N. do T.: o artigo a seguir foi adaptado para a realidade brasileira
De todos os passos que foram dados rumo ao caminho da servidão, qual foi o pior?
Em minha opinião, foi o de permitir que o estado educasse nossos filhos, seja diretamente por meio de escolas públicas, seja indiretamente por meio de escolas privadas reguladas integralmente pelo Ministério da Educação.
Dado que a educação que nossos filhos recebem é toda controlada por funcionários públicos, que operam dentro das normas estabelecidas por um sistema estatal, não é surpresa nenhuma que nossos filhos cresçam acreditando que:
- o estado é um árbitro justo, imparcial, amoroso e caritativo, ao contrário de empreendedores privados, que agem somente em interesse próprio;
- programas governamentais realmente entregam aquilo que prometem e, sem eles, as pessoas estariam em situação muito pior;
- sem a saúde e a educação públicas, e sem programas de assistência social do governo, todos morreríamos doentes ainda muito jovens, seríamos analfabetos e as ruas estariam repletas de pessoas passando fome; e
- o estado é o país, e é nosso dever patriótico apoiar toda e qualquer política idiota que o governo decida implementar.
A educação é um desastre. Se você não acredita em mim, pergunte aos próprios políticos. Todo ano de eleição eles aparecem para nos contar como a educação está terrível — crianças que não conseguem ler em idade já avançada, violência nas salas de aula, professores incapacitados e mal pagos, infraestrutura precária e aos pedaços, drogas sendo vendidas dentro das escolas, salas de aula com excesso de alunos etc.
É claro que todos os políticos têm na ponta da língua soluções que irão sanar todos estes problemas. Porém, mesmo depois de eleitos, e de implementarem suas soluções, eles sempre voltam nas eleições seguintes dizendo como a situação da educação continua terrível.
A política e as escolas públicas
A primeira coisa que precisa ser entendida a respeito das escolas públicas é que elas não são instituições educacionais. Elas são agências políticas — logo, são controladas pelo grupo que tenha mais influência política. E isto exclui você e eu.
Não é de se estranhar, portanto, que suas políticas de ensino e de funcionamento sejam ditadas pelos sindicatos dos professores e dos funcionários, bem como pelas fantasias utópicas das universidades nas quais esses professores se formaram. Não existe um sistema de recompensas ou de incentivos para inovações. Mesmo os professores mais bem intencionados não têm oportunidades para utilizar métodos originais, lógicos e sensatos para resolver problemas rotineiros. Não há nenhuma chance de se recompensar aqueles que demonstram um desempenho superior. É a burocracia quem comanda tudo, e a ela todos devem ser submissos.
Para piorar, as escolas públicas acabam ensinando muitas coisas que iriam deixar os pais apavorados — isto se os pais soubessem exatamente o que se passa nas escolas. Orientação sexual e “kit-gay” são apenas a ponta do iceberg. Os alunos são ensinados a atormentar seus pais para que eles reciclem lixo, para que fechem a torneira do chuveiro enquanto estiverem se ensaboando durante o banho, e para que adotem inúmeros outros rituais da nova religião ambientalista. Literatura clássica quase nunca é mencionada. Quando o é, é apenas para mostrar como as pessoas já foram ignorantes e insensíveis, e não para mostrar aos alunos a complexidade da vida e a riqueza do idioma.
Tempo e recursos parece haver de sobra para ensinar as crianças a se conformarem com a ideologia e o pensamento politicamente correto da moda. Porém, se os pais reclamam que seus filhos não estão aprendendo ciências, português, história e matemática, os políticos respondem que está faltando dinheiro, os professores respondem que são mal pagos e vários “agentes sociais” dizem que a nova metodologia de ensino, com maior ênfase na ‘consciência social do aluno’, é bastante superior ao velho e reacionário método clássico de educação. E, no final, todos se unem para concluir que o grande problema realmente é o governo, que destina pouco dinheiro para a educação — logo, novos impostos são necessários.
A questão é: teria como as coisas realmente serem diferentes? Nesse atual arranjo, sem estarem submetidos a uma pressão competitiva, sem estarem sujeitos à concorrência, as pessoas que realmente estão no controle das escolas públicas — os burocratas sindicalizados — estão livres para saciar seus desejos mais indômitos de doutrinar as crianças para que elas sejam cidadãos exemplares da Nova Ordem. Em um sistema como este, os bons professores não têm a menor chance — nem o estímulo — de fazer a diferença.
Público vs. Privado
O problema não são professores despreparados. O problema não é a falta de recursos ou a falta de participação dos pais.
O problema é que as escolas são administradas pelo governo.
Podemos ver isso claramente ao comparar a educação pública com a indústria de computadores — um dos ramos menos regulados em todo o mundo.
- A educação está sob o comando de políticos e burocratas, gente que jamais irá enfrentar pessoalmente as consequências de suas próprias medidas, por mais que arruínem a educação de nossos filhos. E assim, os custos da educação vão ficando cada vez maiores, ano após ano, ao mesmo tempo em que a qualidade e a utilidade decrescem velozmente.
- A produção de computadores, notebooks e afins está sob o comando de empreendedores, pessoas que visam ao lucro e que, por isso mesmo, têm de estar sempre encontrando novas maneiras de nos satisfazer, produzindo cada vez mais com cada vez menos — caso contrário, perderão o que investiram e irão à falência. E assim, computadores, notebooks e demais apetrechos tecnológicos vão ficando cada vez mais baratos, ano após ano (ou mês após mês), ao mesmo tempo em que sua qualidade e utilidade aumentam velozmente.
Ao contrário das empresas de tecnologia, as escolas públicas são organizações monopolistas isoladas da concorrência — e inteiramente sustentadas pela coerção do governo. Um sistema de vouchers para as escolas privadas, nos moldes defendidos por alguns liberais genuínos, não tornaria as escolas públicas mais competitivas simplesmente porque as escolas do governo não precisam competir. (Em nível universitário, já temos os exemplos práticos do ProUni e do Fies, que nada mais é do que uma variância desse esquema de vouchers. O único resultado foi piorar a educação das universidades particulares que recebem esse subsídio, pois agora elas não mais têm de competir por novos alunos; o governo já garante a receita.)
Não importa quantos alunos as escolas públicas percam para as escolas privadas e para aqueles heróis que, à revelia do governo, praticam ensino doméstico; o fato é que as escolas públicas ainda obtêm seus recursos por meio da força — e quanto maiores os seus fracassos, mais eles são utilizados como desculpa para se exigir ainda mais recursos.
Dado que o governo possui livre acesso a um recurso que empresas privadas não têm — o dinheiro dos pagadores de impostos –, ele consegue oferecer seus serviços “gratuitamente”. Eles não são realmente gratuitos, é claro; no contexto estatal, “gratuito” significa que todas as pessoas pagam pelo serviço, queiram elas ou não.
Infelizmente, isso que irei dizer agora não é compreendido por todos, mas enquanto o governo puder tributar os cidadãos para lhes fornecer serviços educacionais a preço marginal zero, todo um serviço educacional privado que poderia existir jamais é criado. Não deixa de ser irônico constatar essa contradição: ao mesmo tempo em que o governo vigilantemente pune empresas que praticam “concorrência predatória” (leia-se: fornecem produtos e serviços a preços baixos), ele próprio incorre nessa prática — só que de maneira totalmente coerciva, pois o faz com o dinheiro que confisca da população — no serviço educacional.
Inversão de papéis
Suponhamos que o governo tenha estatizado a indústria de computadores tão logo ela surgiu (tudo para o “bem do povo”, claro). Não é difícil imaginarmos como ela seria hoje:
- Um computador pessoal custaria alguns milhões de reais e seria maior que uma casa
- Ele provavelmente seria capaz de realizar operações de soma e subtração, porém os funcionários públicos iriam nos explicar por que é cientificamente impossível uma máquina destas realizar multiplicações e divisões;
- O custo de um computador subiria continuamente, e cada modelo novo seria pior e mais caro que o do ano anterior;
- Haveria grupos de interesse organizados tentando fazer com que o governo produzisse computadores com DOS, e outros grupos exigindo interface gráfica. Haveria intensos debates sobre se os computadores fornecidos pelo governo deveriam poder acessar sites religiosos ou não.
O lado positivo seria que todos os computadores viriam com um software que ensinaria às crianças como manusear uma camisinha.
Por outro lado…
Agora vamos supor o contrário, que a educação fosse organizada de acordo com a indústria de computadores — formada por empresas privadas concorrendo em um mercado sem barreiras à entrada, livres de todos os tipos de regulamentações, que não estivessem sujeitas a matérias obrigatórias ou a comissões políticas. Em suma, por empresas que simplesmente tivessem de competir pela preferência dos pais.
