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Cresci em uma economia socialista. Eis o que as pessoas não entendem sobre liberdade
Socialismo e liberdade são conceitos totalmente antagônicos

A liberdade individual só pode existir em um contexto de capitalismo de livre mercado. A liberdade pessoal prospera no capitalismo, entra em queda em economias reguladas pelo governo, e desaparece no socialismo.

Quanto mais o estado se expande e assume o controle (mesmo que apenas regulatório) de vários setores da sociedade, mais a liberdade (empreendedorial e social) do indivíduo encolhe.

Por isso, as populações daqueles países cujas economias não são socialistas, mas estão debilitadas por amplas e intrusivas regulações estatais, necessitam ter um apreço mais intenso pela liberdade individual e pelo capitalismo.

Nasci e fui criada na Romênia socialista durante a Guerra Fria. Era um país no qual o governo era o proprietário de todos os recursos e meios de produção. O estado controlava praticamente todos os aspectos de nossas vidas: nossa educação, a escolha de nossos empregos, o momento do dia em que teríamos água quente, e tudo o que podíamos dizer em público.

Assim como os outros dos países do Leste Europeu, era comum o resto do mundo se referir à Romênia como um país comunista. Na escola, fomos ensinados que vivíamos em um país socialista. O nome do país antes de a Revolução de 1989 derrubar o regime de Ceausescu era República Socialista da Romênia.

Do ponto de vista econômico, uma ínfima fatia das propriedades ainda estava sob controle privado. Em um sistema comunista, absolutamente toda a propriedade está sob controle do estado (por isso, o comunismo pleno é um sistema impossível). Assim, embora não fosse tecnicamente correto dizer que a Romênia era uma economia comunista, seu pesado sistema de planejamento centralizado e a imposição de um controle estatal totalitário sobre todos os cidadãos romenos faziam jus ao epíteto de país comunista.

O socialismo cria escassez e racionamento

Não obstante o fato de que a Romênia era um país rico em recursos, havia racionamentos por todos os lados. Comida, eletricidade, água e praticamente cada item básico e essencial da vida cotidiana eram escassos. O prédio em que eu vivia tinha água quente para os chuveiros por apenas duas horas pela manhã e duas horas à noite. Tínhamos de ser rápidos e pontuais, caso contrário perderíamos a oportunidade. Creiam-me: ter racionamento de eletricidade e de água quente sob invernos rigorosos não é nada charmoso.

Chicletes Wrigley e chocolate suíço, comuns em toda a Europa, eram raridade para nós. Lembro-me vivamente de como fiquei feliz quando consegui um pacote de gomas de mascar estrangeiras e uma barra de um delicioso chocolate ao leite. Tão raros eram que decidi guardá-los carinhosamente, esperando uma ocasião especial para consumi-los.

Batom, perfume francês e jeans eram itens disponíveis apenas no mercado negro e aos quais você só tinha acesso se tivesse as conexões certas. Que Deus abençoe esses empreendedores do mercado negro, pois foram eles que possibilitaram que nossas vidas fossem mais toleráveis. Foram eles que nos davam a oportunidade de comprar coisas que desejávamos intensamente, mas que não conseguíamos obter nas lojas estatais, cujas prateleiras estavam ou permanentemente vazias ou cheias de itens feios, repulsivos e de baixa qualidade.

É verdade que não precisávamos de nada elegante, mas tínhamos de comer. Neste aspecto, as mercearias não eram muito melhores. O pão, duro e sem gosto, era vendido por centímetro, e as poucas postas de carne sobre as mesas imundas dos açougueiros tinham um aspecto cinzento e nada atrativo. Ovos? Raridade. Frutas frescas? Nunca vi. Sendo assim, o velho provérbio romeno "A consciência passa pelo estômago" fazia muito sentido.

A partir do final da década de 1970, a vida na Romênia passou a piorar a um ritmo mais intenso. Nem mesmo as carnes cinzentas estavam mais disponíveis. Consequentemente, nossos pais tiveram de se virar e aprender a preparar o fígado, o cérebro, a língua e outras entranhas que a maioria das pessoas no Ocidente nem sequer consideraria experimentar.

Nas raras ocasiões em que o governo anunciava que leite, manteiga e ovos estariam temporariamente disponíveis nas mercearias estatais, minha mãe — assim como todos os nossos vizinhos — acordava às duas da manhã e ia para a fila, na esperança de ter alguma chance de conseguir essas iguarias. A mercearia abria às 6 da manhã, de modo que, se ela não chegasse cedo à fila, perderia a oportunidade de conseguir comida.

Em 1982, o estado mandou seus funcionários à casa das pessoas para fazer o censo. Feito o censo, o programa de racionamento de comida foi implantado. Para uma família de quatro pessoas, como a minha, nossa cota era de 1 quilograma de farinha e 1 quilograma de açúcar por mês. Isso significa que, ao comparecermos a uma mercearia estatal, tínhamos de apresentar o cartão de racionamento. Ele nos daria direito a essa cota de farinha e açúcar — mas, obviamente, apenas se tais raridades estivessem disponíveis e se tivéssemos a sorte de estar no lugar certo e na hora certa quando elas estivessem sendo distribuídos.

O único canal de televisão era, obviamente, estatal. Sua programação era a mesma: ou elogiava o governo ou apresentava programas sobre a criminalidade e a pobreza no mundo ocidental. A nós era dito que as pessoas ao redor do mundo eram pobres e estavam sofrendo por causa do capitalismo, e que por isso precisávamos do socialismo para resolver as desigualdades da humanidade.

O capitalismo e a propriedade privada

Tendo vivenciado a escassez e o racionamento criados por uma economia controlada pelo governo em meu país natal, passei a compreender e apreciar ainda mais o capitalismo, o único sistema que se mostrou capaz de elevar, e de maneira substantiva, a civilização humana, retirando-a de miséria e elevando-a à pujança.

Eis uma definição de capitalismo: sistema social baseado na propriedade privada dos meios de produção. É caracterizado pela poupança e pela acumulação de capital, pelas trocas voluntárias intermediadas pelo dinheiro, pela busca do lucro, pela livre concorrência, pelo sistema de preços, e por uma harmonia da busca pelo interesse próprio material de todos os indivíduos que dele participam.

Ou seja, trata-se de um sistema econômico no qual as pessoas e empresas incorrem na produção de bens e serviços, fazem transações voluntárias e comercializam produtos e serviços sem interferência governamental. Um sistema de capitalismo de livre mercado funciona da maneira mais eficiente quando não adulterado por intervenções do governo, do banco central ou de bancos estatais nos mercados de crédito, na política monetária e na manipulação das taxas de juros.

Propriedade privada e direitos de propriedade estão no cerne do capitalismo. Em minha escola romena, aprendi que a propriedade privada não só torna as pessoas gananciosas, como ainda é algo nefasto para a sociedade. A propriedade privada era associada ao capitalismo, o sistema que nossos livros escolares anunciavam que havia fracassado.

Alocação de recursos

A Romênia era rica em recursos naturais. No entanto, a diferença entre nosso padrão de vida e o do Ocidente era dramática. Isso, por si só, era um indicativo de quão fracassado era o sistema econômico ao qual os países do Leste Europeu aderiram durante a era soviética.

Ainda assim, a pergunta permanece: por que havia tanta pobreza, tanta escassez e tanto racionamento em um país abundante em recursos naturais?

A ciência econômica é o estudo da alocação de recursos escassos por meio do sistema de preços livres. Os preços livremente formados indicam quais recursos estão escassos, quais estão em abundância, e quais recursos devem ser primordialmente alocados para um determinado setor em vez de para outro setor (confira uma explicação detalhada e sucinta aqui). Em suma, trata-se do estudo da alocação de recursos escassos que possuem vários usos alternativos.

A eficiência, portanto, é uma preocupação primária quando objetivo é o progresso econômico.

Em um ambiente de planejamento centralizado, não há sistema de preços livremente formados. Os preços são estabelecidos por burocratas do governo. Sendo assim, é impossível saber quais recursos são escassos e quais são abundantes. Também não há a busca pelo lucro. Logo, é impossível saber em qual setor há uma maior demanda do consumidor, necessitando de mais investimentos para expandir a produção. São os vários burocratas do estado que têm a tarefa de planejar toda a economia e, consequentemente, de fazer toda a alocação de recursos escassos. (Confira aqui).

É absolutamente impossível burocratas saberem como alocar adequadamente os recursos escassos de todo um país, não importa quão espertos, sábios e sensatos eles sejam. Escassez e racionamentos são uma das consequências de uma má alocação de recursos escassos.

Já o livre mercado, por meio das múltiplas e espontâneas interações entre empreendedores e consumidores, é capaz de direcionar eficientemente a alocação de recursos escassos por meio deste incrível processo de oferta e demanda. É exatamente por meio do sistema de lucros e prejuízos (a busca pelo lucro e aversão ao prejuízo) que a eficiência econômica é estimulada, algo impossível de ocorrer sob o socialismo.

Devido à busca pelo lucro, o capitalismo estimula a inovação. A inovação leva ao progresso e a um aumento no padrão de vida. Mas o progresso e o ambiente que oferece aos seres humanos um alto padrão de vida não podem ser criados sem o capital que irá transformar recursos primários em bens de consumo que aumentam nosso padrão de vida. E o capital busca ambientes em que é bem tratado: ambiente de menor regulação, de menor intervenção estatal e de menor tributação. Em suma, o capital se move para onde há mais liberdade econômica.

