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George Soros quer as redes sociais estatizadas e divulgando apenas ideais progressistas

Nota do editor (26/05/2023)

O controle da internet é parte do amplo projeto de monopólio das ideias progressistas. No Brasil, o PL da Censura tem sido martelado sob os mais diversos argumentos, promovido até mesmo pela necessidade de “regulação democrática”.

O projeto institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, um nome bonito para controle e censura. Apesar da aversão ao PL, o ministro da Justiça, Flávio Dino, já avisou que a internet será regulada de uma forma ou de outra. O controle, inclusive, já começou mesmo antes da aprovação do PL, com casos de ministro do STF censurando o Telegram e ministro da Justiça censurando o Google, por exemplo.

O artigo a seguir mostra a importância do controle das ideias pelos progressistas e como o projeto é levado a cabo nas redes sociais.

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Nota do editor (17/02/2020)

O artigo abaixo foi originalmente publicado em fevereiro de 2018. À época, George Soros estava em campanha aberta — publicando colunas de opinião nos principais veículos midiáticos mundiais — pela censura do Facebook, com o argumento de que a rede era “uma ameaça à sociedade” (tradução: a rede era uma ameaça ao monopólio das ideias progressistas). 

Hoje, Soros voltou à carga e raivosamente pediu a cabeça de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (que também controla o WhatsApp e o Instagram), agora com um argumento bem mais direto: se estas redes sociais não forem controladas (isto é, censuradas), Trump será reeleito. Sim, ele realmente disse isso — e ainda concluiu reafirmando explicitamente que “eu defendo uma regulação governamental sobre as redes sociais”.

Em janeiro deste ano, Soros já havia publicado uma coluna no The New York Times apresentando o mesmo argumento, com a mesma explicitude: ou o Facebook muda, ou a rede irá reeleger Trump — e assim manter os democratas, que são fartamente financiados por Soros, afastados da Casa Branca (um crime, ao que parece).

Ou seja, trata-se do mesmo argumento já apresentado em 2018: as redes de Zuckerberg (Facebook, WhatsApp e Instagram) — que foram instrumentais no Brexit e na vitória de Boris Johnson no Reino Unido —, por permitirem a divulgação de ideias conservadoras, furaram a bolha e, com isso, afetaram severamente o monopólio das ideias progressistas na mídia, monopólio este que sempre foi defendido por Soros. 

E isso está gerando resultados eleitorais que desagradam Soros.

Este imbróglio interessa diretamente ao Brasil porque aqui, assim como lá fora, argumenta-se que as redes sociais estão sendo cruciais para a derrota da hegemonia cultural da esquerda. Essa briga, sob o comando de Soros, ainda chegará aqui. 

Confira, no artigo abaixo, como tempo passou e nada mudou.

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O multimilionário George Soros, o principal financiador de todas as causas progressistas ao redor do mundo, está em campanha aberta contra as redes sociais. Em um artigo para o jornal britânico The Guardian, que vem causando grande repercussão, ele alertou que a sociedade aberta corre perigo por causa das redes sociais.

[Curiosamente, na mesma semana, alguns veículos brasileiros também defenderam a regulação das redes sociais].

O argumento de Soros é, essencialmente, o seguinte:

a) as redes sociais estão sendo monopolizadas por poucas e grandes empresas, como Google e Facebook;

b) tornou-se extremamente simples para essas plataformas utilizar seus enormes volumes de informação para manipular seus usuários;

c) os usuários podem ser manipulados pelas redes não só em relação a suas preferências comerciais, como também em relação a suas preferências políticas;

d) esta capacidade de manipulação política pode se tornar especialmente danosa caso tais “monopólios” privados se aliem a estados autoritários para sabotar os valores das sociedades abertas ocidentais;

e) exatamente por tudo isso, os estados democráticos devem destruir as plataformas das redes sociais mediante impostos e regulações asfixiantes.

