Acadêmicos,
políticos, clérigos e outros tipos sempre aparentam perplexidade frente à
seguinte questão: por que existe pobreza no mundo? As respostas normalmente variam, indo desde
exploração e ganância até escravidão, colonialismo e outras formas de
comportamento imoral. A pobreza é vista
como um fenômeno que deve ser explicado apenas por meio de análises
complicadas, doutrinas conspiratórias, fórmulas mágicas e feitiçarias. Essa visão acerca da pobreza é, na verdade,
parte do problema, impedindo que a questão seja abordada corretamente.
Na
realidade, há muito pouco de complicado ou de interessante na pobreza. A pobreza tem sido a condição natural e
permanente do homem ao longo da história do mundo. As causas da pobreza são bem simples e
diretas. Em termos gerais, indivíduos em
particular ou nações inteiras em geral são pobres por uma ou mais das seguintes
razões: (1) eles não podem ou não sabem produzir muitos bens ou serviços que
sejam muito apreciados por outros; (2) eles podem e sabem produzir bens ou
serviços apreciados por outros, mas são impedidos de fazer isso; ou (3) eles
voluntariamente optam por ser pobres.
O
verdadeiro mistério é entender por que realmente existe alguma riqueza no mundo. Isto é, como uma pequena porção da população
humana (em sua maioria no Ocidente), por apenas um curto período da história
humana (principalmente nos séculos XIX, XX e XXI), conseguiu escapar do mesmo
destino de seus predecessores?
Algumas
vezes, referindo-se aos EUA, as pessoas justificam sua riqueza apontando para o
fato de que o país é abundante em recursos naturais. Tal explicação, entretanto, é
insatisfatória. Fosse a abundância de
recursos naturais a causa de riqueza, a África e a América do Sul seriam os
continentes mais ricos do mundo, e não o lar de algumas das pessoas mais
miseravelmente pobres do planeta. Em
contrapartida, tal explicação, por uma questão de lógica, infere que países
pobres em recursos naturais, como Japão, Hong Kong e Grã-Bretanha, deveriam ser
miseráveis, e não estarem classificados entre os lugares mais ricos do mundo.
Outra
explicação insatisfatória para a pobreza é o colonialismo. Esse argumento sugere que a pobreza do
terceiro mundo é uma herança pelo fato de tais países terem sido colonizados,
explorados e espoliados de suas riquezas pelos países colonizadores. Ocorre, porém, que países como Estados
Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia também foram colônias; e ainda assim
estão entre os mais ricos do mundo. Hong
Kong foi colônia da Grã-Bretanha até 1997 — quando a China reconquistou a
soberania da ilha –, mas consegui se tornar a segunda mais rica jurisdição
política do Extremo Oriente. Por outro
lado, Etiópia, Libéria, Tibete e Nepal jamais foram colônias, ou foram por
apenas alguns poucos anos, e ainda assim figuram entre os países mais pobres e
mais atrasados do mundo.
Não
obstante as várias críticas justificáveis ao colonialismo e, devo acrescentar,
às multinacionais, o fato é que ambos serviram como uma forma de transferência
de tecnologias e de instituições ocidentais, fazendo com que pessoas de países
atrasados entrassem em contato com o mundo ocidental, mais desenvolvido. Um fato trágico — embora pouco comentado —
é que vários países da África passaram por expressivos declínios econômicos após
suas independências. Em muitos desses
países, o cidadão médio pode dizer que comia mais regularmente e usufruía mais
proteções aos seus direitos humanos quando ainda estava sob domínio
colonial. As potências coloniais jamais
perpetraram os indescritíveis abusos de direitos humanos — incluindo-se aí o
genocídio — que vimos ocorrer em países como Burundi, Uganda, Zimbábue, Sudão,
África Central, Somália e outros lugares após sua independência.
Qualquer
economista que diga saber uma resposta completa para as causas da riqueza deve
ser imediatamente visto com muita desconfiança.
Simplesmente não sabemos plenamente o que torna algumas sociedades mais
ricas que outras. Entretanto, podemos
fazer suposições baseadas em correlações.
É relativamente simples. Comece
enumerando os países de acordo com seu sistema econômico. Conceitualmente, podemos ordená-los desde os
mais capitalistas (aqueles que possuem um mercado mais livre) até os mais
comunistas (aqueles que possuem ampla intervenção e planejamento estatal). Então consultamos a Anistia Internacional e
seu ranking de países ordenados de acordo com abusos de direitos humanos. E então utilizamos as estatísticas de renda
fornecidas pelo Banco Mundial para ordenar os países da maior até a menor renda
per capita.
Ao
se compilar essas três listas, seria possível observar uma correlação muito
forte, embora imperfeita: aqueles países com maior liberdade econômica tendem
também a oferecer maiores proteções aos direitos humanos. E seus cidadãos são mais ricos. Dado que tal descoberta não é uma
coincidência, especulemos os motivos dessa correlação.
Direitos e prosperidade
Uma
maneira de mensurar a proteção aos direitos humanos é perguntando até que ponto
o estado protege a propriedade privada e a liberdade de trocas voluntárias —
ou seja, o direito de adquirir, possuir e se desfazer de propriedade da maneira
que mais aprouver ao indivíduo, desde que ele não viole os direitos de
terceiros. A diferença entre a
propriedade privada e a propriedade coletiva não é meramente filosófica. A propriedade privada produz incentivos e
resultados sistemicamente distintos da propriedade coletiva.
Dado
que os coletivistas frequentemente banalizam os direitos de propriedade privada,
vale à pena elaborar essa questão.
