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A reforma agrária na África do Sul: o socialismo com outro nome
Como prometido pelo governo, começaram os confiscos de terra

Ainda no início deste ano, o governo da África do Sul prometeu implantar um programa de reforma agrária baseado no confisco direto de terras, um projeto originalmente criado por Nelson Mandela.

E já está cumprindo a promessa.

O jornal britânico Express relata que o governo sul-africano começou efetivamente a confiscar terras agrícolas no país após "fracassar" nas negociações com os proprietários.

No dia 31 de julho, o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, que havia acabado de ser eleito em fevereiro, confirmou que seu partido Congresso Nacional Africano (CNA) aprovaria uma emenda à constituição do país para permitir o confisco de terras em posse de proprietários brancos sem qualquer restituição. A emenda visa a permitir a distribuição de terra para os agricultores negros do país que estão muito descontentes com a demora da reforma agrária.

O senhor Ramaphosa alegou que a nova emenda era destinada a "delinear mais claramente as condições sob as quais a expropriação de terras sem compensação poderia ser efetuada".

Semana passada, o presidente do partido CNA, Gwede Mantashe, gerou pânico na comunidade agrária ao dizer que qualquer fazendeiro proprietário de mais de 25.000 acres de terra teria sua propriedade confiscada sem indenização.

O governo da África do Sul já começou a confiscar terras de agricultores brancos. O alvo mais recente foram dois proprietários de terras de animais selvagens na província de Limpopo, ao norte do país. O confisco ocorreu após as negociações com os proprietários — Akkerland Boerdery — chegaram a um impasse causado por uma enorme diferença no valor estimado para a indenização.

Tecnicamente, o programa de confisco parece mirar proprietários de terras com base no tamanho de suas posses, e não, estritamente falando, com base em sua raça. Na prática, no entanto, o que vem ocorrendo é que os proprietários de terra que estão sofrendo confiscos são majoritariamente "brancos".

Vários políticos da África do Sul, tanto do governo quanto da oposição, já explicitaram que o objetivo da emenda apresentada é exatamente este: fazer com que os agricultores brancos, descendentes de famílias holandesas donas de terras há mais de 400 anos, tenham suas propriedades confiscadas sem receber nenhum tipo de compensação.

Portanto, tal política sempre teve um explícito componente racial.

Donald Trump foi ao Twitter dizer que havia ordenado ao Departamento de Estado americano analisar a questão dos confiscos de terras em posse de "agricultores brancos".

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Por causa desta expressão, Trump foi duramente criticado pelo partido que está no poder na África do Sul por invocar a questão racial. Só que o componente racial da controvérsia é evidente.

Afinal, além de os próprios políticos sul-africanos admitirem isso em entrevistas, o canal estatal francês France24 afirmou diretamente, e sem rodeios, que a política "busca corrigir o legado de décadas de domínio de uma minoria branca, a qual despojou os negros de suas terras".

Socialismo é socialismo

É fácil, no entanto, alardear e enfatizar o componente racial.

Embora a animosidade racial e o desejo de reparação por crimes passados que "despojaram os negros de suas terras" pareçam ser o que motiva o atual regime, o fato é que confiscos de terra também são, do ponto de vista do governo, uma boa política.

Traduzindo: os confiscos podem estar sendo motivados simplesmente por um cínico desejo de premiar a base política do governo com "coisas grátis". Trata-se da velha política de distribuição de benesses para fins eleitorais. Ademais, proprietários de terra — os prejudicados — representam apenas uma ínfima porcentagem dos eleitores da África do Sul.

E é exatamente por isso que é importante não se concentrar apenas no aspecto racial da reforma agrária e, em vez disso, ver a medida pelo que ela realmente é: apenas mais uma política comum e rotineira voltada a expropriar a propriedade privada de um grupo para repassar a outro grupo.

Neste quesito, os confiscos de terra sul-africanos não se diferem fundamentalmente em nada de todos os outros episódios nos quais o estado confiscou terras, indústrias, lojas, residências e empresas em qualquer outra região do mundo.

No século passado, regimes de inspiração marxista confiscaram terras e propriedades agrárias baseando-se na ideia de que os proprietários eram excessivamente "burgueses" ou inimigos da "revolução". Isso também é o que vem ocorrendo na Venezuela nos últimos anos, em que empresas, terras, comércios e indústrias estão sendo confiscados dos "traidores da classe".

Ainda mais importante: tanto a motivação alegada pelo governo quanto a verdadeira motivação não importam quando analisamos os efeitos de qualquer tipo de confisco de terra e expropriação da propriedade privada.

Independentemente da motivação, o confisco estatal da propriedade gera consequências negativas sobre a economia, as quais podem ser desastrosas.

Ainda mais importante, confiscos de propriedade causam o grave problema da "incerteza gerada pelo regime" (um termo criado pelo economista Robert Higgs). Neste cenário, as incertezas quanto ao status jurídico e político da propriedade podem levar a significativos declínios no investimento e na produção. Em outras palavras, se os donos de propriedade não estão seguros e não sabem se sua propriedade será respeitada ou confiscada, eles não irão investir na propriedade e nem mesmo fazer manutenções de rotina. Para que investir em algo que pode ser confiscado amanhã?

