Durante as últimas semanas, o mundo foi bombardeado
por notícias
de como o governo americano estava lidando com imigrantes estrangeiros que
cruzavam ilegalmente as fronteiras do sul do país. Os pais eram imediatamente
detidos e as crianças eram mandadas para abrigos. As cenas de crianças sendo
separadas de seus pais pelo governo eram realmente tristes.
De início, evitei ao máximo me submeter a este circo
midiático, mas, na última semana, fiquei bastante concentrado no assunto.
Descrevi tudo isso como um circo por causa da
histeria envolvida. Todos, desde a ala fanática por Trump até os
ultra-progressistas politicamente corretos, passando pelos libertários e até
mesmo a primeira-dama Melania Trump, embarcaram com furor nesta montanha-russa
emotiva. O evento está sempre nas primeiras páginas dos jornais e ocupa
praticamente toda a duração dos programas de rádio e TV. Até os jornalistas da
burocrática estação de rádio NPR, de maneira
inédita, demonstraram audíveis sinais de alguma emoção.
No entanto, após uma semana acompanhando atentamente,
embora relutantemente, os eventos, eis o que constatei: sem exceção, não houve
absolutamente nenhuma cobertura sobre o motivo de estas pessoas da América
Central estarem arriscando suas vidas para fazer esta jornada extremamente
perigosa.
Elas abandonam tudo em seus países e arriscam suas vidas
e as de suas famílias em uma travessia arriscada para tentar entrar em um país
onde irão enfrentar um governo hostil e no qual nem sequer falam ou compreendem
o idioma local.
Mais ainda: ao passo que mexicanos vêm cruzando as
fronteiras desde que os EUA anexaram
o Texas em 1845 e roubaram a metade norte do
México em 1848, a imigração para os EUA de pessoas da América Central é um fenômeno relativamente novo.
Se ao menos soubéssemos o que realmente está
causando este recente e extremamente arriscado fenômeno imigratório, seria mais
fácil tentar interrompê-lo e acabar
com toda a histeria. No entanto, a mídia não parece estar interessada em
descobrir as causas deste efeito. Não
é possível que ela não tenha inteligência suficiente para reconhecer que
efeitos possuem causas.
A
violência na América Central
Honduras, Guatemala e El Salvador são os principais países
de origem destes imigrantes. E qual a situação por lá?
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os
Refugiados (Acnur) divulgou,
ainda em maio, um alerta sobre o aumento do número de pessoas que estão fugindo
da violência e da perseguição exatamente em Honduras, Guatemala e El Salvador. A
Acnur registrou mais de 294.000 pedidos de asilo e refúgio procedentes destes
países no final de 2017, cifra 58% superior ao ano anterior e 16 vezes maior do
que em 2011.
Os principais motivos relatados para o pedido de
asilo são o aliciamento de crianças e adolescentes para o tráfico de drogas e as
ameaças de morte por traficantes.
Atualmente, El Salvador, Guatemala e Honduras estão entre
os países
mais violentos do mundo. Além de terem alcançado índices de violência e
criminalidade que estão entre os mais altos do mundo, sua taxa de homicídios supera
a de vários países em guerra. Dos países que não estão em guerra, El Salvador se
tornou o campeão mundial da violência em 2015.
O que se sabe é que o avanço do crime organizado
relacionado ao narcotráfico, aliado aos altos índices de pobreza que afetam a
grande maioria da população, transformaram estes países em corredores do
tráfico de drogas para os EUA. Em muitos casos, as próprias instituições
governamentais estão contaminadas pelos cartéis da droga e pelos grupos
criminosos. Segundo William Brownfield, que
foi secretário-adjunto de Estado para Assuntos Internacional de Narcóticos, traficantes
e gangues criminosas destes três países facilitam o fluxo de até 95% de toda a
cocaína que chega ao território norte-americano. O departamento de Estado dos
EUA assegura que mais de 70% desta quantidade transita por Honduras.
Portanto, temos que a causa direta desta migração é
a violência em seus países natais. O nível de violência nestes países da
América Central aumentou dramaticamente.
Recentemente fiz uma viagem à Costa Rica, que sempre
foi considerado um país tranquilo e pitoresco. Os nativos me disseram que a violência
e assassinatos já se tornaram os principais problemas da nação. Em 2017, o país
bateu
seu recorde de homicídios, com a taxa chegando a 12,1 homicídios por 100
mil habitantes. Isso é maior que Uganda! (Nos EUA, em comparação, a taxa é de
4,9 por 100 mil.) Segundo as autoridades da Costa Rica, nada menos que 73%
destes homicídios está relacionado
ao narcotráfico e à disputa entre gangues.
E, dentre os 20 países com as maiores taxas de homicídios
do mundo, 16
estão ao sul da fronteira dos EUA, ou seja, na América Central, no Caribe e
na América do Sul.
