Por
muitos milênios, toda a educação recebida pelas crianças tinha utilidade
prática e estava totalmente integrada ao trabalho diário que garantia a
sobrevivência da família.
As
crianças acompanhavam os seus pais nas tarefas diárias, como pequenos aprendizes ou
discípulos dos mais experientes. Todos os mais velhos eram os nossos
professores, encarregados da tarefa de transmitir conhecimentos e experiências
de grande utilidade prática.
Observando
e praticando, as crianças aprendiam para sempre. Ainda na juventude, elas já
sabiam plantar, caçar, lidar com os animais que criavam, preparar e conservar
alimentos, produzir suas próprias ferramentas, habitações e suas armas de caça.
O
ensino tinha um propósito claro e objetivo. A vida era a sala dentro de uma
grande escola. Clique na figura para assistir ao trailer de um filme com
imagens que retratam isso, de como um menino se transformava em um macho alfa.
A
teoria era apresentada junto com a prática em situações reais da vida,
coisa que nenhuma lousa digital, nenhuma realidade virtual dentro de uma sala
climatizada é capaz de oferecer.
Aprender, trabalhar e viver eram uma coisa só,
impossíveis de ser separadas. Desde cedo, ficava muito claro para o jovem a importância
do conhecimento na sua prática diária, pois disso dependia a sua própria
sobrevivência e a qualidade de vida dos seus futuros descendentes.
O
jovem atingia a vida adulta com uma visão
proativa da vida, ou seja, ele sabia que para tudo ele precisava
aprender, pensar e agir com antecedência. Ele sabia que as coisas só aconteciam se ele fizesse o que precisava ser
feito, da forma que deveria ser feito.
Se
o objetivo fosse comer, o jovem entendia que precisava primeiro plantar. Para
isso era necessário preparar a terra, semear e cultivar para, finalmente, ter o
direito de desfrutar de uma lavoura repleta de consequências dos seus atos,
ou seja, repleta de alimentos e mais vida a ser vivida.
Para
caçar também era necessário planejamento, estratégia, respeito aos ciclos de
migração e reprodução dos animais, além de muita coragem e autocontrole para
enfrentar os riscos da caçada.
O
jovem aprendia que as teorias, junto com a prática diária, poderiam construir
um mundo farto, próspero e seguro para ele na vida adulta. Ele percebia que a vida que as
pessoas tinham no futuro era uma consequência de todo o preparo passado e de todas
as ações realizadas no presente.
A educação hoje
Nos
dias de hoje, as coisas estão bem diferentes.
As
crianças abrem uma das “caixas mágicas” que existem na cozinha e encontram os
seus alimentos preferidos. Elas não entendem direito o que estão comendo, não
sabem como aquilo foi produzido ou de onde veio. Com o tempo, elas aprendem que
existe um lugar mágico de onde podemos retirar todos os alimentos que gostamos
(supermercado). Para isso, você só precisa ter um “retângulo de plástico” que
também é mágico. Você o coloca em uma máquina, aperta alguns botões e então deixam
você levar aquilo que quer para casa.
As
crianças aprendem que, para ter um “quadrado mágico”, elas precisam primeiro ir
à escola, todos os dias, durante toda a infância e juventude.
A
escola também é um lugar mágico. É um lugar onde colocamos nossos filhos
acreditando que basta isso para que eles saiam de lá sabendo toda
a teoria de que precisam para ter sucesso na vida e na prática do nosso
tempo.
Em
algum momento da nossa história, as famílias resolveram aceitar terceirizar a
educação por meio dos modelos
de escola que temos hoje. O próprio estado se encarregou de criar uma
“educação padronizada”, que nivela todas as pessoas.
Essa educação é aplicada em série (como em uma fábrica) na vida de todo novo
cidadão, não importando suas qualidades, habilidades, desejos, sonhos,
necessidades e a realidade prática da vida.