Comunismo, socialismo, fascismo ou qualquer outro sistema controlado pelo governo não possui o incentivo da busca pelo lucro. As pessoas, que são os recursos humanos, não têm o estímulo de incorrer em atividades empreendedoras quando a recompensa é proibida (a menos que seja no mercado negro). Elas aceitam que o estado e seu aparato burocrático controlem sua vida e ditem seu destino. Não há capital, não há investimentos que produzem bens de consumo que elevam o padrão de vida.

Consequentemente, o padrão de vida se torna dramaticamente menor que na maioria dos países mais capitalistas, e a pobreza é acentuadamente maior. O país que adota um sistema coletivista se afunda em uma armadilha econômica e social da qual é difícil de sair. Somente o capitalismo pode salvar uma nação do fracasso de seu planejamento econômico centralizado.

O capitalismo nos ajuda a ser indivíduos melhores

De uma maneira pavorosamente similar ao velho estilo de vida soviético, uma típica família da Venezuela possui preocupações cotidianas que nós já temos como superadas. Elas acordam diariamente preocupadas se conseguirão encontrar algo para comer, onde conseguirão, e como pagarão por isso. Além de se preocuparem com como e onde conseguir comida, ainda têm de se preocupar se haverá itens básicos nas prateleiras dos supermercados (que já se encontram sob controle estatal), se encontrão papel higiênico, se conseguirão remédios básicos, se haverá sabonete, e se conseguirão manter seus filhos minimamente nutridos.

Nós, que temos a sorte de viver em um sistema de mercado relativamente livre, não temos esse tipo de preocupação. Vamos diariamente ao nosso trabalho, vemos televisão, gastamos horas de lazer com Netflix ou nas redes sociais, ficamos com nossas famílias, lemos livros, escolhemos o que e onde comer, podemos nos locomover de maneira extremamente barata via aplicativos de transporte, e ainda desfrutamos alguns hobbies. Em suma, temos a liberdade pessoal de praticar e usufruir uma variedade de eventos cotidianos por causa do capitalismo.

Mas há outro importante — e quase sempre ignorado — motivo para se desejar viver em uma sociedade capitalista: dado que não temos que nos preocupar com as necessidades básicas de amanhã (sabemos que sempre haverá comida e itens básicos à disposição, sem perigo de racionamento), temos mais tempo para ler, explorar e inovar. Consequentemente, somos livres para criar e implantar todos os tipos de idéias empreendedoriais, não importa quão malucas elas possam parecer à primeira vista.

Não fosse o capitalismo e a abundância que ele nos permite, nossa preocupação diária seria exclusivamente em como iríamos nos manter vivos amanhã, como encontraremos comida e como provermos nossas necessidades básicas. Apenas isso ocuparia nossas mentes. Tendo vivido na Romênia socialista, conheço bem essa sensação. Ou então pergunte a um venezuelano.

Assim, por nos fornecer diariamente acesso aos itens essenciais para nossa sobrevivência, o capitalismo nos permite estar sempre em busca de desafios, ter objetivos e metas, e nos esforçarmos para conseguir alcançá-los. Ele nos dá a liberdade de tentar coisas novas e de explorar novas oportunidades. Ele nos dá a chance de criar mais oportunidades. Ele nos ajuda a fortalecer nosso caráter, pois, quando tentamos, também fracassamos, e sem fracassos, como podemos saber que cometemos erros? Sem fracassos, como podemos saber que precisamos mudar?

A liberdade individual só pode existir em um mercado livre

Antes de imigrar para os EUA, tive de passar por um rigoroso processo. Um dos eventos memoráveis foi minha entrevista com o orientador americano que, entre várias outras perguntas, queria saber por que fugi da Romênia e por que quis vir para os EUA.

Minha resposta curta foi: 'liberdade'. E então ele fez uma pergunta interessante: "Se os EUA passarem por um período de devastação econômica, com escassez e racionamentos similares aos da Romênia, você ainda se sentiria da mesma maneira?". Não pensei muito sobre isso, e apenas respondi: "Sim, é claro, desde que eu tenha liberdade".

Hoje, olhando em retrospecto, vejo que esta foi uma resposta tola e insensata. A liberdade individual — esta condição humana básica e essencial — só pode existir em um arranjo econômico de livre mercado. Se uma economia entra em colapso, se escassez e racionamentos se tornam a rotina, não há nenhuma possibilidade de liberdade individual.

Escassez e racionamentos são criados pela intervenção do estado neste intrincado e complexo arranjo que é o mercado (a livre interação entre consumidores e empreendedores), seja por meio de controle de preços ou de uma insensata alocação de recursos.

E quando a escassez é intensa e prolongada o bastante para afetar de modo dramático a vida das pessoas, elas tendem a se revoltar. E revoltas populares geram sérias contra-reações do governo, dentre as quais (mas sem se limitar a isso) a abolição total dos direitos individuais (o direito à liberdade de expressão e de ter armas), a implantação de um estado policial e, acima de tudo, a criação de um poderoso aparato de propaganda estatal.

Sobre este último, o grande Theodore Dalrymple certa vez disse o seguinte:

Em meus estudos sobre as sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o propósito das propagandas feitas pelo regime não era persuadir ou convencer os cidadãos, nem tampouco informar; o propósito era humilhar. Consequentemente, quanto menos a propaganda correspondesse à realidade, melhor.

Quando as pessoas são obrigadas a permanecer em silêncio ao mesmo tempo em que lhe contam as mais óbvias mentiras; ou, pior ainda, quando elas são forçadas a repetir elas próprias essas mentiras, perdem todo o senso de honestidade.

Consentir com mentiras óbvias faz com que você, de certa forma, se torne também uma pessoa perversa. Qualquer resistência é erodida, e acaba sendo totalmente destruída.  Uma sociedade formada por mentirosos emasculados é fácil de ser controlada.

Por isso, é impossível haver liberdade em um ambiente cujo estado é poderoso e cuja economia é por ele controlada. A consequência lógica deste arranjo sobre a população é a contínua abolição das liberdades mais básicas do indivíduo.

O capitalismo de livre mercado é o único caminho para os direitos individuais e a liberdade, ambos os quais representam os sólidos fundamentos de uma sociedade livre. Já socialismo e liberdade são conceitos completamente antagônicos.

 


autor

Carmen Alexe
fugiu da Romênia socialista durante a Guerra Civil. Seu objetivo era a liberdade individual. Atualmente, trabalha como consultora imobiliária. Sua paixão é estudar sobre (e praticar) como viver livremente em um mundo que ainda não é livre.

  • Francisco  16/03/2018 16:47
    E como o governo está no completo controle da situação (acima de tudo, ele possui o monopólio das armas), não há nada que as pessoas possam fazer quanto a isso, o que torna a situação ainda pior.

    Esse é o principal motivo do desarmamento tão defendido pela esquerda. Nunca teve nada a ver com segurança pública, mas sim com o controla da população. A esquerda não é contra armas. Ela é contra os civis terem armas. Mas totalmente a favor de o governo (controlado por ela) ter todas as armas existentes.

    Uma população desarmada jamais conseguirá organizar um levante contra um eventual governo controlado por vagabundos vermelhos.
  • A. Franco  16/03/2018 16:52
    A propósito, a Venezuela já superou Cuba, Congo e Zimbábue e Eritréia em termos de socialismo:

    www.heritage.org/index/ranking

    Agora no pódio ela está em segundo lugar, atrás apenas da Coreia do Norte.

    Eis o pódio, em ordem crescente de socialismo:

    3º lugar: Cuba
    2º lugar: Venezuela
    1º lugar: Coreia do Norte

    Cansado de ter problemas capitalistas? Ansiando pelo Socialismo e Liberdade? Vá para um desses três países e esses problemas não lhe incomodarão mais. E aproveita que a Venezuela é pertinho.
  • Vinicius Costa  16/03/2018 16:58
    Sempre lembrando que os defensores deste modelo aqui no Brasil podem voltar ao poder em janeiro de 2019. Aliás, o mais fervoroso defensor, o senhor Guilherme Boulos, já é o candidato oficial do PSOL.
  • jackson  16/03/2018 17:05
    da até mal-estar pensar que um otário desses tem passe livre (se duvidar ate apoio) pra pleitear eleição. Brasil não é para amadores de fato
  • Fabiano Valadão  26/11/2020 13:36
    Estamos há 4 dias do segundo turno das eleições municipais de São Paulo e ele está concorrendo contra um tucano tão ruim quanto ele. E vcs aí em 2018 acreditariam se te dissessem isso?
  • anônimo  16/03/2018 17:06
    A esquerda brasileira acha que está em 1917 (os mais avançados, na década de 1950). Tem muita gente que não entende que o muro caiu.

    A esquerda brasileira é marxista, estatizante, igualitária, etc. Eles defendem tudo que deu errado e causou mais de 100 milhões de mortes.

    O socialismo e o comunismo são motivos de piada em muitos países, mas aqui conseguiu um monte de apoiadores.

    O marxismo ainda existe em muitos países, mas de forma manipulada, obscura, com fake news, etc. Aqui os caras tem orgulho em dizer que são marxistas.

    O debate se tornou impossível, porque não tem como discutir com que quer destruir o sistema capitalista. É perda de tempo discutir com petistas, psolistas, comunistas, etc.

