Foi Karl Marx quem popularizou a ideia de que os
capitalistas exploram os trabalhadores. E os capitalistas fazem isso se “apropriando”
de uma parte do trabalho de seus empregados.
O argumento é relativamente simples: o capitalista
remunera o trabalhador com $100. Este trabalhador gera mercadorias, e essas
mercadorias são vendidas por $120. Segundo Marx, este lucro só é possível de
ocorrer porque uma parte do trabalho não foi remunerada pelo capitalista — no
caso, os $20.
Esses $20 seriam exatamente a “mais-valia”, que é a
mensuração da “exploração laboral”.
Ou seja, o trabalhador prestou um serviço para o
capitalista e não obteve a “devida” remuneração. Sua remuneração foi menor do
que o valor total que ele gerou para o capitalista.
Consequentemente, o capitalista, que não efetua
trabalho físico, reteve para si uma parte do valor dos produtos que os trabalhadores
produziram, e ele consegue fazer isso graças ao seu monopólio dos meios de
produção (a fábrica e as máquinas que o trabalhador utilizou para produzir o
bem).
Logo, estando estes bens de produção em propriedade
do capitalista e não do trabalhador, o trabalhador tem de se sujeitar às
demandas do capitalista, aceitando entregar ao capitalista uma fatia daquilo
que sua mão-de-obra produz — caso contrário, morrerá de fome no frio.
Desta maneira, ao pagar ao trabalhador um salário menor
que o valor total por ele produzido, o capitalista está “roubando”
uma parte da mão-de-obra do trabalhador.
Esta é a origem da noção marxista de “renda
imerecida”, que seria a renda que não decorre de ter de trabalhar e produzir,
mas simplesmente de se ser o proprietário de um negócio privado que emprega
trabalhadores, que são aqueles que realmente fazem todo o trabalho.
O capitalista, nesta concepção, não faz nada. Apenas
vive da exploração do trabalho dos outros, enquanto fica sentado em seu
escritório, com seus pés sobre a escrivaninha, fumando um charuto.
A solução de Marx? Confiscar os meios de
produção da burguesia e repassá-los aos trabalhadores para que estes possam reter
o produto integral do seu trabalho sem que haja intermediários capitalistas que
se apropriem de parte do suor dos trabalhadores.
Sem
o capitalista, não há mão-de-obra bem remunerada
Começando pelo básico
De onde vêm os empreendimentos nos quais os
trabalhadores são empregados?
Como a fábrica ou a empresa foi construída? De onde
vem o capital — as máquinas, ferramentas e equipamentos — das fábricas e
empresas, com o qual os trabalhadores contratados realizam seu trabalho para
produzir os bens que eventualmente estarão disponíveis para os consumidores
comprarem?
De onde vêm os recursos que garantem o pagamento dos
salários dos trabalhadores?
Alguém necessariamente teve de poupar uma parte dos
rendimentos obtidos no passado para, então, utilizar esses recursos poupados na
construção da empresa e no seu aparelhamento com todos os bens de capital
necessários — sem os quais o trabalho de qualquer trabalhador seria
consideravelmente muito menos produtivo, com muito menos quantidades produzidas,
e muito mais imperfeito em sua qualidade.
O empreendedor que inicia um empreendimento tem
necessariamente de ou ter economizado os fundos necessários para cobrir suas
próprias despesas de investimento ou ter tomado emprestado de outros que pouparam
o necessário.
Logo, sem o capitalista para financiar e sem o
empreendedor para empreender, o trabalhador não teria à sua disposição as
máquinas, as ferramentas e todos os bens de capital que possibilitam seu
trabalho, que o tornam mais produtivo, e que aumentam seu valor.
Mas isso ainda é o de menos.
A
incontornável questão da preferência temporal
Eis a questão mais crucial de todas:
os trabalhadores que os empreendedores e capitalistas empregam não precisam esperar até que os bens
sejam produzidos e realmente vendidos para receberem seus salários.
Os capitalistas adiantam bens presentes (salários)
aos trabalhadores em troca de receber — somente quando o processo de produção
estiver finalizado — bens futuros (retorno do investimento). Existe
necessariamente uma diferença de valor entre os bens presentes dos quais os
capitalistas abrem mão (seu capital investido na forma de salários e
maquinário) e os bens futuros que eles receberão (se é que receberão).
São muitas as pessoas que não entendem corretamente
esse conceito de que os capitalistas adiantam bens presentes para receber, após
muito tempo, bens futuros. No entanto, basta verificar os balancetes de
qualquer empresa para verificar esse fenômeno. Por exemplo, a General
Electric investiu (adiantou) US$685 bilhões para recuperar, na forma de fluxo
de caixa anual, aproximadamente US$35 bilhões. Ou seja, os
capitalistas da GE abriram mão de US$685 bilhões (e seu equivalente em bens de
consumo que eles poderiam ter adquirido no presente) para receber, anualmente,
uma receita de US$35 bilhões.
Nesse ritmo, serão necessários 20 anos apenas para
recuperar todo o capital adiantado.