Consequentemente, a incerteza gerada pelo regime leva à suspensão dos investimentos e à destruição do capital imobilizado graças a uma falta de investimentos e gastos em manutenção.

Isso já está acontecendo na África do Sul. De acordo com o jornal Express:

Um número recorde de fazendeiros sul-africanos brancos já colocou suas terras à venda em meio a temores de que o governo está considerando confiscar propriedades maiores que 25.000 acres.

Os proprietários estão, essencialmente, planejando seu êxodo da economia sul-africana, uma atitude perfeitamente compreensível. No entanto, há um problema: será muito difícil eles encontrarem compradores. Afinal, qual investidor — um com reais meios para comprar e manter as propriedades — irá comprar essas terras sob as atuais circunstâncias? No mínimo, alguém só irá comprar se for a um preço drasticamente reduzido.

E dado que ainda é bastante incerto quão abrangentes ou quão hostis serão os confiscos, a maioria dos potenciais compradores irá esperar para ver como as coisas irão se desenrolar antes de investir qualquer dólar no setor agrário da África do Sul.

E isso, como enfatizou Robert Higgs em seu trabalho sobre o assunto, é um dos aspectos centrais da incerteza gerada pelo regime: ela estimula investidores e proprietários a segurar e retardar investimentos, até que a incerteza diminua. Neste ínterim, os salários caem, os proprietários deixam de fazer manutenção nas máquinas e ferramentas, o capital se torna decrépito, e toda a economia entra em declínio. Escreve Higgs:

O investimento privado é a mais importante força-motriz do progresso econômico. Empreendedores precisam de novas estruturas, de novos equipamentos e de toda a uma cadeia de produção bem azeitada para produzir novos produtos, para produzir produtos já existentes a custos baixos, e para aplicar novas tecnologias em maquinários, estruturas, instalações e em outros aspectos da atual estrutura de capital existente.

Quando a taxa de investimento privado declina, a taxa de crescimento da renda real per capita desacelera. E quando o investimento privado cai rápida e substantivamente, uma recessão ou depressão pode ocorrer.

Um efeito mais amplo neste caso pode também ser o de que muitos dos residentes mais experientes, capacitados e ricos em capital irão abandonar a África do Sul, levando consigo todo o seu know-how (conhecimento, técnica, experiência).

 O governo sul-africano provavelmente irá — como o estado sempre faz — tentar dificultar e impedir que esses emigrantes levem seu capital com eles. Tal obstrução será relativamente fácil para o caso daqueles proprietários cuja riqueza está imobilizada na terra. Já os investidores estrangeiros, por outro lado, não terão este problema. Será relativamente fácil para os investidores estrangeiros tirar sua riqueza da África do Sul em decorrência das expropriações. Esse investimento pode nunca mais retornar.

Portanto, ao passo que os confiscos podem trazer alguns ganhos políticos para o partido que está no poder — sendo, portanto, positivos no aspecto político —, o fato indelével é que tal medida é economicamente insensata, sendo, portanto, negativa no aspecto econômico. No final, é apenas o mesmo tipo de medida que foi implantada na Venezuela ao longo dos últimos anos. Os efeitos — proporcionais ao tamanho do confisco que será efetuado — serão os mesmos.

E, talvez, essa questão da "proporcionalidade" seja exatamente a aposta do regime. Mesmo que o governo sul-africano entenda todas as implicações econômicas da expropriação, o regime também sabe que a agricultura representa uma fatia relativamente pequena da economia da África do Sul. Menos de 3% do PIB do país é representado pela agricultura.

O regime pode, portanto, estar fiado na esperança de que é possível escapar relativamente ileso: ele sabe que pode estar destruindo o investimento neste setor, mas aposta que a destruição econômica resultante será bastante limitada.

E, ademais, se a economia sul-africana sofrer — como já está sofrendo em decorrência de uma variedade de outros fatores —, o regime sempre pode recorrer ao velho truque de culpar algum outro grupo pelo problema, como os capitalistas estrangeiros, os imperialistas ou os "nativos reacionários e entreguistas".

Economicamente falando, no entanto, há a certeza de que, caso as expropriações continuem, as terras (tanto as confiscadas quanto as ainda mantidas) deixarão de ser usadas, os empregados destas terras ficarão sem trabalho, e a incerteza gerada pelo regime levará a um declínio geral nos investimentos tanto domésticos quanto estrangeiros.

No final, a real motivação para esta medida que visa ao confisco da propriedade privada é totalmente secundária. O que realmente interessa são suas consequências econômicas.



autor

Ryan McMaken
é o editor do Mises Institute americano.


  • Guilherme  27/08/2018 16:45
    Ora, nada mais do que a boa e velha democracia em ação. A maioria dos eleitores pede uma coisa, o governo faz. Exatamente como manda a democracia.

