Nas discussões sobre medicina no Brasil, persiste
o mito de que, se o governo deixar a mão do mercado atuar livremente, as
faculdades abrirão vagas sem limite e os médicos se esquecerão dos brasileiros
mais pobres.
A ideia tem pouco fundamento: uma das tendências
mais festejadas da medicina hoje são justamente as clínicas
populares para atender pobres cansados da ineficiência dos hospitais
públicos.
Uma delas, a
cearense SIM, que faz consultas por R$ 60, planeja abrir
63 unidades no Norte e no Nordeste até 2019.
Mas a crença de que é preciso controlar o mercado
alimentou uma intervenção pesada do governo Dilma na formação dos médicos. Desde
2013, faculdades de medicina não podem abrir vagas como desejarem ou como
indicarem seus estudos de mercado. Precisam esperar que o Ministério da
Educação abra editais e decida quais regiões têm carência de médicos e poderão
abrir cursos.
Na semana passada, essa intervenção se estendeu para
as especialidades médicas. Um
decreto de Dilma dá ao Ministério da Saúde o poder de “dimensionar o número
de médicos, sua especialização, sua área de atuação e sua distribuição em todo
o território nacional”.
Veja só: a presidente deu a um grupo de burocratas
de Brasília o poder de decidir a quantidade de médicos numa nação de 200
milhões de pessoas.
Uma lição que o último século ensinou repetidas vezes
é que confiar no planejamento
central não gera resultados
muito humanos. Por mais benevolente e iluminado que seja o planejador, ele
não consegue se atentar a todos os movimentos e necessidades de milhões de
pessoas dispersas pelo país.
Na União Soviética, burocratas acreditavam que
poderiam calcular a demanda de roupas, sapatos ou quilos de farinha e
ainda determinar preços de milhões de produtos. A pretensão resultou em filas eternas para
obter coisas simples como pão ou sapatos.
No Brasil, temos problemas em todas as áreas que
deixamos na mão do planejador benevolente: a manutenção do poder de compra da moeda,
a gerência da demanda de energia
elétrica e até o suprimento
de água, um bem abundante por aqui.
Não se trata de culpar um ou outro político, mas
admitir que o sistema é complexo demais para um órgão central tentar
coordená-lo. Isso fica claro no transporte coletivo. Toda semana abrem e fecham
escolas, igrejas, empresas, fábricas, casas de shows. Surgem eventos e
necessidades de transporte diferentes para bairros ou ruas específicas. Só os
próprios agentes dispersos no sistema conseguem detectar necessidades das
pessoas ao redor e abrir negócios para satisfazê-las.
Mas o planejador central proíbe iniciativas livres
no transporte público, com a pretensão de que ele, e somente ele, é capaz de
ordenar o sistema. Não daria certo nem se o planejador fosse um gênio da
logística.
Agora, o governo quer levar esse modelo para a
medicina. E ainda há pessoas que elogiam
a medida. “Já passou da hora de o governo federal assumir para si a
responsabilidade de planejar e gerir os recursos humanos em saúde”, disse
a jornalista Cláudia Collucci, da Folha.
É interessante imaginar uma decisão semelhante para
o jornalismo. Ora, há jornalistas especializados demais nas grandes cidades do
Sul e do Sudeste. Precisamos obrigar alguns deles a trabalhar em jornais de
bairro de Osasco e do interior do Amazonas. Seria um atentado à liberdade, não?
O aumento da burocracia ocorrido desde o começo do
governo Dilma já está travando a inovação na saúde. Em 2010, a Anvisa deixou de
aceitar certificações internacionais, como a do FDA (a Anvisa americana), para aprovar
a importação de equipamentos médicos. Mas os burocratas da Anvisa demoram
em média quatro anos para certificar equipamentos. Por causa da demora, um
hospital interessado em trocar um aparelho de ressonância é impedido de
importar máquinas de última geração. Só pode comprar a que foi lançada há
quatro anos, que já tem a certificação da Anvisa.
Entraves como esse devem se espalhar pela formação
dos médicos. O problema vai estourar justamente quando a população estiver
envelhecendo e precisando de serviços de saúde. O triste é que, quando isso
acontecer, os planejadores benevolentes vão culpar a mão do mercado, e não o
excesso de regulação, pelos problemas da medicina no Brasil.
Em
São Paulo, carros são obrigados pelo prefeito a transitarem a velocidades mais
baixas que bicicletas
No final de julho, em São Paulo, as Marginais Tietê
e Pinheiros tiveram seus limites
de velocidades reduzidos, passando de 60 km/h para 50 km/h nas pistas
locais, de 70 km/h para 60 km/h na pista central e de 90 km/h para 70 km/h na
pista expressa.
O secretário de transportes da cidade, Jilmar Tatto,
argumentou que a redução de velocidade tinha o objetivo de poupar vidas ao reduzir
os atropelamentos — atropelamentos em uma via expressa!
E quem são as vítimas? Vendedores de bebidas e
moradores de rua. É curioso que, em vez de simplesmente impedir o acesso de
pessoas às marginais (como se faz em qualquer país civilizado do mundo), o
governo opta por punir quem nelas transita.
Toda a decisão foi tomada sem nenhum embasamento
técnico — o que, por si só, configura abuso de poder.