Quando os direitos de propriedade são aplicados integralmente à
propriedade privada, todos os custos e benefícios das decisões que um indivíduo
proprietário toma ficam concentrados nele e nele apenas. Já quando os direitos de propriedade são
coletivizados, eles se tornam difusos e dispersos pela sociedade.
Por
exemplo, a propriedade privada força os proprietários de imóveis a levarem em
consideração o efeito que suas atuais decisões terão sobre o valor futuro de
seus imóveis. Por quanto tempo mais um
imóvel continuará sendo valorizado como uma boa moradia — e, por conseguinte,
ser revendido a um bom preço — é algo que vai depender exclusivamente de como
seu proprietário irá cuidar dele. Assim,
uma propriedade gerida privadamente faz com que a riqueza de um indivíduo seja
refém de suas atitudes; esse indivíduo, para manter sua riqueza, terá de
incorrer em uma atitude “socialmente responsável”: economizar recursos
escassos.
Compare
esses incentivos àqueles gerados pela propriedade coletiva. Quando o governo é o proprietário de um
imóvel, um indivíduo não tem incentivos para cuidar bem deste imóvel
simplesmente porque ele, caso aja assim, não irá capturar o benefício completo
de seus esforços. O resultado de seus
esforços será disperso por toda a sociedade.
Por outro lado, para este mesmo individuo, os custos de ele ser
descuidado e desleixado com o imóvel coletivo também serão similarmente
dispersos pela sociedade. Não é
necessário ser um gênio para prever que, sob tais circunstâncias, os cuidados
para com essa propriedade serão muito menores.
Simplesmente não há incentivos para tal atitude; não há incentivos para
se economizar recursos escassos. A
propriedade coletiva gera desperdício de recursos escassos, sendo portanto
socialmente irresponsável — justamente o contrário do que almejam seus
apologistas.
Mas
a propriedade nominalmente coletiva não é o único arranjo que desestimula essa
responsabilidade social. Quando o
governo tributa a propriedade, ele altera as características inerentes ao ato
de possuir uma propriedade. Se o
governo, por exemplo, impuser um imposto de 75% sobre a venda de imóveis, tal
medida irá reduzir os incentivos que um indivíduo possui para utilizar sua propriedade
de maneira sensata, economizando recursos escassos. Tal medida, na verdade, estimularia um
comportamento mais desleixado do indivíduo proprietário, o que levaria a uma
rápida deterioração do imóvel, uma destruição de recursos escassos. Afinal, para que cuidar bem de algo que, ao
ser vendido, não lhe trará grandes receitas?
Esse
argumento se aplica para todas as atividades, inclusive trabalho e
investimento. Qualquer medida que reduza
o retorno ou aumente o custo de um investimento irá reduzir os incentivos para
que se faça tal investimento. Isso é
válido tanto para investimentos em capital humano quanto para investimentos em
capital físico — isto é, aquelas atividades que elevam a capacidade produtiva
dos indivíduos.
De
maneira significativa, a riqueza das nações está incorporada em seus
cidadãos. O exemplo mais acabado disso é
a experiência dos alemães e japoneses após a Segunda Guerra Mundial. Durante a guerra, os bombardeios das forças
aliadas destruíram praticamente todo o estoque de capital físico desses dois
países. O que não foi destruído foi o
capital humano das pessoas: suas habilidades físicas e mentais, e sua
educação. Em duas ou três décadas, ambos
os países ressurgiram como formidáveis forças econômicas. Não foi o Plano Marshall, tampouco os outros
subsídios americanos à Europa e ao Japão, que trouxe a recuperação a esses dois
países; nem haveria sentido econômico caso isso ocorresse.
A
correta identificação das causas da pobreza é algo crítico. Se ela for vista, como ocorre muitas vezes,
como resultado da exploração, a política que naturalmente irá ser sugerida é a
redistribuição de renda — isto é, o confisco governamental da renda “adquirida
injustamente” por algumas pessoas e sua subsequente “restituição” aos seus
proprietários “por direito”. Trata-se da
política da inveja: programas assistencialistas cada vez maiores em nome de uma
suposta igualdade, a qual é impossível de ser obtida na prática.
Quando
a pobreza passar a ser vista como o que realmente é, a saber, o resultado de
intervenções governamentais irracionais — como regulamentações,
burocratização, tributação e inflação — e da falta de capacidade produtiva,
políticas mais eficazes surgirão.
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Para mais sobre o assunto, veja este artigo.
De um ponto de vista praxeológico, a possibilidade (3) não seria uma auto-contradição?
Se um indivíduo faz uma certa escolha, é porque acredita que o resultado de tal escolha lhe trará mais satisfação do que não tomá-la. Isso implica em maior riqueza. Riqueza é algo subjetivo.
Se um indivíduo escolhe, por ex., trabalhar menos para ficar mais tempo à toa, é porque ele prefere esse maior tempo à toa em relação ao salário perdido. Ele está mais rico, não mais pobre.
De Longe estes é o melhor artigo que explica as causas da pobreza que já vi em mais de 10 anos de estudo sobre a economia social! Muito bom, parabéns ao escritor!
Leandro, por falar em pobreza, você leu um texto da Superinteressante intitulado “E se não pagássemos imposto”? Seria interessante se você falasse a respeito do texto aqui no site. É simplesmente patético. Veja alguns trechos:
“a verdade é que não chegaríamos muito longe sem tributos”
“Foi com dinheiro público que reis, imperadores, e presidentes nos levaram a conquistas”
“Se o imposto não tivesse surgido…[os governantes] nem contariam com caixa para financiar grandes empreitadas, como guerras ou reformas relevantes”
“Não teríamos ido muito além das tribos primitivas que ainda existem, como indígenas, esquimós e aborígenes. Democracia, direitos fundamentais, conhecimento tecnológico, tudo avançaria pouco.”
