| Cleber Nunes leciona seus filhos Davi e Jonatas |
Neste fim
de semana, no I Seminário de Escola Austríaca no Brasil, ocorrido
Porto Alegre
cidadezinha interiorana, que retirou seus filhos da escola para aplicar o
método de homeschooling, ou ensino domiciliar. O ensino domiciliar é um tradicional e
incomparável método nos EUA, porém considerado crime por esta terra avessa à
liberdade e tão necessitada da tutela oficial do estado em praticamente
todas as esferas da vida. A tragédia da educação no
Brasil praticamente não altera nossa concepção.
O
sucesso do homeschooling nos EUA em relação ao ensino
transmitido nas escolas regulares (sejam públicas ou privadas) tem
tornado esta prática cada vez mais popular em todo território americano. A principal razão disso é a vertiginosa queda
na qualidade do ensino daquele país, que se acentua à medida que ele se torna
cada vez mais controlado pelo Ministério da Educação.
Mas, voltando
ao Brasil, o caso dos garotos Davi e Jonatas, hoje com 16 e 17 anos,
é emblemático. Durante uma conversa
antes de sua palestra, Cleber relatou que ele e sua esposa foram
condenados pelos magistrados por cometerem crime de abandono intelectual
(Estatuto da Criança e do Adolescente). Detalhou
que, nas entrevistas que seus filhos prestaram ao promotor na presença dos
membros do Conselho Tutelar, o magistrado frequentemente pressionava-os
psicologicamente, insistindo em perguntar se os pais lhes coagiam a
estudar em casa e a não frequentar a escola. Insatisfeitos pela
tranquilidade e maturidade com que os garotos respondiam as questões – reafirmando
a disposição voluntária e realçando todas as
vantagens comparativas no ensino domiciliar – as autoridades
apropriadamente resolveram aplicar uma prova para testar os conhecimentos
dos garotos, já há dois anos fora da escola.
Então,
recentemente, o Ministério Público encomendou da Secretaria da Educação
uma bateria de provas que versava desde a análise de uma obra de arte
de Da Vinci até questões teóricas de educação física, além das
disciplinas tradicionais do ensino. Para espanto das autoridades, segundo
relata Cleber: os meninos “detonaram”.
Infelizmente
os burocratas são insaciáveis. Além de
apelarem para insinuações de que os pais eram desequilibrados e coisas do
gênero, o veredicto condenou os pais dos garotos por um crime que nem
existe na Constituição Brasileira, apenas no ECA – acredite se
quiser.
Ora,
nitidamente tal crime atenta contra a sensibilidade paternal do estado, esta
entidade tão inclinada e competente para proteger e educar nossas crianças – muito
mais competente que os pais, evidentemente. Claro que o excelente resultado que Jonatas e
Davi obtiveram nas provas foi um vexame para as autoridades estatais. Vergonhoso
porque expõe – também deste ângulo – o fracasso do monopólio do Estado em
controlar a educação. Com todas as linhas, os garotos mostraram que
não apenas é possível, mas muito superior o ensino domiciliar não
submetido ao cabresto da burocracia educacional.
Não posso
deixar de mencionar que Cleber Nunes e sua esposa têm sofrido muita pressão de
familiares e amigos, sem falar da própria sociedade. Todavia, sustentou que seus filhos não estão
dispostos a voltar para a escola, e ele tampouco os obriga a isso. Ao contrário, encoraja-os fornecendo todo
apoio para estudarem em casa e desenvolverem proveitosamente suas habilidades
que seriam tolhidas no ambiente escolar.
Só pra
constar, conheci Jonatas e Davi. Pasmem,
os garotos não me pareceram como ETs. Ao
contrário, são simpáticos e muito espontâneos. Possuem amigos como qualquer garoto da sua
idade, com quem gostam de andar de skate nos horários de folga dos
estudos. Entretanto, quero
enfatizar que não acho que a falta de simpatia e de espontaneidade, ou mesmo a
preferência por estudos ao invés esportes, tenham em si alguma relevância que possa
impugnar o ensino domiciliar. É que é
comum os inimigos da liberdade fazerem tal apelo, como que zelando pela
importância insubstituível da escola convencional em favorecer o convívio
social e a tessitura do caráter moral do indivíduo. Não nego, porém, que possa haver vantagens
relativas nas escolas, mas, francamente, acho que se houver são próximas de
nula. Se, entretanto, admitirmos que
possa haver, estas de modo algum chegam a se sobrepor às vantagens do ensino
domiciliar ao ponto de as autoridades terem motivos para criminalizarem esta
prática.
