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O coronavírus
Algum dia ocorrerá

A epidemia (que pode virar pandemia) de coronavírus tem sido levada extremamente a sério na China. É realmente impressionante a rapidez da reação. Quarentenas de regiões inteiras foram impostas.

O vídeo a seguir é um bom exemplo de quão efetivas e baratas são as câmeras de smartphones. Trata-se de um relato em primeira mão, in loco, de tudo o que está acontecendo em Wuhan, a cidade na China que passou a ser conhecida como o epicentro da difusão do surto. Na prática, esta cidade de mais de 11 milhões de habitantes se tornou um local deserto. As pessoas estão trancadas em casa. Todos os empreendimentos (comércio, indústria e serviços) estão fechados.

O que irá acontecer a estas economias locais se o coronavírus — que vem apresentando um crescimento mais exponencial que a epidemia de SARS, entre 2002 e 2003 — continuar se espalhando, e as lojas e fábricas continuarem fechadas? Qual será o impacto na economia chinesa e, por consequência, na economia mundial, considerando-se também que o tráfego aéreo para a China está parcialmente suspenso (hoje a Air Canada também anunciou sua interrupção)?

A divisão do trabalho é fortemente dependente de tudo isso. Com a interrupção do tráfego de viajantes e de consumidores nas lojas, o comércio irá falir. Quando a epidemia acabar, haverá amplas barganhas para quem estiver com dinheiro e houver sobrevivido à epidemia.

Pandemia

Comecei a assistir ao documentário Pandemia, no Netflix.

Ele começa com um resumo do total de mortos da Gripe Espanhola, de 1918.

Este tema de pandemia é uma constante: não é uma questão de 'se', mas de 'quando'. Os especialistas não estão blefando e nem fazendo terrorismo barato. Algum dia acontecerá de novo; eles apenas não têm como saber quando e nem como tudo irá ocorrer. Mas estão convencido de que irá. Pior: eles não oferecem nenhuma bala de prata para lidar com isso. Não há. O que eles realmente garantem é que todo o sistema de saúde entrará em colapso e será paralisado.

Haverá vários efeitos imprevisíveis em uma pandemia. Mas é óbvio que algo assim irá solapar todo o sistema de saúde. Qualquer pessoa sofrendo alguma emergência médica de qualquer tipo não conseguirá ser atendida. Todos os leitos estarão ocupados.

No primeiro episódio da séria da Netflix, somos apresentados a uma mulher de uma pequena cidade do estado de Oklahoma. Ela é a única médica do hospital local. Ela tem de tratar todos os tipos de doenças, de lesões e de crises médicas que levam as pessoas a procurar um hospital. Ela é bastante franca quanto ao fato de que não há a mais mínima chance de ela lidar com algo semelhante a uma pandemia. O hospital ficaria lotado. 

Fato semelhante ocorreria em várias pequenas cidades ao redor do mundo.

Outro efeito óbvio seria este: médicos, enfermeiras, anestesistas, auxiliares, residentes, plantonistas etc. começariam a morrer. Alguns outros iriam simplesmente abandonar o serviço. Não creio que a maioria faria isso. A mentalidade dos profissionais da saúde é semelhante à de soldados em combate. Mas haveria um declínio no número de profissionais da saúde, e eles não podem ser facilmente substituídos. Após a pandemia perder força, haveria uma escassez de médicos. Os preços dos serviços subiriam. Provavelmente seria instituído algum racionamento nos serviços de saúde. Vários hospitais privados iriam à falência.

O mesmo fenômeno aconteceria nas escolas, que seriam fechadas (o que, ironicamente, seria ótimo para cursos online, como a Khan Academy).

Salas de cinema teriam enormes prejuízos. Assim como os restaurantes.

Empresas aéreas? Quebradas.

O desemprego subiria sensivelmente. As pessoas perderiam seus empregos assim que os consumidores desaparecessem.

Os empregados que ainda mantiverem seus empregos pediram para começar a trabalhar de casa. Os patrões teriam de aceitar. Vendedores começarão a utilizar o Skype e o Zoom.

As compras no atacado, principalmente de alimentos, iriam crescer exponencialmente. As pessoas passariam a comprar no atacado para não terem de fazer comprar rotineiras em supermercados tradicionais. Elas estariam dispostas a pagar mais caro para ter a comida entregue em casa.

Igrejas? É provável que as celebrações passariam a ser transmitidas online, algo que já é feito atualmente. Haveria muito mais pessoas participando dos rituais pela internet do que as que hoje participam presencialmente, sem pandemia.

Nós nunca pensamos nestas probabilidades e nestes cenários simplesmente porque nunca tivemos de enfrentar algo semelhante a isso nos últimos 100 anos.

A corrida já começou 

Quatro décadas atrás, conheci um homem que era especialista em biologia. Ele era Ph.D. na área. Era um sujeito extremamente preparado e muito versado no assunto. Comecei a conversar com ele sobre pandemias. Eis o que ele me disse. Jamais me esqueci.

