A cada quatro anos, em cada eleição presidencial, eu
tenho o mesmo sonho: eu não sei ou não me importo em saber quem será o
presidente. Mais importante: eu não preciso saber, nem me preocupar com isso.
Eu não tenho que votar ou prestar atenção em
debates. Eu posso ignorar todas as propagandas políticas. Não existem
riscos em jogo, seja para o meu país ou para minha família. Minha liberdade e
minha propriedade estão tão asseguradas que, francamente, não faz diferença
quem vença. Eu nem preciso saber o nome do burocrata.
Nesse meu devaneio, o presidente é apenas uma figura
representativa, sem autoridade real; um símbolo, que é quase invisível para mim
e para minha comunidade.
Ele não tem a riqueza pública à sua disposição. Ele
não administra ministérios e nem agências reguladoras. Ele não pode nos
tributar livremente. Ele não pode dar subsídios aos ricos ou aos pobres. Ele não
pode me impedir de
praticar relações comerciais com estrangeiros. Ele não pode indicar juízes que
irão retirar nosso direito à autonomia. Ele não irá controlar um banco central
que inflaciona a oferta
monetária e provoca os ciclos econômicos. Ele
não pode mudar as leis autoritariamente — seja para agradar aos
interesses especiais daqueles de quem ele gosta, seja para punir aqueles que o
desagradam.
A função do presidente
Sua função é simplesmente supervisionar um governo
minúsculo, virtualmente sem poder, exceto para arbitrar disputas entre estados,
que são as principais unidades governamentais.
Ele é o líder do estado, mas nunca o líder do
governo. Sua posição, na verdade, é de constante subordinação aos funcionários
ao redor dele e aos milhares de políticos em nível estadual e municipal. Ele
adere às rigorosas regras da lei e está sempre ciente de que, no momento em que
ele cometer uma transgressão e tentar expandir seu poder, será impedido e
deposto como um criminoso.
Mas um impeachment não é algo provável, pois a sua
simples ameaça basta para lembrar o presidente de qual é o seu lugar. Esse
presidente é também um homem de caráter excepcional, bem respeitado pelas
elites naturais da sociedade, uma pessoa cuja integridade é inquestionável e
confiada por todos que o conhecem, uma pessoa que representa o melhor daquilo
que o país é.
O presidente pode ser um herdeiro rico, um empresário
de sucesso, um intelectual altamente preparado ou um fazendeiro proeminente.
Independentemente disso, seus poderes são mínimos. A sua equipe é minúscula, e
está quase sempre ocupada com assuntos cerimoniais, como a assinatura
de proclamações e o agendamento de encontros com outros chefes de estado.
A presidência não é uma posição a ser avidamente
perseguida, mas sim concedida como honorária e
temporária. Para garantir que isso ocorra, a pessoa escolhida para
vice-presidente é o principal adversário político do presidente. O
vice-presidente, portanto, serve como uma lembrança constante de que
o presidente é eminentemente substituível. Dessa maneira, o cargo de
vice-presidente é muito poderoso — não em relação ao povo, mas para
manter o chefe do executivo sob estrita vigilância.
No entanto, para pessoas como eu, que têm
outras preocupações que não políticas, pouco importa quem seja o presidente.
Ele e toda a sua equipe não afetam minha vida de maneira alguma. Sua autoridade
é principalmente social, e deriva da respeitabilidade que ele tem perante as elites naturais da
sociedade. Essa autoridade se perde tão facilmente quanto se ganha; portanto, é
improvável que ela seja abusada.
Esse homem é eleito indiretamente, sendo os membros
dos colégios eleitorais escolhidos de acordo com critérios estaduais, com uma
única ressalva: nenhum desses membros pode ser funcionário público federal.
Nos estados que escolhem seus membros por meio do
voto majoritário, não são todos os cidadão ou residentes que podem participar.
Os que podem realmente votar, uma pequena porcentagem da população, são aqueles
que verdadeiramente têm em mente os melhores interesses da sociedade. Esses
indivíduos são aqueles que são donos de propriedades, chefes de famílias,
empreendedores gerados de riqueza, e os realmente instruídos. Eles escolherão
um homem (ou mulher) cuja função é pensar somente na segurança,
na estabilidade e na liberdade desse país.
O governo invisível
Aqueles que não votam e não ligam para política têm
sua liberdade garantida. Eles não usufruem direitos especiais; entretanto, seus
direitos à individualidade, à propriedade e à autonomia nunca são
postos em dúvida.
