De acordo com o Sebrae, até o início de abril, pelo menos 600 mil micro e pequenas empresas fecharam as portas e 9 milhões de funcionários foram demitidos.
Ainda segundo a pesquisa:
10,1 milhões de empresas pararam de funcionar durante a pandemia, sendo 2,1 milhões por decisão da empresa, enquanto a paralisação de 8 milhões de companhias foi determinada pelo governo. Empresas podem ficar em média 23 dias fechadas e ainda assim ter capital para pagar as contas. […]
Mais da metade (55%) dos micro e pequenos empresários terão que pedir empréstimos para manter os negócios funcionando sem gerar demissões.
Esta foi a inevitável consequência do fechamento da economia imposto por prefeitos e governadores em decorrência da pandemia da Covid-19.
Ao redor do país, o isolamento vertical e os decretos estaduais e municipais ordenando que o comércio fosse fechado, o setor de serviços fosse interrompido, e as pessoas fossem proibidas de empreender e produzir simplesmente acabaram com os planos dos empreendedores e de toda a mão-de-obra empregada por estes empreendedores.
Por si sós, os números do Sebrae apenas comprovam o óbvio: quanto mais tempo esse desligamento da economia perdurar, menor a probabilidade de que os micro e pequenos empreendedores terão capital suficiente para se recuperar.
E aqueles que conseguirem sobreviver dificilmente irão querer se endividar apenas para recontratar seus empregados. Estando com o capital destruído, sem fluxo de caixa e sem grandes perspectivas econômicas, endividar-se para manter a mão-de-obra original, em um cenário de economia em profunda recessão, não é economicamente sensato.
A lógica é direta: esta destruição da oferta gerada pelo desligamento econômico (imposto por políticos) irá inevitavelmente afetar a renda. Quem não trabalha e não produz não aufere renda. Sem renda, não há demanda. Sem demanda, não há por que micro e pequenos empresários se endividarem para manter o mesmo nível de emprego de fevereiro de 2020.
Na melhor das hipóteses, as perspectivas também são ruins
Fazendo uma estimativa extremamente conservadora, baseando-se nos números da Sebrae, se o desligamento da economia, ainda que apenas parcial, for mantido por todo o mês de maio, é seguro dizer que pelo menos um terço destas empresas não irão reabrir. Isso é especialmente válido para restaurantes. Trata-se de um negócio não tem muito dinheiro em reserva.
Aquelas pessoas mais otimistas que acreditam em uma rápida recuperação (a chamada recuperação em formato de V) estão partindo do princípio de que as pequenas empresas que hoje estão fechadas irão rapidamente reabrir tão logo o isolamento horizontal for relaxado. Mas isso é devaneio.
Quem é do ramo sabe que, como já dito, pequenas empresas não possuem grandes reservas financeiras. Elas não terão o capital para recomeçar como se ainda estivessem em fevereiro.
E, no entanto, essas empresas são responsáveis por 27% do PIB do país e respondem por 80% dos postos de trabalho.
É por isso que os números do desemprego, que serão astronômicos, não irão cair tão rápido quanto subirão.
Mesmo porque, ainda que por algum motivo a economia seja reaberta, não faz sentido crer que todas as pessoas sairão por aí gastando no mesmo nível de fevereiro. As pessoas mais velhas não irão viajar de ônibus ou de avião. Com efeito, a própria demanda por viagens aéreas tende a ser afetada, pois agora estamos entrando no inverno, época de gripes e resfriados.
Também é difícil visualizar uma rápida recuperação dos restaurantes, principalmente os self-service. Muitos já fecharam e não há garantia de que haverá suficiente tráfego de consumidores para reabri-los.
A frequência em salões de beleza, cabeleireiros, academias de ginástica, salas de cinema, aulas de dança, cursos de idiomas estrangeiros e qualquer estabelecimento que traga alguma aglomeração tende a cair.
As pessoas seguem amedrontadas (a mídia fez um ótimo trabalho neste quesito) e trancadas em suas casas, estão sem emprego, sem renda e, consequentemente, não sairão gastando a rodo caso a economia seja reaberta, e nem entrarão em espaços mais confinados.
Por causa do desligamento, o povo foi obrigado a cortar seus gastos. O orçamento das famílias foi completamente destroçado por esta recessão artificialmente criada. Levará tempo para o reajuste. Após toda essa campanha de medo, leva-se tempo para que a confiança volte.
Ademais, sabemos que o isolamento horizontal não será revogado da noite para o dia, em todas as cidades, ao mesmo tempo.
As pessoas não sairão para jantar só porque um restaurante reabriu. (Os restaurantes que se adaptaram e que ainda seguem operando via delivery certamente já demitiram seus garçons, e não há motivos para crer que estes serão recontratados.)
As pessoas não sairão comprando passagens aéreas normalmente (até porque a tendencia é que nem haja as férias de julho). Hotéis não vivenciarão nenhuma retomada forte de demanda.
Muitas pessoas nem sequer voltarão ao trabalho. E pouquíssimas voltarão ao mesmo volume de gastos de fevereiro.
Neste ínterim, a economia continuará afundando. Há simplesmente muita incerteza.
Todas as pessoas empregadas em todos estes setores serão as grandes perdedores. Na melhor das hipóteses, tudo dando certo, serão necessários muitos meses para que essas pessoas sejam recontratadas.
E agora vem a verdade politicamente incorreta: as pessoas que trabalham nestes setores (com a exceção dos pilotos de avião e comissários de bordo) estão na metade de baixo da renda. E elas ficarão sem empregos por mais tempo do que as pessoas que detêm ocupações de classe média. E R$ 600 por mês dificilmente irão manter seu padrão de vida. A desigualdade, tão vituperada pela esquerda, irá aumentar ainda mais — em decorrência de uma política estatal que declarou que tais setores não são essenciais.
Como bem disse Daniel Lacalle, “com uma só canetada, milhões de empreendedores e trabalhadores foram humilhados pelo estado, o qual, além de proibi-los de auferirem seu ganha-pão no livre mercado, ainda afirmou arrogantemente que suas atividades não são essenciais para ninguém. Um golpe duplo.
A contração da divisão do trabalho e a oligopolização
Essa política de desligamento da economia imposta por governadores e prefeitos contraiu a divisão do trabalho a um ritmo muito mais veloz do que o de qualquer outro episódio da história moderna. Isso terá severas consequências na produtividade da economia. É inevitável.
Mas, estranhamente, as pessoas acreditam que essa contração da divisão do trabalho será resolvida quando os governos permitirem a volta ao trabalho.
O fator-chave em uma depressão econômica é exatamente este: a contração da divisão do trabalho. Não é uma eventual queda de preços. Não é uma eventual redução de gastos. O que define uma depressão é a contração na divisão do trabalho.
A produção econômica e a criação de riqueza caem porque a produção de cada indivíduo (empreendedores, trabalhadores e investidores) cai. Empreendedores não vislumbram um futuro promissor, investidores ficam retraídos e as pessoas não encontram emprego.
O novo coronavírus, por si só, já teria sido um grave revés para os trabalhadores de baixa renda. O confinamento intensificou enormemente o problema. É realmente delicada a situação destas pessoas. Quanto mais tempo o desligamento da economia continuar, pior será a situação delas.