"Epidemiologistas estão em uma constante corrida contra alguma nova variedade de micróbios, contra os quais os seres humanos não têm nenhuma imunidade. Esses bichos desenvolvem imunidades contra as inoculações da ciência. Os cientistas, por muito pouco, ainda conseguem se manter à frente dos bichos. Mas chegará o dia em que os bichos ultrapassarão os cientistas. Este será o dia em que começará uma pandemia."

Minha avó vivenciou a gripe espanhola. Foi a última grande pandemia do mundo. Minha mãe tinha aproximadamente um ano de idade à época. Elas viviam em Washington, D.C.  Ambas viviam em uma pensão que pertencia a uma chinesa. Segundo minha avó, a chinesa obrigava todos os inquilinos a comerem alho e cebola ao menos uma vez por dia. A justificativa era que isso criaria resistência à doença. Minha avó não tinha nenhuma opinião sobre a efetividade da dieta, mas também disse que ninguém naquela pensão adoeceu. 

Aproximadamente 50 anos atrás, tornei-me interessado em estudar com profundidade o pior desastre natural já registrado na história da humanidade: a peste bubônica de 1348-50. Ela simplesmente transformou a civilização ocidental. Aproximadamente 35% dos europeus ocidentais foram dizimados. Nas cidades, as mortes chegaram a metade de população. O Renascimento acelerou-se nesta época porque as elites intelectuais perderam a fé em Deus. 

Havia vários tipos de tratamento recomendados. Nenhum funcionou.

Meu palpite é que ocorrerá o mesmo fenômeno no próximo surto. Algumas pessoas irão recorrer ao Tamiflu. Outras irão se entupir de vitamina C. Outras tomarão vacina anti-gripe. Mas eis a realidade: nos estágios iniciais da próxima pandemia, nada irá funcionar. É por isso que será uma pandemia. Será só após a pandemia já ter se disseminado, abatendo aqueles cujos sistemas imunológicos não possuem defesa operacional, que as taxas de mortalidade irão desacelerar.

A gripe espanhola surgiu antes do desenvolvimento dos medicamentos sulfa. As sulfonamidas só foram descobertas em 1908, mas, pelas três décadas seguintes, ninguém fez nada com elas em termos médicos. Foi só no final da década de 1930 que os medicamentos sulfa se tornaram comuns. Desde então, vivemos em uma era em que os remédios sulfa e maravilhas similares são comuns. Conseguimos manter as criaturas microscópicas — que, um século atrás ameaçaram as vidas de dezenas de milhões de pessoas — isoladas e sob controle. 

Consequentemente, não nos enxergamos como sendo vulneráveis a um surto de algo comparável a uma pandemia. Mas os especialistas na área sempre nos alertaram que essa nossa autoconfiança não era justificada. Como aquele meu amigo me explicou há 40 anos, em algum momento os microorganismos irão ultrapassar os cientistas.

Ao redor do mundo, as bolsas de valores começaram a cair forte por causa de um punhado de casos confirmados de coronavírus. Ou, ao menos, essa é a justificativa que está sendo apresentada para as quedas. Mas é fato que os investidores estão ficando nervosos. Como consequência, o ouro disparou substantivamente. Estava em aproximadamente US$ 1.500 pouco antes do início de 2020. Agora já se aproxima de US$ 1.600. Igualmente, os juros dos títulos de longo prazo do Tesouro americano caíram forte em decorrência da maior procura por segurança. A taxa caiu de 1,95% para 1,55%.

Ainda assim, não traz benefício nenhum ficar se preocupando com qualquer um desses vírus. Faz um século que estamos escapando da ameaça. Pode ser que consigamos o mesmo durante o próximo século. Ou não.

Conclusão

Não se sabe se o coronavírus irá se tornar uma pandemia. As chances são de que não, mas as chances sempre dizem isso em relação a qualquer tipo de vírus. O que se sabe é que os verdadeiros especialistas da área estão dizendo há décadas que, em algum momento, em um dia qualquer, alguma colônia de microorganismo irá se tornar imune o bastante para superar as chances.

Chris Martenson, Ph.D. em toxicologia, publicou um vídeo em 24 de janeiro alertando para isso. E ele não está exagerando.

A China está tomando medidas extraordinárias para manter o surto sob controle. Apenas um governo autoritário, que não está preocupado com eleições, pode se dar ao luxo de trancar as pessoas dentro de suas casas em várias cidades. Mas como esse governo conseguirá fazer isso sem afetar toda a economia chinesa? 

Independentemente dos efeitos fora da China, os efeitos econômicos dentro da China podem desencadear uma recessão na nação que é a força-motriz do crescimento econômico. Uma recessão na China pode derrubar (como já está derrubando) os preços das commodities, o que irá afetar principalmente as economias em desenvolvimento. As moedas destes países já estão sofrendo

O lendário investidor de commodities Paul Tudor Jones fez exatamente essa previsão.

