A esquerda gosta de tratar os céticos dos carros elétricos (EV) como se fossem ludistas. A verdade é que tornar um produto existente menos eficiente e mais caro realmente não atende à definição de inovação.
Até mesmo as supostas comodidades e avanços tecnológicos que os fabricantes de veículos elétricos gostam de se gabar em seus anúncios têm sido características regulares de veículos movidos a gasolina que remontam gerações. Na melhor das hipóteses, os EVs, se cumprirem sua promessa, são uma tecnologia lateral.
É por isso que não existe um “mercado emergente” real para carros elétricos nos Estados Unidos, tanto que existe uma política industrial que sustenta os EVs com compras governamentais, propaganda, subsídios estatais, nepotismo, empréstimos garantidos por contribuintes e editais. A “revolução” verde é um projeto tecnocrata de cima para baixo dirigido pela elite.
E está cada vez mais claro que a única razão pela qual as montadoras gigantes em busca de renda investem tanto no desenvolvimento de veículos elétricos é que o governo está prometendo limitar artificialmente a produção de carros movidos a gasolina.
Em agosto de 2021, o presidente Joe Biden assinou uma ordem executiva para estabelecer uma meta para que metade de todos os veículos novos vendidos em 2030 tenham emissão zero. A Califórnia afirma que está proibindo motores de combustão em todos os carros novos em cerca de 10 anos. Assim, as montadoras adotam modelos de negócios para lidar com esses incentivos distorcidos e futuros mercados teóricos forjados.
Na economia do mundo real de hoje, a Ford projeta que perderá US$ 3 bilhões em veículos elétricos em 2023, elevando suas perdas de EV para US$ 5,1 bilhões em dois anos. Em 2021, a Ford reportou perda de US$ 34.000 em cada EV que produziu. Neste ano, estava perdendo mais de $ 58.000 em cada EV. Em um mundo normal, a Ford reduziria, não expandiria, drasticamente a produção de veículos elétricos. Lembre-se disso da próxima vez que precisarmos resgatar Detroit.
Mas na verdade, já estamos resgatando-os, suponho. Recentemente, o Departamento de Energia dos EUA emprestou à Ford – novamente, uma empresa que perde dezenas de milhares de dólares em cada EV vendido – outros US$ 9,2 bilhões em dólares do contribuinte para um projeto sul-coreano de baterias. Imagina-se que nenhum banco faria isso. O custo das baterias elétricas aumentou, não diminuiu, nos últimos anos.
A Ford diz que essas perdas iniciais fazem parte de uma “mentalidade de startup”. Ainda estamos fingindo que os EVs são uma ideia nova, e não inferior, mas o alarmismo sobre o clima e uma romantização equivocada de empregos de “manufatura” suavizaram o público para esse tipo de desperdício.
No mundo real, existe Lordstown. Em 2019, depois que a General Motors – que também perde dinheiro com cada EV vendido – fechou uma fábrica em Lordstown, Ohio, o então presidente Donald Trump fez um grande esforço para pressionar publicamente a gigante automobilística a corrigir a situação. A CEO Mary Barra emprestou à Lordstown Motors, uma nova empresa de veículos elétricos, US$ 40 milhões para modernizar a fábrica. Ohio também deu à GM outros US$60 milhões.
Você deve se lembrar da brilhante e ampla cobertura de Lordstown. Depois que Biden assinou sua ordem executiva “Buy American”, prometendo substituir toda a frota federal dos EUA por EVs, as ações de Lordstown dispararam.
No início deste ano, Lordstown havia fabricado 31 veículos no total. Seis foram vendidos a consumidores reais. (A maioria deles sofreria recall). A ação estava sendo negociada a apenas US$ 1. A gigante de financiamento de tecnologia Foxconn estava sacando seus US$ 170 milhões e, na semana passada, a empresa pediu concordata.
