Na minha
juventude, por mais difícil que seja me lembrar dela atualmente, eu era muito
bom nos esportes. Nunca poderia, no entanto, ser mais que apenas muito bom
neles, porque nunca os levei suficientemente a sério para isso. Um jogo era,
para mim, apenas um jogo; eu me dedicava a ele de corpo e alma apenas enquanto
ele estava sendo jogado. Depois que ele terminava, era como se não tivesse
passado de fumaça dispersada pelo vento.
Não tinha
nada contra aqueles que se dedicavam aos esportes, mas achava-os tolos; eu
continuava a jogar tênis, regularmente, às vezes, mas vencer ou perder me
causava apenas uma emoção fugaz, exultante ou triste, de acordo com o caso.
Para mim, na verdade, o jogo é que importava.
Mas os
Jogos Olímpicos me causaram repulsa desde o início, com suas conotações
políticas perversas, ao mesmo tempo infantis e sinistras, suas trapaças óbvias
(alguém realmente acreditou que Tamara e Irina Press eram mulheres como
quaisquer outras?), seu falso amadorismo, e sua deformação de vidas humanas
dedicadas, por exemplo, a arremessar o peso uma polegada à frente de onde ele
havia sido arremessado antes. Uma vida passada nas minas de carvão me parecia
muito mais bem vivida do que essa.
Desde
então, minha maneira de encarar os esportes só se tornou mais inflexível, e
sinto agora um desgosto visceral por eles. Se isto significa uma mudança em
mim, ou nos esportes, não tenho certeza. Os esportes são, hoje em dia, um pouco
como a propaganda numa sociedade totalitária: inescapáveis. Recentemente, por
exemplo, estava num restaurante muito bom em Washington D.C., onde, apesar
disso, havia uma grande televisão de tela plana que exibia um jogo de beisebol.
Alguém me explicou certa vez as regras do beisebol, mas elas me entediaram
antes mesmo que eu tivesse começado a compreendê-las. Os jogadores pareciam
gordos demais para serem atletas de verdade, e as garotas sacudindo pompons e
os homens vestindo as cores de seu time favorito pareciam arquétipos da
suspensão espontânea da inteligência e do autorrespeito.
As coisas
não são melhores na Europa, onde é o futebol que é inescapável. As pessoas
falam sobre ele enquanto andam pelas ruas; os jornais estão repletos dele, e,
na verdade, mais repletos dele do que qualquer outra coisa; os bares e pubs o
transmitem, aparentemente, vinte e quatro horas por dia; e, o que é mais sinistro,
as pessoas têm medo de não demonstrar qualquer interesse por ele.
Um antigo
estudante meu, atualmente um eminente professor, deu recentemente uma
entrevista num jornal acadêmico, e lhe foi perguntado sobre o que lhe dava mais
prazer na vida. Ele respondeu que era quando o time pelo qual ele torcia
marcava um gol.
Tentei imaginar
o que seria pior, se ele estivesse mentindo ou falando a verdade. Se fosse
verdadeiro, significaria uma existência um tanto quanto triste, na qual uma
bola sendo chutada na rede do gol adversário por um mercenário muito bem pago,
que jogaria sem pestanejar pelo oponente se lhe fosse oferecido alguns míseros
milhões a mais por ano ou por semana para fazê-lo, e que não tinha qualquer
ligação, seja ela geográfica, cultural, pessoal, familiar ou até mesmo
nacional, com a região do time pelo qual ele jogava, era o ponto mais alto
imaginável. Mas, se falso, por que a mentira, por que fingir que um gol marcado
pelo “seu” time lhe era tão importante?
Ele não
estava sozinho nessa deformação da alegria. Praticamente todas as pessoas
importantes entrevistadas na imprensa ou em qualquer outro lugar alegam
“torcer” por um time ou outro. Isto se tornou tão onipresente que não se
pergunta aos entrevistados se eles se
interessam por futebol, mas para que time torcem, como se fosse inconcebível
eles não torcerem para time algum. Não me recordo de uma única pessoa que
ousasse dizer com todas as letras que não tinha qualquer interesse por futebol,
quanto mais que o abominasse.
Por que
essa reticência? Será realmente verdade que todos
os nossos políticos, principais executivos, intelectuais, cientistas, artistas,
jornalistas, e assim por diante, são entusiastas deste esporte? Acredito que
este suposto interesse pelo futebol é um apelo implícito a um igualitarismo
puramente simbólico. Veja bem, diz o entrevistado, posso ganhar numa semana o
que outros ganham durante toda uma vida, posso sentar no topo da árvore ou de
toda uma floresta de árvores, posso ter casas em todos os lugares do mundo,
frequentar apenas os círculos sociais mais elevados, mas na realidade sou exatamente como você: eu também amo, penso, sonho
com o Juventus, Real Madrid, Corinthians ou Manchester United. O interesse
compulsório pelo futebol é como a igualdade perante a lei, mas sem o
significado filosófico dela. Ele só poderia existir numa era de ansiedade,
justificada ou não, com a desigualdade econômica. O interesse pelo futebol é,
para o grande executivo moderno, o que se vestir de camponesa era para Maria
Antonieta (e veja de que lhe adiantou fazer isso).
