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Desafio simples: faça o socialismo funcionar com um simples produto – e aí vamos dialogar

Passei os últimos dias profundamente mergulhado na
teoria e na história do socialismo do século XX, a pedido da revista National
Review
. De um lado, foi fascinante revisitar todos os argumentos em defesa
do sistema; de outro, foi aterrador ler relatos detalhados sobre a experiência em todos
os países que adotaram tal regime.

Se você já fez isso, irá concordar comigo como é
insanamente estranho que o termo e o ideal ainda usufruam alguma credibilidade,
especialmente entre pessoas jovens nascidas após 1989. Exceto a falta de
interesse em história, é muito difícil descobrir qual é o cerne do erro.

Ainda assim, vou
tentar.

Meu principal palpite é que as pessoas que acreditam
defender o socialismo (no caso, pessoas que se identificam com a esquerda
política; a direita tem outros problemas) nunca abordaram o problema da escassez como sendo uma realidade
econômica.

Por escassez, não me refiro a desabastecimentos ou
racionamentos. Antes, refiro-me à ausência de uma abundância infinita de tudo o
que as pessoas querem em um determinado momento. Isso se deve a uma
característica intrínseca do mundo material que impede que você e eu possamos
exercitar exatamente o mesmo controle sobre o mesmo bem material ao mesmo
tempo.

Nós dois não podemos calçar os mesmos sapatos ou
beber água da mesma garrafa ao mesmo
tempo
. Ou você come aquele pedaço de picanha, ou eu como. Ou então
dividimos ao meio (e aí um de nós não ficará saciado). Não há uma máquina mágica
de reprodução que faça com que a carne surja do nada.

Escassez também se refere àquela condição da vida
que impede você de consumir tudo o que você deseja ao mesmo tempo. Cada escolha
que você faz envolve um custo, que é aquilo que você deixou de fazer. Como
muito bem diz o ditado, a cada escolha, uma renúncia. Você está lendo este
texto agora em vez de estar fazendo outra coisa. O custo desta leitura é tudo
aquilo de que você está abrindo mão neste momento. Igualmente, você não pode
caminhar, pescar e nadar ao mesmo tempo. Tudo o que você compra requer o gasto
de um dinheiro pelo qual você trabalhou, e que agora abriu mão de poupar.

É isso que os economistas rotulam de escassez, e é
isso que gera a necessidade de economizar,
isto é, escolher entre vários fins concorrentes. É parte irrevogável da
realidade. Não importa qual seja a prosperidade que você esteja vivenciando,
não interessa qual tipo de avanço tecnológico venha a surgir; a realidade da
escassez sempre estará conosco. O mundo material dos seres humanos sempre irá
exceder aquilo que está disponível, não importa quanta riqueza haja,
simplesmente por causa da realidade da escassez.

Logo, é necessária uma maneira racional e pacífica
para lidar com ela.

A
solução

Foi a constatação desta realidade, ao longo da
profunda história da experiência humana, que nos impeliu a uma solução melhor
do que incessantes conflitos físicos para se conseguir algo para comer. Há aproximadamente 150.000
anos
, gradualmente descobrimos os benefícios sociais da propriedade
privada, do comércio, do cumprimento de contratos, da criação de complexas
estruturas do capital, da liberdade de empreendimento, e da escolha do consumidor.
Também descobrimos, muito gradualmente, que aderir a estas convenções sociais
— minhas e suas — permitiu
a divisão do trabalho, a acumulação de capital, a criação de complexas
estruturas de produção, e, como consequência de tudo, aquele fenômeno
incrivelmente mágico: a criação
de mais riqueza
.

Já os socialistas imaginam ter outra solução para o
problema da escassez sem ter de recorrer à propriedade privada. Para eles,
basta apenas dizer: “Que haja o socialismo!”, e isso irá magicamente abolir o
problema. No entanto, apenas isso pode não soar muito crível. Por que alguém
aceitaria adotar tal arranjo sem uma explicação convincente sobre como ele
funcionaria na prática?

Por isso, o truque utilizado no passado foi pegar todos
os seu desejos por aquilo que lhe parecia impossível e adorná-los em uma
pomposa teoria da história que misturava dialética e a inevitabilidade das
forças sociais, a qual iria solucionar conflitos até então insolúveis que
conduzem a meta-narrativa do progresso — ou algo nessas linhas. Se você
insistir bastante nessa ideia convoluta e souber falar bonito, as pessoas irão
finalmente ceder: “Ok, ótimo, vamos tentar o socialismo”.

Tão logo você acredita que isso é possível, então
várias outras coisas também magicamente se tornam dignas de ser experimentadas:
serviços de saúde gratuitos, educação gratuita, renda universal garantida, bens
e serviços gerais gratuitos, e tudo isso em conjunto com uma redistribuição
universal de renda sem que isso prejudique a criação de riqueza.

O fato de tais idéias serem levadas a sério sem
nenhuma consideração quanto aos custos, e sem nenhuma consideração de que tais
estruturas poderiam criar problemas para o exercício da liberdade humana, é uma daquelas atitudes que podem ser rastreada à negação da escassez.

Na forma mais extrema, a cegueira coletiva em
relação à escassez pode levar um indivíduo a acreditar que criar o comunismo é
apenas uma questão de apertar um interruptor na máquina da narrativa da
história.

