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A intimidação do ozônio: uma retrospectiva

Lembra-se de quando a redução da camada de ozônio iria fazer com que todos nós morrêssemos de melanoma maligno, há apenas alguns anos?  Essa intimidação do ozônio parece ter saído da pauta do terrorismo ambiental completamente.


Como você deve se lembrar, os clorofluorcarbonetos (CFCs) eram o capeta da época, desempenhando o mesmo papel que o dióxido de carbono (CO2) desempenha hoje no amedrontamento do aquecimento global.  Ambientalistas alegavam que o CFC iria, de alguma forma, subir mais de 64 km da superfície da terra até a camada de ozônio, não obstante o fato de os CFCs serem aproximadamente cinco vezes mais pesados que o ar.  Sem dúvida alguma, um caso típico de tijolos flutuantes.


Ao banirem os CFCs em 1989, os 196 países que assinaram o Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Empobrecem a Camada de Ozônio perderam uma segura, barata, não-tóxica, quimicamente inerte, não-corrosiva e não-inflamável fonte para componentes de geladeiras, propelentes e sistemas de controle de incêndio.


Como ocorre com a maioria das regulamentações, a proibição do CFC atingiu os mais pobres com bem mais intensidade.  Milhões de geladeiras em perfeito estado de funcionamento não mais poderiam ser recarregadas com Freon, de modo que todo mundo foi obrigado a comprar novos eletrodomésticos, agora sem o CFC.  Tal medida, obviamente, foi especialmente difícil para aqueles de baixa renda.


Outro grupo que ainda hoje sofre bastante com tal medida é aquele formado por asmáticos.  Os inaladores com CFC foram substituídos por inaladores com HFA (hidrofluoroalcano), os quais, segundo os relatos de vários médicos, possuem uma eficácia apenas marginal quando comparados à versão de CFC, a qual propiciava um alívio mais rápido e mais duradouro à agonia da asfixia.  Muitos doentes de asma descobriram que, ao passo que os inaladores de CFC faziam com que apenas uma inalada fosse suficiente para reabrir as vias respiratórias, os novos inaladores sem CFC requerem duas ou mesmo três inaladas para funcionar.  Isso elevou o custo da medicação devido ao aumento da dosagem.  Para aumentar ainda mais os estragos, os inaladores de HFA, por serem uma introdução recente, são protegidos por patentes, ao passo que os inaladores de CFC já eram genéricos (não-patenteados).  Os preços por inalador aumentaram sensivelmente.  Apenas nos EUA, eles saíram da faixa dos US$ 5 — US$ 25 para a faixa dos US$ 30 — US$ 60.


Desnecessário dizer que os pagadores de impostos ainda estão sendo obrigados a financiar mais pesquisas nessa área fraudulenta, e que a proibição do CFC ainda segue viva e robusta.  Como sempre, regulamentações e financiamento público são muito facilmente implementados — especialmente quando o público é manipulado com táticas terroristas — e muito difíceis de serem revertidos.  Com efeito, regulamentações quase nunca são revogadas, e as instituições encarregadas de colocá-las em vigor apenas ocasionalmente são desmanteladas.


É importante reconhecer o padrão comportamental de governos, ONGs e cientistas ao analisarmos táticas similares de amedrontamento, como chuva ácida, bug do milênio, doença da vaca louca, gripe suína e agora as mudanças climáticas e o terrorismo.  Medo e culpa são as típicas ferramentas utilizadas para roubar a liberdade e o dinheiro dos indivíduos.  Essa tática do medo promove uma arquitetura cada vez mais centralizada de nossas escolhas e faz com que haja transferências de poder e riqueza cada vez maiores para os governos.


Intimidações ambientais são particularmente eficazes porque combinam os efeitos do medo e da culpa.  Esses cenários do tipo “homem-contra-a-natureza” propiciam infinitas possibilidades para que retirem nossas liberdades mais básicas, a menos que o poder seja completamente retirado dos governos.


