Em momentos de alto desemprego e reduzidas
perspectivas econômicas de curto prazo, muitas pessoas – principalmente as mais
jovens – recorrem ao empreendedorismo como meio de vida. A criação de startups se
tornou uma tendência. Mas também vem gerando grandes frustrações.
De acordo com a revista Fortune, 90%
das startups (empresas emergentes) ao redor do mundo
quebram. [No Brasil, 67%
das empresas quebram antes de completar 5 anos].
Isso significa que os investidores que financiaram o empreendimento e as pessoas que se dedicaram a ele perderam não só dinheiro e esforço, como também seu tempo,
que é uma commodity escassa e irrecuperável. Dedicaram anos da sua vida a criar
e gerenciar algo que, no final, só trouxe prejuízos.
Há muita confusão sobre por que empreendimentos
fracassam. Consequentemente, há péssimos conselhos sobre como evitar erros e
fracassos. Mas, como bem
pontuou a revista Fortune:
A
CB Insigths recentemente analisou 101
ensaios escritos por criadores de startup que fracassaram para detalhar
exatamente os motivos por que eles acreditavam que sua empresa fracassou. Após
analisar os números, a empresa revelou que o motivo número um para o fracasso,
citado por 42% dos empreendedores, foi a ausência de uma demanda de mercado
pelo seu produto.Isso
deveria ser auto-evidente. Se ninguém quer o seu produto, sua empresa não irá
ser bem-sucedida. Ainda assim, várias startups insistem em oferecer coisas que
os consumidores não querem, e fazem isso levadas pela irracional esperança de
que irão convencê-los do contrário.
Ou seja, o motivo auto-evidente de as startups
fracassarem é que não há um mercado para aquilo que elas produzem.
Isso, de fato, é algo óbvio, mas é algo que é quase
que totalmente evitável.
Com efeito, é possível ir ainda mais longe e dizer
que a maioria destes empreendimentos fracassa por razões tolas. E isso,
inversamente, explica por que empreendedores mais experientes frequentemente
são mais bem-sucedidos: eles não cometem esses mesmos erros tolos.
O mais tolo dos erros é exatamente o mais óbvio, mas
o qual poucos levam em conta: você não deve iniciar um empreendimento que não
irá satisfazer uma genuína demanda dos consumidores. Embora falar seja fácil,
isso é realmente algo que é negligenciado por um enorme número de
empreendedores.
Para ser um empreendedor bem-sucedido, é necessário
colocar o consumidor no topo da sua lista de prioridades. Para um
empreendimento ter lucro (ou mesmo operar num ponto de equilíbrio), ele tem de criar valor para os consumidores. E tem
de fazer isso de maneira melhor (ou mais diferenciada) que os empreendimentos
já existentes no ramo.
O
que é “criar valor“
Criar valor é
descobrir o que os consumidores valorizam e então ofertar para satisfazer essa
demanda. Seja abrir um restaurante que oferte alimentos desejados ou criar um
aplicativo de transporte que se torna bastante demandado; seja resolver
problemas, consertar coisas, satisfazer desejos ou necessidades, criar
facilidades, tornar a vida mais confortável etc.: tudo isso é criação de valor.
Seu objetivo como empreendedor é determinar quais
são os desejos e necessidades não satisfeitos das pessoas e então ajudar a
satisfazê-los. Essa, sucintamente, é a definição de “valor”. Você pode criar
valor oferecendo algo novo ou oferecendo algo que já existe de uma maneira
diferenciada e inovadora. Alternativamente, você pode ofertar coisas triviais
de uma maneira que faça o consumidor perceber o valor que pode obter com isso.
Criar valor para o consumidor tem de ser o alfa e o
ômega em todo e qualquer empreendimento que queira ser bem-sucedido, pois esta
é a razão de sua existência.
Empreendedores têm de levar esta lógica a sério: o
empreendimento não é para você, é
para os consumidores. Não é para saciar um capricho seu, mas sim para atender a
uma demanda específica dos consumidores.
O
erro de confundir empreendimento com hobby
Talvez o principal problema é que a maioria das
pessoas viram empreendedoras porque querem “fazer aquilo que gostam”, “aquilo
que lhes dá prazer”, e não aquilo que realmente cria valor para os
consumidores, aquilo que irá satisfazer uma necessidade do público.
E então, após o empreendimento fracassar, elas ficam
frustradas, enraivecidas e até mesmo deprimidas. É difícil aceitar que o erro
estava lá no início, ao querer fazer “aquilo que lhe dava prazer”, e não aquilo
que era realmente demandado pelos consumidores.
