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Honestidade e confiança

Atitudes
como desonestidade, mentira e trapaça não são tratadas com a devida abjeção que
merecem.  Para se compreender melhor a
importância da honestidade e da confiança, apenas imagine como seria nossa
rotina diária se não pudéssemos confiar em ninguém.  Quando compramos em uma
farmácia um recipiente contendo 100 pequenas pílulas (como vidros de
homeopatia, por exemplo), quantos de nós nos damos ao trabalho de realmente
contar as pílulas?  E quando o remédio é líquido,
quantos de nós conferimos se o volume divulgado no rótulo corresponde ao volume
verdadeiro?  Quando abastecemos nosso
carro no posto, como sabemos que os litros especificados na bomba realmente
correspondem ao volume que entrou no tanque do carro?  Quando você vai ao supermercado e compra 1
quilo de carne, você por acaso verifica — por meios independentes — se
realmente está levando um quilo de carne? 
Em cada um desses casos, e em milhares de outros, nós simplesmente
confiamos no vendedor.

Inversamente,
há milhares de situações em que é o vendedor quem tem de confiar no
comprador.  Após um mês de trabalho, o
empregado confia que seu patrão irá lhe pagar o salário combinado.  Um comerciante vende um produto e recebe em
troca um cheque, o qual ele confia que tenha fundo.  Um fornecedor entrega uma mercadoria para seu
cliente e confia que este irá lhe pagar dali a 30 dias, como combinado.

Exemplos
de honestidade e confiança são abundantes, mas imagine o custo e a
inconveniência caso não pudéssemos confiar em ninguém.  Teríamos de andar sempre
carregando instrumentos de medição para nos certificarmos de que realmente
estamos recebendo o volume correto de gasolina e o quilo correto de carne.  Imagine a inconveniência de ter de contar o
número de pílulas ou de mensurar o volume de um líquido dentro de um
recipiente?

Se
não pudéssemos confiar em ninguém, se a simples palavra do vendedor ou do
comprador não tivesse valor nenhum, teríamos de arcar com o oneroso fardo de
fazer contratos por escrito para toda e qualquer transação efetuada.  Teríamos de arcar com todos os custos de
monitoramento que garantem que a outra parte irá fazer corretamente até mesmo às mais
simples transações.  Podemos dizer com
toda a certeza que tudo aquilo que solapa a honestidade e a confiança aumenta os
custos de transação, reduz o real valor das trocas voluntárias e nos torna mais
pobres.

Honestidade
e confiança se manifestam de maneiras que poucos de nós sequer conseguimos
imaginar.  Em determinadas vizinhanças,
por exemplo, é comum que empresas de entrega deixem encomendas muitas vezes
valiosas em frente à porta caso o morador não esteja em casa para recebê-la.  Não há necessidade de marcar horário para a
entrega, o que é bom tanto para o morador quanto para a empresa.  Ambos ficam com suas agendas livres e
aumentam sua produtividade.  Da mesma
maneira, supermercados e demais estabelecimentos comerciais podem tranquilamente
expor várias mercadorias perto das portas de entrada e saída do
estabelecimento, ou até mesmo deixá-las do lado de fora do estabelecimento, sem
se preocupar com roubos.


em vizinhanças notoriamente menos honestas, empresas de entrega que deixassem
encomendas na porta de uma casa e estabelecimentos comerciais que expusessem
mercadorias perto da rua estariam cometendo o equivalente a um suicídio
econômico.

Desonestidade
é algo oneroso.  Empresas de entrega não
podem simplesmente deixar encomendas em frente à porta caso o morador não
esteja em casa.  A empresa terá de arcar com
os custos de fazer uma nova viagem em outro horário.  Ou terá de tentar agendar um horário.  Ou então o cliente terá de arcar com os
custos de ter ele próprio de ir recolher o produto.  Se um estabelecimento comercial decidir
exibir algumas de suas mercadorias do lado de fora, ele terá da arcar com os
custos de contratar um auxiliar — isso se ele realmente puder se arriscar a
deixar suas mercadorias do lado de fora.

