Um dos
traços mais característicos do pensamento católico ao longo dos séculos sempre
foi a ênfase na razão. A mente do homem,
de acordo com esta tradição, é capaz de apreender e compreender toda a ordem
que existe no mundo, ordem essa que está fora de sua mente. O homem é capaz de abstrair “pressupostos
universais” de uma miríade de objetos e dar um sentido aos vários fenômenos que
lhe rodeiam. Com isso, ele é capaz de
encontrar ordem no caos dos dados dispersos ao seu redor. Neste aspecto, o ser humano se difere dos
animais, que não têm essa capacidade racional.
Para um
católico, Deus e a Bíblia são teleológicos, o que significa dizer que, segundo ambos, as coisas têm propósitos. Por exemplo, não cabe ao homem definir, de
acordo com suas vontades arbitrárias, os propósitos do casamento e da
sexualidade. Deus pune aqueles homens
que ignoram, em nome de seus próprios caprichos, a ordem e o propósito que Ele construiu em Sua criação.
Católicos, em geral, nunca foram nominalistas: eles não consideravam a
vontade de Deus como sendo algo absolutamente impenetrável, e nem Suas leis
morais como sendo essencialmente arbitrárias.
Determinadas ações não se tornavam boas só porque Deus havia dito que
eram boas; Deus havia dito que eram boas porque elas eram boas. Assim, desde o mundo físico até o mundo dos
preceitos morais, Deus se mostrava perfeitamente racional e metódico.
O mercado e a mão de Deus
Ao longo da
história da Igreja, vários pensadores escolásticos viam as
mãos da divina providência na bela ordem e harmonia criada pelo livre mercado e
pela divisão do trabalho — um acréscimo, devo dizer, àquela ordem existente no
âmbito físico que São Paulo e a teologia católica como um todo sempre apontaram
como evidência da existência de Deus e de sua bondade.
O cardeal
jesuíta Juan de Lugo, perguntando-se qual seria o preço de equilíbrio, já no
ano 1643 chegou à conclusão de que o equilíbrio dependia de um número tão grande
de circunstâncias específicas que apenas Deus seria capaz de sabê-lo (“Pretium
iustum mathematicum licet soli Deo notum”). Outro jesuíta, Juan
de Salas, referindo-se às possibilidades de saber informações específicas do
mercado, chegou à conclusão de que todo o mercado era tão complexo que “quas
exacte comprehendere et ponderare Dei est non hominum” (somente Deus,
e não o homem, pode entendê-lo exatamente).
Os
pensadores iluministas viam a regularidade dos fenômenos naturais como sendo
uma emanação dos decretos da Providência, e quando esses mesmos pensadores
descobriram uma regularidade semelhante na ação humana e na esfera econômica,
eles interpretaram essa realidade como sendo mais uma evidência do zelo paternal
do Criador do universo. Os liberais diziam
que o funcionamento do mercado livre, no qual o consumidor — isto é, qualquer
cidadão — é o soberano, produz melhores resultados do que os decretos de
governantes sagrados. Observem o funcionamento do sistema de mercado, diziam
eles, e lá descobrirão a mão de Deus.
O grande
economista liberal clássico (e católico) do século XIX Frédéric Bastiat
descreveu as consequências desta constatação em sua obra publicada postumamente
Economic
Harmonies:
Se existem leis gerais que agem de maneira
independente das leis escritas, e se o único poder das leis escritas é decretar
se elas são legais ou não, então é imperativo estudarmos estas leis gerais. Se elas podem ser objeto de
investigação científica, então existe algo que pode ser chamado de ciência
econômica.
Por outro lado, se a sociedade é uma invenção
humana, se os homens são meras matérias inertes, e se um grande gênio — como
disse Rousseau — tem de transmitir sentimento e vontade, movimento e vida a
estes homens, então não pode haver algo chamado ciência econômica: existe
apenas um indefinido número de arranjos possíveis e casuais, e o destino das
nações dependerá exclusivamente do pai
fundador a quem a população, por puro acaso, incumbir seu destino.
O problema com a Doutrina Social da Igreja
A principal
dificuldade com boa parte daquilo que passou a ser chamado de ‘Doutrina Social
da Igreja’ desde a publicação da encíclica Rerum
Novarum (1891), do Papa Leão XIII, é que tal conjunto de ensinamentos
pressupõe que a vontade humana é o suficiente para resolver questões
econômicas, e que os ensinamentos e as conclusões das leis econômicas podem ser
tranquilamente ignorados.
Com efeito,
assim como a Escola
Historicista Alemã à qual Ludwig von Mises se
opôs, os proponentes da doutrina social efetivamente negam a própria existência
de leis econômicas. Por conseguinte, as
pessoas que seguem tal corpo de pensamento rejeitam por completo o papel da
razão em avaliar as consequências de políticas econômicas “progressistas” e em compreender a ordem e a harmonia que podem existir em
fenômenos complexos (neste caso, nos fenômenos de mercado).
Esta atitude
é contraditória porque vai diretamente contra toda a tradição intelectual
católica, segundo a qual o homem deve adequar suas ações à realidade, e não
embarcar na impossível e tola tarefa de forçar o mundo a se adequar aos seus
desejos. Os seguidores deste corpo de
pensamento desejam obrigar a realidade a apresentar resultados que não podem
ser efetivados apenas pela vontade.
Consequentemente, um
seguidor da doutrina social da Igreja irá fornecer declarações do tipo: “É bom
que as famílias prosperem. Consequentemente,
a adoção de tal política [aumento da tributação sobre os mais ricos, aumento do
salário mínimo, legislação antitruste, mais regulamentações etc.] é moralmente
obrigatória.” Em outras palavras,
queremos X, portanto devemos fazer Y. (A
conexão entre X e Y muitas vezes é apenas implícita, mas está lá). Mas e se 1) Y afastar você de X; 2) houver
melhores maneiras de se chegar a X sem usar Y; ou ambos?
O corpo da doutrina
social católica é repleto de tais declarações, de tal forma que não é fácil fazer
uma distinção entre princípios básicos e recomendações. O problema, naturalmente, é que todas estas recomendações
são contestáveis, muito embora um grande número de proponentes da doutrina
social passe a lamentável impressão de que todas elas já foram decididas, e que
apenas alguns teimosos, por algum motivo egoísta, obstinadamente se recusam a
assentir.
Assim, por exemplo, a ideia
de que todo homem deve ganhar um salário alto o bastante que lhe permita
sustentar sua família e dar a ela um razoável conforto representa um objetivo
social desejável. Já a sugestão de que
tal resultado pode ser criado por decreto — isto é, a sugestão de que a
vontade do homem pode estabelecer tal situação simplesmente porque ele quer que
isso aconteça, e que as leis econômicas não são válidas para ajudar a prever o
provável resultado de tais medidas — é totalmente ilógica. Tal postura é tão intelectualmente defensável
quanto a sugestão de que o desejo humano de voar torna supérflua qualquer
necessidade de levar em consideração a lei da gravidade.
