N. do E.: o IMB sempre foi um inflexível defensor da descriminalização de absolutamente todos os tipos de drogas. No entanto, e por motivos óbvios, a defesa da descriminalização das drogas de maneira nenhuma implica a defesa do uso de drogas, como alguns caluniadores gostam de inferir. O artigo a seguir fala sobre isso.
Podem me odiar à vontade, mas irei dizer mesmo assim: a maconha é nojenta.
Fumar maconha é, dentre todos os tipos de fumo, o pior hábito de todos. A coisa fede. O cheiro é muito pior que o de cigarros convencionais. Não dá para ficar em um mesmo ambiente com pessoas fumando maconha.
A maconha também deixa as pessoas abobadas e com um raciocínio lento. Consequentemente, ela destrói encontros sociais ao tornar toda a ocasião menos inteligente. Ademais, é extremamente rude fumar maconha perto de pessoas que, como eu, não toleram o cheiro da coisa e nunca encostariam em um baseado. Especialmente irritante é a tentativa de menosprezar e escarnecer aqueles de nós que têm interesse zero em fumar uma planta que transforma o fumante em um otário.
É por esse motivo que devo me confessar particularmente estupefato ao constatar quão estranhamente badalada e em voga a maconha se tornou.
Quando eu era criança, fumar maconha era considerado um ato depravado e perigoso. Hoje, se você falar isso perto de praticamente qualquer pessoa com menos de 30 anos de idade, ela lhe dará um sermão sobre quão maravilhosa a maconha realmente é.
Os defensores da maconha podem citar todos os dados supostamente científicos que quiserem, mas eu sei mais apenas por causa da minha experiência de vida. Eu ainda me lembro de quando a maconha deixou de ser proibida e passou a ser modismo. Eu fazia faculdade no estado da Virgínia e morava com outros quatro caras no andar de cima de uma casa. Eles eram absolutamente viciados na planta.
Todas as noites — e eu realmente enfatizo que eram todas as noites –, eles juntavam dezenas de latas de cerveja, ligavam o rádio em uma estação de rock, acendiam seus baseados e fumavam ininterruptamente das 5 da tarde até 1 da manhã. Eles simplesmente ficavam sentados no sofá conversando coisas idiotas em um tom de pseudo-profundidade. Eles falavam sobre o universo, sobre a vida em outros planetas, sobre personagens de desenho animado e por aí vai.
Normalmente, eu jamais teria má vontade para com a maneira que outros voluntariamente escolhem se divertir, mas fazer isso todas as noites? Com o tempo, não consegui conter meu crescente sentimento de desprezo.
Eles continuamente me pressionavam a se juntar a eles. A coisa foi se transformando em alta pressão. Inevitavelmente, acabei cedendo e dei uma tragada seguida de uma inalada. Fiquei instantaneamente nauseado. Assaltei a geladeira e fui para a cama, odiando a mim mesmo. Nunca mais fumei novamente e jamais o farei.
Desde então, nos anos subsequentes, fumar maconha deixou de ser visto como um hábito de derrotados e se transformou em uma cultura universal entre os jovens. Parece haver dezenas de maneira de fumar maconha — enrolada num papel, cachimbo, bongos, comestível etc. Não consigo me manter atualizado. E as variedades de maconha disponíveis surpreendem. Sempre que me oferecem a erva, recebo uma completa apresentação sobre a modalidade em questão, como se estivesse em um restaurante chique participando de uma degustação de vinhos.
As alegações feitas em defesa da substância estão cada vez mais implausíveis. Se você realmente parar para ouvir as pontificações dos usuários, terá a certeza de que a maconha é o caminho mágico para uma vida longa, bem-sucedida e repleta de êxtase. A única porta de entrada que ela oferece é para a felicidade.
Já o que eu vejo é muito mais óbvio. A maconha transforma você em um otário. Há um quê do personagem Salsicha, do desenho Scooby-Doo, em cada fumante: aquele jeito preguiçoso, levemente desmiolado, de andar rastejante e de fala lenta e desconexa, resultantes de se querer utilizar a maconha para anestesiar reações normais às ansiedades da vida.
Provavelmente é verdade que a maconha não seja mortífera, e não estou aqui para conjecturar se ela é prejudicial à saúde. Os perigos da maconha são mais sutis. Seu uso pressupõe que todas as ansiedades desta vida devem ser abolidas, sempre e a cada tragada. Inale a fumaça mágica e exale todos os seus problemas.
Nisso eu não acredito. A mente necessita de ansiedade; ela tem de ter esse treino, especialmente em idades mais jovens. Desapontamentos, frustrações, medos e preocupações devem fazer parte da narrativa da vida, pois estes sentimentos apenas se intensificam com o avançar do tempo. Se descobrirmos uma maneira mágica de entorpecer nossos sentidos em relação a estes sentimentos, e a uma idade jovem, como poderemos funcionar bem em um mundo adulto?
No que mais, e deixando tais considerações de lado, a estética da maconha é totalmente cafona. Já a testemunhei inúmeras vezes. Sempre que sou convidado para uma “reuniãozinha” após algum evento público, sempre fico com a esperança de que não envolva maconha. E quase sempre erro. Tão logo a fumaça (e seu fedor) começa a envolver o recinto, o nível da conversação entra em queda livre.
E então eu perco todo o dia seguinte tentando tirar o cheiro das minhas roupas e do meu cabelo. É de embrulhar o estômago.
É também algo que me entristece ver pessoas me julgando tão severamente pelo simples fato de eu não ser um usuário de maconha. Já tive amizades extremamente promissoras que foram bruscamente interrompidas tão logo confessei que não fumava maconha. A pessoa, de início, parecia apenas desapontada com a revelação. Depois, simplesmente passou a agir como se “bem, se você não fuma maconha, você jamais poderá ser meu amigo”.
Quaisquer que sejam as consequências que a maconha tem sobre as pessoas, uma postura de tolerância em relação aos não-usuários não é uma delas. “Preconceito fanático” é uma descrição cabível. Aliás, nunca entendi como foi que se tornou socialmente obrigatório ser agressivo com os fumantes de tabaco, mas infinitamente tolerante — e até mesmo festivo — com os fumantes de maconha.
Apenas para deixar minha opinião bem clara, sou totalmente a favor da descriminalização da maconha (e de todas as drogas). Não quero que maconheiros sejam encarcerados. Não quero que sejam molestados. Não quero nem mesmo que a maconha seja tributada. Se você quer cultivar uma planta, empacotá-la, vendê-la e consumi-la, por mim tudo bem. Assim como quem não toma banho e se veste mal, usuários de maconha causam danos apenas a si próprios.
Já está bastante óbvio que, quanto mais a polícia persegue a maconha, mais popular ela se torna. Tenho, aliás, uma crescente suspeita de que, com efeito, foi a própria ilegalidade que gerou a implausível popularidade da maconha. Fumar maconha é uma maneira fácil de “ser contra as regras” e “desafiar o status quo”. O melhor argumento em prol da retirada da maconha da lista dos frutos proibidos é que sua própria normalidade já a submeteria ao tribunal do bom gosto e das boas maneiras. E, neste tribunal, estou praticamente certo de que a maconha seria condenada.
Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados. Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena. Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos.
Este artigo foi publicado originalmente em 15 de outubro de 2015
Primeiro artigo que não gosto aqui. Também não gosto de maconha, mas achei que o artigo foi uma opinião muito pessoal baseado na experiência de vida do escritor. Mandaram mal nessa.
Ótimo artigo pra passar na cara daqueles caras que ficam dizendo que libertários querem que as pessoas sejam vagabundas maconheiras…
Está ai um texto polêmico que não vai agradar nem conservadores, esquerdistas e pseudos liberais.
Mas foi uma ótimo leitura e concordo com a opinião exposta.
Tenho a mesma posição que o autor, mas sobre bebidas alcoólicas.
Não bebo, não gosto de gente bêbada, não participo de eventos onde o foco é bebedeira.
Já deixei de participar de muita coisa e deixei de ter vários amigos por causa disso, e paciência.
A liberdade é a mesma para os dois lados – para o outro encher a cara e para eu não fazer isso.
Para os críticos de plantão (pessoas que aproveitam para criticar por criticar), o texto deve ser lido como uma declaração, confissão pessoal, e não uma constatação empírica ou fundamentação metafísica.
Já sobre o último parágrafo:
“Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados. Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena. Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos.”
É impossível que tal coisa venha (volte) a acontecer, e isso pelo simples fato de que nossa sociedade é altamente progressista, o que contrapõe uma visão conservadora/restauradora, infelizmente.
Se o indivíduo defender algum tipo de comportamento e princípios que seja contra a mentalidade progressista – “abaixo todos os padrões patriarcais-repressores-fascistas-blablabla-etc” – é prontamente taxado de ser contra a liberdade (ironia, não?).
Quando me perguntam como é que sou libertário e conservador (em costumes) ao mesmo tempo, digo que não passa de uma defesa para tantas porcarias que surgiram e continuam a surgir.
Só tenho uma coisa a dizer: perfeito!!!
Excelente artigo
Agora se prepare pro ataque dos Zé Droguinhas
Eu penso exatamente como o autor.
Fumar maconha tem exatamente o mesmo status de comer merda. Por mim a pessoa pode ser livre para comer merda, mas eu não sou obrigado a achar bonito
Gostaria de saber a visão dos libertários e a possivel solução para o problema das cracolândias.