Fiquei,
portanto, extasiado quando descobri, recentemente, na França, um livro chamado L’Idéologie sportive:
Chiens de garde, courtisans, et idiots utiles du sport (A
Ideologia Esportiva: Cães de Guarda, Cortesãos e Idiotas Úteis do Esporte), um
livro escrito por um grupo de autores anônimos da extrema esquerda que, com um toque
sutil de um sarcasmo desdenhoso, dissecam e destroem as supostas justificativas
do esporte no mundo moderno. Embora a minha visão de mundo seja diametralmente
oposta à deles em diversos aspectos, me peguei rindo da maneira com que
expuseram as idiotices cometidas por intelectuais em sua defesa desta arma de
distração em massa que é o esporte.
O esporte
é moral e financialmente corrupto, de cima a baixo. Sobre a corrupção nas
camadas mais altas nem sequer é necessário falar. E as lições que ele ensina,
até mesmo nos níveis amadores, são terríveis: vencer a qualquer custo, ser
inescrupuloso, trapacear se necessário, utilizar drogas que o deixem mais
forte. Ele desperta emoções primitivas, violentas, e parece estar piorando,
nesse aspecto: os autores citam estatísticas que mostram que foram registradas
agressões graves em 7750 jogos amadores de futebol na França entre 2006 e 2007,
e, no ano seguinte, em 12.008 jogos (metade destes incidentes foi de violência real).
Não me
lembro de ser assim na minha infância. Ocasionalmente, por exemplo, eu jogava
uma ou outra partida de cricket nas quais, a despeito da competitividade, o bom
humor e a conduta cavalheiresca prevaleciam (a menos que eu estivesse cego ao
outro tipo). Mas, recentemente, estive presente numa partida de cricket de uma
cidade pequena pela primeira vez em muitos anos, e descobri que até mesmo nesse
nível, uma atividade chamada sledging,
que consiste em insultar o oponente e intimidá-lo de diversas maneiras, teve
que ser proibida, e os árbitros instruídos para expulsar de campo qualquer um
que recorresse a ela. Isto era inconcebível, trinta anos atrás.
Nos
últimos anos os esportes deixaram de ser um meio de propagar a cordialidade e passaram
a ser um meio de destruí-la.
Restam-me
poucos escrúpulos que me impedem de sugerir o banimento total dos esportes, que
certamente seria a única maneira de eliminar o dopping e outras más condutas. O primeiro é que aqueles números
sobre agressão e violência nas partidas de futebol amador francês compartilham
de um erro estatístico comum entre os que desejam horrorizar seus leitores:
eles são numeradores sem denominadores. Se tivéssemos 12.000 partidas com violência
de um total de 13.000, os números seriam realmente chocantes; mas se fosse de um
total de 12.000.000 de partidas, sua importância seria muito menor e nem um
pouco chocante.
Meu segundo escrúpulo é que o homem sempre foi
um vândalo, com tendências destrutivas e outras maldades para seu próprio deleite.
Lembro-me da leitura que fiz de um livro brilhante muitos anos atrás do
clássico Alan Cameron, intitulado Circus Factions: Blues and Greens at Rome
and Byzantium, onde o autor
demonstrou que a terrível destruição urbana acarretada por facções nos jogos
não tinha nenhuma razão de ser, e não tinha nenhuma motivação política que
autores anteriores relacionaram a ela. É simplesmente possível (embora eu
geralmente seja avesso a este modelo hidrodinâmico de maldade humana) que se as
pessoas não pudessem expressar suas maldades na arena esportiva, elas iriam
expressa-la em algum outro local mais sério.
Então a questão se agiganta: O que é sério na vida?
Por que não tanto o esporte quanto a filosofia?
Finalmente,
o autor de L’Idéologie sportive deixa implícito que a grande massa é ludibriada por aqueles que lhe
proporcionam o esporte, para seus próprios grandes lucros. As massas são
ludibriadas, enganadas, da maneira que Marx pensou que os religiosos eram
ludibriados e enganados. O esporte, diz o autor, é o ópio das massas.
Eu hesito em pensar que somente eu sou esperto,
enquanto todos os outros (exceto aqueles poucos que concordam comigo) são
tolos.
Felizmente o livre mercado atende à todos sem preconceitos: Tanto àqueles que gostam de ver a futilidade de 22 marmanjos correndo atrás de uma bola, quanto àqueles que preferem ler um bom livro de economia austríaco.
Viva o livre mercado!
“Na minha juventude, por mais difícil que seja se lembrar dela atualmente, eu era muito bom nos esportes. Nunca poderia, no entanto, ser mais que apenas muito bom neles, porque nunca os levei suficientemente a sério para isso.
Então o autor só não foi muito bom porque não se dedicou? Sei.
“Vida em mina de carvão melhor vivida que a de um atleta de ponta”? Forçou a barra demais.