Assim,
começamos a criar uma coisa padronizada chamada “povo”, que mais lembra um rebanho de pessoas que possuem uma
mesma visão de mundo, uma visão
cada vez mais padronizada, passiva, dependente e limitada.
Toda
criança está condenada
a ficar várias horas por dia sentada, imóvel e em silêncio dentro de uma
sala, olhando para um adulto que fala, fala e fala sobre coisas distantes,
teorias sem prática, sem vivência, sem conexão com a realidade e que não faz sentido para a
criança.
Esses
adultos que falam coisas sem sentido para as crianças também já foram crianças
e aprenderam tudo o que sabem exatamente da mesma forma. Muitos jamais vivenciaram
de forma prática aquilo que ensinam. Apenas aprenderam a repetir o que ouviram.
Perceba
o paradoxo. A natureza trabalhou por milhares de anos nos aprimorando. Ela
preparou o nosso cérebro para aprender por meio dos exemplos e do conhecimento adquirido
com a prática, de forma proativa, no convívio diário com os nossos pais e com os
mais velhos. E então, do nada, resolvemos jogar fora toda essa “tecnologia
natural”. Criamos essa coisa chamada escola.
Todos
sabem que o oferecido pela escola é muito pouco para preparar alguém para os
dias de hoje. O método é ineficiente
e incompleto. Mas, mesmo assim, um grande esforço é feito para manter tudo da forma que
está.
A
padronização desse tipo de educação que temos hoje é tão importante para manter
a sociedade da forma como ela é, que o STF decidiu proibir que os pais assumam o papel da escola
na vida dos seus filhos. É claro que nem todos os pais podem fazer isso,
mas os que podem estão proibidos de fazer.
O conhecimento prático que irá trazer
a sua liberdade financeira
Para
superar essa deficiência, é muito importante que você estimule (na sua vida e
na vida dos seus filhos) a união da teoria com a prática. O uso prático e
inteligente do pouco que sabemos é mais importante do que saber muito sem uma
prática inteligente.
Isso
é o que podemos chamar de sabedoria.
Seguindo
a mesma lógica, as crianças aprendem matemática na escola, mas não aprendem
como ela pode ser útil. As crianças sabem o que é dinheiro, mas ninguém as
ensina como é possível “fazer dinheiro”.
O
dinheiro é algo que precisa ser feito
por cada um. O próprio termo “ganhar dinheiro” deveria ser substituído por
“fazer dinheiro“. Tanto é que, em inglês, a expressão “make money” (fazer
dinheiro) é utilizada indistintamente com o sentido de ganhar dinheiro e fazer
dinheiro.
O
próximo vídeo é bem conhecido na internet. Foi gravado por uma pessoa simples
que vende água na praia. Não sei muito sobre ele, mas sei que se tornou
conhecido na internet e apareceu em muitos programas na TV nos últimos meses
graças a esse vídeo.
Eu
só não sei se as pessoas entenderam exatamente a essência do que ele fala. Em
apenas 1 minuto, o autor do vídeo vai mostrar de forma clara o tipo de
matemática que as crianças não aprendem na escola. Ele mostrará uma visão
proativa de encarar a realidade, muito semelhante com aquela visão que as
crianças recebiam dos nossos ancestrais. Ele vai mostrar como se “faz dinheiro”.
É
crucial que você assista a esse vídeo antes de continuar. É apenas 1 minuto.
(Atenção:
não se comporte como aquele que olha para o dedo quando
alguém está tentando lhe mostrar algo muito maior. Ninguém está recomendando
a venda de água nas ruas como a solução para todos os problemas do Brasil e do
mundo. O que importa é entender a ideia e como essa visão de mundo poderia
levar muita gente a buscar soluções em vez de ficar reclamando dos problemas.)