Estes fatos deveriam, no mínimo, nos fornecer uma
forte indicação das causas do atual êxodo dos países da América Central.
A
guerra norte-americana às drogas
Como relatado acima, um grande fator em jogo é a política
de Guerra às Drogas implantada pelo próprio governo americano.
A produção de drogas ilegais ocorre majoritariamente,
e em grandes quantidades, na América Central e na América do Sul. E como o governo
americano utilizou vastos recursos financeiros e militares para interromper o
transporte dessas drogas via barcos e pequenos aviões, os traficantes passaram então
a utilizar as selvas, florestas e desertos da América Central como o principal
escoadouro para os EUA.
Adicionalmente, os cartéis e os barões da droga passaram
a utilizar maciçamente os pequenos países da América Central — cuja polícia é
muito mal armada — como sua base operacional e também para armazenar suas
drogas, armas e, principalmente, seu dinheiro.
Os cartéis utilizam a violência e a ameaça de violência
para intimidar a população local e os governos. Sua operação não requer o
controle de toda a extensão territorial de cada país, mas somente de uma
pequena faixa que sirva de escoamento. Como resultado, a violência se tornou
extremamente concentrada naquelas áreas sobre as quais os cartéis querem ter o domínio
completo. Nestes locais, a vida para quem não está submetido aos cartéis é intolerável.
Esta, aliás, foi a mesma razão para a comoção ocorrida
há alguns anos sobre crianças
desacompanhadas fazendo arriscadas jornadas desde suas casas na América Central
até os EUA. E por conta própria.
Logo, se você se importa com as crianças imigrantes
sendo detidas na fronteira dos EUA e enviadas para abrigos, então você deveria igualmente
se importar com seus assustados e aterrorizados parentes e amigos em seus países
natais.
Alguns acreditam que construir um muro na fronteira
com o México irá acabar com a imigração ilegal. Não
irá. Outros acreditam que a imigração é algo inerentemente maléfico. Não é.
A única maneira de acabar com esse problema é
acabando com a insensata Guerra às Drogas — a qual subsidia e pressiona os
governos da América Central e da América do Sul a manter a proibição. E isso,
por sua vez, apenas enriquece os cartéis.
Eis o que é empiricamente comprovado: violência anda
de mãos dadas com os mercados proibidos pelo estado. A repressão estatal
elimina os produtores comuns, fazendo os preços dispararem e aumentando
enormemente as margens de lucro de quem se arriscar a operar ali. A combinação entre
mercado proibido e enorme lucro potencial atrai pessoas com habilidades
criminosas, fortemente armadas, e dispostas a tudo para ampliar sua fatia de
mercado.
Para compensar o alto risco de se operar em um
mercado proibido, os retornos monetários têm de ser astronômicos. Por
isso, o benefício de se ganhar uma fatia de mercado no comércio de drogas é
enorme. Cada novo cliente pode significar um lucro extra de milhares de
dólares por mês. Cada método que facilite o transporte e reduza custos aumenta
enormemente as margens de lucro.
No final, a indústria proibida passa a ser dominada
por quadrilhas fortemente armadas, e a inevitável consequência são os conflitos
violentos entre os concorrentes e a busca por expansão territorial, o que
envolve aterrorizar as pessoas inocentes que habitem esses territórios. Assim,
a violência vai se alastrando por toda a sociedade dominada.
E aí o ciclo se perpetua: leis antidrogas fazem com
que sociopatas possam ganhar milhões por ano vendendo drogas. E esse dinheiro será
usado para adquirir armas poderosas, contratar capangas e assassinos
profissionais, subornar policiais e, com isso, ampliar ainda mais seus domínios
e poderes.
Acabar com a Guerra às Drogas não só acabaria com as
astronômicas margens de lucro dos barões das drogas, como também faria muito
para reduzir as altas taxas de violência e homicídio. A vida na América Central
poderia então retornar a algum estado de normalidade. Consequentemente, haveria
também um grande aumento no investimento estrangeiro nestes países, o que iria
criar empregos e riqueza, duas coisas extremamente necessárias nestas nações.
Com efeito, isso estimularia uma migração dos EUA para os países da América
Central, criando ainda mais empregos nos setores de serviço e da construção
civil.
Até lá, apenas confie em seus instintos de mercado e
não confie nem no processo político e nem na mídia para fornecer respostas às
suas perguntas.
O que é fascinante no estudo da economia é que, no final, quase todos os fenômenos observados no mundo estão direta ou indiretamente ligado às consequências não-premeditadas da ação humana – e, mais especificamente, da ação de políticos.