Como resultado, ficou famosa essa imagem em que uma
bicicleta ultrapassa um carro na marginal em um horário em que o trânsito
estava fluindo livremente:
No que tange aos automóveis, eis a atual situação do
paulistano (você, leitor de outra cidade, pode se preparar: isso ainda vai
chegar até você):
1) não se pode circular com um automóvel, 24 horas por dia, durante os
sete dias da semana devido ao rodízio, que é ilegal;
2) o pouco espaço para estacionamento que havia foi tomado por faixas
vermelhas para bicicletas;
3) as ruas importantes de duas faixas tiveram uma dessas faixas sequestrada
para servir exclusivamente a ônibus;
4) as velocidades-limite baixaram em proporção inversa à colocação de radares:
5) as vias expressas perderam o direito de ter esse nome;
6) o prefeito Fernando Haddad (PT) diz que “as
pessoas vão pensar duas vezes antes de tirar o carro da garagem”,
7) o mesmo prefeito vislumbra um plano diretor que limite o número
de vagas para automóveis a uma por apartamento
O prefeito tem dito que a redução do limite de
velocidade nas marginais em São Paulo segue a tendência das capitais europeias.
Na mesma toada, a Folha deu uma
notícia semana passada informando que Londres diminuiu em 40% as mortes no
trânsito depois de reduzir a velocidade máxima de um quarto das ruas e avenidas
para 32 km/h.
Quem lê a reportagem
ou ouve as explicações de Haddad pode acreditar que só se anda devagar na
capital inglesa. Não é verdade. Nas autoestradas londrinas similares às
marginais de São Paulo, a velocidade máxima varia de 40 a 50 milhas por hora,
ou 64 a 80 km/h.
Poucos turistas que visitam Londres sabem, mas a
cidade tem estradas muito parecidas com as marginais paulistanas. Uma delas é a
North Circular Road.
![]() |
| North Circular Road, em Londres: velocidade mais alta que nas marginais paulistanas |
Assim como a Marginal Tietê, a North Circular é uma
autoestrada urbana, que corta a cidade pela metade (na altura da zona 3 do
metrô), ligando leste a oeste. Também nasceu do urbanismo modernista dos anos 1950
e também é rodeada por galpões e atacadistas. A diferença é que em São Paulo há
um rio não exatamente agradável entre as pistas.
Londres tem ainda um equivalente ao Rodoanel de São
Paulo, a M25. Carros comuns podem andar nessa estrada a até 70 milhas por
hora, ou 112 km/h. De novo, é um limite superior ao similar paulistano, 100
km/h.
Se a ideia do prefeito Fernando Haddad é copiar as
cidades europeias, então deveria aumentar o limite de velocidade nas
marginais.

Tinha que fazer aqui igual foi feito na Córeia.
Dividam o Brasil mais ou menos ao meio; em Brasil do norte e Brasil do sul.
De um lado coloque os simpatizantes da esquerda e de outro os libertários.
Nada mais justo.
Alguém já parou para pensar que essa diminuição de velocidade pode estar relacionada, além de fabricação de multas, com facilitação para assaltos nas marginais e demais vias? Ou estou enganado?
Em relação aos médicos, lá vem outra represália ao povo que não votou na outra lá. O Ministério da Saúde “realizará estudos” para atender, claro, estados com demanda reprimida, onde a maioria foi de voto favorável. Assim, diminuição dos médicos em estados que não votaram nela, com respando técnico (político) de que não tem demanda.
Fies priorizado para norte e nordeste, boicote de recursos para o estado do RS são exemplos que acredito servir…
Dificil, muito dificil…
Artigo brilhante!! Narloch detonou de novo.
Primeiro sobre essa questão dos médicos, pelo jeito que vai
teremos que no futuro próximo voltar a nos consultarmos com
curandeiros, benzedeiras e parteiras trarão as crianças para
a vida em terras brazucas.
Segundo sobre essa questão dos carros, acredito que há um certo tempo
passamos por um processo para nos adaptarmos na marra para
dirigimos carros feito os que dirigem os “ursinhos carinhosos”,
famoso desenho que era exibido na década de 90 na TV. Tudo é feito
para a sua “proteção”. Proteção uma ova! Esses estadistas estão nos
dizendo: queremos vocês totalmente controlados, inofensivos, sem
individualidade. Para o inferno, esses comunistas/socialistas!!
É uma pena que uma cidade tão dinâmica e moderna como São Paulo carregue o piano, quase que sozinha, do país inteiro. E ainda, que cidadãos na sua maioria, inteligentes e politizados, deixem-se ser escravizados por políticos burros e pretenciosos.
Parece que as pessoas não pensam, eles delegam a sua vida e o seu futuro a essa gente.
Uma verdadeira lástima.
Sou estudante de medicina e venho acompanhado com muita tristeza e medo o que vem sendo feito com os médicos e medicina no Brasil. O governo quer facilitar e controlar a formação especialistas. Sei o quão difícil é conseguir passar em uma residência. É muito concorrido pois são poucas vagas pra milhares de médicos que são formados todos os anos. Mas sou contra abrir as pernas. Não tenho medo de enfrentar uma prova de residência pois minha profissão mexe com vidas humanas e quero ter a melhor formação possível para trabalhar.
É incrível que desde que assumiu, este prefeito de São Paulo e todo o seu gabinete de burocratas, tem fé que vão resolver todos os problemas desta metrópole, com soluções que beiram ao amadorismo.