Essa
lógica que o cidadão do vídeo acima apresentou é válida para fazer dinheiro em
qualquer situação: sendo um simples vendedor de água, o dono da distribuidora
de água ou um bilionário dono de incontáveis fábricas de água, refrigerantes e
outras bebidas, como Jorge Paulo Lemann, o empresário/investidor
mais rico do Brasil.
(Há
uma palestra do Lemann em
que ele fala sobre o tipo de
educação que ele buscou e que fez toda a diferença no seu sucesso como
empresário e investidor. Recomendo efusivamente).
Isso praticamente foi perdido
Uma
visão de mundo proativa, independente e mais autossuficiente já foi regra na
vida dos nossos antepassados, em um tempo em que não existiam supermercados,
alta tecnologia, internet ou mesmo livros.
Hoje,
paradoxalmente, temos tudo isso, toda a informação do mundo é acessível por
todos, custando quase nada, mas nunca fomos tão dependentes de tudo e de todos,
nunca fomos tão passivos, tão dependentes dos governos, dos empregos, dos
empregadores, do dinheiro alheio, das facilidades e dos comodismos que nos
anestesiam e nos paralisam.
No
vídeo abaixo (basta clicar para assistir já a partir do ponto certo), Rick Chester
— o mesmo cidadão do vídeo acima — conta que precisou escolher entre
frequentar a escola ou trabalhar. Foi forçado pela vida a escolher o trabalho.
E se deu muito bem por causa desta escolha.
Rick
diz que deixou a escola, mas “comeu os livros”, chegando a ler três novos
livros por semana. Rick poderia ter passado o resto da vida reclamando daquele
homem preconceituoso que o ofendeu na praia. Ele poderia reclamar da boa escola
que não deram a ele, do emprego com carteira assinada que ele não ganhou de
ninguém, da infância pobre e de poucas oportunidades que ele recebeu.
Ele
tinha todas as razões para reclamar de tudo e de todos, sem estar errado ao
reclamar, mas esse não seria o caminho que produziria algum resultado prático,
real e positivo na vida dele. Se ele fosse mais um reclamando, sua própria vida
continuaria sem mudanças. Ele transformou tudo que viveu em motivação para
construir a sua própria vida a partir do zero. Ele aceitou a realidade da forma
como ela era e colocou a cabeça para funcionar para mudar os resultados
futuros.
Observe
que o Rick diz ter tido um pai que o ensinou sobre o dever de estar preparado
para a vida. Vimos no início do artigo a importância da educação que recebemos
dos nossos pais, exatamente como ocorria no passado. O pai de Rick ensinou a
ele que situações positivas e negativas irão sempre acontecer, isso é algo
inevitável e real, mas há uma coisa que podemos controlar: nós podemos fazer
alguma coisa hoje para que possamos estar sempre preparados. Na oportunidade ou
na calamidade, quem faz a diferença é aquele que estava previamente preparado.
O
que os pais dos nossos antepassados faziam era justamente isso. Eles
“construíam” crianças realmente preparadas para o mundo real.
Quando
os problemas ou as oportunidades surgem, você estará preparado e proativamente
fará o que for necessário para superar o problema ou aproveitar a oportunidade.
Sem preparo, o problema irá lhe destruir. Sem preparo, a oportunidade será
perdida. É isso o que a escola da vida nos ensina. E isso jamais é ensinado (e
nem tem como ser) nas salas de aula.
A ignorância financeira e o
despreparo são caros
Havia
um rapaz que entregava água no meu escritório, aqueles galões de 20 litros de
água mineral. Ele usava um tênis de marca famosa que custava 100 vezes os R$ 10
que o Rick utilizou como exemplo no seu minuto de empreendedorismo acima. Esse
rapaz conseguiu a oportunidade de ter R$ 1.000,00 em suas mãos, mas o preparo
que ele tinha só o permitiu enxergar aquele tênis.