Opinião é isso ai, não necessariamente tem de agradar a todos.
Assim como quem não toma banho e se veste mal, usuários de maconha causam danos apenas a si próprios.
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o que há de errado em se vestir mal?
È sério mesmo eu quero entender o julgamento de valor que há por traz de se vestir mal, e como isso seria mal para a pessoa.
Maconha causa amnésia e mais umas paradas aí que eu não me lembro…
Putz, maconha tem um aroma tão bom, difícil alguém que não goste. Também discordo emoutros pontos. Ninguém usa droga para debater alguma coisa. As pessoas bebem para ficarem eufóricos, dançarem, perderem a vergonha, etc, assim como quem fuma maconha faz para relaxar, ouvir música, ler algum livro, mas não para debater alguma coisa com alguém.
Só não venham dar opinião sobre se dar o cu é bom ou ruim, melhor manter o site discutindo os eventos relacionados com mudanças econômicas, como por exemplo, as consequências da proibição da maconha.
É triste ver o Tucker não tem mais nada para fazer do que um texto preconceituoso e com diversas mentiras para atrair sei lá quem aos ideais libertários. Pior é ver o Helio e a trupe do IMB se deliciando com esse tipo de arquivo.
Não há qualquer tipo de evidencia (principalmente científica) que suporte um maior nível de “burrice” por parte dos usuários de maconha. E também não há absolutamente nada nesse texto que sirva para qualquer tipo de aprendizado.
Fico triste em ver a linha editorial do Tucker e do IMB.
Só disse verdades!
Eu, como um jovem conservador, acredito na liberdade. Não quero que o Governo (Nem VOCÊ, nem Deus, nem qualquer outra porra) me diga o que fazer e o que não fazer.
Fumo maconha, estudo GÊNIOS liberais e conservadores diariamente, estou no segundo semestre de Relações Internacionais e, acredite, eu sou uma pessoa MUITO mais produtiva quando estou “CHAPADÃO” e nem por isso saio queimando meu baseado na frente de pessoas e crianças no meio da rua.
É isso que muito me enoja em algumas vertentes do pensamento conservador atualmente. Essa MANIA de bater de frente com alguns assuntos que deveriam ter sido encerrados a muito tempo.
Maconha não mata, é inegável seus inúmeros benefícios para sociedade/medicina, etc. E, infelizmente, se tornou uma bandeira da esquerda. Sou a favor da guerra as drogas, mas sou contra a classificação de maconha como “droga”. Bom avaliar também, que maconha não é só o fumo, enrolado na seda, que deixa a pessoa “boba”. É também um remédio, que cura diversas doenças.
https://www.youtube.com/watch?v=5r4et_ntdOs
ABRAÇOS amigos.
Drogas como a maconha, que prejudicam somente o usuário, sou a favor que seja liberada. Nunca ví um maconheiro se transformar num monstro canibal, ou se transformar em um zumbi agressivo. A maconha está mais ou menos no mesmo nível que o alcool. Então não deveria ser proibida.
Entretanto, drogas como o crack, oxi, que provocam alterações quimicas no cerebro do usuário e o transformam num zumbi agressivo capaz de matar a própria mãe, e estas drogas sintéticas que transformam o usuário em um monstro canibal, devem ser proibidas, sim.
Achei que o Tucker generalizou um pouco aí. Da mesma forma que é possível se divertir socialmente consumindo álcool sem ser alcoólatra, acredito ser possível se divertir socialmente consumindo maconha sem ser um “Salsicha”. E, convenhamos, o que é pior, um Salsicha ou um alcoólatra? E, falando em álcool, essa história de “se você não bebe álcool não pode ser meu amigo” também existe.
Apesar disso concordo com a conclusão de que o uso da maconha seria mais inofensivo caso ela fosse descriminalizada. Da mesma forma como o álcool era mais danoso durante a Lei Seca, deve haver verdade na conclusão dele de que muita gente usa maconha apenas por rebeldia.
Para quem se interessa sobre por que algumas pessoas vão longe demais nas drogas (ou em outras dependências como jogos de azar) enquanto a maioria não, esse artigo é muito interessante: http://www.huffingtonpost.com/johann-hari/the-real-cause-of-addicti_b_6506936.html
Opinião é opinião. Só acho desnecessário um artigo ser inteiro sobre uma visão pessoal. Assim como também não gostaria de um artigo que fosse endeusando a maconha de um ponto de vista pessoal.
“Já o que eu vejo é muito mais óbvio. A maconha transforma você em um otário. Há um quê do personagem Salsicha, do desenho Scooby-Doo, em cada fumante: aquele jeito preguiçoso, levemente desmiolado, de andar rastejante e de fala lenta e desconexa, resultantes de se querer utilizar a maconha para anestesiar reações normais às ansiedades da vida.”
Puro preconceito de alguém que não conhece MESMO o que fala.
Eu poderia muito bem falar que maconha deixa inteligente, pois no Ensino Médio eu era péssimo em matemática e física, e hoje, sou um dos melhores alunos da turma de Engenharia. Isso porque já fui de fumar todo dia. Conheci gente lesada assim, mas esses parecem forçar esse jeito. Querem ser vistos como “O maconheiro(a)”. Ridículo.
Eu gosto do cheiro da maconha, as vezes fede sim, pois é um fumo estragado e de qualidade 0 oriundo do tráfico. Mas se você for a um coffee shop em Amsterdã encontrará diversos tipos de fumo, com os mais diversos cheiros. E segundo relatos, não tem nada a ver com LIXO que fumamos aqui.
No mais, a modinha hoje em cima da maconha realmente cansa. Pessoas metidas a “cool” por fumar um. Não precisa sair falando pra todo mundo que fuma, ou sair contando as experiências por aí. Tenho um amigo que só sabe falar das maconhas e drogas que já usou, e é um saco!
Eu gosto muito de fumar de cabeça vazia, ou seja, sem preocupações e afazeres. É um hobbie. Mudou muito minha cabeça para melhor. Acredito que com moderação dá para levar numa boa qualquer coisa praticamente. Quanto a usar, fica a critério de cada um. Mas é fácil entender porque o autor perdeu amizades. Ninguém merece um chatão reclamando toda hora ou ficando de cara feia.
Não excelente artigo….. como alguém pode escrever um “artigo” baseado em “experiências pessoais” ? Bom que seja, mas onde está escrito que ela é “cafona” ou que quem fuma tende a ser mais “retardado”? por favor, só me diga as referências bibliográficas, o autor, ano, e página. Se for baseado somente em “experiência de vida” faça me o favor…. leia mais….
O texto é extremamente rico,porém age com uma sana a tudo o que é VIRIL… concordo que com a proibição a maconha recebeu um valor a mais, tanto economico como social, é exatamente por isso que existem pseudos maconheiros, ou aqueles que querem impurrar guela a baixo que a maconha é boa, faço uso nao vejo como algo bom mas certamente nao define o que eu sou o que eu poderia ser, porque sou o que sou e óbviamente a maconha fez parte disso, e foi um momento chave na minha vida.
Sou conservador e concordo 100% com o texto.
Concordo também com o fato de que as drogas devam ser descriminalizadas e não “legalizadas”.
Meus caros,
Um grupo de pessoas fumando seu baseado em um local que não incomodasse ninguém, tudo bem!! Mas as coisas quase sempre não funcionam desse modo, normalmente é porta de entrada para outras drogas. Atualmente nem é a maconha o começo, é o narguile. Tenho meninos onde moro, que começaram com narguile, passaram para maconha, hoje são viciados e traficantes. Essa discussão vai muito além de uma visão libertária ou não, há desdobramentos na vida das famílias, que só quem passou ou passa por isso sabe a dor.
Um grande abraço e parabéns pelo site.
Como conservador, acho que tanto alguns cristão, como positivistas
são um tanto quanto desonestos, aqueles que defendem uma sociedade com menor
interferência do Estado, pedem que o mesmo haja com imposição na vida das pessoas.
Pasmem, sou cristão também, mas hipocrisia cansa né ? não bebo, e também não fumo. A
a falta de clareza e argumentação das pessoas que são contra o uso ou a descriminalização, são geralmente de seres criados dentre de um casulo, pouco conhecem a vida real. É preciso respeitar as liberdades de cada um, como de crença, sexual, se quer ou não fazer o uso de drogas, eu sempre aconselho que não usem.
Maconha está para a sociedade assim como Hakuna Matata está para o Rei Leão.
É isso.
Uma coisa que não suporto é gente dizendo: “Essa é uma discussão que deveria estar encerrada”.
NENHUMA discussão estará encerrada ate que as pessoas a encerrem.