Uma parte do diagnóstico de Soros até está correta: as redes sociais de fato têm a capacidade de influenciar politicamente seus usuários e, consequentemente, de torná-los instrumentos de estados autoritários que querem insuflar sua propaganda com o propósito de impor sua ideologia específica, o que pode até destruir as bases da convivência pacífica. Desconsiderar a existência deste perigo seria ingênuo e até desonesto.

No entanto, é igualmente ingênuo e desonesto acreditar — como faz Soros — que estes perigos podem ser resolvidos por meio de uma canetada que outorgue aos “estados democráticos” (na prática, apenas aqueles aprovados por Soros) a competência de controlar as plataformas das redes sociais.

Com efeito, tal ideia não é apenas ingênua e desonesta: ela é extremamente ameaçadora.

Problemas elementares

Soros diz temer uma aliança entre governos autoritários e os grandes “monopólios”[1] das redes sociais, mas, ao mesmo tempo, defende entregar o controle das redes sociais a outros governos — desde que sejam “democráticos”.

Haverá aqueles que não vêem contradição — ou mesmo contra-indicação — nenhuma nessas sugestões: afinal, dirão eles, se as redes sociais forem administradas pelos governos e forem manipuladas a favor da democracia, então a sociedade aberta poderia até mesmo sair reforçada. Ou, em outras palavras, se nós somos bons e morais, não há o que temer em utilizar nosso poder para impor o bem perante o mal.

Por razões elementares, esta tese é totalmente problemática.

Primeiro, comecemos pelo mais básico de tudo: o que ocorrerá se, após tomarem o controle das redes sociais, os governos democráticos se tornarem autoritários? Neste caso, a principal proposta de Soros para combater o mal irá se converter em sua principal força-motriz: querendo vetar a influência de governos autoritários sobre as redes sociais, Soros estará lhes entregando o poder em uma bandeja de prata.

Mas qual a probabilidade de um governo democrático se tornar autoritário ou quase-autoritário? Enorme. De um lado, há o explícito exemplo da Venezuela (e, em menor grau, de Equador e Bolívia). De outro, da perspectiva do próprio Soros, governos como o de Trump e o de Viktor Orbán (Hungria) seriam quase-autoritários. E há também o exemplo da França, que quase foi para Marine Le Pen, de quem Soros é inimigo declarado.

Sendo assim, a pergunta inevitável é: por acaso Soros ficaria entusiasmado se Trump, Orbán ou Le Pen passassem a controlar o Facebook e o Google? É certo que não. No entanto, é exatamente isso o que ele está propondo ao defender que o estado controle as redes sociais.

A segunda razão por que esta tese é insensata: como determinar quais ideologias o governo deve tolerar em seu controle das redes sociais? Se o estado irá utilizar as plataformas das redes sociais para impor ‘valores corretos’ aos cidadãos, será o próprio governo quem irá estabelecer a fronteira entre os valores corretos e os incorretos.

É certo que Soros — progressista inflexível — tem sua opinião sobre quais são esses valores corretos. Com efeito, é até mesmo provável que ele tenha sua opinião sobre o quanto as pessoas podem se desviar desses valores corretos sem que a sociedade aberta se desmorone. Porém, banir de todas as redes sociais aqueles valores que o governo considere disfuncionais equivale a instaurar uma censura digital.

Além dos vários e óbvios perigos derivados de se outorgar ao governo o poder de censurar aquelas idéias que lhe são incômodas, resta a pergunta: como possibilitar um pensamento verdadeiramente crítico quando certos valores (no caso, os progressistas) são decretados como intocáveis ou inquestionáveis?

Se Soros estivesse, junto a Obama, no controle das redes sociais nos EUA, teria ele dado algum tipo de cobertura midiática a Trump ou teria distorcido as redes em favor de Hillary Clinton (de quem ele é amigo fiel)? E por que deveríamos supor que todas as idéias e propostas de Hillary eram preferíveis às de Trump?

