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Os gastos do governo federal americano cresceram mais sob George W. Bush e Reagan do que sob Obama

Agora que 2016 já se foi e Barack Obama é coisa do
passado, podemos analisar quanto os gastos do governo federal cresceram sob sua
administração.

E os dados são interessantes: durante seus oito
anos, Obama jamais conseguiu superar os enormes aumentos dos gastos
governamentais ocorridos durante os governos Reagan e George W. Bush. Com efeito,
Obama nem sequer chega perto.

Quando examinamos a trajetória dos gastos federais sob
Obama, descobrimos que estes aumentaram 15,8%, saindo de 3.3 trilhões de dólares
no último ano de Bush (2008) e indo ara 3,8 trilhões no último ano de Obama
(2016).

Utilizando este mesmo método, descobrimos que os
gastos federais aumentaram incríveis 33,3% desde o último ano de Bill Clinton
(2000) até o último ano de Bush (2008).

O primeiro gráfico mostra quanto os gastos federais
cresceram — em termos percentuais e já descontada a inflação de preços —
durante o mandato de cada presidente desde Nixon.

spending2_1.png

Gráfico
1: aumentos percentuais nos gastos federais, já descontada a inflação de preços,
durante o mandato de cada presidente americano desde Nixon
(Fonte: US Office of
Management and Budget, Federal Reserve
, ajustado para a inflação utilizando
o CPI para consumidores urbanos)

O democrata Lyndon Johnson — o predecessor de Nixon
e que assumiu a presidência no final de 1963 após o assassinato de John Kennedy
(ficando até o final de 1968) — é disparado o maior gastador desde a Segunda
Guerra Mundial. Ele aumentou o orçamento federal em 40% durante seus 5 anos de
governo — uma façanha impressionante.

Johnson combinou aumentos maciços nos gastos
militares (com a guerra no Vietnã) e nos gastos sociais (com a criação da sua Grande Sociedade). Conjuntamente,
ambas as políticas levaram a uma enorme expansão no tamanho e no escopo do
governo federal.

Logo após o democrata Johnson, os republicanos Gerald
Ford, Ronald Reagan e George W. Bush aparecem como os mais pródigos presidentes
dos EUA, com W. Bush, de certa maneira, copiando a agenda de Johnson, ampliando
tanto os gastos bélicos quanto os sociais — nos EUA, tal política é conhecida
como guns and butter (armas e
manteiga).

Foi George W. Bush, afinal, quem ampliou
estrondosamente
o programa Medicare
— programa de responsabilidade da Previdência Social americana que reembolsa
hospitais e médicos por tratamentos fornecidos a indivíduos acima de 65 anos de
idade, e que, sob Bush, passou a subsidiar a compra de remédios –, o qual foi criado exatamente por Johnson.

E foi também W. Bush quem quis ser conhecido como o “presidente
da educação
“, chegando a mais
do que duplicar os gastos do Ministério da Educação
(que os republicanos
haviam jurado abolir), algo que nenhum outro presidente jamais havia feito.

Enquanto isso, os gastos bélicos do governo Bush —
com a invasão do Afeganistão e do Iraque — aumentavam anualmente, e a
um ritmo alucinante
.

Ademais, a maior parte desse crescimento nos gastos
ocorreu quando o Partido Republicano controlava tanto o Congresso (Câmara e
Senado) quanto a Casa Branca, de 2001 a 2006. Durante este período de seis
anos, os gastos federais aumentaram 26%.

Já com Obama, no entanto, os gastos federais se
mantiveram relativamente estáveis entre 2009 e 2016. Grande parte daquele
aumento de 15,8% durante os dois mandatos de Obama pode ser atribuída ao grande
salto nos gastos federais que ocorreram no final de 2008 em decorrência da crise financeira.