Não sei se é um problema do texto, esse é o primeiro texto que leio no IMB e cheguei aqui por meio de um tio. Fiquei intrigado com o que observei nos comentários, parece haver uma espécie de competição sobre quem é mais libertário ou o que é ser libertário, todos pautados nos seus referências e em ataques ad hominem. O texto é bem escrito, mas é necessário que se crie a atmosfera de que classe social pertence o autor e em que contexto a vida dele foi desenvolvida. Não conheço o autor e esse texto não me deu muitos motivos para me interessar pela figura ou o que tem a dizer, embora não exclua a possibilidade de gostar de algum texto em outra área, só que é um texto carregado de pessoalidade e de conotações errôneas, preconceituosas e conservadoras, mas quem sou eu para julgar os gostos de alguém. Entretanto, uma pequena parte do texto me incomodou bastante e apenas por ele eu não deixei de comentar e seguir minha vida tranquilamente. E foi o trecho a seguir:
“Quaisquer que sejam as consequências que a maconha tem sobre as pessoas, uma postura de tolerância em relação aos não-usuários não é uma delas. “Preconceito fanático” é uma descrição cabível. Aliás, nunca entendi como foi que se tornou socialmente obrigatório ser agressivo com os fumantes de tabaco, mas infinitamente tolerante — e até mesmo festivo — com os fumantes de maconha.”
Não busco aqui argumentar sobre isso, mas convido-os a refletirem sobre isso, acredito que boa parte de vocês já teve contato com alguém que já fumou, fuma ou tem certa curiosidade em provar a maconha. Eu nasci e moro ainda hoje em um bairro pobre de Salvador então há uma certa naturalidade em lidar com as drogas, já que as mesmas estão suficientemente presentes nesses ambientes, porém até meus 19 anos nunca provei nada além do álcool. Durante o ensino médio convivi com amigos que já haviam provado e gostado, que não tinham gostado, que nunca provaram e os que usavam sempre ou em raros casos. Uma das coisas que eu observei em TODOS os lugares que eu fui, que eu conheci, que convivi e TODAS as pessoas com que eu ando que usam é que ninguém tenta te forçar a fumar maconha. Sim, eles te perguntam se você usa, se gosta, mas nunca me pressionaram para fumar, já não posso dizer o mesmo do álcool.
Entendo que o texto é dele, que a opinião é dele e que a vivência é dele e de vocês que concordam em tudo, mas convido que reflitam sobre essa passagem, pois as vezes reproduzimos discursos que não experienciamos e isso acaba levando desinformação à frente, acaba demonizando pessoas que estão fazendo o que querem sem ferir o espaço de ninguém e são pessoas que geralmente são mais fáceis de lidar do que gente alcoolizada, por exemplo: experimente pedir gentilmente à um grupo de bêbados que abaixe o som e aguarde a reação.
Abraço.
Eu sinceramente espero que não continuem mandando matérias sobre achismos por aqui. Este é um dos únicos sites que está livre disto, e realmente espero que consigam manter a qualidade e objetividade que sempre teve. Isto é uma sugestão direta para os admins.
Antes que alguém venha criticar meu comentário: Não, não fumo maconha. Sim, é um site privado e eles postam o que bem entendem. Se deixar de me agradar eu simplesmente posso (e vou) buscar outro melhor. Mas como consumidor, antes prefiro entrar em contato com o prestador de serviços para expressar meu desagrado.
"Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados. Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena. Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos."
O autor começou o artigo na linha conservadora, tentou terminar na linha libertária, e no último parágrafo acabou admitindo que a única solução é conservadora (contrária à militância libertário-esquerdista-partido-verde-gramscista).
Para todos que estão falando mal do artigo e da opinião pessoal do autor: vocês estão tremenda e vergonhosamente equivocados.
O que o autor fez foi belo e moral: mesmo sendo pessoalmente contra, mesmo tendo boas razões para não usar e não estimular o uso da maconha, ele está defendendo o SEU direito de usar, cultivar, vender e empreender sem ser criminalizado.
É muito fácil para os “pessoalmente interessados”, i.e., maconheiros e cultivadores, defender uma bandeira por interesse próprio. Difícil e magnífico é defender a bandeira dos outros.
Parabéns pela sinceridade e coerência do articulista. Mais uma dentro do mises.org!
Ninguém toma cachaça pra ficar mais inteligente. Talvez o uso da cocaína torne a pessoa mais comunicativa e social, mas não conheço os efeitos dessa droga no meu próprio corpo.
Maconha é um droga muito introspectiva apesar de ser usada em grupo.
Sou fã do Jeffrey Tucker e fiquei surpreso pelo artigo tão pobre. Parece artigo de um blog qualquer de alguém que gosta de opinar e escrever sobre qualquer coisa.
De fato conheço muitas pessoas que usam maconha e sinceramente o autor não está errado!
O cheiro é horrível, o de cigarro já é, mas a maconha se supera! Ainda considero, quem fuma qualquer coisa, um fracassado… Sinceramente não vejo graça, não dá para entender o que uma fumaça tem de tão “mágico”. Mas não entendo reclamação da galera nos comentários, afinal você expôs apenas que não gosta, que não acha algo legal, e não que deva ser proibida! Galera precisa de mais interpretação.
Tá faltando ainda o comentário do “TÍPICO alguma coisa”…
Dessa vez ele vai sugerir alguma “bolsa-usuário”, algum “vale-fumo”.
TUDO deve ser deixado ao sabor do Mercado: as pessoas têm que decidir suas vidas. Só não a Saúde, Segurança Pública, INSS e Direitos Trabalhistas, além dos direitos adquiridos, óbvio.
Só fracassado fuma maconha…
Carl Sagan fala sobre sua experiência com a Cannabis
Ridículo, absolutamente ridícula essa matéria… bem digna de uma pessoa leiga que acha que sabe de tudo e nem almenos aguento um trago sem ter vontade de vomitar… fraco…. e ainda e fraco de cabeça… muitas pessoas não gosta pelo simples fato de ser proibida… tem tantas coisa que é muito pior e ninguém fala como alcool, tabaco e outra… porem achar que somos otário. só pq discutimos coisa sobre universo, desenho… me desculpe mais otário e você com esse argumento sem fundamento!!!! e sem cultura!! hj em dia a maconha e usada até para tratamento do câncer… e vc acha que é coisa que prejudica… vai se informar… seu velho…
A Pessoal que escreveu esse artigo provavelmente não consume bebidas alcoólicas, dizer que não usa a Planta porque ela deixa abobada e etc é besteira, no caso você tem que ser contra o Álcool, porque ele deixa algumas pessoas violentas, algumas perdem o controle de si. Não que eu seja a favor da maconha, mas no caso acho o Álcool pior.
Exatamente como previsto pelo autor do artigo, o estado do Oregon legalizou a maconha … e ninguém mais se importou:
fee.org/anythingpeaceful/oregon-legalized-pot-and-nobody-cares/
Não gosto, então pode liberar. Que beleza, é bom não ser viciado, não conheci um viciado até hoje que gostasse de ser viciado. Também conheci maconheiros que não hesitariam em quebrar a cara de quem estivesse a fim de apanhar, e podem acreditar… de morrer. Vocês conhecem apenas bundas mole de faculdade, barras pesadas nunca viram, como também não viram pirralhos ficarem viciados com uma tragada. Otários são vocês que acham que liberar essa merda vai ser bom.
Tenho discurso um discurso parecido para com meus amigos conservadores e os esquerdistas com quem convivo. Só que eu faço um adendo ao argumento do senhor Tucker: entorpecentes serão naturalmente mau vistos, ou mesmo boicotados, pela inciativa privada produtiva, pois pessoas sob efeito prejudicam terceiros ao executar alguma atividade que envolva equipes ou que tenha interação direta com clientes (exceto talvez se for para algum processo criativo, e sozinho, como no caso de músicos).
Meus amigos engenheiros de obra têm mais problemas com trabalhadores viciados em maconha que com alcoólicos, por exemplo (não é uma generalização, mas sim um depoimento, como o do articulista).
Em tempo. Eu disse que tinha um adendo ao Tucker, mas me enganei. Ele expôs o mesmo no ultimo parágrafo.
My bad.
Sabe o que eu quero?
Maconha!
O barato é loco, Jão! Vamo acender um banza e manda fumaça pra cachola. Slk, mó briza, aí. Legaliza logo, pô! pra galera fica feliz.
A pessoa para mim, tem o direito de usar a droga que quiser, desde que o cheiro ou fumaça não entre na minha casa… porque em lugares públicos (na rua), eu é que tenho que procurar outro lugar, não é? Não uso drogas (incluindo cigarro), não quero usar, e nem ficar perto de quem usa. Porque dessa forma, é ela quem está invadindo minha privacidade. Longe da minha pessoa, quem quiser usar que se f*** (se for amigo ou parente eu iria aconselhar a não usar, é claro). Substâncias que mexem com o cérebro, são viciantes, e causam danos irreparáveis, mesmo esses sendo imperceptíveis a curto prazo.
O final do texto me fez discordar de Tucker. Se a maconha for vendida like bananas, a propaganda vai se tornar muito mais massiva, com todos os aparatos de produção que a melhor propaganda pode fazer. Logo, não creio que o consumo vai ser considerado desprezível somente pelo fato de não haver mais repressão estatal. Num exemplo factual, a sofisticação existente do mercado de maconha ocorreu graças à comparação com a maconha vendida em locais onde ela é ilegal (a famosa prensada), com a maconha desenvolvida em locais cuja repressão estatal é rara ou inexistente. Acredito que com a liberação, a maconha se tornaria muito mais apelativa em termos de propaganda, e consequentemente, seu uso seria muito mais atrativo do que é hoje. Dificilmente seu hábito se tornaria desprezível. O autor também se equivoca ao dizer que a maconha se tornou cool por causa da perseguição estatal. A maconha se tornou cool onde a maconha é pouco ou nada reprimida pelo estado; onde há repressão, a macinha é associada ao banditismo.
