Imagine que você pudesse voltar no tempo uns 50
anos. Suponha que a razão por que você está
fazendo isso é para implantar políticas que irão garantir que os ricos se
tornem mais ricos e que a pobreza seja perpetuada ao máximo. (Por que alguém iria
querer fazer isso está além da questão).
Quais políticas você iria implantar?
1.
Você iria querer adotar políticas monetárias e fiscais que destruíssem ao
máximo possível o poder de compra da moeda.
Os ricos, que têm acesso a aplicações bancárias e
financeiras que lhes protegem contra a inflação, manteriam seu poder de compra
protegido. Já os pobres, sem acesso a
esses mecanismos, ficariam ainda mais pobres.
2.
Você iria querer manter as pessoas menos capacitadas fora do mercado de trabalho. Para isso, você dificultaria ao máximo para
que essas pessoas conseguissem um emprego.
A imposição de um salário mínimo, em conjunto com
uma cornucópia de encargos sociais e trabalhistas, faria com que fosse
excessivamente caro contratar uma pessoa com poucas habilidades. Haveria oportunidades apenas para os mais
qualificados. Afinal, se o preço mínimo
a ser pago é o salário mínimo estipulado pelo governo, e se os custos
adicionais gerados pelos encargos sociais e trabalhistas praticamente dobram o
custo do salário, quem irá contratar uma pessoa pouco qualificada em vez de uma
pessoa mais qualificada?
3.
Você iria garantir favores especiais e privilégios exclusivos para os empresários
mais ricos.
Você iria lhes conceder subsídios diretos ou empréstimos
subsidiados via bancos estatais (pagos com o dinheiro dos impostos pagos pelos
mais pobres), iria criar tarifas de importação e desvalorizar a moeda para
encarecer importações e lhes garantir uma reserva de mercado, e iria criar
agências reguladoras que cartelizassem o mercado interno e impedissem a entrada
de concorrentes externos em vários setores da economia, o que garantiria preços
artificialmente altos e produtos de baixa qualidade.
4.
Você iria reprimir ao máximo o surgimento de pequenos empreendedores por meio
de uma burocracia esclerótica e de um código tributário ininteligível.
Você imporia inúmeros procedimentos para se
formalizar uma empresa e criaria um emaranhado de leis, medidas provisórias,
decretos e outros atos tributários aterrorizantes, você faria com que qualquer
eventual erro de contabilidade fosse o suficiente para classificar como
“sonegador e criminoso” aquele cidadão que só quer empreender e, com
isso, gerar empregos.
5.
Você iria (literalmente) pagar as pessoas para que elas continuassem na pobreza
e fossem eternamente dependentes do governo.
Agindo assim, toda e qualquer ética do trabalho
seria suprimida e destruída.
6.
Você tributaria absolutamente tudo o que é vendido na economia.
Desta forma, você confiscaria grande parte da renda
dos mais pobres.
7.
Você entregaria ao governo a função de fazer a “sintonia fina” da economia,
implantando políticas fiscais e monetárias expansionistas para aditivar o
crescimento econômico.
Isso causaria frequentes ciclos econômicos, períodos
de crescimento artificial da economia (o que enriquece os mais ricos) seguidos
de períodos de profunda contração da economia (o qual empobrece os mais
pobres).
Esses sete itens, combinados, fariam perfeitamente o
serviço.
Erija várias barreiras ao progresso dos pobres, pague
as pessoas para continuarem pobres, crie um arranjo no qual os grandes empresários
consigam vantagens econômicas artificiais, dificulte ao máximo que os pequenos
consigam empreender, e você terá criado um sistema no qual a pobreza será
perpetuada e os ricos serão cada vez mais ricos.
Como
não tentar solucionar a pobreza
Desnecessário enfatizar que cada uma das políticas acima
está hoje em vigor no país.
Mas tudo piora. Ao perceberem que a pobreza está se
perpetuando, raramente as pessoas se dão conta da contribuição dos sete itens
acima. Consequentemente, em vez de
defenderem substanciais alterações — ou mesmo a abolição — dos supracitados
itens, elas simplesmente saem em defesa de medidas que irão aprofundar ainda
mais o descalabro.