Deveria estar escrito na bio do autor “Walter Williams é um gênio”. Os artigos dele são uma mistura de conhecimento e bom-senso!
Mas tem um furinho no argumento dele: “Por quanto tempo mais um imóvel continuará sendo valorizado como uma boa moradia – e, por conseguinte, ser revendido a um bom preço – é algo que vai depender exclusivamente de como seu proprietário irá cuidar dele.”
O “exclusivamente” não é totalmente verdade. Se eu cuido lindamente da minha casa, reformo-a, deixo ela linda, fresca no verão e quente no inverno, mas ainda sim uma boca-de-fumo abre na esquina, do lado de um ponto de prostituição, o valor do meu imóvel tende a cair. E dependendo, pode cair bastante.
Por isso que uma sociedade “totalmente livre” (onde alguém pode abrir uma boca-de-fumo numa esquina) nem sempre vai agradar a todos os cidadãos (eu já morei perto de uma boca-de-fumo, e detestava).
Esses dias discutindo com um idiota no YouTube sobre impostos, mercado e etc, ele veio com a argumentação da “exploração colonial”. Como o video tem mais de 400mil acessos em menos de 3 dias no ar, achei relevante derrubar a argumentação furada do cara, que é filho de funcionários públicos.
Claro, como o autor, citei Austrália, Nova Zelândia, EUA, Honk Kong e demais ex-colônias bem sucedidas. Então o cara replicou com “esses países eram colônias de POVOAMENTO, o Brasil foi colônia de EXPLORAÇÃO”. Pensei na questão do ganho tecnológico colonial, mas como o Brasil é mais atrasado do que um relógio chinês, decidi não arriscar e não achei um argumento plausível pois minha única base sobre assuntos de colonização vem de profs marxistas do Ensino Médio.
Sei que, mesmo que haja esse suposto impacto na riqueza por causa do tipo de colonização, o Brasil já não está mais sob influência dele há mais de um século. No entanto, resta a dúvida:
“Há de fato alguma relação, por mais tímida que seja, sobre riqueza e tipo de colonização, ou isso é tudo ladainha marxista e os tipos não existem”?!?!?
Muito obrigado e novamente, um excelente artigo.
super.abril.com.br/superarquivo/2003/conteudo_288225.shtml
acredito que o texto sobre impostos na super interessante, citado nos comentários, seja este.
Vitor, não escrevi esta resposta na posição adequada pois não quero atrapalhar sua discussão com o João. No entanto, se você me der licensa, gostaria de contra-argumentar alguns de seus pontos na sua resposta ao João.
Não vou falar em sociedades existentes, pois sou um ignorante em qualquer sociedade que não a brasileira, e ainda assim, olhe lá 🙂
Seus argumentos (1) e (2) não são historicamente falsos, pois realmente aconteceram. Eles, porém, são moralmente falsos. Um fim qualquer, por melhor que seja, não justifica um meio mal. Nunca. Caso contrário, poderemos começar a julgar crimes com base no uso que o crimoso fez da propriedade roubada. (Apenas como observação, aqui eu poderia dizer que seu argumento é ridículo, ou seja, é um argumento que causa riso, mas não vou dizer porque você já deixou claro que é hipersensível a alguns tipos de palavras. Vou poupá-lo.).
O seu argumento (3) é torto, pois nenhum dos textos do IMB vilaniza o estado, no sentido de “fechar os olhos para as coisas que o estado permite”. Como você, os autores dos textos acreditam que “estados bem organizados são menos sujeitos à lutas fratricidas, que sim, impedem o desenvolvimento econômico e social”. Mas você esqueceu de completar a frase. A frase, completa, seria: “estados bem organizados são menos sujeitos à lutas fratricidas …” quando comparados com estados mal organizados. Porém, o fato de os estados poderem ser comparados de forma relativa não esconde a seguinte verdade, que é o ponto do IMB: todo estado é monopolizador de coerção em um determinado território e toda monopolização de coerção é causa (moral e histórica) de mal perpetrado em larga escala.
Um dos motivos da nossa pobreza é o endividamento do estado Brasileiro. E ao analisar a divida publica federal vejo que o governo não contabiliza a divida publica em mãos do BC.
Pergunto qual é a desculpa do governo para não contabilizar esta divida em mãos do BC?
Não seria uma FRAUDE?
Vitor, a Suiça é mais rica que o Haiti ou qualquer estado africano porque, ao contrário deles, ela evitou entrar em guerras e seu estado é super decentralizado e sua sociedade é muito mais aberta e respeita muito mais as liberdades individuais que os mesmos. E eu nem precisei pesquisar muito, por favor´haja com mais honestidade intelectual da próxima vez.
E bem, você é daqueles tipos que séculos atrás argumentaria “Me mostrem alguma sociedade sem escravidão! Não existe! Nunca vai existir”. E isso já foi refutado 120380918309210932 vezes no Mises e embora nunca tenha existido uma sociedade nos moldes libertários, uma sociedade de leis privadas, houve algo próximo na Islândia, pesquise por David Friedman.
E pelo amor de Zeus, uma sociedade tribal NÃO é uma sociedade sem estado! Os chefes das tribos primitivas chegavam a matar qualquer um que tentasse sair ou que mantivesse relações com uma de suas mulheres, pesquise por psicologia evolutiva.
