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“Tenho boas intenções e é isso o que conta!” – eis o mantra que restou à esquerda

Se você acredita que o estado deve se aventurar em ousadas empreitadas mesmo sem ter conseguido lograr qualquer êxito naquelas atividades bem mais simples e humildes, então você é de esquerda.

A esquerda defende um estado provedor e assistencialista não por causa de seu “histórico de sucessos” (isso seria constrangedor), mas sim por causa de suas boas intenções.  “Queremos ajudar o povo!”, exclamam eles. 

Para a esquerda progressista, dado que as pessoas não são decentes e compassivas o bastante para ajudar seus semelhantes que estão na aflição, a solução é eleger políticos que sejam mais decentes e compassivos do que essas pessoas egoístas.  Esses políticos, por conseguinte, irão confiscar o dinheiro dessas pessoas egoístas — sob a ameaça de aprisionamento caso haja resistência –, repassá-lo para uma custosa e ineficiente burocracia, e gastar o que sobrar com os pobres, não para realmente solucionar o problema da pobreza, mas sim para torná-lo perpétuo de maneira a criar uma dependência sem fim.  E tudo visando a ganhos políticos e demagógicos.

E então os proponentes do estado assistencialista irão se dar um tapinha autocongratulatório nas costas e, com isso, aliviar suas pesadas consciências.  Eles irão orgulhosamente bater no peito e se bendizerem por ter o monopólio da compaixão e ignorar os destrutivos resultados de sua obra, rotulando de “reacionários” ou “cruéis” aqueles que tiverem a audácia de apontar esses resultados.

Veja, por exemplo, a saúde pública.  O que logrou esse programa caritativo?  Histórias de horror oriundas da medicina socializada não inúmeras e famosas.  Doentes morrendo na fila, sem atendimento; hospitais degradados; racionamento de remédios; consultas de rotina sendo negadas e fila de espera de meses (ou mesmo anos) para cirurgias; uma taxa de mortalidade que seria inaceitável na rede privada.

Mas nada disso constrange a esquerda progressista, que segue adiante, impávida, em sua defesa por ainda mais saúde estatal para os pobres.  Jamais espere que as notícias horrendas oriundas da saúde estatal façam os progressistas repensar seu clamor por ainda mais governo na saúde. 

O mesmo se aplica ao calamitoso estado da educação pública, o qual, por mais que fracasse e por mais que atrase os pobres, segue sendo objeto de clamores cada vez mais intensos da esquerda. 

O que dizer então dos programas de transferência de renda, cujo dinheiro, em grande parte, não vai para os pobres, que ficam com as migalhas, mas sim para os próprios membros da burocracia que coordena todo o esquema, para os consultores, e para as empreiteiras que constroem as moradias populares?  Os pobres são maldosa e intencionalmente transformados em uma subclasse perpétua, dependente do governo, para que membros da burocracia e empresários ligados ao governo possam viver confortavelmente bem à custa de todo o resto da sociedade.  O estado assistencialista fez com que praticamente não haja mais uma genuína mobilidade social.  Os degraus mais baixos da escada foram retirados em nome da compaixão.

Ser um progressista significa jamais ter de pedir desculpas.  Suas boas intenções valem mais que todos os resultados efetivamente obtidos. 

Isso nos leva a uma pergunta muito mais fundamental sobre essas pessoas que defendem um estado grande: como funciona seu processo de raciocínio?  Ele é tão repleto de inconsistências, falácias lógicas e noções duvidosas, que o resto de nós fica completamente sem entender como funciona a mente dessas pessoas.  Premissas falhas, ilógicas ou contraditórias talvez possam ser a razão por que elas frequentemente chegam a conclusões erradas.

Ao longo dos anos, observei alguns atributos da mentalidade progressista que são, na melhor das hipóteses, bem questionáveis.  Eis uma pequena lista de como essas pessoas agem e raciocinam:

1. Elas passam mais tempo promovendo a dependência do que encorajando a autossuficiência.

2. Mentiras e promessas impossíveis não lhe causam constrangimento, pois elas acreditam que os fins justificam quaisquer meios.

3. Elas acreditam que promessas valem muito mais do que resultados efetivos.

4. Elas aglomeram e separam as pessoas em grupos e lhes atribuem direitos fictícios de acordo com as características físicas e comportamentais desses grupos.

5. Elas não aprenderam nada com a história e nada sabem de economia.

6. Elas acreditam que afetações de emoção, frases de efeito, slogans e gritos de guerra superam a razão e a lógica.

7. “Justiça social” é sua expressão favorita, ainda que essa “justiça” seja conseguida por meio da expropriação da renda alheia.

8. Elas exigem respeito à propriedade apenas quando a propriedade é delas, mas não quando é sua.

9. Elas preferem lhe calar a entrar em um debate sério.

10. O indivíduo nunca é a minoria que elas dizem defender.

11. Quando alguém que discorda de suas idéias ganha alguma proeminência na mídia, elas gritam que está havendo uma “onda fascista”.