Vale lembrar que, nos EUA, o ano fiscal de um
presidente só começa 8 meses após a
sua posse. Sendo assim, quando Obama assumiu a presidência em janeiro de 2009,
ele ainda teve de trabalhar com um orçamento aprovado pelo governo Bush e que
vigorou até 30 de setembro de 2009. Portanto, em termos práticos, Obama só
assumiu o controle do orçamento em outubro de 2009.

Isso significa que estes cálculos de certa forma amplificam
os gastos de Obama e atenuam os gastos de Bush. Foi Bush quem implantou os
grandes pacotes de “estímulo” — como o socorro às montadoras americanas –, os
quais foram incluídos no orçamento de 2009, mas que realmente foram criados em
1º de outubro de 2008, ainda antes da eleição de Obama. Por motivos de
simplicidade, todos esses gastos serão atribuídos ao governo Obama, uma vez que
eles aparecem no ano fiscal de 2009. No entanto, mesmo fazendo isso, o
crescimento dos gastos sob Obama, de 15,8%, o coloca em quarto lugar, atrás de
Reagan, W. Bush e Ford.

O gráfico abaixo mostra os gastos federais —
corrigidos pela inflação — para cada ano, com o último ano do mandato de cada
presidente sendo destacado.

spending1.png

Gráfico
2: total anual dos gastos federais, já descontada a inflação de preços, durante
o mandato de cada presidente americano desde 1968
(Fonte: US Office of
Management and Budget, Federal Reserve
, ajustado para a inflação utilizando
o CPI para consumidores urbanos)

Só de correr o olho no gráfico é possível notar que há
óbvios períodos de crescimento mais robusto nos gastos federais, especialmente
durante os anos Reagan e George W. Bush. O crescimento tem sido praticamente ininterrupto,
com apenas alguns anos mostrando uma redução ou contenção pontual, como
1986-1987, 1992-1993, 2006-2007. Já
de 2011 a 2014, a redução foi contínua.

Por fim, tambem é possível ver que a taxa de
crescimento média anual dos gastos durante o mandato de Obama também é menor
que a dos governos Reagan e W. Bush, com este último assumindo a liderança com
uma taxa de crescimento médio anual de 3,6%. (Bush, no entanto, está bem abaixo
de Ford, que em seu curto mandato aumentou os gastos a uma taxa média anual de
9%). Embora Obama tenha começado seu mandato com um enorme aumento de 18% em
2009 (implantado por Bush ao final de seu governo), as reduções nos anos
posteriores fizeram com que o aumento percentual médio fosse de apenas 2%.

spending6.png

Gráfico
3: taxa média de crescimento anual nos gastos federais durante o mandato de
cada presidente

Ademais, em termos da dívida, dado que quem faz praticamente todo o orçamento do primeiro ano de um
presidente eleito é o presidente anterior (como explicado acima), temos que o legado Bush inclui a
dívida de 2009. E esta estava
em 12 trilhões
ao final de 2009.

Ou
seja, quando Bush assumiu o governo, a dívida era de 6 trilhões. Quando ele
saiu, era de 12 trilhões. Atualmente, ela
está em 20 trilhões
.

Em
porcentagem do PIB, Bush elevou a dívida
de 57% para 87%
. E Obama, de
87% para 104%
. (Reagan elevou de 32,2%
do PIB em 1981 para 52,9% em 1989
, o maior aumento percentual de todos).

Se essas tendências — especialmente a dos anos
George W. Bush e Reagan — servirem como indicadores futuros, então todos devem se preparar
para grandes aumentos dos gastos federais durante o governo Trump.

Afinal, Trump não forneceu qualquer indicação de que
irá cortar gastos federais. Durante sua campanha, corte de
gastos nunca figurou em sua plataforma
. Com efeito, ele falou apenas em
elevar os gastos, seja para projetos de infraestrutura
ou para novos
programas militares
.