A
honestidade afeta os estabelecimentos comerciais de uma outra maneira.  Por exemplo, o objetivo de um gerente de
supermercado é maximizar a taxa de vendas de mercadorias por metro quadrado de
espaço alugado.  Quando os índices de
criminalidade — como furto — são baixos, o gerente pode utilizar todo o
espaço alugado, inclusive os espaços perto da porta de entrada e saída,
aumentando desta forma seu potencial de lucro. 
Esta oportunidade é negada aos supermercados e mercearias em localidades
em que há menos honestidade.  Nestes
locais, o espaço aproveitado é menor.  Em
muitos casos, é preciso que haja espaços livres para que o dono da mercearia ou
mesmo o gerente de um supermercado possa manter os olhos em seus clientes e
funcionários para se certificar de que ninguém está furtando nada.  Isso, por sua vez, significa um maior custo
para se empreender, o que se traduz em maiores preços, menores lucros e menos
amenidades para os consumidores.

A
criminalidade, a desconfiança e a desonestidade impõem enormes prejuízos que
vão muito além daqueles sentidos diretamente. 
Boa parte do custo da criminalidade e da desonestidade recai justamente
sobre aquelas pessoas que menos podem se dar ao luxo de arcar com tudo isso: os
mais pobres.  São os mais pobres que
acabam tendo menos opções de escolha e pagando mais caro, ou tendo de arcar com
os custos de se locomover para ir fazer compras em localidades melhores e mais
distantes.  São aqueles pobres que moram
em localidades de alta criminalidade que sequer conseguem receber uma pizza em
casa.

O
fato de honestidade e confiança serem tão vitais deveria nos fazer repensar a
nossa tolerância com criminosos e pessoas desonestas — a começar por todos os criminosos
que estão no poder e que gozam de impunidade.

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28 comentários em “Honestidade e confiança”

  1. A criminalidade, a desconfiança e a desonestidade impõem enormes prejuízos que vão muito além daqueles sentidos diretamente. Boa parte do custo da criminalidade e da desonestidade recai justamente sobre aquelas pessoas que menos podem se dar ao luxo de arcar com tudo isso: os mais pobres. São os mais pobres que acabam tendo menos opções de escolha e pagando mais caro, ou tendo de arcar com os custos de se locomover para ir fazer compras em localidades melhores e mais distantes. São aqueles pobres que moram em localidades de alta criminalidade que sequer conseguem receber uma pizza em casa.

    Imagine o tal custo-Brasil….

  2. “São aqueles pobres que moram em localidades de alta criminalidade que sequer conseguem receber uma pizza em casa.”

    A culpa de tudo isto não é da criminalidade(Nome incorreto para protesto por direitos sociais pelos mais pobres) mas sim das pizzarias que não têm compromisso para com sua função social de incluir a população carente em suas rotas de acesso.
    A verdade é que a burguesia pizzaiola está apenas interessada em maximizar seus lucros em detrimento de atravessar labirintos de poças, montanhas de lama e território de movimentos sociais julgados como criminosos(Absurdo) para entregar suas mercadorias.

    A solução para tal não é o mercado, mas a estatização do serviço das pizzarias para que sejam voltadas ao seu compromisso de inclusão social.

  3. Texto simples e esclarecedor
    fico triste de pensar que no Brasil todo mundo quer levar vantagem em tudo
    e a honestidade plena nunca será atingida
    Aqui parece a lei da selva
    o Tempo todo aparece alguém tentando dar um golpe em outro

  4. “Teríamos de andar sempre carregando instrumentos de medição para nos certificarmos de que realmente estamos recebendo o volume correto de gasolina e o quilo correto de carne.”

    não é por isso justamente que permitimos que o Estado assuma essas funções, através de orgãos fiscalizadores? essa não é uma função útil do Estado?

  5. Se bem analisado veremos que a idéia da democracia como estratégia para manter as estruturas de Poder estatal corresponde EXATAMENTE a difundir a IDÉIA DA PRAXIS PURA. Ou seja, amoralidade absoluta!