Sem a ajuda massiva do estado, os veículos elétricos são um nicho de mercado para ricos sinalizadores de virtude. E, pensando bem, é mais ou menos isso que eles são agora, mesmo com a ajuda. Um estudo recente da Universidade da Califórnia-Berkeley descobriu que 90% dos créditos fiscais para EVs vão para pessoas nos estratos de renda mais altos. A maioria dos EVs é comprada por pessoas com altos salários que gostam da aparência de um Tesla. E tudo bem. Não quero impedir ninguém de ter o carro de sua preferência. Só não quero ajudar a pagar por isso.
Realmente, por que uma família de classe média evitaria um carro movido a gasolina em perfeito estado, que pode ser abastecido (na maioria das vezes) de forma barata e conduzido virtualmente em qualquer distância, em qualquer ambiente e em qualquer época do ano? Não precisamos de lítio. Temos a forma de energia mais eficiente, acessível, portátil e útil. E temos o equivalente a séculos disso no solo.
Os alarmistas climáticos podem acreditar que os carros elétricos são necessários para salvar o planeta. Tudo bem. Usando seu padrão, no entanto, uma bicicleta é uma inovação. Porque, mesmo em seus termos, a utilidade dos veículos elétricos é altamente discutível. A maior parte da energia que os alimenta é derivada de combustíveis fósseis. A fabricação de um EV tem um benefício positivo insignificante para o meio ambiente, se houver.
E o fato é que se os EVs fossem mais eficientes e economizassem dinheiro, como afirmam os ambientalistas e políticos, os consumidores não precisariam ser obrigados a usá-los e as empresas não precisariam ser subornadas para produzi-los.
Esse artigo foi publicado originalmente em: https://www.theepochtimes.com/opinion/electric-cars-are-a-scam-5399413
Perfeita a colocação do artigo sobre esses inúteis EVs e ainda posso acrescentar que já existem empresas com tecnologia de catalização avançada o suficiente para transformar um veículo novo movido a gasolina em um veículo ecologicamente correto.
A Remora Carbon, empresa sediada nos Estados Unidos, já desenvolveu um dispositivo de catalização de poluentes que zera as emissões dos caminhões. Em pouco tempo e com um pouco mais de investimento veremos carros, motocicletas, ciclomotores e equipamentos movidos a gasolina equipados com catalizadores perfeitos e o melhor está aqui: esses resíduos da queima dos combustíveis podem ser reaproveitados para fins industriais, ou seja, lucro $$$.
Outra descoberta excelente e ainda mais ousada era algo que esteve na cara de todo mundo mas ninguém viu nos carros, motos e caminhões movidos a combustão até agora: a geração de calor dos motores é uma fonte energética extra que pode capacita-los a PRODUZIR energia elétrica para ser reaproveitada no próprio veículo ou o que é melhor ainda: essa energia poderia ser vendida por esses motoristas numa estrada elétrica com um tipo de rede reversa para fazer a captura dessa energia que então passaria por transformadores para aumentar sua intensidade. Pode parecer ficção, mas saibam que pesquisadores coreanos já descobriram como gerar energia a partir de metais aquecidos, e aplicar essa ideia em grande escala exigiria investimentos em um novo tipo de infra-estrutura viária e até a criação de um mercado livre de energia elétrica!
Enfim, as possibilidades com veículos movidos a combustíveis são inúmeras e a indústria do petróleo pode ser (e será) Net Zero, pode produzir sem poluir o ar com gases tóxicos, reaproveitar os gases até a última molécula e mostrar para Greta Thunberg e para todos os ambientalistas mais radicais a sua capacidade de adaptação as novas exigências desses grupos.
Quanto aos EVs, esses já nasceram mortos, quero é distância deles, caros, não tem robustez nenhuma e duram muito pouco se comparados aos veículos convencionais.
Acho difícil de acreditar que esses governantes realmente acreditam que estão salvando o planeta com carros elétricos. Existem outros interesses por trás, sobre os quais eles só conversam nos bastidores do poder.
Se têm uma palavra que resume bem os ambientalistas e suas ilusões estatistas e ambições de uma economia verde, é a palavra ignorância, na prática eles estão estimulando mal-investimentos que irão levar ainda mais à poluição do meio ambiente, que eles dizem defender. Ao invés de dicidir aonde o dinheiro do contribuinte deve ser gasto, deveriam se recluir tão somente em suas campanhas de reclicagem, limpezas de florestas e ruas e otimização da utilização de recursos descartáveis, pelo menos assim eles estarão fazendo algo pela sociedade. Mas sabemos que não é apenas a agenda ambientalista que está em jogo, há muito lobby e oportunismo no meio.
