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O que é realmente o socialismo e qual o seu maior problema

Sim, vivemos sob o socialismo

Não
há nada mais prático do que uma boa teoria. 

Por isso, proponho-me a explicar em termos teóricos o que é o socialismo
e por que ele não apenas é um erro intelectual, como também é uma
impossibilidade científica.  Mostrarei
por que ele se desmoronou — ao menos o socialismo real — e por que o
socialismo que segue existindo na forma de intervencionismo econômico nos
países ocidentais é o principal culpado pelas tensões e conflitos de que padece
o mundo atual. 

Ainda
estamos vivendo em um mundo essencialmente socialista, não obstante a queda do
Muro de Berlim; e continuamos tolerando os efeitos que, segundo a teoria, são
próprios da intervenção do estado sobre a vida social.

Para
definir o socialismo, é necessário antes entendermos o conceito de “função
empresarial”.  Os teóricos da economia dizem
que a função empresarial é uma capacidade inata do ser humano.  Não estamos nos referindo aqui ao empresário
típico que leva adiante um empreendimento. 
Estamos nos referindo, isso sim, à capacidade inata que todo ser humano tem
de descobrir, criar, tomar conhecimento das oportunidades de lucro que surgem
ao seu redor e atuar de modo a se aproveitar das mesmas. 

Com efeito, etimologicamente, a palavra ‘empresário’
evoca o descobridor, alguém que percebe algo e aproveita a oportunidade.  Em termos mais figurativos, seria a lâmpada
que se acende.

A
função empresarial é a mais essencial das capacidades do ser humano.  Essa capacidade de criar e de descobrir
coisas é o que, por natureza, mais nos distingue dos animais.  Neste sentido geral, o ser humano, mais do
que um homo sapiens é um homo empresario

Quem seria, portanto, um empresário?  Não se trata apenas de Henry Ford ou de Bill
Gates, que sem dúvida alguma são grandes empresários no âmbito comercial e
econômico.  Um empresário é toda e
qualquer pessoa que tenha uma visão criativa, uma visão revolucionária.  Madre Teresa de Calcutá, por exemplo.  Sua missão era ajudar aos mais necessitados,
e ela buscava fazer isso de forma criativa, unindo voluntários e canalizando os
desejos de todos para o seu objetivo. 
Por isso, Teresa de Calcutá foi um exemplo paradigmático de empresário.

Portanto,
entendamos a função empresarial como sendo a mais íntima característica de
nossa natureza como seres humanos, a característica que explica o surgimento da
sociedade e o seu desenvolvimento como uma extremamente complicada rede de
interações.  A sociedade é formada por
inúmeras relações de interação e troca entre indivíduos, relações estas que são
empreendidas porque, de alguma forma, imaginamos que estaremos melhor após
elas.  Todas estas relações são
impulsionadas por nosso espírito empresarial.

Todo
ato empresarial produz uma sequência de três etapas.

A primeira consiste na criação da informação:
quando um empresário descobre ou cria uma ideia nova; quando ele gera em sua
mente uma informação que antes não existia. 

Para colocar essa descoberta em prática, ele parte para a segunda etapa,
que é quando ele combina recursos para satisfazer necessidades.  Se, de um lado, ele percebe que há um recurso
barato e mal aproveitado, e, do outro, ele descobre que há demandas que podem
ser satisfeitas com este recurso, ele irá atuar de modo a coordenar este “desarranjo”.
Ele irá comprar barato o recurso, utilizá-lo, transformá-lo, e vendê-lo a um
preço maior, satisfazendo assim a demanda que ele havia percebido. 

Desta forma, a informação é transmitida a
todos, o que nos leva à terceira e última etapa, que é quando os agentes
econômicos, atuando de maneira descoordenada, observam, aprendem e descobrem
que devem conservar e economizar melhor um determinado recurso porque alguém o
está demandando. 

Estes
são os três planos que completam a sequência: criação de informação,
transmissão de informação e, o mais importante, o efeito de coordenação gerado
pelas duas etapas anteriores. 

Desde o
momento em que acordamos e nos levantamos da cama até o momento em que voltamos
a dormir, disciplinamos nosso comportamento em função das mais distintas
necessidades, em função das necessidades de pessoas que nem sequer conhecemos;
e fazemos isso por iniciativa própria porque, seguindo nosso próprio interesse
empresarial, sabemos que assim saímos ganhando. 
É importante entendermos tudo isso porque, em contraste, vejamos agora o
que é o socialismo.

O
socialismo deve ser definido como sendo “todo e qualquer sistema de agressão
institucional e sistemática contra o livre exercício da função
empresarial”.  O socialismo consiste em
um sistema de intervenção que se impõe pela força, utilizando todos os meios
coercitivos do estado. 

O socialismo
poderá apresentar determinados objetivos como sendo bons, mas terá de impor
estes objetivos supostamente bons por meio de intervenções coercivas que provocarão
distúrbios neste processo de cooperação social protagonizado pelos
empresários.  Sendo assim — e essa é sua
principal característica –, o socialismo funciona por meio da coerção.  Esta definição é muito importante porque os
socialistas sempre querem ocultar sua face coerciva, a qual é a essência mais
distintiva de seu sistema.

