clube   |   doar   |   idiomas
Por que proibir o Brasil de explorar suas florestas? – E o exemplo sueco
Em vez de fazer sensacionalismo barato, tentemos uma abordagem mais racional

Com todos os olhos do mundo voltados para o Brasil nas últimas semanas, a histeria alcançou ápices inéditos.

Erroneamente caracterizada como "o coração do planeta" ou "o pulmão do mundo", a vasta região amazônica foi exaustivamente noticiada pela mídia como estando sob um impiedoso ataque de incêndios criminosos feitos por homens que querem acabar com a floresta para abrir espaço para a agricultura e a pecuária.

Os oponentes do desmatamento afirmam que as queimadas são um ataque direto ao planeta e um ataque a uma floresta pura e imaculada, que é um patrimônio natural do mundo — além de também serem, é claro, um ataque genocida à população indígena do Brasil.

Para agravar, as queimadas também estariam submetendo todos os indivíduos do planeta a um duplo risco: de um lado, um enorme capturador e armazenador natural de carbono estaria sendo destruído; de outro, vastas quantidades de CO2 estariam sendo jogadas na atmosfera pelas queimadas, exacerbando as mudanças climáticas.

Ignorando os absurdos mais óbvios (Cristiano Ronaldo compartilhou fotos de uma queimada ocorrida no sul do Brasil em 2013; Madonna e Leonardo DiCaprio insuflaram seus milhões de seguidores a "tomarem uma atitude" utilizando fotos de incêndios ocorridos décadas atrás), políticos ao redor do mundo (com Emmanuel Macron utilizando uma foto de 1989) condenaram o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, afirmando que sua política de "abrir a Amazônia" estimulou os incendiários.

Várias das afirmações melodramáticas também são incorretas ou falsas: tudo indica que os focos de incêndio ocorreram em campos já desmatados, e não estavam fora de controle; a Amazônia não é responsável por 20% do oxigênio do planeta (e nem mesmo por 6%); ao contrário, ela consome todo o oxigênio que produz; e a fumaça dos fogos da Amazônia não virou chuva negra em São Paulo, a 3.000 quilômetros de distância. De acordo com a BBC, os meteorologistas afirmam que os resíduos vieram de queimadas totalmente distintas, que estavam ocorrendo muito mais próximas da cidade.

Muitos dos explosivos números que estão sendo jogados para o público (de 35 a 80% mais ocorrências de queimadas em relação ao ano passado, um aumento de 15397388 ou 278 por cento no desmatamento total) estão tecnicamente corretos, mas altamente enganosos — o inevitável resultado de se ter jornalistas sensacionalistas sendo imprudentes com estatísticas oficiais e escolhendo arbitrariamente períodos de tempo que são mais convenientes para sua narrativa.

A enorme amplitude dos números citados acima já basta para mostrar que há algo de estatisticamente esquisito em como eles foram conseguidos. Logo, se você for às fontes oficiais e fizer uma análise mais sóbria irá descobrir que o número de incêndios, embora um tanto maior que o do ano passado, está em linha com os de 2016 e 2017 e também com a média de longo prazo. Mais ainda: os atuais são bem menores que os ocorridos em meados da década de 2000. (No gráfico abaixo, o ano de 2019 vai até agosto).

figura1.png

Já as taxas de desmatamento apresentaram um ligeiro aumento nos últimos anos em determinados estados (Pará, Mato Grosso e Amazonas), mas o desmatamento na parte brasileira da floresta amazônica ficou essencialmente estável na última década – e caiu acentuadamente em um período de 30 anos.

fig.png

Em 2018, a área total da floresta amazônica que os brasileiros desmataram foi de 7.500 quilômetros quadrados (o que equivale 0,2% do total brasileiro da floresta amazônica). Isso dificilmente pode ser rotulado de "ecocídio".

Um editorial do Wall Street Journal apresentou o sensato argumento de que os países ricos são mais eficazes que os mais pobres em proteger seu ambiente, ressaltando aquela obviedade que ambientalistas de esquerda se recusam a aceitar: "a riqueza aumenta as preocupação com as 'mudanças climáticas, de modo que a solução é fazer com que todos sejam mais ricos".  

Logo, em vez de xingar chefes de governo, fazer sensacionalismo com notícias enganosas, ou prognosticar iminentes desastres ambientais, consideremos uma questão mais intrigante: quem sabe o Brasil não deveria queimar mais, em vez de menos, suas florestas?

O Brasil é um país comparativamente pobre (em termos per capita), e a região norte, onde está a floresta amazônica, é ainda mais pobre, com uma renda equivalente às de Albânia, Namíbia e Iraque — em contraste com os padrões de classe média emergente observados nos estados mais ao sul do país. No geral, a economia do Brasil depende de recursos naturais, sendo que mais da metade de suas exportações é de matéria-prima.

Transformar uma floresta relativamente improdutiva em terras agrícolas e pecuárias relativamente mais produtivas iria melhorar substantivamente o padrão de vida de algumas das pessoas mais pobres do Brasil — com efeito, este é o principal motivo de elas estarem fazendo o que estão fazendo. Aliás, por que não podemos deixar as pessoas se aproveitarem de um grande ativo que está logo à sua porta, ativo esse que pode aditivar seu crescimento e sua transição para um padrão de vida melhor?

Proibir os pobres de melhorarem de vida utilizando ativos naturais em seu quintal é puro elitismo.

As lições da Suécia

Atualmente, poucas pessoas pensam na Suécia como um país em desenvolvimento exportador de matérias-primas. Suas infindáveis florestas de coníferas, em conjunto com as vizinhas norueguesas e finlandesas, se estendem até a imensidão do Ártico. Mesmo hoje, a Suécia é um país muito mais florestado que o Brasil, e pode oferecer algumas dicas sobre como exitosamente preservar e desenvolver suas florestas.

Na década de 1870, metade das exportações do país era madeira — uma fatia muito mais significativa que a do Brasil, que hoje possui uma mais diversificada indústria de matérias-primas —, e essas exportações de madeira representavam uma fatia do PIB bem maior do que a silvicultura e a agricultura representam para o PIB do Brasil de hoje.

E o principal: desde o explosivo crescimento das indústrias de madeireira e serraria no final do século XIX, o volume de florestas suecas aumentou em pelo menos 80%. Hoje, somente 0,3% das florestas suecas permanecem intocadas e originais. E, ainda assim, ninguém em sã consciência diria que as atividades de exploração e corte de madeira — totalmente voltadas para o lucro e que exploraram 99,7% das florestas do país — foram um desastre ambiental para a península escandinava.

Eis o segredo: a imensa maioria das florestas da Suécia se tornou propriedade privada. Elas têm donos e são administradas por entes privados. Consequentemente, são sustentavelmente cultivadas. (Óbvio: se o dono destruir a floresta de maneira inconsequente, ele não terá como ter novos lucros futuros. Logo, sua preservação é crucial).

Somente 3% das florestas são propriedade do governo (outros 14% são geridos por uma empresa que tem o estado como seu principal acionista, sendo que ela é gerida como qualquer outro empreendimento em busca de lucro), e a maior parte delas está nas mãos do governo por terem sido classificadas como patrimônio nacional, estando localizadas em regiões montanhosas remotas e inacessíveis.

Com efeito, as florestas da Suécia cresceram tanto em tamanho quanto em volume à medida que o país enriqueceu e sua economia foi se expandindo para outras indústrias. Desde 1975, quando seu PIB per capita se assemelhava ao do Brasil de hoje, as taxas de reflorestamento líquido vêm se mantendo em torno de 3 a 4% ao ano. Surpresa nenhuma: quando você é dono de sua própria terra, você possui todos os incentivos para cuidar muito bem dela. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, você irá ceifar apenas um número limitado de árvores, pois não apenas terá de replantar todas as que ceifou, como também terá de deixar um número suficiente para a colheita do próximo ano.

Em contraste, aproximadamente 40% da floresta amazônica é protegida, estando entregue ou a tribos indígenas (terras demarcadas) ou sob o controle direto do estado. Aproximadamente 35% da região são fazendas particulares: uma parte é legalmente registrada e outra parte foi apossada por migrantes e ainda está no aguardo da regularização fundiária (um processo extremamente complexo e demorado). O restante, aproximadamente 25% da floresta amazônica, é totalmente devoluta e sem proprietário.

Qualquer um familiarizado com a obra de Hernando de Soto e seu livro O Mistério do Capital entende perfeitamente por que isso é um problema.

Pesquisadores especializados em Amazônia já entenderam esse básico há muito tempo. O professor Brian Robinson, da McGill University, e colegas da Universidade de Winconsin concluíram em uma meta-análise sobre florestas e desmatamento, feita há alguns anos, que "terras públicas parecem ser particularmente vulneráveis a ataques ambientais na América do Sul". Dois pesquisadores brasileiros do departamento de economia da Universidade de Campinas concluíram o mesmo: "O desmatamento ocorre principalmente porque os direitos de propriedade não são claramente estabelecidos, e ocorre em terras direta ou indiretamente gerenciadas pelo estado".

Conclusão

Fatos e realidade nunca foram o forte do movimento verde, o qual consistentemente opera com base em emoções, táticas que apelam ao medo, e hipóteses catastrofistas. Sim, há queimadas devastando partes da Amazônia. Sim, em algumas regiões desta imensa floresta tropical, as taxas de desmatamento aumentaram levemente após alguns anos de taxas impressionantemente baixas. No entanto, a histérica reação ambientalista que estamos testemunhando é, como sempre, incrivelmente exagerada.

Ao contrário do que dizem os ambientalistas, está longe de ser "algo óbvio" que explorar a floresta amazônica é uma má idéia. Por que seria? Com efeito, no atual estágio de desenvolvimento do país, seria bastante insensato proibir brasileiros de converter áreas da floresta em terra agrícola ou em terras de exploração de madeira. Noventa por cento do desmatamento mundial aconteceu antes de 1950, e, ao que tudo indica, a meta de desmatamento líquido zero, estipulada pelo World Wildlife Fund, será alcançada ano que vem.

Florestas podem ser replantadas, e, com efeito, elas sempre são — tão logo o país enriquece e sua agricultura se torna moderna e produtiva, necessitando de cada vez menos áreas para plantio. Se a famosa curva de Simon Kuznets possui alguma aplicação prática, então o desmatamento é um sério candidato para ela.

A história florestal sueca oferece algumas soluções que podem ser copiadas pelo Brasil. Iniciativa privada, com direitos de propriedade garantidos, gera indústria próspera com sustentabilidade de longo prazo. Sim, a resolução da questão amazônica é relativamente simples: defender a propriedade privada como meio de resolução dos problemas.