A pergunta é: os capitalistas que adiantam $685
bilhões — que se abstêm de consumi-los e que incorrem em risco para
recuperá-los — não deveriam receber nenhuma remuneração por isso? Será
que durante os próximos 20 ou 30 anos eles deveriam se contentar apenas em
recuperar — isso se tudo der certo — tão-somente os $685 bilhões de que
abriram mão, sem receber nenhuma remuneração pelo seu tempo de espera e pelo
risco em que incorreram?
Quem pensa assim está, na prática, dizendo que ter
$1.000 hoje é o mesmo que ter $1.000 apenas daqui a 500 anos (e assumindo zero de
inflação de preços).
E este é exatamente o raciocínio por trás de toda a
análise marxista da exploração capitalista. O que há de errado, portanto,
com a teoria da exploração é que ele não compreende o fenômeno da preferência temporal como uma categoria universal
da ação humana.
A “mais-valia” não é a apropriação de um tempo de
trabalho não-remunerado, mas sim o juro derivado do tempo de espera e do risco
assumido até que o processo produtivo esteja concluído.
Os capitalistas, ao adiantarem seu capital e sua
poupança para todos os seus fatores de produção (pagando os salários da
mão-de-obra e comprando maquinário), esperam ser remunerados pelo tempo de
espera e pelo risco que assumem. Por outro lado, os trabalhadores, ao
receberem seu salário no presente, estão trocando a incerteza do futuro pelo
conforto da certeza do presente.
O fato de o trabalhador não receber o “valor
total” da produção futura nada tem a ver com exploração;
simplesmente reflete o fato de que é impossível o homem trocar bens futuros por
bens presentes sem que haja um desconto. O pagamento salarial representa bens
presentes, ao passo que os serviços de sua mão-de-obra representam apenas bens
futuros.
A relação trabalhista, portanto, é apenas uma
relação de troca entre bens presentes (o capital e a poupança do capitalista)
por bens futuros (bens que serão produzidos pelos trabalhadores e pelo
maquinário utilizado, mas que só estarão disponíveis no futuro).
O economista austríaco Eugen von Böhm-Bawerk
expressou tudo isso de maneira bem mais resumida: “Parece-me justo que os
trabalhadores cobrem o valor integral dos frutos futuros do seu trabalho; mas
não é justo eles cobrarem a totalidade desse valor futuro ‘agora’.”
Empreendedores e capitalistas arcam com
a incerteza de planejar para o futuro
Os trabalhadores e todos os demais ligados ao
processo de produção recebem seu pagamento enquanto o trabalho está sendo
feito. Já o empreendedor arca com toda a incerteza sobre se irá ganhar ou não o
suficiente com a venda de seus produtos para cobrir todas as despesas nas quais
incorreu. Ele, aliás, nem sequer sabe se conseguirá vender seu produto.
Ao pagar aos seus empregados os salários que foram
acordados por contrato, o empreendedor os alivia da incerteza a respeito de se,
no final do processo, haverá lucro, prejuízo, ou se a empresa ficará no zero a
zero.
É o empreendedor quem tem de fazer os julgamentos
especulativos e criativos sobre o que produzir e a que preços seus produtos
poderão ser vendidos. A precisão deste juízo empreendedorial em conseguir
antecipar melhor do que seus concorrentes aquilo que seus consumidores podem
querer comprar no futuro, bem como os preços que poderão pagar por esses bens,
é o que determinará o sucesso ou fracasso de seu empreendimento.
Sem o empreendedor e o capitalista para organizar,
financiar e dirigir o empreendimento, seus empregados não teriam trabalho e nem
receberiam salários antes que um único produto fosse fabricado e vendido.
Portanto, o empreendedor não é somente o organizador da empresa e o investidor
que faz tudo acontecer; ele também é quem irá arcar com as consequências caso
não obtenha um lucro pelos seus esforços empresariais.
Conclusão
Por tudo isso, não faz sentido dizer que o capital
explora o trabalhador. A realidade é oposta: o capital não só aumenta o valor da mão-de-obra do
trabalhador — ao fornecer as máquinas e ferramentas de que ele necessita
para produzir bens e serviços que os consumidores valorizam e compram
voluntariamente — como ainda o alivia da incerteza do futuro.
Não fosse o capital disponibilizado pelos
capitalistas e empreendedores (maquinário, ferramentas, matéria prima, insumos,
instalações etc.), a mão-de-obra não teria como produzir estes bens de demandados
pelos consumidores. Consequentemente, os trabalhadores nem sequer teriam renda
— ao menos, não tão alta quanto a possibilitada pelos capitalistas.
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Por que a ideia de que o capitalista explora o trabalhador é inerentemente falsa
Capitalistas e empreendedores não exploram nenhum trabalhador
As falhas, incoerências e falácias do arcabouço intelectual de Karl Marx

Em tempos de “reforma trabalhista” — totalmente fajuta, daí as aspas –, é sempre bom repetir o óbvio, pois a gritaria do “lado de lá” é sempre a mesma.
Esse artigo é ouro, deveria ter um lugar fixo no site.
Eu tenho lido uns livros de esquerda pra “ver qualé” (pura panfletagem) e me embasar melhor intelectualmente contra o marxismo, mas depois de ler esse artigo (e a Escola Austríaca no geral) eu vejo que nada nessa ideologia faz sentido pois tudo deriva desse princípio mentiroso de exploração do trabalho e luta de classes.