Convenhamos:
o que está em jogo é a transferência de poder – das famílias e indivíduos para
o estado. Num mundo em que os indivíduos
são tratados pelo estado cada vez mais como mentecaptos incapazes de fazerem
escolhas (para escolher políticos, todavia, somos sábios desde os 16 anos)
torna-se inadmissível que os pais ensinem seus próprios filhos. Por isso o teor despropositado do veredicto.
A família
de Cleber está travando uma luta admirável e que merece todo o nosso apoio. Talvez
poderíamos começar por pedir que nosso Presidente da República realizasse as
provas a que Jonatas e Davi foram submetidos. Que tal?
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Leia mais detalhes em: O Homeschooling
nos EUA (e no Brasil)
Sobre a educação: A obrigatoriedade
do diploma – ou, por que a liberdade assusta tanto?
Hilário.\r
\r
Se ele conseguir elaborar uma redação de 10 linhas sem a expressão “nunca antes na história deste país” , já tá até de bom tamanho.
A palestra do Cléber foi a única que tive condições de acompanhar via web (o sistema funcionou com alta qualidade, parabéns a organização)… De fato foi excelente, para causar revolta mesmo…
O Cléber poderia ter argumentado quando perguntado sobre a sociabilização que seus filhos desenvolveriam ao não irem nas escolas regulamentadas pelo governo (aprender dezenas de mentiras e inutilidades), que teriam na verdade uma sociabilização superior. Podem usar seu tempo (escasso) para, por exemplo, ingressarem em grupos de esportes, línguas, para trabalhar (isto é, se nossos burocratas não fiscalizarem),e frequentar quaisquer locais nos quais ninguém foi obrigado a ir.
As escolas estatais e as privadas reguladas mostram cada vez mais casos de violência física e bullying. Professores são ameaçados e agredidos, assim como alunos. As instalações cada vez mais se precarizam na esfera puramente estatal. Em todas as esferas o conteúdo é regulamentado, sendo ineficiente e doutrinador. Será este o ambiente ideal desejado pelos burocratas para o desenvolvimento do jovem?
Portanto, aqueles que se consideram partidários da liberdade e acham que o governo deve “prover educação para todos para criar igualdade de oportunidades”, vocês são responsáveis pelo atraso dessa put*** de país… Depois da separação entre Igreja e Estado, a separação de ensino e Estado é a coisa mais urgente a ser feita, e fico feliz que o IMB compre essa bandeira como prioridade.
Rafael.
“Não basta dizer ao homem que é seu dever trabalhar, é preciso ainda que aquele que tem de prover a existência com seu trabalho encontre com que se ocupar, o que nem sempre acontece. Quando a falta do trabalho se generaliza, toma proporções de um flagelo como a miséria. A ciência econômica procura o remédio no equilíbrio entre a produção e o consumo; mas esse equilíbrio, supondo-se que seja possível, não será contínuo, e nesses intervalos o trabalhador precisa viver. Há um elemento que não se costuma considerar, sem o qual a ciência econômica torna-se apenas uma teoria: é a educação. Não a educação intelectual, mas a educação moral; não ainda a educação moral pelos livros, mas a que consiste na arte de formar o caráter, que dá os hábitos: porque educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Quando se pensa na massa de indivíduos lançados a cada dia na torrente da população, sem princípios nem freios e entregues aos próprios instintos, devem causar espanto as conseqüências desastrosas que resultam disso? Quando essa arte for conhecida e praticada, o homem trará hábitos de ordem e de previdência para si e para os seus, de respeito pelo que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos angustiado os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que uma educação bem conduzida pode curar; aí está o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, a garantia da segurança de todos.” O Livro dos Espíritos, parte terceira capítulo 3 – Lei do Trabalho – Allan Kardec\r
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Fraterno abraço a todos!
Espetacular. Cleber against the state!
O Cléber e os meninos são HERÓIS! Chega de opressão, deixem cada um ser feliz em PAZ.