As florestas da Suécia mandam floreadas lembranças.

___________________________________________

Leia também:

Propriedade privada significa preservação

Se você gosta da natureza, privatize-a 


autor

Joakim Book
, nascido na Suécia, possui mestrado pela Universidade de Oxford e é visiting scholar do American Institute for Economic Research


  • Andre  03/09/2019 18:08
    Sem condições de tal ideia prosperar no Brasil, primeiro que aqui até uma simples casa é complicado pra ter seu direito de propriedade devidamente reconhecido e respeitado, outra que se na mesma proporção que aumenta a renda da população esta se torna mais preocupada com preservação da natureza, pois bem, o país está há 38 anos sem aumento de produtividade, ato contínuo o povo não tem a menor preocupação por preservação e temos aí cidades feias como brigar com a mãe por causa de mistura.
  • Fui Obrigado a Comentar  03/09/2019 19:09
    Minha casa pós-divórcio mesmo tendo o $$ na mão e de comum acordo entre ambos, me levou 8 meses e milhares de reais para conseguir o Registro em meu nome.
    Não há como frisar o suficiente isso: casal saudável, sem filhos, separação amigável e tendo o dinheiro pra pagar a vista tudo e nenhuma restrição nos respectivos CPFs envolvidos, nada de dívidas e mesmo assim... 8 m-e-s-e-s.
  • Conservador  03/09/2019 18:11
    Ótimo texto.
  • Osvaldo  03/09/2019 18:28
    Finalmente um europeu com bom senso (e sueco!). A Europa queimou e terraplanu quase toda a sua floresta original (e estava certa ao fazer isso, questão de sobrevivência) e agora querem nos dar ordens e proibir de fazer o mesmo?

    Somos um país soberano, vamos fazer o que for melhor para nós. Se quisermos preservar, vamos preservar. Se quisermos desmatar, vamos desmatar. Se quisermos queimar, vamos queimar. É nosso território, e fazemos com ele o que quisermos. Exatamente como os europeus fazem lá.

    Que o Lacron vá lacrar na Guiana.
  • Tulio  03/09/2019 18:39
    Bombeiro francês não sabe nem como apagar incêndio em carro (não sabe nem onde fica o motor de um Porsche), mas o Lacron acha que eles virão aqui pra apagar incêndio em floresta...

    Isso pra não falar de Notre Dame...
  • Tulio  03/09/2019 19:13
  • Andre  03/09/2019 18:52
    O Macron fez o escarcéu que fez pra jogar areia no acordo UE Mercosul, o Bolso com senso de honra frágil e brasileiro, povo sem identidade, com senso de soberania igualmente frágil caíram direitinho. Nem precisou a Kirchner assumir lá na Argentina pra travar o acordo Mercosul UE, nós mesmos o destruímos e poupamos o trabalho dela.
  • Pobre Paulista  03/09/2019 18:33
    Não adianta privatizar a parte de cima da floresta: Se você encontrar petróleo no subsolo, o estado toma sua terra de volta. E eu pessoalmente não creio que o petróleo da Venezuela tenha conhecimento das linhas aleatórias que traçamos num mapa.
  • Lúcio  03/09/2019 21:55
    Pobre Paulista, não entendi seu ponto. O fato de poder haver petróleo na Venezuela significa que toda a floresta brasileira tem de ser estatal pra sempre?
  • Pobre Paulista  03/09/2019 22:33
    Realmente, você não entendeu.
  • Ex-microempres%C3%83%C6%92%C3%82%C2%A1rio  03/09/2019 22:28
    O petróleo da Venezuela está bem longe das "linhas riscadas no mapa".
  • Pobre Paulista  04/09/2019 13:02
    De fato, caí nas fake news!

    Achei um mapa aqui
  • Gustavo A.  03/09/2019 18:51
    Uma dúvida: aqueles modelos de gestão privada de parques nacionais que os americanos fazem não funcionariam? A área não teria um potencial turístico muito grande?

    Sim, eu concordo plenamente que a privatização total e irrestrita seria maravilhosa, mas isso é irreal hoje.
  • Marcos  03/09/2019 18:58
    Sim, mas aí esse arranjo é para preservação e turismo. Não é para exploração e atividade econômica produtiva.

    Ou seja, é um arranjo que pode ser bem oferecido apenas por empresas com muito capital. Não é para o povoado local.
  • Tannhauser  03/09/2019 19:30
    É preciso privatizar e possibilitar a extração legal da madeira. Poderiam ter aproveitado o momento para levantar esta bola.
  • Felipe Lange  03/09/2019 21:46
    Quando o sueco sabe mais da Amazônia do que muitos brasileiros... eu nem cheguei a ver os vídeos do Pirula, nos quais ele falou sobre esses dados de desmatamento (de Ciência Política e Economia ele não entende nada). Vale lembrar que parte da culpa do desmatamento na Amazônia é pelos subsídios estatais que são dados a certos setores da agricultura (e essa boquinha é uma praga mundial), pois eles mascaram os reais custos e promove ineficiência. Por que isso? O solo na Amazônia é uma porcaria para agricultura. Por que gastar milhões para desmatar e plantar em um solo imprestável? Isso só funciona em corporativismo (ou socialismo). Pena que o Ricardo Salles não vai se demitir e abolir junto o MMA e suas ramificações.

    Aqui nos EUA, mais exatamente na região da Califórnia, há outro problema com incêndios: A Califórnia se caracteriza pelo seu clima mediterrâneo, tendo verões secos e que então propiciam os incêndios, que servem para garantir a manutenção da vegetação, já que o fogo permite que a semente se disperse.

    Dito isso, infelizmente, a Califórnia, ao contrário do Amazonas (agora comparando federações e não biomas), não apenas vira pauta política por artistas do Leblon. Por ser densamente povoada, vidas humanas são atingidas com os incêndios. Por incompetência estatal, principalmente. Esse foi tema de um artigo que traduzi dias atrás e está em meu blog.

    Entretanto, apesar desse artigo ter sido muito bom, eu sinto saudades de quando o Leandro Roque escrevia artigos sobre o tema ambientalismo. Aquele artigo sobre o Belo Monte foi espetacular.
  • Victor Quintao  05/09/2019 04:10
    Na Suécia as florestas de lá são bem uniformes (coníferas) e o clima de lá possui um regime de chuvas mais ameno e mais bem definido (não chove quase o ano todo) do que na Amazônia (dilúvio).
    O solo amazônico não é essencialmente pobre, ele é profundo e pode ser fertilizado como qualquer outro.Porém, se eu adicionar fertilizantes, as constantes chuvas irão lixiviar (lavar) os fertilizantes que eu coloquei e os macro e micronutrientes serão levados junto com a água da chuva. Essa lixiviação faz com que os nutrientes sejam mandados para as baixadas (rios e encostas de rios) deixando apenas os elementos tóxicos (geralmente não tão solúveis assim), como o alumínio que é o principal responsável pela acidez.
    A fertilização natural do solo amazônico vem, principalmente, da queda das folhas das árvores (estas que caem no solo e se decompõem, devolvendo os nutrientes para o solo) e ela é mantida quase que constantemente durante o ano (o que é muito importante para compensar a lixiviação constante) pois a DIVERSIDADE da floresta é muito grande, ou seja, cada espécie de árvore liberará as suas folhas em épocas diferentes "adubando" o solo para compensar a lixiviação em épocas diferentes. Cada espécie de árvore aduba um pouquinho (mas o suficiente) e em épocas diferentes (se fosse tudo numa época e concentrado, bastaria uma chuva para varrer tudo para baixo) (deixei claro?)
    O QUE ISSO TEM A VER COM ECONOMIA?
    Para a exploração madeireira é necessário que haja uma certa uniformidade das árvores no território a ser explorado. Nos 1km2 de terra que eu comprei eu não posso ter apenas 4 perobas-rosas e 2 jatobás para explorar, eu tenho que ter um estande de perobas-rosas e/ou de jatobás (como no eucalipto) e não é qualquer madeira que serve para determinada atividade. As florestas suecas, pouco diversificadas, possuem esse perfil, lá em 1km2 de terra eu terei uma quantidade satisfatória de madeira explorável (lá é basicamente pinus)
    Se eu destruir todas as árvores "não exploráveis" e deixar e propagar todas as "exploráveis", eu estarei matando a floresta pois o ciclo de "adubação" natural se tornará dependente apenas das "exploráveis", o que causará uma concentração de folhas mortas numa única época do ano e um desperdício de folhas mortas, pois os nutrientes destas serão todos lixiviados de uma só vez (esqueci de mencionar que o excessivo calor faz com que tudo, inclusive os nutrientes e a matéria orgânica, é decomposto rapidamente por lá, ou seja, temos que lidar com a lixiviação e com a rápida decomposição).
    Se eu copiar o modelo sueco e implantar aqui amazônia a floresta acabará e com a ilusão de que esse modelo ajudaria a preservá-la...antes plantar soja, pois mataria a floresta com um proveito melhor...
  • Marcus Lins  09/09/2019 12:58
    Victor, o ponto é menos replicar exatamente o que ocorreu na Suécia e mais dar as condições de que sejam encontradas as soluções aplicáveis à Floresta Amazônica.

    Havendo propriedade privada garantida, alguns vão tentar desmatar para criar gado ou plantar alguma coisa (e se depararão com esse problema de lixiviação e alta decomposição), se não forem "salvos" por subsídios do governo, essa linha de exploração se mostrará inviável. Outros porém, podem investir em outras soluções que sequer conseguimos imaginar, por não termos os incentivos para isso.

    O ponto é permitir que seja tentado, dando a liberdade de que os empreendedores obtenham para isso os lucros e os prejuízos dessa atividade. Sem socializar os prejuízos, esse tipo de atividade predatória tende a sumir e outros empreendedores podem aprender com esses erros, sem cometê-los.
  • Mendes  10/09/2019 04:47
    Sendo a adubacao por folhas uma solucao logica e sustentavel, bastaria intercalar especimes para ter um mix de desfolhamento durante o ano.

    E isso pensado em poucos minutos. Concordo que se deixarmos a livre iniciativa pensar, solucoes ainda melhores virao!
  • Fabrício  03/09/2019 21:53
    Vale lembrar que os maiores desastres ambientais da história aconteceram em arranjos socialistas, ou seja, em que não havia propriedade privada sobre os recursos naturais: o assoreamento do Mar de Aral e a usina de Chernobyl e a destruição atômica da Ilha de Nova Zemlya.
  • Ernesto  03/09/2019 22:07
    O mais legal é que não há mais viva alma que fala em "aquecimento global". Perceberam a mancada (os próprios modelos dizem que os invernos serão mais frios) e aí alteraram para "mudanças climáticas", o que em si é genial porque qualquer coisinha diferente pode ser atribuído a "mudanças climáticas". Inverno tá mais frio? Mudanças climáticas. Verão tá mais quente? Mudanças climáticas. Inverno tá mais quente? Mudanças climáticas. Verão tá mais frio? Mudanças climáticas.