A principal medida — em torno da qual tudo gira —
é a “original” ideia de aumentar imposto de renda sobre os ricos, como se tal ato,
além de inócuo para a economia, fosse capaz de aliviar substantivamente toda a
pobreza.
Quais seriam as consequências?
Em primeiro lugar, o aspecto mais importante a ser
observado é que é impossível isolar os custos de qualquer
imposto. A maioria das pessoas pensa que cada indivíduo rico paga,
sozinhos, seus impostos diretos. Mas essa crença é demonstravelmente
falsa.
Se, por exemplo, a alíquota do imposto de renda que
incide sobre as rendas mais altas fosse elevada em 20%, os trabalhadores de
renda mais alta (que são os mais produtivos e, logo, indispensáveis) reagiriam a isso negociando um aumento salarial. Se essas
pessoas conseguirem um aumento salarial de, por exemplo, 10%, isso significa
que praticamente metade do aumento de 20% da carga tributária sobre pessoas físicas
foi repassada às pessoas jurídicas, que são empregadores.
A exata divisão do fardo tributário entre empregados
e empregadores vai depender do relativo poder de barganha entre eles no mercado
de trabalho. O que interessa é que os empregados de maior renda irão
repassar uma parte, se não a maior parte, de qualquer aumento em seu imposto de
renda para seus empregadores.
Consequentemente, estes empregadores irão contratar
menos empregados — ou tentarão contratar oferecendo salários bem menores, algo
difícil –, e irão tentar repassar esse aumento havido nos custos trabalhistas
para os consumidores, na forma de preços maiores.
Os empresários irão tentar repassar estes maiores
custos aos consumidores até o ponto em que possam elevar preços sem sofrer uma
relativamente grande perda no volume de vendas. Desta forma, os
consumidores que ainda continuarem comprando a estes preços maiores estarão
pagando parte do aumento na carga tributária que supostamente deveria afetar
apenas os “ricos”.
Desnecessário dizer que, quanto mais pobre for o
consumidor, pior ficou a sua situação. Qualquer aumento no imposto de renda da
camada mais rica da população — seja o 1% mais rico ou os 5% mais ricos — irá
acabar por elevar os impostos que toda a população paga indiretamente.
Mas ainda dá para piorar.
Caso o repasse para os preços desse
aumento no imposto de renda fosse muito pequeno, o efeito de longo prazo será
ainda pior. Se os empregadores tiverem de arcar com toda a
elevação dos custos trabalhistas sem uma correspondente elevação de sua
receita, suas margens de lucro diminuirão.
Redução nos lucros significa
menos investimentos. E menos investimentos significam menos crescimento
econômico, menos oferta de bens e serviços, menos emprego, menores salários e queda na renda de toda a
população.
Os pobres, de novo, foram os mais prejudicados.
Além de elevar o imposto de renda sobre os ricos, muito
popular também é a ideia de se elevar o imposto de renda de pessoa jurídica,
principalmente para as “grandes corporações”. Demagogos sempre dizem que as grandes corporações não pagam sua “fatia
justa” de impostos.
O principal problema, o qual até mesmo economistas
de esquerda entendem mas não gostam de admitir em público, é que grandes corporações
não pagam impostos. Pessoas arcam com os
impostos, não entidades inanimadas. Uma importante
área da ciência econômica, chamada de “incidência tributária”, diz que a
entidade sobre a qual um imposto é criado (ou elevado) não necessariamente irá
arcar com todo o fardo deste tributo; boa parte do ônus pode ser transferida
para terceiros.
Por exemplo, se um tributo é criado (ou elevado)
sobre uma grande corporação, e caso ela queira se manter operando no mercado, há
quatro coisas que ela pode fazer: ela pode elevar os preços dos seus bens e serviços,
ela pode deixar de dar aumentos salariais ou deixar de contratar pessoas, ela pode reduzir investimentos (pois agora há menos sobra de caixa), e ela pode, no extremo, reduzir salários e demitir pessoas.
Em cada uma dessas situações, uma pessoa de
carne e osso ficou em pior situação. E os
pobres, na melhor das hipóteses, não melhoraram em nada sua situação.