    E é por isso que defensores da democracia são seres imorais (ainda que meros inocentes úteis). Eles defendem um arranjo que, em sua essência, estimula o roubo e o parasitismo, desde que defendido por uma ínfima maioria.

    A propriedade de ninguém está segura sob a democracia, como Hans Hoppe nunca cansou de explicar.

    Aliás, outra país que leva a democracia ao pé da letra é a Venezuela: lá, o povo manda (expropriar e redistribuir) e o governo obedece. Como consequência, todos vão procurar abrigo em Roraima. Bem feito.

    Ah, e não se iludam: isso vai chegar aqui também. Vai demorar um pouco (antes é preciso convencer 51% da população votante), mas é só questão de tempo.
  • Alfredo  27/08/2018 16:50
    É por isso que eu sempre falei aqui: embora pareça ironia, Lula e Mercadante estavam corretos quando disseram que "Na Venezuela, há democracia até demais". E há mesmo.

    A Venezuela é um dos países em que a democracia é exercida no seu sentido mais pleno.

    Lá, a maioria de 51% exige e leva a propriedade dos outros 49%. Exatamente o que preconiza a democracia: a pilhagem alheia de acordo com as demandas da maioria.

    Lá, o desejo espoliador da pequena maioria é atendido pelo governo.

    Lá, basta a pequena maioria demandar, e o governo faz. Confiscos de renda, expropriação de terra, congelamento de preços e censura. Tudo democraticamente exigido pela pequena maioria da população e prontamente acatado pelo governo. Elas mandam, o governo obedece. E a minoria se estrepa. Democracia em sua plenitude.
  • Pobre Mineiro  27/08/2018 16:55
    Hugo Chavéz fez o uso de vários referendos e plebiscitos, foi maciçamente aprovado em todos.

    Até a constituição Venezuelana ele conseguiu modificar, sendo aprovado pela maioria do povo.

    Nada mais democrático.

    Hitler e Mussolini foram outros que ganharam muito com a democracia.

    Não tem jeito; democracia é ditadura, a ditadura da maioria, ou uma ditadura politicamente correta.

    Não faz o menor sentido lógico ser contra ditaduras defendendo democracia.
  • Luciano viana  27/08/2018 19:40
    Se a.maioria decide por um ato imoral em assembleia, isso quer dizer que foi democratico e amoral ao mesmo tempo. Etica e democracia nao sao as mesmas coisas.
  • Gustavo A.  27/08/2018 18:50
    Único modo da democracia ter uma pequena chance de sucesso é com uma constituição que determine proteção à propriedade, vida e liberdade; com estado descentralizado e poder limitado. Sem possibilidade de alteração ou emenda à constituição, com porcentagem mínima alta para aprovação de qualquer lei federal.

    Ainda assim existiriam falhas.
  • DeusOdeia  30/08/2018 00:35
    Verdade, amigo. Quando Lenin chegou ao poder foi democraticamente eleito mesmo, a história mostra isso. Confia na história amigo, foram os mesmos democratas soviéticos, que eram a maioria depois da guerra civil russa.
  • Mercado Negro  27/08/2018 16:46
    Quanto alarde, basta vender lotes menores das terras para laranjas negros e evitar as desapropriações, não é a solução perfeita, mas para um país africano, semi socialista e com um povinho pré brasileiro é o que dá pra fazer.
    Eu sempre estarei presente quando as coisas ficarem difíceis.
  • Régis  27/08/2018 16:49
    Haha, boa ironia. Mas, só de curiosidade: como é que os "laranjas negros" vão comprar toda a terra? Sim, pois, afinal, para você proteger toda a sua terra, você terá de "vender" toda ela para "laranjas negros", ainda que fatiada. Como eles vão pagar? Mais ainda, por que aceitariam pagar se o governo está prometendo que eles vão ganhar de graça? Só se eles fossem muito otários.
  • Mercado Negro  27/08/2018 17:06
    "Haha, boa ironia." Obrigado.

    "Como eles vão pagar?" Com empréstimos de uma offshore do próprio dono original da terra, é assim que estelionatários escondem e protegem seus patrimônios.

    "por que aceitariam pagar se o governo está prometendo que eles vão ganhar de graça?" São dezenas de raças de negros, muitas inimigas entre si e sem simpatia alguma pelo ANC, aceitariam de bom grado umas migalhas para ferrar com os amigos do partido.
  • ed  27/08/2018 16:58
    Ok, é possível evitar confisco até certo ponto mas e daí? O artigo em momento algum fala que todas as terras em posse de brancos serão confiscadas e que será impossível evitar.