    É uma teoria auto-adaptável. Ela explica tudo. (Aliás, a simples mudança do verão para o inverno é uma mudança climática profunda.)
  • Fisico  03/09/2019 23:15
    Deixe um copo de água 2 minutos no seu microondas na potência máxima, deixe outro copo de água igual 2 minutos em seu freezer no frio máximo e veja qual altera mais a temperatura em relação ao seu estado inicial. É exatamente isso o que acontece com o planeta.
  • carlos  03/09/2019 23:26
    Qual o ponto? Juro que me esforcei, mas não peguei.

    Em todo caso, um freezer na potência máxima simula temperaturas que existem no mundo, como por exemplo na Sibéria. Já um microondas na temperatura máxima não simula lugar nenhum do mundo, pois nada é tão quente assim.
  • Físico  04/09/2019 11:51
    Microondas não é um simulador de calor como um forno elétrico ou a gás, é um gerador de onda que agita as moléculas de água presentes nos alimentos, do contrário você nem conseguiria pegar seu prato de comida quente com as mãos nuas após os bipes. E o sol tem se parecido mais com um microondas do que com um forno a gás, pois calor se acumula, frio não, áreas geladas do planeta que se degradaram por conta de verões mais intensos não se recuperarão pelo subsequente inverno mais rigoroso, não nevará mais ou será ampliado permafrost porque a temperatura está mais baixa que a de outros invernos.
  • Entreguista.  05/09/2019 04:37
    Fisico. Me desculpe,mais para esses negocios de fisica sou meio lento. Me explique. O que voce quer dizer com esse negocio de copo no microondas e na geladeira? Que o aquecimento global existe ou nao existe? Por favor,explique melhorvessa teoria usando esses exemplos dos copos. Gostei da aula.
  • Constatação  04/09/2019 11:43
    Ponha o seu copinho de água dentro de uma vasilha de nitrogênio líquido, físico... aí você terá uma comparação cabível.
  • Físico  04/09/2019 15:11
    E todo o tempo dispendido para fabricar o nitrogênio líquido? Só transferiu o tempo do congelamento da água no freezer doméstico para a liquefação do nitrogênio em instalação industrial. Um microondas doméstico bem cuidado pode esquentar copos de água em 2 minutos por décadas já uma quantidade de (unidade de grandeza que desejar) semelhante ao microondas em nitrogênio líquido mesmo que adequadamente armazenada não esfriará copos de água por mais que alguns dias. É a primeira lei da termodinâmica, na natureza a energia se conserva e é exatamente o que está acontecendo com o planeta, está conservando a energia muito mais rápido do que a dissipando.
  • Andre  04/09/2019 21:07
    Então você quer dizer que estamos todos sendo cozinhados lentamente aqui neste planeta?
  • Dane-se o estado  04/09/2019 23:13
    Aquecimento global é farsa e ponto final, esses exemplozinhos de microondas e mudança de temperatura em escala micro ridiculamente micro, sem considerar toda a complexidade histórica e geológica é ridícula. Aliás, qualquer desculpa aquecimentista é ridícula e fracassada.

    www.youtube.com/watch?v=cJYn7qdyuy4
  • Andre  05/09/2019 11:37
    A questão não é se o aquecimento é verdadeiro ou não, é: E se for verdadeiro? Não existem dispositivos para revertê-lo e foi isso que o físico deixou claro. Pra um tomador de risco não existe risco inexistente, existe risco administrável.
  • Dane-se o estado  05/09/2019 19:09
    Não existe! porque é tão difícil sair do achismo e prestar atenção nos argumentos apresentados nos links? em nome de uma mentira catastrofista a consequência é totalitarismo e regressão da qualidade de vida humana? Baseado em que achismo você diz que caso fosse verdade seria irreversível? Qual é o fato sobre o clima do planeta que garante que o planeta nunca se resfriaria? O planeta já foi glacial, já foi extremamente quente no passado mais remoto e mais brutal, a Antártida já chegou ao ponto de ser tropical de tão quente que o planeta já foi. Qual é a fonte de achismo que garante esta ideia catastrofista que daqui a um século ou quinhentos anos o planeta vai aquecer e vamos todos morrer irreversivelmente? enquanto isso esperemos séculos de pobreza de países africanos ou de milhões de indivíduos de países subdesenvolvidos porque o crescimento econômico dos tais iria "destruir" o planeta? Patético e risível. Sim, pela própria ótica dos defensores aquecimentistas, devemos achar bom que a fome se alastre no planeta se isso significar supostamente "salvar o mundo."
  • Andre  05/09/2019 20:08
    Não é achismo, é análise de risco pois é a primeira lei da termodinâmica em ação e grande escala, usei bastante ela quando era projetista de caldeiras e costuma ser bem destrutiva quando não controlada e o Físico aí explicou muito bem, no curto prazo dentro dos dispositivos naturais normais nenhum é capaz de esfriar o planeta na mesma velocidade que dispositivos naturais normais o aquecem. O horizonte de atuação humana é bem curto e o sistema econômico pelo qual prosperamos está aí há uns 250 anos apenas e a última era glacial foi há 12000. O homem pré histórico semi nu e quase sem ferramentas sobreviveu ao evento Toba, estou certo de que o ser humano sobrevive a qualquer desastre, mas e o sistema econômico dependente de aumento demográfico constante e mínimo de regularidade nas áreas agricultáveis e áreas de mananciais?
  • Dane-se o estado  05/09/2019 22:32
    Sua prevenção de risco é baseada em achismo sim! sua hipótese trata de primeira lei da termodinâmica usando um sistema de caldeira fechado em micro escala ignorando desonestamente ou ignorante mente o fato de que a mecânica de fluidos da atmosfera em macro escala não é um sistema hermeticamente fechado e muito menos ainda capaz de acumular energia perpetuamente sem perda. A ideia de que a atmosfera dissipa energia menos do que absorve e usando CO2 como causa utilizando-se de exemplos em micro escala é irrisória e falaciosa. em toda a demonstração histórica primeiro a baixa atmosfera e os demais gases aquecem, para depois o CO2 aquecer. Não existe nenhum estudo consistente evidenciando que há um acúmulo de energia progressivo; Esta hipótese se baseia na ideia errônea de que a atmosfera funciona a partir de um efeito estufa oque é uma falácia, e ainda mais usando CO2 como acumulador, oque é outra farsa físico/química. Não adianta ficar usando exemplos simplórios de micro escala argumentando primeira lei da termodinâmica em sistemas micro e fechados, desconsiderando como a mecânica de fluidos funciona em uma atmosfera que não é hermeticamente fechada e que tem dissipação de energia por irradiação e convecção. A proporção de CO2 despejada na atmosfera por seres humanos é ínfima se comparado a proporção emitida pela própria natureza. e CO2 não é nem poluente nem gás de aquecimento. Não adianta usar modelos simples em sistemas fechados e micro desconsiderando geologia, ciclo hidrológico e o próprio histórico de mudança de temperatura no planeta. Esta ideia de que o crescimento demográfico descontrolado vai destruir o mundo é uma falácia Malthusiana, demonstra ignorância econômica, principalmente sobre como o sistema de preços regula a oferta de recursos escassos. Não há o que prevenir

    1) Todas as previsões aquecimentistas falharam;

    2) as previsões mais catastróficas que eles apontam é de aumento de 1 há 2 graus até cem anos e elevação em 50cm do nível do mar, isto considerando que eles falharam em todas as outras previsões e partem das mesmas premissas logicamente errôneas.

    3) O pior cenário que eles apresentam é irrisório. A terra já foi muito mais quente que dois graus a mais e o nível do oceano já foi maior. a vida floresceu e não foi o CO2 que causou isto.

  • Fisico  05/09/2019 20:25
    E o que tem a ver

    "esperemos séculos de pobreza de países africanos ou de milhões de indivíduos de países subdesenvolvidos porque o crescimento econômico dos tais iria "destruir" o planeta?"

    com o aquecimento do planeta? Está dizendo que a interferência humana é capaz de ser mais poderosa que o sol e todos os processos complexos climáticos e geológicos do planeta combinados?
  • Dane-se o estado  05/09/2019 22:38
    "com o aquecimento do planeta? Está dizendo que a interferência humana é capaz de ser mais poderosa que o sol e todos os processos complexos climáticos e geológicos do planeta combinados?"

    Não sou eu nem este instituto que defende essa tese!
  • Felipe Lange  03/09/2019 23:11
    Leandro, o que você acha da abertura do mercado brasileiro ao etanol americano? Aqui nos EUA há o E85, o etanol com gasolina na mistura. Isso seria muito bom para o Brasil (o E85), porque nem precisaria mais do tanque de partida a frio, apesar deste último estar sumindo com tecnologia de pré-aquecimento de alguns carros com motor flexível em combustível.

    Embora haja o E85 (e mesmo alguns carros americanos V8 conseguem consumir esse combustível), quase ninguém usa. Em média, por aqui, o E85 custa U$2,15 (quase 4 litros). É claro que eu não sei nada de Engenharia, então talvez o futuro seja de carros híbridos a gasolina, não de carros com motor flexível em combustível.
  • Eduardo Ventura  04/09/2019 00:39
    Pois é, é raro alguém mencionar as muitas benfeitorias que a iniciativa privada, muitas vezes de multinacionais demonizadas, realizam no Brasil. Como a Coca-Cola, símbolo do capitalismo explorador, em parceria com a Fundação S.O.S. Mata Atlântica e TNC (The Nature Conservancy), plantou 265 hectares com cerca de 1.800 mudas nativas por hectar na Bacia do Rio Piraí (SP) e no Guandu (RJ), com a melhoria de 100% da qualidade da água nos pontos monitorados pelo projeto Água nas Florestas.

    Fonte: Material didático UniCesumar/PR

    Sou gestor ambiental e afirmo que não tem preço o que foi feito apenas no citado acima. E não foi o único, nem a única empresa.
  • Klauber Pires  04/09/2019 00:43
    O termo "economia" é praticamente um sinônimo para "preservação"!

    Em que consiste a economia? Em produzir algo com a menor quantidade possível de recursos e dar-lhe a melhor utilização possível.

