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Socialistas, comunistas e nazistas – por que a diferença de tratamento?

Na
Europa, especialmente na Alemanha, ostentar uma suástica é um crime.  Ao longo de décadas após a Segunda Guerra
Mundial, pessoas têm caçado e punido os assassinos nazistas, que foram responsáveis
pela chacina de cerca de 20 milhões de pessoas.

Eis
uma pergunta: por que os horrores do nazismo são tão bem conhecidos e
amplamente condenados, mas não os horrores do socialismo e do comunismo? Por que se ignora — ou ainda pior: por que se
esconde — que as ideias socialistas e comunistas não apenas geraram uma
carnificina muito maior, como ainda representaram o que houve de pior na
história da humanidade?

Você
pode dizer: “Williams, de que diabos
você está falando? Socialistas, comunistas e os seus simpatizantes são uma
moçada bacana, que apenas luta para que os mais pobres tenham um tratamento
justo. Eles querem promover a justiça social!”.

Então
vamos dar uma rápida olhada na história do socialismo e do comunismo.

Em
primeiro lugar, o nazismo é, por definição, uma versão do socialismo.
Na verdade, o termo “Nazista” é uma abreviatura para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.

[N.
do E.: em sua política econômica, os nazistas praticaram controle de preços,
controle de salários e arregimentaram toda a produção nacional, voltando-a para
o setor militar. Nesse sociedade totalmente arregimentada, todos viviam em
função de obedecer às ordens do Führer.

A
propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas era o governo
quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais
métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços
seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras
rendas seriam permitidos ao proprietário privado nominal receber.

É por isso que há o socialismo de estilo soviético (bolchevista) e o socialismo
de estilo alemão (nazista). Fixar preços é uma forma de ataque à propriedade
privada, pois retira dos produtores as opções que eles teriam no livre mercado
para aplicar seus recursos. Fixação de preços é um decreto estatal que, na
prática, proíbe os proprietários de investirem seus recursos onde bem quiserem.]

Mas
os atos inomináveis de Adolf Hitler empalidecem em comparação com os horrores
cometidos pelos comunistas na antiga URSS, na República Popular da China e no Camboja, apenas para ficar entre os principais.

Entre
1917 e 1987, Vladimir
Lênin
Josef Stalin e seus sucessores assassinaram 62
milhões de pessoas do seu próprio povo
.  O ponto de partida foi a Ucrânia.

[N.
do E.: normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33
foi de cinco milhões.  De acordo
com o historiador Robert Conquest
, se acrescentarmos outras catástrofes
ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de
deportações de supostos “kulaks”, o grande total é elevado para
entorpecentes 14,5 milhões de mortes.]


entre 1949 e 1987, o comunismo da China, liderado por Mao
Tsé-Tung
 e seus sucessores, assassinou ou de alguma maneira foi o responsável pela morte de 76 milhões de chineses. [N. do E.: há historiadores
que dizem que o número total pode ser de 100 milhões ou mais. Somente durante o Grande Salto para Frente,
de 1959 a 1961, o número de mortos varia entre 20 milhões e 75
milhões. No período anterior foi de 20 milhões. No período posterior, dezenas
de milhões a mais.]

No
Camboja, o Khmer Vermelho, comandado por Pol Pot, exterminou aproximadamente 3 milhões de cambojanos, em uma
população de 8 milhões
.

No
total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987.
 Destes, quase 55 milhões de pessoas
morreram em vários surtos de inanição e epidemias provocadas por marxistas —
dentre estas, mais de 10 milhões foram intencionalmente esfaimadas até a morte,
e o resto morreu como consequência não-premeditada da coletivização e das
políticas agrícolas marxistas.

Para
se ter uma perspectiva deste número de vidas humanas exterminadas, vale
observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX
mataram aproximadamente 85 milhões de civis.   Ou seja, quando
marxistas controlam estados, o marxismo é mais letal do que todas as guerras do
século XX combinadas, inclusive a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e as
Guerras da Coréia e do Vietnã.

O
regime mais autoritário e mais assassino da história está documentado no
website do professor Rudolph
J. Rummel
, da Universidade do Havaí, no endereço http://www.hawaii.edu/powerkills,
e no seu livro Death
By Government
.

Estudiosos
da área de homicídio em massa dizem que a maioria de nós não é capaz de
imaginar 100 mortos ou 1000. E acima disso, tudo vira apenas estatística: os
números passam a não ter qualquer sentido conceitual para nós, e a coisa se
torna um simples jogo numérico que nos desvia do horror em si. 

Quantos
desses assassinos comunistas foram caçados e punidos? Ao contrário, tornou-se
aceitável em todos os países do mundo (exceto na
Polônia, na Geórgia, na Hungria, na Letônia, na Lituânia, na Moldávia e na
Ucrânia
) marchar sob a bandeira vermelha da ex-URSS, estampada com a foice
e o martelo.

Mao
Tse-Tung é amplamente admirado por acadêmicos e esquerdistas de vários países, os
quais cantam louvores a Mao enquanto leem seu livrinho vermelho, “Citações
do Presidente Mao Tse-Tung
“.

[N.
do E.: no Brasil, o PCdoB, partido da base do atual governo, é assumidamente
maoísta
].

Seja
na comunidade acadêmica, na elite midiática, na elite cultural e artística, em militantes
de partidos políticos, em agremiações estudantis, em movimentos ambientalistas
etc., o fato é que há uma grande tolerância para com as ideias socialistas —
um sistema (de governo) que causou mais mortes e miséria humana do que todos os
outros sistemas combinados.

Os
esquerdistas, progressistas e socialistas de hoje se arrepiam com a simples
sugestão de que sua agenda pouco difere da dos maníacos nazistas, soviéticos e
maoístas.  Não é necessário defender campos
de concentração ou conquistas territoriais para ser um tirano. O único
requisito necessário é acreditar na primazia do estado sobre os direitos
individuais.

