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Na censura às supostas “fake news”, a maior vítima é a responsabilidade individual

Artigo originalmente publicado em maio de 2018. É desesperador constatar como, de lá para cá, tudo piorou.

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Nota do Editor

Um lado classifica de “fake news” as críticas recebidas e pede censura. O outro também. Um lado aplaude quando Facebook, Twitter e YouTube tiram do ar perfis e páginas “ofensivas” e difusoras de “fake news” contra ele. O outro exige o mesmo.

Em comum, ambos os lados criticam as “fake news” quando estas lhes são desfavoráveis. E quase sempre pedem censura.

E então entra em cena a mídia convencional dizendo-se a única fonte confiável de notícias, e pede que os leitores ignorem as “inconfiáveis” redes sociais e recorram somente a ela (grande mídia) caso queiram saber “a verdade”.

E aí, para completar o circo, surge o STF e simplesmente manda confiscar a propriedade de qualquer pessoa que critique os togados nas redes sociais. O lado oposto aplaude. 

E a imprensa demonstra indisfarçável regozijo — pois sabe que a atitude do STF fortalece seu monopólio da informação — e pede mais.

Sim, atualmente, todos estão obcecados em tentar exercer controle sobre o fluxo de informações. Principalmente os políticos e burocratas do estado. Consequentemente, eles passaram a exigir que páginas e perfis com opiniões tidas — por eles mesmos — como “impróprias” sejam banidas das redes sociais

Pior: querem multar as plataformas (inclusive o WhatsApp) que permitem o compartilhamento de informações que suas excelências considerem “fake news”. Alguns já falam abertamente em até mesmo banir essas plataformas que permitem tamanha “atrocidade”. 

O que jamais é discutido nisso tudo é a questão da responsabilidade individual e dos direitos de propriedade. 

O artigo abaixo tenta esclarecer essa questão crucial.

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Antes de falar sobre “fake news” e a maneira correta de combatê-las, é imprescindível falar sobre liberdade de expressão e seus limites. 

Sejamos diretos: a liberdade de expressão não se aplica à propriedade privada alheia. Uma pessoa tem “liberdade de expressão” apenas em sua própria propriedade ou na propriedade de alguém que concordou voluntariamente em lhe conceder o espaço determinado.

Logo, não existe isso de “direito à liberdade de expressão” nas redes sociais; existem apenas direitos de propriedade. Você pode falar o que quiser em sua propriedade, mas não na propriedade alheia. Consequentemente, se uma determinada plataforma ou rede social (que são instituições privadas) decide banir usuários ou retirar páginas do ar, paciência. É um direito dela.

Ademais, embora sejamos totalmente livres para discordar dessa decisão das redes sociais, e também sejamos livres para estimular boicotes à grande mídia quando esta divulga notícias que julgamos incorretas, tal postura ignora o cerne da questão: Facebook, YouTube, Twitter, Instagram e toda a grande mídia não são os responsáveis pela difusão de notícias falsas e de informações incorretas, por mais que nossa crença neste fato reforce nossa própria narrativa.

Ao fim e ao cabo, a única pessoa responsável por diferenciar fato de ficção é o indivíduo.

A responsabilidade individual ainda existe

Quando eu era criança, costumava ir com minha mãe ao supermercado. Na fila do caixa, eu sempre olhava maravilhada para os tablóides sensacionalistas que ficavam à mostra nas prateleiras ao lado. “Saddam Hussein, na realidade, é uma mulher”, dizia uma manchete. Outra anunciava uma entrevista exclusiva com um homem de quatro cabeças. Outra alegava um furo inédito: o exorcismo de um gato demoníaco.

Mesmo ainda criança, eu já entendia que aquelas manchetes eram falsas. Mas ainda assim eu ficava confusa.

“Por que essas revistas podem contar mentiras? Isso não deveria ser ilegal?”, perguntei para minha mãe. “E se alguém acreditar nelas?”.

“Algumas pessoas de fato acreditam nelas”, respondeu minha mãe, que então me contou sobre uma amiga de infância que nunca perdia uma edição do World Daily News [site que divulga intencionalmente notícias falsas para enganar leitores ingênuos].

E prosseguiu: “Mas cada pessoa é responsável por tomar estas decisões por conta própria”.

A liberdade de escolher e de pensar por conta própria é um dos mais sagrados atributos do indivíduo. Porém, infelizmente, nos últimos anos, várias pessoas adotaram a atitude de colocar suas preferências políticas acima da responsabilidade individual.

A política criou um divisor: todos acusam aqueles com opiniões diferentes de estarem divulgando informações falsas.

E, apenas para deixar claro, no mundo político, há muita informação falsa. Faz parte do jogo. E isso não é exclusividade de um lado: todos são culpados. Só que, recentemente, a coisa ficou fora de controle, de modo que, para censurar “fake news” políticas, as pessoas estão recorrendo até mesmo à desculpa de “mau comportamento”.

Por exemplo, quando o Facebook e o YouTube são pressionados e acabam banindo determinados usuários, a alegação é que tais pessoas “violaram seus respectivos termos de uso”. Mais especificamente, as gigantes das redes sociais alegam que os usuários foram banidos porque incorriam em “discurso de ódio” e faziam “bullying”, e não porque espalhavam “informações falsas”.

Só que, embora neguem que o banimento de determinados usuários e páginas tenha a ver com o temor de estarem disseminando informações falsas, a verdade é que esta é exatamente a causa do banimento. Afinal, é exatamente por medo de que as pessoas irão simpatizar com tais visões, que essas organizações tomaram a decisão de censurar informações que elas consideram ser falsas ou incorretas.

Afirmações falsas e opiniões consideradas abomináveis sempre existiram e sempre existirão, estejam seus portadores nas redes sociais ou não. No entanto, há uma grande vantagem em permitir que tais pessoas possam expressar livremente suas visões nas redes sociais: isso permitirá às demais pessoas tomarem suas próprias decisões quanto a estas visões. E se estas decisões incluírem a opção de julgar alguém tendo por base sua cor, sua religião, sua nacionalidade, seu gênero ou sua orientação sexual, então ao menos você já saberá quais pessoas deve evitar em seu convívio. 

Ao permitir que as pessoas livremente se associem a outras pessoas que você considera repugnante, isso lhe permitirá fazer um uso ainda melhor dessa mesma liberdade: você poderá optar por se afastar dessas pessoas. Isso vale tanto para pessoas que pensam diferente em questões mais explosivas como raça, sexualidade e religião, quanto para pessoas que pensam diferente em coisas mais prosaicas como economia e política.

Eventuais “discursos de ódio” ou mesmo “difusão de idéias erradas e notícias falsas” deveriam ser vistos como um sintoma social, e não uma desculpa para censura e banimentos.

A melhor maneira de combater idéias ruins é com idéias boas. Ao permitir uma miríade de opiniões diferentes circularem livremente nas redes sociais, você dá a todos os indivíduos a oportunidade de julgar os méritos de cada opinião e, assim, tomarem suas próprias decisões. E se as idéias que você defende são realmente as “verdadeiras”, então não há nada a temer.

Pedir a censura ou até mesmo a prisão de alguém que espalha “fake news”, de alguém que diz algo com que você não concorda, ou mesmo de alguém que diz algo que você considera imoral e repugnante, apenas mostra sua insegurança. Você teme aquilo que está sendo dito. Você teme que tais idéias ganhem seguidores. Você teme que seu político de estimação seja prejudicado. Você teme que suas ideias percam espaço. E teme não saber contra-argumentar.

Há um enorme mercado de idéias em que diferentes pontos de vista concorrem entre si. Se nós, como indivíduos, acreditamos que nossa visão é a “certa”, a “moral” ou apenas a “boa”, então deixemos que ela concorra por seus próprios méritos no mercado de idéias.

Por fim, há também aqueles que dizem que “fake news” e “discursos de ódio” devem ser banidos pelo bem do “tecido social”, e também para evitar que a sociedade fique “politicamente dividida”. Dizer o quê? Se o fluxo de informações, verdadeiras ou falsas, pode afetar a convivência das pessoas e esgarçar o tecido social, então a verdade é que esse tecido social nunca foi muito forte, e iria se arrebentar de qualquer jeito.