    Enquanto a esquerda de muitos países aceitou o capitalismo, nossa esquerda parece que gosta de destruir o capitalismo.
  • Marcos Alexandre  25/03/2018 16:34
    O povo é idiotizado a cada momento pela mídia, tipo uma lavagem cerebral onde os tornam massa de manobras para o governo corrupto.
    É lamentável o que se passa no Brasil, sugiro que a galera da Mises Brasil e todos os seus membros divulguem e espalhem o capitalismo( EVANGELIZEM) os incautos, abrindo-lhes suas mentes para uma país de livre mercado.
    Eu sou capitalista e pequeno investidor na bolsa de valores, e gostaria de ver meu país com liberdade no livre comercio, e que o povo de todas as classes sociais ascenda para uma classe superior ex: classe D ascenda para a classe C ou B, classe C ascenda para a B ou classe A, e a classe A ascenda para a classe AA e assim por diante.
    Livre comercio e liberdade, libertários é o que prego aos meus amigos compartilhem a informação para que todos no Brasil saibam que existe coisa muito melhor que esta porcaria de comunismo disfarçada de democracia, onde se fala que o Brasil todos são iguais( igualdade social,religiosa,cor pura mentira ).
  • anônimo  09/11/2022 23:35
  • Marcos Alexandre  21/04/2018 17:58
    Não se esqueça que o exercito esta do nosso lado e a qualquer momento pode haver uma INTERVENÇÃO MILITAR.
    mesmo sabendo que existe corrupção nas forças armadas vide general da aviação.
    A maioria doas forças armadas querem tomar o poder dos corruptos.
    Sou a favor de não pagar impostos(sonegação liberalizada) para estes vermes, ja que não temos retorno destes impostos para a população, devemos sonegar impostos para eles sentirem na pele o que é bom para a tosse.
  • Dalton C. Rocha  16/03/2018 17:00
    Há quase 100 anos atrás, o escritor português Fernando Pessoa (1888 – 1935) escreveu: "O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós." > conservadores.com.br/o-anticomunismo-de-fernando-pessoa/

    "Quais são as pessoas que curtem a esquerda e, em espécie, o comunismo?" Geralmente os fracassados, aqueles que nunca iriam conseguir chegar onde sonhavam sem a ajuda de uma corrente política que precisa de acólitos." > subversivoxxi.blogspot.com.br/2017/07/os-crimes-de-stalin-trajetoria.html

    "Porém o suprassumo da cretinice é contestar a fidelidade de Lula ao comunismo mediante a alegação de que é um larápio, um corrupto. Qual grande líder comunista não o foi? Qual não viver como um nababo enquanto seu povo comia ratos? Qual partido comunista subiu ao poder sem propinas, sem desvio de dinheiro público, sem negócios escusos, sem roubo e chantagem?" > www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/el_mayor

    Tornar um país pobre, num país rico é raridade, mas a Coréia do Sul conseguiu tal feito, graças aos governos de dois generais de 1961 a 1988. Peço a você, que veja a palestra que começa aos seis minutos e vários segundos do site www.youtube.com/watch?v=axuxt2Dwe0A


  • Fabrício  16/03/2018 17:08
    O socialismo não é natural, não é espontâneo. O capitalismo é. Imagine o esforço monumental que seria necessário para planificar economicamente o próprio universo? Eis aí o custo do socialismo. E tudo para quê? Para destruir a ordem espontânea. Desejo de gente ruim e ruim de matemática.
  • Breno  16/03/2018 17:09
    Socialismo é dor, é sofrimento, é morte. A máxima não é "quem não trabalha não come", e sim "quem não obedece não come e se brincar ainda morre".

    Igualdade não existe em lugar nenhum do mundo. E, nos países socialistas, a desigualdade é elevada aos píncaros: existe o estamento burocrático poderoso, com vida luxuosa, e com livre acesso a bens importados, e existe o populacho faminto, mas igual em seu esfaimamento.

    No mais, nem num mesma ambiente familiar existe duas pessoas iguais. O ser humano já nasce individualista, único, e egoísta.

    No Camboja, a ditadura socialista matou pessoas pelo simples fato de usarem óculos ou serem professores ou por terem um diploma. Isso denotava uma inaceitável "desigualdade intelectual".

    Dor, sofrimento, fome e miséria física e mental são subprodutos do socialismo. Socialismo é incompatível com a vida e com a dignidade das pessoas.
  • Theodoro  16/03/2018 17:12
    Uma característica do pensamento e do discurso político contemporâneos é o triunfo da conotação sobre a denotação. Corresponde a dizer que os sentimentos ou emoções provocados pelas palavras tornaram-se mais importantes, muito mais importantes, do que qualquer significado pelo qual elas estejam vinculadas ao mundo fora de nossas mentes.

    Nesta palestra, o médico e escritor Theodore Dalrymple argumenta como o mito da igualdade de oportunidades não apenas é inalcançável como também indesejável para o desenvolvimento de uma sociedade livre e próspera, analisando os motivos pelos quais o desejo pelo igualitarismo é tão forte entre certas pessoas.

    Recomendo muito. O Dr Theodore expõe de forma visceral a gênese psicológica da ideia de igualdade de oportunidade, um dos mantras socialistas hoje em dia. Sempre acreditei que o que move psicologicamente/espiritualmente o socialismo era a inveja, e este vídeo reforçou minha crença.

  • Socialista Convicto  16/03/2018 17:14
    Escravidão é viver no capitalismo, onde eu posso viajar e comprar o que eu quiser desde que eu tenha dinheiro para tal.

    Liberdade é viver em um regime autoritário de coletivismo e mutualismo, onde eu sou obrigado a trabalhar pelo bem da sociedade.
  • Emerson  16/03/2018 21:12
    É sempre impressionante a capacidade do esquerdismo de fazer as pessoas enxergarem o oposto do que estão vendo.
  • João Paulo  16/03/2018 17:17
    Mesmo para construir estradas socialistas, pontes socialistas, escolas socialistas, fábricas socialistas, é necessário capital. Ou você vai trabalhar de graça? Os socialistas acham que sim, mas é óbvio que as pessoas não o farão por altruísmo, esperando que outra pessoa esteja lá trabalhando para produzir alimento, e que outra pessoa esteja trabalhando para produzir roupa para eu me vestir. Todos só farão isso sob ameaça de fuzilamento.

    O resultado é escravidão, com as pessoas sendo obrigadas a produzir em troca de não serem fuziladas. Caso contrário, a sociedade entra em colapso.
  • Filósofo da Unicamp  16/03/2018 18:26
    Vocês neoliberais reacionários e fascistas não têm a profundidade filosófica necessária para entender a grande sensibilidade social gerada por um sistema de racionamento.

    Entendam, reaças: em um sistema de racionamento de comida, TODOS têm sua fatia assegurada. Assim, ao passo que é verdade que não existe exuberância e nem pança cheia, também não existe fome. Este processo não só é mais justo como é mais lógico também (afinal, por que comer mais que o necessário?)

    E outra: por mais vilipendiadas que sejam por essa visão individualista do capital, as filas enormes e demoradas nada mais são do que um espaço onde pessoas de diferentes culturas, religiões, classes sociais, etc se reúnem para discutir política, filosofia, contar casos pessoais e por aí vai. Eu diria que as filas nada mais são do que uma Ágora moderna e popular. São invenções estatais que aprofundam o contato social e intensificam emocionantes experiências filosóficas.

    Ademais, esperar longas horas na fila para ser recompensado com farinha, açúcar, pão, manteiga e leite apenas faz com que a degustação destes itens se torne ainda mais prazerosa, fazendo com que o ajuntamento da família à mesa seja um momento de profunda celebração (o capitalismo e seu nefasto sistema de pronta-entrega rouba a família desta experiência).

    Infelizmente, a burguesia tem uma aversão tão grande a pobres que acaba incitando esse comportamento anti-social de demonizar as filas. Preferem ficar em suas coberturas pedindo comida pelo iPhone, privando-se do necessário contato com seu semelhante. Apenas o socialismo estimula a saudável e emocionante interação humana.


    P.S.: vocês neoliberais zombam das filas e do racionamento socialista, mas ao menos lá o pão era dado de graça pelo governo. Nada pode ser mais humano do que isso. Já aqui neste país ultra-mega-hiper capitalista o governo nem pão dá! Você tem que pagar por ele! É essa a liberdade neoliberal fascista que vocês defendem?
  • Daniel Rodríguez  16/03/2018 18:30
    Aproveitando o clima:

    Um inglês e um francês estão no museu, admirando uma pintura de Adão e Eva no Jardim do Éden.

    O inglês observa que se trata de uma paisagem tipicamente britânica, pois Adão divide a maçã com a esposa. Para o francês, por outro lado, a cena é claramente francesa, já que Adão e Eva estão nus.

    Um venezuelano que ouviu a conversa resolve se manifestar: "Desculpem a intromissão, caballeros, mas é claro que eles são da Venezuela. Não têm nada pra vestir, praticamente nada para comer e supostamente estão no Paraíso.
  • Ary  16/03/2018 18:38
    Um garoto venezuelano chega da escola faminto e pergunta para a mãe:

    – Mãe, o que tem pra comer?
    – Nada, filho.

    O menino olha para o papagaio e pergunta:
    – Então por que não comemos o louro com arroz?
    – Porque não tem arroz, diz a mãe.
    – E o louro ao forno?
    – Não tem gás.
    – E o louro no forno elétrico?
    – Não tem energia elétrica.
    – E o louro frito?
    – Não tem azeite nem óleo de soja.

    O papagaio então enche o peito e grite contente:
    – Viva Maduro!
  • BS  17/03/2018 14:40
    rsrs..
  • daniel  18/03/2018 22:43
    Uma piada da época mais dura da ditadura romena reflete todo o gênio e desolação do humor socialista: "O que é mais gelado do que a água gelada na Romênia? A água quente".