Os
inenarráveis horrores do nazismo, do stalinismo e do maoísmo não foram
originalmente criados nas décadas de 1930 e 1940 pelos homens associados a tais
rótulos.  Aqueles horrores foram simplesmente o resultado final de uma
longa evolução de ideias que levaram à consolidação do poder nas mãos de um
governo central, e tudo em nome da “justiça social”.  Foram
alemães decentes, porém mal informados — e os quais teriam tido espasmos de
horror à simples ideia de extermínio e genocídio —, que construíram o Cavalo de
Tróia que levou Hitler ao poder.

A
estrada que estamos trilhando, em nome do bem comum, é muito familiar.  Se você não acredita, pergunte a si mesmo: qual
o caminho que estamos trilhando: para uma maior liberdade ou para um maior
controle governamental sobre nossas vidas?

Talvez
pensemos que somos seres humanos melhores do que os alemães que criaram as
condições que levaram Hitler ao poder. Quanto a isso, digo apenas o seguinte:
não contem com isso.

_______________________________

Leia também:

Por que o nazismo era
socialismo e por que o socialismo é totalitário

A fome na Ucrânia – um dos
maiores crimes do estado foi esquecido

A China comunista e os seus
campos de morte

Marxismo: a máquina
assassina

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188 comentários em “Socialistas, comunistas e nazistas – por que a diferença de tratamento?”

  1. “Eis uma pergunta: por que os horrores do nazismo são tão bem conhecidos e amplamente condenados, mas não os horrores do socialismo e do comunismo?”

    Judeus

  2. Eu sempre me perguntei: por que comunismo, socialismo, marxismo, gramiscismo, etc… não são criminalizados ?.

    Nazifascismo é crime, racismo é crime, homofobia é crime, antissemitismo é crime, etc… (tudo é crime)

    Mas as doutrinas esquerdistas são muito bem vistas por todos, nunca entendi isso.

  3. Nenhuma tirania se reconhece como tirania. Não chegam ao poder prometendo implementar uma tirania. Nem com os cadáveres aos montes pelo chão assumem-se como uma tirania.

  4. “Para ser um tirano, o único requisito necessário é acreditar na primazia do estado sobre os direitos individuais.”

    Muito claro.

  5. De fato, no Brasil o nazismo é proscrito, porém o Comunismo que foi muito mais sanguinário e nefasto é permitido, e até cultuado por um grupo de pseudo intelectuais. Advém das premissas desse regime totalitário boa parte da inversão de valores a que estamos submetidos atualmente, travestidos de “equidade social”, sendo que nada mais é do que ferramentas marxistas para divisão da sociedade e dos seus pilares, dentre as quais a família.

  6. Nossa que delícia de artigo! Melhor que suco de laranja.

    Mas falando sério, creio que nem nazismo, nem comunismo deva ser proscrito ou proibido.
    Pois são idéias, e por isso não creio que seja certo proscrever idéias. Por mais absurdas que sejam.

    Nós temos argumentos melhores que estas pessoas defensoras dessas teorias.

    Mas deve-se deixar bem claro que não faz sentido proscrever o nazismo mas ao mesmo tempo não proscrever o marxismo, comunismo, socialismo ou qualquer outro tipo de ditadura que prive a liberdade.

  7. O socialismo deveria ser criminalizado. O próprio Hugo Chavez forneceu armas para uma guerrilha e fez de tudo para eles tocarem o terror na Venezuela. Nós tivemos sorte do MST ainda não estar armado com fuzis e granadas. Podem esperar, porque esse MST está crescendo e sendo financiado por políticos. Já tem até senador do Paraná incentivando a luta no campo. Se um senador manda invadir terras, ele sabe que vai ter guerra, porque a propriedade privada ainda é respeitada, apesar de ter muitas desapropriações.

    A maioria dos socialistas mentem para os pobres. Eles usam os pobres como massa de manobra e como guerrilheiros. Os militantes não são inocentes, mas a maioria é enganada. Esses militantes são pobres e qualquer um que prometa coisas como terras, casas e comida, terá um guerrilheiro pronto para perturbar a paz. É engraçado como nenhum socialistas manda os militantes trabalhar e procurar escolas, ou quem sabe abrir uma empresa. É gente criminosa que quer perturbar a paz.

    Enfim, um guerrilheiro marxista está tão barato que eles são comprados até com pão com mortadela ou cachorro quente.

    Nós precisamos cassar todos os partidos que fazem parte do Foro de São Paulo. Quem quer implantar ou manter o socialismo no Brasil, não pode fazer parte da democracia.

  8. O nazismo não desenvolveu suficientemente a arte de acusar suas vítimas dos crimes que eles mesmos cometem.

    O nazismo, na sua utopia assassina, queria construir uma sociedade melhor, e ao falhar vergonhosamente, não soube (ou não teve tempo de) expurgar seus líderes e acusá-los de agentes do inimigo, como sempre fazem os socialistas até hoje.

    O nazismo se fechou, e não conseguiu (ou não teve tempo de) tomar a riqueza de alguns países, e transformá-la em moeda de troca na conquista de outros, por meio da propaganda e compra de consciências.

    …enfim, o que faltou ao nazismo foi TEMPO de estrada para reavaliar seus métodos, e um pouco mais de altruismo para dividir o butim com psicopatas estrangeiros.

  9. Porque para quem é comunista e socialista, as pessoas que morreram eram “burguesas”, “fascistas”, e tiveram que morrer porque elas eram contra a “revolução”!

  10. Um dos livros mais interessante que li em minha vida foi a biografia de Hitler do Joachim Fest. Fica evidente que Hitler foi profundamente influenciado pelos métodos políticos dos partidos comunistas, que nas décadas de 1920-30 tinham grande força na Europa e principalmente na Alemanha. O Partido Nacional Socialista tinha uma estrutura de organização e métodos de propaganda muito similares ás organizações revolucionárias preconizadas por Lenin, e quando os nazistas venceram as eleições adotaram uma estratégia muito parecida com a “ditadura do proletariado”. Hitler teve ainda o vislumbre de organizar uma milícia paralela (as SA), inicialmente cooptando os segmentos mais excluídos da sociedade, que posteriormente constituiu a espinha dorsal de sua violenta ação política.
    A propaganda sempre associa o nazismo com a “direita”, mas o nazismo foi muito mais similar, política e economicamente, ao socialismo do que ao capitalismo.

