Em uma era mais civilizada — ou seja, durante os anos 1840,
quando as tarifas protecionistas sobre os cereais estrangeiros foram abolidas
–, uma redução no preço dos alimentos do povo era visto como algo benéfico. Hoje, a coisa se inverteu: aumentar os preços
dos alimentos em nome da “sustentabilidade climática” é, como diriam os
franceses, de rigueur — obrigatório
em termos de boa consciência.
Segundo reportagem
do jornal britânico The Independent:
A Dinamarca está considerando propostas para
introduzir uma taxa sobre a carne vermelha, após um instituto do governo chegar
à conclusão de que “a mudança climática é um problema ético”.O Conselho Dinamarquês de Ética recomendou a imposição
de uma taxa inicial sobre a carne, almejando ampliar a regulamentação sobre
todas as carnes vermelhas no futuro. O
instituto disse que, no longo prazo, o
tributo deve ser aplicado a todos os alimentos em alíquotas variadas,
dependendo do seu impacto climático. [Ênfase minha]O Conselho votou a favor dessas medidas por maioria
avassaladora, e a proposta será agora levada ao governo, que deverá
considerá-la.
É de se imaginar o que exatamente eles querem dizer
com “um problema ético”; no entanto, pelo contexto, ficou bastante claro que a
frase é apenas um eufemismo para “um problema que nós, da elite, decidimos que
deve ter prioridade em relação a todos os outros problemas”.
Ademais, se tais regulamentações forem realmente
implantadas, será necessária a criação de uma enorme burocracia estatal
incumbida de decidir quais alimentos possuem um aceitável nível de “impacto
climático” e quais violam esse novo postulado ético. Funcionários públicos serão muito bem pagos para
escrever relatórios estipulando em quanto o preço do alimento X deve ser
sobretaxado para refletir sua falta de sustentabilidade climática. Haverá categorizações, rankings, relatórios
técnicos, comissões e muitas campanhas publicitárias — tudo em nome da
imposição de uma “dieta ética”.
Em épocas ou locais mais sensatos, esse tipo de
micro-gerenciamento estatal da dieta dos seres humanos seria visto como algo
absurdo. No entanto, nesta nossa era de
incessante expansão do poder estatal em nome da proteção do status quo climático, isso é visto como
algo bem avant-garde.
Defensores
de novos tributos fingem que os custos não importam
E quais serão os custos para o cidadão comum? Considerando-se a importância comunal e
ritual da alimentação na cultura humana, certamente não será zero. Tampouco podem as valorações subjetivas
feitas por bilhões de seres humanos ser simplesmente descartadas. Muitas pessoas preferem obter sua nutrição
por meio da carne. Outras preferem se
nutrir de outras fontes. Vários povos
fazem celebrações religiosas e culturais em torno de determinados tipos de
alimentos.
Se as novas taxas sobre os alimentos forem
implantadas, esses aspectos cotidianos da vida — atividades que estão no cerne
da cultura e da vida humana — serão ainda mais limitados e restringidos,
fazendo com que os membros mais empobrecidos da sociedade sejam os que mais
sofram.
“Ora, mas é só carne vermelha!”, diriam os
moderados. Não. A sobretaxa sobre alimentos é apenas uma
fração de um esforço global e coordenado das elites políticas para enrijecer
ainda mais o controle sobre o cidadão comum, o qual está sendo doutrinado a
crer que os prazeres mais básicos da vida agora são uma forma de
eco-terrorismo. Dizer que “é apenas
carne vermelha” é algo que soa terrivelmente semelhante a “é apenas um pequeno
aumento de impostos”, como se essa proposta não configurasse também um grande
aumento do fardo tributário.
Ademais, os planejadores da tributação dos alimentos
já deixaram claro que nada está a salvo de suas garras. Eles abertamente admitem que todos os alimentos
serão categorizados e classificados em rankings, assim como todos os aspectos
da vida humana, como viagens, recreação e condições de vida.