Defender a estipulação
de um valor salarial mínimo que permita o consumo de vários bens tido como
essenciais para uma família é uma das bandeiras da doutrina social da
Igreja. A alegação é que isso irá ajudar
as famílias mais pobres e que, de quebra, o aumento do consumo delas irá “estimular
o crescimento econômico” — como se simplesmente sair consumindo coisas pudesse
tornar a sociedade mais próspera, ou como se mais gastos em consumo fosse
exatamente o que o estado devesse estimular.
É claro que tal
política salarial é recomendada com a genuína intenção de melhorar a vida das
pessoas. Porém, se sabemos que tal
política sugerida tenderá a piorar a
situação geral, pois ela irá (entre outras coisas) aumentar o desemprego, então
não apenas é lícito, como também é moralmente obrigatório do ponto de vista da
obediência católica, se opor a ela.
Adicionalmente, se
sabemos que o funcionamento normal de uma economia de livre mercado baseada na
propriedade privada já possui uma inerente tendência natural a gerar contínuos
aumentos salariais (ver aqui, aqui e aqui), então certamente este é mais um argumento em favor de se
rejeitar a ideia de imposição de um determinado valor salarial mínimo e de se
defender um arranjo de livre mercado baseado na propriedade privada (arranjo
este em que ninguém tem a permissão de roubar ou de agredir inocentes).
E há ainda outras
situações paradoxais. Sempre que você
defende a economia de livre mercado dizendo que tal arranjo é o mais condizente
a gerar prosperidade, os adeptos da doutrina social são rápidos em dizer criticamente
que a prosperidade material não é tudo.
No entanto, quando alguns bispos progressistas divulgam aqueles seus
pavorosos manifestos contendo “sugestões” de políticas econômicas, eles deixam
perfeitamente claro que estão advogando políticas que visam a melhorar a situação material das pessoas. Eles acreditam que a intervenção estatal irá
deixar as pessoas em uma situação materialmente melhor. Sendo assim, se somos “materialistas”, então
todo defensor da doutrina social também o é.
Nada contra. O debate, portanto,
deve se concentrar na abordagem econômica dos bispos. Se ela irá ou não gerar a prosperidade
prometida.
A encíclica Populorum
Progressio (1967)
do Papa Paulo VI, por exemplo, foi além das observações morais que se pode
fazer sobre o desenvolvimento do Terceiro Mundo e passou a de fato sugerir
recomendações políticas, colocando dessa forma os católicos na injusta posição
de aparentar “dissidência” em relação ao Papa ao proporem
alternativas. Peter Bauer, o profético economista que alertou durante décadas sobre
os efeitos perniciosos que os programas de ajuda internacional teriam sobre as
nações do Terceiro Mundo, observou que não havia nada de particularmente
católico, ou mesmo cristão, na encíclica, e que ela estava meramente repetindo,
com algumas nuanças religiosas, o pensamento convencional.
Hoje sabemos o quão desastrosas foram as recomendações
da Populorum: as ajudas internacionais fortificaram os piores
regimes políticos , atrasaram indefinidamente as reformas necessárias e
destroçaram dezenas de países, com vários grupos étnicos e raciais recorrendo à
violência para tentar se apropriar de parte do dinheiro das ajudas
internacionais. A própria ideia da ajuda internacional introduziu
incentivos perversos a essas sociedades; tornou-se insensato criar coisas que
satisfizessem os desejos de seus conterrâneos, pois era mais racional dedicar
esforços improdutivos para fazer campanhas que lhe garantissem mais dinheiro
externo. Por outro lado, Hong Kong, Chile e Coréia do Sul só se tornaram
prósperos depois que a ajuda internacional foi interrompida e eles foram forçados
a adotar políticas econômicas racionais e sensatas.
Paulo VI também adotou a badalada tese de
Raul Prebisch e Hans Singer, que
dizia que uma deterioração secular dos termos de troca entre o mundo
desenvolvido e o mundo em desenvolvimento — sempre em detrimento deste último —
era uma inevitabilidade, pois havia a suposta tendência de os preços dos bens
manufaturados (especialidade dos países desenvolvidos) subirem e, ao mesmo
tempo, os preços das commodities (especialidade dos países em desenvolvimento)
caírem. Entretanto, essa suposta deterioração dos termos de troca nunca
ocorreu, como o economista Gottfried Haberler já vinha argumentando dez anos
antes da Populorum Progressio, se alguém se deu ao trabalho de
escutar. Mas foi baseando-se nessa tese errônea que Paulo VI condenou o
livre comércio, negando que este fosse um caminho para a prosperidade do mundo
em desenvolvimento. (Curiosamente, hoje são os países desenvolvidos que
condenam o livre comércio, argumentando que ele é prejudicial para os países
ricos e benéfico para os países pobres). Os países que
seguiram a tese Prebisch/Singer ficaram muito atrás daqueles que se integraram
à divisão internacional do trabalho. Não há como negar isso.
Teria sido uma “dissidência” dizer que o erro
factual do Papa acerca dos termos de troca era realmente um erro factual?
Seria “dissidência” ter apontado que essas recomendações não
lograriam o efeito a que se propunham? Deveríamos acreditar que a
autoridade papal sobre assuntos de fé e moral se estende também a análises de
causa e efeito aplicadas a programas de ajuda internacional? Essas
perguntas se respondem a si próprias.
É um dever moral
apontar os erros e corrigi-los
A infalibilidade papal é válida para questões de moral e
fé, e não para questões econômicas. Um
católico não deve negar a autoridade moral do Papa, mas ele também não tem de
levar a ferro e fogo toda e qualquer recomendação econômica da Santa Sé. Por
um bom tempo, vários católicos sofreram com a ideia de que não concordar com
algumas sugestões de política econômica emitidas pela Santa Sé ou por prelados
ao redor do mundo seria uma espécie de desobediência aos ensinamentos da
Igreja.
Nenhum católico deve apoiar uma política que seja
intrinsecamente má. A ideia é
simplesmente que, quando existem várias alternativas moralmente lícitas,
escolher uma delas é uma questão de inteligência, de bom juízo e de exercício
adequado da razão. Se eu posso
recomendar um método de se alcançar um determinado fim, e se este método não
for inerentemente imoral e for muito mais efetivo do que qualquer alternativa
sugerida por alguns líderes católicos (sendo que cada uma delas iria piorar a
situação), então não há nada de especialmente subversivo em se oferecer esta
sugestão.
O próprio Papa Leão XIII reconheceu isto quando disse que,
Se eu
tivesse de me pronunciar sobre qualquer aspecto de um problema econômico
vigente, estaria interferindo na liberdade de os homens lidarem com seus
próprios afazeres. Determinados casos devem ser resolvidos no campo dos
fatos, caso por caso, na medida em que vão ocorrendo…. [O]s homens precisam
realizar tais afazeres por meio de suas próprias obras, e este princípio está
além de qualquer questionamento…. [E]ssas coisas devem ser solucionadas ao
longo do tempo e da experiência.
Deixe-me ser bem
claro: aqueles católicos que são seguidores das teorias da Escola Austríaca de
economia, como eu, não estão exigindo que os papas façam pregações sobre
economia austríaca desde a Cátedra de Pedro.
