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Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas

Os
ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente
poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de
ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas.

Peguemos
o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida.  Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o
livro Silent
Spring
, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas.  O livro se transformou em um clássico do movimento
ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção.  O livro exerceu uma influência poderosa sobre
vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT
(Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início
da década de 1970.

Em
1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia
Nacional de Ciências
dos EUA declarou que o DDT havia salvado mais de 500
milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas ao erradicar os
mosquitos transmissores da malária. 
Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: “Se
tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve
muito, o DDT certamente seria um deles. … Em pouco mais de duas décadas, o
DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem
o DDT seria inevitável”.

Antes
da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países.

O
DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato
de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele
gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele
gerava.

Em
seu livro Eco-Freaks: Environmentalism is
Hazardous to Your Health
, John Berlau, pesquisador e
diretor do Center for Investors and Entrepreneurs do Competitive Enterprise Institute,
escreveu que “Nem um único estudo mostrando o elo entre exposição ao DDT e
contaminação humana já foi replicado”.  Não
apenas isso: em um estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de
DDT durante um ano e meio; até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles
apresentou nenhum efeito colateral em sua saúde.

O
Dr. Henry Miller, membro sênior da Hoover
Institution
, e Gregory Konko, membro sênior da Competitive Enterprise
Institute, escreveram em seu artigo no revista Forbes, “Rachel
Carson’s Deadly Fantasies
“, que o banimento do DDT foi responsável
pela perda de “dezenas de milhões de vidas humanas, majoritariamente crianças
em países pobres e tropicais.  Tudo isso
em troca da possibilidade de uma pequena melhoria na fertilidade das aves de
rapina.  Esta continua sendo uma das mais
monumentais tragédias humanas do século passado.”

Além
das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência
da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma
vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar
novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis
nos países pobres. 

Mesmo
se as estimativas da Academia Nacional de Ciências em relação às vidas salvas
pelo DDT estivessem exageradas por um fator de dois, Rachel Carson e sua
cruzada contra o pesticida ainda seriam responsáveis por mais mortes humanas do
que a maioria dos piores tiranos da história do mundo.

Não
obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não
apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres
humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição.  Só na África, milhões continuam morrendo de
malária e de outras doenças.  Após a
Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste
Asiático e na América do Sul.  Em alguns
casos, as mortes por malária caíram para quase zero.  Após o banimento do DDT, as mortes por
malária e por outras doenças voltaram a disparar.  Por que então o banimento não é revogado?

Porque
este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional.  Alexander King, co-fundador do Clube de Roma,
disse:
“Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a
malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade.  Portanto, meu maior problema com o DDT,
olhando em retrospecto, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão
demográfica”. 

Jeff
Hoffman, representante ambientalista, escreveu
no site grist.org
que “A Malária era, na realidade, uma medida natural de
controle populacional, e o DDT gerou uma volumosa explosão populacional em
alguns locais onde ele havia erradicado a malária.  Basicamente, por que seres humanos devem ter
prioridade sobre as outras formas de vida? . . . Não vejo ninguém respeitando
os mosquitos aqui nesta seção de comentários.” 

O
livro de John Berlau cita vários outros exemplos de desprezo dos ambientalistas
pela vida humana e de como eles transformaram os políticos em seus idiotas
úteis.

A
organização mundial da Saúde estima que a malária infecta pelo menos 200
milhões de pessoas, das quais mais de meio milhão morrem anualmente.  A maior parte das vítimas da malária são
crianças africanas.  Pessoas que defendem
a proibição do DDT são cúmplices nas mortes de dezenas de milhões de africanos
e de asiáticos.  O filantropo Bill Gates
arrecada dinheiro para milhões de redes contra mosquitos; porém, para manter
suas credenciais acadêmicas intactas, a última coisa que ele advogaria seria o
uso do DDT.  Notavelmente, todos os
políticos — principalmente os negros, que deveriam se sensibilizar com seus irmãos
africanos — compartilham esta visão.

A
morte de Rachel Carson não colocou um fim na insensatez ambientalista.  O dr. Paul Ehrlich, biólogo da Universidade
de Stanford, em seu best-seller de 1968, The Population Bomb,
previu que haveria uma enorme escassez de comida nos EUA e que “já na década de
1970 … centenas de milhões de pessoas irão morrer de fome neste país”.  Ehrlich via a Inglaterra em uma situação
ainda mais desesperadora, e dizendo que “Se eu fosse um apostador, apostaria
uma quantia substancial de dinheiro que a Inglaterra deixará de existir até o
ano 2000”.

