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Um breve histórico da Venezuela: da quarta população mais rica do mundo à atual mendicância

Nota do editor:

Há exatos 27 anos, Hugo Chávez era eleito na Venezuela.

Antes de se tornar sinônimo de fome e miséria, a Venezuela figurou entre os países mais prósperos do continente. Sua história é um alerta para todos os países que desejam adotar o socialismo. O empobrecimento venezuelano se iniciou ainda na década de 1970, com a estatização da indústria de petróleo e a adoção do Welfare State. Essa virada de chave se traduziu em caos econômico durante os anos 1980, que culminou no Caracazo: um protesto popular violento contra o governo, motivado pela péssima situação econômica do país.

É nesse contexto de caos que o vilão da história entra em cena e começa a se organizar nos bastidores. Em 1982, Hugo Chávez funda o Movimento Bolivariano Revolucionário 200 (MBR-200), criado secretamente dentro das forças armadas com o objetivo de recrutar militares ideologicamente alinhados para aplicar um golpe de estado e instaurar a ditadura bolivariana.

Chávez coloca em prática sua tentativa de golpe em 1992, mas falha e vai preso. Porém, a popularidade de Hugo Chávez crescia e, em um gesto populista, o então presidente Rafael Caldera concede perdão a Chávez em 1994, ressuscitando o movimento bolivariano e pavimentando o caminho para o desastre que viria.

Em seu auge de popularidade, Chávez vence as eleições de 1998 e, logo em seguida, convoca uma nova Assembleia Constituinte em 1999. Por meio dela, amplia os poderes do Executivo e prolonga o tempo de mandato presidencial, consolidando a primeira etapa do que se tornaria um regime autoritário disfarçado de democracia. Seu governo se vale de desapropriações, coletivizações, controles cambiais, controle sobre os três poderes da República, domínio sobre a mídia e miséria.

O governo de Chávez chegou ao fim em 2013, quando, já debilitado, buscou tratamento para seu câncer em Cuba. Mas seu legado sobreviveu. Nicolás Maduro herdou o poder e manteve, e até mesmo ampliou, o aparato de repressão construído por Chávez, perpetuando a miséria e o medo como instrumentos de dominação.

A história da Venezuela não serve apenas como alerta sobre as consequências do socialismo, e de como o país deixou de ser um dos países mais ricos do mundo para um lugar completamente miserável. Sua história também é um alerta sobre como pessoas perigosas ascendem ao poder.


A atual catástrofe econômica da Venezuela já está bem documentada. As narrativas convencionais apontam para o regime de Hugo Chávez como sendo o principal arquiteto da tragédia econômica que acomete o país. Embora Chávez e seu sucessor, o motorista de ônibus e sindicalista Nicolás Maduro, mereçam todas as culpas atribuídas a eles pela calamidade, uma análise histórica do país mostra que as atuais características da política econômica da Venezuela têm raízes bem mais antigas.

O analista tem de olhar para além daquilo que é imediatamente visto e pesquisar a história geral da Venezuela ao longo dos últimos 50 anos para então ter uma compreensão mais completa de como foi possível o país ter chegado à sua atual e lastimável situação.

Socialismo antes de Chávez

Alguns analistas gostam de mostrar como era boa e próspera a Venezuela antes do bolivarianismo, como se toda a destruição perpetrada por Chávez e intensificada por Maduro tivesse sido um acidente fortuito e totalmente inesperado. O que esses analistas convenientemente ignoram é que as sementes da destruição da Venezuela foram plantadas exatamente durante aqueles “anos gloriosos”.

Anos de intervencionismo econômico gradual fizeram com que um país que estava destinado a entrar no seleto grupo de países do Primeiro Mundo fosse firmemente empurrado para a medíocre categoria de países em desenvolvimento e sem grandes perspectivas futuras.

Esse contínuo declínio acabou por criar um ambiente propício ao surgimento de demagogos como Chávez, que souberam explorar aquela sensação real de estagnação econômica para obter ganhos políticos.

A outrora próspera Venezuela

Para compreender o longo declínio da Venezuela, é necessário olhar para o passado para entender o que a fez tão próspera em primeiro lugar.

Antes da inauguração de seu primeiro campo petrolífero, no dia 15 de abril de 1914, a Venezuela era essencialmente uma República Bananeira marcada por instabilidades políticas. Isso era majoritariamente uma consequência de seu passado colonial, cujas práticas não foram alteradas no período imediatamente subsequente à sua independência da Espanha.

Embora tenha se tornado independente, a Venezuela manteve várias de suas primitivas práticas políticas e econômicas. Acima de tudo, manteve as mesmas políticas mercantilistas e regulatórias, altamente excludentes, que garantiram a manutenção da grande situação de pobreza do país.

Entretanto, a descoberta de petróleo no início do século XX alterou completamente a situação. A então poderosa aristocracia agrária viria a ser sobrepujada por uma classe industrial, a qual abriu o mercado petrolífero do país para os investimentos estrangeiros e para exploração das multinacionais.

Pela primeira vez em sua história, a Venezuela tinha uma economia de mercado relativamente liberal, e iria colher vários benefícios deste arranjo nas décadas vindouras.

Da década de 1910 até a década de 1930, o tão odiado ditador Juan Vicente Gómez ajudou a consolidar o estado venezuelano, e a modernizar uma até então atrasada província neocolonial, ao permitir que investidores, domésticos e estrangeiros, livremente explorassem as recém-descobertas jazidas de petróleo.