Enquanto não entendermos que homem e natureza são a mesma coisa, nunca haverá um grau de subdesenvolvimento baixo o bastante para saciar os ecofanáticos.  O suposto filósofo e pensador do movimento ecológico, Derrick Jensen, escreveu que “a civilização não é e nunca poderá ser sustentável”.  Não devemos nunca subestimar esse tipo de declaração, especialmente vinda de um sujeito como Jensen, que possui uma ampla platéia e que já defendeu aberta e repetidamente o uso da violência militante para se alcançar objetivos ambientais.  É preciso estar sempre alerta, não para a possibilidade de ações violentas de grupos ecológicos liderados por Jensen, mas para o talento dos governos em cultivar tais ideias e utilizá-las em proveito próprio.


Assim que o mito da mudança climática começar a perder impacto e a população se cansar dessas táticas terroristas, pode esperar pela invenção de novas intimidações.



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80 comentários em “A intimidação do ozônio: uma retrospectiva”

  1. Esse assunto é polêmico. Não sou químico para comentar se o CFC é mesmo destruidor da camada de ozônio. Mas é verdade que o governo use do terror para amendrontar as pessoas e fugir com todo o dinheiro.

  2. Bom, eu sou Quimico. So a gritante ignorancia cientifica de voces mesmo para publicar uma falsificacao grosseira como essa. . Simplesmente totalmente errado. Qualquer pessoa com um minimo de treinamento em quimica, sabe que as evidencias da destruicao da camada de ozonio por CFC estao muito bem descritas e verificadas. A proibicao no uso de CFC, trouxe uma reducao de 10% na sua concentracao na atmosfera, e isso e’ significante. O buraco de ozon nao sumiu nao, mas parou de crescer como vinha fazendo. Melhor assim. Ruim e’ a ignorancia.
    en.wikipedia.org/wiki/Ozone_depletion
    ozonewatch.gsfc.nasa.gov/

  3. Faltou mencionar que, no momento em que a preocupação com a camada de ozônio veio à tona, existia um pequeno grupo de empresas que controlava as patentes para todas as alternativas possíveis ao CFC. Claro, eles investiram muito nas regulamentações que proibiram o CFC…

  4. Concordo que o movimento ambientalista é frequentemente exagerado, desconhecendo os mais básicos princípíos de física e química, mas afirmar (como fez o autor) que o CFC não é reativo é “forçar” demais.\r
    \r
    Conforme Wikipedia:\r
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    “Quando começou a ser utilizado, o freon, o mais conhecido CFC, parecia a solução perfeita aos problemas da refrigeração, por não se dividir e não causar danos ao seres vivos, muito melhor que o produto anteriormente utilizado, a amônia. Porém, atualmente descobriu-se que os CFC sofrem fotólise quando submetidos à radiação ultravioleta, dividindo-se na altura da camada de ozônio onde a presença desse raios são constantes:\r
    \r
    F F\r
    | Luz U.V. |\r
    C? – C – C? ———> C? – C. + .C?\r
    | |\r
    C? C?\r
    \r
    O Radical Livre Cloro que se forma, logo reage com o Ozônio, o decompondo em O2 (oxigênio gasoso) e C?O (monóxido de cloro):\r
    \r
    C? + O3 ? O2 + C?O\r
    \r
    O C?O então pode reagir com outra molécula de O3, formando duas moléculas de O2 e deixando o Radical Livre C? pronto para repetir o ciclo reacional:\r
    \r
    C?O + O3 ? 2 O2 + C?\r
    Em Resumo:\r
    \r
    CFC + Luz + 2 O3 ———-> 3 O2 + C?\r
    \r
    O Ciclo prossegue até que o cloro se ligue a uma substância diferente de O3 que forme uma substância resistente à fotólise ou uma substância mais densa (que leve o C? da camada de ozônio para uma mais baixa).