Tudo o que podemos fazer é ficarmos parados observando. Mas jamais nos esqueçamos de que todo o conforto e progresso trazidos pela moderna economia dependem da ausência de uma pandemia. Jamais parta do princípio de que sua saúde e bem-estar são coisas certas e garantidas.


autor

Gary North
é Ph.D. em história, ex-membro adjunto do Mises Institute, e autor de vários livros sobre economia, ética, história e cristianismo. Visite seu website

  • Fábio de Salles  30/01/2020 17:55
    E a notícia, rapidamente suprimida da mídia, de que o coronavírus é produto acidental de uma guerra biológica? Foi noticiado que exatamente em Wuhan havia uma laboratório do governo chinês voltado para "pesquisas biológicas"…

    Muita coincidência.
  • Carlos Alberto  30/01/2020 18:00
    Tá em aberto. Os veículos de direita afirmam que essa é uma grande possibilidade.

    www.washingtontimes.com/news/2020/jan/26/coronavirus-link-china-biowarfare-program-possible/

    www.express.co.uk/news/world/1234777/coronavirus-wuhan-lab-military-bio-warfare-virus-spread

    www.zerohedge.com/health/man-behind-global-coronavirus-pandemic

    Já a mídia convencional e pró-establishment rapidamente se prontificou a convocar "especialistas" para negar o assunto dizendo que é tudo "teoria da conspiração"

    www.washingtonpost.com/world/2020/01/29/experts-debunk-fringe-theory-linking-chinas-coronavirus-weapons-research/

    foreignpolicy.com/2020/01/29/coronavirus-china-lab-mortality-virology-wuhan-virus-not-bioweapon/


    O que se sabe de fato é que há um Instituto de Virologia em Wuhan. Todo o resto é especulação.
  • Guilherme  30/01/2020 18:52
    Só sei que os china construíram um hospital de 25 mil metros quadrados em sete dias.

    twitter.com/CGTNOfficial/status/1220660052819730434

    Quando não se tem regulações ambientais e trabalhistas para criar obstáculos, tudo progride. Impressionante.
  • Pobre Mineiro  30/01/2020 21:29
    Aqui no Brasil 7 anos seria só para obter a licença ambiental e outras burocracias.
    E o valor gasto na construção desse hospital na China, seriam gastos aqui só com as propinas.

    E os prazos ?, que seriam prorrogados n+1 vezes com os custos só aumentando.

    Por isso eu acho o brasileiro estatista o fim...
    Um europeu, japonês, americano, eu até entendo, pois os governos deles enganam o povo muito bem.
    Já o governo brasileiro é indiscutivelmente franco, não engana ninguém, mostra muito bem a que veio.
    Veja que todo brasileiro acha o governo uma bosta e mesmo assim ama esse arranjo.
  • Judeu  30/01/2020 21:37
    Eu fecho com os comunistas comedores de cachoro.
  • Luiz Estrella  31/01/2020 15:44
    Eles estavam jogando terra de um lado para o outro,eles só fizeram hospitais de campanha como em qualquer epidemia.
  • Diego  02/02/2020 17:41
    Vai ser um hospital de campanha. Não vai ser de alvenaria. Essas máquinas ai escavando aleatoriamente são só pra tirar foto e parecer um grande feito...
  • Marcelo  31/01/2020 11:29
    Esse vírus tem um grau de letalidade menor que a gripe comum.
    É muito terrorismo para pouco vírus.
  • Supply-sider  30/01/2020 18:04
    Só neste mês o barril de petróleo Brent já desabou quase 14%. E o índice de commodities CRB, 8%.

    Países que têm moeda estável irão se beneficiar de uma forte queda de preços. Quem é poupador será tremendamente recompensado. Já em países sem moeda, como o nosso, que passou a ter um Banco Central desavergonhadamente keynesiano e desenvolvimentista, o máximo que você pode mendigar é a redução de uns 5 centavos no litro da gasolina. Se muito.
  • William  30/01/2020 18:49
    Sociedades complexas são muito mais vulneráveis a pandemias. No frigir dos ovos, EUA e Brasil estão muito mais ameaçados que China e Índia.

    Esse vídeo é excelente (o monólogo começa após 1 minuto):


  • Pobre Mineiro  30/01/2020 21:36
    Só recomendo um pouco de cuidado com o que esse cara do "Black Pigeon Speaks" fala.
    Para quem não sabe, ele é um americano que vive em Tokyo casado com uma japonesa.
    (no canal dele, ele certa vez respondeu isso a um membro do canal. Li isso uns 5 anos atrás)

    Ele é ideologicamente anti China até a alma.

    Aliás, o ser humano não é imparcial, logo tenha um pouco de cuidado com tudo que lê.
  • Usando o bom senso  30/01/2020 19:07
    Em momento em que China disputa com os EUA questões econômicas, aparece, convenientemente, na China o Coronavirus que poderá ter negativos impactos econômicos por lá.

    Mas nem tudo são espinhos. Viram que eles vão construir um hospital em apenas seis dias em um local de surto da doença para que os doentes sejam tratados lá mesmo, não tendo que sair, diminuindo assim as chances de propagação?