A produção de bens e serviços será um desperdício de
recursos escassos se não for feita tendo como objetivo melhorar a situação dos
consumidores. Gerir um empreendimento com qualquer outro objetivo não é
empreender, mas sim ter um hobby. E isso será custoso não só para a economia
como um todo — pois irá consumir recursos escassos sem, em troca, gerar valor –,
como também provavelmente sairá caro para você.
Para colocar em um jargão econômico: seu
empreendimento não está produzindo; ele está consumindo. E ninguém ganha
dinheiro consumindo. (Este, aliás, é o motivo por que empresas ineficientes
devem falir, e não ser socorridas).
Priorizar o seu prazer em vez da satisfação do
consumidor é um erro tão tolo, mas infelizmente tão comum, que eu já argumentei
que a maioria dos
empreendedores é composta de maus empreendedores. Não se trata de uma
acusação ou de uma tentativa de diminuir empreendedores que de fato trabalham
duro. É apenas a descrição de algo visível: a maioria dos empreendedores,
infelizmente, coloca os consumidores em segundo lugar, ou até mesmo mais ao
final da lista de prioridades. Ou então só descobrem sua importância quando já
é tarde demais. Isso faz de você, da perspectiva do sistema econômico, um mau
empreendedor, pois não está criando o valor que você — considerando suas
capacidades e esforços — é capaz de criar.
Se seu empreendimento cria valor real para os
consumidores (aos olhos deles!), então vender para eles é muito fácil — e
capturar parte desse valor está longe de ser impossível. É assim que você
deveria pensar sobre qualquer eventual empreendimento. Porém, a maioria dos
empreendedores inicia empreendimentos visando primordialmente a si próprios —
o que significa que eles já começam sem o objetivo de criar valor para os
consumidores.
Sendo assim, não é de se estranhar que vão à
falência em pouco tempo: nunca houve uma “necessidade” do público consumidor de
adquirir seu produto.
Isso não é falta de sorte, mas sim falta de visão e
de planejamento.
Dicas
básicas de como fazer após já ter começado
Falando de maneira direta, como empreendedor, você
sempre estará à mercê de como seus clientes vêem você e o que você tem a
oferecer para eles.
Sendo assim, não adianta lutar contra a
maneira como eles valoram seu produto ou serviço. Você não tem esse poder.
Por isso, você tem de aceitar essa valoração e buscar satisfazê-la. Pense em
como você pode oferecer o máximo de valor possível ao seu consumidor — de
acordo com os termos dele.
Ao fazer isso, questões aparentemente complicadas se
tornam imediatamente mais claras.
Por exemplo, uma vez empreendendo, é fácil se
distrair e se deixar levar por detalhes administrativos, como a criação e o
desenvolvimento do produto, para não mencionar toda a cadeia de fornecedores e
todo o gerenciamento de recursos humanos. Embora muitas dessas coisas sejam, sim,
importantes de ser controladas, o que tem de vir em primeiro lugar é: alguma
dessas mudanças irá beneficiar o consumidor?
Afinal, por que enfrentar toda a chateação de ficar
reajustando e remodelando seu produto, se essas mudanças não irão trazer benefícios
reais para seus clientes?
Por outro lado, se elas de fato trouxerem, então os
consumidores estarão dispostos a pagar preços maiores, o que pode lhe trazer
maiores receitas. Sendo assim, priorizar a valoração subjetiva do consumidor
sempre é uma situação em que ambos os lados ganham.
Pensar em seu empreendimento em termos de valor, ou
de benefícios ao consumidor, é também como você deve pensar a respeito da
concorrência. Se seu produto oferece algo que os consumidores realmente
valorizam, então não há motivos para eles considerarem outros produtos
concorrentes.
Com efeito, um produto altamente valorizado – do
ponto de vista do consumidor – praticamente se vende sozinho. E, quanto maior a
criação de valor que você oferecer, maior será o preço que os consumidores
estarão dispostos a pagar.
Se você realmente direcionar seu empreendimento à
satisfação dos consumidores, sua concorrência só terá uma alternativa: oferecer
uma ainda maior “satisfação de desejos”. Será difícil para ela, mas, se ela
conseguir, você terá de se aprimorar. E toda a sociedade estará mais rica.
