Ainda no início deste ano, o governo da África do
Sul prometeu
implantar um programa de reforma agrária baseado no confisco direto de terras,
um projeto originalmente criado
por Nelson Mandela.
E já está cumprindo a promessa.
O jornal britânico Express
relata que o governo sul-africano começou efetivamente a confiscar terras
agrícolas no país após “fracassar” nas negociações com os proprietários.
No
dia 31 de julho, o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, que havia acabado
de ser eleito em fevereiro, confirmou que seu partido Congresso
Nacional Africano (CNA) aprovaria uma emenda à constituição do país para
permitir o confisco de terras em posse de proprietários brancos sem qualquer
restituição. A emenda visa a permitir a distribuição de terra para os
agricultores negros do país que estão muito descontentes com a demora da
reforma agrária.O
senhor Ramaphosa alegou que a nova emenda era destinada a “delinear mais
claramente as condições sob as quais a expropriação de terras sem compensação
poderia ser efetuada”.Semana
passada, o presidente do partido CNA, Gwede Mantashe, gerou pânico na
comunidade agrária ao dizer que qualquer fazendeiro proprietário de mais de
25.000 acres de terra teria sua propriedade confiscada sem indenização.O
governo da África do Sul já começou a confiscar terras de agricultores brancos.
O alvo mais recente foram dois proprietários de terras de animais selvagens na
província de Limpopo, ao norte do país. O confisco ocorreu após as negociações
com os proprietários — Akkerland
Boerdery — chegaram a um impasse causado por uma enorme diferença no valor
estimado para a indenização.
Tecnicamente,
o programa de confisco parece mirar proprietários de terras com base no tamanho
de suas posses, e não, estritamente falando, com base em sua raça. Na prática,
no entanto, o que vem ocorrendo é que os proprietários de terra que estão sofrendo
confiscos são majoritariamente “brancos”.
Vários políticos da África do Sul, tanto
do governo quanto da oposição, já explicitaram que o objetivo da emenda
apresentada é exatamente este: fazer com que os agricultores brancos,
descendentes de famílias holandesas donas de terras há mais de 400 anos, tenham
suas propriedades confiscadas sem receber nenhum tipo de compensação.
Portanto, tal política sempre teve um explícito
componente racial.
Donald Trump foi ao Twitter dizer que havia ordenado
ao Departamento de Estado americano analisar a questão dos confiscos de terras
em posse de “agricultores brancos”.
Por causa desta expressão, Trump foi duramente
criticado pelo partido que está no poder na África do Sul por invocar a
questão racial. Só que o componente racial da controvérsia é evidente.
Afinal, além de os próprios políticos sul-africanos admitirem
isso em entrevistas, o canal estatal francês France24 afirmou
diretamente, e sem rodeios, que a política “busca corrigir o legado de décadas
de domínio de uma minoria branca, a qual despojou os negros de suas terras”.
Socialismo
é socialismo
É fácil, no entanto, alardear e enfatizar o
componente racial.
Embora a animosidade racial e o desejo de reparação por
crimes passados que “despojaram os negros de suas terras” pareçam ser o que
motiva o atual regime, o fato é que confiscos de terra também são, do ponto de vista do governo, uma boa
política.
Traduzindo: os confiscos podem estar sendo motivados simplesmente por um cínico desejo de
premiar a base política do governo com “coisas grátis”. Trata-se da velha
política de distribuição de benesses para fins eleitorais. Ademais,
proprietários de terra — os prejudicados — representam apenas uma ínfima
porcentagem dos eleitores da África do Sul.
E é exatamente por isso que é importante não se
concentrar apenas no aspecto racial da reforma agrária e, em vez disso, ver a
medida pelo que ela realmente é: apenas mais uma política comum e rotineira
voltada a expropriar a propriedade privada de um grupo para repassar a outro
grupo.
Neste quesito, os confiscos de terra sul-africanos
não se diferem fundamentalmente em nada de todos os outros episódios nos quais
o estado confiscou terras, indústrias, lojas, residências e empresas em
qualquer outra região do mundo.
No século passado, regimes de inspiração marxista confiscaram terras e
propriedades agrárias baseando-se na ideia de que os proprietários eram excessivamente
“burgueses” ou inimigos da “revolução”. Isso também é o que vem ocorrendo na
Venezuela nos últimos anos, em que empresas, terras,
comércios e indústrias estão sendo confiscados dos “traidores da classe”.