    Madri 1 MAR 2017 - 00:34 CET
    Um espião da Stasi prova diferentes disfarces, em uma imagem recuperada pelo fotógrafo Simon Menner.
    Um espião da Stasi prova diferentes disfarces, em uma imagem recuperada pelo fotógrafo Simon Menner. REUTERS
    As pessoas que viviam sob o jugo das ditaduras comunistas inventaram uma válvula de escape que lhes permitia enfrentar o absurdo, quando não o terror, de sua vida cotidiana. Não tinham nada, mas a propaganda insistia em dizer que viviam no paraíso da abundância. Era uma situação parecida à mencionada por Chico Marx em uma das melhores frases de Diabo a Quatro: "Em quem você vai acreditar, em mim ou nos seus olhos?". As piadas se difundiam e eram contadas até mesmo durante os expurgos estalinistas. Era algo tão presente na vida cotidiana que alguns historiadores suspeitavam que os regimes faziam vista grossa porque pensavam que era um inofensivo resquício da liberdade de expressão. Pareciam ignorar uma velha frase de George Orwell: "Uma piada é uma pequena revolução".

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    O ensaísta argentino de origem húngara Tomás Várnagy acaba de publicar um minucioso estudo dessas piadas, que receberam o nome de anekdot, chamado Proletários do mundo todo... Perdoem-nos!, um assunto sobre o qual o jornalista Ben Lewis escreveu anos atrás um delicioso ensaio, Hammer & Tickle (jogo de palavras que pode ser traduzido como "o martelo e as cócegas"). Uma piada da época mais dura da ditadura romena reflete todo o gênio e desolação do humor socialista: "O que é mais gelado do que a água gelada na Romênia? A água quente".

    Comparar os países do socialismo real com os EUA é tão absurdo como aquelas piadas comunistas, mas é inevitável pensar nelas quando encaramos os "fatos alternativos", a gloriosa expressão criada pela assessora do presidente, Kellyanne Conway, e o próprio Donald Trump se referindo a um atentado jihadista na Suécia que nunca aconteceu. Livros como 1984, de George Orwell, e As Origens do Totalitarismo, da ensaísta alemã exilada nos EUA Hannah Arendt, voltaram às listas dos mais vendidos. As piadas comunistas, outra lembrança dos tempos em que a propaganda tentava ser mais importante do que a realidade, também voltaram a ter notoriedade.

    Diante da enxurrada de críticas pela menção ao inexistente atentado na Suécia, Trump respondeu que o viu na Fox News, a rede de televisão ultraconservadora norte-americana, o que tem tudo a ver com essa piada do começo da ditadura do proletariado na URSS, reunida por Várnagy: "Trotsky acorda e um ajudante lhe pergunta: 'Como o senhor está hoje?'. 'Não sei', responde Trotsky, 'ainda não li os jornais". Na era da pós-verdade, é bom lembrar que a palavra Pravda, nome do jornal oficial do Partido Comunista soviético, significava "a verdade", e circulava essa anekdot sobre a precisão de suas informações: "É verdade que Kuznetsov ganhou 100.000 rublos na loteria de domingo? Sim, é verdade, mas não foi no domingo, foi na segunda. E não foi Kuznetsov, foi Ivanov. E não foi na loteria federal, mas em um jogo de cartas. E não foram 100.000, foram 100. E ele não ganhou, na verdade perdeu".

    Comparar os países do socialismo real com os EUA é tão absurdo como aquelas piadas comunistas, mas é inevitável pensar nelas quando encaramos os "fatos alternativos", a gloriosa expressão criada pela assessora do presidente

    Também é bastante atual essa piada da época em que a imprensa oficial soviética, seguindo instruções do Governo, não falava do acidente nuclear de Chernobyl para ver se tinha sorte e, com essa técnica, fazer com que ele não tivesse ocorrido. "Qual é o melhor mecanismo contra a radiação na Europa Central e Leste Europeu? A Tass, a agência de notícias oficial da União Soviética".


    "Sabe qual é a diferença entre um conto de fadas ocidental e um soviético? O conto ocidental começa dizendo: 'Era uma vez...', e o conto de fadas soviético começa: 'Será uma vez...".

    As anekdot também não poderiam deixar de falar de um dos grandes fenômenos da Guerra Fria: a espionagem. Essa piada resume a escassez na antiga URSS: "Um espião soviético é cuidadosamente treinado para se infiltrar nos EUA. Tem passaporte, fala inglês perfeitamente e domina cada detalhe de sua falsa biografia. Mas é detectado e detido no primeiro dia de sua estadia. Como? Ao estacionar seu carro retirou as varetas do para-brisas e levou-as consigo"


    'Uma delegação da Georgia visita Stalin. Eles vão em seu escritório, depois vão embora. Logo que saem, o ditador começar a procurar seu cachimbo. Abre gavetas, armários, e nada. Então ele grita para o chefe da polícia secreta:
    'Perdi meu cachimbo, vá até a delegação e veja se alguém ficou com ele.'

    Algumas horas depois, Stalin encontra, sem querer, seu cachimbo em uma das gavetas e grita novamente para o chefe da polícia secreta:
    'Tudo bem, achei meu cachimbo!'

    'Tarde demais', responde o chefe, entrando na sala.
    'Metade da delegação confessou ter pego e a outra metade morreu durante o interrogatório.''

    As anekdoty eram piadas que os cidadãos dos países sob o domínio soviético faziam sobre o próprio regime ou situações que o comunismo ali aplicado lhes faziam passar.

    Essas piadas eram a maioria das vezes repassadas do modo mais discreto possível de uns com os outros, a fim de evitar represálias da Polícia Secreta Soviética, a qual, considerando as piadas como uma "Propaganda Anticomunista", mantiveram censura e represálias absurdas, características marcantes dos regimes comunistas, sobre tais expressões de dissidência política.

    Na URSS, uma mulher vai a uma concessionária comprar um carro e o vendedor diz: "Tudo bem, em 10 anos você pode vir pegar seu carro". "De manhã ou à tarde?", questiona a mulher. "Que diferença faz?", pergunta o vendedor. "O encanador vem de manhã", responde a mulher.

    'Stalin lê seu relatório ao Congresso do Partido. De repente, alguém espirra. "Quem espirrou?" Silêncio. "A primeira linha! De pé! Atire!" Eles são fuzilados, e ele pergunta novamente: "Quem espirrou, camaradas?" Nenhuma resposta. "Segunda fila! De pé! Atire!" E estes são fuzilados também. "Bem, quem espirrou?" Por fim um grito soluçante ressoa no salão do Congresso, "Foi eu!" Stalin diz: "Saúde, camarada!"'


    'Na América, você sempre acha um partido.
    Na União Soviética, o partido sempre acha você.'


    Na época da União Soviética, um cachorro Americano encontrou-se num canil no Reino Unido com um cachorro Polonês e um cachorro Russo, e conversando, explicou como funcionavam as coisas na terra dele:
    -Funcionava assim, quando eu estava com fome, eu latia, se não aparecesse ninguém, eu ficava latindo direto até que aparecia alguém e me trazia um bife.
    Aí o cachorro Polonês falou: -O que é bife?
    E o cachorro Russo: -O que é latir?

    Um cidadão soviético correu pro escritório local da KGB e pediu pra fazer um boletim de ocorrência.
    -Pronto. O que foi que aconteceu, cidadão? (disse o oficial que anotava)
    -Meu papagaio de estimação sumiu.
    -E você veio até aqui só pra reportar isso? Porque não reportou simplesmente pra sua policia local?
    -Sei lá, eu apenas queria que se vocês o achassem, soubessem que eu não concordo em nada com as opiniões dele sobre o regime.

    "Quando os universitários americanos são questionados sobre o que querem fazer depois de se formarem, eles respondem: 'Ainda não sei, não decidi'. Os russos respondem à mesma questão dizendo: 'Não sei, não me disseram'."

    Eufórico, um amigo diz a outro ter conseguido emprego em Moscou, no topo da sino de Ivan, o Grande. Ficar lá em cima esperando para dar as badaladas da Revolução Mundial. "Deve ser tedioso", argumenta o outro. "É, mas é um trabalho para a vida inteira".
    Na URSS, um secretário escuta gargalhadas no gabinete de um juiz. Entra e pergunta o que está acontecendo:
    - Acabei de ouvir a melhor piada da minha via.
    - Então, me conte.
    - Não posso, acabei de condenar uma pessoa a cinco anos de trabalhos forçados por fazer isso.


    No Gulag, um prisioneiro, condenado a 15 anos, reclama que é inocente. Seu companheiro de infortúnio: "É mentira, os inocentes são condenados a apenas cinco anos".


    "Qual a diferença entre um dissidente soviético e um agente da KGB? O dissidente inventa as piadas, o agente da KGB as espalha." Como toda anedota, essa pegadinha explicava a razão pela qual, sob Kruchev, pararam de prender os contadores de piadas. Era inútil contê-las. Se um funcionário da KGB ouvisse alguma, tinha de descrevê-la num relatório entregue aos superiores, que o repassavam aos secretários-gerais. O resultado é que mais de 50 burocratas conheciam as piadas e iam contar aos familiares e amigos. Era impossível conter o humor, inerente à comunicação humana, sobretudo porque acabava reciclado e divulgado pelos próprios apparatchiks (integrantes do aparato estatal).