Começou desde aquele programa “De Braços Abertos”, para tentar (sem conseguir até agora) resolver o problema da cracolandia.
Em seguida foi o programa de pintura de faixas para ciclistas, que de tão “bem planejado”, conseguiu proezas como estas (msalx.vejasp.abril.com.br/2014/09/24/2058/jcclk/ciclovia-123.jpeg?1411603283), além de claro criar uma bela “luta de classes” dignas de Marx e Engels, entre ciclistas e motoristas
E agora o novo limite de velocidade nas marginais e pistas expressas, que ao meu ver, vai ajudar e muito a bandidagem mais carente, a realizar os furtos e assaltos aos motoristas.
Sinceramente, torço e muito para que este prefeito e todo o seu gabinete, continuem com a sanha do planejamento central, ao ponto até de limitar a circulação de pessoas dentro da cidade.
Quem sabe assim paulistano aprende a não votar em esquerdista/populista.
Não sei o que acontece nesse país, se todos são cúmplices. Mas o que vemos nos jornais e TV é discutirem apenas como resolver a crise econômica, quando o estrago feito pelo PT vai muito além disto. Se o estrago fosse apenas econômico eu poderia até relevar, mas a cada dia é uma imoralidade nova, muitas vezes travestida com um belo slogan.
Isto, controlar o número de médicos formados no Brasil, é imoral. Imoral como a tentativa de empurrar garganta abaixo a ideologia de gênero às crianças, mesmo após ter sido retirado pela câmara. Imoral como tentar taxar heranças.
Quando é que vão discutir os danos reais causados ao Brasil pelo PT? Não foi só a economia que ele danificou. A economia foi o dano menor.
Marxismo é ensinado a crianças, alguém já pensou nas implicações disto no futuro?
o PT e a esquerda conseguiram criar uma coisa que eu não tinha em mim: ódio.
ódio por tudo que vem desse lado vermelho lamacento e escabroso.
quanto ainda vai nos custar a liberdade?
cada dia que passa, aumenta mais a revolta.
que um dia consigamos derrubar os comunistas, e que esse dia chegue logo.
@Mr Citan: e ai, vai?
Ao criticar a priorização do transporte coletivo, o articulista está indo na contramão de experiências de sucesso das principais metrópoles mundiais – como NY, Paris, Londres, Berlin, entre outras.
Estou cada vez mais de acordo com o ideário liberal, mas acredito que o Estado tem sim seu papel (que deve ser o menor possível, mas que deve existir). Incentivar o transporte coletivo nas grandes cidades em detrimento do transporte individual é uma das poucas atribuições do Estado que considero importante.
A velocidade tem que ser controlada. Claro!
Principalmente nas esburacadas ruas de sampa.
Mas desde que feita com coerencia.
Mas não quer dizer que seja o governo que deva fazer isso.
Ou seja, o governo está propondo uma “solução” para seu próprio mal planejamento pra variar.
É por isso que a solução é privatizar as vias de São Paulo, principalmente as vias expressas:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1614
Como Haddad ousa comparar Sao Paulo com Londres, Paris ou Nova York/ E o transporte publico? É igualzinho, certo? A pavimentacao entao? Identica! A poluicao emitida pelos veiculos? Tal e qual! Comunista idiota,nao aprende q desregulamentar é a alma do negócio, quanto mais eles se metem, pior fica.
Já viram A Revolta de Atlas?
Estamos bem no meio dele.
Assim sendo, pergunto: quem é John Galt?
O artigo acima fala dos males do intervencionismo. Cada intervenção sempre é mal sucedido leva a outra intervenção que piora mais o que se queria consertar. Então temos governantes que não tem a minima noção do que seja a palavra livre mercado e que intencionalmente ou não tentam regula-lo, levando a consequências indesejáveis. Não tem também noção do que seja a propriedade privada como sendo algo que o dono pode fazer dela o que quiser. Dai manipularem como a pessoa deve usar os frutos de seu trabalho, assumindo a teoria do fascismo-nazismo. Você é o dono mas vai usar seus bens do jeito que eu estado mandar. Ai, contra o principio da não agressão ameaçar as pessoas a se comportar como servos obedientes. Sabemos que o processo de mercado é o maior produtor de bens e serviços e que esse tem o máximo de produtividade se livre e desempedido. Temos que abri as fronteiras, redimir palavra capitalismo, redimir o lucro, rever as leis trabalhistas, rasgar a constituição socialista ensinar o que é poupança, mercado, e propriedade privada e que o governo não produz absolutamente nada que antes não tenha tirado da iniciativa privada, que a maior fonte de corrupção surge nas propriedades do governo. Por fim defender a liberdade individual e dizer não a democracia. As empresas publica são o meio de cultura para corrupção. Desestatização total.
Olá, primeira vez que comento por aqui. Geralmente acho os texto muito bem escritos e com um grande embasamento, mas realmente não entendi a parte que diz:
2) o pouco espaço para estacionamento que havia foi tomado por faixas vermelhas para bicicletas;
3) as ruas importantes de duas faixas tiveram uma dessas faixas sequestrada para servir exclusivamente a ônibus;
As bicicletas são um excelente meio de locomoção, pq é ruim trocar faixas de automoveis por ciclofaixas(assumindo que tenha um estudo antes para a colocação da mesma)?
