Querer
que a liberdade seja o princípio organizador de uma sociedade e de todo um modo
de vida é um objetivo simples, porém trabalhoso. Aquele que quer esta liberdade deve
continuamente batalhar pela liberdade de expor suas ideias, de expressar e
discutir suas visões, de se organizar livremente em associações ou grupos não
coercitivos, de arranjar sua vida econômica e social da maneira que mais lhe
aprouver (desde que seja pacífica) e, principalmente, de poder escolher a forma
de governo sob a qual quer viver. Para o
homem, desfrutar a liberdade significa trabalhar com o que gosta e com o que lhe
dá prazer, encontrar emprego ou fornecer emprego como achar mais adequado,
comprar e vender livremente seus bens e serviços, e poder manter suas
remunerações. Ser livre é estar
desimpedido e desobstruído para buscar seus objetivos econômicos.
A
ideologia e o programa político que defende a liberdade individual é o
liberalismo. Pelo menos foi assim que
tal programa foi rotulado durante a maior parte da história, e foi assim que
Ludwig von Mises também o rotulou em suas prodigiosas obras. O liberalismo foi a ideologia dominante entre
a Revolução Gloriosa (1688) e a Lei de Reforma de 1867 (que duplicava o número
do eleitorado), além de ter sido uma vasta tendência política e social por todo
o mundo ocidental. Suas demandas
primordiais eram a tolerância e a liberdade religiosa, e o constitucionalismo e
os direitos individuais — os quais, por sua vez, forneceram grande ímpeto para
a teoria e a prática da liberdade econômica.
Os fisiocratas franceses e os economistas liberais ingleses erigiram o
postulado econômico do laissez-faire ao defenderem a propriedade privada
irrestrita dos meios de produção e os mercados livres e desimpedidos, não
sujeitos a nenhuma intervenção política.
Para
Ludwig von Mises, a ordem social baseada na propriedade privada, comumente
chamada de capitalismo, era a única ordem econômica e social exequível e
duradoura. Foi ela quem deu origem à
civilização moderna e a todas as conveniências econômicas já criadas.
Há apenas a alternativa entre propriedade comunal e
propriedade privada dos meios de produção.
São inúteis todas as formas alternativas de organização social, as quais
na prática se mostram auto-anuladoras.
Se também se conclui que o socialismo é inviável, não se pode então
deixar de reconhecer que o capitalismo é o único sistema possível de
organização social, baseada na divisão do trabalho. Esse resultado, vindo de investigação
teórica, não será surpresa ao historiador ou ao filósofo da história. Se o capitalismo tem obtido êxito em manter
sua existência apesar da inimizade que sempre encontrou quer dos governos quer
das massas, se o capitalismo ainda não foi obrigado a abrir caminho para outras
formas de cooperação social, as quais têm gozado, em grau muito maior, das
simpatias dos teóricos e de homens de negócios de conhecimento apenas prático,
isto deve ser atribuído, tão somente, ao fato de que nenhum outro sistema de
organização social é factível. (Ludwig von Mises. Liberalismo
— Segundo a tradição clássica)
Não
importa o tanto que conheçamos sobre o funcionamento do capitalismo — se muito
ou muito pouco –, o fato é que é impossível não admirar suas qualidades
resilientes e duradouras. Professores e escritores
o fustigam por causar exploração e desigualdades, por gerar monopólios e
oligopólios, por contribuir para o desemprego e para o desperdício por sua
suposta falta de mecanismos que assegurem o pleno emprego. E, ainda assim, não obstante todas essas
acusações falaciosas e paradoxais (quem produz exploração, desigualdade,
monopólios e oligopólios, desemprego e desperdício são justamente os sistemas
intervencionistas e socialistas), o capitalismo consegue resistir e se manter
indiferente a estas críticas.
Moralistas
e intelectuais de araque o reprovam em termos morais e culturais, e ainda assim
o capitalismo sobrevive, não obstante as censuras e condenações. Políticos falam sobre as urgentes
necessidades de se dar mais poder ao setor público, e ainda assim o capitalismo
perdura não obstante toda a extorsão e confisco de sua riqueza em prol do setor
parasitário. As características mais
básicas do capitalismo seguem intactas mesmo nos mais lúgubres e inóspitos
cantos do mundo não obstante todas as leis criadas por políticos autoritários contra
o capitalismo e toda a força bruta que os governos utilizam contra os
cidadãos. Seria porque a propriedade
privada e a ordem social baseada nela são elementos profundamente arraigados na
própria natureza do ser humano?
