Você já tentou pregar gelatina na parede com um
martelo e um prego? Isso é muito mais
fácil do que encontrar um socialista que apresente uma definição clara sobre o
que é socialismo. Como a definição sobre
o que é socialismo é extremamente volúvel, variando de acordo com os
resultados, o socialismo se torna um alvo interminavelmente móvel.
Marx defendia a abolição da propriedade privada e a
estatização de todos os meios de produção (fábricas, fazendas, minas,
escritórios, maquinários, equipamentos, computadores etc.). Ele chamou isso de “socialismo científico”.
“Mas não é isso o que defendemos!”, afirmam os
socialistas de hoje.
Lênin estabeleceu a União das Repúblicas Socialistas
Soviéticas (URSS). Ele colocou o estado
soviético no comando de cada aspecto da vida do indivíduo e fez isso “pelo bem
do povo”. Quando a coisa deu errado, recuou e permitiu um pouco de livre iniciativa. Stalin o sucedeu, intensificou o socialismo e declarou que o arranjo iria fazer chegar à
perfeição “o paraíso dos trabalhadores” prometido pelos intelectuais
socialistas. Gerou milhões de cadáveres.
“Mas não é isso o que defendemos!”, alegam os
socialistas de hoje.
Hitler e seus asseclas “planejaram” inteiramente
a economia alemã, impuseram controle de preços, controle de salários e
arregimentaram toda a produção. A propriedade dos meios de produção continuou
em mãos privadas, mas era o governo quem decidia o que deveria ser produzido,
em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam
distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam
pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário
privado nominal receber. Os nazistas se
auto-intitularam socialistas e até mesmo deram ao seu partido o nome de Partido
Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
“Mas não é isso o que defendemos!”, gritam os
socialistas de hoje.
Quinze diferentes repúblicas dentro do império
soviético se proclamaram inteiramente dedicadas ao socialismo — até que todos
os seus regimes entraram em colapso nos período de 1989 a 1991. (Veja alguns
relatos sobre a vida nesses países aqui, aqui e aqui).
“Mas não é isso o que defendemos!”, dizem os
socialistas de hoje.
Mais
exemplos fracassados de socialismo
Desde a década de 1950, dezenas de regimes na
África e na Ásia se comprometeram com a utopia socialista, abraçando orgulhosamente
o socialismo pelo nome. E gerando outros
milhões de cadáveres, a maioria por inanição.
Absolutamente todos eles geram a mesma proclamação dos
socialistas de hoje: “Mas não é isso o que defendemos!”.
Socialistas ao redor mundo se regozijaram com a
ascensão ao poder do socialista Hugo Chávez na Venezuela. “É exatamente isso o que
defendemos!” tornou-se o mantra dos socialistas à medida que o governo
venezuelano ia expropriando, estatizando e redistribuindo.
Mal se passaram 15 anos, e a economia venezuelana
está hoje à beira do total colapso, com pessoas matando cachorros nas
ruas para ter o que comer e recém-nascidos morrendo
como moscas nos hospitais públicos do país.
Consequentemente, tornou-se impossível encontrar um socialista que
defenda o atual regime venezuelano.
Porém, aqueles poucos que se pronunciam apenas dizem “Mas não é isso o
que defendemos!”.
Por ora, todos os socialistas encontraram como
último refúgio a defesa das economias escandinavas. “Agora sim, é isso o que defendemos!”,
asseguram eles.
O problema é que uma observação mais aprofundada dos
países escandinavos mostra que: tais países não possuem leis de salário mínimo,
a carga tributária sobre as empresas está entre as menores do mundo, as
economias são abertas e há uma praticamente plena liberdade de importação (as tarifas
são baixíssimas), há liberdade de empreendimento (quase nenhuma burocracia para
se abrir empresas), e quase não há empresas estatais (a única mundialmente
famosa é a estatal petrolífera da Noruega, país
que tem a gasolina mais cara do mundo).
Veja todos os detalhes aqui, aqui, aqui e aqui.
