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Progressistas, reacionários, histeria e a longa marcha gramsciana

Por que a esquerda sempre faz uma oposição histérica a toda e qualquer ínfima medida ou iniciativa que seja por ela tida como “antiprogressista” ou, pior ainda, “reacionária” e contrária ao seu “projeto de poder”?

Seja no quesito dos “direitos” dos homossexuais (“direitos”, no linguajar esquerdista, nada mais são do que deveres impingidos aos pagadores de impostos), nos privilégios raciais e sindicais, no feminismo, no desarmamento, no aborto financiado pelo estado, e até mesmo em tímidas propostas de reformas assistencialistas, a esquerda progressista sempre reage com um furor frenético contra qualquer pessoa — seja político, comentarista político ou apenas alguém da mídia alternativa — que se atreva a fazer algo que leve a um pequeno recuo destes sagrados esquemas socialistas.

O histórico

 

O frenesi progressista que vem varrendo o mundo começou realmente no final dos anos 1930.  

Naquela época, vivendo em Nova York, minha família, meus amigos e meus vizinhos, todos esquerdistas, haviam chegado ao paroxismo do medo e da raiva por causa da contra-revolução de Franco e da iminente derrocada do governo espanhol esquerdista durante a Guerra Civil Espanhola.  

Superabundavam denúncias e vituperações lacrimosas contra Franco, além de contínuas exortações para que “alguma coisa fosse feita”. Houve a criação de organizações especializadas em enviar de tudo para a Espanha, desde leite até armas e soldados. Era a “Brigada Internacional”, criada para defender a esquerda espanhola (alcunhada de “Legalistas” pelo sempre simpatizante The New York Times e por outros veículos da mídia “respeitável”).

Vale enfatizar que estas pessoas jamais — nem antes e nem durante — haviam demonstrado qualquer tipo de interesse pela história, cultura ou política espanhola.  Logo, por que repentinamente passaram a se preocupar com o país? 

O historiador esquerdista Allen Guttman chegou até a documentar e celebrar esta histeria em relação à Espanha em seu livro A Ferida no Coração (o título já diz tudo). 

Certa vez perguntei ao meu amigo Frank S. Meyer, que havia sido um proeminente comunista americano, a respeito deste enigma. Ele deu de ombros: “Nós [os comunistas] nunca conseguimos entender o porquê. Mas tiramos proveito do sentimentalismo progressista da questão”.

A explicação ortodoxa dos historiadores é que os esquerdistas da época — cujo quartel-general, a fonte de financiamento, estava nos EUA — estavam especialmente temerosos quanto à “ameaça do fascismo”, e defendiam freneticamente a esquerda espanhola porque viam a Guerra Civil daquele país como um prenúncio de uma inevitável Segunda Guerra Mundial. 

Mas o problema com esta explicação é que, embora a esquerda progressista houvesse defendido entusiasmadamente a “boa” Guerra contra o Eixo, ela nunca realmente arregimentou a mesma emotividade, a mesma exaltação, o mesmo furor que demonstrava em relação a Franco contra Hitler, por exemplo.

Então, qual a verdadeira explicação para a atual postura da esquerda em relação a temas cultural e economicamente progressistas?

As raízes

Creio que uma pista pode ser encontrada na mini-histeria que a esquerda demonstrou a respeito da contra-revolução ocorrida contra o regime esquerdista da Salvador Allende no Chile, uma contra-revolução que colocou o General Augusto Pinochet no poder.  

A esquerda, até hoje, ainda não perdoou a direita chilena e a CIA por este golpe. Allende ainda é considerado um mártir querido pela esquerda, e sua filha Isabel, um ícone (embora ainda percam para Che Guevara). 

Seria esta raiva tão duradoura só porque um regime comunista foi derrubado? Quase, mas ainda longe. Afinal, a esquerda não demonstrou grandes emoções, não demonstrou nenhum desespero, quando os regimes comunistas entraram em colapso na União Soviética e no Leste Europeu.

Logo, sugiro que ‘A Resposta’ para este mistério é a seguinte: a esquerda é, em sua essência, “progressista”, o que significa que ela acredita, à moda marxista, que a história consiste em uma ‘inevitável marcha ascendente’ rumo à luz, rumo à utopia socialista. 

A esquerda progressista acredita no mito do progresso inevitável; ela acredita que a história está ao seu lado, sempre conspirando a seu favor. Sendo ela formada por social-democratas (mencheviques), primos dos comunistas (bolcheviques) — com quem vivem entre tapas e beijos –, a esquerda progressista possui um objetivo similar ao dos comunistas, mas não idêntico: um estado socialista igualitário, gerido totalmente por burocratas, intelectuais, tecnocratas, “terapeutas” e pela Nova Classe iluminada, geralmente em colaboração com — e sempre sendo apoiada por — credenciados membros de todos os tipos de grupos vitimológicos, aquela gente que se diz perseguida e que vive lutando por “direitos iguais” — sendo que o ‘iguais’ significa na verdade ‘superiores’.  Estes grupos são formados por negros, mulheres, gays, lésbicas, trans, índios etc. 

A esquerda progressista acredita que a história está marchando inexoravelmente rumo a este objetivo. Uma parte vital deste objetivo é a destruição da família tradicional, “burguesa” e composta de pai e mãe, que deve ser substituída por um sistema em que as crianças são criadas e educadas pelo estado e por sua Nova Classe de orientadores, tutores, terapeutas e demais “cuidadores” infantis.

A utópica marcha da história, objetivo dos social-democratas, também é similar à dos comunistas, mas não exatamente a mesma. Para os comunistas, o objetivo era a estatização dos meios de produção, a erradicação da classe capitalista, e a tomada de poder pelo proletariado. Já os social-democratas entenderam ser muito melhor um arranjo em que o estado socialista mantém os capitalistas e uma truncada economia de mercado sob total controle, regulando, restringindo, controlando e submetendo todos os empreendedores às ordens do estado.  

O objetivo social-democrata não é necessariamente a “guerra de classes”, mas sim um tipo de “harmonia de classes”, na qual os capitalistas e o mercado são forçados a trabalhar arduamente para o bem da “sociedade” e do parasítico aparato estatal.  

Os comunistas queriam uma ditadura do partido único, com todos os dissidentes sendo enviados para os gulags. Já os social-democratas preferem uma ditadura “branda” — aquilo que Herbert Marcuse e a Escola de Frankfurt, em outro contexto, rotularam de “tolerância repressiva” –, com um sistema bipartidário em que ambos os partidos concordam em relação a todas as questões fundamentais, discordando apenas polidamente acerca de detalhes triviais — “a carga tributária deve ser de 37% ou de 36,2%?”.

Liberdade de expressão, de imprensa e de ideias é tolerada pelos social-democratas, mas desde que ela se mantenha dentro de um espectro de opiniões pré-aprovadas. Os social-democratas repelem a brutalidade dos gulags; eles preferem fazer com que os dissidentes padeçam da “suave” e “terapêutica” ditadura do politicamente correto, na qual eles forçosamente têm de aprender as maravilhosas virtudes de ser educado na “dignidade de estilos de vida alternativos”, sempre submetidos a um intenso “treinamento de sensibilidade”. Em outras palavras, Admirável Mundo Novo em vez de 1984. A “marcha ascendente da democracia” em vez da “ditadura do proletariado”.

Também típica é a distinção, nas duas utopias, acerca de como lidar com a religião. Os comunistas, como fanáticos ateístas, tinham o objetivo de abolir por completo a religião. Já os social-democratas preferem uma abordagem mais suave: subverter o cristianismo de modo a fazer com que a religião se torne aliada da social-democracia.