A
coerção consiste em utilizar a violência para obrigar alguém a fazer algo.  De um lado temos a coerção do criminoso de
rua que assalta um indivíduo qualquer; de outro temos a coerção do estado, que
é a coerção que caracteriza o socialismo. 
Quando a coerção é aleatória, não sistemática, o mercado tem, na medida
do possível, seus próprios mecanismos para definir direitos de propriedade e
defender-se da criminalidade. 

Porém, se
a coerção é sistemática e advém institucionalmente de um estado que detém todos
os instrumentos do poder, a possibilidade de nos defendermos destes
instrumentos e evitá-los é muito reduzida. 
É neste ponto que o socialismo manifesta sua realidade em toda a sua
crueza.

O
socialismo não deve ser definido unicamente em termos de propriedade pública ou
privada dos meios de produção.  Isso é um
arcaísmo.  A essência do socialismo é a
coerção, a coerção institucional oriunda do estado, por meio da qual se pretende
que um órgão planejador se encarregue de todas as tarefas supostamente
necessárias para se coordenar toda uma sociedade. 

A responsabilidade é retirada à força dos
indivíduos — que são naturalmente os únicos responsáveis por sua função
empresarial, e que almejam seus objetivos e querem alcançá-los utilizando os
meios mais adequados para tal — e repassada a um órgão planejador que, “lá de
cima”, pretende impor por meio da coerção sua visão específica de mundo e seus
objetivos particulares. 

[N. do E.: no Brasil, pense nas agências reguladoras que cartelizam todo o mercado e impedem a livre iniciativa e a livre concorrência, em todos os ministérios que impõem a agenda de seus integrantes sobre toda a população brasileira, em toda a burocracia que atrapalha o empreendedorismo dos pequenos, e em toda a carga tributária que impede o surgimento de novas empresas].

Nesta definição
de socialismo, vale enfatizar que é irrelevante se este órgão planejador foi ou
não eleito democraticamente.  O teorema
da impossibilidade do socialismo se mantém intacto, sem nenhuma modificação,
independentemente de ser democrática ou não a origem do órgão planejador que
quer impor à força a coordenação de toda a sociedade.

Definido
o socialismo desta maneira, expliquemos então por que ele é um erro
intelectual. 

O
socialismo é um erro intelectual porque é impossível que o órgão planejador
encarregado de exercer a coerção para coordenar a sociedade obtenha todas as
informações de que necessita para fornecer um conteúdo coordenador às suas
ordens.  Este é o grande paradoxo do
socialismo, e o seu maior problema.  O
planejador da economia necessita receber um fluxo ininterrupto e crescente de
informação, de conhecimento e de dados para que seu impacto coercivo — a
organização da sociedade — tenha algum êxito. 

Mas é obviamente impossível uma mente ou mesmo várias mentes obterem e
processarem todas as informações que estão dispersas na economia.  As interações diárias entre milhões de
indivíduos produzem uma multiplicidade de informações que são impossíveis de
serem apreendidas e processadas por apenas um seleto grupo de seres humanos.

Os
teóricos da Escola Austríaca de Economia, Mises e Hayek, elaboraram quatro
argumentos básicos no debate que mantiveram durante a primeira metade do século
XX contra os teóricos da economia neoclássica, os quais nunca foram capazes de
entender o problema inerente ao socialismo.

E por que não foram capazes de entendê-lo?  Pelo seguinte motivo: eles acreditavam que a
economia funcionava exatamente como nos livros-textos de faculdade.  Mas o que os livros-textos ensinam em relação
ao funcionamento da economia de mercado é radicalmente falso e fictício.  Tais manuais baseiam suas explicações sobre o
mercado em termos matemáticos que supõem um ajuste perfeito.  É como se o mercado fosse uma espécie de
computador que ajusta de maneira automática e perfeita os desejos dos consumidores
à ação dos produtores.  O modelo ideal
dos manuais é o da concorrência
perfeita
, descrito pelo sistema de equações simultâneas de Walras. 

Quando
era universitário, minha primeira aula de economia foi com um professor que
começou sua explanação com a seguinte e espantosa frase: “Suponhamos que todas
as informações sejam conhecidas”.  E logo
em seguida ele se pôs a encher o quadro-negro com funções, curvas e fórmulas.  Esta é exatamente a hipótese da qual partem
os neoclássicos: todas as informações são conhecidas e nada se altera; tudo é
estático.  Mas esta hipótese é
radicalmente irreal.  Ela vai contra a
característica mais típica do mercado: a informação nunca é conhecida por todos;
ela está dispersa pela economia.  Ela não
é um dado constante que está ali para ser consultado a qualquer momento.  O conhecimento dos dados surge continuamente
em decorrência da atividade criativa dos empresários: novos fins são almejados,
novos meios são criados e utilizados. 
Logo, qualquer teoria econômica construída a partir deste pressuposto irreal
está fatalmente errada.

Os
economistas neoclássicos pensaram que o socialismo era possível porque
supuseram que todos os dados necessários para elaborar o sistema de equações
simultâneas de Walras e encontrar sua solução eram “conhecidos”.  Não foram capazes de apreciar o que ocorria neste
mundo que tinham de investigar cientificamente; por conseguinte, não
conseguiram entender o que realmente se passava.