Como as escolas seriam? Parece-me óbvio que:
- O custo da educação cairia ano após ano, com as empresas encontrando maneiras de fornecer educação de qualidade a custos cada vez menores. E todo o dinheiro que você gasta hoje para pagar pelas escolas públicas por meio de impostos ficaria integralmente com você, para gastar como achar melhor.
- A concorrência faria com que as escolas tivessem de melhorar ano após ano. Não dá para fazer previsões, mas é bem possível que as crianças precisassem passar apenas 3 horas por dia na escola para receber uma educação muito superior do que a obtida hoje nas escolas controladas pelo governo.
- As escolas seriam tão mais estimulantes, que as crianças poderiam perfeitamente querer passar várias horas por dia explorando o mundo da matemática, da história, da geografia, da literatura, da redação ou de qualquer outro tema que tenha despertado sua imaginação.
- Dado que não haveria nenhum Ministério da Educação impondo um determinado tipo de currículo para todo o país, não veríamos mais as brigas amargas sobre os conteúdos ministrados, sobre a necessidade ou não de se ensinar religião, “sensibilidade social” e educação sexual; não haveria problemas com a imposição estatal de “kit-gay” ou com a aceitação ou não de professores homossexuais. Se uma escola quisesse se especializar exclusivamente em esportes, por exemplo, caberia aos pais decidir se querem ou não que seus filhos estudem ali. A liberdade definiria as escolhas. Não mais haveria as centenas de controvérsias que vemos na educação atual, completamente controlada pelos burocratas do Ministério da Educação. Se você não gosta do que a escola do seu filho está ensinando, você simplesmente vai atrás de outra melhor — do mesmo jeito que vai atrás de um supermercado que tenha o que você quer.
- Haveria dezenas de opções disponíveis para você — escolas mais severas, escolas com disciplinas especiais, como música e cinema, escolas alternativas e até mesmo escolas que ofereçam um ensino completo sobre o funcionamento do livre mercado e do empreendedorismo, o que iria ajudar seu filho a obter uma vida mais confortável quando crescesse, além de poupar seu cérebro de infecções marxistas. Algumas escolas poderiam perfeitamente criar um currículo personalizado baseando-se em suas expectativas e nas capacidades de seu filho, ao passo que outras ofereceriam uma educação mais simples a um custo menor para aqueles que precisam economizar.
Temos de agradecer aos céus pelo fato de que nossos computadores e demais aparelhos eletrônicos não são fornecidos pelo estado. Mas também nunca podemos nos esquecer de como a educação poderia ser muito melhor, mais dinâmica e estimulante, se ela fosse tão livre do estado quanto é a indústria tecnológica.
Não há nada de específico na educação que nos faça duvidar de que o mercado poderia fornecê-la. Assim como qualquer produto ou serviço, a educação é uma combinação de terra, trabalho e capital direcionados a um objetivo claro: a instrução de assuntos acadêmicos e relacionados, os quais são demandados por uma classe de consumidores, majoritariamente pais.
O argumento de que uma educação de alta qualidade seria intrinsecamente cara para uma fatia significativa da população não se sustenta. Um livre mercado que consegue saturar a sociedade com telefones celulares, geladeiras, fornos microondas, televisões da alta definição, computadores, tablets e máquinas de lavar certamente pode produzir educação de alta qualidade para as massas. O segredo é a liberdade de empreendimento.
Imagine um mundo em que os impostos para a educação deixassem de existir, em que a liberdade conduzisse a educação de seus filhos e você pudesse escolher uma escola para eles da mesma maneira que escolhe qual artefato eletrônico quer comprar.
Isso é querer demais?
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*Este artigo foi originalmente publicado em 17 de outubro de 2015.
Sou professor do sistema federal de ensino, e posso afirmar que a escola publica é EXATAMENTE isso que o autor propõe: uma agência política destinada a reproduzir (e aumentar) a estatizacao da sociedade. E o pior de tudo: é impossível eu não trabalhar para o Estado. Só se eu desistir da profissão! Minha frustracao é enorme e já pensei diversas vezes em sair dessa vida de “agente estatizador”.
Olá\r
\r
Acabei de entrar no curso de Ciências Contábeis na Universidade do Vale do Acaraú, no Ceará, após muita insistência de um amigo meu. Por muito tempo queria fazer História ou Filosofia, mas não queria ter de enfrentar a lavagem cerebral e o patrulhamento ideológico que existem nesses cursos, onde pensar diferente da regra geral é quase um crime. Optei por Ciências Contábeis porque, além de ser algo interesse e que vai me ajudar a estudar mais sobre economia (inclusive acabei de comprar um livro escrito por Ludwig Von Mises), acredito que não haverá ideologia canhestra para ser assimilada (espero que eu esteja certo).\r
\r
Amplexos para todos.\r
Haverá sim: o keynesianismo.
Fantástico artigo, simples, mas que vai direto ao ponto. É incrível constatar que mesmo pessoas que não são exatamente hostis ao livre-mercado possuem várias restrições ao fornecimento privado de saúde e educação. É como se existisse um corte: bens e serviços “opcionais” poderiam ser melhor oferecidos por empresas privadas competindo livremente, no entanto, bens e serviços “essenciais” deveriam ser ofertados pelo governo, apesar das pessoas não negarem que o mercado competitivo tem vantagens superiores a organização da produção baseada na coerção.
Ótimo artigo! Aposto que num futuro não muito distante surgirão dicas mais específicas de como educar libertariamente os filhos, com níveis de detalhes curriculares e sugestões de conteúdo por idade ou algo assim.
Ok, faz sentido.
E para os que não podem pagar? A escola privada atenderia essa fatia (enorme, gigantesca) da população de que jeito?
E no fim do mundo, os sertões brasileiros, as periferias… a iniciativa privada estaria interessada nesse mercado?
Digamos que sim, haveria quem se dispusesse a se instalar em cidades com renda per capita ridícula. Como o empresário desonesto (claro, eles existem) seria punido em caso de má prestação de serviços educacionais nesses confins do planeta?
De qualquer forma o Estado seria cobrado a intervir. E isso seria feito segundo algum critério etc etc.. não estaríamos voltando lá no começo?
É isso. Como ficaria quem não pode pagar e o mal gestor. Gostaria de ter sua opinião sobre isso.
O texto é interessante.
Mas acho que a comparação entre indústria de ensino e indústria de computadores tem vários problemas.
1) Computador é produto. Escola é serviço.
2) Compramos um computador e vamos embora, na maior parte das vezes não lidamos mais com o fabricante. Quando formos comprar o próximo, vamos escolher de novo onde comprar em uma decisão totalmente nova. Com a escola é diferente. A criança precisa frequentar a escola durante anos, todos os dias. Uma mudança implica em mudar de ambiente, perder amizades, fazer novas amizades, se adequar a um currículo diferente, ajustar notas anteriores ao novo sistema, enfim, há várias complicações. A barreira de saída para o consumidor de escola é alta. Para o consumidor de computador é baixa. A escola tem muito mais poder na relação comercial com o aluno do que o fornecedor de computador com seu consumidor.
3) Já existem escolas particulares, e nenhum dos benefícios preconizados pelo texto para escolas privadas se aplicam a elas.
Eu não concordo com a existencia de escolas públicas. Mas nós austriacos temos que entender que abolir a escola publica é algo muito dificil, beirando o impossivel. O interessante primeiro seria brigarmos para que todas as leis sobre escolas(e saúde) fossem obrigadas a serem seguidas APENAS por instituições públicas. Deixando que toda a rede privada fosse isenta de impostos e regulamentações, podendo atuar como quiser. Isso mostraria o poder do setor privado, chegando até a um momento onde a minoria das pessoas usariam os serviços criminosos do governo, ai seria só passar a rasteira final e abolir os serviços publicos por completo.
A unica dificuldade que vejo nisso, é que conforme forem crescendo as instituições privadas, as publicas ficarão com menos clientes, oq eu resultará numa inevitavel melhora dos serviços publicos, tornando um pouco mais dificil sua extinção, já que muita gente brigaria para que elas continuassem a existir.
Sou professor de geografia de turmas de ensino fundamental e médio da rede pública há dez anos e tenho constatado que o estado é completamente ineficiente para ofertar ensino de qualidade. Mesmo que os gastos governamentais fossem duplicados não haveria grandes melhoras no ensino público no Brasil. A questão não é falta de recursos e sim péssimo uso deles. Um grande mito difundido por sindicatos de professores e por “especialistas” em educação é o de que o principal problema da educação pública no Brasil são os baixos salários. Isto é uma grande falácia. Mesmo que os governos decidissem amanhã triplicar o salários dos professores da rede pública, ainda assim o ensino no Brasil continuaria num estado deplorável. Muitos colegas meus tem dois empregos e o conjuge também e auferem uma renda líquida de mais de 8 mil reais e nem por isso dão uma aula de qualidade. A minha experiência como professor tem me mostrado que a classe dos professores de escola publica é uma das que mais tem picareta entre todas as categorias profissionais. Os burocratas do Ministério da Educação desconhecem por completo o que se passa no interior de uma escola pública. É tanto faz de conta, é tanto desperdício de dinheiro público, é tanto projeto inútil que o resultado só poderia ser este que nós conhecemos.