Vale ressaltar o óbvio: o colapso econômico não foi causado pelo novo coronavírus. Foi causado por prefeitos, governadores e legisladores que ordenaram o fechamento da economia. Foi o estado quem fez isso, e não o coronavírus (e esta é uma afirmação meramente factual, sem qualquer juízo de valor).
Por tudo isso que já foi exposto, é difícil crer em uma retomada em V. Até mesmo uma retomada em U é improvável. O mais provável é realmente uma recuperação em L. Não é desarrazoado imaginar uma economia parada por mais de dois anos.
E, caso isso se concretize, será realmente uma tragédia para os trabalhadores de menor renda. Seus atuais empregos realmente tendem a desaparecer.
Mais ainda: há uma tendência de consolidação e oligopolização da economia. Pequenas empresas ou quebrarão ou serão compradas por concorrentes maiores. A livre concorrência tende a ser restringida ainda mais. Mas é inevitável. É isso o que a atual recessão artificialmente imposta pede.
Os proprietários de pequenos restaurantes, por exemplo, caso queiram realmente sobreviver, fariam bem em se unirem como sócios e transformarem todos os seus restaurantes em um único. Seria uma saída racional. Só que a burocracia para isso é tanta (envolve o fechamento de vários CNPJs, a rescisão de vários contratos de trabalho e o quitamento de várias dívidas pendentes), que se torna melhor simplesmente vender tudo para um concorrente maior e mais capitalizado.
E isso irá ocorrer por toda a economia. Grandes redes varejistas que já operam online (Magazine Luiza, Casas Bahia e Ponto Frio, por exemplo) irão continuar. Pequenas lojas que dependem da frequência física de consumidores dificilmente irão sobreviver.
Criando dinheiro para resolver tudo
A solução dos políticos para o desastre que eles próprios criaram é a tradicional: aumentar gastos do governo (o que requer maior endividamento) e, complementarmente, colocar o Banco Central para criar dinheiro.
A ideia é que, se o governo repassar dinheiro para os trabalhadores, eles irão gastar esse dinheiro e isso automaticamente reavivará toda a economia.
Mas eis aquela incômoda pergunta que, sozinha, aniquila todas as promessas keynesianas: de onde virá o dinheiro?
Ele só pode vir da tributação, do endividamento do governo ou da criação de dígitos eletrônicos pelo Banco Central. Não há outra fonte. E nenhuma dessas três fontes é produtiva. Nenhuma delas tem o poder de criar riqueza. Nenhuma delas aumenta a oferta de bens e serviços. Logo, nenhuma delas resolve esse choque de oferta que estamos vivenciando.
Redistribuir dinheiro é, por definição, uma política de demanda. Políticas de demanda em um ambiente de oferta profundamente reduzida não irá aumentar a oferta. Se uma pessoa está com fome e você dá a ela dinheiro, ela conseguirá comprar o estoque de comida já existente. Mas ela não conseguirá criar mais oferta futura de comida. Para isso, são necessárias políticas de oferta.
Mas a política de redistribuição ou criação de dinheiro é ainda pior. Ela é destrutiva para aquele que é o mais importante recurso de uma sociedade livre: preços corretos gerados pela oferta e pela demanda.
Estes preços são a baliza que os empreendedores utilizam para decidir quanto pagar por bens de capital, fatores de produção (como mão-de-obra) e serviços, na expectativa de obter uma maior renda no futuro com a venda do serviço e do bem de consumo final.
Mas o sistema de preços está sendo destruído pelas políticas de déficits e criação de dinheiro. A ausência de poupança foi mascarada pela criação de dinheiro. A forte queda observada nas taxas de juros de longo prazo precifica isso: o dinheiro criado pelo Banco Central está fazendo parecer que há uma abundância de poupança disponível para bancar novos projetos.
Logo, o que está realmente sendo dito por aqueles que preveem uma recuperação rápida é: “Informações erradas são essenciais para a recuperação econômica. Sem a completa distorção do sistema de preços por meio de aumento de gastos, déficits orçamentários e criação de dinheiro, estaríamos em depressão.”
Em outras palavras, as atuais condições de oferta e demanda gerarão um depressão. E a única maneira de a depressão ser evitada, e a plena prosperidade ser recuperada em um ano, é essa: sinais de preço falsificados criados pela intervenção governamental.
Ou seja, falando no popular, fake news é a base necessária para uma recuperação econômica real.
É óbvio que não tem como dar certo. Tais políticas, repetindo, apenas fazem com que os preços na economia não mais reflitam as condições de oferta e demanda. Isso significa que os empreendedores passam a receber informações erradas. E eles tomarão suas decisões baseando-se nessas informações erradas. Isso irá gerar perdas. Empreendedores que acreditam em informações erradas e que investem segundo estas informações erradas terão perdas no futuro.
Se não sabemos quanto algo custo em termos das atuais condições de oferta e demanda, não sabemos qual é o seu real valor na economia. Consequentemente, não é possível estimar que será o seu valor daqui a um ano. Criação de dinheiro pelo Banco Central e um maciço aumento de gastos feito por meio de redistribuição de renda (dos pagadores de impostos para o governo) não geram alocação racional de capital. Ao contrário: geram alocação irracional de capital.
No final, é disso que se tratam os pacotes de socorro, principalmente a impressão de dinheiro feita pelo Banco Central: a crença de que preços falsificados e alocação irracional geram retomada econômica.
Para concluir
Os otimistas estão errados. Sem nenhum exagero, a psicologia de toda a população foi transformada por algo que nunca aconteceu na história do país (pandemia seguida de confinamento). Esta pandemia será para sempre lembrada por todos os adultos.
Um grande número de pessoas desempregadas manterá a economia economicamente deprimida. Também manterá a economia psicologicamente deprimida.
Os jovens sem experiência que estão entrando atualmente no mercado de trabalho terão um longo período de decepção pela frente. Estão entrando no mercado no pior momento possível. Eles não conseguirão bons empregos. Não construirão capital. Dificilmente terão condições de sair da casa dos pais.
E os poucos que conseguirem empregos não conseguirão os mesmos salários vigentes em fevereiro. Ou mesmo os vigentes em maio do ano passado. Eles viverão assim por pelo menos cinco anos. (O próprio governo estima uma queda de 5% do PIB. Em dólares, é capaz de voltarmos para 2009. E essa é uma hipótese otimista).
E aqueles que entrarem no mercado depois destes irão rapidamente superá-los.
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Como está sendo minha quarentena?
Muitos têm curiosidade em saber como está sendo minha vida durante está quarentena, pensando nisso, preparei um breve relato com alguns acontecimentos e observações que tive durante este tempo de pandemia.