O ponto principal é que uma corporação é uma ficção jurídica
e, como tal, não paga impostos. Repetindo:
pessoas pagam impostos, e não entidades inanimadas. Na prática, corporações são meramente coletoras de impostos para
o governo.
Políticos adoram ludibriar o povo dizendo que não irão
criar impostos sobre ele, o povo, mas sim sobre alguma outra entidade. Suponha que você é o proprietário de um imóvel. Se um político lhe disser que não irá tributar
você, mas sim apenas o seu terreno, você facilmente perceberia a trapaça. A terra não paga impostos e nem tem como
pagar impostos. De novo, apenas pessoas físicas
pagam impostos.
No entanto, essa artimanha utilizada pelos políticos
segue seduzindo incautos.
Outra tramóia que está sempre em voga é a elevação
dos impostos sobre herança, a qual quase sempre se dá na forma de transmissão
de bens imobiliários. O imposto sobre herança
existe apenas para aplacar o ímpeto dos invejosos; suas receitas são ínfimas. Mas seu poder destruidor é enorme. Seu impacto é grande porque, para que o
recebedor da herança (majoritariamente na forma de um bem imobiliário) consiga
pagar os tributos incidentes, ele normalmente tem de vender outros ativos que
possui. Em muitos casos, ele tem de
vender ações, títulos e até mesmo seu ponto comercial e sua propriedade
rurais. O efeito prático disso é que
ativos que estavam sendo utilizados em atividades produtivas foram
transformados em fonte de financiamento para as atividades destruidoras do
governo.
Conclusão
A ignorância sobre os fatores que perpetuam a pobreza
alimenta políticas de cunho invejoso e rancoroso que não apenas destroem ainda
mais a economia, como também, e consequentemente, perpetuam ainda mais a
pobreza.
Ao menos alguma porcentagem dos impostos que foram
aumentados sobre os ricos e sobre as grandes corporações serão repassados a todos
os consumidores — e isso prejudicará majoritariamente os mais pobres.
Qualquer aumento de impostos sobre um grupo acabará sendo compartilhado por
todos. E não há nada que as autoridades estatais possam fazer quanto a
isso. Os indivíduos de mais alta renda irão arcar com apenas uma fatia do
aumento ocorrido em suas alíquotas. E essa importante constatação quase
nunca é reconhecida. E é dessa maneira que um imposto sobre um se
transforma em um imposto sobre todos.
Enquanto as pessoas se mantiverem ignorantes sobre intervenções
econômicas que perpetuam a pobreza, bem como sobre as consequências de medidas
tributárias implantadas exatamente com a desculpa de se aliviar essa pobreza, charlatães
e políticos espertalhões continuarão se esbaldando.
imagine que você pudesse voltar no tempo uns 50 anos. Suponha que a razão por que você está fazendo isso é para implantar políticas que irão garantir que os ricos controle a mente de todos e que a pobreza da mente seja perpetuada ao máximo. (Por que alguém iria querer fazer isso está além da questão).
Quais políticas você iria implantar?
1- Você iria adotar politicas de livre mercado, iria dizer que o estado é uma força conservadora e atrasada. e ao mesmo tempo iria rebaixar toda cultura da sociedade, dizendo também que é atrasada.
iria tirar o ser humano, do mundo da vida, e levar ele para o mundo das coisas. para que ler livros? é melhor comprar um carro parcelado, ou quem sabe a roupa nova de marca, olha como este ipad com joguinhos bilha mais que o passado.
2- Iria acabar com todo conceito de sociedade.
Não existe mais o social, existe apenas o individuo. para que compaixão com o outro? iria dizer que no livre mercado é melhor até mesmo para o amor ao próximo. esquecendo que para que exista o conceito de amor, deve-se obrigatoriamente que existisse uma sociedade, ao qual esse conceito fosse possível
iria deixar toda todas particularidades, de determinada sociedades, não mão de um especulador estrangeiro. Na verdade não precisa mais haver particularidade social. Tudo será do grande irmão, chamado capitalismo. Essa grande força sera o todo, e ao mesmo tempo o nada.