O investidor precisa remunerar o capital e o tempo/risco do negócio. Se o trabalhador auferir toda renda gerada pelo produto de seu trabalho, de onde o investidor irá tirar sua remuneração?
A matemática não fecha, simplesmente.
Todas essas teorias marxistas e suas derivadas são apenas tolices sem fim de uma mente doentia.
Ótimo artigo, e que dificilmente entrará na cabeça dos marxistas. Esses dias estava discutindo e debatendo com um, mostrando as malezas do estado e do banco central. Depois de tudo discutido, ele entra com um papinho de que é contra o lucro, que não aceita de maneira nenhuma o dono da fabrica ganhar 50.000,00, e o trabalhador 1.000,00 , e o culpa por exploração.
Qual seria a melhor forma de rebater esse argumento entre lucro x salário?
Esse tipo de artigo faz de idiota quem o lê…
Cerca de 60% das médias e pequenas empresas fecham até o segundo ano. Isso quer dizer que os empegados dessas empresas receberam pelo trabalho efetuado e o capitalista SIFU! O risco empresarial é grande. Dentre as pequenas, praticamente todas quebram aos longo dos anos.
Conheci as ideias de Mises e outros liberais em geral a relativamente pouco tempo. Passei os primeiros 30 anos da minha vida absorto na social-democracia (e olha que me achava meio de “direita”). Os artigos postados no IMB, seja de autores brasileiros ou do exterior desmontam de forma cabal as premissas dos socialistas.
Por que, para Marx, o capitalista que não trabalha explora o trabalhar com a mais-valia e deve ser extinto, mas alguém incapacitado de trabalhar que recebe subsídios não?
Existe uma questão mais relevante do que a que foi abordada e que tem sido ignorada na questão. A luta capital trabalho tem um novo componente no século xxi chamado consumidor, sendo que a empresa tornou-se um ente que deve operar e transferir praticamente todo o montante da mais valia não ao patrão ou ao empregado, mas ao consumidor, na forma de produtos melhores e mais baratos, sob pena de nao o fazendo, sucumbir a concorrência. Essa transferência ao consumidor se da pelo reinvestimento da mais valia no próprio sistema de a produção. Ignorar isso leva a destruição do meio de produção. Achar que o dono do meio de produção pode ficar para si com a mais valia, ou que o empregado tem direito a ela é mostrar desconhecimento total do funcionamento do mercado e do direito do consumidor a se apropriar da mais valia. A transferência da mais valia ao patrão ou ao empregado importa na destruição do meio de produção.
Se Mises tivesse vivo, ele seria contra ou a favor de trabalhadores do Pará em que o fazendeiro contrata jagunços para impedir que os trabalhadores saiam da fazenda sem pagar a trazida destes para a fazenda(escravidão por dívida)?
( )Sim
( )Não
Excelente artigo! Bem básico e de fácil entendimento para pessoas como eu que não absorvem muita informação de uma só vez.
Ainda sobre o capitalista/empreendedor e sobre os meios de produção, é correto afirmar que uma economia de meios de produção socializados não funciona por não haver capitalistas e empreendedores criando novos negócios e, assim, “reabastecendo” a economia com novas empresas(visto que certamente empresas irão à falência) e assim ter na economia um número cada vez menor de empreendimentos(recesão) e que, dado que os líderes têm um conhecimento limitado, não podem prever as futuras demandas dos consumidores presentes na economia tal qual os capitalistas?
Isso não é bem uma pergunta, é só um pensamento que cheguei baseado no que li aqui e acolá, se alguém disser se está certo ou errado agradeceria.
O fato de descobrir que a mais-valia é na verdade juros em decorrência do tempo e do risco não elimina o fator taxa de exploração. Altas taxas de retorno em juros em qualquer forma de empréstimo é ruim não só para quem o contraiu, mas pode afetar a sociedade inteira. Salários baiximos puxa a economia para baixo. E assim todos perdem.
A relação empregado x empregador é simbiótica.
A relação pessoa x estado é parasitária.
Tudo está interconectado.
Se depois de ler esse maravilhoso artigo você continua demonizando o capitalismo,por favor,mude-se para um estábulo e passe a alimentar-se de capim ao invés de arroz,feijão e carne.
Cabe lembrar que qualquer TRABALHADOR que não estiver satisfeito com essa posição na cadeia produtiva pode virar um EMPREENDEDOR e mudar de papel. Essa é a livre iniciativa.
Desafio: explicar isso tudo pra um sindicalista.
Duvido que o idiota mude de opinião.
Tem também outro ponto importante: no exemplo do trabalhador que produziu $120 e recebeu $100, deve-se fazer a pergunta de quanto ele produziria nesse mesmo espaço de tempo caso não tivesse à disposição toda infra-estrutura e maquinário disponibilizados pelo empresário/poupador.
Certamente sua produção seria acentuadamente menor e, consequentemente, sua renda.
Tem outra variável a ser mencionada.