Ainda mais importante: tanto a motivação alegada
pelo governo quanto a verdadeira
motivação não importam quando analisamos os efeitos de qualquer tipo de
confisco de terra e expropriação da propriedade privada.
Independentemente da motivação, o confisco estatal
da propriedade gera consequências negativas sobre a economia, as quais podem
ser desastrosas.
Ainda mais importante, confiscos de propriedade
causam o grave problema da “incerteza gerada pelo
regime” (um termo criado pelo
economista Robert Higgs). Neste cenário, as incertezas quanto ao status
jurídico e político da propriedade podem levar a significativos declínios no
investimento e na produção. Em outras palavras, se os donos de propriedade não
estão seguros e não sabem se sua propriedade será respeitada ou confiscada,
eles não irão investir na propriedade e nem mesmo fazer manutenções de rotina.
Para que investir em algo que pode ser confiscado amanhã?
Consequentemente, a incerteza gerada pelo regime
leva à suspensão dos investimentos e à destruição do capital imobilizado graças
a uma falta de investimentos e gastos em manutenção.
Isso já está acontecendo na África do Sul. De acordo
com o jornal Express:
Um
número recorde de fazendeiros sul-africanos brancos já colocou suas terras à venda
em meio a temores de que o governo está considerando confiscar propriedades
maiores que 25.000 acres.
Os proprietários estão, essencialmente, planejando
seu êxodo da economia sul-africana, uma atitude perfeitamente compreensível. No
entanto, há um problema: será muito difícil eles encontrarem compradores.
Afinal, qual investidor — um com reais meios para comprar e manter as
propriedades — irá comprar essas terras sob as atuais circunstâncias? No
mínimo, alguém só irá comprar se for a um preço drasticamente reduzido.
E dado que ainda é bastante incerto quão abrangentes
ou quão hostis serão os confiscos, a maioria dos potenciais compradores irá
esperar para ver como as coisas irão se desenrolar antes de investir qualquer
dólar no setor agrário da África do Sul.
E isso, como enfatizou Robert Higgs em seu trabalho
sobre o assunto, é um dos aspectos centrais da incerteza gerada pelo regime:
ela estimula investidores e proprietários a segurar e retardar investimentos,
até que a incerteza diminua. Neste ínterim, os salários caem, os proprietários
deixam de fazer manutenção nas máquinas e ferramentas, o capital se torna
decrépito, e toda a economia entra em declínio. Escreve Higgs:
O
investimento privado é a mais importante força-motriz do progresso econômico.
Empreendedores precisam de novas estruturas, de novos equipamentos e de toda a
uma cadeia de produção bem azeitada para produzir novos produtos, para produzir
produtos já existentes a custos baixos, e para aplicar novas tecnologias em
maquinários, estruturas, instalações e em outros aspectos da atual estrutura de
capital existente.Quando
a taxa de investimento privado declina, a taxa de crescimento da renda real per
capita desacelera. E quando o investimento privado cai rápida e
substantivamente, uma recessão ou depressão pode ocorrer.
Um efeito mais amplo neste caso pode também ser o de
que muitos dos residentes mais experientes, capacitados e ricos em capital irão
abandonar a África do Sul, levando consigo todo o seu know-how (conhecimento, técnica, experiência).
O governo
sul-africano provavelmente irá — como o estado sempre faz — tentar dificultar
e impedir que esses emigrantes levem seu capital com eles. Tal obstrução será
relativamente fácil para o caso daqueles proprietários cuja riqueza está
imobilizada na terra. Já os investidores estrangeiros, por outro lado, não
terão este problema. Será relativamente fácil para os investidores estrangeiros
tirar sua riqueza da África do Sul em decorrência das expropriações. Esse investimento pode nunca mais retornar.
Portanto, ao passo que os confiscos podem trazer
alguns ganhos políticos para o partido que está no poder — sendo, portanto,
positivos no aspecto político –, o fato indelével é que tal medida é
economicamente insensata, sendo, portanto, negativa no aspecto econômico. No
final, é apenas o mesmo tipo de medida que foi implantada na Venezuela ao longo
dos últimos anos. Os efeitos — proporcionais ao tamanho do confisco que será
efetuado — serão os mesmos.
E, talvez, essa questão da “proporcionalidade” seja exatamente
a aposta do regime. Mesmo que o governo sul-africano entenda todas as
implicações econômicas da expropriação, o regime também sabe que a agricultura
representa uma fatia relativamente pequena da economia da África do Sul. Menos
de 3% do PIB do país é representado pela agricultura.