Comece pelo indivíduo

Façamos um
experimento mental. Vamos tentar criar o socialismo sobre um
único bem. Vamos tentar fazer isso com sapatos em uma economia formada por
apenas três pessoas. Você e dois amigos. Cada um de vocês possui um par de
sapatos e vocês calçam sapatos do mesmo tamanho.

E aí um de vocês estala o dedo e diz: “Que haja o
socialismo!”.

No início, nada parece mudar. Mas aí então você
observa que seu amigo tem sapatos mais elegantes, os quais você agora quer
calçar. Ato contínuo, você diz: “Agora eu é que vou usar os seus sapatos”.

E ele responde: “Mas aí eu não poderei calçá-los
também”. E então você retruca: “Sim, mas agora vivemos sob o socialismo, o que
significa que você tem de abrir mão deles.”

Mas isso é confuso. É fato que, só porque agora há o
socialismo, isso não significa que uma pessoa tem o direito de possuir os
sapatos de outra. Verdade. Porém, no mínimo, isso também significa que nenhum
indivíduo pode reivindicar propriedade exclusiva sobre seus próprios sapatos.
Neste caso, surgirão vários tipos de novas dúvidas sobre como decidir quem irá
calçar os sapatos de quem.

Como decidir? Bom, há a possibilidade de se buscar a
unanimidade. Ou então você pode instituir o voto da maioria. Dois de três. Uma pessoa certamente
irá odiar os resultados. A consequência é que você agora passou a incentivar a
manipulação dos resultados por meio da organização de facções. Isso tende a
gerar mais desconfiança, mais intriga, mais conflitos, mais ressentimentos e
mais brigas. E tudo isso pode, por sua vez, levar a outra consequência: o mais
forte entre vocês três assumirá o poder de decidir.

Agora, você tem uma ditadura.

E todo esse arranjo totalitário foi muito facilmente
criado, com apenas três pessoas, tão logo você decidiu impor o socialismo sobre
um único bem.

Já está claro que aquela tão desejada utopia dos
sapatos não prosperou. Anunciar a existência do socialismo não produziu nenhum
sapato novo. Não mudou absolutamente nada na natureza dos seres humanos naquele
ambiente. Não alterou nada do mundo material. Tudo o que ela fez foi remodelar
as regras. Antes, as pessoas estavam satisfeitas com suas posses; agora, elas
fervem de ressentimento e inveja daquilo que as outras pessoas têm.

Agora, minha proposição é esta: se o socialismo não é
capaz de funcionar em um caso tão simples e pequeno quanto este, como pode alguém
acreditar que todos estes problemas irão desaparecer caso a ideia de
propriedade comunal seja expandida para toda a sociedade e para todos os bens
existentes?

A lógica mostra que é bastante provável que a
tentativa irá apenas expandir este problema fundamental para toda a sociedade.

A
questão é simples

O socialismo, no sentido moderno, surgiu no século XIX
como parte de uma revolta anti-liberal. A nova doutrina se subdividiu em várias
facções: religiosa, sindicalista, nacionalista, utópica, científica, moralista,
nacionalista etc. Você escolhe. Mas todas elas têm em comum este mesmo e
inacreditavelmente simples erro: elas foram incapazes de reconhecer a
necessidade de se economizar. Como consequência,
todas elas acabaram criando caos e conflito (e homicídios em massa).

A alternativa à fantasia socialista é a propriedade,
o livre comércio, a concorrência e a produção — e tudo por meios voluntários,
sem usar de violência contra indivíduos pacíficos e suas respectivas propriedades.
Se você deseja uma ordem social sensata e humana, realmente não há alternativa.

Que o socialismo como uma ideia tenha sobrevivido centenas
de anos é um tributo à capacidade da mente humana de imaginar ser capaz de
criar aquilo que a realidade sempre irá se recusar a tornar possível.

___________________________________________

Leia
também:

O socialismo
inevitavelmente requer uma ditadura

Quem defende políticas
socialistas defende a inanição de seres humanos

Por que o socialismo
sempre se transforma na doença que pretende curar

O colapso da Venezuela não
irá acabar com o poder sedutor do socialismo – e há explicações para isso

O socialismo
necessariamente requer métodos brutais para ser implantado

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185 comentários em “Desafio simples: faça o socialismo funcionar com um simples produto – e aí vamos dialogar”

  1. Gostei muito do texto e do exemplo dos sapatos.

    Imagino, porém, que ao repeti-lo para um socialista, a resposta que receberei será algo do tipo: “quem falou em dividir sapatos? no socialismo todos terão quantos sapatos quiserem”.

    Se eu replicar com a pergunta: “de onde virão os sapatos adicionais?”, provavelmente ouvirei uma resposta do tipo: “do mesmo lugar de onde vieram os três pares de sapato da sua história”.

    Nenhuma lógica é suficiente para uma pessoa que acredita no milagre da multiplicação e tem como premissa a abolição mágica da escassez.

  2. Ótimo o exemplo prático. Mas realmente não há nada de muito surpreendente no fato de que vários jovens (para não dizer tambem de marmanjos) ainda acreditem que o socialismo é a resposta. Todos foram bombardeados diariamente por essa propaganda no sistema escolar (um fenômeno mundial), na mídia e na cultura. Na melhor das hipóteses se ensina que "o capitalismo é malvado", o que já leva à automática conclusão de que o socialismo é a solução. Medida bastante efetiva. No mais, sempre é mais fácil acreditar na propaganda (principalmente quando vem de fontes oficiais) do que na história (que dá mais trabalho).

