
É
cada vez maior o número pessoas que diz que a solução para o fim definitivo da
pobreza está na tributação pesada dos mais ricos. O fato de haver vários indivíduos com
milhões, algumas vezes bilhões, em suas contas bancárias é algo que enlouquece
muita gente, especialmente políticos.
Populistas imaginam que estes ricos não fazem absolutamente nada na vida
a não ser amontoar dinheiro, contá-lo gostosamente e gargalhar sadicamente ao
pensarem nas vantagens que possuem sobre o resto da humanidade.
Sendo
assim, munidos de tais imagens mentais, os ativistas da redistribuição de renda
propõem vários esquemas para separar, à força, os ricos de seu dinheiro, sempre
utilizando o poder da violência governamental.
Trata-se de uma abordagem brutal que envolve um pesado uso da coerção
estatal contra pessoas. Se você acredita
na paz, como vários ativistas de esquerda alegam, então tal postura não pode
ser defendida. Violência produz apenas
mais violência, e nunca é uma solução.
O
outro problema com a tributação — e este, por si só, deveria bastar para fazer
com que a esquerda abandonasse em definitivo a defesa deste método — é que o
dinheiro confiscado é transferido para o próprio estado — a mesma instituição
que suprime a liberdade de expressão, joga as pessoas na cadeia pelo uso de
drogas e intimida vários tipos de associação voluntária e consensual entre dois
indivíduos. Não é algo muito esperto tomar
dinheiro daqueles que usam sapatos lustrados e transferir para aqueles que usam
botas militares.
Certamente
tem de haver uma maneira melhor, mais inteligente e mais pacífica de se retirar
dinheiro das mãos dos ricos e transferi-lo para as mãos da classe média e dos
pobres. E eu tenho a solução perfeita.
Ela
me veio recentemente, quando eu estava caminhando por uma rua da cidade e vi um
Rolls-Royce Phantom,
estacionado onde qualquer carro normal estacionaria. Carros absurdamente ostentosos e pomposos
podem ser incríveis em termos de luxo e desempenho, mas custam mais de US$320.000.
Inacreditável! Por que alguém iria querer comprar isso? O proprietário deste carro poderia ter gasto
uma minúscula fração deste valor em um carro bem mais simples (como o meu),
suficiente para levá-lo do ponto A ao ponto B; mas, em vez disso, e por razões
que ninguém pode realmente explicar, esta pessoa decidiu se desfazer de uma
quantia equivalente a vários anos da renda de um trabalhador médio — tudo por
um carro.
O
ponto a ser enfatizado aqui é que esta pessoa abriu mão de seu dinheiro. E onde este dinheiro foi parar? Ele foi para as pessoas que venderam o carro,
para as pessoas que construíram o carro, para as que transportaram o carro e
para as que forneceram equipamentos para o carro. Mas não pára por aí. O dinheiro foi também para os trabalhadores
da indústria de borracha que fizeram os pneus e para os trabalhadores nas
siderúrgicas que fizeram o material da luxuosa carroceria.
Ou
seja, o dinheiro foi do rico para todo o resto, e ninguém teve de ameaçá-lo de
morte, de cadeia ou de espancamento para que isso acontecesse. Aqueles que receberam o dinheiro não tiveram
de fazer lobby por ele, não tiveram de tributar e nem coagir ninguém. O cara rico abriu mão do dinheiro
voluntariamente! Logo, parece que
estamos chegando a alguma conclusão aqui.
Os
ricos são um grupo interessante. Eles
gostam de se destacar por meio de atos e posses que o resto de nós considera
como apenas absurdas ostentações. Se não
houver coisas com as quais os ricos possam gastar seu dinheiro
esbanjadoramente, eles irão apenas entesourar este dinheiro, enviá-lo a um
paraíso fiscal ou depositá-lo em obscuros fundos mútuos de outros países.
Thorstein
Veblen entendeu tudo às avessas. As
pessoas que se ressentem da riqueza das elites não deveriam de modo algum
condenar seu consumo excessivo. Elas
deveriam, ao contrário, encorajar cada vez mais seu consumismo. A solução é ter uma sociedade que apresente
uma vasta proliferação de luxos excepcionalmente caros nos quais os ricos
possam gastar seu dinheiro. Este é o
caminho para a expropriação voluntária e para uma eficaz redistribuição de
renda — deles para o resto de nós, do 1% para os 99%.
Considere,
por exemplo, uma passagem de primeira classe de um avião. Para alguns vôos, o preço desta passagem é de
quebrar a banca. Para compras de última
hora em alguns vôos internacionais, uma passagem desta pode custar até
US$15.000. E o que este passageiro ganha
em troca? Ele será servido por uma
comissária de bordo que acha que ele é o máximo, terá vários drinques à sua
disposição e um espaço extra para as pernas.