Pesquise 🙂
Mas a corrupção não é a filha da existência do Estado? Dinheiro público, quanto mais, mais roubado será. Uns se beneficiando com o esforço de outros? Estado sem corrupção não é estado. Uma obra pública que receba todos os carimbos de legalidade e transparência, já é corrupta intrinsecamente. Produtos e serviços vendidos ao Estado são inflacionados pela facilidade de dinheiro obtida pelo Estado. O Estado não sua a camisa para ganhar seu dinheiro, aapenas aciona a polícia, por isso o dinheiro não pode ser seu. Torna-se mau administrador automaticamente, indisciplinado, displiscente, poltrão. Se chovesse dinheiro no meu telhado, provavelmente minhas decisões financeiras seriam absurdas, compraria um helicóptero de ouro maciço e não entenderia por que não voa. Porém me obrigo a cuidar de meu orçamento, pois é escassa a grana. Para o Estado, não. Basta tributar ou imprimir dinheiro tapa-furos e tudo ficará “bem” – para o Estado, claro, não para nós. A fé na inteligência infalível do Estado é nossa maior escravidão. Passamos procuração de ineptos todos os dias e pagamos um alto preço por passá-la.
Vitor,
(1) a Alemanha e o Japão, assim como boa parte do mundo, participaram das chamadas Guerras Mundiais (por isso que são chamadas mundiais, tem que explicar tudo mesmo?) e, assim como toda a Europa, perderam muita coisa e se reergueram graças às posteriores instituições que passaram a respeitar mais a liberdade individual. O Haiti e os países da África entraram em contínuas guerras, muitas delas civis, graças às políticas coletivistas ou socialistas, como queira chamar. Com um parco conhecimento de ensino médio já dá pra afirmar isso. Fora as consequências de políticas coletivistas, como redistribuição de renda, tabelamento de preços, blábláblá…
(2) Bom, foi respondido acima.
(3) Liberdade individual =/= liberdade política. Se a votação é mais restrita ou se quem é islâmico é sujeito a diferentes leis, isso não viola necessariamente a liberdade individual (além ou pior que os impostos, por exemplo). Eu não conheço e você também não deve conhecer ambos países, mas eu li recentemente que a Cingapura tem feito uma liberalização maior dos direitos civis.
(4) Sociedade livre presume ausência de coerção, e bem, sociedades tribais não costumavam entender isso muito bem.
(5) Fugiu do argumento da escravidão né? Muito bom, meu garoto!
Você é um cara engraçado, nos acusa de fazer parte de uma seita mas se recusa a ler e compreender qualquer argumento, não é mesmo? Então faça o seguinte: desista das idéias, elas não servem para ti 🙂
Ah, ele ignorou o exemplo que eu dei da Islândia do David Friedman, é um trollzinho mesmo.
Vamos desconsiderar então:\r
\r
Anos de exploração Portuguesa\r
\r
Monocultura\r
\r
Oligarquia (Inclue nessa o clubinho do Tringulo, Maçonaria)\r
\r
Ditadura Militar\r
\r
FHC\r
\r
Vamos ser sinceros. A elite histórica desse país age como aqui fosse uma Serra Pelada deles. \r
\r
Programas assistencialistas como o Bolsa Família, ProUne e Minha Casa Minha Vida. Precisou um metalurgico 4 dedos para corrigir essas imperfeições históricas. Como ele mesmo disse: ” Como é que uma pessoa estuda tanto e quer esquecer o povão”.\r
\r
Este texto cai bem na revista Veja !
A hora em que eu parar de rir, volto para uma argumentação mais completa.
Esses marxistas enrustidos…no fundo eles querem levar a conversa para a exploração da “mais-valia”.
“Se cada um produzir seu alimento, sua roupa, sua TV LCD, seu carro, ir nas minas extrair o silício que vai nos componentes eletrônicos do seu computador, etc etc, não haveria exploração dos trabalhadores…”
Nego critica o preço do tomate e o outro que defende a mesma porcaria ainda reclama das iniciativas que reduzem seus custos.
Para o cara do tomate, leia as reportagens do MIDIASEMMASCARA.ORG (sou novo aqui no IMB, não sei quanto de material o site tem sobre as corrupções envolvendo o MST).
Sugiro começar com este: http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/11992-na-regiao-norte-trabalhar-e-produzir-e-crime.html
Acompanhe o preço do tomate. Esse ano o MST bateu record através de várias invasões simultâneas por todo o país: “Janeiro vermelho, Carnaval revolucionário, Março quente, abril vermelho…” e nada de plantar tomates…
O cara tem a conveniência de ter um merdado próximo de casa, onde pode fazer suas compras com tranquilidade sem perda de tempo e vem reclamar do preço do tomate. A faz favor.
Muito bom o artigo, mas tem um tom um tanto capitalista. Se formos analisar, a pobreza, realmente, é fruto das políticas governamentais que imepdem o desenvolvimento pessoal de seus cidadãos com sistemas burocráticos e utilizam-se de planos de governo assistencialistas para se auto-promoverem, pregando a “igualdade” da população mais pobre através destes. Porém, o autor ignoru algns pontos que eu considerairia importantes: ao analisarmos o processo colonizador dos Estados Unidos, percebemos que este jamais foi uma colônia de exploração, pois oferecia, em sua porção norte, os mesmos produtos encontrados na Europa, devido às condições ambientais lá presens, enquanto o sul, foi colonizado de forma a produzir, nos latifúndios lá situados, exorbitantes safras monocultoras, o que mais tarde veio a resultar na Guerra Civil, no século XVIII. Além disso, nas antigas colônias africanas, divididas na chamada “Partilha da África”, sabe-se que os diferentes grupos sociais oriunds do continente em questão, foram unidos sob o mesmo território e sobre eles foram impostas novas normas culturais e formas de produção, ocorrendo uma mudança drástica no modo de vida dessas populações, que passaram a lutar por uma mesma causa: a liberdade econômica com relação às potências europeias que as dominavam. Quano isto finalmente foi alcançado, passou-se a ver a auto-mutilação dessas sociedades, pois as mesmas queriam voltar a sua divisão original e mpor-se sobre a outra população que coabita a região.\r
\r
Sim, a pobreza é atenuada pelos governos que exploram sua população, de forma explícita ou não, para enriquecerem, mas, também, tem razões históricas que a influenciam e não podem ser simplesmente ignoradas na busca por soluções para tamanho problema.