O que fazer?

Logo, se Facebook, Twitter, YouTube e Instagram podem, mas não devem, banir usuários e postagens das quais não gostam, e considerando que o estado certamente não deve censurar opiniões ou controlar a disseminação de informações, o que então podemos fazer para estancar a difusão de informações falsas?

A resposta, que certamente irá incomodar a muitos, é uma só: absolutamente nada.

Tudo o que você pode fazer é criar e circular informações, e acreditar que suas idéias são robustas o bastante para falar por si sós, e com isso convencer as demais pessoas.

Somente o indivíduo é responsável por seu consumo de informações. Se uma determinada pessoa opta por acreditar em coisas erradas, ou se ela não quer checar a veracidade das coisas que lê e ouve, ela própria sofrerá as consequências. Isso se chama responsabilidade individual.

Ao constantemente tentar censurar e banir tudo de que não gosta, você, na prática, está dizendo que todos os outros indivíduo são incapazes de tomar a decisão correta por conta própria. E isso, além de arrogante, é uma postura totalitária.

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183 comentários em “Na censura às supostas “fake news”, a maior vítima é a responsabilidade individual”

  1. Extremamente importante (e necessária) abordagem. Se você olhar bem, esse negócio de "fake news" incomoda é aqueles que amam políticos e partidos. Quem não tá nem aí pra política e não tem políticos de estimação não está nem aí pra fake news de redes sociais.

  2. Deep web está emergindo para superfície digital

    Grupos de uma ideologia obscura e racista, como liberais e conservadores, estão criando próprias plataformas para disseminar discurso de ódio contra negros, judeus, pobres, hossosexuais e qualquer grupo minoritário. Este é o caso de redes sociais como Gab, BitChute e Mises Brasil.

    Grupos de extrema direita na internet

    Há muito tempo idéias contra minorias vêm circulando na internet, mas de uns tempos para cá, principalmente depois da eleição de Donald Trump, depois da criação de diversos perfis e movimentos de extrema direita, o fascismo está criando uma própria independência tecnológica e social. No começo, os perfis de direita fizeram do Facebook, Twitter e congêneres uma espécie de Al-Qaeda digital. Levou-se anos para que essas empresas finalmente pudessem tomar alguma providência para expulsar esses monstros digitais. Mas parece que a resposta contra a ideologia fascista chegou tarde demais, está surgindo novas plataformas digitais como Gab e Bitchute com internautas assumidamente racistas, neonazistas, homofóbicos, sexistas e jingoístas (que diabos é isso?) proliferando feito ratos em sites e nas principais redes social.

    O caso mais impressionante gira em torno da rede social Gab, que funciona como uma espécie de Twitter nazista. Somente neste ano mais de 500 mil brasileiros criaram uma conta nesta rede social. Criada em 2016, por Andrew Torba, um supremacista branco e viciado em religião; a rede cresceu de forma surpreendente nos Estados Unidos e no Brasil. Isso é assustador porque já está se formando grupos neonazistas dentro desta plataforma. Há poucos meses atrás o dono do site quase perdeu o servidor da Microsoft porque um membro disse que “Judeus deveriam ser criados como gado[1]”, este é o nível do discurso que ocorre nesta rede social.

    Outra rede social interessante que está surgindo é o BitChute, que funciona como um Youtube para fascistas. O grande problema dessa rede social está nas descentralização de dados, o site utiliza tecnologia peer-to-peer e isso torna quase impossível que um vídeo possa ser censurado por autoridades competentes e boas, como eu, que só querem seu bem.

    E por fim, existe a rede social acadêmica Mises Brasil, que funciona como uma rede para corromper a intelectualidade de pensadores, professores e alunos. Felizmente, esta rede social não tem tanto alcance, mas o problema está na profundidade e na loucura ideológica apresentada pelo neoliberalismo. Seus leitores se tornam pessoas profundamente anti sociais, que moram na casa dos pais e não fazem sexo; logo, esta falta de sociabilidade somada com uma ideologia que já foi refutada por socialistas, gera um discurso de ódio profundo na seção de comentários contra minorias. obviamente, isso acaba tendo uma reflexão no mundo real através de uma ocupação obscura nas universidades e centros acadêmicos.

    O mundo todo está assistindo ao vivo o retorno do fascismo através da liberdade irrestrita que as novas plataformas digitais permitem. Tudo isso está acontecendo por um deslize do Estado que há muito tempo vem permitindo a existência desse discurso de ódio sem que nenhuma ação concreta fosse tomada; e o pior de tudo é que essa grande rede ideológica já é um monstro autossuficiente.

    [1] Microsoft nearly banned Gab over post saying Jews should be raised as livestock

    arstechnica.com/tech-policy/2018/08/microsoft-nearly-banned-gab-over-post-saying-jews-should-be-raised-as-livestock/

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.

  3. O problema nisso tudo é que a grande parcela das pessoas nem sequer sabem que o termo “responsabilidade individual” existe. Logo, como fazer com que essas mesmas pessoas se interessem por checar a fonte/veracidade da informação? Entre uma verdade sem graça e uma mentira interessantíssima, acabamos preferindo a segunda. É mais criativa.

  4. Uma vez, há uns 10 anos (ou seja, muito antes de sequer existir o termo fake news), eu acreditei numa informação política mentirosa e a espalhei boca a boca. Também discuti no Orkut tendo ela por base.

    Fui facilmente massacrado, pois, tão logo as pessoas descobriam que aquilo era mentira, minha credibilidade ia ao chão. Apanhei nos debates pessoais e virtuais.

    Após essa vergonha, aprendi a nunca mais deixar de checar informações, mesmo (ou principalmente) quando elas estão na grande mídia. Essa minha humilhação foi meu aprendizado. Foi meu wake-up call. Desde então, nunca mais passei vergonha.

    A aceitação de minha responsabilidade individual começou ali.

  5. Armindo de Mello Magalhaes Gouvea

    Concordo na grande maioria com as ideias expostas. Fiquei com dúvidas quanto ao parágrafo, de subtítulo – O que fazer?

    “Somente o indivíduo é responsável por seu consumo de informações. Se uma determinada pessoa opta por acreditar em coisas erradas, ou se ela não quer checar a veracidade das coisas que lê e ouve, ela própria sofrerá as consequências. Isso se chama responsabilidade individual”.

    Na atualidade sofremos as consequências pela falta de conhecimento (cultura), até mesmo no meio onde pessoas com formação escolar, não possui conhecimento político, e / ou seus idealismos.

    Fica evidenciado que o sucateamento (aparelhamento ideológico), escolar / cultural das classes mais carentes, os tornam vitimas e reféns de uma massa de manobra que poderá trazer sérias consequências à sociedade, e aí contesto o parágrafo onde as consequências são trazidas somente ao indivíduo.

    Na realidade essa consequência pode se fazer nefasta a toda uma sociedade, como constatado em alguns países como Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, etc…

    E em consonância com ultimo paragrafo, “Ao constantemente tentar censurar e banir tudo de que não gosta, você, na prática, está dizendo que todos os outros indivíduo são incapazes de tomar a decisão correta por conta própria. E isso, além de arrogante, é uma postura totalitária”, dever-se-ia, cobrar da população uma escolaridade mínima para que habilitasse o cidadão a ser classificado como ” ELEITOR”.

    Att,

  6. É possível argumentar que os perversos incentivos criado por um estado paizão, que a todos provê e tudo garante, foi o que realmente destruiu a responsabilidade individual. E isso vem de muito tempo, muito antes dessa onde de censura das redes sociais.

    Pedir pra censurar coisas “ofensivas” é apenas a consequência inevitável de alguém não conseguir cuidar de si própio.

    Acho que a única coisa que ainda falta ser abolida é o termo "responsabilidade" do dicionário.

  7. Nada contra o FB ou outros impedirem ou removerem conteúdos do qual discordem. Mas não dá para se posicionar como neutro se não são. Aí é complicado.