O primeiro-ministro da Dinamarca recentemente veio a
público fazer
a seguinte declaração: “Sei que muitas pessoas nos EUA associam o modelo
nórdico a uma espécie de socialismo.
Sendo assim, gostaria de deixar uma coisa bem clara: a Dinamarca está
longe de ser uma economia socialista planejada.
A Dinamarca é uma economia de mercado”.
Consequentemente, os socialistas de hoje dizem:
“Bom, não é isso o que defendemos…”.
Afinal, os socialistas de hoje defendem um salário mínimo imposto pelo
governo e frequentemente reajustado, mais impostos sobre as empresas, mais
regulamentações estatais sobre os empreendimentos, e maciça intervenção estatal
sobre o comércio.
É
até não ser mais
Mikhail Gorbachev, o último líder da URSS, ofereceu
uma das mais efusivas visões de quem seria um socialista. “Jesus foi o primeiro socialista”, declarou
Gorbachev, pois ele “foi o primeiro a querer uma vida melhor para a humanidade”.
A tola alegação de Gorbachev não nos leva a lugar
nenhum. É difícil haver alguém mais
anti-socialista do que eu; e eu também quero uma vida melhor para a humanidade
(e essa é uma das várias razões de eu não ser um socialista).
Ademais, como explicado neste artigo, Jesus
nunca defendeu a redistribuição de riqueza pela força ou pelo processo político. A compaixão e o compartilhamento que ele que
sugeria eram todos voluntários — ou seja, feitos com o coração e não com o
bolso de um terceiro sob a mira de uma arma.
Jesus repreendia as pessoas invejosas e ladras, e elogiava o homem que investiu
sabiamente seu dinheiro e teve uma grande rentabilidade. Se Jesus era um socialista, então eu sou Torquemada.
Socialistas são espécies intelectualmente
escorregadias. Para eles, os modelos que
defendem são socialistas até o momento em que deixam de funcionar. Quando deixam de funcionar, então não são
mais socialistas. Pior: nunca foram
socialistas.
É socialismo até que tudo degringole; e então passa a ser qualquer coisa, menos socialismo.
Sob o socialismo, você ou mata a vaca de uma vez ou
a ordenha 24 horas por dia. Mas uma
coisa é certa: quando o leite acaba, os socialistas culpam a vaca. Talvez o motivo de os socialistas não
gostarem do conceito de responsabilidade individual é porque eles não querem
ser vistos como pessoalmente responsáveis pelas consequências práticas das
idéias que defendem.
O Dicionário Oxford (cujo slogan é “a linguagem é
tudo”) define
socialismo como sendo “uma teoria política e econômica de organização social
que defende que os meios de produção, de distribuição e de troca devem ser
propriedade da (ou regulados pela) comunidade como um todo”. E oferece os seguintes termos como sinônimos:
esquerdismo, assistencialismo, progressivismo, social-democracia, comunismo e
marxismo.
Talvez agora estejamos chegando a algum lugar. Tal definição soa precisa, certo? Mas não é.
O que significa dizer que “os meios de produção, de distribuição e de
troca devem ser propriedade da (ou regulados pela) comunidade como um
todo”? Acaso uma padaria deveria pôr em
votação pública suas decisões sobre o que colocar em suas prateleiras ou quem
contratar para o turno da noite?
E essa parte de “ou regulados pela comunidade como
um todo”? Você conhece um corpo
regulatório que seja formado por todas as pessoas de uma cidade? Mais ainda: formado por todas as centenas de
milhões de pessoas de um país? Não seria
mais correto simplesmente reconhecer que tais organizações sempre acabam sendo
formadas por algumas poucas pessoas que usufruem poderes políticos quase que
ilimitados?
Mesmo tendo em mãos um dicionário no qual pesquisar
a palavra socialismo, ainda me vejo coçando a cabeça e perguntando: “Mas,
afinal, que diabos é isso?”. Talvez seja
algo imaginário — algo que alguma pessoa espera que seja, mesmo que jamais
tenha sido assim todas as vezes em que foi tentado.
