O socialismo, por definição, é a propriedade estatal dos meios de produção. Terras, empresas, fábricas, indústrias, instalações industriais, maquinários, ferramentas, caminhões, tratores, computadores etc. — ou seja, tudo que sejam bens de capital — pertecem ao estado.
Dado que todo trabalho requer o uso de meios de produção, então, sob o socialismo, o governo é o empregador monopolista universal.
Todos são forçados a trabalhar para o governo. Todo indivíduo é escravo do governo.
Por não haver nenhuma concorrência entre patrões, o nível natural de salários sob o socialismo é o de subsistência mínima (o salário médio em Cuba é de 29 dólares por mês; na Venezuela, após um grande reajuste, o salário mínimo foi elevado para quase 5 dólares por mês).
E, mesmo que tivesse as condições, um estado socialista sempre tem algo mais importante para atender do que o padrão de vida de seus cidadãos.
O ideal moral do socialismo é “de cada um de acordo com suas capacidades, para cada um de acordo com suas necessidades“. No entanto, dado que a capacidade de oferta sempre será limitada e dado que a necessidade demandada sempre será ilimitada, o socialismo, na prática, proclama que o seu mundo ideal é um mundo de escassez ilimitada, no qual quem obterá o que e quando será determinado estritamente pela força bruta e arbitrária.
Isso inclui o estado estipular quem trabalhará com o quê, onde e em que medida. No socialismo, todo indivíduo é uma ferramenta passiva do governo, esperando que lhe digam o que fazer, como fazer e onde fazer.
A natureza do socialismo é revelada em sua adesão à proposição de que o indivíduo é apenas o meio para os fins da sociedade.
E dado que a “sociedade” não tem uma existência real separada dos indivíduos que a compõem, o que isso realmente significa é que o indivíduo será o meio para aqueles fins profetizados pelos governantes da sociedade.
E o que isso significa é simplesmente que o indivíduo é o meio para os fins dos governantes.
A escravidão sob o socialismo é a pior forma de escravidão. Um escravo é propriedade do estado, e não de qualquer indivíduo privado, o qual vivenciaria como seu prejuízo o ferimento ou a morte do escravo. Sob o socialismo, a vida e o bem-estar do escravo não têm valor. Por isso, milhões são dizimados.
Sendo assim, o socialismo começa na escravidão e termina no genocídio.
Por tudo isso, não importa quão bonito e simpático seja o seu discurso: o fato é que, sempre que você ouvir um socialista ou falar com um socialista, saiba que está lidando com alguém que busca escravizá-lo e que é cúmplice de um possível assassinato em massa.
O verdadeiro altruísmo
Em uma sociedade capitalista, os meios de produção estão em mãos privadas. Consequentemente, e por mais paradoxal que pareça, eles servem aos diretamente aos indivíduos consumidores.
Quem se beneficia fisicamente das fábricas e indústrias são todas aquelas pessoas que compram seus produtos. Por isso, para uma pessoa prosperar no capitalismo, ela tem necessariamente de atender os desejos e necessidades de terceiros.
Sob o capitalismo, o que um homem ganha não representa a perda de um outro, mas sim o ganho de outros.
O indivíduo só conseguirá se beneficiar a si próprio ganhando dinheiro que ele recebe de outros que voluntariamente adquiriram seus bens e serviços, e que, por isso, valorizaram mais os bens e serviços oferecidos do que o dinheiro que gastaram para adquirí-los (se não fosse assim, não gastariam o dinheiro na aquisição destes produtos).
E estes outros que adquiriram seus produtos, por sua vez, obtiveram seu dinheiro beneficiando terceiros em um valor maior do que estes lhe pagaram (caso contrário, não teriam feito a transação econômica).
E assim por diante, até o primeiro dia desta cadeia de trocas voluntárias.
Por isso, o capitalismo é um sistema de cooperação social voluntária no qual cada indivíduo só conseguirá melhorar o seu padrão de vida se ele melhorar o padrão de vida de terceiros. Só prospera quem souber criar valor e levar prosperidade para terceiros.