    Para que sito ocorra, no mínimo é necessário burocracia zero e um sistema que não precise ouvir todos para tomar uma decisão, assim como a "disposição" dos liderados para dizer "sim" às ordem recebidas. Em situação similar o que aconteceria em uma sociedade estatal e democrática como a brasileira já sabemos. (talvez o hospital fosse construído em seis anos).

    A questão é: em uma sociedade anarcocapitalista, o coronavírus...

    É com vocês, senhores...
  • Guilherme  30/01/2020 19:28
    Já comentado por mim lá em cima. Quanto à sua pergunta, era só usar a ferramenta de buscas:

    Como o livre mercado lidaria com epidemias e quarentenas?
  • Arthur  30/01/2020 19:28
    "Em momento em que China disputa com os EUA questões econômicas, aparece, convenientemente, na China o Coronavirus que poderá ter negativos impactos econômicos por lá."

    Aí é gostoso. Chinês faz merda e a culpa é dos outros. Interessante que o próprio governo chinês assumiu a responsabilidade e jamais culpou os outros. Têm mais hombridade que você.
  • Dilmo  30/01/2020 21:06
    Imagine ser tão irracional e radicalizado ideologicamente, que você fica inventando desculpas para isentar a responsabilidade de um governo mesmo depois desse mesmo governo já ter assumido a responsabilidade.

    Quando chega nesse estágio de fanatismo nem psiquiatra dá jeito.

    Me lembrou quando o próprio Maduro assumiu a responsabilidade pela crise na Venezuela mas os seus apoiadores continuaram colocando a culpa inteiramente nos EUA e no preço do petróleo.
  • Jairdeladomelhorqptras  31/01/2020 16:31
    Cara Arthur,
    Gostei muitíssimo da tua resposta. E até me atrevo a a firmar que a guerra bacteriológica jamais irá ocorrer. Ninguém, mas ninguém mesmo, pode afirmar com seguraça qual o desempenho, qual a consequência, qual as mutação que pode sofrer qualquer microorganismo "solto" para atacar um inimigo. O efeito bumerangue é quase certo. Já a guerra química é outra história. As pessoas confundem as duas.
    Abraços
  • Carlos Alberto  30/01/2020 19:31
    "Em momento em que China disputa com os EUA questões econômicas, aparece, convenientemente, na China o Coronavirus que poderá ter negativos impactos econômicos por lá."

    Você deveria questionar o Instituto de Virologia deles, já que o vírus foi produzido lá. Aliás, qual será que era a intenção ao produzir um vírus desse?

    www.washingtontimes.com/news/2020/jan/26/coronavirus-link-china-biowarfare-program-possible/

    www.express.co.uk/news/world/1234777/coronavirus-wuhan-lab-military-bio-warfare-virus-spread

    www.zerohedge.com/health/man-behind-global-coronavirus-pandemic
  • Usando o bom senso  31/01/2020 17:20
    Obrigado, Guilherme.

    Dilmo, menos, menos; bem menos. Que posição defensiva e arrogante é esta, rapaz?!

    "Quando chega nesse estágio de fanatismo nem psiquiatra dá jeito"

    Suas palavras só revelam que você dever ser o paciente na psiquiatria...

  • Viajante  30/01/2020 21:29
    1,3 milhão de pessoas comendo morcegos e outros animais exóticos que são mortos em um mercado ao ar livre… O que poderia dar errado?

    Só é espantoso que tenha demorado tanto para acontecer…
  • Pobre Mineiro  30/01/2020 21:37
    Certamente que não demorou, já deve ter ocorrido n+1 vezes no passado.

    Só que hoje estamos na era da informação barata e descentralizada...
  • Judeu  30/01/2020 21:39
    Era pra ter acontecido na Índia primeiro.
  • Juliano  30/01/2020 21:51
    Li que em Xangai proibiram todos de irem para o trabalho que não seja ligado a saúde ou outros serviços essenciais, incluindo supermercados e farmácias para as pessoas poderem se abastecer. Medidas extremas para conter a disseminação. Trabalho só home office. Nas escolas que não estão de férias, as aulas são dadas apenas por Skype.

    Já Wuhan está totalmente sob sítio. Ninguém entra nem sai.
  • Charles Putz   30/01/2020 21:54
    "Não vou descrever detalhes agora, apenas observar que os chineses normalmente não usam sabão ao lavar as mãos, nem toalha para secar, e compartilham a comida do mesmo prato. […]

    Recebemos mensagens por WeChat com cenas que a TV não mostra. Vemos cenas de hospitais mais lotados que metrô em horário de pico, outras com cadáveres ao lado de pacientes sem leito. […]

    Por falar em Japão, enquanto na China faltam máscaras e as fábricas não aumentaram a produção (e ainda aumentaram os preços), o Japão aumentou a produção de máscaras e baixou o preço. Adicionalmente, estão imprimindo "Go China" nas máscaras. Minha família adotiva chinesa se emocionou com esse gesto. […]

    Enquanto escrevo os números crescem, tanto de infectados e mortos quanto a extensão geográfica alcançada pelo vírus. Até agora apenas idosos mais fracos morreram, mas com um vírus de cura desconhecida e ainda mutante como este, tudo pode acontecer.