Mas chegará ao mesmo destino dos passageiros que estão na classe
econômica. Em troca desse pouco, este
passageiro rico transferiu milhares de dólares de sua conta bancária para as
contas bancárias dos pilotos, dos comissários de bordo, dos operadores de
bagagens, dos funcionários que comandam a burocracia da empresa aérea, dos
mecânicos da empresa aérea, dos responsáveis pelo abastecimento nos aeroportos,
e de todos os demais envolvidos na operação do voo. Outro detalhe adicional, do qual poucos
parecem se dar conta, é que são justamente os altos valores pagos pelos
passageiros da primeira classe e da classe executiva que permitem preços mais
baratos para a passagem da classe econômica.
O
mesmo raciocínio se aplica a hotéis de luxo.
Para mim, um hotel é apenas um local para se dormir quando se está em
outra cidade. Porém, há toda uma classe
de hotéis de luxo voltados para fornecer a seus hóspedes momentos inesquecíveis
pelo período de tempo em que ficarem ali.
Há hotéis com spas, saunas, piscinas, salas de ginástica, vários tipos
de restaurante, bares em todos os cantos, bibliotecas, campos de golfe, espaços
para caminhadas, salões de dança e mais luxos do que você seria capaz de usar
durante todo o ano. Estes hotéis chegam
a cobrar milhares de dólares por apenas uma noite.
Eu
não entendo muito bem a lógica de se fornecer tudo isso, mas vários indivíduos
pertencentes ao 1% dos mais ricos mantêm estes lugares sempre cheios. E isso é ótimo! O dinheiro deles sai de seus bolsos
diretamente para as mãos de recepcionistas, garçons, limpadores de piscina,
porteiros, arrumadeiras, cozinheiros, limpadores de chão, pedreiros, operários
que fazem reparos em instalações, e todos os outros tipos de profissões
puramente manuais que você for capaz de imaginar.
Precisamos
de muito mais de tudo isso. Veja o
campeonato mundial de iatismo. Trata-se
de algo absurdamente caro apenas para participar. Os iates podem custar mais de US$5
milhões. Apenas a manutenção eleva este
valor alguns milhões a mais. Tal coisa
seria absolutamente impensável para a esmagadora maioria dos mortais. No entanto, os ricos fazem tudo isso, e
voluntariamente transferem sua riqueza diretamente para os menos abonados de
todas as posições sociais e profissionais.
Principalmente se você considerar toda a atenção dada pela mídia e toda
a badalação que ocorre nas redondezas, há centenas de milhares de pessoas que
se beneficiam desta extravagância dos ricos.
O
que é especialmente louvável neste comportamento dos ricos é que, todos os
produtos que eles inicialmente adquirem antes do resto da humanidade, um dia se
tornam amplamente disponíveis para todo o mundo, desde que, é claro, a economia
de mercado esteja funcionando livremente.
Na década de 1980, um celular era o supra-sumo do luxo. Hoje, celulares estão disponíveis para todos
os pobres do mundo. O mesmo é válido
para computadores. Eu carrego em meu
bolso mais memória RAM e HD do que havia disponível, em conjunto, para os mais ricos e poderosos do mundo duas décadas
atrás.
Os
ricos são aquilo que chamamos de ‘adotantes primários’. Eles são os primeiros a adotar toda e
qualquer tecnologia que surge. Com o
tempo, aquilo que era luxo se torna algo corriqueiro para o resto de nós. Produtos que antes estavam disponíveis apenas
em lojas exclusivas e chiques, daquelas que você tem de marcar hora para poder
entrar, acabam nas prateleiras de shoppings populares alguns anos depois. Os ricos desbravam as novidades, fazendo todo
o serviço antes de nós. Desta forma, eles
são os benfeitores da sociedade.
Se
quisermos espoliar os ricos de seu dinheiro, temos apenas de criar cada vez
mais oportunidades para que eles possam esbanjar milhões, até bilhões, em
objetos e serviços que você e eu jamais sonharíamos adquirir. Precisamos de mais luxo, de mais fausto, de
mais magnificência, de mais consumo conspícuo dos ricos, de mais bens e
serviços tentadores, exagerados e exorbitantes que incitem os ricos a abrir mão
do seu dinheiro.
Porém,
é claro que, se quisermos tudo isso, teremos também de ter produtores capazes
de fabricar estas coisas e vendê-las para os ricos. Isto significa uma sociedade trabalhadora,
poupadora, acumuladora de capital e investidora. E isto, por sua vez, significa que não se
deve punir o investimento e a acumulação de capital, nem tampouco criar
impostos punitivos sobre as receitas geradas por aqueles investimentos voltados
para os ricos. Impostos sobre a renda
têm de ser zerados, assim como sobre bens de luxo. Quaisquer medidas que desestimulem a produção
e a venda de bens de luxo têm de ser repelidas caso realmente se queira
esvaziar os bolsos dos milionários.