12. Elas acreditam que um benefício social é um direito inalienável, mas um salário obtido por meio do esforço próprio é algo que pode ser confiscado para satisfazer o bem comum.

13. Quando suas políticas fracassam, elas não apenas não assumem nenhuma responsabilidade por elas, como ainda exigem mais do mesmo.

14. Elas estão sempre ocupadas tentando controlar a sua vida, mesmo quando a própria vida delas é totalmente problemática.

15. Elas alegam conhecer o futuro (por exemplo, qual indústria deve ser protegida ou subsidiada) ao mesmo tempo em que não demonstram nenhuma evidência de que conhecem o passado.

16. Elas desgostam da iniciativa privada não por ter sólidos argumentos contra ela, mas sim porque não têm a mais mínima ideia de como abrir uma empresa ou gerenciar uma.

17. Elas criticam indivíduos e empresas por não pagarem mais impostos, mas elas próprias jamais fazem qualquer “doação voluntária” para o governo.

18. Elas estão mal-humoradas e zangadas a maior parte do tempo, encontram motivos para se fazer de vítima a qualquer palavra proferida, não têm nenhum senso de humor, e não levam na esportiva nenhum tipo de piada politicamente incorreta.

19. Elas alcançaram a perfeição na arte do jogo duplo: ao mesmo tempo em que criticam tudo nos outros, se isentam de qualquer auto-crítica.

20. Elas apelam ao que há de pior em nós ao enfatizar as divisões raciais, ao estimular a guerra de classes, ao utilizar orientações sexuais como ferramentas políticas, e ao comprar votos com o dinheiro dos outros.

21. Elas têm um nível muito alto de expectativas e exigências em relação ao setor privado e um nível muito baixo em relação ao setor público.

Em seu livro A Arte da Guerra, Sun Tzu aconselhou: “Conheça o seu inimigo, conheça a si próprio, e você estará preparado para travar centenas de batalhas sem sofrer nenhum desastre”.  Pode ser verdade.  Mas o que é garantido é que, quanto mais você se dedica a estudar a mentalidade revolucionária dos progressistas amantes do governo, mais difícil é realmente entendê-los.

Apenas ter “boas intenções”, como os progressistas juram ter, não basta.  Coisas como razão, lógica, princípios morais, evidências, resultados, história, experiência, realidade e fatos são igualmente importantes.

 

Este artigo foi originalmente publicado em 30 de outubro de 2016.

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Nota: as visões expressas no artigo não são necessariamente aquelas do Instituto Mises Brasil.

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99 comentários em ““Tenho boas intenções e é isso o que conta!” – eis o mantra que restou à esquerda”

  1. Esse terceiro parágrafo:

    “Para a esquerda progressista, dado que as pessoas não são decentes e compassivas o bastante para ajudar seus semelhantes que estão na aflição, a solução é eleger políticos que sejam mais decentes e compassivos do que essas pessoas egoístas. Esses políticos, por conseguinte, irão confiscar o dinheiro dessas pessoas egoístas — sob a ameaça de aprisionamento caso haja resistência —, repassá-lo para uma custosa e ineficiente burocracia, e gastar o que sobrar com os pobres, não para realmente solucionar o problema da pobreza, mas sim para torná-lo perpétuo de maneira a criar uma dependência sem fim. E tudo visando a ganhos políticos e demagógicos.”

    é a melhor definição que eu já li sobre como os esquerdistas (aqueles que todos conhecemos) se enxergam

  2. Doentes morrendo na fila, sem atendimento; hospitais degradados;racionamento de remédios; consultas de rotina sendo negadas e fila de espera de meses (ou mesmo anos) para cirurgias; uma taxa de mortalidade que seria inaceitável na rede privada.
    ———————————–
    Vou dar um choque de realidade, sobre o que o capitalismo faz com os pobres. Quem sabe assim vocês deixem de ser libertários e venham para o lado socialista. O texto a seguir faz parte do livro chamado: Por um Fio, escrito por Drauzio Varella.
    ———————————-
    Estagiei no pronto-socorro de pediatria do hospital das clínicas, na época um dos poucos centros especializados nesse tipo de atendimento na cidade.

    O movimento era absurdo; as vezes não havia outro jeito senão acomodar dois bebês numa cama só. A maioria vinha com diarreia e desidratação; outros sofriam de infecções respiratórias, conqueluche, complicações de sarampo, meningite e até paralisia infantil. Com trinta, quarenta crianças internadas num mesmo espaço, a choradeira não dava trégua; nos horários de pico, quando cismavam de esgoelar-se em coro, era necessário muito equilíbrio psicológico para resistir ao ímpeto de fugir daquele inferno.

    A figura das mulheres dia e noite ao lado dos filhos era comovente, estavam sempre a afagar-lhes a cabeça, oferecer-lhes o peito, pegá-los no colo niná-los quando se desesperavam. Se por alguma razão eram obrigadas a se afastar, as avós ou as tias das crianças vinham substitui-las; homem a cuidar do filho era ave rara.