    Costumo dizer: se você quer ser "ambientalmente" eficiente, então torne-se "economicamente" eficiente.
  • Wesley  04/09/2019 01:30
    Ótimo artigo, mas salvem as girafas kkkk
  • Landalu  04/09/2019 07:56
    O autor disse que tudo bem desvastar pra enriquecer. Só reflorestar depois. Mas e quanto a toda biodiversidade perdida? Essa não volta não. As espécies de plantas e animais extintos são pra sempre. E com isso jogamos no ralo todo um potencial de desenvolvimento científico. Acho uma irresponsabilidade e falta de inteligencia não preservar. E mais, não precisamos destruir pra aumentar a produção agropecuária. Podemos usar as terras já prontas e aumentar sua produtividade. Outra coisa, a ciencia, até onde sei, tem mostrado preocupação com a liberação excessiva de CO2 e sua relação com aquecimento global e possíveis consequências catastróficas para a humanidade. E não creio que isso seja papo de ambientaloide chato. É a ciencia que nos alerta. Acho mais sensato que todo planeta se una mesmo para reduzir emissão de CO2. E me parece que os discursos contrários são conspiracionistas, com todo respeito, a soam como aquele de que a terra é plana. Só parar e pensar um pouco se não se parecem. Afinal, em ambos (negando aquecimento global e terra esférica) se diz que a ciencia tá mentindo e a verdade é outra.
  • Racional  04/09/2019 14:34
    "Mas e quanto a toda biodiversidade perdida? Essa não volta não. As espécies de plantas e animais extintos são pra sempre. E com isso jogamos no ralo todo um potencial de desenvolvimento científico. Acho uma irresponsabilidade e falta de inteligencia não preservar."

    Pelo visto, faltou interpretação de texto.

    O autor defende a propriedade privada. E o capitalismo. Ora, se há "biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico", então isso dá um baita lucro.

    Eu, se fosse proprietário de um terreno repleto de coisas com "alto potencial de desenvolvimento científico", pode ter a certeza absoluta de que iria cuidar daquilo ali com o máximo de esmero. A devastação seria nula, pois, se alguém matasse essas coisas com "alto potencial de desenvolvimento científico", meu potencial de lucro seria zero.

    Ou seja, se eu estiver em busca do lucro e querendo enriquecer, aí sim essa região estará realmente protegida.

    Agora, se você acha que políticos e burocratas estatais são os mais adequados para cuidar de terrenos que possuem coisas com "alto potencial de desenvolvimento científico", boa sorte aí no seu mundo Oz. Deve ser gostoso.


    P.S.: A mentalidade anti-capitalista do brasileiro é tão espantosa, que ele entra em contradição sem perceber. Primeiro, xinga aqueles que querem lucro; em seguida, diz que eles irão atuar de uma maneira totalmente contrária a uma que traga lucros.


    Quanto ao resto do seu comentário sobre "terra plana", completamente fora do lugar.
  • Leigo  04/09/2019 17:31
    "O autor defende a propriedade privada. E o capitalismo. Ora, se há "biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico", então isso dá um baita lucro. Eu, se fosse proprietário de um terreno repleto de coisas com "alto potencial de desenvolvimento científico", pode ter a certeza absoluta de que iria cuidar daquilo ali com o máximo de esmero. A devastação seria nula, pois, se alguém matasse essas coisas com "alto potencial de desenvolvimento científico", meu potencial de lucro seria zero."

    Discordo, biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico não dão lucro imediato. Sendo que há um potencial de acontecer, demandando estudo e tempo, não necessariamente trarão desenvolvimento científico. Imagine quantas espécies de animais extintos e não descobertos poderiam ser úteis para a evolução da ciência. Uma quantidade ínfima de proprietários estariam interessados nesse tipo de coisa, pois não trará lucro imediato, preferindo alterar o bioma local.

    Só não venha dizer que "se você acha que políticos e burocratas estatais são os mais adequados para cuidar de terrenos que possuem coisas com 'alto potencial de desenvolvimento científico', boa sorte aí no seu mundo Oz. Deve ser gostoso", pois em momento algum eu disse o que eu acho nesse sentido.
  • Experiente  04/09/2019 18:06
    "biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico não dão lucro imediato."

    Destilação de uísque também não. Leva décadas até a primeira garrafa ser vendida. E aí? Pela sua lógica, não era para haver uma única destilaria de uísque no mundo.

    Aliás, eucalipto é outro investimento que leva anos para maturar. São 10 anos entre o plantio e o corte. E, no entanto, é um setor bombante.

    Como você explica?

    Dica: o fato de você achar que algo não é viável porque "não dá lucro imediato" revela seu pouco tino para o empreendedorismo.

    "Sendo que há um potencial de acontecer, demandando estudo e tempo, não necessariamente trarão desenvolvimento científico."

    Tradução: é um investimento que pode "não dar certo". Assim como qualquer outro.

    De novo: você parte do princípio de que, se um empreendimento é incerto e demorado, ele não atrairá investidores. Felizmente, o resto do mundo não pensa como você.

    "Imagine quantas espécies de animais extintos e não descobertos poderiam ser úteis para a evolução da ciência."

    Ué, e foram extintos por quê? Exato, porque não havia propriedade privada sobre eles. Animais que são propriedade privada nunca entraram em extinção.

    A vaca nunca correu riso de extinção. E nem o cavalo (apesar das motos e do fim das carruagens). E nem uma série de outros animais. Vários animais africanos que estavam em extinção voltaram a se multiplicar. Por quê? Porque o governo liberou a caça deles. Sim, o programa 60 Minutes relatou recentemente como muitas espécies de animais africanos estão se multiplicando e prosperando em reservas particulares de caça no Texas.

    Por outro lado, pense no tatu. Não é muito apreciado e nem criado com fins comerciais. Está sumindo. A ararinha azul sei-lá-de-onde já virou história. Pena que um capitalista não pôde explorá-la comercialmente. Se pudesse, ela estaria protegida, coisa que o estado não fez e nem nunca fará.

    "Uma quantidade ínfima de proprietários estariam interessados nesse tipo de coisa, pois não trará lucro imediato, preferindo alterar o bioma local."

    De novo, e pela terceira vez: não estenda aos outros a sua incapacidade. Pela sua lógica, jamais haveria destilarias e plantações comerciais de eucalipto, pois nada disso dá "lucro imediato".

    Não faça da sua ignorância e incapacidade empreendedorial uma régua para o mundo. Só porque você acha que algo "não funcionaria" não significa que toda a humanidade pensa o mesmo. Felizmente.
  • Basal  04/09/2019 23:03
    Se vc fosse dono e pudesse devastar e vender a madeira, plantar soja e milho, criar gado e lucrar horrores ou deixar lá para o bem do progresso científico e aí não ganhar nada, o que vc faria? Até eu que sou simpático às causas ambientais ia destruir em nome da minha riqueza. O ser humano é egoísta. Não tem jeito.
  • Experiente  05/09/2019 01:43
    Seu raciocínio é contraditório. E tem de ser, pois só assim sua narrativa (puramente emotiva) prospera.

    Vejamos.

    "Se vc fosse dono"

    Como eu me tornei dono? O que eu fiz para virar dono? Quem eu venci no processo de licitação? (Mais sobre isso abaixo).

    "e pudesse devastar e vender a madeira, plantar soja e milho, criar gado e lucrar horrores ou deixar lá para o bem do progresso científico e aí não ganhar nada, o que vc faria?"

    Você não apresentou cenários alternativos. Como é que um local repleto de coisas que geram "progresso científico" estaria abandonado? Ninguém estaria interessado em se tornar dono deste local? Nem mesmo uma multimilionária indústria farmacêutica? Ou mesmo uma ONG rica? Um agricultor ignorante teria como superar essa gente em termos financeiros?

    Não faz sentido.

    Na prática, você está dizendo que um pé-rapado irá se tornar dono de uma área repleta de bens que geram "progresso científico" em detrimento de ONGs e grandes multinacionais farmacêuticas. Uma narrativa completamente abilolada.

    "Até eu que sou simpático às causas ambientais ia destruir em nome da minha riqueza. O ser humano é egoísta. Não tem jeito."

    Não projete sobre a humanidade suas falhas específicas. Há gente melhor que você no mundo.
  • Skeptic  11/09/2019 00:04
    Você está desconsiderando uma das coisas mais importantes da teoria econômica, a preferência temporal.
  • Dane-se o estado  04/09/2019 23:22
    essas ongs hipócritas de merda, que lucram milhões com doações de otários e até dinheiro de governos (o dinheiro que eu não escolhi doar) nunca compraram terrenos para demarcar e proteger, nem criam essas espécies em cativeiro para preservá-las. Aliás, porque é tão burocrático ou até mesmo proibido criar animais raros? é exatamente porque são raros que deveríamos ser livres para criá-los em cativeiro, pois ninguém vai investir custo e recursos para criar um animal e extinguí-lo, nem mesmo os animais que tem utilidade comercial. Os bixos se reproduzem, porque um cidadão qualquer não pode criar uma arara azul? Essas leis não tem sentido nenhum. São um monte de instituições hipócritas, pilantras e estelionatárias, com falácia de autoridade institucional, proibindo indivíduos de fazerem coisas que não são crimes nenhum como criar animais em cativeiro. É exatamente porque são raros que todos deveriam ser livres para criá-los em cativeiro. Fazem uma histeria, baseada na religião pagã pós moderna deles, como se o ser humano cometesse algum sacrilégio em explorar espécies que não possuem direito algum, porque meia dúzia de ambientalistas charlatões acham que preservar um papagaio vale mais que o desenvolvimento de vida mais confortável de milhares de pessoas.
  • Thiago  04/09/2019 15:15
    Pra começar, não é unanimidade entre os cientistas o CO2 ser prejudicial ao planeta. Se vc olhar o histórico do planeta (há cientistas no próprio youtube que falam sobre) na própria documentação do IPCC, verá exatamente o inverso, o CO2 é VIDA, não o contrário. E outra, nos momentos em que o planeta esteve mais quente, foi quando certas civilizações atingiram seus auges e quando esfriou, foi quando chegaram a seu colapso.

    E mais uma coisa, a causa e consequência estão sendo invertidas pela mídia e pelo IPCC. No histórico planetário, primeiro a temperatura sobe e só depois sobe o nível de CO2, não o contrário.
  • Drink Coke  04/09/2019 16:58
    A gigante maioria dos cientistas que são da área concordam com a hipótese do aquecimento global e que essa hipótese tem causas humanas. Talvez, eles estejam errados, mas é mais inteligente acreditar nas pessoas especializadas do que em leigos. E sim, os que negam o aquecimento global se assemelham de uma certa forma aos terra planistas, já que ambos negam o que a comunidade cientifica diz e são quase todos formados por pessoas não especializadas no assunto.
  • Dane-se o estado  04/09/2019 23:26
    Essa hipotese é uma farsa, assim como o discurso midiático de que a "imensa maioria " concorda!

    www.youtube.com/watch?v=cJYn7qdyuy4

    Terra planista? kkkkkkkkkkk

    100% dos aquecimentistas desonestos não tem algumento lógico algum quando são confrontados com as contradições de sua hipótese pseudocientifica.