  5. Muito bom texto. Creio que a idéia principal é expressa pelo autor ao final quando diz que o importante é atentar para o uso que os governos fazem das teorias ambientalistas. De fato isso torna pouco relevante a verdade ou falsidade das próprias teorias. Por exemplo: enquanto é inegável a existência do terrorismo islâmico, a teoria das mudanças climáticas é algo de muito duvidos. Nos dois casos, entretanto, o Estado utilizará a real ou fantasiosa ameaça para aumentar seu poder.

  6. Mas e a tragédia dos comuns? Enquanto a camada de ozônio não for privatizada (o que pode até não ser possível) não seria bom uma agência reguladora fazer o trabalho de protegê-la? Afinal, se a camada de ozônio fosse privatizada e o dono pudesse cobrar uma taxa de proteção dos raios UV ele também tomaria medidas parecidas, por interesse em manter sua propriedade intacta.

    Quanto ao argumento do tijolo flutuante: gases não formam camadas como água e óleo quando são misturados. O comportamento deles é mais parecido com o da água e o sal, que se misturam homogeneamente.

  7. André Luiz de F. Paranhos

    Tiago Fernandes.

    Para que isso aconteça o CFC, que é mais denso que o ar, deve estar lá em cima perto da camada de ozônio. É fisicamente impossível que um gás mais pesado que o ar possa subir até a camada de ozônio e causar estragos nela, sendo que ele precisa estar lá em cima para que a radiação ultravioleta possa alterá-lo e assim ter algum impacto.

    Outro ponto interessante, é que essa história do buraco na camada de ozônio nunca foi explicado. O fato é que cientistas descobriram que havia um buraco na camada de gás ozônio localizado acima da Antártica. O problema é que os cientistas não sabiam dizer se isso era natural ou causado por alguma coisa, já que não existe registros, ou qualquer outro tipo de dados que mostrem que o buraco não existia.

    Os cientistas se dividiram entre os que acreditaram que era um fato natural e outros que viram nesse buraco a chance de satanizar os seres humanos e culpá-los de alguma forma pelo buraco.

    Mesmo não sabendo como os seres humanos poderiam ter causado esse buraco (mesmo que não exista dados que comprove que o buraco já não existisse)muitos cientistas passaram a caçar alguma coisa que ligasse a atividade humana ao buraco. Descobriram o CFC, que sob determinadas condições poderia danificar a fina camada de gás ozônio. Pronto, acharam a ligação, porém não quiseram explicar como um gás mais denso que o ar poderia subir até os limites da atmosfera e por que os danos só existem acima de uma região do planeta que não possui uma única geladeira, ou qualquer outra tecnologia que utilizasse CFC, a Antártica, e por que não em regiões com intensa atividade humana.

    As empresas que desenvolviam novas tecnologias substitutivas ao CFC, viram nessa história mal contada na grande chance de cortarem custos de investimentos e terem mercado garantido com a proibição do CFC, e passaram a fazer lobby pesado para que os políticos e seus governos levassem a sério a ameaça (sem nenhuma prova) do CFC a vida humana na Terra.

    Graças a proibição essas empresas não precisaram aperfeiçoar suas tecnologias substitutas ao CFC já não precisavam mais competir com ele com a proibição.

    E assim caminha a humanidade, em fraude em fraude sendo sempre enganada.

  8. Acontece que não tem “buraco”, o que acontece é que o cloro, (originado da degradação do CFC) se concentra na região da calota polar e quando a primavera chega os raios solares causam uma reação fotoquimica que degrada o ozônio, o que por sua vez acarreta na diminuição da espessura dessa camada durante esse perído, no inverno a espessura volta ao normal. Então não tem essa história de que vai acabar o mundo e não sei mais o que.

    Os CFC por si só são realmente pouco reativos mas o problema aí são os chamados halogenios (elementos da familia 6A, da boa e velha tabela periódica e que inclui o cloro, bromo, iodo), o CFC vai se degradar,com a ajuda da luz solar, e então o atomo de cloro vai causar um ciclo de degradação do ozonio.