    Na década de 60, as brasileiras tinham em média cinco ou seis filhos. Criança pequena morrer era acontecimento tão frequente que, ao tirarmos a história, a primeira pergunta era quantos filhos haviam dado à luz e a segunda, quantos deles permaneciam vivos. Os serviços de saúde da cidade não estavam preparados para assistir à massa de imigrantes nordestinos que chegavam à periferia, criando vilas e bairros populosos.

    Os doentes, envoltos em múltiplas camadas de fraldas e em xales baratos, vinham frebris, de olhos encovados, com história de diarreia instalada havia muitos dias, consequência do saneamento básico precário, da falta de higiene ao manipula-los e de esclarecimento aos paias para trazê-los logo no inicio da doenças. Como ainda não existia unidades de terapia intensiva, os que corriam risco de vida dividiam o espaço com os demais.

    Raros os plantões em que não perdíamos duas ou três crianças; as vezes morriam cinco ou seis. Eram tantas que no caminho para casa ficava difícil lembrar do rosto de todas. Paravam de respirar ao lado das mães resignadas. Era comum estarmos entretidos com um doente em estado grave e outro morrer no berço vizinho, sem que nos déssemos conta.

    O choro da mãe que perdia o filho contagiava as outras ao redor. Então se calavam, e sobrevinha um silêncio que durava horas.

    Deixava os plantões arrasado, revoltado com a ordem econômica responsável por tamanha desigualdade, em dúvida se os comunistas não estariam certos ao pregar que a única saída para o pais era a revolução.
    ———————
    Não sou que estou dizendo, que quem mata é o capital, È O PRÒPRIO MÈDICO que está dizendo.
    até quando mataras capital? até quando.

  3. Típico Universitário

    Eu sou um marxista de verdade. Não acredito na divindade das minhas intenções. Muito pelo contrário. Eu quero ver mesmo é o mundo quebrando ao meio. Ver instituições milenares despedaçadas com paixão e sem remorso pelo proletariado em êxtase. Quero ver a cultura burguesa arruinada e despedaçada porque alguém ousou me acorrentar com ela, pesar-me as pernas com roupas de grife, lavar-me as vergonhas com papel (ugh!) e tentar me engasgar com pasta de dente. Sonho em testemunhar o dia em que seus preponentes tiverem de arrastar-se nas paredes. Pois o chão já estará inundado de lágrimas.

    Eu não curto o evangelho de esmola da esquerda fabianinha burguesa. Para mim é um meio para um fim. E em algum lugar entre os dois a própria esquerda do cigarro vai levar foiçada no pescoço também. O holocausto revolucionário, afinal, é um julgamento de classe; não de ideias.

    Quem olha para a coroa da árvore vê muitas folhas cabeça de vento como descritas no artigo. Concordo. Mas lembre-se: as raízes da árvore são muito bem fincadas e profundas. O item 14 deixa muito claro que você pode até soprar um vento de lógica na árvore e ver o que cai. Mas não é nenhuma razão que a mantém de pé, é?

  4. Eu li a personificação de umas pessoas na internet, no trabalho, as vezes até em casa.
    O que mais me deixa triste com toda a situação, é que eles nunca dão ouvidos, sempre se acham certos e superiores. Você não pode falar nada que é fascista. Não da nem pra ter uma conversa séria, você não pode expressas sua opinião, nunca.
    Como viver num mundo desse?

  5. Eles ( esquerdistas ) são um conglomerados de pessoas totalmente falidas em sua pequenas vida; a maioria, para não generalizar, dos que conheço em minha vida social são pessoas que tem o pai empresário que bancou a faculdade, e ainda por cima dizem que estudaram para não ser vítimas de patrões da empresa, mas que na realidade nada fazem para criar valor.

    Eu dou muita risada das falácias dessa gente; chega ao topo de serem a coisa mais engraçada de escutar.

  6. Fantasticamente acurado. Vários highlights aí são irrebatíveis, inclusive um progressista, ao lê-los, não será capaz ele mesmo de discordar. Sentir-se-ão importunados e até ofendidos, inclusive, tamanha a acurácia.

    Me chamou a atenção especialmente o “quando suas políticas fracassam, eles não apenas não assumem nenhuma responsabilidade por elas, como ainda exigem mais do mesmo”, o que é eu diria a frente da linha de atuação da vertente.

    Como negar isso? É o que ocorreu na Europa Oriental, é o que ocorre na Coreia, nos recentes bolivarianos, o que ocorreu na Grécia (onde o empobrecimento da nação, provocado pelo estatismo, foi de uma hora para outra atribuído à austeridade – que é o remédio – e o Podemos foi eleito prometendo mais do mesmo).

    E no Brasil, idem. Lula e Dilma versaram por políticas excludentes e empobrecedoras. Qual a justificativa dos desenvolvimentistas? Foi culpa dos ajustes de Dilma, ditos “neoliberais”, que são a cura do empobrecimento (embora obviamente à médio prazo, assim como o que vemos hoje foi reflexo do que foi iniciado há 15 anos) . E a proposta? “Mais estado, menos mercado”, nas palavras do próprio ministro da fazenda. Outra coisa interessante é o quão frequentes são essas “falhas”. Aliás, não só frequentes, universais, eu diria. Sempre falha. Em 10.000 anos de história humana, as políticas de esquerda ainda não deram certo uma vez sequer. Macabro.

