A economia é o coração do organismo social. Se desligarmos o coração de um organismo para proteger os membros e o cérebro, o organismo morre.
Isso é bastante óbvio, mas, ao que tudo indica, nunca foi tão crucial e necessário repetir o óbvio. Em face a esta crise sem precedentes gerada pela pandemia de Covid-19, temos de ser realistas, responsáveis e cautelosos.
A Lei de Say mandou lembranças
Estamos vivenciando um profundo choque de oferta causado por um desligamento compulsório da economia. Políticos deram a ordem para que o comércio fosse fechado, para que o setor de serviços fosse interrompido, e para que pessoas fossem proibidas de empreender e produzir, e até mesmo de circular livremente. Várias fábricas tidas como produtoras de bens não-essenciais também foram compulsoriamente fechadas.
Com uma só canetada, milhões de empreendedores e trabalhadores foram humilhados pelo estado, o qual, além de proibi-los de auferirem seu ganha-pão no livre mercado, ainda afirmou arrogantemente que suas atividades não são essenciais para ninguém. Um golpe duplo.
Com a produção e a oferta paralisadas, não há renda para essas pessoas. Sem renda, não há como elas demandarem outros produtos e serviços. Este é o básico da Lei de Say: quem não oferta bens e serviços não aufere renda; sem renda, não há como demandar outros bens e serviços.
Sendo assim, em decorrência deste choque de oferta, uma resposta séria deve ser feita também pelo lado da oferta. Mas não. Todas as políticas apresentadas são do lado da demanda. É completamente insensato os governos adotarem políticas do lado da demanda para resolver um problema de oferta.
Um choque de oferta causado por um fechamento compulsório da economia não tem como ser resolvido por meio de expansão monetária, aumento dos gastos públicos e redistribuição de renda. Políticas de demanda em um ambiente de confinamento e de oferta profundamente reduzida não irão aumentar a oferta. Isso é lógica pura.
Com efeito, a crise de oferta nem sequer decorre de algum desarranjo econômico. Tampouco decorre de alguma destruição em massa. Ela decorre das medidas tomadas em decorrência de uma pandemia. Só que uma crise pandêmica é solucionada adotando-se protocolos de segurança e equipamentos sanitários no ambiente de trabalho (sair às ruas com máscaras e luvas, por exemplo), de modo que empresas e empregos continuem existindo. Não se combate pandemia simplesmente desligando toda a economia, medida essa que pode criar problemas sociais e de saúde muito maiores no longo prazo, independentemente de eventuais injeções maciças de liquidez e políticas fiscais expansionistas.
Políticas do lado da demanda não fazem nenhum sentido em um cenário de fechamento forçado de todos os setores. Não existe uma demanda a ser “incentivada” quando o governo ordena o fechamento de todas as atividades produtivas. E não há oferta a ser oferecida quando a inevitável crise econômica gera um colapso no emprego, na produção, na renda e no consumo.
Não será em V, mas em L
Médicos, jornalistas, artistas, intelectuais e até mesmo economistas estão dizendo que o desligamento da economia é uma medida essencial para se ganhar tempo para controlar o vírus e, principalmente, para preparar os hospitais para atender os futuros infectados.
Mas esse tipo de análise é típica de quem simplesmente não entende os efeitos em cascata — bem como todas as ramificações — de um completo desligamento. Tais pessoas veem esse desligamento da economia como um pequeno e temporário dano colateral, pois acreditam que tudo pode voltar ao normal em um mês. Errado. O impacto será severo, generalizado e exponencial.
A decisão de fechar a economia pode causar estragos duradouros aos empregos e às empresas, danos estes que não podem ser desfeitos em poucos meses. Sim, é essencial conter a disseminação do vírus e medidas drásticas podem ser necessárias, mas é crucial relembrar que cada mês de confinamento significa milhões a mais de desempregados e milhares a mais de empresas falidas e fechadas para sempre.
E de nada adianta o governo fornecer capital de giro a juros baixos para empresas que não estão tendo receitas. É uma questão de contabilidade básica. A realidade de um balancete não pode ser abolida por uma simples “vontade política”. Se os custos são fixos, mas a receita cai a zero por muito tempo, os ativos vão se tornando menores que o passivo, o patrimônio líquido se torna negativo e a falência está contabilmente decretada.
Mecanismos artificiais de suporte estatal às empresas (basicamente, empréstimos estatais a juros baixos) duram por apenas alguns dias, ao passo que a ausência de receitas e a subsequente expansão dos prejuízos destroem o fluxo de caixa e os balancetes. Empresas veem suas faturas serem atrasadas ou simplesmente caloteadas. Ao mesmo tempo, por causa da total incerteza, encomendas para o restante do ano vão sendo canceladas.
Não há como dizer que isso será passageiro.
A vasta maioria das empresas não está vivenciando um problema de acesso ao crédito (ao redor do mundo, há ampla liquidez e oferta de crédito a taxas baixas para empresas solventes). Elas estão vivenciando, isso sim, a total paralisação de suas atividades, e as inevitáveis demissões por causa dessa interrupção completa das atividades. Várias empresas descobrirão que apenas postergar (diferir) o pagamento de impostos ou receber empréstimos subsidiados pelo estado não resolverão seus problemas contábeis.