    Todos os compostos químicos irão causar algum tipo de efeito, a curto ou longo prazo só que o problema aqui é que governos e certos grupos tem algum interesse por tras e pra ajuda-los tem os bobocas membros de ONGs que sequer leem alguma coisa sobre esses assuntos e já saem fazendo gritaria.

    E ainda muitos na comunidade cientifica começam com as “projeções”, baseadas em mecanismos naturais que nem são compreendidos completamente, daí depois de 5 anos os números publicados pra alarmar o povo, em revistas como Veja e Super(des)interessante, são reduzidos em 80%, só que por meio de artigos cientificos, sem figurinhas, que ninguem lê se não for do ramo…

    Independente de posição politica qualquer tipo de mudança no planeta causada por produtos químicos é anormal e deve ser investigada, mas por quimicos, fisicos e metereologistas, que tem conhecimento pra resolver a questão, se é que existe uma…e não por gritões de ONGs e nulidades políticas…

    Ah, sou Químico Industrial.

  9. Com tanto tempo que já passou desde as medidas tomadas para supostamente proteger a camada de ozônio isso já deveria ser um consenso, não? Afinal, ou o processo que ocorria continuou ou se modificou, o que pode ser facilmente observável. Acho que faltou ao artigo algum gráfico ou estudo para apoiar essa posição. Apesar disso, podemos aproveitar parte dos argumentos utilizados conta o movimento ambientalista, mesmo se não for o caso do ozônio. Porque é fato que muitas vezes o discurso ambientalista se utiliza de afirmações duvidosas para tomar ações com graves consequências.

  10. Não existe ligação entre os CFC’s e o “buraco” na camada de ozônio, como também não existe ligação entre o aquecimento global e certos gases liberados pelas atividades humanas. O movimento “ambiental” da atualidade é uma mistura de várias coisas, como por exemplo: comunismo e panteísmo.\r
    Em vez de tecer comentários, indicaremos alguns textos. Tais textos não somente têm informações importantes, como também servem de ponto de partida para uma pesquisa bem ampla e profunda.\r
    \r
    Indicamos : \r
    \r
    . THE GLOBAL ENVIRONMENTAL AGENDA TO WORLD GOVERNMENT AND RELIGION em http://www.discerningtoday.org/world_govn_outline.htm#N_24\r
    \r
    . Ozone depletion enters twilight zone em http://www.discerningtoday.org/ozone_depl_twilight_.htm\r
    \r
    \r
    . Environmental Effects of Increased Atmospheric Carbon Dioxide \r
    em http://www.oism.org/pproject/s33p36.htm#Message5976\r
    \r
    . Global Warming Petition em http://www.oism.org/pproject/\r
    \r
    . Returning To Earth Worship, Part 1 em\r
    http://www.newswithviews.com/Coffman/mike4.htm\r
    \r
    . Return To Nature, Part 2 em http://www.newswithviews.com/Coffman/mike5.htm\r
    \r
    . O Livro : A FRAUDE DO AQUECIMENTO GLOBAL – COMO UM FENÔMENO NATURAL FOI CONVERTIDO NUMA FALSA EMERGÊNCIA MUNDIAL.\r
    Autor: Geraldo Luís Lino. \r
    Editora: CAPAX DEI EDITORA LTDA.\r
    \r
    \r
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  11. As ciências naturais não são lógico-dedutivas, são experimentais. Eu reconheço que a economia deve ser tratada diferente porque é difícil realizar experimentos controlados.

    Não acredito na infalibilidade da ciência. A ciência já errou no passado e vai errar no futuro. A beleza é que nós temos o método científico para nos dizer o que funciona e o que não funciona, ao contrário da religião, que tem dogmas.

    Não duvido que há interesses escusos nas ciências naturais, mas não acho que a ciência tem uma “agenda” e que todos os cientistas estão querendo nos enganar.

    O fato de haver desavenças entre os cientistas é o que dá mais crédito à ciência. Sempre existe o grupo de cientistas do contra para criticar o consenso. Não existe palavra de Deus na ciência. Como disse uma vez Richard Feynman “Ciência é acreditar na ignorância dos especialistas”. O próprio Feynman desafiou o consenso e propôs uma teoria radical na época, pelo qual mais tarde ganhou um prêmio nobel. Hoje sua teoria é o consenso, o que não significa que é infalível.