Outra ideia estúpida é essa de o estado querer oferecer educação de qualidade para todos. Isto é impossível. Primeiro porque não há professores bem qualificados para atender a demanda; segundo, mesmo que houvesse, o estado teria que gastar uma quantidade absurda de recursos públicos para remunerar esses professores, engessando, portanto, o orçamento público; terceiro, educação é um processo interativo entre alguém que quer aprender e fontes de conhecimento (livros, revistas, jornais, os pais e os professores). O processo educativo só se torna bem sucedido se houver um forte interesse por parte do aprendiz em querer realmente aprender, de querer se apropriar de um conjunto de conteúdos. Acontece que boa parte das crianças e jovens brasileiros não tem esse interesse por n razões. Sendo assim, quando os governos gastam bilhões de reais para tentar educar indivíduos que não querem ser educados, está havendo um gigantesco desperdício de dinheiro público. Seria mais produtivo se os governos pegassem essa montanha de dinheiro e aplicassem em cursos profissionalizantes para jovens. Nem todo mundo nasceu para fazer faculdade. Agora se formos para o ensino superior, o desperdício é várias vezes maior.
Rovison, fico feliz de ler seu comentário! MInha mãe também trabalha na rede e ela sempre fez as mesmas observações que vc, e sempre esteve isolada entre as colegas dela. Acho impossível atrair para a educação mais pessoas sensatas como vc e minha mãe sem que haja um afastamento do estado em relação à educação (inclusive das escolas particulares). Mas não adianta, o povo vai eternamente acreditar na educação de qualidade para todos (não que eu ache impossível, mas não no curto prazo com os recursos presentes) e vão sempre achar que “enfiar” todo mundo no ensino superior é a chave para acabar com a desigualdade social. Enquanto isso o mercado se entope de mão de obra mal qualificada, aprovada nas suas faculdades que aprovam todo mundo (do contrário, perderiam todos os alunos) e recebem incentivos do Pro-Uni.
Há muito tempo as escolas são apenas um grande repositório de ideologias escolhidas pelos grupos de pressão para infundir aos jovens. Isso tudo data da queda vertiginosa da qualidade nos cursos de pedagogia, desde o momento em que deixaram os conceitos clássicos para adotar porcarias como “educação cidadã”, “pedadogia dos excluídos” e outras palhaçadas que no final significam uma coisa só: fazer com que os alunos adotem determinados conceitos em vez de ajuda-los a se desenvolver intelectualmente, para que eles próprios possam raciocinar e fazer suas escolhas por si mesmos.
“Temos de agradecer aos céus pelo fato de que nossos computadores e demais aparelhos eletrônicos não são fornecidos pelo estado. Mas também nunca podemos nos esquecer de como a educação poderia ser muito melhor, mais dinâmica e estimulante, se ela fosse tão livre do estado quanto é a indústria tecnológica.”
Quantos anos esperei pra “ler” isso? hahahaha
Esssa frase se aplica a todos os “Estados” que conhecemos.
Bem vindo à causa Rovison. Leciono filosofia há 5 anos no ensino público. Estou me afastando no momento, mas nunca deixei de ensinar as virtudes do livre mercado e rebater as aulas pobres de geopolítica e história.
Puxa gente, faço ensino superior em Administração Pública e cada vez mais me sinto atraída pela ideia de abolição do Estado e de toda a sua estrutura administrativa, que ironia… rsrs.. ainda, este artigo chega bem em tempos de greve na UFPR…\r
\r
Escreve para deixar os parabéns a toda a equipe pelos textos, artigos e publicações, principalmente, pela difusão dos conhecimentos de liberdade. Certamente eu teria uma visão bem diferente do Estado caso não tivesse encontrado este site ao acaso.\r
\r
Não posso dizer que concordo totalmente com tudo, mas obviamente, não consigo discordar de nada.
O problema não é necessariamente a educação pública. Em países como a Finlândia e a Singapura, a educação pública é de qualidade. E por que nestes países deu certo? Porque nestes aíses há um sistema meritocrático de seleção de professores O problema da educação pública em países como o Brasil, é o corporativismo dos sindicatos.
“[…]Em nível universitário, já temos o exemplo prático do ProUni, que nada mais é do que uma variância desse esquema de vouchers. O único resultado foi piorar a educação das universidades particulares que recebem esse subsídio, pois agora elas não mais precisam competir por novos alunos; o governo já garante a receita.”
Acho que não…
noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3624632-EI8266,00-Bolsistas+do+ProUni+elevam+qualidade+do+ensino+superior.html
“Rodriguez, o artigo se refere à qualidade do ensino, e não à qualidade do estudante. Estudantes bons obviamente tendem a tirar notas boas em instituições ruins.”
Quando eu afirmei isso? Apenas mandei um link que refutava o que o autor escreveu quanto ao ProUni (que o mesmo não melhorava a qualidade do Ensino Superior)
“Ademais, colar a opinião burocratas a respeito de programas que eles próprios criaram é como colocar pais para aplaudir a apresentação escolar de filhos — por pior que seja, eles sempre estarão lá para dar aquela força e ofuscar os resultados reais.”
Não é opinião burocrata, é um comentário acerca do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).
Só agora percebi que o autor do texto é o autor de um dos livros que mais me fizeram pensar ultimamente:
How I Found Freedom in an Unfree World
A educação pública é exatamente o que o Rovison descreveu. Logo o Estado irá sequestrar seu filho aos 5 anos para educá-lo, de maneira parecida com o que faziam em Esparta. Quem sabe os pais terão direito de visitação nos fins de semana.
Hoje na volta do escritorio no Centro do Rio, o trânsito da Av. Rio Branco estava congestionado, e ao me aproximar me deparei com uma ruidosa manifestação do syndikato dos prefeçores, que gritavam bizarras palavras de ordem e musiquinhas bem ao gosto petista-marxista-leninista-ditatorial.
A mais engraçada tinha um refrão mais ou menos assim: “…educação não é mercadoria !!”
LOLLLLLL, tive que rir muuuito (pra dentro, obviamente, para evitar o risco de linchamento pela massa ignara) !!
Se fosse mesmo uma mercadoria, estaria fora das garras do estado, sujeita às leis de mercado, com produtos para todos os preços e gostos, e certamente teria uma qualidade infinitamente melhor do que aquela mediocridade que o estado enfia goela abaixo e comulsoriamente, sob pena de prisão para os pais que não matricularem seus pobres rebentos no gulag pseudo-educativo.
Em vez de ficarem nas escolas cumprindo o que os barnabés alegam ser sua missão, andam por aí gritando bobagens, atrapalhando o trânsito e atrasando o ano escolar dos consumidores do seu precário e deficiente serviço.
Tá tudo dominado !!!! Socorrrrooo !!!
Tal como três rezas a Ave Maria, rezam:
“O Estado é arbitrário, o Estado é arbitrário, o Estado é arbitrário”.
Esquecem-se que o Estado pode se tornar arbitrário e ineficiente onde falta democracia.
Assim, a questão é da formação da consciência.
Onde a consciência é ignorante ou alienada há falta de democracia, e portanto Estado e Mercado ineficientes.
https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/252624_388484237867130_66236662_n.jpg
Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Baixei uma apostila de história para estudar para o enem deste ano, e a primeira página é “Capitalismo – Crises econômicas” com a foto de Smith, Marx e Keynes. Smith do lado liberal, Marx do lado socialista, e Keynes apresentado como uma terceira via.
Hahaha
Estamos bem….
Preocupai-vos!
Mercadante decide maquiar os números do Ideb e prepara o desastre final no ensino médio, que será transferido para as universidades federais. É uma obra de gigante, em parceria com Dilma
Quero dizer ao filofoso que diz que falta coragem para deixar de ser “agenciador do Estado” que não é tão dolorido assim. Sabe aquela namorada que a gente tem lá no inicio da adolescencia e que a gente deixa? É a mesma coisa, com o consolo de que voce está deixando de “idiotizar” e não educar os seus alunos. PALVRAS DE QUEM JÁ VIVEU ISSO!
Esses textos sobre homeschooling considero como os melhores do site, junto com os da sessão de desarmamento.