É
difícil encontrar uma ordem capitalista genuinamente livre e desobstruída em
algum lugar do mundo. Governos, que nada
mais são do que aparatos políticos de coerção e compulsão, interferem em
praticamente todas as manifestações da vida econômica. Governos impõem tributos confiscatórios sobre
a produção e a distribuição, e ainda assim empreendedores e capitalistas
conseguem produzir vários bens e ofertar uma ampla gama de serviços com as
migalhas que os governos lhes permitem manter. Governos regulam e restringem a
produção, e ainda assim a ordem social baseada na propriedade privada, embora
algemada e mutilada, consegue perseverar e produzir bens e serviços.
Governos
estipulam salários e interferem continuamente no sistema de preços, e ainda assim a
ordem de mercado consegue continuar respirando na economia subterrânea e nas
atividades “informais”. Governos
inflacionam a moeda, destroem seu poder de compra, expandem o crédito de
maneira populista e impõem leis de curso forçado à sua moeda, e ainda assim a
produção capitalista consegue sobreviver em meio ao caos da destruição
monetária. Governos concedem privilégios
econômicos e imunidades legais para sindicatos e permitem que eles perturbem a
produção e impeçam empreendedores de utilizar livremente seus meios de
produção, e ainda assim, no final, a produção econômica consegue ser retomada,
mesmo que a mão-de-obra e a divisão do trabalho parem de funcionar
eficientemente. Governos praticam
guerras e causam destruição em massa, e ainda assim, quando a carnificina acaba
e nada mais existe para o governo planejar, racionar e distribuir à força,
ainda há resquícios de capitalismo permitindo a sobrevivência dos vivos. E, no final, é o capitalismo quem produzirá
os milagres da reconstrução e as maravilhas da recuperação.
Na
maior parte do mundo, o capitalismo é o sistema de última instância. Em economias na qual a liberdade econômica é
severamente tolhida pelo governo, é ao capitalismo que seus cidadãos recorrem
quando estão na pior e finalmente percebem que sua situação tem de melhorar
urgentemente por uma questão de vida ou morte.
É ao capitalismo que indivíduos recorrem quando simplesmente querem
viver com mais dignidade e mais liberdade.
Quando
a ordem socialista culminar em pobreza e fome, quando absolutamente todas as
medidas de coerção política fracassarem abismalmente, quando a mentalidade dos
políticos se mostrar incapaz de inventar alguma outra medida autoritária, quando
as autoridades policiais finalmente se exaurirem de regular a produção
econômica e os tribunais estiverem completamente paralisados por uma infinidade
de processos por “crimes contra a economia”, a era da ordem de mercado baseada
na propriedade privada finalmente terá chegado.
Ela não necessita de nenhum plano político, de nenhuma legislação
econômica e nem de nenhuma autoridade reguladora. Para surgir e prosperar, ela necessita apenas
de liberdade.
Leitura indispensável:
As
diferenças essenciais entre uma genuína economia de livre mercado e uma
economia intervencionista
Espero ansiosamente para a Revolta de Atlas, e um mundo com o verdadeiro capitalismo
Pessoal,
Tenho “batido boca” com alguns amigos/colegas, que são funcionários públicos e se acham o máximo, que me dizem sem o trabalho deles o país pararia… etc., e quando eu rebato defendendo o Mercado Livre, eles dizem que eu tô ficando maluco.
Portanto, pergunto a vocês:
1) É correto eu afirmar que os salários pagos, como também os impostos que são descontados do contra-cheque de qualquer servidor público são pagos indiretamente pelos Capitalistas (Industriais, Agricultores, etc.)?
2) É correto eu dizer que o Estado não produz riqueza nenhuma, e que as únicas fontes de renda do Estado são: Impostos, Empréstimos Estrangeiros e Produção de Dinheiro extra?
3) É correto eu dizer que quem banca uma nação são os Capitalistas (Industriais, Agricultores, etc.)?
Gostaria de algumas dicas para calar de vez esses amigos quadrados que tenho.
Obrigado e um abraço.
Alexandre (Brasília DF)
Diga a eles que, sem o “trabalho” deles, o país deslancharia. Haveria mais poupança, mais acumulação de capital, mais produtividade e mais riqueza. O setor público suga dinheiro do setor produtivo, reduz os salários pagos na iniciativa privada (com uma carga tributária de 40% da renda, nenhum empreendedor aguenta pagar salários altos), restringe a produção por meio de suas regulamentações e desincentiva o trabalho.