Ninguém que conheça a evolução do pensamento econômico dos membros da
igreja ao longo dos séculos ousaria afirmar que há apenas uma visão que
constitui a “visão católica da
economia”. Contra aqueles que sugerem
que um católico deve abordar assuntos econômicos de apenas uma maneira, o
professor Daniel Villey nos lembra que “a teologia católica não exclui o
pluralismo de opiniões a respeito de assuntos profanos”. Católicos austríacos não dizem que “a nossa
ciência econômica é a única católica”; apenas dizemos que aquilo que defendemos
e ensinamos não apenas não vai contra o catolicismo tradicional, como na
verdade é profundamente compatível com ele.
Existe uma profunda
semelhança filosófica entre o catolicismo e o brilhante edifício de verdades
encontrado na Escola Austríaca de economia.
O método austríaco da praxeologia deveria ser especialmente atraente para o católico. Carl Menger e principalmente Mises e seus
seguidores procuraram fundamentar princípios econômicos baseando-se em verdades absolutas, verdades
perceptíveis por meio de uma reflexão sobre a natureza da realidade. O que, dentre tudo o que existe nas ciências
sociais, poderia ser mais compatível à mente católica do que isto?
Igualmente, a economia
austríaca nos revela um universo de ordem, cuja estrutura podemos compreender
por meio de nossa razão. Como explicou o
professor Jeffrey
Herbener, “Uma
abordagem causal-realista da economia surgiu no meio cristão porque era somente
naquele meio que os estudiosos concebiam a natureza como uma ordem
interconectada, uma ordem criada no fluxo do tempo por Deus, uma ordem criada
do nada e governada por leis naturais determinadas pelo próprio Deus, leis
estas que o intelecto humano seria capaz de descobrir e utilizar para entender
a natureza com o objetivo de dominá-la para a glória de Deus.” A alternativa seria aquele mundo de John
Stuart Mill, que postulou ser perfeitamente possível encontrar algum lugar no
universo onde dois mais dois não fossem quatro — uma visão que, nas palavras
de Herbener, “está fundamentada na ideia metafísica de que o universo não é uma
criação sistemática e ordeira.” Qual
destas duas visões é a mais compatível com o catolicismo não é difícil de ser
discernido.
Conclusão
Grande parte dos
conselhos econômicos apresentados como sendo parte integrante da doutrina
social da Igreja ao longo do último século sofre de sérios defeitos de lógica e
possui assertivas factualmente errôneas.
Tal posição, independente de seus proponentes perceberem ou não,
representa o triunfo da vontade sobre o intelecto, a substituição da análise
racional das leis da interação social pela vontade arbitrária, além de ignorar
as inevitáveis consequências da violenta interferência sobre esta interação
social. Tal postura, além dos danos que
ela causa à riqueza vigente na economia, é completamente estranha à Igreja
Católica, uma instituição que sempre enfatizou a capacidade da mente de perceber a (e se deleitar com a)
regularidade e a sistematicidade do mundo criado por Deus e de saber se adequar a esta criação divina.
A verdade, dizem os
catecismos católicos, consiste na adequação
da mente à realidade. A “doutrina
social” católica, por outro lado, demanda com grande frequência que o homem
permita que seus meros desejos e sentimentos formem seu juízo a respeito de
questões econômicas. Avaliar as
consequências de medidas econômicas com o auxílio das leis econômicas, e olhar
para o âmbito econômico reconhecendo nele a ordem e a regularidade que a
própria Igreja diz serem reflexos da perfeição do próprio Deus — esta é a
postura católica.
Santo Agostinho certa
vez disse: “In fide, unitas; in dubiis, libertas; in omnibus, caritas”
(na fé, unidade; em questões incertas, liberdade; em todas as coisas,
caridade). A demanda por caridade e o
desejo de ajudar ao próximo tornam imperativo que não defendamos políticas
econômicas insensatas que só irão prejudicar justamente aqueles a quem queremos
ajudar.
Artigo grandioso do Thomas Woods. Um dos melhores que já li. Assim como ele, tb sou católico e defensor do livre mercado.
Além da ponte entre catolicismo e mercado ele tb aborda uma questão muito interessante: o conceito de infalibilidade papal.
Uma pergunta: além do Woods, do Lew rockwell e do Jesus Huerta de Solo, outros autores postados aqui no site tb são católicos?
Maravilhoso artigo de Tom Woods! Temos obrigação, como católicos, de seguir o comportamento que ele sugere.
Irretocável. A Doutrina Social da Igreja tem acertos também, como quando defende o princípio da subsidiariedade (parágrafo 186) e reconhece a importância do livre mercado (348). Quem sabe agora sob a batuta de um jesuíta não seja possível retocar a DSI para retirar dela o ranço socialista?
Ao meu ver, mais um artigo perfeito lido pela manhã.
Aqui no brasil temos o exemplo clássico da CNBB, a confederação dos bispos que teima na implantação doutrina social(socialista) católica. Para ela o importante é o esgoto, a água, o preço da passagem do trem e do ônibus o preço do sabão…
No brasil a Igreja católica se resume a movimentos pastorais, eu não sei se eu ouvi dizer que o novo Papa Francisco é intimamente ligado a esse tipo de movimento ou era outro que estava fortemente cotado. Pelo menos, existem indícios que o novo Papa tirou a proteção de dois subservisos argentinos da sua organização na época da repressão aos movimentos comunistas. Mas seu nome é simbólico, Francisco, em homenagem aos dois santos Francisco de Assís (Padroeiro do Podres) e Xavier (Dos Missíonários).
Já se pode ter uma noção do que vem por aí, pelos seus dizeres:
“A dívida social é uma acumulação de privações e carências em distintas dimensões. É uma violação de direitos e aponta diretamente contra a dignidade humana. A dívida social no país [Argentina] é imoral, injusta e ilegítima”
“Pouco a pouco nos acostumamos a ouvir e a ver, através dos meios de comunicação, a crônica negra da sociedade contemporânea… O império do dinheiro, com seus efeitos demoníacos como as drogas, a corrupção, o tráfico de pessoas (incluindo de crianças), junto com a miséria material e moral são frequentes”
g1.globo.com/mundo/novo-papa-francisco/platb/
Que Deus nos abençõe.