    Sim, afinal não há mais certo e errado e tão pouco há sentido na idéia de legitimidade (que torna-se sinonima de legalidade). isso acontece porque a idéia da tal de democracia é aquela em que os “representantes” defendem os INTERESSES dos seus eleitores. Simples assim. O governo/Estado deixa de ser uma força a serviço da justiça e legitimidade para apenas ser um amontoado de coronéis e jagunços a serviço da alegada parcela majoritária da população.

    Esta é a estratégia em que se enquadra a democracia eleitoreira, conseguindo através deste aestratagema dividir a sociedade (esxplorada pelo Estado) fazendo-a lutar contra si mesma em seus diversos setores. Enquanto isso TODO O GRUPO ESTATAL SE MANTÉM UNIDO para EXPLORAR A SOCIEDADE e combater a liberdade que lhes impediria tal exploração.

    Sob a idéia da democracia inexiste a teoria sobre o certo e errado, o justo e injusto, o legitimo ou ilegitimo, pois que tudo é questão de PRAXIS: O Estado é a maior força coesa dentro de um pais e assim, tudo que for decidido nos conchavos estatais torna-se A PRAXIS irresitivel. Portanto solucionou-se a velha questão sobre se a justiça é ou não a vontade do mais forte: A PRAXIS IMPÕE-SE e portanto a teoria torna-se apenas uma excentricidade de gente pouco pragmatica.

    Muitos são, a estrondosa maioria, os que defendem o arbítrio pragmatico como construção de uma “moral utilitaria”, louvam o utilitarismo. Claro que o resultado é a desconfiança, é a busca pela realização de INTERESSES sem qualquer constrangimento.

    AS IDÉIAS DE JUSTIÇA, DIREITO NATURAL, HONESTIDADE E LEGITIMIDADE ESTÃO SENDO PERDIDAS.
    A idéia mesmo de honestidade começou a ser combatida pela idéia de bondade como superior moral. …Era de se prever a sequencia…

  6. ÔPA!!!

    Eis aqui a mais explicita razão de o Estado incentivar a desonestidade menosprezando seus malefícios e descaracterizando sua violação ética e moral.


    denes dias 29/09/2013 15:47:44
    “Teríamos de andar sempre carregando instrumentos de medição para nos certificarmos de que realmente estamos recebendo o volume correto de gasolina e o quilo correto de carne.”

    não é por isso justamente que permitimos que o Estado assuma essas funções, através de orgãos fiscalizadores? essa não é uma função útil do Estado?

    É exatamente isso!!! …O ESTADO ATUA PARA AUMENTAR A PRÓPRIA DEMANDA!

    Muito do que é aceito como reflexão argumentada é assim tomado não com base em argumentos, mas com base em caretas, gritos de repúdio e ostentação de indignação valorizadora. Ante estes estimulos a alguns dos 5 sentidos (audição, visão e mesmo tato) a HERANÇA SÍMIA faz com que os indivíduos, ao perceberem estas manifestações morais que parecem expressar grande satisfação pessoal com a pretensa superioridade opinativa, se queiram usufrutuarios de iguais sensações propagandeadas com tanta veemencia e as repetem em si mesmos. …PRONTO!!!

    Funesto que seja para uma espécie dita racional, o humano ainda traz consigo um tanto do instinto símio como herança. Quando emocionado – manifestações freneticas aos sentidos causam emoção: barulho, cenas chocantes, odores fortes etc. – o humano não passa de um símio e sentindo-se inferiorizado e desejoso de usufruir das mesmas sensações e auto conceito aparentemente dignificante a ele exibido, SIMPLESMENTE IMITA na esperança de SIMULAR EM SI A MESMA AUTOGRATIFICAÇÃO QUE LHE É EXIBIDA pela defesa de uma opinião, por mais irrefletida e estípida que seja.

    É exatamente por isso que MANIFESTAÇÕES COLETIVAS EXERCEM TANTA FORÇA SOBRE O COMPORTAMENTO DAS MASSAS, sobretudo estúpidas.