  3. Capitalismo: Um tem sapato e o outro não tem sapato. Uns nascem com 20 pares de sapatos e outros não tem nenhum sapato para calçar.

    Socialismo: Os que não tem sapato apenas gostariam que todos tivessem um par de sapatos pra calçar.

    Simples.

    Aquele sujeito que tem 20 pares de sapato. Se tirarem 1 par dele , ele vai continuar com 19 pares de sapato. Não vai MUDAR NADA NA VIDA dele. Ele só tem 2 pés e só pode usar 1 par por vez;

    Aquele que não tem nenhum par de sapato e anda descalço, machucando os pés, sujando os pés…se tiver 1 PAR , isso já vai MUDAR COMPLETAMENTE a vida desse sujeito. Isso vai dar um conforto inimaginável pra ele.

    O pessoal do Mises não tem NENHUMA EMPATIA pelo sujeito descalço. Ele que se dane, que vá trabalhar, vá arrumar alguma forma de comprar um par de sapatos. Azar o dele de ter nascido pobre.

  4. No texto tem essa frase: “Mas aí então você observa que seu amigo tem sapatos mais elegantes, os quis você agora quer calçar”. Acho que talvez fosse melhor reescreve-la de maneira mais inteligível, em nome da elegância e da compreensão. É apenas uma sugestão.

  5. Grande e sucinto artigo! O exemplo do par de sapatos é ótimo porque a analogia pode ser expandida: se ninguém tem direito de propriedade, o incentivo para se produzir sapatos desaparece. Por que eu vou trabalhar para fabricar sapatos apenas para alguém depois chegar e declarar que eu não só não tenho o direito de usar meus sapatos, como também tenho de dar para outra pessoa? E assim aconteceu na Venezuela. Sem direito de propriedade, a produção desaba, a riqueza some e a miséria campeia.

  6. “O socialismo é a filosofia da falha, o credo da ignorância e o evangelho da inveja, sua virtude inerente é a divisão igualitária da miséria.” Winston Churchill.

  7. Estou no ensino médio atualmente, e é ridículo o quão os meus colegas ignoram a lei da escassez.

    Já enviaram em nosso grupo de sala, projetos para o governo comprar medicamentos de graça, contra o corte de verba das faculdades, contra a reforma da previdência, criação de uma polícia só pra mulheres, etc.

    Nunca falo nada porque as discussões geralmente são se é interessante ter aquilo ou não. Mas as poucas vezes que eu perguntei de onde tirariam dinheiro disso e expliquei que mesmo acabando com a corrupção não teria tanto dinheiro assim, foi o suficiente para bugar eles.

  8. Enquanto um bem for escasso, não é possível haver acesso coletivo livre e ilimitado a esse bem. Qualquer que seja este bem, ele será sobreutilizado, exaurido e, por fim, sumirá completamente após a última luta corporal pela última migalha restante — que é o que está acontecendo na Venezuela.

    Ou seja, é impossível haver socialismo em um arranjo em que os bens e serviços são escassos. Sob a realidade da escassez, bens e serviços têm de ser alocados racionalmente. Em um arranjo de mercado, o sistema de preços livres coordena essa alocação, direcionando recursos escassos para aqueles setores mais demandados pelos consumidores.

    A alternativa a esse arranjo é quando bens e serviços são alocados de acordo com decisões arbitrárias, as quais são implantadas por meio da força e da ameaça de violência.

    É nisso que sempre consistiu o socialismo. E tem de ser assim por um motivo simples: o socialismo não lida com a realidade. O socialismo é a negação da realidade.

  9. Alguém já ouviu a última “teoria” dos intelequituais esquerdistas?

    A atual prosperidade chinesa é fruto do planejamento central comunista, sendo o grande operador o papai Mao (Mau?).

    Só não ri mais porque comecei a chorar…

    Mas adoraria saber a opinião do Capital Imoral.

  10. Isso já foi tentado no Canadá. Pegaram um único produto (saúde) e socializaram.

    O resultado estamos vendo. Um sistema caro que não resolve nada, e que faz com que canadenses que precisam de tratamentos mais sérios irem aos EUA.

  11. Dada a mentalidade estatizante do povo, a simpatia e afeição das pessoas em geral ao populismo, ditadores e regimes totalitários, a ausência total de um estado não propiciaria a ascensão de um ditador ao poder?

  12. Pensador Puritano

    O espaço do pobre no capitalismo é o mesmo do rico,procurar poupar e viver satisfeito com o fruto do seu trabalho e se perceber alguém querendo lhe dar um golpe chame a polícia,recorra aos tribunais igual os ricos fazem e não confunda os ricos honestas e produtivos,com os ricos corporativistas que recebem benesses do estado seja ele burguês ou comunista(A elite do partido são os ricos nela),enfim pare de vitimismo e assuma seus erros e seja mais ousados em suas ações.

  13. Voltando ao exemplo do 3 sapatos quando 1 dos sapatos ficarem velhos o primeiro ficara sem a menos que subtraia de outro ou pela força. E assim sucessivamente ate os 3 estarem descalços. Isto é o nivelamento por baixo. Porque quem ficou primeiro sem sapato iria produzir um sapato se ele acabaria de novo sem sapato.