Somente
a Escola Austríaca seguiu um paradigma distinto.  Ela nunca supôs que as informações já estavam
dadas e eram conhecidas por todos.  Ela
sempre considerou que o processo econômico era impulsionado por empresários que
continuamente incorrem em transações e descobrem novas informações.  Somente ela foi capaz de entender e explicar
que o socialismo era um erro intelectual. 
Ela desenvolveu seu argumento utilizando quatro enunciados: dois podem
ser considerados “estáticos” e os outros dois podem ser considerados
“dinâmicos”.

Em
primeiro lugar, a Escola Austríaca afirma, como já dito, ser impossível o órgão
planejador coletar e utilizar corretamente todas as informações de que
necessita para imprimir um conteúdo coordenador às suas ordens.  O volume de informações que os seres humanos
manejam e com as quais lidam diariamente é imenso, de modo que é impossível
gerir o que sete bilhões de seres humanos têm na cabeça.  Embora os neoclássicos não tenham sequer
conseguido entender este argumento, ele é o mais fraco e o menos
importante.  Ao fim e ao cabo, nos dias
de hoje, com toda a capacidade informática existente, é um pouco mais fácil
lidar com volumes imensos de informação.

O
segundo argumento é muito mais profundo e contundente.  A informação com que lida o mercado não é
objetiva; não é como a informação que se encontra impressa em um catálogo.  A informação empresarial possui uma natureza
radicalmente distinta; ela é uma informação subjetiva, e não objetiva.  Ela é tácita, por assim dizer.  Ela é do tipo “sabemos algo, temos a técnica,
a prática e o conhecimento, mas não sabemos no que tudo isso consiste
detalhadamente.” 

Explicando de outra
forma: é como a informação necessária para andar de bicicleta.  É como se alguém quisesse aprender a andar de
bicicleta estudando as fórmulas físicas e matemáticas que expressam o
equilíbrio que mantém o ciclista enquanto ele pedala.  O conhecimento necessário para saber andar de
bicicleta não é adquirido desta forma, mas sim mediante um processo prático de
aprendizagem, normalmente bem acidentado, que finalmente permite entender como
se equilibra sobre uma bicicleta, além de detalhes fundamentais, como o de que,
ao fazermos as curvas, temos de nos inclinar para não cairmos.  É bem provável que Miguel Indurain desconheça
os detalhes das leis da física que o permitiram vencer o Tour de France por cinco anos consecutivos, mas ele indubitavelmente possui o conhecimento de como se anda em uma
bicicleta.

A
informação implícita não pode ser moldada de maneira formalizada e objetiva;
tampouco pode ser transmitida corretamente a um órgão planejador.  Só é possível transmitir a um órgão
planejador — de modo que este assimile e imponha uma coerção, dando um
conteúdo coordenador às suas ordens — uma informação unívoca que não dê
brechas a mal entendidos.  Porém, a
esmagadora maioria das informações das quais dependemos para sermos bem-sucedidos
em nossas vidas não é objetiva; não é informação de catálogo.  É informação subjetiva e tácita.

Mas
estes dois argumentos — que as informações são extremamente volumosas e que
possuem um caráter subjetivo — não bastam. 
Existem outros dois, de caráter dinâmico, que são ainda mais
contundentes e cuja implicação inevitável é a impossibilidade do socialismo.

Nós
seres humanos somos dotados de uma inata capacidade criativa.  Continuamente descobrimos coisas “novas”,
almejamos objetivos “novos”, e escolhemos meios “novos” para alcançá-los.  É impossível transmitir a um órgão planejador
a informação ou o conhecimento que ainda não foi “criado” pelos
empresários.  O órgão planejador pode se empenhar
o quanto quiser em construir um “nirvana social” por meio de uma publicação
diária de decretos e da imposição da força. 
Mas, para fazer isso — ou seja, para se alcançar o “nirvana social” —
ele tem de saber exatamente o que ocorrerá amanhã.  E o que vai ocorrer amanhã dependerá de uma
informação empresarial que ainda não foi criada hoje, e que não pode ser
transmitida ainda hoje para que nossos governantes nos coordenem eficientemente
amanhã.  Este é o paradoxo do socialismo,
a terceira razão.

Mas
isso ainda não é tudo.  Existe um quarto
argumento que é definitivo.  A própria
natureza do socialismo — que, como dito, se baseia na coerção, no impacto
coercivo sobre o corpo social ou a sociedade civil — bloqueia, dificulta ou
impossibilita a criação empresarial de informação, que é precisamente aquilo de
que necessita o governante para dar um conteúdo coordenador às suas ordens.

Esta
é a demonstração em termos científicos do motivo de o socialismo ser
teoricamente impossível.  É impossível o
órgão planejador socialista coletar, apreender e colocar em prática todas as
informações de que necessita para imprimir um conteúdo coordenador aos seus
decretos.  Esta é uma análise puramente
objetiva e científica. 