Ou talvez seja como a pornografia: ninguém sabe
definir exatamente o que é, mas todos reconhecem quando vêem.
Solidariedade
excludente
Creio que a melhor definição que já vi sobre o
socialismo foi dada pelo colunista Kevin D. Williamson da revista National Review. Ei-la:
O
socialismo e o assistencialismo, assim como o nacionalismo e o racismo, se
baseiam a apelos à solidariedade — solidariedade que tem de ser impingida sob
a mira de uma arma. Tal apelo vai muito
além de uma preocupação genuína pelos pobres e oprimidos, ou pelo povo em
geral. Trata-se, ao contrário, de uma
solidariedade excludente, uma noção supersticiosa que vê o “corpo político” não
como uma mera figura de linguagem, mas sim como uma descrição substantiva que
diz que estado e pessoas são um organismo unitário, cuja saúde é de tão suprema
importância, que os direitos individuais — propriedade, liberdade de ir e vir,
liberdade de expressão, liberdade de associação — devem ser restringidos ao
máximo ou mesmo eliminados quando passam a ser vistos como insalubres.
Os países “socialistas” que parecem funcionar —
como Suécia, Noruega e Dinamarca — funcionam não por causa de suas
características tidas como socialistas, mas sim por causa do capitalismo que
eles ainda não aboliram. Adote o
socialismo pleno e você vira a Venezuela.
Ou, pior ainda, a Coreia do Norte.
Socialismo é violência
No final, tudo se resume ao combate persuasão versus
violência. Todo o resto é trivial. É mais ou menos assim:
Sob o capitalismo, uma pessoa bate à sua porta e
pergunta: “Você gostaria de comprar esses biscoitos?”. Você tem a liberdade de dizer sim ou não.
Sob o socialismo, uma pessoa arromba a sua porta
acompanhada de uma exército paramilitar e diz: “Você vai comer essas drogas de
biscoitos, queira ou não, e irá pagar por eles também!”.
Alguns socialistas dizem que estão simplesmente
defendendo a “solidariedade” e o “compartilhamento”. E, dado que os defensores do socialismo têm
boas intenções, então tal doutrina, por definição, tem também de ser voluntária
e benéfica. Exceto que nunca é. Se fosse voluntária, não seria socialismo; e
se fosse benéfica, não seria necessária a violência para criá-la e mantê-la.
Os socialistas de hoje pensam e agem como se
houvessem acabado de chegar de um universo paralelo:
a) Um endividamento trilionário significa que o
governo federal ainda não gastou o bastante para resolver nossos
problemas.
b) Confiscar dinheiro que pertence a terceiros por
meio da tributação é algo perfeitamente certo se for direcionado para “coisas
boas”.
c) Pessoas se tornam instantaneamente mais honestas,
competentes e preocupadas com o povo tão logo são eleitas para cargos
públicos.
d) Se você obrigar patrões a pagar salários maiores
do que a produtividade de seus empregados, eles ainda assim continuarão contratando
mais pessoas, aceitando heroicamente seus prejuízos.
e) Regulamentações sempre fazem o bem, pois seus
defensores têm boas intenções.
f) Civilizações ascendem e se tornam grandiosas ao
punirem o sucesso e subsidiarem o fracasso.
E entram em colapso quando adotam a liberdade e a livre iniciativa.
g) As pessoas têm o direito de ter tudo aquilo que
quiserem, e devem exigir que os outros paguem, como educação gratuita, saúde gratuita, transporte gratuito e aborto
gratuito.
Talvez toda essa insensatez tenha sua origem em uma
falha fundamental de definição: se não for pelo uso da violência para moldar a
sociedade da maneira que você quer, então o socialismo nada mais é do que uma
fantasia nebulosa. Trata-se de um
gigantesco quadro-negro no céu, no qual você pode escrever qualquer coisa que
seu coração desejar — e rapidamente apagar tão logo as circunstâncias se
tornarem constrangedoras.