Você gosta de viajar para o litoral nos fins de
semana e feriados? Sinto muito, isso requer o uso de combustíveis
fosseis. Quer ter uma casa própria? Que pena, você só poderá construir
se utilizar amenidades “energeticamente eficientes”, dispensnado
ar-condicionado e utilizando vasos sanitários de baixa vazão de água. Quer comer um peru de Natal? Que azar, a emissão de CO2 durante sua
criação é muito alta.
É claro que tais leis serão aplicadas apenas ao
populacho. Os bilionários e os políticos
ambientalistas continuarão viajando normalmente em seus jatinhos particulares
(como Leonardo
DiCaprio e Al Gore,
que rodam o mundo em seus jatinhos poluentes para fazer discursos contra o
aquecimento global) e fazendo suas faustosas refeições. Enfrentar o “problema ético” é algo que será relegado
apenas ao restante da humanidade.
Observe que os custos e os eventuais malefícios das
sobretaxas sobre alimentos e sobre emissões de carbono nunca são analisados em
relação às supostas vantagens dessas taxas.
Os proponentes nunca reconhecem que há custos em suas propostas. Eles vêem apenas benefícios.
Os custos para a humanidade em termos de encarecimento
dos alimentos, dos transportes e dos imóveis são muito reais, mas não podem ser
especificamente calculados, pois cada indivíduo deste planeta atribui um valor
subjetivo específico a viagens, alimentos e toda a infinita lista de amenidades
existentes. Sendo assim, há infinitas maneiras de os indivíduos valorarem essas
amenidades. Consequentemente, os
verdadeiros custos não podem ser mensurados.
Este, obviamente, é sempre o problema central de
todas as políticas públicas e de todo e qualquer tipo de planejamento
estatal. Não há maneira de prever como
incontáveis e singulares seres humanos, cada um com suas específicas maneiras
de avaliar e valorar cada amenidade, serão impactados por uma nova lei ou
regulamentação. Como Friedrich Hayek
explicou em seu livro A
Arrogância Fatal, o principal problema de um planejamento estatal
reside no fato de que “aquilo que não pode ser conhecido não pode ser
planejado”.
Pior ainda é o fato de que, ao se considerar os
efeitos de leis relacionadas ao “controle do clima”, sempre há uma inflexível
recusa em levar em consideração qualquer aspecto econômico dessas leis. Isso é patente nas próprias palavras dos
ativistas, quando eles enfatizam que o aquecimento global deve ser tratado
apenas como um “problema ético”. Essa
expressão é utilizada como uma espécie de talismã, o qual libera os ativistas da
chateação de ter de levar em conta os tediosos alertas de economistas que
reconhecem a existência de coisas enfadonhas como custo de oportunidade e
escassez.
As consequências dessa atitude sempre se revelam
abaixo do ideal, sendo que foi isso o que levou Hayek a dizer que: “Portanto, é
uma traição — que deve preocupar a todos — teorizar a respeito da “sociedade
justa” sem qualquer preocupação com as consequências econômicas da implantação
dessas convicções.”
Os
supostos benefícios das regulamentações também não podem ser calculados
Também não prenda a respiração esperando qualquer
tipo de análise de custo-benefício.
O debate sobre o aquecimento global nunca avançou
para além da exigência de que todos se ajoelhassem perante a última medida
proposta anti-aquecimento global. Ou se faz genuflexão ou se tem um armagedom.
Para o lobby do aquecimento global, todo o
necessário para fazer com que tudo fique bem é entregar
o controle da economia mundial para os planejadores centrais dos governos. Para tais pessoas, basta o governo acionar suas engrenagens e elas automaticamente
farão tudo com assombrosa precisão para preservar o status quo climatológico.
Dentre suas propostas, as duas que mais chamam a atenção são o encarecimento da
energia e a redução da atividade econômica.
Os custos de tal empreendimento — sejam eles
mensurados em dinheiro, vidas humanas ou conforto humano — seriam
irrelevantes, pois, segundo eles próprios, a única alternativa é a total
destruição do planeta Terra.