    Aquilo que é discutido ponderadamente em clima de absoluta reflexão jamais irá superar um falatório frenético na arte da persuasão sobre massas. Não é atoa que o debate particular não prospera. Ha temor de perder a opinião conveniente ao apoio comunitário e em meio à massa extasiada por alegações desconexas, embrulhadas numa simulada exibição de consciência racional nas assertivas descompromissadas com a realidade ou a lógica. Afinal, pela pujante “ESPIRAL DO SILÊNCIO” a tendencia é que todos creiam que todos entendem e anuem com as alegações estapafúrdias e assim com elas desejam ardentemente anuir e se irmanarem na massa que aparentemente se autoglorifica em frenesi imitativo. Daí que a oratória dos salafrários é convencedora: quanto mais transmitem emoção e pouca razão, mais são acolhidos pela massa em extase auto induzido para deleite emocional.

    Um sabio falando é completamente superado por um bando de idiotas gritando.

    Assim, ateravés de simulacros emocionais gratificantes se pode construir uma moral cretina.

    Foi exatamente assim, pela repetição frenética sem apelos à reflexão, que A IDEIA DE HONESTIDADE FOI COMPLETAMENTE SUPERADA PELA IDÉIA DE BONDADE e mesmo auto desprezo (querer bem a si, fazer por si tornou-se o defeito do egoísmo) COMO VALOR MORAL SUPERIOR.

    A idéia moral de desprezar a justiça em nome da caridade, confundindo-se necessidade com direito, sofrimento com mérito e auto desprezo com valor comunitário, é exatamente a mais efetiva estratégia política para fomentar e manter o PODER de UNS SOBRE OUTROS, para explora-los e transforma-los em meros utensilhos de uma auto intitulada “elite da espécie humana” que se atribui o direito de dominar completamente a vida da “plebe estúpida animalisada”. Conforme o celebrado Platão concebeu em sua república canalha. A idéia de Platão fomentou muitas ideologias.
    Aqueles que se querem ver como “de ouro” desprezam absolutamente aqueles que querem ver como “de bronze”, mas são mesmo é feitos de merda.

    Abraço

  7. Um exemplo:

    Repete-se insistentemente que “não se pode fazer justiça com as próprias mãos!”

    Isso levado a cabo se esta de fato menosprezando a idéia de justiça.
    Seria preferível a injustiça pelas mãos das autoridades do que a justiça pelas proprias mãos?

    Só essa afirmação já bem mostra o interesse do estado em monopolisar o julgamento e tomar para si a mais importante das tarefas humanas.
    A alegação de que tal levaria ao caos é uma estupidez. Afinal, se feita a justiça com as próprias mãos caberia ao Estado como empresa prestadora de serviços à população (e não como na realidade é, o proprietario da população) apoiar a justiça feita. Caso de injustiça seria então combatido pelo Estado como prestador de serviços e não como senhor sobre a população.

    Ou seja, não haveria caos algum.

    Frederic Bastiat em seu fantástico livro “A lei” foi no ponto exato:

    “transformam a legitima defesa em crime para punir a legitima defesa”

    Já no sec XIX Bastiat percebeu isso e portanto esta ESTRATÉGIA POLÍTICA DO GOVERNO NÃO É NOVA COMO MUITOS ACREDITAM. Nada é novo nesta história funesta. São estratégias de dominação muito bem pensadas.

    Uma população arrebanhada, sem noção de seu legitimo direito e força, simplesmente é como uma boiada de propriedade de um fazendeiro e controlada por “vaqueiros de humanos”.

    Negar ao indivíduo o direito de fazer justiça é desumaniza-lo.
    …Curiosamente, por enquantoa ainda, mesmo existindo a figura legal da legitima defesa, foi criada a canalhissima figura do “excesso de legitima defesa” e se a vítima der dois tiros ou ferir o bandido depois de presumivelmente dominado, incorre em crime de “excesso de legitima defesa”.

    Essa figura legal canalha se faz apenas porque seria demasiado absurdo se a lei estabelecese que toda egitima defesa fosse crime. Seria demais para as mentes aceitarem tal aberração. Imagine-se alguém ao ser agredido, assaltado, reagisse e espancasse o bandido. Então a polícia chega e prende a vitima agressora por atacar o bandido em seu trabalho …hehehe! …cabendo a vitima pagar uma indenização e curtir uma cadeia para aprensder a não ser violento.