De qualquer maneira, não quero de maneira alguma
fazer parte desse experimento. Mas os socialistas
insistem que eu tenho de participar. À força
e para o meu bem.

Eu concordo que a culpa é da vaca. Ainda bem que ela saiu de lá.
Grito de guerra da UJS: Mexeu com a UJS, mexeu com o Satanás.
Essa porcaria de UJS é patrocinada pelo PDT, PCdoB e PT.
O Jararaca também aparece no vídeo.
Que baita artigo!
Já cansei de ver comentários dizendo que a atual crise econômica que vivemos é por culpa das “políticas neoliberais” adotadas pelo governo. Só rindo desse povo mesmo.
Só é socialismo quando há dinheiro para gastar; quando deixa de haver, a culpa é dos outros. O socialismo é uma ideia vírica, para viver precisa de parasitar alguém; e se o hospedeiro se revolta com a parasitagem, a culpa é do hospedeiro que é um egoísta!
E por isso é tão difícil combater o socialismo…
Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.
Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.
Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.
Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:
Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.
Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.
Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.
Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política…e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.
Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.
Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.
Trabalharíamos como se fossemos “fantasmas”. O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.
É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.
Para os interessados meu email é [email protected]
O socialismo nunca foi proibido.
O socialismo de estado sempre será um fracasso, causado pelo próprio carácter dos políticos e militontos.
As pessoas podem dar todo seu dinheiro aos pobres, podem trabalhar para ajudar os pobres, podem arrumar emprego para os pobres, podem vender produtos sem ter lucro, etc.
Esses partidos socialistas são formados por tiranos, ditadores, exploradores, bandidos, loucos, escravagistas, autoritários, etc. Esses partidos são aglomedados de maníacos. Também são formados por socialistas pagos, solidários pagos, igualitários pagos, militontos pagos, etc.
Eles querem fazer socialismo com o dinheiro dos outros, socialismo com o trabalho dos outros, socialismo com a propriedade dos outros, etc. É falta de vergonha na cara e bandidagem.
Artigo irretocável!
É incrivelmente complicado discutir com socialistas, a réplica é baseada no seu argumento e não nas convicções do elemento, que por sinal, como o texto bem explicita não tem convicção de absolutamente nada. É dar soco em ponta de faca. Já desisti à tempos.
Detupraram marquis e Suecia é socialismo que deu certo. Quem nunca ouviu isso?
Nessa eu ri
Sob o socialismo, uma pessoa arromba a sua porta acompanhada de uma exército paramilitar e diz: “Você vai comer essas drogas de biscoitos, queira ou não, e irá pagar por eles também!”.
Pena que isso seja trágico
Socialismo ou o nome que quiserem, é algo utópico de se alcançar, querem o paraíso na terra. Acho que a única forma de isso ocorrer, seria se tivesse um ataque zumbi, assim todos pegam o que quiserem dos outros porque não existe mais nada que seja realmente seu, dado as circunstâncias
Então veja o quanto é utópica o “socialismo”
Total da receita realizada dos órgãos do Poder Executivo do Governo Federal em 2016(5 meses):
Receita Realizada (R$) R$ 1.148.006.645.267,67
Previsão Atualizada (R$) 2.950.148.991.416,54
Esses 1,148 trilhão poderia pagar 60 milhões de salários de R$ 1.600 por 12 meses. E ainda sobra ICMS,IPTU,IPVA,etc.
Que crise é essa ? Isso é comunismo dos mais radicais.
Enquanto a maioria dos brasileiros continuar achando que sonegar é o mesmo que “roubar”, esse território chamado “Brasil” continuará com mentalidade de atraso. E em qualquer rede social ou seção de comentários em qualquer site pode-se ver que essa visão é predominante.
O resultado da mentalidade de que sonegar é o mesmo que “roubar” é que “todas as pessoas estão com as mãos nos bolsos de outras pessoas”. Ou por outra: achar que sonegar é o mesmo que “roubar” significa que as pessoas se acham donas do dinheiro dos outros.