Acho que o ponto da Gabriela foi outro. Embora eu deva dizer que a história oficial contada nos colégios, sobre colonização de povoamento e de exploração, é besteira – da forma como é contada-, talvez seja possível traçar um paralelo entre isto e o capítulo 11 do “A Ética da Liberdade”, que trata da questão da apropriação e do monopólio da terra. Gabriela, acho que Rothbard explica muito bem seu ponto: http://www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=15
Enfim,
Dica: leia este livro todo.
Só pra constar: Os Estados Unidos foram extremamente explorados pela Coroa Inglesa[2].
Citação de Otto von Bismarck:
“Não há dúvida nenhuma. Eu tenho certeza absoluta de que a divisão dos Estados Unidos em duas federações de força equivalente foi orquestrada bem antes da Guerra Civil pelos poderes financeiros da Europa. Esses banqueiros temiam que se os Estados Unidos permanecessem como um bloco, e evoluíssem para uma nação, eles obteriam independência financeira e econômica a ponto de desequilibrar o domínio capitalista da Europa sobre o mundo.”
‘Resumindo, no mínimo, a justiça libertária básica necessitaria não apenas da libertação imediata dos escravos, mas também da imediata transferência para os escravos, novamente sem compensações aos senhores, das terras das plantações em que eles trabalharam duro. De qualquer forma, o Norte vitorioso cometeu o mesmo erro-embora usar a palavra “erro” é ser muito generoso com um ato que preservou a essência de um sistema social injusto e opressivo-que o czar Alexander cometeu quando ele libertou os servos russos em 1861: os corpos dos oprimidos foram libertados, mas a propriedade que eles trabalharam e eminentemente mereciam possuir, permaneceu nas mãos dos antigos opressores. Com o poder econômico assim permanecendo em suas mãos, os antigos senhores logo se encontraram como mestres virtuais mais uma vez daqueles que agora eram inquilinos ou empregados da fazenda livres. Os servos e os escravos sentiram o gosto da liberdade, mas foram cruelmente privados de seus frutos.’
No caso so brasil, Rothbard podia ter falado também que a colônia era proibida de ter manufaturas, pela metrópole
“(1) eles não podem ou não sabem produzir muitos bens ou serviços que sejam muito apreciados por outros”
Nem sempre isso precisa ser verdadeiro para produzir a pobreza.O importante e que eles produzam primeiramente para eles mesmos.Isso é importante.Assim,mesmo que grupos tenham poucos recursos em comparação aos outros,eles não se consideram “pobres”,pois produzem aquilo que precisam para sobreviver,mesmo que pouco.
Infelizmente o que ocorre é que o sistema tira as propriedades desses individuos trabalharem ou não dão alguma propriedade sequer para ele produzir seu proprio alimento. No caso das tribos por exemplo.
“(2)”
Este é o caso mais comum.Nessas crises por exemplo,não foi o caso das pessoas não saberem produzir algo,mas sim que o sistema de produção foi impedido a elas ,quando o dono dos recursos produtivos fecha a empresa .
Proprietário da rua? Õ_o
A rua é publica fio é de todos que moram lá eu não posso fumar ou vender na rua em que eu moro?
tanto o “boca” como o governo se legitimiza na força, esse mundo utópico privado não muda nada apenas dá o poder para o mais rico. Tanto o dono da rua privada e a rua publica do estado são governos.
A República Federativa do Brasil foi implantada na revolução de 1964/68. Um Sonho Maçon, sonho de príncipes.
Em diversos lugares do Mundo ocorreram revoluções nesta mesma época.
A principal política enfocada foi a migração, milhões de migrantes vindo do Nordeste e Minas em direção ao Sudeste – São Paulo.
Hoje com o passar dos tempos, estes migrantes e suas novas gerações perceberam que são a maioria e tentam com ajuda de Igrejas, políticas e ajuda internacional tirar o poder tradicional exercido por Paulistas e Brancos.
Uma mão de obra mais barata, nas empresas da região de São Paulo, mais da metade dos empregados são Migrantes nordestinos e Mineiros, Paulista é a minoria, Paulista é para fora.
Uma renovação étnica.
http://www.pampalivre.info/noticias.htm
Desemprego no Brasil é de 80%
23 de setembro de 2010
Os números são oficiais do IBGE, dos 200 milhões de brasileiros, somente 22 milhões possuem emprego. Mesmo se considerarmos que a população economicamente ativa fosse de apenas 50% da população total, como é o padrão de cálculo na África (na Europa a população economicamente ativa é superior a 80% da população total), ainda assim o desemprego seria em torno de 80%, mas o governo brasileiro insiste que o desemprego é de apenas 6,7%.
Para aqueles que não entendem as razões do crescimento da violência, das favelas, do tráfico de drogas e outras características bem brasileiras, aí está a explicação…
http://www.horadopovo.com.br/
Importações e remessas geram déficit externo de US$ 85 bilhões
Em 2011, país foi drenado em US$ 85 bilhões – 3,4% do PIB
Concordo com o texto no todo, mas tem um detalhe que eu discordo. Os EUA é fácil de definir porque é rico. Lá, a maior parte do dinheiro dos impostos volta para o contribuinte seja com investimentos em infra – estrutura, seja com serviços bons e baratos, na realidade é uma corrente. Quanto melhor a infra – estrutura mais barato são os produtos e serviços, mais dinheiro e mais atividades que gerem dinheiro – capacidade produtiva. Não é só isso. As pessoas dos países ricos procuram fazerem e acontecerem e buscam ganhar dinheiro trabalhando naquilo que são bons. É clichê mais é a realidade. Conheço várias pessoas que preferem serem pobres, pois se subirem um pouco, os altos impostos tomam tudo.