Não é necessário
pensar que o problema do socialismo está no fato de que “aqueles que estão no
comando são maus”.  Nem mesmo anjos,
santos ou seres humanos genuinamente bondosos, com as melhores intenções e com
os melhores conhecimentos, poderiam organizar uma sociedade de acordo com o
esquema coercivo socialista.  Ela seria
convertida em um inferno, já que, dada a
natureza do ser humano, é impossível
alcançar o objetivo ou o ideal
socialista.

Todas
estas características do socialismo têm consequências que podemos identificar
em nossa realidade cotidiana.  A primeira
é seu poder de encanto.  Em nossa
natureza mais íntima, sempre encontramos o risco de ceder ao socialismo porque
seu ideal nos tenta, porque o ser humano sempre tende a se rebelar contra sua
natureza.  Viver em um mundo cujo futuro
é incerto é algo que nos inquieta, e a possibilidade de controlar este futuro,
de erradicar a incerteza, nos atrai.

Em
seu livro A
Arrogância Fatal
, Hayek diz que, na realidade, o socialismo é a
manifestação social, política e econômica do pecado original do ser humano, que
é a arrogância.  O ser humano sempre teve
o devaneio de querer ser Deus — isto é, onisciente.  Por isso, sempre, geração após geração, temos
de estar em guarda contra o socialismo, continuamente vigilantes, e entender o
fato de que nossa natureza é criativa, do tipo empresarial. 

O
socialismo não é uma simples questão de siglas, abreviações, sindicatos ou
partidos políticos em determinados contextos históricos.  O socialismo é uma ideia que está e sempre
estará se infiltrando de maneira insidiosa em famílias, comunidades, bairros, igrejas,
empresas, movimentos, partidos políticos de todas as ideologias etc.  É necessário lutar continuamente contra a
tentação do estatismo porque ele representa o perigo mais original que há
dentro dos seres humanos, nossa maior tentação: crer que somos Deus. 

O socialista acredita ser genuinamente capaz
de superar o problema da impossibilidade da coleta, da apreensão e da
utilização de informações dispersas, problema esse que desacredita totalmente a
essência do sistema que ele defende.  Por
isso, o socialismo sempre decorre do pecado da soberba intelectual.  Por trás de todo socialista há um arrogante,
um intelectual soberbo.  E isso é algo
fácil de constatarmos ao nosso redor.

O
socialismo não é somente um erro intelectual. 
É também uma força verdadeiramente antissocial, pois sua mais íntima
característica consiste em violentar, em maior ou menor escala, a liberdade
empresarial dos seres humanos em seu sentido criativo e coordenador.  E, como é exatamente isso o que distingue os
seres humanos dos outros seres vivos, o socialismo é um sistema social
antinatural, contrário a tudo o que o ser humano é e aspira a ser.

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133 comentários em “O que é realmente o socialismo e qual o seu maior problema”

  1. Neste site: direitoeavesso-pepa.blogspot.com.br/2009/12/fernando-pessoa-catolicismo-e-comunismo.html o grande poeta português Fernando Pessoa define o comunismo nestes termos: “O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema – o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.
    O comunismo não é uma doutrina porque é uma antidoutrina, ou uma contradoutrina. Tudo quanto o homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental – isto é de civilização e de cultura -, tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem”

  2. “Em seu livro A Arrogância Fatal, Hayek diz que, na realidade, o socialismo é a manifestação social, política e econômica do pecado original do ser humano, que é a arrogância. O ser humano sempre teve o devaneio de querer ser Deus — isto é, onisciente.”

    Exato. O Socialismo, Comunismo e seus sub-ismos são todos derivados dessa constatação de Hayek. São males decorrentes do pecado original, um castigo divino onde homens sempre serão dominados por outros homens… Nossa tarefa é lutar contra isso.

  3. Primeiro criam lei da palmada,depois cria-se leis coercitivas antipropagandas infantil.
    isso é um exemplo de nosso estado messiÂnico que avilta a autonomia do indivíduo,suprimindo suas ações e antecedendo o direito dos pais de tomar decisões.

  4. Erik Frederico Alves Cenaqui

    Muito bom o texto.

    Eu desconhecia que o Hayek tinha escrito um livro com o título A Arrogância Fatal e que trata-se o socialismo como uma espécie de arrogância.

    O site do Midia Sem Mascara trata o socialismo, comunismo, fascismo e nazismo (filhos do marxismo), em seus diversos textos, como estranhas e clandestinas religiões políticas que tratam o estado e/ou partido como se fossem um deus.

    O ambientalismo e o positivismo também são tratados como religiões estranhas e clandestinas.

    E por isso que essas pessoas criticam de forma muito forte a moral judaico-cristã.

    A moral judaico-cristã impede que estes religiões estranhas e clandestinas sejam completamente hegemônicas.

    Vivemos num mundo muito perigoso mesmo.