  11. A história é escrita pelos vencedores. O nazismo perdeu a guerra, por isso foi defenestrado da história. Já o comunismo e o socialismo travaram um duelo com o capitalismo durante décadas, mas como não foram derrotados militarmente, até hoje continuam escrevendo suas “versões dos fatos”.

    Um dia, num futuro longínquo, as pessoas olharão para trás e se envergonharão por tudo o que o esquerdismo causou, assim como nós hoje nos envergonhamos do nazismo.

  12. São ideologias diferentes.

    A ideologia nazista implica discriminação, apologia a violência e genocídios.

    A ideologia socialista é apenas a defesa de um regime econômico. Se você acha certo jogar os erros de seus lideres sobre o regime econômico adotado pelo país, então vocês deveriam, se forem coerentes, jogar a culpa das bombas nucleares em cima do capitalismo.

    É correto dizer que o socialismo causou pobreza em massa, falta de desenvolvimento e liberdade. Mas é incorreto falar que socialismo foi culpado pelos genocídios, execuções e os gulag.

    Agora se o socialismo deve ser proibido por ser um regime ineficiente e autoritário ai eu concordo.

  13. Todo o artigo sò confirma a célebre frase: “O problema do socialismo são os socialistas”. O que vimos até hoje na história ta longe de ser socialismo. Falta moral. A humanidade ainda não chegou a nivel moral adequado para que exista a igualdade social mas estamos caminhando pra isso. Minha opinião.

  14. A pergunta “Socialistas, comunistas e nazistas – por que a diferença de tratamento?” tem uma resposta muito simples: porque os nazistas perderam a guerra enquanto os comunistas venceram-na. Os aliados (que incluiam os comunistas) foram muito eficazes a diabolizar (e com razão) os horrores do nazismo. Os comunistas se beneficiaram ao criar a ficção de que eram diferentes dos nazistas e que o comunismo, ao lutar contra o nazismo, defendia valores maravilhosos e lindos.

    Como é normal, a história é contada pelos vencedores e os camunistas usaram o nazismo (e a sua derrota) para vender a sua utopia ao mundo. Com a vitória sobre o nazismo (e a exposição dos seus horrores), o comunismo viu a sua utopia legitimada, sua imagem limpa e a sua energia revigorada.

    A História é contada pelos vencedores e o resultado da queda do nazismo foi formatação do mundo entre dois vencedores de visões opostas: o comunismo e o mundo livre (ambos vencedores contra “o Mal”.

    É óbvio que o comunismo é tão horrendo quanto o nazismo. Mas não é esta a percepção geral na medida em que o discurso comunista ainda colhe frutos de ter derrotado “o Mal”.

  15. Tomás Amaral Ramos

    Sim, atrocidades equivalentes às dos estados nazistas foram cometidas por estados que se auto-proclamavam comunistas. Mas vamos observar que estes estados não colocavam em prática as idéias do socialismo. A primeira coisa que Lenin e Trotsky fizeram foram dissolver os sovietes (as delegações populares e distritais através da qual os setores da sociedade se organizariam e estabeleceriam suas demandas). Eles portanto traíram a ideologia clássica do socialismo. Que vinha se desenvolvendo inclusive antes de Marx e Engels. A idéia de “ditadura do proletariado” de Marx, também traduz apenas uma das muitas correntes de socialismo na Europa do Séc. XIX e que era repudiada por outros socialistas e pela corrente do chamado socialismo libertário, que era defendida, por exemplo, por Bakunin. Mas há uma diferença central entre o caso do nazismo e do socialismo ou comunismo: a limpeza étnica empreendida pelo estado nazista alemão já está presente na ideologia nazista. A prática apenas executou o que pregava a teoria. No caso do comunismo, diferentemente do nazi-fascismo, Lenin, Mao e Stálin, adotaram medidas completamente contraditórias ao ideário do socialismo clássico. Proibir a ideologia socialista com base no que fez Stalin, seria exatamente o mesmo que proibir o cristianismo com base no que fez a Igreja Católica na Idade Média. Uma ideologia não pode ser responsabilizada pelas distorções que aproveitadores fizeram delas. A ideologia nazista em sua concepção pregava ódio aos judeus, e Hitler de fato perseguiu os judeus. A ideologia socialista (e que não foi fundada por Marx) formulava no século XIX a emancipação da classe trabalhadora, Stalin e outros não a executaram. Eles traíram essa ideologia. Então deve se perguntar: de que socialismo você se refere quando fala bem ou mal sobre ele? A ideologia original ou aquilo que foi feito de forma distorcida por Stalin e outros e nada tem a ver com ela? E se quiserem proibir o comunismo por qualquer motivo, o que diremos também sobre o CAPITALISMO? Vamos lembrar que a maior potência do capitalismo só nesse século já matou MILHÕES, visando o que impulsiona o capitalismo: o lucro de poucos às custas de muitos.

  16. Henrique Zucatelli

    Acho que é tudo falta de divulgação.

    Um artigo desse nas redes sociais daria uma bela polêmica, que levantaria mais fatos e verdades para enterrar de uma vez esse erro, que é o Estado Totalitário.

    Fica a dica para vocês que tem Facebook, Twitter e outros meios de divulgar. Vamos fazer um bem aos mais novos, falando sobre todas essas verdades.

  17. O nazismo e socialismo não são os culpados pelos crimes cometidos, mas sim seus líderes que usaram métodos de extermínio para manterem seus sistemas e seus poderes. Se observarmos o capitalismo.também gerou ditadores sanguinários. Mas o que ocorre é que uma ditadura capitalista não é associada ao capitalismo como ocorre com outros sistemas econômicos. Aliás o nazismo não é um sistema econômico. Logo não se pode comparar o nazismo e o comunismo. Inclusive o nazismo tinha muitos elementos tanto da esquerda quanto da direita.