Não devemos esquecer que a Igreja Católica Apostólica Romana, tem como pano de fundo o Império romano , cujo Cézar foi Constantino e sua sua “orientadora” Helena, o qual entregou toda a decisão em organizar a Pasta do Social a sua progenitora, instituindo a “economia” da época – Riqueza do Império Romano semelhante as leis da Babilônia e região do Eufrates, onde o princípio sempre foi os mesmos da antiguidade, Dominar os reinos “carentes” e a essas novas colônias sustentá-las dando total suporte em : Segurança, emprego de mão de obra, saúde e alimento, Política do Pão e Circo, patrocinado por Júlio Cézar, após a guera vitoriosa com os rebeldes Espartanos e romanos gladiadores. A Igreja de Cristo já não estava mais “agindo” com pureza e serviço, estava “dominada” por meio dos tratados de corrupção com o Imperador, tanto os Bispos de Roma, como em toda Judéia e Grécia. Resumindo: Igreja Católica Romana nada tem haver com a Original Igreja ( Assembléia dos discípulos de Jesus Cristo , o Nazareno) no século III já estava comandando totalmente a Igreja Paga Babilônica, usando alguns símbolos Cristãos como Cruz, Peixe, etc. Contudo quando um Dogma se estabelece por muitos séculos, só Deus pode remover, por meio dos fatos Históricos, o que estamos presenciando atualmente: Pedofilia em todas as Comarcas, Paróquias etc. Processos em centenas de milhares contra a Falsa Igreja de Cristo na terra, a Católica Romana.Contudo detentora dos Dogmas, Filósofos, escolásticos e da política Mundial: pão e Circo. Pão para os países de terceiro Mundo, e Circo para Roma e aos inconformados com os Papas ( Cezares atuais).
Emidio, isso aí é conversa fiada e invejosa de protestante — os quais, aliás, quando encapetados, conseguem ser ainda mais chatos que ateus ativistas.
Artigo brilhante (pudera, sendo de Tom Woods!), cuja veiculação não poderia ser mais oportuna. Parabéns ao Instituto, em todas as ocasiões disposto a defender a existência de verdades objetivas. É previsível que surgirão as reclamações de sempre sobre artigos interessados em temas (ainda que tangencialmente) religiosos ou morais, como se estes não fossem, também, aspectos relevantíssimos da ação humana em sociedade e, portanto, relevantes à tomada de decisão econômica.
O novo Papa é latino-americano. Daí as mídias já estarem ansiosas por uma agenda social “propositiva”, que certamente não virá do modo como as mídias desejam, mas, venha da forma que vier, tem tudo para ser distorcida por lentes marxistas entre nós, sobretudo dentro dos muros da própria Igreja Católica brasileira. Estejamos todos nós – católicos e austríacos – atentos.
Uma pena que aos poucos estão querendo destruí-la e pior: gente de dentro dela contribui pra isso.
Parágrafos deste artigo lembrou-me que li há muito tempo uma matéria de revista que falava sobre os malefícios provocados pelas ajudas monetária ao continente africano( ajudas estas que tinham a intenção de melhorar, é claro!?). Alguém saberia me informar se tem algum artigo do Misses que aborda o assunto? Agradecido(e foi mal pelo off tóp.)!
Para mim, um dos melhores artigos publicados neste site! Um obra prima!
“Um discípulo de Böhm-Bawerk, Ludwig von Mises, explicou mais detalhadamente essa diferença pela intervenção do fator tempo na relação econômica: o emprestador troca dinheiro atual por dinheiro potencial, e pode fazê-lo justamente porque, tendo concentrado capital, está capacitado a adiar o gasto desse dinheiro, que o prestamista por seu lado necessita gastar imediatamente para tocar em frente o seu negócio ou sua vida pessoal. Von Mises foi talvez o economista mais filosófico que já existiu, mas, ainda um pouco embromado por uns resíduos kantianos, nem por um instante pareceu se dar conta de que estava raciocinando em termos rigorosamente aristotélico-escolásticos: o direito à remuneração provém de que o banqueiro não troca simplesmente uma riqueza por outra, mas troca riqueza em ato por riqueza em potência, o que seria rematada loucura se o sistema bancário, no seu conjunto, não estivesse apostando no crescimento geral da economia e sim apenas no enriquecimento da classe dos banqueiros. A concentração do capital para financiar operações bancárias não é portanto um malefício que só pode produzir algo de bom se for submetido a “finalidades sociais” externas (e em nome delas policiado), mas é, em si e por si, finalidade socialmente útil e moralmente legítima. Sto. Tomás, se lesse esse argumento, não teria o que objetar e certamente veria nele um bom motivo para a reintegração plena e sem reservas do capitalismo moderno na moral católica. Mas Sto. Tomás já estava no céu e, no Vaticano terrestre, ninguém deu sinal de ter lido Böhm-Bawerk ou Von Mises até hoje. Daí a contradição grosseira das doutrinas sociais da Igreja, que, celebrando da boca para fora a livre iniciativa em matéria econômica, continuam a condenar o capitalismo liberal como um regime baseado no individualismo egoísta, e terminam por favorecer o socialismo, que agradece essa colaboração instituindo, tão logo chega ao poder, a perseguição e a matança sistemática de cristãos, isto é, aquilo que o Dr. Leonardo Boff, referido-se particularmente a Cuba, denominou “o Reino de Deus na Terra”. Daí, também, que o capitalista financeiro (e mesmo, por contaminação, o industrial), se ainda tinha algo de cristão, continuasse a padecer de uma falsa consciência culpada da qual só podia encontrar alívio mediante a adesão à artificiosa ideologia protestante da “ascese mundana” (juntar dinheiro para ir para o céu), que ninguém pode levar a sério literalmente, ou mediante o expediente ainda mais postiço de fazer majestosas doações em dinheiro aos demagogos socialistas, que, embora sejam ateus ou no máximo deístas, sabem se utilizar eficazmente da moral católica como instrumento de chantagem psicológica, e ainda são ajudados nisto — porca miséria! — pela letra e pelo espírito de várias encíclicas papais.
“
http://www.olavodecarvalho.org/textos/capitalismoecristianismo.htm
Ótimo artigo!
Excelente os ensinamentos dos Doutores da Igreja desde antigamente:
“In fide, unitas; in dubiis, libertas; in omnibus, caritas” (na fé, unidade; em questões incertas, liberdade; em todas as coisas, caridade).
Estudar Santo Tomás também é muito esclarecedor sobre pontos como esses.
A Igreja é muito rica em doutrina e em ensinamentos.
Palavras da Biblia;
Marcos 10 – 17 ao 31
Quando Jesus ia saindo, um homem correu em sua direção, pôs-se de joelhos diante dele e lhe perguntou: “Bom mestre, que farei para herdar a vida eterna? ”
Respondeu-lhe Jesus: “Por que você me chama bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus.
Você conhece os mandamentos: 'não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não enganarás ninguém, honra teu pai e tua mãe'”.
E ele declarou: “Mestre, a tudo isso tenho obedecido desde a minha adolescência”.
Jesus olhou para ele e o amou. “Falta-lhe uma coisa”, disse ele. “Vá, venda tudo o que você possui e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me”.
Diante disso ele ficou abatido e afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas.
Jesus olhou ao redor e disse aos seus discípulos: “Como é difícil aos ricos entrar no Reino de Deus! ”
Os discípulos ficaram admirados com essas palavras. Mas Jesus repetiu: “Filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus!
É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus”.
Os discípulos ficaram perplexos, e perguntavam uns aos outros: “Neste caso, quem pode ser salvo? ”
Jesus olhou para eles e respondeu: “Para o homem é impossível, mas para Deus não; todas as coisas são possíveis para Deus”.
Então Pedro começou a dizer-lhe: “Nós deixamos tudo para seguir-te”.
Respondeu Jesus: “Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, ou campos, por causa de mim e do evangelho,
deixará de receber cem vezes mais já no tempo presente casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, e com eles perseguição; e, na era futura, a vida eterna.