Não há espaço para preferir honestamente alguém como Trump em relação a alguém como Hillary? Em que medida um governo democrático com poder de vetar várias opções políticas não irá se converter em um governo autoritário?

Em definitivo, na mais benevolente das hipóteses, George Soros erra ao, de maneira bem intencionada, querer propor um maior controle governamental sobre as redes sociais. Já na pior das hipóteses — que é a mais provável –, ele quer alimentar um alarmismo anti-redes sociais com o intuito de legitimar que os governos as controlem e as utilizem para aprofundar sua agenda progressista.

A real intenção

É fato que as redes sociais, ao se transformarem em meios de comunicação em massa e para as massas, se transformaram também em potenciais meios de manipulação das massas. No entanto, no que isso difere da grande mídia?

As redes sociais são hoje o que já foram os grandes jornais, o rádio e a televisão. No entanto, diferentemente do que ocorreu a essas outras tecnologias, o custo para o usuário de uma rede social é extremamente baixo: ele pode mudar de meio de comunicação, recorrer simultaneamente a vários meios de comunicação, ou até mesmo se tornar ele próprio um meio de comunicação — e tudo isso a um custo quase nulo.

E a verdade é que, mesmo sendo suscetíveis a manipulações, as redes sociais atualmente proporcionam ao cidadão comum muito mais armas para contra-atacar o risco de manipulação das notícias do que jamais proporcionaram a imprensa escrita, o rádio e as televisões.

Sendo assim, então de onde vem este atual pânico em relação às redes sociais? Dado que o eleitor sempre esteve à mercê da manipulação dos grandes meios de comunicação, e dado que a internet proporciona ao cidadão comum muito mais armas para contra-atacar essa manipulação do que jamais proporcionaram os outros meios de comunicação, então por que tantas vozes influentes estão gritando contra as redes sociais, e exatamente com a desculpa de ajudar ao cidadão comum?

É fácil: porque os meios de comunicação tradicionais eram muito mais facilmente controláveis e manipuláveis pelos governos. E é esse arranjo que Soros quer recriar.

Ninguém em sã consciência pode dizer que a mídia tradicional sempre foi de uma imparcialidade e ponderação inflexíveis, e que jamais espalhou notícias falsas (as ‘fake news’). Ao contrário: a mídia tradicional sempre foi claramente percebida pela população como um meio alinhado aos interesses dos governantes da vez.

Logo, o estridente ataque de Soros às redes sociais busca reverter exatamente isso: ele quer recolocar as descentralizadas redes sociais sob as ordens do estado para, assim, restabelecer seu controle político sobre os meios de comunicação — e, com isso, tornar dominante o status quo progressista e social-democrata que ele sempre financiou.

 


[1] O termo ‘monopólio’ está entre aspas porque não há monopólio nenhum neste setor. Não há nenhuma regulação estatal proibindo o surgimento de redes sociais concorrentes. A proibição estatal à concorrência é a definição precípua de monopólio.

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101 comentários em “George Soros quer as redes sociais estatizadas e divulgando apenas ideais progressistas”

  1. Parabenizo o autor pela concatenação dos contra-argumentos, os quais foram surpreendentemente respeitosos, mesmo em se tratando de um indivíduo desprezível como Soros. Isso exige esforço.

  2. O governo teve alguma responsabilidade em relação a extinção do Concorde?

    Ou realmente foi uma decisão de mercado, livre sistema de preços demonstrou isso…

  3. Sobre o controle da internet, a tática é a do sapo escaldado: primeiro só uma regulamentação de leve, com “boas intenções”, para pouca gente reclamar. Depois vai intensificando. Até chegar ao ponto chinês, que é a inveja dos progressistas.

  4. Sempre que alguém aparece falando de “monopólio das grandes empresas”, pergunto qual sistema operacional eles usam nos seus computadores.

    Se a resposta for o Windows (e sempre é), acabou o argumento. O cara pode usar o Linux, de graça, mas prefere pagar para usar o Windows. Não existe monopólio algum, apenas uma empresa que fornece um produto melhor e que, por isso, é escolhido pelos consumidores. Fim.