O principal problema vivenciado pelas empresas não é o de fornecer garantias para conseguir empréstimos, mas sim a impossibilidade de sequer ter motivos para requerer um empréstimo. Não estamos em uma crise causada pela falta de acesso ao crédito, mas sim em uma crise causada pelo desaparecimento da atividade econômica.
Isso, por si só, afasta a tese de que haverá um recuperação econômica em formato de V. O mais provável é uma “recuperação” em formato de L. Ou seja, depressão seguida de estagnação. Mesmos todos os eventuais pacotes de estímulo e auxílio dos governos não podem abolir esse verdadeiro pesadelo que é a abolição do capital de giro e a destruição do balancete das empresas.
A saúde pública
Essa crise sanitária tem de ser atacada por três ângulos: prevenção, testagem, e a garantia de que tratamentos e vacinas estarão amplamente disponíveis quando prontos. Se os governos continuarem em pânico, destruindo o tecido social das economias, eles irão apenas adicionar pobreza, miséria, falências e desespero às fatalidades da epidemia, criando assim uma depressão sanitária e social muito maior e mais longeva.
As melhores medidas a serem tomadas para lidar com essa crise sanitária, bem como o risco de colapso econômico, é seguir a estratégia da Coreia do Sul, de Cingapura e de Hong Kong. Realmente, não é necessário reinventar a roda. Basta copiar o que deu certo.
A Coreia do Sul, com seus 51 milhões de habitantes, é um dos países mais bem posicionados no ranking de liberdade econômica da Heritage (25ª economia mais livre do mundo). Seu gasto público em porcentagem do PIB (30% do PIB) é menor que o das principais economias do mundo, e seu gasto per capita em saúde é muito menor que o dos EUA e da União Europeia. A Coreia do Sul também é um exemplo mundial no gerenciamento da pandemia, com 186 mortes e 10.284 casos (em 6 de abril de 2020).
O mesmo pode ser dito de Cingapura e Hong Kong, também líderes em liberdade econômica e com gastos em relação ao PIB bem menores (17% e 18%, respectivamente).
No lado oposto, temos Espanha e Itália, com maciços gastos governamentais (acima de 41% na Espanha e acima de 48% na Itália) e amplos sistemas de saúde pública. Ambos, infelizmente, apresentam a maior taxa de letalidade. Há vários fatores envolvidos, é claro, mas um é evidente: maiores gastos estatais com saúde não são a solução mágica para uma crise gerada por má prevenção e má gestão.
Mas, afinal, qual tem sido o sucesso dos países mais bem posicionados no combate? Pouca burocracia na administração e um rápido, efetivo e eficiente sistema de prevenção, análise e contenção. Em suma, testagem e isolamento dos contaminados, e liberação para o trabalho dos não-contaminados e dos já imunizados.
Qualquer cidadão espanhol ou italiano pode perceber que o acúmulo de ineficiências que vivenciaram no gerenciamento da pandemia teria sido o mesmo caso os gastos de seus governos fossem ainda maiores, pois os recursos teriam sido alocados em outras coisas, e não especificamente para um surto pandêmico que todos os governos falharam em reconhecer. Trata-se de um problema de gestão, e não de fundeio — e muito menos de fundeio gerenciado pelo governo.
No final, o serviço público (em especial os médicos) e o setor privado estão fazendo de tudo, e mais um pouco, nesta pandemia. A crise mostrou que a única solução para futuros desafios virá exatamente de uma maior colaboração, com um sólido e poderoso setor privado. Não há setor público sem o setor privado. Não há saúde pública sem a tecnologia, a inovação, a pesquisa, os produtos e os remédios produzidos pelo setor privado. Nenhum governo do mundo poderá lidar com os desafios da saúde no futuro impondo o gerenciamento político como a única opção.
É indiscutível que iremos precisar de concorrência, liberdade de escolha e liderança tecnológica para atender a muito mais pessoas no futuro, ao mesmo tempo em que maximizamos o uso dos recursos disponíveis. Por tudo isso, acreditar que é possível destruir o setor privado, como está sendo feito agora, e ainda assim ter maior e melhor acesso a bens e serviços no futuro é postura de quem tem sérios problemas com a história e com as estatísticas. No mundo, nenhum sistema de saúde de ponta é exclusivamente estatal. E nenhum trabalha exclusivamente com recursos estatais.
Com efeito, esta crise tem demonstrado a realidade de que o capitalismo é o sistema mais eficiente e social possível. Empresas e trabalhadores autônomos têm respondido de maneira exemplar. O número de empresas, empreendedores e organizações que atuaram rápida e eficientemente para apoiar os países em dificuldades — convertendo suas linhas de montagem para a produção de máscaras, equipamentos hospitalares e álcool em gel — é enorme.