Igualmente,
é também preciso acabar com esta crescente ideia de que os ricos devem dar todo
o seu dinheiro para amplas e dispersas instituições de caridade. A quem isto realmente beneficia? É difícil saber, mas certamente há
organizações sem fins lucrativos que não fazem aquilo que alegam estar fazendo. Um caminho muito melhor seria estimular os
ricos a enriquecerem o máximo possível e, depois, saírem gastando
desmesuradamente por coisas que, no final, irão beneficiar a todos nós.
Os
ricos não levarão seu dinheiro para a cova.
O mercado é a melhor, mais eficiente e mais pacífica maneira de fazer
com que toda a riqueza seja distribuída para o resto do mundo.
Consumir é importante, mas depositar esse dinheiro na poupança pra virar crédito genuíno ou investi-lo em outra coisa produtiva também é parte essencial.
À exceção do penúlimo parágrafo — já que a caridade também é uma forma distribuir riqueza, desde que seja para entidades sérias –, o texto está impecável!
Gerar capital é importante, ter dinheiro na poupança também é de suma importância e no final sempre haverá uma porcentagem disso sendo gasta com produtos, serviços, bens, etc. Então esse capital irá beneficiar muitos indivíduos numa estrutura complexa de produção.
Normalmente este ativistas de esquerda que lutam pela redistribuição de renda por meio da coerção estatal são pessoas que se passam por intelectuais apenas em centros acadêmicos e são financiados por alguém, seja esta uma pessoa, instituição privada ou estatal.
Aqui no Brasil, a maioria destes ativistas de esquerda são financiados pelo próprio governo através de centros acadêmicos. E acabam entrando, em muitas vezes, em contradições com suas teorias, onde é extremamente correto o estado realizar coerção tributária e em algumas vezes militar contra os maiores detentores de capital financeiro com a justificativa de redistribuição de renda. Mas por outro lado, quando o governo realiza algum tipo de intervenção, bloqueando e anulando os interesses destes ativistas de esquerda, ai o estado é Fascista.
Se estes “intelectuais acadêmicos” fossem a mercado e começassem a contribuir com a economia local e consequentemente nacional e parassem de criar teorias infundadas no âmbito de seu interesse próprio, talvez estas iriam parar de cuspir cretinices e ignorâncias.
“A ideia é como um vírus. Resistente. Altamente contagiosa. E a menor semente de uma ideia pode crescer. Pode crescer para definir sua vida ou destruir você. Portanto, seja cuidadoso em filtrar o que os outros dizem a você.”
Obs.: Gostei muito deste artigo. E apoio totalmente a real essência do livre mercado.
Jeffrey Tucker com mais um excelente texto, como sempre!
Vou divulgar por aí pra esclarecer aquele pessoal que quer tirar dinheiro dos ricos da pior forma.
Só receio que ainda não será o suficiente pra convencer aqueles marxistas que acreditam na exploração da mais-valia, que vão continuar dizendo que o os luxos que os ricos compra vão pro bolso dos ricos patrões dos hotéis e montadoras de carro, e não para seus funcionários “explorados”. Ai, ai…
Mais um sensacional artigo do Tucker. Excelente abordagem!
Sua lógica têm um erro: No atual rumo da economia, esse dinheiro irá principalmente para o DONO da fábrica de carros, para o DONO da fábrica de pneus, enfim, para outras pessoas tão ou mais ricas quanto o cliente do hipotético phantom. Eles podem até contratar mais mão de obra, mas no atual rumo das coisas, esses funcionários serão cada vez mais mal pagos, cada vez mais mal assistidos pelo estado e terão cada vez menos direitos, em troca de um salário cada vez menor.
Pra mim não existe rico e/ou pobre. Existe mais rico e menos rico. A demarcação é difícil. O rico é um fiel depositário dos recursos naturais a seu alcance. Tambem promove o progresso social empreendendo novas divisões do trabalho em seus relacionamentos com os demais seres humanos menos ricos mas nem por isso menos ativos.
Desde que a riqueza seja obtida por mérito próprio como legítima propriedade, e não pelo roubo ou velhacaria, deve ser usufruida plenamente com liberdade e responsabilidade.
A gastança do mais rico frente ao menos rico é necessária ou supérflua? Ás vezes, movidos pela inveja, julgamos subjetivamente supérflua enquanto o mais rico julga-a necessária. Se a civilização cria novas necessidades, estas parecem ser usufruidas primeiramente pelos mais ricos.”Os ricos são aquilo que chamamos de ‘adotantes primários”.
Quanto ao que Tucker diz em: “Ou seja, o dinheiro foi do rico para todo o resto,…” .
Isso me lembra o efeito multiplicador keynesiano. Mas não importa. O importante é entender austriacamente que riqueza, o contrário de privação, o mínimo relativo de bem estar, não pode ser espoliada pois isso é um atentado à propriedade privada.
Abraços.