    "Talvez, eles estejam errados, mas é mais inteligente acreditar nas pessoas especializadas do que em leigos. E sim, os que negam o aquecimento global se assemelham de uma certa forma aos terra planistas, já que ambos negam o que a comunidade cientifica diz e são quase todos formados por pessoas não especializadas no assunto."

    Falaciazinha tosca de apelo a autoridade e ao diploma.

    "terraplanismo" típico comentário, é mais conveniente ignorar os argumentos e difamar, mas validez que é bom nenhuma.

  • Dane-se o estado  04/09/2019 23:36
    Não existe qualquer característica testável ou comprovável fisico/química que justifique ou evidencie que CO2 seja toxico, poluente ou gás de aquecimento. O CO2 é o gás mais frio da atmosfera, não absorve energia em grande quantidade por irradiação, sua maior proporção de aquecimento ocorre por colisão e atrito com outras moléculas na atmosfera. Não existe efeito estufa, e sim um sistema de convecção, onde os gases da baixa atmosfera ganham temperatura, sobem, perdem energia por entropia natural para o espaço, nas altas camadas a densidade de colisão dos gases é menor fazendo os mesmos esfriarem e por efeito da gravidade e massa precipitam na baixa atmosfera reiniciando o ciclo. A proporção de CO2 que a natureza sozinha lança na atmosfera é absurdamente superior a qualquer proporção emitida nos últimos dois séculos. Todos os argumentos catastrofistas sobre elevação do nível do mar, derretimento de geleiras, etc... são exatamente isso, catastrofistas e irreais. Há um ciclo hidrológico de séculos a se considerar a respeito da formação das geleiras e do seu processo de derretimento e criação de gelo. Os argumentos aquecimentistas são irrisórios, usam como exemplo modelos simplórios, sem considerar fenômenos de escalabilidade tanto histórica quanto em dimensionalidade muito maiores.
  • Dane-se o estado  04/09/2019 23:48
    Mesmo que a Amazônia se torne um deserto, não vai alterar nada no clima do planeta, pois o que faz a floresta ser o que é tem haver com a geofísica local. Isso mesmo! O ambiente precisa ser propício primeiro, para depois a vida florescer. A Amazônia só é naturalmente viável graças a seus rios imensos que transportam minerais, mesmo o solo em si sendo ironicamente pobre ao ponto das queimadas naturais facilitarem a germinação de sementes, A natureza é hilária. Um fenômeno similar ocorre no Egito, Observe que em meio a todo o deserto, a localidade mais amena e que permite surgimento de agricultura e vegetação é exatamente no Nilo, onde há transporte de minerais que enriquecem o solo pobre do deserto daquela região e o clima mesmo nessa região não varia muito em relação ao clima geral do deserto, quente com temperaturas altíssimas e bem seco, talvez com pequenas variações locais por efeito do próprio rio (microclima) ou seja, o ambiente precisa ser favorável para a floresta existir. Derrubar a floresta não vai mudar a geofísica, nem o clima global, pois o clima global é controlado por fatores em escala geofísica gigantescamente maiores, sendo inclusive o causador da existência da floresta e não o contrário.
  • Drink Coke  05/09/2019 15:26
    Meu caro,

    Eu não tenho conhecimento cientifico para entrar nessa discussão. Sei lá se o CO2 é nocivo ou não, mas eu me baseio que se 99% dos cientistas concordam com o aquecimento então faz mais sentido eu ficar do lado deles. Se fosse metade metade seria uma coisa, mas 99%.

    Soa estranho você refutar facilmente o aquecimento global enquanto físicos, biólogos e químicos não seriam capazes de entender isso.

    canaltech.com.br/meio-ambiente/99-dos-cientistas-concordam-que-mudancas-climaticas-sao-causadas-pelo-homem-144917/
  • Leigo  05/09/2019 16:36
    ""biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico não dão lucro imediato."

    Destilação de uísque também não. Leva décadas até a primeira garrafa ser vendida. E aí? Pela sua lógica, não era para haver uma única destilaria de uísque no mundo.

    Aliás, eucalipto é outro investimento que leva anos para maturar. São 10 anos entre o plantio e o corte. E, no entanto, é um setor bombante.

    Como você explica?"


    Você esqueceu que já existem técnicas e estudo para destilação de uísque e o eucalipto.

    Dica: o fato de você achar que algo não é viável porque "não dá lucro imediato" revela seu pouco tino para o empreendedorismo.

    Errado, pode ser viável investir em biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico, não obstante, é MAIS VIÁVEL investir em algo certo do que incerto, como na agropecuária, por exemplo.


    "Sendo que há um potencial de acontecer, demandando estudo e tempo, não necessariamente trarão desenvolvimento científico."

    Tradução: é um investimento que pode "não dar certo". Assim como qualquer outro.

    De novo: você parte do princípio de que, se um empreendimento é incerto e demorado, ele não atrairá investidores. Felizmente, o resto do mundo não pensa como você.


    Investidores/empreendedores procuram segurança, como eu já disse, melhor procurar um investimento que trará mais probabilidade de lucro como o agronegócio que investir em plantinhas com probabilidades baixas de retorno.

    "Imagine quantas espécies de animais extintos e não descobertos poderiam ser úteis para a evolução da ciência."

    Ué, e foram extintos por quê? Exato, porque não havia propriedade privada sobre eles. Animais que são propriedade privada nunca entraram em extinção.

    A vaca nunca correu riso de extinção. E nem o cavalo (apesar das motos e do fim das carruagens). E nem uma série de outros animais. Vários animais africanos que estavam em extinção voltaram a se multiplicar. Por quê? Porque o governo liberou a caça deles. Sim, o programa 60 Minutes relatou recentemente como muitas espécies de animais africanos estão se multiplicando e prosperando em reservas particulares de caça no Texas.

    Por outro lado, pense no tatu. Não é muito apreciado e nem criado com fins comerciais. Está sumindo. A ararinha azul sei-lá-de-onde já virou história. Pena que um capitalista não pôde explorá-la comercialmente. Se pudesse, ela estaria protegida, coisa que o estado não fez e nem nunca fará.


    Concordo.

    "Uma quantidade ínfima de proprietários estariam interessados nesse tipo de coisa, pois não trará lucro imediato, preferindo alterar o bioma local."

    De novo, e pela terceira vez: não estenda aos outros a sua incapacidade. Pela sua lógica, jamais haveria destilarias e plantações comerciais de eucalipto, pois nada disso dá "lucro imediato".

    Não faça da sua ignorância e incapacidade empreendedorial uma régua para o mundo. Só porque você acha que algo "não funcionaria" não significa que toda a humanidade pensa o mesmo. Felizmente.


    Pela terceira vez, não faça uma analogia de algo com retorno certo em comparação com algo incerto, o empreendedor sempre procurará segurança.
  • Experiente  05/09/2019 17:39
    "Você esqueceu que já existem técnicas e estudo para destilação de uísque e o eucalipto."

    Ah, é? O uísque surgiu no século 12. Como foi possível? Afinal, à época, não existiam "técnicas e estudo para destilação de uísque e o eucalipto".

    Você simplesmente fugiu da questão. Há inúmeras coisas que foram criadas em busca do lucro, mas que demoraram enormemente para maturarem em termos de investimento. Só houve retorno décadas mais tarde. Aliás, carai, a Uber ate hoje não deu lucro, e a Amazon, surgida em 1995, só foi ter seu primeiro lucro em 2002.

    Você, pelo visto, nada sabe sobre capitalismo.

    "Errado, pode ser viável investir em biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico, não obstante, é MAIS VIÁVEL investir em algo certo do que incerto, como na agropecuária, por exemplo."

    Meu Deus, mas absolutamente qualquer coisa também se encaixa nesta sua lógica.

    É muito mais viável e fácil investir em título público do que abrir uma pequena empresa. É muito mais viável virar funcionário público do que ser empreendedor. É muito mais viável especular na bolsa do que ser assalariado trabalhando 8 horas por dia.

    E investir em titulo público, ser funcionário público e especular na bolsa é muito mais "certo" do que abrir uma pequena empresa, ser empreendedor e ser assalariado, que são atividades totalmente incertas. No entanto, estas três últimas existem aos montes (felizmente).

    Outra coisa, se uma ONG ou uma multinacional farmacêutica se apossarem de uma região amazônica rica em "biodiversidade e plantas com potencial de desenvolvimento científico", elas vão derrubar tudo pra abrir pasto?!

    Bizarro...
  • Dane-se o estado  05/09/2019 19:19
    Nenhum investimento no mundo tem garantia de retorno certo, e essa sua lógica de sempre buscar o máximo de segurança é mentirosa e só reflete o que você acha do mundo. nem todos empreendedores são assim, aliás, a maioria não é, e nenhum empreendimento tem garantia plena, seu argumento baseado em achismo e conhecimento nenhum em como o mundo funciona e como o mercado é: acho que seria inviável logo com certeza todo mundo deve pensar como eu, logo ninguém deve ter liberdade. todo investimento tem risco, há quem lide com investimentos de menor e outros de maior risco o tempo todo, o mercado inteiro funciona assim, em níveis de risco e de gente disposta a tal. Empreendedor nenhum busca segurança, apenas liberdade, porque não existe segurança empreendedorial.
  • Dane-se o estado  05/09/2019 19:01
    Você se baseia em uma falacia de apelo a autoridade, por preguiça de buscar informação. E pior a consequência disso é totalitarismo sobre a liberdade de indivíduos e piora da qualidade de vida humana.
  • Drink Coke  05/09/2019 20:11
    Pare eu tirar uma conclusão por conta próprio exigiria muito tempo de estudo e pesquisa e não tenho nem tempo, nem saco e nem recursos para isso.