Contudo, muitos primeiros serão últimos, e os últimos serão primeiros”.
Marcos 10:17-31
Estou no aguardo da múltiplas interpretações…hehehe
Saudações, o texto precisa sim ser pensado, trata-se de uma opinião válida, há conteúdo.Isentar qualquer instituição do nível em que se encontra a humanidade, seja econômica ou social, não penso que estamos fazendo justiça. Qualquer instituição que ficou ativa ou passiva durante assuntos que evoluiram ou involuiram no planeta tem sua parcela,tanto do bônus ou ônus.
No parágrafo final ao ler Santo Agostinho em que caridade é clamada em todas as coisas, portanto,categoria que abarca tudo, fico a pensar tentando, como libertário que sou, um encaixe, encontro sérias dificuldades.
Há um bom juízo-de-valor,dê-me o conteúdo, permita minhas deduções, concordo em termos com o comentário do senhor Emídio Carlos Cabral.
O que vejo é que a Escola Austríaca de hoje tem um viés católico muito forte. Comecei a perceber isso lendo o livro de Jesus Huerta de Soto, cujas páginas iniciais mais parecem uma apologia ao catolicismo (através da comunicação do “brilhantismo” dos escolásticos), do que um livro científico propriamente dito. Acredito que essa mistura de religião com ciência em nada contribui para a causa libertária. E para mim pouco importa se o capitalismo teve início através de uma nova “filosofia” de vida protestante, católica, judia ou o que quer que seja. O que para mim importa é entender suas leis naturais de funcionamento e a percepção científica de que ele é o resultado de séculos de interação humana, sendo o ápice histórico da organização social. Acho que os não católicos ao perceberem esta tendência “escolástica” da EA moderna se sentem extremamente desconfortáveis, pois têm a impressão de que o conhecimento praxeológico austríaco é um conhecimento católico, o que, obviamente, não é verdade.
Artigo muito bom, até para mim que sou Ateu, pois sem dúvida alguma a natureza é complexa o bastante para entendê-la por completa, não importa se você ache que esta natureza é uma consequência de um ser poderoso como o Deus ou se nada mais é do que o resultado de várias coincidências naturais pouco prováveis. Quanto a infabilidade papal é um ponto muito realtivo para ser afirmado como comparação à axiomas econômicos.
Bom artigo. Capitalismo e Catolicismo são compatíveis.
O Olavo de Carvalho (creio que muitos católicos aqui o admiram) escreveu um artigo sobre capitalismo e religião:
http://www.olavodecarvalho.org/textos/capitalismoecristianismo.htm
Abraços.
Impressionante como os princípios da doutrina cristã – materializada na própria história da Igreja nestes 2000 anos (escolas, hospitais, assistência social; individualidade, trabalho, consumo, família…) – fortalece e complementa o Anarcocapitalismo. O caminho natural para a prosperidade e a melhor convivência possível.
Não sou católico, muito menos religioso. Sou ateu, na realidade. Entretanto, a sobriedade do artigo em suas críticas negativas e positivas ao pensamento católico servem de prova do esforço tido pelo Woods na elaboração do texto. Costumo ser pouco apreciador dos artigos que realizam fortes referências à experiência religiosa de seus escritores; não pelo fato de explanarem situações que não mais fazem parte de minha vida, mas pelo simples medo de ver a imagem do IMB sendo equivocadamente interpretada como um site de “economia religiosa”(Como ele fora incorretamente descrito por um aventureiro com quem debati há alguns dias). Visando um ad hominem para desmoralizar o conhecimento lógico, ético e econômico do libertarianismo frente à uma platéia de “secularistas”, pseudo-críticos procurariam por artigos com alto rigor religioso que julgassem como alvos fáceis; felizmente, até hoje, os textos eleitos têm impressionado por seu grau de sobriedade.
Bem, espero que tal compromisso para com a sobriedade dos artigos e referências nesses em relação a assuntos religiosos continue. Será uma alegria para minha pessoa por três motivos: Agradecerei por não ter de testemunhar discussões religiosas completamente paralelas ao assunto do tópico que em nada produzem em termos conhecimento além de discórdia desnecessária entre os diferentes usuários do site. Preocupar-me-ei mais em absorver o artigo ao invés gastar pensamentos sobre tipo de conclusão que leitores “secularistas” novatos podem ter sobre o texto. Mais importante, entrarei em debates e mencionarei autores austro-libertários sem a preocupação de vê-los desmoralizados por um ad hominem.
Esse artigo veio em excelente hora!
Sou católico e austríaco, e acredito que o IMB não pode se furtar a expor a conexão entre Catolicismo e a postura praxeológica da Economia Austríaca.
Se pretendemos fazer com que nossa visão de mundo se espalhe, precisamos de meios para difundi-la. E acho que termos uma boa base para tratarmos disso com padres e religiosos (principalmente cristãos) é ótimo. Do que adianta falarmos logicamente se o fiel, depois, ouvir do padre, ou do catequista, ou do cidadão “lá da pstoral”, falou ou defende o contrário.
Para os ateus, agnósticos, laicistas, podemos nos ater fielmente ao utilitarismo e racionalismo, mas é importante que possamos falar com base em fundamentos religiosos, aos que acreditam, que esse conhecimento, esse método, é compatível com sua fé. Afinal, queiram ou não, os que tem fé, são a maioria, e os católicos, a maioria entre esses.
Sds.
Eu Prefiro os capitalista deístas! ubdeistas.blogspot.com.br/
Excelente e esclarecedor artigo.
Fez-me recordar minha juventude, na Igreja, sendo doutrinado pela nojenta Teologia da Libertação. Ficava confuso e inconformado.
Como Católico e Austríaco, senti-me gratificado.
Dei-me um inimigo do capitalismo e eu lhe darei um inimigo da Igreja Católica. Viva o Papa Francisco ! Viva o Papa Francisco ! Viva o Papa Francisco ! Viva o Papa Francisco ! Viva o Papa Francisco !
Boa
Dalton;
É isso mesmo. A realidade se coloca dessa forma, as pessoas não conseguem aceitar que o capitalismo a liberdade gerou essa riqueza do ocidente. As pessoas ficam furiosas pois elas tem que reconhecer a igreja católica como a promotora da civilização e muitas pessoas passaram a vida inteira criticando a igreja, ou foram doutrinadas para criticar a igreja. Nessa situação eles ficam sem resposta e logo passam a criticar outras coisas, os erros da Igreja, perseguição, inquisição e tudo mais.
Mas vem ai o nosso Papa Jesuita, prepare-se CNBB….
Bem, ninguém espera por uma “inquisição argentina”, mas um papa franciscano (na atitude) bem pode vir a calhar para enterrar de vez a teologia da libertação. É claro que os pontos problemáticos da Doutrina Social da Igreja não vão desaparecer por causa disso, mas, como o Woods bem demonstra, os católicos podem estar seguros de não cometerem desobediência apenas por discordarem do papa nesses pontos.