É a mais completa inversão moral: as pessoas acham que quem sonega estaria “roubando” um dinheiro que seria do “estado” (logo, um dinheiro que seria “de todo mundo”, ou da “sociedade”).
A rigor, trata-se de uma perversidade sociopata disseminada na sociedade brasileira.
Pra que tirar a parte de Jesus? (não estou criticando)
Ela era legal também:
A Better Life for Mankind
Mikhail Gorbachev, the last leader of the USSR, offered one of the most expansive views of who's a socialist. "Jesus was the first socialist," declared Gorbachev, because he was "the first to seek a better life for mankind."
Gorbachev's silly claim clearly gets us nowhere: I'm as antisocialist as it gets, and I, too, seek a better life for mankind (it's one of the many reasons I'm not a socialist).
Further, as I explained in "Rendering Unto Caesar: Was Jesus a Socialist?" (FEE.org, March 3, 2015), Jesus never advocated the redistribution of wealth by force or by the political process. The caring and sharing he suggested was all voluntary — that is, from the heart and not from somebody else's pocket at gunpoint. He rebuked people for envy and theft and praised the man who invested his money to earn the greatest return. If Jesus was a socialist, then I'm Torquemada.
Eles mudam a definição de socialismo sempre que convém, assim tudo é socialismo e nada nunca é socialismo ao mesmo tempo, a depender do resultado temporário que produz.
Outro dia mesmo um seguidor da “Socialista Morena” (dá até uma dor no pâncreas de lembrar) disse que “os liberais usam Mises para refutar argumentos do socialismo que nem os socialistas usam mais”, assim, na maior cara de pau.
Ou seja, a falsa noção de que o valor é objetivo defendida por Marx e do planejamento central, cerne do arranjo socialista, não seriam mais “socialismo” na cabeça daquele ser. É inacreditável.
Por isso que digo: não há nem sentido discutir com os socialistas modernos. Eles tem um grau de canalhice e dissonância cognitiva que torna praticamente impossível qualquer tipo de debate, visto que, se não é possível definir nada (as definições mudam toda hora), não é possível tirar nenhuma conclusão.
Fico triste por ver o quanto ainda falta para livrar esse pais da mentalidade socialista, talvez isso nunca aconteça. Os liberais são minoria ínfima.
Acho que o instituto Misses, que admiro muito, deveria focar mais em apresentar como poderiamos ter uma sociedade livre do estado, com livre mercado e ainda assim armoniosa e pacífica, demonstrando hipoteticamente que não seria o caos total e violência como os estadistas argumentam.
Socialismo é loucura. Não se discute com doido. Mas eles são organizados e sabem argumentar. Temos que apresentar por que uma sociedade liberal não só seria melhor como seria a mais justa.
“Cada um que coma o pão com o suor do seu rosto”
Muito bom o material citado acima, ficou bem claro!
O pessoal da ujs deveria morar na Venezuela pra experimentar as maravilhas do socialismo se alimentando de cachorros pra matar a fome
O pior é constatar a aceitação cada vez mais ampla dessa ideologia na América:
https://bordinburke.wordpress.com/2016/06/09/o-preco-de-nao-olhar-para-baixo/
Não existe luta de classe entre operários versus burguesia é só papo de malandro.
Não existe divisão entre esquerda e direita, liberais e conservadores.
O que existe é malandro e mané nem é uma luta porque mané antes de tudo é um alienado e só os malandros estão em guerra contra os manés passivos por natureza.
Mané é quem paga a conta pro malandro.
Malandro é o empresário que ganha subsídio do estado e depois financia fórum da liberdade.
Mané e o empresário que tem que pagar mais caro para o dito liberal obter ganhos acima da sua produtividade.
Malandro é o sem terra que deseja estatizar o campo e não a reforma agrária.
Mané é o produtor rural que paga segurança particular para não ser invadido.
O que Marcelo Odebrecth e João pedro Stedle tem em comum ambos lutam para obter ganhos acima da sua produtividade marginal.