Por fim, pensar em seu empreendimento em termos do
valor que ele oferece aos seus clientes — não em termos de receitas
monetárias, mas em termos da atual satisfação deles — é uma maneira poderosa
de fazer empreendedorismo porque ajuda você a evitar erros e lhe permite
rapidamente identificar o que é importante. Ao pensar em termos de valor,
muitas decisões cruciais se tornam óbvias. “Devo contratar mais pessoas?” é a
pergunta errada a ser feita. A pergunta correta é: “Contratar mais pessoas irá
gerar mais valor real aos meus consumidores?”
Sim,
é fácil
Logo, o conselho número 1 para os futuros
empreenderes, o qual não só ajuda a evitar vários fracassos como ainda garante
seu estabelecimento no mercado, é bastante óbvio, mas quase nunca seguido:
coloque o consumidor — suas demandas e desejos — em primeiro lugar de sua
lista de prioridades a serem atendidas. Inclusive, de início, não se preocupe em buscar eficiência ou
mesmo controlar custos; faça isso apenas após já estar estabelecido (ver todos
os detalhes sobre isso aqui).
Agir assim irá ajudar seu empreendimento a prosperar
e, acima de tudo, irá lhe garantir uma renda (que é o seu objetivo).
Neste sentido fundamental, ser um empreendedor é
“fácil”.
E isso torna ainda mais espantoso o fato de que
tantos fracassam porque, só depois do ocorrido, descobriram que “não havia uma necessidade
de mercado” para seus produtos. A necessidade por seu produto não deve ser
descoberta após você começar um negócio — ela deve conduzir seus esforços.
Você é empreendedor? O que vende ou já vendeu que deu muito certo ou fracassou?
Embora seja imprescindível gostar do que faz (pois o prazer ajuda a melhorar a performance), querer fazer algo apenas porque gosta daquilo, sem se preocupar com se aquilo realmente cria valor para terceiros, é receita garantida para o fracasso.
O melhor exemplo disso é a quantidade de doutor em filosofia, sociologia, história (e varias áreas das ciências sociais que não agregam valor pra ninguém) que está desempregado. Foram fazer o que gostam e não o que está sendo demandado. Agora estão bravos porque não têm como se sustentar.
Na cidade onde moro, 20 anos atrás havia apenas uma única loja de móveis e os preços eram caros. A maioria das pessoas comprava móveis na cidade vizinha, (20 km distante) onde havia mais opões de preço, variedade e concorrência. Percebendo isso, o dono de uma grande rede de lojas na região abriu um pequeno stand na minha cidade. Resultado: um sucesso! vieram mais lojas, mais opões e a antiga lojinha de móveis mudou de ramo.
Gente, uma pessoa que por falta de opção vende doces e coisas na ruas ganha algum dinheiro. pode ser considerada uma empreendedora?
Aquela febra das paletas mexicanas ilustrou bem essa situação: confundiram grosseiramente modismo com tendência de mercado, um erro crasso de avaliação e interpretação.
economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/08/16/fim-da-febre-muda-modelo-de-negocio-de-paletas.htm
exame.abril.com.br/negocios/molinari-da-food-consulting-o-que-explica-modinhas-como-a-da-paleta/
escrilex.com.br/blog/lucraram-apos-o-declinio-das-paletas-mexicanas/
http://www.gazetadopovo.com.br/economia/livre-iniciativa/empreender/tres-anos-depois-do-auge-paletas-mexicanas-tentam-se-reinventar
revistapegn.globo.com/Franquias/noticia/2018/04/estrategia-da-los-paleteros-para-superar-o-fim-do-modismo-das-paletas.html
A lógica microeconômica muitas vezes tem efeitos benéficos em pequena escala, mas é danosa macroeconomicamente.
Exemplo: O salário mínimo causa desemprego, pois aqueles que não têm produtividade acima do piso salarial não são contratados/são demitidos. Esse exemplo faz total sentido em micro, mas em macro o efeito é diferente. Se nós abaixarmos o salário mínimo, a renda dos mais pobres, que são os que mais consumem proporcionalmente, diminui. Se a renda diminui, o consumo diminui. Quando o consumo diminui, há menor demanda de trabalho, isto é, a abolição do salário mínimo causa desemprego no macro.
O que vocês acham deste raciocínio? Se tiverem algum objeção, por favor, argumentem.
No final, apenas uma coisa gera riqueza: idéias.
Podemos discutir qual é o arranjo mais propício no qual implantar idéias. Mas, sem idéias, não há criação de riqueza.