No
primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, Ehrlich alertou: “Dentro de dez anos,
todas as mais importantes vidas animais nos oceanos estarão extintas.  Grandes áreas costeiras terão de ser
evacuadas por causa do fedor de peixe morto”. 
Apesar de todo este notável currículo, Ehrlich continua até hoje sendo
um dos favoritos da mídia e do mundo acadêmico.

E
há ainda as insensatezes previstas pelos governos.  Em 1914, o U.S. Bureau of Mines [uma espécie de Ministério das Minas e
Energia americano
] previu que as reservas de petróleo do país durariam
apenas mais 10 anos.  Em 1939, o
Ministério do Interior americano revisou as estimativas, dizendo agora que o
petróleo americano duraria mais 13 anos. 
Em 1972, um relatório publicado pelo Clube de Roma, Limits to Growth,
disse que as reservas de petróleo em todo o mundo totalizavam apenas 550
bilhões de barrias.  Com este relatório
em mãos, o então presidente Jimmy Carter disse que “Até o final da próxima
década, poderemos exaurir todas as reservas de petróleo existentes em todo o
mundo”.  E acrescentou: “Todo o petróleo
e todo o gás natural de que dependemos para 75% de nossa energia estão
acabando.”

Quanto
a esta última previsão de Carter, um recente relatório do U.S. Government
Accountability Office [braço auditor do
Congresso americano
] em conjunto com especialistas do setor privado estima
que, mesmo que apenas metade do petróleo existente na formação geológica do
Green River
nos estados de Utah, Wyoming e Colorado seja recuperada, isso
já “seria igual a todas as reservas de petróleo que comprovadamente existem no
mundo”.  Trata-se de uma estimativa de 3
trilhões de barris, mais do que a OPEP possui em suas reservas.  Mas não se preocupe.  Tanto Carter quanto Ehrlich ainda são
frequentemente convidados pela mídia para emitir suas opiniões.

Nossa
contínua aceitação das manipulações, das mentiras e do terrorismo
ambientalistas fez com que governos ao redor do mundo, além de banirem o DDT,
implantassem políticas públicas assassinas em nome da “economia de energia” —
como, por exemplo, as regulamentações estatais que exigem automóveis com menor
consumo de combustível, o que levou a uma redução do tamanho dos carros e a um
aumento no número de acidentes que, em outras circunstâncias, não seriam
fatais.

Da
próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre
iminente, ou dizendo que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma
coisa, pergunte para ele qual foi a última vez que uma previsão ambientalista
se mostrou correta.  Algumas pessoas
estão inclinadas a rotular os ambientalistas de idiotas.  Isto é um juízo errôneo.  Os ambientalistas foram extremamente
bem-sucedidos em impor sua agenda.  Somos
nós que somos os idiotas por termos ouvido e aceitado tudo passivamente, e por
termos permitido que os governos acatassem suas ordens.

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92 comentários em “Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas”

  1. pensador barato

    Leandro Roque tenho uma certa cautela em relação a artigos que atacam ambientalistas impiedosamente,pois acredito que boa parte deles são éticos e na minha concepção alguns são terroristas por saber que apelos emocionais sensibilizam mais do que argumentos lógicos-racionais,então não creio ser o caso o IMB usar do mesmo estratagema ataca-los desta forma e me corrija se eu estiver equivocado em minhas colocações.Desde já agradeço a resposta.

  2. Pessoal, vocês leram?:
    terramagazine.terra.com.br/blogdaamaliasafatle/blog/2013/05/15/por-que-a-midia-da-tanta-trela-para-os-ceticos-do-clima/
    Abraços

  3. O caso do petróleo pode parecer super surpreendente para muitas pessoas,mas não para mim !. Já faz décadas que fazem previsões que um dia o petróleo do mundo iria se acabar. E hoje se descobre um quantidade fantástica de petróleo num só país, os EUA. Que quantidade existira no mundo de petróleo ?

    Como disse tal noticia desta fartura incrível de petróleo não me surpreende. A razão de não me surpreender é que só um cristão bíblico e acreditou na Criação . De que Deus é o Criador deste mundo e o criou com incrível Sabedoria.

    E nesta sua Sabedoria dotou a Terra com imensa abundância de recursos.
    È lógico que nesta Suprema Sabedoria não poderia haver á falha de um determinado mineral ou recurso,importantíssimo para humanidade,de repente escasseasse e por fim acabasse. Deixando o mundo em apuros.