    O que o artigo fala é que esses confiscos geram enormes incertezas reduzindo os investimentos.
  • Pensador Puritano  27/08/2018 16:51
    Bastiat sempre certeiro,"O que se vê e o que não se vê na economia".Esses esquerdopatas covardes vão expropriar terras e redistribuir abandonando os camponeses a própria sorte,enfim só sabem fazer"caridade com chapéu alheio".Uns merdas enganadores,cujas boa-vontade já estou farto de saber e dispensar.
  • Capital Imoral  27/08/2018 16:52
    Eleições, Lula livre e a volta do obscurantismo religioso

    Como vocês devem ter percebido, eu estive um tempo longe deste instituto, mas não porque resolvi investir meu tempo em algo mais produtivo, eu apenas percebi que precisava um tempo longe de toda essa mentira que o neoliberalismo promove, algo que, aliás, se intensificou bastante nessas eleições. Agora que recuperei minhas forças posso voltar a falar sobre política, defender a verdade, e lutar contra o retrocesso mental proposto pelo livre mercado.

    Essas eleições são as piores da história do Brasil, eu poderia dedicar este artigo para falar sobre os "90 tons de Temer" como afirmou meu irmão e camarada, Guilherme Boulos. Também poderia falar sobre a mistura de banqueiros, engomadinhos e militares, que pela primeira vez falam abertamente sobre redução do Estado e liberalismo (sim! isso é assustador). Mas algo ainda mais assustador está acontecendo nessas eleições: o candidato do povo, dos pobres, simplesmente não está concorrendo mesmo havendo a permissão da ONU.

    A ONU decidiu que Lula, não somente é um preso político, uma Mariele encarcerada, mas que também pode concorrer às eleições. Até quando o Brasil estará preso a esse obscurantismo conservador que ronda a mentalidade nacional e nos faz ignorar a voz da razão? Você ainda não percebeu que a ONU é uma pedra de toque? que é uma segunda igreja dos homens racionais e que sua bíblia (Declaração dos direitos humanos) é uma liturgia que deve ser rezada diariamente pelos indivíduos e suas famílix?
    Eu fico enojado com a ignorância desse povo medíocre e religioso que ignora a voz da razão.

    Por falar em povo religioso, pela primeira vez em nossa história estamos colocando para concorrer às eleições alguém que pensa que o Brasil é um grande culto, em que se você berrar na televisão, será o suficiente para que todo mundo possa te obedecer igual cordeirinho. Cabo Daciolo é um cavalo, um burro que pensa o Brasil é uma grande culto evangélico. A coisa é tão bizarra, que por pouco não-lhe-dá aquela tremedeira e ele começa a falar em línguas no próprio debate. Vamos colocar um copo de água em cima da televisão e pedir para ele abençoar também. Fico até imaginando em um futuro debate: - Como o senhor pretende resolver os problemas na educação, candidato?; - O problema da educação é que precisamos de mais amor, pois o amor "Rabalabaxuria aaaaa Xereberéé Rááááá", para glória do senhor.; - Obrigado, candidato. Esse é o nível do debate brasileiro, viramos um grande culto evangélico no qual Helio beltrião fica rodopiando.

    O que vem acontecendo no Brasil e no mundo é muito sério. Estamos aos poucos renegando valores que o iluminismo nos proporcionou. Caso você não saiba, foi o iluminismo que construiu o ocidente e posteriormente permitiu a criação da ONU e sua liturgia. Aos poucos estamos entrando no obscurantismo religioso e tudo que fez a humanidade evoluir, como comunismo, ideologia de gênero, New age etc, está sendo colocado na lata de lixo.

    E vem aquele escroto do Cabo Daciolo falar que queremos uma "URSAL". Não meu amigo, não queremos apenas uma URSAL, queremos uma MUNDAL. Que o mundo todo seja socialista e que todos seres humanos rezem diariamente a cartilha do Deus da razão. "pela honra e glória de nosso senhor Marx".

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • Arthur  27/08/2018 17:02
    Pô, estava com saudades de você, nobre Capital Imoral. Some mais não. Preciso das suas doses diárias de humor sarcástico (e inteligente).
  • Gustavo A.  27/08/2018 18:53
    O editor estava de férias e o capital imoral sumido... Tire suas conclusões...



    #pas
  • Leandro  27/08/2018 19:19
    Só que o primeiro esteve de férias por apenas uma semana. Refaça suas conclusões. :)


    P.S.: eu até gosto do Capital Imoral, mas pessoalmente preferia o Típico Filósofo. O Capital Imoral alterna altos e baixos, ao passo que o Típico Filósofo era muito mais consistente. E este sim está bem sumido.
  • Libertário Austríaco  27/08/2018 22:31
    Prezado Leandro,

    Você poderia nos dar mais informações sobre a bolha dos títulos estatais e a iminente crise econômica mundial? Até mesmo escrever um artigo sobre isso?
  • Leandro  28/08/2018 14:17
    Não creio que haja muito mais a ser acrescentado a tudo o que já foi dito.

    As políticas de QE reduziram enormemente os juros de longo prazo. Em alguns países europeus, chegaram a ficar negativos. Há muitos fundos de investimento aplicados nestes títulos -- mesmo porque, tendo de gerenciar trilhões em dinheiro eletrônico, eles precisam aportar esse dinheiro em algum lugar. Títulos públicos de países estáveis são os preferidos.