Em consequência dessa maior liberdade, a Venezuela vivenciou um substantivo crescimento econômico e rapidamente se transformou em um dos países mais prósperos da América Latina já na década de 1950.

Naquela década, o general Marcos Pérez Jiménez daria continuidade ao legado de Gómez. A Venezuela chegaria ao seu ápice, figurando em quarto lugar no ranking mundial em termos de PIB per capita.

Mais do que apenas petróleo

Embora a exploração de petróleo tenha realmente tido um papel considerável na ascensão meteórica da Venezuela da década de 1920 à década de 1970, tal fenômeno é secundário em explicar como a Venezuela se tornou próspera durante aquele período.

Uma combinação formada por uma economia relativamente livre, por um sistema de imigração que atraiu e assimilou mão-de-obra de Itália, Portugal e Espanha, e por um robusto sistema legal que protegia os direitos de propriedade permitiu à Venezuela vivenciar níveis sem precedentes de desenvolvimento econômico entre as décadas de 1940 e 1970.

Como já mencionado, a Venezuela chegou ao ápice de sua prosperidade durante o regime militar do ditador Marcos Pérez Jiménez. Assim como o regime de Juan Vicente Gómez, o governo de Pérez Jiménez foi caracterizado por uma violenta repressão política.

A estrutura capitalista da Venezuela permaneceu majoritariamente intacta durante o regime de Pérez Jiménez, embora com crescentes graus de intromissão estatal na economia. Foi Pérez Jiménez quem introduziu alguns elementos de capitalismo de estado, como obras públicas faraônicas (garantido fartas receitas para as empreiteiras amigas do governo) e um crescente envolvimento do estado em “indústrias estratégicas”, como a siderurgia.

Ainda assim, o regime de Pérez Jiménez continuou aberto aos investimentos estrangeiros, permitiu que o sistema de preços funcionasse normalmente na maioria dos setores da economia, e não abraçou a ideia de criar um perdulário sistema assistencialista.

O caminho para a social-democracia

Apesar da prosperidade gerada pela então pujante economia da década de 1950, o governo de Marcos Pérez Jiménez atraiu a fúria de vários ativistas de esquerda por causa de sua mão pesada e repressora. O ponto de virada ocorreu em 1958, quando esses ativistas de esquerda, em conluio com militares simpáticos à causa, conseguiram derrubar Pérez Jiménez por meio de um golpe de estado. Pérez Jiménez viveria o resto de sua vida no exílio e seria para sempre escarnecido e odiado pelas elites intelectuais e políticas da Venezuela, não obstante o desenvolvimento econômico e social sem precedentes ocorrido sob sua administração.

Após o golpe de 1958, o oficial da Marinha Wolfgang Larrázabal ocupou a presidência por um breve período, à espera das eleições que ocorreriam ao final daquele ano. O eminente líder político e social-democrata Rómulo Betancourt acabaria se sagrando o grande vencedor daquele pleito, assumindo a presidência de 1959 a 1964.

A Quarta República da Venezuela — o mais longo período de regime democrático do país — foi estabelecida sob o governo de Betancourt. Em 1961, foi promulgada uma constituição, dividindo o governo em três poderes — executivo, legislativo e judiciário — e estabelecendo uma função ativa para o estado venezuelano nas questões econômicas do país.

Essa ordem política foi consolidada de maneira ainda mais decisiva pelo estabelecimento do Pacto de Punto Fijo. Tal pacto consistia em um acordo bipartidário firmado pelos dois principais partidos políticos do país — Acción Democratica (Ação Democrática) e COPEI (Democratas-Cristãos) –, o qual estabelecia as bases para uma ordem política explicitamente social-democrata e acordava uma alternância de poderes entre os dois partidos.

Embora parecesse uma genuína medida em prol da estabilidade democrática, a Quarta República da Venezuela acabou marcando o início de um processo de crescente socialismo, o qual foi gradualmente solapando as fundações econômicas e institucionais da Venezuela.

As origens socialistas dos ativistas pró-democracia da Venezuela

O atual colapso da Venezuela não ocorreu da noite para o dia. Foi parte de um contínuo e prolongado processo de decadência econômica e institucional, iniciado décadas antes.

Quando a Venezuela voltou à democracia, em 1958, tudo indicava que o país estava destinado a aprofundar sua prosperidade econômica e a iniciar uma era de estabilidade políticas sem precedentes.

Entretanto, o experimento democrático da Venezuela já estava condenado desde o início. E, para perceber isso, uma simples análise do histórico político do próprio fundador deste arranjo, Rómulo Betancourt, já permitiria entender por que todo o sistema político do país estava apoiado em um castelo de cartas.

Rómulo Betancourt era um ex-comunista que havia renunciado ao método marxista em prol de uma abordagem mais gradualista — ou seja, gramsciana — para a imposição do socialismo. Embora tenha aparentemente se transformado em um social-democrata, Betancourt ainda acreditava em um papel totalmente ativo para o estado nas questões econômicas.

Betancourt fazia parte de uma geração de intelectuais e estudantes venezuelanos que tinham o objetivo de nacionalizar e estatizar completamente todo o setor petrolífero do país e então utilizar as receitas do petróleo para criar um generoso estado de bem-estar social. Tais pessoas acreditavam firmemente que, para a Venezuela se tornar um país genuinamente independente e se livrar da influência de interesses estrangeiros, o governo deveria ter o total controle do setor petrolífero.

