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Javier Milei não é o problema da Argentina

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19 comentários em “Javier Milei não é o problema da Argentina”

  1. Isso mostra bem à mentalidade primitiva econômica que permeia os círculos acadêmicos, inflação é glorificada e o Banco central junto com à autoridade do Estado são divinificadas. À Argentina já devia ter dolarizado à econômia enquanto ainda era um dos países mais ricos do mundo, mas decidiram incorrer em gastanças, Inflacionismo e planos econômicos irracionais, se continuarem assim irão se tornar uma nova Venezuela a não ser que alguém finalmente ponha ordem na bagunça, mas eu dúvido que Millei conseguirá solucionar o problema por um todo facilmente, já que será necessário demissão em massa no setor público para corrigir às finanças, algo que ele só pode levar à diante se conseguir abolir o Banco central por completo.

  2. E de novo, mais um artigo no MB acreditando na fantasia que ira ter um salvador da patria anti socialista.

    “Milei quer acabar com essa insanidade monetária e fiscal com políticas que não sejam radicais, mas sim lógicas. Acabar com a monetização insana dos gastos do governo, acabar com as perigosas medidas inflacionárias do Banco Central, dolarizar, cortar gastos políticos excessivos, reduzir os impostos, abrir a economia e permitir que o livre comércio e o investimento fluam de volta para a Argentina.”

    Todas as promessas foram feitas no governo Bolsonaro,no qual o helio do mises Brasil apoiou.Como resultado vimos todo o socialismo de sempre.Furou o teto de gasto,desvalorizou a moeda,injetou grande quantidades de liquidez na economia,deu aumento de salários,reformas que foram puro gradualismo que resolveram nada,não teve nenhuma privatização só concessão,golden share e capitalição que aumenta ainda mais o estado,criou mais 4 novas autarquias,criou dinhiero do nada,não abriu o país,tentou o peso-real,deu auxílios a vários grupos tentando se re eleger e etc.

    Com javier será mais do mesmo.Ele não vai demitir em massa milhões de servidores e militares,não vai acabar com salário minimo,acabar com a seguirdade social e nenhum serviço publico.

    Só vamos ver um gradualismo na tentativa de manter o estado do bem estar social e se re eleger na proxima eleição.No fim vamos ouvir o “neoliberalismo falhou e não salvou a Argentina”.

  3. O austuin powers pode parecer maluco, mas a Argentina nao vai sair do buraco se nao parar com a impressao de pesos e se nao parar com essas taxas de impostos abusivas, pois ao matar a economia, se mata o hospedeiro.
    O que a china pode ter de bom emprestando dinheiro pra cobrir as lambanças esquerdistas. Nao e só dar calote na china. Faça isso e vai ter vasos de guerra chineses pegando um naco do territorio.
    Quero ver a argentuna falida evitar isso.

  4. Algo que eu observo. Até uns 12 anos atrás, a reforma monetária proposta pelos economistas ligados à Escola Austríaca seria a a adoção de um padrão ouro puro. Mas nos últimos anos (acho que de 2014 pra cá), mudaram o discurso. Ora propõem a livre ciruclação de moedas estrangeiras, ora propõem a dolarização (como no caso do candidato argentino, Javier Milei), ora propõem um Currency Board, ora propõem que a moeda nacional seja atrelada ao dólar (como ocorria nos primeiros anos do Plano Real). Ou seja, a cada momento, afrouxam mais a política monetária. Ninguém propõe publicamente um retorno ao padrão ouro, como ocorria antes. Nem sequer um Currency Board com o ouro. Eu queria saber por que? O que aconteceu? O que mudou? Por que mudaram o discurso? Será que é porque seria muito antiquado discutir o padrão ouro hoje?

  5. A imprensa associar Milei à desvalorização é natural e é uma prática comum da imprensa de associar notícias ruins a políticos não-esquerdistas. Vejamos a imprensa como um setor altamente ideológico de esquerda, infelizmente. Os anunciantes deveriam se preocupar com a imprensa que financiam, mas não o fazem. Entretanto, acredito que o maior problema da Argentina são os argentinos. Não vou culpar a democracia mas sim o eleitorado argentino que insiste em votar em políticos que prometem benesses. Essa cultura local, a meu ver, impede que qualquer cura seja definitiva para o problema monetário do país. Cabe a Milei, se eleito, ser objetivo e alcançar conquistas, entre as quais espero que esteja a remoção de barreiras para a iniciativa empresarial, pois, afinal o que põe comida na mesa é a produzir. Ademais, controle da inflação é uma tarefa interminável e, só será duradouro enquanto perdurar como cultura do país

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