Por outro lado, e infelizmente, exemplos de solidariedade e de contribuição da parte dos agitadores anti-capitalistas são quase nulos. Com efeito, é curioso que exatamente aqueles anti-capitalistas radicais que vivem entonando slogans anti-corporações agora estão exigindo a adoção de medidas que só podem ser levadas a cabo em ambientes capitalistas. Querem que multinacionais reduzam seu patrimônio líquido doando e ofertando equipamentos (algo que seria impossível não fossem os lucros anteriores); querem que as grandes empresas emitam bilhões em títulos que terão de ser comprados pelos fundos de investimento que eles odeiam; querem que os governos incorram em endividamentos maciços financiados por investidores que eles abominam; querem maciços investimentos que terão de ser feitos por empresas que condenam; e querem empréstimos volumosos feitos por bancos que eles querem destruir. Nunca os anti-capitalistas foram tão capitalistas.
Sim, graças ao capitalismo, sairemos dessa crise — que foi pessimamente prevista e gerenciada pelos governos — em tempo recorde, desde que não haja mais obstáculos artificiais à recuperação econômica.
Para concluir
Esta crise irá destruir milhões de empregos, mas a recuperação poderia ser rápida se os governos não incorressem no erro de atacar a pandemia criando uma depressão econômica. Por ora, os governos, ao fecharem suas economias, estão mandando a esmagadora maioria das pequenas e médias empresas para o colapso, gerando anos de estagnação econômica, pobreza e desemprego maciço. Destruir a economia, como está sendo feito agora, não é uma política social.
Governos, em existindo, deveriam fornecer aos cidadãos e às empresas as ferramentas para garantir a segurança, e não matar o tecido social de um país.
Mas, em vez de proteger o tecido produtivo para possibilitar a criação de mais empregos quando a pandemia for controlada, alguns governos irão, ao contrário, levar centenas de milhares de pequenas empresas à falência. E essas empresas não ressurgirão quando a crise passar.
A pandemia sanitária será superada graças à genialidade humana, à ciência, à tecnologia e às empresas. Já a pandemia intervencionista irá custar muito mais, em termos de vidas, de emprego, de crescimento e de oportunidades.
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Coronavírus: um caso raro de choque de oferta e de demanda – e suas possíveis consequências nefastas
Para que haja máscaras e álcool em gel para todos, só há uma solução: deixar os preços subirem
O país está parado e o governo irá subsidiar aqueles que estão sem renda por causa do isolamento.
Eu sei que vocês são contra o isolamento, eu também tenho as minhas ressalvas mas vamos supor que o isolamento fosse extremamente, por unanimidade, necessário.Somente 10% da força de trabalho trabalhando.
Boa parte da população não podendo trabalhar e milhares de empreendimentos indo à falência.
Como o ancapistao lidaria com isso?
Existiria um subsídio para aqueles que estão sem renda e impedidos de trabalhar?
E as empresas ,que recrutam milhões, que serão fechadas. O ancapistao resgatará elas evitando o desemprego descomunal e a falência generalizada?
Existiria uma consultoria privada coordenando todas as medidas para conter a pandemia?
Por que a grande mídia está escondendo que o Alcolumbre e o David Uip se curaram com a hidroxicloroquina? Por que toda a mídia está atuando em conjunto para esconder essa informação do povo? E por que ela torce tão explicitamente pelo vírus?
Isso é crime. Prevaricação e abdicação das funções. Pura e simplesmente.
Mas o que o Instituto Mises Brasil sugere? Não fazer nada? Deixar as pessoas irem trabalhar para contagiar mais pessoas e morrer muita gente? Deixar os informais sem auxílio algum? Essas medidas foram necessárias em um momento de epidemia.
Diferente do que o texto diz, o governo da Coréia do Sul não ficou de braços cruzados diante da pandemia. A Coreia do Sul fez uma política acirrada de identificação, isolamento e vigilância dos casos de coronavírus que entraram por aeroportos. Somada à testagem em massa (uma capacidade que nem todo país tem) e imposição de quarentena aos grupos de riscos identificados nesse processo:
super.abril.com.br/saude/a-estrategia-de-sucesso-da-coreia-do-sul-contra-a-covid-19-testes-em-massa/
O “fique em casa” já se transformou em “cale a boca”. Os planos de saída da imobilização total estão embargados pelo tabu. A humanidade vai esperar o fim da epidemia para constatar que se jogou no abismo."
De resto, nada mudou. Os que torciam pela crise, pelo desemprego e pelo fracasso das reformas agora torcem pelo vírus. Estão só um pouco mais excitados. Uns até já disseram que a epidemia será depuradora (uma espécie de nazismo do bem). Outros estão operando atestado de óbito. Vida normal.
Aqui em minas o slogan “FICA EM CASA” está mostrando os resultados, funcionários públicos, que não forem essenciais, ficaram sem receber. Muitos dizem, que os problemas são bons, mas acho, que no nosso caso não vamos sair dessa bem.
O João Dória anunciou mais 15 dias de quarentena aqui em São Paulo, mas no pronunciamento de hoje (06/04/2020) não disse uma linha sobre qual o plano para a testagem em massa (se é que ele existe).
Ou seja, estamos vendo políticos com discursos lindos e floreados enquanto ficam adiando o fim da quarentena indefinidamente, sem apresentar nenhuma solução. Testagem em massa, prevenção e uso de EPI's, nada disso foi sequer mencionado no discurso do governador.
Para aqueles que gostam de seguir bovinamente a OMS, segue o que a mesma começou a recomendar hoje: OMS fala sobre fim de quarentena e diz que transição exige testes para controlar o vírus.