    Agora há pouco, todas as celebrações de Ano Novo ao ar livre foram canceladas em Shanghai (e talvez em toda a China). Imagina isso! O Ano Novo, o maior evento do calendário do País. Tudo suspenso.

    E, em Wuhan, começaram a racionar a comida — mesmo a dos médicos nos hospitais.

    Por fim, o que acontecerá com os mercados globais, devem comprar ou vender? Certamente algo já está precificado, mas se é tarde para mudar de posição ou se o mercado ainda vai se mover muito depende dos trabalhos de contenção e cura do vírus.

    Somente saberemos no futuro, olhando para trás, mas o potencial é arrasador. Realmente espero que não passe de uma marola."
  • Charles Putz  30/01/2020 22:25
    braziljournal.com/o-coronavirus-e-eu
  • cmr  31/01/2020 13:52
    Isso me faz lembrar aquela cena, durante a guerra do Iraque quando os americanos tomaram Bagdá, onde os americanos derrubaram uma estátua do Saddam com o auxílio de um tanque de guerra.
    A foto mostrava uma multidão de iraquianos aplaudindo a "libertação" e vibrando com a queda da estátua.

    Só que mais tarde foi descoberto que a foto fora tirada de longe, onde se via algumas poucas dezenas de pessoas e a praça vazia. O que fizeram foi só pegar um pequeno pedaço da foto, cheio de pessoas, e dizer que aquilo lá representava o todo, que havia uma multidão lá.

    Tire uma selfie no meio de dez pessoas, dá para dizer que você estava num carnaval de rua, e vão acreditar.

    A mesma coisa essas selfies, filmagens dentro de hospitais em Wuhan, ou próximos a outros locais afetados.

    O que não falta na internet são pessoas apocalípticas, que sonham com o dia do juízo final e estão ansiosamente esperando esse dia.
  • Fernando K  30/01/2020 22:10
    O autor considera que um vírus seja algo que vem do nada; tinha de ter considerado a porquice que é a vida do chinês comum, acostumado a comer coisas vivas. Comer morcego, gato, misericórdia rsrsrss. É só aquele povo começar a ser mais higiênico que isso acontecerá menos, essas pragas de vírus tem vindo apenas de lá.
  • Richard  31/01/2020 10:17
    Como é? Pessoas acreditando que existe uma conspiração por trás de tudo isso? Nossa, nem sabia que existia essas pessoas!
    Hahaha, sempre têm esses, sempre.
  • Pobre Mineiro  31/01/2020 13:36
    Quem tem o hábito de comer coisas vivas é o japonês. (ouvi falar que essa tradição está sumindo)

    Não existe nada vivo ou cru na culinária tradicional chinesa, tem carne mal passada, mas o bicho vivo ou cru não tem.
  • Jairdeladomelhorqptras  31/01/2020 16:48
    Caro Fernando
    É verdade o que vc disse e me parece que é uma prática comum aos orientais.
    Como veterinário afirmo peremptoriamente: "Jamais coma produto de origem animal sem cozinhá-lo devidamente. Jamais o coma cru ou semi cozido."
    Como consumidor adoro picanha mal passada. Por minha conta e risco. (Com o boi brasileiro criado no pasto o risco é menor. Já o confinado aumenta os riscos.)
    Já as aves e os suínos, cuja ração contém outros produtos de origem animal, o cuidado com o cozimento deve ser redobrado.
    Abraços
  • Lino  03/02/2020 05:16
    Se não me engano o chinês tem o hábito de cuspir (escarrar) em baldes no meio da rua colocados propositalmente para esse fim.
  • Felipe L.  30/01/2020 22:25
    A Gripe Espanhola fez uma verdadeira matança (só matou menos do que o comunismo). Nem se compara com o corona vírus.

    O que propiciou e piorou a peste bubônica foi abordado neste artigo publicado aqui mesmo no Instituto.

    Às vezes isso me lembra o estardalhaço que fizeram com a gripe suína e mesmo com o terrorismo feito com relação à greve dos caminhoneiros por muito neocon e mesmo libertário (como se eles fizessem fotossíntese e não precisassem também se alimentar).

    Mas eu posso estar errado.
  • Guinter  31/01/2020 16:30
    você sugeriria que o comunismo seja uma forma de doença pior que essa aí? por infectar o cérebro das pessoas, ser de mais difícil tratamento, cura praticamente rara e de efeitos globais muito piores (inclusive em número de mortes)? interessante...
  • Anti-BC  31/01/2020 18:02
    Hahahahahaha

    Boa!
  • Carlos Alberto  31/01/2020 20:36
    Sim, é o comunavírus. Altamente letal.
  • Felipe L.  31/01/2020 21:15
    Sim.
  • Jairdeladomelhorqptras  01/02/2020 01:14
    Caro Guinter,
    Certíssimo, nenhum vírus supera o comunismo. Infecta o cérebro e o raciocínio das pessoas. Seu irmão, o petismo, diria que é pior. Pois a infecção é travestida de "fome zero" e de "minha casa, minha vida!"
    Não existe vacina, não existe medicamento, mão existe argumento, não existe racionalidade, não existe realidade. Só existe a ideologia deles, que será cumprida num futuro que só eles sabem quando será alcançado.
    Basta ver os votos do PT na última eleição.
    Alguma sugestão de como obtermos uma vacina contra esta praga?
    Abraços

  • Barbara Maffessoni  10/02/2020 23:55
    Petista e Comunista lucra com arranjos pró-estado, então esqueça "cura", eles só largam a teta de pois de mortos.
  • Dane-se o estado  30/01/2020 22:28
    Ora, ora... parece que tentar colocar uma cidade inteira em quarentena não dá muito certo não eim..