Eu nunca engordei tanto como nessa pandemia, foi essa desgraça de capitalismo que me deixou gordo, viver entre escritos, video game, netflix, internet, pornozão, salgadinhos e cerveja, definitivamente, não é um modo de vida saudável. Se fosse o fim do mundo eu teria poucas skills. E de quem é a culpa de tudo isso? Desse maldito capitalismo! Para de ficar me oferecendo porcarias! A maldita marca de salgadinhos faz questão de criar um novo sabor (Ruffles ketchup) delicioso para que eu tenha que comprar 10 salgadinhos (aquela porcaria só tem ar) para consumir inquieto em meu apartamento enquanto faço download de um jogo na Steam. Minha vida se resume em inquietação, comida, entretenimento e, quando estou de bom humor, trabalho. Eu queria tanto ser cubano.
Um Intelectual vive como representante do que há de mais evoluído e moderno na humanidade, e, para isso, é necessário ter um estilo de vida apresentável. Como vou pedir petição de princípio parecendo crackudo? Ao menos à cultura moderna aceita o estilo maconheiro. Enfim, um intelectual sabe sabe pegar o contexto moderno e representá-lo em escritos; nesse sentido, é muito importante saber difundir a opinião de órgãos internacionais, ou seja, em meu trabalho, tento representar em linguagem tupiniquim a estética pós-moderna. Filosofar é a arte de valorizar o signo. Basta utilizar da respeitabilidade humana, mais alguma beleza linguística, e dar continuidade à narrativa internacional. Esses dias aconteceu algo interessante: Fui convidado para uma roda de discussão em um programa jornalístico (afinal, sou filósofo), mas, confesso, estava muito chapado depois de ter fumado maconha. A moça falava sobre geopolítica, economia, problemas globais, etc., e aquilo só me fazia viajar mais. Tava tudo brilhando, mano. Depois, ela perguntou: Qual a sua opinião, senhor Capital Imoral? Eu, vendo unicórnios andar pelo estúdio, usei da velha técnica universitária: Coloque a culpa no neoliberalismo e a solução, enfeitada de beleza argumentativa, no poder centralizado. Sempre funciona. No final, deu tudo certo, consegui mais tempo de programa do que um médico tonto que veio discordar, friamente, da Organização Mundial de Saúde (OMS). Veja como não se trata da ideia, mas da estética. Viva a maconha.
Por falar em maconha, tenho utilizado muito a internet, meus amigx e eu nos reunimos constantemente tanto para tentar derrubar o governo como para pensar em esquemas (malandro não trabalha, faz esquema) a fim de conseguir uma boquinha nesse tempo de pandemia. E não é que funcionou? Em tempo de pandemia, tornei-me auxiliar de artista e ganhei, por cima, R$ 5 mil – mais os R$ 600 do povão – para ficar usando oclinhos e dar minha opinião se o verde do cenário ofende a natureza. Nem só de filosofia viverá o homem, mas de toda mamata artística {1}.
Agora é só ficar de boa e curtir a grana, pensei.
Aí eu tava de boa na lagoa navegando na internets, quando aparece um gordinho no Youtube, Paulo kogos, e não é que pançudo tava metendo o loco em São Paulo? O roliço conseguiu adeptos bolsonaristas e todo tipo de louco (é tudo a mesma coisa) para protestar contra João Dória. A revolução-ancap estava começando, mas, infelizmente, mamãe kogos pois tudo a perder: deu uns tapas no bumbum rosado de paulinho e acabou com a brincadeira. O anarcocapitalismo acaba na primeira chinelada.
Paulo kogos: "Não fui eu, mamãe. O caixão foi ideia deles!".
Depois vieram justificar na live do kogos: "Veja bem, ele foi ameaçado de morte, como no filme Poderoso Chefão". Cara, você acha mesmo que vão perder tempo com essa rola de poço? A única coisa que ele ameaça é a lanchonete. Jamais algum político irá perder tempo com esse meme-ambulante. O dia que Paulo kogos incomodar alguém, basta cortar a mesada do x-burguer, que rapidinho nasce um vídeo com desculpas. Falei, Falow!
Conclusão
Enfim, quero dizer que as comodidades do capitalismo afeta mais a minha vida do que a própria pandemia, quero ser pobre, mas só depois da revolução. O capitalismo é um vírus muito pior do que o coronavírus. Vivo, mas não eu, é o materialismo que vive em mim.
Notas
{1} Maria Gadú e Fabio Porchat abrem festival com 60 lives do governo de São Paulo
Chamada de #CulturaEmCasa, plataforma de streaming é orçada em R$ 1 milhão e foi pensada para ajudar no sustento de profissionais da cultura.
oglobo.globo.com/cultura/maria-gadu-fabio-porchat-abrem-festival-com-60-lives-do-governo-de-sao-paulo-24380360
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
Eu também não visualizo nada positivo no futuro. Conversando com microempresários da minha vizinhança, a situação varia de lágrimas nos olhos a raiva. Garçons que costumavam tirar até R$ 3.200 em meses bons (por causa das gorjetas) agora vão se virar com R$ 600? Sem chance.
Com o emprego não voltará ao que era, a demanda não voltará tão cedo, as pessoas continuarão com medo de frequentar lugares públicos (principalmente as mais velhas, de mais renda) e tudo vai se arrastar.
Em um mês, políticos conseguiram não só anular tudo aquilo que estava sendo consertado desde 2016, como ainda piorar tudo.
Não entendi essa expressão “fecharam as portas”. Quer dizer faliram?
Muito bom o artigo, como sempre.
Leio o Mises desde 2011, e o pensamento do site abriu muito minha cabeça.
Porém devo confessar que nos ultimos meses tenho dado uma guinada para a esquerda, em rumo a um centro mais equilibrado.
Para quem se interessar pelo motivo de minha guinada.
1)Desculpem, mas aquele canal do Ancap.su faz algumas afirmações que não tem como ser levadas a sério. Sei que o dono do canal nada tem a ver com o site, mas ambos acreditam em um livre mercado sem a interferencia do estado.
Nas ultimas semanas ele tem debochado da gravidade do novo coronavírus, tem lançado teorias conspiratórias (Itália tem acordo com a china para inflar números e derrubar a direita mundial. Hackers invadiram a fundação gates e comprovaram que o Covid-19 foi feito em laboratório…)tem promovido uma irrisória “resistência” indo na rua e gravando vídeos em prol da “desobediência estatal”. Parece coisa de garoto de 15 anos. É a mesma coisa do estereotipo do comunista com espinha no rosto que vive atrás do teclado com sua masturbação intelectual. Só que com o sinal trocado para a direita.
2) Esse artigo acima diz que a mídia está aterrorizando e alarmando os números de óbitos, superestimando o potencial da doença. Como profissional de saúde posso dizer que essa acusação é no mínimo fruto de uma ingenuidade, ou talvez uma distorção forçada da realidade para fazer com que a mesma bata de acordo com a opinião do autor. E para saber como as coisas realmente estão, convido a irem para o Hospital de Clínicas de Niterói, aonde trabalho. Verá que não existe terorrismo da mídia. O terrorismo é a própria doença, ela não precisa de advogados do diabo.
3)Por fim. Qual a solução do livre mercado para o lockdown? Hoje está circulando um vídeo deplorável no twitter, dos shoppings de Blumenau que voltaram a abrir. Os lojistas batendo palma enquanto os clientes entram nas lojas. Como profissional de saúde, eu tenho muita reserva de que as pessoas que voluntariamente se colocam nessa exposição tem real consciencia da letalidade da doença.