  18. Entendo o ponto de vista e a lógica do mesmo, porém porque também não julgar a democracia?
    Provavelmente serei linchado, mas há de convir que teve vários exemplos de atrocidades feitas em nome da democracia, países destroçados, e hoje no seculo 21, vemos uma Síria em pedaços, uma Líbia destroçada, um Iraque desfigurado e o ISIS cada vez crescendo mais.
    Muitos poderão me criticar que os exemplos citados não tem haver, mas analisando friamente, a “Guerra pelo Ouro Negro” patrocinada pela democracia mor, os EUA, são duas faces de uma mesma moeda.
    “Chutar cachorro morto, é fácil”
    Esse é meu ponto vista.

  19. Felipe Chierighini

    Se socialismo e comunismo forem considerados crime como é o nazismo acabam todos os governos e partidos políticos do mundo, não sobra nada.

  20. Apenas me pergunto porque esses esquerdóides não pesquisam na internet sobre comunismo?
    Não precisa concordar com o autor deste texto nem comigo. Hoje em dia a internet nos permite acesso a todas as informações. Basta abrir o Google e pesquisar, sem paixões e sem ideias pré definidas, apenas pesquise e pense.
    Mas as pessoas são tão toscas e superficiais, que basta dizer que no socialismo todos são iguais que eles já compram a ideia e danem-se os fatos, dane-se a história.

  21. Até que ponto o nazismo se confundia com o socialismo de fato?…Ora, seus métodos políticos e econômicos. E por que o nazismo adotava métodos socialistas, se era contra os comunistas?…De antemão,é preciso dizer que numa política e uma economia pós- guerra, tornava-se praticamente obrigatório que agissem e impusessem regras de uma forma como aquela que existiu à época na Alemanha dos anos 30…Havia uma necessidade imperiosa de controlar todos recursos- haja vista se encontrarem escassos ou sob o risco de racionamento- a fim de que fossem direcionados para um único objetivo: a guerra. E havia um inimigo a ser destruído…A diferença entre ambos -comunistas e nazistas- estava no inimigo a ser combatido:na URSS, os burgueses, capitalistas e o antigo Império czarista. No nazismo, os judeus, considerados classes dominantes na Europa.Era esse elite que os alemães pretendiam destruir, sob as alegações de que aqueles escravizavam economicamente aos europeus. Daí extraímos que, independentemente dos modelos divergirem quanto ao objetivo último,o modelo econômico e político adotados por ambos, serve adequadamente aos objetivos de quem pretende causar a extinção de uma classe de pessoas que possuem determinada cultura: o socialismo.

  22. No link do Rudolph J. Rumme está uma excelente frase:

    Diga-me, meu irmão,
    Por que os ditadores matam e fazem guerra?
    É para a glória, por suas crenças, por ódio, por poder?

    Sim, mas mais,porque eles podem.

  23. Além do fato de a URSS ter se posicionado contra Hitler no fim da 2ª guerra (apagando sua colaboração com os nazistas), penso que o fato que contribui com a impopularidade do nacional-socialismo em relação ao socialismo é o fato de Hitler ter prometido o socialismo somente aos alemães, em detrimento de todo o resto, a não ser que você seja alemão, fica mais aparente o quanto tal ideologia é perigosa. Nesse ponto, o socialismo internacional acaba exercendo muito mais apelo ao restante das pessoas ao propor um socialismo em escala mundial, em que supostamente não deixaria ninguém de fora.

  24. A concentração de poder nas mãos do estado é o que esses três sistemas totalitários tem em comum. O pior é quando algo da errado a solução é sempre a mesma: mais instituições, mais leis ou seja, mais totalitarismo. Idiotas que buscam a perfeição nesse mundo não vão desistir até acabarem com tudo.

  25. Guilherme

    Bem a Alemanha é protegida pela OTAN, e tem seu guarda chuvas que é os EUA, Hong Kong, anteriormente a Inglaterra e agora a China o protege, Austrália e Nova Zelândia tem acordos com os EUA.
    Obviamente existe países que não seguem essa filosofia da industria militar como um dos alicerces.
    Mas quando se tem um guarda-chuva como os EUA, que é a maior potencia militar do planeta, pra que investir se posso comprar.
    Talvez não tenha me expressado melhor, mas volto a reiterar, desde o inicio só critiquei o artigo por falar que somente os sistemas comunista, socialista e nazi-fascista foram o que fizeram atrocidades, mas também a democracia.
    E mantenho a minha opinião que democracia não é igual ao socialismo e que na maioria dos casos( agora está melhor?rsrsrs) os governos foram o motor do avanço(principalmente a area militar) tecnológico e espacial desde a WWII.
    Sds

  26. Alexandre Melchior

    É que o nazismo matou muito judeu. Anos depois, os judeus iam bancar filmes de muito sucesso sobre o terror nazista.

    E filme qualquer tanso assiste.

    Já o comunismo matou uma turma que não teve a mesma sorte na história. Os horrores comunistas estão em alguns livros.

    E livro não é todo mundo que lê.

  27. Vou fazer uma comparação entre o diabo e o Socialismo,Comunismo,Nazismo.
    Dizem que o diabo nunca quer aparecer mostrando a sua carranca terrivelmente horrível,toda sua feiura,sua nojenta aparência.
    Imagine se o Diabo aparece com seus terríveis dentes,seu fedor terrível,rosnando que veio para roubar, matar e destruir. Se mostrando como é de fato. Imediatamente ele,o diabo assustaria todo mundo, todas as pessoas correriam e poriam contra o diabo. Ninguém se aproximaria do diabo e ele teria imensa dificuldade para fazer os seus maus feitos. Por isto o diabo oculta sua verdadeira aparência e gosta de se mostrar como um ‘anjo de luz’. Assim com boa aparência,agradável aos olhos,bem visto ,o diabo consegue não espantar os homens, pelo contrário consegue até aproximar as pessoas,conseguindo a simpatia e confiança delas. E pode o diabo fazer o mal que deseja de maneira muitíssima mais eficiente.