Outro ponto. Esse negócio de Estado descentralizado que papo mais furado. Essa discussão começou bem, mas desandou. Vou dar o exemplo da colonização portuguesa. Para se ter uma nau era necessário ser rico, muito rico. As naus era equivalentes aos foguetes da NASA hoje. Por mais rico que a pessoa / empresa seja rica poucas conseguem lançar um foguete (apenas 2 empresas desde da década de 1960). O mesmo para as naus. o Estado centralizado pega em imposto um pouco daqui e dali e junta um grande montante de dinheiro. Ou seja, só o Estado Português é que poderia financiar a colonização, ainda mais naquela época. Minha opinião.
Nossa, que mundo perfeito que os liberais criaram! Parece que a capacidade de produzir riqueza (meios de produção, por exemplo) foi-lhes dada por d(eu)$!!!!! E, na verdade, eles acham isso mesmo: todo liberal/evangélico entrará no “reino dos céus”!!!
Só se “esqueceram”, entre tantas outras coisas que omitem (ops!), digo, “esquecem”, é que os fundamentos da produção da riqueza estão inscritos na tomada violenta e brutal das capacidades de se produzir daqueles que a tinha. Esse processo, como bem se sabe, é bastante atual, pois se recria a cada momento: a acumulação primitiva.
Paar fugir das duscussoes sobre economia teorica, queiro levantar que a unica razao da pobreza, num regime politico livre onde se respeitam a vida,liberdade e propriedade, ou seja nao existe qqulaquer outra regulamento / lei fora das tres mencionadas, certamente é a falta de isntrucao/educacao..
Claro que pessoas analfabetas jamis saberao ou poderao fazer escolhas inlclusive de trabalho….
A oportunidade de se educar deve existir sempre em qualquer sociedade Mas aquele que nao foi para a escola que se dane e engraxe meus sapatos e limpe meus banheiros
Trata se somente de discutir de que forma a sociedade oferecera oportunidades de ensino a todos
Se isso o ocorrer ate os mais estupidos terao renda maior pq dificilmente alguem aceitara limpar banheiros dos outros
Tenho uma dúvida que não ficou claro ao ler o artigo.
Como fica a questão das colônias povoamento vs exploração? Foram colônias, mas diferentes tipos, não? O artigo não fala da diferença entre esses dois tipos, o que ao meu ver (conhecimento bem limitado e na visão marxista, infelizmente) foi um dos fatores de deixar perpetuado a pobreza na América Latina diferente dos EUA, Oceania, etc.
Enfim, como fica essa questão?
Um dos argumentos dele sobre isso é que nos EUA a migração foi feita para sustentar um mercado interno, já aqui no Brasil foi de exportação de matéria-prima/bens primários ao exterior, e não teve desenvolvimento interno (de acordo com ele isso é uma das razões de um país ser pobre ou não). Fora a questão da industrialização, que começou de fato a ser realizada aqui só no começo do século XX diferente dos países desenvolvidos.
A contradição aí é gritante. Ora, a migração só serviu para sustentar o mercado interno, porque o Brasil vivia da exportação de matéria-prima? O problema não era o fato de o Brasil exportar matéria-prima ou não. Acredito que o maior problema era a estrutura arcaica de poder, que concentrava as propriedades nas mãos de poucas pessoas ligadas à nobreza. Isso, sim, pode ser uma argumentação que começa a fazer algum sentido. Afinal, se não houvesse essa estrutura, as pessoas rapidamente perceberiam as oportunidades da industrialização.
Os EUA não passaram por um processo assim, de contingente de massa que depois ficou “inútil”. Como que dá para explicar essas coisas (ou falácias) na visão da Escola Austríaca? Quem sabe é algo que posso mencionar ao professor depois.
Se foi seu professor quem disse isso, sério, ele é muito ruim. Ué, os EUA tiveram escravos também. Aliás, os problemas de desigualdade causados pelo regime escravocrata não eram pequenos nos EUA, não. A diferença é básica: nos EUA, havia um regime de liberdade que ao menos pôde permitir aos negros ter chances de conquistar alguma coisa. No Brasil, a estrutura arcaica e centralizadora do poder e das propriedades tornava isso mais difícil.
A grande parte dos brasileiros adora ser pobre, com o governo ajudando em todo canto, com bolsa-familia, bolsa-otario, etc. Aquele povo que pra levantar do sofa e fazer alguma coisa é um sofrimento, que quer tudo de mão beijada. E o nosso “amado” governo gosta disso e faz de tudo para que as coisas continuem desse modo.
Mudar a mentalidade dessas pessoas agora, é muito dificil e não é coisa que vai ocorrer do dia para a noite, creio que eu não vou conseguir ver tal avanço.
Brasil é um país altamente revolucionário, nada dura mais de alguns anos, pouco tempo, tudo está em constante renovação.
A tradição é inimiga da população, e o conhecimento popular é revolucionário.
É a renovação étnica, tudo deve mudar, inclusive o poder.
Muitas pessoas que tinha alguma coisa, perderam, e não foram ajudadas pelos demais, atenção!
Muitas pessoas que não tinham e não mereciam ter, ganharam, e foram ajudadas pelos demais, atenção!.
Me tire desse lugar
Um minuto de sua Atenção!