Faço a mesma pergunta para os onibus.
O artigo além de misturar a (absurda) proibição de importações de equipamentos médicos com o direito de abrir MAZORCAS, tendo como fachadas “faculdades de medicina”, no modelo cubano, simplesmente prega que apenas com mais “médicos” diplomados,”faculdades de medicina”, no modelo cubano, em se terá então melhor saúde. Mais ainda. O artigo fala de providência de trânsito, que exceto pela burrice e pelo petismo, nada tem a ver com medicina.
O artigo escreve: “Nas discussões sobre medicina no Brasil, persiste o mito de que, se o governo deixar a mão do mercado atuar livremente, as faculdades abrirão vagas sem limite e os médicos se esquecerão dos brasileiros mais pobres.”
De 1808(D. João VI) a FHC em 2002(são 194 anos), se abriram MENOS vagas em “faculdades de medicina”, que sob Lula e Dilma(2003 a 2015, o que são 12 anos e uns meses).
Levando-se em consideração a recomendação da OMS, em médicos per capita, bastariam cerca de 10 mil vagas em medicina, por ano, no Brasil. Tem já mais do triplo disto e vão abrir mais vagas nestas MAZORCAS, tendo como fachadas “faculdades de medicina”, no modelo cubano.
Sabendo que Fidel Castro(que só trata a família e si com médicos graduados na Espanha) manda para cá os melhores “médicos” cubanos, que veja o site http://www.perito.med.br/p/cubanadas-na-saude-do-brasil.html
Simplesmente, não há milagres em saúde pública. Nos finais de anos de FHC, mas se acelerando sob Lula e Dilma tivemos no Brasil, estas mesmas coisas, já vistas na Venezuela, onde o processo começou antes e seguiu mais acelerado:
1- Importação massiva de “médicos” cubanos, graduados nestas MAZORCAS. Cada bairro de Havana tem uma ou mais “faculdades de medicina”, sendo o marxismo- leninismo, a principal cadeira, com 2/3 das horas de aulas. A Venezuela foi a maior importadora mundial de “médicos” cubanos sob o governo de Hugo Chavez desde sua posse, em 1999 até os anos Dilma, no Brasil. Nem precisa dizer que 100% dos “médicos” cubanos são agentes do serviço secreto daquela cleptocracia.
2- Uma multiplicação massiva em números, de MAZORCAS, tendo como fachadas “faculdades de medicina”, no modelo cubano. Parte feita por empresários/ propinários inescrupulosos, em busca de lucro. A parte restante da formação de médicos pela multiplicação do número de vagas em universidades públicas, sem que ocorresse qualquer aumento das condições de formar novos médicos. No caso da UFBA, que foi a primeira faculdade de medicina do Brasil, já em 1808, o site http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/sem-pagamento-predios-da-ufba-sofrem-corte-de-energia/?cHash=b9d2e490d430bbe08ca8f90e257f1b72 mostra que nem verbas para pagar a conta de energia existe, para a UFBA. Imagine, como está a formação de novos médicos, naquela que já foi uma das melhores faculdades de medicina no Brasil.
3- A pregação aos quatro ventos, que as duas coisas já descritas acima, se terá, uma saúde pública melhor e mais barata.
Na Venezuela, onde este processo começou antes que aqui, que vá ao site g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/escassez-leva-doentes-recorrem-remedios-veterinarios-na-venezuela.html e que veja o resultado.
A abjeta aplicação tanto da multiplicação de vagas em medicina, como a importação de “médicos” cubanos não é por acaso e tem umas coisas em comum:
1- Foram feitos por Lula e Dilma. FHC iniciou o processo, mas pouco avançou sob ele.
2- São ambas providências desastrosas, em todos os prazos.
3- Visam obter votos pelos “médicos” cubanos, como pela pregação contra uma medicina não socializada. Os “médicos” cubanos são um problema, não uma solução. O mesmo ocorre com MAZORCAS, que se dizem faculdades de medicina.
4- Visam destruir qualquer faculdade séria de medicina do Brasil, no caso das federais, pelo corte de verbas. E no caso das particulares sérias, nos últimos anos tem de escolher entre ser destruídas pela concorrência desleal de MAZORCAS de modelo cubano, que se dizem “faculdades de medicina” ou se fazer mais uma delas.
5- Estabelecer, como antes houve na Venezuela, a cubanização total da sociedade brasileira, usando a medicina. Não foi tal “mercado” que pediu a abertura de dezenas de milhares de vagas em MAZORCAS/faculdades de medicina de modelo cubano. Foi decisão de Lula, Dilma e ( em parte) de FHC.
6- Como o próprio artigo escreve: “Uma lição que o último século ensinou repetidas vezes é que confiar no planejamento central não gera resultados muito humanos.” De fato, não há nada de humano em trazer para o Brasil, agentes cubanos, para supostamente baixar os preços dos serviços médicos.
É como eu sempre digo. Cuba é o futuro da Venezuela. A Venezuela é o futuro da Argentina. E a Argentina é o futuro do Brasil.
Tem é que acabar com as marginais e com os carros, mesmo. Por mim, a prefeitura transformava as ciclovias em autovias e todas as vias de trânsito seriam exclusivas para bike.
Não gostou, coxinha? Vai ter que malhar as pernas na maior cidade do continente? Pois é.