Competitividade. Esse é o conceito a que o autor deve ser apresentado. Competir com outros semelhantes é uma forma de interação social. Não sei se deve ser considerada menos importante que outras formas de interação social, como contar piadas, praticar sexo, ser irônico com um colega, flertar na rua, crianças fazerem arte com os colegas etc. Isso “resolve” o “não entendimento” do autor quanto à prática de esportes do ponto de vista de quem pratica.
Para explicar a torcida por outros atletas, eu esperava mais de um psiquiatra. Sinto até um pouco de vergonha alheia por ele. Sua vaidade o cegou. Ofereço aqui uma – dentre muitas possíveis – explicação simples e que considero razoável para o fenômeno de se “torcer” por um time ou um atleta:
Uma aposta emocional consigo mesmo. Claro que ninguém faz essa aposta de caso pensado, mas a aposta é: – vou colocar uma quantidade x de expectativa a favor de y. Se y ganhar, recebo descargas de substâncias químicas que vão me dar prazer; se y perder, receberei descargas de substâncias que me farão sofrer. Detalhe importante: A quantidade de prazer ou dor é proporcional à quantidade de expectativa colocada na aposta.
Esse psiquiatra precisa se consultar.
É uma forma de pensar um tanto maniqueísta, bastante radical para meu paladar.
Generalizado o raciocínio, todos nós somos mercenários egoístas, desde o médico no hospital de referência, até o professor na escola bem conceituada. Todos estamos egoisticamente buscando a melhor remuneração, na melhor condição possível, sem vínculos emocionais profundos com a instituição ou empresa contratante.
A meu ver isso não faz do médico e do enfermeiro um ser vil ou inferior, nem faz do professor uma pessoa desprezível. Estou obviamente esticando o argumento “ad absurdum” para evidenciar o equívoco na sua lógica.
Enquanto ser livre, aquele médico ou professor poderão escolher temporariamente o melhor contratante para seus serviços, de forma mesmo “egoísta”, por interesse próprio. Mas uma vez feita a escolha, o que diferencia pessoas notáveis e admiráveis das demais vem a seguir: cumprir o contrato com afinco, dedicação e esforço máximo! E uma vez agindo dessa forma, esse ser humano merece aplausos sim!
Some-se o fato de que os eventos esportivos são das poucas coisas livres para o povo sob jugo de um estado: ao menos ele podem escolher se querem ou não participar da platéia, e cada um pode escolher em quais condições participará.
Reconheço que existem “parasitas” e aproveitadores no esporte, assim como existem em outras áreas da civilização moderna, porém essa pequena mácula não retira o brilho da coisa toda.
Reduzir o esporte a um conceito radical de moralismo, onde todos devem colocar o interesse coletivo acima dos individuais, a mim me parece muito mais arbitrário e “coletivista” (considerando o significado pejorativo do termo) do que a situação moderno das instituições esportivas.
Eu sempre gostei de assistir futebol. Nunca fui fanático, mas achava um passatempo interessante. Isso foi antes de ter meu próprio negócio e vivenciar uma copa do mundo como empresário. Agora só quero que esta copa acabe logo…
Achei muito pertinente o artigo. Realmente o esporte voltou a ser o circus maximus e não é a toa que hoje em dia se chamam os estádios de arenas. Eu não conheço o caso de Tamara e Irina Press (uma pesquisa rápida no google não me revelou coisa útil). Se alguém pude me elucidar sobre ele agradeço.
Não há palavras para expressar análise de tamanha sabedoria contida neste texto!!Um bom texto para reflexão!!Meus parabéns!!
Concordo 100%!
O esporte não é ruim em si mesmo, pode ser bom para diversão e exercício.
O problema são as pessoas, que abusam dele de diversas formas e por vários motivos.
* * *
“…e as garotas sacudindo pompons e os homens vestindo as cores de seu time favorito pareciam arquétipos da suspensão espontânea da inteligência e do autorrespeito.”.
Sempre tive essa mesma sensação. Mas nunca consegui expressá-la de forma tão precisa em palavras.
Também sempre pensei sobre o fato de que os jogos eletrônicos, apesar do divertimento que me causam, não possuem propósito algum.
Esse pensamento me ajuda à jogar o mínimo necessário, apenas por distração/entretenimento, e focar a maior parte do meu tempo em coisas que gerem resultados mais concretos.
O autor é médico, eu tenho formação matemática; mas eis que – finalmente! – encontro um dos meus! Eu o subscrevo integralmente. De fato, a mim também soa incompreensível a paixão, a fixação que os esportes, especialmente o futebol, desde meu ponto de observação, exercem sobre as pessoas. Sou tentado a admitir que os esportes são substitutos da guerra: uma forma socialmente aceita de “matar” o seu semelhante. E para tanto, como na guerra, se utilizam todos os meios, nobres e velhacos, honrados e espúrios. Já não se trata de vencer, mas de eliminar. Parece ser que o homem continua um primitivo habitante das cavernas, disfarçado por um verniz que gosta de chamar de “civilidade”. Parole…
A opinião desse psiquiatra é irrelevante frente ao mercado esportivo, se ele não gosta(eu também detesto) o problema é dele(e meu), vejam que ele chega até a sugerir uma lei para proibir a prática do esporte:
“”Restam-me poucos escrúpulos que me impedem de sugerir o banimento total dos esportes, que certamente seria a única maneira de eliminar o dopping e outras más condutas.””