Pior: o dinheiro espoliado é utilizado justamente para sustentar o padrão de vida nababesco de burocratas parasitas.
O seu raciocínio apresentado nos três itens está corretíssimo. Se Brasília se tornasse independente do Brasil, seus habitantes entrariam em inanição em um mês. Migrariam até para o Maranhão ou Piauí à procura de emprego como flanelinhas.
Boa sorte aí nessa cidade de m….
Não é bem assim.. se o funcionário público realmente presta um serviço relevante, como um médico não-picareta do SUS, então ele tem uma função relevante. É raro, já que o incentivo do serviço público é ganhar o máximo e entregar o mínimo, assim como na iniciativa privada.
Quem faz concurso público quer trabalhar menos e ganhar mais.
Ocorre que, na iniciativa privada, se isso for feito, o cara acaba quebrado pela concorrência, enquanto que na esfera pública não acontece nada. Por isso a livre iniciativa e a concorrência são tão importantes.
Como diz Adam Smith: “A ambição universal do homem é colher o que nunca plantou.”
A propósito, leiam o livro dele. O melhor livro de todos os tempos. (obs: Quando coloco essas coisas aqui, o Leandro não deixa meu comentário aparecer. hauhauhua Vamos ver se esse comentário vai.. :-D)
.. continuando..
Existem “empresas privadas” que são coladas a governos e, portanto, não são realmente privadas.
O que é preciso ver é se a função executada é ou não relevante. Se traz algum bem estar a quem está pagando.
Cuidado em generalizar achando que todo funça é vagabundo. Eu sou funçionário público.. “dos bons”. hauhauhauahua
Abs!
Como ficam as pessoas com deficiência nesse capitalismo ultra-liberal?
“O Capitalismo funciona no primeiro dia…”\r
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Vou explicar…\r
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Coloque 10 pessoas em uma cidade com US$ 10.000,00 cada. Para elas isto seria muito justo…em 20 anos 1 pessoa terá mantido ou aumentado de capital as outras 9 estarão mais pobres…até ai tudo bem…porque todos tiveram a mesma chance…o problema esta nos filhos destes…eles não terão a mesma chance…\r
\r
Que culpa tem uma crinaça que nasce na Favela? ela tem a mesma chance que uma que nasce rica? \r
\r
Este é o caminho que o capitalismo naturalmente leva a sociedade…não tem como existir igualdade. (Quando falo em igualdade, estou falando de chances, e não que todos deveriam ter tudo igual. \r
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É insustentável voce ter um sistema que dependa de crescimento infinito com recursos finitos…\r
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OBS. Não sou socialista, nem comunista…só acho que os economistas de hoje deveriam se preucupar em desenvolver novos sistemas mais justos para não desperdissarmos mais recursos…\r
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Outro ponto interessante é o obstaculo que o capitalismo gera para inovação tecnológica…hoje temos tecnologia para energia renovavel e não poluente, de ter bens reciclaveis e duraveis…etc…isso tudo precisa se adequar aos resultados financeiros…\r
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EX. Qual o interesse de uma empresa de tecnologia? criar e fabricar o produto mais tecnologico? ou criar o produto mais lucrativo?\r
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Este assunto é muito delicado…peço a todos que pesquisem sobre um projeto de Economia Baseada em Recursos…\r
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Zeitgeist\r
Projeto Venus\r
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abs,\r
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Embora concorde com a maior parte do que vai nesse artigo e outros do site, não há como esqucer que o pensamento dominante hoje e há algum tempo é o do coletivismo. Ficar remoendo os temas do liberalismo dicficilmente irá convencermessa massa de gente que por dfierentes razões continua a acreditar que o Estado deve cuidar das pessoas.
Um discurso e agenda puramente liberal tem pouca ou nenhuma chance de sucesso, fico pensando qual seria uma opção intermediária, especialmente no sentido do discurso, não na parte conceitual, para tentar reverter um pouco do espaço que o socialismo ganha todos os dias.