    A pesquisa de Lewis foi incansável. Ele percorreu arquivos, entrevistou personagens de todas as épocas, visitou a Romênia, a Hungria, a Polônia e a Tchecoslováquia. As piadas húngaras e polonesas eram simpáticos pastelões, as stalinistas, de um cinismo impiedoso, mas as romenas, sob Nicolae Ceausescu, no seu misto de luto e crueldade, surgiam insuperáveis. "Quando foram lançadas as fundações da economia romena? Nos tempos bíblicos. Jesus foi colocado na cruz, mandaram que ele abrisse os braços e bateram um prego em cada mão. Então disseram: 'Por favor, cruze os pés. Só tem mais um prego'.

    1. A piada mais curta: comunismo.
    2. Em seu discurso, o orador diz que o comunismo já desponta no horizonte. Um espectador pergunta:

    - O que é "horizonte"?

    - É uma linha imaginária, onde o céu a terra se juntam e que se afasta de nós à medida que tentamos nos aproximar dela.

    Na pauta da reunião do partido de um "kolkhoz" (fazenda coletiva) havia duas questões na ordem do dia:

    a) construção de um barracão;

    b) construção do comunismo.

    Devido à falta de tábuas, decidiu-se passar direto para a segunda questão.

    Um socialista, um capitalista e um comunista marcaram um encontro. O socialista chegou atrasado.

    -- Desculpem pelo atraso, tive de enfrentar uma fila para comprar salame.

    -- O que é fila? -- perguntou o capitalista.

    -- O que é salame? -- perguntou o comunista.
    O comunismo é uma ciência?

    -- Não. Se fosse ciência, seria inicialmente testada em cobaias de laboratório.

    Qual a diferença entre a matemática e o comunismo científico?

    -- Na matemática fornece-se algo e deve-se comprovar algo. Já no comunismo científico tudo está comprovado e nada é fornecido.

    O orador começa a enumerar as conquistas do "Plano Quinquenal":

    -- Na cidade X foi construída uma usina elétrica...

    Uma voz da sala:

    -- Acabei de vir de lá. Não existe por lá nenhuma usina elétrica!

    O orador continua:

    -- Na cidade Y foi construída uma indústria química...

    A mesma voz: -- Estive lá a semana passada. Não havia nenhuma fábrica!

    O orador não se contêm:

    -- E o Sr., camarada, deveria ler mais jornais e parar de bater pernas por aí!


    Por que na URSS não há desemprego?

    -- É porque todos estão ocupados: uns constroem, enquanto outros -- destroem.

    Por que os comunistas não aceitam a Bíblia?

    -- É que conforme a Bíblia, no início havia o caos que depois foi colocado em ordem pelo plano Divino. Já a experiência comunista ensina que antes existia o plano e depois veio o caos.



  • Coxinha opressor  19/03/2018 15:07
    KKKKKKKKK

    Vc é o dono desse espaço, cara... vc é demais.kkkkk

    Figuraça
  • Sérgio Moraes  21/03/2018 17:17
    Este Filósofo da Unicamp é sensacional!!!!!!
  • Renan D  16/03/2018 18:30
    Eu percebo que os defensores do socialismo usam os mesmos argumentos de um marido abusivo:

    - "Todo mundo te odeia. Vc é explorado(a). Vc está sozinho(a). Todo mundo ri de vc. Ninguém te trata bem, só o partido. O único que te ama é o partido. Se entregue pra ele."

    Se você ver bem, é muito triste.
  • Henrique  16/03/2018 20:24
    Boa tarde a todos.


    O texto diz que socialismo e liberdade são contraditórios, mas será que vocês não se esqueceram de como a polícia militar é necessária no sistema que defendem para manter os excluídos quietos e com medo? Para que não façam nada a respeito?
    Vejam os números de assassinatos cometidos por policiais na periferia.


    Abraços.
  • Meirelles  16/03/2018 20:47
    Não entendi muito bem. Você está dizendo que a PM (um órgão estatal estadual) é necessário para impedir que os pobres façam uma revolução socialista, tomem o poder e transformem o Brasil numa invejável Venezuela?

    Curioso porque, até hoje, todas as revolução socialistas (todas, sem exceção) foram feitas por pessoas de classe média alta, e exatamente com o apoio das forças armadas.

    Por favor, ilumine-nos mais com sua sapiência. Gosto de diversão de qualidade.
  • Desconhecido  16/03/2018 21:09
    "Vejam os números de assassinatos cometidos por policiais na periferia. "

    Deve ser porque está cheio de bandido lá, talvez seu politicamente correto não aceite isso, mas aposto que quando entra em uma periferia ou favela sobe correndo a janela do carro.
  • Gabriel  17/03/2018 03:22
    "O texto diz que socialismo e liberdade são contraditórios, mas será que vocês não se esqueceram de como a polícia militar é necessária no sistema que defendem para manter os excluídos quietos e com medo?"

    Que sistema é esse? Parece socialismo.
  • Charles  16/03/2018 21:10
    O povo que mais sofreu nas mãos do socialistas foram os ucranianos. Os chineses e norte coreanos são magros até hoje, mas nada se compara a Ucrânia.

    No final da tragédia socialista, teve até a explosão nuclear em Chernobyl, deixando milhares de ucranianos contaminados pela radiação.

    Até hoje tem russos enchendo o saco na Ucrânia.
  • +55  17/03/2018 16:21
    A Ucrânia antes dos anos 30 era conhecida como "o celeiro da Europa" e era mais industrializada que a própria Rússia.
    Depois da URSS dominar o país por 70 anos e destruí-lo completamente, deixou seu legado transformado-o em um país proto-socialista pior que a Rússia.
  • 4lex5andro  19/03/2020 14:12
    O que a história mostra é que parece que a Rússia odeia a Ucrânia e trata Kiev como uma província rebelde.
  • Proletário Rico  17/03/2018 12:59
    Os socialistas só entendem a linguagem da força. Falar com a esquerda é perda de tempo.

    Pelo que eu tenho observado durante meus 40 anos de vida, os socialistas só entendem a linguagem da força e da opressão.

    Não existe negociação com os socialistas. É impossível ocorrer uma negociação para ter livre mercado em troca de alguns benefícios.

    Os socialistas não aceitam o capitalismo, nem que seja próximo aos modelos sueco, dinamarquês ou norueguês.

    O socialista é um parasita que não tem interesse em preservar o hospedeiro.

    Com certeza, nós podemos encontrar milhares de conservadores e liberais dispostos a negociar e ceder algumas coisas, trocando um pouco de imposto por benefícios sociais. Já do lado da esquerda, o capitalismo é de fachada e só serve quando há formas de aumentar o poder político.

    A esquerda sempre se importou mais com o poder do que com as pessoas.
  • O Necessitado   17/03/2018 22:30
    ME AJUDEM! Por favor
    Sou estudante de Direito e nesta ultima sexta-feira, tive respectivamente as cadeiras de Direito Constitucional e Economia Politica.

    Vocês não tem a menor ideia do que eu tive que ouvir nessas 2 aulas.

    Pra começar, o professor de Constitucional, por mais de 2 horas, só falava em como a constituição deve nos garantir a educação(gratuita), a saúde(gratuita), o trabalho(como se alguém fosse obrigado a nos empregar) Falou que o Brasil só é subdesenvolvido pq o governo não atuou na redistribuição de renta, e que não investiu no social e foi muito liberal. Enfim, foram tantas asneiras q nem as relembro por completo(Imagine vc ficar 2 horas ininterruptas ouvindo um cara desses)

    Já passado o intervalo, me deparei agora com a aula de Economia Politica, ai veio a loucura total, nesta aula me foi ensinado que Keynes nos salvou da crise de 1929, e de 2008. Aprendi que para se sair da crise o governo deve imprimir mais dinheiro para incentivar a demanda(como se a demanda já não fosse infinita) Aprendi como o dumping destrói nossas industrias, me foi ensinado que a desigualdade é deletéria para a economia, que a poupança é ruim pois não há consumo, mais uma vez, se imagine no meu lugar ouvindo isso e mais tantas e tantas outras coisas q já não lembro, isso por mais de 2 horas.

    O problema é q daqui 15 dias eu tenho prova, devo eu escrever que Keynes nos salvou? e que o estado deve nos prover tudo?
    Aqui no interior onde eu vivo não consigo falar com absolutamente ngm que entenda minimamente do que estou falando. (me restou a boa vontade de vcs em me responder)

    Desculpe se é OFF, mas preciso da ajuda de vocês. Obrigado se puderem me ajudar em como proceder.

    OBRIGADO.
  • Andre  18/03/2018 01:10
    Sim, o ensinamento mais valioso do ensino superior é dissimular o que você é e pensa. A maioria da massa laboral vai trabalhar em empregos que odeia e em profissões mal escolhidas e para executar bem isso vai ajudar muito adquirir esse depressivo hábito desde cedo.
    Viver e auferir renda de acordo com seus valores tem um nome, sucesso.
  • anônimo  19/03/2018 14:16
    Muda para o curso de engenharia.

    Na engenharia tem menos professores aloprados.

  • Luis  08/05/2018 23:44
    creio q vc deve escrever o q seu professor comunista gostaria de ouvir. na verdade conhecer tão bem os argumentos esquerdistas, faz com que seja mais fácil contrapor, na ocasião apropriada. lembro de ter visto um depoimento de ben shapiro dizendo q foi aluno de muitos professores esquerdistas e hoje ele usa o diploma q eles lhe deram contra eles.
  • Laranja Mecânica  18/03/2018 12:40
    A janela de oportunidade está aberta.