Essa postura de “faça o que eu digo ou você vai
morrer” é obviamente o sonho de todo e qualquer propagandista. Só
que, no mundo real, onde cabeças mais racionais tendem (ocasionalmente) a
prevalecer, os custos de qualquer ação governamental devem ser comparados aos
custos das alternativas. Mais ainda: o ônus da prova recai sobre aqueles
que querem a intervenção estatal, já que seus planos dependem do uso da
violência do estado para impingir o cumprimento das ordens propostas.
Mas, pelo bem debate, vamos assumir,
hipoteticamente, que realmente estejam ocorrendo mudanças climáticas globais e
que o nível dos oceanos esteja subindo. Isso ainda deixa várias questões que
devem ser prontamente respondidas pelos entusiastas do aquecimento global:
1) Qual é o custo do seu plano para as várias
populações do planeta, em termos de vidas humanas e de padrão de vida?
2) Os custos do seu plano são maiores ou menores do
que os custos de outras soluções, como a realocação gradual de populações que
vivem em áreas costeiras?
3) Você seria capaz de demonstrar que o seu plano
tem uma alta probabilidade de dar certo? Se a resposta for negativa, por que
deveríamos implantar o seu plano em vez de usar os mesmos recursos em outras
soluções mais práticas e em necessidades mais
imediatas, como água potável, alimentos, e necessidades básicas?
Com grande frequência, a resposta a perguntas como
essas consistem de bravatas e diatribes que nos exortam a agir agora.
Mas essa postura é similar à de uma pessoa que, vendo que o inverno está
se aproximando, exige que todos construam imediatamente abrigos e sigam
estritamente suas ordens. “Vocês não estão vendo que está ficando
frio?” diz ele. “Se vocês não construírem os abrigos como estou
mandando, todos nós iremos congelar.” E quando alguém questiona se
esse seu plano de construir abrigos é realmente a melhor maneira de agir, ou ao
menos sugere que há outros tipos de abrigo com um melhor custo-benefício, ou,
ainda, que é melhor permitir que cada um seja livre para construir seu próprio
abrigo, ele se enraivece e dispara que “vocês egoístas ignorantes não se
importam se todos nós morrermos!”
A suposição fundamental é que cada regulação
proposta pelos ativistas das mudanças climáticas é absolutamente essencial, de
modo que, qualquer oposição aos seus planos trará a total destruição da raça
humana.
Sob circunstâncias normais, qualquer pessoa racional
imediatamente veria esse modus operandi
intelectual como sendo idêntico ao comportamento de perigosos religiosos
fanáticos. Porém, para os atuais
defensores do planejamento estatal do clima global nenhuma discordância deve
ser tolerada, e qualquer consideração racional sobre custos e benefícios reais
deve ser minimizada e militantemente ignorada.
Da várias maneiras, essa recusa anti-intelectual de
discutir o lado negativo de uma política pública advém do fato de que vários
defensores da sobretaxa dos alimentos são incapazes de realmente demonstrar
quaisquer benefícios mensuráveis. Isso
porque a maioria dos “benefícios” não passa de especulação baseada em modelos
computacionais.
Ao contrário da ciência comum, essa ramificação
política da ciência climática não envolve nenhuma genuína observação; ela se baseia meramente em modelos hipotéticos. Ademais, mesmo se os modeladores fossem
capazes de prever, com grande acurácia, os exatos efeitos do aquecimento global
no futuro distante, eles teriam de ilustrar os benefícios específicos de uma
sobretaxa sobre os alimentos, ou sobre as viagens aéreas, ou sobre a regulação
de itens domésticos. Como tal precisão
não existe, nenhum “benefício” pode ser demonstrado. E aí voltamos novamente ao problema do cálculo
demonstrado por Hayek.
Com efeito, todo esse esforço se baseia na crença
mística de que políticos podem aprovar leis e que os objetivos almejados serão magicamente
alcançados graças ao poder do pensamento positivo. Já a realidade bem mais provável — a de que
os planejadores estatais estão, na prática, tateando no escuro à procura de uma
solução — deve ser resolutamente negada.
Consequentemente, qualquer resistência à imposição de
uma sobretaxa sobre os alimentos será respondida com a reação usual: “Aceite
nossas idéias ou morram no inevitável apocalipse climático”.