  8. Em relação à autonomia das redes sociais de banir aquilo que não gostam, tenho uma objeção.

    Tanto Facebook como Twitter são redes sociais que sempre se venderam como um fórum neutro onde as pessoas podem criar comunidades e trocar informações. As redes sociais ganham com o volume de pessoas e as pessoas ganham uma plataforma.

    Os usuários também fazem um grande investimento dentro da rede: trazem seus amigos, criam conteúdo, criam interações. É só por causa de seus usuários e o conteúdo que eles geram que o Facebook tem o valor que tem. Isso sem falar na questão de pagamentos diretos ao Facebook para aumento de visibilidade. O investimento feito por todos os usuários vem de anos.

    Daí, de uma hora pra outra, eles resolvem mudar o contrato de forma unilateral. Passam a ter um lado e a excluir usuários e comunidades de forma arbitrária. O investimento de vários usuários foi jogado no lixo.

    Isso não configura fraude? Apesar de ser gratuito, o Facebook se propõe como uma plataforma neutra. Inclusive usa essa expressão quando é pressionado por governos para se responsabilizar pelo que é publicado na rede.

    Não é como se um monte de gente tivesse entrado no Forum da Carta Capital e começasse a reclamar de censura. A Carta Capital tem lado, todo mundo sabe. O Facebook atraiu milhões de usuários justamente por ser aberto.

    Entendo que o Facebook tem o direito de mudar de política, mas precisa ser responsabilizado pelos contratos que já assumiu, que era sob termos completamente diferentes. Ou ele prova que a exclusão está dentro dos termos que os usuários já assinaram, ou ele tem que ser responsabilizado pelo prejuízo gerado em todos os usuários afetados.

  9. E quanto ao argumento dos termos de uso, as plataformas digitais se compremeteram a ser neutras politicamente e à livre disseminação de idéias. Não seria uma quebra de contrato?

    Concordo com o artigo a censura é muito pior que a difusão de “fake news”. Há também o interesse da mídia convencional que está perdendo o monopólio da informação.

    Governantes e “formadores de opinião” estão assustados com a livre disseminação de idéias e querem usar as “fake news” como desculpa para censurar.

  10. Mais uma vez o próprio mercado oferece a solução. Esse instituto já falou isso mil vezes.

    Como parte dos consumidores demanda liberdade de expressão empreendedores já produziram uma rede social que oferta exatamente isso.

    Conheçam o Gabi.

  11. De certa forma, o mercado já está dando um jeito nisso. Já está começando a ficar notório o crescimento da rede Gab.ai, justamente por promover a liberdade de expressão.

  12. Com essa censura promovida nas redes sociais,aquela premissa liberal que a liberdade econômica vai trazer a liberdade política cai por terra.já que é o próprio capitalismo que está promovendo a censura em escala mundial e destruído a liberdade!!!

  13. Richard Gladstone de Jouvenel

    Fake news se combate com o hábito da leitura, bom senso, ceticismo e no meu caso específico, uma dose moderada de cinismo…

  14. A questão não é a censura ideológica em si, pois bem ou mal as empresas tem o direito de decidir o que pode e o que não pode ser publicado em suas plataformas, até porque, no nosso sistema jurídico atual, há transferência de responsabilidade daqueles que geram conteúdo para aqueles que o publicam, e portanto elas correm efetivamente um risco financeiro por isso.

    O problema é que essas empresas estão violando seus próprios contratos com os consumidores para fazer isso, basta ver a parcialidade e a falta de justificativa dos conteúdos bloqueados.

  15. Cristiane de Lira Silva

    E longe de mim chamar o MBL de nazista (só usam uns métodos de Goebbels). Não foi isso que eu quis dizer. Eu duvido que a propaganda nazista tivesse algum sucesso se a sociedade da época não fosse um tanto antissemita. Também não digo que não exista a responsabilidade individual pois muitos indivíduos ajudaram os judeus apesar do antissemitismo e da propaganda nazista. Coloquei o MBL porque pra mim não importa se quem divulga mentiras é o estado, entidades privadas ou pessoas. E quis chamar a atenção para as fake news que procuram distorcer a imagem ou desumanizar determinadas pessoas ou grupos e como estas pessoas ou grupos são os principais prejudicados.

  16. 5 minutos de ira!!!

    em off……

    última pesquisa eleitoral:

    primeiro turno: Bolsonaro e Ciro

    segundo turno: Ciro Gomes……….

    e ai, camaradas!? bora comprar e não pagar!?

  17. “Um lado classifica de “fake news” as críticas recebidas e pede censura. O outro também. Um lado aplaude quando Facebook e YouTube tiram do ar páginas “ofensivas” e difusoras de “fake news” contra ele. O outro exige o mesmo.”

    Pelo menos aqui no Brasil só tem um lado pedindo censura e aplaudindo o que o Facebook anda fazendo, apenas um lado tem medo do debate limpo/livre e quer que o Estado e os “amigos do rei” interfiram. Expor a hipocrisia da plataforma NÃO é pedir censura.

    Sim, o Facebook tem todo o direito de selecionar as páginas que quer manter. Mas NÃO tem o direito de quebrar contratos e fazer propaganda enganosa (“somos neutros e imparciais”) impunemente.

    Dizer que “todos são iguais” rebaixa os melhores e poupa os piores. O discurso “isentão” parece esclarecido, mas faz o jogo dos coletivistas/socialistas.

    * * *

  18. Henrique Silva Aguiar

    Pessoal, olhem isso. A mulher enfiou um bebe na própria vagina:

    worldnewsdailyreport.com/babysitter-transported-to-hospital-after-inserting-a-baby-in-her-vagina/

    Que horror, gente…Isso é psicopatia… Não podemos deixar isso passar despercebido. Vamos divulgar nas redes sociais.

  19. E quando uma notícia falsa leva a situação a uma tragedia? Por exemplo, alguém criar dados falsos relativo a uma pessoa, incriminando-a e atraindo "justiceiros"?

    "Ah mas é responsabilidade dos justiceiros", alguém aqui acha que responsabilizar alguém depois de uma tragedia como esta, exemplo, uma morte, ajuda em algo? Depois de morrer acabou. E aí? Faz como?

  20. Acho que há que separar as coisas.

    Uma coisa é opinião outra coisa é trazer um fato e esse fato ser inventado.

    O que é opinativo, ainda que seja ofensivo e grosseiro, não deve ser restringido em nenhuma hipótese.

    Outra coisa é a mentira ou a calunia, você inventar um fato e propagar isso, esse tipo de ato tem que ser combatido.

  21. Já que é assim, quando é que o STF vai mandar prender políticos que falam mentiras deslavadas em campanhas eleitorais?

    Dilma seria a primeira a ser condenada pela sua campanha de 2014.

  22. Como poderiam as pessoas tomarem deciões corretas se são ignorantes e pouco escolarizadas?

    A responsabilidade está em quem fornece mentira como se verdade fosse, se alguem te vende um carro, vc paga por ele e quando vc pega a chave pra levar pra casa, vc nota que o carro nao tem motor, entao vc foi enganado e merce ressarcimento.

    Se teu airbag nao funciona. entao vc tem que ser ressarcido.

    O mesmo vale para fake news

  23. O Antagonista, que já foi censurado pelo STF, rapidamente entendeu o recado, se aprumou e hoje é indistinguível da grande mídia. O site em nada mais se difere do G1, da Folha e do Estadão. Aliás, diariamente reproduz os editoriais desses outros veículos. (É até normal: Mainardi é funcionário da Globo).

    Pois bem, o Antagonista hoje co-me-mo-rou a censura!

    Isso deixa claro: a grande mídia não quer concorrência, não quer perder o monopólio da informação, e por isso está disposta a bater palmas pra qualquer funcionário público que sair censurando outros veículos concorrentes.

    Não se enganem: acima de tudo, isso é uma guerra à livre concorrência.

  24. Só de curiosidade: alguém sabe me apontar onde, no Código Penal, está tipificado o crime de “Fake News"?

    Isso, e apenas isso, já serve para mostrar a imbecilidade dessa coisa.

  25. Posso demonstrar como ainda somos um país dominado pela extrema esquerda.

    Observe, por exemplo, como a grande mídia se refere a determinadas bancadas da Câmara.