Daí a sagaz cooptação da esquerda cristã pelos social-democratas: enfatizando o modernismo entre os católicos e o evangelicalismo esquerdo-pietista entre os protestantes — este último objetivando criar um Reino de Deus na Terra na forma de uma coerciva e igualitária “comunidade de amor”. 

Trata-se de uma estratégia muito mais astuta: cooptar religiosos em vez de assassinar padres e freiras e confiscar igrejas — esta última feita pelo regime republicano espanhol e por seus partidários trotskistas e anarquistas de esquerda, algo que não gerou absolutamente nenhum grito de protesto por parte de seus devotos defensores progressistas e social-democratas ao redor do mundo.

Esta distinção nos objetivos — totalitarismo brando vs. radical — também é refletida na acentuada diferença entre as estratégias e os meios utilizados. Os comunistas, ao menos em sua clássica fase leninista, ansiavam por uma revolução violenta e apocalíptica que destruiria o estado capitalista e levaria à ditadura do proletariado. Já os mencheviques — social-democratas ou neoconservadores –, fieis ao seu ideal “democrático”, sempre se sentiram um tanto desconfortáveis com a ideia de revolução, preferindo muito mais a “evolução” gradual produzida pelas eleições democráticas. 

Para os mencheviques, o estado deve ser totalmente aparelhado por intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir a continuidade da longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais do país. Daí a desconsideração pelos gulags e pela revolução armada. Por isso o desaparecimento de seus primos (e concorrentes) bolcheviques não ter sido lamentado pelos social-democratas. Muito pelo contrário: os social-democratas agora detêm o monopólio da marcha “progressista” da história rumo à Utopia.

A Resposta

O que me traz de volta à minha ‘Resposta’ sobre o porquê da histeria da esquerda progressista: ela se torna histérica sempre que percebe a ameaça de uma pequena reversão na Inevitável Marcha da História.  

Ela se torna histérica quando visualiza alguns empecilhos e, principalmente, retrocessos nesta sua inexorável marcha ao poder total, retrocessos estes que sempre são rotulados, obviamente, de “reações”.

Na visão de mundo tanto de comunistas quanto de social-democratas, a mais alta — desde que “progressista” — moralidade é se mostrar não apenas um defensor, mas também, e principalmente, um entusiasmado fomentador da ‘inevitável próxima fase da história’. É ser a “parteira” (na famosa expressão de Marx) desta fase. 

Da mesma forma, a mais profunda, se não a única, imoralidade é ser “reacionário”, ser alguém dedicado a se opor a este inevitável progresso — ou, pior ainda, alguém dedicado a fazer retroceder a maré, a restaurar costumes enraizados, a “atrasar o relógio”. 

Este é o pior pecado de todos, e ele gera todo este frenesi justamente porque qualquer retrocesso bem-sucedido colocaria em dúvida aquele que é o mais profundo e o mais inquestionavelmente aceito mito “religioso” da esquerda progressista: a ideia de que o progresso histórico rumo à sua Utopia é inevitável. 

Trata-se, no mais profundo sentido, de uma guerra não apenas cultural e econômica, mas religiosa. “Religiosa” porque social-democracia/progressismo de esquerda é uma visão de mundo passional, uma “religião” no mais profundo sentido, pois guiada unicamente pela fé: trata-se da ideia de que o inevitável objetivo da história é um mundo perfeito, um mundo socialista igualitário, um Reino de Deus na Terra, seja este deus “panteizado” (sob Hegel e os adeptos do Romantismo) ou ateizado (sob Marx). 

Esta é uma visão de mundo em relação à qual não deve haver concessões ou clemência. Ela deve ser contrariada e combatida veementemente, com cada fibra de nosso ser.

O Brejo

Quem vai vencer essa guerra? Não se sabe. De que lado está a maioria da população? Certamente perdida, disponível para quem chegar primeiro. A maioria está confusa, vagando de um lado para o outro, dividida entre visões de mundo conflitantes. Ela pode pender para qualquer lado. 

Durante suas inúmeras batalhas faccionárias dentro do movimento marxista, Lênin certa vez escreveu que há dois grupos batalhando, cada um formado pela minoria da população, sendo que a maioria está no centro, e é formada justamente pelas pessoas confusas, às quais ele se referiu como O Brejo. A maioria da população hoje está confusa e constitui O Brejo; estas pessoas estão no terreno no qual a maioria das batalhas será disputada. 

E a metáfora é corretamente militar. A batalha iminente é muito mais ampla e profunda do que apenas discutir alíquotas de impostos. Trata-se de uma batalha de vida e morte pelo formato do nosso futuro. Daí se compreende o frenesi que acomete a esquerda sempre que uma medida “reacionária” parece ser favorecida pela sociedade.

A esquerda progressista não se importa muito com — na verdade, ela até gosta de — pequenos revezamentos de poder: uma década de governos abertamente progressistas, nos quais a agenda esquerdista é avançada, seguida de alguns anos de governo “oposicionista” ou “conservador”, no qual há apenas uma consolidação ou simplesmente uma redução na velocidade do avanço. O que ela realmente teme é a perspectiva do conservadorismo se tornar reacionário, no sentido de realmente fazer retroceder alguns ganhos “progressistas”.  É isso que a apavora.  

Daí a histeria em relação a Franco e a Pinochet; daí o linchamento de Joe McCarthy, que realmente ameaçou ser bem-sucedido em fazer recuar não apenas os comunistas, mas até mesmo os progressistas e social-democratas. Ameace retroceder “direitos” obtidos por grupos de feministas, de gays, de negros, de desarmamentistas, de funcionários públicos, de sindicalistas ou de qualquer outro do ramo vitimológico, e você verá o que é uma fúria progressista.

O que fazer

Portanto, o combate requer, principalmente, coragem e nervos para não ceder e não se dobrar perante as totalmente previsíveis reações caluniosas e difamantes dos oponentes. Acima de tudo, o objetivo não deve ser o de se tornar querido e bem aceito por progressistas ou pela Mídia Respeitável. Tal postura irá gerar apenas mais rendição, mais derrotas.  

Igualmente, o objetivo não é apenas o de fazer retroceder o estado leviatã, sua cultura niilista e estas pessoas que querem se apossar do estado e impor sua agenda sobre nós. O objetivo tem de ser a eliminação completa e irreversível deste monstruoso sonho de um Perfeito Mundo Socializado gerido por “pessoas de bem”.

Que a reação ocorra, que os “direitos” sejam retrocedidos, que esta gente recue, entre em órbita e finalmente perceba que, na realidade, sua religião é maléfica.

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Artigo originalmente publicado em 1992

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162 comentários em “Progressistas, reacionários, histeria e a longa marcha gramsciana”

  1. Esse artigo é perfeito, só uma coisa, a maioria do meio não está perdida sem saber qual lado tomar, podia até ser quando ele estava vivo mas hoje a maioria é esquerdista mesmo.
    Eu imagino o que esse pessoal vai falar se a idéia do Patri Friedman der certo

  2. LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA

    Simplesmente magistral! O IMB deveria publicar mais textos como este de Rothbard, que tratam não exclusivamente de temas econômicos, mas também sociológicos, axiológicos, epistemológicos, etc.

  3. Caramba!!!! Rothbard ressuscitou, veio ao Brasil, ficou aqui uns 3 meses, analisou o governo do PT e escreveu esse artigo!!! Do meio pro final, só faltou ele citar nomes tupiniquins para servir de exemplo!!