    Algumas outras constantes terrivelmente reincidentes:

    “6. Elas acreditam que afetações de emoção, frases de efeito, slogans e gritos de guerra superam” – o objetivo aqui é chamar a atenção do incauto desesperado, trazendo-lhe para o rebanho dos que seguem as políticas que, historicamente, empobrecem e excluem, defendidas por eles.

    O que, obviamente, deriva de “5. Elas não aprenderam nada com a história e nada sabem de economia.”, já que, se seguissem a linha da história e da razão, não poderiam defender as políticas que defendem, já que é claro até para o mais perfeito leigo no assunto que à esquerda recaem ditaduras, empobrecimento, exclusão, miséria, fome, toda sorte de preconceitos, eugenia e atraso tecnológico e moral.

    É uma cartilha perfeita, embora felizmente fadada ao fracasso precoce. Até se readaptarem novamente ,como fizeram os sociais democratas e os socialistas da Disco Era, apropriando-se de ideais liberais, mantendo-se por mais tempo na ativa, embora descaracterizando-se nas engrenagens históricas. Mas não se preocupe, sofrerão novo fracasso novamente, num longíquo futuro.

    E assim seguirá a humanidade…

  7. Quero aqui deixar meus votos de parabéns pelo artigo. O mesmo se mostrou bastante pertinente ao quadro atual do País. Por fim! Mais Mises e menos Marx! Valeu

  8. A melhor definição de tudo isso é:
    “O inferno está cheio de boa intenções”, ou “de boas intenções foi feito o inferno”.
    O inferno na União Soviética, 40 milhões de mortes.
    O inferno na China, 70 milhões de mortes,
    O inferno no Camboja, 2 milhões de mortes, a população do país tinha 6 milhões.
    O inferno caribenho (Cuba), 100 mil mortes e 1 milhão de fugitivos para Miami.
    O inferno no Vietnã, o inferno nos países africanos. O inferno criado para os seus seguidores quando estes eram capturados pelas forças de repreensão aos comunistas.
    O inferno da fome, da miséria, da falta de tudo.
    Ou seja a promessa dos homens para criar um paraíso na Terra, só transforma tudo em um inferno. O céu existe, mas já foi criado por Deus. Na terra só temos um vale de choro e ranger de dentes(oração da Salve Rainha), aqui só resta aos seres humanos serem caridosos com o próximo, ele sofre, tem fome, tem sede, precisa de ajuda. O resto é a descrição inicial.

  9. No item 13 – “quando suas políticas fracassam, elas não apenas não assumem nenhuma responsabilidade por elas, como ainda exigem mais do mesmo” – poderia ser acrescentado “exigem mais do mesmo” E colocam a “culpa” do fracasso em inimigos imaginários (algo que o keynesianismo também faz).

    Outros dois bons textos para ler em conjunto com esse:

    Thomas Sowell, “A mentalidade da esquerda e seus estragos sobre os mais pobres”:

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1662

    Murray Rothbard, “A esquerda progressista e a consagração da culpa”:

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1496

  10. Estou de pleno acordo com os argumentos de que a esquerda fracassou, suas politcas nesses 13 anos foram péssimas para o pais. Mas como legitimar um congresso que tem mais de 58% deles indiciados por corrupção e que sabemos além dos indiciados os outros tambem são corruptos por natureza.
    A oposição derrubando o governo conseguira reerguer o pais?

    Será que eles tem um pouco de visão libertaria que ao meu modo seria a mais apropriada para o pais, li vários artigos a respeito e estou de acordo plenamente com o que vcs pregam por mais leigo que seja.

  11. Queria poder dividir esse país em dois: os liberais e os estatistas, pra não ter que conviver forçadamente em um mesmo lugar com esse povo. Não que eu tenha preconceito ou odio, mas obedecer as leis e as idéias deles sem concordar é triste.

  12. Individuo individualista

    A esquerda novamente vai dar o golpe nas próximas gerações. Agora, passaram de vítimas dos militares para vítimas do “golpe do impeachment” e da mídia golpista. kkkk

    O povo, como sempre, ignora os fatos e se deixa levar por sentimentos momentâneos.

    A esquerda, conta a história da sua própria maneira, com todos os requintes de coitadismo e vitimismo.

    O terreno já está preparado, agora é esperar alguns anos para assistir tudo acontecer novamente.

  13. Atenção liberais, conservadores, direita; percam o medo de colocar suas caras e propostas nas eleições.

    De tanto fulminar com exemplos lógicos e racionais na frente desses hipócritas socialistas, um dia os eleitores lhes darão uma chance na urna. Não tenham receio de derrotas.

    Nao resolverá nada para o futuro ficarmos apenas nos enchendo de lindas teorias.

    Eles estão em toda parte entoando o canto da sereia.

    Milhares de outros Lulas, Dilmas, estão nesse momento se graduando nas universidades.

    Remem!