Sobre Honduras, vale uma observação que não tem ganhado a merecida atenção: no departamento de Olancho, que era um dos mais violentos do país, foi criado um grupo paramilitar que está aniquilando todos os traficantes e bandidos da região. Esse grupo anda fortemente armado pela região, com armas a mostra e cintos com munição. Consta que os bandidos fugiram de lá. As autoridades, obviamente, negam tudo (pois isso mostraria que indivíduos privados são mais eficientes que sua polícia).
tiempo.hn/primeras-acciones-del-supuesto-grupo-armado-olanchano-circulan-redes/
tiempo.hn/grupo-armado-olanchano-anuncia-saldra-las-calles-matar-descuartizar-ladrones/
elperiodico.hn/2017/07/11/supuesto-grupo-armado-olancho-anuncia-matanzina-criminales/
http://www.primiciahonduras.hn/pn-aclara-grupo-armado-en-olancho/
Todo vez que vejo qualquer coisa relacionada com “A guerra as drogas”, me vem na cabeça a queda da Bastilha em 1789, na tão decantada Revolução Francesa.
Na prisão da Bastilha, apenas havia lá um nobre devasso condenado a morte por sodomia. O venerável Marques de Sade. Por sinal, acusado por uma prostituta.
Hoje os governos patrocinam os movimentos que se dedicam a algo, digamos, semelhante. Para mim, se não fosse com o dinheiro dos meus impostos, sem problemas.
O relatado me induz a cogitar a possibilidade de que daqui a cem anos os governos estarão patrocinando as drogas. Afinal, cada época elege seus demônios.
Abraços
Diagnóstico ok, solução errada. Libertários mais uma vez sendo idiotas úteis da esquerda, a qual objetiva a legalização das drogas a fim de acelerar a degeneração da sociedade. É muita ingenuidade achar que os criminosos deixarão de ser criminosos, violentos, por serem legalizados, por receberem um carimbo do estado (que vocês dizem desprezar).
Ótimo e sucinto artigo sobre causas e consequências. Embora eu seja um defensor da proibição das drogas (sendo essa a única intervenção estatal que apoio rsrs), confesso que não sei como manter o atual arranjo sem que ele custe a vida de inocentes. E isso realmente me entristece.
Alguém sabe de alguma maneira de manter a proibição e ao mesmo tempo não empoderar quadrilhas e não matar inocentes?
Concordo com autor a respeito da violencia que e gerada pela guerra as drogas, mas a violencia nao vai acabar liberando as drogas. Como alguns comentaram, os bandidos irao mudar para outras coisas ilegais o que ira gerar violencia do mesmo jeito. E ai vem a ideia libertaria de nao tornar nada ilegal, mas para isso acontecer milhares de coisas/leis/etc teriam que mudar, como ja demonstrou este site com varios artigos. Portanto nao concordo com o autor que esta solucao simples ira diminuir a violencia citada. Na minha opiniao o porte legal de armas e a abertura economica iria diminuir a violencia.
É deprimente.
Enquanto isso Trump tenta construir o seu muro invisível impedindo que tais pessoas consigam asilo os taxando de criminosos. Seus seguidores o aplaudem entusiasmados imaginando que ele está cumprindo o que prometeu durante sua campanha mas não conseguem e/ou não querem entender que de nada adianta impedir a entrada dessas famílias em solo americano porque tais famílias não são as culpadas pela má reputação de seus países. Enquanto a solução de tal comportamento não for propriamente endereçada tudo continua na mesma. O americano continua oferecendo a demanda e os países da America do Sul e Central a oferta. O Americano continua enxergando os latinos como bandidos enquanto consomem cocaína no conforto de suas casas.
O governo dos países pobres sai ganhando mantendo a população em estado deplorável impedindo que eles prosperem, enquanto isso recebem propinas enormes dos cartéis, impõe uma carga tributária pesadíssima ao mesmo tempo que continuam proibindo a livre comercialização de drogas tornando assim os traficantes cada vez mais ricos. E assim engrenagem gira.
A falha esta nestas republiquetas de quinta em combater criminosos. A guerras as drogas nas Filipinas esta funcionando muito bem, infelizmente nunca vai ser aplicado no ocidente.
Bastante simplório este raciocinio de que a solução ´pe acabar com a “guerra as drogas”, ppmente quando em paises onde o consumo é mais liberado como na Holanda, as consequencias são o crescimento de um narco estado dentro do estado (vide: Por que o sindicato da polícia da Holanda afirma que o país está virando um ‘narcoestado’?
em goo.gl/En3NXY e Uruguai legaliza a maconha e crimes, tráfico e homicídios aumentam em goo.gl/ZtdDUt entre outros) .
Deste modo, o que impediria os EUA se tornarem um narcoestado ou a expansão de carteis mexicanos se tornar mais agressiva, já que o consumo é uma bandeira ideologica e politica? Qual seria o custo desta possibilidade e as consequencias e escala planetária, ppmente após a experiencia Obama?
Porque estas opiniões jamais estão acompanhadas de alternativas como as camonhas contra o tabaco que reduziram barbaramente o consumo e garantiu efeitos economicos tangiveis e adesão popular, da academia, da ciencia e desgovernos?