O capitalismo, com efeito, entrega aquilo que o altruísmo alega oferecer: o trabalho de um indivíduo beneficia vários outros. E ele consegue isso pela força do interesse próprio e não pela força física e pela iniciação de violência contra inocentes.
Já o socialismo é o exato oposto. Sob o socialismo, a prosperidade é proibida. E punida. Todos devem ser igualmente destituídos. Só irá prosperar aquele que estiver no comando deste arranjo.
Socialismo o oposto de planejamento — e sinônimo de tirania
É um erro dizer que o socialismo é um sistema de planejamento econômico. Ao contrário: o socialismo é um sistema de proibição de todo e qualquer planejamento econômico.
Sob o socialismo, todos aqueles que não sejam membros do Comitê de Planejamento Central são proibidos de fazer planos econômicos.
O planejamento de um sistema econômico está além do poder de qualquer ser que tenha a mínima consciência de suas capacidades mentais: o número, a variedade e a localização dos distintos fatores de produção, as várias possibilidades tecnológicas a que eles podem ser submetidos, e as diferentes permutações e combinações possíveis de tudo aquilo que pode ser produzido por eles são variáveis que estão muito além do poder mental de qualquer gênio; são impossíveis de serem mantidas sob controle de poucas mentes planejadoras.
Um genuíno planejamento econômico requer a cooperação de todos que participam do sistema econômico.
Por isso, o planejamento econômico pode existir somente sob o capitalismo, um sistema no qual, a cada dia: empreendedores planejam tendo por base os cálculos de lucros e prejuízos; os trabalhadores planejam tendo por base os salários; e os consumidores planejam tendo por base os preços dos bens de consumo.
Diariamente, há inúmeros empreendedores planejando expandir ou reduzir suas empresas; planejando introduzir novos produtos ou suspender antigos; planejando abrir novas filiais ou fechar algumas existentes; planejando alterar seus métodos de produção ou continuar com seus atuais; planejando contratar novos empregados ou demitir alguns atuais.
E, também diariamente, há inúmeros trabalhadores planejando aprimorar suas habilidades, mudar de ocupação ou de lugar de trabalho, ou continuar exatamente como estão.
E há também consumidores, que diariamente planejam comprar imóveis, carros, eletroeletrônicos, carnes ou sanduíches, além de também planejarem como melhor utilizar os bens que já possuem — por exemplo, se devem ir para o trabalho de carro ou utilizar ônibus, taxi ou Uber.
Acima de tudo, cada empreendimento, ao buscar lucros e ao tentar evitar prejuízos, é levado a planejar suas atividades de uma maneira que não apenas sirva aos planos de seus próprios clientes, como também sirva aos planos de todo o sistema econômico — pois tal empreendimento, ao fazer seus cálculos de preços, leva em conta os planos de todos os outros usuários dos mesmos fatores de produção que serão utilizados por esse empreendimento.
Portanto, sob o capitalismo, todos os indivíduos estão diariamente planejando. E isso traz racionalidade e, acima de tudo, liberdade ao sistema econômico.
O funcionamento bem-sucedido de um sistema econômico, portanto, depende do pensamento e do planejamento de todos os seus participantes, cujos planos individuais distintos são harmonizados, coordenados e integrados pelo sistema de preços livres.
Já o socialismo, ao abolir a propriedade privada, abole o sistema de preços (é impossível haver preços de mercado sem propriedade privada) e a divisão intelectual do trabalho (sem propriedade privada, ninguém se especializa, pois os ganhos obtidos pela especialização serão confiscados).
Isso significa a concentração e a centralização de todas as tomadas de decisão nas mãos de uma única agência: o Comitê de Planejamento Central, sob controle de um Ditador Supremo.