  14. Queria perguntar uma coisa à vocês, talvez podessem me indicar um artigo: como privatizar as ruas, estradas e rios? Se os novos donos cobrassem muito caro eu teria que me mudar? No caso das estradas, se um mesmo dono tivesse rotas principais e alternativas, como haveria concorrência?

  15. Ernesto de Carvalho

    Acompanhei pela TV alguns debates que ocorreram na Câmara no processo de admissibilidade do impedimento da presidente Dilma. A fala dos deputados simpáticos à presidente, via de regra da esquerda, poderia ser antecipada com o conhecimento dos 21 pontos da lista do autor de como pensam e agem as mentes progressistas. Sem dúvida é uma súmula perfeita, uma bula para entender a verborragia dos sinistros.

  16. Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política…e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos “fantasmas”. O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email NOVO é [email protected]

  17. Se dissessem que foi escrito ontem por um brasileiro, eu acreditaria!

    Como diz Constantino:

    A esquerda reivindica o monopólio da virtude e debate intenções em vez de resultados.

    * * *

  18. Richard Oliveira

    Excelente artigo, parabéns!

    Só um adendo, decidi compartilhar o que li hoje com vocês,

    “O sionismo internacional decidiu que o tempo de vida útil de "progressistas" como Cristina Kirchner(Argentina), Dilma Rousseff e Lula(Brasil), expirou. Não precisam mais destes intermediários, agora vão pelo controle total destes Estados e sua subordinação ao Governo Mundial centralizado e privado. O próximo regime neoliberal estilo Macri no Brasil vai operar para que isto aconteça.”

    Cada um enxerga aquilo que deseja

  19. Claro que só resta isso. Isso sempre foi o que ofereceram e fizeram todos os liberais de direita ou de esquerda (libertários, ou liberais originalmente, e NACIONAIS-SOCIALISTAS, socialistas, comunistas e “iluminados” de todos os tipos)

    São mentirosos como seu pai, o diabo, homicidas desde o princípio.

    São atores ora bolas…Não é a propria definição de mentira ? Viver a vida de uma pessoa (persona = máscara em latim).

    Tudo dentro de casa…

    http://www.imdb.com/name/nm0004242/

    Fidel Castro Ruz was the fifth of nine children born to Angel Castro, a plantation owner originally from Galicia, Spain who operated a plantation in Cuba’s Oriente Province. His mother, Lina Ruz Gonzalez, was a servant in his father’s home who bore Fidel out of wedlock (they later were married several years after Angel’s first wife died). Known as a rebellious, loud, and troublesome child, Fidel was sent to a Jesuit boarding school in Santiago de Cuba, where he was often teased by his wealthier classmates who called him a “peasant.” He later attended Belen College before enrolling at the University of Havana, where he earned a law degree. After graduating from the university, Castro briefly practiced law, before he went on to marry Mirta Diaz-Balart, a wealthy philosophy student with family ties to Cuban dictator Fulgencio Batista. They had a son, Fidelito, but after 5 years, the couple divorce and went their separate ways. After several years in prison and exile (he lived in Mexico and New York City before starting the revolution) Castro led an attack on the Moncada barracks on July 26, 1953. The attack, which was a major attack on Batista’s hold of Cuba, found Castro once again imprisoned before he was released. After his release he went to the Yucatan, where he organized a rebel force that landed in Cuba in 1958 and after many successful battles, Castro rode triumphantly into Havana on January 8, 1959.

    PS.: O resto é propaganda só o sublinhado importa.

  20. "Tenho boas intenções e é isso o que conta!"
    Não basta boas intenções apenas. É preciso mudar a realidade. O PT teve tempo suficiente para mudar consistentemente esta realidade, no entanto falhou. Seus membros envolveram-se em falcatruas e o estado brasileiro retrocedeu 30 anos. Triste realidade. Grande decepção.

  21. Texto perfeito

    É impressionante como eu começo a ler essas 21 características e automaticamente já me vem alguns progressistas a mente, tanto famosos quanto anônimos, nem é preciso muito esforço

    Vou guardar esse artigo para usar posteriormente

  22. Uma duvida em relação ao principado de Liechtenstein.

    dadas as suas particularidades, ser uma micro-nação etc, notei que o ensino lá é totalmente gratuito, e mesmo assim é um dos países mais liberais que existe. (ao menos o que eu andei lendo). Se não me engano a saúde também é publica, (para os cidadãos de Liechtenstein).

    Isso não vai contra os ideais de liberdade?? ou pode haver um consenso nessa parte??

  23. Essa era minhas dúvidas, embora creia que a implantação de micros estados no Brasil seja bem difícil.

    Mas obrigado pelo esclarecimento.

  24. Alexandra Moraes

    "Tenho boas intenções e é isso o que conta!" – eis o mantra que restou à esquerda.
    Concorde plenamente que somente isto restou à esquerda.
    Não adianta medidas de esquerda, se essas medidas são caras e ineficientes para resgatar os desválidos.
    A esqueda deveria se impregnar de realismo e deixar a balela entre esquerda e direita.
    Vários governos com boas intenções jã levaram seus países à bancarrota.
    Veja o caso brasileiro. É um bom exemplo.