    Parabéns ao IMB por mais um artigo sensacional.

  4. Artigo sensacional, realmente.
    Parece que foi escrito na semana passada e aqui no Brasil.
    Aliás, alguém poderia informar em que ano ele foi escrito e publicado?
    E não concordo com Paulo Sergio. Acredito que a maioria do meio até se ache ou se diga esquerdista, já que “direita” virou palavrão. Mas a maioria está perdida, confusa e tem medo, justamente por conta da histeria esquerdista. A maioria é cristã, mas aceita ver crucifixos banidos de tribunais, por exemplo. É contra o aborto, mas aceita que o STF o legalize, e por aí vai.
    Parabéns, mais uma vez.

  5. PERFEITO. Dispensa qualquer comentário. A elucidação da oposição mencheviques x bolcheviques é perfeita. Como faço constantemente, publicarei em meu facebook. Não podemos nos curvar. Vivo sendo taxado de reaça, não me importo. Já fui uma dessas “pessoas de bem” na adolescência/juventude, assim como vários leitores do fórum, então conhecemos bem essa doença chamada esquerdopatia.

  6. Impressionante. O texto acima, ao ser comparado com um treco chamado REALIDADE, chega a causar uma certa náusea. Estamos vendo esses fenômenos transcorrerem com uma concatenação factual cinematográfica.

    Recupero um trecho de um artigo recente de Jeffrey Tucker (Regulamentações, desespero e o estado):

    “Como já escrevi inúmeras vezes, políticos vêm e vão. A classe política é apenas o verniz do estado; é apenas a sua face pública. Ela não é o estado propriamente dito. Quem de fato comanda o estado, quem estipula as leis e as impinge, é a permanente estrutura burocrática que comanda o estado, estrutura esta formada por pessoas imunes a eleições. São estes, os burocratas e os reguladores, que compõem o verdadeiro aparato controlador do governo.”

    Agora imaginem um exército de burocratas totalmente imbuídos da mentalidade do “politicamente correto”, que 24h por dia repetem o mantra do “interesse público”, da “redução das desigualdades” e movidos por puro ódio à livre iniciativa empresarial. Junte-se a isso o fato de a burocracia estatal (especialmente no plano federal) ter um perfil cada vez mais jovem. Recém formados – na maioria pelas universidades estatais, verdadeiras usinas de progressismo – chegam ávidos para aplicar o que aprenderam. Os economistas vão corrigir as falhas de mercado, os advogados vão reinterpretar todas as leis à luz do direito dos hipossuficientes e assim por diante…

    Partidos, políticos profissionais, isso tudo é uma espécie de show biz. Hoje a revolução caminha silenciosa, tocada pela burocracia iluminada, pelos doutores, pelos especialistas (regiamente pagos, diga-se) que compõem o corpo estatal estável (pensem no caso das agência reguladoras). Enfim, é esse aparelho “sem rosto” que está a imolar todas as liberdades. Tudo em nome do bem e da verdade socialista.

  7. “Uma parte vital deste objetivo é a destruição da família tradicional, “burguesa” e composta de pai e mãe, que deve ser substituída por um sistema em que as crianças são criadas e educadas pelo estado e por sua Nova Classe de orientadores, tutores, terapeutas e demais “cuidadores” infantis.”

    É incrível como está viva e forte essa idéia de que o estado deve se responsabilizar por todos os cuidados da prole. Na universidade nas aulas do licenciatura, você vê direto tantos os professsores quanto os alunos defendendo isso, como o estado deve pagar os custos de psicologos, pedagogos, médicos, nutricionistas, e todo o resto. Vê-se também cartazes demandando o direito do estado de pagar por creches para que as mulheres exerçam o DIREITO de trabalhar. Ou seja, eu tenho um filho e os outros pagam a conta.

  8. LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA

    Voltei aqui para dizer que não me satisfiz em ler este artigo apenas uma vez. Li e reli, e o estou “ruminando” até agora. Um choque de realidade tomaria qualquer um esquerdista progressista que tivesse uma momentânea epifania, uma iluminação repentina e compreendesse o alcance, a profundidade e a extensão deste libelo acusatório rothbardiano contra a utopia socialista. Rothbard, nesse caso, seria o agente que tiraria as pobres almas oprimidas perambulando na zona da escuridão da falsa realidade, e as traria à luz, tal qual no mito da caverna de Platão. Equivaleria a soco no estômago e a um chacoalhão de ombros. Uma vacina definitiva contra a defesa hegeliana ou marxista da história. Não dá para ficar sentado após ler um artigo como este. Há que se levantar e, de pé, bater palmas entusiásticas. Sim, palmas e palmas!

  9. MAGNIFICO! Esse texto é simplesmente perfeito! Da vontade de imprimir e sair distribuindo na rua!

    Estou até meio extasiado porque esse artigo sintetizou perfeitamente todas as idéias e visões que eu tenho do mundo pós-moderno e não conseguia organiza-las de uma maneira eficaz na cabeça.

    Clap, clap, clap!

  10. Realmente essa é uma das melhores análises políticas que eu já li. E mais impressionante ainda é saber que foi escrito há 20 anos atrás!!! Quem quiser ver o livro original desse texto, segue o link: library.mises.org/books/Murray%20N%20Rothbard/The%20Irrepressible%20Rothbard.pdf

  11. Muito boa a distinção que Rothbard faz entre os dois tipos de revolucionários. Me fez lembrar da quase indecifrável letra da música “Tempo Perdido” do Legião Urbana.

    A letra é muito confusa, mas fica fácil entende-la se levarmos em conta o notório esquerdismo de Renato Russo, bem como esta diferença entre estratégias revolucionárias.

    Nela Renato Russo encarna o revolucionário a moda gramsciana, tentando convencer um outro revolucionário adepto da luta armada de que seus métodos são bem mais honrados e eficientes. Tenta ainda salvar a sua pele em caso de vitória do outro, pois sabe muito bem o destino que lhe aguarda, bem como o de todos os demais intelectualóides e “companheiros de viagem” como ele.

    Todos os dias, quando acordo
    Não tenho mais o tempo que passou
    Mas tenho muito tempo
    Temos todo o tempo do mundo

    Todos os dias, antes de dormir
    Lembro e esqueço como foi o dia
    Sempre em frente
    Não temos tempo a perder

    Nosso suor sagrado
    É bem mais belo que esse sangue amargo
    E tão sério
    E selvagem
    Selvagem
    Selvagem…

    Veja o sol dessa manhã tão cinza
    A tempestade que chega
    É da cor dos seus olhos
    Castanhos

    Então me abraça forte e…
    Me diz mais uma vez
    Que já estamos distantes de tudo
    Temos nosso próprio tempo
    Temos nosso próprio tempo
    Temos nosso próprio tempo

    Não tenho medo do escuro
    Mas deixe
    As luzes acesas
    Agora

    O que foi escondido
    É o que se escondeu
    E o que foi prometido
    Ninguém prometeu
    Nem foi tempo perdido
    Somos tão jovens
    Tão Jovens
    Tão jovens…

  12. Muito esclarecedor, veio agregar maiores esclarecimentos sobre este fenômeno cultural. Porém como um amigo já postou a cima, grande parte do que está neste artigo já é de conhecimento de quem se interessa por este assunto. Para quem ficou surpreso eu tbm indico os vídeos do Pe. Paulo Ricardo, estudioso do marxismo cultural a mais de 10 anos, além é claro, de Olavo de Carvalho.