PS: até para um agnóstico como eu, é estranha a maneira irracional e bárbara, como um colega bem notou, com que as pessoas hoje discutem temas ligados a religião e principalmente à Igreja Católica. É algo que deixa poucas esperanças quanto ao presente e ao futuro.
Aproveitando já que esse é um dos artigos mais recentes; alguém saberia me dizer se o problema do livro do Huerta de Soto “Moeda, crédito bancário e ciclos econômicos”, que tinha tabelas faltando, foi solucionado nessa versão com capa nova? Quero comprar o livro, mas se estiver com esse problema ainda vou esperar a versão corrigida. Obrigado.
Àquele ”Anônimo” que falou sobre polilogismo ateu, peço por favor que explique sua posição, não entendi como a descrição genial de mises sobre o polilogismo dos marxistas pode se encaixar em assuntos não apriorísticos como a fé em deuses. Antes disso espero que saiba o que é o ateísmo em sentido geral da palavra, assim como mises entendia claramente de Marx. Não quero continuar a conversa do que é realmente a verdade sobre existência ou não de um Deus, isso é por total subjetivo, até é sensato dizer que as explicações de ambos os lados podem apresentar uma sensatez para com os outros de variadas culturas, entretanto não quer dizer que isso será suficiente para qualquer um deixar de acreditar no que acredita. O que acho que confundiu foi o fato de existir não somente entre ateus, mas entre todas culturas e religiões, que é um tipo de crença, baseado no contexto, que não é passível de uma máxima tolerância e aceitação. Até porque se fosse como você disse, eu diria que você foi por total polilogista em não aceitar o que eu disse, já que para mim, para minha fé, é baseado em uma lógica sensata … Não use uma descrição tão genial para algo em que ela não se encaixa. Considere um tipo de intolerância se quiser, mas lhe asseguro que isso é apenas um outro ponto de vista.
Publiquei:
http://www.historiamaximus.blogspot.pt/2013/03/a-doutrina-social-da-igreja-catolica-e.html
A Santa Igreja Católica foi responsável pelos trabalhos de caridade, pelas bases do livre mercado(através dos escolásticos), fundação de ínumeros hospitais, universidades, asilos, sanatórios, desenvolvimento da ciência, desenvolvimento do sistema inquisitório (ao invés do acusatório), civilização aos bárbaros da europa…
Repito as palavras de Tom Woods: “Igreja católica, construtora da civilização ocidental”.
E desafio qualquer um dos críticos a citar outra instituição de mesmo nível. Aguardo respostas.
Tradição racional da Igreja Católica? E por que quiseram calar Galileu? Por que milhares morreram nas fogueiras da Santa Inquisição, sem causar mal a outrem ou à sua propriedade?
”Caso Galileu? este é o resultado da doutrinação socialista do MEC” hahahaha … agora vem as conspirações, alienações e outras negações históricas, continuem …
Interessantíssimo. Do Thomas Woods tenho aquele livro apologético sobre a Igreja Católica.
Contradição ou hipocrisia? Penso que a segunda opção… Nietzsche deve estar se revirando no túmulo… Tendo ele dito que só havia Paulo de cristão(no cristianismo criado pelo próprio apóstolo)… Deixa para lá! vou me ater as perguntas: alguém saberia me indicar algum artigo que fale sobre Ayn Rand (A Revolta de Atlas)? Agradecido.
Um Papa esquerdista?
noticias.terra.com.br/mundo/europa/papa-critica-lucro-egoista-e-pede-criacao-de-empregos-em-audiencia,87fcfbdce8b5e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
noticias.terra.com.br/mundo/asia/papa-condena-situacao-de-trabalho-escravo-em-bangladesh,f19d10ac7bc5e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html
O futuro do Brasil está em jogo.
Brasileiros leiam com atenção esta carta aberta do Padre Humberto da cidade de Natal RN. Sei que brasileiros morrem de preguiça de ler, mas faça um esforço, veja o desabafo de um sacerdote decepcionado com o desgoverno petista. A carta é um pouco longa, mas vale apena perder 10 ou 20 minutos do seu tempo e ganhar muito no futuro sem este partido de aproveitadores no poder.
Paulo Luiz Mendonça.
DESABAFO DE UM PADRE…
Tempos atrás, enquanto alguns padres, bispos e cardeais desviaram-se de suas atividades principais de EVANGELIZAR e "APOIARAM" a criação do
PT; fazendo hoje o caminho de volta, esse CORAJOSO Padre Humberto, da
Paróquia de Santa Luzia da Arquidiocese de Natal-RN, divulga "NOTA DE
REPUDIO AO PT"! Um texto longo, porem um Raios-X de seus verdadeiros
propósitos.
Padre Umberto
Paróquia de Santa Luzia
Arquidiocese de Natal
Diante da desgraça de desgovernos petistas, que transformaram o poder público em um covil de bandidos e o país em um paraíso de patifes impunes, o bando de Collor derrubado pela vontade da sociedade, virou
brincadeira de criança levada!
As contundentes vaias e xingamentos, com luzes piscando na Barra da Tijuca e em diversos locais do Brasil depois do discurso da “presidente”, são mais uma clara demonstração da rejeição social para
com esse desgoverno espúrio,que luta com as formas mais desonestas possíveis para se manter no poder em 2014.
Como uma “presidente” tem a coragem de declarar, por exemplo, em rede nacional, que os investimentos da construção dos estádios foram somente de origem privada?
TODAS as obras foram financiadas em condições generosas pelo BNDES!
Estádios públicos, construídos em áreas públicas e com dinheiro público, vem sendo reformados com dinheiro público e posteriormente serão entregues a clubes e empresas privadas para que daí tirem o seu
injustificável lucro. Isso não é o papel de um líder de uma nação mas de alguém motivado por
inconfessáveis motivações de um golpe para transformar o país em uma Cuba Continental.
Esta “senhora”, em seu precário discernimento pensa que a sociedade somente tem idiotas a serviço dessa classe política nojenta e de seus cúmplices canalhas.
Vamos lembrar que essa tal “presidenta” foi protagonista de uma luta terrorista que nunca pretendeu a democracia, que ceifou a vida de mais de 120 civis e militares e continua sendo a leal fantoche do mais sórdido político da história do país.
Obedece e se aconselha com seu guru, o retirante analfabeto e espertalhão, o patife líder, denunciado como verdadeiro chefe da gangue dos 40 que subornou o Parlamento, uma quadrilha que deveria já
estar presa mas que continua livre, leve e solta por incompetência de um Poder Judiciário em estado de podridão terminal, por obra e graça do PT e de seus cúmplices, em todas as instâncias desse poder
degenerado.
Por isso e muito mais essa malfadada guerrilheira travestida de “presidenta” não tem a menor condição moral de ameaçar a sociedade, em rede nacional, num discurso grotesco disfarçado de conciliação.
Mesmo que não concordemos com a promoção de destruições do patrimônio público nem de propriedades privadas como instrumentos de protesto, que condição moral tem essa “senhora” de criticar os vândalos, já que
no seu tempo de luta por “transformações sociais” colocou fogo no país promovendo,juntamente com seus cúmplices, atos terroristas, sequestros, roubos a bancos e assassinatos de civis e militares – fez muito pior do que os manifestantes mais revoltados, infiltrados de bandidos, estão fazendo!