  25. A história da esquerda é recheada de boas intenções. Em nome disso cometeram milhões de assassinatos. Vamos lembrar da Revolução Russa, Revolução Chinesa, Revolução Cubana, etc… etc… etc…
    Em nome das boas intenções construíram os regimes mais odientos do mundo.

  26. A esquerda perdeu seu norte. Está perdida sem rumo. Selecionam programas não cotejanto custo-benefício. A análise central é se o programa tem uma linha esquerdista ou direitista.
    Depois de 13 anos de esquerda no Brasil, o saldo é de um estado falido, corrupto e sem rumo.

  27. A esquerda defende um estado provedor e assistencialista não por causa de seu retumbante sucesso. O estado proveodor é defendido por causa das supostas “boas intenções da esquerda.

  28. A esquerda deveria tomar um banho de realidade. Ter boas intenções não basta se a políticas implementadas não trazem resultados de melhoria da sociedade. Ou pior, arrasam um país.
    É revoltante ver a situação do Brasil. Milhões de desempregados graças a um governo dito de esquerda.

  29. Não basta boas intenções se o resultado final da ação representou muito custo e pouco benefício. Como em uma empresa, as políticas públicas devem ser mensuradas para que se apure a efetividade delas.

  30. Vote no Partido Novo

    Peço ajuda dos libertários para ensinar o povo nessa notícia abaixo da Globo, lembrando que a globo tem prazo para comentar!
    Ajudem a explicar a causa libertária!
    Abs!
    g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/05/estudantes-ocupam-mais-uma-escola-contra-projeto-de-ppp-na-educacao.html

  31. Se eu colocar um vídeo no youTube, falando que tive um contato com Alienígenas e eles me deram uma pedra mágica que cura pessoas doentes, serei inicialmente considerado um louco! mas se pessoas começarem a pagar para tocar nessa pedra gerando muito $$$$, outros vão falar que tb tiveram contato com Alienígenas e que receberam uma pedra mais evoluída do que a minha, eles viram que pessoas estavam dispostas a pagar pela falsa esperança e passaram a copiar a mentira. O marxismo, é a pedra falsa que os demagogos usam, milhares são atraídos pela ilusão ou simplesmente para saquear quem é mais produtivo. O exemplo mais recente é a Venezuela, vamos perseguir os ricos e a classe média exploradora!

    Lula, Dirceu, Dilma, Chávez, Maduro, foram um completo fracasso na iniciativa privada, para obterem poder e dinheiro, só vendendo a ilusão marxista para os idiotas úteis.

  32. Em minha opinião, infelizmente, muitos dos 21 itens elencados no artigo servem parcialmente ou totalmente para definir todos os governos que governaram o Brasil República e todos os partidos existentes no Brasil, total ou parcialmente. Alguns itens casam totalmente com todos os governos já existentes no Brasil e com todos os partidos. Alguns precisam algumas alterações para se diferenciar da esquerda tradicional.

    Itens 1, 2,3, 4, 5 e 9: os textos casam sem mudar uma vírgula a todos os governos e partidos brasileiros;

    Itens 6 e 7: casam parcialmente;

    Item 10: onde se lê "minoria" leia-se povo;

    Item 11: substitua "onda fascista" por outros adjetivos, tipo "radicais", "ateus", etc.;

    Item 12: em relação ao salário, todos confiscam porque o assalariado é a ponta fraca e mais fácil de ser taxado. Os pequenos empresários pelo menos conseguem viver numa maior ou menor informalidade (leia-se comprar e vender sem nota fiscal). E quanto aos grandes (amigos do rei), em qualquer sistema sempre estarão tranquilos;

    Item 13: substitua "mais do mesmo" por mudança de rumo;

    Item 14: todos tendem a controlar a vida do pobre "contribuinte" num maior ou menor grau;

    Item 15: Escolher empresas a serem subsidiadas ou protegidas não é privilégio da esquerda. As mesmas empresas protegidas ou subsidiadas pelos governos PT/PMDB o foram pelo governo PSDB/DEM de FHC, pelos governos Itamar, Collor, Sarney e militares. O famigerado "clube das empreiteiras" cujas garras foram expostas pela Lava-Jato, foi criado no governo Costa e Silva, em 1969, para fazer as grandes obras do governo militar, quando a concorrência internacional foi alijada por um decreto governamental;

    Item 19: Arte do jogo duplo é levada a frente pela grande maioria dos políticos, de todos os matizes;

    Item 20: Divisões raciais são muito mais reforçadas pelas pessoas conservadoras, tipo: índios, negros e nordestinos são preguiçosos (OBS: sou branco, sulista, casado com uma nordestina).

    Quanto a comprar votos, esta sempre foi uma ferramenta muito mais da direita do que da esquerda, pelo menos no Brasil em geral e no interior do Brasil em particular, onde os grandes fazendeiros e empresários sempre compraram votos. Tem até aquela anedota clássica: o peão chega ao local de votação e recebe o voto dobrado e preenchido das mãos do coronel. Aí, antes de colocar o voto na urna, ele pergunta em quem está votando, ao que o coronel responde rispidamente: "ó xente, você não sabe que o voto é secreto?"