Ao eliminar os incentivos gerados pelo sistema de lucros e prejuízos, junto com a liberdade de concorrência e a propriedade privada dos meios de produção, o socialismo impossibilita por completo o cálculo econômico, a coordenação econômica e, consequentemente, todo o planejamento econômico.
Assim, o socialismo, ao centralizar todas as decisões econômicas em um comitê central formado por um punhado de burocratas, inevitavelmente resulta em caos econômico.
Ao entregar a um punhado de burocratas do governo o monopólio intelectual sobre o pensamento e o planejamento necessário para o bom funcionamento de um sistema econômico, o socialismo comete um erro comparável ao de substituir milhões de cérebros livres por apenas um punhado de cérebros de burocratas. Ele exige que as pernas dos burocratas sejam capazes de carregar todo o peso da humanidade.
Isso não é progresso, como afirmam os progressistas, mas destruição. É a supressão intencional e forçada do pensamento e do planejamento, o que só pode resultar em escravidão e destruição. Os socialistas, que se autodenominam “progressistas”, em sua coercitiva supressão do pensamento e do planejamento, representam apenas um regresso (ou retrocesso) aos nossos ancestrais selvagens.
Quando destituída de toda a sua charmosa retórica, tudo o que socialistas defendem é o uso de força e da violência para conseguir o que querem: confiscar a propriedade alheia e então obrigar terceiros a trabalhar para alimentá-los.
E os que se recusarem a aceitar isso são mortos.
Por isso, escravidão e genocídio é a linha cronológica de todo regime socialista. E ladrões, escravizadores, torturadores e assassinos são a real descrição de um socialista, mesmo que ele genuinamente não saiba.
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Leia também:
Comprovando a natureza benevolente do capitalismo: ele promove a vida humana e o bem-estar de todos
O socialismo necessariamente requer métodos brutais para ser implantado
Por que no socialismo todos morrem de fome?
O grande problema do socialismo não é a falta de conhecimento, mas sim a incapacidade de calcular
Se o socialismo é economicamente inviável, por que ele dura tanto tempo?
Com nenhuma surpresa, afinal é da América Latina que estamos falando, o populismo venceu. A “assembleia constituinte” foi aprovada.
Vem aí mais uma “constituição cidadã”, cheias de “direitos”. Assim especialistas que reclamam da “desigualdade” chilena podem encher a boca e dizer: “temos que resolver isso, está na constituição!”.
Os chilenos irão aprender que um pedaço de papel escrito não enriquece ninguém, porém pode acabar com tudo que conquistaram. Uma pena, outrora um país invejado por seus pares latinos, no futuro muito próximo, será apenas mais uma república bananeira.
E não podemos deixar de parabenizar o Piñera. O político cagão que tinha a faca e o queijo na mão, e mesmo assim não conseguiu sequer esboçar uma reação com medo da mídia e opinião dominante.
Afinal, é típico de líderes frouxos que não conseguem propor alternativas próprias.
O Chile é o país mais rico e o 2° país menos desigual da América do Sul. Enquanto isso, os protestantes e opositores eram simpatizantes do país que 15% da população já foi embora e 93% da população está abaixo da linha da pobreza. E NADA do frouxo sequer citar esse tipo de dado amplamente repetido pela própria mídia esquerdista.
Os protestos no Chile até tinham algum apoio popular no início, especialmente por causa da impressa. Mas em 2020, acabou. Não apenas estavam esvaziados, como todos já haviam percebido o que de fato os vândalos queriam.
Era só ter continuado na mesma marolinha, que acabaria com vitória da liberdade. Mas não, a frouxidão falou mais alto. A incapacidade de reagir temendo a opinião midiática impediu de propor uma solução própria e mais simples.
Países produtores de cobre no mundo são mais desiguais (guardadas as devidas questões idiossincráticas) do que todos países produtores de máquinas e peças necessárias para a produção de papel.
A comparação abaixo entre Chile e Malásia é bem ilustrativa. Chile com renda per capita PPP de 21,044U$ e escolaridade média de 9,8 anos, com Gini de 0,49 e posição 72 (ruim) no ranking de complexidade produtiva em 2012.