Mesmo que todos os recursos caíssem do céu, favorecendo igualmente a todos, em pouco tempo as diferenças apareceriam. Pessoas têm habilidades, aspirações e esforços diferentes, de sorte que ao cabo de um período, haveria uns na pobreza e outros na riqueza. A turma da canhota precisa lidar com isso como adultos e sem
maniqueísmo.
Sindicalista não é burro coisa nenhuma,eles na verdade são desonestos principalmente os que são ligados a partidos políticos,lógico que uma parcela é honesta e sensata,mas parece-me que são minoria…
A PARTE MAIS DOCE DO CAPITALISMOS BRASILEIRO.
JURO DE 400% NO CARTÃO: NÃO TEM PREÇO
super.abril.com.br/blogs/crash/ta-assustado-com-o-dolar-alto-olha-onde-estao-os-juros-do-cartao-no-brasil/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super
COM CRISE OU SEM CRISE, BANCOS BRASILEIROS TÊM CADA VEZ MAIS LUCRO
opiniaoenoticia.com.br/economia/com-crise-ou-sem-crise-bancos-brasileiros-tem-cada-vez-mais-lucro/#.Vc42ofuGy7E.facebook
STF CONFIRMA LEGALIDADE DE MP QUE PREVÊ CAPITALIZAÇÃO DE JUROS
veja.abril.com.br/noticia/economia/stf-confirma-legalidade-de-mp-que-definiu-juros-sobre-juros-no-mercado-financeiro
NYT: JUROS NO BRASIL FARIAM AGIOTA AMERICANO SENTIR VERGONHA
veja.abril.com.br/noticia/economia/nyt-juros-no-brasil-fariam-agiota-americano-sentir-vergonha
NO CARTÃO, JUROS DE QUASE 1000% AO ANO
economia.estadao.com.br/noticias/geral,no-cartao-juros-de-quase-1000-ao-ano,176932e
BRADESCO TEM LUCRO LÍQUIDO DE R$ 4,12 BI NO TERCEIRO TRIMESTRE
veja.abril.com.br/noticia/economia/bradesco-tem-lucro-liquido-de-r412-bi-no-3-tri
A FARRA BRASILEIRA DOS JUROS, RAÍZES HISTÓRICAS
http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2016/01/09/a-farra-brasileira-dos-juros-raizes-historicas/#comment-3680
LUCRO SOMADO DE 4 BANCOS BRASILEIROS É MAIOR QUE O PIB DE 83 PAÍSES
g1.globo.com/economia/noticia/2014/02/lucro-somado-de-4-bancos-brasileiros-e-maior-que-o-pib-de-83-paises.html
Olá senhores, um governo Liberal deveria fazer os seguintes atos na minha opinião
Ter quase nenhuma regulamentação sobre o funcionamento das empresas até para empregar.
Imposto único para facilitar o pagamento. máxima alíquota de 17 por cento (copiando Hong Kong)
saúde totalmente privada. sem o governo dizer quem pode ser médico ou quais faculdades possam oferecer o curso de medicina, e deixando qualquer pessoa q fez faculdade na área no exterior entrar para trabalhar.
importações totalmente livre.
sem estatais ou monopólios.
educação privada com o estado financiando educação somente básica, até 2040, desde já podendo as crianças serem educadas em casa.
Moeda em Padrão Ouro sem curso forçado, (acredito que seria a moeda mais forte do mundo em pouco tempo.)
Porte e posse de armas de fogo sem restrições nenhuma.
Polícia somente civil. a militar seria gradativamente retirada, as pessoas poderiam contratar empresas privadas para segurança da sua rua ou bairro.
Justiça cível totalmente por arbitragem.
somente governo federal e municipal, governo estadual seria extinto.
saída da ONU ficando somente na OEA.
fim de novas pessoas na previdência social, quem tiver menos de 30 anos ficaria excluído também… 30 por cento do salária não seria taxado IR e os lucros desse investimento não seria taxado IR.
fim da estabilidade e vitaliciedade dos funcionários públicos. quem tivesse menos 30 seria demitido do cargo, ou seria reaproveitado em outra área.
Cláusula Pétrea impedindo o governo de fazer dívida e gastando só o q rouba.
Dificuldade de para estrangeiros sem especialização entrar para morar no país por 15 anos, afim de o crescimento econômico alancar os salários.
70 por cento do imposto único ficaria no município.
Governo Parlamentarista sendo o país um Império.
e outras coisas q não lembro agora…..
Acredito que um país conseguiria sobreviver assim, o que vcs acham seria uma boa base para uma constituição? tá muito soça ainda? ainda botaria uma cláusula pétrea de secessão individual a partir de 2085. quanto tempo as pessoas ficariam reclamando até que os resultados aparecessem? em quanto tempo o choque da mudança terminaria? acredito que o Brasil vai se tornar um país liberal, já está dando uma guinada para o conservadorismo, vendo o capitalismo com bons olhos e o socialismo como doença mental, e com tempo se torne um ancapistão.
ok. Mas reserva de mercado é corrupção, não?