Talvez mais seriedade e menos militancia seria adequado para o trato desta questão
Embora seja totalmente incapaz de acabar com as drogas, a ação do governo é muito eficiente para aumentar os preços delas, garantindo assim que todos os traficantes se enriqueçam enquanto inocentes são assaltados, sequestrados, roubados e assassinados. O nível urbano da criminalidade relacionada às drogas só aumenta. Ela deteriora a vida das pessoas decentes, fazendo principalmente com que os pobres, as mulheres e as crianças vivam em estado de terror permanente.
Se a descriminalização das drogas significasse apenas uma drástica redução na violência urbana — e isso de fato aconteceria — já seria um motivo mais do que suficiente para apoiá-la. Não temos o poder de impedir que viciados usem drogas, mas podemos fazer com que apenas eles se dêem mal no processo, além de liberarmos a polícia para se concentrar no combate aos verdadeiros crimes: aqueles cometidos contra a pessoa e contra a propriedade.
Existem muitos vícios que não devem ser criminalizados. Impor a lei moral contra esses vícios é função das famílias e das igrejas, não de políticos. Mas, atualmente, quem está no comando dessa função são as inúmeras gangues urbanas das várias grandes cidades do mundo. Deixá-las no comando representa a completa abdicação das nossas responsabilidades individuais — uma humilhação suprema —, além de abrir caminho para um completo autoritarismo.
Parece até, que legalizar drogas em tempos atuais seria uma boa coisa. Plantar coca é plenamente legal, na Bolívia do narcoíndio Evo Morales. O ópio foi plenamente legal, na China das décadas finais do século XIX e décadas iniciais do século XX; a sociedade chinesa foi arruinada e empobrecida, com tal droga legalizada. A vizinha Colômbia, menos de vinte anos atrás deu parte de seu território para as FARC administrarem e plantarem drogas à vontade, mas abandonou tal desastrosa política.
Por sinal, no site http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=31773&cat=Artigos&vinda=S , eu escrevi há mais de dez anos, estas sentenças: “Esta nova proposta, de legalizar as drogas, vem dos mesmos que aprovaram as desastrosas leis. Todas com nobres suposições. E todas com o resultado de aumento do crime. Uma mídia cúmplice, se nega a falar alguma verdade sobre este assunto.
Para começo de conversa, não foi por acaso que se proibiram as drogas. Vale lembrar que tanto no Brasil, como nos USA, cocaína era plenamente legal em 1910. A coca-cola em sua fórmula original, continha cocaína. Sigmund Freud era um usuário conhecido da cocaína. Cármen Miranda também.
A cocaína e demais drogas, foram proibidas não para incentivar o consumo nos morros ou aumentar o crime. As drogas foram proibidas, com o fim de proteger a saúde física e mental da sociedade. Os recentes casos de drogados que mataram os próprios pais, bem mostram o que a droga faz em certas mentes. Fato mais comum é o consumo de drogas, por parte de menores abandonados.
Tanto faz se as drogas são legais ou não. O efeito delas no organismo é o mesmo. Admito que há pessoas, nas quais as drogas ditas ilegais, não tem grande efeito maléfico. Na maioria dos casos, elas são um desastre.
É fato conhecido o sucesso de drogados na política (FHC, Fernando Gabeira, etc.) e no mundo das artes (Elvis Presley, Raul Seixas, etc.). Tanto na arte como na política, deve-se fingir o que não é, não se cumprem horários, etc. Nos demais trabalhos, os drogados são um desastre total. Quando se deve cumprir horários e ser verdadeiro, o drogado é um desastre total. Caso duvide, converse com a família de um drogado e veja o seu lamentável desempenho nos estudos e no trabalho.
Além do efeito maléfico sobre a sociedade, a droga legalizada terá um efeito ainda mais maléfico sobre a política brasileira. Ora, é evidente que tendo cocaína a US$1 aqui no Brasil, e a mesma quantidade de cacaína custando US$100 nos USA, haverão pessoas fazendo tráfico internacional de drogas. Com um negócio tão lucrativo, eles vão financiar campanhas políticas, para terem acesso ao poder. Já está acontecendo. É notório o financiamento de traficantes a políticos. Em outras palavras, tão logo as drogas sejam legalizadas, os traficantes serão o único poder no Brasil. Eles simplesmente vão nos governar. O objetivo nacional número um será manter a droga sendo exportada para o exterior. Todo o resto será secundário ou esquecido. Caso duvidem disto, vejam a situação da “Farclândia” na vizinha Colômbia. Aonde estão o bem estar social, a paz ou o progresso? Toda a riqueza e o poder da Farclândia estão na mão dos traficantes. O povo vive na miséria e quem reclamar da situação, sabe que será morto de imediato. Algo similar ocorre nos morros cariocas, desde a primeira administração de Brizola (1983-1987).