É uma postura interessante, mas não pode ser aceita
em uma discussão política racional.
Óbvio que não é exatamente a pauta do artigo, mas vamos lá:
Quanto ao consumo de carne, sinceramente eu sou contra, pois julgo que o pacto de não agressão vale tanto para nós como para qualquer animal. Logo, na minha ética, só é viável matar um animal se ele estiver me agredindo, como pragas, animais selvagens etc.
Porém só poderei ver meu sonho realizado pelas ideias e o convencimento que animais merecem tanta liberdade como nós.Pela imposição é impossível, pois como vou mudar uma cultura de 7 bilhões de pessoas que comem todos os tipos de carnes todos os dias? Impostos só criam mais problemas, sendo que aqueles que recolhem os impostos se acabam nas churrascarias.
A questão é que o ambientalismo, ou comumente chamado de “comunismo verde”, criou essa falácia de “aquecimento global/mudança climática”. Não existe de forma alguma mudança climática que não esteja mensurada nos relatórios e acompanhamento dos “verdadeiros” cientistas.
Quando lemos os livros dos mais renomados cientistas especializados sabemos da enorme trama econômica por detrás desse enorme golpe contra a própria humanidade. Golpe este mantido sob terrorismo (eco-terrorismo)! O sol é o regente único do clima, a Terra possui seus ciclos naturais como o lunar com 18,66 anos, o principal gás do chamado efeito estufa é o vapor d’água, a ideia antropogênica da mudança climática é tão absurda como acreditar no antropocentrismo medieval. O gás metano é produzido em cupinzeiros, na decomposição das folhas e em pântanos sendo algo natural no ciclo da própria natureza assim como o CO2.
Atualmente, todos que sabem da verdade e não se curvam diante dos relatórios mentirosos e infundados embasados somente em propaganda terrorista inibindo. Inclusive, o desenvolvimento dos países africanos e as nações em desenvolvimento estão sendo considerados hereges.
O que vai ter de dinamarquês indo para Alemanha e França comer carne vermelha…
O que acho curioso são estes “estudos” que aparecem como salvaguarda para decisões que afetam milhares de pessoas. Não como carne por questões de saúde, mas não seria ingênua a ponto de achar tal medida positiva. A questão do aquecimento global ao que tudo indica, está sendo conduzida com seriedade duvidosa, como tantos outros assuntos importantes para o planeta e a humanidade.
Véi, na moral eu queria que pelo menos uma vez, só uma vez, o governo decidisse que não iria fazer mais merda. Iria ser um baita alívio.
É, parece que o peido das vacas é o grande mal da humanidade. Até quando teremos de aguentar esses melancias.
“A suposição fundamental é que cada regulação proposta pelos ativistas das mudanças climáticas é absolutamente essencial, de modo que, qualquer oposição aos seus planos trará a total destruição da raça humana.“
Correção, espécie humana. Dentro da espécie humana temos incontáveis raças, os esquerdistas é que gostam dessa fajutice de raça humana, como se só houvesse uma única raça na espécie humana, ignorando toda a diversidade racial que existe.
Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.
Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.
Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.
Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:
Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.
Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.
Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.
Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política…e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.
Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.
Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.
Trabalharíamos como se fossemos “fantasmas”. O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.
É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.
Para os interessados meu email NOVO é [email protected]
Afinal o aquecimento global, tem ou não ação do homem?
Sal, carne vermelha, manteiga, chocolates, doces, açúcar, refrigerantes, sucos em caixinha, geleias, pimenta, manteiga, ovos, etc. não fazem mal a ninguém. Pães, massas e pizzas só fazem mal aos celíacos e intermediários, que sofrem com o glúten e, são menos de 3% da população. Sorvetes só fazem mal, aos que tem intolerância à lactose, que são menos de 4% da população adulta e menos de 1% das crianças.