Entendi. Certamente vou tentar mencionar essas coisas para ele. O próprio discurso de “Países desenvolvidos são tomadores de decisão e exploração dos periféricos, como Brasil” me irrita.
meu deus os economistas burgueses querendo de novo mascarar a verdade….
a pobreza existe porque existe a exploração!
veja a inglaterra do seculo 18
as industrias escravizavam os pobres com jornadas de trabalho de ate 16h por dia
crianças trabalhavam e so paravam para comer- isso eh se pudesem pagar pelo almoço…
mulheres gravidas morriam ao lado das maquinas
um verdadeiro genocidio!
ai vem vcs com essas palavras bonitas tentando “colorir” a historia
Aqui no Brasil somo pobres por causa da corrpção e judiciário que nao puni.
Vereadores, prefeitos, deputados e governantes que desviam o dinheiro para saúde, educação…
Fiquei um tempo ser ver o site e vejo que o debate se aqueceu..que bom!
Mas continuo acreditando que sem conhecimento/instrucao/educacao nao ha como sair da mseria…as pessoas simplemente noa saberao exercer sua liberdade pois nao saberao optar
Voltandoa comparaco entre Suica e Haiti, qdo os escravos se rebelaram e criaram o segundo pais “descolonizado” das Americas depois dos US, estavam num nivel de igorancia total..nao foi o unico fator, mas certamente ajudou e muito a deixar o Haiti na miseria eterna
Se teoricamente todos os escravos rebeldes soubessem ler e escreverteriam feito melhores escolhas..
Mas, relembrando que comparacoes historicas tem que respeitar o momento em que ocorreu o evento historico, fica difici imaginar que os donos dos escravos haitianos fossem invesir na educacaodessa mao de obra
Nos tempos atuais educar e perfeitamente possivel e de formas bem produtivas com interferencias minimas ou quase nulas de governo e estou me referimdo a educacao basica..universidade e outra coisa…
Outro fator importante na criacaoda miseria e de fato a classe politica que pode comprar votos distribuindo “bondades” na forma de bolsa familia, auxilio desemprego e especialmente subsidios
Ainda que o munode de hoje nao aceite mais “abandonar os velhinhos para morrer de fome e frio” bastaria que o direito de voto fosse extinto para qqualquer um que tenha qualquer tipo de favor do governo, seja ele bolsa familia ou subsidio para o fazendeiro plantar seja la o q for
Com isso evita se o conflito de interesse do tipo voto em quem me da dinheiro
Com isso decidem aqueles que ganhando muito ou pouco sao forcados a pagar impostos..eles decidirao qto e como o que gastar esse dinnehiro
Tenho certeza que a maoira desses contribuintes nao se opora a acesso via governo a coisas tais como escolas, policia, hospitais e ate bolsas familia de diversos tipos
E como numa lar, numa casa…as decisoes sobre o que comer , onde morar, sao tomadas por quem sustenta essa casa e nao pelos seus filhos pequenos
E convenhamos, com fome e com preguica eu me transformo “numa crianca ” do ponto de vista da cidadania
Sem palavroes e ja me desculpando pro alguma omisao quero ler os comentarios de voces todos..ate para melhorar meu conehcimento/infromacao/educacao e me desculpo pelos erros de “typing”
Afinal datilografar nunca foi meu forte, especiamente com um dedo so num IPAD
Acho que nos brasileiros escolhemos erradamente os nossos inimigos, e tambem não identificamos os nossos amigos. Tudo tem a ver com trabalho, excedente do trabalho, digo poupança, divisão do trabalho, especialização,ambiente economico favoravel, minima intervençao do governo no mercado. Deixem o mercado livre e desimpedido que ele fará a produção crescer , e produção em escala baixa os preços e faz com que todos tenhamos acessos a estes produtos. O capitalismo é o melhor sistema ecomomico. Vejam bem ele é pacifico, a competição entre os capitalistas é para melhor satisfazer as exigencias dos clientes, uma briga saudavel e que melhora para todos.Ele tambem pode premiar os mais esforçados, mas sempre elevando o bem estar geral. Tenho muito orgulho de defender este sistema. Amo o capitalismo. Só ele acaba com a pobreza.
Quanto a questao sobre o tamanho e ou exsitencia do Estado quero lembrar um principio basico dos libertarios..o Estado deve existir para proteger a vida , a liberade e a propriedade privada..ou seja..qualquer interferencia fora disso e roubo
Por exemplo, ninguem pode estacionar um carro na frente da minha garagem pq isso viola minha liberdade, portanto precisa haver um regulamento para isso, senao vira selva via justica com as proprias maos..vou teoricamente destruir o carro que fez isso…
Como precisamos de Minarquia, estado minimo, ele precisa ser financiado de alguma forma e nao vejo outra senao impostos..porem decidem o que cobrar, como cobrar e o que fazer com esse imposto aqueles que os pagam e nao os que somente recebem beneficios tais como subsidios, favores de governo, auxilio miseria, whatever…
Outro exemplo…o Estado nao precisa regular as boites exigindo porta de emergencia ou aço inox nos banheiros
Basta que qualquer um que, ao fequentar um estabelecimento perceba que existe risco de vida se houver incendio, abra um processo por tentativa de morte contra o local, exigindo uma indenizacao que leve o proprietario a negra miseria, inclusive seus filhos
Esse medo fara qualquer um seja mais cuidadoso com a seguranca de seu local
Eh claro que se eu exagerar na minha acao juridica, perderei o processo e ai eu fico na miseria..portanto so farei isso se estiver muito bem fundamentado
Com isso teremos milhoes de fiscais trabalhano sem custo para os governos
A condicao para isso e que a Justica seja rapidissima, perfeitamente possivel com uso de Tecnologia da Informacao..mas isso eh outro assunto
Caro Walter Williams, a pobreza pode ser explicada de uma maneira mais simples ainda. Você afirma que a pobreza é irracionalidade. Portanto os pobres são menos instruídos, e assim, conclui-se: falta instrução aos pobres. Quando esse direito for igual ao dos ricos então poderemos afirmar que os pobres são o que são porque são menos capazes. Abraço.