Estão recomendando exatamente aquilo que foi feito na Coreia do Sul, Hong Kong e Cingapura.
O que achei interessante é que agora há pouco eu calculei o “valor correto” do câmbio. Me baseei neste artigo.
Ficou assim os resultados:
A inflação de preços acumulada entre julho de 1994 e fevereiro de 2020 (dia primeiro de cada mês), no Brasil, foi de 523,459760%, mas irei arredondar para 523,46%. Ou seja, R$ 1 hoje corrigido pela inflação seria R$ 6,23. Ou R$ 100 passariam a R$ 623,46.
Enquanto isso, a inflação acumulada nos Estados Unidos, no mesmo período, foi de 74,31%. Ou seja, US$ 1 hoje corrigido seria US$ 1,74. Ou US$ 100 passariam a US$ 174,31.
Se usado o índice IGP-M, da FGV, essa inflação acumulada seria de 726,803370%, ou arredondada para 726,80%. R$ 1 se tornaria R$ 8,27. Ou R$ 100 se tornaria R$ 826,80.
O câmbio encerrou fevereiro em R$ 4,47. Só que, se dividíssemos os R$ 6,23 pelo US$ 1,74, obteríamos uma taxa de R$ 3,58. Ou seja, o câmbio até fim de fevereiro ficou subvalorizado. Se usado o índice IGP-M, o câmbio teria ficado em R$ 4,75. Assim sendo, o câmbio até fim de fevereiro ficou sobrevalorizado.
O que acharam dos resultados? Faz sentido? Vale lembrar que o IGP-M sofre mais influência do dólar americano.
Falando dessa pandemia, é realmente lamentável ver o que os governos estaduais e prefeituras estão fazendo Brasil afora. Se eu já sentia desprezo pelo João Dória, agora sinto ainda mais (Bruno Covas nem se fala, já o considero pior que Haddad). Aqui em Mococa, cidade que já não estava indo tão bem em questão de empregos e sucesso de empresas há alguns anos (muito comum a pessoa se mudar para outras cidades, depois de uma certa idade), vai piorar ainda mais nesse quesito. Acho um absurdo de ver, por exemplo, recomendação de não poder passear com minha cadela pelo bairro, sendo que é deserto e é mais fácil eu pegar o vírus da raiva do que o SARS-CoV2 (mesmo porque existe cachorro solto e sem dono, assim como morcegos…). Interessante mencionar que, quanto menor o país, mais fácil de controlar esses tipos de situações. Além de secessão ajudar em tendência maior à liberdade econômica e individual, ainda é mais fácil de controlar em caso de pandemias assim. Acho que isso explica o motivo (também) de, por exemplo, Taiwan estar lidando bem com a situação. Mas outro fator importante é que (por favor, antropólogos e historiadores, se eu falar besteira, me corrijam) os asiáticos tendem a serem mais pontuais e não possuem costume de ficarem se tocando com cumprimentos como, por exemplo, os brasileiros. Seria bom se houvesse testes fartos e baratos de coronavírus, que pudessem ser testados em casa, como existe para os testes de gravidez. O motivo de isso não existir? Provavelmente o estado. Impressionante como esse aparato interfere em cada aspecto na nossa vida.
Depois é capaz de vários governadores que fecharam indústrias e comércios, pedirem ajuda do governo federal. E aí? Vai cair a “arrecadação”, como vão pagar os seus burocratas e funcionários, inclusive os que estão fiscalizando? Sorte do dia: os governos estaduais não podem mais emitir dívida. Imagine só, se hoje aparecesse o Wilson Witzel mandando o Banerj hiperinflacionar a moeda… Assisti/ouvi à entrevista do Bolsonaro para os Pingos nos Is. Apesar de ele não saber Economia, ele me pareceu muito realista. Se ele tiver que emitir um decreto para acabar com essas restrições despóticas, é claro que ele pode ser impedido pelo STF e pelo Legislativo, apesar de o governo federal ter bastante poder. Certamente seria extremamente impopular, porque o Bolsonaro ainda está, pelo menos na minha opinião, com alta popularidade. Lembro de quando o Temer aumentou as alíquotas sobre os combustíveis. Um juiz havia tentado barrar isso, mas não conseguiu. Será que hoje aconteceria a mesma coisa? Não foi o que vi com o DPVAT, por exemplo.
Esse Daniel Lacalle é muito lúcido. Meses atrás traduzi um artigo dele sobre a Argentina.
Após essa pandemia mas isolamento social compulsório, quais números vocês acham que teremos para PIB, inflação e dívida pública para finais de 2020? Tou achando que será no mínimo governo Collor, queda de 5% do PIB e dívida públca indo pros 90%.
Desculpem o meu francês, mas que porra de cena é esta? Que estado de exceção é esse? Qual é a base científica desta violência animalesca? Tem ou não tem politização fascista do vírus? Essa ditadura dos governadores vai até quando? Os progressistas vão jogar videogame de ditadura fingindo salvar vidas até que fase?
twitter.com/profpaulamarisa/status/1247267802681094144
Quem está em quarentena, e está recebendo salário, não está em quarentena. Está de férias. Políticos, funcionários públicos, jornalistas e toda a classe artística está nessa situação. Por isso, a opinião dessa gente sobre quarentena vale menos que papel higiênico usado após uma diarréia.