    De a todos que te pedirem, não reclames se roubarem o que é teu!!! …Essa é uma recomendação que reputo como absurda, indignificante, pérfida mesmo.

    Abração.

  8. Enquanto isso, aqui no Brasil tratamos bandidos que cometem crimes muito piores do que o furto como se fossem bebês. Com toda essa tolerância a criminalidade, não me admira que o país não vá para frente.

    Engraçado é que para esses “sábios”, as únicas condutas em que esse discurso favorável aos bandidos não serve é para crimes de opinião, como seria a tal homofobia ou então as denúncias sempre exageradas de racismo, mesmo quando não há nada de racismo nas declarações.

  9. Em política ou mais propriamente na disputa do Poder de explorar e escravizar populações inteiras, TUDO É RELATIVO.

    Antes proibir declarações em campanhas políticas era censura, coisa de ditadura, agora qdo um partido vai ao judiciario aparelhado (montadores de provas comprometidos com ideologia e partido), sobretudo TSE e conseguem PROIBIÇÕES a MANIFESTAÇÃO de OPINIÕES de candidatos. …mas agora chamam isso de democracia.

    Agora muitos são os “segredos de justiça” e assim muitos casos se perdem sem que ninguém tenha acesso aos processos até que caiam no esquecimento (para o justo ou injusto).

    É discriminação criminalizada melindrar negros ou gays, qualquer divergência ou opinião contra indivíduos negros ou gays é taxada de racismo e homofobia como se um incentivo ao ódio racial ou sexual contra todos gais e negros. Assim induzem e recorrem ao putrefato e aparelhado judiciário (que safadamente chamam de justiça), MAS NUNCA FOI CONSIDERADO INCENTIVO AO ÓDIO E À VIOLÊNCIA, OU MESMO PRECONCEITO, OS DISCURSOS INFLAMADOS CONTRA OS RICOS, OS BURGUESES, OS PATRÕES OU ATÉ MESMO ACUSAÇÕES À “ELITE BRANCA DE OLHO AZUL”. Por mais que pulhas parasitando e ansiosos por parasitar a classe estatal incentivem o ÓDIO, a inveja e a violência contra alvos preconcebidos como inimigos.

    Quando um homem espanca covardemente uma mulher não se ataca apenas o espancador, SE ACUSA PRECONCEITUOSAMENTE “A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER” por parte dos homens.

    ORA, NÃO HÁ VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, MAS CONTRA AQUELA MULHER.

    A idéia política é fomentar a discórdia, de preferência o ódio das mulheres contra os homens (estratégia a lá Sun Tzu: inventar inimigos para aliciar amigos).

    Quando mulheres matam, incendeiam, mandam matar homens, ninguém fala da “violência contra os homens”. nestes casos tudo é corretamente tratado como o crime de uma mulher específica contra um homem especifico.

    É MAIS QUE ÓBVIA A ESTRATÉGIA OU A EXPLICITA ARTE DA GUERRA QUE O ESTADO (coletor de impostos) EXERCITA CONTRA A SOCIEDADE PAGADORA DE IMPOSTOS E OBEDECEDORA DE ORDENS (as leis já são apenas ordens que a hierarquia estatal dá à SOCIEDADE SUBMISSA E EXPOLORADA PELAS CLASSES ESTATAIS.

    Os socialistas marxistas não se importam que NA HIERARQUIA DO PRÓPRIO ESTADO EXISTAM CLASSES ECONÔMICAS. Aliás nos paises marxistas a hierarquia estatal era e é dividida em classes econômicas …E NINGUÉM JAMAIS APONTOU ISSO!!!!

    Adeturpação da realidade e mesmo de mitos é exercitada com maestria por aqueles que defendem o exercicio do Poder através da propaganda massificantye, do falatório insistente, da repetição como meio de “lavar cerebros”. Nada é por acaso.

    Por exemplo:
    Na estórinha Robin Hood era um sujeito que atacava os COLETORES DE IMPOSTOS E OS BENEFICIÁRIOS DOS IMPOSTOS retomando aquilo que fora usurpado da população camponesa e a estes devolvendo.