    A mesma coisa vale para os browsers de internet. No início, a Netscape dominava todo o mercado. A Microsoft se movimentou e lançou o Internet Explorer, que rapidamente dominou mais de 90% do uso, mesmo sendo uma porcaria de programa. Exatamente por ser uma porcaria, surgiram seus principais concorrentes, Firefox e Chrome, que começaram a ganhar mercado até ultrapassarem o IE. Tudo sem regulação alguma, apenas seguindo a vontade dos consumidores.

    Vale uma olhada nos gráficos.

  5. Em 2011, o ditador da Tunísia foi derrubado em menos de um mês após estar no poder por 23 anos. Não há dúvidas sobre como os oponentes de seu regime conseguiram derrubá-lo. Duas palavras descrevem tudo: Facebook, Twitter.

    Essas duas redes sociais permitiram que os manifestantes tomassem as ruas, organizassem a oposição, recrutassem novos manifestantes e sobrepujassem as forças policiais e militares.

    Não há dúvidas de que, caso o governo tivesse optado por utilizar metralhadoras para reprimir os protestos, ele provavelmente teria conseguido suprimir a rebelião. E se ele tivesse combinado metralhadoras com o fechamento completo da internet, ele teria conseguido aniquilar os protestos, literalmente e digitalmente.

    Porém, para conseguir fazer isso, o regime teria de ter agido de modo extremamente rápido, e tal medida certamente geraria uma ampla condenação internacional. Ademais, isso teria criado uma oposição permanente, pronta para se rebelar novamente.

    Hoje, as forças de oposição a qualquer regime estão conectadas. Isso nunca aconteceu antes na história do mundo. As massas podem se comunicar instantaneamente com outras pessoas de ideias iguais. O preço? Um computador e uma conexão de internet.

    Nos tempos da União Soviética, ainda na década de 1960, os líderes teriam aplicado aquele grau de força sem hesitar um minuto. Porém, não estamos mais na era da União Soviética. Estamos vivendo a era digital, e praticamente nada pode ser mantido escondido do público por muito tempo. Se um tirano é fraco, isso rapidamente se torna conhecimento geral. Há poucos Golias e vários Davis online.

    Do ponto de vista econômico, isso é fácil de explicar. Quando o custo de uma mobilização política cai, a demanda por ela aumenta. Quando as pessoas conseguem mobilizar milhares de manifestantes sem fazer uso de qualquer agência de comando central e sem ter qualquer organização que possa ser infiltrada e subvertida, elas ficam na posição de impor enormes danos políticos a qualquer regime existente, desde que o regime de fato seja corrupto, tirânico e odiado.

  6. Richard Gladstone de Jouvenel

    Quando ouço o velho Soros usando com oportunismo o termo sociedade aberta, até no nome da sua ONG, fico com a impressão de que sir Karl Popper vai acabar se levantando do túmulo para refutá-lo…

  7. SATANÁS DE BRUXELAS

    Olá turma do progresso !

    George Soros é o nosso braço direito aí na superfície, ele é o maior fomentador dessa esquerdalha doente e recheada de idiotas úteis (ah, como eu adoro esses idiotas…), estamos orgulhos dele aqui no 13.º sub-solo do inferno.

    Faremos de tudo para o sucesso dele e dos nossos adoráveis metacapitalistas, pois são eles que estão viabilizando a destruição da civilização cristã e tradicional, abrindo desta forma caminho para o totalitarismo na versão globalista (ou islâmica, tanto faz) e a tão almejada ERA das TREVAS.

    Saudações satânicas !

    SATANÁS DE BRUXELAS

  8. Capitalismo de Bem Estar

    Nós já estamos experimentando esse controle da comunicação.

    O resultado foi uma dominação completa da mídia pela esquerda.

    A mídia tradicional e as concecionárias de TV fazem propaganda ideológica dia e noite.