Eu concluo aqui dizendo, que esta “solução” de legalizar a droga, é apenas mais um desastre esquerdista. A legalização da droga colocará o Brasil, ainda mais nas mãos dos traficantes de drogas. Ela semeará apenas a desgraça e a miséria, como tem feito tanto na Colômbia, quanto nos morros cariocas. Legalizar as drogas irá apenas beneficiar os traficantes e seus áulicos políticos. Para todo o resto, apenas restará ainda mais desgraça.”
Eu sei que muita gente vai duvidar, que uma vez legalizadas as drogas, o Brasil ficará (totalmente) nas mãos dos narcotraficantes. Foi exatamente o que ocorreu no Peru de Alan Garcia, lá nos anos 1980. Também na Bolívia do narcogeneral Garcia Mesa, lá nos anos 1970. Convém lembrar também do Afeganistão dos talebães, menos de 20 anos atrás. Tal e qual as FARC da Colômbia, os talibães são uma narco-guerrilha. Não acho sinceramente, que a China dos anos 1860 a 1930 ou a Bolívia de Garcia Mesa dos anos 1970 ou o Afeganistão do Mulá Omar ou qualquer outra narcocracia (governo de narcotraficantes) do passado distante ou atual seja um modelo de progresso, honestidade ou desenvolvimento a se seguir.
É um tema espinhosos e dificil.de ser tratado qdo se debate.
Primeiro porque cocaína e crack fazem.muito mal.quamdo usados de forma continua, o individuo.qdo fica viciado não deixa para usar nos fins de semanas ou no happy_hour o viciado acorda na segunda e dalhe sem responsa ou critierio nenhum, nego fuma e cheira ate acabar o dinheiro, esquece ate de dormir e comer.
Segundo essa abordagem de drogas que ve o viciadocomo um coitado tmb ta errrado, pq nao coloca ele sob respnsabilidade, o viciado hj em dia nao tem medo nem de policia, alias se policia da tapa na cara de viciado na .biqueira eles vao la fazer b.o contra.
Terceiro vagabundo vai continuarexendo com coisa com roubo de carro, com assalto a carrro forte banco estelionato, vagabundo paga 30mil em jfuzil pra ficar se achando, se ele investisse na educacao da familia, em saude.. mas nda os cara ganham pra toma vodka e pagar de grandão nas favela com carro clonado.
Quarto, tem q construir penitenciaria mesmo, o cara no brasil. So vai preso se tem condenacao maior que 4 anos, a cadeia tem q ser o espaco mais democratico da nacão do rico ao pobre, preto ao branco se for condenado tem q pagar cadeia sim..
No cenário proposto o uso de drogas iria aumentar. E aí isso iria recair sobre o SUS. Quem irá pagar essa conta bilionária?
Creio que o texto é altamente falacioso, afirmando que um livre mercado seria a solução contra às drogas e, consequentemente, à crise migratória.
Quem é criminoso, seja no tráfico, seja na política ou qualquer ou outro mercado: não se submeteriam às leis! Estas pessoas não apreciam e não respeitam ás leis e, portanto, são intolerantes com a democracia.
Não é, no mínimo, inteligente afirmar que a violência do tráfico é consequência. Senhores, não me façam rir: a violência do tráfico é modus operandi! Assim como de regimes totalitários: está conosco ou contra nós e, contra nós não pode existir!
Uma questão que se impõe: O que aconteceu com os valores morais da sociedade, que não consegue refletir sobre o que é bom e mal? Pois a maneira mais de acabar com mercado (legal ou ilegal) é neutralizar sua demanda. Quem iria traficar se não houvesse consumidor?
Indo além dos argumentos utilitários, simplesmente não é um arranjo aceitável que seres como José Serra, Eduardo Cunha e Renan Calheiros tenham a palavra final sob o meu consumo, minha produção e as trocas voluntárias que eu faço.
Eu gostaria de ouvir a análise do autor sobre o efeito inverso do combate às drogas nas Filipinas: lá em 2017 os crimes reduziram 23% em média, sendo que em algumas regiões essa redução chegou a 58%. Essa redução acentuada aconteceu após as politicas duras de Duterte contra as drogas.
Outro ponto que eu gostaria de entender é o seguinte: não seria contra a liberdade liberar as drogas, ja que estas tiram toda a liberdade de quem as consome e das pessoas ao seu redor.
Vejo essa perda de liberdade advinda das drogas como uma “Consequência não premeditada” da defesa desta liberdade. A liberdade total não seria a total falta de liberdade nesta seara?
Acho que a raiz do problema não é a guerra contra as drogas, mas sim as políticas estatais gramscianas e progressistas que incutem o banditismo é o espirito revolucionário na sociedade. Acho que isso sim é a raiz do problema.
Aguardo vossos comentários, mas sem algoritmos argumentativos: estes eu já conheço e não respondem os questionamentos acima.