Por essa razão, e por todos os propósitos
práticos, eles podem se esquecer do presidente e, consequentemente, do resto do
governo federal. Não faz diferença se ele existe ou não. As pessoas não pagam
impostos diretamente a ele. Ele não diz às pessoas como elas devem
conduzir suas vidas. Ele não dita regras sociais. Ele não controla a economia. Ele
não envia os filhos dos outros para guerras. Ele não controla escolas, não regula
as aposentadorias, e muito menos emprega pessoas para espionar e extorquir seus
concidadãos. O governo é praticamente invisível.
As controvérsias políticas que me envolvem tendem a
ser em nível comunitário, municipal ou, no máximo, estadual. E isso ocorre para
todos os assuntos, incluindo impostos, educação, crime, assistencialismo e até
imigração. A única exceção é a defesa geral da nação, embora o exército de
prontidão seja bem pequeno e com várias milícias de estilo suíço
lotadas nos estados, em caso de necessidade.
O presidente é o comandante-em-chefe das forças
armadas federais, mas essa é uma posição secundária (a menos que o congresso
declare guerra). Essa função requer não mais do que garantir a
impenetrabilidade das fronteiras por agressores estrangeiros.
Há dois tipos de representantes públicos: membros da
Câmara dos Deputados e um Senado eleito por legislaturas estaduais. A
Câmara trabalha para manter o Senado federal sob controle, e o Senado trabalha
para manter o executivo sob controle.
O poder legislativo sobre o público praticamente não
existe. Os congressistas têm poucos incentivos para aumentar seu poder porque
eles próprios são cidadãos reais. Meu deputado mora a menos de um quilômetro da
minha casa. Ele é meu vizinho e meu amigo. Eu não conheço meu senador federal,
e não preciso conhecer, porque ele presta contas aos legisladores estaduais que
eu conheço.
Assim, não há praticamente nada em jogo na próxima
eleição presidencial. Não importa qual seja o resultado, eu mantenho minha
liberdade e minha propriedade.
Extrema descentralização
A política desse país é extremamente
descentralizada, mas a população é unida por uma economia que é perfeitamente
livre e por um sistema de comércio que permite às pessoas se associarem
voluntariamente, inovarem, pouparem, e trabalharem baseando-se em benefícios
mútuos. A economia não é controlada, estorvada ou mesmo influenciada por
qualquer comando central.
As pessoas podem ficar com aquilo que ganham. A
moeda que elas usam para comerciar é sólida, estável, e lastreada em ouro (ou
alguma outra qualquer livremente escolhida pelas partes que realizam transações).
Capitalistas podem abrir e fechar seus negócios à vontade. Trabalhadores são
livres para aceitar qualquer trabalho que quiserem, sob qualquer salário e na
idade que quiserem. Os negócios têm apenas dois objetivos: servir o consumidor
e obter lucros.
Não existem legislações trabalhistas, benefícios
compulsórios, impostos sobre folhas de pagamento ou outras regulamentações. Por
essa razão, cada um se especializa naquilo em que é melhor, e as trocas
pacíficas entre os empreendimentos voluntários causam crescentes ondas de
prosperidade por todo o país.
O formato que a economia vai tomar — seja
agrícola, industrial, ou de alta tecnologia — não interessa ao governo
federal. Permite-se que o comércio aconteça livre e naturalmente, e todos
compreendem que ele deve ser gerenciado por proprietários e empreendedores, e não
por funcionários públicos. O governo federal não pode criar impostos sempre que
quiser, muito menos tributar a renda. E o comércio com nações estrangeiras
seria competitivo e livre.
Se por algum motivo esse sistema de liberdade
começar a se decompor, a minha própria comunidade — o estado
no qual eu moro — tem uma opção: se separar do governo federal,
formar um novo governo, e se juntar a outros estados nesse esforço. A secessão é sempre
permitida. Essa foi parte da garantia requerida para tornar possível que o país
fosse uma federação. E, de tempos em tempos, os estados ameaçam uma secessão,
apenas como forma de mostrar ao governo federal quem está no comando.
Esse sistema reforça o fato de que o presidente não
é o presidente do povo, muito menos seu comandante-em-chefe, mas meramente o
presidente do país. Ele serve apenas com sua permissão e
somente como líder simbólico dessa união voluntária de comunidades
políticas mais importantes. Esse presidente jamais poderia fazer pouco caso dos
direitos dos estados, muito menos violá-los na prática, porque assim ele
estaria traindo seu juramento e arriscando ser expelido do cargo.