Malásia com renda per capita próxima de 22.314U$ PPP, 9,5 anos de escolaridade média, Gini de 0,39 e posição de 24 no ranking de complexidade econômica, patamar bem melhor do que o chileno.
O Chile continua ainda com uma estrutura produtiva de baixa sofisticação que não estimula acumulo de capital humano, inovação e complexidade produtiva (Imagem: Pixabay)
Países produtores de cobre no mundo são mais desiguais (guardadas as devidas questões idiossincráticas) do que todos países produtores de máquinas e peças necessárias para a produção de papel.
A comparação abaixo entre Chile e Malásia é bem ilustrativa. Chile com renda per capita PPP de 21,044U$ e escolaridade média de 9,8 anos, com Gini de 0,49 e posição 72 (ruim) no ranking de complexidade produtiva em 2012.
Malásia com renda per capita próxima de 22.314U$ PPP, 9,5 anos de escolaridade média, Gini de 0,39 e posição de 24 no ranking de complexidade econômica, patamar bem melhor do que o chileno.
O Chile continua ainda com uma estrutura produtiva de baixa sofisticação que não estimula acumulo de capital humano, inovação e complexidade produtiva. O aumento da complexidade permite um desenvolvimento mais inclusivo da economia, contribuindo para criação de circuitos virtuosos de desenvolvimento cultural, social e tecnológico que se retroalimentam para formar uma rede produtiva mais sustentável.
Uma vez que os ganhos de produtividade sejam distribuídos entre os elementos da rede, cria-se o ambiente propício para o desenvolvimento comum onde as inovações e ganhos de eficiência, o desenvolvimento cultural, social e tecnológico promovem os ganhos de produtividade que, por sua vez, se bem redistribuídos, promovem novas ondas de ganhos de produtividade, mais diversidade e complexidade, num ambiente geral de criação de riquezas aliado ao desenvolvimento humano e da qualidade de vida.
O Chile é desigual pois tem um sistema produtivo ruim, com baixa complexidade e pouca sofisticação. Faltam oportunidades, faltam bons empregos e faltam bons salários: não tem nem empresas nem produtos para gerar essas oportunidades. Um produto sofisticado ou complexo requer maiores habilidades produtivas e, portanto, gera salários mais altos.
Um produto sofisticado ou complexo gera uma divisão de trabalho relativamente extensa e isso leva à criação de empregos. Assim, um produto sofisticado ou complexo constrói uma classe média forte.
Um produto sofisticado ou complexo gera longas "escadas de carreira". Isso é importante porque promove a mobilidade social entre os grupos de renda. Uma maior coleção de produtos sofisticados ou complexos na pauta de exportação de um país gera maior "spill over" salarial para outros setores e empregos.
Muito didático o artigo. A sacada sobre o planejamento é muito boa, e acho que é a primeiro vez vejo alguém fazer essa abordagem.
Coreia do Norte confisca cães de estimação
“[…]as autoridades estão forçando as famílias a se desfazerem dos bichos ou confiscando-os à força. Alguns teriam sido abatidos, outros teriam sido enviados para zoológicos estatais ou vendidos para restaurantes que comercializam esse tipo de carne.
O governo alegou que a criação dos cães se trata de uma tendência "contaminada pela ideologia burguesa” e alardeou a medida como uma proteção do país contra a “decadência capitalista".
Porém, o periódico avalia que a determinação parece ser destinada a apaziguar o crescente descontentamento público em meio à grave crise econômica, que inclui escassez de alimentos"
g1.globo.com/mundo/noticia/2020/08/20/coreia-do-norte-forca-familias-a-doar-caes-de-estimacao-diz-jornal-sul-coreano.ghtml
noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/08/17/norte-coreanos-sao-forcados-a-entregar-caes-para-restaurantes-diz-jornal.htm
Tradução: famintos e desesperados, agora começarão a comer cachorros de estimação.