Leandro,
Sei que você não tem bola de cristal,
Mas você acredita que está havendo/haverá um processo de desdolarização global mais intenso, com os Bancos Centrais e países desfazendo-se do dólar e adquirindo ouro. Acredita que num cenário do ouro como substituto ao dólar no futuro?
Pior não é isso. Só vai ter uma parte da população que não terá prejuízo nenhum: Os funcionários públicos. Eles vão continuar recebendo salários nababescos e seus auxílios moradias e paletó (os do judiciário e legislativo). Os empregados da iniciativa privada terão os salários cortados ou serão demitidos. Para quem é informal e autônomo vai ser difícil sobreviver, pois não podem vender com as pessoas sem dinheiro para comprar e impedidas de sair de casa. Já os funcionários públicos não terão nenhum corte de salário e regalias. Já estão falando em taxar grandes fortunas sem cortar essa imoralidade que é o que acontece no setor público.
Fora que eles vão aumentar os gastos públicos e a inflação sem nem fazer as reformas que o país necessita. A não ser que você seja funcionário público ou saia do país, seu futuro será sombrio.
Um salve ao pessoal do Mises, vim aqui deixar meu breve relato pessoal de um “Sobrevivente em Banânia”.
No final de dezembro, eu decidi arriscar e buscar minha independência financeira, então sai de um emprego de base no setor de serviços e me aventurar no empreendedorismo. Basicamente iria trabalhar com o meu pai na lanchonete dele. Era um arranjo bom para ambos: ele poderia ter uma ajuda extra, sem ter que sofrer arrumando um CLT; e eu poderia ganhar independência financeira trabalhando no negócio da família.
Então o ano virou, e estamos aqui com a crise do coronavírus, resumindo brevemente o que me ocorreu:
1-O prefeito de Maringá, onde eu moro, Ulisses Maia(PDT), sem se importar com as consequências que acarretariam na população local, anunciou uma quarentena de 30 dias sobre todas as atividades comerciais da cidade. E isso três dias antes do decreto começar a valer. O povão correu pros supermercados estocar alimento, isso significa que o pessoal que trabalha com restaurantes e lanchonetes(meu caso e do meu pai) perdeu a venda de três dias pros supermercados. Mas a situação pra nós está até melhor, porque aqui perto da minha casa tinha acabado de inaugurar um restaurante, o coitado do dono estava angustiado porque depois de dois meses reformando o ponto, ele teria só dois dias de venda(ele inaugurou na quarta-feira, o decreto valeria pra sexta-feira).
2-O pessoal que trabalha com comida teve que recorrer ao delivery, mas nem isso foi suficiente pra recuperar as vendas anteriores. No ramo da alimentação, o rendimento é diário, cada dia de venda importa muito. Nossas vendas tombaram. Como o decreto foi editado antes do dia 20 do mês passado, a maioria da população estourou o cartão de crédito nos supermercados. O pior que a Copel e a Sanepar tão nem ai, cortando água e luz de quem não tem conseguiu pagar. Arrancando relógio de água e cortando luz no poste.
3-Fizeram uma passeata semana passado, de comerciantes que queriam reabrir o comércio da cidade. Maringá depende muito do comércio pra sustentar a população, principalmente quem tem baixa renda. Os supermercados estão restringindo a quantidade de pessoas que podem entrar, então têm unidades que as filas formam quase um quarteirão de pessoas querendo comprar. Meu pai é amigo do cara que fez o grupo do Whatsapp onde os empresários combinaram a passeata. E adivinha? O poder público tá querendo processar o cara por ter quebrado a quarentena.
4-Nessa semana a Justiça começou a liberar na marra alguns ramos do comércio para funcionar. E parece que dia 13 já vai liberar todo mundo. Só que, com todo mundo endividado e vários comerciantes ferrados(como meu pai), quero ver quem vai conseguir ficar funcionando. Eu mesmo já to mandando currículo, porque não vamos conseguir manter o negócio funcionando. As vendas caíram mais de 80% durante mais de 15 dias, pra uma empresa grande até vai, e pra quem é pequeno e micro empreendedor?
5-Os funças tão ganhando integral e trabalhando 6 horas por dia. Até caminhão de bombeiro o pessoal da fiscalização tá usando para patrulhar a cidade. Mas o Parque do Ínga(no centro da cidade) tá cheio de velho passeando, as filas fora do supermercado, dá 8h da manhã para abrir, só velho esperando para comprar.
6-Eu sei que é bem anti-cristão isso, mas desejo que o prefeito da minha cidade pegue coronavírus só de raiva. Aqui em Maringá a dengue fez mais estrago na saúde da população do que esse vírus. Foi o combo duplo, um ferrou a saúde e o outro acabou com o bolso de todo mundo.
7-Pra finalizar, meu pai foi um dos que entraram na onda de que o coronavírus era uma “terrível” ameaça para todo mundo. Ele só não previu que o vírus iria falir ele em 15 dias, e não matar ele.
Pessoal,
É fato que o sistema bancário europeu está passando dificuldades e está bem frágil, correto?