Concordo com 80% do artigo,acredito que a maconha seja algo asqueiroso,e até por isso,não acredito que a descriminalização seja o caminho,já que essa porcaria não traz nenhum engrandecimento moral a nenhuma civilização,ao contrário,como diz o próprio artigo,é um agente emburrecedor.Ou seja,sou contra a descriminalização,inclusive a decisão tomada pelo STF foi completamente burra.É por essas e outras que apenas sigo a lógica liberal estritamente na economia.O que deve ser feito é:rasgar a constituição de 88,intituir a pena de morte para péssimos elementos (incluindo os traficantes),aumentar o efetivo do exército e a fiscalização em nossas fronteiras e criminalizar o usuário de drogas com penas de 2 a 5 anos.Assim teremos um progresso real contra as drogas.
“Podem me odiar à vontade, mas irei dizer mesmo assim: a maconha é nojenta.”
Sinto muito te desapontar, mas não tirei te odiar apenas por você sentir ogeriza por uma planta. A sua opinião não afeta em nada a minha vida.
“Fumar maconha é, dentre todos os tipos de fumo, o pior hábito de todos. A coisa fede. O cheiro é muito pior que o de cigarros convencionais. Não dá para ficar em um mesmo ambiente com pessoas fumando maconha.”
Quer dizer que entre todos os tipos de fumo, o que denota o pior cheiro é, então, o que reflete também o pior hábito. Interessante a sua opinião, diz muito a respeito das suas preferências por odores.
Com relação às pessoas fumando maconha no mesmo ambiente que você: direitos de propriedade.
“A maconha também deixa as pessoas abobadas e com um raciocínio lento. Consequentemente, ela destrói encontros sociais ao tornar toda a ocasião menos inteligente.”
Talvez você fique menos inteligente ao fumar maconha, e talvez, também, todos os que você conhece tenham a mesma opinião. Contudo, é apenas a sua opinião, a qual não é compartilhada por alguns maconheiros, que acreditam ter encontros sociais mais inteligentes e produtivos se ela for temperada com muita maconha.
Extrapolar a sua realidade para todo o resto é uma atitude que só reflete a pouca intimidade que você tem com o tema.
“No que mais, é extremamente rude fumar maconha perto de pessoas que, como eu, não toleram o cheiro da coisa e nunca encostariam em um baseado.”
Entendi a sua opinião a respeito do cheiro da maconha. Que se resolva pelos direitos de propriedade.
“Especialmente irritante é a tentativa de menosprezar e escarnecer aqueles de nós que têm interesse zero em fumar uma planta que transforma o fumante em um otário.”
Seria a “tentativa de menosprezar e escarnecer” a opinião de um maconheiro dizendo que você deve fumar. Entendi. A sua opinião que diz que a planta transforma o fumante automaticamente em um otário seria o que? Na minha opinião a sua opinião é apenas uma opinião, e em nada me afeta. Pode escarnecer a vontade, será apenas tentativa.
“É por esse motivo que devo me confessar particularmente estupefato ao constatar quão estranhamente badalada e em voga a maconha se tornou.”
Certo, então você estupefato porque muitas pessoas agora tem opiniões diferentes das suas? Entendi. É realmente estranho as pessoas gostarem de coisas que você não gosta. Deveríamos todos prestar mais atenção à sua opinião
“Quando eu era criança, fumar maconha era considerado um ato depravado e perigoso. Hoje, se você falar isso perto de praticamente qualquer pessoa com menos de 30 anos de idade, ela lhe dará um sermão sobre quão maravilhosa a maconha realmente é.”
Parece que as pessoas mudaram as suas opiniões com relação ao hábito de consumir maconha. Se as pessoas reagem à sua opinião de forma desagradável, porque você continua oferecendo-a?
Talvez você devesse selecionar melhor as pessoas com quem conversa, pois alguém pode achar a sua opinião sobre maconha ofensiva. Sabe como é, pessoas tem opiniões diferentes sobre as coisas.
“Os defensores da maconha podem citar todos dados supostamente científicos que quiserem, mas eu sei mais apenas por causa da minha experiência de vida. Eu ainda me lembro de quando a maconha deixou de ser proibida e passou a ser modismo. Eu fazia faculdade no estado da Virginia e morava com outros quatro caras no andar de cima de uma casa. Eles eram absolutamente viciados na planta.”
Não se preocupe, não irei te importunar com os dados que você, sem conhece-los, afirma serem “supostamente científicos”. Não te incomodarei com isso pois sei que a sua larga experiência de vida em torno desta planta oferece todos os dados necessários para embasar a sua opinião e contraditar todas as outras.
“Todas as noites — e eu realmente enfatizo que eram todas as noites —, eles juntavam dezenas de latas de cerveja, ligavam o rádio em uma estação de rock, acendiam seus baseados e fumavam ininterruptamente das 5 da tarde até 1 da manhã. Eles simplesmente ficavam sentados no sofá conversando coisas idiotas em um tom de pseudo-profundidade. Eles falavam sobre o universo, sobre a vida em outros planetas, sobre personagens de desenho animado e por aí vai.”
E como você pode ter certeza que era a maconha, e não a cerveja, que os deixava idiotas? Ah, já sei. Era a maconha, na sua opinião.
“Normalmente, eu jamais teria má vontade para com a maneira que outros voluntariamente escolhem se divertir, mas fazer isso todas as noites? Com o tempo, não consegui conter meu crescente sentimento de desprezo.”
Repulsivo não é? Entendo a sua opinião.
“Eles continuamente me pressionavam a se juntar a eles. A coisa foi se transformando em alta pressão. Inevitavelmente, acabei cedendo e dei uma tragada seguida de uma inalada. Fiquei instantaneamente nauseado. Assaltei a geladeira e fui para a cama, odiando a mim mesmo. Nunca mais fumei novamente e jamais o farei.”
Que maconheiros malvados! Te pressionaram tanto que foi inevitável! Meus deus, que absurdo!
Contudo, vejamos o lado bom: serviu de experiência, e que baita experiência. Agora você pode falar da maconha com conhecimento de causa, já que provou e, na sua opinião, não foi bom pra você. E, claro, se não foi bom pra você é porque certamente não o será pra mais ninguém.
“Desde então, nos anos subsequentes, fumar maconha deixou de ser visto como um hábito de derrotados e se transformou em uma cultura universal entre os jovens. Parece haver dezenas de maneira de fumar maconha — enrolada num papel, cachimbo, bongos, comestível etc. Não consigo me manter atualizado. E as variedades de maconha disponíveis surpreendem. Sempre que me oferecem a erva, recebo uma completa apresentação sobre a modalidade em questão, como se estivesse em um restaurante chique participando de uma degustação de vinhos.”
Exato, deixou de ser visto como um hábito de derrotados pois algumas pessoas se deram contas que fumar maconha não o torna, automaticamente, um derrotado. Essa é uma nova opinião que surgiu com relação ao tema, diferente da sua.
A “gourmetização” da maconha é apenas um reflexo das novas legislações sobre o tema, que, agora, deixam as pessoas livres para consumir, produzir e comercializar a planta. O livre mercado opera milagres, não?
“As alegações feitas em defesa da substância estão cada vez mais implausíveis. Se você realmente parar para ouvir as pontificações dos usuários, terá a certeza de que a maconha é o caminho mágico para uma vida longa, bem-sucedida e repleta de êxtase. A única porta de entrada que ela oferece é para a felicidade.”
As tais alegações são apenas opiniões também, tal qual a sua. Você não precisa considera-las verdadeiras. Te é dado a faculdade de discordar e não leva-las em consideração quando for pautar as próprias atitudes.
“Já o que eu vejo é muito mais óbvio. A maconha transforma você em um otário. Há um quê do personagem Salsicha, do desenho Scooby-Doo, em cada fumante: aquele jeito preguiçoso, levemente desmiolado, de andar rastejante e de fala lenta e desconexa, resultantes de se querer utilizar a maconha para anestesiar reações normais às ansiedades da vida.”
Entendo o seu ponto de vista. Realmente quem se porta assim é um otário, ao menos na sua opinião. Eu tinha uma concepção diferente do que seria um otário, mas é só a minha opinão. Sem querer te incomodar, mas achava que um otário era aquela pessoa enganada facilmente, ao exemplo das que se deixam levar por crendices populares de estilo “manga com leite dá febre” ou “usar drogas te torna automaticamente em um otário”.
“Provavelmente é verdade que a maconha não seja mortífera, e não estou aqui para conjecturar se ela é prejudicial à saúde. Os perigos da maconha são mais sutis. Seu uso pressupõe que todas as ansiedades desta vida devem ser abolidas, sempre e a cada tragada. Inale a fumaça mágica e exale todos os seus problemas.
Nisso eu não acredito. A mente necessita de ansiedade; ela tem de ter esse treino, especialmente em idades mais jovens. Desapontamentos, frustrações, medos e preocupações devem fazer parte da narrativa da vida, pois estes sentimentos apenas se intensificam com o avançar do tempo. Se descobrirmos uma maneira mágica de entorpecer nossos sentidos em relação a estes sentimentos, e a uma idade jovem, como poderemos funcionar bem em um mundo adulto?”