Nessa sociedade sem administração central, uma vasta
rede de associações privadas serve como a autoridade social dominante.
Comunidades religiosas exercem vasta influência sobre a vida pública e privada,
assim como o fazem também entidades civis e líderes comunitários de
todos os tipos. Eles criam uma variadas associações, as quais geram uma ampla
diversidade na qual cada indivíduo e grupo encontra um lugar.
Essa combinação de descentralização política,
liberdade econômica, livre comércio, e autonomia seria capaz de criar a mais
próspera, diversa, pacífica e justa sociedade que o mundo jamais conheceu.
Sem utopia
Seria isso uma utopia? Na verdade, nada mais é do
que o resultado da minha premissa inicial: que o presidente é tão restringido
que não é nem importante saber quem ele é. Isso significa uma sociedade livre
que não é controlada por ninguém, exceto por seus membros em suas qualidades de
cidadãos, pais, trabalhadores e empreendedores.
Esse seria um país em que as pessoas deveriam
governar a si mesmas e planejar sua própria economia, e não tê-la planejada por
burocratas em uma capital distante. O presidente nunca se interessaria
pelo bem-estar do povo porque o governo federal não teria voz nesse assunto.
Isso seria deixado para as próprias comunidades decidirem.
Essa filosofia é chamada de liberalismo clássico.
Liberalismo
Nos séculos XVIII e XIX, o termo liberalismo
geralmente se referia a uma filosofia de vida pública que afirmava o seguinte
princípio: sociedades e todas as suas partes não necessitam de um
controle central administrador porque as sociedades normalmente se
administram por meio da interação voluntária de seus membros para seus
benefícios mútuos.
Liberalismo clássico significa uma sociedade na qual
meu sonho é uma realidade. Não precisamos saber o nome do presidente. O
resultado das eleições é altamente irrelevante porque a sociedade é regida por
leis e não por homens. Não tememos o governo porque ele não nos tira nada, não
nos dá nada, e nos deixa em paz para moldarmos nossas vidas, comunidades e
futuros.
Essa visão do governo e da vida pública foi
destruída no século XX em quase todos os países do mundo. Atualmente, em
todos os países, o presidente (ou primeiro-ministro) é extremamente poderoso e
controlador, especialmente se levarmos em conta todos os ministérios, agências reguladoras
e estatais que ele controla. Seu poder só é rivalizado por aquele
indivíduo que comanda as impressoras monetárias, o presidente do Banco
Central.
Anti-governo?
Tais comentários serão denunciados como anti-governo.
Dizem-nos diariamente que as pessoas que são antigoverno são uma ameaça
pública. Mas, como Thomas Jefferson escreveu, um governo livre é
fundamentado na desconfiança, e não na confiança. James Madison também
havia alertado: “Desconfie sempre de todos os homens que têm poder”.
Podemos acrescentar dizendo que qualquer governo que
empregue milhões de
pessoas dotadas do poder de criar e impingir leis, sendo a muitas delas
armadas até os dentes, deve ser digno de enorme desconfiança. Essa é uma
atitude cultivada pela mente liberal-clássica, que premia e incentiva a
liberdade dos indivíduos e das comunidades para controlarem suas próprias
vidas.
O recém-findado século XX foi o século de Rousseau.
E com a ajuda das doutrinas estatistas de Marx e Keynes, foi também o
mais sanguinário século da história humana. A ideia de governo que esses
autores tinham era exatamente oposta à do pensamento liberal-clássico. Eles
alegavam que a sociedade não pode governar a si mesma; em vez da vontade geral,
os interesses do proletariado ou os planos econômicos das pessoas precisam ser
organizados e incorporados na nação e naqueles que a controlam.
E hoje, com a glorificação da democracia, a consequência
é que o indivíduo, a família, e a comunidade — as unidades essenciais
de uma sociedade livre — não só foram reduzidos a servos federais,
tendo apenas a liberdade que o governo os permite ter, como também foram
obrigados a agir como parte de uma ordem nacional coletivista que está por toda
parte. Nenhuma grande figura política nacional propõe mudar isso.
Esse fato suscita uma compreensão central da
tradição intelectual liberal-clássica. O governo não tem nenhum poder ou
recurso que antes não tenha tomado das pessoas. Ao contrário das empresas
privadas, ele não pode
produzir nada. O que quer que ele tenha, ele extraii da iniciativa privada.