O regime pode, portanto, estar fiado na esperança de
que é possível escapar relativamente ileso: ele sabe que pode estar destruindo
o investimento neste setor, mas aposta que a destruição econômica resultante
será bastante limitada.
E, ademais, se a economia sul-africana sofrer —
como já está sofrendo em decorrência de uma variedade de outros fatores –, o
regime sempre pode recorrer ao velho truque de culpar algum outro grupo pelo problema, como os
capitalistas estrangeiros, os imperialistas ou os “nativos reacionários e
entreguistas”.
Economicamente falando, no entanto, há a certeza de
que, caso as expropriações continuem, as terras (tanto as confiscadas quanto as
ainda mantidas) deixarão de ser usadas, os empregados destas terras ficarão sem
trabalho, e a incerteza gerada pelo regime levará a um declínio geral nos
investimentos tanto domésticos quanto estrangeiros.
No final, a real motivação para esta medida que visa
ao confisco da propriedade privada é totalmente secundária. O que realmente
interessa são suas consequências econômicas.

Ora, nada mais do que a boa e velha democracia em ação. A maioria dos eleitores pede uma coisa, o governo faz. Exatamente como manda a democracia.
E é por isso que defensores da democracia são seres imorais (ainda que meros inocentes úteis). Eles defendem um arranjo que, em sua essência, estimula o roubo e o parasitismo, desde que defendido por uma ínfima maioria.
A propriedade de ninguém está segura sob a democracia, como Hans Hoppe nunca cansou de explicar.
Aliás, outra país que leva a democracia ao pé da letra é a Venezuela: lá, o povo manda (expropriar e redistribuir) e o governo obedece. Como consequência, todos vão procurar abrigo em Roraima. Bem feito.
Ah, e não se iludam: isso vai chegar aqui também. Vai demorar um pouco (antes é preciso convencer 51% da população votante), mas é só questão de tempo.
Quanto alarde, basta vender lotes menores das terras para laranjas negros e evitar as desapropriações, não é a solução perfeita, mas para um país africano, semi socialista e com um povinho pré brasileiro é o que dá pra fazer.
Eu sempre estarei presente quando as coisas ficarem difíceis.
Bastiat sempre certeiro,”O que se vê e o que não se vê na economia”.Esses esquerdopatas covardes vão expropriar terras e redistribuir abandonando os camponeses a própria sorte,enfim só sabem fazer”caridade com chapéu alheio”.Uns merdas enganadores,cujas boa-vontade já estou farto de saber e dispensar.
Eleições, Lula livre e a volta do obscurantismo religioso
Como vocês devem ter percebido, eu estive um tempo longe deste instituto, mas não porque resolvi investir meu tempo em algo mais produtivo, eu apenas percebi que precisava um tempo longe de toda essa mentira que o neoliberalismo promove, algo que, aliás, se intensificou bastante nessas eleições. Agora que recuperei minhas forças posso voltar a falar sobre política, defender a verdade, e lutar contra o retrocesso mental proposto pelo livre mercado.
Essas eleições são as piores da história do Brasil, eu poderia dedicar este artigo para falar sobre os "90 tons de Temer" como afirmou meu irmão e camarada, Guilherme Boulos. Também poderia falar sobre a mistura de banqueiros, engomadinhos e militares, que pela primeira vez falam abertamente sobre redução do Estado e liberalismo (sim! isso é assustador). Mas algo ainda mais assustador está acontecendo nessas eleições: o candidato do povo, dos pobres, simplesmente não está concorrendo mesmo havendo a permissão da ONU.
A ONU decidiu que Lula, não somente é um preso político, uma Mariele encarcerada, mas que também pode concorrer às eleições. Até quando o Brasil estará preso a esse obscurantismo conservador que ronda a mentalidade nacional e nos faz ignorar a voz da razão? Você ainda não percebeu que a ONU é uma pedra de toque? que é uma segunda igreja dos homens racionais e que sua bíblia (Declaração dos direitos humanos) é uma liturgia que deve ser rezada diariamente pelos indivíduos e suas famílix?
Eu fico enojado com a ignorância desse povo medíocre e religioso que ignora a voz da razão.