    A esquerda está se auto-destruindo.

    O partido Novo é uma realidade…Até os suíços terão inveja dos nossos políticos.
  • Mauricio Antonio de Avila Macedo  20/03/2018 23:44
    A janela de oportunidades chama -se NOVO.

    PARTIDO NOVO

    Sera um tempo de curto,medio e longo prazo de mudancas estruturais .

    Com muito esforco da sociedade e privatizacoes essenciais iremos equilibrar o Brasil novamente.

    SEM BLA BLA BLA DE FILA .

    Mas trabalho direcionado, correto ,sem roubo,sem conchavos com outros paises , liberdade,simples,

    Sempre cumprindo a Constituicao Federal.

    !!!!!!!simples assim !!!!!!!!
  • Emerson Luis  15/04/2018 19:27

    Entre os mais fervorosos defensores do socialismo estão jovens mimados (de rende média para cima) que amam a liberdade irresponsável e vivem bradando que fazem o que querem e que ninguém manda neles...

    * * *
  • Mila  17/11/2018 18:32
    Esse filósofo da Unicamp ainda está no Brasil??
    Devia comprar uma passagem só de ida para a Coréia do Norte.
  • anônimo  08/10/2022 00:14
    Vcs acreditam nessa tese que a reeleição de Jair nos deixaria perto de uma ruptura institucional?

    O Congresso Bolsonaro já tem.

    E com esse congresso favorável, ele poderia aprovar emendas constitucionais permitindo reeleição infinita, elevar qtidade de ministros STF, impeachment de alguns,etc. Numa reeleição de Jair com esse congresso, vcs consideram que se concentraria poderes demais na mão dele, a ponto de ser mesmo uma ameaça?

    Obs: óbvio que Lula não é o democrata centrista e moderado que a mídia quer pintar e ele mesmo quer se apresentar. E o projeto econômico dele é um desastre.

    Mas estou questionando se o cenário atual permitiria uma possível escalada autoritária de Bolsonaro
  • Maurício   08/10/2022 13:30
    Não. A ruptura, quem já deixou claro que fará são Lula e o PT, que, com o apoio de todo o judiciário, já estão censurando absolutamente todos que os criticam.

    Ontem mesmo foi divulgada uma lista de perfis de redes sociais que o TSE irá banir pelo simples fato de criticarem o PT.

    Agora pense: nem assumiram o governo, e já têm o poder de censurar tudo e todos que lhes desagradam. Imagine então se assumirem o governo?

    Será o fim do Brasil, da liberdade, do diálogo e do dissenso. Será uma mistura de Cuba, Venezuela e Nicarágua. E com aborto geral.

    Bozo ter o Congresso não terá serventia nenhuma, pois quem manda no Brasil é o judiciário. E o judiciário apoia um bandido que possui conchavos com o PCC, com o CV, e com toda a rede de narcotráfico da América Latina.

    Com Lula na presidência, aí sim, o Brasil será irremediavelmente destruído. Com o apoio do judiciário.

    Bozo é hoje o único empecilho a essa quadrilha.

    No dia 30, afunde 22 na urna sem dó. É a sua sobrevivência em jogo.
  • Revoltado  10/10/2022 15:32
    Não. A ruptura, quem já deixou claro que fará são Lula e o PT, que, com o apoio de todo o judiciário, já estão censurando absolutamente todos que os criticam.

    Ontem mesmo foi divulgada uma lista de perfis de redes sociais que o TSE irá banir pelo simples fato de criticarem o PT.

    Agora pense: nem assumiram o governo, e já têm o poder de censurar tudo e todos que lhes desagradam. Imagine então se assumirem o governo?

    ======E crês que algum beócio da mídia tradicional se importará com isto? Dou 90% (no mínimo) de certeza que nenhuma emissora aberta divulgou o que escreveste e que ninguém do mainstream o fará até à meia-noite da 3a. Escrevo sempre: os mainstream nada opinam, por crerem que, ao menos em médio prazo, nada lhes ocorrerá e seguirão aplaudindo quando a sana censuradora do partido corrupto vier mais à tona, pois claramente os mais liberais/conservadores encabeçam a lista negra da agenda canhota.


    Será o fim do Brasil, da liberdade, do diálogo e do dissenso. Será uma mistura de Cuba, Venezuela e Nicarágua. E com aborto geral.

    =====Viveremos a ameaça de nos tornarmos uma Argentina que fala português. O fato de termos um agronegócio forte evitaria que ao menos virássemos uma Venezuela lusófona.

    Bozo ter o Congresso não terá serventia nenhuma, pois quem manda no Brasil é o judiciário. E o judiciário apoia um bandido que possui conchavos com o PCC, com o CV, e com toda a rede de narcotráfico da América Latina.

    Com Lula na presidência, aí sim, o Brasil será irremediavelmente destruído. Com o apoio do judiciário.

    Bozo é hoje o único empecilho a essa quadrilha.

    No dia 30, afunde 22 na urna sem dó. É a sua sobrevivência em jogo.

    =====Os isentões necessitam entender isso! Não apenas a sobrevivência, mas a liberdade pode ir a xeque também.
  • Bernardo  08/10/2022 13:37
    "Escalada autoritária do Bolsonaro"… E a cara nem queima.

    Petistas estão há quatro anos jurando que isso irá acontecer, e a única coisa que eu vi foi um presidente — o primeiro na história do Brasil — defendendo todas as liberdades civis, sociais e econômicas do indivíduo.

    Pela primeira em nossa história, tivemos um presidente que realmente se preocupou em defender todas as liberdades civis do indivíduo.

    Certa vez pedi para um petista citar uma única medida do Bozo que atentou contra suas liberdades civis. Apenas uma.

    Ele desconversou. Até hoje estou esperando a resposta.

    Já o PT deixa claro em seu programa de governo todas as medidas totalitárias que irá adotar, como controle das redes sociais, regulação da mídia, relativização da propriedade privada, desarmamento dos cidadãos, mais impostos e, claro, programa econômico argentino.
  • anônimo  08/10/2022 16:24
    www.correiobraziliense.com.br/politica/2022/10/5042935-bolsonaro-cogita-ampliar-numero-de-ministros-no-supremo-caso-seja-reeleito.html

    Isso aqui é Chavismo puro fi.. Por mais que o STF tenha de ter freios, existe formas melhores de impedir isso sem aparelhar ele pro outro lado e abrir um precedente de qualquer politico aumentar o numero da corte pra ficar do lado dele
  • Revoltado  10/10/2022 15:45
    "Escalada autoritária do Bolsonaro"… E a cara nem queima.

    ====Gente assim, meu caro, tem o rosto enrubescido somente quando ouvem verdades do tipo "armas não matam, pessoas ruins é que matam", "se dependêmos unicamente da agricultura orgânica, padeceríamos de fome" ou "vacinas concebidas em pouquíssimo tempo podem ser perigosas e mesmo letais". Aí sim, não apenas a face se avermelha mais do que a bandeira da China, como de semelhante modo surtam até à beira de um infarto do miocárdio.

    Petistas estão há quatro anos jurando que isso irá acontecer, e a única coisa que eu vi foi um presidente — o primeiro na história do Brasil — defendendo todas as liberdades civis, sociais e econômicas do indivíduo.

    Pela primeira em nossa história, tivemos um presidente que realmente se preocupou em defender todas as liberdades civis do indivíduo.



    ====Somos dois, amigo. Cadê os tanques nas ruas, o retorno da escravidão negra, a proibição das mulheres em continuar no mercado de trabalho ou a execução pública de homossexuais nos paredões para que todos assistam? E 2018 os progressistas do Ele Não juravam pela própria morte que seríamos uma Arábia Saudita cristã e tropical e nada!

    Certa vez pedi para um petista citar uma única medida do Bozo que atentou contra suas liberdades civis. Apenas uma.

    Ele desconversou. Até hoje estou esperando a resposta.

    =====Soças de i-Phone apenas repetem o que ouvem na mídia tradicional. A maioria é incapaz de argumentar racionalmente. Certa feita, conversando com um, este insinuava que Bolsonaro era simpatizante de Hitler. Ao comenta minha estranheza de que alguém assim viaja para Israel e até mesmo faz preces sobre o Muro das Lamentações, em Jerusalém, mostrando sutilmente quão equivocada estava o sujeito, apenas ouvi como réplica a sugestão de fazer sexo oral em Donald Trump. O mesmo tipo de afronta recebi, ano passado, de uma garota trans que seguia em rede social, sendo que nada a respeito de política falei diretamente à mesma, mas surtou, possivelmente por eu ter criticado a soltura do "descondenado" pelo ministro Fachin. Em suma, menos argumentos, mais insultos de sua parte (deles).

    Já o PT deixa claro em seu programa de governo todas as medidas totalitárias que irá adotar, como controle das redes sociais, regulação da mídia, relativização da propriedade privada, desarmamento dos cidadãos, mais impostos e, claro, programa econômico argentino.

    ======Bato na tecla de que os mainstream em nada se preocupam, pois por certamente os primeiros a padecerem as represálias serem seus opositores (nós), pensam que nada pode lhes acontecer em médio ou longo prazo. Digo também, que a mídia tradicional já está adestrada, ali muito pouco ou quase nada faria o Sapo Barbudo. É na Internet que concentrará sua maior atuação de censura. Ouso afirmar que boa parte dos que "se informam" exclusivamente pelos veículos tradicionais sequer desconfiam que tal projeto exista, ou que é apenas "teoria conspiratória".
  • Pedro  08/10/2022 21:52
    Meu caro, o Lula já tem o Judiciário do lado dele. Com sua eleição serão dois poderes nas mãos da esquerda, ai é só lançar um mensalão 2.0 e comprar a maioria no Congresso. Ou vai me dizer que você realmente acha que aquele bando de deputados eleitos que se dizem conservadores não vão se vender pelo preço certo?