Sob esta premissa, um setor petrolífero estatizado iria fornecer gasolina barata e garantir saúde e educação “gratuita” para todos, além de uma enorme variedade de serviços públicos.

Essa retórica encontrou grande e fácil aceitação entre as classes médias e baixas, as quais viriam a ser a fiel base eleitoral partido de Betancourt, o Acción Democrática, pelos anos vindouros.

No cerne de seu programa, essa visão de organização econômica pressupunha que o governo deveria gerenciar a economia por meio de um planejamento centralizado. O petróleo deveria ser produzido, gerenciado e administrado pelo estado, ao mesmo tempo em que o governo tentaria expulsar completamente o setor privado da área.

Intervencionismo desde o início

O governo de Betancourt, embora ainda não tão intervencionista quanto viriam a ser seus sucessores, implantou várias políticas socialistas que serviram de base para os governos seguintes. Dentre elas:

1. A desvalorização da moeda venezuelana, o bolívar;

2. Uma reforma agrária que estimulava invasões e ocupações de terra, e que solapava os direitos de propriedade dos donos de terras;

3. O estabelecimento de uma ordem constitucional baseada em direitos positivistas, impondo um papel ativo para o governo venezuelano nas questões econômicas.

O governo de Bettancourt também implantou um considerável aumento de impostos, triplicando a alíquota do imposto de renda para 36%. De maneira típica e esperada, este aumento de imposto estimulou um aumento dos gastos do governo. Consequentemente, o governo passou a ter déficits fiscais por causa de seus crescentes e incontroláveis gastos com programas sociais.

Estes crescentes déficits orçamentários passariam a ser uma constante nas finanças públicas da Venezuela na era pré-Chávez.

A estatização da indústria petrolífera

Embora Betancourt não tenha alcançado seu objetivo supremo de estatizar completamente o setor petrolífero venezuelano, seu governo estabeleceu as bases para todas as subsequentes intervenções no setor.

Graças à explosão dos preços do petróleo na década de 1970, o governo de Carlos Andrés Pérez foi extremamente beneficiado pelo até então inédito influxo de receitas da exportação de petróleo em decorrência da crise energética da década de 1970, durante a qual países produtores de petróleo como a Venezuela se beneficiaram enormemente dos altos preços.

O ideal de Betancourt foi finalmente implantado em 1975, quando o governo de Carlos Andrés Pérez estatizou todo o setor petrolífero. A estatização da indústria petrolífera da Venezuela foi a medida que alterou fundamentalmente a natureza do estado venezuelano. Com a estatização, a Venezuela se transformou em um petroestado, no qual o conceito de “consentimento do governado” foi completamente invertido.

Agora, em vez de venezuelanos pagarem impostos para o governo em troca da proteção da propriedade e da manutenção de liberdades, o estado venezuelano assumiu um papel patrimonial de subornar seus cidadãos com todos os tipos de benefícios e assistencialismos para manter seu domínio sobre eles.

A estatização do petróleo: um cofre sem fundo para os políticos

Pérez tiraria proveito deste confisco estatal para financiar um pródigo estado assistencialista e toda uma cornucópia de programas sociais que, de início, foram muito bem recebidos pela população. Como resultado, déficits orçamentários gerados por gastos crescentes se tornaram a norma e passaram a ser aceitos por toda a classe política. Nenhum político se atrevia a vocalizar alguma oposição a esta prática.

Igualmente, crescentes níveis de endividamento interno e externo passariam a ser a norma no cenário fiscal do país. E ninguém se opunha.

A esta altura, a economia da Venezuela já estava quase que completamente politizada. Períodos de alta no preço do petróleo geravam um enorme influxo de petrodólares, os quais então eram utilizados pelo estado em faraônicas obras públicas e em projetos sociais criados para pacificar a população, que já vinha sentido os efeitos da rápida perda do poder de compra de sua moeda.

A realidade é que não havia nenhuma criação de riqueza real durante estes períodos de alta do petróleo, uma vez que o estado apenas redistribuía as receitas de acordo com seus caprichos políticos e usurpava as funções tradicionalmente exercidas pela sociedade civil e por investidores privados.

Quando políticos e burocratas passam a controlar a economia, todas as decisões importantes passam a ocorrer de acordo com interesses políticos e partidários, não de acordo com a eficiência e com as preferências dos consumidores.

Embora a estatização da indústria do petróleo não tenha resultado em um imediato colapso econômico, ela gerou todos os desarranjos econômicos e institucionais que seriam vivenciados nas décadas de 1980 e 1990.

E a insatisfação da população com estes desarranjos econômicos e institucionais — como uma inflação de preços de 120% em 1997 — culminou na eleição de Hugo Chávez em 1999.

O resto é história.

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117 comentários em “Um breve histórico da Venezuela: da quarta população mais rica do mundo à atual mendicância”

  1. Após isso tudo:

    Em meados dos anos 2000 governo populista de Hugo Chávez resolveu expandir os gastos públicos, como parte do seu programa socialista de governo. Mas como a Venezuela é um país pobre, não o poderia fazer por meio de aumentos de impostos (algo impopular).