  • Jonas  31/01/2020 07:49
    E era pra fazer o quê?
  • Dane-se o estado  31/01/2020 15:09
    Tá de brincadeira gado? ser idiota é claro... uma consequência da liberdade... mas me diz aí... é prazeroso fazer isso de forma consciente?
  • anônimo  11/02/2020 00:39
    Era pra ter feito o quê?
  • anônimo  31/01/2020 02:11
    A hipotese que o Brasil é amaldiçoado segue de pé;
    Vamos crescer com reformas = Boom epidemia chinesa
    Não foi a epidemia? Toma crise global
    Ou quem sabe os dois juntos?
    Nenhum dos dois? Presidente ainda pode cair e bater a cabeça(noticia de dezembro)
    veja.abril.com.br/politica/jair-bolsonaro-cai-no-banheiro-e-vai-para-hospital-das-forcas-armadas/

    nunca se sabe o poder residual do mick jagger depois de viajar pra cá

  • Eduardo Ramos   31/01/2020 03:00
    Já morei na China por dois anos (sou engenheiro aeronáutico). A única cidade que funciona a contento é Xangai. Nas outras você nem sequer consegue sacar dinheiro nas ATMs, que sempre estão quebradas. E o pior é que a esmagadora maioria do comércio só trabalha com dinheiro.

    Xangai é pujante mas a pobreza nas outras cidades principalmente nas periferias delas é dantesca.

    Fora o ar que é irrespirável. São Paulo é um paraíso em comparação.

    Há obras grandiosas e faraônicas no país. Os hotéis voltados para os turistas ocidentais são tão monumentais que beiram a extravagância. Só o lobby do Hotel Shangyu tem a altura de um prédio de 6 andares e eu tive de andar uns 800 metros (juro) só pra chegar ao meu quarto, o que incluía uma escada rolante absolutamente gigantesca, típica de metrô.

    Só que tudo era só aparência. Os serviços do hotel eram péssimos. A piscina tinha uma água esverdeada e tinha lixo boiando nela (e era verão). O ar condicionado estava estragado, e a recepção informou que estava assim durante todo o verão.

    Ou seja, o hotel era só visual; nos serviços, era menos que funcional. Isso é típico de todos os hotéis fora das áreas turísticas.

    Mas o que mais me chamou a atenção foi a megalomania dos aeroportos. Os principais foram projetados pensando no A380. Consequentemente, os portões são grandes demais para os aviões convencionais, os quais são obrigados a estacionar no tarmac e esperar os passageiros via ônibus ao mesmo tempo em que as pontes de embarque dos terminais estão vazias. Isso causa inúmeros atrasos nos vôos. O aeroporto de Hangzhou foi eleito o segundo pior do mundo em termos de pontualidade: apenas 42% dos vôos saem no horário.

    De resto, é raro ver o verdadeiro povo chinês se beneficiando de qualquer coisa. Quase sempre só dá a elite do PC chinês e os empresários ligados a eles. (Nos próprios eventos de minha empresa havia figurões do PC e grandes empresários do ramo, pois você não consegue fazer nada lá sem a permi$$ão de burocratas).

    Muita gente pensa que a China é uma potência irrefreável. Mas só fala isso quem conhece apenas os centros turísticos. Quando se sai dali é possível ver que as estruturas são podres.
  • cmr  31/01/2020 13:38
    Volte lá na China e veja como muita coisa já mudou.
    Você certamente está muito desatualizado.
  • anônimo  02/02/2020 19:04
    Mudou para pior?
  • Trader Iniciante  31/01/2020 04:43
    Na bolsa pessoal, to pra entrar com grana, o que recomendam agora? Comprar ouro?
    Vejo que se a China continuar assim e as commodities cair, um abraço pro Brasil. A menos que o nosso BACEN tenha uma carga de lucidez e permita rapidamente o dolar circular aqui, ou ao menos atrela-lo como fizemos URV.

    Se a china quebrar, não terá quem pagar os títulos americanos, o ouro ira disparar e o dolar esfarelar. O governo americano entrará em insolvência, aumentará impostos e a economia entrara em recessão estourando a bolha atual.

    Resumindo: Ainda aqui no Brasil tem o risco de tudo cair sobre o Bolsonaro, um Ciro Gomes ou PT ser eleito em 2022.