    A ameaça é MUITO maior com Lula do que com Bolsonaro.
  • 4lex5andro  10/10/2022 20:13
    Por um país mais moderno.
    Em 22 é 22... sem idealismos...
    No caminho já iniciado em 19, e seguir com mais reformas e privatizações.
    O Brasil deve continuar a se endireitar em outubro e cada vez mais.
  • anônimo  08/10/2022 16:20
    Socialismo e liberdade são conceitos totalmente antagônicos! Deu para entender população Brasileira?
  • anônimo  08/10/2022 16:37
    Acredito que o Mises tem que ir a campo. As pessoas no Brasil estão CEGAS!
  • Refugiado do esquerdismo  10/10/2022 15:12
    Nao adianta ir a campo. Muitas dessas pessoas agem por mal mesmo. É aquele negocio. Eu nao tenho e quero que os outros nao tenham tambem. Por isso a importancia do sul se separar do brasil.
  • Richard  10/10/2022 17:01
    Rio Grande do Sul é puro esquerdismo. Porto Alegre é uma cidade perdida, cheia de petista. Sou a favor de separatismo. Deixar o RS virar um país (vender leite eternamente e se transformar em Venezuela); o resto do Sul com Centro-Oeste e se transformar na maior economia agrícola do Brasil. E o resto que vire um outro país qualquer aí.
  • Refugiado do esquerdismo  12/10/2022 15:15
    Sim. Concordo que o Rio Grande do Sul é puro esquerdismo porque eles foram contaminados por outras regioes. Mais note. O esquerdismo deles é menos radical do que do resto do Brasil. Com raras excessoes,boa parte quer mais estatais,empregos publicos mais nao gostam da ideia de socializar tudo,eles brigam por cargos em estatais e como mostra o resultado das ultimas eleiçoes,o Bilsonaro ganhou la apesar de muita cidadezinha votar no pt. Ja o brasil no geral é diferente. Eles sao a favor de comunismo mesmo,de tomar propriedade dos ricos,de fechar o mercado e o pais ao mundo. O sentimento nacionalista pelo brasil a fora é muito maior e sem falar que. O haucho apesar de ser esquerdista sao bem mais conservadores do que o resto do Brasil. Vc conversar com um gaucho esquerdista voce ate acha pontos em comum ao contrario de um mineiro ou nordestino. Se o sul se separar a esquerda praticamente morre no sul,porem,nao podemos dizer o mesmo do resto do Brasil. O resultado das eleiçoes comprovam isso e nao a toa que a esquerda investiu pesado em campanha politica no sudeste. Pois eles mesmo sabem que no sul o povo tem mais escolaridade,cultura e nao cai tao facil em papo de governo provedor. Nao a toa que a Dilma que é do Rio grande do sul tentou se eleger senadora em minas gerais e quase conseguiu.
  • Larry Marcos Cassol Argenta  13/10/2022 18:39
    Com Bolsonaro por um Brasil unido, democrata e com liberdade!
  • anônimo  08/10/2022 22:05
    Como questionar esses estudos que mostram baixa mobilidade intergeracional? Tem alguns mostrando que as mesmas familias ricas da suécia(sobrenome) continuam ricas a 300 anos (ou seja, antes do estado social e depois), na italia a mesma coisa, nos EUA, etc

    Basicamente a herança parece manter essa gente na elite independente do mercado ou concorrencia
  • Robson Santos  10/10/2022 13:14
    Sim claro, eu me importo muito e não durmo com isso, e basicamente concluo que todo mundo sempre fica mais pobre com os ricos mantendo sua riqueza...
  • Bolsonaro 2026  10/10/2022 20:58
    Leandro, qual sua opinião sobre as pesquisas? Se parar pra pensar, erraram gravemente em governador e senador.

    Mas pra Presidente a diferença foi de 36% com 2% de margem de erro para 43% do Bolsonaro. Aqui ainda esta ok o erro para o bolsonaro
  • Leandro  10/10/2022 23:38
    Só vejo aquelas que têm histórico de acerto: Futura, Veritá (a que mais acertou para todos os cargos estaduais), Atlas (é nova aqui, mas tem um histórico respeitável nos EUA) e, se muito, Paraná Pesquisas.

    As outras eu nem olho.
  • Bolsonaro 2026  11/10/2022 01:28
    Leandro, porque acha que as pesquisas são assim? Acha que é um erro metodológico, matematico ou economico?

    Já vi explicações que a ação humana tem tudo haver com o erro delas. Vale um artigo

    Presidente até que estava dentro do ok né, o inaceitável foi senador e governador.
    E mais engraçado: A midia disse que eles publicaram indecisos e possíveis mudanças de voto

    Ai é assim, ''20% diz que pode muda o voto na ultima hora''
    Pronto afirmando isso eles já tem defesa se o resultado for discrepante.
  • Leandro  11/10/2022 03:45
    Já conversei com estatísticos. Há um erro crasso na estimativa da população evangélica (que está em aproximadamente 35%, mas os institutos consideram abaixo de 25%), na estimativa da população com menos de 2 salários mínimos (a PNAD de 2021 diz que eram 38%, mas os institutos utilizam dados do censo de 2010, que colocavam essa população em aproximadamente 55%), e no número de abstenções (maior entre os de menor renda).

    O caso da renda é onde a divergência é maior, pois mesmo os dados da PNAD 2021 foram feitos quando a taxa de desemprego estava em quase 15%. Hoje, com o desemprego abaixo de 9%, e com o Auxílio Brasil mantido em R$ 600, esse percentual da população deve ser ainda mais baixo.

    O erro dos institutos tradicionais, que colocavam Bolsonaro com risíveis 31% dos votos válidos, está na amostragem da renda e dos evangélicos.
  • Artista Estatizado  11/10/2022 14:18
    Mas esses erros metodológicos explicam o fato das pesquisas sempre apontarem candidatos de esquerda com mais votos do que se concretiza (supostamente) nas urnas?

    Toda eleição o erro metodológico infla os candidatos de esquerda. Um erro aleatório (não sistemático) deve ser isso: aleatório.

    Me parece que o erro metodológico é escolhido intencionalmente para inflar sistematicamente a votação da esquerda.
  • Leandro  11/10/2022 15:29
    Não sei qual é a real intenção, mas trata-se de um claro erro metodológico.

    Sobre sempre subestimarem os votos da direita, isso continuará ocorrendo enquanto os evangélicos (amostra subestimada) votarem na direita e o público de baixa renda (amostra superestimada) votar na esquerda.

    Se você subestima os eleitores da direita e superestima os da esquerda, é óbvio ululante que as pesquisas serão divulgadas de acordo com este erro.
  • Felipe  13/10/2022 21:29
    Por que o FHC conseguiu tantos votos em 1994, a ponto de ter ganhado no primeiro turno? Nas eleições de 1989, Fernando Collor ganhou do Lula, mas com menos folga (e no segundo turno).
  • Marcelo  13/10/2022 23:01
    Plano Real. O Brasil vivia uma euforia total. Era a primeira vez desde o início da década de 1950 que o país tinha três meses seguidos de inflação mensal baixa.

    Ao mesmo tempo, Lula dizia que iria acabar com o real e que iria adotar o modelo cubano.

    Era um total no brainer aquele eleição.
  • Revoltado  14/10/2022 14:54
    Queria? Ou ainda o quer?

    Se tivermos de suportar um terceiro mandato, sabemos bem de quem, deveremos alçar aos mão ao céu e agradecer pelo modo Argentina, pois sem um agronegócio expressivo e boa parte das casas ocupadas por conservadores/liberais, aí correríamos bem o risco de nos tornarmos uma Cuba ou Venezuela lusófona, com a devida contribuição da wokada, claro.
  • Bolsonaro 2026  11/10/2022 20:14
    MST é o maior produtor de arroz do Brasil? Não é fake news do Lula então?

    www.bbc.com/portuguese/brasil-62746336
  • Hugo  12/10/2022 04:28
    O MST produz arroz orgânico. Quanto? Meros 3% da produção nacional total de arroz. E é o arroz mais caro que tem. Chega a R$ 10 o quilo. Só gente rica pode se dar ao luxo de comprar.

    Palmas para eles por ao menos terem esse lado empreendedor. Falo sério. Mas produzir apenas 3% da produção nacional e ainda cobrar 10 reais o quilo demonstra uma grande ineficiência.