Eis o que ninguém tem a coragem de falar: o Brasil está sendo ASSALTADO pelos governadores, prefeitos e congressistas.
Será o maior roubo da nossa história.
Esse foi o melhor artigo que eu li sobre o assunto: não existe uma dicotomia entre vidas e economia, como muitos estão alarmando. Está tudo interligado e tudo indo para o saco, e não é R$ 600 (ou mil, dez mil) que vai resolver, pelo contrário – só vai piorar a situação.
Análise muito sensata.
A brincadeira acabou. Chega de bancar o cidadão modelo e seguidor de leis.
Acorda , a solução sempre foi ::::::::::::::> SONEGAÇÃO E BOICOTE ( DESOBEDIÊNCIA CIVIL )
Abra uma conta em uma corretora em um paraíso fiscal , compre ouro e utilize criptomoedas para sempre.
Tenha 5 rendas diferentes que voem abaixo do radar da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA.
Parabéns políticos e burocratas. Depois muitos deles irão pedir por socorro de Brasília.
Essa porcaria de país, quando tinha alguma perspectiva baixa de se recuperar lentamente, agora foi abatida por essas ondas de bloqueios. Me pergunto se a tal da Lei de Abuso de Autoridade valeria para a situação de agora, e se não caberia ação contra as prefeituras e governos estaduais que impuseram esses bloqueios e geraram prejuízos.
E pensar que a humanidade passou pela Peste Negra… é que naquela época, apesar da miséria extrema, acho que ainda não havia uma espécie de mídia para causar pânico. Mas a Europa, em si, ficou estagnada por séculos.
A Bolsa teve ótima subida desde o auge da queda.
MGLU3, por exemplo, subiu de 30 reais para 50.
Todos os grandes de olho na falência dos concorrentes menores.
Desemprego = mão de obra barata = melhor alocação mão de obra produtiva = recuperação econômica
É só o estado não se meter que tudo se resolve.
Eu acho que isso poderia ser explicado em um jogo de computador.
A maioria dos jogos hoje em dia é mais difícil achar especificamente para empreendedor-negócios (trocas voluntárias) sendo mais para a estado-guerra (coerção e força) mas a lição básica é a mesma que é Produção é sinônimo de vitória.
Tipo pega qualquer jogo de estratégia tipo um Capitalism, civilization, the Settlers, SimCity, Warcraft, Age of Empires, Saga Total War, Saga Tycoon( RollerCoaster, Railroad ) … enfim todos eles seja de negócios á guerra tem uma coisa em comum que é nunca pare de produzir se parar é sinônimo de Game Over porém se vc for humilde e aprender com seus erros pode recomeçar e quem sabe “zerar” o jogo ou seja vitória.
Um simples jogo porém aprende-se muitas coisas complexas até de forma inconsciente tipo coisas como tropas são caras e empresas que não dão lucro é ruim optando pelo enxugamento ou exclusão total(reduzindo o Passivo) e consequentemente investir em setores mais rentáveis (aumentando o Ativo) ou seja isso foi uma aula de contabilidade básica (ativo-passivo), aprender a antecipar o movimento dos seu adversários (Estratégia de curto, médio e longo prazo), aprende-se que é bom ter recursos em estoque (poupança) porém melhor ainda é estar com ele na cadeia produtiva(investimento).
Vários políticos no Brasil e no mundo sofrem de TPM eterna (quer dizer TPN- Transtorno de personalidade narcisista) ou seja são “demais” (orgulhosos, arrogantes, burros) em que não possuem humildade e que consequentemente não compreende a lição mais básica em que uma criança de 8 anos ou menos aprende zerando o jogo.
E se eles não zeram um jogo no mundo “virtual” como vão vencer em um jogo “real” em que tem milhares, milhões, bilhões de pessoas (variáveis)?
A ONU acaba de alertar que o mundo está prestes a vivenciar uma fome global de “proporções bíblicas".
edition.cnn.com/2020/04/22/africa/coronavirus-famine-un-warning-intl/index.html
Ué, que estranho. Os humanistas digitais garantiram que tudo ficaria bem: bastaria todo mundo ficar parado. Era só trancar todo mundo em casa e fazer alguns repasses que tudo se resolvia…
Está na hora do povo tomar o poder. Quer coisa mais libertária do que isso? E mais, é só ir marcando os nomes dos políticos e pessoas de influência que apoiaram essa “quarentena forçada”. Quando a conta chegar e o auxílio acabar, se reúnam e vão fazer passeatas, manifestaçoes e acampamentos, na porta da casa destas pessoais. Eles são os responsáveis por isso. E assinaram muitos contratos , decretos e leis, é só procurar. Eles que paguem do bolso deles!
Pior do que esses bloqueios, é que o fantasma da desvalorização cambial voltou a nos assombrar.
Ótimo artigo, só vislumbro um erro: “os jovens que ingressarem no mercado de trabalho”. Não, eles não vão ingressar, fato.
Dr. Shiva Ayyadurai, indiano, candidato ao senado americano , graduado, mestrado e com PhD pelo MIT propondo em cartao ao Trump curso de ação para evitar essa zona toda:
http://www.youtube.com/watch?v=pA4OSOCan1Q
não parece que foi ouvido… ninguém coloca o seu na reta pra valer…
Cruzei referencias das informaçoes deste cidadão com de outros médicos nao vendidos a industrias farmaceuticas e/ou ignorantes sobre o tema e estou utilizando pessoalmente este protocolo, além de te-lo divulgado à familia e amigos… seja a mudança que quer ver!
Gostaria de deixar registrado aqui o meu parabéns ao Fernando Ulrich , que está fazendo um importantíssimo trabalho no Youtube. Ele está dizendo muitas verdades e fazendo boas análises ali. É um trabalho verdadeiramente educativo e muito necessário.
"Vacina desenvolvida em Oxford começará a ser testada em humanos a partir de quinta-feira (23)" > http://www.youtube.com/watch?v=ODCBhRN4Zlg
"Alemanha iniciará testes clínicos de vacina contra Covid-1" > http://www.youtube.com/watch?v=2DmYSDOEU3w
"Coronavírus: Eficácia de tratamento com anticoagulantes ganha destaque" > http://www.youtube.com/watch?v=j2lMUV_7RQ0
"Coronavírus: estudo mostra maior mortalidade entre infectados tratados com cloroquina" > http://www.midiamax.com.br/cotidiano/2020/coronavirus-estudo-mostra-maior-mortalidade-entre-infectados-tratados-com-cloroquina
"Pastor evangélico morre por coronavírus no Chile após culto com 300 pessoas" > g1.globo.com/mundo/noticia/2020/04/15/pastor-evangelico-morre-por-coronavirus-no-chile-apos-culto-com-300-pessoas.ghtml
Neste tempo de coronavírus, nada melhor do que rir. Uma dica boa é este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ewWQgTmmk2Q
“O colapso econômico não foi causado pelo novo coronavírus. Foi causado por prefeitos, governadores e legisladores que ordenaram o fechamento da economia.”
O autor que me desculpe, mas essa visão não é correta. O vírus é a causa principal do problema econômico, sim.