    Na realidade nenhum mineral ou recurso vai se tornar escasso ou acabar. fbds.org.br/fbds/IMG/pdf/doc-602.pdf Como preveem este site.
    O mundo tem todos os recursos naturais abundantes e suficientes até que o Senhor Jesus volte e implante o seu Reino na Terra.

    Sei que para muitos minha opinião é religiosa demais, é “muitíssima baseada na Fé “.

    De fato é muito baseada na Fé em Deus, no Criador do Universo.

    Se tenho Fé até em demasia,más, os “profetas” que dizem que o petróleo vai acabar, da enorme escassez de recursos naturais,da falta da água no mundo no futuro,etc,etc por acaso tem alguma Fé. A Fé é um recurso totalmente extinto neta gente como Ehrlich,Carter,Thomas Malthus,ambientalistas fanáticos,políticos socialistas e muitos outros.
    A total falta de Fé faz que essas pessoas fiquem sempre prevendo desastres,crises terríveis,cataclismas. Sem Fé é impossível ter esperança.
    O interessante é que os ambientalistas fanáticos e cia,mesmo depois de verem suas previsões de desastres não se cumprirem ou mesmo saírem muito ao contrário de suas previsões(vejam o caso do fim do petróleo e da fome no mundo por causa da super população,The population bomb).

    Não se emendam e continuam a ter as mesmas opiniões e fazendo previsões terríveis. Posso ter errado num detalhe no meu comentário, talvez o problema desta gente não seja á falta de Fé (fé em Deus no caso)mas, um tipo de fé diferente que professam , ainda desconhecido por mim.

  4. Tem um detalhe especialmente triste neste assunto.

    Famílias numerosas geralmente são constituídas de pessoas pobres e de baixa instrução, que por isso mesmo não sabem e/ou não querem evitar mais filhos.

    Quando as pessoas tornam-se bem informadas e a qualidade de vida sobe para um nível aceitável, a tendência é elas próprias administrarem melhor suas vidas, o que inclui limitar o número de filhos.

    Ou seja: se estão tão preocupados com a explosão populacional, o melhor que poderiam fazer para detê-la seria justamente lutar contra o intervencionismo e a favor dos princípios do livre mercado.

    * * *

  5. Alguém pode me dar uma dica?
    Minha filha tem 8 anos e na escola particular que ela estuda (acredito que em outras também) eles ensinam “ecologia” na disciplina de “ensino religioso”. Viram o duplo assassinato intelectual?
    1º: ensinam “estudo religioso” (algo que deve ser feito na igreja da religião de cada família, não na escola)
    2º: No lugar do tal “ensino religioso”, eles colocam nesses livros matérias sobre ambientalismo (aquela baboseira demagógica que já sabemos qual é).

    Minha filha adora escrever e parece ter mesmo certo dom para literatura. Infelizmente, não sei como dizer “não” nesses assuntos que não acredito. Não queria embaralhar a cabecinha dela nesta idade, e talvez só a advertisse quando estivesse mais madura, aos 11, 12 anos. Por enquanto, tento ver o “ambientalismo” que lhe ensinam como um mero conto de fadas, igual a tantos que ela já lê e adora reler.
    Por favor, dicas!

  6. Parabéns pelo artigo. Só não entendi como é que falando em terrorismo ambientalista e políticos não foi citado o caso do Al Gore. Acho muito relevante, um exemplo ilustre do mesmo.

  7. Gostaria de ver algum material também sobre o famigerado caso do buraco da camada de ozônio e a proibição do CFC.

    Agradeço a quem puder compartilhar.

  8. Eu defendo um palavra para todos esse fatos e argumentos: Desequilíbrio! A partir do momento que uma população aumenta desproporcionalmente sobre outras (s) o ocorrem esse tipo de fato e muitos outros que estamos acostumados e presenciar. Harmonia só existe com equilíbrio. A verdade é que a humanidade cresceu de forma desproporcional e há muito tempo enfrentamos as consequências. Doenças, violência, corrupção, miséria…tdo isso é consequência de desequilíbrio.
    Não acho de forma algum correto ignorar os conceitos de Ecologia, pois é essa matéria considerada como bobagem, que nos faz enxergar os dois lados da moeda.
    No entanto…não é mais possível voltarmos no tempo. A humanidade vai continuar crescendo e cada vez mais vamos nos deparar com situações similares.
    O fato é que, estamos num jogo de interesses, para ver quem tem razão, sendo que nunca mais haverá solução para tal questão… Ja aconteceu!