Estudei todo o ensino fundamental em escola particular. Sempre detestei ficar preso naquelas salas, perdendo 4hs da minha vida ouvindo o professor falando sempre as mesmas coisas. Ficava na sala pensando na quantidade de jogos de videogame que poderia estar zerando hahaha. Coisas como inglês, raciocínio lógico e matemática aprendi nos jogos. Era viciado, preferia jogar do que fazer tarefas ou ir pra escola.
Quando terminei o ensino fundamental, desisti de ir às aulas. Estava cheio de tudo. Fui contra meus pais, minha família toda, mas decidi estudar unicamente em casa, através de livros, filmes e a internet. Me ”formei” no ensino médio através do supletivo, e só me submeti a isso pois o querido papai estado torna impossível para alguém arranjar um emprego sem uma porcaria de pedaço de papel que prove que o indivíduo é qualificado.
Hoje, no ensino superior, sinto a mesma coisa. Estou há 3 anos no curso de Psicologia e simplesmente detesto. Não o curso, mas as aulas e ficar trancado em uma sala para fingir que ”aprendo” algo – agora são 8hs ao invés de 4, já que o meu curso é integral. Adoro a área de RH e Gestão de Pessoas, que estão dentro de Psicologia, mas em contrapartida preciso estudar inutilidades como sócio-história, psicologia social crítica – a maior baboseira marxista e freireana que já vi – e psicanálise, a qual não vejo como algo que utilizarei.
Só duas coisas escapam no meu curso: o estágio que consegui em uma consultoria e a empresa júnior, na qual estou há 3 anos. Aqui sim pude aprender tudo o que realmente gosto e quero exercer na área, além de fugir totalmente das porcarias ditas no resto do curso. Porém, não posso trabalhar na área como eu quero, mesmo tendo experiência e conhecimento, pois novamente preciso de um maldito pedaço de papel que mostre que sei o que posso provar na prática que sei fazer.
Resultado: praticamente desisti do curso e vou procurar outro de curta duração, na área de GP ou RH.
Sou totalmente a favor da desestatização da educação e do fim dos diplomas. E, graças ao IMB, percebi que não estou só nessa luta. o/
“O enigma da colocação central de professores“, por João Carlos Espada.
Esse comparativo de escola publica X privada e fácil de ser percebido.
Veja o que as crianças aprendem em inglês no Colégio publico ou privado com grade.controlada pelo governo, e veja o que aprendem nas escolas de inglês de franquias. Graças ao governo essas escolas existem e as pessoas aprendem a falar inglês direito…
Esse caos é resultado do “deus” Paulo Freire, com a lavagem cerebral gramscista contaminando os alunos durante as últimas décadas.
Vocês poderiam comentar a respeito da situação da Áustria?
Pelo visto até lá jogaram Mises no lixo.
Obrigado.
“(Em nível universitário, já temos os exemplos práticos do ProUni e do Fies, que nada mais é do que uma variância desse esquema de vouchers. O único resultado foi piorar a educação das universidades particulares que recebem esse subsídio, pois agora elas não mais têm de competir por novos alunos; o governo já garante a receita.)”
Existe um fato curioso, no começo do ano houve o problema com o FIES, muitas faculdades passaram perrengue. Vi uma nota da Estácio de Sá dizendo que restringia o número de vagas para o FIES, justamente por não confiar na sustentabilidade de programas do governo.
fonte: g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2015/03/estacio-diz-que-mudancas-no-fies-podem-criar-oportunidades-de-fusao.html
PS: Não achei o pronunciamento na íntegra, achei muito boa a visão de negócios da instituição.
Lembrei do filme Aprovados. Um adolescente americano não passa em nenhuma faculdade e então resolve fundar sua própria faculdade sem professores sem regulações, onde cada um pode aprender o que quiser. A primeira vista parece um filme bobo, mas analisando mais profundamente, principalmente o discurso final é uma mostra de como seria um ensino totalemnte livre.
É irônico que na “Pátria Educadora”, faz-se mais tecnologia nos cursos de línguas do que nas escolas. O ensino brasileiro perdura estagnado entre patronos sobre estandartes brandidos com orgulho pelo aparente sucesso da pilha de estrume que a escola brasileira. Enquanto isso, alheio ao preconceito estatal:
Enquanto aos cursos de línguas, um estudante pode ir por diferentes métodos, preços e até mesmo gratuidade escolhidos voluntariamente pelo estudante (apesar da ambição do estado de regulá-las também. Os que estudam alemão entenderão) – o máximo de estado é o subsídio dado a alguns cursos eleitos em detrimento de outros (estudantes de alemão compreenderão o que digo); as escolas se dividem em somente duas vertentes (proto-cursinho e indolência magisterial – basta ver o sucesso logrado pelos sistemas de ensino em sua cidade [que oferecem uma boa plataforma ao aluno para acompanhar a matéria incluindo livros de exercícios e leitura adicional ao mesmo tempo que orientam o professor e oferecem critério de exigências a eles – sejamos honestos, não é porque uma matéria não estará no ENEM que ela é irrelevante: um engenheiro elétrico que não sabe indução magnética é uma vergonha. E era uma matéria pouquíssimo estudada em meu estado antes dos diligentes sistemas de ensino chegarem com empreendedores que os levam a sério]).
Bons alunos não podem estudar em salas ou escolas separadas, seria discriminação contra a maioria… uma espécie de privilégio, dizem. Acho que seria merecimento.
Estranho é que os alunos que comentem assassinato, latrocínio e outros crimes graves teriam o direito de estudar em escolar modelos de “reeducação”, com direito à Play Station, nutricionista, psicopedagogo e visitas orientadas à sua família… o bom aluno não receberá isso, pois estes assassinos nunca foram “privilegiados”.
O que falar sobre a educação pública da Finlândia que demonstra funcionar?
Nossa educação perde para países com PIB menor que o Brasil, a exemplo do Paraguai, Chile, Peru e Bolívia respectivamente.
Prezados, a educação da Finlândia, segundo especialistas da área é uma das mais avançadas do mundo.
Abaixo um artigo a respeito.
revistaeducacao.uol.com.br/textos/151/os-segredos-da-finlandia-234672-1.asp
Lá a educação não é pública e oferecida a todos os finlandeses?
Seria interessante o Mises elaborar uma proposta de educação para o Brasil.
https://www.youtube.com/watch?v=G6Uo5PAHQbQ
Reportagem do fantastico mostrando as maravilhas da saude estatal do Brasil.
Do minuto 14 30 ate o final mostra um grupo de pessoas que com recursos e mao de obras proprias estao levantando o postinho de saude e o governo da regiao disse que o povo nao esta autorizado a fazer isso.
“ao passo que outras ofereceriam uma educação mais simples a um custo menor para aqueles que precisam economizar”. O autor esqueceu de dizer que muitas crianças não iriam estudar, pois já estariam no mercado de trabalho desde a infância!
Magnífico!
Acabei de carregar a página do Mises e vi esse artigo. Não li. Lerei. Mas já tem mais de 100 comentários depois de poucas horas da publicação. A galera aqui vai malhar esse professorzinho. Esse é só mais um dos tipos que há naquela universidade tranqueira. Não nos veremos livres de tal raça tão cedo, há seus séquitos que ocupam os espaços e os cargos. Algumas gerações perdidas para essa nojeira de pensamento.
Houve época em que no Brasil, a telefonia era monopólio do estado.
Então um telefone fixo variava do preço de um carro usado, até o preço de um pequeno apartamento. Então, nem 20% dos lares no Brasil tinham um telefone.
Então, com a oposição de 100% da bancada do PT no Congresso, acabaram com o monopólio estatal na telefonia. Resultado? Hoje, um telefone celular é mais barato que uma bicicleta e o Brasil tem hoje mais telefones, que habitantes.
O fim do monopólio estatal da telefonia foi ótimo, para o povo brasileiro.
O mesmo deve acontecer com a educação.
Mais de 80% dos estudantes daqui estão matriculados, em escolas públicas.
Elas não cobram mensalidades, pois são sustentadas com impostos. E este privilégio as dá tal plenitude de mais de 80% do mercado da educação.
Imitem o Chile do heroico e corajoso General Pinochet.
Deem o direito dos pais de tirarem seus filhos de escolas públicas e deem bolsas de estudos “vouchers” para escolas particulares. Ver site http://www.ipsnews.net/2013/09/pinochets-policies-still-rankle-in-chile/ . Não só a percentagem de chilenos matriculados em escolas públicas declinou de 78% para 37%, como o Chile tornou-se o país da América Latina com melhor nível de educação, no teste de PISA.
Só que a influência marxista segue arruinando a educação brasileira, tornando nosso colégios verdadeiras fábricas de marxistas, incompetentes e até criminosos.
Ver site https://www.youtube.com/watch?v=-Mlc68kAuA8 e tantos outros.
Não adianta tentar nada. 90% do povo brasileiro já está condenado.