Por falar em povo religioso, pela primeira vez em nossa história estamos colocando para concorrer às eleições alguém que pensa que o Brasil é um grande culto, em que se você berrar na televisão, será o suficiente para que todo mundo possa te obedecer igual cordeirinho. Cabo Daciolo é um cavalo, um burro que pensa o Brasil é uma grande culto evangélico. A coisa é tão bizarra, que por pouco não-lhe-dá aquela tremedeira e ele começa a falar em línguas no próprio debate. Vamos colocar um copo de água em cima da televisão e pedir para ele abençoar também. Fico até imaginando em um futuro debate: – Como o senhor pretende resolver os problemas na educação, candidato?; – O problema da educação é que precisamos de mais amor, pois o amor "Rabalabaxuria aaaaa Xereberéé Rááááá", para glória do senhor.; – Obrigado, candidato. Esse é o nível do debate brasileiro, viramos um grande culto evangélico no qual Helio beltrião fica rodopiando.
O que vem acontecendo no Brasil e no mundo é muito sério. Estamos aos poucos renegando valores que o iluminismo nos proporcionou. Caso você não saiba, foi o iluminismo que construiu o ocidente e posteriormente permitiu a criação da ONU e sua liturgia. Aos poucos estamos entrando no obscurantismo religioso e tudo que fez a humanidade evoluir, como comunismo, ideologia de gênero, New age etc, está sendo colocado na lata de lixo.
E vem aquele escroto do Cabo Daciolo falar que queremos uma "URSAL". Não meu amigo, não queremos apenas uma URSAL, queremos uma MUNDAL. Que o mundo todo seja socialista e que todos seres humanos rezem diariamente a cartilha do Deus da razão. "pela honra e glória de nosso senhor Marx".
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
Fora toda a questão de prejuízos econômicos que ocorrerão…essa questão RACIAL no meio é muito grave, amigos.
Apartheid parte 2 : O RETORNO [Tenha MEDO]
Qualquer um que tentar me expulsar da minha própria terra vai conseguir (caso tenha êxito) água envenenada, terra estéril, e todo o resto queimado. Ah, e tal invasor nunca mais estará seguro lá.
Nenhuma economia consegue funcionar e prosperar sem direitos de propriedade bem definidos e com leis bagunçadas e arbitrárias. Direito de propriedade e arcabouço jurídico sólido e estável são as bases para qualquer investimento e assunção de risco.
Mais uma nação caminhando rumo ao inferno socialista. Depois reclamam que o mármore do inferno está muito quente.
Eis uma história resumida da África do Sul que vi um anônimo compartilhando na internet (em inglês). Traduzi e salvei.
1. A terra em que hoje se situa a África do Sul era quase desabitada.
2. Uma pequena tribo Khoisan vivia lá.
3. Os holandeses e ingleses aparecem e ocupam terras em que ninguém vivia, pois os negros não dominavam a agricultura e não conseguiam ficar ali nos invernos. E os brancos queriam estabelecer ali um porto para comercializarem e continuar navegando pelo mundo. Tudo isso antes de os EUA serem fundados.
4. Após alguns conflitos inevitáveis, os brancos se enturmam e passam a viver bem com os Khoisans.
5. Um país de primeiro mundo é construído.
6. Enquanto isso, os Bantus estão praticando genocídios, dizimando e se expandindo ao longo de todo o continente africano.
7. Eles começam a sair do norte e se expandir em direção à África do Sul branca, pois os brancos construíam coisas. Os Bantus queriam comida, uma "vida melhor" e colonizar mais pedaços do continente.
8. Os Bantus têm 8 filhos cada um e, com isso, são muito mais numerosos que os Khoisans.
9. Os brancos agora passam a viver completamente segregados, afastando-se até mesmo dos negros com os quais se davam bem (Khoisans), porque querem preservar seus valores, sua cultura e seu estilo de vida, além de se proteger da escalada da violência e da negação dos direitos.
10. Os judeus criam o partido comunista CNA (citado no artigo acima), com o apoio da URSS.
11. Estoura a guerra civil entre brancos e negros. Após décadas, o comunista CNA assume o controle.
12. O CNA implementa uma forma radical de ação afirmativa para os negros, e suas políticas comunistas destroem a indústria e o sistema educacional do país.
13. Atualmente, os Bantus (no controle do governo) vivem gritando "meus ancestrais eram os donos dessa terra e os malditos brancos roubaram!".
14. Consequentemente, os Bantus querem matar os brancos e confiscar suas terras.
Os Khoisans foram praticamente exterminados pelos bantus e por outras milícias do Congo. Os Boers acabaram com isso. Brancos e Khosians passaram a se dar bem em decorrência disso. E os descendentesd
dos Khosians que lá estavam antes de tudo (mas que pouco fizeram na construção daquilo que hoje é a África do Sul) não só não estão recebendo nada, como também estão sendo ferrados junto com os brancos.