Este raciocínio vem de longe. Sem o desejo de ostentação das classes abastadas, teríamos um mundo sem Dante, Michelangelo, Mozart, Da Vinci, Shakespeare, Bach, Goethe etc… Em suma, um mundo em que eu não gostaria de viver! Mesmo que alguns destes citados tenham sido sustentados por grupos estatais dominantes, suas subsistências individuais fizeram maior bem para a humanidade do que as “benesses coletivas” que o estado geralmente nos fornece: guerra, regulações e atualmente os ditos serviços sociais.
Essa semana tava conversando com uns colegas de trabalho, um deles é economista. Eu tentei explicar pq era contra o bolsa família, que além de não resolver o problema da pobreza, somos nós que pagamos de forma coercitiva. Justamente esse colega economista disse que não. “O Bolsa família é destacado do orçamento do governo, não é cobrado nenhum imposto a mais, o governo retira de outras áreas para financiar o bolsa família”. rs E esses recursos vieram de onde?
Pior que isso só o argumento dele defendendo a política do governo para proteger as montadoras nacionais, segundo ele “são 100 mil empregos, nenhum país pode se dar ao luxo de perder tanto emprego”.
E eu pensando que como economista ele saberia que no longo prazo esse tipo de política não gera desenvolvimento.
Pessoal,
.
A matéria que segue no link abaixo não é uma boa para ilustrar a tese defendida no artigo e suscitar, quem sabe, um novo?
.
ela.oglobo.globo.com/blogs/urbanidades/posts/2012/05/30/a-mansao-de-nita-ambani-448082.asp
.
Abraços!
Vi uma reportagem na TV outro dia, sobre Dubai. O luxo é simbolo da cidade. Shakes gastam milhões com coisas banais. Porém, uma taxista, que só leva passageiros do sexo feminino retira em média de US$5.000.
O autor se esquece que o salário do trabalhador é de subsistência. Todo o excedente desses altos preços vai para as mãos de outros capitalistas, também ricos.
É justamente isso, quanto mais dinheiro nas poupanças dos ricos mais financiamento diponivel para aquecer o mercado atraves de emprestimos bancarios, ou seja, esse dinheiro volta para a sociedade com um juros mais baixo, respeitando a lei da oferta x demanda.
A França recentemente caiu nessa tentação socialista de aumentar a tributação dos ricos e das grandes fortunas achando que isso vai resolver os problemas.
Como consequencia os banqueiros franceses pegaram a grana que tinham e se mandaram pra Londres.
Rico não gasta a maior parte da grana com consumo. Ele a investe. Por isso tributar grandes fortunas é um tiro no pé. Pois o rico simplesmente vai pegar a grana e investir ela em alguma outra coisa em algum outro lugar.
Sugestão de como espoliar os ricos com luxo:
“Fim de semana em órbita, com direito a sexo em gravidade zero!”
Aproximadamente USD 20 milhões a passagem (+ 10 milhões o/a acompanhante – um descontinho) e, de quebra, ajuda o desenvolvimento científico e tecnológico.
Que tal? Alguma outra ideia? 😀 😀
Abraços
Temos que deixar os ricos serem felizes em paz. E oferecer coisas boas pra eles, claro.
Idiota são as pessoas contra os ricos. Não há nenhum problema em ser rico. O artigo tem toda a razão, para a economia andar, tem que se criar meios das pessoas gastarem dinheiro, principalmente os ricos. É lógico, que a maior soma dos gastos deles, vão para a poupança de outros ricos, enquanto os trabalhadores recebem o salário mínimo, porém, se não existissem esses gastos, esses trabalhadores estariam aonde? E esse dinheiro que foi para esses outros riscos, serão gastos da mesma maneira.
Claro que a maior parte, será investida, e esta, também terá o seu destino positivo para a economia. Se o rico investir em empresas, estas terão mais dinheiro, para produzir mais e empregar mais, fazendo mais pessoas ricas. Se o rico investir em títulos publicos, o governo terá mais dinheiro para reinvestir para a população (no caso do Brasil roubar, ou como falam, desviar). Se o rico investir em depósitos bancários, estes terão mais dinheiro para emprestar. Se o rico investir em crédito imobiliário, mais casas serão construidas, aumentando a oferta e diminuindo os preços. E por ai vai. A única coisa que não vejo de boa, é o rico investir em ouro. Ouro é apenas um metal, e irá ficar lá parado, sem ir para lugar nenhum, apenas aumentando o seu valor através da cobiça.
Idiota será a nação que tributar a mais os ricos, pois estes, irão tirar o seu dinheiro da economia, para enriquecer outro país ou sob a forma de metal precioso.
Tributar os mais ricos só vai fazer com que eles busquem tirar o dinheiro daqui. A sociedade toda sai perdendo. Mas a esquerda tem um fetiche de pobreza, venera a miséria que parece desejar isso para todos (menos para eles mesmos).