Na educação é possível comparar de forma objetiva a pública com a particular. As escolas federais conseguem competir em pé de igualdade com as melhores particulares, o que demonstra que é possível fazer educação pública de qualidade. Se considerarmos que os alunos das escolas federais não têm o mesmo acesso a livros, cursinhos e tecnologia que os alunos das escolas particulares, concluiremos que a diferença é menor ainda.
As escolas estaduais e municipais que em regra estão muito atrás das melhores particulares.
Como já falei em outros tópicos, penso que se só houvessem escolas privadas, haveria uma grande demanda, sem atendimento e um percentual enorme da população seria analfabeta, ainda que algumas escolas tivessem a política de cobrar mensalidades baratas.
Para se ter ideia do quanto existe de pobreza em alguns lugares, recentemente passou uma reportagem na Record de crianças comendo calangos, pois era a única coisa que tinham para comer.
Em testes internacionais como o PISA, os países que lideram o ranking são os nórdicos, os tigres asiáticos e Japão e China. Todos países que investem forte em educação pública de qualidade.
Mesmo países liberais como Hong Kong e Cingapura investem forte em educação
Já há medico tremendo. Mais e mais, pacientes se informam através do Google sobre problemas que, muitas vezes, o medico “especialista” não sabe…
Nos USA, milhões já estudam em casa (home school). Há um outro tipo de escola que prolifera as chamdas charter school, que recebem fundos públicos mas operam como escola particulares. Uma criança que nela já estuda garante a vaga para os irmãos que vão entrando em idade escolar. As vagas restantes são disputadas pelos que nela não têm irmãos agtravés de uma espécie de loteria. Quem não ter a sorte de ser escolhido, vai para a escola pública, cujo desempenho não é do mesmo nível das charters.
Considerando que o autor era estadunidense e faleceu em 2006, bem como as referências do texto ao Fies, ao ProUni e a tablets, temos duas opções: o autor era visionário ou a tradução não é confiável.
Bom dia,concordo com o artigo. faltou dizer;
Outra doença da educação brasileira foi a adoção do sistema de alfabetização chamado “socioconstrutivista”, criado inteiramente por estrategistas comunistas como Lev Vigotsky, Emilia Ferreiro e Paulo Freire para transformar as crianças em servos dóceis de um movimento político, com total desprezo pelo desenvolvimento real das suas capacidades. Hoje em dia está mais do que provado que o sistema socioconstrutivista destrói a inteligência das crianças e produz até mesmo lesões cerebrais. Os responsáveis pela adoção desse sistema são diretamente culpados pelo fracasso retumbante das nossas crianças, amplamente comprovado pelos testes internacionais. Esse sistema derrubou a qualidade de alunos da escola privada.
Sou fruto da pedagogia de Paulo Freire, até então achei importantíssima, mas com tempo estou vendo que não é tão importante assim. A educação Brasileira caminha para uma metodologia de Simon Bolívar, e isso esta se instalando em toda a América Latina. Penso que é preciso apresentar proposta que vem sobrepor a ideologia Bolivariana. Não adianta ser apenas contra,mas sim apresentarmos proposta que atenda a necessidade da educação no campo/cidade.
Sim sei que tem vários artigos falando sobre a educação liberal. Mas quem lê?
Não adianta ter artigos, sendo que a população não lê. Encontrei aqui no Mises idéias legais,mas só idéias, precisa fazer com que a população leia.
As pessoas usam muito o facebook. Podia inserir os textos diariamente no facebook, muitas pessoas terá acesso. Eu sou conheci o Mises recente, pela indicação de amigo Peruano. Nunca vi Brasileira falar que leu Mises.
E vocês viram a primeira prova de inteligência do Min da Educação?
Ele postou no Face o link do caminho do HD do próprio computador achando que seria possível compartilhar o arquivo !!! Kkkkk.
Sei não …
E como haveria educação para miseráveis que não podem arcar com nada? Por favor não adianta citarem a Khan Academy, pois pessoas nessas condições sequer teriam discernimento pra usar uma ferramenta dessas (se é que teriam acesso a computador).
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/04/13/interna_cidadesdf,479105/escola-muda-vida-de-meninas-que-viviam-como-escravas-sexuais-em-cavalcante.shtml
No Brasil, cada geração é doutrinada pela anterior e doutrina a posterior.
Até professores de educação física são orientados a, em vez de sair com os alunos para o pátio fazer exercícios, ficar com eles na sala para fazer discursos ideológicos.
O resultado são adultos com “senso crítico”, mas incapazes de pensar.
Não sei quem é pior: (1) um paraquedista que faz um questionamento idêntico a um que já foi respondido logo antes ou (2) um analfabesta disfuncional que ironiza o fato de um texto “estadunidense” morto há anos conter referências as FIES, ignorando o aviso logo no começo de mesmo.
* * *
Achei o artigo fascinante, toca em assuntos que não deveriam ser tabus, como o livre mercado e livre comércio. Termos que infelizmente não ouvidos com uma certa resistência, principalmente por essa mentalidade marxista.
Fiquei apenas com um questionamento…
Os Estados Unidos pode ser considerado um país nesses moldes (ou que se aproxima deles)?
Como seria as escolhas públicas lás? Como eles a tratam usando essa perspectiva do artigo?
att
Felipe
Faço um contraponto ao texto em defesa da educação pública.
Vejo e defendo uma educação obrigatória e pública como segunda função primordial de um governo (a primeiro é a segurança). É necessário ser obrigatória porque uma criança não pode fica jogado a sorte de seus tutores. Aqui já não se trata de mera questão de liberdade, mas de obrigações que um pai tem perante ao seu filho, sendo o último incapaz de tomar decisões, é do pai a responsabilidade de lhe fornecer suprimentos e educação.
Estando ciente da importância da obrigatoriedade é necessária que tenhamos o fornecimento público dos serviços educacionais. O fornecimento deve existir como forma de garantir que todos tenha acesso, independente da sua renda. Afinal a obrigatoriedade não terá efeitos se a educação não estiver disponível a todos.
Por fim, o que vale discutir é a regulamentação por parte do estado sobre a educação privada. É cabível e até aceitável que o estado exija o mínimo por parte das escolas privadas, na minha opinião, apenas aulas de português e matemática deveria ser exigências, cabendo o resto a decisão dos pais e das escolas.
É possível que com a desregulamentação tenhamos escolhas mais eficientes e baratas, tornando o problema do ensino da escola pública menor.
E antes de terminar devo afirmar sobre a impossibilidade de substituir as escolas públicas pelos vourchers. Sendo obrigatório e universal o ensino básico os voucher seriam inviáveis, já que qualquer um iria querer acesso ao programa, o que por consequência levaria o governo a limitar o acesso por faixa de renda, mas como limitar se a educação básica deve ser obrigatória e universal?
“É necessário ser obrigatória porque uma criança não pode fica jogado a sorte de seus tutores”
Mas pode ficar jogado a sorte do estado?
Com muito sufoco minha mãe conseguiu me colocar em um dos poucos colégios decentes do governo, caso não conseguisse, teria que me matricular em algum CIEP (carinhosamente conhecido como inferno infantil), que seria muito pior que eu ter continuado estudando com a explicadora (fui alfabetizado em casa com ajuda de explicadora aos 5 anos).
Veja só, ficaria a sorte do governo (como muitas crianças ficam). Nem preciso dizer que a maioria das crianças que saem do CIEP são praticamente analfabetos.
“Mas pode ficar jogado a sorte do estado?”
A questão não é essa. Até por isso defendo uma quase-total desregulamentação na educação privada.
O problema é o que fazer com crianças em que os pais não estão afim ou não tem recursos para educa-las? Infelizmente ai a única solução é o estado obrigar esses pais a coloca-las numa escola e para isso o estado tem como contra-partida oferecer algum serviço educacional que será custeado com impostos (Poderíamos até discuti quem pagará esses impostos).
Você ao menos percebeu o quão contraditório você foi? Vc diz ao mesmo tempo que …
“sendo o último [a criança] incapaz de tomar decisões, é do pai a responsabilidade de lhe fornecer suprimentos e educação.“
… mas também que …
“[i]Vejo e defendo uma educação obrigatória e pública como segunda função primordial de um governo[i]”
Ué, se é responsabilidade dos pais, porquê o governo deve se meter? E mais, porquê o governo deveria obrigar os pais a colocarem seus filhos numa escola?
Você disse, corretamente, que os filhos são responsabilidade dos pais. Portanto eles são os únicos responsáveis por esta criança: Se eles quiserem que seus filhos frequentem uma escola – pública ou privada – então isso ocorrerá apenas porquê este foi o desejo dos responsáveis pelo incapaz.