    To sendo muito pessimista?
  • cmr  31/01/2020 14:50
    To sendo muito pessimista?

    Um pouco, mas eu também tenho um certo medo disso, uma crise internacional envolvendo EUA e China, derrubar a economia moribunda do Brasil.
    Isso seria um cenário perfeito para populistas com discursos inflamados ganharem as próximas eleições.
  • Anti-BC  31/01/2020 18:10
    Pois é, amigos.

    Infelizmente, ser realista significa nutrir bastantes doses de pessimismo.

    Com P. Guedes e R. C. Neto, a chance de o dólar circular por aqui é praticamente zero.

    O ouro é o refúgio clássico. E será que o Bitcoin (e demais criptoativos) também será visto assim?
  • Supply-sider  31/01/2020 19:01
    Sim, pode esquecer. Há um ultra-keynesiano no Banco Central (comparado a ele, o Pombini era um falcão) e um fanático fiscalista na Fazenda (quer orçamento equilibrado via aumento de impostos).

    Nenhum deles pensa em moeda estável (imprescindível para o crescimento econômico) e nem em medidas do lado da oferta (só se fala em aumentos de alíquotas; a do INSS começa em março agora). De resto, é só discurso bonito. Ação efetiva, mesmo, é zero.

    Ainda tá em tempo de chamar o Meirelles. Esse, sim, entregava tudo o que prometia (na Fazenda e no Banco Central). Aliás, coloca o Meirelles no comando das duas instituições. Melhora tudo na hora.
  • Felipe L.  04/02/2020 01:03
    Meirelles errou em ter aumentado a alíquota dos combustíveis. De resto, bom. Ele na presidência do BC, algum outro na Economia... Pedro Malan? Gustavo Franco?
  • kiko  31/01/2020 05:50
    o autor desse texto mencionou erradamente que a ultima pandemia foi a gripe espanhola, não foi não, a gripe suina foi considerada pandemia, e temos tambem uma doença que ate hoje é considerada pandemia AIDS
  • Chaves  31/01/2020 14:22
    A gripe suína foi classificada como pandemia, mas nem triscou. Segundo registros oficiais, foram 18 mil mortos em mais de um ano (o que fá 0,0002% da população mundial). Já a gripe espanhola matou 100 milhões, o que equivalia a 5% da população mundial. Isso sim é pandemia. O autor está correto.
  • Wesley  31/01/2020 12:16
    Meu medo é se espalhar pelo Brasil por causa do carnaval. Um coisa legal é que pesquisadores brasileiros conseguiram inventar um modo de detectar se a pessoa está infectada em 10 dias, o suficiente para evitar que o vírus passe pra outras três.
  • Alexandre Fetter  31/01/2020 12:34
    Veja só: ainda ontem estava conversando com a minha esposa e disse que a chance mais óbvia de haver uma (quase) extinção do ser humano não seria o tal "aquecimento global" tampouco a "queda de meteoro gigante", mas sim um vírus qualquer imune a tudo o que os cientistas farão para evitá-lo.
  • Bode  31/01/2020 15:53
    A ignorância é o maior desastre da humanidade. Microrganismos tendem a se adaptar ao hospedeiro. Um agente infeccioso altamente transmissível e letal está fadado à extinção. Portanto espera-se que mesmo um microrganismo que sofre mutação e passe a afetar humanos, com o tempo se adapta ao hospedeiro, pois as cepas altamente letais tendem a desaparecer, porque os mortos não são transmissores eficientes.
  • Touro  31/01/2020 16:21
    "Microrganismos tendem a se adaptar ao hospedeiro. Um agente infeccioso altamente transmissível e letal está fadado à extinção."

    Sim, e é assim que as pandemias acabam. Só que só tem um probleminha: até que isso aconteça, uma parte da raça humana já foi extinta, como ocorreu com a gripe espanhola (3% da população mundial foi dizimada).

    "Portanto espera-se que mesmo um microrganismo que sofre mutação e passe a afetar humanos, com o tempo se adapta ao hospedeiro, pois as cepas altamente letais tendem a desaparecer, porque os mortos não são transmissores eficientes."

    Sim, e é assim que as pandemias acabam. Só que só tem um probleminha: até que isso aconteça, uma parte da raça humana já foi extinta, como ocorreu com a gripe espanhola (3% da população mundial foi dizimada).

    "A ignorância é o maior desastre da humanidade."

    Acabei de notar.
  • Dane-se o estado  31/01/2020 18:28
    Ignorância e perversão moral também não é mesmo? Qual á melhor estratégia em Bode idiota? ficar de braços cruzados até as mutações sofrerem adaptação enquanto uma parcela da humanidade, incluindo sua mãe, morrem infectadas?
  • Bode  31/01/2020 21:02
    Comparar as consequências de uma epidemia viral do início do século 20 com uma epidemia da segunda década do XXI é no mínimo ingenuidade. Não preciso acrescentar mais nada.
  • Touro  31/01/2020 22:56
    É melhor mesmo. Porque da última vez que tentou, se auto-humilhou.