Nada pode ser aproveitado desse discurso leviano – a não ser a preparação de um golpe – uma verbalização da voz de uma sórdida alma
terrorista que ficará na história da política, depois de manifestações em massa contra a degeneração moral do país.
Esse discurso não passa de uma peça de profunda idiotice montada por marqueteiros de plantão inspirados pelos conselhos do mais sórdido político que o Brasil já conheceu, o padrinho da “presidenta”.
Apenas evidencia que estamos a mercê de psicopatas degenerados e que estes vêm conduzindo a destruição política e econômica desta nação. Foram compromissos vazios, sem vislumbre de honestidade ou
sinceridade, visando uma estúpida desqualificação e esvaziamento de um
movimento legítimo –muito maior do que a farsa do “Movimento Passe Livre” organizado pelo PT para atingir o governador de SP –, e para a preparação final de mais um estelionato eleitoral que está correndo um crescente risco de não se concretizar pela tomada de consciência do povo.
Esse mesmo povo que a assustou pois voltou a compreender que o poder público da era PT foi transformado em um covil de cândidos e que a
manutenção dessa sórdida classe política no poder é autorizar em 2014 um regime fascista, comandado pelo PT e seus asseclas, para sustentar
a corruptocracia.
Um discurso vazio de verdades, que não pretendeu soluções, que não tocou em nada caro à quadrilha, que pretendeu apenas preservar o
status quo do seu projeto de poder perpétuo.
Um discurso que justifica um imediato – chegamos no limite da nossa paciência ordeira – impeachment da “presidenta” do PT, que não se comporta como “presidente” do país, mas como uma golpista com atos e motivações já amplamente divulgadas na Internet:
– cumplicidade em todos os atos dos dois desgovernos de seu antecessor e que já foram pública e sistematicamente rejeitados pela sociedade;
– transformação do poder público em um covil de malfeitores, favorecendo durante os últimos anos a criação de uma verdadeira casta de mafiosos da política e exploradores da sociedade;
– absoluta degeneração moral dos poderes da República liderados pelo fascismo do Poder Executivo;
– incompetência, desonestidade, corrupção, enganação, suborno e mentiras como instrumentos da implantação de um projeto de poder com a marca de uma corruptocracia, que pretende escravizar o país a um poder retrógrado, fascista e degenerado;
– obras inacabadas, superfaturadas, mal feitas, não fiscalizadas, cujo principal objetivo é a transformação de verbas públicas em “caixinhas”, “parcerias” e subornos;
– deliberada falência da educação e criminoso abandono da saúde, da segurança e do saneamento básico;- deliberada falência da educação e criminoso abandono da saúde, da segurança e do saneamento básico;
– deterioração crescente da estrutura econômica do país com um processo de sucateamento da indústria em andamento, e a perda de competitividade internacional. A receita de poder dos medíocres que a cercam: Nicolás Maduro, Evo Morales, Cristina Kirchner, Ahmadinejad, Castro e tantos outros canalhas são seus parceiros preferenciais!
– irresponsável e inconsequente perdão de dívidas,além de empréstimos secretos a outros países ideologicamente pervertidos;
– utilização das empresas estatais para praticar um incontrolável empreguismo de meliantes do PT; – abandono das obras de transposição do rio São Francisco, um dos incontáveis instrumentos de estelionato eleitoral;
– um covarde estímulo à luta de classes, à invasão de propriedades particulares e à desagregação da sociedade;
– um vergonhoso assistencialismo, que custa todos os meses bilhões para os contribuintes, com a clara intenção de escravizar os menos favorecidos, via manutenção da pobreza e da ignorância, às manipulações eleitorais da canalha política;
– o descontrole irresponsável e sem volta da dívida pública e da inflação;
– o intencional crescimento da máquina governamental que consome bilhões dos contribuintes de forma inconsequente. O desperdício escandaloso do dinheiro que poderia ser aplicado na saúde, na educação, na segurança e no saneamento;
– Como reza a cartilha revolucionária, estimula a deterioração dos
valores familiares com a disseminação do homossexualismo entre jovens
e adolescentes em fase de formação de caráter e personalidade;
– a transformação da classe dos professores públicos não-petistas em mão de obra de segunda classe e reféns de estudantes que os agridem ou os ameaçam em sala de aula. A elaboração das cartilhas petistas de deformação moral e o aparelhamento dos conselhos tutelares que os afastam os jovens da disciplina imposta por suas famílias;
– subordinação da política externa às ordens do nefasto Foro de São Paulo, com o país seguindo as decisões do populismo ditatorial que toma conta da América Latina; – Covarde e sistemática perseguição e humilhação das Forças Armadas com a clara intenção de se defender da justa reação dos nossos militares à tentativa de transformar o Brasil em uma Cuba Continental; O sucateamento das instituições militares sempre foi um dos pilares dos movimentos revolucionários e descambaram em “ditaduras do proletariado”. As suas consequências sempre foram banhadas em sangue dos que ousaram levantar a voz em dissidência.
Repetindo:
Por tudo isso e muito mais a tal “presidenta”não tem a menor condição moral de ameaçar a sociedade em rede nacional em um discurso disfarçado de conciliação!
O que a “presidenta”, seus lacaios, e todos os seus cúmplices canalhas não perceberam ainda, é que o Brasil acordou de uma hibernação patriótica de mais de vinte anos, imposta pela fraude de abertura democrática promovida por sucessivos desgovernos de corruptos e traidores do país.
Que as manifestações e a greve geral organizada para 1º de julho mostre definitivamente a esse desgoverno espúrio que discursos levianos em rede nacional não irão adormecer novamente o país no sono dos omissos e covardes.
A hora da mudança é agora, pois o Brasil acordou do silêncio imposto pelos cafajestes da política.
Se você concordar que algo precisa ser feito. Se acredita que é chegada a hora de dar um BASTA! Ao lodo espalhado pelo PT e demais “companheiros”, divulgue.
Edite, complemente, aprimore… mas não deixe de repassar. Faça ouvir
o seu grito e permita que ele se multiplique. Esta mensagem precisa
alcançar todas as redes sociais.
Isto, e o voto responsável, são os melhores caminhos para que o seu
futuro e o dos seus descendentes seja de paz e tranquilidade.
Pe. Umberto
Paróquia de Santa Luzia
Arquidiocese de Natal
FORA PT!
Você conseguiu ler! Parabéns, agora é só analisar e ver se o podre tem razão, analise com bom senso e a razão, sua consciência dirá se deve ou não expulsar o PT do poder.
Leandro
Eu adoro seus artigos de economia,mais percebi um grave deslize quando vc defende o catolicismo como por exemplo a defesa feita ao papa francisco socialista ao anonimo de cima citando as seguintes matérias
noticias.terra.com.br/mundo/europa/papa-critica-lucro-egoista-e-pede-criacao-de-empregos-em-audiencia,87fcfbdce8b5e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
noticias.terra.com.br/mundo/asia/papa-condena-situacao-de-trabalho-escravo-em-bangladesh,f19d10ac7bc5e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html
O primeiro texto vc conseguiu sair bem pela tangente,mais o segundo mostra claramente as intenções socialistas do nosso atual papa ao acusar o empresario de ser ganancioso e empregar trabalho escravo,defesa essa inclusive que bate de frente com o seguinte artigo do misses.