Da mesma maneira eles poderiam estar treinando seus filhos para outras coisas: poderiam, alfabetizando em casa, ensinando programação ao invés de geografia, ou até mesmo ensinando o trabalho braçal para ajudar na roça.
Aí do nada aparece seu estado dizendo o que é “melhor” para a criança? Mas não é justamente este o papel dos pais?
Sério cara, se quer falar de educação de filhos, tenha filhos antes. Educar filho dos outros é refresco né…
O livre mercado consegue gerar escolas boas que podem competir internacionalmente de igual para igual com o ensino estrangeiro. Alguns exemplos destas instituições são o Kumon e a Wizard.
Uma argumentação dos defensores do estado é que o pobre não seria capaz de escolher qual escola é boa ou não, e por isto o governo é essencial para a pessoa não ficar na ignorância acadêmica. O que eu discordo, pois se isto fosse verdade o pobre não seria capaz de escolher varias outras coisas como a sua própria alimentação ou o seu próprio computador, que são coisas tão importantes quanto. E achar que alguém não é capaz de algo não passa de preconceito contra determinada pessoa.
Uma educação boa depende do ponto de vista de cada pessoa. O que eu considero bom é diferente do que o meu vizinho considera. Eu por exemplo acho que as aulas religiosas devem ser opcionais da grade escolar da criança, mas têm pessoas que acham que este tipo de ensino deve ser obrigatório. Em um livre mercado você pode escolher se o seu filho pode ou não estudar em uma escola religiosa, mas em um sistema de ensino publico o ateu pode forçar a criança de pais religiosos a não ter nenhum livro de ensino religioso na biblioteca, e o contrario tmb ocorre.
Por fim queria dizer que eu já vi aqui nos comentários a resposta sobre a educação publica da Finlândia, mas gostaria de saber qual é a opinião de um libertário sobre a educação pública da Noruega.
As escolas PRIVADAS aqui são tão ruins quanto as públicas, no sentido de que se vc olhar bem vai ver como essas escolas não preparam pra vida, são apenas um cursinho que bota na cabeça dos alunos que o sentido da vida é o vestibular, (afinal assim elas podem fazer propaganda de campea do enem etc) e que pra vc ser alguma coisa vc tem que ter a aprovação do governo pra isso (diploma)
Ninguém ensina a pensar nem a questionar nada, são apenas uma fábrica de lemmings.
Na verdade, pra quê escolas? Num mundo sem o governo pra atrapalhar e sem a obrigatoriedade de diploma, um aluno inteligente poderia estudar sozinho e pagar apenas pra fazer as provas e ter a certificação.
Ainda mais hoje com a internet, isso é mais fácil do que nunca!
Não é justo obrigar alguém inteligente a pagar por um professor inútil. Agora diga isso pro cartel dos professores, eles vão querer te queimar vivo.
Esse é o estado, nivelando todo mundo por baixo.
Muito interessante, porém um pouco utópico.Acho que isso seria um mundo perfeito , no qual todos seriam sensatos, bons pais, educados etc.
Mas pergunto, até que ponto então o Estado poderia intervir? não tem como não existir Estado,viraria anarquia.Muitos pais não agem de forma correta sobre a educação, o Estado deveria intervir ?O governo interviria em limites de conteúdos ensinados, ou as escolas teriam liberdade total?sendo assim, estaria preparando realmente a criança pra vida futura?Você disse acima que se a escola não ensinasse bem ou se os pais estivessem insatisfeitos ,era só trocar de escola,mas se a região não tiver muitas opções para trocas, ou se eu não tiver dinheiro para bancar o ensino privado, o que faria?Concordo que poderia ensinar a criança em casa , usando a internet, mas e se não tiver acesso à internet, se os pais não souberem o suficiente para ensinar, pois há muitos pais analfabetos ainda e que mal tem o que comer.Enfim, são muitas indagações para se atingir o perfeito, acho que para termos algo levemente parecido com isso todo o resto deveria mudar, as pessoas não poderiam passar necessidades, deveriam ter empregos e perspectivas…
Eu acredito no artigo, mas alguém tem exemplos de países que possuem educação de livre
mercado ou que esteja caminhando para esse modelo.
Uma outra coisa que gostaria de obter algum tipo de raciocínio ou teoria. No ensino
médio e fundamental e é bem lógico do porque o público está falido, agora nas universidade
eu realmente gostaria saber o raciocino ou alguma teoria do porque que as universidades
federais são melhores que as particulares aqui no Brasil. Porque conseguem ainda sobreviver
nesse sistema como sendo as melhores?
Olá! Gostaria de fazer uma pergunta com relação as universidades privadas. As tais universidades “privadas” não são realmente privadas, e sim recebem uma alta dsoe de regulamentações em seu plano de educação por parte do MEC certo? Essa é a primeira pergunta, a segunda é se poderia considerar considerar o sistema privado de educação (escolas, universidades,etc) como sendo “Capitalista”?
Ah…o livre mercado. Como se não houvessem carteis e mais carteis. Será mesmo que as escolas iriam competir entre si pelos clientes? Tenho cá minhas dúvidas.
Entrevista de um reitor de universidade público sobre as faculdades privadas. Bizarro!!
operamundi.uol.com.br/conteudo/samuel/40983/grandes+grupos+economicos+estao+ditando+a+formacao+de+jovens+brasileiros+diz+novo+reitor+da+ufrj.shtml
Educação é piada, dificil um lugar q perdi tanto tempo como dentro de uma sala de aula. É incrivelmente estúpido o jovem recebe coonteúdos especificos em diversas áreas que não fazem parte de sua realidade, e sai de uma formação de 15 anos sem nem saber como funciona o seu próprio sistema monetário. (Que ele usa todo dia)
Uma das coisas que mais revoltava é que o conhecimento na escola é algo pronto e acabado, náo se ousa discordar de nada, não existe espaço pra pesquisa e dúvidas. É como se o conhecimento já existisse, e tem sempre que se chegar da mesma forma. Me lembro muito quando tive materias de estatistica, probabilidas de combinaçoes etc, e eu chegava ao resultado muito mais rapido de cabeça, atraves de aproximações e iterações, porém ‘não valia’ dessa forma, só estava ok aplicando uma fórmula pré estabelecida. Ora como estimular o pensamento se o pensamento tem que ser igual para todos?
Portanto duvido que seja possivel educação de qualidade vindo do estado, na melhor das hipoteses uma doutrinação de qualidade, onde inovação e pensar diferente não são focos, é possivel ser feita (hoje nem isso)
O maior erros dos professores é se considerarem aptos à decidir oquê ensinar aos alunos.
As pessoas têm interesses diferentes. A educação não pode ser igual para pessoas diferentes.
A educação é um processo para melhorar a auto-aprendizagem das pessoas. Ou seja, a educação é um processo que deve auxiliar as pessoas a serem auto-ditadas, para que elas mesmas possam criar e trabalhar, de acordo com seus próprios interesses.
Enfim, educação igualitária ou currículo nacional são propostas de professores fracassados, de doutrinadores e de canalhas.
O texto toca em questões pertinentes, mas não chega a abalar a premissa da escola instituída. Quem fez isso muito bem foi Ivan Illich em Sociedade sem escolas. Merece ser lido.
O brasil cada vez mais pobre.
Escola pública nunca prestou, nem prestará, no Brasil. Se algum prefeito ou governador deste país quiser mesmo melhorar a educação, no seu município ou estado; então que faça isto:
1- Privatize todas as escolas públicas.
2- Dê o direito aos pais de escolherem em qual escola particular, eles querem matricular seus filhos, por meio de bolsas de estudo.
O resto é só demagogia eleitoreira.Você acha que as escolas públicas funcionam gratuitamente? Enquanto nas escolas particulares, cerca de 70% dos funcionários são professores, nas escolas públicas esta percentagem não passa nem de 40%. O resto é burocracia; corrupta, incompetente e lenta. Sai mais barato, se usar dinheiro público, para pagar uma mensalidade numa escola particular, que jogar dinheiro fora em escolas ditas públicas, mas de fato da CUT, da corrupção e da incompetência.
Agora algo escrito por uma outra pessoa:
“Qual o produto dessa fraude custeada pelos impostos que pagamos como contribuintes à rede pública ou como pais à rede privada de ensino? Se você pensa que seja preparar jovens para realizarem suas potencialidades e sua dignidade, cuidando bem de si mesmos e de suas famílias, numa integração produtiva e competente na vida social, enganou-se. Ou melhor, foi enganado. O objetivo é formar indivíduos com repulsa ao "sistema", a toda autoridade (inclusive à da própria família) e às "instituições opressoras impostas pelo maldito mercado". Se possível, recrutar e formar transgressores mediante anos de tolerância e irresponsabilidade legalmente protegida, prontos para fazer revolução com muita pedrada e nenhuma ternura.