  5. Será que o senhor poderia realizar um artigo sobre “Porque o Capitalismo não é perfeito?”. Aguardaria com ansiedade. Detesto o joga-joga entre capitalistas e comunistas dentro daquela velha disputa; “eu sou o bem e você é o mal” ou então “nosso sistema é perfeito e o seu um fracasso”… Ora, se um dos dois valesse a pena,o Socialismo real não teria fracassado e o Capitalismo não estaria sempre em crise… Talvez se juntarmos os dois…

  6. comunismo é maligno basta ver seu histórico de estupros e assassinatos
    nimguém estuprou tantas mulheres como os comunistas
    nimguém assassinou tanto como os comunistas
    em toda história mundial foram os comunistas quem mais estupraram mulheres
    em toda história mundial foram os comunistas quem mais assassinaram pessoas

  7. joao batista passos

    Assim como o socialismo, o liberalismo também é impossível… Antes de ser pleno, a massa, que não tem, e nunca terá, as mesmas oportunidades que a minoria, se rebela e ai começa a confusão… Acredito que é preciso começar a parar de seguir cegamente estes teóricos antigos, sejam socialistas ou liberais… O mundo deles era diferente de hoje… É preciso começar a criar novas teorias que levem em consideração a unificação desses pensamentos… #teorias

  8. Emerson Luis, um Psicologo

    Artigo fenomenal! Isso explica porque pessoas doutrinadas pelo esquerdismo afirmam não acreditar que existe uma “natureza humana”, pois é ela que inviabiliza o socialismo.

    * * *

  9. Socialismo é uma doença. É o câncer das nações. É essa doença que tem atrasado a humanidade em milênios, através dos mais ridículos e ilógicos meios. E tem conseguido com relativo sucesso. Chego a conclusão que se não fosse pela doença socialista, hoje o ser humano já poderia estar até colonizando outros planetas. O pavor dos socialistas é saber que a humanidade poderia se espalhar pelo universo e escapar do seu controle.

    Enquanto a humanidade não erradicar de vez o socialismo (e sem dó nem piedade), o mundo seguirá a eterna roda da história: a civilização nasce, floresce através do livre-mercado, uma pequena elite assume sob a forma do Estado, nasce o socialismo, a sociedade dura mais alguns séculos e morre. E os dispersos recomeçam tudo de novo, sem nenhuma memória do que aconteceu antes.

  10. O ódio de vocês a Marx, o seu ressentimento impotente contra um dos maiores pensadores de todos os tempos, isso só revela o quanto Marx é importante. Porque ele deu respostas a problemas que atormentam a humanidade há séculos:o que é o trabalho? o que é a riqueza? por que,mesmo trabalhando duro, a maioria das pessoas é pobre e uma minoria é rica, sem fazer nada além de explorar os pobres?Sim, meus amigos, enquanto o mundo for essa merda de exploração capitalista, sempre haverá muitas pessoas que seguirão os ensinamentos de Marx e lutarão por um mundo melhor e mais justo.

    Saudações Trotkistas!

  11. Atualmente se trata realmente de uma cultura, o socialismo, concordo com o Olavo de Carvalho, vejam “Análise da atual situação política brasileira”. Vejam os discursos atuais dos petistas, dos esquerdistas em geral, não mais se baseiam em fatos, na racionalidade, longe do socialismo científico de antes, ou da dureza pragmática da era pré-Stalin, são meros apelos às emoções, baseados em fraudes, falácias de todos os tipos imagináveis, e parece que a histeria, a psicopatia cresce a cada dia entre os principais líderes dos movimentos de esquerda.

  12. Marcelo Almeida

    Texto ótimo. Apenas uma observação. Foi citada a tal ”natureza humana”. Entramos aqui também numa discussão filosófica. E uma duvida. Por esse caminho, o ''existencialismo'' é uma corrente filosófica puramente de esquerda?

  13. A expansão monetária promovida pelos socialistas contemporâneos não vai nos levar a uma crise maior que a de 1929? O Império Romano também ruiu por este motivo. Já tivemos a bolha imobiliária em alguns países, no Brasil também muito do crédito foi alocado em imóveis, esgotando o mercado.
    Não é possível que os socialistas não tenham aprendido com o passado. Não se cria riqueza do nada. Precisamos temer o futuro ou o FED vai iniciar um ciclo de poupança? E a Europa, não é outro exemplo de sociedade devastada pelo socialismo?

  14. Suíços rejeitam salário mínimo mais alto do mundo

    Pesquisa de intenção de voto indica que maioria não aprovou salário equivalente a 10.000 reais por mês

    mundo Pesquisa de intenção de voto indica que maioria não aprovou salário equivalente a 10.000 reais por mês

    veja.abril.com.br/noticia/economia/suicos-rejeitam-salario-minimo-mais-alto-do-mundo

    Os brasileiros não vão acreditar numa noticia destas.

  15. OFF TOPIC
    Uma coisa que não consigo compreender por parte dos defensores do socialismo, é como se dá o equilíbrio social e justo da questão dos indolentes na supostamente possível sociedade sem classes…

    Ora, se o indivíduo não trabalhar igualmente aos demais membros da sociedade e obtiver a mesma contrapartida, teremos desigualdade e injustiça;

    Se o indivíduo for forçado a trabalhar igualmente aos demais membros, como forma de resolver o empasse anterior, teríamos escravidão;

    Como o sistema poderá anular as diferenças (entre elas a astúcia e a indolência) dos indivíduos ?

  16. Tem gente que acha que com um super-computador seria possível viver numa sociedade socialista (Projeto Vênus), mas não importa a capacidade de processamento, um computador não poderá ser onisciente.