    A política alterou o sentido da estória, como faz com própria história, e transformou obin Hood em um sujeito que roubava dos ricos para dar aos pobres.
    Claro que essa alteração não foi coincidência. A idéia original era contra o Poder estabelecido, a nobreza cobradora de impostos, de forma que na verdade Robin Hood assaltava o “Estado” ou os interesses estatais, para então devolver os impostos à população.

    O negócio do Estado é o Poder, é nele que o estado investe, é nele que seus aspirantes e beneficiários investem suas propagandas e ideologias safadas.

    Há não uma mistica luta de classes como acusada por Marx, mas sim uma luta do governo/Estado CONTRA A SOCIEDADE SERVIL E PAGADORA DE IMPOSTOS. Nesta luta o Estado, em sua estratégia a lá Sun Tzu, semeia a cizânia dentre a sociedade submissa. A propaganda que o Estado difunde é para CRIAR O MÁXIMO DE INIMIZADE DENTRE A SOCIEDADE PAGADORA DE IMPOSTOS, para assim enfraquece-la, impedindo que se una contra a exploração estatal.

    DIVIDIR PARA REINAR!!! …é uma velha máxima, muito conhecida, decorrente da idéia de Sun Tzu em sua “Arte da Guerra”.

    Abs.

  10. Não é por acaso que tanto se insufla a discórdia, os ressentimentos e a cobiça desculpada como direito positivo.

    A idéia é causar o máximo de discórdia dentre a população pagadora de impostos enquanto se mantém a união dos recebedores de impostos sob uma ideologia que simula justifica-los e legitima-los como senhores dos pagadores.

    Não é por acaso que TANTO SE CRIA ANTAGONISMOS:

    Pobres X Ricos (Onde os pobres são bons/vitimas e os ricos maus/insensíveis)
    Negros X Brancos (Onde os negros são bons/vitimas e os brancos são maus/algozes)
    Mulher X Homem (Onde as mulheres são vítimas e os homens algozes)
    Empregado X Patrão (Onde os empregados são bons/explorados e os patrões são maus/exploradores)
    Pedrestres X Motoristas (Onde os pedrestres são vitimas e os motoristas são elitistas celerados)
    Nacional X Estrangeiro (Onde os nacionais são bons/explorados e os estrangeiros são ladrões ganaciosos)

    …e por aí vai uma infinidade de ANTAGONISMOS, RIXAS, ÓDIOS, RESSENTIMENTOS, INVEJA, COBIÇA, CIUME E ETC. QUE A PROPAGANDA ESTATAL DIFUNDE PARA SEMEAR A CIZÂNIA DENTRE A SOCIEDADE, dividindo-a e jogando suas partes umas contra as outras a ponto de quase todas contra todas nos diversos grupos preestabelecidos como antagônicos. Assim o Estado recebedor de impostos enfraquece a sociedade pagadora e submissa, de modo que jamais se una para reagir a exploração e servidão que as classes estatais UNIDAS por uma ideologia lhe impõe.

    É a mais cabal TEORIA DA COVARDIA que o Estado, que vive do PODER, exercita contra o cidadão que vive do seu trabalho oferecido livremente para trocas espontaneas.

    Abs.

  11. Caro daniel,
    oque efetivamente vc pretende com essa alegaçao?

    Aparentemente sua intenção é desqualificar sem argumentar.

    Primeiramente devo informa-lo que o que se tem feito é apresentar soluções econômicas em defesa de uma ação estatal moderada ou conservadora. Esse tipo de arenga estéril não se “procria” pelo fato fato de a massa não gostar de pensar e sobretudo pelo fato das propostas estatistas, sejam francamente socialistas ou conservadoras – e não venha com a arenga dos neocons, pois as idéias liberais nasceram opondo-se ao mercantilismo, protecionismo, nacionalismo, intervencionismo, subsidiarismo e etc.. Coisas amplamente defendidas pelos então conservadores que atacavam as idéias liberais. Portanto, os defensores do estatismo com propriedade privada – os conservadores – nada possuem de novo, pois em verdade os “neocons” são exatamente como os “velhocons”.