    Há uns dois anos atrás, quando tive contato pela primeira vês com artigo austríaco que refutava a teoria do valor de Marx, o autor escreverá que para acabar com a teoria marxista bastava refutar a teoria do valor trabalho de Marx que tudo cairia como um castelo de cartas em que você retira a base e o reto vem a baixo natural e logicamente. Foi a partir deste artigo que comecei a me interessar pela EAE. Portanto se possível ou quando possível, gostaria de deixar esta sugestão ao IMB, que forma didática e científica, publique um artigo que esclareça (refute)aquilo que eu considero como a maior falácia histórica e intelectual da humanidade.

    IMB – parabéns por existirem =]

  13. Acho que esse texto mais importante já publicado no IMB. Simplesmente vale mais do que todas as aulas de história que tive até hoje.

  14. Eu assisto os videos dele, mas acho que aí ele errou mesmo.Ele disse que o RP é ou louco ou recebe dinheiro da russia, e ficou com a segunda opção.Então o erro dele foi esse, pq o RP parece que acha honestamente que o mundo inteiro é um libertário em potencial, inclusive os fanaticos muçulmanos que são capazes de mandar matar um desenhista que faz uns cartuns do maomé.
    É o que dá acreditar em direito natural.
    Eu estou com Mises e não acredito nisso.

  15. Como disseram, é como se o Rothbard tivesse vindo ao Brasil e analisado o governo do PT. O difícil é ter essa coragem e gastar o tempo precioso que temos para divulgar a liberdade.

  16. O texto é razoável. Pelo que deu pra entender, Rothbard conhecia pouco de Gramsci, ou não colocou no texto.

    No Brasil, o maior estudioso de Gramsci (no sentido contra revolucionário, claro) era o general Coutinho, falecido em dezembro de 2011.

    Ele tem publicado um livro famoso, denominado A Revolução Gramscista do Ocidente. Também, e eu tenho aqui, um estudo publicado por ele na revista digesto econômico, da associação comercial de São Paulo… uma edição especial.

    Há algum tempo eu ainda no orkut tive um debate com alguns colegas do grupo sobre a questão do aborto, sendo que a maioria era entusiasta da ideia, achando que lutando por isso estavam defendendo a liberdade. Não se enganem, defender o aborto é fazer o jogo da esquerda.

    Conhecer a obra de Gramsci é fundamental pra entender o que está ocorrendo no BR e no mundo -> e saber para onde podemos chegar.

    O Italiano afirmava que o comunismo só funcionaria se conquistasse antes de tudo a mente das pessoas. Por isso a luta do PT e partidos de esquerda pra acabar com a mentalidade cristã da sociedade.

    Aborto, casamento gay, adoção de crianças por casais gays, eutanásia, e todas essas coisas, não são defendidas porque eles se importam com as pessoas, mas unicamente usam isso como meio pra chegar ao fim deles.

    Bom, sugiro ao pessoal do IMB continuar publicando textos sobre o cara. No campo concreto da coisa, ele é certamente o pensador socialista que mais está destroçando nossa sociedade. Marx é fichinha perto dele, pois é muita teoria e pouca prática. O Italiano é diferente. Pouca teoria, muita prática, e pior, eficaz.

  17. Mais um texto cheio de erros históricos e de deturpação da realidade. Por isso que vocês fanáticos do livre mercado jamais conseguirão implementar seu utópico “anarco-capitalismo”, seja lá o que isso for. Faltou afirmar que Franco derrubou um governo ELEITO DEMOCRATICAMENTE e que recebeu apoio de Hitler e Mussolini para derrubar a República. Qualquer um que tenha recebido ajuda de Hitler, sob qualquer pretexto, merece o mais absoluto desprezo.

  18. Na verdade, os governos socialistas, na prática, foram “conservadores”.

    Homossexuais foram perseguidos, por serem considerados um produto do imperialismo; os deficientes e incapazes foram desprezados (inclusive Marx pregou a eliminação deles), pois eram considerados um estorvo para o “povo”. A família tradicional era incentivada, e o Capitalismo era visto como “destruídor” da família e dos valores.

    Esse negócio de Socialismo defensor da igualdade e direitos das minorias e contra família tradicional é balela. Somente um enfeite dos socialismo moderno para esconder as atrocidades cometidas…

  19. Acho que, no momento que alguém defende o casamento homossexual, por exemplo, argumentando que o estado não deve se interferir nessa escolha, ela está sendo muito mais liberal do que muito conservador por aí que se diz “liberal”…

  20. Democracia, palavra que de tão usada, perdeu o sentido. Querem dizer liberdade, mas dizem democracia. Não é a mesma coisa. Democracia é democracia, liberdade é liberdade. Uma democracia não é, necessariamente, um sistema livre. É tão somente um sistema político onde pessoas são eleitas para representar cidadãos em suas demandas. Pra mim, uma balela, mas é isso. Não se impede pulhas de se elegerem, aliás é quase inevitável que ocorra. Vivemos em uma democracia, mas se eu morar em uma casa tombada pelo patrimônio histórico, este câncer encravado em nosso meio, não posso sequer mudar a cor das paredes de minha casa nem instalar um ar-condicionado sem pedir a bênção do burocrata. O que seria liberdade, porém não tenho. Sou dono mas não domino, então não sou dono. Sou um caseiro a serviço do governo, que decidiu por seus burocratas bem remunerados, que minha casa não pode ser derrubada, vendida, reformada, qualquer coisa. Democracia é democracia, liberdade é liberdade.

  21. Artigo formidável! Outros libertários como Mises e Rand já haviam alertado em inúmeros artigos o avanço do Socialismo em diversos campos mesmo não tendo uma luta armada. Os EUA é o maior exemplo e Rand havia comentado entre o final da década de 50 e começo da década de 60 o impreesionante avanço do Socialismo nos EUA.

    Na primeira parte do filme “J.Edgar” mostra muito bem o começo do avanço socialista nos EUA, inclusive, com diversos atos terroristas.

    Tem um livro que descreve também o avanço do Socialismo nos EUA e chama-se: “Fascismo de Esquerda”, o autor é: Jonah Goldberg e a editora é a Record.

  22. Por onde começar uma batalha, uma luta, citada no primoroso texto sendo que diversas das trincheiras teriam de ser abertas dentro do aparato estatal, legislativo, educacional e cultural, hoje, boa parte nas mãos de esquerdistas, progressistas e “agregados”? Seria necessário “sujar as mãos” fazendo dos meios que o inimigo nos oferta: eleições, democracia, representação politica, tirania, etc ? Se sim, lutaríamos então nos termos deles!

  23. Esse artigo é demais, quanta lucidez. Infelizmente ja fiz campanha para este maldito partido chamado PT. Graças ao bom Deus, acabei saindo desse transe mental e psicótico. Mas hoje quando falo das desgraças dessa esquerda todos ficam me olhando como se fosse um lunático. Ninguém entende mais nada neste país, até os comentáristas, professores são de uma imaturidade pueril. É de doer os ouvidos, chega a dar vontade de vomitar. Jurei para eu mesmo nunca mais voto nesta cambada

  24. Realmente muito bom artigo, porém percebo em alguns liberais o erro que Rothbard descreve: “A batalha iminente é muito mais ampla e profunda do que apenas discutir alíquotas de impostos. ” Temos que lutar culturalmente também contra esse esquerdistas.

  25. Marcone Evaristo A. Paim

    O novo Príncipe, o PT, já deixou bem claro que não está disposto a ceder o poder.