Se passarmos a pensar igual ao intolerante Dr. acima nos tornaríamos tão intolerante quanto os que não admitem que não gostemos de futebol ou qualquer outro esporte. E o fato de a copa do mundo ser ou não pão e circo, isso é irrelevante, já que ninguém é obrigado a gostar do esporte, mas é exatamente esse tipo de figura que promove ainda mais o pensamento progressista na sociedade e na mídia, mostrando o quanto odeia e acha de mau gosto um produto ou entretenimento que ele não está sendo forçado a ter ou apreciar, sendo que a “brilhante” solução do Doutor é criar(ainda que essa não fosse realmente a intenção dele no texto) uma lei anti-esporte(que definitivamente não teríamos opção em recusar), meus parabéns aos intelectuais e opinadores admiradores de livros marxistas, por vocês fazerem do mundo um lugar menos livre e incompatível com seres humanos.
A, e mais um adendo, as preferências tendem a mudar com o tempo, porque seres subjetivos são complicados demais pra dizer que agora os homens cairão num círculo vicioso de fanatismo esportivo para sempre e mesmo que caíssem isso seria irrelevante também, já que ninguém é obrigado a nada aí, são pessoas como o “Doutor” que deveriam se consultar e fazer terapia química.
Pelo que eu entendi, em um mundo socialmente evoluído as pessoas não podem ter a liberdade de praticar ou admirar algum esporte, devendo este ser banido por causar alienação, e ser o culpado por práticas como o dopping, e outras más condutas.
Posso estar enganado, mas este artigo me parece ir contra as idéias defendidas pelos liberais, e a retórica me lembra muito de textos marxistas revoltados e recalcados.
Rapaz, ver o Rogério Ceni marcar o 100º gol em cima dos gambás não tem preço, kkkkkkkkkkkkkk.
O único problema que tenho com esportes é que ele é, majoritariamente, bancado pelo estado. Estados possuem uma tara por esportes, levar seus atletas ao extremo para representarem a “nação”. É uma loucura, gastar bilhões de dinheiro público para bancar atletas e estádios que servem apenas de propaganda nacionalista.
Não tenho nada contra o esporte em si, tenho contra o uso que o estado faz dele e acredito que todas as pessoas que agora estão torcendo, pendurando bandeiras, e comprando ingressos estão incentivando essa loucura.
Esse mix de esporte com estado e nacionalismo é perigoso.
“Restam-me poucos escrúpulos que me impedem de sugerir o banimento total dos esportes, que certamente seria a única maneira de eliminar o dopping e outras más condutas.”
Psiquiatra
“Em uma sociedade socialista, igualitária por excelência, a competição desaparecerá por completo? Os placares deixarão de ser contados? Tornar-se-á o esporte apenas brincadeira, como é para as crianças? É difícil dizer. Somente as gerações que chegarem ao socialismo, e depois ao comunismo, poderão decidir o que fazer com esse grande legado do passado que é o esporte. O certo é que a competição, caso se mantenha, deixará de ser feita às custas da saúde física e psíquica dos atletas e seus familiares.”
‘O fundamental é que na antiga URSS, principalmente nos primeiros anos de poder soviético os torneios entre empresas, entre escolas, entre cidades, eram a forma predominante de confraternização esportiva. Fenômenos como doping, assédio, violência de torcidas, brigas em campo etc., eram simplesmente inimagináveis naquela situação.”
ww w.pstu. org. br/ conteudo/o-esporte- e-socialismo
___________________________
Tá, esse é o tipo de artigo que não deveria ter sido publicado no mises.org.
Até agora me questiono onde está o liberalismo, se quer onde está a economia nele. Na verdade o autor até expressou uma certa simpatia em que o esporte fosse banido.
Sobre a questão do dopping, acredito que a liberação por parte das entidades seria a melhor coisa. Os atletas vão usar de qualquer forma. O estado proibindo só vai gerar um mercado negro, e nas competições, apenas serão desenvolvidos métodos melhores de burlar onde só os atletas com melhores condições terão condição de passar por cima.
O esporte(futebol principalmente) também deveria ser descentralizado, não haver uma empresa monopolista que toma conta das regras. A FIFA não deveria ser toda-poderosa e a CBF nem deveria existir. Os campeonatos disputados por clube no Brasil iriam melhorar tanto…
Bom, fui passando por cima, mas foi para mostrar que há tantas questões interessantes de se unir o liberalismo com o esporte e o artigo não falou absolutamente de nenhuma.