    Eu proponho uma reflexão para vocês: E se houvesse mesmo um aquecimento global antropológico? O que mudaria na filosofia libertaria? O que Mises tem a dizer sobre a tragédia dos comuns? Se um bem fosse impossível de privatizar, você seria ou não a favor da regulamentação de seu uso? O que faz você achar que não existem bens que não podem ser privatizados?

  12. Já não importa, hoje, se as medidas foram eficientes ou não. Quem ganhou, ganhou e quem perdeu, perdeu. A resposta sobre se o buraco do ozônio aumentou, diminuiu ou paralisou é passado. Governos sedentos por medidas populistas bancaram com dinheiro de pagadores de impostos a festa das ONG’s e de empresas ainda despreparadas a lutarem por consumidores num mercado de concorrência leal e verdadeira. Tudo foi falsificado em benefício de meia dúzia de espertos. Se fosse tão bom viver sem CFC, por que os fabricantes concorrentes não se estabeleceram aos poucos, conquistando os consumidores através do convencimento de propaganda? É só convencer quem compra de que algo possa ser melhor, mais vantajoso ou mais barato. Concorrência simples. Mas não. Foram levados no colo pdo dinheiro dos pagadores de impostos, através do terrorismo ecologista, e dos governos mal intencionados. Todos mamaram, e nós pagamos o leitinho das “crianças”. Ninguém descobriu ou disse se o cloro tem anulado seu efeito destruidor de ozônio por outro componente ou fenômeno da atmosfera. Não sei se tem, mas será que, com certeza, não tem? Ou resta dúvida.

  13. Ainda bem que o Lucas chegou a conclusão de que não dá pra privatizar a camada de ozonio. Se desse algum burocrata ia tentar estatizar e cobrar o referido imposto atmosférico!

    Observação: nenhuma parte da atmosfera é privada, mas costumeiramente ela é explorada para fins privados sem que haja nenhum gerenciamento estatal.

  14. Erik Frederico Alves Cenaqui

    Prezado Leandro\r
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    O texto levanta um tema que é muito importante para nós que defendemos a liberdade: o ambientalismo tem como objetivo estratégico a abolição da liberdade das pessoas e do mercado.\r
    \r
    No excelente livro de Jonah Goldberg intitulado “Fascismo de esquerda – a história secreta do esquerdismo americano” ele deixa bem claro qual é a agenda de toda e qualquer esquerda:\r
    abolição completa da liberdade individual.\r
    \r
    O livro demonstra que a essência do ambientalismo é a mesma do comunismo, fascismo e nazismo, que Hitler e Mussolini eram, na verdade homens de esquerda; que a revolução francesa era um movimento fascista; que fascismo nada mais é que ver o estatismo como uma manifestação religiosa; que afastar as pessoas da religião é uma forma de implantar o estatismo, dentre outras teses defendidas.\r
    \r
    Na minha cidade (Barra Mansa-Rio de Janeiro) o Ministério Público, a título de aplicar TODA a legislação ambiental existente quer DESTRUIR todas as empresas e residências que estão localizadas perto do rio da cidade.\r
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    Frise-se que estas empresas pagam seus tributos regularmente, sendo que a prefeitura recolhe IPTU de todas as casas. \r
    \r
    Eleve-se que algumas empresas e casas estão lá há mais de 100 anos, mas o estado não se importa com as pessoas, ele quer apenar arrecadar tributos e consumir o patrimônio das pessoas honestas, porque os grupos desonestos da cidade estão tranquilos vez que pagam regularmente suas propinas aos fiscais.\r
    \r
    Longa vida a equipe do IMB.\r
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    Abraços\r
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  15. Eu encontrei este website algumas semanas atrás (acho q na época da eleição) e tive um ótima impressão das idéias aqui descritas. Ainda acho os artigos econômicos muito bons.
    Porém, eu já notei que os artigos presentes no Mises.org.br não podem ser levados tão a sério como eu gostaria.