    Entendo que adoradores do Estado que anseia que este imponha a todos a sua subjetividade (subjetividade de cada adorador de entidades mirabolantes) se arrepiem ante a desmoralização de tal entidade, de fato, mística. Não por acaso Ives Gandra (tributarista) expôs grande asneira, e não tão honestamente, em defesa de seu amigo Pessoal Jose Dirceu. Ives apavorou-se ante o descrfédito do STF como instituição. Qualquer coisa que avente possibilidade de descrédito e redução da mistica estatal apavora conservadores ansiosos por, através do Poder estatal, imporem suas manias morais e mesmo algumas econômicas a toda a população.

    Conservadores são como viciados em jogo que, mesmo perdendo, estão sempre defendendo a obriagtoriedade do jogo. Se percebem que os jogadores estão amadurecendo a idéia de não mais jogar, ele apavora-se pois sonha que continuando o jogo poderá ganhar. …Eis o conservador! ..tal qual um viciado em jogo que por mais que perca defende que todos persistam jogando …na esperança de recuperar-se e vencer. Sonham em tomar os Estado com suas manias ideológicas econômicas e arbitrariamente morais. Em economia apenas intervencionistas enquanto moralemnte totalçitários. Já ops socialistas são totalitários tanto economicamente quanto moralmente, apenas seu totalitarismo moral impõe-se após segurança do Poder, antes se exibem maleaveis.

    A solução!!
    …É FÁCIL:
    Basta entender que NENHUM INDIVÍDUO TEM DIREITO DE IMPOR SUA VONTADE A QUALQUER OUTRO ATRAVÉS DO INICIO DA AGRESSÃO.
    Pronto! Pode existir um, dois, tres ou mais empresas governantes administrando serviços para a população.

    Ou seja, ninguém pode legitimamente ser forçado, sob ameaça de lhe ser causado um mal ainda maior, a pagar qualquer tipo de imposto com o qual não tenha concordado explicitamente e previamente.

    As empresas prestadoras de serviços de governo concorreriam pelos clientes e acordos seriam fechados nas localidades dentre moradores e proprietarios que anuiriam com um pagamento ou nada se faria ou se viabilizaria meios de justo usofruto dos serviços.

    Do jeito que é, o Estado é como um místico deus capaz de operar milagres desde que provocado pelos intermediários certos. Ou seja, a hierarquia estatal funciona como correia de transmissão entre o “deus Estado todo poderoso”, milagreiro senhor de todos, e os fiéis ou rebanho nacional.

    Assim, com essa mística, a massa, culta ou inculta, anui que tudo que decorre dos conchavos estatais em seu benefício é legitimo por ser legal. Assim quer perceber motivada por seus interesses sobre os demais que lhe podem favorecer. Ou seja, a idéia de que o estado legitima qualquer imposição moral ou econômica ideologicamente (ideologia: pretenso estudo/amontoado de idéias que se pretendem justificadas pelo fim ou abjetivo redentor que prometem concretizar) é a idéia que faz com que TODOS os que ambicionam imporem suas vontades aos demais DEFENDAM O ESTADO COMO LEGITIMADOR DE QUAISQUER ANSEIOS com os quais concorde.

    Como disse bastiat: “O Estado é a grande ficção através da qual todos pretendem a todos”

    …mas basta entender que ninguém tem direito de impor nada a ninguém e esta solucionada a questão.

    …e é EXATAMENTE AÍ QUE OS TAIS CONSERVADORES se unem aos socialistas utópicos e mesmo aos marxistas em defesa do ESTADO SENHOR DO REBANHO HUMANO NACIONAL. tanto os “velhocons” como neocons que sempre alardearão freneticamente BANDEIRAS UTILITARISTAS em defesa do Estado com plenos poderes e direito sobre a sociedade. È a defesa do poder ou do “jogo”…

    Estes que entram em extase utilitarista num falatório infernal contra a liberdade, não conseguem imaginarem-se sem um “totem” para cultuarem. É ainda um instinto humano essa necessidade primitiva de cultuar entidades místicas e através delas atender frustrações decorrente da faltya de conhecimento sobre a natureza. Um dia esse instinto se perderá. Porém, enquanto isso, tanto conservadores como socialistas utópicos ou marxistas (sim, antes de Marx haviam “seitas” socialistas, como assim apontadas por Marx) persistirão EM SEU FRENESI UTILITARISTA PARA TENTAREM JUSTIFICAR OWS MEIOS POR APREGOADOS FINS.