Nenhuma indignação dos burgueses socialistas do Leblon e da Vila Madalena, que dizem amar pets.
Dúvida sincera: sem capacidade de calcular, como foi que os soviéticos criaram um avançado sistema de exploração espacial e meterem medo nos americanos na corrida armamentista?
Sinceramente eu não poderia ficar mais confuso;
Dado que sou novo em teoria libertária/liberal e da escola austríaca, quero salientar, que não faço essas indagações com desejo de ofender a alguém mas para que deem luz em meu conhecimento.
“Bem, eu diria que sou totalmente contrário às ditaduras como instituições de longo prazo. Mas uma ditadura pode ser um sistema necessário para um período de transição. Às vezes, é necessário que um país tenha, por um tempo, uma ou outra forma de poder ditatorial. Como o senhor compreenderá, é possível que um ditador possa governar de maneira liberal. E também é possível para uma democracia o governo com uma total falta de liberalismo. Minha preferência pessoal se inclina a uma ditadura liberal e não a um governo democrático no qual todo liberalismo está ausente. Minha impressão pessoal – e isso é válido para a América do Sul – é que no Chile, por exemplo, seremos testemunhas de uma transição de um governo ditatorial a um governo liberal. E durante essa transição pode ser necessário manter certos poderes ditatoriais, não como algo permanente, mas como um ajuste temporal."
– Essa é uma citação de Hayek para uma entrevista para o el mercado que mesmo que não seja um dos melhores espoentes da escola austriaca, ainda assim o mesmo faz parte dela.
O que eu não consigo entender é que como podemos defender regimes ditatorias.
Afinal, somos contra a ditadura ou não, eu sei que temos que fazer analises frias quando estamos querendo apresentar dados, não deixar algo carregado de juizos de valores é importante quando você não quer apresentar com a sua ótica e sim uma perspectiva mais abrangente.
Mas me parece que os liberais de certa forma passaram pano para algumas ditaduras…
Eu gostaria que vocês me apresentassem os pontos no qual eu posso estar equivocado, e se eu fiz alguma leitura erronea podem corrigir, eu realmente estou bastante confuso.
Desde já eu agradeço a resposta!
P.S: Eu não recordo em qual momento do livro, mas o Mises fala a mesma coisa do regime nazista, sobre ter sucesso de curto prazo, e que eram reações emocionais no livro o Liberalismo e ainda assim ele critica nas Seis Lições as ações totalitárias. Entendem porque eu estou confuso? kkkkkkkkk
Primeiro começa com o roubo. Propriedades e bens são roubados e passam a pertencer ao estado. Socialistas não dão um real aos donos. Roubo puro. Quem é contra morre. E aí começam os assassinatos.
Quem apoia é cúmplice. E gosta de receber algo que foi tirado dos outros.
Poucas pessoas têm princípios de não querer receber o que foi tomado injustamente de outrem, e com sangue. Para outros, receber algo sem ter trabalhado pra conquistar é direito. Ou então receber a mais do que merece (pouca produtividade).
Mas o karma chega. Depois que o estado gasta o roubo, faltando o dinheiro, ele começa a tirar de quem apoiou o roubo alheio. E toda sociedade paga.
Venezuelanos se fazem de vítima, mas fecharam os olhos ao estado bolivariano e até aceitaram renda dos que foram roubados. Assaltaram o próprio pais.
Agora migram e querem receber dos outros povos.
Negada, se nem os alemães conseguiram fazer o socialismo funcionar, é porque definitivamente não tem como a estrovenga funcionar.
não conheço um único auto-intitulado soça que abra mão da conta no banco, de escritura da casa, do documento do carro
socialismo no dos outros é refresco
60% da população da África vive ATUALMENTE sob o governo de partidos ASSUMIDAMENTE Comunistas e socialistas (uns mais, outros menos, mas todos assim). São 29 países Africanos com governos ASSUMIDAMENTE Comunistas. A outra parte da população (40%) pertence a Estados com os demais tipos de governo (ora puramente nacionalistas, ora fundamentalistas, ora militares, ora de esquerda não assumida e ainda tem os tribais).
