e executivos, passando pelos vendedores e uma legião de mecânicos, entre muitas outras funções, sem falar que os salários nessas concessionárias geralmente são mais altos que os das concessionárias de carros nacionais. Daí aparece alguém (de camisa e boné vermelhos) dizendo:”mas vão diminuir os empregos nas concessionárias de carros nacionais”, mas esquecem que esses trabalhadores poderão ser absorvidos pelas concessionárias de carros importados, até mesmo com remuneração maior, pelo fato de já estarem no ramo.

  7. Leandro, brilhante! Vc articulou a minha indignação muito melhor do eu poderia ter feito! Brilhante! Por sinal, estava sentindo falta de dar umas risadas lendo teus artigos. Hehehe… é uma pena o assunto ser tão sério, pois está hilário!

  8. Bom , com relação á sobretaxação dos carros importados , penso que é correta. No entanto , o governo usou mais que um peso e uma medida: deixou de prejudicar as importações dos carros fabricados na Argentina e México , o que foi um grande erro…O governo errou em não abranger essas duas localidades , uma vez que os maiores importadores de veículos são justamente o “Big Four” da “indústria nacional”!! Resta saber QUANTO os srs. Guido Mantega e Aloízio Mercadante ganharam de caixinha para tomar tal decisão.Enquanto isso , o consumidor brasileiro é obrigado á comprar os “nacionais” , que se não são ruins também não são bons. Parabéns ao senhor Leandro Roque pela crônica.

  9. Parabéns Leandro, pelo artigo. É tão fácil, exigir de nossos fabricantes que melhorem a qualidade dos veículos para serem competitivos e a maneira mais fácil que acharam foi taxar os impostos dos importados. Encomendei um Picanto p/ minha esposa e agora estou na dúvida, pois o aumento sobre ele será de aproximadamente R$2.000, mesmo mais caro ele fica abaixo do preço dos nacionais com muito menos opcionais, também estava aguardando o Elantra e agora vou aguardar, pois isto é uma vergonha. Fui ver o Cruze, melorou um pouco em realção ao Vectra, porém não dá para comparar com Elantra e além de tudo à um preço de R$78.000. Vamos ver aonde vai dar, acho que a Abeiva e Mandini, não devem ficar quietos. cadê a concorrência, realiação a este governo que não sabe o que fazer.

  10. Fomos Roubados, vamos parar de comprar Carros deixar os pátios super lotados. Não somos burros queremos os mesmos carros dos europeus e americanos com preço justo. Chega de LUCRO BRASIL, roubando quem trabalha honestamente neste país, sabemos que não é o caso de Palocci, Mantega, Sarney e etc esses andam de carros de luxo pago pelo povo. Chega!!!

  11. Os carros importados, exceto os provenientes do Mercosul e do México, já pagam todos os impostos que um carro nacional paga e mais uma alíquota de importação de 35%, o que resulta numa carga tributária escorchante sobre os importados, mas o governo não satisfeito decide aumentar ainda mais essa carga tributária com a elevação em 30 pontos perecentuais do IPI. Estamos retrocedendo à década de 1980. A única coisa que podemos fazer é boicotar a compra de carro fabricado no Brasil pelos próximos 12 meses.

  12. O problema é a passividade do povo brasileiro – se revolta, mas aceitam numa boa.\r
    Tá na hora de agir, vamos nos manifestar. É só não comprar carro das quatro grandes montadoras nacionais (FIAT, VW, GM e FORD), até que as mesmas e o Governo mudem de ideia. \r
    Ficar esperando que somente a ABEIVA faça algo para convencer o Governo Ditado do PT, não dará em nada. VAMOS PARTICIPAR… VAMOS BOICOTAR… Essa de o Governo determinar o carro que devo comprar… E me punir se eu optar por um carro melhor, aplicando taxas abusivas… Isso eu não aceito…\r
    \r
    Nenhum carro popular nacional dispõe de série Ar condicionado, Direção Hidráulica e Vidros elétricos. Que dirás ABS e AirBag Duplo por menos de R$30.00,00.\r
    \r
    Não aguento mais esses carros nacionais pé-duro/peladão e caros. \r
    \r
    Vamos boicotar… Boicote Já!\r

  13. Esse caso do aumento de imposto para produtos Chineses de certa forma é uma comprovação de que o mundo tem uma divisão de elites? Uma divisão do ocidente e do oriente?