Concordo em parte com o autor do artigo,pois não sou alienado e gosto de esportes principalmente futebol e concordo que a copa do mundo e demais torneios são circos(conceito subjetivo)usados pelos poderosos para distrair as massas,mas ao mesmo tempo trata-se de entretenimento e como tal é um negócio lucrativo,portanto prestação de serviço,que em um livre-mercado é um negócio bom para todas as partes,haja vista ser uma troca voluntária e quando ha descoberta de marmeladas os culpados são punidos exemplarmente para que a credibilidade continue(Infelizmente o futebol brasileiro não é exemplar nesse quesito pois a politicagem e a falta de ética reina absoluta e de mãos dadas com políticos corruptos e motivações eleitoreiras)portanto credibilidade e ética devem ser o norte desta relação público x esporte,quanto a crítica em si do autor achei ela elitista no pior sentido da palavra,pois gosto de ser torcedor,pago para ver um espetáculo do meu time,seleção etc,e espero dos cartolas ética e respeito,pois detesto pagar algo e ser enganado portanto não havendo manipulação de resultados e combinações espúrias continuarei apoiando e torcendo pelo meus times de preferência,sempre…
Não tenho nada contra esportes, o problema, são os fanáticos.
Estes sim são um problema…
Ver esportes para mim, é como ver um filme, escutar música.
A diferença, é que não ganho muita coisa com isso, diferente de ler um livro por exemplo. mas é uma forma de entretenimento.
E concordo, o futebol é o ópio do povo.
Acho, que quanto mais burro a pessoa é, mais apaixonado por futebol ele é!
porque não faz sentido, eu sair da minha casa 3 da manhã para ir no aeroporto vaiar um time porque o mesmo não ganhou uma partida.
Esse artigo não parece ser muito libertário, acho até que citar um livro escrito pela extrema esquerda como algo fantástico:
“Fiquei, portanto, extasiado quando descobri, recentemente, na França, um livro chamado L’Idéologie sportive: Chiens de garde, courtisans, et idiots utiles du sport (A Ideologia Esportiva: Cães de Guarda, Cortesãos e Idiotas Úteis do Esporte), um livro escrito por um grupo de autores anônimos da extrema esquerda”
Não parece ser tão fantástico assim…
No final do texto ele diz: “Finalmente, o autor de L’Idéologie sportive deixa implícito que a grande massa é ludibriada por aqueles que lhe proporcionam o esporte, para seus próprios grandes lucros.”
Mais um pouco e ele iria escrever “a grande massa é ludibriada por aqueles que lhe proporcionam produtos baratos (fabricantes e comerciantes) para seus próprios grandes lucros.”
E mais:
“As massas são ludibriadas, enganadas, da maneira que Marx pensou que os religiosos eram ludibriados e enganados. O esporte, diz o autor, é o ópio das massas.”
Nada como citar marx e concordar com marx para fechar com chave de ouro…
Nada na vida tem sentido, a não ser que você acredite em Deus.
Como o autor não acredita. Ele não entende de esporte, nem de nada que importa, talvez medicina. Mais pelo jeito ele virou escritor.(Eu sei que não, não me encham o saco, conheço o autor).
Eu poderia insinuar que ele deveria continuar a exercer a medicina, pois salvar vidas é algo concreto e o que ele pensa não. Eu estaria errado ?
Para o torcedor isso não tem o menor sentido. Afinal eu só posso TORCER para que suas ideias estejam corretas e que sejam aplicadas, ou não ?
O futebol não é mais apreciado como antigamente justamente pelas razões que o autor citou. E toda a lealdade e coisas que o autor diz faltar nos esportes, antigamente existiam, os jogadores representavam suas origens, bairros, cidades, etc.
É só questão de costume hoje em dia. Pois fazia algum “sentido” antigamente.
O próprio nome CLUBE de Futebol, diz muito a esse respeito…
Como dizia Oscar Wilde:
“Toda a arte é completamente inútil.”
Vale pra tudo mais.
Você vai morrer, não é mesmo ?
Ou não ? Daí você vai para o Céu ou para o Inferno ?
Eis uma pergunta que merece resposta. O resto vai depender disso.
Obs: Não responderei nenhuma indagação. As perguntas são retóricas.
Só não entendi a relação deste artigo com a Escola Austríaca.
Tem certeza de que publicaram o artigo correto?
Incompreensível como este artigo está aqui neste ótimo site/blog, pois, por um momento, me senti lendo um texto de um conservador bem moralista ou, pior, de um esquerdopata que não gosta da liberdade individual e da subjetividade humana, e quer impor suas ideias e ideais como melhores e mais importantes que a dos outros.
Enfim: texto extremamente parcial com, claramente, um carga emocional gigante por trás de quem o escreveu. Inacreditável que tenha vindo de um psiquiatra.