    Por sorte, o dólar começou a perder força no começo dos anos 2000, o que forçou o preço do barril pra cima continuamente. Lógico, o preço do petróleo é cotado em dólar, se este perde valor, o preço do barril subirá.

    E o que isso significou? Que eles poderiam passar a mão no caixa da PDVSA para bancar o populismo governamental sem se preocupar, já que esperavam um aumento contínuo do preço do petróleo a longo prazo.

    Notem o aumento contínuo no preço do petróleo iniciado no ano 2000 e que perdurou até meados de 2014:

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/historical.png?s=CL1&v=20170413114500&d1=19900101&d2=20171231

    Essa situação foi muito propícia para o governo de Chávez, pois permitiu promover políticas economicamente destrutivas, como controles de preços e salários, estatizações e nacionalizações (entre 2002 e 2012 foram estatizadas mais de 1.000 empresas locais e estrangeiras), controle de câmbio e etc, mas com recursos para mitigar seus efeitos no curto prazo. Tais ataques a economia só não resultaram em efeitos negativos imediatos e de maior intensidade pois o governo venezuelano se aproveitava das receitas provenientes das exportações de petróleo para distribuir “benefícios” a população, aliviando os danos colaterais da gradual planificação da economia.

    Assim, a farra chavista perdurou por uma década, sendo sustentada pelo boom do petróleo.

    Tal arranjo conseguiu se prolongar sem causar maiores convulsões sociais, mas não poderia durar para sempre. Em 2013 o dólar voltou a ganhar força. Tão logo isso ocorreu e manteve-se como tendência, o preço do barril começou a despencar continuamente. Como consequência, as receitas da PDVSA começaram a despencar. E o governo venezuelano se viu sem a situação que antes permitia expandir seus gastos inconsequentemente.

    Como não poderiam cortar gastos para se ajustar a nova realidade (até por questões ideológicas e políticas), qual foi então a solução do governo venezuelano para essa situação?

    Imprimir dinheiro.

    O banco central venezuelano simplesmente passou a imprimir dinheiro para bancar os gastos públicos, monetizando-os. Descontroladamente.

    A quantidade de dinheiro na economia venezuelana explodiu: cdn.tradingeconomics.com/charts/venezuela-money-supply-m2.png?s=venezuelamonsupm2&v=201704031549t&d1=20070101&d2=20171231

    A intensa perda do poder de compra da moeda fez a taxa de inflação explodir:

    images.huffingtonpost.com/2015-05-29-1432933441

    Em face disso, o Bolívar desvalorizou-se em relação as demais moedas. Os preços começaram a aumentar continuamente e de forma cada vez mais acelerada conforme o governo ia imprimindo mais e mais moeda.

    A população se viu em dificuldades, pois passou a poder comprar cada vez menos. As famílias viram o volume de compras reduzir a cada vez que iam no supermercado. Os mais pobres passaram a gastar toda sua renda com produtos de primeira necessidade. Toda a economia passou a sofrer em decorrência da carestia acentuada.

    Nessas alturas, a popularidade do então “presidente” Nicolás Maduro (que sucedeu Chávez após sua morte em 2013) começou a cair. Manifestações passaram a ocorrer por todo o país, demonstrando a insatisfação com o atual governo.

    Qual a solução trazida pelos governantes para essa situação espinhosa?

    Um controle total de preços na economia (desde 2003 existia um controle parcial).

    Qual o resultado? Escassez generalizada.

    Controlar preços é atacar os sintomas (aumento dos preços) e não a doença (emissão descontrolada de moeda).

    O problema é que ao congelar preços de venda, o governo desconsidera que os custos continuam a crescer (custos são preços) em decorrência da desvalorização da moeda. Tão logo o controle é imposto, aqueles produtores com as margens de lucro mais apertadas passam rapidamente a ter prejuízos e são desestimulados a continuarem atuando, o que reduz a oferta de produtos a disposição e inicia o processo de escassez. No longo prazo, praticamente todos os produtores passarão a ter prejuízos, o que por fim leva a escassez generalizada. Quem irá produzir tendo prejuízo?

    E mais ainda, com uma moeda em queda livre esse país não mais terá acesso a moedas estrangeiras, inviabilizando as importações. Para importar, é preciso adquirir moeda estrangeira, mais necessariamente dólares (já que é a moeda internacional de troca).

    Como conseguir isso, se no país ocorre confisco de empresas estrangeiras? O que afugenta investimentos estrangeiros e impossibilita a entrada de dólares no país. E como conseguir isso com uma moeda que perde poder de compra diariamente, cuja própria população não mais quer portar? Nenhum estrangeiro deseja trocar seus dólares por bolívares. Dessa forma, importações de bens essenciais (remédios, alimentos e produtos de higiene e limpeza) são inviabilizadas, acentuando ainda mais o desabastecimento.

    Protestos e saques a supermercados irromperam por todo o país, cuminando na perda de vidas. A queda no padrão de vida dos venezuelanos, a escassez generalizada e a repressão do governo de Nicolás Maduro jogaram o país em um iminente estado de guerra civil. Milhares já cruzaram as fronteiras buscando refúgio da situação que o Estado venezuelano os colocou.