A idéia do desastre total e da miséria como retratado no Revolta de Atlas é uma utopia, antes do desastre total os capitalismo de alguma forma mostra sua cara de novo e da um novo fôlego paraas pessoas. Inclusive, os próprios socialistas nesse sentido já estão mais avançados, pois abriram mão de seu radicalismo (marxismo é apenas uma curiosidade intelectual, ninguém leva a sério ) em prol do poder. Dixam os capitalistas trabalharem pois sabem que precisam les pra sobreviver, é como o parasita que não mata seu hospedeiro, a pergunta é, como o hospedeiro pode reduzir a importáncia do parasita? Poismhoje os parasitasa mandam no hospedeiros…
Abraco e parabens pelo site
Caro Leandro,\r
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“o problema esta nos filhos destes…eles não terão a mesma chance…”\r
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“Eles começarão em desvantagem, é verdade, mas nada os impede de batalhar tanto quanto aquele indivíduo poupador para chegar até onde ele chegou.”\r
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Muitas coisa o impedem Leandro…ou voce acha que realmente apenas 1% da população mundial é muito inteligente ou poupadora? se voce pegar a base de pessoas ricas hoje, vai perceber que a riqueza ja vem de anos…como voce pode achar que o intelecto de alguem pode ser mil vezes melhor do que o de outra pessoa? o bil Gates por exemplo não é 1000 vezes melhor ou mais inteligente que voce…mas tem milhoes de vezes mais de patrimonio e passara aos seus filhos e netos, que poderão se dar o luxo de serem burros e ainda assim terem mais que os seus filhos…\r
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Jamais disse que temos que diminuir e nivelar o intelecto de todos, quando falo em igualdade falo em CHANCES iguais e estruturas iguais…\r
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*muitas coisas ficam dificeis de serem debatidas escrevendo…algumas colocações que fiz foram mal interpretadas ou mal escritas ( mais provavel)…\r
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mas quanto mais a sociedade debater este que é o assunto mais importante, melhor para nossa evolução como sociedade…\r
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abs,\r
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“Pergunto de novo: e daí? Por que essa tara obsessiva com o patrimônio dos outros? Como o patrimônio de Bill Gates afeta a minha vida para pior? E daí que ele deixará herança para seus filhos e netos? Ele não pode? Por que o fato de Bill Gates legar herança para seus filhos e netos (os quais você já garantiu que serão burros) há de me deixar raivoso? No que isso afeta a criação de meus filhos?”\r
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Não fico raivoso com o patrimonio de ninguem, mas só acho que por mais que eu estude e trabalhe e tente melhorar financeiramente para poder realizar os meus sonhos e anseios, nunca vou poder ter o que, por exemplo, o filho do Eike Batista tem…ou o neto etc…é só isso que estou tentando dizer..\r
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“Sem ricos e suas riquezas para ser espoliadas, sua “nova sociedade utópica” simplesmente não seria possível — a menos que você creia que a riqueza existe por aí, está dada e está disponível para todos, e que não são necessários nem empreendedorismo nem gênio humano para produzir e transformar matéria em riqueza.”\r
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Uma pergunta…voce acha que a melhor maneira de administrar os recursos da terra é com este sistema? onde o lucro é sempre prioridade? e a competição e a ganancia levam ao desenvolvimento?\r
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na sua cabeça, todos tem chances de serem ricos se trabalharem e pouparem…mas isso claramente não é verdade…porque como voce mesmo disse, os ricos são importantes para todos…\r
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Outra pergunta, como voce lida com o fato de todo o sistema de saude estar nas maos de poucas pessoas ricas? que ganham dinheiro com a doença dos outros? se eu tivesse um laboratório de remedios, jamais iria querer uma cura definitiva para as doenças que os meus remedios remediam…\r
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Leandro,\r
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Sempre que voce tiver poucas pessoas com muito poder, fica dificil a estrutura da sociedade mudar ou evoluir, voce fica preso no poder destas pessoas…elas jamais irão abrir mão deste poder…seja na mídia, industria, governos e principalmente no setor financeiro.\r
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“mas quanto mais a sociedade debater este que é o assunto mais importante, melhor para nossa evolução como sociedade…”\r
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“Não, é ele que está destruindo a sociedade. A cultura da inveja e da indolência. “Fulano tem mais do que eu, e ele não merece isso. Hora de tomar tudo dele e transferir para mim. Ou para o governo, que fará maravilhas com essa riqueza conquistada”\r
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Nessa voce forçou…sempre é bom debater…um dos problemas de hoje é isso…”Os ignorantes tem muitas certezas e os sábio muitas dúvidas”\r
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Valeu Marcos…\r
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Ja estou lendo todo o material aqui disponibilizado…\r
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Mesmo com idéias diferentes, quero agradecer a todas as respostas…normalmente nos outros foruns é so chingamento…\r
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Vou ler todos os livros e postar dúvidas…\r
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*ficou faltando um Post meu que não foi publicado…\r
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Abraços!!!