É culpa da privatização que o senhor defende.
Compra uma casa perto do trabalho que aí você pedala menos para queimar as gorduras que você só ganhou graças a 16 anos de PT. kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ah é, lembrei, o preço dos imóveis é “justo” e o ministro é coxinha com os juros, então não dá pra financiar mais. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O plano diretor é o tapa na cara das empreiteiras paulistas. Cobram preços abusivos e agora, nem mais vão poder construir e vender livremente. Chega de abusar dos consumidores.
[b]Oferta restrita JÁ. Preços menores JÁ.[b]
#HaddadLindo
Gosto muito do IMB, acho massa mesmo!Agora que mal ah em uma bicicleta ultrapassar um carro? Pra mim foi um elogio ao prefeito. Ta certo que – não moro em São Paulo – foi citado uma via ai que não comportava a tal minima velocidade mas, dai a generalizar a questão que diga-se de passagem e uma questão também ambiental e por um transito mais humano, achei que não olharam vários lados inclusive os ciclistas, pedestres e um transito mais humanizado. Sim, parabéns ao Mises gosto demais.
Eu sou Médico Oftalmologista com especialização em doenças infecciosas e inflamatórias e vejo um decreto desses e me pergunto,até quando? Quem esses burocratas estúpidos pensam que representam com esses projetos populistas cuja premissa principal é aumentar a oferta de “especialistas” a população,sem a mínima preocupação com a qualidade do atendimento? Em que país estamos que o estado quer substituir os conselhos de Medicina na inscrição e autorização de médicos especialistas? Qual a competência dessas pessoas que quebraram o país,roubaram e dilapidaram a maior empresa brasileira,aparelharam toda a burocracia de modo a se perpetuar no poder,puseram médicos cubanos para atender uma população carente que não compreende o que é discutido na consulta em função do idioma em troca de milhões do nosso dinheiro fluindo para Cuba? Cretinos,estúpidos,bandidos,ladrões,incompetentes todos esses comunistas sem vergonha que se instalaram no poder com o voto cooptado de milhões de brasileiros alienados e subjugados pelo assistencialismo,enquanto essa quadrilha avança em sua agenda destruindo conquistas importantes da sociedade civil e restringindo liberdades em nome de “justiça social”.
Até quando vamos aguentar esse governo,esse partido,cujo um dos representantes,o prefeito de SP,ousa avaliar interferir na quantidade de vagas reservadas em cada apartamento. Quem é ele para decidir a respeito de tal coisa? Quem lhe outorga tal poder?
Essa gente não vai parar nunca e não há oposição nesse país,todos partidos tem viés de esquerda e são covardes e fomentadores do fisiologismo político que domina a vida pública.
A realidade é que não há uma opção claramente melhor,mas esses comunistas tem de sair ou vão destruir o país assim como aconteceu em todos países onde estiveram no poder.
Centralizar é o esquema perfeito somente para sustentar arrogância e mediocridade.
Recentemente tomei uma decisão arriscada aqui na minha empresa: descentralizei as vendas de maneira totalmente desregulada, com base no pressuposto de que quem escolhi para essa missão iria dar conta desse experimento. Eu mesmo achei que ia dar errado, pois estava tudo segmentado verticalmente.
Para minha surpresa, deu certo de uma maneira tão impressionante que repeti o mesmo na produção, onde até o gerente teve que varrer o chão junto com os ajudantes, enquanto estes agregaram algumas funções que eu julgava que fossem incapazes de exercer.
Meus queridos, mais uma surpresa. Depois de algumas semanas, vi que todos se equilibraram naturalmente, de maneira totalmente natural, onde cada um ficou com uma função principal mas não única, e ajudam mais prontamente aos demais, muitas vezes sobrecarregados ou não contentes com o que faziam.
“….faculdades de medicina não podem abrir vagas como desejarem ou como indicarem seus estudos de mercado. Precisam esperar que o Ministério da Educação abra editais e decida quais regiões têm carência de médicos e poderão abrir cursos.”
Isso foi um soco bem dado no meu queixo 🙁
Caraleo minha mente esta se transformando em um ANARCOCAPITALISTA. Governo só fode meu
Sou médico generalista.
Essa estória de o PT aumentar o controle sobre a classe médica* é porque não consegue atender aos nossos interesses num regime de quase livre-mercado, em que não nos sujeitamos a condicões precárias de trabalho, baixo pagamento e pouca confiabilidade do empregador (especialmente prefeituras de interior); a nossa liberdade de recusar as propostas de emprego ofertadas pelo estado é um inimigo aos planos demagógicos do PT.
A quantidade de médicos formados a cada ano aumentou enormemente nos ultimos anos com o aumento de faculdades particulares. O governo entendeu que se beneficia do barateamento relativo da mão-de-obra. Só que este processo estava ocorrendo numa taxa lenta para as necessidades políticas do PT, então ele trouxe os escravos cubanos num esquema de dar nojo! Havia uma barreira legal para o trabalho deles no Brasil, o CFM é quem expede o registro e a autorização de atuação na atividade médica, e se recusou a ceder aos cubanos, historicamente o índice de aprovação deles no REVALIDA é em torno de 10%. O Ministério da Saúde tentou nos atropelar, tentou obrigar o CFM a ceder, mas o judiciário decidiu a nosso favor. O MS criou então uma aberração, o registro de médicos do ministério da saúde, e permitiu que os estrangeiros do programa Maus Médicos trabalhassem no Brasil. Responsabilização por eventuais erros desses “médicos”, cai sobre quem? Ninguem.
