A grande diferença entre um país rico e um país pobre está
na acumulação de capital.
Capital é tudo aquilo que aumenta a produtividade e, em
última instância, o padrão de vida de uma sociedade.
Capital são todos os
fatores de produção — como ferramentas, maquinários, edificações, meios de
transporte etc. — que tornam o trabalho humano mais eficiente e produtivo.
Capital,
em termos físicos, são os ativos físicos das empresas e indústrias. São as instalações, os maquinários, os
estoques e os equipamentos de escritório de uma fábrica ou de uma empresa
qualquer.
Trabalhar menos e produzir mais é o resultado direto da acumulação
de capital. Assim como um trator multiplica enormemente a produção agrícola em relação
a uma enxada, o uso de máquinas e equipamentos modernos multiplica enormemente
a produtividade dos trabalhadores — e, consequentemente, seus salários e sua
qualidade de vida.
Mises explicou cristalinamente:
Com o
auxílio de melhores ferramentas e máquinas, a quantidade dos produtos aumenta e
sua qualidade melhora. Assim, o empregador consequentemente estará em
posição de obter dos consumidores um valor maior do que aquele que o empregado
consumiu em uma hora de trabalho. Somente assim o empregador poderá — e,
devido à concorrência com outros empregadores, será forçado a — pagar maiores
salários pelo trabalho do seu empregado.
Em um país rico, a quantidade e a qualidade das máquinas e
das ferramentas disponíveis são muito maiores do que nos países pobres. A
acumulação de capital, o empreendedorismo e a inventividade tecnológica são os
pilares da economia. Como consequência,
a produtividade, a riqueza e o padrão de vida nestes países são muito mais altos.
O vídeo a seguir, que compara como o tombamento de um caminhão
é solucionado na Alemanha e no Brasil, é uma ilustração perfeita do nosso
atraso em termos de acumulação de capital.
As imagens são hilárias e, ao mesmo tempo, deprimentes.
Posted by Jair José Pereira on Quarta, 9 de dezembro de 2015
O cara do trator só queria dar alegria pro seu povo…
Ahahahaha isso aí aconteceu no Ceará e passou no jornal.
https://www.youtube.com/watch?v=p8dI3G9gfdA&
Vocês são um bando de reacionários que não sabem interpretar as coisas. No Brasil foi onde a situação foi corretamente resolvida: tiraram o caminhão da estrada rapidinho pra liberar a rodovia!
Me parece que foi na França. A tranportadora é francesa e os comentários ouvidos são em francês. Mas na Alemanha seria ainda melhor.
Mas gente…
Sempre tem alguém pra fazer o característico “Rhiuuu” nesses momentos HAHAHHAA
Se for mostrar como pavimentam as ruas aqui e lá, dá mais vergonha ainda.
Tá até bom. Normalmente saqueiam a carga do caminhão tombado.
Nenhum dos dois estão corretos. Melhor seria se o trabalho fosse manual, assim geraria mais empregos. A automação da mão de obra é uma invenção burguesa com intuito de reduzir seus custos para obter lucros estratosféricos. A consequência disso é a segregação da mão de obra: apenas os filhos de burgueses que tiveram acesso a uma educação privilegiada terão emprego, enquanto os mais abastados amargurarão uma ”obsolescência humana”
Uma imagem que ilustra bem o meu comentário: goo.gl/TT8Pvr
Artigo desarrazoado. No segundo caso, um novo caminhão teve que ser construído. A demanda agregada foi estimulada!
Kkkkkkkkkkkk. Muito ilário! A diferença é monstruosa! A companhia pela falta mínima de conhecimentos de física!
Este é o livre-mercado que vocês defendem. O caminhão caiu por falta de regulamentação estatal e seguiu adiante para proteger o caminhoneiro de ter sua mais-valia retirada porque a conjuntura da mecanização aliena o trabalhador continuamente ao não permitir que escape das condições hierárquicas de produção nem em seu momento de lisura.
Eu comecei a rir quando vi o contraste na qualidade das estradas e na filmagem. É a globalização predatória mostrando as caras não só na forma como eles levantam o caminhão mas em todo o resto também. Olha a qualidade das estradas federais também: absurdo. É culpa do mercado.
Que antas!… Kkkk…
Ué pessoal, vocês queriam o quê?? Isso aí é bR@ZiuL !
É esse o rascunho de republiqueta bananeira terceiro-mundista esquecido por Deus, que muitos por aí defendem ardorosamente como o melhor lugar do mundo para se viver, e ainda imaginam que um dia tudo será diferente, afinal “brasileiro não desiste nunca”… são os frutos da nossa “rica e vibrante diversidade étnica e cultural”, principalmente étnica, não é verdade?
Fico tão empolgado de pensar no assunto que até me lembro daquela marchinha criada nos tempos da ditadura militar:
Esse é um país que vai pra frente, oh, oh, oh, oh, oh!!
Vai par frente sim… mas é do precipício (ou do paredão), oh, oh, oh, oh, oh!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Realmente é gritante a diferença entre o socialismo alemão e o capitalismo brasileiro. Podemos ver nos dois casos que o ativo sofreu alguma avaria. No caso brasileiro, que está acostumado com a boa vida proporcionada pelo sistema de mercado, logo descarta qualquer forma de conserto e já descarta o produto que certamente deve estar coberto por seguro (grande oferta de serviço) ou com um preço de reposição de um novo compatível com a renda (grande oferte de produto, alta concorrência). No caso alemão, certamente o ativo não deve estar coberto por seguro ou a substituição do ativo não deve ser viável economicamente, o que explica o excessivo zelo no desbotamento. Ser brasileiro realmente é um privilégio.
Eu sou novo nessa area de economia e gostaria de saber por que o brasil nao consegue se inovar e ter uma infraestrutura de qualidade? Uma outra duvida que surgiu enquanto eu lia os comentarios é se um país X se desenvolver e comecar a substituir a mao de obra humana por maquinas(ex.industrias) os trabalhadores desempregados deverão seguir quais caminhos?? Eles deverão por exemplo se especializar em outros trabalhos, se inovarem e etc.