O que causou isso seria a política de juros negativos dos últimos anos? Haveria outras causas?
Excelente artigo.
Primoroso.
Uma leitura fácil até pra quem não tem conhecimento de economia.
Ao meu ver o presidente foi banana.
Falta-lhe visão de cima.
O último artigo sobre esse tema, confesso que achei inconclusivo. Mas esse está sensacional.
"Sim, graças ao capitalismo, sairemos dessa crise — que foi pessimamente prevista e gerenciada pelos governos"
Obrigado Mises
Obrigado Daniel
” Medicamento contra Aids tem mais efeito que cloroquina para coronavírus, diz estudo da Fiocruz
Atazanavir foi testado em laboratório e precisa de ensaios clínicos para ter eficácia comprovada
6.abr.2020 às 20h58
Um grupo de cientistas da Fiocruz publicou estudo sobre os efeitos do Atazanavir, já usado no tratamento de pacientes com HIV, e seus efeitos sobre o coronavírus.
Os resultados foram promissores: o medicamento, em laboratório, performou melhor do que a cloroquina.
Os testes foram feitos in vitro. Ainda é preciso fazer ensaios clínicos, em pessoas, para que seus efeitos positivos sejam comprovados no uso prático.
No laboratório, ele se mostrou eficiente para quebrar uma enzima chave para a multiplicação do novo coronavírus, o que impediria a sua multiplicação no organismo.
ARMA
"O Atazanavir pode vir a compor o arsenal de me dicamentos contra o coronavírus", diz Thiago Moreno Souza, da Fiocruz, que participa do estudo.
COISA NOSSA
Uma das vantagens do Atazanavir é ser um antirretroviral já conhecido e fabricado no Brasil.
Mônica Bergamo
Jornalista e colunista” > www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2020/04/medicamento-contra-aids-tem-mais-efeito-que-cloroquina-para-coronavirus-diz-estudo-da-fiocruz.shtml
E essa do Japão?
“Japão disponibilizará 2,2 bilhões de dólares para transferir fábricas de volta ao país”
http://www.forte.jor.br/2020/04/07/japao-disponibilizara-22-bilhoes-de-dolares-para-transferir-fabricas-de-volta-ao-pais/
Boa tarde amigos! Tenho algumas dúvidas sobre as quais gostaria de ouvir a vossa opinião:
1 -> Já ouvi por ai que com a desaceleração, agora com o vírus, com um grande problema demográfico às portas e com cada vez mais os países ao redor se armando até os dentes, a China irá desacelerar cada vez mais e acabar estagnada igual o Japão e encurralada, isso faz algum sentido?
2 -> A China realmente chegará ao posto que hoje é ocupado pelos EUA? Pergunto pois pelo que leio por aí não há sinais de que ela voltará à ter altas cifras de crescimento como em anos passados, e mesmo que passe a terra do homem laranja mau em PIB bruto, o PIB per Capita ainda está longe, vejam, a população é de ~1,4 bilhões de habitantes, o PIB per capita é de 7755 dólares, enquanto a terra do Tio Sam tem um PIB per capita de 54542 dólares, ou seja, para a China ser tão rica quanto os EUA seu PIB teria de ser ~76,3 trilhões de dólares, porém é de “apenas” 14,2 trilhões de dólares.
3 -> Será que a Índia vai crescer muito nos próximos anos e se tornar a segundo ou terceira economia global?
Caro Internauta da Internet,
Vc pergunta sobre a China e a Índia. Se estagnarão ou superarão os EUA. Podemos começar mensurando o gigantismo de suas populações. Os dois países, cada um, tem aproximadamente 1.4 bilhão de pessoas. Seis vezes mais que o Brasil. Lógico que talvez em 2050 superem o PIB americano.
Mas superar a renda per capita é outra história (como vc mesmo demonstrou).
Quanto a China, no aspecto político-militar, penso estar em posição “aprisionada”. Apesar de suas pretensões de cunho expansionista (mar do Sul da China, etc) ela tem vizinhos poderosos com os quais as relações nem sempre foram amistosas. Eles não tolerarão uma China agressiva. Refiro-me a Rússia e a Índia. Mais o Paquistão (potência nuclear) e o Japão. Creio que os EUA, nem precisarão ter um envolvimento direto com a China. Estes vizinhos da China já a refrearão.
E se fosse para apostar, apostaria mais no crescimento da Índia, que ao menos é uma democracia parlamentar constitucional.
Vale recordar que na crise mundial dos anos 1930, todos elogiavam a URSS que aparentemente não sofria a amargura da grande depressão. Os prognósticos era que em breve superaria os EUA. Deu no que deu.
Quem investe em país comunista (sem segurança jurídica) não tem direito a reclamar depois.
Os EUA continuarão por muito tempo a ser a nação líder do mundo. Detem a moeda de troca e de reserva internacional. Possuem o maior volume de pesquisas de ponta do mundo. Possuem uma realidade geográfica invejável (são, do ponto de vista geopolítico praticamente uma ilha. Isto é, nenhum vizinho poderoso que faça sombra.)
Um dia eles perderão a liderança. Mas isto não está no nosso horizonte.