Ainda há um gargalo nas residencias médicas, ainda com ampla maioria de vagas ofertadas por intituicoes públicas, e ainda com baixa oferta. Há um movimento do governo Dilma no sentido de aumentar a quantidade de especialistas, mas com o pingo de autonomia que as melhores instituicoes tem, elas se recusam a prover esse aumento de vagas sem conseguir manter a qualidade da formação.
E as entidades médicas também criam uma barreira de qualidade: para ceder título de especialista, ou o cidadão é oriundo de uma residencia médica de qualidade de formação já reconhecida, com grande carga horária prática, e é dispensado de avaliação para receber o título, ou ele fez um curso de especialização “nas coxas” e por responsabilidade exige-se que ele preste uma prova para comprovar a qualidade dessa formação mais enxuta. Este é o ponto atualmente sob ataque de Dilma: ela quer retirar essa atribuição das sociedades de especialidades para transferir ao MEC.
Em algumas especialidades nota-se claramente uma “saturação”, em outros ainda há demanda não atendida. Claramente isso é consequencia da intromissão estatal, claramente ela é incapaz de resolver o problema, e claramente ela está é aumentando.
E a culpa dos problemas do sistema ainda é jogada nos profissionais.
Estado, esse é o teu jeito covarde de atuar. E o PT é tua expressão mais madura!!
*desculpem o termo coletivo, utilizei a bem da simplificação
Disse Vitor Hugo: “o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”.É espantoso como os poetas compreendem a natureza humana infinitamente melhor do que os ditos “cientistas sociais”. Engana-se que pensa que políticos (especialmente os esquerdistas) são apenas interventores centralizantes. Antes de mais nada eles são corruptos. E o transporte público não poderia ser melhor exemplo. A simples desregulamentação do transporte público em pouco tempo faria o trânsito de São Paulo parecer um sonho perto do que é. Muita gente que hoje usa o automóvel estaria usando o trasporte público, se ele fosse livre, simplesmente porque ele seria infinitamente melhor. Mas isso não encheria os bolsos de políticos e dos amigos do rei. Então se paga muito por um transporte péssimo. Abra a livre concorrência e veja o resultado. E enquanto isso não ocorre, esse prefeito farsante cria falsas polêmicas entre ciclistas e motoristas e passageiros de ônibus. É uma beleza! Fico aqui, no sossego do interior de SP, imaginando como seria gostoso e saudável ir de bike para o trabalho num percurso de uns dez quilômetros, digamos, nessa cidade cheia de pirambas, que é São Paulo, e de ar tão puro. Fico me vendo chegar ao emprego fedendo e coberto de uma fuligem negra, que, em alguns anos, levaria meus pulmões a desenvolver um enfisema ou um câncer, isso, se não morresse atropelado antes. Ah! mas se isso ocorresse, a culpa seria do maldito automóvel, não é mesmo, Sr. Hadad?
Impressão minha ou viver no Brasil está pior que de costume?
Burocratas avançando forte nas decisões individuais, governo falido e passando a conta para a população, erosão do poder de compra, desemprego acelerando e nenhuma solução no horizonte.
Na Medicina, acho que seria irresponsável liberar maus profissionais no mercado.
Acho que o estado poderia atuar numa barreira de qualidade, ou regular uma barreira administrada pelas entidades de classe. Como uma prova da OAB.
Liberar os cursos sob esse sistema de barreira de qualidade seria interessante. Dando diplomação automática aos formados em “Mazorcas” está sendo perigoso.
Há uma disparidade muito grande de informações entre o cliente e o profissional. O cliente não tem sequer como avaliar se o profissional presta. A avaliação da qualidade do atendimento é dominada pela cortesia tratamento pessoal, a qualidade da conduta nessa situação de grande disparidade de informação não é avaliável.
É duro para os austríacos ouvirmos isso, mas alguma entidade coletiva tem que proteger os cidadãos, no caso da Medicina.
Poucas classes se beneficiam mais do governo do que os médicos
Então se existe limitação pra novos cursos de medicina, quem sai ganhando? Os médicos já formados.
E várias outras vantagens, pra comprar uma porcaria de um remédio vc é obrigado a pagar uma consulta com um médico só pra uma rabiscada num papel.
Nosso principal problemas são nossas estradas mesmo que quisermos andar rápido e pedir para perder uma roda do carro, claro que estou generalizando, não e todo o Brasil que e assim, mas fica complicado, nosso pais e 1 so como um todo e deveria ter otimas estradas com tanto pedagio, eu mesmo para ir trabalhar pago 2 vezes o pedagio por dia, uma na ida e outra na volta, isso ajuda a manter a estrada meia boca, mas com a arrecadação que e feita poderia ser muito melhor, falta investimentos, melhorias, e principalmente um orgão fiscalizador.