Posso mandar esse artigo pro Quebrando o Tabu? Eles vão adorar.
Esse problema vai longe. A esquerda acha que a solução é liberar, mas nem tanto… manter o Estado como regulador, dando carteirinhas a usuários, escolhendo quem produz, taxando e determinando o local de uso; ou seja, rico pode usar, pobre que se vire com os traficantes. A direita (entenda-se os conservadores estadistas) não podem ouvir falar a palavra maconha que surtam, é vagabundo, tem que prender, tem que matar e tem que proibir. Nisso, as liberdades individuais ficam totalmente esquecidas.
Eu seria a favor da liberação das drogas desde que liberem também o direito ao porte irrestrito de armas e ao direito de matar qualquer vagabundo em nome da defesa da minha vida e propriedade e de outros.
Eu acho que não dá para discutir a liberação das drogas como um ponto isolado. Se querem defender a liberdade de vagabundos maconheiros quero também que ao mesmo tempo defendam a liberdade da legítima defesa, a liberdade do feto a liberdade economica.
É muita ingenuidade e um erro de estrategia defender as liberdades secundárias antes das liberdades básicas, que hoje não temos. Estamos deixando os inimigos nos dominarem pelas bordas quando discutimos drogas antes do porte de armas e aborto, estas sim seriam lutas profícuas.
Para se acabar com o consumo de drogas a saída é acabar com o consumo, ou seja, com os viciados. E a melhor maneira de realizar tal intento é com a educação das gerações mais novas e a liberação total e irrestrita de todas as drogas para os viciados. Os primeiros, não consumirão drogas no futuro (teoricamente), e os segundos irão se entupir de drogas e irão se auto-exterminar gradativamente.
A liberação total das drogas também futuramente iria resolver o problema da violência; basta o estado facilitar ao máximo a abertura de empresas de comércio de entorpecentes, com isenção de impostos, acompanhada de uma campanha para estimular os traficantes a se legalizarem para trabalharem sem o incômodo estatal. Porém, já que ética e sentimentos cristãos não são muito comuns entre bandidos, nada vai impedir que tais traficantes, agora legalizados, disputem entre si o domínio do mercado inclusive guerreando entre si, com as inevitáveis mortes, chacinas e assassinatos dos concorrentes. Futuramente, o tráfico de drogas, agora legalizado, vai estar bastante debilitado, pois aqueles que estão vivos ainda terão de mudar de ramo se quiserem sobreviver, e o restante vai estar ou na cadeia, ou no cemitério.
E eu, só observando.
Lendo os comentários deste site vejo a que ponte a direita conservadora chegou. Não escondem sua psicopatia e vontade de chacinar milhares de pessoas inocentes – usando como exemplo o presidente filipino – e caindo no papo furado que famílias inocentes latinas merecem ser tratadas como criminosas pelo Estado – criminoso – americano.
Mais pessoas foram mortas pela guerra às drogas aqui do que o comunismo matou na América Latina.
Ninguém sensato delega a políticos puramente a guerra contra as drogas. Isto é papo de sem noção. A família, especialmente, tem o papel, e um papel essencial. Religião depende de crenças da pessoa. Religião por si já é uma droga, mas branda. Agora, a guerra contra as drogas tem que envolver mais mais que família (que muitas vezes podem ser desestruturadas, desleixadas ….) e religião, ou a ideia simplista de liberar arma para o indivíduo “matar vagabundos”. É nesse ponto que a função do Estado se sobressai, é a repressão contra comportamentos extremamente danosos e intoleráveis para a sociedade como são as drogas pesadas. A questão das drogas envolve efeitos que nem os esquerdopatas e nem libertários histéricos profundamente empombados de falsa filosofia conhecem. Há fatos que eles desconhecem, pois está além do campo de percepção limitado deles. Drogas (pesadas) é algo que deve ser dito NÃO, ou seja, deve ser ilegal mesmo. Essa defesa de liberdade intransigente para tudo como se fosse um valor absoluto é pura masturbação mental de cabaços. Os corajosos de internet.
Não coloquem tendências no meu texto que não existe. O que eu me referi é: "Ninguém sensato delega a políticos puramente a guerra contra as drogas.". Está implícito que há um conjunto de fatores que devem entrar no jogo, o problema é que vocês acreditam na exclusão do Estado, e política, em razão de que vocês, inocentemente, arranjaram um demônio: o Estado e suas atividades. Para os esquerdopatas são os burgueses capitalistas. Não é porque um indivíduo supõe que o Estado deve ter alguma intervenção em algumas áreas, que ele está delegando a políticos a função de manter a moralidade, ou terceirizando-a. Nem é possível isso aí, porque o problema das drogas se resolve, especialmente, com a força de vontade da pessoa e relações interpessoais. Isto, de ser adorador de políticos, é uma acusação rasteira típica de libertário histérico profundamente empombado de falsa filosofia.