3- iria pregar o excesso em vez da simplicidade
o segredo de um homem, não está no que ele tem, mas em sua mente. Como eu quero ter controle de sua mente, iria te levar para o mundo das coisas, para o mundo das banalidades, tudo de forma muito bela, muito bonito, sem que você perceba iria rebaixar sua cultura. Bastando apenas que você esteja focado em consumir, consumir bastante, deixe que eu cuido de todo resto, você apenas precisa sentar e consumir. Se alguém me julgar, irei dizer que foi escolha individual, logo não é problema. (sim o conceito de acabar com a sociedade, funciona)
4- iria acabar com a cultura e beleza do convívio social
Iria separar aos poucos o ser humano do convívio social, usando como argumento a meu favor, que o próprio ser humano escolheu isso.
para quer conversar pessoalmente? utilize meu super computador moderno, será que posso colocar um óculos nos seus olhos, e criar a minha realidade?
para que seres humanos? você não precisa deles! veja como esse gadget é superior a eles, você só precisa trabalhar e pagar para viver no meu mundo. Iria te isolar o máximo que puder.
5 – iria deixar um individuo, valer mais do que toda uma sociedade
poxa vida cara, quem mandou você não ser experto? quem mandou você não ter a “informação”?, quem mandou você não ter cultura?
Agora você fica para trás. Eu não tenho compaixão para você, pois a cultura do capital, me ensinou, a valoriza somente o mundo das coisas, e não o mundo da vida.
E por fim, olhe novamente para o garoto da foto no artigo, Ele não está ali por falta de comida ou roupas, ele não está ali por falta de um mundo material. Ele está ali, porque alguém destruiu a mente e a cultura dele, o mundo das banalidades entrou na cabeça daquele jovem, o mundo da liberdade irrestrita entrou na cabeça daquele jovem. Ele é apenas uma vitima da liberdade sem controle.
Eu,capitalismo, irei ganhar, e você pensará que é livre. Não existe ditadura que seja pior do que isso.
Por trás de tudo isso, para as pessoas que veem o Estado como soldado de reserva, que garante o mínimo aos pobres em caso de necessidade extrema, está a falta de confiança no ser humano em se organizar e negociar livremente.
Assim, necessário um ente abstrato que pense no interesse público, pois largar “tudo” na mão das pessoas seria muito arriscado. Para sair desta lavagem cerebral feita desde as nossas infâncias é necessário muito estudo, raciocínio e honestidade intelectual.
O problema nem é tanto o assistencialismo. Em tese ele até parece correto. O problema é que para entregar R$1 ao cidadão, a máquina do estado precisa arrecadar o dinheiro em si, mais dinheiro para custear a distribuição, mais dinheiro para controlar a arrecadação e ainda mais dinheiro para fiscalizar a sonegação.
Pior: apesar de tudo, isso não oferece uma alternativa para a pessoa deixar de precisar desse R$1.
E olha que na prática, ainda teríamos que arrecadar ainda mais para alimentar a corrupção, custos bancários, material das carteirinhas de plástico para sacar o dinheiro…. É uma conta sem fim.
O ideal era simplesmente que a pessoa não precisasse desse dinheiro vindo do governo, mas que trabalhasse para ganhá-lo e, se naquele local não há emprego, também não deveria haver quem o procurasse, que saia para onde há o emprego, ou busca soluções.
O ruim do assistencialismo é que ele acomoda a um custo caro demais para a sociedade. Numa escala mais ampla, acaba até incentivando a busca por ainda mais assistência porque para conseguir os montantes para pagar alguma ajuda, o governo empobrece outros grupos, diminui a capacidade de empreendedorismo e sabota justamente o como aquelas pessoas poderiam ganhar dinheiro para não precisar da assistência.
Sem contar que o estado não consegue ver alguém que encontrou alguma forma de ganhar dinheiro honestamente sem ir lá correndo ver se dá para regulamentar alguma coisa e tirar a parte dele.
Na verdade o estado pode até distribuir umas migalhas aqui e ali, mas ao mesmo tempo faz de tudo para dificultar o trabalho das pessoas.
Como deixar de ser pobre assim?