    Igualmente o Socialismo,Comunismo,o Esquerdismo fazem de tudo para não mostrar a sua verdadeira Face para as pessoas. Certos de que imediatamente assustaria,espantaria e enxeria de medo e repulsa multidões de pessoas. o Nazismo foi só um demônio que não conseguiu ficar sem ser desmascarado.

    Pensem bem ! No mundo cheio de pessoas como Walter Williams, o autor deste Artigo. O Socialismo,Comunismo, Esquerdismo não teriam vez neste mundo.
    Pois! Walter Williams consegue enxergar esses ‘diabos’ com toda feiura,maldade,crimes e terríveis propósitos que sempre tiveram.

    Infelizmente pessoas como Walter Williams são minoria no mundo.
    Por isto o Socialismo,o Comunismo tem tido tanto sucesso em enganar e conseguir simpatia,’amor’ e admiração de tantas pessoas. Afinal no fim das contas. A DISSIMULAÇÃO socialista,comunista,esquerdista consegue enganar. Nem diria enganar (pelo menos não todos),mas atrair,encantar tantas pessoas no mundo.
    No dicionário dissimulação significa : disfarce, fingimento, arte de encobrir as intenções e pensamentos.

    O diabo,o Socialismo,o Comunismo, o Esquerdismo tem muito em comum. Jamais gostam de mostrarem a sua verdadeira face e lucram tremendamente por isto.

    Parabéns ! A Walter Williams por desmascarar esses demônios e mostrar suas carrancas terríveis.
    Esses que dizem querer ajudar e proteger os pobres. Desejam a Justiça Social.
    Também o Diabo disse a Eva que só queria ajuda-la !!!!!

  28. Luis Gustavo Schuck

    Primeiramente o regime nazista atacou um inimigo real de carne e osso. Os judeus. Por outro lado os comunistas sempre lutam contra o imperialismo, as elites, etc.

    Segundo que me parece que a imagem que se tem dos comunistas russos é a da libertação, salvação do povo, distribuição de renda, terras,etc. Ao passo que os nazistas e os alemães buscavam novamente a glória do passado, um regime forte, tipo como o de Bismarck.

    Terceiro que os nazistas avançaram contra outras nações.

    Resumindo todos sabem porque o comunismo é aceito: marketing, inimigos invisíveis, heróis do povo, etc. Embora não faça muito sentido aceitar tal coisa, o sentimento de revolução parece encantar as pessoas.

  29. “Para se ter uma perspectiva deste número de vidas humanas exterminadas, vale observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX mataram aproximadamente 35 milhões de pessoas.”

    Que eu saiba a Segunda Guerra sozinha matou pelo menos 60 milhões.

  30. Tem gente que usa o seguinte argumento: O Nazismo não pode ser de esquerda pois era anti-comunista.
    Mas ora, é uma análise completamente equivocada, uma vez que confunde alinhamento político (que é sempre transitório) com similaridade ideológica. A questão não pode ser analisada somente por quem estava do lado de quem ou quem estava contra quem. Se for usar esse raciocínio, pela mesma lógica, seria possível afirmar que durante parte da guerra a URSS se aproximava ideologicamente mais dos EUA pois por um período de guerra foram aliados políticos. E evidentemente essa seria uma conclusão completamente descabida.
    O alinhamento (ou afastamento) político conjuntural precisa ser separado das semelhanças ideológicas (que são muitas entre nazismo, fascismo e socialismo – todas vertentes de coletivismo).
    Nazismo, fascismo e socialismo-comunismo são todos coletivismos em diferentes tons, com diferentes mecanismos de controle de mercado.

  31. “para ser um tirano basta acreditar na primazia do Estado sob os interesses individuais”

    esta frase é brilhante e resume o porquê o Socialismo é um regime de terror e opressão com a desculpa que de que tudo é pelo social.

  32. As vezes acho que seria melhor privatizar empresas como a petrobrás e etc, deixando-as “públicas” serve como uma maquina de propinas, onde só se beneficia através de proprinas, ao menos na privatização, seriamos obrigados a buscar o melhor custo X beneficio.

  33. Não sou adepto de nenhum “ismo”, embora me sinta visceralmente empolgado ao ler alguns teóricos anarquistas. Sendo assim, acho profundamente falha toda a lógica desse artigo no que tange a exacerbação do autoritarismo alheio e sua condenação sumária e o enaltecimento de uma falsa liberdade (ou liberalismo). explico:

    – Primeiro, é sabidamente tendencioso julgar absolutamente negativo um ideário apenas apontando seus pontos negativos. Se vamos tentar uma analise histórica, isso apenas não basta.

    – Essa ilusão aumenta exponencialmente se estamos falando da aplicação pratica de tais ideias, o que implica contextos históricos particulares ligados a seus lideres e suas “espúrias decisões” que na maioria dos casos servem apenas a propósitos da manutenção do poder durante regime e suas crises(institucionalização da corrupção, como já apontou um outro colega.

    – Supor que qualquer ideário, seja econômico, politico ou filosófico em determinado periodo histórico podem ser separados e tratados como “pessoas” (boas ou más), é apenas outra ilusão da moral maquineísta do ocidentalismo cristão – esse que também por motivos históricos está incutido na mente do brasileiro, mesmo que ele não se de conta.

    Temos que separar a ideologia da história quando discutimos a “ideologia” em termos teóricos, pois obviamente não são a mesma coisa, a história e a teoria. Se quisermos criticar Stalin, acho ótimo, mas suas ações pouco tem a esclarecer sobre a validade do socialismo como ideologia.