Obviamente, de nada adianta ter idéias se não houver respeito à propriedade privada, acumulação de capital, leis claras, estabilidade jurídica, bens de capital e liberdade de negociação. Porém, e inversamente, de nada adianta ter tudo isso, mas não ter idéias.
Sem idéias, nada sai do lugar.
Sobre criar valor para as pessoas, oferta e demanda.
Como vocês ancaps lidam com o problema da luta de classes?
Sei que vices adoram repetir “Menos Marx. Mais Mises”, mas é um fato que ao longo da história as classes mais baixas da população, que sempre foram mais numerosas, ficaram insatisfeitas eventualmente e acabaram iniciando uma revolução.
Para o anarcocapitalismo funcionar, teria que evitar pessoas descontentes para evitar revoluções. Mas se não consideram educação, saúde, etc. como direitos e como existiria apenas a iniciativa privada, teria uma má distribuição de renda, com pessoas que não podem pagar por educação, portanto com mal planejamento familiar e financeiro, ficando insatisfeitas e até partindo para a violência como já vemos acontecendo no Brasil.
Basta uma pessoa conseguir unir as outras que o sistema ancap já era.
Como gerar valor para os consumidores: mecanismo de preços. Se algo está subindo acima da inflação é porque ela esta ficando escassa e precisa de mais produção. Se seu preço cai abaixo da inflação é porque sua oferta está aumentando.
Mas com as distorções intervencionistas de uma economia não livre, o preço pode subir por uma falsa demanda criada artificialmente pra favorecer um setor. E todo mundo se engana, o que pode ser fatal.
Uma economia livre dá aos empreendedores um mecanismo ótimo pra decisões: sistema de preços livres. Outra maneira de gerar valor é um produto que atenda a uma necessidade não atendida antes. Essa necessidade vai atrair compradores e vai gerar demanda. As vezes esse produto vai tornar desnecessário outro produto.
Mas é assim que se inova.
Carros elétricos vão tornar desnecessário carros a combustão interna.
Muito antes do fim dos carros a gasolina vai ocorrer que uma menor procura vai fazer cair os preços desse produto. É porque a oferta continuará a mesma, mas sua procura vai cair. Com isso os produtos de petróleo também vão cair de preço.
É certo que hoje os elétricos custam mais, por isso não atendem a todas as necessidades do consumidor. Mas o produto vai evoluir ate o preço ficar menor. Daí só comprarão os combustão interna os saudosistas, isso se os governos alinhados a motivações políticas não proibirem sua fabricação e trânsito nas ruas.
Este artigo foi escrito por alguém que vive em um contexto de liberdade econômica, onde o que realmente importa é a geração de valor para o cliente. Infelizmente, a aplicação destas ideias no Brasil é limitada pela bola de ferro que o estado amarra no pé dos empreendedores. Não é raro por aqui uma pessoa ter uma ideia que até é boa e até teria uma aceitação bacana por parte dos consumidores, mas o empreendedor acaba sufocado por regulamentações inúteis, alta carga tributária, uma economia que simplesmente não anda, leis trabalhistas que fazem com que a pessoa pague dois funcionários e leve um, insegurança jurídica e outros fatores que matam o projeto na casca. Basicamente, o empreendedor precisa gastar suas energias com dezenas de coisas que não agregam valor a ninguém, apenas para ter o direito do governo não dar uma marretada na cabeça dele. Se sobrar algum tempo e algum recurso, aí sim ele vai pensar em como gerar valor para o cliente, e talvez, ter algum lucro com isso.
Espero que a MP da liberdade econômica minimize, pelo menos um pouco, este fardo que os empreendedores carregam neste país.
Empreendedor no Brasil é quase sempre a camada menos qualificada da população, pois a grande maioria com educação e qualificações adequadas descamba pro funcionalismo, progride em grandes empresas ou emigra, trabalhar no Brasil não vale a pena.
Concordo com ressalvas.
Quem se propõe a oferecer um produto ou serviço inovador por definição não tem como prever a demanda com a mesma acurácia de quem quer oferecer um produto ou serviço já estabelecido. Mas ele pode fazer alguma análise prévia e ir percebendo se a demanda está surgindo ou não.
“Inclusive, de início, não se preocupe em buscar eficiência ou mesmo controlar custos; faça isso apenas após já estar estabelecido”
Isso mesmo, sai esbanjando dinheiro, tempo e outros recursos na fase inicial do seu empreendimento; só se preocupe com eficiência e controlar custos após estar estabelecido; vai dar supercerto!