    O termo mais usado para designar os deputados mais à direita é "bancada BBB", ou bancada do Boi, Bíblia e Bala.

    Vejam só a jogada na escolha dos termos: não é bancada da agricultura, valores familiares e segurança. É da bíblia (ó, terror dos terrores, o obscurantismo fundamentalista), do boi (monstros da indústria da carne que desmatam para criar animais a serem devorados) e da bala (esses assassinos que incitam uma sociedade violenta).

    Por outro lado, as pautas de esquerda são quase como ursinhos gummy: a bancada dos "movimentos sociais", dos "trabalhadores", "dos direitos humanos", do "meio ambiente".

    Nunca são reconhecidos pelo que realmente são: bancada de invasores, do sindicalismo pelego, da leniência com o crime, do encarecimento alimentar.

    Que os deputados servem para defender os comezinhos interesses de grupos específicos ninguém discorda, mas as pautas de esquerda sempre são mascaradas como de interesse geral, do bem, enquanto a direita sempre é o grupo do mal, com interesses retrógrados que servem a interesses particulares.

    Qualquer governo de direita passará 4 anos ininterruptos, durante todos os dias, sob esse jugo, sem nem saber que o domínio da linguagem pela esquerda já o condena de ante-mão; é uma propaganda contra que bombardeia a população deslocando o espectro do senso comum para a esquerda.

    Enquanto o controle da manipulação da linguagem for monopólio da esquerda, não interessa quem esteja no governo. Vai perder.

    Há muito a ser feito.

  26. Se é para "combater" fake news, porque Guilherme Boulos, e o PSOL por tabela, não foram investigados? Ele e toda a patota de extrema-esquerda divulgaram de forma criminosa, no meio de uma pandemia, que Cuba tinha encontrado e desenvolvido a vacina para o coronavírus.

    Isso sequer foi divulgado de forma espalhafatosa pela grande mídia, só notinhas de rodapé e uma ou outra matéria. Se fosse alguém de "direita" divulgando, de forma mentirosa, que algum país encontrou a "cura" da doença imediatamente jornalistas iriam, indignados, denunciar o "negacionismo da ciência" que o individuo estaria incorrendo. Sem contar as manchetes escandalosas e de clickbait, que ficariam três dias seguidos em todos os jornais.

    Antes era mais comedido para criticar os grandes meios de comunicação, mas não dá mais. O negócio virou militância política descarada mesmo.

  27. É incrível como os burrocratas são incapazes de entender que é impossível de controlar a informação, e pior, eles não entende que transmissão de informação causa deformidades ao conteúdo, por causa das multi-visões que indivíduo possuem.

    As leis de fake news não se aplicam realmente nas fake news e sim nas informações que podem ameaçar a soberania dos parasitas que estão no poder.

  28. chame “fake news” de verdades inconvenientes

    calunia, injuria e difamacao sao crimes contra a pessoa

    nao existe STF injuriado pq STF eh uma instituicao

    ministros nao sao nada alem de cargos institucionais , eles nao sao a personificacao do cargo que ocupam

    quanto mais forçarem a barra pra impor mordaças mais obvio fica que perderam a razao

    aproveitaram que o povao baixou a cabeça quando foram confinados indiscriminadamente, e agora vao passar o trator

    mas eh sempre assim, por estelionato moral, dizem que eh preocupacao com a liberdade .. desde 2013 a bandidagem percebeu como a populacao tem capacidade de se organizar atraves da internet, de la pra ca vi todo tipo de tentativa de modera-la

    poucas pessoas no ocidente se dao conta, a grande muralha chinesa de hoje nao eh um muro de pedras, e sim um grande firewall que bloqueia o acesso dos chineses a diversos tipos de conteudo , wikipedia irrestrita por la , sem chance … na china usar um vpn pra acessar conteudo bloqueado da ate cadeia , os conflitos de hong kong sao outra mostra de como a internet livre eh alvo de tiranias, e o brasilzao ta no mesmo caminho … mas o gado jamais vai conseguir enxergar alem do pasto , soh percebe a encrenca depois que ja ta pendurado esperando o abate

    eu soh desejo que orwell volte a ser soh ficção

  29. Eu acho que chegou o momento de liberais e conservadores deixarem as diferenças de lado e se unirem: o que o STF está fazendo é atacar a nossa liberdade de expressão. É isso que está em jogo agora. Não interessa quem são as vítimas, o que interessa é defender a liberdade deles de se expressarem sem serem responsabilizados por isso.

  30. Diálogo sobre a Verdade

    Em uma discussão sobre fake news, na Universidade, eu disse aos demais que era necessário, antes de tudo, responder a pergunta de Pilatos: afinal, que é a verdade?

    Um professor disse a mim: _Não existe verdade absoluta?

    Retruquei:_ Você está absolutamente certo disso?!

    O Professor prosseguiu:_ Não não existe verdade!

    Eu questionei: Isso é verdade?!

    Professor: _ Olha, isso que você disse é verdade para você, mas não é verdade para mim!

    Retruquei:_ Essa afirmação só vale para você ou é para todo mundo?! Isso não funciona no mundo real. Tente dizer isso ao caixa do banco, à polícia ou à Receita Federal e você verá até onde vai.

    O professor, perdido entre contradições, partiu para o ataque e disse: _ então tá, diga-me se puder, afinal, que é a verdade?

    Percebi pela sua expressão de deboche que o mesmo queria defender suas crenças que sustentavam todo seu estilo de vida pós moderno e não estava interessado em busca conhecer a resposta certa. Com um olhar de pena, disse a ele: _ Professor, você não pode suportar a Verdade!

    Irritado, pensando que aquela declaração fora um ataque pessoal, esbravejou: _ Quem você pensa que é?! Eu sou seu professor e você não passa de um mero aluno que nasceu ontem; olhe para si mesmo …. Você e suas ideias intolerantes….querendo impor sua crença para cima de mim. Aqui não,netinho.

    Respirando afobadamente, meu professor, tentando recompor aquela imagem de prudência e sofisticação, olhou para o resto da turma e iniciou o seguinte discurso: _ Esse indivíduo pensa que sua visão de mundo é a única verdadeira e quer impor isso a todos os demais. Isso é muito intolerante.

    Afinal, quem ele pensa que é?!

    Respirando como um imperador que ensina seus súditos, prosseguiu_ Todas as crenças, todos os valores, todos os estilos de vida ,,todas as percepções de afirmações sobre a verdade dos indivíduos são iguais (…) Não a hierarquia da verdade; então, nenhum absolutismo é permitido,exceto a proibição do absolutismo.

    Espantado ao presenciar tamanha contradição dita por alguém que se portava como o seguidor da razão, perplexo, retruquei:_ Professor, toda essa discussão começou quando conversamos sobre a legitimidade da censura contra supostos propagadores de fake news; ou seja, de mentiras. Achei prudente, antes de tudo, buscar um entendimento racional da verdade. Em nenhum momento defendi qualquer ataque a liberdade de crença de cada um; pelo contrário, acredito que, somente através da liberdade de escolhas as pessoas podem alcançar o sentido da vida; afinal, o livre árbitro é fundamento do amor; ou seja, sem liberdade de escolhas é impossível amar!

    Agora, voltando ao foco, quem define o que é fake news?! Os burocratas que detém o monopólio da força? Os religiosos? Você?! E como poderemos determinar o wue é fake news sem, antes de tudo, responder a seguinte pergunta: que é a Verdade?!

    Após uma pausa, respirei fundo e declarei:_ Ideias falsas sobre a Verdade levam a falsas ideias sobre a vida. Na verdade, quase que invariavelmente as pessoas formam suas crenças não baseadas nas provas, mas naquilo que acham mais atraente.

    O Sr. Me acusou de ser intolerante sem perceber que, aquele que afirma ser cético em relação a um conjunto específico de crenças é, na Verdade, um verdadeiro crente em outro conjunto de crenças.

    Agora, se realmente não existe Verdade, então por que tentar aprender alguma coisa? Por que um aluno deveria dar ouvidos a um professor? Afinal, o professor não tem a Verdade. Qual é o objetivo de ir à escola, quanto mais pagar poor ela? Qual é o objetivo de obedecer às proibições morais de um professor quanto a colar nas provas ou plagiar trabalhos de outras pessoas?