Me surpreende este artigo no mises, pois pra mim não me parece ter muito a ver com as ideias de liberdade. Imaginei que focaria mais financiamento estatal do esporte ou algo do gênero, mas no fim me pareceu mesmo apenas um artigo de opinião. Ou seja pode ser a opinião de um libertario, apenas isto…
Foi esta a intenção ou o artigo tinha alguma ideia ou explanou alguma coisa a qual não captei? Neste caso ficaria grato se alguem tiver a bondade de explicar as entrelinhas
Eu pensei que o texto decorreria para uma contextualização antigo x moderno do conceito negócio do futebol, do gigantismo x desequilibrio x dívida x intervenção estatal x oligopólios dos segmentos, mas me pareceu mais para artigo de opinião de blog. Acho prudente reservar este tema, que não sintetizou, por mais justo que fosse comentar sobre o futebol.
Poderia imaginar algo discutivel sobre a Copa com argumentos liberais:
– Por que tantas exigências
– Os Elefantes Brancos insustentáveis
– A pressão da Mídia
– A Mania de grandeza do Estado Atual
– Copa de 4 em 4 anos
– Ingressos em tempos modernos
– Marketing da Copa por multinacionais
Gostaria de ver artigos no padrão libertarianismo estreito como nos velhos tempos do mestre Fernando Chiocca.
Quem concorda escreve “+1” como resposta do meu comentário.
Pelo visto a galerinha descrita pelo o autor se identificou e se doeu com o texto! kkkk
Muito bom o texto por sinal!
Parabéns!
Uma vez traduzi um pequeno texto de Dalrymple, observe
—-
O REAL SIGNIFICADO DA BARBÁRIE
Theodore Dalrymple
O sistema penal inglês não pune o bastante
Recentemente, o Ministro do Supremo Tibunal da Inglaterra disse que, num futuro não muito distante, as penas de cinco anos vão ser consideradas por nós tão crueis como são hoje as penas de chibatadas ou penas por enforcamento.
Deixe a gente analisar um recente exemplo de barbárie penal inglesa. Um homem chamado Mark Goldstraw, morador de Leek, matou uma mulher chamada Deborah Wheatley batendo na cabeça dela com uma marreta, fraturando o crânio dela em sete lugares. Depois que ela foi morta, ele escondeu o corpo num armário. Goldstraw estava com raiva de Wheatley porque ela se recusou a deixar o marido pra ficar com ele. Ele recebeu uma condenação de sete anos de prisão, ou seja, um ano por cada fratura.
Libertado depois de cumprir parcialmente sua pena, ele cumpriu só seis meses por cada fratura, como se viu depois. O Conselho de Livramento Condicional acreditava que o crime dele era do tipo que os prisioneiros chamam de “foi só esse”, apesar de ter sido causado, sem dúvida, por golpes sangrentos na cabeça.
Logo após sua soltura, Goldstraw, agora com 34 anos, voltou a Leek e se uniu a uma menina de 16 anos de idade, Ela então cometeu o erro de tentar deixá-lo, o que ele não podia aceitar. Uma noite,quando ela, seu padastro, seu irmão de quatro anos de idade e sua irmã de dez anos estavam dormindo a sono solto, ele adentrou a casa, encharcou dentro com gasolina e tocou fogo. Todos os quatro ocupantes morreram. Quando a polícia prendeu ele, Goldstraw explicou suas queimaduras e roupas ensopadas de gasolina alegando que sua motocicleta tinha explodido quando ele estava consertando.
Constatou-se que a condição da liberdade condicional de Goldstraw era que ele ficasse longe de Leek, mas ninguém supervisionou ele depois de sua soltura. Tamanha frouxidão, que parece ser muito mais a regra que a exceção, não vai tranquilizar o povo britânico com a ideia de que algum setor do sistema funciona corretamente.
Considerado culpado, mais uma vez, desta vez por causar quatro mortes, Goldstraw recebeu uma pena de prisão perpétua , com a recomendação de que ele não tenha livramento condicional não antes de cumprir 35 anos. Como os espanhóis dizem quando ficam um surpresos, ¡Qué barbaridad ! – Que barbaridade!
Ditador é pouco pra esse doutor.
Aqui onde moro, o futebol sempre foi formador de amizades e parcerias comerciais, muitas pessoas que conheci quando criança jogando futebol hoje são parceiros comerciais, são amizades para sempre, as empresas montam equipes e marcam jogos de confraternização reforçando laços comerciais, o bate papo apos os jogos sempre são produtivos , com boas trocas de ideias e muita descontração.
A quatro anos comecei jogar tenis, as pessoas que conheci com esse esporte, advogados, representantes comerciais, empresários, medicos, são mais amizades para vida inteira.
Esse é meu motivo para gostar de esportes, agora se os caras usam o esporte para manipular massas, paciencia, eles fazem isso com tudo.
“+1” como resposta do meu comentário.
Acho que o autor desse artigo poderia ter aprofundado na questão do Estado como agente financiador do esporte. Aí sim ficaria um bom artigo.
Mas não foi um mal artigo. Eu particularmente me identifico com o autor. Nunca achei graça nenhuma em esportes. E a ideia de competição é, hoje, totalmente corrompida, nada a ver com a competição saudável daqueles que praticam o esporte livres de compromissos obscuros com políticos e oligarquias estatais.