Recentemente, Trump anunciou que está planejando
cortar impostos. Mas isso apenas redireciona o fardo dos gastos governamentais
para os pagadores de impostos futuros, que terão de arcar com o aumento da
dívida, e para os detentores de dólares americanos, que terão seu poder de
compra reduzido em decorrência da inflação resultante de maiores déficits orçamentários.

Ademais, e tão importante quanto, os gastos do
governo são, por si sós, um fardo sobre a economia, independentemente do nível dos
impostos. (Ver a explicação
detalhada aqui).

Obviamente, os gastos governamentais não são a única
medida pela qual um presidente deve ser julgado. As regulações estatais sobre
as empresas aumentou incomensuravelmente durante os dois mandatos de Obama, o
que fez com que empregos pagando bons salários deixassem de ser criados,
empresas deixassem de ser abertas, e investimentos deixassem de ser
concretizados. Regulações estatais destroem escolhas, oportunidades e riquezas.
Adicionalmente, os ataques governamentais às liberdades civis — como a guerra às drogas e os
programas de vigilância dos cidadãos americanos –, ambos intensificados pelo
governo Obama têm de ser considerados, bem como as desastrosas políticas externas
de todos esses presidentes, como as guerras e intervenções externas que criaram
a atual horda de refugiados e revigoraram o radicalismo islâmico.

Se o governo Trump de fato for bem-sucedido em fazer
retroceder as regulações governamentais, tornando mais fácil abrir e manter um
negócio nos EUA, bem como ter um emprego e um salário, isso pode vir a ser o
raio de esperança que muitos de seus apoiadores vêem em Trump. É bastante improvável
que ele venha a cortar gastos. E caso ele de fato eleve tarifas de importação e
aumente os déficits do governo, esse raio de esperança dificilmente irá se
concretizar.

Conclusão

Por fim, vale ressaltar essa falácia, tão frequentemente
repetida, de que o Partido Republicano é um partido conservador que defende um
governo pequeno e restrito. Essa mentira é repetida tanto por republicanos —
como auto-engano — quanto por democratas, que ainda parecem acreditar que o
Partido Republicano está comprometido com cortar os programas sociais e deixar
os aposentados sem remédios e pensões.

Ao se analisar o comportamento dos gastos federais,
é fácil notar que o mito de que presidentes republicanos querem governos
restringidos e defendem cortes de gastos e orçamentos equilibrados é apenas
isso: um mito.

Quem ainda acredita que candidatos republicanos representam
reduções nos gastos do governo, equilíbrio fiscal e mais “responsabilidade pessoal”
é alguém que vive em outra dimensão desde a década de 1970. É simplesmente impossível
inferir isso olhando o histórico.

Ao final, a impressão que se tem é a de que
republicanos são apenas democratas desonestos. Os democratas ao menos têm a
hombridade de dizer na cara dos eleitores: odiamos a liberdade e o livre
mercado, e queremos um estado inchado e provedor; portanto, mandem-nos para
Washington para que possamos acabar com ambos. Já os republicanos falam
bastante sobre o quanto defendem a liberdade, o individualismo, a
responsabilidade pessoal, um governo enxuto e limitado, e um orçamento equilibrado.
E, no entanto, quando vão para Washington, alimentam a besta e a fazem crescer
muito mais do que os democratas.

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Para
entender por que o governo Clinton foi economicamente o melhor, veja este
artigo:

Governos de esquerda que
adotam reformas liberais

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96 comentários em “Os gastos do governo federal americano cresceram mais sob George W. Bush e Reagan do que sob Obama”

  1. Mas…Mas…Os políticos sempre falam a verdade e são eleitos para servir aos cidadãos! Jamais trairiam aquilo que prometeram durante a campanha para consolidar seus projetos de poder!