  17. “O socialismo não é somente um erro intelectual. É também uma força verdadeiramente antissocial, pois sua mais íntima característica consiste em violentar, em maior ou menor escala, a liberdade empresarial dos seres humanos em seu sentido criativo e coordenador. E, como é exatamente isso o que distingue os seres humanos dos outros seres vivos, o socialismo é um sistema social antinatural, contrário a tudo o que o ser humano é e aspira a ser.”

    Excelente definição do que é o socialismo!

  18. José Carlos Martins

    A ideia do socialismo tira sua força exatamente das duas maiores deficiências do capitalismo 1) a despreocupação com a justiça social 2) as crises que fazem parte do capitalismo afetam muito mais os menos favorecidos. Como eles são a maioria é natural que as ideias socialistas avancem, principalmente porque a abundância entre os ricos permitem que muitos deles usem seu tempo livre justamente para ler e difundir as idéias socialistas. Como dizia o velho Marx, todo sistema traz em si os germes da sua destruição. Somente um Estado minimalista e bons governos poderiam mudar esse estado de coisas mas os capitalistas são os primeiros a favorecer com suas verbas e seu apoio interesseiro a eleição de maus governos e a construção de Estados gigantes, protecionistas e maus alocadores de recursos. Mais um ponto para Marx, os capitalistas venderão a corda com que serão enforcados. Marx também disse que o socialismo seria o estágio superior do capitalismo. Somente os marxistas que não souberam ler Marx querem construir o socialismo do zero. Os chineses estão ensinando como se faz. Primeiro vamos enriquecer, acumular capital com base na eficiência capitalista e depois que formos ricos vamos voltar a essa história de socialismo. O problema é que quando se chega lá com bons governos, o socialismo não é mais necessário. Mas nunca subestimem o poder do ideal socialista. Ele é como um doce cheio de açúcar, gordura trans e outros venenos: no longo prazo nos mata mas ná hora que comemos é uma delicia. Vejam que o partido trabalhista acabou de eleger para seu líder um Lula que fala inglês…

  19. Nada me irrita mais que esquerdista falando que livre mercado nunca vai existir por isso e por aquilo, sendo que são essas mesmas antas que apoiam políticos que destroem o livre mercado. Ou seja, eles mesmo destroem o livre mercado para depois dizer que é inevitável o capitalismo de estado.

  20. Típico Universitário

    Economia é pura psicologia. Enquanto coxinha chorar que socialismo não funciona, não vai funcionar. Suas mãos é que estão sujas com o sangue de 100 milhões de pessoas e ainda há quem viva de esfregar na nossa cara, dos socialistas, que somos autoritários por censurar e eliminar os “inocentes” que arruinaram o regime e causaram tantas mortes. Vocês, rentistas, entesouradores e donos dos meios de produção que são o verdadeiro motivo do fracasso do socialismo pela mera insistência em desqualificar seus méritos (a emancipação do homem do papel higiênico, a libertação do trabalhador ao mudar o patrão por um político, um mundo em que não há motivação para competir para ser melhor em nada – seja pelo corte de cabelo ou por uma cirurgia, etc.).

    Existe sim inutilização de lei de lucro, prejuízo e preço: mas no socialismo, não existe nada disso, porque a satisfação humana é historicamente determinada: um chinês “morrendo de fome” em um campo de trabalho social pertencentes aos comunistas do PCC na China de Mao é muito mais feliz que um chinês capitalista com comida em casa. Ele só é infeliz quando há um coxinha perverso alienando-o da realidade e afastando-o da sua consciência de classe.

    A solução?

    Humanizar os coxinhas. A humanidade TEM de seguir adiante. Seguir com vocês, não dá.
    Que a Venezuela seja o começo.

  21. o desejo humano de tudo controlar é tão intrínseco à natureza humana… Tão utopicamente infantil… a solução é cada um cuidar da sua vida, respeitando a vida, liberdade e propriedade alheia.

    Os grande problema dos intervencionistas é olhar a teoria libertária sob uma ótica anárquica no pior sentido da palavra, “uma zona”… ao contrário, respeitando-se os 3 princípios acima defendidos por esta teoria, obteríamos exatamente o oposto do que temos hoje, neste mundo controlado por interventores democraticamente eleitos!

  22. Acredito que uma sociedade liberal em termos econômicos é possível. Mas em termos políticos e sociais, é mais complicado, porque sempre teremos indivíduos e grupos querendo se sobrepor a outros. A sociedade precisa de uma moderação para evitar abusos de poder, como o que acontece no Brasil há muito, muito tempo, acho que desde do seu descobrimento.

  23. Mudando de assunto…

    Sobre a proibição de doação do financiamento privado de campanha.

    O que vocês acham dessa nova medida. Visto que, atualmente todos os partidos que mandam no governo são de esquerda e que estes só conseguiram chegar ao poder com financiamento privado e de empresas públicas. Como um partido político agora, sem recursos privados, vai conseguir quebrar a hegemonia esquerdista?

  24. Por trás de todo socialista há um arrogante, um intelectual soberbo. E isso é algo fácil de constatarmos ao nosso redor.