    Podemos entender falha no seguinte exemplo: “Líder de culto messiânico do juizo final roubou, estuprou e comandou o suicídio coletivo de 200 pessoas, depois ateou fogo ao proprio corpo pois alegava ser o cristo ressucitado.” Bem, pergunto: para qual pessoa inteligente, a reivindicação de que …o cristianismo deveria ser criminalizado pois ele é nefasto e uma ideologia genocida… faria algum sentido baseado apenas na conduta histórica destes personagens?

    – Toda essa confusão em acusar sistemas pelo crime de seus lideres, gera sérias falhas ao meu ver, pois se adotarmos a postura contrária (deste site) de defender a “propriedade privada” ou o “livre mercado” como manifestações naturais, libertárias e desprovidas de ideologia autoritária estaremos criando uma anedota para disfarçar o principal motivo gerador da violência em qualquer sociedade. O conceito de propriedade e de individualismo dentro de uma economia amoral ou acultural, é exatamente a fonte primeira de toda a corrupção que descaracterizou todos esses movimentos histórico-politicos que vocês hoje julgam “genocidas”.

    Ao final, que mensagem é transmitida com a construção dessa anedota, vejo que este artigo estimula pensamentos que não entendem uma analise histórica, e certamente produzem alienações como esta(feita em um comentário aqui postado) e que configura bem a tendenciosidade de toda esta ilusão criada:
    “O que mata as pessoas de fome é a natureza, não o Capitalismo”.

    Claro, “o que mata é a bala da arma”, não a intenção de quem puxou o gatilho.

    Por fim, não me admiro com outros posts, contradições como: “a acumulação de riqueza não promove a pobreza” – não claro que não – em um mundo escasso, a “pobreza é fruto da preguiça e da falta de talento!” Bill Gates não é responsável por nenhum genocídio… Sem comentários…

  34. Vocês viram está noticia! Um experimento socialista aqui no Brasil!!

    “Intitulada “Comunidade Evangélica Jesus a Verdade que Marca!, convenciam o fiéis a doarem o que tinha para conviver em um espaço onde “tudo seria de todos” e eram forçados a trabalhar sem receber pagamento. Já os pastores, diz a PF, Ciculavam de carros luxuosos.”

  35. Esta matilha de hienas, que se apoderou do aparelho do Estado no Brasil, tem como objetivo implantar uma DITADURA CLEPTOCRÁTICA OLIGÁRQUICA; mais próxima do sistema nacional socialista hitlerista, que do sistema comunista stalinista.

    O fato do PT estar aliado à empresas como ODEBRECHT, é emblemático deste sistema “NAZI-CLEPTO-OLIGÁRQUICO”. O sistema Lulo-Petista difere do sistema comunista soviético, pois (assim como na Alemanha nazista) preserva a propriedade privada dos meios de produção.

    A ODEBRECHT, do regime Lulo-Petista, atua da mesma forma como atuava a THYSSEN da Alemanha nazista.

    Evidentemente, todos nós sabemos que o “nacional socialismo” alemão é uma ideologia de extrema-esquerda. Não é a toa que os militares brasileiros não se revoltaram contra o regime Lulo-Petista… Um regime “cleptocrático / nacional socialista”, se encaixa perfeitamente aos anseios dos milicos de Banania Brazilis!

    Afinal, nesta banana republic, nunca houve nada de diferente! Este país nunca foi capitalista e nunca foi nem sequer socialista; sempre foi uma REPÚBLICA CLEPTOCRÁTICA OLIGÁRQUICA. Este sistema é denominado de “CRONY CAPITALISM”:

    https://www.facebook.com/kleber.verraes/posts/418732408318484

  36. Como bem comentado por alguns, o principal motivo é a propaganda ideológica.

    E ainda conseguiram convencer a maioria de que “comunismo” e “socialismo” são dois constructos totalmente distintos e separados um do outro.

    * * *

  37. Um dia, se você cruzar com alguém e esta pessoa se dizer comunista, socialista ou o raio que o parta, cuidado! Esta pessoa, certamente, é um canalha que está querendo usar você para ganhar dinheiro sem trabalhar. Cuidado! Cuidado! Cuidado! Chegou o tempo de dar um basta nas ladainhas socialistas. Basta! Fora PT e toda surrealista campanha esquerdista! O povo caiu na real!

  38. Existe uma história, relatada no livro Pós guerra de Tony judt, de prisioneiros russos que foram enviados para campos de trabalhos nazistas, e após a libertação não quiseram voltar, alegando que era melhor ficar na Alemanha do que volta para a URSS.

    Ou seja, é melhor ser um prisioneiro em um regime nazista do que viver em um regime comunista.

  39. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Alemanha Nazi Alemanha Nazista

    Nacional-Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direita associada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideias pangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo “nacional-socialismo” surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de “socialismo”, para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.

    …….