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1599
Em minha opinião,o unico papa que ainda prestou um pouco ao mundo foi o João paulo segundo,aquele que levou um tiro,pois ele ao menos contribuiu fortemente para acabar com o comunismo na polonia.
E com relação ao artigo publicado sobre religião,o mesmo só esta me ajudando a me convencer mais ainda da inexistência de deus e que o mesmo é uma invenção humana e a igreja católica nada mais é que uma criação estatal para dominar as pessoas.
Um grande abraço a vc.
Aleixo
O texto escreveu escreveu,deu varias voltas e disse apenas que o estado respeita a religião,porem o mesmo não disse o obvio.
A IGREJA É O BRAÇO DO ESTADO
Como sabemos disso? como qualquer um sabe,a data do natal,pascoa,dias santos e etc nada mais são que datas de deuses pagãos,comprovando assim mais uma mentira da existencia de deus,pois se o mesmo existisse,iria existir alguma forma de marcar essas datas.
A igreja catolica nada mais é que uma mistura de paganismo com o cristianismo,isto é,o estado governo na epoca percebendo que o povo estava indo muito ao cristianismo,pois a massa em geral tem uma extrema necessidade de se enganar e ter alguem para culpar,consolar,e fugir de algo na epoca inexplicavel pela ciencia,raio,trovão,deus tal,gravides,fertilidade,deu tal e o cristianismo nada mais é que a união de todos esses deuses até então desconhecido pela ciencia,aproveitou o culto a cristo e adaptou a maquina estatal em cioma do mesmo;tanto é verdade que com isso percebemos o obvio,isto é.
O estado consegue funcionar sem deus. Ex: Coreia do norte,União Sovietica,Cuba e etc,
Em compensação,a igreja não funciona sem o estado,pois a mesma tem que colocar as garrinhas de fora e entrar no estado para colocar leis para se beneficiar,pois sem leis,as pessoas não precisam da igreja. Por isso que percebemos que quanto mais desenvolvido o pais,menos se depende de religiões,e quanto mais atrasado um pais,mais forte é a sua religião como por exemplo: Iraque,africa,paquistão e etc.
A igreja precisa tanto do estado,que na maioria dos paises a mesma goza de se livrar de pagar impostos,cadeia especial e leis especial as mesmas,e em troca disso,NENHUMA IGREJA vai totalmente contra o governo,nenhuma igreja prega contra o governo,como percebemos fortemente aqui no brasil com a cnbb,campanhas politicas a favor do pt e esquerdismo forte dentro das igrejas. A igreja agora esta se manifestando um pouco porque o estado esta tentando obrigar a igreja a aceitar o casamento gay dentro da mesma,e se isso acontecer,a igreja se acaba mais ainda e perdera ainda mais o resto de credibilidade que ainda a resta e com isso a igreja ira perder muito dinheiro e influencia,pois o religioso em si é um hipocrita,e ele pensa assim. “”Por mim podem se matar la fora,usar drogas,ser gay,mais aqui do meu lado não…””
É incrível a abundância de católicos nesse site e a grande quantidade de voltas necessárias para justificar o que o papa disse. Se eu não soubesse que a autoridade papal fosse tão importante para o catolicismo até que poderia me enganar pelas “defesas racionais” aqui apresentadas.
Sou protestante e infelizmente tenho plena ciência do rolo compressor católico. Eu saí de um rolo compressor esquerdista para outro. Não se enganem sou muito crítico das igrejas protestantes históricas do Brasil(presbiteriana e batista) mas sei plenamente que nem uma nem outra representam a igreja de Cristo.
“Determinadas ações não se tornavam boas só porque Deus havia dito que eram boas; Deus havia dito que eram boas porque elas eram boas.”
Então de acordo com isso, é possível que alguém que não acredita em Deus seja uma pessoa boa?
Sem duvida a algum de equivoco quando lê-mos a Igreja traçar conselhos econômicos em uma encíclica papal. No entanto o que se faz crer no artigo acima é que a Igreja ignora totalmente as leis de mercado e ridiculariza a intervenção papal em um problema secular como se ele não tivesse o direito de faze-lo. Sabemos que documentos da Igreja são assinados e selados pelo papa, no entanto, as decisões contidas na encíclica advém do resultado de consultas a estudiosos de economia na época. Também há que se levar em conta o tempo em que a encíclica foi editada. Nesses tempos, período da revolução industrial, as condições de trabalho eram sub-humanas em todo o mundo, e tudo em prol do grande capital emergente. Sem duvida a violência com que o mercado absorveu a mão de obra em contraste com as condições de vida dos trabalhadores fez com que o papa editasse esta encíclica. A Rerum Novarum (Mudança Política) propõe maior humanidade nas relações de comércio e relações de trabalho condenando a usura e a exploração do homem pelo homem como prática vigente no capitalismo ascendente. O que ela propõe é que se coloque dignidade nestas relações, dignidade que se coloca da seguinte forma; se há lucro exorbitante o operário deve ao menos viver minimamente bem. Pois é inadmissível que se produza tanta riqueza sem dela possuir uma parte minimamente satisfatória. Na encíclica Gaudium et Spes (Alegria e Esperança) a Igreja reafirma as impressões da Rerum Novarum.
Prezado, Paz!!!
Venho através do presente solicitar informações sobre o Curso de Especialização em Doutrina Social da Igreja. Tenho grande interesse e necessidade em fazer o referido Curso, uma vez que participei participei do Curso Fé e Política do CEFEP em Brasília.
Gostaria de saber se esta Instituição oferece o referido Curso ou onde posso conseguir realizá-lo.
Sou da Bahia, na Paróquia Santa Virgem das Vitórias, em Lagoa Real.
Sem mais para o momento e esperando contar com vossa compreensão e apoio, agradeço.
Em Cristo,
Gilmar Teixeira dos Santos
Michael Novak (1933-2017): capitalismo, liberdade e verdade, por André Azevedo Alves.
Respostas dos papas a respeito da OBRIGATORIEDADE de seguir a Doutrina Social da Igreja:
http://www.oprincipedoscruzados.com.br/2017/10/papas-sobre-obrigatoriedade-da-doutrina.html?m=1
A encíclica Quanta Cura condena o mundo moderno, o secularismo, a educação laica, o casamento civil, etc. A igreja condena o planejamento familiar de natalidade e os contraceptivos. Padres são arautos do medo e da mentira.
Artigo bem escrito e talz, mas infelizmente Thomas Woods ignorou um tema essencial da economia católica que é a ilegítima prática do pecado da USURA, a maior pedra de tropeço de toda a economia(incluindo austríaca). Não requerer a intervenção estatal nesse assunto é se opor a uma verdadeira economia cristã e portanto pedir por uma derrocada econômica(basta olhar a atual situação dos países citados aí).