” A ideia de que, no capitalismo, os trabalhadores são "explorados" atenta contra a lógica ”
Nem toda lógica parte de premissas incontestáveis. O mesmo raciocínio feito pelo autor do texto pode ser lapidado para defender o sistema produtivo do antigo povo egípcio. Ora, para um egípcio, é perfeitamente tolerável receber ordens de um faraó para cultivar cevada e construir pirâmides. O egípcio e o faraó envolvido na cultura tem a fé de que esse modo vida o levará a glória e a felicidade eterna no meio social. Um observador externo pode detectar algum tipo de exploração nessa relação social, isso não é um atentado contra a lógica, é a destruição das bases da fé, é um atentado contra o estamento social, construindo uma nova lógica. O capitalismo fez exatamente isso no mundo feudal. O socialismo já está fazendo isso no mundo capitalista.
Se ser um capitalista é tão fácil, por que a maioria dos trabalhadores (principalmente os que possuem uma inclinação esquerdista) não se reúnem para trabalharem em uma Cooperativa?
O Comunismo foi inventado no século XVII pelos RELIGIOSOS puritanos Diggers da Inglaterra, que acreditavam na Utopia de que os trabalhadores sendo os produtores de todas as riquezas, eles não deveriam continuar sendo explorados pelos usurpadores…
Pois os puritanos Diggers não aceitavam o fato de que "Toda terra tem algum dono".
E acreditavam que até o mais humilde ser humano deveria ser beneficiado pelo trabalho coletivo produzido pelos operários…
O Comunismo surgiu depois que terminou a ENCOMIENDA espanhola, que junto com a MITA autorizava escravizar, e catequizar os índios, em Nome de Jesus…
E após o fim da Escravidão dos negros africanos…
O MAÇOM Friedriech Engels foi quem financiou e incentivou o PROTESTANTE Karl Marx, (que era neto de um Rabino), escrever e publicar o didático livro "O Capital", que ajudou alastrar o Comunismo.
O DNA do Capitalismo é fazer mais com menos.
Se o dono da fábrica pudesse só teria máquinas, trabalhador só dá dor de cabeça.
Se compram uma máquina para fazer o serviço de 20 homens, não exitarão em demitir os 20 e contratar 1 que ganhe o salário de 4 para operar a máquina.
Acima de tudo capitalismo visa LUCRO, mas isso não é algo necessariamente ruim se fecharmos os olhos pois neste sistema os bens de capitais tende se tornar muito baratos. Afinal de contas todo mundo tem geladeira, fogão, televisão, carro, casa e uma enxurrada de produtos supérfluos produzido em países pobres ou utilizando mão de obra semi escrava.
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-36574637
Capitalismo é bom para serviços que dependam de mão de obra qualificada e por ser escassa a única maneira de manter bons trabalhadores e não perderem os mesmo para concorrência é pagando salários dignos.
O fato é que quanto mais selvagem for o capitalismo mais poderoso o país é.
Inglaterra quando as jornadas de trabalho eram de 12 a 16 horas por dia e os salários baixos foi a senhora absoluta do mundo.
Estados Unidos seguiu os mesmos passos, seguido por Japão e agora China.
O fato é que se for bom e barato não importa onde e como foi fabricado.
E neste ponto os países ricos são bons já que as grandes empresas costumam jogar o serviço sujo que é fabricar para países bem longe de casa.
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2015/10/22/ong-denuncia-condicoes-de-trabalho-despreziveis-em-fabrica-da-apple-na-china.htm
https://www.tecmundo.com.br/produtos/38190-dura-realidade-como-e-um-dia-de-trabalho-em-uma-fabrica-de-eletronicos.htm
No geral capitalismo é um bom sistema desde que a pessoa queira ser alguém na vida. Já que a grande maioria dos profissionais em qualquer área é medíocre. o truque é não fazer parte da massa já que em qualquer sistema econômico sempre haverá pobres. Em alguns mais e em outros menos.
Gosto da ideia de diferentes sistemas econômicos funcionando no mundo desde que não more nestes países e no futuro acredito que o próprio Capitalismo acabará se matando já que as máquinas se encarregarão de produzir e matarão a maioria dos empregos de serviços. Hoje você liga para algum lugar e fala com uma máquina, caminhões sem motoristas, carros autônomos, máquinas de auto atendimento, ERP inteligentes entre outras maravilhas.
Talvez o Estado acabe dando dinheiro para os cidadãos consumirem e manter a economia funcionando. Já o mundo será de meia dúzia de pessoas.
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160118_riqueza_estudo_oxfam_fn
Para Marx, o empresário/empreendedor/administrador não “trabalha” e por isso nada deve receber. Ou seja, deve trabalhar de graça, deixar-se ser totalmente explorado como um escravo, caso contrário ele que é o explorador.
Marx era amigo do empresário Engels, que o sustentava; logo, sabia que era mentira.
* * *
Qual a melhor refutação para a falacia: “Tudo que a classe operaria produz, a ela pertence”
“Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um. Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os haters e as críticas chegarem. Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha. Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não da certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filha da puta do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador. Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso… lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em “me desculpe”, a marra em companherismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa.”
(Paulo Tenório CEO da Traktor).
Essa “mais valia” é mera deformação da linguagem, pois é meramente uma referência ao LUCRO, quando este EXISTE e nem sempre isso acontece. Deixando a imbecilidade marxista em um enrosco danado. marx amontoou mbecilidades facilmente assim demonstraveis como uma delas abaixo exposta.