  9. Vejam só a contradição dos ecochatos: Eles aceitam que DDT seria uma espécie de “controle populacional”, pois mosquitos da malária matam pessoas. Agora leiam abaixo uma notícia no site da Veja,aqui.

    DDT: bom contra a malária, ruim para libido e fertilidade

    BLANTYRE, Malawi (AFP) – O inseticida DDT não deve ser usado para combater a malária no Malauí porque provoca redução da libido e da fertilidade masculina, segundo um oficial citado pela imprensa esta sexta-feira.

    “Os efeitos colaterais do DDT sobre os homens é que se cansam logo e que sua libido diminui, bem como a produção de esperma”, disse Andrew Daudi, do ministério da Agricultura, em entrevista ao Weekend Times.

    O DDT é proibido no Malauí, mas os deputados pediram que volte a ser autorizado para eliminar os mosquitos vetores da malária, doença que mata centenas de pessoas por ano nesta pequena república da África austral.

    “O DDT não é amigo do homem”, acrescentou o funcionário.

    No entanto, o deputado R. Chirwa, citado na mesma publicação, protestou contra esta tomada de posição.

    “Devemos morrer de malária porque os homens querem produzir mais esperma e desejam ter libido forte? Isto não se sustenta!”, disse o deputado.

  10. Joeber B. S, de Souza

    É extremamente delicado tocarmos neste assunto dos ambientalistas, pois muitos pesquisadores são patrocinados pela indústria ou por um governo corrupto, ou quando não, tornam-se cegos por suas crenças políticas doutrinárias. Ou seja, nunca saberemos se haverá 100% de isenção nos artigos que lemos. Só para complementar este artigo, às vezes quando o governo investe em campanhas caras de vacinação com argumentos de salvar vidas, que no caso da gripe suína H1N1 são muito poucas em relação à morte pela malária, ele faz um esforço hercúleo e bilionário. Vejam abaixo o que foi publicado pela repórter Mariana Lenharo no Jornal da Tarde – Grupo Estado, em novembro de 2011. blogs.estadao.com.br/jt-cidades/eficacia-da-vacina-contra-a-gripe-suina-e-questionada/#comments
    Conforme o artigo publicado nesse jornal não há provas científicas de que a vacina contra o vírus H1N1 seja eficaz, isto foi afirmado por especialistas internacionais no VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em São Paulo. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde da época, Jarbas Barbosa silva Junior reforçou esta ideia ao dizer que faltam evidências que mostrem o impacto desta vacinação.
    Para o professor Arthur Lawrence Reingold, chefe da Divisão de Epidemiologia da Universidade da Califórnia, nenhuma das estratégias atualmente disponíveis para conter o vírus – do uso de antivirais ao isolamento dos pacientes – tem eficácia comprovada." "Não acho que a cobertura vacinal tenha a ver com a mudança na circulação do vírus. Ainda não é possível conter uma epidemia de influenza, só atrasá-la".
    O médico espanhol Juan Gérvaz, da Sociedade Espanhola de Saúde Pública e Administração Sanitária, foi enfático ao afirmar que a reação à gripe H1N1 foi exagerada e que o desenvolvimento de vacinas, bem como a adoção do antiviral oseltamivir (o tamiflu), teria atendido a interesses da indústria farmacêutica.
    Para justificar seu ponto de vista, ele cita que a mortalidade pela influenza A na Polônia, onde ninguém foi vacinado, e na Espanha, onde uma parcela da população recebeu a vacina, foi semelhante. "As vacinas se transformaram em um negócio. Cada vez tem mais vacinas para doenças menos importantes", avaliou.
    Do ponto de vista do nosso governo seria mais prudente salvar algumas vidas a qualquer preço mesmo sem comprovação de sua eficácia, ou seja, um exemplo de desperdício do dinheiro público fomentando negociatas com as indústrias oportunistas?
    Do ponto de vista da indústria seria uma excelente oportunidade aumentar o seu faturamento através de um comprador 'acéfalo" ou "corrupto" que é o governo brasileiro?
    Do ponto de vista mais cético, ou seja, dos pesquisadores, a gripe poderia ser, assim como, a malária uma excelente forma de redução da população mundial que vivem nos países subequatoriais? Como assim, se populações não vacinadas tiveram a mesma mortalidade?
    Nestas questões residem os interesses de gigantes que entram em colisão, e qualquer opinião sobre elas nunca terão 100% de isenção.
    Vamos analisar a situação da malária e do H1N1 do ponto de vista econômico.
    O DDT muito barato, eliminação da malária eficaz, muita gente viva em locais de grandes riquezas a serem exploradas, maior facilidade de entrada de investimento, melhorias na qualidade de vida e potencial de consumo de bens e serviços, maior potencial de investimento local na produção de inseticidas mesmo que mais caros e substituição do DDT se fosse demonstrado ser o novo superior em relação à eficácia, eficiência e efetividade e menor risco para a saúde. Vacina para o vírus H1N1, pouco eliminação do vírus, sem impacto na mortalidade, mas sua alta morbidade nos lugares de grande densidade populacional e grande produção prejudicaria muito os grandes centros. Seu alto custo é compensado por uma possibilidade de diminuição dos riscos de queda da produção. Se comprovado sua falta de eficiência, eficácia e efetividade através de estudos epidemiológicos suspenderíamos a vacinação, mas já que o controle deste vírus é importante para a produção, deve-se investir parte do lucro desta produção em pesquisas na tentativa de uma vacina melhor.
    Reparem como é cruel a forma de governar o nosso Estado. Onde o mercado deveria investir em pesquisa assumindo os seus riscos, já que o motivo da vacinação para H1N1 foi o risco de queda da produção, o governo investe nossos impostos em uma vacina sem comprovação de eficiência, além da fomentação de um mercado bilionário de empreendedores incapazes, tudo isso com os nossos impostos.
    E nas regiões cuja economia necessita de mais e melhores investidores, para que a mesma prospere, o governo em nome destes mesmos empreendedores incapazes, não investe nada de nossos impostos, mesmo sabendo da existência de um produto eficiente, eficaz e com efetividade como poderia ser o DDT.
    Vou dar um exemplo que conheço que exemplifica este excelente artigo do Leandro, me corrijam caso esteja errado. O que seria dos bilionários negócios de entretenimento como o da Disney em Orlando caso existisse a malária lá? Seria a mesma coisa que é hoje? A diferença é que os lucros são tão altos que compensa gastar milhões de dólares anualmente no controle dos vetores da malária em Orlando, após sua extinção. Além do mais combater os vetores da malária em suas florestas é um grande negócio para manter um negócio maior que é a indústria bilionária de entretenimento. Será que o DDT nunca foi usado por lá? Claro que sim. E só foi substituído após a prosperidade local, assim como na Itália e Espanha? Talvez sim. Ou foi substituído por terem achado que ele causa câncer? Claro que não. Não podemos banir um grande produto por suas incertezas de efeito colateral, diante de seus excelentes resultados, salvo ele gere mais lucro pra quem quer bani-lo. Veja o exemplo da indústria de tabaco, responsável por 90% dos cânceres de pulmão, por que não bani-lo? Pelo contrário, criou-se um novo mercado bilionário para combatê-lo e não bani-lo. Concluindo, qualquer argumento contra o uso do DDT é questionável e gostaria de ter mais bases para banir estes argumentos ambientalistas. Falta consciência ética mundo? Ou existe razões demais para ignorá-la?
    Abraços.