    Em um instante toda sala fivou silenciosa. Todos estavam de olhos esbugalhados, como quem enxergasse pela primeira vez. Aproveitando o momento, prossegui: _ Vou lhes dizer algumas verdades sobre a Verdade: A Verdade é descoberta e não inventada. Ela existe independente do conhecimento que uma pessoa tenha dela(a lei da gravidade existia antes de Newton).

    A Verdade é transcultural. Se alguma coisa é verdadeira, então é verdadeira para todas as pessoas, em todos os lugares, em todas as épocas (2 +2=4 para todo mundo, em todo lugar, o tempo todo. A Verdade é imutável, embora nossas crenças sobre a Verdade possam mudar( quando começamos a acrreditar wur a terra era redonda, em vez de plana, a Verdade sobrr a terra não mudou; o que mudou foi nossa crença sobre a forma da terra. As crenças não podem mudar um fato, não importa com que seriedade elas sejam esposadas( alguém pode acreditar que o mundo é plano, mas isso faz apenas a pessoa estsr sinceramente errada). A Verdade não é afetada pela atitude de quem a professa(uma pessoa arrogante não torna falsa a Verdade wue ela professa. Uma pessoa humilde não faz oerro que ela professa transformar- se em Verdade. Além disso, todas as verdades são absolutas. Até as verdades que parecem relativas são realmente absolutas( a afirmação, eu estou sentindo calor no dia 28 de maio de 2020 aparentemente é relativa, mas é realmente absoluta para todo mundo, em todos os lugares que eu tive sensação de calor naquele dia. Por fim, quanto a tentativa dr relativizar a justiça, o que fica evidente em suas declarações, você só defende a relativização da justiça enquanto não é injustiça; pois, se alguém praticasse alguma injustiça contra ti, você clamaria, se fosse por um valor moral absoluto.

    Professor, somente a Verdade liberta! Enquanto você desconhecer a Verdade ou se recusar a aceita-la, estará preso mentiras convenientes ou não.

    O professor e a turma ficaram pasmos após o discurso. Tímido, o professor perguntou novamente:_ Diga-me, como posso conhecer a Verdade?

    Reapindi:_ DEUS é a Verdade! Quem conhece DEUS conhece a VERDADE! Você também pode usar a razão para conhecê-lo. Por exemplo: Albert Einstein, em sua teoria geral da relatividade, descobriu que o tempo, espaço e matéria tiveram um início no que hoje chamamos de Big Bang e que o universo está em expansão. Portanto, podemos deduzir que “antes”do tempo existe a eternidade, “antes” do espaço existe o infinito e “antes””* da matéria existe o espiritual ou imaterial. Essas são algumas das características do DEUS da BÍBLIA SAGRADA cristã. E é importante conhecer DEUS pois sem ELE, qual padrão moral é válido?! Vale ressaltar que eu não acredito em regras; eu acredito em princípios, nos princípios DIVINOS gravados no coração humano.

    Após uma pausa, o professor disse desnorteado:_ A aula de hoje acabou, leiam tal página e conversaremos mais amanhã. Preciso pensar em algumas coisas.

    Crônica inspirada nos seguintes livros: “Não tenho fé suficiente para ser ateu(Norman Geisler e Frank Turek) e Intolerância da tolerância (D.A. Carson)

  31. Pessoal, vamos com calma. Vamos desde o início

    Imagina se tudo que vc lesse vc não soubesse se é verdadeiro ou falso. Isso partindo de tudo, desde o que vc aprende na escola na mais tenra idade até os dias atuais Exemplo:

    Um livro diz que CAbral descobriu em 1500, outro diz que foi Bonaparte em 1800.

    Como saberíamos qual é a verdadeira? EM tese, teríamos que ir até o Arquivo Nacional para verificar.

    Da mesma maneira, poderia ter um outro instituto que avocasse a si proprio possuir o documento verdadeiro, clamando pela falsidade do documento que está no Arquivo Nacional. E mais, quem morasse longe do Arquivo Nacional não seria capaz de ir la fazer o “fact checking”.

    No limite poderíamos sempre ter mais de um instituto se dizendo o detentor do documento ou informação verdadeira, livros de Historia, Jornais e tudo o mais falando coisas completamente distintas, e sempre cabendo ao leito ir atras da “comprovação dos fatos” que seria algo extenuante e contraproducente.

    No final, o resultado que teríamos é que nunca saberíamos o que é verdade ou mentira. Imagina se chega alguém dizendo que MIses escreveu o CApital? Deveríamos simplesmente deixar o leitor fazer seu juízo ou irmos atrás de quem conscientemente e intencionalmente criou a narrativa e informação falsa para este sim pagar pela sua má-fé?

    Acho que a responsabilização deve ficar em cima de quem divulga a informação. Obviamente, se é uma coluna de opinião, não ha problema nenhum termos versoes divergentes. Mas sobre fatos, desculpem, o mundo hoje seria muito diferente do que é se fosse aplicado a ferro e fogo o que pede o artigo.

  32. Creio que o problema em questão é a monetização/financiamento para disseminar/impulsionar a desinformação propositalmente com objetivos políticos e eleitorais.

    Como bem observa o artigo http://www.nexojornal.com.br/entrevista/2020/05/27/Qual-o-limite-da-liberdade-de-express%C3%A3o-ao-atacar-e-desinformar:

    “Liberdade de expressão de verdade não exige impulsionamento ou monetização.”

    Dito isso, ainda acho que é preocupante o argumento de desmoralização para se efetivar tal repressão. Não está tipificado.

    Acho que pela lei, deveria ser enquadrado como injúria, difamação ou calúnia e ainda assim não há o que se falar disso contra uma instituição.

  33. São Paulo é meu país

    Uma das maiores criadoras e disseminadoras de fake news que existem é a própria imprensa tradicional. Eles têm consciência disso, mas são maldosos.

  34. Olha aí, os paladinos do jornalismo “profissional” que, supostamente, combatem às "fake news” propagaram mais uma. Passaram a semana inteira chamando essa bandeira de símbolo neonazista. O negócio foi tão vergonhoso que a própria embaixada da Ucrânia teve que se manifestar.

    E hoje o embaixador teve que ir em rede de televisão avisar aos "ilustres" que a bandeira é um símbolo nacional daquele país. Inclusive o símbolo estava atrás dele, pregado na parede, enquanto respondia aos jornalistas…

    Sério mesmo, alguém precisa avisar a essa gente que o negócio está vergonhoso.

  35. Céticocurioso,

    tome vergonha na cara, seu mentiroso mal intencionado!

    Ao passo que a regra de ouro do Cristianismo é “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, eis o que propõe o comunismo: “Os comunistas não se rebaixam a dissimular suas opiniões e seus fins. Proclamam abertamente que seus objetivos só podem ser alcançados pela derrubada violenta de toda ordem social existente.” (O Manifesto Comunista, Marx e Engels., Ed. Ridendo Catigat Mores, 1999. P.65).

    E não venha dizer que: ” só o que fiz foi mostrar a contradição em afirmar que uma determinada religião tem o monopólio da moral.”

    O que você claramente fez, com seu “Talvez” irônico e seus vários exemplos, foi tentar mostrar que o padrão moral de quem segue “ELE” – como você próprio referiu a Deus – é na verdade um padrão moral abjeto.

    Entretanto, você “só” sonegou a informação de que quem pratica os atos que você apontou como o “padrão moral cristão”, o faz em contradição com o exemplo do Cristo e o que prega o Cristianismo em geral.

    E ao tentar sacar, cretinamente, para cima de mim, a alegação de que: “Quando se mostra os crimes do comunismo, os comunistas correm para gritar ‘Isso não é o verdadeiro comunismo!'”, você consegue maldizer duplamente!

    Primeiro por tentar equiparar a conduta criminosa dos comunistas – coerente com os mandamentos de sua ideologia – com a conduta criminosa de alguns alegados cristãos, incongruente com os princípios do cristianismo. E, segundo, por fingir que eu ajo como os comunistas quando exponho a SUA MENTIRA E A SUA MÁ-FÉ.