    A internet é apenas um espaço para se debater a realidade. A mídia quer pautar o debate, por isso ficam falando mal do debate na internet.

    A esquerda ficou p da vida por perder o controle dos debates e da comunicação na internet.

    A internet só retirou o controle dos debates da esquerda. A esquerda não vai pautar a nossa discussão.

  9. Capitalismo de Bem Estar

    Nenhuma escola conseguiu ensinar história mais do que a internet.

    Nenhuma emissora de TV conseguiu divulgar mais fatos políticos do que a internet.

    Nenhuma emissora de TV conseguiu debater assuntos mais do que a internet.

    Nenhuma instituição pública conseguiu esclarecer fatos mais do que a internet.

    Nenhuma instituição pública divulgou conhecimentos sem cobrar nada em troca. Só a internet conseguiu fazer isso.

    A internet foi mais eficiente do que os orgãos controlados pelo governo.

  10. A internet é um ambiente anarcocapitalista e por isso antidemocrático, ainda bem. A corja progressista social democrata já identificou, e com precisão, que a democracia está desmoronando graças às redes “anarcosociais”.

  11. Agora mesmo, na TV Record, Paulo Henrique Amorim comandava uma reportagem apregoando que o Google e outros gigantes da internet estão influenciando negativamente as pessoas.

  12. Esse esquerdopata do Soros injetou milhões em grupinhos de propaganda socialista de redes sociais como o “Mídia Ninja”. Tais grupinhos falharam miseravelmente e são constantemente linchados moralmente. Como perdeu a batalha e viu que não pode vencer em território livre e desregulado, agora quer simplesmente proibir. É o típico “anti-fascista” que quer proibir tudo o que não lhe convém.

  13. ANTONIO CARLOS GOMES

    Não sendo adepto de religiões ou compactuando de ideologias de extrema direita, em meu prisma de visão ou achismo como acharem melhor, Sr. Soros é um masoquista, jogador obstinado que objetiva apenas vencer, por simples diversão e prazer pessoal, colocou nas mangas cartas do 'progressismo' por mero oportunismo ao seu anseios casuístas.

    Não creio na teoria da conspiração, para mim notoriamente é narcisismo, ele sabe que é perpétuo e suas ações são claramente de cunho a sua satisfação pessoal, ganhar ou perder dinheiro são meras consequências.

  14. Soros parece certos vilões de histórias de super-heróis. O problema é que não existe nenhum super-herói para contrapor-se a ele. Então todos nós, dentro de nossas respectivas limitações e individualidades, temos que fazer nossas pequenas grandes partes sendo heróis do cotidiano.

    * * *

  15. O que aumenta o crédito da mentira é a ausência de verdades circulantes para combatê-la e de opiniões divergentes para questioná-la. O que nos prejudica não é o excesso de mentiras, é a falta de verdades provocada pela censura. E esses caras sabem disso.

  16. Tereza Penteado

    Samarco, Vale e Soros…

    Quem comprou a Vale em 2015?

    http://www.youtube.com/watch?v=nnhtipFf4R4

    A Samarco, mineradora pertence à brasileira Vale e à anglo-australiana BHP Billiton.

    E segundo o Dr Enéas , no link do video acima, quem comprou a Vale foi Jorge Soros.

    E segundo a revista EIR o sr Jorge Soros é o rei do narcotráfico wlym.com/archive/oakland/brutish/SorosDrugPush.pdf

  17. Parece que o plano do George Soros já está em ação.

    Acionistas unem forças para tirar Zuckerberg da presidência do Facebook

    Os tesoureiros estaduais de Illinois, Rhode Island, Pensilvânia e o controlador-geral da cidade de Nova York, Scott Stringer, que possuem ações do Facebook, se uniram ao Trillium Asset Management, que reclama que a presidência do conselho diretor seja um cargo separado da gerência geral.

    http://www.nytimes.com/reuters/2018/10/17/business/17reuters-facebook-shareholders.html

  18. O Soros não é “bem intencionado” e menos ainda progressista. As ideias deste ser inominável são retrocessos infindos no que foi conquistado. E quem lê artigos aqui, são pessoas bem informadas e raramente manipuláveis. Quando desconhecemos os intrincados bastidores da política de nosso país, o sistema bruto e repressivo de valores da sociedade moral e intelectual, não temos força e menos ainda opinião formada sobre bases de direitos democráticos.