    Agora porque eu precisaria isso se vejo que 99% dos cientistas já concordam. Se fosse muito fácil discordar teriamos uma proporção aí mais distribuída
  • Dane-se o estado  05/09/2019 19:13
    Consenso não é argumento científico. Consensos inúmeros já foram derrubados ao longo da história. A consequencia de levar essas políticas a sério por uma histeria coletiva é pobreza e perpetuação da miséria no mundo. qual será o próximo passo maltusiano? implementar a tática iluminati de matar 70% da raça humana kkkkkkkkkk porque diante do catastrofismo alegado por esses ecologistas é só o que falta mesmo.
  • Dane-se o estado  05/09/2019 19:27
    Simplificando o que ambientalismo:

    www.youtube.com/watch?v=oImGcvOdWVk
  • Dane-se o estado  05/09/2019 22:50
    "Soa estranho você refutar facilmente o aquecimento global enquanto físicos, biólogos e químicos não seriam capazes de entender isso. "

    Não refutei nada facilmente, tudo o que postei aqui é uma síntese de anos de estudo que podem ser resumidas em algumas horas de vídeo dos links que apresentei e com bastante densidade de argumentos. É apenas questão de interesse, e não é preciso ser cientista para perceber a razão e lógica de argumentos científicos ou mesmo entender o que está certo e errado. A hipótese de aquecimento global ela mesma é fraca e simplória e altamente sensacionalista, enquanto os argumentos que a refutam são amplos, eu é que deveria perguntar: diante de uma gama gigantesca de questionamentos bem fundamentados perante uma hipótese que exatamente por ser hipótese até hoje não apresentou evidencias para se transformar em teoria e que se baseia em explicações simplistas frente a sistemas altamente complexos, e cujos defensores falharam em absoluto ao prever seus efeitos, esta hipótese altamente simplista não parece que ela é que é muito estranha não?

    1) A hipótese de aquecimento global é falha e seus defensores erraram em todas as sua previsões;

    2) O interesse em manter essa narrativa é geopolítico e trata-se de corporativismo, impedimento do crescimento econômico de países emergentes usando histeria e culpa coletiva.

    3) estranho não é confiar em uma hipótese cujos defensores erraram em tudo a respeito de seus efeitos?




  • Leigo  06/09/2019 21:01
    Investimentos incertos acontecem, em menor número. É tão difícil interpretar isso???
  • Noroi  19/09/2019 12:19
    >wikipedia

    A maioria das pessoas gosta de sertanejo e funk;
    A maioria dos alemães foram OK em matar os judeus;
    A maioria da população é extremamente consumista e pobre;
    A maioria da população caga para ler livros e se autoevoluir;
    A maioria da população caga para ter uma dieta saudável;
    A maioria da população votou na Dilma e no Lula;
    A maioria da população é burra para caralho e provavelmente nunca vai fazer algo bom pra sociedade;

    Se você se comparar a maioria você esta fadado ao fracasso
  • Skeptic  11/09/2019 00:07
    Cientistas de youtube é phoda hein, cara... que tal acompanhar publicação científica?
  • Skeptic  11/09/2019 00:03
    Concordo que o texto não foi claro sobre a área de reflorestamento, se houve uma significativa perda de biodiversidade na floresta original.

    Eu não tenho problema nenhum com o que a ciência diz, minha preocupação é: qual é a solução? qual será o custo dessa solução?

    Não vejo alternativa para soluções ambientais além da propriedade privada, privatização da natureza, fim de subsídios industriais e agropecuários, imunidade tributária para fontes limpas e pesquisas de tecnologias nesta área.

    Resumindo: capitalismo, ciência e tecnologia. Há alguma sugestão melhor que isso? Que tal precificarmos a biodiversidade?
  • anônimo  04/09/2019 11:02
    Lembrando aqui que o pantanal é formado por aproximadamente 98% de áreas privadas e é tido por muitos como um exemplo de região em que a atividade econômica (pecuária) contribui para a preservação do meio ambiente local.
  • Em busca da verdade  04/09/2019 13:01
    Consultei o link do Banco Mundial fornecido pelo próprio texto sobre PIB per capita do Brasil x Suecia e acabei vendo o de Cuba também. Para minha surpresa é igual ao do Brasil. O que explicaria isso? Cuba não era uma nação miserável?

    data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.PCAP.CD?locations=CU-BR&view=
  • Encontrou  04/09/2019 14:32
    Nossa! Acabou de descobrir que a mensuração do PIB não faz sentido nenhum? Seu próximo passo será descobrir como é bom dormir deitado.

    Os cinco graves problemas com o PIB
  • Kennedy C.  04/09/2019 17:57
    Respondido a tempo pelo colega acima.

    E mais um possível adendo/dúvida, já faz um bom tempo que eu li um artigo que tratava sobre o fato do PIB per capita de Cuba ser estranhamente alto. Se não me engano o autor explicava que Cuba tinha duas moedas, uma para os cidadãos locais (fortemente desvalorizada) e outra para o turismo, tendo paridade com o dólar (Peso Convertível). Que eu me lembre, o que ele explicou foi que o PIB era calculado utilizando a moeda errada (a de Turismo), e não a dos cidadãos locais, e que por isso o PIB per capita era alto, mesmo não correspondendo às condições de vida dos cubanos. Alguém aqui sabe confirmar se é isso mesmo?
  • Drink Coke  05/09/2019 15:37
    Dado que o governo controla as estatisticas e a mídia, então nenhum dado de Cuba é confiável.

    Agora aquele país não produz nada de importante para o comercial internacional, não desenvolve nada tecnológico, sua população não acessa a internet, não é livre para viajar e empreender, pior, tentam fugir da ilha.

    Isso para mim já basta para mostrar o lixo que é essa ilha.
  • Chanel  05/09/2019 18:09
    Tinha um artigo do mises de Portugal falando sobre isso:
    mises.org.pt/2016/03/as-duas-moedas-de-cuba-como-embuste-do-pib-per-capita-cubano/

    Infelizmente parece que o site foi desativado e eu não consegui encontrar uma cópia do artigo original em lugar nenhum.
    Este outro artigo em inglês trata essencialmente do mesmo assunto:
    www.miamiherald.com/news/nation-world/world/americas/cuba/article195681589.html

    Basicamente o governo cubano utiliza uma cotação de 1 peso para cada dólar para inflar artificialmente os números do pib.
  • Antonio Jose  04/09/2019 15:02
    Talvez as áreas mais problemáticas como Sul do Pará, norte de Mato Grosso, etc poderiam ser cedidos à iniciativa privada que lucraria com o manejo florestal mas a floresta é grande demais. Mas acham que seria possível conceder à iniciativa privada uma área gigante dessas, o custo de vigiar território tão grande para combater desmatamento ilegal ou garimpo ilegal tornaria o empreendimento viável? Na Suécia o manejo é mais fácil por ser florestas de pinheiros já na amazônia há uma quantidade enorme de espécies misturadas o que também dificulta o manejo sustentável.
  • Antonio Jose  04/09/2019 15:11
    Estava pensando e daria a seguinte proposta, proibir toda da venda de madeira exceto nas áreas privatizadas o que exporia a hipocrisia européia que importa grande quantidade de madeira, faria marketing para criar mercado para as frutas típicas da amazônia com o argumento de exploração sustentável e a natural atração pelo exotismo junto com o turismo ecológico.
  • ed  04/09/2019 15:59
    Já era, galera. Estão querendo fazer voltar a CPMF e mexer no teto de gastos. O último a sair apague a luz.
  • Kennedy C.  04/09/2019 18:01
    Eu espero muito que essa ideia de CPMF tenha apenas a finalidade política de "queimar gordura" caso o Guedes tente enviar uma reforma tributária ao Congresso.

    De qualquer forma, ainda bem que o Congresso/Rodrigo Maia já deu sinais de que rejeita essas duas ideias (Volta da CPMF e afrouxamento do teto de gastos).
  • L Fernando  04/09/2019 18:10
    Vocês precisam se informar mais de politica mesmo e não apenas ficar criticando o Guedes
    Não pense que é o Guedes que tem o poder de aumentar ou diminuir gastos
    O nosso congresso faz coisas que não imaginam
    por exemplo de ontem a noite votação
    Aprovaram que os politicos podem usar verba publica para cobrir gastos com advogados
    Que os partidos politicos podem usar verba publica pra compra de imóveis
    e por ai vai ..
  • Andre  04/09/2019 20:14
    Se o liberal czar da economia não tem poder para reduzir os gastos para isso aqui não virar Argentina e tudo depende do congresso gastador então deveríamos estar 1 ou 2 níveis abaixo do desespero.
  • BlackeagleBR  04/09/2019 19:00
    Nunca pensei que chegaria o dia em que Rodrigo Maia seria um "herói" ao barrar uma série de besteiras e aprovar medidas corretas...para ver que o Brasil não é para iniciantes mesmo...
    Em tempo: continuo tendo uma opinião extremamente negativa dele e de políticos em geral, mas tenho que admitir que me surpreendi com ele encabeçando a reforma da previdência e barrando CPMF...
  • L Fernando  04/09/2019 20:54
    Detalhe as besteiras e as medidas corretas do BOTAFOGO?
  • Assessor de deputado  04/09/2019 21:14
    O Presidente Rodrigo Maia faz o que faz não porque é bonzinho, mas sim porque é um homem de muita inteligencia e aberto ao diálogo, o Ministro Guedes explicou e demonstrou com precisão o estado de penúria das contas públicas brasileiras e que o Brasil correr real risco de virar Argentina. Os comentários são uma área de livre discussão onde as idéias são compartilhadas e discutidas, mas se quiserem mesmo ajudar o País no processo de reformulação econômica compartilhem ou mesmo escrevam artigos demonstrando e exaltando os acertos da atual administração, neste momento as críticas abertas mais contribuem para enfraquecer a base de apoio reformista. Tenham todos uma boa noite.
  • Felipe Lange  04/09/2019 21:52
    É porque o Rodrigo Maia é um PMDBista, não tem ideologia, não tem um projeto de poder totalitário como um petista. Ele só quer manter o seu poder sossegado. Talvez por medo de represália, então ele prefere barrar. O Temer não passou a PEC 241 por ser libertário, mas porque o país está em frangalhos, e ainda está.
  • Paulo  04/09/2019 17:27
    É preciso analisar os dados corretamente, no mato grosso não teve muitos incendios pq já quase não há mato lá. Então a média naturalmente cai com os anos. (Não tem como ser a mesma, se a quantidade de floresta cai com os anos)

    Em rondonia, ela sobre bruscamente mais para o fim do ano. Esta apenas no começo, então é cedo para tirar conclusões da média anual nesse estado.
    Amazonas, que tem muita floresta ainda, estava próximo do pico do governo lula;
    Nos estados onde ainda tem floresta, e o aumento não é mais para o fim do ano, os focos estavam próximos do maior pico. Tirando essas distorções, foi um dos piores anos.

    Outro fator. Não vejo como transformar florestas em propriedade privada não seja isso mesmo uma intervenção governamental para salvar florestas.
    Na teoria do homesteading , o primeiro que misturar trabalho na terra nunca trabalhada é o dono dela.
    Basicamente, os grileiros são os donos legitimos e o governo é o ladrão.
    Permitir que seja dono apenas se preservar floresta é uma reserva de mercado. Ou uma intervenção na propriedade privada.