    Para esse novo Príncipe e seu numeroso séquito é necessário se infiltrar em todos os setores da sociedade com o objetivo de solidificar a revolução gramsciniana, a qual é cultural, para substituir o pensamento conservador por outro que atenda aos objetivos revolucionários.

    Quando essa substituição estiver amplamente avançada, observar-se-á o completo amálgama entre os interesses do Príncipe e os interesses da sociedade; entre os interesses do partido e os interesses do governo.

    Nesse momento, que no meu entender, não está distante, o processo vai se tornar dificílimo de ser revertido. Dor, caos e lágrimas é o que virá.

  26. Apenas cuidado para não tornar a Marcha Rumo ao Libertarianismo mais uma Utopia, e tratar os “comunas” da mesma forma como eles tratam os “reaças”. Seria apenas uma repetição da mesma coisa, só mudando a Opinião. Todos achamos que a pílula vermelha é a que nós mesmos tomamos.

  27. Esse artigo deveria ser espalhado por todos os cantos do Brasil. Deveria ser lido, relido e decorado por todos os indivíduos. Deveria ser colado em nossas paredes, fixado em nossas portas e em nosso trabalho. Deveria ser lecionado em nossas escolas e ensinado aos nossos filhos, de geração em geração. Deveria despertar o mais inerte e evocar a reação que de nós é esperada.

  28. Na minha opinião, o Brasil, e o mundo, ainda vão ter que passar por mais uma fase de socialismo, que, obviamente, será fracassada, antes de dar outra chance ao capitalismo. A história sempre evolui em ciclos. Às vezes pode parecer que estamos involuindo, que é o que ocorre hoje, mas creio que estejamos em uma descendente deste ciclo evolutivo, que trará muita miséria e desgraça, o que é inevitável quando se implanta o socialismo. Mas no próximo ciclo ascendente as pessoas serão mais conscientes da idiotice que é o socialismo, e irão moldar o capitalismo de maneira a não permitir as ingerências do mutualismo entre Estado e corporações que vemos hoje, e que são atribuídas ao cerne do capitalismo.

    Veja o que nos aguarda com os possíveis novos presidentes do PT, que, no mínimo, demonstram a agenda real do partido e seus afiliados. Sinto dizer, mas o Rui Falcão é o mais “reacionário” deles:

    http://www.youtube.com/watch?v=az466OqcTfo

    O Brasil ruma ao socialismo, e é o que o povo parece querer. Não só aqui, mas no mundo todo, o wallfare-state está ganhando o jogo. O NYT já até considera o Lula como um colunista, pra mim isso descredibiliza qualquer outra notícia que ele possa divulgar, no entanto, ainda é o mais influente nos EUA. O mundo todo precisa de uma reestruturação seríssima. Se eu tivesse chance, sairia desse país enquanto há tempo e me mudaria para algum país onde a onda vermelha ainda vai demorar a chegar.

  29. Europa é o berço do comunismo, sua crise atual é gerada pela utilização desenfreada do wellfare-state e do mutualismo entre Estado e corporações. Eu iria para o Canadá, Nova Zelândia ou Austrália. O Chile, apesar de estar em melhor posição entre nós da América Latina, está bem no olho do furacão.

    Eles não engoliram o Pinochet, assim como nunca vão engolir nada nem ninguém que alguma vez na vida já entrou em conflito com os ideais de instauração de um regime comunista em qualquer lugar do mundo.

    Realmente as opções estão cada vez mais escassas. A maré vermelha vem aí. O negócio é se esconder em terra alta.

  30. Emerson Luis, um Psicologo

    Com respeito ao conhecimento e à tecnologia, eu sou “progressista”

    Com respeito a valores elevados e princípios universais e contra ideias e comportamentos corrompidos, eu sou “conservador” e “reacionário” sim.

    * * *

  31. Não tive a oportunidade de verificar a veracidade da redação e nem a nota que o professor atribuiu, mas fiquei feliz de saber querem um grupo destes na UFSC.

    ufscon.wordpress.com/2013/09/29/aluno-se-nega-a-fazer-trabalho-sobre-marx-e-escreve-uma-carta-manifesto-ao-professor/

  32. Obrigado pelo esclarecimento. Perdoe-me qualquer ignorância. Ainda estou saindo do “brejo”, se é que me entende.
    Concordo com o que disse… por vias da razão; sem fazer uso de qualquer sentimentalismo que possa distorcer a compreensão a respeito do “tema” – o que, com certeza, veria num esquerdista.
    No entanto, creio que devemos atentar para o exame de consciência, a fim de não cair no indiferentismo à essa parcela da população – da qual estamos falando. Afinal, incontestavelmente, existem sim limitações físicas intransponíveis. Daí surge a importância da não indiferença de alguns para com outros, longe da égide estatal, saliento. Inflar o Estado só piora a situação, deixando-nos uma aura de incerteza em relação à utilização do dinheiro público. Tem algo em mente que possa, ao menos, atenuar essa situação, sem formulazinhas mágicas propostas pelos nossos "queridos amigos" comunistas? Digo, existe alguma forma de não ser indiferente a esses segmentos da sociedade (deficientes e idosos, por exemplo) sem ser indiferente ao próprio bolso? Isso é ou não um problema?

  33. Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política…e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos “fantasmas”. O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email NOVO é [email protected]

  34. A queda da Dilma será um desastre para a direita e um alívio para a esquerda.

    Primeiro que transformaram a Dilma em vítima, e toda sua gestão desastrosa será amenizada na memória das pessoas.

    Segundo que logo o oba oba do afastamento da Dilma acabe, as pessoas quebrarão a cara quando vê que o governo Temer será tão ruim quanto o governo Dilma.

    Terceiro, em 2018 o pt voltará fortalecido, e quem prostetou em 2016 entenderá o obvio, era melhor ter deixado a Dilma sangrando do que ter tirado ela.

  35. No começo eu achava esse tipo de texto pura”teoria da conspiração” e considerava partidos como PT e PC do B inofensivos como quaisquer outros partidos.Porém de uns tempos para cá, por meio do google e youtube,tive acesso a diversas informações sobre o marxismo cultural,e passei a levar a coisa a sério.Mudei completamente a forma de ver os movimentos feministas,LGBT,ambientalistas,negros etc.Pelo que eu entendi o objetivo é atacar o tripé que sustenta a sociedade capitalista:a cultura judaico-cristã,a família e o patriotismo.Quando a família,o patriotismo e a cultura e religião judaico-cristã estiverem destroçadas,o ambiente estará propício para a revolução socialista global.O golpe final será fazer o capitalismo colapsar no mundo mediante o populismo.Aliás,os socialistas fabianos já estão colocando em prática essa tática,já que o déficit nos EUA é de um trilhão de dólares,muito embora seja notório que lá tem muitas pessoas recebendo indevidamente benefícios do governo.Tempos sombrios nos esperam…

  36. Não existe modelo capitalista para seguir, se quiserem terão que desenvolverem, mas o caminho para o capitalismo é árduo, pois você vive em um país de religiosos (qualquer tipo de religiosidade é socialista), estatistas, paternalistas, escravos da ideia do “Estado de Bem Estar Social”, intervencionistas econômicos, o povo apoia, igualitarismo é uma ideia que vem da religiosidade, e passou para tudo. A forma mais antiga na terra de socialismo é a religião; você ainda tem o problema do gigantismo do estado, engenharia social. Se tirarem o socialismo é a religiosidade, e boa parte do restante citados acima, você cria uma forma de progresso humanos em todos os níveis, a humanidade avança significativamente o que não avançou nos últimos 3.500 anos.