O Governo pensa em expoliar os ricos para depois usar o dinheiro nas piores coisas possiveis.
Vocês sabião o governo tira dinheiro dos ricos(e pobres também ) para fazer coisas como : PROMOVER O HOMOSSEXUALÌSMO . Já ouvirão falar do Programa Brasil Sem Homofobia, dos 2 milhões de reais gastos com o “kit gay”, dos gastos com Paradas Gays,etc,etc. Já ouvirão falar da Secretaria da Diversidade Sexual,para que serve uma coisa desta ?
Todo esse dinheiro é investido só para fazer os filhose filhas dos ricos (pobres também) virarem gays e lésbicas.
E a tal Secretaria de Igualdade Racial (coisa estranha) só serve para espalhar ódio entre as raças . E para promover racismo seletivo dos esquerdistas contra os brancos.
O dinheiro gasta com a Reforma Agrária e o MST. Serve para financiar grupos deliquentes que invadem as fazendas pelo país inteiro.
O gasto mais nocivo e perverso, o gasto que o Governo faz para promover o ABORTO. Dinheiro para que as mães matem os filhos ainda no ventre . TERRÌVEL !!!!!
O dinheiro gasto pelo Governo que paga muitos milhares de funcionários de confiança !!!!(gente de partidos politicos que conseguem uma “boquinha” no funcionalísmo) muito bem pagos,verdadeiros marajás.
A lista é muito longa do mau uso,perverso e imoral do dinheiro de impostos pagos por ricos e pobres. Alías ! Este nosso Governo (caso do Brasil) que pretensamente se intitu-la um “Governo que protege os pobres”. E em nome dos pobres quer cobrar cada vez mais impostos dos ricos para dar as estes ( os pobres).
Se os ricos abrissem os olhos e vessem que com quanta porcaria o Governo gasta seu dinheiro. Os ricos se revoltariam tremendamente.
Pois é muitissímo melhor gastar o dinheiro com carrões,hoteis de luxo,vinhos caros,iates,aviões,todo tipo de luxo do que dar(ser expoliado) o seu dinheiro por um Governo apoido por “pobres sem-vergonha”.
” Pobres sem-vergonha” explico,porque ! As classes pobres(infelizmente) tedem a apoiar “governos populistas ” apesar de seus terríveis pecados.
Engraçado que se vc olhar a lista dos 100+ da forbes, um monte de gente lá não mudou tanto assim o padrão de vida, nem gostam de luxo
Aliais, é o que faz sentido, não consigo imaginar alguém ficando rico gastando dinheiro com besteira.E um hábito forte é difícil mudar
Paulo Sergio disse : “Aliais, é o que faz sentido, não consigo imaginar alguém ficando rico gastando dinheiro com besteira.E um hábito forte é difícil mudar”
Muito bem ” Paulo Sergio ! Vamos pesquisar mais. Como gasta o seu dinheiro milionárias maluquinhas como a cantora Britney Spears,a modelo Paris Hilton ( e outras “doidas” do mundo artistico que alguém conheça). O excêntrico Miguel Jackson,estrelas do mundo do futebol e outros esportes,bilionários da internet,etc. Até traficantes e outros bandidos que ficarão milionários no mundo do crime.
Gostaria de saber a opinião do Leandro Roque sobre como essas pessoas administrão o seu dinheiro, tem algum artigo sobre esse assunto ?
Mas ! Deste já aposto que nenhum superá os Governos (principalmente O Governo Brasileiro ) em matéria de gastar dinheiro em besteiras e porcarias. ESTOU CERTO OU ERRADO ?
Quem puder contribuir comigo e dar sua opinião,agradeço muito.
Aguardo uma resposta do Leandro Roque e do Paulo Sergio.
Sinceramente, concordo com o autor no que tange à distribuição de renda pela tributação, pois, uma vez que não possuimos um governo honesto e competente, a repassagem dessa verba muito raramente iria se converter em benefícios para a saúde e educação pública, por exemplo. Sem falar que é um absurdo querer dizimar as diferenças sociais com base em uma política de tributação proporcional entre mais ricos e mais pobres. Porém, será mesmo que um cidadão rico, ao viajar de primeira classe em um avião, estaria mesmo repassando sua verba para a aeromoça ou o piloto? Ou será que independente disso tais funcionários continuariam a possuir seus vencimentos em um valor fixado que em nada se alteraria e o verdadeiro personagem da história a lucrar ada vez mais não seria o dono da companhia aérea (detentor do meio de produção, como diria o velho “Marx”)? Bom, coloco aqui esta reflexão. Muito embora, de fato, quanto mais os ricos esbanjarem seu poderio aquisitivo mais empregos poderão ser criados, com isso eu concordo. Mas o fato de tanto “esbanjamento” ocorrer, em hipótese alguma, diminuirá a tamanha disparidade existente entre as classes sociais no nosso Brasil.