Entendi. Então o perigo é começar jovem, pois o jovem precisar da ansiedade. E se ele não aprender a conviver com ansiedade quando jovem, como o fará quando adulto? Que pergunta irrespondível. Realmente os males da maconha são muito sutis.
Ela acaba com a ansiedade, e isso é um problema, pois, na sua opinião, a ansiedade é necessária para o desenvolvimento pessoal do ser humano. Interessante a sua opinião.
“No que mais, e deixando tais considerações de lado, a estética da maconha é totalmente cafona. Já a testemunhei inúmeras vezes. Sempre que sou convidado para uma “reuniãozinha” após algum evento público, sempre fico com a esperança de que não envolva maconha. E quase sempre erro. Tão logo a fumaça (e seu fedor) começa a envolver o recinto, o nível da conversação entra em queda livre.
E então eu perco todo o dia seguinte tentando tirar o cheiro das minhas roupas e do meu cabelo. É de embrulhar o estômago.”
Você acha que a estética da maconha é cafona, pois o cheiro te incomoda. Entendo o seu ponto de vista. Você já falou sobre o cheiro antes, ele deve te incomodar mesmo. Talvez até te deixe ansioso, mas, claro, você se preparou durante toda a juventude para esses momentos.
Sugiro que você saia do recinto tão logo perceba a fumaça pois o cheiro é realmente forte e vai impregnar nas suas roupas. Do contrário, terá que perder o dia tentando se livrar do cheiro. Somos reféns das nossas escolhas.
“É também algo que me entristece ver pessoas me julgando tão severamente pelo simples fato de eu não ser um usuário de maconha. Já tive amizades extremamente promissoras que foram bruscamente interrompidas tão logo confessei que não fumava maconha. A pessoa, de início, parecia apenas desapontada com a revelação. Depois, simplesmente passou a agir como se “bem, se você não fuma maconha, você jamais poderá ser meu amigo”
Se você não fuma maconha, arque com as consequências. Uma delas é não ser bem-quisto por pessoas que tem amizades apenas com maconheiros. Se isso te entristece é um problema unicamente seu, que pode ser resolvido tão logo você decida tornar-se um maconheiro. Ou você acha que todos devem gostar de você do jeito que você é?
“Quaisquer que sejam as consequências que a maconha tem sobre as pessoas, uma postura de tolerância em relação aos não-usuários não é uma delas. “Preconceito fanático” é uma descrição cabível.”
Você defende um “preconceito fanático” com relação aos maconheiros e acha que os maconheiros deixam de ser seus amigos só porque você não fuma? Suas opiniões são de uma clareza ímpar.
“Aliás, nunca entendi como foi que se tornou socialmente obrigatório ser agressivo com os fumantes de tabaco, mas infinitamente tolerante — e até mesmo festivo — com os fumantes de maconha.”
Não sei o que você quer dizer com ‘socialmente obrigatário’, masser agressivo com alguém apenas por ela exercer o seu direito sobre o próprio corpo seria uma medida nefasta, seja contra fumantes de tabaco, de maconha ou de ópio. Você defende esta medida? Entendi a sua opinião, ela depõe bastante sobre você.
“Apenas para deixar minha opinião bem clara, sou totalmente a favor da descriminalização da maconha (e de todas as drogas). Não quero que maconheiros sejam encarcerados. Não quero que sejam molestados. Não quero nem mesmo que a maconha seja tributada. Se você quer cultivar uma planta, empacotá-la, vendê-la e consumi-la, por mim tudo bem. Assim como quem não toma banho e se veste mal, usuários de maconha causam danos apenas a si próprios.”
Que bom que você pensa assim.
“Já está bastante óbvio que, quanto mais a polícia persegue a maconha, mais popular ela se torna. Tenho, aliás, uma crescente suspeita de que, com efeito, foi a própria ilegalidade que gerou a implausível popularidade da maconha. Fumar maconha é uma maneira fácil de “ser contra as regras” e “desafiar o status quo”.”
Não queria te incomodar com novas informações, pois você já pediu para que eu não fizesse, mas farei mesmo assim.
Sinto te desapontar, mas a maconha, antes da proibição, era de uma popularidade magnifica em todos os cantos do planeta, inclusive no seu pais, os EUA (creio). A maconha era usada largamente pela indústria farmacêutica — os remédios mais vendidos eram a base desta planta.
Isso sem falar do uso têxtil e industrial, que era muito mais amplo do que o medicinal.
Alias, o hábito de fumar maconha, que tanto te incomoda, só se popularizou depois da probição, já que é o meio mais simples de consumo. Conforme o conhecimento e tecnologia referentes ao preparo de produtos derivados da maconha foi sendo relegado ao esquecimento, consumir a maconha através de combustão foi tudo o que sobrou.
“O melhor argumento em prol da retirada da maconha da lista dos frutos proibidos é que sua própria normalidade já a submeteria ao tribunal do bom gosto e das boas maneiras. E, neste tribunal, estou praticamente certo de que a maconha seria condenada.”
Aqui você se engana novamente, porém de maneira mais flagrante.
Parágrafos atrás você mencionou que não consegue se manter atualizado sobre as novidades deste universo. Essas novidades refletem o interesse crescente das pessoas, o que contradiz a sua opinião de que existiria a condenação da planta no tribunal do bom gosto e das boas maneiras.
Ao que parece a planta caiu no gosto do tribunal, e os jurados se refestelam sempre que se descobre uma nova e boa maneira de consumir a planta.
“Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados. Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena. Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos.”
Você pode ter os velhos e bons tempos ao seu lado quando quiser, para isso basta secessionar-se juntamente com aqueles que pensam parecido e desejem viver do mesmo modo que você. Não são os maconheiros que te impedem, e sim o Estado.
Já demonstrei que a popularidade da maconha não é um efeito da ação estatal, mas, se você acha que legalizando será melhor, não tenho porque discordar de você. Contudo, creio que você se decepcionará mais ainda pois a tendência é de que surjam mais variedades de maconha, mais produtos derivados dela e mais pessoas se tornem usuárias, pois, na minha opinião, é o que ocorreria (e ocorrerá).
Engraçado é como maconheiro defende com unhas e dentes a erva.
Eu amo cerveja e se alguém disser que não bebe, ou que não gosta, ou que faz mal, eu nem ligo.
Agora, o autor do texto fala que não gosta de maconha mas diz que ela deve ser descriminalizada e que todos devem ser livres pra plantar, vender e comprar, e nêgo ainda xinga ele de preconceituoso? Vai entender.
Brasileiro, realmente, ainda não está preparado para ser civilizado.
Ridículo, na minha opinião. Tudo que ele disse aí é apenas um show de preconceito e moralismo … O qual eu defenderei até a morte o seu direito de expressar.
Maneiro é que na comunidade dos Left-Libs no Facebook tem uma porrada de “libertário” caindo de pau no Tucker, e o cara teve de ir lá pessoalmente explicar o artigo. Nêgo é muito burro no Brasil, não consegue interpretar um simples texto desses.
Eu concordo 100% com o Tucker, e fiquei extremamente decepcionado com os “liberais, libertários” que ficaram contra essa posição do Tucker.
Que a maconha volte a ser considerada um lixo como era antes e não ser parte da agenda “cool” de todo adolescente.
Vou dar aqui uma inside information: ainda nos idos de 2009, quando o libertarianismo estava engatinhando no Brasil, participei de algumas reuniões comandadas por adolescentes e "recém-adultos" que estavam tentando formalizar o Liber (o Partido Libertário).
Embora houvesse ali algumas pessoas sérias, boa parte (a quase totalidade dos adolescentes) se reunia ali apenas para "debater" a legalização da maconha (sei disso porque estava presente). De início, fiquei com a impressão de que essas pessoas se sentiram atraídas pelo libertarianismo apenas por causa da ideia da liberação das drogas. Cheguei inclusive a compartilhar essa minha impressão com mais duas pessoas (uma delas uma mulher, que concordou comigo).
No entanto, aquela necessidade de auto-negação (eu não queria acreditar que estava perdendo meu tempo) me fez fechar os olhos e convencer a mim mesmo de que estava fazendo um juízo errado.
O tempo foi se passando e esse meu temor foi se confirmando: a maioria ali só queria saber de maconha. Pode até ser que hoje haja pessoas mais responsáveis no comando do partido (espero muito que sim); mas, na minha época, só dava adolescente querendo maconha.
Por que estou falando tudo isso? Porque vendo a reação de pessoas a este artigo tanto aqui quanto em várias comunidades do facebook, constatei que, para os adolescentes, a grande vibe do libertarianismo continua sendo as drogas. Parece que nada mudou.
Se continuar assim, um movimento tão promissor está natimorto.
Ao meu ver o grande problema com a liberalização das drogas, é que na cabeça das pessoas teremos o seguinte “se o governo liberou, então não deve fazer tão mal”. Você equilibrado leitor deste site talvez não tenha essa visão tão rasa, mas pare e pense em quantos à seu redor iriam simplesmente experimentar e daí viciar, simplesmente porque agora poderiam fazê-lo sem risco de punição ou embaraço.
Talvez a grande maioria dos leitores aqui já pratiquem este mesmo tipo de hábito mas em relação à bebidas alcoólicas, algo amplamente aceito em nossa sociedade, cujos efeitos nocivos são conhecidos desde que o mundo é mundo. Tomam umas geladas, umas caipirinhas à mais, um vinhozinho com amigos até ficar meio entorpecido… porque relaxa…é ou não é? Qual a diferença disso em relação a fumar maconha? o efeito que se busca é o mesmo! Sem hipocrisia, por favor.