    E o cara-de-pau não pára por aí!

    Diz ele:

    “Proclamar-se o senhor da verdade e o dono da moral absoluta é outra coisa que fanáticos religiosos e fanáticos pelo comunismo tem em comum.”

    Exceto que, em sua historieta, o rapaz falou que é DEUS o dono da verdade e da moral absoluta, e não os religiosos em si, muito menos os fanáticos.

    “Tá certo, WDA, a igreja brasileira dos tempos do império, que aceitava com a maior tranquilidade a escravidão, não era cristã.”

    E quem está falando da “igreja brasileira dos tempos do império”? Onde está isso na historieta do rapaz ou nas minhas palavras? E quem disse que ao fazer isso ela agiu em concordância com o princípio fundamental cristão?

    E o mesmo se diga para o resto do seu falatório.

    “Cristão de verdade é só você. Quem não concordar, xingue de ignorante e mentiroso, acuse de má-fé. É uma atitude muito cristã.”

    “Cristão de verdade é só você.”

    E onde foi que eu disse isso, seu mentiroso?

    “Quem não concordar, xingue de ignorante e mentiroso, acuse de má-fé. É uma atitude muito cristã.”

    Claramente não chamei você de ignorante ou disse agir de má-fé POR você “discordar” de mim. Ventilei a hipótese de que você fosse ignorante, porque imaginei que pudesse estar de boa-fé. Mas agora AFIRMO que age de má-fé, por conta da inequívoca demonstração de má-fé que você protagonizou.

    E, sim, é uma atitude cristã e humanamente correta dizer que age de má-fé uma pessoa que o faz.

    “Que tal responder aos argumentos, …”

    Isso foi feito desde o primeiro momento, ao expor a incongruência de sua posição.

    “Por enquanto, quem está demonstrando arrogância, ignorância e má-fé é você.”

    Está demonstrado que é justamente o oposto.

    “Se você quer viver em um mundinho encantado, onde tudo que você não gosta é “mentira” e tudo que vai contra suas idéias não existe, problema seu. Mas ao poluir a área de comentários, passa a ser um problema dos outros, até porque este não é um site sobre religião.”

    Isto se aplica precisamente a você! E se este não é um site sobre religião, também não é um site que a exclua. Ademais, não fui eu que iniciei a discussão, mas fiz e faço questão de limpar a poluição deixada por suas mentiras e sua má-fé.

  36. O texto diz: ” se uma determinada plataforma ou rede social (que são instituições privadas) decide banir usuários ou retirar páginas do ar, paciência. É um direito dela”, porém isso é uma meia verdade! Lógico que plataformas podem escolher quais tipos de conteúdos são permitidos em sua rede, porém deve se atentar aos termos de uso postos pela plataforma! Se uma plataforma censura um tipo de conteúdo que não consta como conteúdo proibido pela mesma, ela o fez de forma parcial, o que leva a uma quebra de contrato/acordo. Logo a parte prejudicada pode sim requerer resposta e até ser ressarcida!

  37. A mídia quer censurar a internet porque jamais propagará esse tipo de informação. E se passar, a análise dos sacrossantos jornalistas será amenizando a situação.

  38. São Paulo é o meu país

    As redes sociais são privadas e podem apagar as mensagens que quiserem e deletar qualquer perfil que quiserem, e o estado não tem o direito de fazer nada em relação a isso.

    Mas essa “censura” nas redes que está ocorrendo é apenas um sintoma do verdadeiro problema.

    O verdadeiro problema é que os estados em vários países estão dizendo que nas redes há “discurso de ódio” e “fake news”, e pressionam as redes para que boicotem quem for contra o establishment e a favor da liberdade individual. Quem não obedecer será punido pelo estado. E a imprensa tradicional é cúmplice, pois sempre força essas narrativas de “fake news” e “discurso de ódio”.

    Precisamos defender a liberdade sempre.

    Claro que há a opção de uma rede social aderir à um sistema de justiça privada que impeça esse boicote à perfis, e aí sim ela não poderia quebrar esse contrato.

  39. Hoje abro e leio:

    http://www.poder360.com.br/coronavirus/citada-como-exemplo-por-bolsonaro-suecia-admite-erro-no-combate-a-covid-19-dw/

    Verifico a fonte. Trata-se de expediente muito comum no jornalismo, apenas republicando notícia de outra agência, no caso, esta:

    http://www.dw.com/pt-br/su%C3%A9cia-come%C3%A7a-a-questionar-sua-estrat%C3%A9gia-contra-pandemia/a-53667742

    Verifico então outra fonte:

    http://www.dn.se/nyheter/sverige/anders-tegnell-there-are-things-we-could-have-done-better/

    Leio toda a notícia. O Epidemiologista sueco atenta para o fato de que poderiam ter evitado mais mortes em casas de repouso ou asilos. Declara:

    “Based on the knowledge we had then we are still in agreement that the decisions that were taken were adequate. Based on the knowledge we had then.”

    “But I think the fundamental strategy has worked well. I can't see how we could have acted in a totally different way. Of course there are details which you can think about, and we do that continuously.”

    “I think many of the countries that closed down everything straight away could think about whether it was really adequate to close as much as they did. Could they have been more focused and still have had the same effects? You don't close off societies if you don't have to.”

    Sem mais.

  40. Infelizmente ou felizmente não há o que fazer, a mídia tradicional perdeu a credibilidade as redes sociais e novos mecanismos de disseminar informação não foram feitos para disse para serem a nova mídia e sim dar acesso a todos a algum tipo de informação alternativa, mas o ser humano na maioria dos casos prefere ouvir e se cercar apenas daquilo que lhe é conveniente e lhe agrade e tende a buscar apenas aquilo que o agrada cada pessoa busca sempre os argumentos que lhe favoreçam, a coisa mais difícil pra muitas pessoas é ver que tudo aquilo que acredita é errado ou a pior escolha, enquanto as pessoas só quiserem ouvir o que lhes agrada e reforça aquilo que jamais abrem de questionar as coisas continuaram no mesmo caminho e as vezes até acho que este é o melhor caminho, pode ser o mais destrutivo mas talvez seja este o ponto destruir para reconstruir, eu prefiro a liberdade mas para muitas pessoas talvez perder um pouco da liberdade hoje as faça repensar se escolheram o melhor caminho.

  41. Céticocurioso,

    curioso mesmo é que o príncipe da desconversa me acuse de tergiversar!

    Essa discussão toda começa quando você tenta insinuar a imoralidade do Cristianismo procurando associá-lo a uma série de condutas essencialmente anticristãs! Pois bem, eu mostro cabalmente essa sua contradição e, então, você muda de assunto e diz: “só o que fiz foi mostrar a contradição em afirmar que uma determinada religião tem o monopólio da moral. Só o fato de existirem inúmeras religiões diferentes, e inúmeras interpretações diferentes dentro de cada uma, já comprova isso.”

    E faz isto com referência a um comentário que somente falava sobre Deus e Cristianismo, e sem ter citado nenhuma outra religião em sua resposta!

    Ora, eu mostro a contradição intrínseca do seu “argumento”, você tergiversa e diz que este foi o SEU ARGUMENTO contra o postador originário! E ainda me acusa de “completa ausência de argumentos”!!!

    É muita cara-de-pau!

    E quando eu digo que é um mentiroso agindo de má-fé ainda se faz de vítima!!! KKK

  42. “Se uma determinada pessoa opta por acreditar em coisas erradas, ou se ela não quer checar a veracidade das coisas que lê e ouve, ela própria sofrerá as consequências. Isso se chama responsabilidade individual”.

    Discordo pois se uma pessoa acredita em mentiras no processo eleitoral NÃO É SOMENTE ESSA PESSOAS que é prejudicada, TODOS SOMOS.