    -fim da ironia-

  2. Bom,o fato é que diziam que o Trump iria sofrer resistência no próprio partido republicano,mas o que estamos vendo é que ele tem conseguido aprovar todos os nomes que envia ao congresso,incluindo nomes extremamente polêmicos.Trump cumprirá suas promessas de gastar com infraestrutura,muro,defesa e veteranos,sem ser molestado por republicanos.Senadores e deputados republicanos não tem identidade própria e se conformam até com pessoas como Trump. Nada se parece mais com democratas do que republicanos.A única coisa que os separa é a questão do aborto,aquecimento global e a imigração,já que os democratas não gostam muito de deportar.

  3. Contra fatos não há argumentos. Os republicanos aumentaram os gastos governamentais, mas o que me deixa intrigado é porque os democratas, que são socialistas, reduziram os gastos? Hoje vemos fenômenos estranhos, como alguns dizerem que os EUA estão contra o livre comércio e a China a favor.

    Tudo um grande teatro patrocinado pela mídia esquerdista.

    Desde 1990 os socialistas e comunistas deram uma trégua ao livre mercado até que consigam primeiro tomar as rédeas de um governo mundial. A maioria sabe que o socialista não funciona, mas alguns pensam que um socialismo mundial impediria que as pessoas percebessem isso, já que não teriam como observar o que acontece em outros países não socialistas.

    O socialismo não funciona, mas é ótimo para manter ditaduras.

    Eu acredito que os republicanos erraram mantendo um populismo, mas Ronald Reagan, por exemplo, teve vários acertos.

    Provavelmente é a democracia somada a burrice do povo e isto tem um custo alto. Os políticos acabam tendo que comprar votos pra se manter.

    Seria inteligente votar em democratas levando em consideração apenas o fato de que eles tiveram o aumento dos gastos governamentais menor?

  4. Como Refutar o ANCAP:

    Primeiramente imposto é roubo sim, não há defesa moral para isso, não há como negar isso!

    O máximo que você pode fazer, é justificar a imoralidade para evitar outras imoralidades….

    Ou seja, a imoralidade do imposto é justificada para evitar as outras imoralidades que a ausência do mesmo causaria…

    E quais imoralidades? Bem, isso que eu queria saber também, deixo essa difícil tarefá para quem insiste em tentar refuta-lo.

    Quero dizer que, se for pra tentar refutador o ANCAP, que parta dessa premissa, a única premissa correta que leva a um real debate sobre a imoralidade da violação do direito de propriedade.

    Ao invés de ficar usando argumentos de jovens comunistas de 16 anos, que ficam naquele -”mas E SE?!’ e se… e SE?”’- parecem crianças querendo provar a existência de dinossauros na terra, ficam inventando uma situação mega hipotética e muitas vezes improváveis pra tentar refutar o ANCAP, e pior que muitas vezes esse problema que eles tentam apontar, com ou sem estado existe de qualquer jeito, ou seja, o cara foge na discussão da imoralidade, quer descobrir problemas que o ANCAP geraria e ai sim ”justificar” a imoralidade do imposto. O problema muito desses argumentos existem com ou sem estado, mas os intelectuais de plantão não percebem isso, e querem justificar uma tremenda imoralidade com um problema que ninguém sabe se existiria, muito menos qual solução seria, já que o mercado é algo completamente criativo.

    Portanto uma imoralidade não se justifica com um problema, não é porque temos um problema de fome no Brasil que é legítimo assaltar as casas alheias para resolver isso, não é porque não tem quem plantar que devemos legalizar a escravidão….

    O melhor que pode se fazer, é argumentar algumas imoralidades que o ANCAP traria, mas imoralidades que sejam proporcionalmente mais ”imorais” do que o imposto.

    Entendem? O ANCAP tem que ter mais imoralidades do que a imoralidade da existência do estado, ai sim pode-se justificar e refutar o ANCAP… Mas repito, não consigo identificar essa imoralidades e deixo esse trabalho aos que perseguem o ANCAP e tentam refuta-lo com esses argumentos infantis!