Essa frase, "De minha parte, um cara que afirma que irá se armar até os dentes para matar traficantes e viciados merece muito mais respeito que um covardão que quer terceirizar esta tarefa para políticos.", é só 8 ou 80, ou seja, de um lado seria um conservadorismo vulgar, e de outro um esquerdismo que ainda acredita que a engenharia social é possível. Não tem nada a ver essa comparação, ou tem a ver numa ilha de fantasia dos libertários histéricos e esquerdopatas.
Infelizmente, deve-se dizer, que há limites que se deve dizer NÃO. O NÃO aqui é uma força cogente mais ampla que o indivíduo, ou pequenos grupos que se impõe em micro-arranjos. São determinados comportamentos que a sociedade como um todo, ou como maioria, não deve suportar, por intermédio das instituições do Estado. Traficante de drogas pesadas é desses, conforme a minha perspectiva, pois isso trás enormes repercussões na saúde tanto psíquica quanto espiritual. O problema vai além da análise econômica. Quando se referem que há consequências não-premeditadas, isto deve ser considerado em uma perspectiva bem mais abrangente do que supostas consequência empíricas na economia.
E outra coisa, a conclusão do autor é simplista: "A repressão estatal elimina os produtores comuns, fazendo os preços dispararem e aumentando enormemente as margens de lucro de quem se arriscar a operar ali. A combinação entre mercado proibido e enorme lucro potencial atrai pessoas com habilidades criminosas, fortemente armadas, e dispostas a tudo para ampliar sua fatia de mercado. Ele parte do pressuposto econômico, ou seja, mercado proibido atrai pessoas criminosas. Eu não duvido que isso é um fator concreto. Só que vai além disso, o mercado de drogas atrai gente de pior qualidade, em essência ele é um mercado corruptor, em que corruptores e violentos inatos vão se afinizar. Aplicar princípios liberais da economia normalmente julgo ser temeridade a esse comércio.
Vocês misturam cueca com bunda, aplicar liberalismo em tudo, até para uma porcaria que não vale nada, que degenera o ser humano como as drogas. Até para liberalismo tem limite. Agumas susbstâncias devem ter algum nível de regulação, ou proibido, ou proibido em certa quantidade. Se o Estado não servir para isso, então não serve para nada, mas essa é a visão de muitos de vocês.
Como diz o açougueiro, vamos por partes.
Primeiro, a lei que separa imigrantes ilegais de seus filhos foi do esquerdista Clinton, as fotos de crianças em locais que lembram viveiros são do tempo do esquerdista Obama e Trump está tentando revogar essa lei sofrendo oposição dos esquerdistas democratas.
Segundo, a guerra às drogas é uma das causas da imigração ilegal, mas não é a única. O fim da guerra às drogas poderia talvez diminuir a imigração ilegal, mas esta não acabaria.
Terceiro, é verdade que a guerra às drogas aumenta os lucros e o poder dos traficantes e de muitos outros envolvidos nos dois lados dessa guerra: existe uma indústria das drogas, mas também existe uma indústria do combate às drogas.
Interessante observar que as drogas e o narcotráfico só começaram a ser um problema (ou um grande problema) depois que começou a guerra às drogas. Até nos filmes (antigos ou de época) essas temáticas só surgem da década de 70 em diante.
Porém, o traficante não é criminoso apenas por causa da guerra às drogas (não é “vítima da sociedade”); acabar com a guerra às drogas diminuiria a renda dos hoje traficantes, mas parte deles continuaria senso criminosa por pura sociopatia.
Quarto, é uma situação complexa e sem solução simples e fácil, tudo tem “poréns”.
De um lado temos esquerdistas querendo liberar as drogas (mas com o Estado continuando a ser o responsável pela saúde total de todas as pessoas e passando a controlar o mercado de drogas) como parte de seu projeto ideológico de reengenharia social;
Do outro lado temos estatistas que são contra a liberação por que consideram os corpos e mentes das pessoas como propriedade estatal (como todos pagam pela saúde de todos, então todos são obrigados a cuidar de sua saúde conforme um ideal imposto).
Ou seja, sendo contra ou a favor da liberação imediata e total de todas as drogas, nós podemos estar fazendo o jogo de estatistas.
Todo mundo tem hábitos que outros consideram inadequados; liberdade genuína inclui a liberdade de “errar”, como explicou Hayek: dizer que alguém é “livre para fazer o que quiser desde que outros concordem” não é liberdade. Nem tudo o que é ruim deve ser proibido e nem tudo o que é bom deve ser obrigatório.
Dizer que a liberação aumentaria o número de viciados é parcialmente inválido. A maioria das pessoas não consome porque não quer, não porque é proibido; apenas uma parcela de não usuários experimentaria se fosse liberado e apenas uma parcela destes se viciaria; de qualquer forma, cada indivíduo deveria ser responsável por suas ações.