  2. O cenário brasileiro pouco difere do venezuelano.

    Desde o fatídico 15/NOV/1889 que trilhamos, cada vez mais intensamente, os passos do socialismo: uma mistura fatal de Keynes com Gramsci

    Receita brasileria para o fracasso:

    – populismo barato

    – patrimonialismo fascista

    – excesso de burocracia

    – gigantismo de Estado

    – corrupção sistematizada

    – mentira oficial

    – mídia vendida

    – povo alienado

    Nosso destino final tem tudo para ser o mesmo da Venezuela.

  3. Só me pergunto quantas vezes a América Latina precisa atingir o fundo do poço pra aprender que Socialismo e Populismo são uma desgraça?!?

  4. Leopoldo López e Henrique Capriles são socialistas!Não são perigosos como Hugo Chávez e Nicolás Maduro mas são tão medíocres quanto os governantes antes do chavismo.Venezuela não tem futuro!Tomara que o Maduro caia logo afim de que o povo tenha pelo menos o que comer.

  5. Em muitas análises referentes as crises econômicas e humanitárias perpetradas pela ideologia (ou religião política) marxista estranhamente negligenciam o fator humano.

    A culpa do caos resultante da infiltração marxista e suas derivações muitas vezes é de responsabilidade de "coisas" como fatores políticos, de acordo com várias análises.

    É um erro enxergar todo o caos como sendo culpa de "coisas" e não de pessoas.

    Todo o bem e mal acontecem, exclusivamente, por ações humanas.

    Vejam o exemplo do marxismo:

    Essa ideologia (ou religião política) só conquistou espaço devido a aceitação de muitos, milhares de pessoas ao longo de várias décadas abriram suas mentes para esta ideologia anti humana.

    Essa monstruosidade mostrou a raça humana sua verdadeira face quando da Revolução Russa no início do século passado.

    Mostrou ser uma ditadura de infinita perversidade, e mesmo assim foi e é aceita por muitos como algo de grandiosa bondade. Isso se deve ao fator humano chamado idiotice.

    A idiotice é a maior de todas as epidemias que sempre assolou o Planeta Terra.

    É por causa dela, a idiotice, que ideologias anti humanas e seus representantes causam tanto estrago onde chegam.

    A idiotice é o fator humano que permite a existência de monstruosidades como o marxismo e suas derivações, como Stalin, Fiidel, Pol Pot, Mao Tse Tung, Hugo Chavez, Maduro, Lula, Dilma e tantos outros.

    Os psicopatas criam suas ideologias malignas, colocam-nas em prática produzindo resultados terríveis e mesmo assim, apesar de tudo isso, são aceitas com muita alegria.

    Todo o mal produzido no seio da raça humana é consequência de ações humanas; alguns humanos criando ideologias monstruosas (os psicopatas) e outros (os idiotas) aceitando.

  6. Vocês falam tanto de quantos o socialismo matou e quantos o comunismo matou, mas ignoram as possíveis 2 bilhões de mortes que tiveram desde a revolução industrial até hoje.

  7. Maduro marxista desgraçad*.

    Uma pequena anedota, para descontrair.

    Marx um dia estava passando em frente a uma livraria e vê um amigo saindo com um livro de lógica debaixo do braço.

    -Que livro é esse?

    pergunta Marx, curioso

    -Um livro sobre lógica

    responde o amigo

    -Lógica?! O que é isso?!

    Indaga Marx

    -Eu vou te dar um exemplo. Você tem aquário em casa?

    Diz o amigo

    -Tenho!

    Responde Marx

    – Então, se você tem aquário em casa, logicamente tem água dentro, certo Marx?

    Pergunta o amigo

    -É, tem sim!

    Responde Marx

    -Se você tem aquário e ele tem água, logicamente tem um peixe dentro!

    O amigo

    -Acertou de novo!

    Marx, pensando como isso é possível

    -Se você tem um aquário com água e peixes, é provável que você tenha uma ou mais crianças em casa!

    Continua o amigo

    -Sim, tenho seis filhos!

    Responde Marx, ainda sem entender bem

    -Se você tem filhos, provavelmente você é ou foi casado e logicamente, teve, ao menos uma relação heterossexual. Entendeu Marx?

    Pergunta o amigo.

    – Entendi! Que legal!

    Diz Marx entusiasmado

    Marx acaba comprando, com o dinheiro burguês de sua esposa, um exemplar também. No caminho, encontra seu amigo, irmão, camarada Engels, e os dois conversam

    -Que livro é esse, Marx?

    Pergunta Engels

    -É um livro sobre lógica!

    Marx Responde prontamente

    -Lógica?! O que é isso? Nunca ouvi falar… É a última moda em Paris?

    Retruca Engels

    Marx, mostrando que sabe tudo sobre lógica e que fez um bom investimento no livro, responde com uma pergunta:

    – Eu vou te dar um exemplo: você tem aquário em casa?

    Marx

    -Não, você sabe que eu não tenho!

    Responde Engels

    Com toda sua cientificidade, e lógica há puco adquirida Marx decreta:

    -Então, logicamente, você é gay!

    E os dois, após esse episódio, resolveram escrever um livro de cunho "cientifico" e lógico chamado "O Capital". E, logicamente, por motivos óbvios, o livro de lógica deve ter virado peso para papel.

  8. Henrique Zucatelli

    É por essas e outras que eu considero que os libertários com mais trânsito na esfera acadêmica, e principalmente aqueles que produzem artigos, teses e livros, que reforcem os aspectos imorais e inconsequentes do socialismo, e superem as dificuldades das pessoas comuns de enxergar o capitalismo, pois basicamente ele é invisível.