Embora isso tenha sido bem compreendido no século XVIII, bem como em grande
parte do século XIX, tudo foi quase que totalmente esquecido no século do
socialismo e do estatismo, do nazismo, do comunismo, do New Deal, do
assistencialismo e das guerras.
Restauração
O liberalismo clássico funcionaria nos dias de hoje?
Pense nas questões litigiosas da sociedade atual. Cada uma certamente envolve
uma área que está relacionada com alguma forma de intervenção governamental. Os
conflitos atuais giram em torno do desejo de apoderar-se da propriedade alheia
usando para esse fim o aparato político de coerção que é o estado. Também giram
em torno do desejo de dar ordens e de impor às pessoas determinados
comportamentos.
A nossa sociedade seria mais pacífica e próspera se
tivesse seguido o programa liberal? A pergunta é meramente retórica, pois
carrega sua própria resposta.
Para encerrar meu sonhos: eu não conheço e nem me
preocupo em conhecer as políticas presidenciais porque elas não importam de
maneira alguma. Minha liberdade e propriedade estão tão asseguradas que,
francamente, não faz diferença quem vença as eleições. Mas, para atingir esse
objetivo, nenhum de nós pode abster-se das batalhas políticas e intelectuais de
nossa época.
O Prometeus, de Goethe, brada:
Por acaso imaginaste, num delírio,
que eu iria odiar a vida e retirar-me
para o ermo
por alguns dos meus sonhos se haverem
frustrado?
E Fausto responde com sua “última palavra
de sabedoria”:
Só merece a liberdade e
a vida
aquele que tem de conquistá-las todos os
dias.
É só copiar o modelo suíço que já fica bem perto disso tudo aí. Aliás, quem é o presidente da Suíça?
O localismo é a solução inicial, mas o separatismo é a solução suprema. Para toda e qualquer ocasião.
Um dos lados ruins de uma eventual eleição de Bolsonaro é que o fervor separatista de vários libertários será arrefecido.
Depois do socialismo, eis a ideia mais ignara já colocada me prática neste planeta: achar que um estado social-democrata, multicultural e fisicamente vasto, com mais de 200 milhões de pessoas, com interesses econômicos, sociais e culturais bastante diversos, pode realmente ser gerenciado por burocratas localizados em uma cidade isolada, sem que isso gere conflitos sociais e disputas econômicas.
Ótimo artigo.
Pensando de forma gradualista, é possível chegar desta forma em um anarco capitalismo???
Inspirador. Não somente pelas irrecusáveis verdades que ele contém, mas por toda a bela linguagem utilizada para expor as ideias. Um texto perfeito para iniciar qualquer um na boa tradição do pensamento liberal. Creio que precisamos meditar profundamente sobre o modo como ele termina, sobre as batalhas que deveremos lutar se quisermos ver ou que nossos filhos ou netos um dia vejam esse sonho realizado. A questão urgente me parece ser: como lutar? Com que armas?
Concordo, mas se eu publicamente deixar claro a ignomínia que é possuir o mesmo poder de decisão que um eleitor do Andrade, eu certamente estarei colocando minha cabeça a prêmio, e qualquer um que me matar pensará estar com isso prestando um favor a deus.
Enquanto isso, os pobres no Brasil…
Nada, obrigado. Quero ser guiado por um iluminado do governo, um líder forte.
Carta do LULA para os simpatizantes
Bum dia cumpanheros!!!
Só muí mais abrido au Comunismo cassico q fas e penza maís nus pobri du ke ao liberalismo uoi ão conservadorismo q çao farofa di calanguinho du mêrmo çaco.
Quando cês menos isperarem istaremo de vorta inprantando o comunismo numqa vixto amtez pra açim zonhar mió de novo.
Istor vortando homís
LULA livre, LULA volta, LULA imperador sith 2019
No mundo real temos Bolsonaro x Haddad, um com uma proposta mais liberal, de cortar ministérios, privatizar, manter controle de gastos. Já o outro é o oposto, que revogar o teto dos gastos, aumentar ministérios, manter as estatais e etc.
E então uma pergunta, devo ficar em casa no dia da eleição deixando quem é partidário decidir?
Erro?
” Ao contrário das empresas privadas, ele não pode produzir nada.”
Não seria ele não produz nada…?
CARA MAS COMO A GENTE CHEGA NESSE PARAISO DESCRITO PELO ARTIGO?
Concordo com os comentários: já que a eleição polarizou de vez, a única alternativa para derrotar o PT é votar em Jair Bolsonaro. Depois a gente vê como é que fica. Ele pode ser imprevisível, como lembrado aqui num post.