  40. Luiz alberto Melchert de Carvalo e silva

    Sou doutor em História Econômica pela USP, mestre em teoria econômica pela PUC/SP e EDD em Economia Internacional pela Columbia University (NY). Não posso concordar com o argumento de que o nazismo e o socialismo tenham as mesmas raízes simplesmente porque tem socialista no nome. O nazismo tinha por base a superioridade da raça ariana e isso se devia ao ocultismo muito em voga no início dos anos 1920. O nazismo veio como rejeição ao comunismo que, por causa da I Guerra, era real ameaça à propriedade privada e via dois grupos como culpados de todos os males que assolavam a Alemanha, os comunistas e os judeus. Os primeiros porque eram contra a propriedade privada, os segundos porque dominavam as finanças. O nazismo baseava-se em que a raça ariana, para atingir a plenitude de sua superioridade precisava do espaço vital que, segundo Mein Kampf, equivalia a aproximadamente 5.000.000 km² com terras de clima frio e fértil. Sim, houve controle de preços mas isso também existiu nos governos militares no Brasil, alcançando até cigarros, cerveja e outros itens de grande consumo, e, nem por isso, poderia ser chamado de socialista. Da mesma forma, tivemos o 1º PND (Plano Nacional de Desenvolvimento) implantado por Roberto campos e Octávio Golvea de Bulhões, ditando as diretrizes para a produção, investimento e distribuição de renda e nenhum dos dois era socialista. O 2º PND, de 1974, instituído no fim da gestão de Delfim Neto, foi ainda mais restritivo nos investimento e também não se pode chamar de socialista. O nazismo dependia fortemente do apoio de empresas como Daimler-Benz, BMW, Krup, Telefunken Siemens entre muitas outras que ganharam verdadeiras fortunas com a corrida armamentista. Hitler e seus ministros, assim como os economistas brasileiros citados, eram grandes admiradores de Keynes e foi seu modelo que reativou a economia alemã. O nazismo cria que o consumo privado era o grande gerador de empregos e foram desenvolvidos bens duráveis acessíveis ao povo como o Mercedes 170V e o Volkswagen, numa pura aplicação do modelo keynesiano. Da mesma forma, nosso governo militar apostou no consumo popular com VW Pé-de-Boi, Sinca alvorada, Gordine teimoso e DKW Pracinha para ampliar o mercado sem grande investimento. Se pensarmos bem, até Roosivelt aplicou o mesmo modelo no New Dial. Era a ideia de “abrir buracos de manhã para tapá-los à tarde” para dar empregos e fazer a economia girar. Aí, Roosivelt foi até mais parecido com Stalin do que Hitler porque o ditador soviético apostou nos investimentos em infraestrutura a ponto de ter construído o maior anel ferroviário do mundo e ter coberto o maior território do mundo com estradas de ferro. Se formos partir para as semelhança, teremos de chamar os governos militares que se instalaram na América latina de socialistas também. O socialismo é um estágio antes do comunismo porque é a ditadura do proletariado. O comunismo é anárquico por definição. O socialismo prima pelo repúdio à propriedade privada dos meios de produção. Não se aceita a propriedade privada e o primeiro passo para sua implantação é a expropriação em regra. Assim, os dois, exceto a palavra socialista no nome, são verdadeiramente antagônicos.

  41. Algumas observações:

    – Quem vendeu as armas para o Khmer Vermelho? Os liberais Reagan e Tatcher. Se têm mesmo tanta pena dos cambojanos assassinados, culpem os dois supracitados. E, seguindo a linha de raciocínio deste site, bem como dos comentaristas, cheguem à conclusão de que eles eram comunistas;

    – Vocês tiram férias? recebem décimo-terceiro? se sim, agradeçam a Getúlio Vargas e sua inspiração na legislação trabalhista nazi-fascista (nacional-socialista); ah, sim: o êxito econômico da Alemanha Nazista, um país anteriormente falido, deve-se ao modelo adotado;

    – Esses alegados 62 milhões de mortos – somados aos 23,4 milhões na segunda-guerra – teriam tornado impossível a procriação, e portanto a existência, da população russa. Como a Rússia ainda existe, esse número não pode ser verdadeiro (independente do fato de, sim, ter havido prisioneiros, mortos, etc);

    – Existe um artigo de um professor português que mostra que a população carcerária norte-americana, já em 1960, era superior aos prisioneiros de TODA a URSS (não somente Rússia);

    – O “patrono” deste site (Ludovico de Mises) era um judeu que fazia parte da nobreza austríaca, tendo seu avô relações de proximidade com o imperador Francisco José. Assim é mais fácil ser “liberal”, não!?

    – De resto, este “cientista” – que não consegue se colocar distante do objeto de estudo, já que propõe que as pessoas devam competir em entre si da mesma forma, embora ele seja um nobre – já foi devidamente ridicularizado por Cristopher Lasch (autor liberal de direita) nos anos 1970 em seu livro “Age of Narcissism”.

  42. “Vocês tiram férias? recebem décimo-terceiro?”

    Claro, é obrigatório imbecil, além disso o empregador faz a provisão desses beneficio, ou seja, o meu salário já está “adequado” com esses beneficios.

  43. This edited interview of Adolf Hitler by George Sylvester Viereck took place in 1923. It was republished in Liberty magazine in July 1932

    “When I take charge of Germany, I shall end tribute abroad and Bolshevism at home.”

    Adolf Hitler drained his cup as if it contained not tea, but the lifeblood of Bolshevism.

    “Bolshevism,” the chief of the Brown Shirts, the Fascists of Germany, continued, gazing at me balefully, “is our greatest menace. Kill Bolshevism in Germany and you restore 70 million people to power. France owes her strength not to her armies but to the forces of Bolshevism and dissension in our midst.

    “The Treaty of Versailles and the Treaty of St Germain are kept alive by Bolshevism in Germany. The Peace Treaty and Bolshevism are two heads of one monster. We must decapitate both.”

    When Adolf Hitler announced this programme, the advent of the Third Empire which he proclaims seemed still at the end of the rainbow. Then came election after election. Each time the power of Hitler grew. While unable to dislodge Hindenburg from the presidency, Hitler today heads the largest party in Germany. Unless Hindenburg assumes dictatorial measures, or some unexpected development completely upsets all present calculations, Hitler’s party will organise the Reichstag and dominate the government. Hitler’s fight was not against Hindenburg but against Chancellor Bruening. It is doubtful if Bruening’s successor can sustain himself without the support of the National Socialists.

    Many who voted for Hindenburg were at heart with Hitler, but some deep-rooted sense of loyalty impelled them nevertheless to cast their vote for the old field marshal. Unless overnight a new leader arises, there is no one in Germany, with the exception of Hindenburg, who could defeat Hitler – and Hindenburg is 85! Time and the recalcitrance of the French fight for Hitler, unless some blunder on his own part, or dissension within the ranks of the party, deprives him of his opportunity to play the part of Germany’s Mussolini.

    The first German Empire came to an end when Napoleon forced the Austrian emperor to surrender his imperial crown. The second empire came to an end when William II, on the advice of Hindenburg, sought refuge in Holland. The third empire is emerging slowly but surely, although it may dispense with sceptres and crowns.

    I met Hitler not in his headquarters, the Brown House in Munich, but in a private home – the dwelling of a former admiral of the German Navy. We discussed the fate of Germany over the teacups.