  14. E o Brasil ainda quer que outros países façam coisa parecida…

    economia.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-vai-propor-na-omc-barreiras-comerciais-contra-a-guerra-cambial,84576,0.htm

  15. Não é de se espantar termos um ministro do quilate de Guido Mantega, afinal tivemos um ministro que no momento em que assumiu sua empresa esta em concordata. O mais incrivel é que muitos acreditam que ele foi um grande Ministro graças ao plano cruzado.

  16. Mais um absurdo, com certeza alguém molhou a mão de alguém, só demostra a incapacidade do PT de gerir o país e sem duvida somos nós os maiores prejudicados, temos que dar uma resposta simples a este cartel das 4 grandes montadoras, simplesmente não comprando nada, ao invés de prejudicar os carros que vem da China, Coreia e etc deveriam oferecer carros de qualidade e competitivos.

  17. Luiz Augusto Victorino Alves Corrêa

    O aumento do IPI dos autos importados foi uma das maiores idiotices do Mantega. Além de proteger algumas poucas montadoras e o sindicato, todo o restante do país será prejuticado.\r
    \r
    Se não bastasse o absurdo da medida, a maneira que foi feita eleva ao cubo o absurdo. Qual o respeito do governo pelos vários empresários que fizeram investimentos e planejamentos, e de um dia para outro, sofrem desvantagem de uma alíquota 30% maior que de alguns concorrentes.\r
    \r
    Se Mantega está realmente preocupado e quer proteger a indústria automobilistica nacional, deveria começar reduzindo impostos sobre energia elétrica, desatando o emaranhado tributário, propiciando logística decente e flexibilizando as leis trabalhistas.\r
    \r
    Guido Mantega concorda com o marido que encontra a esposa traindo no sofá, e este resolve jogar o sofá fora para resolver o problema.

  18. Excelente texto, mas confesso que o tom cômico me deixou ainda mais triste com a situação, triste senhores… acredito que a fase da indignação já consumiu todas as minhas energias a tempos, notem bem eu sou MARANHENSE! Se Mantega é adepto dos preceitos econômicos soviéticos de algumas décadas atrás (mesmo George Orweel ficaria surpreso com os rumos que o duplipensar tomou aqui no Brasil, cheguei até a imaginar que nosso ministro fez um estudo minucioso sobre a obra do autor britânico, mas logo me dei conta de que ele nunca seria de tal sensibilidade), então é sensato afirmar ser Sarney no mínimoo o maior representante dos senhores feudais da atualidade, sendo o maranhão seu pedacinho de terra de onde primeiramente extirpou suas riquezas ilícitas, aqui não há lei de mercado quase ninguém prospera por mérito próprio, as relações econômicas são pautadas no mais descarado clientelismo, certamente não há lugar algum no Brasil onde fique mais evidente a cultura do “Você sabe quem eu sou?” A população naturalmente permanece na mais absoluta ignorância e pobreza, afinal nosso senhor feudal é o controlador dos meios de comunicação e ensino (que ensino? o maranhão teve o pior despenho do país no enem), o poder executivo é absolutamente disfuncional pois existe apenas para atender as necessidades de uma pequena parcela populacional e enriquecer (mais ainda!) o restrito grupo político vigente há cinquenta anos através de obras fantasiosas propagandeadas em época de eleição, vocês não fazem ideia das barbaridades que acontecem nesse estado para manter a população desinformada dos ilícitos praticados por nossos políticos, só para efeito de ilustração recentemente a revista Istoé desapareceu de todas as bancas de São Luís por trazer em sua reportagem de capa denúncias de corrupção no programa Saúde é Vida da governdora Roseana Sarney que prometeu entregar 72 hospitais em seu mandado, o mais lamentavel é que já decorridos 2 anos de governo absolutamente nenhum tijolo dos hospitais foi colocado e já existem propagandas até com hospitais repetidos!( marrapa.com/?s=Governo+distribui+revista+do+programa+’Saúde+é+Vida’+com+hospitais+’repetidos’ ) Quase todo o judiciário daqui, principalmente os tribunais colegiados, são muito semelhantes aos da santa inquisição exceto não ser a igreja a decidir o culpado e sim o grupo sarney-murad, mas isso não é nenhuma novidade lembrem-se que na ultima quinta feira até o STJ anulou as provas obtidas pelo Ministério Público e a PF contra Fernando Sarnay filho do senador.
    Gosto muito do meu estado mas a sua atual situação é pertubadora e eu honestamente já perdi completamente a fé em alguma mudança efetiva, a solução é mesmo comprar uma passagem só de ida como o amigo Yassu já havia dito!

  19. Desculpem esqueci de me identificar no comentário acima, meu nome é Mateus Moreno sou aluno de medicina da UFMA e apenas mais um maranhense cansado de viver em meio a miséria desse estado.