    Pode ser superior a apenas ser uma terra publica, mas ainda é intervenção.

    Outro problema, ou uma falha de mercado, é as externalidades futuras que não são debitadas na propriedade presente.
    Se desmatar a amazonia só levar a custos elevados para outras propriedades daqui 300 anos, é bem improvável que os atuais desmatamento sejam impedidos.

    O mesmo podemos dizer das emissões de co2. O custo futuro é de prazo indeterminado, então, ninguém vivo vai querer cobrar o preço da externalidade negativa na sua propriedade.


  • Joaquim   04/09/2019 18:13
    "Na Finlândia, cujo PIB é fortemente dependente da indústria florestal, o ciclo de rotação do processo de corte é de 70 anos. Aqui temos ciclos de sete, oito anos" Abaixo alguns números sobre produtividade do pinus. m3/ha/ano

    Brasil (31,3 )
    Indonésia (18 )
    Austrália ( 16,2 )
    Chile ( 18 )
    Nova Zelândia (27,5 )
    Africa do Sul ( 22 )
    EUA (13,7 )
    Finlândia (2 )
    Suécia (3,5 )

  • Joaquim Westin Lemos  04/09/2019 18:40
    Na Finlândia, cujo PIB é fortemente dependente da indústria florestal, o ciclo de rotação do processo de corte é de 70 anos. Aqui temos ciclos de sete, oito anos" Abaixo alguns números sobre produtividade do pinus ( m3/ha/ano )
    BRASIL = 31,3
    INDONÉSIA= 18
    AUSTRÁLIA= 16
    NOVA ZELÂNDIA= 27,5
    EUA= 13,7
    FINLÂNDIA= 2
    SUÉCIA =3,5
  • Matheus Santiago  04/09/2019 19:31
    "Eis o segredo: a imensa maioria das florestas da Suécia se tornou propriedade privada. Elas têm donos e são administradas por entes privados. Consequentemente, são sustentavelmente cultivadas. (Óbvio: se o dono destruir a floresta de maneira inconsequente, ele não terá como ter novos lucros futuros. Logo, sua preservação é crucial).

    Somente 3% das florestas são propriedade do governo (outros 14% são geridos por uma empresa que tem o estado como seu principal acionista, sendo que ela é gerida como qualquer outro empreendimento em busca de lucro), e a maior parte delas está nas mãos do governo por terem sido classificadas como patrimônio nacional, estando localizadas em regiões montanhosas remotas e inacessíveis."

    A experiência sueca em uma reestruturação dos ativos públicos foi do ponto de vista administrativo, um sucesso. Uma delas é o caso da AssiDomän - um dos maiores grupos de papel e embalagens da Europa, com importantes participações em ativos florestais, transformando um conglomerado deficitário em uma indústria florestal focado.

    Entre 1992 a 1994, a empresa foi formado a partir de empreendimentos florestais pertencentes em termos históricos ao governo em Domänverket(agência estatal) e a produtora de papel e polpa Assi. A empresa foi parcialmente privatizada - a propriedade estatal permaneceu acima de 50% e o restante vendido aos investidores por meio do registro na Bolsa de Valores de Estocolmo, vindo a se tornar um dos maiores grupos da Europa, e um dos maiores proprietários mundiais de ativos florestais.

    Devido a sucessivos desempenhos fracos, uma nova diretoria foi formado em 1999, essa nova diretoria separou os ativos florestais, com o Estado sueco permutando participações nesses ativos por participações acionários em unidades operacionais da empresa. O setor de polpa e papel foram combinados com ativos semelhantes do conglomerado florestal sueco-finlândes StoraEnso na Billerud. A Billerud foi registrado na bolsa em 2001, o que possibilitou no final desse ano à Assidomän ajustar sua estrutura de capital em direção a uma holding exclusivamente florestal.

    O governo sueco então comprou o restante da Assidomän, como uma holding exclusivamente florestal, como parte da reestruturação da indústria florestal sueca, colocando todas os outros setores em sua subsidiária Sveaskog. Em 2011, a empresa encerrou o ano como uma das ações com melhor desempenho no mercado de ações.

    Depois de todas essas transações, a nação sueca como acionista, junto aos demais, acumulou uma taxa de retorno interno sobre seus investimentos em ações da empresa, ao longo do tempo em que a empresa esteve registrada na bolsa, superior a 15%. Hoje,a Sveaskog é a maior proprietária de terras florestais da Suécia, possuindo mais de 4 milhões de hectares(dos quais quase três quartos são produtivos), que correspondem a 15% do total do país.
  • Marcel  04/09/2019 21:43
    O aborto e a eutánasia correndo solto no ocidente, cristãos sendo degolados pela sua fé no oriente e os políticos e seus grupos esquerdistas em defesa da floresta Amazônica.
    Pode ser sintomas dos fins dos tempos...
  • Intruso  05/09/2019 12:57
    Não entendi o título da matéria "Por que proibir o Brasil de explorar suas florestas". Pelo que eu sei os proprietários de terra da região amazônica possuem o direito de explorar suas florestas da reserva legal mediante a aprovação de um plano de manejo no órgão ambiental de cada estado. Mesmo em florestas públicas como as Florestas Nacionais é permitido a exploração madeireira, desde que passado por um processo de licitação. Mesmo nos Estados fora da região amazônica é permitido a exploração da reserva legal.
  • Convidado  05/09/2019 15:16
    Ah, sim. Possuem tanto o direito de explorar, que bastou alguém colocar fogo em uma área já apropriada e o mundo inteiro veio pedir boicote ao Brasil. De fato, há muito direito de explorar...


    Dica: queimar floresta é explorar. E isso, como o mundo deixou claro, é proibido aos brasileiros.
  • Andre  05/09/2019 16:15
    Já dizia o Lula, no Brasil tem lei que pega e tem lei que não pega.
  • Intruso  05/09/2019 16:20
    Desmatar e queimar é destruir a floresta para uso alternativo do solo para pecuária ou lavoura. Explorar a floresta é cortar as árvores de maneira seletiva deixando a maioria das árvores em pé, permitindo que a floresta se recupere, e passado 30 anos comeca-se novamente outro ciclo de exploração.
  • Dane-se o estado  05/09/2019 19:24
    qualquer atividade humana que intervenha no ambiente é exploração. não existe diferença nenhuma em queimar e cortar. é exploração.
  • Estado o Defensor do Povo  06/09/2019 00:05
    Não sei que tipo de significado você dar para a palavra "explorar", mas aqui nesse artigo o sentido da palavra é literalmente fazer o que quiser, mesmo que o proprietário de terra destrua sua própria terra a deixando infértil por 1000 anos, ainda assim ele a está explorando, e é seu direito pois a terra é dele, o problema só residirá se ele acabar intervindo na terra de outra pessoa, fora isso tá tudo liberado.
  • Intruso  06/09/2019 14:33
    Desculpe, mas você não sabe o que está falando, leia mais sobre os serviços ambientais proporcionados pela existência das florestas, sobre a reciclagem das chuvas, fazendo com que a umidade da amazônia venha cair em forma de chuva nas regiões sudeste, sul e centro-oeste. Outra coisa sabe quanto tempo leva para formar um centímetro de solo: 250 anos. E a quantidade de plantas com potencial fitoterápico. Tudo isso tem um valor imenso, e sua falta irá prejudicar muita gente, pois nem nossos mananciais de água seriam reabastecido, a população das grandes regiões metropolitanas morreriam de sede e de fome também pois as lavouras não receberiam chuvas suficientes. Devemos como sociedade ter muita responsabilidade e ver que a propriedade particular tem que cumprir, sim, sua função social, pois ainda vivemos em sociedade.
  • Estado o Defensor do Povo  07/09/2019 00:59
    Esse papo furado de função social é só um termo que inventaram pros promotores de justiça jogarem um processo na tua cara por qualquer motivo, essa palavra não tem uma definição clara na constituição, logo os caras interpretam do jeito que eles querem.

    E volto a repetir, não interessa quanto tempo leva pra terra ser arada ou sei lá o quê, se ela tem dono, é direito do dono fazer o que quiser com ela, ponto, não é porque você não gosta que quer dizer que agora tu pode obrigar o cara a fazer o que tu quer, quem morreu e te deu o direito de mandar nos outros dessa forma? Se você discorda com o que o outro tá fazendo com a propriedade dele, então tente convencê-lo de que ele está errado, e que poderia fazer as coisas de maneira diferente, se ele lhe der ouvidos, ótimo, senão, paciência, apenas não se associe mais com a pessoa, e convença os outros a não se associarem com ela também, pronto, resolva as coisas pacificamente, o seu comentário agora é muito bom para persuadir as pessoas a cuidarem mais de suas terras, mas não agrida as pessoas que não concordarem contigo.

    Dito tudo isso, se você persistir em querer obrigar os donos de terra a seguirem o que você acha que é o certo, então amigo você não poderá mais contra-argumentar se alguém decidir mandar na sua vida também, aliás, venda tudo o que você tem e distribua o dinheiro para as pessoas carentes, afinal a sua casa e seus bens têm uma função social para cumprir certo?

    E também, a parte do proprietário de terra querer destruir sua própria terra é apenas um recurso argumentativo pra nós aqui do Mises nos fazermos entender o quanto respeitamos a ideia de propriedade privada, mas na prática os donos de terra não têm incentivos para tal, dificilmente alguém terá interesse em destruir as próprias coisas, mas se ocorrer, beleza, respeitamos a decisão.
  • Joaquim   05/09/2019 22:29
    CLIMA. O sol controla 99% do clima global. O sol tem períodos de maior atividade e períodos de menor atividade. Ciclos de 25 anos, 50 anos, 90 anos. No período de maior atividade o planeta esquenta, no período de menor atividade, o planeta esfria. Estamos no período de menor atividade. Durará até 2030 a 2045. Teremos invernos mais rigorosos principalmente no hemisfério norte. As outras determinantes (1%) são os oceanos, correntes de massa e energia, rotação e translação da terra.
    GÁS CARBÔNICO. O que sequestra CO2 adicional do ar são plantas em crescimento. Produção de biomassa. (pode ser árvore, milho, arroz, soja, etc ), até atingir a maturação. Quando atinge o equilíbrio, clímax, o CO2 que ela consome é o próprio CO2 produzido na respiração. Uma floresta nativa, no clímax, não sequestra CO2 adicional da atmosfera. Uma floresta plantada, lavoura de milho, soja, etc sequestra CO2 quando a cultura é renovada.
  • Skeptic  11/09/2019 00:14
    Falso, completamente falso!