As leis de quarentena forçada podem agravar o problema, mas ele existiria com ou sem elas.
A riqueza é criada a partir da colaboração humana, no sistema de divisão de trabalho. Tudo o que prejudicar essa colaboração, representa automaticamente uma menor produção de riqueza. E o coronavírus atrapalha sim a livre colaboração das pessoas em muitas atividades humanas. Outros exemplos de entraves à livre colaboração são as barreiras alfandegárias, os impostos, a regulação estatal, etc…
Algumas atividades conseguem se transformar para o online. Outras não.
E notem que o fato de termos ou não leis de quarentena, não fazem tanta diferença assim. Com ou sem quarentena oficial, continua sendo altamente recomendado que as pessoas do grupo de risco (idosos, hipertensos, asmáticos, diabéticos, etc) não se exponham. Só hipertensos são 25 % da população. O grupo de risco é seguramente maior que 30% da população. Some a isso as pessoas que vivem com pessoas do grupo de risco.
Com ou sem leis de quarentena, quase todas as pessoas vão reduzir as interações sociais, incluindo as interações de consumo e de produção. Ou alguém acha que, no dia que os shoppings forem abertos, o público e as vendas estarão no mesmo patamar de antes? A crise vem, com ou sem quarentena legal.
Abcs.
Pessoal, tenho algumas dúvidas e gostaria de ler a vossa opinião, eu me interesso muito pela computação, sendo assim ingressei no curso de Bacharel em Ciência da Computação em uma universidade regional (pública, porém cobra mensalidade, e que baita mensalidade…), aó que como o peso no bolso se tornou insuportável eu tranquei e fui para uma dessas faculdades privadas onde agora faço Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas à distância, o curso é bom, ao contrário do que muitas pessoas falam sobre o EAD, e custa 70% menos do que presencial, porém é muito mais voltado para o mercado do que para a parte científica, ou seja, foca mais em programação e sistemas comerciais.
Sendo assim, faço cursos online, pesquiso por conta e estou no momento iniciando um livro sobre Machine Learning, Deep Learning, Redes Neurais, etc, e pretendo futuramente estudar o desenvolvimento em cima de redes P2P, especialmente a tecnologia Blockchain e a Deep Web, e não vou parar por aí.
Minhas dúvidas seriam:
1 -> É possível eu chegar ao nível de capacidade e conhecimento de um cientista ou engenheiro da computação do ITA mesmo me formando em uma instituição simples e estudando majoritariamente por conta?
2 -> Para trabalhar no exterior, especialmente em países como EUA, Nova Zelândia, Austrália, etc, um diploma seria necessário, ou seria possível ser bem sucedido por lá apenas comprovando conhecimento e talvez experiência?
Obrigado!
Pessoal do Mises,
Eu preferiria que o governo não tivesse feito nada. Ou o q sempre fez em outras epidemias e enfermidades. Ou seja, um tratamento precário. Se fizesse só isto, seria ótimo.
Inventaram de quebrar a economia do globo.
Até entendo isto sendo feito no Brasil. Com os nossos políticos querendo f..er tudo.
O que tenho dificuldade de entender é QUE FOI GLOBAL!
Sei, sei, tem exceções: Coreia do Sul, Tawan, Hon Kong, Suécia e tal….mas de qualquer maneira pode-se dizer q quebraram o mundo todo. Díficil entender. Quem ganha? Quem tem lucros? Até mesmo os governos que saem mais fortes e ditatoriais desta crise tem que lidar com uma população mais empobrecida. Realmente ainda não peguei toda a situação.
Gostaria de alguém me explicasse. Trabalhei a vida toda com vacinas e virus e sei muito bem sobre a questão sanitária. E sei que quarentena obviamente funciona em qualquer epidemia que por definição seja transmitida de pessoa p/ pessoa. Não é isto. É como podem parar o mundo sem ter uma saída para a epidemia? Como saíremos sem uma vacina ou quando grande parte da população contrair o vírus e ter anticorpos?
Sem esta resposta não poderiam ter parado o mundo! Mas volto a perguntar. Quem ganha com o empobrecimento do mundo?
Abraços
Mais um furacão no mercado financeiro hoje. Rumores sobre a saída de Moro do governo fizeram o real se depreciar em mais de 2%.
Não foi 0,7%, nem 1,0%, nem 1,5%. Foi MAIS de 2% em um ÚNICO dia.
Isso, volto a repetir, por um rumor. O Moro não saiu.
Amanhã, quando ficar oficial que Moro vai continuar no governo, será que o real vai se valorizar os mesmos 2% que perdeu hoje? É CLARO QUE NÃO.
A conclusão é clara. O mercado financeiro brasileiro gosta é de intervencionismo, desenvolvimentismo, protecionismo, articulação política, corrupção, toma lá dá cá, centrão, e afins.
No governo Temer (que não chegava nem perto do grau de liberalismo econômico do governo atual), a moeda sempre ficou "comportada". Não me recordo de nenhuma desvalorização abrupta. Ficava sempre entre os R$ 3,00 e R$ 3,50, mesmo o governo sendo uma quadrilha de corruptos pra ninguém botar defeito. No governo Dilma já chegou a valer R$ 1,50.
Aí agora no governo Bolsonaro, que tem o melhor plano econômico da história, o mercado parece estar profundamente incomodado. E me refiro ao período pré Corona vírus, pois mesmo antes desse maldito vírus chinês, as desvalorizações foram frequentes, muitas das vezes motivadas pelo mesmo motivo de agora: rumores.
Vale lembrar que o mesmo ocorreu quando começou a surgir a possibilidade da demissão de Mandetta. Parece que o mercado não tem o menor pudor em desvalorizar o câmbio de forma desproporcional, como nunca se viu antes.
Eu sei que o Paulo Guedes já falou besteira e isso atrapalha. Mas se a desvalorização ocorre da maneira mais violenta jamais vista, no MELHOR governo que já tivemos, isso deveria ter acontecido com 4, 5, 6 vezes mais intensidade nos malditos governos esquerdistas (Lula e Dilma) e do tomá-la da cá explícito (Temer) que tivemos no passado.
Pessoas, felizmente eu consegui achar (alguns) dados macroeconômicos sobre o regime militar (ufa!), o que só pude obter graças a uns pesquisadores que decidiram fazer uma pesquisa publicada em Inglês. Aquele site do Banco Central é medonho, você busca e quando ver, cadê o arquivo para baixar? Uma porcaria. O Ipea é um pouco melhor, mas também sofre de carência de dados e ainda estou vendo se ainda há algum dado aproveitável (pois estou tentando fazer um artigo detalhado de como era a economia brasileira no regime militar).
Entretanto, quem puder me ajudar a entender esse gráfico, ficarei grato. O gráfico em questão é este. Se eu entendi bem, perto de 1980, os déficits e as transferências ficaram no positivo. Isso foi devido a algum calote na dívida externa? Qual dos dados é melhor mensurador: apenas os déficits ou os déficits e as transferências?
Achei também esta tabela. Deixe-me ver se entendi: quer dizer que entre 1965 e 1972, a dívida interna é de 0,8% do PIB e essa real base monetária em percentual negativo do PIB quer dizer que contraiu? A publicação original é essa.
