Keir Starmer renunciou ontem ao posto de primeiro-ministro britânico, em meio ao completo caos das últimas semanas, no qual três escândalos vieram à tona e retratam o pior do declínio inglês e o duplo padrão da esquerda.
O primeiro caso foi a morte de Henry Nowak, estudante de 18 anos esfaqueado em dezembro de 2025. O assassino era de ascendência indiana e apenas precisou dizer à polícia que havia sido vítima de uma agressão racista. Assim, ao chegar à cena, os policiais algemaram o jovem que sangrava no chão em vez do agressor. O jovem repetiu diversas vezes que havia sido esfaqueado e que não conseguia respirar, mas isso não parou o policial, e o jovem morreu enquanto era algemado.
O segundo caso foi em Belfast, onde um imigrante atacou um britânico e tentou decapitá-lo a facadas no meio da rua. Esse evento gerou revolta na população, que saiu para protestar, uma vez que há uma clara leniência estatal para com crimes cometidos por imigrantes.
O terceiro foi a publicação de um relatório, conduzido pelo deputado Rupert Lowe e por sobreviventes. Foram documentadas décadas de abuso sexual de adolescentes e pré-adolescentes por gangues predominantemente paquistanesas e muçulmanas. Pior ainda foi a confirmação da leniência estatal ao lidar com imigrantes. Foram inúmeros relatos de meninas que essencialmente foram sequestradas e abusadas por diversos homens paquistaneses e que, ao entrar em contato com qualquer autoridade, como serviços sociais, profissionais de saúde e policiais, constantemente eram devolvidas aos seus abusadores, mesmo com evidências claras de que estavam sendo abusadas.
O vídeo a seguir mostra a reação de Keir Starmer com a morte de George Floyd e seus subsequentes protestos, e sua reação em frente a essa situação do Reino Unido:
https://www.instagram.com/reels/DZ8BbfCxWXq
As falas do ex-primeiro-ministro demonstram o completo duplo padrão adotado pela esquerda e como a ideologia determina a distribuição de repulsa moral diante de certos atos. Quando George Floyd morreu, em outro continente, Keir Starmer não teve o menor pudor em usar a sua morte para avançar a agenda da esquerda identitária. Mas, diante da violência sofrida por britânicos em seu próprio país, a resposta deve ser moderada. A ideologia decide quem merece indignação.
A Inglaterra vem em declínio há décadas. As políticas socialistas começaram a assombrar o país já na Primeira Guerra e se consolidaram de vez após a Segunda. Houve um respiro nos anos 1980 e 90, mas a nova esquerda retomou o controle e o identitarismo virou a religião secular do estado.
As instituições inglesas se tornaram um veículo contra a própria população. Agir contra um imigrante ou uma suposta minoria pode ser visto como racismo ou xenofobia. Hoje aparentemente este é o crime mais hediondo que existe.
Apesar da renúncia de Starmer, o Partido Trabalhista segue no poder e, no curto prazo, é difícil enxergar uma mudança de rumo na Inglaterra.