Há médicos que os condenam ou proíbem estes alimentos, pelo simples fato deles darem prazer. Estes médicos não tem nenhuma cura, para oferecer aos tolos, que são seus pacientes mas, se dissessem isto, ficariam sem pacientes e consequentemente, sem dinheiro. Sem terem nada de cura a oferecer aos seus pacientes, estes médicos ganham os tubos dos trouxas, pelo simples fato de pregarem contra tudo o que seja gostoso. Pelo simples fato de um alimento ser gostoso, ele se torna condenável. É uma falsa moral e, também uma falsa medicina, que no entanto é rentável aos médicos picaretas e, aos laboratórios. Quem tiver boa memória, vai ver que sempre aparece algum demônio alimentício: ovos, café, manteiga, chocolates, doces, açúcar, refrigerantes, sucos em caixinha, geleias, pimenta, manteiga, carne vermelha, etc.
A causa maior de entupimento de artérias do coração são bactérias dos gêneros Clamydia e Mycoplasma. Além delas existem os vírus CMV, herpes, etc. Doença de Chagas, que tem mais de 6 milhões de casos, no Brasil e ataca o coração dos infectados. Temos de lembrar também dos males congênitos. O estresse auxilia a evolução de todas as doenças infeciosas, inclusive daquelas causadas pelos germes, que atacam o coração.
A pressão alta, não é a causa dos problemas, mas a consequência deles. A maior causa de pressão alta é, a apneia obstrutiva do sono. Meu pai, que nasceu em 1931, tomava uma penca de remédios, para baixar a pressão arterial e, não adiantava nada. Tratou um pouco da apneia do sono e, a pressão arterial dele caiu rapidinho.
Os animais não possuem direito e estão aqui para nos servir.
É inegável que a produção de carne vermelha dispende na sua produção muita água e emite na atmosfera quantidade enorme de CO2. Diante da questão de “sustentabilidade climática” é preciso fazer alguma coisa rápida. O planeta dá sinais que está se exaurindo e que corremos um sério risco no futuro. Penso que está solução deva ser ainda muito debatida para que se meça o real custo-benefício de uma questão tão sensível.
Se realmente houvesse um aquecimento global a caminho, seria bom para todos nós! menos gente morreria! o frio mata maís do que o calor.
Um rigoroso estudo publicado na revista Lancet, que analisou a mortalidade relacionada com a temperatura em torno do globo. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 74 milhões de mortes em 384 locais em 13 áreas: países frios como o Canadá e a Suécia, países de clima temperado, como a Espanha, a Coreia do Sul e a Austrália, e países mais tropicais e subtropicais como o Brasil e a Tailândia.
Os pesquisadores descobriram (e publicaram na Lancet) que cerca de 0,5% – meio por cento – de todas as mortes estão associadas com o calor, não só por problemas agudos como a insolação, mas também o aumento da mortalidade por eventos cardíacos e a desidratação. Porém, mais de 7% das mortes estão relacionadas com o frio – contando com a hipotermia, bem como com o aumento da pressão arterial e os riscos de ataques cardíacos, que ocorrem quando o corpo restringe o fluxo de sangue, em resposta a temperaturas frias. Nos EUA, cerca de 9.000 pessoas morrem de calor a cada ano, mas 144.000 morrem de frio.
Aquecimento global é novo mantra do socialismo! bilhões de impostos estão sendo criados para atender esse conceito sem pé nem cabeça.
pessoal, o que acham do documentário COWSPIRACY ?
Nele os argumentos apresentados: o imenso consumo de água que é gasto para o gado, a produção de rações, a destruição de áreas verdes para o pasto, o quanto o assunto é estranhamente ignorado pelas ONGS que continuam preferindo atacar o aquecimento global pelas “fontes clássicas”, e também sobre os dados que eram apresentados pela ONU, sobre o potencial que cada gás ( metano e CO2 ) influi no aquecimento global etc.
Trabalho com ensino e pesquisa em uma área correlata a esta questão ambiental. Constato que este discurso de mudanças climáticas é um poderoso lobby que sustenta várias instituições e grupos de pesquisa ao redor do mundo.