  11. Dalton C. Rocha

    Ecologia é eugenia pintada de verde.
    Dei-me um ecologista e eu lhe darei um racista, um preconceituoso e um charlatão.
    A esquerda antes era vermelha. Agora, a esquerda é verde.

  12. Exagerada também é o ataque aos ambientalistas. Certamente há pessoas desonestas, alarmistas e exageradas na atuação ambientalistas, mas a negação intransigente de tudo que representar impacto ambiental, ou que for de encontro à lógica Ancap do IBM também não é honesto.

  13. Janaìna disse : Precisamos de alimentos para esse povo meu caro, estamos nos limites de produção e quase sem fronteira Agrícola e vc ainda defende essa idéia de qualidade de vida com aumento populacional???

    Sabe ! Há tempos atrás eu ouvia de forma triunfante e exaltada de que o Brasil seria o país maior produtor de alimentos do mundo. Isto é dito para elevar o orgulho dos brasileiros.
    O Brasil colhe em 2013 uma safra de 184 milhões de toneladas de grãos, a maior de sua história.
    Por curiosidade fui pesquisar quando colhem outros países e me impressionei com os números gigantesticos . A China colheu em 2012,cerca de 589,57 milhões de toneladas de grãos, a produção vêem crescendo há 9 anos consecutivos .