  14. 5 minutos de ira!!!

    A autoalienação é um sentimento humano básico.

    Funciona como uma defesa psicológica contra o sentimento de inferioridade e tem um gatilho subconsciente, mas uma persistência consciente. Também ajuda o ser humano a lidar com a inveja.

    Seu mecanismo consiste na negação da lógica e na criação de paralogismos de autodefesa.

    Na história da humanidade, moveu e ainda move populações inteiras que, por não terem um conhecimento específico, decidiram e ainda decidem por demonizá-lo; por não pertencerem a um grupo seleto, decidem que ele tem más intenções ocultas; por não possuírem certos bens, decidem que esses bens não podem ser possuídos por mais ninguém.

    Escrevo isso em crítica à esquerda atual, mas baseio-me, também, em diversos momentos históricos com o mesmo teor sentimental de perseguição a diversos grupos como estudiosos, judeus, capitalistas, alquimistas, astrônomos, etc.

    As coisas só pioram quando alguém, um grupo ou um partido percebe essa fragilidade mental de uma população e decide explorá-la, criando uma série de sofismas que validam a experiência emocional dessas pessoas.

    Ao final das contas, não posso criticar com isso apenas os progressistas, pois vemos isso acontecer diariamente nas igrejas, grupos de internet, universidades e até nas famílias. Apenas posso incluí-los nessa rotulação por diversos dogmas falaciosos que transmitem para que seus seguidores sintam-se moralmente livres para defender perversidades.

    Quando isso ocorre, fica fácil, inclusive, inserir novas ideias falaciosas que fogem às iniciais que levaram o indivíduo a entrar em estado de autoalienação. Por exemplo: alguém que acredita que tirar dos ricos para dar aos pobres é justo passa a defender as políticas afirmativas (cotas, demarcação de terras indígenas, criminalização da homofobia). Da mesma forma, para não ser injusto, um evangélico pode passar a defender a morte de sem terras.

    Veja como, na história, foi possível usar a religião cristã pacifista para pregar a morte e você entenderá como é fácil, com seu discurso floreado, a esquerda encantar as massas com suas promessas sem base, ainda mais numa população com pouco entendimento econômico e que não consegue prever e nem mesmo acredita nas consequências nefastas das atitudes heterodoxas keynesianas.

    A atual esquerda, nesse sentido, é impressionantemente hábil em realizar essa manipulação de massas. Praticamente toda sua agenda e todo seu discurso se baseia em apelos falaciosos. Seria possível fazer um curso de lógica ou de retórica com um capítulo de Falácia baseado apenas no Progressismo. Alguém ai se aventuraria a criar um artigo desse tipo?

  15. Rodolfo Andrello

    Para o exemplo dos sapatos apontados no texto, os socialistas costumam responder que o que será coletivizado numa economia socialista serão os meios de produção, não os sapatos.

    Mas aí você pergunta como são definidos os meios de produção… e a coisa começa a degringolar.

    Pra definir um carro como um bem de consumo ou um meio de produção, por exemplo, se eu estiver saindo de casa com meu veículo pra visitar minha mãe em outra cidade o meu carro será apenas um artefato de uso pessoal. Porém, se eu cobrar algo do meu vizinho pra levá-lo até essa outra cidade? E se eu comprasse esse mesmo carro por R$ 30.000 e o vendesse na outra semana por R$ 33.000, repetindo o processo indefinidamente com outros veículos?

    São quase infinitos os objetos que vão ser problemáticos na definição de algo como um meio de produção ou não… martelos; pregos; serras; alicates… Não há nem mesmo meios objetivos de responder se coisas básicas como máquinas enferrujadas de costura da sua avó são ou não meios de produção.

    Portanto, o problema de se o meu carro, sapato ou o que quer que seja vai ser coletivizado ou não, trata-se de questão que será decidida unilateral e arbitrariamente por Stalin.

  16. O Brasil vem sendo moldado para que a maioria da população dependa do Estado. Na Constituição de 88 atribuíram a saúde e educação como DEVER do Estado (apenas um exemplo de vários). No caminho histórico que percorremos, o brasileiro comum foi ensinado a acreditar ( ter fé) que é o governo quem vai resolver seus problemas. Neste contexto, no enfrentamento entre a razão e a fé, boa parte fica com a fé, e sequer percebe o que está defendendo; não percebe que está aumentando a sua dependência com relação ao Estado, não vê nada de errado nisto, afinal, sempre foi assim.

    A mudança de pensamento será difícil e demorada, porque não é fácil mudar toda uma cultura. Estamos vivendo uma tentativa de início de mudança de cultura neste momento, que está sendo combatida de diversas formas e por vários meios. Alguns querem manter seus privilégios, outros querem chegar ao poder e a massa está apenas sendo manipulada.

    Parabéns pelo site e parabéns pelo trabalho que estão realizando!

  17. “A mudança de pensamento será difícil e demorada, porque não é fácil mudar toda uma cultura. ”

    No caso do Brasil a mudança de pensamento já é impossível e uma esmagadora maioria já depende e têm expectativas do estado que esperam que sejam cumpridas, os pobres esperam migalhas na forma de bolsas para alimentar-se ou pequenas frentes de trabalhos, a classe média espera bolsas de estudo e vagas de concurso público e os ricos créditos subsidiados e licitações cuidadosamente direcionadas. Qualquer esperança de mudança é severamente pressionada pela cruel inversão demográfica da população que envelhece rapidamente.