Mas o PT bem sabemos como funciona. Votar 17 do próximo turno é continuar acreditando no Brasil, rumo ao liberalismo e não ao socialismo. Saber que Paulo Guedes é bem aceito pelo mercado e que Bolsonaro é favorável às privatizações das estatais me inspira confiança.
Eu sou o Jairdeladomelhorqptras a muito tempo neste site. E por motivos óbvios.
Só que tenho muitas preocupações com futuro governo do Jair. Se for mal, ele compromete o libealismo e prepara a volta do PT.
Torço que tenha sucesso.Por ele mesmo e por nós.
Abraços
O problema é que para adotar o liberalismo clássico é preciso se preocupar com política e eleições. Alguém terá que fazer o enxugamento do estado. Ou aprovar alguma lei que favoreça isso.
Isso é algo que os liberais estão aprendendo, como ideologia anti-política, não houve uma formulação teórica de como conseguir o poder político tal como ocorre em ideologias socialistas.
Universidades serem tomadas por marxistas não é um acidente
Com relação a eleição de Bolsonaro. Se ele for eleito, acredito que o Paulo Guedes deverá propor uma redução nas taxas de importação, abrir o mercado, certo? Fazendo isso, as indústrias EFICIENTES tenderão a aumentar sua produtividade e lucratividade, além de, na teoria, ter uma redução de preços devido à concorrência externa, pois com mercado aberto, aqueles que possuem mais recursos, tenderão a comprar produtos de fora com melhor qualidade, correto?
Ok, nesse contexto, as industrias INEFICIENTES, quebrarão, pois possuem maquinário arcaico, são sustentadas por subsídios dentre outros fatores. Com a quebra dessas empresas, tenderá a haver um aumento no desemprego, não? A consequencia disso não seria “dar munição” para os malditos petistas? Com que rapidez, o livre mercado superaria esse desemprego em alto, por conta da abertura do mercado?
Pergunto na boa, sou iniciante no assunto de mercado, mas já me tornei adepto do liberalismo, afinal Hong Kong, Cingapura, EUA dentre outros não enriqueceram via governo, mas livre iniciativa da sociedade!
Nem comparação, o Jair Bolsonaro é a melhor opção, ele possui seu lado conservador, mas ele sempre esta de portas abertas para receber conselhos. O importante é ter conflitos de ideias, assim ele podem ter uma noção do que é melhor para o Brasil. Jair Bolsonaro tem ideias liberais, e, são melhores do aquele comunista, pois nem vale apena dizer nome do cara, pois ele vai ser controlado pelo bêbado da “51”, esses comunistas dizem que é democracia, mas todos devem saber que não é coisa alguma, eles são burocratas. Não sei se vocês estão vendo globo news ontem, mas a globo estava tirando sarro da democracia, por sinal tavão puxando saco dos burocratas, aqueles corruptos da esquerda.
O comunismo é um empecilho para nós da direita, é um saco ter que ir para faculdade, é ter, vários comunistas chatos! As faculdades esta cheio de comunistas e professores que ficam pregando essa ideologia estupida, quando fui fazer a prova de gestão social tava empanzinado de coisas cúmunistas, só para ter um ressalta . Temos que apoiar o 17!
Não podemos deixar o cúmunismo ganhar de novo!
Só não entendi essa parte:
“Os que podem realmente votar, uma pequena porcentagem da população, são aqueles que verdadeiramente têm em mente os melhores interesses da sociedade. Esses indivíduos são aqueles que são donos de propriedades, chefes de famílias, empreendedores gerados de riqueza, e os realmente instruídos. Eles escolherão um homem (ou mulher) cuja função é pensar somente na segurança, na estabilidade e na liberdade desse país”
Isso não seria errado? Limitar a possibilidade de votar a alguns?
Qual origem deste dito liberalismo de Bolsonaro? Está fundamentado em medidas liberais que este tenha apoiado ao longo da carreira política ou é só propaganda eleitoral pra se adequar a demanda popular do momento para conseguir votos?
Boa tarde pessoal! Meu nome é Gabriel Coury tenho 32 anos!
Sou novo por aqui! cheguei neste site através do canal no youtube Brasil Paralelo. Li os posts dessa página e gostei muito, quero entrar nesse mundo de estudos sobre o Liberalismo, com o objetivo de adicionar conhecimento sobre o assunto.Gostaria de saber quais estudos de referencia que posso ter , quero que recomendem a mim leituras nesses campos abaixo
Filosofia
Ciências
Politica
Artes
História
Já possuo Um livro Discurso do Método do Descartes(O qual eu já li e esqueci)!