Como governos não se contentam com pouco, já não bastasse furtar parte da riqueza presente também querem furtar parte da riqueza futura. E assim continuemos com pessoas que deveriam nos governar mas que no cerne somente nós mesmos podemos nos governar. Esta lógica ainda não foi superada pelo “caos da ordem pública” seja lá o que isso signifique.
Em sua mais recente palestra na PUC-SP, Ciro Gomes disse que a esquerda tem de ler mais e parar de ficar pedindo mais impostos sobre os ricos. Segundo ele, é impossível tributar os mais ricos, pois sempre há como escapar.
Aí eu tava até ficando animado com o sujeito.
Porém, logo em seguida, ele disse que o certo é tributar pesadamente a herança.
Sim, segundo Ciro Gomes, todo o patrimônio que você juntou durante toda a sua vida de trabalho duro para legar aos seus filhos deve ser repartido entre Cunha, Calheiros, Collor, Lula, Dilma, Waldir Maranhão, todos 3.417 ministérios, secretarias, autarquias, comissionados e demais putadas.
E olha que essa cara tem tudo para chegar à presidência, hein? Toda a esquerda, com o colapso do PT, já está se aglutinando em torno dele.
Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.
Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.
Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.
Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:
Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.
Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.
Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.
Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política…e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.
Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.
Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.
Trabalharíamos como se fossemos “fantasmas”. O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.
É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.
Para os interessados meu email NOVO é [email protected]
O artigo está correto, é coerente e lógico.
Mas vale lembrar que o pensamento comum se resume a essa frase do Mandela
“A pobreza não é um acidente. Assim como a escravização e o Apartheid, a pobreza foi criada pelo homem e pode ser removida pelas ações dos seres humanos."
E fácil remover a pobreza, basta remover a mentira do cristianismo é o socialismo, você irá criar todo tipo de riqueza, enquanto não acabarem com a mentira religiosa do cristianismo, a pobreza irá se perpetuar na terra, é o socialismo criado pelos lixos dos judeus, eles são os responsáveis por isso, logo os judeus tem uma grande dose de culpa na terra, por criar pobreza em forma de caridade.
Vale a leitura desse outro artigo do D.W. MacKenzie:
Nenhum imposto é neutro; qualquer imposto sempre afetará os mais pobres:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1156
O que mais me impressiona após ler um texto desse,é o fato dos socialistas conseguirem fazer as pessoas acreditarem que eles são protetores dos pobres,e os liberais são egoístas que têm ojeriza aos pobres.É bem verdade que no liberalismo uns vão ser mais ricos que outros,mas Winston Churchill foi feliz quando disse que a virtude do capitalismo é distribuir o sucesso de forma desigual,e a do socialismo distribuir o fracasso de forma igualitária.Os pobres no capitalismo vivem melhor que os pobres no comunismo.Até quando esses farsantes socialistas conseguirão enganar o povo posando de bom samaritano?Até quando liberais serão vistos como inimigos dos pobres?
A taxação de herança me parece uma boa medida. Ela não impactará o setor produtivo pois não o atinge, logo não vai gerar aumento de preço.
Aquele cidadão inerte, que nada produz, e fica apenas “na aba” do papai vai ter que perder uma parte da herança. AS alíquotas que são baixas, deveriam chegar próximas a 50%. Aliás, todo o mundo desenvolvido cobra esse tipo de imposto!
Enquanto vc trabalha ou gera lucros pagando 27,5% de imposto. O cara que ganha a grana herdada do papai paga irrisórios 3%! Enquanto no resto do mundo é muito mais alto, como dito.
Sem contar que no Brasil, vc aplicando o dinheiro no investimento mais seguro (tesouro Direto) vc dobra o capital sem risco em míseros 6 anos. Tudo as custas desse governo que ama ajudar os rentistas.
Bolsa Família e salário mínimo: Uma nota
Parece que antes de existir os Bolsa Familia não existia pobreza. Pq argumentam que hoje, eles não trabalham pq recebem o bolsa familia. Mas e antes disso, por que o desemprego era alto antes mesmo do Bolsa Familia? E como esse pessoal se sustentava?