* * *
“(…)você não deve iniciar um empreendimento que não irá satisfazer uma genuína demanda dos consumidores. Embora falar seja fácil, isso é realmente algo que é negligenciado por um enorme número de empreendedores.”
Concordo, a maioria dos novos empreendedores da minha região:
1) Pensam que o ponto é: atrair clientes, poucos deles param pra pensar se o seu empreendimento saciara uma demanda existente.
2) Ou pessoa entram num ramo de negócios saturado, oferecendo mais do mesmo que tá tem.
“Talvez o principal problema é que a maioria das pessoas viram empreendedoras porque querem “fazer aquilo que gostam”, “aquilo que lhes dá prazer”, e não aquilo que realmente cria valor para os consumidores, aquilo que irá satisfazer uma necessidade do público.”
Interessante é quando a pessoa empreende com base num hobby e naquilo que gosta e isso satisfaz demandas dos consumidores.
no seguinte exemplo: O cliente me leva um computador com defeito, eu examino e vejo que é algo simples: uma memória folgada, etc. Mas o cliente é leigo no assunto, então eu invento que o computador está cheio de problemas e cobro um preço alto. Essa seria uma forma de “driblar” a supremacia do consumidor?
Esse negócio de ajustar os custos de produção ao valor que o consumidor puder/quer pagar e ainda assim ter lucro e pagar os impostos é tarefa para Hércules.
Logicamente, o consumidor sempre vai querer um preço baixo, descontos, mas tecnicamente, se o preço que o consumidor pedir não puder cobrir meus custos?
Eu poderei vender ao preço que ele pede, mas terei prejuízo ou desistirei do empreendimento.
dólar a 5.08 reecas hoje.
http://www.stylourbano.com.br/o-rompimento-da-hidreletrica-das-tres-gargantas-na-china-ira-causar-uma-calamidade-global/
Vai feder isso.
os custos da tmm nos EUA, sob Joe biden: 98 trilhões
rothbardbrasil.com/o-green-new-deal-e-a-obscura-aposta-de-100-trilhoes-de-dolares/?fbclid=IwAR0_R0kQOruq1VChzUv8igtK4M5a-mGCy0DrhdK5RKrXfk_bTSPSDE94_Q0
http://www.causaoperaria.org.br/russia-abandona-o-dolar-e-decide-vender-todas-as-suas-reservas/?fbclid=IwAR0vSaaRSB45cX-rZYQBeteQydD6VakVbaiCRH4Qzg8UcElCOJ9E3N408bc” target=’_blank’>Rússia abandonando as doletas.
http://www.causaoperaria.org.br/russia-abandona-o-dolar-e-decide-vender-todas-as-suas-reservas/?fbclid=IwAR0vSaaRSB45cX-rZYQBeteQydD6VakVbaiCRH4Qzg8UcElCOJ9E3N408bc
Sempre houve muita m.. falada sobre empreendorismo…mas a verdade é uma só : quem se vende a um salário fixo por mês jamais será um empreendedor…um empreendedor nato jamais se venderá a um salário por mês…é a diferença entre a escravidão e a liberdade.. empreendedor dá o maior valor possivel a liberdade.. mesmo que no começo ele ganhe muito menos que estando empregado…e o emprendedor é escravo do consumidor..não de um mas de muitos… e com o tempo a gente vai entendendo os motivos que o consumidor compra o produto ou serviço..e entendendo isso está pronto para o negócio crescer e subir…entender o consumidor é crucial para qualquer negócio… por isso as grandes empresas começaram lá atrás decadas ou seculos atrás bem pequenininhas… e com o minimo de recursos produziram alguma coisa e venderam.. e os consumidores voltaram…o resultado após muitos anos é um grande empreendimento…no inicio é muito mais importante a percepção do mercado que o tamanho do empreendimento…acertando nisso o resto é consequencia… e sendo a empresa pequena é mais facil ir mudando até fazer aquilo que o mercado compra…é por esse motivo que empresas criadas a partir de dinheiro herdado e se iniciando com investimentos altos tem quase 100% de chances de falir em poucos anos…só na fase inicial quando a empresa é pequena é possível fazer as correções necessárias ao desejo do consumidor…emprego é escravidão e empresariar é a liberdade…e isso não é para muitos..
Eu entendo a boa intenção de quem escreveu o artigo mas não tem como fugir, é inexorável, no capitalismo empresas irão crescer, dominar e depois morrer.
As líderes de hoje terão sumido em anos ou décadas , assim como as líderes de outrora já sumiram.
Faz parte da natureza do capitalismo que vivemos