Os verdadeiros liberais defendem a liberdade responsável: cada um deve ser livre para fazer o que quiser para buscar a felicidade e/ou o sucesso, desde que não prejudique outros sem o consentimento deles e que arque com os custos e consequências negativas de suas decisões.
Já os esquerdistas (incluindo os left-libers) querem liberdade irresponsável: “Eu posso fazer TUDO o que eu quiser, ninguém manda em mim, quem me critica é preconceituoso”; mas na hora de arcar com os resultados de suas decisões, “eu sou vítima da sociedade, vocês TEM que me ajudar” e todos são obrigados a pagar para poupá-lo dessas consequências.
Por outro lado…
Na atual conjuntura, apenas um país liberar as drogas enquanto os demais continuam a guerra às drogas não fará com que o crime organizado internacional o use como base industrial e logística? Como prevenir ou remediar isso?
Como liberar as drogas sem contribuir para a reengenharia social da esquerda? Como mitigar os efeitos de décadas de intervencionismo estatal neste e em outras questões?
Liberar as drogas com o Estado sendo o responsável pela saúde de todos, com a restrição às armas e outros intervencionismos na economia e na nossa vida pessoal e profissional, para não falar da cultura esquerdista/positivista, não é autossabotagem?
Não há problemas mais urgentes e que devem ser resolvidos primeiro para então termos condições de resolver o problema das guerras às drogas sem piorar ainda mais a situação?
Não estou argumentando, apenas questionando.
A guerra as drogas é cheia de erros. Isso terá que ser corrigido. Mas não tenho opinião formada sobre como e quando exatamente. Porém, é necessário uma mudança cultural.
* * *
Eu entendo o argumento, e parto do princípio que nunca usei drogas porque meu pai disse pra eu não usar.
Existem números que comprovem esta teoria, por exemplo, onde a maconha foi liberada, o número de crimes caiu?
Como está a Holanda hoje em termos sociais depois de décadas de drogas liberadas?
Como costumam dizer, todo o problema complexo tem uma solução simples, fácil de se implementar e via de regra errada…
La legalización de la marihuana eleva la violencia entre narcotraficantes en Uruguay
La venta controlada de cannabis ha provocado un aumento de la violencia, sobre todo ligada al narcotráfico
elpais.com/internacional/2018/08/09/actualidad/1533827324_546108.html
Nada como a prática para destruir teorias
g1.globo.com/mundo/noticia/2018/10/20/caravana-de-migrantes-exaustos-e-famintos-milhares-de-hondurenhos-chegam-ao-mexico-rumo-aos-eua-em-busca-de-emprego-e-seguranca.ghtml
“Em Honduras, temos medo de morrer de fome ou assassinados pelas maras (gangues). Por isso, quando ouvi sobre a caravara de migrantes, decidi deixar tudo (e me juntar a ela)”.
A pobreza e a violência das maras, gangues que atuam em alguns países da América Central, são os dois motivos citados para ter deixado para trás seu país, sua família e tudo o que construíra.
“Só queremos um trabalho. É só o que pedimos. Somos gente de bem, mas no nosso país não há oportunidades”, diz uma mulher que viaja com três filhos e que prefere não ter o nome revelado.
Ela afirma que em Honduras não encontra trabalho. “Além disso, o pouco que se ganha está sempre em risco de ser tomado pelas maras, isso se elas não te matarem. Já mataram meu irmão.”
É necessário que se faça alguma intervenção na questão do tráfico de drogas ilícitas.
Sinceramente, se é o estado ou não que deve fazer isso, a mim como cidadã, pouco importa, pelo menos no momento. O que gostaria é que a violência, conseqüente disso, diminua drasticamente.
Considero essencial que se pesquise com seriedade e competência, os países onde ouve descriminalização ou liberação do consumo, produção, comercialização, etc. Quais resultados essas politicas geraram na sociedade, no país como um todo?
Tenho uma convicção: O ser humano sem limites se destrói. Mas que fique bem claro, é opinião minha.
Um texto tão claro, e, pelos comentários, pouco entendido.
O quê os conservadores e a esquerda têm em comum? Muita coisa, em especial, acreditam mais no Estado do que nas pessoas.
As duas questões parecem não encontrar eco em vários leitores:
Com que direito? Matar uma pessoa porque comeu um quilo de sal, fumou um pé de maconha, comeu um quilo de torresmo, tomou um litro de pinga, cheirou 100 gramas de coca? E se plantar, produzir. vender, foda-se, compra quem quer!
Essa proibição, guerra às drogas, tipo lei seca, funciona? Ou apenas justifica duas violências (a do Estado e a do crime organizado),e dá poder e dinheiro a psicopatas (traficantes e ditadores)?
Com que direito ferram o futuro de crianças e inocentes, para “proteger” marmanjos de si mesmos?