  19. Fernando Martins Almeida

    Parabenizo o autor por este perspicaz pensamento e linha de raciocínio fantástica, criticando o famigerado George Soros de forma respeitosa, embora seja difícil manter o respeito a pessoas que a todo momento tenta nos retirar a liberdade de pensamento através de regulação dos meios de comunicação.

  20. Eu fico pensando como o livre-mercado pode desarmar esses mega-investidores progressistas, como George Soros, a não permitirem a interferência destes em suas empresas? Se grande parte do capital estiver nas mãos desses caras e passarem a tomar de conta do mercado, estamos fritos! O socialismo moderno só se sustenta com os milionários que usam o capitalismo para financiar projetos socialistas e seus derivados. Será que estamos em uma sinuca de bico ou há uma luz no fim do túnel?

  21. Demetrius Giovanni Soares

    Há uns dois ou três dias atrás li um artigo daqui do Mises sobre a tese destrutivista aplicada ao filme Coringa com Joaquim Phoenix, segundo o autor do artigo, a base teórica partiu de um texto de Ludwig von Mises sobre o Socialismo q ele havia lido anos atrás. O artigo é excelente e a tese destrutivista me chamou tanto a atençao q terminei por descobrir q a base filosófica do cristianismo é destrutivista, estava debaixo do meu nariz e nao havia percebido o óbvio. Pelo q entendi, o Soros é um destrutivista. Jesus é um destrutivista, igual ao Bono vestido de Mefistófeles ligando para o telefone de Jesus no palco. No entanto Mefistófeles nao é destrutivista pq ele afirma o animal humano. Enfim, toda essa corja globalista quer destruir o q levou milênios para construir, e agora? Quem poderá nos salvar?

  22. KELER CUSTODIO RODRIGUES

    Sim , direito do Soros querer isso , até bom que faça isso , Vamos todos pra Deep Web , ou criar uma nova rede social kkkk , nada muda o pensamento da geração atual ,

  23. A gananciosa indústria farmacêutica, que só pensa no lucro, já descobriu a cura/vacina para diversas doenças. Entretanto, eles querem continuar vendendo os seus caros e dependentivos produtos para os pobres clientes, já que não compensa vender para eles a cura/vacina.

    Compensa mais uma pessoa gastar 4000 reais/mês com medicamentos caros do que uma pessoa gastar 10000 reais numa única vez com a cura/vacina.

    Lembrando que, numa situação de concorrência, o preço da cura/vacina pode ser menos interessante ainda e as indústrias gananciosas só investiram na pesquisa da cura/vacina para “não ficar para trás” caso alguma alguma outra indústria “não tão gananciosa assim” comece a vender a cura/vacina.

  24. Guilherme Silveira A. Santos

    George Soros sempre teve sua imagem associada a termos errados. Teorias conspiratórias, nova ordem, social democracia progressista, ideologias de esquerda. O mainstream do pensamento anti liberal encontra em Soros sua maior e mais influente fonte de apoio. O racionalismo crítico de Popper ( que remonta a Kant), representado pelo falso critério da refutabilidade, foi a inspiração intelectual de Soros durante seus estudos na LSE. O desfecho final de seus pensamentos tolos é impor o stablishment criticando a liberdade nas redes sociais. De fato, Soros não é um homem democrático.

  25. George Soros, Gill Gates, Elon Musk… são PSICOPATAS, não humanos! Serão piores que Hittler.

    Alguns destes grandes bilionários já declararam abertamente serem a favor de implantar o comunismo a nível mundial e cercear as liberdades de todo mundo usando argumentos como “cuidar da saúde, da segurança, evitar o terrorismo”, etc.