    “O socialismo não é somente um erro intelectual” (ARROGÂNCIA LIBERAL)

    Não sei o que é pior :

    um esquerdista fanático

    um liberal fanático

    um evangélico fanático

    O ser humano é uma merda mesmo.Tudo egoísta e somente a “SUA” idéia é a que vale…

    Essa é a lógica liberal: EU EU EU EU EU EU EU EU EU, DEPOIS VEM EU EU EU EU EU EU….NÓS ?? o que é NÓS?? SOCIEDADE ??? O QUE É SOCIEDADE??? O resto que se f…farinha pouca ,meu pirão primeiro.

    A lógica liberal é privatizar o lucro e socializar o prejuízo….

  25. “EU EU EU EU EU EU EU EU EU, DEPOIS VEM EU EU EU EU EU EU….NÓS ?? o que é NÓS?? SOCIEDADE ??? O QUE É SOCIEDADE???”

    Prefiro mil vezes EU EU EU do que ter o que é MEU MEU MEU roubado para sustentar TU TU TU em nome de um “suposto” NÓS NÓS NÓS.

  26. Jose Carlos Martins

    O radicalismo ideológico é positivo para o debate pois coloca as ideias numa distância que facilita sua compreensão pelas diferenças. Já a intolerância inibe o debate e aproxima os extremos no comportamento; na conduta. Aqueles que com nós, defendem o capitalismo e o Estado mínimo deveríamos evitar fazer o mesmo que os marxistas, socialistas, esquerdistas fazem. Na medida que vão conseguem discutir nos chamam de fascistas, nazistas, porcos capitalistas e outros adjetivos. Preferem ofender ao invés de pensar. Se não podemos debater em alto nível o melhor mesmo é ignorá-los.

  27. Alguma ordenação deve existir, e não deve ser tirânica.
    O Estado não pode ter o controle absoluto nem dá para contar com uma auto-regulação do capitalismo: interesses particulares não podem tornar-se poderosos a ponto de nem ser possível contrastá-los com uma força equivalente suficiente.
    O regulador ativo do capitalismo é a democracia, uma vez que a formação moral adquirida na sociedade, nas filosofias ou nas religiões não é o bastante para fazer valer padrões éticos que viabilizem a ausência de seu controle externo, e uma vez que o socialismo, seu regulador reativo, não chega a ser um sistema viável alternativo.
    Para que a democracia exerça esse papel, precisa estar qualificada para tanto. Ela significa poder real para a cidadania, e é indissociável de sua prática cotidiana. A atual formatação do sistema representativo, desenhada para outros contextos, não é compatível com a nova realidade da interconexão instantânea e global nem com a ativa função de regulação que a cidadania deve ter.
    Mas não se terá uma cidadania à altura dessa responsabilidade com o desenho vigente do sistema eleitoral. Não se pode colocar poder significativo em mãos inaptas, e nem, por causa dessa dificuldade, subtraí-lo de todos e permanecer delegando-o a representantes que dele se assenhoream.
    Para ter-se um sistema eleitoral mais dinâmico, que deixe de ser uma via de mão única, a delegação de poder deve dar-se em âmbitos menores, que tornem efetivas e consequentes as relações de compromisso. Sucessivos Colégios Eleitorais, cada vez mais restritos conforme critérios meritocráticos, elegeriam para cargos crescentemente importantes. Mantendo-se o norte democrático do sistema, o sufrágio universal continuaria a ser a referência, mas como ponto de chegada e não de partida, inclusive com a instituição de uma rede oficial de qualificação para todos que desejassem obter a plenitude da cidadania política.
    Trata-se de viabilizar o sistema democrático em um meio adverso à sua plena vigência, buscando a verdadeira e autônoma participação da cidadania.

  28. Acredito que um dos problemas básicos dos modelos econômicos socialistas de governo, deriva não só da arrogância em sua plenitude, mas também do seu cinismo para com os arranjos microeconômicos. Os socialistas, ou “capitalistas” intervencionistas, tendem a negligenciar o poder e a dinâmica das estruturas micro; Os socialistas tendem a se prender em modelos macroeconômicos de frágil perfeição, e acabam se esquecendo que a economia é um agregado complexo, escorado, sustentado pelos agentes que fomentam todo o dinamismo do agregado econômico e fazem com que de fato as políticas macroeconômicas funcionem. Resumindo, a microeconomia, na prática, é chutada dos modelos egocêntricos e narcisista dos socialistas.

  29. Um dos motivos pro Mises Brasil ser o instituto Mises mais acessado do mundo é justamente a escrotidão, corrupção e ineficiência do governo daqui por um lado, e a vontade de grande parte desse mesmo povo cretino de entrar pra gangue e se beneficiar da escrotidão.
    O governo já está no centro da vida de todo mundo, pro bem ou pro mal.