Grato a todos pela atenção e paciência.
Alguém poderia me explicar porque as grandes economias (principalmente as europeias e norte americana) cresceram num ritmo médio de 2,1% durante o auge do livre mercado (1870-1910) e depois durante o período keynisiano (1950-1970) as mesmas economias cresceram em média 2,3 %.
No segundo período ouve muito mais intervenção estatal e ainda a desigualdade social diminuiu sensivelmente nesses países. Gostaria de ver uma boa explicação liberal para esse fato.
Primeiro ponto, o artigo fala como se a demanda fosse continuar como antes, se não houvesse começado nenhuma política estatal de restrição às atividades não essencias. Errado. O fluxo caiu bastante antes, após a confirmação do primeiro caso de corona no Brasil. Muita gente ficou apavorada e ficou em casa.
Exemplo, no primeiro FDS em SP, após o primeiro caso confirmado de corona no Brasil, fui ao cinema e tava vazio, sendo que noutra ocasiaõ , mesmo dia da semana e horário, tava cheio. E daqui pra frente, onde reabrirem a economia, haverá um fluxo bem menor, naturalmente. Em SC tá 70% do que era o comércio.
Segundo ponto, não havia saida senão impor a quarentena horizontal, exceto se houvesse testagem em massa, o que não foi possível no Brasil e ainda não é. Liberar tudo como se não houvesse amanhã, é uma política que vai levar ao colapso total do sistema de saude e ceifar muitas vidas. É loucura total. Estudos apontam nessa direção. A OMS é clara em recomendar restrições. E é muita leviandade falar que a OMS é uma organizaçao comunista e não deve ser ouvida. Fora que estudos indicam que ligar o foda-se é muito pior pra economia.
Se vcs querem reabertura total e nenhuma restrição doravante, então precisam mostrar os estudos, convencer a comunidade cientifica, os pesquisadores e tal. Cadê os trabalhos ? A coisa não funciona na base do achismo, textos puramente teoricos dissertativos ideológicos.
Então eu diria que é preciso bom senso, o qual mostra que a quarentena tá certa. Não tem jeito infelizmente. E obviamente ngm quer recessão, empresários fechando e desemprego subindo. Mas bem pior são muito mais mortes e colapso do sistema de saude. Enfim, escolhas dificeis. Tempos duros.
Mas minha impressão é que vcs são contra quarentena e intervençoes estatais neste momento mais por ideologia antiestado.
Alem do ouro, o IVVB11 voltou com tudo na bolsa. Aposta diretamente no dolar e na bolsa americana. Quando acabar a quarentena por la, vai bombar com mais forca ainda.
Opinião pessoal : Alguém da escola austríaca tinha que aproximar do Sergio Moro. Chance unica (acredito que ele ira se candidatar em 2022) da EA conseguir demonstrar na pratica tudo que mostra em números e discursos e ganhar de vez espaço na mídia.
“Opinião pessoal : Alguém da escola austríaca tinha que aproximar do Sergio Moro. Chance unica (acredito que ele ira se candidatar em 2022) da EA conseguir demonstrar na pratica tudo que mostra em números e discursos e ganhar de vez espaço na mídia”
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Bom dia.
Não acredito que tem gente aqui defendendo “Moro para 2022”, como uma solução Liberal para a economia do País! Ele é apenas um juiz que pensa em auto promoção, já visando as eleições de 2022, isso já ficou claro em suas palavras de despedida, sendo que ele pediu demissão, não o contrário. Ele entende menos de Economia do que eu, pois também não sou economista, mas tenho uma noção básica de Economia Liberal que o Mises me ensinou e ensina em cada artigo postado aqui.
A imprensa globalista, esquerdista, vibra com a saída de Moro! Ela, esquerda, quer o famoso “quanto pior, melhor”, para o Brasil.
Moro foi contra a liberação do porte de armas para as pessoas honestas, poxa, como ele será importante para um Brasil Liberal, caso seja eleito presidente em 2022! Sim, liguei o modo irônico.
Como escreveu bem um leitor aqui, Moro apenas defende um Estado amplo, estatizante, inchado.
Bolsonaro continua sendo a única opção no momento e a atitude de Moro em se demitir e fazer o discurso que fez em seguir “defendendo o Brasil”, fica claro as suas pretensões políticas futuras.
E tem gente aqui, no site da EA defendendo Moro e a sua ambição política pessoal.
Isso, defesa de Moro, em sites social-democratas, de esquerda, eu até entendo, mas no Mises???
Acorda, pessoal! Moro é mais um oportunista, como o Mandetta.
Abraços.
Bolsonaro é um politico. Ele vai se reinventar. Entao a tendencia é ele agora se aliar com o centrao, e ir tomando medidas economicas tradicionais. Mais do mesmo. E todo ganho de 2019 se perde. Pode se esperar que os próximos três anos vao ser de muito intervencionismo.
O papel do guedes pode ser apenas de administrar o ajuste fiscal. Ja tão ressuscitando o pac com outro nome.
Se o moro é dispensável, o Guedes tb é. O gov Bolsonaro , pela crise atual vai dar uma guinada. Ele vai agir como politico.
Esse artigo foi mesmo escrito pelo Geller? O cara tá tão a par assim da situação do Brasil?
Há países muito mais restritivos que o Brasil na questão de isolamento social. Aqui pelo menos é permitido o funcionamento dos setores essenciais (supermercados, feiras-livre, farmácia, restaurante delivery, lojas de material de construção, obras de casas, prédios e infraestrutura em geral, transporte público, bancos, lotéricas, etc). Na Argentina os bancos foram proibidos de funcionar, na Espanha a polícia fica fazendo ronda nas ruas a fim de pegar algum transeunte fora de casa andando ou sentado em algum banco de praça. Enfim aqui até a quarentena é meia boca.
Leandro,
No cenário atual, há alguma coisa que o BC possa fazer para segurar a alta do dólar? Só aumentando a SELIC mesmo? Ou você pensa que os leilões surpresas (que você comentou meses atrás) ainda conseguiriam segurar/reverter essa alta dólar? Se o BC mudasse de postura, ainda daria tempo de reverter o estrago (ou pelo menos evitar um estrago maior)?
Num cenário de crise mundial, se o BC + Min Fazenda tivessem adotando medidas corretas, conseguiriam segurar a alta do dólar proveniente do”flight to quality”?
Os benefícios econômicos da quarentena:
Estudo publicado por economistas Instituto Becker-Friedman da Universidade de Chicago: o valor econômico das vidas salvas supera largamente os custos econômicos da quarentena.
“Mesmo que nossa prioridade seja a maximização do bem-estar econômico, o ideal é usar este momento para salvar vidas: fique em casa.”