Salário minímo é o mesmo racional. Parece que nas regiões que ficam a margem das leis, tipo lavouras clandestinas, não há pobreza; todo mundo trabalha, nem que seja em condições análogas a escravidão. E olha que aceitam tal trabalho com consentimento… mas mesmo assim não lhes surgem a mágica da ascenção social fruto do trabalho que os libertários juram existir
Como garantir a perpetuação da pobreza? É muito fácil. É preciso seguir a receita do governo dos últimos 13 anos. Os resultados foram brilhantes: mais de 11 milhões de brasileiros desempregados, empresários em regime falimentar, inflação crescente, aumento da desigualdade.
O estado brasileiro é um lixo.
Excelente texto !
Talvez tenha faltado um item crucial na lista de horrores: o domínio quase que hegemônico da mídia por parte dos estatólatras, pelo qual artigos como este jamais são publicados\lidos em jornais como o Estadão, O Globo, “Falha” de SP, Jornal Nacional, “Governews”, etc.
Olá, tenho uma pergunta fugindo um pouco do tema. Quando o governo tem um programa de crédito, ele transfere dinheiro do Tesouro para os bancos públicos, ou seja, não há expansão de crédito pois a operação é feita com recursos arrecadados, então isso não geraria inflação de demanda certo? Ou o simples fato dos juros serem subsidiados para determinadas áreas escolhidas pelo governo gera maus investimentos?
O governo da Presidente Dilma tem a receita de como garantir a perpetuação da pobreza: gerar mais de 11 milhões de desempregados, produzir falência de empresas de todos os segmentos, gastar mais do que arrecada, perder grau de investimento, juros nas alturas, etc..
m.folha.uol.com.br/colunas/martinwolf/2016/05/1770110-a-alemanha-e-o-grande-problema-da-zona-do-euro.shtml
Alguém comente por favor esse absurdo…
Acredito que Dilma tenha deixado um legado muito negativo para o Brasil: uma economia esfrangalhada, depressão (2 anos descrescendo), inflação fora do controle, empresas falindo, mais de 11 milhões de desempregados, programas sociais sendo reduzidos, etc… Foi o governo mais nefasto que o Brasil já teve.
Os psicopatas no poder precisam que os pobres continuem pobres e ignorantes para poder continuar dominando-os. E a esquerda caviar precisa dos mais pobres para poderem continuar a ostentar sua fachada de superioridade moral aos outros do seu próprio meio.
* * *
Genial a definição e realmente concordo, pois ao contrário de alguns crentes fanáticos que defendem o “social” e imaginam que que a culpa é do consumismo, entendo que o problema não está no ato de consumir mas sim de ter liberdade para escolher qual caminho seguir e quais produtos adquirir, sem esta paranoia de que para sermos livres precisamos ser um arremedo de che guevara ou qualquer outro retardado fundamentalista.
Para sermos livres precisamos antes de tudo ter coerência no discurso e principalmente no pensar. Procurar enxergar o mundo como um todo, em vez de somente criticar o outro, defender o que “acha” ser certo e ficar repetindo rases e discursos à exaustão.
De achismo o Brasil está cheio e graças a isso somos ainda este povinho bunda, que adora receber miçangas é motivo de chacota por não ter bom senso nem conhecimento das coisas. O povo brasileiro é preguiçoso, desinformado e analfabeto social, pois adora imitar os outros e não abre mão de uma rede à sombra.
Para que ler e pesquisar se é mais fácil receber as coisas de bandeja, sem precisar correr atrás.
Afinal ter mente aberta pra que, né? É preferível que tenhamos bolsas e cotas para tudo. Mais conveniente, né?
Qual seria o melhor país para as pessoas guardarem seu capital?
Suíça? Seychelles? Bahamas? Panamá?
Quando li esse texto, lembrei desse que li faz um tempo:
economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2015/10/15/o-brasil-e-o-maior-paraiso-fiscal-do-mundo-diz-advogado-especializado.htm
Bostil sempre será um lixo completo mesmo. Os intelectuais que a mídia dá holofotes não entendem porcaria nenhuma de economia e ainda acham que possuem todas as capacidades para conduzir a República das Bananas junto com os políticos esquerdistas iluminados.
MAVs sejam bem vindos a área de comentários, mas CUIDADO! vocês podem acabar contaminado pelas idéias liberais (Aaaargh!) e certamente perderão suas boquinhas!