    Já é o terceiro artigo que leio aqui, que utiliza um ponto de vista parcial para defender teorias conspiratórias e as suas ideologias.
    Talvez eu deveria ler apenas os artigos econômicos. Mas já não consigo levá-los tão a sério também.

    Abraços

  16. Emerson Luis, um Psicologo

    O ambientalismo serve de justificativa moral para o intervencionismo e o conluio entre governos e corporações. A imagem vendida é que os governos salvaram a camada de ozônio.

    * * *

  17. Amarilio Adolfo da Silva de Souza

    Mentiras ditas por pessoas comuns são reprimidas. Mas, mentiras ditas por governos são “sabedoria”. Ridículo.

  18. Se tratando de assuntos relacionados a problemas ambientais e mudanças climáticas e sua relação com o libertarianismo, há quatro coisas que me intrigam:

    1. A arrogância e pretensão dos libertários de achar que questionamentos bobinhos podem refutar todo um conhecimento construído pelo mais alto padrão do método científico. Olha só que argumento contundente e destruidor é esse:

    “Ambientalistas alegavam que o CFC iria, de alguma forma, subir mais de 64 km da superfície da terra até a camada de ozônio, não obstante o fato de os CFCs serem aproximadamente cinco vezes mais pesados que o ar. Sem dúvida alguma, um caso típico de tijolos flutuantes.”

    Parabéns ao autor, grande refutação hein!

    2. Em toda discussão ambientalista, a maioria dos libertários já possui a conclusão a priori de qualquer evidência (a conclusão de que a ação humana é incapaz de efetuar qualquer mudança ambiental em grande escala) e, uma vez tendo a conclusão que se quer chegar em mente, eles caçam à dedo argumentos que possam embasar tal conclusão. Tudo isso alicerçado por uma fé cega e dogmática.

    3. Por que o libertário rejeita uma discussão sobre qual seria a proposta libertária em um cenário hipotético de existência de aquecimento global de ação antrópica? Negando-se a debater em tais termos, o libertário só expõe o quanto sua teoria é fraca, tendo que se pautar na fé cega de que o fenômeno em questão é impossível de ocorrer.

    Um libertário linha-dura iria aceitar qualquer desafio proposto, por mais hipotético que fosse o cenário, e dizer exatamente o que o libertarianismo proporia como solução, ao invés de simplesmente negar a possibilidade da existência de tal cenário e rezar pra que ele nunca venha a acontecer.

    4. Por que libertários dizem que cientistas podem facilmente se corromper para o lado estatista mas acham que, misteriosamente, eles são blindados contra as tentações das grandes empresas petrolíferas e de gasolina que tem o maior interesse em difundir o negacionismo?

  19. Tradução: quase tudo no mundo é passível de ser questionado, exceto a alta cátedra cientificista, certamente formada exclusivamente por seres ínclitos e ilibados, infensos a qualquer verba governamental e a qualquer verba de grupos de interesse, e que pensam exclusivamente apenas no bem da humanidade.

    Claro que os cientistas podem e devem ser questionados. Acontece que o próprio método científico possui ferramentas para tal. Pela via do método científico a tendência é que os erros sejam descobertos e corrigidos (aqui pode-se fazer uma analogia à tendência de coordenação de um mercado de livre atividade empresarial).

    Se, porventura, descobrirem que o aquecimento global ou qualquer outro fenômeno ambiental não existe, tal descoberta será pelo método científico – artigos revisados por pares e publicados, de prefêrencia, nas melhores revistas. A partir disso, o conteúdo desses artigos poderiam ser sintetizados em simples frases e, aí sim, tais frases refutariam o AGW.