A banalidade do mal:
Os torcedores vibram quando o time para que torcem é beneficiado por injustiças ( gols irregulares, faltas não marcadas, lesões no adversário provocadas por violência); Mas ficam revoltados quando o vento inverte, ou seja, a coisa é completamente irracional e imoral; É a lógica do capeta: Faça ao outro o que NÂO gostaria que ele fizesse com você.
Como a Ucrânia, se defenderia da Rússia se tivesse um governo como proposto pelo Príncipe Herdeiro de Liechtenstein ?
"il calcio è la cosa più importante delle cose non importanti" Arrigo Sacchi
Excelente matéria de discussão. Mesmo que às vezes o autor passe alguma idéia de controle, no geral concordo plenamente com ele. Pessoas cultas com capacidade intelectual não ‘torcem’ por nenhum tipo de esporte. Podem até ter preferência, mas esta será calma, sensata e sem êxtase irracional.
O grande mal que ele coloca-nos às claras é a hipocrisia de gente sem valor moral que se faz passar por participante do falso lugar comum.
Nosso mundo, intelectualmente, está involuindo a cada dia, apesar da internet. Talvez estejamos caminhando para o tempo de deuses na Terra e gladiadores para diversão.
No texto original não tem Corinthians.
Olha, a bastante tempo não leio um texto em que concorde tanto. E olha que sempre leio os artigos deste Instituto. O Sr. Theodore realmente teve a coragem de expressar o que muita gente pensa mas tem receio de falar.
Parabéns ao trabalho realizado!
Lamento não termos mais cidadãos dotados com este nível de inteligência e honestidade.
Roger Santos Augusto qual é o pecado se a pessoa aprecia um esporte e consome os produtos que o patrocinam,trata-se de entretenimento ou vai me dizer agora que só intelectual sabe divertir e o povão não sabe.é cada uma que me aparece pois já fui um intelectualóide e hoje não sou mais,pois sei respeitar quem gosta de cultivar o espírito e quem não gosta,enfim cada um no seu quadrado e só tolero torcedor,religioso,político e ideólogos fanáticos por uma questão de educação…
Uma coisa engracada e encontrar muitos jogadores ou tecnicos pedindo desculpas pelos fracasos de suas selecoes. Como se fosse um “pecado maiusculo”
Algo que nunca acontece com politicos ou burocratas.
Vinicius ficar quieto porque,afinal eu não posso opinar,quer dizer que tenho de ouvir calado quando um pessoa me chama de alienado só porque não gosta de esportes,mas aposto que adora ouvir um concerto de musica clássica,uma peça de teatro na Broadway ou ouvir ópera nos grandes teatros europeus…Quer dizer então que ele tem um gosto refinado e superior ao meu só porque o meu gosto é popular.Isso me faz lembrar o saudoso Joãozinho trinta que dizia sua célebre frase “pobre gosta de luxo e intelectual é que gosta de pobreza”,então caro colega eu crítico o autor quantas vezes for necessário pois apesar das manipulações e politicagem no futebol e alianças espúrias trata-se de um passatempo como todos os outros ou seja trata-se de gosto pessoal pois tem gente que odeia ser corno enquanto outros são felizes assim,portanto gosto é gosto e quanto aos patrocinadores eles são amorais e criteriosos pois quando percebem marmeladas eles pulam fora pois sabem que reputação é difícil preservar,mas destrui-las é facíl e rápido…
Lamentável …
Dizer o quê após ler este texto?
É o primeiro lixo que encontro neste site.
Cartão vermelho para este texto!!!
Pior texto que já li aqui no IMB com folgas. Alheio à praxeologia, alheio ao valor subjetivo e ainda e diz respaldar em teorias de cunho marxista. Em certo momento, que até a falácia de que o esporte mata pessoas; quando o assunto é o porte de armas, essa falácia já foi muito combatida nos próprios textos do instituto e em diversas publicações liberais clássicas e libertárias.
Confesso que em primeiro momento cheguei a acreditar que fosse algum tipo de trote, brincadeira de primeiro de abril ou algo do gênero.
Eu escrevi um texto em meu blog, sobre o Futebol e o Indivíduo, que tem relação com este artigo. se alguém quiser ler: gredsonblog.blogspot.com.br/2014/06/futebol-e-o-individuo.html
=)
Eu gostei do texto porque eu sou do tipo que nao se empolga com esportes, principalmente com futebol. Moro na Australia, de vez em quando me perguntam sobre a copa. Eu sempre respondo a verdade: nao sei! Eu to por fora de tudo. Tenho coisas muitissimo mais interessantes para fazer. De forma geral, as pessoas se assombram pelo fato de eu ser brasileiro e demonstrar essa falta de interesse por futebol. Mas eu nao ligo. Antes de ser brasileiro, eu sou eu. Nao preciso agradar ninguem. Eu sei que assim as vezes sou um chato, minha mulher mesmo reclama, ja que ela curte assistir os jogos. Mas o que posso fazer? Nao vou me molestar para agradar ninguem.