Abraços
Economistas palpitando sobre infectologia e infectologistas palpitando sobre economia, isso não vai dar certo.
Pra mim já deu, depois de muitos anos chega de IMB.
Leandro e demais leitores, o que acharam dessa entrevista?
“Meirelles defende ‘imprimir dinheiro’ contra crise do coronavírus: ‘Risco nenhum de inflação'”
Realmente no cenário de agora, a tendência à inflação de preços pode ser menor, pois a economia vai entrar em retração e, desde 2015, os bancos estatais estão amarrados. Mas isso não quer dizer que isso que ele está falando não vá causar efeitos negativos. Eu confesso que não entendi o que ele quis dizer.
DAniel Lacalle e Gomes,
O que acham isso?
oglobo.globo.com/mundo/no-japao-governo-criticado-por-ter-demorado-agir-com-mais-firmeza-contra-coronavirus-24358057
Que beleza. Meireles defendeu a “impressão de dinheiro” pois, na opinião dele, na realidade atual não irá provocar inflação.
http://www.oantagonista.com/brasil/henrique-meirelles-defende-imprimir-dinheiro-para-conter-crise-do-novo-coronavirus/
Pessoal, o que me dizem sobre essa noticia? Meirelles defende ‘imprimir dinheiro’ contra crise do coronavírus: ‘Risco nenhum de inflação’.
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-52212033
Pessoal, o que acham da declaração do Meirelles em entrevista para BBC?
“Na visão de Meirelles, a retração da economia agora será tão brutal que não existe risco de inflação caso a autoridade monetária emita moeda, por exemplo, para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 concedido a brasileiros de baixa renda por ao menos três meses.
O Banco Central tem grande espaço de expandir a base monetária, ou seja, imprimir dinheiro, na linguagem mais popular, e, com isso, recompor a economia. Não há risco nenhum de inflação nessa situação”.
É realmente possível com uma menor produção dos brasileiros e a impressão de dinheiro não gerar inflação dos preços?
(Eu acho que ele estava fazendo uma piada de mal gosto, rs)
Leandro,
você pode POR FAVOR responder a essa entrevista em que o Meirelles defende a expansão monetária dizendo que não haverá inflação por conta disso. E também dizendo quais seriam os impactos negativos dessa medida.
Estão usando essa entrevista dele para defender impressão de dinheiro, e eu queria entender de uma maneira mais cirúrgica.
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-52212033?at_medium=custom7&at_custom3=BBC+Brasil&at_campaign=64&at_custom4=9164D814-798A-11EA-9C39-2EE3C28169F1&at_custom2=facebook_page&at_custom1=%5Bpost+type%5D
Meirelles – Não há dúvida. Evidentemente que a expressão “imprimir dinheiro” muitas vezes é uma expressão forte que pode preocupar as pessoas. Existem maneiras mais técnicas de dizer isso: “expandir ou recompor a base monetária”. Não é exatamente (imprimir) dinheiro no sentido de dinheiro físico. Ele expande a moeda porque a expansão se dá principalmente em contas correntes, das empresas, dos bancos, é distribuído isso (por meio das contas bancárias). Então, é na realidade uma expansão contábil.
O Banco Central está sempre calibrando isso (a quantidade de dinheiro circulando). Quando a atividade econômica atinge o máximo da capacidade, os preços começam a subir, você tem inflação. Muito bem, aí houve a inflação, o Banco Central sobe a taxa de juros, retira dinheiro de circulação. Isso aí faz com que a atividade econômica volte por equilíbrio.
Vamos supor que você tem uma recessão. Aí você corta a taxa de juros, você incentiva, injeta liquidez na economia, e isso faz com que a economia se recupere. Só que agora o que nós temos? Uma brutal recessão.
Com isso, diminui o meio de pagamento (quantidade de dinheiro circulando), então o Banco Central tem grande espaço de expandir a base monetária, ou seja, imprimir dinheiro, na linguagem mais popular, e com isso recompor a economia. Não há risco nenhum de inflação nessa situação.
Uma parábola para a “quarentena” ou “confinamento”:
Está havendo uma grande seca. Um grupo de pessoas (políticos incluídos) acha que a solução é fazer uma dança da chuva. Então essas pessoas decidem que:
– Se chover, o mérito será delas.
– Se não chover, a culpa será dos outros que não participaram da dança.
Tenho saído para trabalhar no escritório todos os dias e quase não tenho dormido. A cidade está quase como fantasma. Esta semana alguns comércios voltaram, mas a questão dos restaurantes, bares e outros “não essenciais” estarem proibidos continua.
Esta semana vi esta notícia com muita preocupação (Paralização em frigoríficos):
economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2020/04/04/crise-do-coronavirus-reduz-consumo-de-carne-e-ja-paralisa-11-frigorificos-no-pais.htm
Lembrei do artigo que vocês publicaram acerca da ‘classificação’ do essencial e não essencial.
Se a dívida brasileira chegar aos 100% do PIB nossa moeda será esfacelada de uma só vez após o ocorrido ou será de forma progressiva? Sabem de alguma análise a respeito? Será que impactará os LCAs? É bem preocupante.