Estou lendo um livro que estou achando muito bom e que foi ele que fez eu ter mais prazer em ler porque eu não tinha o costume de ler. O livro É do Filosofo A.D. Sertillanges – A Vida Intelectual!
Tomo como referencia para livros de estudo as Recomendações do Nando Moura assim como a sua Biblioteca Virtual.
Obrigado a Todos!
Pessoal muito Obrigado Estou baixando os Livros que tem nesse site mesmo em PDF! Obrigado mesmo! Agora é ler ler e ler! Se não me engano esses que vocês me passaram é só sobre Politica e Economia não é? No campo da Filosofia e Da historia quais os Livros que são bons de ler? Por exemplo Platão , Aristóteles , etc!
O Bolsonaro liberal e político experiente até agora (contém ironias):
-Puxou a bomba de aprovar a reforma da previdência ainda no governo Temer para estourar em seu próprio governo, político de habilidade ímpar;
-13º para bolsa família, um baita incentivo para essas pessoas que produzem ZERO produzirem o dobro;
-Privatização da eletrobrás sim, mas só distribuição, precisamos cobrar a eletricidade cara da geração elétrica estatal que não será privatizada que esses favelados safados roubam com gatos.
-Criação da nova estatal, Petromiolobras, que não será privatizada.
Votei no Amoedo no primeiro turno e vou votar agora no Bolsonaro. Mas vou logo avisando que se ele não conseguir pelo menos alguma reforma liberalizante (que nem é difícil) pra economia respirar, podem mudar de país que essa era a última esperança. A tendência é esse país vai ficar cada vez mais parecido com a Venezuela.
O século XXI será o século em que conheceremos os governos mais liberalistas ou mais intervencionista que já existiram, pois a tecnologia nos deixa mais livres, ao mesmo tempo que as informaçoes trocadas entre os usuários são de fácil acesso. Muitos governos estão pendendo para estes lados e aí está a chance de se adotar um liberalismo clássico, que com o avanço tecnológico levará a humanidade a uma era de prosperidade sem limites. Mas se continuarmos a sermos subordinados por governos que controlam nossas ações e permitem a concentração de riqueza entre poucos, os mesmos erros serão sempre cometidos. Não sou estudioso nem nada, mas acho que nós próximos anos estas discussões estarão ainda mais acirradas e na metade do século, o mundo vai estar totalmente diferente. Espero que pra melhor!
Para mim, o trabalho do Instituto Mises Brasil já é UTILIDADE PÚBLICA. Gostaria de colaborar financeiramente para o trabalho dos organizadores do site. Mas não tenho PayPal. Existe a possibilidade de depositar dinheiro na conta por DOC eletronico ou pagamento de boleto?
Olá meu caros, o que vocês acham do modelo de CEPACs (Certificado de Potencial Adicional de Construção) para construção de obras públicas? Alguém mais graduado pode analisar se isso é positivo ou negativo?
Bolsonaro vai pegar a faca e o queijo na mão. O cara tem uma grande parte do Congresso e está sendo visto como salvador da pátria, inclusive por muitos políticos.
A ideia das duas carteiras de trabalho foram geniais. A vaca sagrada da CLT permanece, mas com o tempo vai ser extinta. Os encargos trabalhistas podem ser facilmente burlados e os sindicalistas parasitas vão perder dinheiro como nunca. Abolir salário mínimo jamais vai conseguir, mas o importante é somente não aumentá-lo.
Se ele usar a cabecinha de forma sensata, vai conseguir privatizar muitas estatais inúteis, cortando gastos e desburocratizar de forma relevante a economia brasileira. Nem vai precisar muita força pra se reeleger.
O único problema vai ser a Previdência. É algo muito impopular, e portanto não vai conseguir fazer muitas coisas.
Você poderia exemplificar como seria a transição plena para o modelo acima proposto apenas no município do Rio de Janeiro? Como cerca de 22% da população morando em favelas poderá conquistar um vida mais digna?
Depois de tudo o que o PT fez, ainda conseguiu 45% dos votos. Não tem como defender Democracia.
Depende da cidade e estado,em Porto alegre por exemplo,no primeiro turno chegou quase a 40%. Estou chegando a conclusao que quanto mais estatais tem um municipio,maiores as chances do pt.