    O Brasil em breve se tornará uma Argentina violenta e com praias.

  18. Assim como os marxistas empedernidos, contumazes e impenitentes usam de sofismas , mentiras e falsidades para alcançar seus objetivos inconfessáveis, também estes idólatras do mercado livre se utilizam de premissas falsas para sustentar suas maldades mal disfarçadas. Se a sociedade não fosse baseada na ganância, em um consumo irracional que se sustenta em falsas necessidades criadas pelo marketing e pela moda, haveria bens essenciais para todos. A estrutura econômica sustentada pelo consumismo envolve a exaustão total da Terra e seus recursos, substituindo a natureza por lixo , lama tóxica e morte. Mas esta loucura é garantida pela esquerda marxista (com suas abominações) que defende a “ecologia”, o “holismo” alternativas que acabam sendo desconsideradas por grande parte da população que rechaça o marxismo. E seguem os dois lados em sua missão de explorar a população, um perpetuando o outro e se revezando no mal.É o progresso, a evolução.

  19. Ciro Daniel Amorim Ferreira

    É bem mais simples que isso.

    Fazer o Socialismo funcionar écoisa de criança.

    Voce fica no comando e tenta.

    Se falhar..eu te mato.

    O próximo transeunte que passar recebe o comando do Kremlin,

    Ele tenta. Se nao conseguir. Eu mato ele e ponho quem entrar na sala primeiro no comando.

    Bom voce entendeu.

    7 bilhoes de chances correto..? A probabilidade é significativa.

    Pronto. Cade meu Nobel?

  20. Estado o Defensor do Povo

    Prezado Caio. Não é possível negar tua afirmação: “Todo o mundo é ganancioso…” Mas, vale refletir sobre a que segue: “… exceto a pessoa iluminada que pronuncia essa frase-clichê ridícula e que, ainda pior, jura que está abafando. “. Leva-me a pensar que foi um erro ter aqui me pronunciado. Não por que sou iluminado, mas justamente por estar longe disto.

    Cara, o problema aqui é que tu disse o seguinte:”Se a sociedade não fosse baseada na ganância, em um consumo irracional que se sustenta em falsas necessidades criadas pelo marketing e pela moda, haveria bens essenciais para todos”, você deu a entender que ganância é algo inerentemente ruim sendo que você mesmo é um e não tenta ser diferente, não tem como escapar disso, o problema também é que você não definiu muito bem o que é ganância, o que os libertários entendem é que a sociedade é composta de indivíduos egoístas, isto é, cada indivíduo tende a agir visando o melhor para si próprio, ponto, aí você veio e chamou isso de ganância e que isso gera o consumismo desenfreado, ora bolas o ponto não é esse, se você é feliz tendo só sua casa, comida, roupa e jornal da matina, perfeito, que assim seja, e que ninguém o atrapalhe a viver dessa forma, agora se o outro cidadão ali quer comprar 10 carros só pra lotar a garagem dele que assim seja também, isso o deixa feliz, não existe um limite do que é ou não “consumismo desenfreado”, tal conceito é totalmente arbitrário, o que é muito pra você pode parecer pouco pra outro.

    Mas tenho o ideal de não me comportar como se vivêssemos em uma matilha de hienas.”

    Sinceramente, um dos problemas mais graves que eu percebo (pelo menos pra mim) com o pessoal que vem debater aqui com a gente é a falta de clareza nos seus argumentos, o que diabos tu quis dizer aqui?

    Se não houver limites para os desejos humanos – não houver uma visão ou ideal que leve a cooperação e à união- ficaremos escravos destes desejos

    Beleza, e quem determina os limites dos desejos de um indivíduo que não seja o próprio indivíduo? Não adianta o presidente assinar um decreto dizendo que cada cidadão brasileiro só terá direito a no máximo 6kg de arroz por mês e uma TV em sua casa, isso não vai mudar a demanda real das pessoas por esses bens, e de novo, o que diabos tu quis dizer com “visão ou ideal que leve à cooperação” e “ser escravo dos desejos”? Complica conversar assim, mas eu vou rebater esses pontos mesmo que não entendido bulhufas do que tu quis dizer, se há objetivos ou “ideais” que aproximam certas pessoas, então elas voluntariamente irão se juntar e formar uma instituição, ninguém está obrigando ninguém, exemplo, pessoas que se preocupam com o meio ambiente podem fundar uma empresa que avalia as outras empresas nesse quesito, ou então um greenpeace da vida. E não faz sentido ser escravo dos desejos, é o mesmo que afirmar que sou escravo de mim mesmo, pois os meus desejos são um reflexo de mim mesmo, são consequência de minhas valorações subjetivas, tem ninguém me obrigando a querer comer pizza ou beber coca-cola, odeio refrigerante por sinal, se eu estou consumindo algo é porque eu quis, não tem como dizer que estou sendo escravizado nesse contexto.

    Considerar isto clichê ou ridículo atesta quão longe estamos de qualquer ideal civilizatório. É um sintoma, uma amostra da degradação que chegamos.