Pregar sobre a liberdade é perda de tempo completa. Ainda mais em um país como o Brasil.
Existe outra forma muito mais fácil de se adotar o anarcocapitalismo: o bitcoin (ou qualquer outra moeda descentralizada).
Quanto mais gente adotar o bitcoin, menor será o poder dos governos, até a sua completa extinção. E, caso o bitcoin seja descriptografado, nada impede que outras moedas mais seguras surjam no futuro.
Não fico raivoso com o patrimonio de ninguem, mas só acho que por mais que eu estude e trabalhe e tente melhorar financeiramente para poder realizar os meus sonhos e anseios, nunca vou poder ter o que, por exemplo, o filho do Eike Batista tem…ou o neto etc…é só isso que estou tentando dizer..
Concordo inteiramente! Sou adepto da liberdade e, portanto, acredito que tenhamos que buscar uma igualdade de oportunidade ou, pelo menos, diminuir tamanha desigualdade. Não é justo, sob nenhum aspecto, um caboco nascer bilionário e outro na miséria.
Feliz da sociedade que valoriza o mérito. Quem produz mais, ganha mais. Esses são os liberais verdadeiros. Tem uma parte aqui que só sonha mesmo é de ter uma montanha de dinheiro e viver de juros, as custas dos outros, sem precisar produzir coisa nenhuma.
Ue, um dos ídolos daqui, Peter Schiff, não cansa de repetir que os juros estão baixos e por muito tempo. Que o FED mantém os juros artificialmente baixos, que é preciso subir os juros. São tantos os defensores da subida de juros que creio ser desnecessário nomear cada um deles. Não é o seu caso, como explicado. No seu caso o juros funcionariam mais como lucro (ou prejuízo), pois estariam vinculados ao resultado do empréstimo. Se for assim, ok.
Ah, e acho que é você quem precisa se retratar.
No artigo “A carga tributária brasileira e os impostos sobre os mais pobres”
você afirma que
“é preferível que a carga tributária seja pequena sobre os ricos e mais alta sobre os mais pobres.”
Além de confundir rico com poupador, acha “ok” tratar uma classe de “pobres” em detrimento da classe de “ricos”, dando a esta última vantagem tributária pois, conclui-se, seriam mais aptos a gerir o capital da sociedade de forma mais adequada em benefício de toda sociedade. Esse pensamento se assemelha em muito ao corporativismo, keynesianismo, etc.
E quanto aos que dizem que liberdade e propriedade são excludentes entre si?
Pois a propriedade de um implica na coerção contra o outro para legitimar as posses de um?
Essa parcela de cidadãos na parte da premissa errônea de que no estado original(Ausência de propriedade), tudo era propriedade da humanidade?
Òtimo artigo e tradução. Como responder aos sociais democratas quando invocam a excelente educaçao e saúde da Noruega, por exemplo, por acharem ser possível o estado gerir com qualidade os serviços públicos para o bem de todos? Gostaria de poder ler alguma explicaçao liberal e me livrar desses ataques. Obrigado
Aquele que quer esta liberdade deve continuamente batalhar pela liberdade de expor suas ideias, de expressar e discutir suas visões, de se organizar livremente em associações ou grupos não coercitivos, de arranjar sua vida econômica e social da maneira que mais lhe aprouver (desde que seja pacífica) e, principalmente, de poder escolher a forma de governo sob a qual quer viver. Para o homem, desfrutar a liberdade significa trabalhar com o que gosta e com o que lhe dá prazer, encontrar emprego ou fornecer emprego como achar mais adequado, comprar e vender livremente seus bens e serviços, e poder manter suas remunerações.
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Adoro esses artigos com um tom mais de lição de vida. Tem mais artigos assim no mises?
Tenho uma dúvida:
Se todo governo almeja ter sua própria moeda para poder imprimir papel o quanto quiser, porque os países europeus aceitaram entrar na UE, sabendo que quem iria definir a quantidade de dinheiro a ser impresso não seria mais o banco central de cada país e sim o BCE?
Abraços!
Leandro, permita-me sair um pouco do assunto, mas ainda na pauta ‘liberdade’ que intitula este artigo.
No começo de 2012 foi publicado aqui artigo de Jeffrey Tucker – Por que o facebook funciona e a democracia não. A propósito muito esclarecedor sobre os erros do senso comum quanto à democracia. Mas já passados algum tempo vemos por estes dias esta rede social ser apontada como espaço de censura, leia-se, fotos de nus postados por jornalistas e profissionais artísticos.