Eu ouço muitas pessoas reconhecerem que o livre comércio é mais eficaz que o estado quando se referem a criação e distribuição de bens e serviços, mas dizem que o Estado devem se encarregar da criação e distribuição de serviços de saúde por ser um serviço essencial. Serviços de saúde são um bem econômico como qualquer outro, são escassos e portanto estão sujeitos as leis de oferta e demanda, não há desculpa para deixá-los nas mãos do Estado. O que mais me assusta é que eu já ouvi de alguns liberais isso, pensem no absurdo: você está prestes a deixar uma instituição que não é capaz de administrar um carrinho de churros administrar algo tão delicado quanto a sua vida.
Não é difícil entender um governo e dirigentes comunistas: são psicopatas ideia-fixa, consideram-se donos absolutos da verdade, truculentos, além de terem as mentes repletas de estrume marxista.
Não têm planos de governo – apenas de poder – e no mais e como sempre, além de corruptos e incompetentes ao extremo, vivem de improvisações!
Eleger os comunistas e instalar o diabo no poder é apenas questão de opção pessoal; tanto faz!
Enquanto isso: “Tcheco funda ‘país livre’ em terra de ninguém na Europa”
noticias.terra.com.br/mundo/europa/tcheco-funda-pais-livre-em-terra-de-ninguem-na-europa,04deb2e38318c7f6be254b126cdaf99a22zxRCRD.html
Será interessante ver o desdobramento disso…Tomara que a ideia dê certo e se propague!
Algum milionário disposto a procurar uma terra de ninguém pelas fronteiras do Brasil pra fundar um país livre, sem esses burocratas infelizes que atrapalham a vida de todos???
“Carlos Vital Tavares Corrêa Lima
Programa Mais Médicos vem sendo eficaz?
NÃO
A verdade omitida
As medidas governamentais improvisadas e, por consequência, provisórias, muitas delas editadas com nítido interesse eleitoral, como as que deram origem ou estimularam o consumo com uma pseudoinclusão social –sem investimentos em educação, tecnologia e infraestrutura– determinaram uma grave crise política, a volta da inflação e da recessão no país.
A lei que instituiu o Mais Médicos decorre da aprovação legislativa de mais uma dessas medidas de exceção e desprovida de razão.
Decorridos dois anos da implantação desse programa do governo com base em publicidade milionária e falaciosa, continuam as divulgações de dados estatísticos sob seus resultados, sem informações das metodologias utilizadas nas pesquisas, na tentativa de se evitar as críticas que possam tornar evidentes as suas inconsistências.
Propaga-se, por exemplo, o maior controle de morbidades, como hipertensão arterial e diabetes, de modo paradoxal às conclusões emitidas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) em seu relatório de auditoria sobre o Mais Médicos.
Entre outros pontos levantados, o TCU constatou a fragilidade do sistema de supervisão e de tutoria do programa. Concluiu, por meio do cruzamento de informações, que dos 13.790 inscritos na época da verificação, 4.375 (31,73%) não possuíam supervisores indicados.
Os auditores também revelaram que em 49% dos primeiros locais atendidos pelo programa com a chegada dos bolsistas, houve dispensa de profissionais anteriormente contratados pela rede pública. Assim, fica fácil de constatar que há menos médicos e menos saúde.
Em nove meses, o total de médicos nessas localidades passou de 2.892 para 2.288. Ocorreu a diminuição no volume de consultas médicas em 25% dos municípios.
Outras distorções ressaltam a precariedade do programa. Por exemplo, a lei nº 12.871/13 determina que até outubro de 2018 o governo dote as Unidades Básicas de Saúde com equipamentos e infraestrutura de qualidade. Contudo, é evidente que sem financiamento e gestão adequada essa meta não será atingida.
O atual ritmo do Programa de Aceleração do Crescimento na área da saúde é indício dessa dificuldade do governo federal. Após quatro anos de seu lançamento, de 14.425 obras prometidas em Unidades Básicas de Saúde, mais de 2.100 sequer saíram do papel.
De modo complementar, o corte de quase R$ 13 bilhões no orçamento do Ministério da Saúde, em 2015, compõe esse perverso ciclo, alimentado pela carência de recursos e pela descontinuidade de ações administrativas em Estados e municípios, além da leniência e da corrupção.
Não se pode ignorar a falta de assistência à população em regiões longínquas e até em áreas metropolitanas. Portanto é natural que alguém se apresentando como médico e ouvindo as queixas dos pacientes faça surgir a esperança de atenção à saúde, que, no entanto, não se traduzirá em fatos concretos, em respostas efetivas, mas apenas em expectativas de caráter paliativo.
Quando há incentivo e condições de trabalho não existe falta de médico no Brasil para ocupação dos postos de trabalho nestas regiões.
O Estado precisa oferecer infraestrutura adequada para que o atendimento seja realmente eficaz e valorize recursos humanos nacionais, oferecendo aos médicos e às equipes multiprofissionais acesso à educação continuada, possibilidade de progressão funcional e remoções por mérito e tempo de serviço, no contexto de uma carreira de Estado.
O país ganhará com essas medidas bem planejadas uma verdadeira assistência à dignidade, à saúde e à vida dos 150 milhões de brasileiros dependentes do SUS. Haverá mais médicos e mais saúde.
CARLOS VITAL TAVARES CORRÊA LIMA, 65, é presidente do Conselho Federal de Medicina
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. [email protected] > www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/229526-a-verdade-omitida.shtml
“Arthur Chioro
Programa Mais Médicos vem sendo eficaz?