Lucas, ok, concordo que pais capazes e responsáveis possam dar uma educação muitas vezes melhor do que o Estado. Porém, minha pergunta é: como conseguirão entrar numa universidade sem diploma de conclusão do ensino secundário? Existe um meio?\r
Abraço,
Caro Arkad,\r
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No caso desta questão empregatícia que os meninos virão a enfrentar em breve, o Cleber sustentou que nem ele nem os garotos estão muito preocupados com a questão do diploma formal, pois anseiam em ser empreendedores autônomos, como é o caso do próprio Cleber que, formalmente, não tem ensino médio e é designer. Aliás, muitas pessoas se fizeram na vida sem diploma, mas fornecendo valores à sociedade, enquanto muitos diplomados são incapazes de agregar valor de forma autônoma, restando a alternativa de conseguir um emprego. Não que isto seja um demérito, mas envolve opções, valores, talentos e escolha pessoal. O Cleber e os meninos parecem estar convictos que serão capazes de se fazerem na vida sem a necessidade de diploma. Nisso, não vejo problema algum, ao contrário, reconheço todo o mérito pela coragem empreendedora e 100% libertária da família. \r
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Abraço,\r
Lucas
Arkad,\r
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Imagino que se os meninos mudarem de ideia no futuro, passam numa ridícula prova de supletivo mesmo que exijam uma mão nas costas, um olho fechado e uns 2 comprimidos de gardenal antes.
Prezados Arkad,Lucas Mendes e Eduardo.Quando eles tiverem 18 anos, ele poderão fazer o ENEM(Exame Nacional do Ensino Médio) e se tirarem uma determinada nota, conseguirão UM certificado de conclusão do Ensino Médio.É o que diz o MEC.
Sou totalmente a favor da extinção do MEC
A luta pela liberdade na Educação implica em confronto direto com aqueles que desfrutam do estado atual das coisas: professores incompetentes, alunos vagabundos, sindicatos corruptos, parasitas da área educacional, empreiteiras responsáveis pelas obras superfaturadas das escolas, editoras dos livros doutrinários, escolas particulares temerosas de concorrência e mais a casta política que representa os interesses destes.
Todos são influentes (leia-se endinheirados) e muito bem organizados para reagir, juntos, diante de qualquer ameaça em perder sua fonte de poder e riqueza.
O Cleber é um herói mesmo, ama seus filhos e tem a certeza que pode dar ele mesmo coisa melhor que o estado. Não é dificil dar algo melhor aos filhos que a porcaria que o estado dá, e Cleber não se limita a ensinar as baboseiras que o estado obriga o filho dos outros mas ensina muitas outras coisas valiosas que a maioria das escolas nao ensina, mas mais do que matérias, a lição principal que Cleber ensina aos seus filhos é a soberania do indivíduo.
Parabéns Cleber, e não vamos deixar barata esta injustiça, vamos falar dela sempre que possível, e esfregá-la na cara daqueles que a defendem.
Não pude conferir a palestra via web. Estava viajando.
Gostaria de saber quando e se vão disponibilizar todas as palestras no Youtube?
Abraço.
Henrique, as palestras têm de ser editadas e montadas. A empresa responsável pediu um mês de prazo.
Meus sinceríssimos parabéns ao Cleber e aos garotos!\r
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É a mais cabal prova de que a liberdade funciona. De que as pessoas, sim, estão em condições de saberem o que lhes é melhor. De que a violência nada produz, exceto danos. De que, enfim, o Deus Estado é algo tão dispensável quanto o lixo de nossa casa.\r
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Liberty is always freedom from the government!\r
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Huuuuuuuuuuuuuuugs!!!!!\r
Estamos em plena revolução do conhecimento e da tecnologia.\r
Porque tolhir o desenvolvimento do pais, se o momento nos exige que sejamos mais autônomas e flexíveis do que “superdotados”. Por certo não há interesse politico!
Concordo, que o Estado não deveria obrigar as pessoas a mandar seus filhos para a escola. Somente aquelas que não têm condiçoes ou nao queiram educar os filhos em casa deveriam recorrer ao ensino publico ou privado.
Obrigado a todos pelas respostas.
E concordo com a visão da família, principalmente se realmente a prova do ENEM for condição para posse do diploma, pois as visões podem mudar no futuro (deixar de querer ser profissional autônomo e fazer algum curso; a vida nos reserva várias surpresas…).
O que precisa apenas ter atenção é a possível falta de convivência com a comunidade. Se os meninos possuem essa convivência em outros meios (clubes, cursos e treinamentos, etc) menos mal, pois há coisas que (felizmente) não se aprendem somente com os pais.
Grande abraço,
Libertas qua sera tamem. Desculpe, mas acho oportuna a homenagem a Tiradentes. No caso de hoje, a Cleber Nunes e seus venturosos filhos. Se pudesse voltar no tempo teria tomado atitude semelhante. Na época não avaliava o grau de alienação fornecido pelas escolas, sempre prestes a formar peças ao jogo cujo rei frequentemente é suicida. Os curriculos são montados ao gáudio dos montadores! Agora tem outro detalhe, de natureza jurídica: sendo as ações dos menores de exclusiva responsabilidade dos pais, e nunca do Estado, não cabe a este nada exigir, muito menos estabelecer o que deve ou não ser ensinado aos filhos. É por raiz inconstitucional. Isso numa sociedade democrática. Se formos à Esparta, donde provém nossa magnífica filosofia, bem aí devem os infantes serem mesmo preparados à guerra, sob as bênçãos de Deus.