Tanto subsidio para os elétricos tem o efeito não de.acelerar, mas o de retardar a inovação nessa in dustria.
O principal gargalo dos elétricos chama se “bateria”.
Qual a solução estatal subsidiária? Dar dinheiro pra que a indústria lance o produto defeituoso, atacar a concorrência. E assim o dinheiro que deveria ir para o desenvolvimento melhor das baterias , vai para o meio político, para fazer propaganda que os problemas foram ou serão solucionados.
Mas do jeito que está, não é prático para o consumidor ter um eletrico. E é deste a palavra final.
Se ficasse tudo na solução de mercado, os carros não teriam sido lançados, mas postergados e o dinheiro envolvido teria ido para o desenvolvimento das baterias. E a essa altura talves já teríamos resolvido esse gargalo. Depois era só lançar o carro eletrico , sem subsidio e poupado o dinheiro dos contribuintes. outros setores teriam se desenvolvido sem os gov atrapalhando. E pessoas teriam mais dinheiro para comorar elétricos sem onerar outras pessoas.
Mas do jeito que está, subsidios bilionários foram para as indústrias, elas desenvolveram até o que não serviria para o eletrico popular, embora tenham onerado os consumidores contribuintes. Carros elétricos tem agora até churrasqueira dentro. Mas só pode comprar quem recebe os subsidios. O problema real da maioria das pessoas com os carros elétricos não foi resolvido.
Ah , mas tem subsidio pra compra! É , cara pálida. Mas tem pra todo mundo? Subsidio pra poucos , conta para muitos.
Carros eletricos são uma fraude, isso já não é nenhuma novidade. Não passa de mais uma forma de governo e empresas enganarem trouxas da população.O Elon musk com a Tesla recebeu bilhoes de dolares em subsidios do governo.
Até a organização ambiental Greenpeace,já publicou um relatório questionando a eficiência desse tipo de veículo.
A grande verdade, é que carro nunca foi um investimento,sempre foi um passivo que gera muitas despesas e a compra de veiculos se deve ao trasnposrte ser publico ser controlado pelo estado via concessão.
O fato de mais pessoas usarem os veículos elétricos não tende a reduzir aos poucos a dependência do petróleo e dos seus derivados? Não tende a combater aos poucos o cartel de preços formados pela OPEP que manipula os preços há décadas por redução da oferta. Vejo os veículos elétricos como forma de se combater a essa manipulação de preços no longo prazo. Algo tem que ser feito, o planeta não pode ficar assistindo de camarote a OPEP dar as cartas pela eternidade…
Você sabe que o negócio não vai vingar quando vc vive em um país com a ou uma das energias mais caras do mundo, infraestrutura altamente defasada e qualquer aceno a energia barata e eficiente como nuclear é visto como crime!
Eis que num país chamado Brasolia o gov resolve abrir uma estatal de pão.
E como ele , como todos os estados, não tem dinheiro próprio, ele estabelece que toda padaria privada agora vai pagar um imposto de 75 por cento. Cada padaria deve acrescentar 75 por cento do valor do pão pata pagar o papai estado ,que agora vai dar pão de grátis. Como o consumidor não faz aceitar o novo preço, as padaria vão fechar ou mandar funcionários embora, para qye absorvam os custos.
Com isso o gov mata dois coelho com uma medida só: consegue financiar sya padaria estatal e ao mesmo tempo diminue a concorrência. Por isso o imposto tão caro de 75 por cento, uma alíquota pra destruir qualquer negócio.
Eis que ele monta sua padaria, contrata pandeiros, os defensores dizem que ele tá gerando empregos…
Dae começa outros vícios estatais.
Ele também contrata escrivão da padaria, chefes de divisão do pão, compradores de material e matéria prima. Ele também contrata fiscais pra vigiar aa padarias pra ver se estão cobrando o imposto do pão, se não estão comercializando no mercado negro… e eis que uma simples atividade como fazer pão, vira um pandemônio de gstais estatais.