    Cara admite, isso é clichê, esse teu discurso de “ser escravo dos desejos”, “o marketing que nos controla”, “a ganância humana é o câncer da sociedade” já tá chato, já foi e continua sendo repetido exaustivamente nas universidades, pelos intelectuais, pelos esquerdistas, …, toda santa semana vem alguém aqui no instituto mises nos contestar com esse mesmo discurso e nos chamando de elitistas fascistas brancos e sem coração, o pessoal do IMB já tá cansado de rebater esses mesmíssimos argumentos, eu apoio criar um FAQ logo nesse troço, pra facilitar a vida da galera.

    Os resultados estão à vista. Não precisa ser iluminado para perceber como tudo isto terminará.

    De novo aquele problema, cara, pelo amor de Deus, SEJA CLARO NO QUE VOCÊ QUER DIZER, o que vai terminar como e onde? O que eu sei é que a nossa atual social-democracia vai ruir devido aos aumentos exponenciais dos gastos do Estado, uma profunda recessão econômica, ou, no pior dos casos, hiperinflação.

    E frente aos fatos, frutos da convivência e aceitação de nossas debilidades como norma ou regra, cada um que pense como quiser, pois as consequências seguirão aos fatos inevitavelmente. Isto ainda que os “sensatos” se sintam “sensatos” e considerem ridículo quem ousa pensar além do “viés prático“.

    Li e reli esse trecho mas de novo entendi absolutamente NADA do que tá escrito nele.

  21. Estado o Defensor do Povo

    Resposta: Prezado Caio. Ao responder a ti considerei tuas invocações ao nome de Deus, …, penas para justificar nossas atitudes e debilidades e a nossa convivência com estas ( tipo :todo mundo é ganancioso, invejoso, etc.)

    Cara eu não sou o Caio, meu nome é Estado o Defensor do Povo, aprenda hauhauhau, blza agora você definiu melhor o que é ganância, mas cara quando eu digo que o ser humano é egoísta e devemos respeitar isso não significa bem o que você tá dizendo, não tem nada haver com o conceito bíblico da ganância como um mal do homem insensato, que destrói os outros e a si mesmo devido à sua natureza pecaminosa, e sim de que o ser humano tende a agir de modo a satisfazer a ele mesmo, de modo a reduzir um desconforto que ele tem agora, mesmo que você desse esmola para um mendigo na rua, você está sendo egoísta no conceito libertário, pois você o faz porque se sente bem assim, você ajudou o próximo e ganhou em troca sua paz em espírito, isso pode sim ser interpretado como um ato egoísta, egoísmo nesse sentido em si não é ruim, para você cuidar dos outros, deve antes cuidar de si mesmo, vá para Marcos 12:31:”O segundo é: 'Ame o seu próximo como a si mesmo.'a Não há outro mandamento maior do que esses.”, a Bíblia não diz que devemos renegar completamente nossos desejos, ela diz que devemos nos controlar, viver sempre na medida certa,e não nos entregar demasiadamente aos bens terrenos, e a Bíblia também não nos diz que devemos obrigar as outras pessoas a segui-la, a obrigá-las a deixarem a sua ganância, ela diz apenas que devemos ensinar aos outros as suas lições, e “aquele que tenha ouvidos para ouvir, que ouça(Mc 4:9; Lc 14:35,…)”, que “não devemos dar o que é sagrado aos cães, e nem jogar pérolas aos porcos (Mt 7:6)”, portanto meu amigo, é muito bom que você tenha essa visão, eu também tenho, mas não podemos forçar ela nas outras pessoas, devemos apenas ensinar com sabedoria e bondade e se não quiserem nos dar ouvidos, que assim seja, oremos apenas, e ainda assim,se tu ver um cara sacrificando tudo que ele tem só por fama e dinheiro, não devemos nunca chegar para ele e dizer que ele tá sendo ganancioso demais e que devia urgentemente vender tudo o que tem, lembre-se, “Não julgueis, para que não sejais julgados.

    Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.

    Mateus 7:1,2″.

    Todos se curvam ao deus mercado

    Cara ninguém aqui tá fazendo isso, tu que tá querendo caracterizar o todo por um mero recorte, tu caiu num artigo falando de economia e bum, automaticamente tudo o que defendemos resume-se ao mercado, não é assim, o mercado é apenas um fenônemo decorrente da vida em sociedade, é algo tão natural quanto à gravidade e o sol nascente, os seres humanos ajudam um ao outro, mesmo que não se conheçam, criam determinados bens e depois trocam esses bens com outras pessoas, tudo feito voluntariamente, isso é mercado, e isso é saudável para as pessoas, mercado não se resume à marketing e outdoors na pista como tu tá falando, e ninguém tá falando que isso vai resolver 100% dos problemas e que vai ficar todo mundo na Disney.

    Exatamente!!! Dominamos nossos desejos ou somos dominados por nossos desejos? Quem é dominado é escravo.

    De novo, volta àquele problema de definição, você está usando a Bíblia, eu estou usando o conceito praxeológico, a frase “ser dominado por nossos desejos” tem conotação poética, quem lê a Bíblia entende o que ela quer dizer com isso, não significa que agora nós literalmente estamos sendo controlados por outro ente e viramos um bando de zumbis sem vontade própria, volte para o meu primeiro parágrafo.

    Sim, sem dúvida ninguém pode obrigar a ninguém

    Ótimo.