Vejamos:
…um marceneiro que produz cadeiras e ao fim de alguns anos conseguiu acumular 2000 cadeiras. Esse é seu capital acumulado. Ele não teve um único empreagado ou colaborador. Ele cortou a madeira e criou as cadeiras.
O valor destas cadeiras foi suficiente para ele construir um imóvel e nele criar uma padaria.
– Contratou padeiros e ajudantes.
Segundo Marx, é do direito desse marceneiro receber o capital investido sem juros.
Ocorre que, por má capacidade para empresário, o ex marceneiro escolheu mal a localização de seu empreendimento ou não avaliou bem a demanda e então não consegue o suficiente sequer para obter seu investimento de volta.
– Ou seja, neste caso houve uma “MENOS VALIA” que os assalariados roubaram (expropriaram) do empreendedor?
– Bem, não disse o profeta Marx que o valor dos bens é o tempo gasto para produzi-los? …e depois logo mudou para um “tempo padrão”, mas quem estabeleceria esse tempo para inúmeros produtos possiveis em infinitos modelos????
No caso de uma FALÊNCIA onde o investidor não consegue recuperar nem o capital investido e muito menos ter LUCRO, como fica o marxismo nessa situação????
Trata-se do TRABALHO INTELECTUAL do EMPREENDEDOR e NÃO APENAS de SEU CAPITAL a garantia de LUCRO.
Assim, a remuneração, em muitos casos, não é ao CAPITAL INVESTIDO, MAS AO CAPITAL INTELECTUAL ou IDÉIA ou capacidade de PREVISÃO do empreendedor.
A teoria de Marx é uma IDIOTICE SEM PÉ NEM CABEÇA. Meramente um JOGO de PALAVRAS sem sentido, um EMBUSTE.
.
Ia esquecendo de mostrar mais uma aberração do besteirol marxista:
a – Marx admitia que era do direito do capitalista recuperar o capital investido sem juros.
Ou seja, se um capitalista investisse um milhão (ou 100 cj de mesa com 6 cadeiras) numa fábrica de saopatos, por exemplo, seria justo que os trabalhadores restituissem ao investidor capitalista o capital investido de um milhão ou equivalente a 1000 cj de mesa e seis cadeiras.
b – Então os operários da fábrica de calçados deveriam diluir na sua produção o valor do capital investido.
Então temos aí um problemão!
Como fariam essa diluição????
– Quantos anos estariam presentes neste cálculo, já que a construção do imóvel tem duração indeterminada e se feitas as reformas com pequenos investimentos somados ao investimento do capitalista, como poderiam calcular com PRECISÃO a parcela do capital investido???
No caso de trabaljhadores que investiram em si mesmos estudando, se capacitando e se aprimorando para reqalizar sua tarefa, como diluiriam esse investimento para soma-lo às horas gastas na produção?
Enfim, isso nem mesmo poderia ser solucionado com a ARBITRAGEM de um “tempo padrão”. Um trabalhador não tem como saber por quanto tempo estará vivo ou apto a produzir.
Enfim, a tal “teoria” de Karl Marx NÃO É TEORIA ALGUMA, mas apenas UM AMONTOADO de ARBITRARIEDADES SEM PÉ NEM CABEÇA.
Marx meramente soltou DOGMAS como se fossem peidos e nada mais além de manipulação do vocabulário atyravés da entonação das novas palavras. De modo que CARETAS de INDIGNAÇÃO, expressões de horror eram SEUS ÚNICOS ARGUMENTOS a dar pretenso sentido às asneiras arbitrárias que proferia.
Somente o INTERESSE das CLASSES RECEBEDORAS de IMPOSTOS fez com que tantas asneiras fosse PROPAGANDEADAS como RACIOCÍNIOS que foram RACIOSSIMIZADOS (racioSímios) pela turba imbecilizada ae canalha.
Nada há em Marx que possa ser confundido com uma teoria, pois esta se baseia em principios axiológicos e conhecimentos já adquiridos para logicamente compor novos conhecimentos que assim se provem.
Já as asneiras marxistas eram EXCLUSIVAMENTE AFIRMAÇÕES sem qualquer lógica ou conhecimento a embasa-las. Meramente afirmações das MAIS IMBECIS que a mente humana pode conceber.
Poderia responder a esse comentário nesse vídeo do canal Saia da Matrix ? Onde ele tenta refutar Bawerk em relação a Marx?
foda demais prof. Humberto.
So complementando, Bakunin dizia:
“Mas o capitalista, o dono do negócio, corre riscos, dizem os apologistas do capital, enquanto o trabalhador não corre risco algum. Isso não é verdade, pois do ponto de vista do trabalhador, eles próprios é que têm todas as desvantagens. O proprietário pode conduzir seus negócios de maneira infeliz, pode ficar sem nada em uma má negociação, ou ser vítima de uma crise comercial, ou de uma catástrofe não prevista; em uma palavra, ele pode arruinar a si próprio. Isso é verdade. Mas arruinar-se significaria para o burguês cair para o mesmo grau de miséria daqueles que morrem de fome, ou ser obrigado a viver no mesmo nível que os trabalhadores comuns? Isso acontece tão raramente, que poderíamos muito bem dizer "nunca". Afinal de contas, é raro que os capitalistas não retenham algo, apesar da aparência de empobrecimento. Hoje em dia, todos os casos de falência são, em maior ou menor medida, fraudulentos.