Excelente texto. Recentemente, escrevi um artigo sobre os problemas do futebol em nossa sociedade, demonstrando que somos idiotas em levar isso à sério. O artigo esta publicado no site:
indignadofalante.blogspot.com.br/2013/07/o-brasil-e-o-futebol-uma-rapida-analise.html
E realmente, se analisarmos o esporte “profissional” e a “Copa do Mundo”, temos uma prova de que as massas são manipuladas.
O que voces acham de tele jornais e “Fantastico” passando apenas informações inuteis sobre a copa durante quase dois meses?
Enquanto a TV embriaga as pessoas menos esclarecidas, nossos “representantes” políticos estão agindo para melhorar e intensificar nossos controles (impostos, consumo, opinião,…).
Esse é, com certeza, o pior artigo que eu já li neste site. Eu, como um grande fã do maior e melhor de todos os esportes, o futebol, me irrito quando as pessoas autoproclamadas inteligentes automaticamente colocam o os fãs do esporte bretão no grupo dos ignorantes, idiotas e alienados. Você não é melhor do que ninguém, Dalrymple.
Esse Dr. Daniels pisou feio na bola aqui. E logo um psiquiatra! Então ele que diga qual maneira mais civilizada de canalizar os instintos de agressividade e competição inescapáveis do ser humano. Foi na Copa de 1990 que um jornal alemão ironizou parafraseando Clausewitz: “O futebol é a continuação da Guerra por outros meios.” Quem leu Demian de Hermann Hesse ou A Sagração da Primavera sabe o entusiasmo louco com que a juventude abraçou a Guerra Mundial na Europa em 1.914. Hoje esse entusiasmo vai para os estádios.
É…se dependesse de algumas pessoas, que comentam por aqui, o mundo seria mundo chato.
Sou peladeiro e enxadrista. O quão chato seria o mundo sem esses dois jogos e tantos outros que existem por aí entretendo milhões de pessoas.
Gosto muito dos textos do mises e admiro as ideias aqui pulverizadas.
RESPEITO acima de tudo o autor e os outros comentaristas que concordaram com ele, mas este texto me causou repulsa. Tô meio atrasado pra dar uma opinião, tendo em vista a data de publicação da matéria, mas não podia deixar de destacar que o ideal que ali é transmitido é muito vago.
Racionalizar o esporte, tentar agregá-lo sob meros valores acadêmicos é uma bobagem muito grande. Torcer para um time, nada mais é que uma necessidade natural de o homem se sentir pertencente a um bando. Antes, homens se juntavam para caçar, hoje, assistem aos seus heróis desfilando sua habilidade ou a falta dela num campo.
Claro, existem os barbarismos que isso inflama, mas ele apenas é inflamado em pessoas que não apenas ignoram qualquer racionalidade, como são CRIMINOSAS. E setor nenhum, da economia ao entretenimento está livre desse tipo de parasita inútil.
Só pra concluir, acho que nem tudo é enquadrado pelo princípio do que é racional ou não. Para exemplificar, vou falar do sexo. Quando uma mulher me atrai ao ponto de eu querer ir para a cama com ela ferozmente, minha metade racional foi pras cucuias e ali é só o primata respondendo. Com outras coisas isso também é assim, simples necessidades básicas, inerentes ao que é racional ou não.
Mas viva a liberdade de opinião, que me leva a discordar do autor e tantos outros a concordarem com ele. Perdão se fiz uso de termos chulos no meu último exemplo, mas era necessário.
Abraços a todos.
A gente precisa de entretenimento, distração.
Acho que temos que ser tolerantes com as opções individuais.
Mas vamos lá, tentar aprofundar. Visualizo uma correlação muito forte entre o quadro de medalhas olímpico e o poderio bélico de cada nação. Quem sabe o esporte seja um meio de canalizar as rivalidades?
Não vejo problema algum um sujeito praticar esportes,jogos,ou simplesmente torcer(torcer,sem fanatismos) para alguma equipe ou atleta.
O esporte é bom e saudável quando é praticado como entretenimento,recreação.É um otimo meio para se socializar,e pode contribuir para a saude e até mesmo para as ciencias.O problema é quando começa a se adotar uma espécie de fanatismo,seja ele de ordem clubista,nacionalista,etc…como se fosse uma causa de vida ou morte,uma guerra(o que se vê muito nas torcidas organizadas).
Sem deixar de mencionar é claro,quando o esporte é utilizado por burocratas para manipular as massas,ou para utilizá-lo para maipular um sentimento de nacionalismo em beneficio próprio,ou utilizar de grandes torneios(como Copa do Mundo ou Olimpíadas) para arrecadar $$$ dos contribuintes.
Enfim,há pessoas que gostam de esportes(meus preferidos são o futebol,o tênis,o basquete e o automobilismo),e há aqueles que não gostam,e que seja assim,cada um é livre para gostar do que quiser.
Abraço.
Realmente torcer para um time de futebol (ou de qualquer outro esporte) é coisa de idiota, mas eu de vez em quando torço, há um pouco de idiota em mim.