    Os EUA também colhem mais de 500 milhões de toneladas de grãos anualmente.
    Portanto o Brasil deveria colher mais de 600 milhões de toneladas de grãos se quiser ser o maior produtor de grãos. Acredito que o Brasil possa conseguir alcançar esse número assombroso de grande.
    Ai ! Os 3 países juntos,Brasil,China e EUA conseguiram juntos colherem mais de um bilhão e meio de toneladas de grãos juntos. È um número super-fantástico,mas, a produção de alimentos no século XXI será cheia de números super-fantásticos.

    Agora sobre os minerais,Janaína já ouviu falar da mineração submarina ? Que está apenas começando. Veja umas noticias a respeito. http://www.engenhariademinasnews.com/mineracao-e-metalurgia/corrida-por-mineracao-no-fundo-do-mar-gera-polemica

    http://www.advivo.com.br/blog/paulo-cezar/mineracao-submarina

    Janaína já ouviu falar de Mineração Espacial. È isto mesmo estão procurando buscar minérios fora do planeta Terra. Veja noticias:reporteralagoas.com.br/novo/?p=57533

    revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI303604-17770,00-MINERACAO+ESPACIAL+DEVERA+COMECAR+NOS+PROXIMOS+ANOS.html

    Janaína ! Querida ! Aprenda uma coisa ! Este mundo é muito mais complicado do imagina. Ponha isto na sua mente simplista.

  14. Andre Cavalcante

    Sinceramente há muito de religião e pouco de ciência na discussão.

    Primeiro ecologia é ciência, estuda as leis de interação entre os seres vivos e seu meio ambiente. Antes de qualquer coisa é fundamental para o próprio ser humano saber o seu lugar neste mundo e como interage com o seu meio ambiente físico. Sem este estudo básico, as evoluções em agricultura se tornam mais difíceis. Logo, boa parte da grande evolução na agricultura moderna se deve a métodos estudados primeiramente por ecologistas, agrônomos, biólogos, químicos etc. É com o trabalho e estudos sérios desse pessoal que a qualidade do ar, da água, dos alimentos etc., nas cidades e no campo vão melhorando.

    Outra coisa, ecologia não é ambientalismo. Ambientalismo é movimento político e ideológico. E como todo movimento desse tipo, tem lá os seus encantos e seguidores, mas essa de confundir a ciência com o movimento é dose. Sei que é caso pensado: os partidários querem dar um ar de autoridade às suas ideias, mas, como os primeiros “papas” escolheram somente os textos que mais lhes agradavam. Odum filho, ecologista, é cientista, mas o Odum irmão está mais pra ambientalista.

    Por outro lado, achar que a Terra está com os dias contados por causa do homem, além de ignorância científica, é um apelo a emoção sem nenhum sentido.

    Para aqueles que acham que tem muita gente na Terra, fiz umas contas um dia desses e posto aqui novamente. Somos 7 bilhões. Se morássemos em famílias de 4 pessoas, necessitaríamos 7/4=1.75bi de casas. Se cada casa ocupasse 200m2 (uma casa padrão americano), ocuparíamos 350.000km2, o que menos que o estado de Mato Grosso do Sul. Ou seja, temos espaço de sobra para vários bilhões de pessoas.

    Para aqueles que acham que a água vai acabar, o consumo de água potável por habitante é da ordem de 500 litros/pessoa/dia = 0.5m3/pessoa/dia * 7 bi = 40.500 m3/s << 209.000m3/s. Ou seja, só o que o Amazonas despacha no oceano a cada segundo 5x mais de água doce do que tudo o que a humanidade precisa. Para aqueles que acham que as reservas minerais da Terra vão acabar um dia, esquecem-se que a crosta da Terra (com uma área superficial de 510 mi km2) tem uma espessura de 60km em média, o que dá um volume total de 30bi km3. A mina mais profunda está a menos de 4km de fundo. E olha que não contabilizei a possibilidade de minerar asteroides, algo que já vai se tornar realidade antes do fim do século (já reconheceram um que tem mais ferro do que tudo o que foi minerado na Terra). Para aqueles que acham que o homem é o causador do efeito estufa, por causa da sua produção exagerada de CO2, basta dizer que o CO2 corresponde a apenas 0,039% de todo o ar. Uma gás de efeito estufa muito mais preocupante é o vapor d’água que representa entre 1% (nas áreas secas) a 4% (nos trópicos), ou seja, o vapor d’água tem uma presença 25x maior (na melhor das hipóteses). As emissões humanas são um percentual minúsculos em relação ao todo (fora que medidas recentes mostram que os oceanos já começaram a fixar o carbono extra).