  37. Claudio De Carvalho

    Eu tambem concordo que se o atual governo ficasse até o final com certeza ficaríamos livre definitivamente desse câncer chamado PT, mas é um preço alto a se pagar pela irresponsabilidade absoluta desses senhores. Nem este governo nem qualquer outro irá arrumar a casa a curto prazo mas a arrumação tem que começar, finalizando espero que o povo não esqueça quem provocou tudo isto, o discurso da esquerda é terrível, com certeza vao tentar passar toda culpa desse desmanche do estado para o governo atual.

  38. Os golpistas de plantão além de querer derrubar um governo eleito por mais de 54 milhões de votos, agora querem acabar com o projeto de redução da desigualdade. Um conluio entre mídia golpista, Fiesp, deputados e elite branca querem exterminar com um partido que sempre pensou nos mais pobres. Lançam massivamente que o Brasil está em crise. Divulgam massivamente que houve corrupção no governo do PT quando todos os diretores da Petrobrás foram lá colocados pelo PSDB. Este golpe começou a ser gestado no ínicio do mandato do Presidente Lula. Sabedores do sucesso do governo do PT, a direita articulou uma ampla mobilização para acabar com o projeto do PT. Vislumbraram que depois do PT, nemhum partido conseguiria retornar ao poder. Dessa forma, mobilizaram mídia, banqueiros, empresários, deputados, senadores, elite branca na arquitetação do golpe. Esta é a verdade. Mais devem saber que Fascistas não passarão. Golpistas não passarão.

  39. pilates-vila-romana

    O estado deve ser totalmente aparelhado por intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir a continuidade da longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais do país. Está foi uma estratégia utilizada nos últimos anos no Brasil. Ainda bem que o projeto deu errado e os pertencentes à esta seita foram colocados fora do poder.

  40. Acredito que tenha chegado a hora da esquerda fazer uma profunda reflexão. Por que em todos os países do mundo onde foram implantadas as suas políticas, são países em situação pré-falimentar? São vários exemplos: Cuba, Venezuela, Equador, etc… Chegou a hora da esquerda acordar do sonho e viver a realidade.

  41. A coisa mais acertada deste artigo para minha formação foi a confirmação do que já vinha pensando: de que o marxismo/comunismo/socialismo/progressismo e todos os filhotes e derivados possíveis não passam de religião….
    O grande trunfo destes caras foi vender isso como ciência.
    Não que religião seja ruim, mas tratar esses “ismos” como eles realmente são, como religião levaria o debate para outra arena, desmacararia totalmente o seu caráter normativo e, no caso, impositor.
    É que, em se tratando de religião, eles estariam entre as piores, no mesmo time do credos dogmáticos que se arvoram no direito de impor, com o uso da força, suas posições sobre os outros. Não atoa se identificam com o islamismo.

  42. É até injusto pedir esclarecimentos a um autor já morto, mas me impressiona a afirmação final:

    “Que a reação ocorra, que os “direitos” sejam retrocedidos, que esta gente recue, entre em órbita e finalmente perceba que, na realidade, sua religião é maléfica”.

    Por que os direitos devem ser retrocedidos, por que incomoda tanto que os direitos sejam pra todos?

    Isso nos leva a pensar quanto a contradição com o próprio texto quando o autor diz “A esquerda progressista não se importa muito com — na verdade, ela até gosta de — pequenos revezamentos de poder”.

    O autor ao dizer que os direitos devem ser retrocedidos, também afirma que a direita (assim como a esquerda) não aceita os “pequenos revezamentos de poder”.

    Lamentável…

  43. Excelente artigo. Leitura indispensável pra compreender a política atual.

    Sempre achei que o conservadorismo inglês apenas conservava o status atual da revoluação gramsciana. Prefiro o rótulo “reacionário” a “conservador”; prefiro o puritanismo ao conservadorismo inglês.

  44. Excelente artigo! Agora ficou mais fácil entender a gritaria dos “movimentos sociais” e das ditas “minorias”. Por exemplo, o LGTBS vive dizendo que o maior problema do Brasil é a homofobia. Talvez eles tenham se esquecido da segurança, da educação, da saúde, da previdência social, da corrupção, do déficit público, da reforma política. Cada minoria defende os SEUS próprios interesses e quer mais “direitos” – pagos pelos outros. Este artigo devia ser impresso e distribuído nas escolas de todo o Brasil.

  45. Funça Capitalista

    Boa tarde a todos!

    Assunto fora do tópico. Se alguém puder me responder, eu agradeço.

    Eu vejo muita gente comentando que se um esquerdista for eleito (ex: Ciro, Hadad…), o dolar irá às alturas. Gostaria de entender como uma coisa pode afetar a outra. Na verdade eu não entendo muito bem o mecanismo de valor do dolar. O que define que ele seja 4, 5, 6 reais… Se alguém puder me explicar, gostaria de saber como é este mecanismo.

  46. Dalton Catunda Rocha

    Escola pública nunca prestou, nem prestará, no Brasil. Se algum governador ou prefeito deste país quiser mesmo, melhorar a educação, no seu estado ou município; então que faça isto:

    1- Privatize todas as escolas públicas.

    2- Dê o direito aos pais de escolherem em qual escola particular, eles querem matricular seus filhos, por meio de bolsas de estudo.

    O resto é só demagogia eleitoreira. Você acha que as escolas públicas funcionam gratuitamente? Enquanto nas escolas particulares, cerca de 70% dos funcionários são professores, nas escolas públicas esta percentagem não passa nem de 40%. O resto é burocracia; corrupta, incompetente e lenta. Sai mais barato e melhor, se usar dinheiro público, para pagar uma mensalidade numa escola particular, que jogar dinheiro fora em escolas ditas "públicas", mas de fato da CUT, da corrupção e da incompetência.

    Não concordas? Lembra do tempo (governo Sarney) em que telefonia era monopólio estatal no Brasil? Então,menos de 30% dos brasileiros tinham telefone fixo e um telefone fixo custava o preço de um carro usado, em bom estado. Hoje, 100% da telefonia do Brasil é particular. Graças a este fato, uma linha ou um chip de telefone celular custa o preço de uma boa pizza grande e, até um gari pode ter um telefone celular no bolso.

    Somente a privatização plena de todo o ensino básico e médio, junto com a privatização da esmagadora maioria do ensino superior, poderá nos dar a esperança de um futuro melhor, para o Brasil.

    Em resumo. Com escolas sob o controle de marxistas, estaremos fadados a vivermos num país pobre, falido, corrupto e endividado.

    Tornar um país pobre, num país rico é raridade, mas a Coréia do Sul conseguiu tal feito, graças aos governos de dois generais de 1961 a 1988. Peço a você, que veja a palestra que começa aos seis minutos e vários segundos do site http://www.youtube.com/watch?v=axuxt2Dwe0A

  47. Eu não sei se minha pergunta foi postada, por isso a farei novamente.

    Leandro e cia, digamos que um governante queria usar reservas internacionais para acumular ouro, ele poderia fazer isso sem violar a lei de responsabilidade fiscal? Ou seja, ele poderia vender parte das reservas internacionais e comprar ouro para estocar no BC?

    Ou ainda, ele poderia vender essas reservas internacionais e colocar esse dinheiro no fundo soberano sem violar a lei de responsabilidade fiscal?

    Se violam, quais as as consequências dessa tomada de decisões?

    Por que motivo o método PPC é o mais acurado para definir o volume representado nas transações?