Lutei por igualdade de direitos civis, distorceram tudo e agora impõem privilégios.
Creio que terei que retornar para explicar tudo outra vez.
Será que o Bolsonaro aguenta o tranco do Paulo Guedes ?
Vai ter um monte de chorão reclamando da concorrência, mais um monte de parasita reclamando de corte das mamatas.
Não sei se ele aguenta o tranco.
Sugiro aos artistas e compositores que já comecem trabalhar na próxima versão do USA For Africa.
Próximos capítulos: Assassinatos combinados e Fome generalizada.
O autor está mais preocupado nas implicações econômicas do que na questão moral. Interessante.
Esta política foi exatamente a mesma praticada no Zimbábue por Robert Mugabe. O resultado foi extremamente humanitário.
Eu só quero ver, daqui 5 anos, o que eles terão feito nessas terras. Vão estar cheias de mato e vão acabar sendo vendidas por ninharia pra algum outro estrangeiro e branco de algum outro país desenvolvido.
Aqui no Brasil, li um artigo em que o colunista escreveu: “Mandela foi o maior gênio político da história da humanidade.”
Mandei para ele, por e-mail, este artigo: mises.org.br/Article.aspx?id=1758, de Kogos.
O colunista respondeu: “Todo mundo sabe que o Mandela foi guerrilheiro antes de ser preso e que, depois, mudou.
Eu estive na África do Sul e constatei in loco a obra dele. Nunca ninguém fez nada parecido. (…) Uma grande bobagem obviamente de extrema direita. Como disse, eu estive lá e testemunhei a obra de Mandela. (…) O artigo que me enviaste é que é ideologizado. Estou dizendo que estive lá e conversei com as pessoas e comprovei a obra de Mandela na disposição das pessoas.”
Eu gostaria muito de ver mais artigos diários e recentes do Instituto Mises americano, FEE.org e outros aqui.
Um comentário um tanto quanto fora-do texto: ao que eu saiba o Haiti foi o primeiro país (depois dos EUA) a ficar independente na américa Latina.
Aí por volta de 1794 uma revolta de escravos expulsou todos os brancos do país. O fato é que o país se tornou aquilo que todos sabemos. Penso que seria interessante poder ler um artigo no Mises sobre a trajetória deste país. Não sei se tem relação com o que aontece na África do Sul. Mas dá o que pensar.
Abraços
Recomendo a todos o excelente documentário de Lauren Southern sobre a situação da Africa do Sul, em particular dos agricultores brancos. Tem legendas em português.
[OFF] A esquerda começou a atacar Amoedo e, consequentemente, o liberalismo, olhem esse artigo (desonesto) da Carta Capital .
Devo lembrar que segundo Rothbard em seu Ética da Liberdade, expropriação nem sempre é contrária a liberdade. Se ela ocorrer no sentido de devolver a propriedade ao dono legítimo ela não só é desejável como coerente éticamente falando. Não sei como ocorreu o processo de posse de terras na África do Sul mas se estes proprietários tomaram as terras usando de força o que o governo faz expropriando estes “proprietários” é justo. Há de se investigar e saber qual a origem dessas propriedades para fazer o julgamento se essas expropriações são justas ou não.
O futuro da África do Sul será o Haiti.
Em resumo: Luta de classes morta; luta de raças posta…
"Continuo detestando a racialização do Brasil, uma criação – eu vi – do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Nossa maior conquista – o conceito de povo brasileiro – desapareceu entre os bem-pensantes. Qualquer idiotice racial prospera. A última delas é uma linda e cheirosa atriz global dizer que as pessoas mudam de calçada quando enxergam o filho dela, que também deve ser lindo e cheiroso." E concluiu: "Quero que as raças se fodam." > istoe.com.br/racializacao-e-uma-histeria-que-tem-que-parar-diz-secretario-do-rio/
Ah, como eu fico feliz quando não tem 150 comentários e eu posso ler tudo no cel ou tablet sem travamentos.
Eu não acho que apenas as consequências econômicas são relevantes aí. Esse confisco de terras um equívoco se o objetivo era pagar uma dívida histórica. Não vai pagar a divida histórica e ainda vai criar mais ódio entre brancos e negros. Essa parte é muito preocupante. Estou imaginando o que se passa na mente de supremacistas brancos quando vêem isso.