Cada um dá uma definição do que é socialismo. Varia de acordo com os resultados. Como sempre os resultados são extremamente ruins, sempre se arruma uma desculpa alegando-se que o que foi implantado não era socialismos de fato. Também costumam alegar que forças ocultas golpearam o que se tentou implantar.
Isso quando não colocam a culpa em algum inimigo imaginario,como os “ianques imperialistas”,etc…
Socialistas,politicos em geral não são pessoas normais,são psicoticos,sociopatas,maniacos.
Talvez o socialismo seja isto: pornografia política. Afinal, visando fazer o povo gozar, estupra-o.
Esse vídeo mostra como combater o socialismo.
3,2,1, bang !
O socialismo voluntário nunca foi proibido e sempre vai existir. Ajudar os pobres não é proibido.
O problema é esse socialismo de estado com autoritarismo e expropriação.
Ótimo texto!
Galera tem algum artigo aqui no site q fale sobre a taxação de impostos em grandes fortunas? Valeuuu
Parabéns pelo artigo, é isso mesmo, textos como esse deveriam, na conjuntura atual do Brasil, ser estudados nas escolas.
Os socialistas hoje defendem seus cargos parasitários, e um Governo grande que é margem pra corrupção.
O Texto estava interessante até cometer a ignorância histórica de classificar o regime nazista como regime socialista/de esquerda.
Se O QUE É socialismo já é um saco de gatos, alguém deveria mostrar pro Lawrence W. Reed um certo partido de extrema esquerda brasileiro chamado partido SOCIALISMO E LIBERDADE para ele escrever o que pensa a respeito, certamente seria cômico, e trágico.
Na minha visão eu diria que sob o socialismo uma pessoa arromba a sua porta acompanhada de um exército paramilitar e diz: “Aqui está um cupom para você trocar pelo biscoito que é bom para você na padaria que escolhemos. Ao chegar na padaria depois de 3 horas na fila fica sabendo que o biscoito só estará disponível no dia de São Nunca. Se quiser comer procure o o biscoito no mercado negro.
Tenho uma pergunta e não sabia onde colocar, é sobre Bohm Bawerk e a sua crítica devastadora a Rodbertus, necessito de ajuda para compreender algo.
Basicamente, no exemplo de Bohm Bawerk um trabalhador único trabalha ao longo de cinco anos para construir uma máquina a vapor no valor de 5.500 dólares, sendo que o trabalhador deve receber todo o valor do seu trabalho, ou seja, 5.500 dólares quando a máquina só estiver pronta. Porém, ninguém pode aguentar tanto tempo assim, e o trabalhador prefere receber parceladamente o salário, sendo correspondente a 1.000 dólares por ano (já que se desconta a taxa de juros aqui no exemplo que é de 5%).
Bohm Bawerk então afirma certamente que Rodbertus e os socialistas querem que os trabalhadores não apenas recebam todo o valor do produto final pronto, mas que já recebam-no no presente. E daí ele diz que o problema disso é que ao passo de 2 anos e meio (seguindo a lógica de rodbertus no exemplo) o trabalhador terá recebido uma quantia de 5.500 dólares antes mesmo de a máquina estar pronta.
Minha pergunta é: como bohm bawerk chega a conclusão de que decorridos 2 anos e meio o trabalhador já terá recebido o valor futuro do bem? Como se faz essa conta que na metade do tempo o salários “deveria” ser de 5.500?
Ótimo artigo.
Mas não é isso o que defendemos!
* * *
Esse artigo é um dos melhores que eu já li para definir o socialismo! parabens ao autor!
Os esquerdistas brasileiros já estão tentando fingir nas redes sociais que a Venezuela nunca foi socialista, apenas “populista”.
Mas, graças a Internet, temos o registro do apoio de longa data (até 2014) dos socialistas ao PSUV:
https://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/os-14-anos-do-governo-socialista-de-chavez-na-venezuela,7b0c2812d904d310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
https://www.espacoacademico.com.br/070/70kinoshita.htm
http://www.vermelho.org.br/noticia/237785-7
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/03/130103_obituario_chavez_cj.shtml
A “regra” do texto está sendo cumprida novamente diante dos nossos olhos.