Júlio,
Concordo com vc, com a Fernanda, com o Grilo.
Como já expus meu ponto de vista e como estamos todos concordando, fico por aqui. Vamos conversar em outro artigo.
ACHEI ÓTIMA A POSIÇAO DO ESCRITOR, ISSO DEVERIA SER LIDO NAS ESCOLAS E FACULDADES!!!
MAS ACHO QUE HA AINDA ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS E SERIAS SIM!!!
Nunca vi ninguém preocupado, enraivecido, angustiado com a própria riqueza, sempre com a riqueza dos outros. Agora mudando de pato pra ganso, o Chavez é mais genuíno que o Lula, pois aquele vive dizendo que “ser rico es malo” e por isso mesmo foi tratar do cancer em Cuba. Quer mais pobreza que aquilo? Já o Lula que “insulta” as elites procura o que há de melhor nas elites para si e só vai a Cuba para rir dos presos políticos e volta rapidinho pro ninho que ele não é bobo.
Entendi a linha de raciocínio, que resumidamente, baixa imposto => O rico tem + $$ => + $$ => consome mais => consumindo mais => distribui o $$ de uma forma mais nociva para o resto da população desafortunada (gerador de serviço/bens e afins). Ok, a lógica faz todo o sentido.
Mas tenho algumas observações que não vi levantarem no texto, que acredito serem importantes para isso ocorrer na prática (digo isso porque conheço alguns empresários que fazem parte desses “1%”, casa dos bilhões). Pensem comigo, se eu falar alguma besteira, me desculpem desde já.
1- Como fazer essa classe favorecida passar o $$ para a classe menos favorecida?
Generalizando, essa classe com maior poder aquisitivo, elas são donas de seus negócios (Claro que existe aqueles que caíram de paraquedas nesse meio dos afortunados, exemplo, cantores, artistas e derivados, mas não podemos levar essas pessoas como exemplo, já que são minoria em relação ao todo, Brasil => 200 milhões de pessoas). Elas sendo donas do seu próprio negócio o lucro cai sobre suas mãos (claro que os colaboradores ganham com isso tbm, ainda mais se tiverem Porcentagem sobre o LUCRO obtido, que é “pouco”), ou seja, o $$ vai de um rico para outro, a grosso modo. Esse $$ não vai cair nas mãos dos trabalhadores menos favorecidos, já que eles possuem um contrato estipulando um salário fixo de acordo com o mercado (relativamente baixo). Tudo bem, geram mais empregos, EXCELENTE! Mas ainda assim não muda o fato de os ricos continuarem ricos. Entenderam o ponto de vista?
O exemplo do carro:
O dono da marca que vendeu o carro ganha um “x” de lucro, se ele for esperto, os seus colaboradores irão ter uma participação nessa porcentagem. Só que ainda assim, o grosso fica com o dono, que pode ser investido em melhorias e gerar outros serviços, ou para o seu “bel prazer” e atender a um outro nicho de mercado (Lembrem dessa parte, importante para a conclusão). Ok, como diz o texto, um afortunado se desfez de seu $$ para consumir um produto de luxo. Só que, o vendedor do artigo de luxo também é uma pessoa com dinheiro. Ou seja, o $$ passou de um rico para outro rico.
O coitado do colaborador se fode porque? INFLAÇÃO, falta de conhecimento e derivados. Todo o dinheiro que ele consegue acumular (sendo empregado) é utilizado para alimentação, contas a pagar(agua, luz, telefone, internet), lazer(viagens, bares, baladas, festas e afins), transporte e outras variáveis… E se tiver filho, fudeu. Mais de um? Haaa abraça o capeta e beija (mais comida, educação, atenção, saúde e etc).
O próprio sistema atual não permite que o trabalhador consiga acumular fortunas… A não ser que seja no mínimo médio – longo prazo, isso se não acontecer alguma tragédia na vida do indivíduo, como por exemplo, for roubado, morrer e essas coisas.
2- Falamos de fator humano, não existe matemática exata para isso:
Grande parte desses afortunados (empresários) constroem suas fortunas através de trabalho duro ou porque contratam pessoas competentes que ajudam eles a construir ou manter. Muito difícil você ver por ai um bilionário desses gastar todo o seu dinheiro com o próprio prazer. Nem todos partilham do mesmo pensamento sobre o “Luxo” – “quero pagar para ter” (nem todos são assim), geralmente os que caíram de paraquedas pensam no Luxo, ostentação e futilidades que ficam em torno dos poucos milhões.
Quando esses empresários gastam seu $$ com o seu próprio prazer, acreditem, é insignificante comparado ao que eles possuem no banco/patrimônio. E esses caras estudam e contratam gente para a seguinte função : Não perder o patrimônio ou montante que eles possuem, e se possível, ganhar mais e mais.