  20. Excelente artigo… Infelizmente essa é a grande verdade, nossos políticos “protegem” as montadoras nacionais, até quando? Carros com interiores de plásticos, extremamente mal acabados e com preço absurdo (li que o Brasil é o país no qual mais de lucram com as vendas de carros zero Km), VAMOS BOICOTAR, eu por exemplo nunca mais comprarei um carro nacional.

  21. Gostei muito do seu texto, porém faltaram soluções!!!
    Por favor coloque soluções, devemos deixar um pouco a internet e irmos mais além, afetar de qualquer maneira esse tipo de abuso.

    Não troquem seus carros, não comprem tal marca, não compre carros 0Km.Tomem medidas, não se submetam a tudo. Utilizem ônibus, vans, vamos combater de alguma maneira.
    Protestar não é somente ir nas ruas, os objetivos podem ser atigindos de várias formas desde que todos se juntam.

    Abraços

    Maycon

  22. Leninmarquisson da Silva

    Maycon;

    A solução é bem simples: acabar com o Estado.

    Como fazer isso, num país que supera até mesmo a Rússia em Estatolatria, sem poderes sobrenaturais, eu já não sei. Aliás, é através da conscientização e blá blá blá…
    Mas todos sabemos que o brasileiro é o filho da puta mais ignorante, arrogante e parasita de todos; quando você explica tudo a ele, ele simplesmente retruca com “eu como sua bunda e foda-se o lobby automobilístico, com FHC eu andava de bicicleta e agora eu tenho um golzão 2001 1.0”

    Enfim, eu também estou frustrado, justo agora que meu pai ia trocar a mercedes dele por uma mais nova, esse porra do Mantega vem e fode tudo.
    Também gostaria de medidas mais práticas, mas não dá pra escapar das garras desses monstros. Opção mesmo só enxergo essas:

    1- Boicotar as carroças nacionais e comprar importados mais absurdamente caros do que nunca, sendo que é bem provável que a qualidade deles caia, ao menos no atendimento/garantia, já que as opções simplesmente sumiram. Nessa a gente ajuda o Estado a arrecadar mais impostos. Ele ganha, a gente perde.

    2- Fazer voto de pobreza e utilizar o transporte “público”, bicicletas ou andar à pé; o que agradaria muito aos comunistas do governo, além das viações que também fazem lobby com o governo, especialmente no Rio de Janeiro. Novamente, o Estado ganha e a gente perde.
    Mas vans “ilegais” seria ideal. Afinal, geralmente são motoristas independentes sem vínculos com o Estado…

    3- Comprar seminovos fora das concessionárias. Talvez a melhor opção?

    Imagino que não sejam essas as melhores opções, mas a princípio é o que consegui enxergar. Gostaria de mais alternativas também…

  23. Esse Margarina (Mantega) é liso. Um verdadeiro tempero ao paladar das montadoras nacionais, preservado-nas as fatias do pão do mercado. Feliz café da manhã ao ler o jornal, só não se esqueça da Margarina ou Manteiga, prefira chama-lo como quiser!.

  24. JAC criticou o aumento do IPI brasileiro e o chamou de “irracional”

    Segundo uma resposta por escrito da JAC à Folha, a política do governo brasileiro em aumentar o IPI é “descontínua, irracional e parcial”. Para a empresa, O Brasil abalou a confiança das empresas chinesas no país, uma vez que a montadora foi a que mais vendeu carros neste ano, cerca de 14,5 mil.

    No mês de agosto, a JAC Motors anunciou uma nova fábrica prevista para 2014. De acordo com a companhia, seriam gerados 3.500 empregos diretos e mais 10 mil indiretos.

    exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/jac-interrompe-abertura-de-fabrica-brasileira-e-critica-aumento-do-ipi

  25. Bom dia Leandro!
    Voce já leu o artigo na Folha de ontem do N. Roubini?
    Quais os estados que ele acha que ainda tem como injetar dinheiro na economia? Ele ainda insiste nisto? abraço

  26. Bom dia Leandro!
    No governo FHC (‘1995/2002) a despesa total (correntes e capitais) foi de 27,71% do PIB e a receita total (correntes e capitais) foi de 24,02% do PIB, gerando um déficit fiscal nominal de 3,69% do PIB.

    No governo Lula (2003/2010) a despesa total (correntes e capitais) foi de 31,69% do PIB e a receita total (correntes e capitais) foi de 27,54% do PIB, gerando déficit fiscal nominal de 4,15% do PIB.