Uma
vez, esse mesmo rapaz resolveu pichar (com as iniciais de uma torcida de
futebol) os corredores de vários andares de um dos prédios onde ele também
entregava água. Foi descoberto pelas câmeras do prédio. Perdeu o emprego de
entregador e a administração do prédio ainda abriu um boletim de ocorrência
contra ele na delegacia. O preparo que esse rapaz tinha era tão pequeno que não
foi possível ficar muito tempo trabalhando como simples entregador de água.
Existem
oportunidades surgindo em todos os lugares, para todas as pessoas, de todas as
classes sociais, mas só as pessoas preparadas conseguem ver e aproveitar essas
oportunidades.
Por
isso, você pode e deve começar a se preparar agora, mesmo que você não saiba
exatamente para o que está se preparando. Rick não teria feito o sucesso que
fez por meio do seu canal no
Youtube, não teria atraído a atenção dos meios de comunicação e de
empreendedores famosos, não teria feito diversas palestras e não teria palestrado
em Harvard se não tivesse se preparado para algo muito maior do que o seu
pequeno mundo de vendedor de água.
Conclusão
Toda
transformação, todo crescimento profissional, financeiro e pessoal, acontece de
dentro para fora. A mudança acontece primeiro na sua cabeça, depois na sua vida
e por consequência isso vai se expandir para a vida da sua família, da sua
comunidade e, em última instância, do seu país. Tudo começa dentro de você,
local onde você é o responsável pela mudança.
Para
finalizar, vou deixar esses últimos ensinamentos em que Rick fala de educação
financeira. Ele conseguiu sintetizar em 1 minuto aquilo que vários teóricos de
esquerda nunca conseguiram entender um uma vida.
Se
todo dinheiro do mundo fosse tomado por alguém e depois fosse igualmente
distribuído, de uma coisa você pode ter absoluta certeza: em pouco tempo, esse dinheiro retornaria
para quem tem muito e desapareceria de quem tem pouco, pois o problema não
está na distribuição, o problema está na capacidade de cada um fazer dinheiro, guardar dinheiro e investir dinheiro.
O
poder está naquilo que as pessoas sabem e na maneira como elas colocam em
prática aquilo que sabem.
E
encerro: quem disse que o conhecimento, a educação, a visão de mundo que
precisamos cultivar (e que faz toda a diferença) está dentro das escolas
formais? Quem disse que todo trabalho está em um emprego? Quem disse que todo
dinheiro de que precisamos está em algum salário?
Quem disse que as pessoas mais pobres estão condenadas a uma vida limitada?
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Este artigo foi originalmente publicado no site Clube dos Poupadores, cuja leitura é fortemente recomendada.
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Leia também:
A crença na necessidade de
um curso superior já se tornou religiosa
Não adianta odiar o
mercado. Apenas aprenda a usá-lo
Como ganhar dinheiro (mesmo sendo pobre)

Artigo foda. Eu comecei a me dedicar a essa questão da independência financeira há 7 anos. Hoje, com 38 anos, já posso me dar ao luxo de parar de trabalhar e viver apenas com renda passiva. A liberdade que isso gera é indescritível.
A educação atual não está preparando nossos filhos nem para arrumar um emprego (que sempre foi sua autodeclarada função), imagine para as demais questões da vida. Penso até que se trata intencionalmente de um sistema de alienação coletiva.
A educação no Brasil é tenebrosa. Ensina-se o coitadismo e o vitimismo, e isso transforma adolescentes em analfabetos financeiros e emocionais, sempre prontos a culpar o mundo por suas derrotas. E aceitamos (como nação) tamanha ignorância. Agora que o estado barrou o homeschooling, porque quer doutrinar nossos filhos, a coisa só vai piorar.