  15. Ok a todos!
    Respeito de verdade todas as opiniões.
    Cada um tem suas ideologias e concepções, essas são as minhas. Não vou mudar o mundo, mas assim como vcs lutam por uma causa, existem pessoas como eu do outro lado.

  16. Ignoram que a DDT também matava muitos predadores do mosquito transmissor da malária e do mosquito transmissor da dengue. Ignoram também as evidências científicas de que a DDT era cancerígeno…

  17. E pq a expectativa de vida não caiu depois do banimento do DDT?

    Aliás, por falar em expectativa de vida, na Coréia do Norte, o DDT ainda é usado:

    “DDT is currently being produced in three countries, India, China and the Democratic People's Republic of Korea. […] Recent information from DPR Korea indicates 160 t of DDT produced per year, mainly for use in agriculture (i.e. not acceptable under the Stockholm Convention) and a small portion for use in public health.” (pag. 4 e 5)

    http://www.pops.int/documents/ddt/Global%20status%20of%20DDT%20SSC%2020Oct08.pdf

  18. Pessoal, alguem conhece um documentario sobre o Aquecimento Global (ou Mudanças Climaticas) que demonstre de forma honesta e imparcial as falhas e incoerencias deste alarmismo ambientalista. Eu encontrei muitos no youtube da BBC, Canal 4, Discovery com o titulo “A Farsa do Aquecimento Global” mas gostaria de receber uma indicação do pessoal aqui do IMB que ja tenha visto um bem produzido e de otima e simples qualidade argumentativa. Estes tempos atras eu assisti o “Trabalho Interno” que apesar de ser bem produzido, se mostrou um pouco parcial com um vies anti-capitalista (fazendo juizo moral sobre a riqueza dos bilionarios de Wall Street) e estatista (apontando supostas “falhas de mercado” no mercado financeiro e clamando por intervenções mais duras, no caso o governo americano e suas agencias regulatorias), porem no quesito argumentação, apontou os verdadeiros fatos que cuminaram na crise de 2008, como os titulos podres, a bolha imobiliaria, etc etc que tambem sao apontados nos artigos do IMB sobre o mesmo assunto, ou seja, apesar do apelo esquerdista eu achei o documentario muito bom. Enfim, gostaria de uma indicação de documentario sobre o assunto, so que bem produzido e o mais imparcial possivel, se alguem ja assitiu algum por favor indique para mim.

  19. Para controlar o crescimento populacional, basta fumar, pois causa impotência. Ou então incentivar o uso de veículos, por causa dos acidentes. Ainda há a opção de não se preocupar com o discernimento alheio, para que os menos esclarecidos matem uns aos outros. just kidding

  20. Agora, falando sério.

    O problema não é a superpopulação. O problema é esta engenharia social que prega o hedonismo e a irresponsabilidade. O casamento moderno foi tão destroçado pelo feminismo que virou um peso pro homem. No passado, no tempo das donzelas, as núpcias era o momento mais feliz e prazeroso na vida de um homem, e o casamento era até vantajoso pro homem, devido que um mundo mais “pacato” daqueles não tinha lá muita opção de diversão e uma família numerosa e unida servia como refúgio e integração social pro homem. Hoje em dia, com o feminismo e o marxismo cultural, na era da “marcha das vadias”, com a mídia propagando relações descompromissadas, com a banalização do sexo e homens e mulheres não se relacionam mais para cumprir a função biológica de procriar e construir família. Se relacionam só pelo prazer. E um filho hoje é considerado um encargo, um peso. Vejam o video do Padre Paulo Ricardo sobre isso:

    http://www.youtube.com/watch?v=YZq3Pz5xgu0

    Afinal, pq casar e formar família se pode viver na libertinagem? E este hedonismo que é ruim. Afinal, quem não conhece mulheres solteiras que tem dois ou três filhos de pais diferentes? Procriar assim, sem responsabilidade é que é ruim. É por isso que antigamente, o sexo fora do casamento era severamente repreendido, para evitar a irresponsabilidade e para ter sociedade estáveis e funcionais (como eram).

  21. Lembro de ser “ensinado” sobre os perigos do DDT há alguns anos, no colégio. Nessa mesma época, os livretos e reportagens já sentenciavam a escassez; minha preferida é a escassez de água. Jamais me esquecerei de quando ouvi que até 2030 toda a água do mundo teria acabado. Marcou-me demais essa previsão risível pois mesmo sendo uma criança, eu dei risada e resolvi confiar no taco da humanidade. Pois bem, ainda confio. Aguardemos 2030, pessoal!