    Entretanto, reafirmo: muito melhor produzirem arroz do que invadirem propriedade. Têm o meu apoio.
  • Imperion  12/10/2022 12:30
    Isso porque o arroz no Brasil não é produzido em latifúndios, ele é comprado pelos fornecedores. Daí se pega o grupo todo do MST e sai se falando que são os maiores produtores.
  • Paulo  11/10/2022 20:55
    Eu acredito que a maior fonte de erro venho das abstenções e nulos.. Se você pegar as pesquisas elas até deram certo aproximadamente os números de primeiro turno (32%-34% do total de votos para o bolsonaro).. Os validos sim que erraram, junto dos nulos e abstenções que podem ter mudado a balança dos válidos
  • Estado máximo, cidadão mínimo.  12/10/2022 12:21
    Aqui:

    pt.m.wikipedia.org/wiki/Lista_de_elei%C3%A7%C3%B5es_presidenciais_no_Brasil

    Pegue as eleições de 2002 para cá. Veja que as taxas de comparecimento sempre ficam em torno de oitenta pontos percentuais. Brancos e nulos, quase sempre na faixa de dez pontos percentuais no primeiro turno. Neste ano não foi muito diferente...

    sig.tse.jus.br/ords/dwapr/seai/r/sig-eleicao-comp-abst/home?session=32401762149490
  • Artista Estatizado  12/10/2022 13:19
    A maior fonte de erro vem da vontade dos institutos de pesquisa de turbinar os votos da esquerda.
  • Imperion  12/10/2022 22:26
    Vai ser a pá de cal na era do petróleo, carvão. A energia da fusão é mil vezes maior que a da fissão nuclear, que já é mil vezes maior que a queima do carvão.

    Como a energia é um produto, ocorrerá uma super oferta, e os preços vão lá em baixo no longo prazo.

    realidadesimulada.com/150-milhoes-de-graus-celsius-china-finalmente-ativa-seu-sol-artificial
  • Ex-microempresario  18/10/2022 22:59
    Não me leve a mal, mas eu escuto que a geração de energia por fusão será uma realidade "em breve" desde que tinha quinze anos, e já estou chegando nos sessenta.
  • anônimo  19/10/2022 13:29
    Kkk .
    É porquê o pessoal promete muito e faz pouco.
  • Felipe  21/10/2022 01:42
    Essa postagem mostra a alteração que tivemos no PIB per capita em dólar americano corrente.

    Como podemos analisar isso? Eu particularmente prefiro esses dados ajustados pela PPP.
  • Desmistificador  21/10/2022 12:55
    Uma rápida googlada e já se vê que os dados que não batem. Foram claramente manipulados por motivações político-paritdárias-eleitoreiras.

    Peguemos o caso do Brasil:

    Em 2019, o PIB per capita foi 8,6 mil dólares.

    tradingeconomics.com/brazil/gdp-per-capita

    Já o gráfico que você postou dá aquele inflada marota no valor apenas para logo depois dizer que houve uma queda.

    Mais: o PIB de 2022 ainda NÃO SAIU. De onde ele cravou aquele valor de de 8,8 mil dólares?

    E detalhe: mesmo este valor de 8,8 mil dólares já é MAIOR que o PIB per capita de 2019, que foi de 8,6 mil dólares.

    E mais: ao fim de 2019, o dólar estava em R$ 4. Hoje, está em R$ 5,20. E a população, é claro, aumentou.

    Se o PIB per capita em dólares aumentou mesmo com o dólar encarecendo (fenômeno mundial) e a população crescendo, então temos um fenômeno.

    Ah, sim, os dados da Argentina, é claro, estão bizarramente errados:

    tradingeconomics.com/argentina/gdp-per-capita

    O malandro transformou uma queda em um gigantesco aumento.

    O do Chile também está errado, mas os dados param em 2021:

    tradingeconomics.com/chile/gdp-per-capita

    Em suma, nada se salva.


    P.S.: Aliás, isso é Fake News total, como comprovado acima. TSE vai mandar apagar? Haverá alguma punição?
  • Revoltado  21/10/2022 14:10
    Fake news só é malévola por aqui se desfavorece ao ser humano mais honesto, blindado e protegido, que sabemos bem quem é.
  • Breno  24/10/2022 20:04
    Pessoal, uma dúvida: quais seriam as consequências de uma estatização ou reestatização da telefonia, distribuição de água e eletricidade?
  • Vitor  24/10/2022 20:20
    Fim das comunicações, escassez de água (e, onde ainda houver, a agua será suja, como era da Cedae), e todo mundo no escuro, voltando à luz de vela.

    Em suma, um regresso às condições de vida do século XVIII.
  • Nikus Janestus  25/10/2022 22:24
    Estatizar esses setores significa dar ao Estado a responsabilidade de gerenciar aquilo que não é capaz de gerenciar, simples assim, e vai de acordo com às teorias do Mises em relação ao "cálculo econômico sob o socialismo", que é o que ocorre em qualquer setor estatizado em base da violência e coersão contra qualquer concorrente.

    Já quantos aos resultados exatos, você mesmo deve chegar a sua própria conclusão, mas o fato é que às coisas piorariam de uma forma ou de outra, apesar de eu não ter uma visão apocalíptica da forma ao qual o indivíduo denominado de "Vitor" aí expressou.

    Estatizar e criar um monopólio em um setor significa criar uma responsabilidade para individuos de gerir um negócio autoritário e lucrativo para eles mesmos, e enquanto houver autoritarismo em qualquer lugar, às vozes de oposição e concorrência serão caladas, o que significa que os indivíduos serão obrigados a conviver com a situação proposta por tal autoritarismo sem poderem buscar por concorrentes no mesmo lugar.

    Burocratas não podem calcular os preços exatos das coisas, pois o valor é subjetivo e criado por meio da comunicação entre inúmeros indivíduos, isso é, entre os consumidores e ofertantes. Criar um monopólio com base na coersão e com sustento na espoliação significa que a empresa responsável por gerir tal negócio poderá impor o que quiser em seus produtos sem temer seus consumidores, e mesmo se ninguém quiser seu produto, eles não terão nada a perder já que estão sendo sustentados por um sistema que esbulha dos indivíduos.

    Já quanto ao cálculo econômico, é importante enfatizar que será impossível, pois haverão humanos egoístas e limitados controlando o setor como um todo, o que significa que ofertarão seus produtos pelo preço que quiserem e da forma que bem entenderem. Nesse caso, irão, ou irão impor preços absurdos, ou irão tomar prejuízo para atenderem objetivos impostos por políticos, ou irão definir seus preços baseado nos preços estabelecidos em mercados livres. Mas haverá outros problemas também: o quanto essa empresa produzirá? Quantos trabalhadores haverão? Os burocratas geralmente não ligam para isso, e irão estabelecer seus objetivos baseado nas opiniões de seus controladores.

    Resumindo: Enquanto no livre-mercado, o preço, a qualidade, e a quantidade dos produtos e trabalhadores são definidos em relações comerciais entre consumidores e ofertantes produtivos independentes, na estatização socialista tudo isso será definido de acordo com os caprichos dos burocratas, impedindo o cálculo econômico correto.

    Já na estatização sem monopólio, às estatais ainda poderão potencialmente ser competentes dentro de seus respectivos mercados, desde que não se acomodem muito com dinheiro do governo, mas aí já seria praticamente uma empresa privada com "estatal" apenas no nome...
  • Breno  25/10/2022 20:04
    Considerando o período em que a telefonia era estatizada: além do fato de que era extremamente caro, que precisava registrar como ativo no imposto e que demorava 1 ou 2 anos pra ser instalada, como era a qualidade do serviço, por curiosidade?
  • Bruno  26/10/2022 13:53
    Funcionava bem apenas ligações urbanas. Interurbano era caríssimo. Mesma a classe média alta só ligava para seus familiares no interior em horários específicos do dia, quando era mais barato.

    Também não havia penetração. Dependendo do local em que você morava, simplesmente não havia linha. Você tinha de ir a um ponto específico da cidade e ficar numa fila para conseguir falar com alguém.

    Por fim, a taxa de desconexão (a famosa "caiu a ligação") era altíssima. Quando você conseguia conversar com alguém, era sempre um suspense. A qualquer momento a ligação podia cair e você não mais conseguia falar com a pessoa naquele dia.
  • Felipe  26/10/2022 16:48
    Tinha a questão também dos orelhões, os telefones públicos. Na minha infância eu já cheguei a tentar usar alguns, muitos sumiram. Já vi um orelhão sendo usado como ninho por Turdus leucomelas (sabiá-barranco), o que depois foi retirado.

    Não peguei a época das estatais e sim o início da popularização dos telefones celulares.

    Se não me falha a memória, o regime de privatização das telecomunicações foi por concessão, ou seja, a linha é do governo e a empresa privada escolhida tem um monte de regulação. Deve ser assim ainda.

    E eu sou obrigado a ver o Fernando Haddad falando que a privatização no setor deixou os serviços mais caros, lá no debate dos candidatos ao governo de São Paulo.
  • Revoltado  27/10/2022 10:49
    E já tive o desprazer de ver playboyzinho canhoto descer o cacete nas privatizações dos anos 90 (sendo que o mesmo vivia, se muito, a pré-adolescência à época), ignorando olimpicamente que, não fosse o processo (parcial, diga-se) do FHC nesse período, até hoje seria bem mais caro o distinto obter um i-Phone como o que possui, e isto porque aparentemente, seu aparelho não é dos de última geração, mas que mesmo assim não sairia por menos de seus R$ 3.000,00.
  • Lucas  27/10/2022 01:26
    Peguei o final dessa época, acho que um ano antes da privatização.

    Telefone fixo, como disseram, em ligações locais funcionava razoavelmente bem. Vez ou outra tinha problema de cair a ligação ou o som ficar muito baixo, mas na época nem encarávamos isso como "problemas", simplesmente aceitávamos como "características" do serviço.

    Agora, celular era simplesmente horrível! Na maioria das vezes tinha chiado na ligação, sinal fraco, ligações caíam com frequência ou, dependendo do lugar, era simplesmente impossível fazer ou receber ligações porque estava "fora de área". Sem falar que era caro, então ligações de/para celular era apenas se fosse algo muito urgente.


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