Se tudo der certo, o tipo se completa com um boné virado para trás, um baseado na mochila e uma camiseta do Che. A pergunta é: quem quer alguém assim na sua empresa ou local de trabalho? Em poucos meses, essa vítima de seus maus professores, pedagogos e autoridades educacionais terá feito a experiência prática do que lhe foi enfiado na cabeça. Ele estará convencido de que "o sistema" o rejeita de um modo que não aconteceria numa sociedade igualitária, socialista, onde todos, sem distinção de mérito ou talento, sentados no colo do Estado, fazem quase nada e ganham a mesma miséria.” > http://www.puggina.org/artigo/puggina/a-miseria-da-educacao-e-a-educacao-da-miseria/3249
O artigo seria perfeito se não tivesse a sempre desnecessária expressão “Nova Ordem”. Por um libertarianismo sem olavismo e sem maluquices.
E se houver um sistema meritocrático como em Singapura?
Como é que em Singapura, Coréia do Sul, a educação estatal deu certo?
A URSS vive!
Eu acho o currículo do ensino médio ensinado pelas escolas ultrapassado, é muito pesado, é cobrados coisas demais. E é claro os mais competentes e com força de vontade, e as vezes os tem ajuda financeira dos pais, conseguem entrar em uma universidade pública ou em uma de mais qualidade. E outra, se o setor da educação fosse livre, haveria a possibilidade de haver mais universidades e universidades essas, ligadas a empresas, o que garantiria muito mais vagas e oportunidades para o estudante. O que vemos no Brasil é o contrário: poucas universidades de qualidade (as melhores são do Estado, se sustentam com dinheiro público), universidades privadas com mensalidades elevadíssimas para o padrão do brasileiro médio (só com Prouni e Fies mesmo, e com o Fies, ganho o canudo e uma dívida de presente), além de ser cada vez maior a falta de vagas no mercado de trabalho para os formandos.
E eis o plot twist: a educação da Idade Média era melhor que a educação que se recebe hoje, mas de acordo com os “porta-vozes do progresso” que superlotam o MEC, estamos agora em uma era de grande incentivo à educação, com esse método de ensino estatal de cunho claramente anti-individualista e massificado, que tem por objetivo bem definido transformar nossas crianças em pequenos militantes do MST (quando não raro servir de meio de engenharia comportamental aos projetos da Nova Ordem Mundial)do que com o ensino individualizado, iniciático e investigativo do Trivium e Quadrivium ministrado pela “retrógrada” Igreja Católica, que costumava ser ensinado aos jovens. Hoje tu não consegue educação assim nem nas faculdades.
Não existe exemplo maior do quanto o Estado é maléfico, do que a existência lamentável dos Correios. Como pode uma empresa não ser taxada, pois não visa lucros, se a mesma tem uma serie de produtos e serviços, que visam o lucro? Consequência, pior que escolas ruins e tudo mais, temos um monopólio clássico, com a major barreira de entrada da galáxia, uma empresa estatal, ineficiente e com vantagem comparativa frente qualquer outra, obviamente o prejudicado é o usuário. Por isso que eu simplesmente desisti de viver em um país injusto e cada dia mais repleto de ignorantes, em outras palavras, mais um convarde abandonou o barco.
O FIES funciona sim, o que não funciona é o PROUNI porque o PROUNI é o inverso do FIES, você não tem liberdade de escolha.
O FIES melhorou e muito o ensino superior, hoje as universidade privadas de Fortaleza (UNIFOR E FIC) superaram e muito as universidades públicas.
olha o naipe de professor universitário que temos:
Professor da UFRJ defende morte de conservadores
https://www.youtube.com/watch?v=Fl7zKKlJHGs
entende-se tranquilamente por que alguns países proibiram o comunismo.
A doutrinação esquerdista incute em nossas cabeças e das crianças a idéia de que basta votar nas pessoas certas de preferência dos partidos a favor dos seus sindicatos e acabar com a corrupção nossos problemas estaraõ resolvidos,quanta falácia e presunção achar que o lobo mau do corrupto está na direita,quando todos sabemos que esta tanto na direita quanto na esquerda esta cheio dos mesmos enfim não importa o rótulo,a embalagem,sendo o produto de péssima qualidade dá no mesmo e o estado é uma lástima per si, essa instituição nefasta deve ser desinflada,enxugada,condenada ou reformada para nosso próprio bem…
O post é bom, mas não concordo com tudo. Se deixasse tudo para a iniciativa privada, aqui nesta droga só haveriam escolas de profissões religiosas. O índios com as deles; Os muçulmanos também teria suas próprias, os negros as suas de origem africana e assim por diante.
O problema é que o Estado Faz mal, muito mal, não consegue administrar nada bem, uma prova é que uma mulher burra que chegou a quebrar uma loja de 1,99 é colocada como presidenta.
Acho que o Estado tem que regular sim, mas bem pouco e somente o básico, sem essa de imprimir livros de amigos e de acordo com uma ideologia de partido.
No Brasil não existe um livro com conteúdo completo sobre qualquer disciplina
Enquanto isso, em Hong Kong, onde há um livre mercado para a educação, um professor está sendo disputado a tapas por duas grandes empresas voltadas para o setor de educação (e devidamente listadas na Bolsa de Valores). Até agora, a empresa rival já lhe ofereceu US$ 11 milhões (sim, isso mesmo, 11 milhões de dólares americanos oferecidos a um professor de colégio).
Por enquanto ele rejeitou, pois gosta do atual colégio em que trabalha.
http://www.ft.com/cms/s/0/ab819890-7232-11e5-a129-3fcc4f641d98.html
Conclusão: no livre mercado, professores talentosos podem ganhar uma fortuna. E alunos recebem educação de alta qualidade.
Chego atrasado no artigo por falta de tempo.
Mas me tirem uma dúvida. Quero fazer o caminho contrário ao que vejo aqui.
Sou formado em Ciências Contábeis, mas tenho enorme vontade de fazer História e ser professor. Sei de todas as besteiras que terei que presenciar em uma possível graduação.
Minha dúvida é: Partindo para a área acadêmica sendo professor, como poderia dar uma aula ensinando coisas que a muito já foram refutadas, simplesmente por que o MEC assim deseja?
Eu até admiro alguns estados que investem um poucos mais em seus alunos como e o caso do estado de SP e o seu projeto do Caderno do Aluno, pois aqui no norte nem isso temos, salvas exceções de algumas escola que possuem algum material de apoio.
O Autor tratar a realidade que vem acontecendo dentro das escola, sou professor aqui no Norte e vejo isso todos os dias.
Vejo muita gente falando sobre vouchers, mas a iniciativa mais necessária é o fim da centralização e regulamentação excessiva do MEC. Mesmo se continuássemos com escolas públicas, essa simples iniciativa poderia gerar diminuição dos custos, melhoria do ensino. Hoje em dia, a tecnologia torna possível até mesmo eliminar o intermediário, podendo os pais contratarem professores diretamente para cada disciplina. Garanto que ambos sairiam ganhando financeiramente, pois o preço das escolas é absurdo.
Se mantivermos a regulação no patamar em que está, a adoção de vouchers em larga escala pode acabar levando no curto prazo a um aumento do preço e da margens de lucro das empresas que já estão no mercado, pois permanecem barreiras a entrada de concorrentes. Os pais não tem segurança para praticar o homeschooling, fechando mais uma alternativa de concorrência. É a deixa para os esquerdistas acusarem o “capital” de trabalhar contra a educação e clamarem por mais intervencionismo. Antes que a situação se normalize, eles já ganharam o poder e acabaram com o programa.
Por outro lado, se as barreiras de entrada forem pequenas e os vouchers forem adotados gradativamente, esse efeito não acontece, e será possível manter a qualidade do ensino e o preço. Se as escolas não oferecerem um serviço adequado, basta fazer o esquema de homeschooling que eu descrevi acima.
Será que é possível haver uma maneira de fazer o sistema de vouchers funcionar? Já que o autor disse que não pois o sistema público de ensino não precisa competir (concordo de certa forma) se houvesse por exemplo primeiro uma descentralização da educação (acabar com o MEC) e em seguida lentamente ir apostando em esquemas como esse do Milton Friedman, não poderia funcionar? Também gostaria de entender melhor como funciona o FIES e ProUni.
Vejam essa noticia. ONG organiza abaixo-assinado pedindo a anulação de questão do Enem sobre globalização veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/economia/ong-organiza-abaixo-assinado-pedindo-a-anulacao-de-questao-do-enem-sobre-globalizacao/
Tenho certeza que a afirmação no ENEM de que globalização se relaciona com desemprego,não foi erro,engano,ou mera opinião dos organizadores do Enem e o Ministerio da Educação.