    Sendo assim, caso haja algum evento futuro que leve a uma forte elevação dos juros destes títulos de longo prazo, as pessoas, os fundos e os bancos investidos neles terão enormes perdas contábeis. Quanto maiores forem essas perdas contábeis maior será a retração do crédito, do investimento e do consumo.

    Sabendo disso, os Bancos Centrais farão de tudo para impedir que haja essa forte elevação dos juros de longo prazo. Até o momento, estão conseguindo. A conferir.
  • Demolidor  28/08/2018 15:40
    Olá Leandro,

    não me parece hoje que tais perdas contábeis gerariam um grande impacto, haja vista que os grandes players do mercado de títulos negativos europeus hoje são os próprios bancos centrais. A coisa está tão maluca que até algumas empresas têm conseguido vender bonds com juros negativos (e ampliar sua participação no mercado).

    Bancos centrais guardando títulos muito desvalorizados ou revendedo-os com perdas (o que, na prática, tornariam os juros positivos para quem comprou) não são um problema já que eles são os donos das impressoras.

    Está correto meu raciocínio?

    Pelo menos o banco central suíço, também rodando a impressora, tem comprado ações americanas.
  • Libertário Austríaco  28/08/2018 18:47
    Muito obrigado pela resposta, Leandro!
  • Branquinho do Pastoreio   27/08/2018 16:57
    Fora toda a questão de prejuízos econômicos que ocorrerão...essa questão RACIAL no meio é muito grave, amigos.

    Apartheid parte 2 : O RETORNO [Tenha MEDO]


  • Agropecuarista  27/08/2018 17:06
    Qualquer um que tentar me expulsar da minha própria terra vai conseguir (caso tenha êxito) água envenenada, terra estéril, e todo o resto queimado. Ah, e tal invasor nunca mais estará seguro lá.
  • Humberto  27/08/2018 17:12
    Também pensei nisso. Se eu fosse um agro sul-africano e estivesse sob ameaça iria recorrer a algum tipo de contra-ofensiva biológica. Sei lá, criar pragas animais (e sub-humanas), envenenar tudo o que estivesse dentro de minha propriedade e até mesmo instalar minas. É igual em Atlas Shrugged: "Querem minha terra? Fiquem com ela (toda queimada e destruída)".
  • JM  13/09/2019 13:24
    Eu salgaria toda a terra. Bastava pra ali não crescer mais nada.
  • Vladimir  27/08/2018 17:14
    Nenhuma economia consegue funcionar e prosperar sem direitos de propriedade bem definidos e com leis bagunçadas e arbitrárias. Direito de propriedade e arcabouço jurídico sólido e estável são as bases para qualquer investimento e assunção de risco.
  • anônimo  27/08/2018 17:19
    Certo. Mas é fato tambem que nenhuma sociedade (muito menos uma economia) pode funcionar sem harmonia social e racial. A África do Sul não tem nenhuma.

    No Brasil, por incrível que pareça, ainda há, muito embora a esquerda esteja trabalhando duramente para acabar com ela (a esquerda sempre prospera em ambiente fecal).
  • Demolidor  27/08/2018 23:42
    Pois é. É um conjunto de condições que faz com que as economias se tornem prósperas.

    Não conheço a região sob os dois francos africanos (ocidental e central), moedas transnacionais vigentes em 12 países e que são bem fortes, com grande estabilidade, mas arrisco a dizer que o problema lá é de confiança, por conta do baixo respeito à propriedade privada e à corrupção.

    Basta ver que não só o marxismo é extremamente popular e comum na África subsaariana, como saíram há apenas 15 anos do que se chamou de Guerra Mundial Africana, algo que ainda traz instabilidade até hoje (República Centro Africana, por exemplo, um dos países onde circula o CFA central, teve uma guerra civil de 2012-14).

    Mesmo assim, os números econômicos dos países sob os francos CFA parecem melhores do que aqueles de outros países da região.

    Alguém teria maior conhecimento sobre a região?
  • Adriano  27/08/2018 17:33
    Mais uma nação caminhando rumo ao inferno socialista. Depois reclamam que o mármore do inferno está muito quente.
  • Pimenta  27/08/2018 18:44
    Eis uma história resumida da África do Sul que vi um anônimo compartilhando na internet (em inglês). Traduzi e salvei.

    1. A terra em que hoje se situa a África do Sul era quase desabitada.

    2. Uma pequena tribo Khoisan vivia lá.

    3. Os holandeses e ingleses aparecem e ocupam terras em que ninguém vivia, pois os negros não dominavam a agricultura e não conseguiam ficar ali nos invernos. E os brancos queriam estabelecer ali um porto para comercializarem e continuar navegando pelo mundo. Tudo isso antes de os EUA serem fundados.