  33. A Verdade Sobre a Educação Pública Brasileira

    A educação pública no Brasil não vai bem. Todos sabemos disso. A justificativa dada por professores, muitos alunos por eles influenciados, pela mídia em gearal e por várias organizações públicas ou privadas é de que o Brasil não investe o necessário em educação, ou seja, falta dinheiro. Mas será que é este o problema? Será mesmo que isto é verdade? Vamos aos fatos.

    A reportagem do jornal "O Globo" (se alguém não gosta da Globo, as informações podem ser verificadas em outras fontes) do dia 16 de setembro de 2016 divulgou alguns dados do último relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) a respeito da educação em 38 países, dentre eles o Brasil (oglobo.globo.com/sociedade/educacao/brasil-tem-alto-gasto-publico-em-educacao-mas-investimento-por-aluno-esta-entre-os-piores-20119242). O título da matéria "Brasil tem alto gasto público em educação, mas investimento por aluno está entre os piores" em si já demonstra a posição de defesa do discurso populista da falta de recursos (diversos outros jornais tiveram a mesma postura). Quando se lê a matéria vê-se que os parâmetros de comparação não dão significado algum a afirmação de que o investimento por aluno no Brasil é um dos piores, já que a comparação deve ser relativizada com o padrão de vida de cada país, o que não foi feito. O site do governo "Portal Brasil" informa que o Brasil é o terceiro país que mais investe em educação (proporcional ao PIB) dentre os países analisados (www.brasil.gov.br/educacao/2015/11/brasil-e-pais-que-mais-investe-em-educacao-diz-ocde).

    Segundo a reportagem do "O Globo", o gasto público brasileiro anual em educação em 2013 foi de US$ 3.852,00 por aluno do ensino médio e de US$ 3.802,00 a US$ 3.826,00 por aluno do ensino básico. O gasto público brasileiro anual por aluno do ensino superior e da pós-graduação, por outro lado, foi de US$ 13.540,00. Considerando-se uma taxa de câmbio de R$ 3,15 / US$; tem-se um gasto de aproximadamente R$ 12.000,00 em média por ano, por aluno dos níveis fundamental e médio, ou seja, R$ 1.000,00 por mês; e um gasto de mais de R$ 42.500,00 em média por ano, por aluno de nível superior, ou seja, mais de R$ 3.500,00 por mês.

    Como se pode observar os valores do gasto público se revertidos diretamente ao aluno seriam suficientes para pagar uma boa escola particular de nível fundamental, ou médio, em qualquer lugar do Brasil.

    Como no Brasil as universidades particulares são tidas como de má qualidade (há exceções, e em breve as universidades privadas serão melhores que as públicas) tomarei como exemplo uma faculdade privada do exterior. O custo anual de um curso de graduação no British Columbia Institute of Technology (BCIT), que é considerada uma das 10 melhores faculdades do Canadá, custa em média CAD$ 15.000,00 (R$ 35.000,00 aproximadamente para taxa de câmbio igual a R$ 2,35 / CAD$) para o cidadão canadense. Como pode-se observar, o aluno de nível superior de uma escola canadense paga menos que o brasileiro (a escola é gratuita para quem estuda, mas é paga com o dinheiro dos impostos pagos pela população) por uma educação de melhor qualidade.

    E quanto a afirmação de que o investimento por aluno está entre os piores entre os países analisados? Um excelente parâmetro de comparação da renda entre países é o salário mínimo. O salário mínimo atual no Brasil é de R$ 880,00 por mês. Então um aluno do ensino fundamental "paga" aproximadamente 1,14 salário mínimo de "mensalidade", e o aluno de nível superior "paga" aproximadamente 3,98 salários mínimos de "mensalidade". No Canadá o salário mínimo é pago por hora e varia entre as diferentes províncias do país. Tomando como base o menor valor entre todas as províncias (Newfoundland and Labrador e Saskatchewan) que é de CAD$ 10,50 por hora e considerando 176 horas trabalhadas por mês (8 horas por dia vez 22 dias úteis) chegamos a um salário mínimo mensal de aproximadamente CAD$ 1.850,00. Então o estudante de nível superior canadense paga aproximadamente 0,68 salário mínimo de mensalidade, ou seja, quase 6 vezes menos que o que o brasileiro paga por sua universidade pública "gratuita" que nem de longe se compara a canadense.

    E os salários dos professores? Dizem que os professores ganham mal. Vejamos. Os dados divulgados por diversos meios de comunicação (veja.abril.com.br/blog/impavido-colosso/salario-dos-professores-brasileiros-esta-entre-os-piores-do-mundo/) informa que o salário anual de um professor de nível fundamental no Brasil (nas últimas posições) é US$ 10.375,00, enquanto que no Canadá (nas primeiras posições) é de US$ 37.145,00. Novamente tomando como base o salário mínimo de cada país, tem-se que o professor brasileiro recebe em média aproximadamente 3,10 salários mínimos por mês, enquanto que o canadense recebe em média aproximadamente 2,25 salários mínimos por mês. O professor brasileiro ganha mais que o canadense que vive num país que tem um custo de vida maior.