    Eu particularmente só acredito no ANCAP, se a maioria da sociedade tivesse a mentalidade mais libertária, porque ai sim poderia ter uma cidade onde as pessoas são socialistas, outro conservadores e assim por diante… Mas primeiro acredito que as pessoas precisam ter essas mentalidades, caso contrário não vejo uma organização.

    O IMB poderia criar uma cidade, um mega condomínio com fim empreendedor para competir com as outras cidades, os socialistas poderiam criar um também, os conservadores também… Mas primeiro as pessoas tem que aceitar isso, se não vai fica muito difícil.

    E mais, eu não vejo como a maioria de vocês, eu acho que as cidades seriam empreendimentos, como um condominio onde há um dono.

    Ou você moraria em um condominio que a comunidade administra, ou você moraria em uma cidade(condominio gigante) que teria um dono, que estaria competindo no mercado para atrair mais gente pra sua cidade e ter mais lucro…Algo semelhante a isso é um shooping gigante, só que com a possibilidade de comprar os espaços ao invés de só alugar..Eu vejo o futuro dessa forma!

    Aproveitando o espaço aqui, gostaria de provocar uma reflexão sobre o direito de propriedade:

    Mises dizia que para adquirir o título de propriedade, era necessário que o indivíduo misturasse o trabalho a terra, ou seja, usasse sua força de trabalho e recurso na terra, ”demarcando” assim o espaço. Chego no matinho, planto milho, levanto a casa, boto a cerca e é isso ai!

    De fato, esse raciocínio evita relativização e é o mais sensato. Até ai tudo bem…

    Agora e o abandono da propriedade?

    Bem, eu entendo que a liberdade gera responsabilidade, e a liberdade de se ter uma propriedade lhe concede responsabilidades. Portanto, se você detêm uma propriedade, é de sua responsabilidade proclama-la e defende-la!

    Se você não proclama-la e não defende-la, logo você esta se negando o título, se alguém invadir e você nem proclamar e nem defender, tudo indica que você se desfez daquilo, deixando o lugar abandonado.

    Ai que ta o problema, vem uma família e constrói uma casa e planta milho… Como fica? Em uma terra abandonada, onde se tem somente uma cerca, onde o proprietário foi notificado, ele nem proclamou e nem defendeu a propriedade, deixou a família construir e plantar… Eu entendo que de fato a família merece o título de propriedade.

    Agora em caso de espaço público(vulgo terra de ninguém), não há discussão, como é o caso de favelas, a família construiu a casa lá, misturou seu trabalho e permaneceu por muito tempo, não tem porque o estado pedir reintegração de posse, a família não viola o direito de propriedade de ninguém ao se apropriar em um espaço público.

    A grande questão é o seguinte, pra você saber se você tem o direito da coisa, primeiro pense se você tem que violar o direito de outra pessoa para você adquirir esse seu direito.

    Direito a saúde por exemplo não existe, você tem que assaltar as pessoas(violar o direito delas) para sustentar a aquisição do seu direito. Ou seja, um jogo de soma zero, como eu posso ter direito a algo que viola o direito de terceiros? Eu tenho direito a coisa caso não viole o direito de ninguém… Isso sim!

    Mas e a questão ai do abandono? Porque principalmente em tempos da ”pedra”, eu misturava meu trabalho em uma terra e depois adquiria o título de propriedade, ai eu me mudava(tipo nomade) pra outro lugar, ai eu deixava terra la e dane-se, andava quilometros e adquiria outra propriedade.. Então imagine essa situação pra enquadrar o abandono.

    E sim, não somos proprietários de nada, o estado que diz o que é nosso logo não somos 100% propríetarios, ele apenas concede o direito de fazer deis de que ele autorize, se precisa de autorização para adquirir um direito natural, logo esse direito natural não é completo.

    Crime: Se eu fizer uma brincadeira com o seu paí que tem problema cardíaco, uma pegadinha de mal gosto que acelerasse o coração dele. Caso ele vier a falacer por isso, eu posso ser considerado um assassino?kkk

    Pense, se eu não tivesse feito a brincadeira, o veio não teria morrido.