    Nos sete primeiros meses do governo Dilma a despesa total (correntes e capitais) foi de 27,46% do PIB e a receita total (correntes e capitais) foi de 28,61% do PIB, gerando superávit fiscal nominal de 1,15% do PIB.

    A dotação orçamentária das despesas da União para o exercício de 2011 é de R$ 1.290,3 bilhões, tendo sido empenhado até julho de 2011 o montante de R$ 882,9 bilhões e liquidado R$ 624,0 bilhões.

    Isto significa que o governo atual está mais cauteloso? abs

  27. Há! – que saudades dos noeliberais da era FHC, esses sim é que eram ministros/economistas de verdade. Quando deixaram o poder, este país era de uma prosperidade impar.
    Empregos em abundãncia, reservas cambiais elevadas, salário mínimo nas alturas.
    Que país é este que atualmente vivemos, sem emprego, com uma economia em baixa, reservas cambiais quase zeradas, tb foram entregar este país a um metalúrgico e a uma terrorista, esperar o quê?
    O famoso muro foi derrubado, qdo será que os muros no México e Israel vão ser demolidos?

  28. Alta de IPI sobre importados é um ‘sucesso’, diz Mantega

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, classificou como uma medida de “sucesso” a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os veículos. Para Mantega, o anúncio de novos investimentos de empresas no Brasil é a prova “cabal” de que a medida está surtindo efeito. Mantega relatou que dados da Anfavea apontam investimentos de US$ 21 bilhões entre 2011 e 2014.

    Segundo Mantega, os objetivos que o governo perseguia com a adoção das medidas foram atingidos, o de garantir que nesse momento de crise internacional e de grande disputa da concorrência que o mercado brasileiro fosse desfrutado pelas empresas que fazem investimentos no Brasil, geram empregos e pagam tributos. “Está surtindo efeito depois que estamos vendo várias fábricas anunciarem novos investimentos”, disse.

    http://www.dgabc.com.br/News/5922205/alta-de-ipi-sobre-importados-e-um-sucesso-diz-mantega.aspx

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    JAC suspende abertura de fábrica no Brasil e chama governo de ‘irracional’

    A montadora chinesa JAC Motors congelou a abertura de fábrica no Brasil e considera que o aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) fere as diretrizes da Organização Mundial do Comércio (OMC), diz reportagem do jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira. De acordo com o texto, o investimento previsto era de US$ 600 milhões para produzir 100 mil veículos por ano.

    No mês de agosto, a JAC Motors anunciou uma nova fábrica prevista para 2014. De acordo com a companhia, seriam gerados 3.500 empregos diretos e mais 10 mil indiretos.

    http://www.memesgestao.com.br/jportal/portal.jsf?post=36493

  29. Observadordepirata

    Se a indústria dependesse desses lixos do dirigismo, para o fabrico e distribuição de um parafuso sequer, as linhas de montagem paravam no dia seguinte. Eles, não contentes com a própria incompetência, dormem e acordam pensando no que farão, para no próximo passo, ferrar o consumidor, algum setor da economia, conspurcar qualquer coisa que seja, pois isso deve ser fruto de enorme prazer para eles. Governo no Brasil é o maior atraso de vida! O Brasil será sempre uma sombra do que poderia ser , por conta da oligofrenia dessa gente. Roberto Campos, visionário como sempre, já falava: tem uma coisa no Brasil que jamis sofrerá escassez, a BURRICE.

  30. Aumento do IPI de carros importados beneficia trabalhadores, diz ministro

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira que a decisão do governo de aumentar o IPI dos carros importados teve o objetivo de privilegiar os trabalhadores brasileiros. Segundo o ministro, o cidadão é visto prioritariamente como trabalhador e, depois, consumidor.

    (…)

    Mantega respondeu que, nos últimos cinco anos, os preços dos carros novos subiram menos que a inflação. Ele disse também que não haverá reserva de mercado, pois as montadoras que ainda não estão instaladas no País querem entrar.

    diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=330549&modulo=968

    Oh! Que bom anjo é este Mantega!

  31. Mesmo o que é ruim sempre pode piorar…

    Brasil vai aumentar defesa comercial, diz Mantega
    www1.folha.uol.com.br/poder/1022934-brasil-vai-aumentar-defesa-comercial-diz-mantega.shtml

    “O Brasil vai adotar uma série de medidas de defesa para blindar o mercado brasileiro contra produtos importados que se valem de meios de “concorrência desleal” (subfaturamento) e de barateamento artificial devido ao “câmbio manipulado”. Segundo o ministro Guido Mantega (Fazenda), o governo vai reagir com impostos de proteção para alguns setores.”