  48. Pessoal, achei o texto realmente sensacional e bem esclarecedor. Tenho algumas reflexões, entretanto:

    “credenciados membros de todos os tipos de grupos vitimológicos, aquela gente que se diz perseguida e que vive lutando por “direitos iguais” — sendo que o ‘iguais’ significa na verdade ‘superiores’. Estes grupos são formados por negros, mulheres, gays, lésbicas, trans, índios etc.”

    no trexo acima, senti falta dos (deficientes), o que supus estar implícito no “etc”. Eu sou deficiente visual total (cego mesmo) e sou um beneficiado direto das políticas públicas da social democracia. Gosto de muitos projetos, mas outros creio serem desnecessários. Um cego, por exemplo, não necessita exatamente de ter um passe livre para andar de ônibus. pessoalmente acho que isso serve menos para ajudar do que para expor um grande preconceito, mostrando o quão incapazes somos.

    por outro lado, sei que o preconceito existe e muitas coisas não teríamos possibilidade de fazer, visto que muitos de vocês que não possuem deficiência pensam que não servimos para muita coisa. ou melhor, na verdade nem pensam sobre isso, já que não têm um contato direto com deficientes.

    o que tem nos ajudado muito (falo especificamente dos cegos) são as tecnologias assistivas, das quais utilizo para escrever este texto. hoje em dia muitas pessoas se disponibilizam para me ajudar, o que é ótimo, porém as vezes não necessito de determinada ajuda e as pessoas ficam chateadas quando agradeço mas digo que não preciso de auxílio… vejo assim que o politicamente correto está a cada dia mais em alta e concordo quando diz: “sendo que o ‘iguais’ significa na verdade ‘superiores”, principalmente se tratando de gays, que nem mais dizer algo contra é permitido.

    estou escrevendo isso porque fico um pouco preocupado, sem saber exatamente como funcionaria a sociedade sem um pouco de “igualdade” (no sentido humanidade)? Isto é, sou contra muitas coisas de hoje, concordo muito com esse artigo! mas o que gostaria de entender é como exatamente eu me encaixaria nesse mundo?

    sei das minhas capacidades, sei que posso ser produtivo, mas nem todo mundo sabe ou acredita nisso. chegando numa empresa qualquer, o dono olhando para mim e para você, sendo que temos hipoteticamente a mesma formação, quem ele escolheria? escolheria você, provavelmente. outro dia numa empresa uma avaliadora me perguntou o que eu achava do sistema de cotas para deficientes e negros, abordando a justiça social. depois que respondi que eu não concordava com as cotas, porque eu preferiria ser contratado pelas minhas capacidades, apesar de entender que talvez para uma conscientização fosse um mal necessário, ela não gostou muito e no final não fui contratado (acho que foi porque eu seria colocado exatamente em uma vaga de cota).

    em fim, o ponto é que apesar de não gostar de toda essa revolução moral, não concordo mesmo, e não gostar de todo esse assistencialismo (acho que deve ser para o realmente necessário), porque caso contrário, como ficaríamos nesse ambiente que muitas vezes não somos vistos?

    aí que entra a parte “vitimização”, embora eu não queira estar dentro disso, acredito que já entenderam? não estou me vitimando. o fato é que precisamos sim de alguma forma de suporte para que possamos ser impulsionados para a direção correta. então o meu questionamento:

    o que o liberalismo tem como solução para que tenhamos uma sociedade livre, mas que todos tenham essa condição de liberdade?

    alguém tem algo para que eu possa me informar, como livro ou algo assim?

    porque eu compreendi muito bem o que o artigo quis trazer e concordo, mas não posso deixar de reconhecer que sou alvo de muitos dos projetos sociais, dos quais acho alguns desnecessários, ao passo que outros foram muito importantes para a formação que tenho.

    por que podemos ser livres mas solidários, não podemos?

    podemos ser diferentes mas ajudar o outro na diferença que o prejudica, não podemos?

    podemos ser individuais mas não egoístas, progredir mas manter os bons princípios morais, não podemos?

    podemos não ser esmagados em uma lata até que nos tornemos uma mesma massa vermelha, mas estarmos juntos se quisermos, não podemos?

    abraços e agradeço a atenção e quem puder esclarecer minhas dúvidas.

  49. Benjamin Cartwright

    Pessoal,

    Há uns dias eu conversava sobre os últimos acontecimentos ocorridos no Brasil com um amigo, com tendências “psolistas”, e ele me disse:

    “Benjamin, você precisa conhecer o sociólogo Jessé Souza e os seus livros, especialmente “A elite do atraso, da escravidão à lava-jato”. Você descobrirá muitas verdades ali.”

    Eu, para evitar discussões infrutíferas, respondi (com um sorriso maroto): “Obrigado pela indicação.”

    Eu sei, superficialmente, que o tal Jessé e os seus livros são mais do mesmo blábláblá esquerdoso, ou seja socialismo, social democracia etc…

    Daí, pergunto:

    – Alguém já teve paciência em ler os livros dele?

    – Como refutar os argumentos que ele apresenta em seus livros?

    Por favor, me ajudem, porque em 20 dias eu encontrarei o meu amigo “psolista”… Hahaha!!!

    Todas as respostas de usuários sérios que postam mensagens aqui serão muitíssimo bem-vindas!!!

    PS.: Se o colega Richard Gladstone de Jouvenel, que me ajudou no passado, em outras questões puder responder, fica um agradecimento especial!

  50. Acabei de ler numa rede social um conhecido meu dizendo que a morte de quase 20 índios numa determinada situação é culpa “do Bolsinaro e de seus eleitores malditos”.

    Como não gostei muito da associação feita pelo distinto, dado que este sabe que votei no candidato do PSL em outubro passado, cortei minhas relações de amizade.

    Histeria PC tem limites!

  51. brilhante e cirúrgico.

    Acredito que se ele vivesse hoje talvez acresentaria que os mencheviques à medida que acham que roda da história já girou o suficiente, passam a se sentir a vontade e com o poder de se tornarem mais agressivos, basta ver o aumento da agressividade/violência escancarada dos movimentos progressista que no início pregavam que queriam apenas “igualdade”

  52. Fantástico artigo. Mais surpreendente a data da publicação. Para mim, que nasci em 93, surpreende a análise ter sido feita em 92, quando eu nem era nascido. Parece que foi escrito hoje, na data deste meu comentário.

    No Brasil, as pessoas que estão no brejo, estão exatamente meio perdidas, mas perdidas já dentro do espectro social-democrata, pois é bombardeada pela Globo e pela mídia mainstream em geral, filmes, novelas etc. Está dentro do espectro, repete os discursões e chavões, tem vergonha de critica-los, mas não sabe bem o porque faz isso. Eu nunca fui um apaixonado fanático, mas já fui um jovem que reproduzia esses discursos por medo de não ser aceito. Felizmente abri os olhos.

  53. O que me deixa boquiaberto é o fato desse artigo de 1992 (que já evidencia um problema há muito generalizado de grupos progressistas) citar que o New York Times já era esquerdista desde 1930. Isso foi surreal! Incrível que esses jornais da grande imprensa já vinham se contaminando há décadas com o pensamento tacanho da social democracia, bem que o Olavo de Carvalho avisou sobre isso, mas como não sou conservador, achei que fosse delírio do velho! Eu como nasci em 1991 achava que essas ondas do politicamente correto começaram a surgir pós anos 2000, porém vi que estava equivocado.