    O Bill Gates fala em REDUZIR A POPULAÇÃO MUNDIAL; o Elon Musk quer IMPLANTAR CHIPS NO CÉREBRO pra supostamente cuidar da saúde; o George Soros é comunista declarado e pretende investir bilhões pra ‘combater o fascismo e o autoritarismo’ (que na prática seriam os conservadores e cristãos em geral).

    Fala sério, quem ainda acredita que eles querem o bem da humanidade?

    Até o terrível Adolf Hittler pregava o bem do mundo, depois, quando entregaram o poder a ele, aquele genocida fez o que fez!

    Quem elogia ditaduras comunistas como a da China, da Venezuela e de Cuba, não merece aplauso, merece tiro no meio da testa.

    O mesmo merecem seus seguidores, que, sem saberem, apoiam cegamente o fim da liberdade humana.

    Já vimos estes filmes antes, mas a humanidade insiste em repetir tudo!!!

  26. Marco Antônio F

    Google e Soros unem-se para controlar resultados de pesquisa de notícias
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    «A Google afiliou-se com uma organização financiada em grande parte pelo bilionário George Soros para “verificar factos” de notícias, uma jogada que poderá afectar os resultados da pesquisa para certas agências de notícias.

    Erica Anderson, gerente de parcerias da Google News Lab, anunciou na quinta-feira que a empresa se associará com a International Fact-Checking Network (IFCN) no Poynter Institute para “verificar factos” de notícias que aparecem no mecanismo de pesquisa.

    “Com tanta informação disponível ao redor do tempo e em todos os dispositivos, ser capaz de entender de relance o que é verdadeiro e o que é falso online é cada vez mais importante,” afirmou Anderson num comunicado.

    Ela disse que a Google trabalhará com o IFCN de três maneiras: aumentar o número de verificadores de facto, realizando “oficinas de verificação de facto globais” e oferecendo bolsas para novas organizações de verificação de factos; expandindo o Código de Princípios da IFCN para novas regiões; e fornecer ferramentas de verificação de factos para a comunidade IFCN, sem nenhum custo.

    O código de princípios exige que as agências de notícias obedeçam cinco compromissos para garantir que as agências de notícias permaneçam honestas, transparentes e não partidárias. Existem 36 signatários do Código de Princípios, incluindo o Washington Post Fact Checker de esquerda e outras organizações de verificação de facto de todo o mundo.

    Alexios Mantzarlis, diretor da IFCN da Poynter, divulgou um comunicado, afirmando que a parceria de 12 meses “permitirá que a IFCN incentive mais verificação de factos em todo o mundo, ao mesmo tempo que ajude a elevar os padrões e o impacto das iniciativas existentes.”

    O Poynter Institute for Media Studies é financiado abertamente pelas Open Society Foundations de Soros.

    O Facebook, que por sua parte esteve sob escrutínio na divulgação de falsas notícias durante as eleições, também se associou com o Poynter Institute para lançar a sua tag de notícias “disputada“ em histórias consideradas falsas por meio da verificação de factos de organizações que trabalham com o gigante das redes sociais.

    Histórias marcadas pelos usuários do Facebook como “notícias falsas“ são transmitidas a esses verificadores de factos para revisão. Se os verificadores de factos concordarem que a história é enganosa, ela aparecerá em feeds de notícias com uma tag “disputada,” juntamente com uma hiperligação para um artigo correspondente explicando o porquê de poder ser falsa.

    A Google News Lab já fez parceria com o Instituto The Poynter para apresentar uma “Etiqueta de Verificação de Factos” que rotula artigos de notícias que a empresa determina que pode conter verificações de facto para “ajudar os leitores a encontrar verificação de facto em notícias extensas.”»
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    https://www.igrejacatolica.org/google-e-soros-unem-se-para-controlar-resultados-de-pesquisa-de-noticias/

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