A Angola mesmo é governada pelo MPLA ou Movimento Popular de Libertação de Angola, que foi um movimento de luta pela independência de Angola de inspiração comunista e apoiado pela URSS (pt.wikipedia.org/wiki/Angola). O Egito é governado pelo Partido Democrático Nacional, partido filiado à Internacional Socialista (en.wikipedia.org/wiki/National_Democratic_Party_(Egypt), assim como o é o partido que governa Gana (en.wikipedia.org/wiki/National_Democratic_Congress_(Ghana) e que governa a Namíbia (en.wikipedia.org/wiki/South-West_Africa_People%27s_Organisation). A Etiópia é governada pela Frente Revolucionária Democrática Popular, partido de esquerda (en.wikipedia.org/wiki/EPRDF). Guiné-Bissau é governada por uma esquerda radical (en.wikipedia.org/wiki/African_Party_for_the_Independence_of_Guinea_and_Cape_Verde). A África do Sul é governada por um partido que é apoiado pela esquerda sindicalizada e filiada e define-se como sendo a "força disciplinada da esquerda" (en.wikipedia.org/wiki/African_National_Congress). Nem esperaria algo diferente, considerando que Nelson Mandela clamou ao povo: “Unam-se! Mobilizem-se! Lutem! Entre a bigorna que é a ação da massa unida e o martelo que é a luta armada devemos esmagar o apartheid!” (pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Mandela) – causa nobre, mas método e amigos errados. A Argélia também é governada por um partido assumidamente comunista (pt.wikipedia.org/wiki/Frente_de_Liberta%C3%A7%C3%A3o_Nacional_(Arg%C3%A9lia), bem como Cabo Verde (en.wikipedia.org/wiki/African_Party_for_the_Independence_of_Cape_Verde), Costa do Marfim (en.wikipedia.org/wiki/Ivorian_Popular_Front), Moçambique (en.wikipedia.org/wiki/FRELIMO), os dois Congos (en.wikipedia.org/wiki/Congolese_Labour_Party) (en.wikipedia.org/wiki/Congolese_Party_of_Labour), Ruanda (en.wikipedia.org/wiki/Rwandan_Patriotic_Front), Senegal (en.wikipedia.org/wiki/Senegalese_Democratic_Party), Alckmin Leoa (en.wikipedia.org/wiki/All_People%27s_Congress), Tunísia (en.wikipedia.org/wiki/Constitutional_Democratic_Rally), Uganda (en.wikipedia.org/wiki/National_Resistance_Movement), Zimbábue (en.wikipedia.org/wiki/Zimbabwe_African_National_Union_%E2%80%93_Patriotic_Front), Líbia, cujo atual governante define seu regime como sendo um "Socialismo Islâmico" (en.wikipedia.org/wiki/Muammar_al-Gaddafi#Islamic_Socialism_and_pan-Arabism), dentre outros assumidamente comunistas.
É por essas e outras que o socialismo mudou de estratégia. Ao invés de tomar a força por meio de uma revolução, torna-se sócia. Como já está provado que que esses burocratas escroques não sabem nada sobre administração dos meios de produção, o que vêm eles fazendo? Chamam para o seu lado os donos através de acordos. O mercado fica relativamente abastecido e os soças se vêem livres da tarefa de ter de administrar algo que está além de suas capacidades.
“Capitalismo de estado” é a nova revolução. Não reclame do governo, não conteste as lideranças políticas, continue trabalhando e consumindo este é o lema lá na China e pelo visto, vai ser aqui também no futuro.
Atualmente, fazer comentário inteligente e educado é um grande risco: Os educados não sabem ler e os inteligentes leem mas não entendem.