  32. BMW pode desistir de fábrica

    A demora do governo em anunciar o novo regime automotivo — esperado desde o fim de 2011 — atrasa planos de novas montadoras no País. A última data prevista foi esta semana. Dependendo do conteúdo, o novo regime pode afugentar investimentos, ao contrário do que pretende o governo.

    Hoje o diretor de produção da BMW, Frank-Peter Arndt, disse na Alemanha que o grupo pode desistir de construir uma fábrica local, em Santa Catarina ou São Paulo. “Não iremos para o Brasil para termos prejuízo.”

    A fábrica deveria ter sido anunciada em novembro. Foi postergada por causa da medida que aumentou o IPI em 30 pontos porcentuais para carros importados (que não tenham 65% de nacionalização). Na época, o governo avisou que empresas com planos de produção local teriam regime especial.

    “Estamos aguardando a divulgação do novo regime para avaliar todo o projeto, refazer as contas e ver se é viável ou não”, disse o presidente da BMW do Brasil, Henning Dornbusch. Segundo ele, a fábrica “é muito interessante” para o grupo, mas a matriz está preocupada com as novas regras para o setor no País.

    A alta do IPI deve ser mantida além de 2012. Novas montadoras, segundo fontes, terão direito a um crédito presumido. Ainda não se sabe se será devolvido quando a fábrica iniciar operação ou se haverá agenda progressiva de acordo com o cumprimento de etapas da produção.

    A BMW vê com dificuldade a primeira opção, pois teme que nos três anos em que a fábrica estiver em construção terá de trabalhar com preços mais altos, o que pode dificultar a formação de caixa e ampliação da rede. No ano passado, a marca abriu 11 concessionárias, processo interrompido neste ano.

    Sobre o conteúdo regional, é possível que o governo estabeleça 45% para o primeiro ano, 55% para o segundo e 65% para o terceiro. Mesmo o índice menor é visto com relutância por algumas empresas, como o grupo Brasil Montadora de Veículos, que planeja fábrica no Espírito Santo para montar os modelos chineses Haima e Changan, e o coreano Ssangyong. O grupo avisou que o projeto só será confirmado se houver flexibilização do regime.

    economia.estadao.com.br/noticias/economia,montadoras-freiam-producao-industrial,105943,0.htm

  33. É praticamente impossível comentar qualquer notícia que envolva estes dois cavalheiros (Mantega e Pimentel) sem emitir uma profusão de palavras de baixo calão. A notícia de hoje serviu para coroar tudo. Aviso: o setor automotivo nacional encontra-se já estatizado.

    Governo anuncia novo regime para o setor automotivo brasileiro

    "O governo quer que a indústria invista e, para isso, montou uma estratégia. A partir de janeiro, vai punir com um aumento de 30 pontos percentuais do IPI as empresas que não cumprirem exigências de investimento mínimo em pesquisa e desenvolvimento, e em engenharia.

    As montadoras terão que aumentar as etapas de fabricação realizadas no Brasil. No caso dos carros, são 12 etapas, como soldagem e fabricação do motor. Em 2013, seis deles precisarão ser nacionais e em 2017, oito. Além disso, no prazo de cinco anos, todos os carros terão que sair da linha de montagem com selo do Inmetro que classifica o consumo de combustível.

    Quem cumprir tudo isso poderá pleitear o desconto da nova alíquota do IPI, mas para isso, uma nova condição: ter pelo menos 55% dos componentes de fabricação nacional. Quem superar as metas poderá ter redução ainda maior do IPI. O regime automotivo protege as montadoras instaladas no Brasil e tenta promover a chegada de novas. [u]Os veículos importados vão continuar pagando a taxa extra de 30% do IPI[/b]."

    De um lado, é bem feito para as montadoras, que correram para o governo para que este fechasse o mercado contra os importados e as protegesse. Agora, elas estão no cabresto.

    Se você já tem carro, sugiro que cuide muito bem dele, faça a manutenção em dia e garanta ao máximo sua sobrevida. Os carros futuros tendem a ser vagabundos e com peças de reposição mais caras e de mais baixa qualidade. Se você não tem carro, se estrepou. O carro zero que você comprar vai lhe deixar na mão com muito mais frequência.

    Tenho um Palio 1.3 16V modelo 2002 que nunca me deixou na mão. Obviamente, boa parte de sua mecânica é importada. Não o troco por nenhum carro popular zero atual. Ainda mais agora, que voltamos à década de 1980.

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