    E também se contradisse. Afinal, se "as cepas se adaptam e desaparecem", então por que as pessoas devem se preocupar? Aliás, se a mecânica é sempre a mesma, por que então há diferentes pandemias, com diferentes números de mortos? Era pra ser tudo rigorosamente igual...
  • Jairdeladomelhorqptras  01/02/2020 18:19
    Caro bode,
    Me parece que do ponto de vista de um microbiologista narrando o processo epidêmico você fez as afirmações corretas. E me parece também que as reações contrárias ao teu comentário foram exageradas.
    Penso que o teu comentário acrescentou informações ao texto. Sendo assim, só posso te apoiar.
    Quanto a afirmação: "a ignorância é o maior desastre da humanidade", me parece que ela, por si só, é quase irrefutável. Não consigo interpretá-la como uma crítica ao texto.
    Posso estar errado. Afinal, este comentário é apenas a opinião de um velho microbiologista que, provavelmente, está desatualizado.
    Abraço a todos
  • Bode  05/02/2020 15:53
    Parasitismo é uma interação que envolve dois organismos, um parasita, que retira vantagens da interação às custas do hospedeiro. Mais precisamente, o parasita utiliza os recursos do hospedeiro para seu proveito, sobretudo para se reproduzir e ser transmitido. Nesta interação o parasita devido à exploração dos recursos causa dano ao hospedeiro, ao que habitualmente se chama virulência. A virulência de um hospedeiro pode ser considerada uma característica que comprometa a interação e, assim, desvantajosa para o parasita. Seria, então, de esperar que houvesse uma seleção de parasitas que não causassem dano no seu hospedeiro. No entanto, se esta característica desvantajosa estiver correlacionada com uma característica vantajosa para o parasita, melhor se explicaria a existência de virulência em relações parasíticas. É a partir desta hipótese que surge a teoria do trade-off. A teoria do trade-off entre virulência e transmissão foi desenvolvido por Anderson e May, que no seu estudo correlacionam pela primeira vez o efeito do parasita no tempo de recuperação do hospedeiro. Esta hipótese defende a existência de uma relação de constrangimento entre as características de virulência e transmissão. Mais precisamente, que a virulência não pode aumentar indefinidamente sem comprometer a transmissão. O início da curva de trade-off é caracterizada por uma correlação positiva entre as duas características, em que o custo de aumentar a exploração dos recursos do hospedeiro, logo, a virulência, é acompanhado pelo aumento de transmissão. No entanto, esta curva satura, atingindo o valor ótimo, em que a transmissão é maximizada. A partir deste ponto o aumento da exploração de recursos leva a um aumento de virulência e a uma redução da transmissão, devido ao excesso de dano no hospedeiro pelo parasita, levando a que os hospedeiros morram antes do parasita ter oportunidade de se transmitir. Apesar da simplicidade da hipótese de trade-off, estudos que demonstrem esta correlação são escassos.
  • Clayssonn de Oliveira Felix  01/02/2020 14:21
    Tem quem diga que é uma estratégia de mercado da China para comprar barato. www.youtube.com/watch?v=QGl3SmnQRSc
  • J Edimar  01/02/2020 20:28
    Novas gripes sempre na China. Se fosse na Índia com toda sua poluição e falta de saneamento não seria novidade.
    Isso afetaria o PIB chinês e a produtividade. Os EUA e UE são os maiores beneficiados.
    Lembrando que o dono da patente do vírus e seus medicamentos é Bill Gates.
    O vírus tem haver com o fato da China não fazer parte do globalismo político.
  • anônimo  02/02/2020 18:58
    Não entendi nada as contradições.
  • anônimo  02/02/2020 02:36
    Transportes coletivos,aviões,onibus metros,navios trens, são "COQUETELEIRAS" DE PESSOAS E VIRUS, O AR MISTURADO multiplica contagio.

    Parece,que gripes são mais contagiosas e é muito barulho, "tem linguiça nesse pirão","tem batata nessa chaleira" diria brizola...
  • Pobre Mineiro  03/02/2020 19:18
    Caso você não saiba, dentro de um avião o ar é totalmente renovado a cada 3 minutos.
    Trens de alta velocidade, navios de luxo, etc... também.

    Duvida ?, então experimente peidar dentro de um avião e veja como o fedor some rapidinho.

  • Skeptic  03/02/2020 18:16
    Péssimo artigo! É por isso que quando eu recomendo o Mises Brasil para alguém, deixo muito claro que é um ótimo site sobre economia austríaca e libertarianismo. Mas quando o tema de um artigo foge disso, dificilmente presta.
  • Barbara Maffessoni  11/02/2020 00:02
    Pois é, sobre assuntos sociais, pode ter certeza que vem uma enxurrada de bobagens. O artigos sobre bullying escolar por exemplo são nojentos e sempre surge um ninho de boçais pra defender essa prática, tanto aqui, quanto no Instituto Rothbard.
  • Luccas Attílio  06/02/2020 15:36
    Escrevi sobre o coronavírus também.

    Discuto isso no meu blog: velhaeconomia.blogspot.com


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