    Agora, essa passagem citada por mim é rídicula. O cara que a escreveu pensa que os cientistas são um bando de deficientes mentais que não pensariam nisso. É igualzinho àqueles criacionistas deficientes que acham que estão arrasando com suas verborragias ridículas (frases do tipo “se a evolução existe por que atualmente não existe nenhuma espécie em transição?”).

    Mais ainda: ao dizer “Conhecimento construído pelo mais alto padrão do método científico” você está se referindo àqueles cidadãos que confessaram ter adulterado dados apenas para que eles se encaixassem aos seus propósitos? Lindo mesmo.

    Ora, o ser humano é falho, mas o método científico não. O método científico traz fraudes e mentiras a tona.

    Por fim, não deixa de ser curioso notar que esse seu mesmo argumento pode ser aplicado a qualquer governo poderoso formado por homens inteligentes de países desenvolvidos. Questionar o governo americano? Questionar o governo da Suíça? Foram eleitos democraticamente pelo povo, o que significa que são extremamente preparados. Que arrogância e pretensão!

    O governo é guiado pela ferramenta do método científico, campeão?

    Opa, tiro n’água. Quem agiu exatamente assim foi Phil Jones, diretor da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade East Anglia, como ele confessou na entrevista à BBC linkada acima.

    Ora, não é porque um aquecimentista agiu dessa forma que isso refuta minha afirmativa. Isso só mostra que tanto aquecimentistas quanto negacionistas agem irracionalmente, e isso é mais um motivo pra se defender o uso do método científico.

    E outra, perceba que essa postura da maioria dos negacionistas libertários não é uma atitude cética, e portanto louvável, mas sim uma atitude dogmática e cega. Eles não ficam neutros a priori e então pedem aos proponentes de qualquer teoria apresentar suas provas. Não. A priori eles já se posicionam contra qualquer teoria sobre influência do homem sobre o ambiente global. E isso, ao meu ver, só tira a credibilidade do movimento libertário, pois se eles fazem isso nessa questão o que os impede de o fazer em qualquer questão?

    Beleza. Outro dia um sujeito chegou aqui e perguntou com ar supremo: como uma sociedade anarcocapitalista faria caso os dinossauros ressuscitassem?

    Ué, serio que você teria dificuldades em responder isso? Se os dinossauros ressuscitarem será bem simples: eles terão de provar que respeitam o direito de propriedade, caso se verifique que eles não são capazes de fazer isso, então eles passam a não ter direito nenhum, assim como todos os outros animais não-humanos.

    Como eu falei, libertário que é libertário mata no peito um debate sobre qualquer cenário por mais hipotético que seja.

    Em segundo lugar, e isso é bem mais grave, é você quem tem de provar que cientistas que usam verbas estatais (e isso é a regra em absolutamente todos os países do mundo) não irão se deixar influenciar por elas e, consequentemente, não sugerirão políticas que deem mais poderes aos governos.

    O ônus da prova é do acusador, fera, e não do acusado. Prove que todos os cientistas que escreveram os artigos proponentes do AGW foram corrompidos pelo governo e então a gente conversa.

    E outra, mesmo isso não prova a invalidade do meu argumento, uma vez que não prova que cientistas negacionistas não recebem verba.

    .

    Por fim, só uma correção de uma falácia sua:

    Ele também admitiu a possibilidade de que o mundo era mais quente na Idade Média do que é hoje – o que significa que qualquer aquecimento que porventura esteja ocorrendo não é um fenômeno criado pelo homem.

    Non sequitur total. O máximo que isso provaria é que aquecimento global ocorre naturalmente na natureza, mas não que o atual aquecimento não está sendo causado pelo homem.

  20. Falando de substâncias proibidas, o governo atual fez algo em relação a liberar novos tipos de defensivos agrícolas, mais seguros? Vi que tem ambientalista reclamando.

    Eu li essa coluna e eles já falam como se o governo fosse liberar o uso de veneno de rato para a agricultura. E a questão das abelhas é outra coisa, afinal se está havendo mesmo um colapso populacional delas por causa dos defensivos, então era para a gente estar percebendo isso pelo sistema de preços.

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