  54. Dalton Catunda Rocha

    Se você quiser um site que dá dados do coronavírus no mundo inteiro, este é o vídeo para ser assistido: http://www.youtube.com/watch?v=qgylp3Td1Bw

    “Nos Estados Unidos, Donald Trump, que era contra a quarentena, agora diz que a medida pode salvar até um milhão de vidas” > http://www.youtube.com/watch?v=k62TmJ2OzDw

    ********

    Para os apreciadores de sandices sobre saúde pública, aqui estão três vídeos com nível crescente de sandices, sobre saúde:

    Terceiro nível de sandices, sobre saúde:

    http://www.youtube.com/watch?v=CuKJqpPml-A

    Segundo nível de sandices, sobre saúde:

    http://www.youtube.com/watch?v=c3JVG0UxwzY&lc=UgwXl2f6okrH0h6dh3Z4AaABAg.97-6rYdsBo-972An-YLu_q

    Primeiro nível de sandices, sobre saúde:

    http://www.youtube.com/watch?v=gOlykw8A0ds

  55. Dalton Catunda Rocha

    Para quem quer informações dos números do coronavírus em tempo real e no mundo inteiro, o site em inglês que recomendo é este: http://www.youtube.com/watch?v=SLV1B5Lzy48

    “8 GRANDES MENTIRAS sobre o CORONAVÍRUS” > http://www.youtube.com/watch?v=wNHHvYRBaPE

    Para os apreciadores de fake news na área de saúde, eu tenho três dicas:

    1- O pediatra Dr. Antony Wong: http://www.youtube.com/watch?v=ELkketSrS8s

    2- O terraplanista Afonso: http://www.youtube.com/watch?v=CuKJqpPml-A

    3- O Lula: http://www.youtube.com/watch?v=5LSnpO2v5Og

  56. Que texto!!! Irrepreensível e que nos expõe a esquerdopatia diante dos nossos olhos. Uma certa homenagem, sem querer, é claro, ao Prof. Olavo de Carvalho, que nos deixou nesse dia e quem foi, juntamente com este site, que me abriram os olhos para o Brasil e o mundo no qual vivia/vivo.

  57. Ademais, digo que se eu lesse em texto em 1992, não entenderia lufas! Há 30 anos eu me sentiria como um peixe, achando que porque no aquário é água, que o mundo todo também seria só água. hehehe

  58. Sou Acrata=Estado Sem Poder, sem direita nem esquerda lados do mesmo poder. A esquerda, como se afirmou nesse site, por incompetência dos seus opositores, tomaram as ciências sociais. Somo a isso que tomou todos os debates avanços legítimos que a sociedade tem tido. Se acham e seus opositores acham tambem q são progressistas. O progresso e da esquerda. Discordo. Apoio muitas pautas de debates, como o aborto livre, fim das forças armadas, que não são deles. Eu nego a posse por eles do progresso, ate porque, em meu ponto de vista, na maioria são retrógrados..

  59. Incrível como lutei exatamente contra isto desde criança e estou no clímax final deste enredo (7 de janeiro de 2023); talvez se tivesse tido acesso a este texto antes, com certeza eu teria sofrido menos lesões e tribulações. ROBERTO “NASCIMENTO”

  60. Analisando tudo o que aconteceu nesses últimos anos, chego a conclusão que a tão chamada “doutrinação ideológica” deu uma passo adiante. Hoje ela não se restringe mais às escolas e universidades e, além de crianças e jovens, consegue atingir também adultos de meia idade e até pessoas mais velhas e experientes.

    A doutrinação ideológica agora vem por meio da imprensa tradicional. Na verdade, a imprensa tradicional sempre foi uma ferramenta de doutrinação, mas a novidade é que agora ela passou a ser levada a sério. Há até poucos anos, os meios de comunicação tradicionais estavam, de fato, perdendo a credibilidade em favor de meios mais descentralizados. Mas, com a pandemia, tudo isso mudou. O medo causado pela pandemia de covid-19 fez com que a imprensa tradicional recuperasse boa parte da credibilidade perdida. Os meios alternativos passaram a ser estigmatizados e rotulados de “negacionistas”, “conspiracionistas” e tudo isso colou. As pessoas voltaram a ouvir os meios de comunicação tradicionais e se afastaram dos alternativos e descentralizados. E passaram a aceitar todo o discurso por eles propagados – principalmente pelos “especialistas”.

    E, assim como muitos sempre notam a “transformação” sofrida por um aluno doutrinado na escola ou na universidade, pude notar a transformação de várias pessoas de meu convívio. Simplesmente jogaram fora tudo o que acreditavam no passado e hoje só fazem repetir a propaganda da imprensa militante. Em outras palavras, muita gente simplesmente “esquerdou”! Gente que antes se dizia “de direita” hoje já se assume como “centro-esquerda” e “social-democrata” – alguns já prestes a embarcar no progressismo! Gente que antes se orgulhava em dizer que era “capitalista” hoje defende pautas anti-capitalistas. E, de novo, não estou falando de jovens inexperientes e sem “bagagem”. Estou falando de gente vivida, com idade para serem pais ou avós de muita gente aqui. Gente que simplesmente jogou fora toda a “bagagem” que tinha e passou a aceitar todas as pautas propagadas pelos atuais doutrinadores!

    Eu tenho visto algumas pessoas comemorando que veículos como Globo, Folha, UOL estão perdendo assinantes, que as pessoas tem preferido seguir formadores de opinião independentes a ler jornal. Sim, ocorre que, os “formadores de opinião” que essas pessoas estão seguindo são da estirpe de Reinaldo Azevedo, Marco Antônio Villa, Felipe Moura Brasil, Vera Magalhães et caterva. Ou seja, trocou-se seis por meia-dúzia.

    Sinceramente, não vejo uma luz no fim túnel. O discurso progressista/ambientalista/social-democrata ganhou uma força tremenda nesses últimos anos. Basta ver quantos defenderam as medidas autoritárias da pandemia. Às vezes chego a cogitar que a teoria conspiracionista de que a pandemia foi algo fabricado e deliberado, com o objetivo de recuperar a força que o estado estava perdendo talvez não seja tão conspiracionista assim. Pois foi depois da pandemia que isso tudo começou a acontecer.

  61. Democracia pra eles é somente sua visão estatal de controle sobre os outros, os recursos dos outros, a liberdade dos outros. Como diz the L , minha democracia não é igual a sua.
    Nesta não cabe a liberdade alheia. Entao se ocorre um movimento por mais liberdade, eles logo reagem com essa comoção do partido. Pra eles não há espaço pra liberdade individual e os direitos humanos fundamentais como o direito de não se associar, o direito de não ser obrigado a sustentar os outros.
    Com isso a social democracia é tão perigosa à liberdade como os comunistas bolcheviques.

  62. Aos técnicos de economia aqui, me expliquem, como o Brasil continua crescendo com essa taxa de juros? Todo mundo errou e continua errando, o crescimento continua mesmo com alta taxa de juros. O Leandro podia explicar isso mas ele sumiu daqui, quem se candidata? Mesmo no governo lula continua crescendo…

  63. “Longa marcha gramsciana” significa lutar contra a brutalidade policial contra negros.

    E contra essa “longa marcha gramsciana”, apóie uma (extrema)direita “populista” e supremacistas brancos, como Rothbard (o autor deste artigo) fez durante as eleições para governador em Louisiana em 1991…(google por David Duke). E como os atuais libertários americanos fazem com relação à atual alt-right trumpista (alt right abertamente racista, basta ler os comentários no Breitbart, a maioria racista)…

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