    Aliás outro dia estava conversando com um colega, e ele como socialista involuntário (e é assim que as pessoas devem ser chamadas quando não sabem nem o que é a+b) me alegou que é impossível prever quantos empregos serão gerados com a “reforma” (ou remendo) trabalhista.

    Eu argumentei que sim, é impossível prever quantos empregos serão gerados, pois o livre mercado tem como objetivo final o lucro, e é através dele que as pessoas serão contratadas. São milhões de empresas, milhões de vontades e milhões de opções, como prever tudo isso?

    Ele se entusiasmou e com todo ânimo me disse: “Tá vendo! O capitalismo não liga para os pobres, só enxerga o lucro, enquanto uma política de inclusão social cria empregos e investimentos, melhorando a vida das pessoas hoje!”

    Deixei ele terminar, sorri por um momento e disse: “De certo que sim. Hoje, agora, pra já. Porém você parou para pensar quem paga esses empregos, investimentos e programas sociais? Você mesmo. Eu, e a maior parte das pessoas que trabalha. Ou seja, você não sabe o quanto paga para comemorar algo que na maioria das vezes você nem recebe.

    Você está certíssimo em dizer que o capitalismo não liga para os pobres. Porém esqueceu da outra parte. Ele não liga para os ricos também, pois o capitalismo não é uma pessoa, mas TODAS as pessoas. Ele é a sua vontade de comprar um carro, e a minha vontade de vender. Ele é o seu desejo de trabalhar, e a minha necessidade de te contratar. Ele é o seu desejo de construir uma casa, e eu de te fornecer materiais para isso. O capitalismo é a manifestação da vontade de todas as pessoas de comprar ou vender. Nessa você melhora de vida e eu também. Seu vizinho também, e todo mundo, pois cada um vai procurar trabalhar para ter casa, saúde, educação e conforto.

    Vendo por este ponto, sabendo que você trabalha pelo seu salário, e seu salário sendo seu lucro pessoal, qual é o erro de lucrar? Você acha que é diferente a sua relação comercial com a padaria, do que seu patrão tem com você?”

    Ele ficou pasmo e em dúvida.

    Eu terminei: “Caro, sem dinheiro você compra pão, leite, mortadela ou cigarro? Não. Pois sem dinheiro teu patrão não te contrata, não banca seu bem estar, seus “direitos”, EPI, férias e toda sorte de custos indiretos que envolvem sua presença na empresa. Entende agora como todo “funcionário” na verdade é um prestador de serviços, um empreendedor full time para a empresa, empregando seu conhecimento e seu tempo e recebendo em troca disso? Entendeu agora como o lucro é o objetivo não só de empresários, mas de todas as pessoas que trabalham no mundo, e que sem ele não há empresa, nem emprego, nem porcaria nenhuma?”

    Ele finalmente entendeu. E agora convertido, eu pude enfiar o dedo na ferida.

    “Voltando ao assunto, no capitalismo é impossível prever quantos empregos serão gerados ao longo do tempo, pois não sabemos o lucro futuro das empresas e pessoas, porém a certeza é que 100% do que acontecer será bancado por cada uma delas, ou seja, o erro ou acerto será individual. Já no socialismo, sabemos quantos empregos serão gerados com uma canetada de um político irresponsável, porém meu amigo, emprego sem lucro, emprego “social” só dá prejuízo, e no final quem vai pagar essa conta seremos todos nós.”

    Por fim, deixo essa dica para todos aqui que quiserem transformar um socialista involuntário em um capitalista consciente: façam com que esta pessoa consiga se enxergar como um capitalista através de exemplos simples, depois batam forte no socialismo.

    Abraços.

  9. O gasto público no Brasil se acentuou a partir de 1995. Todos os governos, inclusive o de FHC, são responsáveis. Todos com sua dose a mais de socialismo.

  10. TA RUIM MAIS TA BOM

    Se não existe apoio da parte de vocês para com os impostos cobrado pelo governo, como que seriam feitas as obras publicas ? com o dinheiro de quem?

  11. Mais um caso de um povo que poderia estar muito bem se tivesse vivido de acordo com as leis naturais, mas está muito mal por ter flertado com o socialismo.

    Socialismo é pacto com o Diabo!

    (Se você não acredita em um Diabo literal, interprete isso metaforicamente)

    * * *

  12. Tudo o que é anti-concorrencial é péssimo para a coletividade, mas a maioria das pessoas ainda tem em suas mentes a ideia de que a estatização dos recursos ainda é a melhor saída. Se gabam tanto das leituras de Marx mas parecem que pularam essa parte, onde Marx diz que “o Estado é o instrumento de dominação da classe dominante.” Sinceramente, desisti de entendê-los. Nem os exemplos históricos de fracasso os convence.

  13. É assustadora a miopia dos camaradas economistas em relação ao Estado, suas funções, desígnios, atribuições, etc.

    Partem do pressuposto de que o Estado deve eximir-se da construção econômica e cultural de uma nação, quando é esse Estado o criador do ambiente, das conjunturas e proteção para qualquer empreitada.