Voltando ao tema drogas “ilícitas”, não que hoje a pessoa não possa comprar se estiver disposto à fazê-lo, mas infelizmente muito cabeça fraca por ai vai experimentar, porque agora pode… é como colocar um pote cheio de balas na mesa da sala… se tiver ali, você come… quem já teve pessoas próximas que passaram do nível “dar um tapa na pantera” para viciados… passa a ver com outros olhos o consumo de qualquer droga, seja ela lícita ou não.
Novamente, não generalizem o conteúdo deste comentário. Meu caso, se me pagassem para fumar um baseado, Eu não o faria, porém, repito, pense em quantos à sua volta teriam o exato raciocínio que estou propondo acima. Ainda sim, decisão pessoal.
Mas que cada ação boa ou má seja adequadamente recompensada. Matou porque estava dirigindo bêbado, chapado, cheirado, é homicídio culposo com dolo eventual. Assumiu o risco. Quando tivermos leis equilibradas, justas e que se cumpram, ai pode liberar.
Tal como o autor, esta é minha opinião. Se ajudar alguém, bem, senão, passar bem!
A verdade é que a maconha comprovadamente faz sim mal a saúde do usuário e seu uso é repugnante e incômodo para os que não usam. Infelizmente, vem sendo criada uma cultura de apologia a essa droga, censurando qualquer um que diga essas coisas óbvias, e incentivando o uso indiscriminado.
Ao contrário do autor do texto, eu discordo que a guerra as drogas tenha algo a ver com isso e que tudo vai melhorar com a liberalização. Pelo contrário, há algo muito maior do que isso, um verdadeiro lobby poderoso, que vem se alimentando através do farto apoio da mídia e de pseudo ciência. Se liberássemos tudo amanhã, tudo continuaria rigorosamente a mesma coisa.
Esse é o alerta que faço há tempos a muitos liberais. Se engajar em uma campanha de liberação de drogas que esteja ligada a ideologia esquerdista dominante não passa de suicídio. O resultado final certamente será a diminuição da liberdade. Infelizmente, muitos incautos teimam em fazer o discurso de “não somos direita nem esquerda, então nos unimos a cada lado conforme a questão”, sendo usados apenas como massa de manobra.
Ao finalmente terem sua “vitória”, o que esses liberais vão ganhar é a conta dos tratamentos dos usuários de drogas, além do aumento de danos causados por esses usuários impunemente. Pior, os maconheiros em breve constituirão uma nova minoria, brigando por privilégios cada vez maiores, além de repressão estatal a qualquer um que não concorde com o estilo de vida deles.
Querem liberar as drogas? Então criem antes um ambiente mínimo de responsabilidade e liberdade.
Eu defendo a legalização pq sou muito nóia e vagabundo e que quero entupir meu cu de maconha. Vou fumar tanto que meu sangue vai ficar verde e se fizerem exame pra detectar THC, o aparelho vai dar pau. E meu cérebro vai derreter. Minha casa vai parecer que tá pegando fogo dia e noite de tanto que vou queimar fumo. Ninguém na minha rua vai precisar comprar mais maconha. Será a felicidade dos nóia do bairro. Vai ser só passar perto da minha residência que já vão ficar tudo doidão.
Impressionante como a tolerância do autor aos maconheiros é o contrário da intolerancia do politicamente correto com ele, que não fuma.
Tucker tem nojo de maconha, mas não rompeu amizades, e não tenta impor legalmente a sua preferencia aos outros, não tenta proibir os outros de usarem; contudo, não recebe a mesma compreensão de quem usa.
Ao senhor Leandro Roque, uma verdadeira aula de economia, aproveite a lição:
Brasil precisa ter mais ambição e mudar modelo neoliberal, diz doutor em economia
Achei essa matéria muito boa, penso dessa forma tbm.
Nunca usei,tenho nojo.
Os fracos e covardes acham q são pessoas normais usando drogas. Ficam fortes e corajosos.
Me desculpem usuários mas suas mentalidades, suas opiniões não me interessa nenhum pouco.
E nunca vai agregar valor nenhum na sociedade.
A liberação das drogas (estatização) é uma das bandeiras mais urgentes da esquerda, por isso os liberais/libertários deveriam olhar com mais cuidado para essa política, a deixando como prioridade menor nas disputas que envolveriam primeiro o fim da saúde e segurança estatais, direito a auto-defesa, porte de arma, “homeschooling”, impostos, etc. Até hoje nunca vi partido de esquerda fazendo, no debate, concessões aos liberais/libertários em troca de apoio às suas propostas socialistas e, claro, ainda chegam a apelar às opiniões dos mesmos para questões como drogas e aborto, então, penso, uma maior habilidade em Guerra Política se faz necessária.
Quando acabou o PROED nas escolas virou essa merda kkkkkk
lembro que tinha medo por que os policiais do PROED passava videos de pessoas com efeito da droga
Volta Proerd kkkkkkk
Caramba, como tem dodói aqui. Usuario que se ofendeu com o artigo ta parecendo gay que se ofende com alguém falando mal da sodomia.
Eu já fui usuário de maconha, não desses esporádicos, fumava todo dia. Me arrependo amargamente. Estava em uma fase que para tudo tinha que fumar um: comer, tomar banho, ver tv, jogar, etc. Posso dizer que joguei minha adolescência fora, não estudava, não trabalhava, ficava o dia inteiro batendo cabeça na rua e dando trabalho para meus pais. Hoje em dia sou um f***do brigando para sustentar família enquanto tenho amigos de escola que estão muito bem financeiramente… Culpa da maconha ou da minha falta de controle?
Hoje tenho nojo de maconha e outras drogas que usei, mas defendo totalmente o direito de alguém usar. Só não queiram que eu ache bonito. Da mesma forma, acho nojento dois machos se agarrando, mas entendo que não tenho direito nenhum de proibi-los de fazer o que bem entendem.
O texto simplesmente excluiu todos os benefícios decorrentes do uso da maconha, a possibilidade de um usuário ser bem sucedido e ainda por cima mostrou total desconhecimento sobre os efeitos da maconha. Perdoe-me mas esse texto é uma bosta. Provavelmente o responsável pelo texto so conhece maconheiro através dos programas policias e esquece que também existem excelentes mestres, doutores, phds, enfim, não é uma planta que deixa alguém abestalhado, como podemos ver pelo modo de se expressar do autor do texto.
Se FUMAR MACONHA é sinônimo de “ser derrotado” como você mesmo diz, então beber cerveja, fumar cigarro, e até mesmo TOMAR COCA COLA também é coisa de derrotado, pois todos os mencionados contém elementos químicos que causam vício cerebral, em outras palavras, se encaixam no conceito vendido pelo governo como DROGA. Sua opinião é formada por conceitos como NOJO e REPULSÃO, conceitos estes que colocaram em sua cabeça, e você, ser humano medíocre que é, provavelmente nunca usou o seu cérebro para questioná-los… Desse modo, você se enquadra como um DERROTADO INTELECTUAL, como 95% da população mundial. Procure estudar, investigar, o mundo é muito mais do que aquilo que te contaram.
“Já está bastante óbvio que, quanto mais a polícia persegue a maconha, mais popular ela se torna.”
Não, não está e vc refuta isso no proprio texto. Por que cocaina, uma droga tão pouco letal e de cultivo não ganhou popularidade nos anos recentes? Pq o movimento comunista esta se focando apenas na maconha. Que ainda é uma droga.
Se você tratar esses babacas usuarios como otarios e combater os vendedores e portadores dessa merdas com punições rigidas os criminosos irão ver que o negocio não da futuro, e assim irão demovê-los.
Mas essas drogas só destroem a vida dos usuarios, imoral coadunar com o comercio dessa merda.
Engraçado é que até não mais que uma década atrás, era consenso entre quase todos os cientistas, jornais e propagandas diziam que maconha fazia mal, e todo mundo sabia que fazia mal. Do nada, de repente a maconha passou a ser vista como algo bom e que faz bem.
Eu tenho a impressão de que faltam pessoas que pensam com a própria cabeça: se começarem a aparecer propagandas e teses de que cocaína faz bem, capaz de aparecerem idiotas defendendo o uso e até pressionando os outros a usarem, citando um monte de “benefícios a saúde”.
Já era hora de alguém falar que fumar maconha é uma babaquice. Sim, e o fato de você poder fumar maconha é defendido pelos libertários, mas o fato de ser pauta de um programa político não muda o fato de que ainda continua sendo uma babaquice.
Viram essa última de nossos queridos mestres estatais? Apedrejaram um carro chique, movidos pela pura inveja.
http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,raro-ultima-gtr-e-apedrejado-em-sao-paulo,26278,0.htm
Pais, façam um favor a si próprios e a seus filhos: tirem as crianças da escola. Ensinem-nos em casa.