    4. Após alguns conflitos inevitáveis, os brancos se enturmam e passam a viver bem com os Khoisans.

    5. Um país de primeiro mundo é construído.

    6. Enquanto isso, os Bantus estão praticando genocídios, dizimando e se expandindo ao longo de todo o continente africano.

    7. Eles começam a sair do norte e se expandir em direção à África do Sul branca, pois os brancos construíam coisas. Os Bantus queriam comida, uma "vida melhor" e colonizar mais pedaços do continente.

    8. Os Bantus têm 8 filhos cada um e, com isso, são muito mais numerosos que os Khoisans.

    9. Os brancos agora passam a viver completamente segregados, afastando-se até mesmo dos negros com os quais se davam bem (Khoisans), porque querem preservar seus valores, sua cultura e seu estilo de vida, além de se proteger da escalada da violência e da negação dos direitos.

    10. Os judeus criam o partido comunista CNA (citado no artigo acima), com o apoio da URSS.

    11. Estoura a guerra civil entre brancos e negros. Após décadas, o comunista CNA assume o controle.

    12. O CNA implementa uma forma radical de ação afirmativa para os negros, e suas políticas comunistas destroem a indústria e o sistema educacional do país.

    13. Atualmente, os Bantus (no controle do governo) vivem gritando "meus ancestrais eram os donos dessa terra e os malditos brancos roubaram!".

    14. Consequentemente, os Bantus querem matar os brancos e confiscar suas terras.


    Os Khoisans foram praticamente exterminados pelos bantus e por outras milícias do Congo. Os Boers acabaram com isso. Brancos e Khosians passaram a se dar bem em decorrência disso. E os descendentesd
    dos Khosians que lá estavam antes de tudo (mas que pouco fizeram na construção daquilo que hoje é a África do Sul) não só não estão recebendo nada, como também estão sendo ferrados junto com os brancos.
  • Pobre Paulista  27/08/2018 23:55
    Muito bom o resumo, obrigado por compartilhar.
  • João Carlos Carvalho   28/08/2018 04:51
    Pimenta ,você está certo ! Os Khoisans ou Hotentotes eram os habitantes originais das terras onde é a África do Sul ! As tribos Bantus foram invasoras e praticaram um baita genocídio nos primitivos habitantes !
  • João Carlos Carvalho   28/08/2018 04:57
    Com esse confisco de terras na África do Sul ,acabará a produção agrícola naquele belo país que eu conheço bem ! Todos irão passar fome como no vizinho Zimbabwe ,que já foi um dos maiores exportadores de alimentos da África no passado !
  • José R.C.Monteiro  29/08/2018 20:47
    Excelente!
  • Martin Luther King  27/08/2018 18:57
    Lutei por igualdade de direitos civis, distorceram tudo e agora impõem privilégios.

    Creio que terei que retornar para explicar tudo outra vez.
  • anônimo  27/08/2018 18:58
    Será que o Bolsonaro aguenta o tranco do Paulo Guedes ?

    Vai ter um monte de chorão reclamando da concorrência, mais um monte de parasita reclamando de corte das mamatas.

    Não sei se ele aguenta o tranco.
  • Andre  27/08/2018 19:23
    Não aguenta, qualquer canetada do Bolsonaro o congresso, pago e muito bem pago para manutenção de privilégios, passará leis para impedir aberturas comerciais e privatizações acima da média brasileira, e nem adianta o presidente vetar, congresso derruba veto. Presidencialismo acabou, orçamento impositivo e medida provisória com prazo de validade são a ordem do dia.
  • Final  27/08/2018 19:24
    Tomara que ele apenas seja a máscara de ferro. Lula também se opôs a tudo o que suas equipes econômicas fizeram.
  • Cientista político sem grife  27/08/2018 20:34
    Não vai ter, não. Ele, se eleito, não vai conseguir aprovar nada no congresso. Nada.
  • Lucas  27/08/2018 23:28
    Se o Bolsonaro vai ou não ter apoio do congresso,é bem provável que não mesmo.

    Mas o pior de tudo é a bolha que o brasileiro médio vive.Nas entrevistas dos economistas à Globo News,o ministro do Ciro foi o mais elogiado nos comentários do Youtube.

    É mole ?
  • Fim  28/08/2018 02:26
    Não que o brasileiro médio tenha um QI de 200, mas isso se chama militância. O economista do Ciro é um Mantega 2.0.
  • Roberto Santos  27/08/2018 18:59
    Sugiro aos artistas e compositores que já comecem trabalhar na próxima versão do USA For Africa.