  30. Moral da história: Socialistas/comunistas nada mais são que fracassados economicamente falando, que querem viver das artes. Eles não conseguem entender que com um fogão, eu cozinho, e com um quadro, eu só penduro ele na parede. A fábrica constrói o fogão, que vende pra loja, eu vou a loja e compro o fogão, eu cozinho, como o alimento e vivo. O pintor pinta o quadro, e talvez o quadro seja bonito, e dane-se, é só bonito, não quero comprar um quadro. Tem que deixar esse povo vender miçangas na praia e assistir ao filme Into the Wild e Diários de Motocicleta. São todos um bando de plays e patys filhinhos de papais, bando de estudantes de 13 a 18 anos de idade, pirralhos sustentados pelos pais e manipulados por professores pedófilos das ciências humanas, professores de história, filosofia, sociologia, de escolas com mensalidade de 1000 reais, ou estudantes de universidades federais que são tomadas por professores vadios/come e dorme/marxistas. Ou quando não são jovens, são uns adultos fracassados em âmbito profissional e consequentemente economico que são cooptados por partidos esquerdistas/marxistas, assim como transviados morais são cooptados por pastores de igrejas evangélicas. Deixem esse povo se lascar pra lá.

  31. Nossa cacau,voce fallu tudo;so se esqueceu de incluir os socialistas mais velho,e e o que mais tem. Agora de manha eu estava aqui pensando. Tempos atras estava me sentindo um fracassado,mais depois de conviver com umas pessoas eu so cheguei a conclusao que eu so nao tenho dinheiro no momento,mais tenho certeza que essa situacao irei resolver dentro de 5 anos ou ao menos chegarei bem perto. O mundo esta lotado desses socialistas fracassados invejosos,e uma coisa que nunca fui e socialista,e com isso concluimos que o sucesso e so questao de gempo.Valeu pelo post e vou seguir seu conselho de deixar esses socialistas para la
    .

  32. Pablo Pinheiro Batista

    Excelente artigo, só tenho uma ressalva a fazer: Madre Teresa de Calcutá pode até ser considerada uma boa empreendedora, mas a forma como ela tratava os enfermos era controversa, a quem diga que ela deixava de dar analgésicos aos enfermos porque achava que isto os deixava mais próximos de deus, portanto o seu exemplo de empreendedor não foi muito feliz, fora isso o texto ficou muito bom e claro.

  33. Para quem estiver interessado, existe um livro muito bom sobre o debate do calculo econômico: From Marx to Mises

    Sobre o livro

    “In 1920, Ludwig von Mises proclaimed that all attempts to establish socialism would come to grief, for reasons of informational efficiency. At first, socialists and economists took Mises’s argument seriously, but by the end of the Second World War, a consensus prevailed that Mises had been discredited. More recently, that consensus has been rapidly reversed: it is now widely agreed that ‘Mises was right’. Yet the momentous implications of the Mises argument — for economics, politics, culture, and philosophy — remain largely unexplored. From Marx to Mises is a clear, penetrating exposition of the economic calculation debate, and a scrutiny of some of the broader issues it raises.”

  34. Gostaria de perguntar sobre o exemplo do padeiro que é comumente utilizado por socialistas e intervencionistas também creio eu, o que é, como funciona, e porque está errado?

  35. Cientista e empresário são coisas bem distintas, o empresário visa apenas o seu lucro já o cientista visa o desenvolvimento de sua ideia, e nos dias de hoje já vimos que a ideia se evolui de uma maneira muito mais rápida quando é livremente compartilhada e aberta podendo receber incrementações de um número muito maior de indivíduos, que tem como objetivo comum o maior desenvolvimento dela. Longe das ideias trancafiadas dentro de poucas empresas capitalistas do mundo atual, que tem por principal objetivo monopoliza-las como forma de impedir a concorrência ou que outra empresa desenvolva-a melhor que ela em seu lugar, e quem perde com isso é a própria ideia que fica fadada a um atraso em seu desenvolvimento.

  36. Apenas como esclarecimento informo que o socialismo existe há milênios.

    O islã é socialista

    Os neo eurasianos fizeram aliança política com o islã porque isso é necessário para que consigam implantar o socialismo depois que fizeram nova partilha política na Ásia e na Europa.

    Porque o islã é a única umidade socialista que deu certo pois está vigente há 15 séculos.

  37. O desemprego é a coisa mais bizarra da história do socialismo.

    Não existe mão de obra suficiente, para produzir tudo que as pessoas precisam ou que podem consumir.

    O desaranjo econômico é a maior causa dos problemas. Uma economia centralizada e protegida só retira a mão de obra do trabalho que é importante.

    Nós poderíamos estar resolvendo todos os problemas de habitação e infraestrutura, mas estamos gastando toda a mão de obra, produzindo bugigangas industrializadas. Isso é o mais bizarro do poder centralizado. O trabalho poder ser inútil.

    Outro ponto é a alta de preços mesmo com fartura de mercadoria. Os pátios da montadoras de carros estão lotados, mas os preços continua alto. Esse desarranjo na indústria de carros é a maior prova do poder nefasto do governo.

    Agora estamos aumentando as exportações, onde os gringos vão comprar toda a nossa carne sem impostos. Esse é o nacionalismo mais medonho que existe. Enquanto o povo paga para consumir carne, os gringos não precisam pagar nada para importar.

  38. Luiz Gonzaga Soares

    O texto fala que Madre Tereza fazia o voluntariado , pelo amor de Deus, o voluntariado é a forma mais pura e dinâmica do socialismo. Outro exemplo de socialismo é a família.

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