Mas, se absolutamente nada é salvo, há sempre as relações familiares e sociais que, com a ajuda dos conhecimentos em negócios passados de pai para filho, permitem-lhes os postos mais altos de trabalho, na administração; ser um funcionário do Estado, ser um executivo em um negócio comercial ou industrial, terminar, embora dependente, com um rendimento superior àqueles que pagavam aos seus antigos trabalhadores. Os riscos para o trabalhador são infinitamente maiores. Afinal, se o estabelecimento em que está empregado falir, ele ficará durante vários dias e, às vezes, durante várias semanas, sem trabalho. E isso, para ele, é mais do que se arruinar, é a morte; porque, todos os dias, ele come o que ganha. As economias dos trabalhadores são contos de fadas inventados por economistas burgueses para embalar seu frágil sentimento de justiça, o remorso despertado, por acaso, no âmago de sua classe.
Esse mito ridículo e odioso nunca amenizará a angústia do trabalhador. Ele conhece o preço para satisfazer as necessidades diárias de sua numerosa família. Se ele tivesse economias, não deixaria seus pobres filhos, desde os seis anos, debilitarem-se, crescerem fracos, serem assassinados física e moralmente nas fábricas, onde são forçados a trabalhar noite e dia, com jornadas entre doze e quatorze horas de trabalho.”?
Uma dúvida … Como fica a questão do trabalhador receber após o mês trabalhado ( não vou entrar no mérito que ele pode ou não receber). Nesse ponto não seria o trabalhador financiando o empreendedor ? Obrigado
No Brasil a coroa portuguesa, criou uma modalidade econômica chamada de COMUNO CAPITALISMO, onde seus fidalgos militantes, pelegos de banqueiros e ruralistas, pregam aos quatro cantos do mundo, serem socialistas, mas só até colocarem os pés dentro do estado, que foi loteado pelos partidos. A partir deste momento, toda riqueza que deveria ser coletivizada, é privatizada, em prol do partido político, que tem um plano de permanência no poder e não um plano de governo.
Desta aberração histórica nasce o Brasil, que tributa seus vassalos, desvalorizando o poder de compra da moeda, para beneficiar aos banqueiros, que compram seus títulos, o Brasil que não educa seu povo, para não gerar demandas para os 3 poderes, de uma pseudo república, onde o objetivo é EXPORTAR RIQUEZAS sem contrapartidas que diminuam o impacto da violência social gerada pela exploração dos recursos naturais, alienados da escoria social, criada por décadas de abandono!
Os governos brasileiros, são os maiores inimigos de seu povo, e não o capitalismo !
Quem acha que patrão e uma coisa boa e por que nunca teve um, na usando alguém coloca uma pessoa pra trabalhar pensa que está fazendo uma caridade
Basta traçar uma simples analogia: volte no tempo, lá no período pré-Revolução Industrial. Analise como eram as condições de trabalho na época e compare-as com as condições atuais.
Para produzir 100 chinelos, um empregado, naquele período, levaria muito mais tempo e esforço do que atualmente. Como dito no artigo, o acumulo de capital tornou o trabalho relativamente mais fácil e mais seguro. Afirmar que o capitalista explora o trabalhador é fazer uma análise muito superficial do livre mercado, e bota superficial nisso.
Essa é pra turma que acha que o capitalismo vive de explorar o trabalho…
Entre no site ourworldindata.org/extreme-poverty#extreme-poverty-in-a-historical-perspective e vejam um pouco da história do mundo..
Para aquela turma que não lê e já emite opinião, vou resumir..
Antes da revolução industrial (marco do início do capitalismo de “exploração” da mão de obra), 97% da população mundial vivia na pobreza absoluta e excluida da sociedade
O capitalismo integrou essas pessoas ao sistema produtivo, dando a elas renda..
mais de 200 anos depois, a pobreza que era de 97% caiu para abaixo dos 20%..
Então fica um fato inegável: O capitalismo é a melhor maneira de promover justiça e inclusão social
Não estamos melhores porque o século XX muitos paises retroagiram por conta do comunismo, que ainda afeta uma porção significativa do mundo, os chineses, impedindo que a renda na china cresça mais e um numero maior de pessoas saia da probreza..
Não por acasa, as piores rendas médias de trabalhadores estão em paises com forte influência socialista
Mas mano, pra que forçar dizendo que R$ 100,00 são passados para o trabalhador e R$ 20,00 para o empregador? Óbvio que é um exemplo, mas dá pra argumentar e exemplificar sem forçar a barra e induzir o leitor a crer que a realidade é essa, né? kkkkkkkk.
QUEM CRITICA O CAPITALISMO SENTE INVEJA DE QUEM TRABALHA E PROSPERA NA VIDA. Essa é a realidade.