Pessoal,
Muitos comentários sobre a “industrialização” soviética.
Primeiro: em 1917, apesar da tradição agrária da Rússia, ela já era a quinta nação industrial do globo. Tanto é verdade que foram os operários de São Petesburgo e Moscou que inflaram a revolução comunista. Passavam fome em razão do envolvimento da Rússia na Primeira Guerra.
Segundo: a supremacia inicial soviética na conquista do espaço foi uma política de estado. Contou com a ajuda dos cientistas e foguetes alemães apreendidos na Segunda Guerra.
Um Estado centralizado, com os antecedentes históricos e econômicos corretos pode canalizar energias para um setor específico. Vide Portugal nos séculos XV e XVI na conquista dos mares. O mar no século XVI equivalia ao espaço no século XX. Nem por isto Portugal foi um país adiantado. Construiu um Império, como os Russos, e estagnou no atraso. O mais atrasados da Europa Ocidental.
Abraços
Pessoas, alguém pode me explicar o que há de errado com o decreto n° 10.530 do Bolsonaro, a ponto de ter gente falando que o governo vai privatizar o SUS? Poxa, quem dera se eles privatizassem o SUS…
Seria basicamente uma canetada para atrair investimentos privados estrangeiros e domésticos?
Ao Leandro Roque e todo o IM,
Quando os globalistas impuseram sanções à Rússia pela iniciativa da guerra contra a Ucrânia, este instituto foi incisivo em elaborar artigo prevendo a derrocada da Rússia. Porém, vemos a Rússia contrapor sanção à Europa, colocando em risco a sobrevivência e o desenvolvimento dos países europeus. O que estou estranhando é a falta de artigo neste site sobre tal tema.
O que acham de articular o contraponto da Rússia, para não ficar só de um lado da história? Estão devendo essa!
Obrigado pela atenção, e grande abraço ao Leandro e a todos do IM.
De fato, amigo, obrigado.
Vou aguardar novos artigos.
Obrigado pela existência deste IM; não paro de aprender aqui.
Socialismo é diferente de “Estado de bem estar” Socialismo é coercitivo, contra o lucro, contra a produtividade em massa, contra a liberdade dos trabalhadores, contra o empreendedorismo. É papel de um governo ajudar os mais pobre, sim! Mas com meios que não venham prejudica-los no longo prazo, como é feito com a impressão de dinheiro, verbas alocadas em outros países, ou como a lei rouanet que privilegia uma elite de artistas, e não coopera com a cultura do país.
Mercado vê como certo um aumento na taxa de juro em 0.75 nos EUA. Por causa de uma inflação em agosto de 0.1 por cento.
País desenvolvido é intolerante com inflação. Já o Brasil fica com cinco por cento e um regime de meta que dê 2 e meio para cima de tolerância.
E o DXY dando 110 deve ir aos 130 facinho.
Em 2002 deu 120
http://www.moneytimes.com.br/fed-precisa-ser-mais-agressivo-se-quiser-controlar-a-inflacao-alta-de-075-pp-ja-e-considerada-certa/
Quando o autor diferencia coisas como bens de capital de escravos, pessoas que são forçadas a trabalhar para o “estado”, ele erra pois ambos são bens de capital por essas definições. Ambos são objetos das regulações de um código “civil”. As fêmeas bens de capital são muito diferenciadas nesse esquema porque tem a capacidade biológica de se duplicar. Já o macho fica relegado para um segundo plano…podendo ser então descartado em guerras e conflitos como toda a história dos séculos 18, 19 e 20 mostrou. Exércitos e mais exércitos de homens saudáveis a se matarem e no caso de Napoleão, pelo menos quatro gerações de homens franceses descartados nas guerras napoleônicas. A pedra revolucionária francesa continua a rolar montanha abaixo mas atualmente existe um problema, um excesso de homens a serem descartados pelo sistema. Mas para resolver esse problema eles só precisam PLANEJAR e depois EXECUTAR.