A questão não vira mais dinheiro, o assunto agora é eles brincarem de conseguirem ficar mais PODEROSOS, chega um determinado momento que dinheiro é brincadeira só. O hobby de muitos desses caras é investir e fechar negócios, comprar e vender empresas, visando o lucro, CLARO (ELES SÃO DONOS DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS/BENS E AFINS). Logo você percebe que no tópico 1 o ciclo se fecha. $$ vai de um rico para outro. O fator variável que o texto sugere, são daqueles afortunados na casa dos milhões e ainda que só gastam o $$ pensando no luxo, não possuem uma fonte de renda fixa (seu próprio negócio). Que essas pessoas comparadas a esses 1%, são “lixos.
A linha de raciocínio do texto faz todo o sentido, porém tem algumas observações que fazem toda a diferença, na atualidade. Quem sabe no futuro seja diferente… Mas isso só Deus sabe.
Se eu falei alguma besteira, me desculpem.
Grato pela atenção,
Note que os esquerdistas que caíram em cima do tal do rei do camarote e seus gastos que eram uma afronta aos pobres, que ele gastava o sangue dos pobres, etc, não abriram a boca para reclamarem dos gastos insanos de seus políticos e burocratas amados com luxos às custas de dinheiro público (este sim tomado diretamente da população… ainda que empresários estejam muitas vezes associados à violência do estado, eles ao menos dão a opção de não pagarmos o salário deles, ao recusarmos seus serviços).
Outro raciocínio comum é o de inventar um número de bilhões de dólares de acabaria com a miséria extrema, da onde esse pessoal propõe que seja arrancado dos bilionários.
Novamente, eles se esquecem que esses ‘poucos’ bilhões são muito menos do que seus governos amados já arrecadam e a miséria continua.
Em resumo, trata-se de uma cretinice de quem quer ver rico (desde que do setor privado; eles não têm nada contra políticos e burocratas milionários e bilionários) ser espoliado, e não de quem genuinamente está meramente interessado em acabar com a miséria distribuindo renda.
Talvez esse seja o objetivo secundário, atrás de espoliar ricos que eles não gostam.
Pefeito! Jeffrey Tucker mais uma vez traduziu o sentimento anticapitalista imposto por nossa sociedade estatista. Eu concordo totalmente com o raciocínio dele e sei exatamente o que ele quis dizer. Obvio que ele está falando a respeito única e exclusivamente da redistribuição espontânea. Adoro JT! E como condenar um ser humano que prefere gastar o seu dinheiro consigo mesmo do que doando para os pobres? Seria super nobre ele decidir doar esse dinheiro para a caridade, mas ele não é automaticamente um crápula por preferir gastá-lo consigo mesmo e seus amigos e conhecidos. Se fosse assim, nenhum de nós teria direito a nenhum luxo. Nenhum prazer poderia ser proporcionado pelo dinheiro. Toda e qualquer viagem de lazer, por exemplo, ainda que frugal, seria considerada supérflua e desnecessária. Esse raciocínio é absurdo e imoral! Doar é um plus, não é uma obrigação. É algo VOLUNTARIO.
Pessoal, não é meu desejo querer discordar completamente ou refutar esse artigo, mas apesar de concordar com as motivações da distribuição de renda através da não violência e pró-capitalistas de Tucker, pude perceber que este artigo é pouco técnico em fundamentação da teoria econômica, encontrando pontos de fraqueza da argumentação do autor e notando alguns comentários tendenciosos e superficiais dos que o apoiaram. Gostaria de esclarecer alguns pontos:
a) Propensão a consumir: Na verdade, a parcela da renda destinada ao consumo da população mais rica sempre é menor que a parcela para consumo dos menos ricos, isto é, os mais ricos são mais propensos a poupar (reinvestir) do que consumir. Ele se comporta desse jeito pela sua racionalidade: ele já possui todo (ou muito do) conforto disponível da sociedade com apenas uma parte de sua renda, então a outra grande parte que sobra ele investe.
b) Capital intenso: Mesmo que os mais ricos gastassem uma imensa parte de sua renda em bens e serviços de luxo, tais gastos não são comuns, ou seja, apenas uma pequena parcela da população com capital suficiente poderá atendê-los – ficando com a maior parte da renda gerada por tais gastos –, parcela essa de população que é mais rica também (donos e sócios de hotéis e cassinos de luxo, de montadoras de veículos luxuosos, etc). Em outras palavras, a grande parte do dinheiro do rico fluiria para outro rico.