Aposto que se tirarem as alíquotas de todos os produtos hoje os produtos não baixarão de preço…..a lógica capitalista no Brasil não funciona ,com tudo nesse paiseco de quinta categoria…..os nossos queridos e angelicais empresários vão embolsar a diferença pois existe uma tal memória de preço que a população está acostumada a pagar e dali pra baixo não vai mais…..Farinha pouca,meu Rolex primeiro. Empresário brasileiro á a pior raça que existe ,não investe em produção para chegar na sua capacidade produtiva máxima para gerar escassez e poder aumentar o preço do produto. Então tem mais é que pagar impostos mesmo…pois se tirar imposto ele embolsa em aumento de margem de lucro.
Li tudo isso, achei um horror. Que bom que nada disso acontece no Brasil.
Discordo da conclusão. O sistema tributário deveria ser focado em imposto sobre a renda e não sobre o consumo, tendo alíquotas diferenciadas para os mais ricos, obviamente. É assim que funciona no mundo todo. Além disso deveria ser criado um tributo que já está previsto na Constituição, o imposto sobre grandes fortunas, que nunca saiu do papel. Lembrando que rico, para o ponto de vista tributário, não é o empregado que tem bom salário, é o autônomo ou empregador que recebe mensalmente valor muito acima do mercado.
Não se trata também de tributar a pessoa jurídica, mas a pessoa física que recebe um montante muito elevado sobre os lucros de sua empresa. Obviamente essa seria apenas uma das medidas a serem adotadas, mas o sistema tributário é muito mais complexo do que isso, principalmente no que concerne à regulação do mercado por meio dos impostos de importação e exportação.
Outros grandes problemas são a priorização dos subsídios às grandes empresas ao invés das micro e pequenas e o excesso de encargos sociais e trabalhistas, que só causam desemprego, salários baixos e aumentam as chances de falência das empresas.
Enfim, em relação ao diagnóstico do problema apontado pelo autor concordo em todos os sentidos, mas ele limitou a questão tributária a um aspecto apenas e não apresentou nenhuma outra solução econômica viável.
O que o artigo nos trás é verdade e muito mais perverso ainda, ele não exemplificou que grande parte dos impostos incidem no consumo, o que torna a coisa tributária ainda mais incidente e com peso maior para as camadas mais pobres, fato que potencializa aos extremos as desigualdades sociais.
Impostos altos, imbróglios burocrático fiscal e burocráticos jurídicos pesados (MAIOR PESO DO CUSTO BRASIL) e não transparentes (propositalmente) além de fomentadores e facilitadores de ações de sonegações sistêmicas e estrategicamente planejadas também facilitam as margens de lucros exorbitantes (MARGENS DE LUCROS BRASIL), visto que quem consome perde complemente a noção do que é imposto e o que é lucro, é justamente por este motivo que a classe empresarial só faz discursos vazios contra os imposto e – de fato – absolutamente nada fazem (PALAVRAS SEM AÇÕES CONDIZENTES NÃO FAZEM NADA ALÉM DE ILUDIR E MANIPULAR) para combater os modelos de impostos e burocracia.
Outra perversidade tributária é fazer com que os impostos sejam (INCIDAM) em cascatas desde a matéria prima primaria, passando por todas as etapas produtivas até o consumidor final.
Tal modo levou todos ao sistêmico modelo de "O CUSTO PELO CUSTO A QUALQUER CUSTO E DO LUCRO PELO LUCRO CUSTE O QUE CUSTAR" e desta forma o fins passaram a justiçar os meios quando o correto são os meios validarem (ou justificarem) os fins, nosso modelo mental e por consequência comportamentos estão invertidos, nos tornamos zumbis diante a necessidade da sobrevivência – SOBREVIVER É ABSOLUTAMENTE DIFERENTE DE VIVER! -, aos poucos estamos nos bestializando e isto independente de ser empresário, capitalista especulador ou trabalhador comum. Considere ainda que o empresariado acaba por tornar-se em verdade especulador capitalista em todos os sentidos inclusive no trato capital x trabalho, ou seja, o quem tem o capital já se bestializou há muito tempo.