  43. Tem uma turminha que já está ficando desesperada com o fato de que não irão conseguir controlar o Telegram (grifos meus):

    Telegram tem domínio de canais bolsonaristas e risco de enxurrada de fake news em 2022

    Grupos e canais políticos no Telegram tiveram crescimento explosivo no Brasil desde 2020, e o aplicativo deve ser um dos principais veículos de desinformação na eleição de 2022, alertam especialistas e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    (…)

    [O] Telegram desperta enorme preocupação porque não modera conteúdo, nem adota medidas para evitar viralização de desinformação.

    (…)

    Além disso, (…) é a única das principais plataformas que não coopera com o TSE para combater campanhas de fake news.

    (…)

    "O Telegram facilita a disseminação de mensagens para grupos enormes e os dados mostram que o aplicativo pode ser bastante explorado nas campanhas de desinformação na eleição de 2022", diz Fabrício Benevenuto, professor de ciência da computação da UFMG e coordenador do estudo.

    (…)

    O TSE já tentou várias vezes entrar em contato com o Telegram para fazer parcerias, (…) [mas] a empresa tem como uma de suas bandeiras não cooperar com nenhum governo(…).

    (…)

    "Estamos muito preocupados (…), diz Thiago Tavares, presidente da SaferNet, entidade de segurança cibernética.

    "O aplicativo é terra sem lei, porque não tem as limitações do WhatsApp (…)", afirma.

    (…)

    www1.folha.uol.com.br/amp/poder/2021/06/telegram-tem-dominio-de-canais-bolsonaristas-e-risco-de-enxurrada-de-fake-news-em-2022.shtml

    Bônus:

    Grande desafio para 2022 é o Telegram, diz secretária-geral do TSE

    (…)

    Entre as preocupações atuais do TSE está o Telegram, aplicativo que permite grupos de até 200 mil pessoas – número bem superior aos 256 participantes permitidos pelo WhatsApp.

    (…)

    "O nosso projeto é avançar junto ao WhatsApp, entender (…) se há algum outro tipo de restrição que pode ajudar a reduzir o conteúdo viral no aplicativo (…)." [diz Aline Osorio, secretária-geral do TSE e coordenadora do Programa de Enfrentamento à Desinformação]

    (…)

    http://www.poder360.com.br/eleicoes/grande-desafio-para-2022-e-o-telegram-diz-secretaria-geral-do-tse/

  44. Censura só existe porque a maioria é frouxa, obediente, nunca lei Thoreau e não usa a honradez e a liberdade como pilar da própria vida. O dia que a maioria aceitar perder o emprego porque bateu de frente com o chefe que disse algo que vá de encontro com seus valores; desobedecer qualquer autoridade por agir de forma desvirtuosa, aí não existe censura, ditador, governo totalitário, nada.

    Comecemos a agir assim, todos os dias. Eu já vi, e posso afirmar categoricamente que nada é mais inspirador do que ver alguém defendendo seus ideais acima de qualquer hierarquia. Quem sabe inspiremos alguém, já é uma vida com mais propósito do que um ativista chato.

  45. Alguém chegou a elencar a lista com todas de coisas censuradas pelo TSE na campanha de Bolsonaro e na de Lula ?

    Alguns alegam que o TSE está censurando igualmente as coisas dos dois lados nessa campanha.

    Queria ver esse comparativo pra deixar claro para os isentos que a censura está mais forte em relação a campanha do 22.

  46. A liberdade está sendo cerceada a passos largos neste país, não é nem mais como disseram antigamente “que nem um salame, em finas fatias”.

    A única alternativa a curto prazo é macetar o 22 na urna dia 30.

    Depois, a médio e longo prazo, seguir cada vez mais no dia a dia o conselho do Richard:

    “Richard 19/10/2022 18:42

    Censura só existe porque a maioria é frouxa, obediente, nunca lei Thoreau e não usa a honradez e a liberdade como pilar da própria vida.

    – O dia que a maioria aceitar perder o emprego porque bateu de frente com o chefe que disse algo que vá de encontro com seus valores; desobedecer qualquer autoridade por agir de forma desvirtuosa, aí não existe censura, ditador, governo totalitário, nada. –

    – Comecemos a agir assim, todos os dias. –

    Eu já vi, e posso afirmar categoricamente que nada é mais inspirador do que ver alguém defendendo seus ideais acima de qualquer hierarquia. Quem sabe inspiremos alguém, já é uma vida com mais propósito do que um ativista chato.”

    Agora, é muito mais fácil seguir o conselho dele fortalecendo nossos laços comunitários. Uma arma poderosa do inimigo é o “atomismo social” em que nos encontramos.

    As pessoas estão muito antissociais e isoladas. E isso é perigoso para a defesa da liberdade.

    Estamos vivendo (em média) muito afastados de nossas famílias, com a desculpa de que conseguimos nos comunicar pelas redes sociais, mas na prática estamos nos afastando demais, às vezes não nos falamos nem pelas redes sociais (claro que há exceções, mas vocês entenderam o que eu quero dizer).

    Hoje em dia é normal não conhecer nem o vizinho de porta., que mora no apartamento ou na casa do lado. É saudável ter algum grau de amizade com os vizinhos. Sempre que penso nisso, me lembro daquele texto (não lembro exatamente o nome, mas é um relato de um sobrevivente de gulag) que diz que “eles ouviam os soldados comunistas chegando, subindo as escadas, poderiam tê-los emboscado, reagido, se organizado, mas simplesmente ficaram lá esperando, com medo, e se deixaram ser levados”.

    Outra medida que creio que precisamos seguir é sermos mais atuantes localmente, e uma boa maneira de fazer isso é através de trabalhos voluntários em grupos de igrejas, centros espíritas, abrigos, etc. ou em grupos de estudos nestas instituições. São só exemplos, mas todos sabemos que estes lugares foram há muito infiltrados com o vírus das ideologias anti-humanidade. Numa igreja perto de onde moro, por exemplo, a coordenadora da catequese é petista (ou no mínimo simpatizante do petismo). Vejam como estes caras se infiltraram!

    Nós que prezamos as Virtudes e acreditamos na liberdade, precisamos ser mais atuantes socialmente. Pelo bem da liberdade, nossa e das futuras gerações.

  47. Eis a nova definição de Fake News no Brasil: qualquer crítica feita ao Ladrão descondenado.

    Eu, que sou anarcocapitalista e não voto, vou afundar o 22 na urna com tanta força que ela vai até tocar música.

  48. O TSE vai definir a eleição na opinião de vocês? O Lula tem muito mais propaganda agora, porém vai faltar em dois debates que o bolsonaro vai, aparentemente o confronto entres os dois vai se dar na globo.

    Bolsonaro deu o dobro de audiência momentanea em um podcast menor que o flow, engraçado que a UOL não fez manchete né kkkk

  49. Bolsonaro Vira? Audiência de internet e podcast não diz nada, desculpem. A questão é que o TSE ferrou o bolsonaro aonde o povão que vira voto assiste, que é a televisão tradicional.

    Agora pelas pesquisas, ele tem mais chance agora do que nunca, mas uma semana ate a eleição acho que não da tempo.

    E sinceramente, o fato do Lula ter tudo isso de voto ainda demonstra que o Bolsonaro não da mais, precisamos do Zema em 2026. Com o Zema com certeza já acabaria no primeiro turno com o Zema eleito, não acham?

  50. A censura no Brasil está cada vez maior. É tão óbvio o que está acontecendo, mas mesmo assim os jovens ”dinâmicos” continuam aplaudindo e apoiando o ex-presidiário.

  51. As Pesquisa estão certas, em 2018 no segundo turno, elas acertaram. Basta pesquisar, na campanha do segundo turno em 2018, todas deram o numero quase exato do que foi o resultado da eleição. Já perdemos e lula esta eleito, parem de sonhar

  52. Qual a diferença entre o Roberto Jeferson atirando em nome da liberdade de expressão e o traficante atirando em nome da liberdade de vender entorpecentes?

  53. Economista sincero

    A petrobras deve interferir no preço do petróleo? Em outras palavras, devemos aceitar o preço da cotacao internacional aqui dentro?

    Pergunto isso pois não existe um preço de mercado no mercado de petróleo, pois o preço que temos hoje é determinando pelo cartel da opep. Assim, entre ter que pagar um preço do cartel da opep ou um preço se houvesse um mercado competitivo justo, prefiro o segundo, independente de como se chega a ele

  54. “Fake news” !!!!