Não tem ninguém qualificado da escola austríaca que poderia chamar o Brasil para a razão? Tudo que vejo são as pedradas em quem ‘ousa’ falar sobre ‘economia’ num momento desses….. mas como bem sei graças aos artigos de vocês, o Brasil é pobre e não tem como bancar quarentena por muito mais tempo.
Que todos vocês também cuidem da saúde mental, abraços.
Governos sem caixa porque gasta tudo e mais um pouco. Empresas sem caixa porque govetnos tomam grande soma de receitas. Povo sem caixa porque grande parte do salários se convertem em impostos trabalhistas.
E parar a economia na ditadura do covid-19 é asfixiar o país: govetnos com superdividas e o povo na miséria.
E o que faz o Sudoeste Asiático e Oriente Próximo ter sucesso no controle não é parar a economia, é a cultura de higiene e limpeza.
Excelente artigo. Só faço uma correção: não é o “Estado” que proíbe isso, proíbe aquilo, até porque “Estado” não pensa hehehe quem pensa são seres humanos. A ação humana só pode vir de seres humanos, nunca de entidades abstratas. Além do mais, tem muitos membros do próprio Estado defendendo a volta do comércio, da normalidade, inclusive o próprio presidente da república.
A manutenção da vida tem um custo, e é alto.
Governos não geram receitas; são tomadores de receita, precisam da economia funcionando pra obterem recursos com impostos e taxas.
A economia fechada como está, provocará uma queda gigantesca na arrecadação, e a conta será paga por nós no futuro.
A vida só terá sentido com economia girando, criando perspectivas e motivando novos projetos.
Tudo é essencial e precisa funcionar livremente.
Temos que pensar nos que vão ficar, não nos que infelizmente vão partir.
Essa é a realidade.
Pessoal,
Entendo que a liberdade econômica é o melhor caminho para reduzir a pobreza e melhorar o padrão de vida da população.
Entretanto, num cenário de ausência do estado, não cairíamos num cenário de dominação dos bilionários que detêm poder, dinheiro (controle e influência sobre os meios de comunicação) sobre os demais? Como se evitaria essa dominação econômica e cultural/social dos que detêm grandes recursos e com isso até aparato militar , sobre os restante da sociedade (sobretudo sobre os mais despossuídos)?
Obs: Sei que a existência do estado não garante a solução para esse problema, visto que ele é aliado dos metacapitalistas.
Já encontrei aqui no IMB informações e artigos que demonstram a situação delicada e frágil do sistema bancário europeu, como exemplo alguns dos bancos da Itália e Alemanha.
Queria saber se há artigos ou dados sobre a situação dos bancos de outros países como França Espanha, Portugal, etc.
Acredito que, com a política de juros negativos, eles devem estar em situação parecida a dos bancos Italianos e Alemães, correto?
Além da política de juros negativos, há outros elementos que podem ter contribuído para essa difícil situação do sistema bancário europeu?
A economia americana criou 21,5 milhões de empregos desde meados de 2009.
Na últimas três semanas, depois que os governadores e prefeitos decidiram fechar tudo, 22 milhões de empregos desapareceram.
Ou seja, todos os empregos criados nos últimos 10 anos foram abolidos em 3 semanas.
Destruir a economia não é uma política social.
P.S.: entenderam agora por que toda a esquerda é delirantemente a favor de confinamento? Aqui no Brasil, é a primeira vez na minha vida que vejo toda a esquerda fervorosamente defendendo um ministro de um governo da oposição.
Eu fiquei assustado ao ler a sessão de comentários deste artigo. É impressionante como ninguém apareceu para desmitificar as inverdades que foram ditas pelo autor e corroboradas por este “instituto”.
Inicialmente gostaria de dizer que toda a questão da economia se resume a um fator muito simples. Quando tudo voltar ao normal, as lojas vão abrir e vão estar exatamente como estavam no dia em que foram fechadas exceto por uma única diferença. Haverá um pouco de pó para ser limpado. Portanto assim que as lojas abrirem uma nova esperança se restabelecerá inaugurando um novo boom no ciclo econômico causado pelos patrões que se recusaram a utilizar seu capital para continuar investindo. Não há nada com o que se preocupar e por isto a quarentena é saudável para a economia também.
Recentemente eu estava passeando na rua e percebi algo inédito: os vendedores das lojas que estão furando a quarentena estão sendo bem educados. Inclusive isto está relacionado com a prova de que o capitalismo é irracional e auto-destrutivo. Não há dados científicos sobre isso mas digo sem medo de errar que 99% das pessoas conhecem algum vendedor mal educado e que não transmitiu uma boa experiência na venda. Teoricamente era para os patrões terem consertado este problema mas na prática não é isso que ocorre. Existem maus vendedores perpétuos. Esta é prova de que o capital cega qualquer racionalidade econômica.
Espero ter esclarecido as coisas e manifesto meu repúdio a este artigo. O Twitter e Instagram já banem publicações indecentes sobre o Covid-19. Se fossemos um país sério este website que se declara “instituto” já deveria ter sido tirado do ar.
"Como a prosperidade da nação e o incremento dos níveis salariais dependem de um aumento contínuo do capital investido…, uma das principais tarefas do bom governo é remover todos os obstáculos que dificultam a acumulação e o investimento de novos capitais."
Mises
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