  22. O liberalismo, ou qualquer sistema que se baseie na extração constante e descontrolada de recursos naturais para alcançar crescimento econômico infinito, é inviável a longo prazo, pois vivemos num planeta finito cujos recursos se renovam num ritmo finito. Assim, ainda que todos fossem milionários, isso de nada adiantaria se tivéssemos que respirar ar poluído e comer comida carregada de tóxicos. Hoje, até certo ponto, você ainda pode se afastar desse estilo de vida, mas quando não houver mais natureza para devastar, não teremos escolha (a menos que o dinheiro seja comestível). É isso o que você quer para seus descendentes?

  23. Quanto à questão do DDT, devo ainda lembrar que a epidemia de percevejos de cama assola os países desenvolvidos e é um problema muito sério. Será que o mundo vai ter que afundar em percevejos (numa casa qualquer, os primeiros 40 insetos se transformam em 6.000 em 6 meses)para se tomar uma providência? Os prefeitos e governadores dizem que não é um problema de saúde pública, pois eles não passam doenças (SIC)[devo dizer: a certeza sobre isto deve ser a mesma de que o DDT causa câncer]! Que tal trancarmos estas “autoridades” (e mais os ambientalistas radicais)num prédio cheio de percevejos de cama?

    Minha proposta: voltar a legalizar o DDT já!

  24. Tem partes desse texto que me lembram um texto do Michael Crichton chamado “Environmentalism as a Religion”. Ele menciona que não há uma única evidência de que DDT cause afinamento de casca dos ovos de aves de rapina e depois menciona o experimento das pessoas que comeram DDT. O ambientalismo, na visão dele, seria uma religião.

    Só uma pergunta: vcs conhecem um texto do psiquiatra inglês Theodore Dalrymple (nome verdadeiro, Anthony Daniels), chamado “Sympathy Deformed”? É bem interessante, narra como o politicamente correto é apenas uma nova maneira de incentivar o marxismo através do coitadismo. Nesse texto, T. Dalrymple narra como as políticas socialistas de Julius Nyerere, presidente da Tanzânia, arruinaram o país causando escassez e corrupção: não havia razão para produzir nada porque não havia nenhuma recompensa para produzir qualquer coisa.

    Acho que seria um texto muito interessante para o site.

  25. Um bom artigo complementar defendendo o DDT:

    diariodovale.com.br/bastidores-e-notas-por-aurelio-paiva/proibicao-do-ddt-como-inseticida-matou-milhoes-e-nos-trouxe-a-dengue-e-a-zika/

  26. Frederico Calijorne

    Oi Pessoal,

    Postulo em minhas conversas e aulas que o crescimento desse ambientalismo foi bem sucedido porque cooptou os órfãos do socialismo após a derrocada do sistema no fim dos anos 80.

    Todos aqueles que eram contra o capitalismo ficaram sem ter uma causa e adotaram a fantasia de melancias para continuar combatendo o modelo econômico vigente. Verdes por fora, vermelhos por dentro! E, convenhamos, ela foi bem mais conveniente, já que é muito mais trabalhoso convencer alguém que usar inseticida, fazer manipulação genética e inventar fertilizantes é de fato bom pra nossa espécie humana.

    Abraços,

    Fred

  27. Esse artigo está cheio de erros, com todo o respeito, porque gosto muito desse site, mas isso não me impede de criticar alguns artigos (como esse)

    Primeiro, o DDT foi proibido definitivamente no Brasil apenas em 2002, ele de facto quase extinguiu o mosquito da dengue no Brasil em 1950-19XX, porem, ele não extinguiu ele é menos eficaz em países tropicais com elevada população de mosquitos, apenas matou os menos resistentes, selecionando aqueles resistentes, e esses, proliferaram. O DDT foi proibido definitivamente no Brasil apenas em 2002, você tem várias décadas com seu uso e a dengue subindo.. Exatamente porque foi selecionado os mosquitos resistentes (seleção artifócal-natural)

    Assim, o DDT é ineficaz de qualquer forma..

    Outra coisa, existe vários estudos que mostram seus efeitos ao meio ambiente. Não apenas esses citados pelo artigo..

    Recomendo ao site que retire o artigo, ou atualize ele com a visão oposta, para não provocar desinformação

  28. “em um estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio; até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou nenhum efeito colateral em sua saúde”.

    A que estudo o autor do artigo se refere? Desde já, agradeço.

  29. Guilherme Silveira A. Santos

    O ambientalismo não passa de uma fraude política oriunda do romantismo transcendental do século dezenove e da ridícula nova esquerda dos anos 60.

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