Artigo completo: http://www.infomoney.com.br/colunistas/pedro-menezes/entre-o-cinismo-e-o-sentimentalismo-quanto-vale-uma-vida/
Eu não acredito que nenhum destes informou sobre Mises sendo que tinha tantos funcionários, assessores, “amigos”, familiares sendo que inclusive um deles é pós-graduado em EA, mas enfim…
Por partes então(Antes):
Fã de Donald Trump – nos discursos falavam em Moeda Forte – não copiou esta parte
Fã de Olavo de Carvalho – citavam em várias aulas e em textos Mises consequentemente Moeda Forte – não copiou esta parte
Recebe livros de Mises(Fonte) – opções 1 -podia lê-los aos poucos; 2- poderia pedir ou ordenar para alguém ou alguma coisa lê-los ; 3- poderia pesquisar um pouco e quem sabe achar este site com tudo mastigado. Em qualquer opção entenderia de Moeda Forte e uma aula de economia profunda e verdadeira. – eu acho que não copiou nenhuma das 3 opções
Era fã porém não copiou as partes boas do seu fã; recebera livros porém acredito que nem os leu. Desprezo pelo conhecimento?
(Atualmente) só lhe resta três opções:
I – Permanecer irredutível em participar do sistema, pois este é corrupto.
Se ele permanecer “sem dialogar” com os podres da “velha política”, acontece o que está acontecendo: Todas as medidas que ele envia para o Congresso são engavetadas. Algumas são aprovadas, mas só depois de serem TOTALMENTE modificadas. Todos os atos do presidente são declarados “inconstitucionais” por uma Justiça militante.
II – Começar a “dialogar” e participar do sistema.
Isto faria o governo funcionar, mas destruiria a imagem de Jair como incorruptível, diminuindo seu capital político.
III – Intervenção Militar, para romper com um sistema que, ou não funciona, ou é corrupto.
Na verdade esta opção Jair não tem, porque se tivesse, já teria feito. Está claro que há, no mínimo, uma rachadura nas Forças Armadas; parte Bolsonarista, parte “progressista”. Bolsonaro não tem o apoio suficiente para fazer uma intervenção, e não pode fazer nada sozinho.
Dito isto, observem que as três opções são o seu fim: A primeira mantém o governo emperrado, a segunda acaba com sua reputação, e a terceira (se praticável) o faria entrar para os livros da História como Ditador.
Ele realmente colocou-se como vitima sacrificial num covil de lobos, ou como ele fala: “estou aqui para virar boi de piranha”.
Sobre Paulo Guedes e outros burocratas não vou nem comentar…(quem acompanha o site já sabe)
Fico com o ilustre Leandro e espero que acerte mais uma vez: “Podemos apenas torcer para uma retomada econômica”.
Pensando em cenários que surge a dicotomia entre LIBERDADE x SEGURANCA (não em um arranjo libertário – mas considerando o arranjo atual, em que o estado existe )
1) AIDS, em que duas pessoas precisam, deliberadamente, fazer sexo sem proteção para se contaminar: aqui não pode o estado ditar a privação sexual, mas somente políticas de conscientização.
2) A dengue/malária em que uma pessoa pode contrair mesmo tendo o quintal limpo: aqui o estado poderia conscientizar – e se preciso, o estado poderia fiscalizar e multar para as pessoas a manterem seu quintal limpo?
3) Radares em ruas/rodovias: óbvio que há uma industria de multas e radares são recursos usados para aumentar a arrecadação, sem recorrer a aumento de impostos (algo impopular). Mas, abolindo totalmente os radares, o número de acidentes em rodovias não seriam bem maiores? Mais pessoas transitando em velocidades altas não geraria um cenário mais perigoso?
Concordo com tudo que foi escrito. Apenas discordo co m o termo “lockdonw”pois entendo que no Brasil não tivemos isso em nenhum estado ou municípios. Decisões precipitadas erradas e “politizadas” foram tomadas sim. Mas esse termo não condiz com a realidade que estamos vivendo em nosso país. No meu estado, MS, isso não ocorreu, vários setores forma sim mais afetados que outros, mas a expressão “lockdonw” realmente não ocorreu, nem aqui e nem mesmo no estado de São Paulo. ´Na minha linha de pensamento temos que ter prudência na utilização de termos pois incorremos no risco de “sermos mais do mesmo”.
Cumprimento o autor pelo texto, mas peço licença para discordar de alguns pontos. Primeiro o país não vive um Lockdown (confinamento), nem mesmo as cidades mais afetadas como São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife estão confinadas, o que há é um pequeno distanciamento social, em São Paulo, não chega a 50% e as demais cidades o índice é ainda menor, isto para não citar a grande maioria das cidades brasileiras, que não adotaram nenhuma medida de distanciamento social. Sou defensor do livre mercado, da escola Austríaca, de Fredeich Hayek, e de tantos outros economistas ortodoxos, mas o mundo passa por um fato inédito nos últimos 100 anos, uma pandemia num mundo interconectado abalou tanto a oferta como a demanda, muito diferente da gripe espanhola de 1920, onde um mundo extremamente fechado se levantava do pós guerra. É lamentável a situação das empresas brasileiras, especialmente das pequenas é médias empresas, para não falar das MEIs e dos ambulantes que viram da noite para o dia as suas fontes de receita secarem. Diante de todos os fatos narrados pelo autor, eu não vejo uma retomada da economia, nem no curto e nem no médio prazo que não tenha uma certa dose de heterodoxia, como dizia keynes no momento de uma crise grave não há que se falar no longo prazo, até porque no longo prazo todos estaremos mortos, precisamos resolver o problema hoje, não haverá crescimento em V, em W, em L, e nem tão pouco e I, se não houver intervenção do estado em setores base da economia para alavancar a roda do crescimento. Ao ler o texto questionei a mim mesmo, se os governadores e os prefeitos não tivessem decretado medidas de distanciamento social, o que aconteceria com os funcionários e os clientes destas empresas, ditas essenciais ou não, será que iriam trabalhar doentes, os clientes frequentariam com segurança estes lugares, hoje milhares de trabalhadores já arriscam suas vidas no metrô em São Paulo, e nas outras capitais, o que teria acontecido com a economia se estas medidas mínimas que foram adotadas não tivessem sido colocadas em prática? Condenar a mídia brasileira pelo dever de informar, dizer que esta causando pânico generalizado, também não é solução, a mídia do mundo todo esta fazendo o mesmo papel. Acredito sim, que expandir a base monetária e inundar o mercado de dinheiro em nada irá ajudar, pelo contrário, impactará a curva de juros de longo prazo e a taxa de câmbio, em relação a esta última até ajudará a ter um câmbio mais real, que poderá contribuir com o aumento das exportações brasileiras quando o mundo retomar as suas taxas de crescimento a partir de 2021. Concluindo, o que se espera do estado hoje, e do banco central é medidas para que a grande quantidade de dinheiro que foi jogada no mercado bancário, efetivamente chegue as mãos dos pequenos empresários, o tesouro terá que assumir parte da fiança destes empréstimos, porque diante de tão grave crise empresarial narrada pelo competente autor, banco nenhum dará crédito a empresas que não se sabe se continuarão em pé. Medidas de ajudas fiscais entre outras, também são esperadas do estado brasileiro. Enfim, o mundo como conhecíamos acabou em março de 2020, agora terá que ser criado um novo mundo completamente diferente, se mais aberto, ou mais fechado só o tempo nos dirá.
freios ABS e controle de estabilidade (estes dois ultimos deveriam ser obrigatorios, e muito em breve serão)
Por que você não torna obrigatório então um carro de luxo da ferrari com as medidas máximas de segurança? Assim você garante que todo mundo tenha apenas carros de ponta e super seguros.