    Tanto conservadores quanto socialistas de todos os matizes desarvoram a defender o utilitarismo como guia moral e econômico. Não atoa durante a dita dura os conservadores se esbaldavam no intervenncionismo dos milicos traseirudos.
    Adoradores do estado teem a pretensão de que os objetivos que alardeiam são capazes de justificar moralmente (não eticamente) o INICIO DA VIOLÊNCIA CONTRA INOCENTES. Consideram que SEUS ALEGADOS OBJETIVOS SÃO SUPREMOS E REDENTORES e tudo justificam se em seus nomes invocados.

    Conservadores, velhos ou novos, cultuam o Estado como uma entidade com direitos mirabolantes sobre a sociedade (todos os individuos), pois que coletivistas (teem a pretensão de dirigir a coletividade arrebanhada sob tutela do Estado). Não são, senão em intensidade na imposição, moral ou econômica, diferentes dos lunáticos socialistas.

    Abração

    É salutar mudar o foco e passar a apontar o dedo para os estaistas e desmascarar suas estratégias.

  12. …acertando o inicio que se perdeu:

    “Primeiramente devo informa-lo que o que se tem feito é apresentar soluções econômicas em defesa de uma ação estatal moderada ou conservadora. Esse tipo de arenga estéril não se “procria” pelo fato fato de a massa não gostar de pensar e sobretudo pelo fato das propostas estatistas, sejam francamente socialistas ou conservadoras” …serem do tamanho exato para cerebros preguiosos.

    Um socialista ou conservador (velho ou novo) prometem fins, atendimentos de necessidades. Feito isso a “clientela com os biquinhos abertos” pouco se interessa pelo complicado “COMO?”.

    A liberdade não oferece nada “de gratis”, baseia-se no MÉRITO e nas habilidades proprias para produzir bens e serviços úteis e por tal passiveis de serem livremente trocados no mercado (um ambiente e não uma instituição pensante e com intersessores).

    Ora, com o “direito dos necessitados” desde muito inventado como estratégia politica para estabelecimento moral, é mais que evidente que tuma teoria baseada em axiomas e induções lógicas não aliaciará simpatia diante de ideologias que prometem nirvanas e salvação eterna e sen custo.

    As soluções devem partir dos individuos pensando com base em principios axiomaticos (não confundir com achomáticos). Ou seja, considero mais produtivo PROVOCAR REFLEXÕES interessantes e JULGAMENTO ÉTICO E MORAL do que apresentar planos mirabolantes e facilmente deturpados com asserções improprias e estúpidas que apenas visam stender modorrentamente as explicações e desanimar a compreensão por parte de preguiçosos mentais que mais sentem-se confortáveis em repetir papagaiosamente idiotices em meio a farta companhai a ter que se expor a cansativas e exigentes reflexões solitariamente, sem o apoio da manada.

    Sim, há humanos que em nada diferem de gado. Querem irmanarem-se ao rebanho e nele se protegerem. É lógico que com tal comportamento acabem no abatedouro…

    Aliás, pecuaristas mesmo quando cuidam muito bem do seu gado, assim procedem com o objetivo de leva-lo ao abatedouro ou ordenha-lo antes enquanto puderem. Não são boas almas que amam seu rebanho estúpido. São na verdade governates de rerabanhos bovinos nada diferentes de governates de rebanhos humanos …levados para lá e para cá num fácil MANEJO cujo objetivo será sempre a ordenha e o abatedouro…

  13. Por falar em confiança, olhem só o que esse juiz fez:

    veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mau-espirito-das-ruas-chegou-a-justica-ou-segundo-um-juiz-o-que-se-ve-abaixo-e-manifestacao/

    Qual será a dimensão dos efeitos negativos da desonestidade e falta de credibilidade das instituições?

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