    Na verdade a mídia em geral se ocupa exatamente do caminho oposto. Mesmo que se aceite que o mercado é o que importa (então os patrocínios da mídia) não se justifica a ênfase da mídia em propagar o adultério, a inveja, a cobiça, formas de assassinato, a pedofilia, o ateísmo de forma dogmática, o vilipendio ao cristianismo pela “arte”, etc., em uma lista sem fim. Usando uma concessão pública justificam-se dizendo que mostram o que as pessoas querem ver. E tudo esta bem se tem lucro.

    O lucro em si não é ruim, o que pode ser ruim é o que se fez para conseguir o lucro, se eu mato uma pessoa com um machado, não quer dizer que o machado em si é ruim, e sim que eu sou ruim, pois o ato de matar é ruim, se uma empresa lucra imoralmente, beleza, então não compre o produto dela e convença os outros a fazer o mesmo, tudo feito pacificamente, assim a empresa deixa de ter lucros e você fica feliz, a indústria pornográfica por exemplo dá um lucro gigante, ao mesmo tempo que acaba com o casamento de muita gente, para lutar contra isso nós podemos simplesmente não consumir tais coisas e convencer às outras pessoas de nossas opiniões, não devemos sair prendendo as atrizes-pornô.

    A palavra “subjetivas” é perfeita. Somente quem pode valorar objetivamente é a CONSCIÊNCIA, livre de qualquer condicionamento ou padrão egóico que nos impede de perceber o real por nós mesmos

    Já é a terceira ou quarta vez que tu vem com esse papo de consciência, não entendi o que isso significa.

    Pois a esquerda rebate estes argumentos, que aqui exponho afirmando que não têm “viés prático”. Ao que contesto perguntando aos esquerdistas se o que tem viés prático são os paredões de fuzilamento ou os milhões de mortos das ditaduras marxistas. Percebe? Não há como dialogar se logo qualquer argumentação, que se entenda contrária, seja classificada como da odiada esquerda ou como da odiada direita.

    Exato, por isso o pessoal daqui é libertário, pois eles percebem isso e portanto defendem as ideias de liberdade e propriedade privada, portanto podemos discutir e expor nossas opiniões à vontade, contanto que não haja agressão, se você vier aqui e começar a defender agressão contra pessoas pacíficas então o pessoal daqui vai ficar puto mesmo, não venha com esse papo de dizer que nós não estamos sabendo respeitar a sua opinião quando é tu que começou a te impor aos outros.

  22. Esquerdistas sinceros acreditam que tudo é questão de vontade política e que não existem leis naturais, apenas “construções sociais”.

    Duas marcas do discurso esquerdista, sincero ou hipócrita: (1) debater intenções em vez de métodos e resultados e (2) reivindicação do monopólio das boas intenções.

    * * *

  23. Ex-microempresario

    Só esclarecendo:

    “Mas tenho o ideal de não me comportar como se vivêssemos em uma matilha de hienas.”

    “Sinceramente, um dos problemas mais graves que eu percebo (pelo menos pra mim) com o pessoal que vem debater aqui com a gente é a falta de clareza nos seus argumentos, o que diabos tu quis dizer aqui? ”

    O que ele quis dizer é que como todo esquerdista ele se considera superior ao restante da humanidade, como membro do grupo que tem o monopólio das virtudes, da sabedoria e da justiça.

  24. Boa tarde a todos, sou um leigo estudando economia por conta própria rsrsrs

    Naturalmente muitas dúvidas aparecem em mente quando se estuda a diferenciação entre as escolas de Keynes a Austríaca e o fantasioso Socilaismo.

    Mas gostaria que os nobres colegas com essa vasta experiência, esta muito acima da minha, me ajudassem nessa suposição que me incomoda:

    Suponhamos que em um mercado totalmente liberal aonde vamos ter grandes empresas engolindo seus concorrentes e formando gigantes aglomerados econômicos como google por exemplo, aonde não teríamos a intervenção do estado como pelo CADE nessas fusões. Ao passar dos longos anos teríamos na economia, poucas gigantes empresas gerando um oligopólio/monopólio de vários setores da economia, ou seja não teríamos um “socialismo” aonde em vez do estado ditar as regras, essa seria ditada por essas poucas gigantes empresas? Visto que nessas eleições americanas vimos como as empresas censuraram, ditaram o que podia ser falado e mudaram governos pelo seu “poder” , fico pensando o qual forte e tamanho estrago poderia fazer esse “poder” dessas empresas num mundo liberal …

    desde já obrigado a todos !!!

  25. Rosa Luxemburgo

    Em parte ainda concordo, mas estamos superando o problema da escassez com recursos informatizados. Tomo como exemplo os itens: musica digital, livros digitais, aulas online, o papel cada vez menos utilizado devido digitalização, a energia solar que irá propiciar a abundância de energia (um dia de pleno sol é suficiente para manter todas as luzes do planeta acessas por um ano). O ser humano ainda está longe do ápice do supremo conhecimento. Somos filhos de um Deus muito poderoso, que transformou cinco pães e cinco peixes em milhares para alimentar aos que acreditam no poder Divino. Lembra de Thomas Malthus sobre escassez de alimentos em proporção ao tamanho da crescente população. Talvez nosso problema hoje seja mais de desperdício do que de escassez (o Brasil desperdiça 30% da água doce, da captação à torneira, mesmo com os produtos alimentícios. Devemos acreditar em nossa capacidade de superar os desafios que afligem a existência humana. É nisso que devemos confiar nossa imaginação. Você escolheu o item sapato e no desenrolar da sua lógica inventou o sapato mais estiloso. Somos seres capazes e devemos sim alimentar um espírito mais solidário, mantendo sim a liberdade de empreender e valorizar de fato o trabalho em vez de especularmos com teorias que transforma o tal dinheiro em mais dinheiro. Liberdade, honestidade, fé.