Thiago,
Moro não pode ser tachado de “anti corrupção”, só porque fez o que o cargo o obriga a fazer, nada além disso. Ele é tucano, pró aborto, pró mordomias para o Judiciário, contra a liberação das armas e vazou áudios privados, incluindo um com a sua afilhada de casamento. Isso está na mídia, belo exemplo.
Que moral tem esse homem para ser presidente de um governo liberal com ministro da EA?
E a sua popularidade já começou a despencar, principalmente após os elogios aos (des) governos do PT.
Incrível que o México não perdeu o seu grau de investimento, com o comunista AMLO, e o Brasil até agora não conseguiu recuperar.
Que coisa, não? Que surpresa?!?! Já são 4 anos de austeridade e de uma maior liberalização da economia e nenhum resultado ate agora! (Devia, mas nao coloquei na conta o Dilma II que com o Levy partiru pra austeridade tambem)
A política do Paulo Guedes é contracionista, corte de custos em tudo que deve e que não deve.
Bota ai na conta também a redução de direitos trabalhistas e vc cria vulnerabilidade e perda de renda por parte daquela parcela da população que mais é propensa a gastar e movimentar a economia,
O Guedes é daquela turma que acha que se o patrão paga 500 reais de impostos trabalhistas de um funcionário seu e tiver esses impostos reduzidos a zero, o patrão vai passar a pagar 400 a mais pro trabalhador e ficar somente com 100. Por elementar, na prática o próprio patrão embolsa os 500.
Na verdade, me equivoquei. O Guedes sabe sim que o patrão embolsará os 500 pra si próprio. O problema é justamente aquele trabalhador que ganha um salário mínimo achando que seu salário vai aumentar apenas pela bondade de seu patrão
Gostaria de dizer aos colegas que temos que ter humildade neste momento para admitir que o liberalismo fracassou.
Raciocínio de muito brasileiro, infelizmente:
A estrada feita pelo governo tem curvas mal projetadas, asfalto ruim, sem sinalização e está cheia de buracos. Mas como o governo colocou uma placa dizendo “Dirija com cuidado”, todo acidente que acontecer será culpa do motorista que é “irresponsável”, afinal ele foi avisado.
Nova Zelândia venceu uma batalha contra o coronavírus, afirma primeira-ministra
O país registrou 1.122 casos do novo coronavírus, com 19 mortes. O pais ficou em confinamento, fechou as fronteiras, obrigou as pessoas a permanecer em casa, fechou o comércio e suspendeu todas as atividades não essenciais.
Fines, prison and loss of property – What the Government could do if you break quarantine
New Zealand will enter a four week near-total lockdown on Wednesday. All non-essential businesses will close, and people are urged to remain in their homes to stop the spread of COVID-19
Ta aí, noticia da news hub da NZ. Recomendo a leitura.
Mas pode seguir brigando com os fatos caso queira.
He says the Government will be able to penalise people who break quarantine orders, especially if the pandemic worsens.
“You could be fined or imprisoned,” he said.
“There will be the option for them to take property, control roads and other civil infrastructure if necessary.”
Mais um problema das agências reguladoras no Brasil: A ANVISA está discutindo se farmácias podem fornecer testes para o COVID-19!! Sério que precisa de autorização pra isso?? Inacreditável. Por isso o Brasil é um dos países que menos fazem testes no mundo.
valor.globo.com/empresas/noticia/2020/04/27/anvisa-discute-na-terca-liberar-venda-de-testes-de-covid-19-em-farmacias.ghtml
Enquanto isso, o show de horrores da tirania e da estupidez continua. O governo da Argentina (sempre eles) resolveu proibir todos os voos de passageiros no país até setembro. Querem deliberadamente quebrar todo um setor da economia, inacreditável. Um dia as pessoas ainda olharão para trás e dirão: como fomos tão idiotas a ponto de conceder tanto poder a políticos?
http://www.aeroin.net/sem-voos-ate-setembro-aviacao-argentina-esta-indo-para-o-abismo-diz-associacao/
Bom dia.
É um grande absurdo pessoas cair de paraquedas em um site da Escola Austríaca e exigir que haja quarentena obrigatória porque isso irá acabar com o Covid-19, 20, 21….etc.!
Todos em casa e gente morrendo de câncer, AVC, gripes da vida e logo mais, de fome, principalmente.
Quer defender a quarentena horizontal? Vai para os sites da esquerda e seja feliz!
Cada um que cair por aqui.
Suécia tem mais mortes pelo Covid19 que os outros países escandinavos! Mesmo sendo o menos populoso!
g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/04/13/primeiro-ministro-da-suecia-diz-que-pais-nao-se-preparou-bem-para-a-crise-causada-pela-covid-19.ghtml
Se tivéssemos adotado as medidas rígidas de testagem em passa e isolamento, como países como Alemanha e Coréia do Sul fizeram, hoje já estaríamos prestes a conseguir afrouxar as medidas de isolamento e voltar a abrir a economia. Pena que temos um governo atrapalhado que briga com todo mundo, então o que vai acontecer é que o Brasil vai colher o pior dos dois mundos: milhares de mortos porque não estamos conseguindo conter a doença e estamos combatendo ela no escuro já que o número de testes é pífio e por outra lado haverá a quebradeira da economia porque essas políticas frouxas de isolamento não foram suficientes obrigando o prolongamento por conta de hospitais colapsados.
A crise ia vir de qualquer jeito pq o mundo está em crise, o que podíamos fazer era minimizar as mortes. Agora estamos a caminho do pior dos dois mundos.
acompanho principalmente pelo Face, e mesmo não concordando com tudo, acho o material de vocês valioso, sempre expondo novos pontos de vista, ou aprofundando mais algum tema.
Gostaria se sugerir uma possível errata no texto! No parágrafo
“Os números do desemprego, que serão astronômicos, não irão cair tão rápido quanto subiram. Tudo isso será uma tragédia para os trabalhadores de menor renda. Seus atuais empregos realmente tendem a desaparecer. (Confira no artigo).”
não seria… “não irão subir tão rápido quanto caíram. Tudo isso será uma tragédia para os trabalhadores.”
me parece que houve um pequeno devaneio no parágrafo, e acabou tanto o tom “invertido”, ao que me parece, nesse trecho do texto.
Um forte abraço.
Mauro Lima
"Se a história pudesse nos ensinar qualquer coisa, seria que a propriedade privada está inextricavelmente associada à civilização."
Mises
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Good idea
Será que essa recuperação econômica robusta no Brasil seria um milagre econômico, vendo as últimas notícias e dados? O desemprego está em níveis menores do que ainda antes da pandemia, algo incrível.
Com os trancamentos, é claro, fica difícil de saber a questão do ciclo econômico com a questão da expansão monetária. Acho que estamos vendo mais isso de 2021 em diante.
Agora vai depender do comportamento do sistema bancário e das instituições financeiras, que são hoje o principal mecanismo de expansão monetária (M1).