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LÚCIFER, O PRIMEIRO COMUNISTA
http://www.youtube.com/watch?v=y2CmPLxV26A
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O maior explorador é o consumidor que compra bens e serviços por um preço menor que o valor que ele dá pra eles sem empenhar trabalho ou correr riscos. Caso contrário, simplesmente não comprariam.
O assunto é, deveras, profundo. Se não me engano, Marx escreveu dois alentados volumes para justificá-lo. Entretanto, como cidadão comum, o que percebo mesmo é a clareza do artigo explicando o que o economista/filósofo dubiamente teorizou. A doutrina socialista só tem valor intelectual, nada mais. O socialismo é uma forma de governo que não é aceita pela grande maioria do povo, o qual deve ser subjugado de forma cruel, para não relegá-lo. Li e entendi. Parabenizo o autor por essa iniciativa: a de tornar claro um assunto que muitos brasileiros sequer sabem o que é mas insistem em dizer que é uma maravilha…
Realmente, tão esclarecedor quanto eficiente o pensamento ora aqui posicionado neste artigo, quanto a isso não me resta dúvida.
Há que se ter, porém, uma preocupação quanto a distribuição de renda vista que essa não é equitativa para muitos, nesse contexto melhorando-se através da obrigação garantista do Estado (prevista na Constituição) à promoção da igualdade, não apenas para se atender ao mínimo (básico)-existencial do indivíduo, mas de modo a conduzir/capacitar o cidadão (trabalhador de um modo geral) à liberdade contributiva e consequentemente fomentar a participação deste, ainda que indireta, na economia. O que segundo moldes dessa visão, seria tratado como “comunismo” mas o qual abarca muitas questões estruturais da sociedade (desigualdade), visto cenário atual, refletindo na diminuição ou nem o mínimo de capacidade participativa sob o poder econômico (este concentrado cada vez mais nas mãos de quem os detêm, por óbvio) …gerando, assim, e repetindo nesse mesmo cenário o aumento preocupante da informalidade, nos remetendo às incertezas geradoras de uma profunda e contínua crise do sistema econômico como um todo. “Seria ‘bom’ pra todos”, até que ponto!? (aqui abro uma discussão)…
Deixa ver se eu entendi.
Eu, como trabalhador, gero um produto de R$ 3 .000,00
Por cada um recebo, sei lã, R$ 50 se eu ganhar muito, mas muito bem mesmo.
O restante, é do patrão, que pagará as máquinas, impostos e outros sobre o valor do produto.
Assim, sobrará para o patrão, na pior das hipóteses, mas muito na pior, 1/3 desse valor do produto, com o qual ele comprará novas máquinas.
Em suma, ele compra as máquina com o valor do que eu produzo, pois não sabe fazer o trabalho.
Em muito pouco tempo, ele terá máquinas mais do que suficientes para empregar mais trabalhadores que ganham uma mínima parte do que eu produzo e, com investimentos, ele deixa de ganhar 1/3 e vai ganhar mais.
Aí, o trabalhador, sem acesso ao fruto do seu próprio trabalho, tem que dar graças a Deus pelo bom empreendedor que, como mostra a Covid=19, faliria sem a força do trabalho?
Quem escreveu esse artigo, escreveu para idiotas concordarem. É até interessante ler isso, pois, lendo, chego na conclusão que Karl Marx nunca esteve mais certo.
E fecho dizendo que nenhum de vocês aqui é elite, são todos burgueses que podem falir a qualquer momento.
Dolar 4,9 porque? Volta pra 5,5?
Banco central subiu juros pra inflação cair.
Mas inflação subiu. O que faz o bacen?
Sobe juros de novo e inflação segue subindo. O que faz o bacen?
Segue subindo os juros. E a inflação segue subindo.
Cadê os craques geniais falando que o banco central tá fazendo tudo certinho hein?
São torcedores, não são técnicos.
Inflação de 12%! Maior pro mês em décadas.
Se fossem médico o paciente já tinha morrido
Não consigo usar a busca.
https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=motor-termico-sem-partes-moveis&id=010115220414#.Ymnvo3Bv-DY
Dúvida meio off topic: existe alguma parâmetro estatístico que ajude a separar o quanto da renda em um determinado país vem de salários e o quanto vem de rendimentos de capital vindos do exterior?
Digamos que, em um determinado intervalo de tempo, os salários em um país não aumentem, mas os trabalhadores acumulem ações em empresas no exterior, aumentando sua renda através de dividendos periódicos. Nesse caso, o PIB vai aumentar? Sei das várias limitações do indicador PIB, mas queria saber dessa em particular.
Da mesma forma, digamos que um trabalhador queira emigrar, e decida usar o PIB per capita como um indicador de qual seria o salário médio esperado em diferentes países. Ele estaria cometendo um erro metodológico?
O quanto da riqueza média dos trabalhadores dos países ricos vem de salários e quanto vem de dividendos? Há como separar as duas fontes?
Quando eu clico no comentário na primeira pagina não direciona diretamente para ele, mas só abre a pagina do artigo, tenho de procurar manualmente ou por meio do pesquisar palavra no navegador.
Realmente, essa mudança (Espero que não esteja completa), piorou o manuseio do site e até a participação dos leitores (As vezes comentários eram tão informativos quanto os artigos)