    E se eu simular um assalto de brincadeira na rua, o sujeito corre e é atropelado por um buzão, bem é obrigação dele olhar na hora de atravessar, nada disso teria acontecido se ele fosse mais responsavel, ao mesmo tempo o panico que você causou nele o deixou desatento e desesperado, sem a brincadeira nada disso teria acontecido… Eai? Quando a vítima podia evitar mas não evitou, como faz?

    Em uma sociedade libertária seja com estado ou não, qual decisão Moral o Juiz pode ter?

    Nesses litígios, qual seria a melhor decisão?

    Por hoje é só….

    Abraços Fraternais,

    Bruno Feliciano

  5. Economista da UNICAMP

    Isso que é uma política fiscal expansionista de verdade! Não é essa austeridade que a gente tem aqui no Brasil não, e olha que nós é que estamos em ‘””desenvolvimento””…

    A diferença é que lá bons economistas como Krugman e Jeffrey Sachs tem voz ativa nos governos e nos debates, enquanto aqui a gente é obrigado a ouvir/ler lorotas dos chicago boys ortodoxos.

    Falando sobre gastos, deixo aqui um Economista da UNICAMP(letras garrafais com orgulho) humilhando mais um desses ortodoxos. Peço que ignorem o título malicioso do vídeo:

  6. Por isso que eu me defino logo de início como anarcocapitalista, pra não passar pelo constrangimento de ser tido como apoiador da direita ou do partido republicano.

  7. Lembrando apenas… Que esse aumento se dá em valores percentuais… Logo, o Obama aumentou os gastos, sob uma base que havia sido anteriormente inflada por Bush… 15% sobre 33%… Além disso, em um cenário pós-crise 2008 (onde imagino que Obama não teria como gastar mais do que gastou…)

    Se olharmos em US$, isso significa também… Que ele quem foi mais gastou em um mandato (até agora), certo? E isso, mesmo abatendo-se a inflação do período…

    Não estou discordando do artigo, apenas considerando essas 2 informações que também acredito que sejam relevantes nessa discussão….

  8. Vocês falam que o Trump não tem a pretensão de cortar gastos, mas olha… me parece que vocês estão bem desinformados.

    Sugiro que pesquisem sobre o plano de corte de 10 trilhões em gastos.

    A julgar pelo começo de mandato que ele está tendo é capaz do corte ser até maior.

    Esqueceram também de falar que os gastos no governo Obama cresceram relativamente pouco porque o PIB cresceu pouco.

    Os seus dados estão fora de contexto.

    Mas numa coisa vocês estão certos: o Bush foi um presidente péssimo.

    Ainda bem que ao que parece o Trump é quase um anti-Bush.

  9. Sem problemas. Gastos se tornam dívidas, que se tornam títulos. Logo, a China compra boa parte e estoca para deixar o dólar forte. E o que a China não comprar, o resto do mundo compra.

    Na prática quando se fala em dívida americana, tanto faz pois é paga com dinheiro eletrônico mesmo.

    Agora se ele realmente desregulamentar a economia americana do jeito que disse, podem ter certeza que irei retomar meus planos de investir naquele país, eu- e o mundo também.

  10. Conservador genuíno

    O último republicano genuinamente conservador (na economia, nas finanças e na moral) foi Eisenhower.

    De lá pra cá, foi tudo downhill para os genuínos conservadores. Reagan até fez coisas boas, mas tudo de bom no governo dele já havia sido iniciado no final do mandato de Carter. Pós-Reagan, absolutamente nada se salva. Aliás, muito pelo contrário: o governo Bush, com sua retórica mentirosa, foi o responsável por inculcar na população que a direita defende intervenções externas e subsídios para grandes empresas.