Gostaríamos que retomassem este assunto num artigo próximo para melhor compreendermos o que está acontecendo com esta rede social que já começa a suscitar o surgimento de redes alternativas como facepopular argentino, onde face é (Frente Alternativa Contra o Establishment).
Jornalistas indignados por suas páginas suspensas tentam apontar o dedo ao criador do facebook como responsável pelas censuras. Alguns sites de hospedagem de torrents tambem tiveram sua página transferida ao facebook e seu conteúdo drasticamente enxugado, provavelmente para rastreamento de usuários.
Custo acreditar que o desenvolvedor desta plataforma de interação virtual seja responsável por tolher liberdades de postar fotos e baixar torrents. Assim, por gentileza, quando possível reporte-nos sobre tais assuntos!
Sem mais! Obrigado!
Bem venho acompanhando este instituto há pouco tempo, está sendo muito bom. Na escola sempre ouvi e ouço pensamentos marxistas e/ou keneysianos dos professores e dos outros alunos, e isso sempre me gerou desconfiança, pois sempre quis ouvir uma opinião contrária. Tenha agora entrando em debates com eles e é sempre minha opinião contra a de todos os outros, ninguém fica do meu lado. Sempre falo da lógica de como funciona as coisas realmente mas eles ignoram e falam teorias utópicas sem fundamentação nenhuma. Vivem falando de tudo como se fosse um mundo mágico, onde tudo surge do nada.
Nesse dias chegou até ser engraçado minha professora de história falando absurdo, ela passou um trabalho em grupo sobre o governo de Vargas no estado novo. Meu tema foi sobre industrialização e economia, bem no trabalho apresentado disse que este governo economicamente foi baseados em moldes nazifascitas e na URSS. Ai ela perguntou qual era diferença entre este dois moldes, disse que na URSS não tinha iniciativa privada e no nazifascismo havia uma forte intervenção do governo, que o “governo se metia demais na economia”.Ai ela me disse de cara feia e tipo “dando fora” que: “Um governo interventor não se mete na economia, ele apenas a regula. Ele faz isso para o bem da economia, que não ficará totalmente na mão dos grandes empresários.” Porém na verdade eu acho o nazismo um socialismo maquiado. E este trabalho foi com a professore de história do Brasil, ela é “esquentadinha” e áspera e não da pra conversar com ela. Por isto nem falei a minha opinião verdadeira sobre o nazismo com ela, já que a formação de um diálogo é inviável.
Ai nesses dias perguntei pra professora de história geral porque ela classificava o Nazismo como um governo de extrema direita se ao meu ver ele parece muito mais com um socialismo, pois é um governo ditatorial e extremamente regulamentador. Disse pra ela que na verdade eu achava que o que ocorria ali era um socialismo só que com uma maquiagem, pois havia iniciativa privada porém tudo era tabelado e regulado pelo Fuhrer e até quanto que o “dono da empresa” iria do tirar do lucro para si era regulado pelo Hitler. Ai ela me disse que era mentira e que na verdade ele tomou apenas as empresas dos judeus e as estatizou e que dos grandes empresários alemães ele foi um grande amigo, tendo inclusive sua campanha financiada por tais grandes empresários alemães. E ela disse que há forte regulamentação ocorreu mesmo. E vocês leitores o que tem a dizer sobre como de fato ocorreu a economia no Nazismo?
E Leandro acho seus raciocínio lógico muito bem fundamentado, e se você se sentir a vontade poderia me responder qual é a sua formação acadêmica e atuação profissional?
Pessoal aqui no site se fala de sistemas econômicos, funcionamento do mercado e afins. Porém eu gostaria de saber se vocês tem alguma indicação sobre algum link ou artigo que dê dicas sobre economia pessoal? Coisas do gênero como o que fazer com o dinheiro, aonde aplicar, como funciona a poupança, comprar a vista ou a prazo…
Pessoal, nesta concepção, qual é o país mais “capitalista” do mundo atual? Singapura? Liechtenstein?
Mas no geral este debate entre direita e esquerda é infrutífero. O que interessa é a defesa da liberdade das pessoas, sem rótulos e delongas.
Liberdade, claro. Vc é super livre quando te privam de tudo por nao poder pagar por ele.
Imagina: nasce um menino pobre, é abandonado pelos pais, está com cancer. Somos tao livres no capitalismo que esse menino seria deixado “livre” para morrer.
Aprendam: nunca existirá liberdade enquanto existir o dinheiro.