Em comentários como os daí de cima e em outros fóruns (não só do Brasil), às vezes uma opinião posta em relação a um grupo de pessoas (no caso daq, os maconheiros) sempre desperta a fúria de indivíduos aqui ou ali. Quando que vão entender que o autor se refere ao todo desse grupo e não às exceções? O Stefan Molyneux, por exemplo, afirma que países com clima tropical são mais propícios à formação de pessoas do tipo “cigarra”…um brasileiro típico tomaria isso como ofensa kkk. Mas é como se no Brasil não houvesse tbm brasileiros tipo formiga…
É claro que há maconheiros produtivos e úteis. Acredito que a maconha talvez os deixe mais criativos para determinadas áreas de atuação, sei lá, algo relacionado como arte ou algum em tipo de terapia. Mas, por que não a maioria seria como a relatada no texto? Convenhamos…
Eu mesmo sou viciado na endorfina propiciada pelos 6km diários de corrida, me dá equilíbrio durante o dia. Estranho que eu não sou mal visto pela sociedade kkk. Que fique claro, não gosto de bebida ou fumo e não acho que devam ser proibidos. Cada um q se cuide, e caso ofenda alguém que seja “educado” a la Sam Colt.
Muitas verdades nesse artigo, mas achei um pouco exagerado e seguindo a linha de raciocínio do autor, o efeito do álcool deveria ser criticado em tom similar.
Abç,
André
“…a defesa da descriminalização das drogas de maneira nenhuma implica a defesa do uso de drogas”
Heim??!! Eu entendi direito??!! Quer dizer que é pra liberar as drogas mas não é pra usar? Como é que é isso?
E aquelas benesses todas que o uso livre das drogas proporcionaria, como o surgimento de fabricantes e comerciantes honestos e preocupados com o bem estar dos consumidores e o desaparecimento dos traficantes e o fim da violência? Se não tiver usuário, com é que vai ter mercado?
Será que é pra vende mas num é pra compra?
Velma, me explica esse negócio que eu não entendi nada!
Com o devido respeito, eu, como leitor do site, considero que o MISES deveria explicar porque, em primeiro lugar, se posiciona contra o uso de drogas e, em segundo, porque faz questão de dizer que é contra; em que pese se dizer a favor da sua liberação.
A frase inicial que encabeça a publicação deste artigo – “…a defesa da descriminalização das drogas de maneira nenhuma implica a defesa do uso de drogas” denuncia o que, para mim, é no mínimo uma concessão ao senso comum. Eu, como leitor do site, infiro que esta posição implica que o MISES considera o uso de drogas nocivo, ou reprovável. O que não implica que “um usuário de drogas deve ser posto na cadeia” -argumento usado à exaustão nas últimas discussões.
Acontece que este é apenas um lado da questão, o qual eu concordo plenamente. Não há nenhum benefício (para a sociedade) em se colocar um viciado na cadeia. Mas, ao contrário, para o viciado pode até ser muito conveniente, pois ele contará com abrigo e alimentação (e quem sabe tratamento) enquanto estiver sob custódia estatal às expensas dos contribuintes.
OK. Estamos falando da livre comercialização de entorpecentes. Mas se se é favorável a que narcóticos possam ser vendidos livremente, não se pode condenar seu uso da maneira clara como foi dito na epígrafe do texto.
No aguardo da publicação deste e do anterior feito em resposta ao coment do Hanna-Barbera
Meu amigo, foi infeliz nessa, seu post foi preconceituoso, BASEADO em uma experiência/opinião pessoal.
Não posso também levar em consideração que sua experiência foi bem triste, deve ser por isso tanto desprezo.
Boa sorte!
Concordo com voce quanto ao cheiro, voce tem o direito de nao ser incomodado por um cheiro que lhe é desagradavel. mas discordo, e muito, do seu julgamento quanto a uma conduta de outras pessoas. direito de ter opiniao nao se deve confundir com difamar ou ridicularizar terceiros. apesar de nao ser tao ofensivo assim, um artigo desses deveria ser mais impessoal e respeitoso. voce deveria respeitar qualquer conduta que nao fere a terceiros, se todos parassem de tomar conta da vida dos outros e focassem esse tempo e energia para melhorar a nos mesmos, teriamos um mundo bem melhor.
respeitosamente, Pedro.
Sempre gostei da objetividade e da imparcialidade (isenta de “neutralismos”) bem sustentadas e fundamentadas em pesquisas e debates nas várias áreas do saber humano que sempre foram presentes na grande maioria dos artigos do mises.org.br. No entanto, vemos aqui uma posição extremamente preconceituosa, difamatória e sem qualquer embasamento teórico-científico senão a própria opinião pessoal e subjetiva do autor. Poderia ter pelo menos citado algum artigo falho da Veja sobre o quão nefasto é o consumo de canabinoides. Seu texto é tão desagradável que foi criticado negativamente inclusive por muitos daqueles que têm restrições quanto ao uso da maconha (recreativa).
Gostei do artigo. Parabéns ao autor! Não dou a mínima para o que os outros fazem ou fumam, desde que não seja dentro da minha casa ou com o meu dinheiro! Quero distância dessa turma de fracassados que fumam maconha, hehe. Meu conselho aos maconheiros de plantão: Não tenham medo da vida, deixem as emoções fluirem naturalmente. Sejam homens. Encarem os problemas (e as soluções) de cara limpa!
Nem tudo é dinheiro e capitalismo. Uma sociedade deve ser pautada pela a ética, e a maconha tem a característica de desagregar a sociedade e contribuir para o mal. No campo da política, o uso da maconha irá corromper o tecido social, tornando as pessoas objeto de fácil manipulação e de engenharia social. Um ponto de convergência entre ética e política é o direito: condutas que atingem diretamente a sociedade e o bem comum devem ser normalmente penalizadas.
uma pessoa que trabalha o dia inteiro, chega no final do dia no ambiente privado de seu lar quer tomar uma ducha, uma cerveja, fumar uma planta, comer um cogumelo magico ou escutar wesley safadao, problema dela
contanto que isso nao afete terceiros , liberdade do individuo eh isso ae
que opiniao eu tenho sobre ela ou o q ela faz eh irrelevante, se ela dentro do contexto social cumpre seu papel na sociedade
da uma briga boa esse tema pq normalmente precisa se colocar diversos outros fatores junto ao ato do consumo recreativo, principalmente qdo a pessoa eh omissa quanto as suas responsabilidades, ou novamente atinja terceiros
eu jamais fumaria um baseado pra ir trabalhar ou assistir uma palestra academica, mas nao vejo nenhum problema no raciocinio ‘mole’ se vc ta curtindo um album do pink floyd ou um filme do tarantino, enquanto devora um pacote de doritos com nutella
e se vc sente uma repulsa maior na erva, imagino q nunca viu de perto alguem num rush de pcp, sucumbindo a uma infeccao generalizada pela injecao de heroina ou definhando no crack… mas novamente isso parte de acordo da otica do autor, e o proprio artigo comeca apresentando esse contexto… e mesmo que nao concorde com isso ou aquilo, ainda prefiro essa posicao aberta do que discurso moralista disfarçado de imparcialiadade
Dois fatos me impressionaram nos comentários, dentre outros:
Primeiro, a quantidade de Trolls (já esquerdalizaram a página da wikipédia sobre trolls!);
Segundo, a quantidade de pessoas que tenta rebater o artigo sem terem lido e compreendido antes.
Muitos confundem cinco questões diferentes:
1- O comportamento X é bom, ruim ou neutro?
2- A proibição do comportamento X foi um acerto do Estado?
3- O comportamento X deve ser proibido ou restringido pelo Estado?
4- Se o comportamento X não deveria ter sido proibido (ou seja, a proibição foi um erro), isso significa que ele deve ser imediata e totalmente descriminalizado?
5- Se o comportamento X não deve ser proibido e/ou não deveria ter sido proibido pelo Estado, isso significa que ele é neutro e não pode ser criticado, nem se deve tentar dissuadir as pessoas?
Além de confundirem, pensam que, se você responde “não” à terceira questão, então você obrigatoriamente tem que responder “sim” para a quarta e para a quinta.
* * *
Me chamar de Idiota por fumar maconha é Preconceito em!!!
Compro 10 Reais de Maconha por mês há mais de 10 Anos…
10 REAIS!
Fumo uma ou duas vezes por semana um fininho, nunca deixando perder o foco, por vezes fico duas semanas, até mês sem fumar!
Fumo somente quando estou muito agitado e com insônia…
Isso me torna um babaca???
Alguns pontos concordo plenamente…
Fumar Durante horas até ficar “abobado” creio não seja saudável mesmo!
Ridículo e Preconceituoso Generalizar assim!
Bom, sou formado em engenharia de telecomunicações, fumo maconha todo dia a muito tempo, nunca deixei de ter uma conversa inteligente com qualquer pessoa por ter usado, meu raciocínio está o mesmo desde quando eu comecei a usar. Infelizmente o pré conceito com as pessoas que usam maconha é muito grande. Como que uma pessoa pode falar que a maconha deixa lesado mas nunca usou? Como uma pessoa pode falar que maconha deixa a pessoa mais otária? Acredito que pra dar opinião sobre uma droga, tem que ter um conhecimento maior sobre ela, não sendo usuária, mas pesquisando mais sobre.
O problema da maconha está no tráfico e não na planta.
O álcool é umas das drogas lícitas mais nocivas do mundo junto com o cigarro, que tem um poder viciante muito maior que a maconha, mas que problema tem beber no final de semana junto com meus amigos? Qual o problema de eu fumar maconha pra ficar relaxado depois de um dia estressante?