    Façam o seguinte exercício: Isoladamente, ou em pequeno grupo, apoderem-se de um trecho de território rico em qualquer mineral, desenvolvam um plano de negócio, atraiam investidores. Se não criarem um forte Estado estarão fadados ao fracasso: terão suas riquezas subtraídas por que tiver maior força. A invenção do estado nacional e todos os seus desdobramentos não implica somente em segurança jurídica, formação de riquezas, construção patrimonial e propriedade privada. Implica em geração da possibilidade da expressão singular do indivíduo para desenvolvimento humano coletivo. Não há expressão individual, salvo as de natureza filosóficas (embora expressem patrimônio cultural), fora de Estados. A educação é obtida dentro de fronteiras, a cultura é manifestação de fronteiras, o desenvolvimento é comparável entre fronteiras. De outra perspectiva: o indivíduo isolado não tem como expressar-se; não possui ferramentas para desenvolvimento; não consegue um coletivo que lhe justifique. Não Srs., não são consumidores os que definem quem deve ser recompensado e quem não. À história coletiva cabe esse papel! E a história só pode ser satisfatoriamente vivenciada quando a vaidade pessoal é superada pelo conjunto de aspirações. Somente cidadãos criando um Estado democrático, afastado do capitalismo (que o corrompe e degenera), buscando a construção cultural e, por apêndice, riqueza justa e coletiva, podem levar nossa espécie a evoluir ética e materialmente.

    A América Latina tem um jeito próprio, uma cultura diferente, uma pegada sui generis. Desarmem-se dessas teorias liberais, neoliberais, capitalistas e admirem-se com um mundo novo e fulgurante. Talvez, um dia, essas práticas liberais possam gerar algum bem estar coletivo. Não nesse planeta.

  14. Agora tem gente querendo levar o Chile para o mesmo caminho.

    Caso o Pedro Castillo for presidente mesmo, fico com a dúvida se ele irá tentar o caminho do Lula no primeiro mandato… falando em Lula, recentemente saiu essa notícia do Meirelles respondendo aos ataques do Lula à Lei do Teto de Gastos.

  15. A diferença entre o remédio e o veneno é a dose!

    Me digam, caros libertários, se não existisse governo, se só existisse mercado, o homem já teria chegado a lua?

    Toda essa corrida espacial ocorre por conta dos bilionários estarem sobre os ombros de gigantes governamentais e aproveitando staff e conhecimento produzido pelo governo na época da guerra fria

    Certo ou errado?

  16. Impressionante como milico só faz merda.

    Agora a gente tem mais um no poder dando exemplo. A história do BR independente teve eles no poder durante muito tempo. O mesmo com Argentina, Chile e o maior exemplo de todos, a Venezuela.

    Não é sem querer que a América Latrina é esse gigantesco atraso.

  17. Já tem outro artigo que fala um pouco sobre o tal embargo americano, mas este trecho resume o que a esquerda pensa a respeito. Surreal.

    “Como a Venezuela é afetada

    No caso venezuelano, o país ficou impedido de realizar transações internacionais com o dólar estadunidense, o que aumentou os gastos cambiários do Estado em US$ 20 bilhões.

    Outro impacto são as chamadas retenções bancárias. Um pagamento emitido por agentes venezuelanos pode tardar entre 10 e 20 dias para ser efetuado, quando o período normal seriam 48 horas. Para completar, também estão autorizadas multas a terceiros países que comercializem com a República Bolivariana.

    Dessa forma, a Venezuela registrou uma redução de 99% nos seus ingressos em moedas estrangeiras nos últimos cinco anos. Saindo de US$ 56 bilhões para US$ 400 milhões. Junto com as divisas, o país perde seu poder de compra.

    Em um país onde cerca de 80% do consumo interno é suprido com produtos importados, perder poder de compra tornou-se automaticamente um problema no abastecimento nacional. Somente da Europa, as importações caíram 65% de 2015 para 2019.

    Por conta das sanções, o tempo de entrega dos produtos aumentou 33%, enquanto os gastos extras, estima o governo, somam US$ 37 bilhões.

    Nem o petróleo

    Por conta da dificuldade de compra de peças para a manutenção da infraestrutura e de químicos usados no refino do petróleo, a indústria petrolífera, carro-chefe do país, diminuiu sua produção em aproximadamente 60%. Os rendimentos do setor caíram de US$ 16,16 bilhões, em 2015, para US$ 8,7 bilhões, em 2018.

    A estimativa é que o prejuízo anual do bloqueio seja de US$ 30 bilhões. Como consequência, o PIB venezuelano caiu 60%, de acordo com o governo e o Banco Central da Venezuela.”

    Fonte

  18. Borroso afirma que a Venezuela é 'tirania de direita'

    O ministro do STF disse, ainda, que as ditaduras de Hugo Chávez e Nicolás Maduro são orientadas pelo conservadorismo

    revistaoeste.com/politica/barroso-afirma-que-a-venezuela-e-tirania-de-direita/

    quando o filho é feio ninguem quer ser o pai

    borroso é o que o boris chama de “prostituta politica”, isto é, se vende por ideologia

  19. As explicações são sempre ótimas.
    Mas se a economia era tão boa, porque o povo se vendeu por medidas assistencialistas logo após o golpe?

  20. fonte : https://t.me/qrmKuCwkBmNDU5/51801

    A maioria ainda reduz tudo a “corrupção”. Como se estivéssemos falando de ladrãozinho de repartição. Não. Para onde foi esse dinheiro fruto do assalto ao povo brasileiro?