Cumprimentos, com o desejo que esta picada abra uma ampla trilha pela qual nossos descendentes poderão escapulir das garras do sempre faminto Leviathan
Lucas, vale lembrar que o tema homeschooling e vouchers és uma estratégia da igreja para extorquir Money das escolas públicas. \r
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Alem disso, qual chefe de família teria tempo e condições para educar um filho por conta própria? \r
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Hoje, no Brasil é comum ver pessoal condenando o estado sem ter sequer um plano base de como atingir esse objetivo. \r
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Por-favor não aludam o mercado-livre!
Q bom ter notícias do Cléber Nunes (e do Luiz Carlos & Dayane).
Se alguem tiver como passar para as duas familias, uma ideia interessante pode ser de matricular as criancas em algum grupo escoteiro (alias, os proprios pais podem fundar um grupo escoteiro se quiserem).\r
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Os grupos escoteiros sao reconhecidos de “utilidade publica” e como “instituicao de ensino extra-escolar”, por decretos federais, o que deixa o juiz na situacao inconveniente de dizer que as criancas nao tem vida social ou que nao estudam…
Admirável Iniciativa! Grato pelo exemplo ímpar de valentia! Parabéns Sr.Cleber Nunes!
Acho que Tommy Jordan também deve entrar na lista de heróis… =D
http://www.youtube.com/watch?v=lVCNPP2K6gY&feature=related
Abraços!!!
Gostaria de entrar em contato com o Cléber, pois nossa família compartilha com seus conceitos. Pode ser e-mail, telefone, qualquer coisa concreta, pois tenho certeza que ele poderá nos orientar quanto a alguns pontos. Muito obrigado!
O educador Salman Khan mencionou em uma entrevista o quanto o sistema de ensino está defasado. Parece que foi baseado em métodos usados na antiga Prússia que sobreviveram ao tempo atual. Podem ter vantagens, mas certamente não signfica que sejam o ideal. Antigamente o aprendizado era feito de pessoa para pessoa (peer-to-peer) e parece ser um método eficaz. Não vejo por qual razão métodos alternativos são tão discriminados. Acho que a escolha de estudar em casa, de ser autodidata ou outras variações deveriam ser mais respeitadas e melhores absorvidas no sistema atual. Eu sou formado em economia, mas se eu resolver me aperfeiçoar em engenharia civil por conta própria, provavelmente nunca serei capaz de pôr meus conhecimentos de enganharia em prática. Precisaria primeiro perder uns 4-5 anos cursando em uma faculdade e depois ainda me afiliar ao CREA ou algo assim. o_O Acho isso muito chato e desmotivante.\r
\r
Excelente artigo.
Brilhante história, a família merece nossas congratulações e são mais um excelente argumento para defendermos a educação em casa.
Venho aqui compartilhar um vídeo(Um tanto diferente) mas que também aborda um sucesso da liberdade:
http://www.youtube.com/watch?v=Q899toGT5DQ
Somente outro pai, dessa vez pouco instruído mas com mais rigor lógico que 99% dos universitários brasileiros(Vide sua excelente observação a respeito de praxeologia), buscando uma educação melhor para os filhos.
Brasileiros em geral só imitam o que os americanos fazem de ruim ou inócuo. Ele imitou algo bom.
* * *
Muito bom.
Entire Homeschooling Family Kidnapped by the State: https://fee.org/articles/entire-homeschooling-family-kidnapped-by-the-state/
OBS.: A formatação para o link, não funcionou a contento: Entire Homeschooling Family Kidnapped by the State
“Convenhamos: o que está em jogo é a transferência de poder – das famílias e indivíduos para o estado. Num mundo em que os indivíduos são tratados pelo estado cada vez mais como mentecaptos incapazes de fazerem escolhas (para escolher políticos, todavia, somos sábios desde os 16 anos) torna-se inadmissível que os pais ensinem seus próprios filhos.
A família de Cleber está travando uma luta admirável e que merece todo o nosso apoio. Talvez poderíamos começar por pedir que nosso Presidente da República – Lula – realizasse as provas a que Jonatas e Davi foram submetidos. Que tal?”