Parabéns pelo artigo, precisamos muito que essas idéias sejam cada vez mais expostas e debatidas. Gostaria de dar duas contribuições: 1 – acho incorreto que o socialismo seja denominado de teoria, para mim seja ló que isso for, ele não passa de uma HIPÓTESE que quando colocada em prática não se revela TEORIA. Essa pequena diferença tem muitas implicações, por isso a sua importância. Sobre as boas intenções do socialismo: creio que estamos todos numa guerra equivocada, achando que existe uma luta entre o BEM e o MAL. Tá, até tem, são os bandidos X polícia, mas tirando países em situação de descontrole da sua criminalidade, como o Brasil, a luta principal talvez seja outra: do BEM contra o BOM. Muita gente quer fazer o que lhe parece bom, lhe soa bom, lhe dá boas sensações, e fica contra quem faz o que parece a primeira vista duro demais, trabalhoso demais, sacrificado demais, e luta contra isso, chama de fascista quem quer responsabilizar as pessoas por seus atos etc. O socialismo é DO BOM, mas não é DO BEM. Uma cultura responsiva é DO BEM, no meu entendimento, mas isso não soa DO BOM. DO BOM é não se esforçar, não estudar muito, trabalhar pra que, e ganhar mesmo assim, não é mesmo?
Quando não funciona dizem que era “capitalismo de estado”. Ou seja, agregam o nome capitalismo pra explicar o fracasso. É de chorar.
Socialismo:
Sistema econômico igualitário, justo e fraterno que funciona em todo lugar, exceto onde é aplicado.
Capitalismo:
Sistema econômico desigual, explorador e perverso que não funciona em lugar nenhum, mesmo nos lugares onde não é aplicado.
Esse artigo ratifica tudo o que o Dr Lyle Rossiter escreveu sobre a mente esquerdista.
“Quer saber o que realmente diferencia A Alemanha Ocidental da Oriental?
en.wikipedia.org/wiki/Social_market_economy
Tem em português tmb. Um plano de coordenação estratégica que combina elementos do livre mercado com intervenção social estatal para seguridade e bem estar social. E o Plano Marshall, não foi uma distorção do livre mercado, já que foi financiado pelo governo dos EUA? Abre o olho! Nenhum país do mundo atingiu o desenvolvimento pura e simplesmente por forças espontâneas do mercado.
Outra, se vc quer acusar um político de ser de esquerda pra não deixar de mamar nas tetas do Estado, não escolha um cara que não se candidata a um cargo há 10 anos, e recusou um ministério atrás do outro nos governos Lula e Dilma” alguém refuta?
Passados mais de 100 anos e o socialismo ainda não funciono, e nem vai. As ‘teses’ de Marx estão repletas de erros de matemática e sociologia!
Senhores.
Se ainda não existe, é necessário criar uma distinção entre ‘socialismo’ e ‘comunismo’; e eu sei o que estou dizendo.
Na década de ’60 eu morei na Holanda, que era ‘socialista’, isto é: o governo tinha uma visão social de sua população; nada a ver com ‘comunismo’. Era algo parecido com o que também havia, ou ainda há, nos países nórdicos.
Então proponho: vamos utilizar os nomes corretos: ‘socialismo’ é ou deve ser uma forma de governo democrática com viés social e ‘comunismo’ é uma outra forma de governo não democrática, autoritária, que em teoria prega uma ilusão igualitária à sua população, mas a igualdade que resulta é a pobreza coletiva dos governados.
Falando sobre outra coisa,é melhor pagar o custo de um produto dentro do país mesmo que seja mais caro do que fora dele pois se pagarmos o custo fora do país,haverá saída de capital, porém se pagarmos o custo dentro do país, esse capital circulará dentro da economia do nosso país.Como é que vcs não algo tão simples, liberaloide é foda vei kkkkk