O problema de eu fumar maconha pra ficar relaxado está no tráfico da planta.
Ou então fale pros estados unidos que quem fuma maconha é lesado e retardado, já que o estado mais rico do país liberou para uso recreativo.
Então antes de falar quem fuma é lesado, lembre-se que com certeza é conclusão muito precipitada.
Visão completamente infantil e estereotipada, péssimo artigo. Mises caiu muito no meu conceito somente por este artigo, cuja boçalidade é mesmo monumental. Típico caso em que se o autor evoluir um pouquinho mais no plano espiritual vai morrer de vergonha do que escreveu. Nooooossa, que vergonha alheia estou sentido… kkkkkkkkkkk
Por acaso o maconheiro fuma com o dinheiro de vocês? Parem com isso, se cada um cuidar bem da própria vida, não sobrará sujeira para ter que se limpar. As pessoas continuarão fumando a erva gostando vcs ou não. E olha que não sou usuário, sou evangélico… a realidade é que a briga contra as drogas da forma atual não funciona mais e espero que o STF descriminalize em junho a maconha.
Bom texto,
deixo algumas considerações,
Há seis anos que não fumo maconha.
Penso que é uma droguinha bem forte, em mim sempre bateu forte.
Nunca fui de fumar diariamente,
Realmente o papo muda com maconha, penso que se torna difícil colocar em palavras o fluxo de ideias, mas é uma boa maneira para exercitar a profundidade em conversas por mais que em usuários novatos exteriormente aparente o caos ou até infantil, a droga joga uma luz no seu inconsciente e vc pode acessar ideias e sentimentos em demasiado.
É uma droguinha assustadora, depois que vc sabe como ela age acostuma, sempre considero um ato de coragem acender um.
Sinceramente nunca senti crise de abstinência.
Penso que a erva tem a propriedade de ativar o cérebro, o órgão que mais consome energia, por isso da larica e prazer em comer especialmente doces.
Como não estamos acostumados com essa atividade toda pode parecer que causou dano ou a pessoa ficou retardada, mas tenho certeza que o órgão sai fortalecido após a experiência. podemos fazer um paralelo com halterofilismo que o objetivo é levar o músculo a exaustão, comer, dormir, e acordar mais forte, outra semelhança é que o halterofilista parece um retardado levantando peso sem objetivo pratico, mas a sensação de ir além é agradável.
Quanto a legislação penso que nenhuma substancia deveria ser proibida, e que as leis deveriam ser derivadas de princípios simples como não roubar, não matar, não enganar. Qual principio moral se encaixa a criminalização do porte, comercio ou consumo de qualquer substancia? mais absurdo ainda de uma planta.
Ótimo artigo.
Drogas prestam? Não.
So acho errado obrigar as pessoas pagar impostos , lógico, e depois gastar o dinheiro das pessoas pra tratar os que gostam de colocar veneno no próprio corpo.
Também de sair dando bolsa pra quem não trabalha consumir nas custas alheias seja o que for.
E os drogados que assaltam de veriam ir pra cadeia sim.
Eles se enganam com suas drogas , mas não deveriam obrigar o resto da sociedade , nem suas pais a arcar com seu vício.
Dito isso, que consumam suas coisas livremente , mas em suas propriedades. Lá você é rei. Fora dela , assim como fora dela vc não tem direito de obrigar as pessoas a gostar da sua opiniões. Na sua propriedade , suas regras. Nas dos outros, vc e só outro que não pode invadir o espaço.
Devo deixar o outro se acabar nas drogas? É o que ele quis, vc só seria responsável se fosse vc a empurrar ele pra agua e se afogar. Afinal ele é livre pra consumir, pra acreditar que a droga da sua escolha não faz mal. Mas também deve ser responsável pra aceitar os resultados de suas ações. Logo os outros não devem socorrê-lo da maneira normal, aos seus custos.
Obviamente a sociedade deve prevenir o uso com educação. Depois deixar o cidadão a sua própria sorte. Sem bolsas, sem assistêncialisto. Sem tomar o dinheiro de uns pra dar pros outros.
Havia lido esse texto na época de sua publicação original e mantenho a mesma postura de alinhamento.
Observando alguns comentários, nota-se um certo analfabetismo funcional. O autor refere-se, evidentemente, ao abuso – ainda que ele rejeite o consumo a qualquer nível.
Eu eventualmente consumo álcool(cerveja e vinho), mas tenho total desprezo pelo comportamento até de amigos próximos que não conseguem suportar um único final de semana sem estarem embriagados.
O artigo também é salutar por dois motivos: transcende a teoria abordando um entorno prático e, ainda mais importante, reforça como nós libertários podemos – na verdade, devemos – ter um posicionamento moral conservador. A esquerda romantiza a utilização de drogas e, constantemente, apresenta planos de legalização diametralmente opostos aos defendidos por libertários, incluindo a ideia estapafúrdia de delegar ao próprio estado a função de produzi-las.
À propósito, por qual motivo a esquerda, sobretudo na América Latina, discursa sobre legalização, mas de modo geral pouco faz para a concretização dessa pauta? Ora, é apenas discurso. Narcotraficantes não são favoráveis e eles estão relacionados de forma umbilical a diversos partidos políticos. No mais, essa é a mesma turba que defende a pornográfica taxação do tabaco, por exemplo.
A seção de comentários deste artigo é muito instrutiva. Deixa bem óbvio um comportamento padrão: todo mundo acha que quem concorda com ele é “ponderado”, “inteligente”, “sensato”, “tem direito à sua opinião pessoal”; já quem tem opinião diferente é “agressivo”, “preconceituoso”, “infantil” e “quer impôr a sua opinião”.
Sou libertário e esse não é o primeiro artigo que me desagrada por aqui, e é sempre pelo mesmo motivo: um peso exagerado da opinião pessoal do autor. Eu acho que tudo bem isso acontecer, obviamente todo libertário entende que pessoas vão discordar do seu ponto de vista e não há o que fazer. Mas é a primeira vez que me dou o trabalho de comentar, porque quanto mais experência eu tenho, mais fica evidente que são artigos como esse que afastam ainda mais pessoas que poderiam ser libertárias e se recusam a entender as ideias de liberdade por ter seus primeiros contatos com o libertarianismo dessa maneira deplorável.
Precisamos de mais pessoas que entendem liberdade pra construir uma sociedade melhor, e não vejo forma melhor de fazer isso do que explicitando as bases do libertarianismo, que têm uma construção lógica sólida o suficiente pra serem contestadas apenas por quem ainda não entendeu muito bem (pelo menos ainda não vi um crítico do libertarianismo que tenha levantado um questionamento que me faça repensar minha forma de ver o mundo). Por outro lado, não vejo forma melhor de afastar as pessoas do que jogando ao vento opiniões pessoais não baseadas em lógica e conhecimento, mas em puro gosto pessoal.
Reitero, pessoas vão discordar de opiniões, e tá tudo bem. Mas publicar um artigo com pura opinião pessoal como se fosse “a forma de pensar libertária” (e é justamente essa a impressão que dá sendo um artigo publicado em um veículo supostamente destinado a disseminar ideias de liberdade) vai afastar do libertarianismo todos os que discordam da opinião em questão. E antes que venham defender o artigo dizendo que o artigo em nenhum momento fala que essa é a posição de todos os libertários, explico que essa é apenas a forma como as pessoas veêm aquilo que não compreendem totalmente. Tentam colocar em uma caixinha o que determinado coletivo pensa, pra rotulá-los em suas mentes, sem ir a fundo e descobrir os pormenores, generalizando tudo. Assim são as pessoas.
Se a ideia era agradar os conservadores e quem já concorda com essa opinião, ótimo. Mas qual o objetivo disso? Massagear o ego vendo que tem várias pessoas que concordam com sua opinião não solicitada? Pensei que o objetivo do IMB era propagar ideias de liberdade, não ficar cagando regra baseado em experiência pessoal. Isso fica claro na frase: “Os defensores da maconha podem citar todos os dados supostamente científicos que quiserem, mas eu sei mais apenas por causa da minha experiência de vida”. Então os argumentos, a lógica, a liberdade de ter opiniões diversas, nada disso importa pro autor, o que importa é a experiência dele. Em nenhum momento ele vai a fundo e trata dos argumentos em si, não foi atrás da ciência que ele diz ser pseudo, não teve interesse em refutar nada, só acha que sua opinião é melhor porque sim. E ainda parece achar legal rotular os outros de otários, como se não estivesse agindo como um.
Uma das primeira coisas que um libertário deve ser é tolerante, uma vez que dar liberdade ao outro significa tolerar coisas que você pessoalmente reprova, desde que não agrida um terceiro. Esse artigo falha miseravelmente em parecer tolerante com quem gosta de fumar maconha, e é exatamente o que uma pessoa que já “acha que discorda de libertários” precisa pra não olhar mais nada a fundo e simplesmente descartar a ideia de que libertarianismo vale a pena ser estudado.
Rindo muitos dos comentarios que claramente são de conservadores( que na verdade saõ um bando de socialista que defendem a social democracia ).
Milton Friedman sempre foi contra a guerra as drogas delcarada pelo governo republicano em 1972,seus argumentos na epoca provaram estar certo,pois só aumentaram o numero de drogas e prisoes.Mesmo fato quando o governo criou a lei seca proibindo o alcool.