Logo o pão estatal custa bem mais caro que o privado. Mas cobrando 75 de imposto das particulares, o pão delas também não sai barato. E pagar esse pandemônio todo só pra faxer pão só piora as coisas.
O estado então tem deficits nas suas contas. Sem problema, para defender “os probes” , se cria a taxa do pão… agora vc compra gasolina, paga algum a mais pra subsidiar o pão. Compra qualquer coisa, tá lá na nota fiscal: tanto x e taxa pra financiar serviços do pão.
E com aumento de impostos a todos. Negócios fecham, funcionários são mandados embora, aumenta o mercado negro de bens e servicos… e eis que o estado contrata mais fiscais, maus burocratas ora vigiar a população, aumentando assim seus gastos.
O padeiro responsável pelo pão estatal não pose nem comprar ingredientes no mercado… a estatal tem um funcionário burocrata pra isso, que compra via licitação, de empresas escolhidas pelo gov. Mais custos e o pão estatal encarece mais ainda. É o custo do pão.
Mas eis qye a população tá ganhando pão di grátis, defende que tem que ter mais estado. Não quer nem saber que o tal digratis sai do bolso de alguém via imposto e por isso todos perdem.
Ae eles pedem pelas estatais do tomate, do carro, das estradas. E o estado vai lá e faz.
O processo se repete, novos negócios sobretaxados pra não concorrer com o estado, mais cabide de empregos em coisas inúteis a produção do bem ou serviço proposto. Uma legiao de desempregados privados agora querendo serviço de grátis e os gastos do estado explodindo.
E no fim o estado da brazolia vai a falencia, com calote e ninguem sabe explicar o porquê.
Mas e o meu digratis” eu tenho direito” murmura o digrasteiro.
Fim etido mundo foi infeliz
Sinceramente? Como amante de carros e de automobilismo, vou dar a letra aqui do porque carro elétrico e os “jeep fakes” serão os únicos carros fabricados no futuro, aliás, já são a maioria:
Não tem nada a ver com conforto, espaço ou ambiente mais limpo, mas sim porque a demanda maior por carros hoje em dia é justamente por parte de….Pessoas que não gostam de carros e não gostam de ver “20/22 babacas dando volta em círculos numa pista”, parece contraditório não é? rsrs. Não se levarem em consideração que certos públicos da classe média emergente (aqueeela que chama rico de ladrão e pobre de “favelado”, “parasita”, “analfabeto”) preferem dirigir, mesmo que não saibam nem como funciona um motor V8 ou não saibam nem escrever “Ayrton Senna” por exemplo, apenas porque não querem andar de ônibus ou de metrô, porque pra esse povo, isso é “coisa de pobre”, “de fodido”, enfim, nada mais é que o mesmo motivo de ter um celular hoje: Não ficar por baixo perante aos “ricaços” (Uma BMW ou uma Mercedes são muito mais carro que um Jeep Renegade ou um Toyota Prius, isso ninguém discute, mas adivinhem quais carros te permitem respectivamente “ver o rico literalmente por cima da cabine” e pagar de moralóide altruísta? Ah pois é) e querer ostentar pro pobre como se fosse o Kiko do Chaves: “Ainn, eu tenho e você não tem”. Óbvio que sempre vai ter neocon dizendo que isso é “indireta de trap” pra muié cis, mas elas nem precisam de indireta nesse ponto, todo mundo já sabe como elas pensam, logo, o que é uma ou outra pessoa fazendo troça delas? rsrs.
Resumindo, carro hoje é feito pra pessoas que não gostam de carros e o resultado é esse: Quimeras ambientalóides, carros de plástico com péssima qualidade e pouquíssimas opções no mercado.
A bateria de sódio não tem risco de incêndio, é muito mais barata e não poluiem , só isso derruba 90 do argumento de vocês que andam em cima de um tanque de gasolina com um motor que usa faísca, já vi vários carros a combustão pegarem fogo e nem por isso os liberaloides reclamaram, carro a combustão será tão importante quando uma máquina de datilografia.