    Foi Ron Paul quem conseguiu desfazer esse mito, mas apenas por muito pouco tempo, pois hoje ele já está esquecido.

    E hoje temos Trump e o triunfo da “direita” anti-comércio e pró-nacionalismo. Só tragédia.

  11. Este é o problema do Establishment Republicano: para a sua base eles dizem que são a favor de um governo limitado mas quando são eleitos se tornam fervorosos defensores do aumento dos gastos públicos. A ala mais à direita do GOP, também conhecidos como Tea Party, são os verdadeiros defensores de uma diminuição dos gastos públicos e do escopo do governo federal. Basta acompanhar o Scorecard dos membros do Tea Party nos sites FreedomWorks, Conservative Review, Heritage Action para tirar uma conclusão nesse sentido.

  12. “O orçamento deve ser equilibrado, o Tesouro Público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda a outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver à custa do Estado.”

    Citação de Marco Túlio Cícero (55 A.c.)

    Esta citação tem 2069 anos!” > http://www.politicaparapoliticos.com.br/index.php/detalhe-noticia/762502/frases-que-valem-um-tratado-marco-tulio-cicero

  13. O Obama não gastou mais porque os renovamos ficaram em obstrução a maior parte do mandato. O segredo do Obama não é o fato com orçamento federal, mas sim o keynesianismo de abaixar juros artificialmente, salvar montadoras e imprimir títulos da dívida. A dúvida americana cresceu muito na era Obama e não sei se alguém sabe onde está todo esse dinheiro.

  14. O jornalista Reinaldo Azevedo escreveu hoje 4 textos criticando aquilo que ele chama de direita xucra,IstoÉ,aqueles que apoiam a lava jato e querem ver petistas,tucanos e pemedebistas na papuda.Cá entre nós pessoal,isso que esse cidadão escreve faz sentido ou ele tá é com medo de ver o Serra e o Alckmin na cadeia?

  15. Donald Trump será o melhor presidente dos USA, transformando-o no maior país da História humana. Isso é o que vale a pena saber. Mudando de assunto: as pessoas que participaram dos saques a supermercados, lojas, etc e assassinatos(no Brasil) serão punidas pelo estado brasileiro, pois está sendo planejada a contratação de milhões de policiais para massacrar os bandidos. Fiquem de olho nas próximas notícias.

  16. Vocês já estão arrebentando o Trump antes de ele começar.

    Vamos pensar um pouco.

    Trump enquadrou republicanos e democratas. E isto é tão verdade que vários republicanos foram contra ele.

    Trump e Ben Carson foram os únicos a massacrar o politicamente correto.

    Vocês precisam entender o que está na raiz do politicamente correto, que é simplesmente fazer com que o indivíduo não pense mais por si próprio. É TERRÍVEL ISSO.

    IMAGINEM O PRESENTE PARA OS FUTUROS DONOS DO PODER: Eles usam o jogo da liberdade econômica com o único objetivo de fazer com que as pessoas se tornem meros escravos deles. Em um momento eles dirão o que fazer e a cereja do boloca será quando eles disserem que nós não precisamos de mais nada, ele cuidarão de tudo. É muito podre isso.

    Com isso eles enganaram os MISES DO MUNDO, os LIBERTÁRIOS, os CONSERVADORES, os CRISTÃOS E ETC.

    Sinceramente, é um jogo terrível contra todos nós. Ninguém está entendendo mais nada. Mas o objetivo principal é sermos meros fantoches desses FUTUROS DONOS DO PODER. ESSE É O PRINCIPAL JOGO.

    Vamos esperar o que o Trump irá fazer, porque se ele é contra o politicamente correto ele terá que caminhar em linhas tortas para atingir o objetivo final: DESTRUIR A MENTALIDADE DO POLITICAMENTE CORRETO, PORQUE É ASSIM QUE TER QUE SER, PORQUE O MUNDO MUDOU.