Na época do meu bisavô, o conteúdo que ele transmitiu da prática de como conduzir uma propriedade rural era basicamente o que ele via como a totalidade dos conhecimentos necessários pra que cada um de seus filhos se tornasse também um pai de família. O tempo passou e eu dificilmente conseguiria replicar aquela experiência do meu bisavô, vez que é cada vez menos provável que eu acerte a espécie de treinamento que meu filho vai precisar pra daqui 30 anos. Somo a isso a infinidade de conhecimentos exigidos dos profissionais das diferentes áreas, e então fica mais difícil ainda que eu proporcione ao meu filho conhecimentos práticos a cerca de atividades futuras… eu simplesmente não conseguiria da minha parte oferecer os conhecimentos pra que ele fosse um bom mecânico, um bom padeiro, um bom médico, um bom designer de interiores ou um bom marceneiro.
Não fosse o estado, eu pelo menos poderia mandar meu filho a partir dos 12 anos pra passar um ano numa padaria, outro ano numa mecânica, numa marcenaria… mas graças ao estado até isso me foi tirado.
Inspiradora a história do Rick. E emocionante. Vale muito a pena ver o vídeo todo.
Estou muito impressionado com a forma como o Rick leva a vida. Temos muito que aprender.
Bonoro nem ganhou e já está tentando dar um jumento(by Ciro) de pau com 13 de bolsa família, não pode vender pra chinês, reformas só ano que vem, vai dialogar(by Osmarina) ainda.
O FED já começou a fazer os trabalhos…
Se a bolsa nos Eua despencar e os juros de lá subirem mais, os investidores de lá vão vender as ações e correr pros títulos americanos, mantendo o $ dentro dos EUA, ou caso isso ocorra vai haver uma saída em disparada de $$$$$ dos Eua pra outros países no mundo?
Obrigado.
Tem um filme recente muito bom sobre um pai que criou seus 6 filhos na floresta e os tornou autossuficientes, Capitão Fantástico. Fala sobre esse tema.
Eu costumo dizer que a vida é uma professora que gosta dos alunos mais espertos, ou melhor, daqueles que tem um plano de voo e já estão procurando as ferramentas. Ela apresenta as ferramentas.
Mais um artigo de autoajuda
Acho muito interessante quando aparece esses artigos de autoajuda em um momento em que a maioria da população, com raras exceções, estão sendo explorados pelo capital. É uma maneira que os limpinhos do mercado financeiro encontraram para ficar bem na foto e ir contra o sistema. Que tal publicar este artigo na Venezuela? Será que dá para ser "macho alfa" em um país que está sendo consumido pela fome?
É muito bonito falar sobre como a vida no mato era boa e fazia homens de verdade, mas o mundo mudou. A Venezuela é um exemplo clássico de país, que está exatamente nessa condição proposta pelo autor. Não há mais estado. Acabou-se tudo. Entretanto todos são vitimas naquele país. Isso sem contar que, chega a ser ridículo, afirmações como "macho alfa" ou "homem alpha" em um mundo com tantas variações de gênero. Meu filho, a época das escolas de sedução já acabou. Não estamos mais em 2008; inventaram o Tinder, sabia? A escola é apenas um reflexo dessa evolução da sociedade.
Se a escola é tão ruim, porque o autor faz questão de colocar na descrição que é formado em administração de empresas e especialista em educação financeira? Talvez porque alguém sem faculdade não pode, sequer, passar pela porta de um grande fundo de investimento, como a Xp investimentos? Pergunte a um empresário, como jorge lemann, se ele aceita em seu quadro de funcionários pessoas sem formação universitária.
Cresça! o mundo evoluiu.