E agora, como resolver esta situação sem uma REFORMA TRIBUTÁRIA, BUROCRÁTICA FISCAL E BUROCRÁTICA JURÍDICA JUSTA E HONESTA, QUAIS SERÃO AS FORÇAS QUE IRÃO PRODUZIR ISTO SENÃO AS FORÇA POPULARES E QUANDO AS FORÇAS POPULARES SE TOCARÃO DISTO – improvável em curto prazo, visto que somos cada vez mais manipulados e tornados imbecis cada vez mais e mais, e quem fala ainda é penalizado e excluído -, OU AINDA QUANDO NOSSA SOCIEDADE IRÁ SE TORNAR INSUPORTÁVEL EM NÍVEIS DE BESTIALIZAÇÃO O SUFICIENTE PARA QUE QUEM TEM CONHECIMENTO, PODER E CAPITAL RESOLVA MUDAR TUDO ISTO?!
A situação a que nos encontramos passou a ser a de imediatismo absoluto, vivemos como se não fosse existir o amanhã, como se não tivéssemos consciência ou responsabilidades, a ética, a moral e o caráter deram lugar ao ego mais insano possível, quem tem o poder do dinheiro acha que pode fazer tudo e qualquer coisa que desejar com quem tem menos, que seres humanos são suas propriedades e que devem agir meramente conforme os seus comandos – E NÃO IMPORTA QUAIS SEJAM OS COMANDOS!!! – como seres humanos fossem coisas inanimadas, um computador, uma coisa qualquer sem inteligência, sem emoções, sem princípios e valores, enfim…
Em suma, esta na merda e amando estar na merda!
Saudações fraternas,
Faltou um item que praticamente é a fonte de quase todos os males da economia, da causa da baixa qualidade de vida, do aumento dos populistas e causa da maior parte da pobreza das nações.
É a Superpopulação:
É uma quantidade de gente sem as mínimas capacidade de viver dignamente e é a parte da população que mais cresce.
Mas vocês, como toda a mídia, tem medo de encarar essa verdade.
Muito obrigado Instituto Ludwig Von Mises por expor a todos a real ciência econômica na sua forma mais racional, justa e pura.
Todo canal de rádio, tv e mídias sociais da internet deveria dar ênfase a Escola Austríaca de Economia, incentivando as pessoas a aprender economia de verdade.
Vocês são nota 1000 ??
Pra mim tem uma controversia que não está muito clara.
Se os juros são muito elevados eles trazem dois efeitos deletérios: redução dos investimentos e do empreendedorismo; e aumento na desiguladade
A redução dos investimentos é lógico, nem precisa ficar explicando. A redução do empreendedorismo é uma consequencia disso.
Se vale menos a pena eu pegar um emprestimo e investir numa empresa, ou se é melhor eu ficar agarrado num título públio ou de renda fixa pra que que vou me aventurar em um empreendimento? Se deixar minha grana parada a 20% ao ano por exemplo, dobrando de capital a cada 4 anos sem correr muitos riscos, pra que que vou abrir uma empresa, lidar com funcionarios etc?
O segundo ponto, não deixa de ser consequencia do primeiro. Se fica caro pegar emprestimo para investir em um negocio privado, fica inviável para quem não tem capital crescer na vida.
É imprescindível que todos tenham capacidade de empreender e acesso a capital barato para expor suas ideias, competir com as ideias dos outros e no final ver quem ganha. Os investimentos ruins sempre serão suplantados pelos investimentos bons, e os ciclos, altos e baixos das economias sempre vão existir, é da natureza da destruição criativa do capitalismo.
Portanto, não consigo entender porque seria bom os juros serem sempre muito altos. Já li diversos artigos deste site e de outros mas nunca consegui entender isso
Amo esse instituto.
Caramba, o autor mora nos EUA mas parece que está escrevendo no Brasil! Precisamos instruir cada vez mais a maior quantidade de pessoas possível para escaparmos desta armadilha. Várias pessoas que não gostam da esquerda apóiam uma ou mais dessas medidas. Fomos todos envolvidos de tal forma que acabamos chancelando a prática de políticas que nos prejudicam. Só uma grande mudança de mentalidade na população poderá chancelar pessoas que quiserem promover políticas de mudança.