  26. Dos problemas criados pelo socialismo em relação aos sapatos, a impossibilidade do cálculo econômico é apenas um.

    …………

    Putin vai à Cuba e fica impressionado com o número de pessoas usando sapatos furados, rasgados em cima e comenta o caso com Fidel.

    O presidente cubano fica muito bravo e pergunta:

    — E na Rússia, não é a mesma coisa? Vai me dizer que lá todo mundo tem sapato novo?

    Putin diz para Fidel ir à Rússia para conferir. Diz também que, se ele encontrar um cidadão qualquer com sapatos furados, tem a permissão para matar essa pessoa.

    Fidel toma um avião e embarca para Moscou. Quando desembarca, dá de cara com um cara usando sapatos rasgados.

    Não titubeia; tira a pistola e mata o sujeito.

    No dia seguinte, os jornais do mundo todo noticiam:

    BARBUDO MALUCO MATA

    O EMBAIXADOR DE CUBA NO AEROPORTO!

  27. Ora, mas há um produto que o socialismo é craque em fazer funcionar.

    É um produto extremamente escasso, divisível em diversos níveis (ou seja, é possível dar um pouquinho dele para pessoas de confiança ou concursados), possui alta demanda (pois fornece “estabilidade” – digo, segurança), parte dele é voluntariamente doado por escolha democrática (voto) e, acima de tudo, torna o dono em suprema autoridade sobre diversos assuntos – mesmo nos quais ele nunca se especializou.

    O nome do produto? PODER.

    Pena que poder não gera riqueza… ou os países socialistas estariam no topo de todo ranking como IDH, GINI, PIB per capita e variantes.

  28. Leandro e Cia, qual a opinião de vocês sobre Russia e Ucrania? O que vai acontecer com Putin e mais: A Russia tem se saído bem melhor do que a gente imaginava devido a sanções né

  29. No dia 30 de outubro vamos digitar 22 na urna, façamos nossa parte pra não dar Perda Total (PT).

    O Bozo não é um Juscelino Kubitschek mas por enquanto é o melhor que temos.

  30. Já perdemos a guerra, o sistema venceu! Olha o que o TSE esta fazendo cara, não pode fala absolutamente nada do Lula que os caras censuram e multam. Já contra o Bolsonaro você pode falar o que quiser. A eleição já esta perdida e continuará perdida para sempre assim que o Lula Voltar.

    Se não pode sair do país, lucre com isso. Compre papéis das campeões nacionais, dolar, juros alto e etc.

    A gente sabe as ideias vencedoras e fracassadas e podemos ganhar dinheiro apostando contra e favor das ideias, nossa vida fica mais fácil, a gente consegue lucrar com as politicas estatistas, tem que compra titulo do governo sim, especula em cima das estatais sim…. Tudo isso é sobrevivência, deixa os trouxas que vota no socialista se ferrarem.

    A democracia é um erro, porque na democracia vence a maioria e a maioria é composta por imbecis.

  31. Ele acaba de proibir que eu fale do rolling a weather.

    CENSURA!

    Onde está minha liberdade de expressão?

    Aposto que quem uta verdadeiramente pela livre expressão vai se indignar com o togado, não vai?

  32. Como a Bolívia conseguiu ter a menor inflação do mundo controlando os preços dos combustíveis?

    Poderiam fazer um artigo explicando qual foi a monobra.

  33. Lula bateu recorde do Bolsonaro no Flow, já perdemos. Acorda!! Bora fazer dinheiro sem si nos imbecis que elegeram o bandido.

    E mais, TSE manda desmonetiza Brasil Paralelo e mais uma porrada de gente.

    noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/10/18/tse-desmonetiza-brasil-paralelo-e-intima-carlos-bolsonaro-por-fake-news.htm

  34. Especialistas, quero indicação de fundo imobiliario, dividendo, fundo de investimento e renda fixa.

    Tudo isso para ser divido em 100 mil reais. Retirada em no máximo 1 ano ou se 2 anos se o ganho compensar muito.

    Risco baixo, médio se for pouco valor.

    Tenho 27 anos e quero ter 1 milhão ate 30 anos, tenho 130 mil parado.

    obrigado e viva a liberdade.

  35. Resumo do Moleque de Recados do PCC no Flow:

    * Irritou a comunidade LGBT

    * Falou mal dos Flamenguistas

    * Ameaçou o Neymar

    * Falou que vai acabar com o Uber

    * Disse que irá praticamente inviabilizar os aplicativos de entrega

    * Repetiu e enfatizou que professor vai trabalhar sábado e domingo

    E depois de 50 minutos o PT pediu pra ele encerrar porque tava falando muita merda.

  36. Pessoal, uma dúvida: O que acham dessa proposta do Lula em renegociar dívidas? Seria parecido com a proposta do Ciro Gomes? E quais seriam as consequências?

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