    Se dependesse somente da influência do Sol o clima global estaria esfriando. Desde 1950 a atividade solar está diminuindo.
  • anônimo  15/10/2019 10:24
    E se dependesse do CO2, o planeta não estaria esfriando desde 2008.
  • Dane-se o estado  05/09/2019 23:02
    "mas é mais inteligente acreditar nas pessoas especializadas do que em leigos. "

    Não não é mais inteligente acreditar só porque são especialistas!

    "já que ambos negam o que a comunidade científica diz e são quase todos formados por pessoas não especializadas no assunto."

    Ciência não é baseado no que cientistas dizem, e sim no que eles apresentam como consistência lógica ao analisar indícios, variáveis e teorias e demonstrações. Os defensores do aquecimento global falharam em demonstrar tudo. E não observando na prática por uma questão lógica, só podemos deduzir que algo em suas premissas estão erradas.
  • eugenio  06/09/2019 13:18
    Se proibissem matar boi, ninguém mais criaria bois!

    Fiz um investimento há dez anos, plantei umas florestas; verificando varietais, praticamente tudo pode ser plantado e cortado e colhido, desde que feitos os registros de plantios, de modo facil em prefeituras, e então o "direito de árvore plantada", datas, locais, espécimes, podem ser cortadas e transportadas e vendidas sem problemas.

    Atualmente, árvores "nativas" de todas as especies, plantadas, documentadas podem ser cortadas!

    Antigamente não era assim e então não existem quase, pois quem se importaria em plantar para não colher. Mudaram as leis permitindo o plantio e corte, então inúmeras empresas estrangeiras tem florestas enormes, por causa da legislação que mudou.

    É um investimento de longo prazo, mais de dez anos porém de excelentes resultados, retornos fantásticos, investimento não necessita maquinário complexo, e deslanchou por causa da legislação.

    Ninguém vai depredar floresta particular, isso funciona, se a Amazônia fosse inteligentemente explorada ninguém estaria preocupado.

    Noticias fakes são em função de interesses estrangeiros não de hoje.

    Os franceses são os maiores predadores de florestas do mundo, em todo o mundo, acharam o momento oportuno para tentar invadir e "carnear" as florestas do brasil.

    Franceses já foram corridos e expulsos do Brasil varias vezes e continuam tentando.

    Em todo o mundo não tem povo mais predador de florestas para explorar madeira que o francês.
    -----------------------------------------------------------------
    Obs.:

    Acredito que a bandeira do Brasil nunca será vermelha .

    Nem a Amazônia será argentina, como até o papa quer!

    Esta história de bolivarianismo era para se adonarem do Brasil.

    O papa, um argentino acampado no vaticano, resolveu liderar piratas do mundo todo para reunião de divisão da Amazônia, chama de sínodo, um farsante, que vá cuidar dos padres comedores de criancinhas, uma vergonha mundial.
  • INICIANTE NO IMB  08/09/2019 06:10
    Desculpe fugir do tema:

    Certa vez vi aqui no IMB um comentário sobre o mito de que o investimento em educação é a saída para o desenvolvimento do Brasil. O comentário logo foi respondido revelando que, educação é importante, porém mais ainda é a liberdade econômica com baixa tributação/regulação governos pequenos e pouco intervencionismo como caminho para o desenvolvimento/prosperidade. Inclusive citaram países que no passado pela liberdade econômica se desenvolveram com grande parte da população ainda analfabeta.

    Alguém poderia me indica onde está o comentário em questão?? Ou ainda comentar o assunto, indicar artigos, etc?
  • Vladimir  08/09/2019 15:56
  • Skeptic  11/09/2019 00:18
    O erro é gerado por confundirem causa e efeito. Existe uma enorme diferença entre dizer que países ricos investem mais em educação e dizer que países que investem mais em educação ficam ricos. Evidente que ter uma classe trabalhara melhor instruída e mais produtiva gera mais riqueza, mas não é o único fator e nem o principal.
  • Joaquim  08/09/2019 12:17
    MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO. De que forma podemos aumentar a matéria orgânica no solo. Uma alternativa é trazer material orgânico para o local. Isto tem custo. A outra alternativa é aumentar a matéria orgânica com a própria cultura, do local. Através do sequestro de gás carbônico CO2 da atmosfera pela fotossíntese fazendo biomassa para crescimento das plantas. Após a colheita, ficam no solo restos da cultura, que são os resíduos da parte aérea. Além do sistema radicular que é renovado periodicamente. Isto se repete a cada ciclo da cultura. No caso da cana, a cada 1 ano. No caso do eucalipto a cada 7 anos. A agricultura, ou florestas plantadas contribuem para a construção de ambientes produtivos. Riqueza para as gerações futuras.
    A mata nativa tem um estoque de carbono, na biomassa (parte acima do solo e raízes ). No caso da mata nativa, não há acréscimo da biomassa, pois a mata está no seu equilíbrio. São 6 milhões de anos e não existe acréscimo de matéria orgânica no solo também. Por isso o solo da Amazônia é pobre. A biomassa (parte aérea) da mata nativa é em média 200 t/ha. E a alteração da matéria orgânica no solo é mínima pois não há renovação das raízes da plantação. O sistema está em equilíbrio. Isso há 6 milhões de anos. E continuará ad eterno.
    A biomassa de uma cultura de milho é 31 t/ha/ano. (13 t de grãos e 18 t de palha). São 18 toneladas por hectare de palha que ficam no solo mais o sistema radicular velho, cerca de 3 t/ha/ano, que é renovado. Anualmente.
  • Thomas  10/09/2019 00:34
    Você vive em uma rocha colossal no meio do vácuo do Universo. Essa rocha possui as condições certas para abrigar a vida, que levou milhões de anos para desenvolver um ecossistema.

    Esse Ecossistema, assim como sistema econômico, possui causalidade. Quanto mais você meche nele, maior o caos e pior ele funciona.

    Agora ligue os pontos amigo: sem ecossistema o planeta em que você vive é incapaz de sustentar qualquer forma de vida, incluindo a sua própria. Haver vida humana é o primeiro pré-requisito para qualquer coisa, incluindo para a sua área de expertise, a Economia.

    Logo, a picuinha política que o senhor e outros economistas, acompanhados por mim há alguns anos, possuem em relação ao meio ambiente e a conservação do mesmo, não passa de pura pirraça, ego e pequenez mental.

    É preciso encontrar um ponto de equilíbrio para que a vida humana continue prosperando. Destruir deliberadamente o único ecossistema que capaz de abrigar a vida humana no UNIVERSO conhecido, não é só burrice de suas partes, é também um suicídio civilizacional.
  • Skeptic  11/09/2019 00:20
    Quem está defendendo tal coisa aqui?
  • Skeptic  10/09/2019 23:50
    Acabei de verificar os dados e sim, as queimadas no estado de Amazonas foram recordes, apenas perdem para 2005, considerado um ano de desastre. O Pirulla fez um vídeo recente sobre isso, e não poupou críticas ao PT em relação ao ano de 2005, considerado um ponto fora da curva.

    Do ponto de vista libertário, um proprietário poderia desmatar área de preservação ambiental, correto? Mas do ponto de vista ambiental isso pode ser desastroso e gerar vários efeitos indesejados. Como conciliar as duas coisas?

    Os dados: www.globalfiredata.org/forecast.html#amazonas

  • Vinícius  11/09/2019 01:15
    E daí? Você linkou apenas o gráfico que mostra os focos de incêndio no estado do Amazonas, e ignorou todos os outros gráficos que mostram que os focos de incêndio nas outras regiões da floresta amazônica estão bem abaixo da média.

    Qual o seu ponto?
  • Skeptic  13/09/2019 14:35
    O ponto é só esse mesmo, as queimadas na região amazônica estão realmente altas demais para os dados mais recentes. Considere também que no ano que vem, os dados de 2005 serão ignorados estatisticamente pois as análises se concentram num período de 15 anos. Até agora, o ano de 2019 está batendo todos os outros anos, exceto 2005.
    A região amazônica é o foco principal da discussão. Ambientalistas (cientistas) também estão alertando para o forte desmatamento na região da caatinga.
    Não estou argumentado nada ideologicamente, só analisando os dados. Não se combate o ecoterrorismo sendo um ecoterrorista ao avesso, também não se ignora dados.
    Agora a análise ideológica: o governo não sabe preservar áreas ambientais, que achem uma solução racional para o problema se baseado em lógica econômica.
  • anônimo  15/10/2019 10:19
    Mais um imbecil que acredita em papinho ambientalista.

    Daqui 2 anos os dados vão estar mais claros e vou voltar aqui pra dar risada da sua cara de otário.
  • Duda Teixeira  13/09/2019 14:51
    O ambientalista atômico e a histeria com a Amazônia

    Duda Teixeira entrevistou para a Crusoé o ambientalista Michael Shellenberger que bate de frente com o Greenpeace e assemelhados.

    Ao ser perguntado sobre a reação às queimadas na Amazônica, ele disse o seguinte:

    "Foi exagerada a repercussão internacional sobre as queimadas na Amazônia?

    Nas últimas semanas, todo mundo estava um pouco maníaco, irracional, louco. Muito da reação da imprensa americana foi porque entre 75% e 90% dos jornais odeiam Bolsonaro. Não gostam dele assim como não gostam do presidente Donald Trump. Mas a histeria passou. Chegou o momento de as pessoas que realmente se importam com a Amazônia terem uma discussão madura sobre o assunto."

    E ainda:

    "Estrangeiros, em geral, enxergam a Amazônia de uma maneira equivocada?

    Para muita gente, incluindo muitos brasileiros, a Amazônia é um lugar mítico. Como se trata de uma área muito extensa e que em grande parte não foi explorada, a floresta acabou se tornando uma tela gigantesca em que as pessoas projetam seus medos e suas esperanças. E a imagem mais comum é a do Jardim do Éden. Muitos repórteres que têm escrito sobre a Amazônia são jovens. Estão nos seus 20 e poucos anos. É gente de classe média alta, com boa formação escolar.

    Nas últimas semanas, eles escutaram pela primeira vez que a Amazônia estava pegando fogo. Sem muita informação anterior, eles entenderam isso como uma violação da ordem natural, do Jardim de Éden, de tudo o que há de bom no mundo. Eles olharam para as fotos no Instagram do Leonardo DiCaprio e da Madonna e acreditaram que a floresta estava pegando fogo por causa dos homens maus. Não percebem que a Amazônia é o lar de 30 milhões de pessoas, dos quais muitos estão simplesmente tentando sobreviver. Só conseguem entender que tem gente má fazendo coisa ruim."

    crusoe.com.br/edicoes/72/o-ambientalista-atomico/
  • Manauara  15/10/2019 10:16
    Vocês sabiam que 85% das estradas suecas são privadas?


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.