    Quanto aos professores universitários brasileiros, não será necessário fazer contas, pois como revela o portal UOL Educação: "professor universitário no Brasil tem “salário de país nórdico”, diz OCDE" (educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2016/09/15/professor-universitario-no-brasil-tem-salario-de-pais-nordico-diz-ocde.htm).

    As escolas privadas conseguem oferecer educação de qualidade com verba por aluno menor do que a verba das escolas públicas, e a escolas privadas ainda pagam impostos e têm que arcar com seus eventuais prejuízos. As universidades públicas brasileiras, que pioram a cada ano, têm verba por aluno compatível com as melhores faculdades do mundo. Por que investir em educação pública, quando todos poderiam "pagar" por uma boa escola particular de sua livre escolha? Quem são os verdadeiros interessados em manter a estrutura falida da educação pública no Brasil?

    Não há justificativa alguma para qualquer tipo de manifestação relativa aos investimentos em educação no Brasil. As manifestações deveriam pedir competência e produtividade dos professores. As manifestações atuais têm claramente fins políticos e ideológicos vindas de uma classe corporativista que só pensa em defender seu próprio bem-estar às custas de todo o povo brasileiro que paga sozinho pelos erros do Estado paquidérmico brasileiro. Para aqueles professores que se sentiram ofendidos por este artigo, não há justificativas para pedidos de desculpas, pois os que se calam são coniventes com o crime que está sendo cometido contra os alunos e contra o povo brasileiro. Professores, sindicalistas e uniões estudantis, manipulam criminosamente crianças, adolescentes e jovens adultos para estes trabalharem como "bucha de canhão" na guerra travada por eles contra a sociedade com o único objetivo de preservação do status quo. Educação gratuita sim, mas educação pública não. Chega de privilégios.

    Fábio NL, Canadá – 28 de outubro de 2016.

  34. Poderiam responder a esse comentário? É em relação ao PT ter realmente feito algo que diminuiu a pobreza.

    “A desigualdade é uma ideia, um conceito político ou econômico pra não poder ser atacado “fisicamente”, que nesse caso seria matar o animal e obter a carne imediatamente, mas eu discordo. A desigualdade no país está na oportunidade, coisa que o PT deu pra muita gente nesses anos, pronatec, fies, cotas e tudo mais, querendo ou não, foi uma das poucas coisas boas desse governo, apesar de que poderiam ter feito muito mais do que facilitar o ingresso, mas sim melhorar a qualidade do ensino, isso é a diferença entre o que o Estado “dá” e no que uma pessoa com dinheiro suficiente pode obter. O resultado disso não é instantâneo e não é algo que todos veem, poucos da classe média, alta, se importam, mas existe e basta olhar ao seu redor e ver.?”

  35. Marcos A Ferreira

    Bom dia!

    Gostei do texto… penso que avança na discussão sobre a relação do individuo/cidadão com o estado, a burocracia intestina desse estado e sua manutenção e as visões (entendimento) da estrutura intestina; entretanto, em face da realidade brasileira, não se fala mais sobre a redução do número de ministérios, redução dos privilégios do detentores do poder (“bolsa paletó” (isso para MP, magistrados e deputados e senadores), “bolsa moradia” (também para as mesmas figuras), e outras “bolsas” mais (privilégios aos detentores do poder)…

    Essa sociedade brasileira é hipócrita e, nós, fazemos parte dela… os de direita, os de esquerda, os que se dizem anarquistas… tudo do mesmo e nada de novo……….

    Todos dormem e estamos em “estado de sonho”…

    Viva a Vida… a Liberdade… o direito de propriedade!

    E, por fim, “não há religião superior à Verdade” e, “não há ideologia superior à solidariedade”… Viva a liberdade de pensamento!

  36. Eu não morro de amores pelo Crivela muito menos pela sua igreja mas nunca a maxima dita por Lenin fez tanto sentido. “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”.

    O Marcelo Freixo e seus fanboys adora dizer que lutam contra qualquer tipo de preconceito todavia a critica ao Crivela era sempre porque o mesmo era pastor evangelico.

    Ou seja a esquerda respeita as diferenças desde que o mesmo não seja cristão.

  37. Ótimo artigo!

    Curioso como esquerdistas defendem suas próprias ideias afirmando suas boas intenções, ao mesmo tempo que atacam as ideias de quem diverge colocando em dúvida as reais motivações deles. É a fixação em debater intenções em vez de resultados conjugada com o monopólio da moral e das boas intenções.

    Só um detalhe:

    5. Elas não aprenderam nada com a história e nada sabem de economia.

    Isso só é válido para os soldados rasos; quanto mais alto na hierarquia deles, mas cônscios eles são de que estão mentindo para conquistar poder a qualquer custo.

    Para complementar o artigo:

    * * *

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