    Devíamos para de usar essa expressão e valorizar a língua portuguesa.

    Por que não substituir “fake news” por boatos ?. (por exemplo)

  55. BRL indo pro brejo.

    br.tradingview.com/markets/futures/quotes-currencies/

    Se desse tinha comprado umas doletas há quatro semanas, estaria faturando um $$$ fácil, agora já foi.

  56. Bom, imagine que de repente na Grécia Antiga, durante o período democrático – onde os cidadãos poderiam discutir livremente suas ideias e argumentar com outros cidadãos, de modo que a melhor argumentação e a melhor retórica ganhasse – se levantasse um indivíduo influente o suficiente para selecionar quais discursos seriam considerados bons e maus, quais são contrários ao regime democrático ou não.

    Nesse mesmo regime, em um belo dia, surge um moço hipotético em uma situação hipotética, que conseguiu vencer todos os demais argumentadores e provou que o a democracia não é boa, mas que o melhor tipo de governo é o totalitário, onde somente uma pessoa seria ouvida e ela que conduziria os destinos de todos. Bom, claro que é um exemplo um pouco extremista, já que essa ideia possivelmente nem seria discutida e caso fosse, seria muito bem combatida. Mas, essa ideia, mesmo sendo ruim, deveria ser considerada, já que na situação hipotética, ela não foi contrariada.

    Entretanto, o que ocorre de fato é que na Grécia Antiga existiam pessoas responsáveis por julgar crimes cometidos e aplicar penas às pessoas, desde a mais básica até a mais elevada. Uma das penas era o ostracismo, onde a pessoa que oferecesse algum risco à democracia seria exilada por 10 anos. Por isso, a argumentação de que a democracia não era boa, mas que um regime totalitário seria o melhor, mesmo sendo absurda, não seria bem vista por toda a população, e com certeza, aquele indivíduo não passaria desapercebido por todos os integrantes daquela comunidade.

    O que estou querendo dizer aqui com esse discurso que parece um pouco prolixo, é que, mesmo que em um Estado existam repartições responsáveis por julgar crimes conforme um código de leis previamente estabelecidos, a função de escolher ideias que sejam corretas ou incorretas, boas ou más, é o senso crítico e a capacidade de argumentação das pessoas que ouvem tais ideias. Aqueles que não possuem argumentos fortes o suficiente para provar que algo não é bom, infelizmente utilizaram de recursos extras para barrar tais ideias (mesmo que sejam absurdas ou pueris), buscando sempre para-las em nome da manutenção do “estado democrático de direito” e da “disseminação do ódio”. Caso alguém naquela situação conseguisse argumentar melhor que o moço hipotético, todos saberiam que aquela ideia era absurda, até que o contrário fosse igualmente comprovado.

    E o pior é que isso de fato aconteceu na Grécia Antiga (existem algumas vertentes que dizem que não), não com a mesma fidelidade do caso hipotético, mas com algumas diferenciações. O acusado, meus amigos, foi Sócrates e o seu julgamento está na obra Apologia de Sócrates, de Platão.

    Portanto, quando as instituições de justiça ocupam o lugar de senso crítico individual na seleção de ideias falsas e verdadeiras, prováveis e improváveis, quer dizer claramente que há um sintoma social em evidência e por vezes obliterado: o da dificuldade do indivíduo de conseguir discernir entre o verdadeiro ou falso! Além do mais, quando a disseminação de ideias é livre, as pessoas têm a possibilidade de ouvir diversas opiniões sobre o mesmo fato e, assim, construir sua visão sobre o assunto, contribuindo para o enriquecimento de todos. Mas, se o indivíduo perceber que em algum momento tudo o que ele acreditou como verdadeiro era completamente falso ou insignificante, ele terá a oportunidade de ressignificar suas bases e compor uma nova estrutura de pensamento só sua…

  57. Mas aí é que está o problema, rsrs. É justamente o fato de a população brasileira sempre empurrar a culpa dos seus erros pros outros, que o típico político tupiniquim tem demanda, aliás, isso serve pras críticas aos próprios políticos também.

    Um cara aleatório mata o vizinho por supostamente “olhar sua esposa”, mas a culpa vai ser do Bolsonaro, cara B mata uma pessoa por simplesmente não gostar dela, mas ele vai culpar o Nine, é sempre assim, só a classe política tem culpa, nunca é o “coitadinho” do “cidadão comum trabalhador, humilde e oprimido”. O grande obstáculo para o desenvolvimento do país é a própria população, sem abolir aquela coisa asquerosa chamada CF de 1988, não vai ter jeito, o país sempre vai ser um ninho de parasitas elevado a níveis gregos ou argentinos, aliás, é por isso que não tem risco de essa bagaça virar Venezuela, o povo irá se revoltar, mas que tipo de revolta é essa, é para defender a liberdade de expressão de cada indivíduo? Não, é porque a porcaria do povo mimado irá espernear pelo fato de a classe política saquear tudo sozinha e não dividir o fruto do esbulho com ele, é algo simples e lógico, parasita vota em parasita!

    O brasileiro não quer liberdade individual, porque sabe que terá que arcar com as consequências das sacanagens que faz diariamente para os seus semelhantes, é muito mais cômodo pra essa gente votar em políticos coletivistas, dando um exemplo bem porco? É como aquele mauricinho delinquente que só faz besteira, a culpa sempre é do pai omisso que passa a mão na cabeça, mas nunca é do rebento que faz a c****a (desculpem pela palavra imprópria, rsrs), sempre há e irá ocorrer a terceirização de culpa, seguida de penas brandas como pagar comida pra desdentado ou fingir que trabalha varrendo rua.

    Aliás, a incredulidade não deveria ser pelo fato do país estar polarizado entre sujeitos de nível cultural baixo como o Bozo e o Cachaceiro, mas sim por conta de as “terceiras vias” terem sido um Coroné totalmente autoritário (Cangaciro) e uma feminista surtada que quer botar na cadeia qualquer pessoa que seja um homem ou um transgênero, apenas porque teve uma vida amorosa fracassada, logo todo mundo que não tenha uma vagina é “criminoso” segundo a brilhante lógica da própria (Simone Boquete), destes candidatos que tínhamos, talvez o mais pró-mercado era o Felipe D’Avila, que sequer superou a outra feminista revoltada (Soraia Trambique) em número de votos. Pouco alentador em termos de longo prazo.

    Em suma, enquanto o brasileiro médio usar a CF de 1988 como subterfúgio para justificar o seu alto e natural nível de delinquência, o maravilhoso Império Corno-Banárnio vai estar na mão da classe política, dos bandidos togados, do PCC, do Comando Vermelho, dos sindicalistas, dos funças, et caterva. Basta apenas criar um código penal manso pros criminosos passionais, prometer cachaça e picanha a sumir de vista pro Seu Esbudegaldo ou tornar natural que a Dona Maryellenn dê calotes em lojas de roupas, móveis, clínicas estéticas e concessionárias da Jeep, por conta de expansão de crédito tão farta, a ponto dos lojistas não poderem sequer processar a dita cuja, que voilá! Temos um dos povos mais autoritários, subservientes e vassalos de políticos do mundo! O brasileiro não é fraco não, fez do Parasitismo, uma terceira-via totalmente eficaz entre socialismo e capitalismo, aliás, encerro o longo comentário com duas frases ditas pelo Seu Esbudegaldo e a Dona Maryellen, usando o clássico “capitalismo pra mim, comunismo pros outros” como exemplo:

    “Picanha e cerveja pra mim, miséria e tiro na cabeça praquele b****”.

    “Jeep Renegade e tratamentos estéticos pra mim, overdose pros tr**** e cadeia pro corno do meu ex-marido que ousou se divorciar de mim”.

  58. Quer dizer que eu posso mentir a vontade sem punição nenhuma? Voces acham isso bom?

    Posso também caluniar e difamar qualquer pessoa ou instituição que eu não seria punido?

    Poderia defender projetos políticos que visem à tortura de inocentes e regimes ditatoriais que seria tudo ok?

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