Prezado Diego, gentileza apontar o parágrafo do artigo que diz que os pobres são irracionais. Caso não faça isso, tenha a hombridade de pedir desculpas pela calúnia.
Abraço!
É interessante que para definir que a pobreza é uma condição natural do ser humano, o autor utiliza em oposição dois conceitos: riqueza x pobreza. Entretanto, em momento algum o autor considera que esses dois conceitos são considerado por ele em uma ótica burguesa / capitalista.
Riqueza e pobre são conceitos burgueses. Esquecendo isso, o autor naturaliza a questão da desigualdade econômica, naturaliza, inclusive, o capitalismo.
É preciso lembrar que riqueza e pobreza são decorrentes de relações socioeconômicas históricas, portanto, conceitos construídos e imbuídos de ideologia.
Por exemplo: peguemos uma tribo isolada (espaço e até temporalmente) do meio capitalista, o fato de ter 3 carros na garagem ou dois iphones não significa nada.
Então, como podem defender que a condição natural do ser humano é a pobreza, se estes conceitos não existem isoladamente ?
Por que o Plano Marshall não foi responsável pela recuperação europeia pós-guerra?
na parte do colonialismo o autor mentiu na cara dura, houve vários genocidios nos países colonizados, a maioria reconhecida pelos próprios países atualmente.
só como exemplo poderia cita o caso de um país na africa(não lembro o nome) que estava sendo colonizado pela alemanha, um general matou cerca de 100 mil pessoas e causou a fugar de cerca de 500 mil existe vários relatos dos próprios alemães sobre o sofrimento dos negros nessa epoca.
a própria alemanha já reconheceu como genocidio a decadas isso,e um descendente do general foi pessoalmente lá pedir desculpa pelo seu ancestral(acho que era bisavô dele)
teve um na austria também outra na africa do sul, na china etc.
tem varios massacres oficialmente reconhecidos como genocidios pelo próprios países que cometeram,querer questionar isso é uma piada.
basta uma googlada pra achar todos os genocidios da epoca colonial.
gosto de alguns texto do site, mas essa não é primeira vez que vejo o site mentindo.
Colegas, os genocídios pós-independência tem muito a ver com as fronteiras artificiais criadas no final do processo de colonização, que agrupava etnias diferentes, e em muitos casos inimigas, nas mesmas fronteiras. Com a saída da potência dominante, os rivais rapidamente caíram uns sobre os outros. Isso aconteceu em Ruanda e está acontecendo hoje no Iraque e na Síria. A culpa não é do capitalismo liberal (que preferiria que estes povos formassem nações viáveis e que se integrassem ao mercado mundial, oferecendo seus produtos e comprando o que precisassem para uma vida produtiva, pacífica e feliz)
A causa da pobreza de muitos é a riqueza de poucos, isso é tão certo e óbvio como 2+2=4.
Pensar que minha pobreza é devida a riqueza de outros, é de uma imbecilidade extrema. Tirar a bunda do sofá e trabalhar, abrir uma empresa (mesmo que seja MEI micro empresa individual) estudar, inventar, descobrir o que você faz bem ao invés de ficar grudado na zona de conforto é a receita para ser próspero, feliz e trazer progresso para sua vida e para aqueles ao seu redor. Quantos jovens que olho com pena pois pertencem a uma geração sem sangue correndo nas veias.
Perfeito!
Especialmente o argumento (3) eles voluntariamente optam por ser pobres. Faz todo o sentido, vejam por exemplo o número de filhos numa família de classe média ou alta, e de uma família pobre. Por que uma família de melhor renda e escolaridade tem MENOS filhos do que uma família de baixa renda e escolaridade? Por que alguns indivíduos insistem numa política assistencialista? Talvez o problema seja uma questão de RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL – prefiro assumir as rédeas de minha vida ou delegar a mesma ao Estado ou à sociedade?
Não acredito que utilizar imóvel para falar de propriedade privada seja o melhor exemplo, principalmente se falarmos de imóveis urbanos. Um imóvel não vale só pelo que oferece ou por seu padrão construtivo, mas também é valorizado por sua localização no espaço urbana. Essa localização decorre dos investimentos e serviços produzidos na cidade, que nenhum cidadão constrói sozinho, mas através de um esforço coletivo.
Ou seja, o proprietário se favorece de um esforço coletivo para ganhos individuais.
Tomar a propriedade dos outros é roubo. O que é mais fácil, construir a própria propriedade durante anos com um lucro baixo ou ir e em cinco minutos roubar a propriedade dos outros?
E essa coletivização é exatamente isso. Vota-se em governos para que ele roube dos cidadão que construíram patrimônio na esperança que o estado divida.
A pessoa então não rouba diretamente, mas transfere essa incumbência ao estado. Assim ela fica com a consciência tranquila. Aé ela inventa todo tipo de desculpa para aplacar sua consciência e sua falta de caráter: que os outros lhe roubaram, que são explorados, que os outros tê que dividir, dívida histórica, que dividindo se aumenta economia, e milhares.
Agora a mais moderna: gente agora que nunca escravizou tá sendo acusada de escravizar por pessoas que nunca foram escravizadas.
E ainda querem que se aceite essa culpa.
Pessoal, o que vocês acham dessa ideia insana de reset financeiro global que vem sendo levantada pelo fórum econômico mundial? Será que tal coisa poderia realmente ocorrer?