Isto foi feito como caso pensado para incutir na mente dos estudantes que a globalização causa desemprego. E olha ! Num momento em que o Brasil tudo indica vai ter uma seríssima crise de desemprego. Que atinge principalmente. Isto é ótimo para a juventude não reconhecer que a culpa do desemprego é do Governo.
Burocratas na educação tenta doutrinar a juventude com uma mentira e aliviar a culpa do governo do PT e de Dilma.
Peço a todos que assinem o abaixo-assinado.
https://www.change.org/p/pela-anula%C3%A7%C3%A3o-da-quest%C3%A3o-do-enem-sobre-globaliza%C3%A7%C3%A3o?recruiter=377961100&utm_campaign=signature_receipt_twitter_dialog&utm_medium=twitter&utm_source=share_petition
Enquanto os políticos estiverem lucrando com a ignorância do povo, deve continuar assim.
O que precisamos é mudar e pararmos de votar nos mesmos.
O partido novo, recém criado, tem ótimas propostas para a educação. Não quero aqui defender um partido, pois ha muito tempo perdi o crédito nos partidos e na política. Mas espero que, se um dia eles chegarem ao poder, não seja como os que aí estão.
* * *
Boa tarde.
Após visitar sua página, gostaria de estabelecer um contato por e-mail com o gestor para apresentar-lhe o projeto edukante, que atende mais de 500 instituições de ensino no Brasil.
São softwares de apoio a gestão acadêmica e financeira, além de ferramentas de comunicação e ensino a distância. São painéis de acesso a instituição, pais, professores e alunos.
O edukante possuí características e comportamentos que o definem como inovador, como por exemplo: Suas funcionalidades, custo reduzido, qualidade, arquitetura 100% web e suporte atencioso e constante aos usuários.
Visite nosso site e conheça mais.
http://www.edukante.com
Ou assista nosso vídeo.
https://www.youtube.com/watch?v=WYNaTpSMQC4
Atenciosamente,
Rodrigo Lapenda
Boa tarde.
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Rodrigo Lapenda
Peço ajuda para mostrar a causa libertária nessa notícia aqui:
g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/05/estudantes-ocupam-mais-uma-escola-contra-projeto-de-ppp-na-educacao.html
Vamos lá!
Boa tarde,
tenho uma dúvida, entrei em uma discussão com um colega e fiquei sem resposta. To tentando raciocinar, mas meu conhecimento não está suficiente. Se alguém tiver disposição para ajudar, agradeço.
Atualmente moro no interior. Aqui, se dependesse de muitos pais, seus filhos não iriam para a escola e trabalhariam na roça no momento que conseguissem pegar numa enxada. Muitos não tem o discernimento para entender que se seu filho tiver educação, poderá ter uma vida melhor. Muitos até entendem isso, mas não ligam, pensam apenas no próprio bolso. No atual modelo, o MP obriga esses pais a colocarem seus filhos na escola. Acho que isso não resolve nada…os “obrigados” normalmente viram semi analfabetos e perpetuam o ciclo, mas isso não convenceu meu colega.
Queria saber se no libertarianismo isso seria resolvido de alguma forma, ou a criança estaria totalmente a mercê da vontade dos pais. O que impediria um pai de roubar a liberdade/educação de seu filho?
Antes de me xingarem, não acho que o sistema atual resolve, como descrevi acima. Apenas quero saber se o anarcocap. resolveria.
Muito interessante, estou aqui pensando com um pai analfabeto que ganha um salário mínimo poderia educar seus filhos em casa ou pagar uma mensalidade para que seus filhos estudem… lembrando que em 500 anos de História do Brasil há pouco tempo temos escolas públicas, nesse vácuo as privadas não se estabeleceram para toda a população mais apenas para os grandes propietários que se tornariam os burocratas.
Até que em fim um texto de direita sobre educação que valeu a pena ser lido. Incomparavelmente melhor do que aqueles textos que ficam batendo na tecla da “doutrinação comunista” e da escola sem partido. Gostei do texto sobre o Homeschooling também, com exceção daquela parte em que fala em “infecção marxista” e “lixo ideológico” (se fosse no começo do texto, eu teria desistido de ler), mas é normal que pessoas com posição ideológica conservadora ou liberal falem assim. Os motivos pelos quais as pessoas que escreveram os textos defendem o Homeschooling e a educação de livre mercado são um pouco “moralistas” comparados aos valores que adoto, mas acho que os pais tem direito de decidir que valores os seus filhos devem aprender. Ainda que alguns pais não sejam bons modelos de tolerância para ensinar esta qualidade aos seus filhos , acredito que não haveria nenhum “dano” permanente, pois mesmo a educação na modalidade homeschooling não cria uma redoma que isola a criança de tudo. Ela não necessariamente vai se tornar uma cópia dos pais naquilo que é ruim.
Acho que isso deveria ser aplicado aqui no Brasil. Se os pais fossem responsáveis pela educação dos filhos teriam de parar de culpar o estado ( que sim, tem culpa!) e de perseguir os professores (coitados!) caso algo desse errado.
Confesso que na parte do texto onde diz “estão livres para saciar seus desejos mais indômitos de doutrinar as crianças para que elas sejam cidadãos exemplares da Nova Ordem.” eu precisei respirar fundo e contar até 10 para continuar lendo. “Nova Ordem”, me fez lembrar de gente que acredita em conspiração illuminati. Mas as pessoas tem o direito de acreditar no quiserem e falar “Nova Ordem” quantas vezes quiserem. O texto não se tornou uma m**** por causa dessa pequena babaquice. E merece os parabéns!
Podemos observar com certeza que os países com a melhor educação do mundo chegaram onde estão com educação 100% privada. Realmente funciona no mundo inteiro. Trazendo para realidade brasileira, as escolas particulares estão se tornando creches. Muitos acham que o professor tem que ficar fazendo os caprichos dos filhos e dos pais. Portanto, acho que o problema está nas pessoas e não no fã do de ser público.
Eu sou leitor assíduo do Mises, mas pela primeira vez descordo do artigo e explicarei palatavelmente o porquê. De fato, o ensino público no brasil da educação básica e média é ridículo. Além disso, mesmo as universidades públicas sendo ruins em estrutura, o ensino é nivel top. Não adianta questionar isso, pega o curso de Economia da USP e compara com a Estácio. Evidente que há exceções, por exemplo, o curso de Cinema da Estácio é um dos melhores do Brasil, fica na frente de qualquer pública por questões óbvias (equipamentos e estrutura de última geração). Entretanto, no geral, os cursos das instituições privadas são de péssima qualidade. Outro ponto que o autor que adaptou o artigo não aborda está justamente no caráter inerente do capitalismo, o lucro. Se pegarmos no Brasil as melhores instituições de ensino, seja pública ou privada, veremos que as mais bem colocadas são publicas e privadas sem fins lucrativos. Dificilmente uma privada com fim lucrativo entra. Observem que sou favorável à educação privada, desde que seja sem fins lucrativos, caso contrário podemos ter problemas relacionado ao próprio ensino, onde o professor e a instituição exige muito do aluno e depois sofre pressões do proprio aluno e pais para voltar atrás . É ingenuidade acreditar que uma instituição que visa lucro não levará isso em conta, com ameaças de perder ativos – seus clientes, ops, alunos. As universidades americanas de ensino são em sua grande maioria sem fins lucrativos. Nessa terra tupiniquim as que tenho conhecimento são a PUC, FGV e a Mackenzie, mas deve ter mais umas 3 de excelência. Nem o IBMEC se enquadra nessa categoria. O IBMEC tem um histórico bom porque é muito bem conceituado no mercado de trabalho, principalmente em finanças, o marketing e a formação de excelência ajudou a construir esse conceito, mas sempre abre essa brecha: será que até lá ocorre isso? Mas mesmo que não ocorra, é um ponto fora da curva o IBMEC, o que tem de escola que cobra pra aluno entrar, principalmente em medicina, não está no gibi. O estímulo deveria ser dado pra essa linha de sem visar lucro, pra educação não vejo outro caminho.
“A educação está sob o comando de políticos e burocratas, gente que jamais irá enfrentar pessoalmente as consequências de suas próprias medidas, por mais que arruínem a educação de nossos filhos”
E esses mesmos políticos e burocratas, colocam seus filhos em escola privada.
O gov tem escola publica para controlar “o que “vai ser ensinado e nao vai abrir mao disso .
Tal educação nao é de graca, é inutil e obrigatoria . Nao e formada ao mercado de trabalho.
E agora a nova moda e viver sem trabalhar , de bolsa. Ao custo dos trouxas.
Pra que estudar algo pra ocupaçao, se nem ocupaçao vai precisar ter?
V
A nova narrativa da esquerda: dizer que a direita propagandeia que a inflação virá, pra nao deixar o gov imprimir, gastar alem do que arrcada ou se endividar.