    O Brasil não foi saqueado em trilhões para bancar luxo, amante ou motel de beira de estrada. Foi saqueado para financiar a restauração do movimento político mais homicida do continente, o projeto continental do Foro de São Paulo, o mesmo que destruiu nações inteiras, que matou, sequestrou, torturou e lavou dinheiro do narcotráfico por décadas.

    As próprias Farc agradeceram ao Lula por ter “salvado o movimento comunista da destruição”. Está dito pelos próprios comparsas.
    O Brasil virou cofre para ressuscitar a máquina de morticínio que arrasou a América Latina. Não é sobre “quanto roubou”. É para que roubou.

    E aí vem o sujeito que não entende nada, com medo de enxergar o mal na sua verdadeira proporção, e solta a mesma ladainha infantil:
    “Ah, mas corrupção tem dos dois lados…”
    Meu amigo: corrupção, perto disso, é poeira. É detalhe. É cortina de fumaça pra analfabeto político.
    O que está em jogo é um projeto de poder continental, financiado com o nosso dinheiro, o nosso futuro, o nosso país.

    1. Exato, Earl!

      O “mal feito”, quando vindo da porção vermelha da sociedade, não causa ataques histéricos ou taquicardia nenhuma nos wokes progressistas! Não conheço um só destes energúmenos que tenha postado críticas ao governo quanto ao escândalo do INSS! Quando o filho do “Painho” agrediu a ex-mulher? Nenhum feministo colorido woke vociferou contra! Quando o segurança do ditador venezuelano agrediu fisicamente a repórter da “Globe”? Nem assim se manifestaram! Wokes apenas surtam mais que menina adolescente nos anos 90 quando via boybands na MTV quando trata-se de qualquer fake-news ou distorção que prejudique a figura conservadora/liberal mais demonizada pelo consórcio midiático! São mais adestrados que platéia de programa de auditório com claque para aplaudir falsamente o número sobre o palco.

      1. fontes : https://t.me/aurum963/2731 e https://t.me/aurum963/2732

        POR QUÊ?

        2025 é ano pré-eleitoral no Brasil e um momento de reorganização da esquerda no continente. Vários países estão mudando de governo.

        Cuba enfrenta sua pior crise desde 1994, com risco de colapso econômico.

        Maduro também sofre forte pressão internacional. A esquerda latino-americana perde força em vários lugares — cenário perfeito para reuniões discretas.

        E Cuba é ideal porque :
        – não há imprensa independente,
        – não há oposição atuante,
        – nada vaza sem autorização do regime.

        A viagem aparece como “missão agrícola”, mas pode envolver:

        – preparativos para 2026,
        – alinhamento de narrativas regionais,
        – estratégias jurídicas e comunicacionais,
        – apoio entre governos aliados,
        – acordos que não poderiam ocorrer às claras no Brasil.

        Acorde.
        Segundo observatórios internacionais, o PT busca se reorganizar (leia-se: realinhamento do Cartel De Los Soles, cujo centro foi ROUBADO por MADURO), com apoio externo russo, chinês e iraniano, num momento de tensão regional.

        Prepare-se para tempos difíceis — e os EUA não devem ignorar esse movimento.

        (Ps : Klaus, Pobre Mineiro e Carlos, os MAVs narco-pootas oficiais do site, refutem isso.)

  21. fonte : https://t.me/qrmKuCwkBmNDU5/51816

    Enquanto o Brasil censura, reescreve e bane Monteiro Lobato por não se encaixar na moral da semana, China, Suécia, Rússia e Azerbaijão traduzem e publicam suas obras. Aqui, a cultura virou tribunal de analfabetos que condena a boa literatura e absolve o tatibitate infantilizado de influencers. Um povo que rejeita os próprios clássicos merece o atraso que aplaude de pé.

    (Ps : Até a China que o Klaus, Pobre Mineiro e Carlos, os MAVs narco-pootas oficiais do site tanto amam? Estou surpreso.)

    1. Curioso de fato, Earl!

      Em ao menos dois dos quatro países que mencionaste não abraça o corrosivo politicamente-correto que temos no Ocidente e assim mesmo, um que respira esse excremento psicológico e que tenho para mim como o segundo mais feminazista do planeta (apenas a Islândia sabe superá-lo), pode-se ler obras do escritor brasileiro, ainda que sua estrutura interna tenha se corroído em nome do tal “multiculturalismo” e sua capital, a cidade com sede administrativa com maior índice de violações contra mulheres da Europa. Quanto ao Azerbaijão? Monteiro Lobato está sendo lido em uma língua com parentesco com o idioma turco.

  22. Em tempo, Conde em inglês,

    Tenho um primo que costumo chamar de “PSOL ambulante”, contatando com o mesmo, concluirias o mesmo que eu em meio minuto, no máximo; o bonito já utilizou postagens do grande intelectual Nelipe Feto para defender asneiras wokes, em prol do governo do amor. Sem dúvida este defenderia com ardor o papai Estado Progressista caso tal ente lhe pedisse; apenas não sei quais armas usaria, visto que desmaia quando vê uma arma de fogo (sabes o famigerado “Mais livros e menos armas”? O distinto já postou isto em redes) e qual técnica de luta aplicaria… não creio que ioga seja útil como arte marcial, mas posso equivocar-me, sei lá eu…

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