O branco holandês coloniziu o povo sul africano, que foi explorado, escravizado e humilhado ao longo de séculos. Expropiaram a terra e agora vão pagar devolvendo aos verdadeiros donos. O governo resgata uma dívida histórica.
Estava vendo a notícia de que a empresa de correios da URSAL vai taxar em 15 reais todos os produtos estrangeiros que entrarem no país. Anteriormente a taxa só era aplicada naqueles produtos que sofriam a tributação de 60%, mas agora a prática será generalizada.
Essa é a primeira fase.
A segunda fase começará quando acabarem as propriedades maiores que 25.000 acres e o governo começar a confiscar as maiores de 2.500. E a terceira, as maiores de 250.
Quando acabarem os fazendeiros brancos, vão “acusar” alguma etinia negra do país de ser “branca” para justificar o confisco.
* * *
África do Sul entra em recessão.
South Africa falls into recession in second quarter
Puxa, quem poderia imaginar que, após o governo anunciar confiscos, os investimentos desabariam e a economia entraria em recessão?
g1.globo.com/economia/noticia/2018/09/04/africa-do-sul-entra-em-recessao-pela-1a-vez-desde-2009.ghtml
Bom, como sempre vocês aqui do Mises.Org demonstram desconhecimento histórico sobre a reforma agrária. Se não fosse o golpe militar de 64 – financiado pelos entreguistas da UDN -, Jango teria feito as necessárias reformas(incluindo a Agrária), que prometiam a distribuição justa de terras e oportunidades iguais a todos. Desde o fim da ditadura, o que tivemos foram reformas neo-liberais inspiradas no modelo chicaguista que só trouxeram desgraças ao País.
Só me expliquem como reforma agrária é coisa só de socialista, se nos EUA quem assinou a lei de reforma agrária em 1862 foi o presidente Abraham Lincoln, que diga-se de passagem, era Republicano?
Atrelar a reforma agrária ao “comunismo” ou “socialismo” é um erro! Pois, prevê mais gente trabalhando e produzindo e esse não é o princípio do capitalismo e do crescimento econômico?
O presidente sul-africano destruidor de propriedade privada está insatisfeito com Bolsonaro.
O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, está preocupado com a eleição de Jair Bolsonaro. Ele disse a correspondentes estrangeiros que suas políticas são "diferentes" e que a África do Sul estava "mais próxima" do PT.
http://www.oantagonista.com/brasil/presidente-sul-africano-esta-preocupado-com-bolsonaro/
Não vejo quase ninguém falando da África. O IMB não acha que seria uma boa falarem dos países comunistas, liberais e intervencionistas que existem na África?
A África do Sul será amanhã o Zimbábue de hoje.
Um dos mais agressivos negristas fala em tomar as fazendas com a porteira fechada. O agricultor perderá tudo que tiver dentro do territorio de sua terra. Vai prejudicar até mesmo os trabalhadores negros que vivem nessas terras. Não pode haver confisco em terra produtiva. Isso que está acontecendo é racismo reverso. Racismo negado pela escoria globalista do politicamente correto. Branco atualmente está vulneravel. Por quê não ataca-los.
Se os negros sobreviveram na África a décadas de fome e violência perpetradas pela colonização, creio que alguns milhares de fazendeiros brancos sobreviverão sem suas fazendas. Socialismo não, apenas vingança mesmo. . Se é socialismo, que seja, já que o “capitalismo” europeu a eles nada aproveitou, exceto milhões de mortos. Só Leopoldo da Bélgica ceifou cerca de 10 milhões de africanos. Danem-se e voltem para a Europa.
Os brancos europeus despojaram os negros de suas terras. Os negros estão apenas retomando aquilo que lhes roubaram.
Segue.
http://www.mises.org.br/article/3304/por-que-defender-o-socialismo-e-defender-a-escravidao-e-pior#ac264072
Didático post.
E depois consultando na wiki em inglês, fica bem nítido essa relação entre pobreza nesses países e os tipos de governos que os comandam desde a ”libertação” do colonialismo europeu.
O que houve com a Etiópia a partir dos anos 70/80 e a Rodhesia do Sul no mesmo período é digno de um filme de terror, eram países com imenso potencial de evolução e acabaram sabotados pela cortina de ferro com o beneplácito da Onu e ocidente.
Hoje só Botsuana e Namíbia trilham um caminho mais pró mercado e liberdades civis há algum tempo, no que a Africa do Sul já deveria ter atendido nesses 28 anos pós segregação.
Que o Brasil fique ligeiro e mantenha seu rumo nas próximas eleições.