SIM
Mais saúde para os brasileiros
É inegável que os primeiros dois anos do programa Mais Médicos transformaram o acesso à saúde no país. Não foram mudanças meramente institucionais, existentes no papel e invisíveis ao cidadão. Foram transformações reais, palpáveis, que mudaram a vida dos brasileiros que mais precisam do SUS (Sistema Único de Saúde).
Estamos falando de 63 milhões de brasileiros que agora encontram o médico no posto de saúde, fazem consultas, recebem tratamento adequado e conseguem resolver cerca de 80% de seus problemas de saúde, evitando complicações.
Os 18.240 médicos do programa estão em mais de 4.000 municípios –sem distinção de partido a que pertencem seus prefeitos–, nos distritos indígenas, áreas quilombolas, periferias e outras regiões com dificuldades de manter o médico atendendo todos os dias. Uma verdadeira revolução no acesso e na universalização da atenção básica.
Um dos primeiros indicadores do impacto do Mais Médicos é o maior crescimento do número de consultas. Nos municípios participantes houve um aumento de 33% em um ano, enquanto as cidades que não aderiram apresentaram crescimento de apenas 15%, segundo a Rede Observatório do Programa Mais Médicos –composta de 14 instituições, sendo 11 universidades.
Esse aumento já se reflete no dia a dia dos prontos socorros e nas unidades de urgência e emergência. O cuidado diário na porta de entrada do SUS reduziu em 4% as internações nas cidades participantes, entre 2013 e 2014.
O índice chega a 8,9% nos locais em que o Saúde da Família, com o Mais Médicos, cobre mais de 36% da população. A expectativa é que em 2015 mais de 110 mil brasileiros deixem de ser internados por causas sensíveis à Atenção Básica.
Os dados nos mostram o que já havia revelado pesquisa da UFMG: os usuários de serviços com o Mais Médicos dizem ter atendimento todos os dias. Antes, essas cidades costumavam contar com médicos apenas duas, às vezes uma vez por semana. Centenas nem podiam contar com médico algum.
Hoje essas pessoas podem ir ao posto de saúde em qualquer dia útil para serem atendidas. É por isso que 85% dos 14 mil entrevistados acham que a qualidade do atendimento está melhor ou muito melhor e dão nota oito para a iniciativa.
Esses dois anos também trouxeram avanços importantes na melhoria da estrutura dos postos de saúde e na expansão da formação médica no país. O Ministério da Saúde tem repassado recursos para 91% dos municípios brasileiros construírem novas unidades e melhorarem a rede existente.
No longo prazo, ganhou impulso a ampliação das vagas de graduação e de residência, de forma criteriosa, com qualidade e orientada para as necessidades do SUS. Das 11,4 mil vagas de graduação comprometidas pelo governo federal até 2017, 5.306 (46%) já foram autorizadas, e das 12,4 mil novas vagas para residência até 2018, já foram abertas 7.742 (62%).
Esses resultados mostram que temos hoje um programa de sucesso. Apesar da forte resistência enfrentada no início, em grande parte motivada por perspectivas ideológicas e corporativas que ignoravam as verdadeiras necessidades da população, os interesses do povo brasileiro prevaleceram. Temos muito ainda a realizar, mas nos traz uma imensa satisfação ver o que, juntos, conseguimos concretizar até aqui.
Agora, quem mais precisa do SUS encontra atendimento básico, efetuado por uma equipe completa de Saúde da Família, com a presença do médico. Um direito que até então era negado a cidadãos e cidadãs. Agora é feito de forma acolhedora, humanizada, fazendo a diferença na saúde dos brasileiros.
ARTHUR CHIORO, 51, médico sanitarista e professor universitário, é ministro da Saúde” > www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/229528-mais-saude-para-os-brasileiros.shtml
Não consigo nem ler inteira a fala de um político… Putz…
Viram a última da França? g1.globo.com/natureza/blog/nova-etica-social/post/franca-aprova-artigo-de-lei-que-pune-empresa-que-praticar-obsolescencia-programada.html
Primeiro a proibição do Uber, depois aquela lei dos alimentos perto da data de vencimento, agora isso. Essa porcaria caminha a passos largos para ir de Brasil a Venezuela da Europa.
Todo motorista de carro tem o direito de pagar o roubo do IPVA,taxa de licenciamento,seguro obrigatório, indústria das multas, inspeção veicular(que voltará no próximo governo), manutenção caríssima por conta dos impostos, na verdade no Brasil não existe a propriedade do automóvel, o que há é uma concessão governamental, ainda mais quando levamos em conta tudo que é mencionado no texto onde o motorista não tem nenhum direito, e cada vez mais está sendo restringido no uso do “seu” bem.
Mas quanto a redução da velocidade, além do objetivo de multar e controlar é claro que o haddad quer que as bicicletas dividam as ruas com os carros e até tirem eles das ruas, o proprietário de automóvel só tem direito de pagar a conta.
” Desde 2013, faculdades de medicina não podem abrir vagas como desejarem ou como indicarem seus estudos de mercado. Precisam esperar que o Ministério da Educação abra editais e decida quais regiões têm carência de médicos e poderão abrir cursos.”
E o que impede alguém de cursar medicina em uma dessas faculdades em “regiões têm carência de médicos” e depois de formado se mudar para onde é mais profissionalmente promissor? Interventores são jênios!
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