    “Why,” I asked Hitler, “do you call yourself a National Socialist, since your party programme is the very antithesis of that commonly accredited to socialism?”

    “Socialism,” he retorted, putting down his cup of tea, pugnaciously, “is the science of dealing with the common weal. Communism is not Socialism. Marxism is not Socialism. The Marxians have stolen the term and confused its meaning. I shall take Socialism away from the Socialists.

    “Socialism is an ancient Aryan, Germanic institution. Our German ancestors held certain lands in common. They cultivated the idea of the common weal. Marxism has no right to disguise itself as socialism. Socialism, unlike Marxism, does not repudiate private property. Unlike Marxism, it involves no negation of personality, and unlike Marxism, it is patriotic.

    “We might have called ourselves the Liberal Party. We chose to call ourselves the National Socialists. We are not internationalists. Our socialism is national. We demand the fulfilment of the just claims of the productive classes by the state on the basis of race solidarity. To us state and race are one.”

    Hitler himself is not a purely Germanic type. His dark hair betrays some alpine ancestor. For years he refused to be photographed. That was part of his strategy – to be known only to his friends so that, in the hour of crisis, he could appear here, there, and everywhere without detection. Today he could no longer pass unrecognised through the obscurest hamlet in Germany. His appearance contrasts strangely with the aggressiveness of his opinions. No milder mannered reformer ever scuttled ship of state or cut political throat.

    “What,” I continued my cross-examination, “are the fundamental planks of your platform?”

    “We believe in a healthy mind in a healthy body. The body politic must be sound if the soul is to be healthy. Moral and physical health are synonymous.” “Mussolini,” I interjected, “said the same to me.” Hitler beamed.

    “The slums,” he added, “are responsible for nine-tenths, alcohol for one-tenth, of all human depravity. No healthy man is a Marxian. Healthy men recognise the value of personality. We contend against the forces of disaster and degeneration. Bavaria is comparatively healthy because it is not completely industrialised. However, all Germany, including Bavaria, is condemned to intensive industrialism by the smallness of our territory. If we wish to save Germany we must see to it that our farmers remain faithful to the land. To do so, they must have room to breathe and room to work.”

    “Where will you find the room to work?”

    “We must retain our colonies and we must expand eastward. There was a time when we could have shared world dominion with England. Now we can stretch our cramped limbs only toward the east. The Baltic is necessarily a German lake.”

    “Is it not,” I asked, “possible for Germany to reconquer the world economically without extending her territory?”

    Hitler shook his head earnestly.

    “Economic imperialism, like military imperialism, depends upon power. There can be no world trade on a large scale without world power. Our people have not learned to think in terms of world power and world trade. However, Germany cannot extend commercially or territorially until she regains what she has lost and until she finds herself.

    “We are in the position of a man whose house has been burned down. He must have a roof over his head before he can indulge in more ambitious plans. We had succeeded in creating an emergency shelter that keeps out the rain. We were not prepared for hailstones. However, misfortunes hailed down upon us. Germany has been living in a veritable blizzard of national, moral, and economic catastrophes.

    “Our demoralised party system is a symptom of our disaster. Parliamentary majorities fluctuate with the mood of the moment. Parliamentary government unbars the gate to Bolshevism.”

    “Unlike some German militarists, you do not favour an alliance with Soviet Russia?”

    Hitler evaded a direct reply to this question. He evaded it again recently when Liberty asked him to reply to Trotsky’s statement that his assumption of power in Germany would involve a life-and-death struggle between Europe, led by Germany, and Soviet Russia.

    “It may not suit Hitler to attack Bolshevism in Russia. He may even look upon an alliance with Bolshevism as his last card, if he is in danger of losing the game. If, he intimated on one occasion, capitalism refuses to recognise that the National Socialists are the last bulwark of private property, if capital impedes their struggle, Germany may be compelled to throw herself into the enticing arms of the siren Soviet Russia. But he is determined not to permit Bolshevism to take root in Germany.”

    He responded warily in the past to the advances of Chancellor Bruening and others who wished to form a united political front. It is unlikely that now, in view of the steady increase in the vote of the National Socialists, Hitler will be in the mood to compromise on any essential principle with other parties.

    “The political combinations upon which a united front depend,” Hitler remarked to me, “are too unstable. They render almost impossible a clearly defined policy. I see everywhere the zigzag course of compromise and concession. Our constructive forces are checked by the tyranny of numbers. We make the mistake of applying arithmetic and the mechanics of the economic world to the living state. We are threatened by ever increasing numbers and ever diminishing ideals. Mere numbers are unimportant.”

    “But suppose France retaliates against you by once more invading your soil? She invaded the Ruhr once before. She may invade it again.”

    “It does not matter,” Hitler, thoroughly aroused, retorted, “how many square miles the enemy may occupy if the national spirit is aroused. Ten million free Germans, ready to perish so that their country may live, are more potent than 50 million whose will power is paralysed and whose race consciousness is infected by aliens.

    “We want a greater Germany uniting all German tribes. But our salvation can start in the smallest corner. Even if we had only 10 acres of land and were determined to defend them with our lives, the 10 acres would become the focus of regeneration. Our workers have two souls: one is German, the other is Marxian. We must arouse the German soul. We must uproot the canker of Marxism. Marxism and Germanism are antitheses.

    “In my scheme of the German state, there will be no room for the alien, no use for the wastrel, for the usurer or speculator, or anyone incapable of productive work.”

    The cords on Hitler’s forehead stood out threateningly. His voice filled the room. There was a noise at the door. His followers, who always remain within call, like a bodyguard, reminded the leader of his duty to address a meeting.

    Hitler gulped down his tea and ros.

    http://www.theguardian.com/theguardian/2007/sep/17/greatinterviews1

  44. Boa tarde

    Surgiu uma dúvida a saber:

    Se a União Soviética tivesse sido União das Repúblicas Capitalistas Soviéticas ( URCS)teria continuado até hoje e durante sua existência teriam exitos economicos e politicos?

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