Parece-me que o autor do artigo ainda vive em uma época, que visa promover "o macho", "o gostosão", o gigante de terno e gravata que, mora em uma mansão, fuma charutos, e tem uma mulher loira. Isso é tão 2008. Eu sou bibigênero fico chocado que ainda exista gente com essa mentalidade atrasada. Cresça, meu filho. Acabou o mundo dos cavalos. Agora podemos ficar em casa em frente a um Macbook e levar à vida como no Pinterest. Agora podemos assistir Netflix. Agora podemos estudar para ser servidor público e comprar bicicletas legais. O mundo mudou e está cheio de oportunidades. Você mesmo afirmou:
"Existem oportunidades surgindo em todos os lugares, para todas as pessoas, de todas as classes sociais"
Sim, exatamente por isso devemos nos preparar para concursos públicos. Existem tantas oportunidades dentro do Estado. Um dinheiro fácil e sem precisar trabalhar como um cavalo. Você também pode ser servidor público, deixe de ser discípulo do pastor Flávio Augusto e venha para o lado colorido da força.
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
Obrigado por apresentar o Rick. Adorei a maneira com que ele comunica as idéias, simples e direto ao ponto. Ele defende um ponto essencial: o problema, acima de tudo, está na cabeça das pessoas. Grato.
Leandro Ávila virou colunista daqui? Sensacional, continue com as ótimas postagens. Abraço.
Excelente artigo. Devia estar presente em TODAS as escolas do Brasil. Está na hora de formarmos uma geração de empreendedores, homens e mulheres independentes e corajosos. Talvez nossos filhos e netos cheguem lá, essa “geração mimimi” é um caso perdido, nem para adubo servem.
O próximo passo é ele não ser roubado com impostos e inflação. Aí a capacidade dele de ter lucro e acumular riqueza deve triplicar.
Duvido muitíssimo que Paulo Lemann tenha construído sua riqueza sem auxílio do Estado.
“Tempos difíceis criam Homens forte, Homens fortes criam tempos fáceis, tempos fáceis criam homens fracos, homens fracos criam tempos difíceis…”
Eu não consegui seguir o tipo de conselhos do Rick, pois acabei fazendo um faculdade que não me ajudou em nada e trabalho num ramo que não tem nada a ver com que estudei.
Então faço o possível para que minhas filhas “andem com as próprias pernas”, uma quer ser fotógrafa: sempre aconselho a comprar uma câmara e começar a fotografar, postar na internet, cobrir eventos de graça e “fazer nome” até pegar experiência e cobrar pelo trabalho, será muito mais útil que fazer um curso superior de fotografia.
A outtra quer lidar com cavalos, também sempre oriento a começar a trabalahr em um pet shop, fazer amizado coom veterinários, descobrir onde estão os haras e hipicas e correr atrás, nem que nem receba nada pelos priimeiros meses, o conhecimento adquirido será mais importante que o dinheiro no primeiro momento.
Espero estar no caminho certo
Muito bom.
Pessoal, sou estudante universitário, tenho 23 anos, faço estagio na área de direito a algum tempo e alguns bico para juntar dinheiro, neste ano por mais que seja pouco, consegui um capital e gostaria de multiplicar esse valor com investimentos, tenho cerca de R$1000,00 a 1300,00 destino à isso, e gostaria de tentar o mercado de ações, entretanto, tenho 0 de noção e gostaria de aprender o máximo possível para começar tal batalha, o que vocês me recomendariam?Desde de estudo(curso, vídeo aula,..) até no que investir, se estou no caminho certo ou se pulei alguma etapa, enfim, qualquer informação sera muito útil.
Paulo Fraude sozinho tem mais sabedoria do que 200 anos de ciência moderna, 2500 anos de filosofia grega e oriental e 5000 anos de sabedoria hebraico-cristã.
* * *
Entendo que o resumo do texto é dos comentários seria que depende de suas atitudes, sem obstinação, grau de disciplina, astúcia, perseverança,…etc, etc
Vencer e ter sucesso esta muito mais ligado a instinto de sobrevivência do que muitos imaginam. Essa atitude de ação, instinto de busca, disciplina de execução, perseverança, insistência em resolver problemas, busca por conhecer e melhorar, busca por aperfeiçoar e obter resultados…. etc. Isso esta muito ligado a senso de competição, a instinto de querer adquirir e ambição por conhecer e resolver….