    Próximos capítulos: Assassinatos combinados e Fome generalizada.
  • Final  27/08/2018 19:03
    O autor está mais preocupado nas implicações econômicas do que na questão moral. Interessante.
  • Vitor  27/08/2018 19:18
    O que haveria de novo em falar na imoralidade do socialismo? É o que este site mais faz. Ademais, está correto o autor: enquanto a imprensa faz proselitismo sobre a questão racial, querendo insuflar brancos contra negros ao dizer que os confiscos são uma mera correção de "injustiças passadas", ela ignora que o que está em jogo é a destruição de um país, algo que tornará todos (brancos e negros) piores. Vide a Venezuela.
  • Juliano  27/08/2018 19:19
    Esta política foi exatamente a mesma praticada no Zimbábue por Robert Mugabe. O resultado foi extremamente humanitário.
  • Guilherme   27/08/2018 19:20
    Eu só quero ver, daqui 5 anos, o que eles terão feito nessas terras. Vão estar cheias de mato e vão acabar sendo vendidas por ninharia pra algum outro estrangeiro e branco de algum outro país desenvolvido.
  • Libertário Austríaco  27/08/2018 19:43
    Aqui no Brasil, li um artigo em que o colunista escreveu: "Mandela foi o maior gênio político da história da humanidade."

    Mandei para ele, por e-mail, este artigo: mises.org.br/Article.aspx?id=1758, de Kogos.

    O colunista respondeu: "Todo mundo sabe que o Mandela foi guerrilheiro antes de ser preso e que, depois, mudou.
    Eu estive na África do Sul e constatei in loco a obra dele. Nunca ninguém fez nada parecido. (...) Uma grande bobagem obviamente de extrema direita. Como disse, eu estive lá e testemunhei a obra de Mandela. (...) O artigo que me enviaste é que é ideologizado. Estou dizendo que estive lá e conversei com as pessoas e comprovei a obra de Mandela na disposição das pessoas."
  • AGB  28/08/2018 00:37
    "Todo o mundo sabe" exceto o tal colunista. Mandela não foi guerrilheiro, nunca enfrentou tropas armadas em combate. Ele foi terrorista, condenado por comandar assaltos a bancos, incêndios de propriedades privadas e públicas, sequestro,tortura e assassinato de opositores e inocentes. Naturalmente o adorador de Mandela acha benéfica a prática do "necklacing": um pneu com gasolina colocado no pescoço da vítima e incendiado.
  • Libertário Austríaco  28/08/2018 18:54
    Exatamente, AGB!

    Logicamente, acabei desistindo de seguir a troca de e-mails com esse colunista. Percebi que seria (mais) desperdício de tempo.

    É impressionante como Mandela recebe deferência e louvação de muita gente. Um enorme sucesso da propaganda militante socialista, incrustada profundamente nos meios educacionais e midiáticos.
  • Matheus Almeida  27/08/2018 21:18
    Eu gostaria muito de ver mais artigos diários e recentes do Instituto Mises americano, FEE.org e outros aqui.
  • Jairdeladomelhorqptras  27/08/2018 23:45
    Um comentário um tanto quanto fora-do texto: ao que eu saiba o Haiti foi o primeiro país (depois dos EUA) a ficar independente na américa Latina.
    Aí por volta de 1794 uma revolta de escravos expulsou todos os brancos do país. O fato é que o país se tornou aquilo que todos sabemos. Penso que seria interessante poder ler um artigo no Mises sobre a trajetória deste país. Não sei se tem relação com o que aontece na África do Sul. Mas dá o que pensar.
    Abraços
  • Andre  28/08/2018 11:44
    A pobreza de uma pessoa ou nação é fácil de explicar, é o estado natural, sem produzir de forma eficiente não tem riqueza, já a prosperidade é que deve ser objeto de estudo, como pessoas comuns adquirem habilidades para produzirem mais, melhor e mais barato é a pergunta dos últimos 2 séculos. Pobre gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual.
  • Artista estatizado  28/08/2018 10:54
    Recomendo a todos o excelente documentário de Lauren Southern sobre a situação da Africa do Sul, em particular dos agricultores brancos. Tem legendas em português.

  • Libertário Austríaco  03/09/2018 21:55
    Gostei muito do documentário. Excelente. Recomendo a todos.
  • Gustavo A.  28/08/2018 12:28
    [OFF] A esquerda começou a atacar Amoedo e, consequentemente, o liberalismo, olhem esse artigo (desonesto) da Carta Capital .
  • Leigo  28/08/2018 14:21
    "Em 2008, o então presidente dos EUA, George W. Bush, defendeu a estatização do sistema financeiro norte-americano e as injeções de bilhões de dólares para salvá-lo como uma medida de livre mercado."

    Ainda se contradizem.
  • Monarca  28/08/2018 17:39
    A esquerda moderna está completamente perdida. Eles não sabem mais o que apoiam.
  • Bruno Galvao  28/08/2018 12:59
    Devo lembrar que segundo Rothbard em seu Ética da Liberdade, expropriação nem sempre é contrária a liberdade. Se ela ocorrer no sentido de devolver a propriedade ao dono legítimo ela não só é desejável como coerente éticamente falando. Não sei como ocorreu o processo de posse de terras na África do Sul mas se estes proprietários tomaram as terras usando de força o que o governo faz expropriando estes "proprietários" é justo. Há de se investigar e saber qual a origem dessas propriedades para fazer o julgamento se essas expropriações são justas ou não.
  • Leigo  28/08/2018 14:38
    Interessante você falar isso que lembrei de um artigo aqui do IMB.