    NÃO QUEREMOS MAIS QUE INTERFIRAM EM NOSSAS VIDAS, EM NOSSA LIBERDADE DE ESCOLHER O QUE É BOM OU NÃO PARA NÓS.

  17. Os neoconservadores adoram apresentar figuras como Reagan, Thatcher, como exemplos de conservadores. Essas figuras nunca foram conservadores genuínos.

    Reagan quando foi governador da Califórnia, sancionou o aborto e no fault divorce. Reagan ainda apoiava gun control (o fdp do Obama até o usou em um discurso para defender gun control).

    Thatcher era a favor do aborto.

    Ambos eram esquerdistas relativistas, contra os genuínos valores conservadores.

  18. Não estou defendendo, nem criticando o Trump, mas:

    1. A insistência em se “antecipar” que Trump irá aumentar os gastos embasado no “fato” de que ele nunca tocou no assunto é nada mais do que apenas palpite.

    2. Lyndon Johnson democrata e líder disparado da estatística da qual se fala fica de fora dos gráficos e é citado apenas ao longo do texto (como bem se sabe, muitos “leitores” leêm apenas título e figuras), o que novamente contraria o argumento de que: deve-se esperar aumentos exorbitantes de gastos com Trump baseado no passado de seus “colegas de partido” antecessores, mais ainda se for ignorado o fato de Trump já ter sido democrata ou de o partido republicano em parte considerável não apoiá-lo o que obviamente tem seus motivos.

    Esses “detalhes” passam uma imagem tendenciosa para o artigo, intencional ou não.

    Quanto ao restante do artigo, é realmente triste constatar que as ideias democratas parecem pressionar seus “opositores” a fazerem ainda pior do que eles próprios teriam feito.

  19. Não quero ser defensor dos republicanos americanos (afinal eles não são fãs de uma economia de mercado como o senso comum imagina), mas precisa contextualizar o porquê dos gastos terem aumentado dessa forma.

    Com exceção do 2º mandato do Bush Pai, todos os outros foram por motivos referentes à Guerra Fria (democratas apoiavam a Coexistência Pacífica enquanto republicanos apoiavam a Doutrina Truman, ironicamente criada por um democrata). E os aumentos do Bush Filho foi pelo motivo das guerras no Oriente Médio contra o terrorismo.

    Vamos ver como Trump vai se comportar em relação aos gastos federais.

  20. Essa imprensa americana virou piada !

    O Obama bombardeia 6 países e ganha Nobel da paz.

    Enquanto o Obama deixa um “legado”, o Trump é acusado de tudo por negar vistos.

    É muita incoerência. Negar vistos virou crime e bombardear 6 países virou legado.

  21. Trumpenete Bolsonete

    Impressinante que só do artigo ter citado, mesmo que brevemente o nome de Trump, inclusive até ressaltando que um governo não pode ser avaliado só pela gestão fiscal, a tropa de trumpenetes já ficou toda ofendida.

    Continuam bobocas cegos defendendo politicos como se eles fossem salvadores da pátria.

    Trump será um bom ou péssimo presidente? Ninguém tem a resposta. Temos apenas suas atitudes e promessas por enquanto. Portanto, parem de ficar chateadinhos.

    E outra coisa: procurem ler ao menos duas vezes o texto antes de sairem falando besteiras que so fazem vocês passarem vergonha.

  22. Antônio Galdiano

    O comentário do Leandro foi muito bom (sobre presidente pato manco). Agora eu gostaria de saber se ele gosta da redução de impostos proposta por Trump. Eu, pessoalmente, tenho receio que implique apenas aumento do endividamento. Não sou um grande entendedor da dinâimica legislativa nos EUA, mas acho que eles permitirão uma redução de tributos sem a contrapartida na redução de gastos governamentais.

  23. Os republicanos quando no governo sempre aumentam fortemente os gastos militares. Reagan fez isso, Bush fez isso. E gastos militares são gastos públicos.

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