c) Racionalidade de consumo: Mesmo que a parcela de consumo dos mais ricos fosse tão grande quanto o do restante da população, é quase que irracional estes gastarem além do que suas rendas (presentes ou futuras) poderão permitir. Assim, mesmo que eles sejam extremamente pródigos, isso não acarretará corrosão em seu capital e nem vantagens significativas para o resto da população, não se obtendo 'espoliação';
d) Investimento: 'Espoliar' os ricos através da utilização de seus saldos bancários a fim de utilizá-los em investimentos pelo restante da população também é algo totalmente improvável, visto que os ricos tem maior acesso a melhores consultorias e quase sempre investem seus recursos em negócios que sejam mais bem-sucedidos do que outros disponíveis ao restante da população. Um exemplo claro disso são os fundos de investimento (ou CDB, letra bancária, renda fixa), podendo-se observar que a maior taxa de retorno está para quem efetua depósitos mais altos. Mesmo que o restante da população mais pobre utilize esses saldos para fins de investimento produtivo (como ocorre com programas de microcrédito), haverá a devolução desses empréstimos somados ao pagamento de juros para essa população mais rica, sem contar da ampliação do produto da economia, favorecendo a todos, inclusive aos mais ricos.
O consumismo, mesmo das pessoas mais ricas, de modo algum pode ser mais útil à sociedade do que o investimento. (Isso me fez lembrar o comportamento desvirtuado e inútil de Keynes: sempre deixava propositalmente bem desarrumado o quarto de hotel em que se hospedava, deixando a toalha jogada no chão, apenas para criar motivos para o hotel manter mais empregados – a velha história de querer expandir a demanda agregada).
Para amenizar essa questão da desigualdade econômica – que de fato algum eu considero um problema, mas sim um incentivador de progresso econômico – nem mesmo a mudança em estrutura de mercados desses ricos, que seria o surgimento de novas empresas fazendo concorrência com as deles (que acarretaria enfraquecimento dos oligopólios e um redirecionamento à concorrência mais acirrada) seria tão eficiente, pois os mais ricos iriam migrar seus capitais agora pouco rentáveis para novas aplicações mais rentáveis. Talvez essa mudança de estrutura de mercado ainda pudesse ocorrer num longo prazo, mas devido ao fator que eu coloco a seguir.
Amigos do IMB, falo com propriedade, amparado pela teoria econômica e pelos fatos, que o meio mais eficiente a fim de obter maior distribuição de renda sem coerção do Estado (ou com menor coerção), apesar de pouco eficiente num curto prazo, ainda é a educação da população mais pobre, seja através de incentivos governamentais ou pela própria consciência social, fazendo com que os pais priorizem isso em seus filhos. (Na cultura judaica, como bom exemplo, pode-se observar o grande empenho dos pais para a educação dos filhos, não importando o nível econômico em que estejam.) Não me refiro, é claro, a encher um ser humano de conhecimento inútil ou não aplicável – como saber costumes dos povos indígenas da Amazônia, ou falar idiomas antigos – mas de um conhecimento que forneça utilidade à sociedade e, portanto, possa trazer benefícios econômicos reais. É aquele tipo de instrução que gera a divisão do trabalho desde há muito explanada por Adam Smith, que traz junto consigo a especificação e a maestria, podendo observar-se em quaisquer profissionais: médicos, advogados, engenheiros, técnicos em geral (pedreiros, metalúrgicos, etc). Quanto mais esses profissionais forem instruídos em seus ofícios (e em alguns conhecimentos gerais, quanto a como preservar e investir seu dinheiro, por exemplo), mais agregarão à economia, sendo mais demandados, obtendo maiores rendas através do próprio mecanismo de mercado, sem intervenção estatal direta. No entanto, isso não iria 'espoliar' os mais ricos, antes iria enriquecer toda a sociedade, mas com maior proporção do aumento do poder aquisitivo desses profissionais. No Japão se tem observado mais ou menos nesses moldes a boa distribuição de renda, impulsionado pelo seu clássico modo de produção toyotista. No Reino Unido, de modo semelhante, o poder econômico da família Real não cresceu na mesma proporção que o restante da população em duzentos anos de industrialização; se assim fosse, talvez atualmente a Rainha Elisabeth fosse mais rica que Bill Gates.
Obviamente, o que tenho dito se refere ao aspecto econômico para a distribuição de renda, pois se deve ter em conta que a questão institucional por trás é enorme. Será que é normal para uma sociedade formada por castas sociais, como a indiana, aceitar uma distribuição de renda que vai contra a própria cultura e religião? Com certeza, não. Mas creiam-me que, de modo geral, guardadas as devidas proporções e exceções, esse é o melhor método e quaisquer outros não coercitivos serão falaciosos ou pouco eficientes.
“(…)os ativistas da redistribuição de renda propõem vários esquemas para separar, à força, os ricos de seu dinheiro, sempre utilizando o poder da violência governamental. Trata-se de uma abordagem brutal que envolve um pesado uso da coerção estatal contra pessoas. ”
A coerção estatal com abordagem brutal só serve para separar à força as pessoas da terra. Os ativistas da concentração de renda só são contra utilizar o poder da violência governamental quando é contra eles, para separá-los do “””seu””” dinheiro, que jamais existiria se o estado não forçasse as pessoas a obedecerem a tomada de território por alguns indivíduos como “legítima”.