Eu daria um crédito maior a estes esforços de redução de emissão de gases de efeito estufa, se estas conferências internacionais ocorressem apenas em ambiente virtual. Com estes extensos deslocamentos de grandes delegações ao redor do mundo, para imensas reuniões de centenas de pessoas em ambientes climatizados, qualquer discurso de redução de gases de efeito estufa é no mínimo hipócrita. Quando se gastou nesta última reunião de abril de 2016 na ONU, quando dezenas de chefes de Estado viajaram a Nova York apenas para assinar um pedaço de papel? Apenas a comitiva brasileira tinha 52 pessoas!
Enquanto estes chefes de Estado consumirem toneladas de CO2 em suas viagens pelo mundo, vou comendo meu bife avermelhado com muito prazer e a consciência tranquila.
E, de qualquer forma, se todo mundo pagar a sobretaxa, poderá comer carne à vontade. E assim estará resolvido o problema do “aquecimento” (misericórdia).
O marxismo hoje está antiquado, defasado.
As ideologias deste século, provindas do milênio anterior, são o desenvolvimento sustentável (até porque quem destruiu o Lago Baikal foi o capitalista), o aquecimento global, as mudanças climáticas e o ecologicamente correto. Para agradar corporações, lobbistas, eleitores em potencial e grupos sociais, essa ideologia oculta tenta nos convencer de que o homem tem que respeitar o meio ambiente, e que então precisamos de um comitê de burocratas e políticos para resolver esse problema criado artificialmente. Que a mera emissão de gases é capaz de alterar toda uma complexa cadeia que é o clima de uma região.
O socialismo marxista já era. O keynesianismo também. Hoje temos o ambientalismo como bandeira para tentarem nos fazer acreditar que devemos legitimar o estado e seus burocratas.
Onde está Ragnar Danneskjold?
Com esse dólar, toda a carne do país será exportada. Será uma devastação ambiental e proteíca.
É inegável que a produção de carne vermelha dispende na sua produção muita água e emite na atmosfera quantidade enorme de CO2. Diante da questão de “sustentabilidade climática” é preciso fazer alguma coisa rápida. O planeta dá sinais que está se exaurindo e que corremos um sério risco no futuro. Penso que está solução deva ser ainda muito debatida para que se meça o real custo-benefício de uma questão tão sensível.
Incrível a sanha desse pessoal em criar e aumentar impostos, é a solução mágica para todos os problemas (reais e imaginários). Ainda bem que ainda não pensaram em taxar o oxigênio – melhor não dar ideia…
E os “progressistas” ainda posam de defensores do ser humano, segundo eles liberais só pensam no lucro e conservadores são fundamentalistas. Quem nos salvará dos nossos salvadores?
Falando em comer carne:
Venezuelanos comem gatos, cachorros e pombos para sobreviver
* * *
Isso é comunismo verde, acho interessante que alguns liberais não prestam atenção no fato de tudo isso ter começado com a escola de frankfurt. Ficam abismados só no aspecto do aumento do estado, da burocracia, etc. Quando é algo mais profundo que está ligado ao estrangulamento do capitalismo. Vários documentários importantes na internet falam a respeito disso.
Olha que amor aos pobres:
“Que comam carne em casa com seu dinheiro", diz promotora que instituiu cardápio vegano em escolas
A ”doutora”, que é promotora e não entende nada do que é necessário para alimentação de crianças em fase de desenvolvimento, quer dieta vegana em escolas do sertão nordestino! Repito, pois é isso mesmo que você leu, no sertão nordestino!
Melhor são os argumentos maravilhosos que ela utiliza na matéria… O que eu mais gostei foi esse:
“Não há na nossa legislação nenhuma norma que obrigue que a fonte seja de origem animal (…) os únicos itens obrigatórios são frutas e hortaliças. Não existe obrigatoriedade, não fala que é obrigatório usar ovo, leite, queijo, não existe”
Logo, tudo aquilo que não está na legislação pode ser alterado. Dane-se toda a literatura que diz que crianças em fase de desenvolvimento precisam de nutrientes encontrados só em alimentos de origem animal. O importante mesmo é deixar crianças do sertão nordestino subnutridas para salvar o planeta do “aquecimento global”.