    Olha o trecho: "O maior crime do Apartheid talvez tenha sido o Ato da Terra de 1913, que reservava 87% da terra do país para posse dos brancos e segregava etnias negras em territórios etnicamente homogêneos e administrativamente autônomos conhecidos como Bantustões. Havia 10 deles. O resultado foi um roubo massivo da terra legítima dos negros, que ficaram também impedidos de adquirir terras."

    Fonte: mises.org.br/Article.aspx?id=1758
  • Monarca  28/08/2018 16:43
    O futuro da África do Sul será o Haiti.
  • Dalton Catunda Rocha  28/08/2018 20:15
    Em resumo: Luta de classes morta; luta de raças posta...

    "Continuo detestando a racialização do Brasil, uma criação – eu vi – do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Nossa maior conquista – o conceito de povo brasileiro – desapareceu entre os bem-pensantes. Qualquer idiotice racial prospera. A última delas é uma linda e cheirosa atriz global dizer que as pessoas mudam de calçada quando enxergam o filho dela, que também deve ser lindo e cheiroso." E concluiu: "Quero que as raças se fodam." > istoe.com.br/racializacao-e-uma-histeria-que-tem-que-parar-diz-secretario-do-rio/
  • Cristiane de Lira Silva  28/08/2018 20:52
    Ah, como eu fico feliz quando não tem 150 comentários e eu posso ler tudo no cel ou tablet sem travamentos.

    Eu não acho que apenas as consequências econômicas são relevantes aí. Esse confisco de terras um equívoco se o objetivo era pagar uma dívida histórica. Não vai pagar a divida histórica e ainda vai criar mais ódio entre brancos e negros. Essa parte é muito preocupante. Estou imaginando o que se passa na mente de supremacistas brancos quando vêem isso.
  • 5 minutos de ira!!!  29/08/2018 14:26
    Dos supremacistas?
    De qualquer branco............................... e de qualquer negro que preze pelo racional...............

    Se formos cobrar a dívida histórica para todos os povos que perderam guerras e conflitos na história, a história deixaria de fazer sentido..................

    Dívida histórica é um conceito que eleva ao auge o ANACRONISMO. É o anacronismo científico, como era a Eugenia uma ciência em sua época.

    A sociedade evoluiu e hoje damos valor às nações humanitárias e pacíficas, pois vivemos num mundo globalizado e podemos dizer que cada um desses países é um indivíduo dentro de uma comunidade mundial.
    Há quatrocentos anos, porém, cada nação só podia enxergar sua própria unidade isoladamente. Não havia como, socialmente, ver outra nação como irmãos separados pela cultura e local de nascimento.
    Se pudessem, os africanos teriam feito o mesmo com os holandeses, entendeu!? Não porque são maus, mas porque era assim que a humanidade funcionava na época.

    Um leão, há mil anos, roubou a comida de outro leão menor......
    Um Humano, há 40 mil anos, roubou comida de um Neanderthal......
    Um Assírio, há 5000 anos, conquistou a babilônia..................
    Um Romano, há 2000 anos, conquistou a Palestina...........
    Um Muçulmano, há 600 anos, conquistou a Terra Santa.........
    Um judeu, há 100 anos, roubou emprego de um alemão........
    Um holandês, há 400 anjos, roubou terras de um nativo africano.........
    Um Português, há 150 anos, escravizou um negro.....................

    Você fica escolhendo seu oprimido favorito dentre tantos com qual parâmetro!?
  • Che  28/08/2018 21:24
    O branco holandês coloniziu o povo sul africano, que foi explorado, escravizado e humilhado ao longo de séculos. Expropiaram a terra e agora vão pagar devolvendo aos verdadeiros donos. O governo resgata uma dívida histórica.
  • L Fernando  29/08/2018 18:44
    Nossa
    Posta artigos sobre isso, que foi escravizado e humilhado.
  • 5 minutos de ira!!!  30/08/2018 12:07
    Eu quero resgatar sua divida historica comigo.

    Tenho várias camisetas vermelhas que não posso usar porque o socialismo e o comunismo se apossaram dessa cor há mais de um século. Quero poder usar o vermelho novamente sem ser taxado de comuna.

    Quero ir votar, no dia da eleiçao, de vermelho sem ser assediado pelos meus correligionários.

    Não quero que meu carro vermelho, durante a campanha política, seja confundido com carro de propaganda do PT.

    Quero uma cota de vermelho para não socialistas, já!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  • Rodolfo Andrello  29/08/2018 18:37
    Estava vendo a notícia de que a empresa de correios da URSAL vai taxar em 15 reais todos os produtos estrangeiros que entrarem no país. Anteriormente a taxa só era aplicada naqueles produtos que sofriam a tributação de 60%, mas agora a prática será generalizada.
  • Diogo  29/08/2018 18:41
  • Emerson Luis  03/09/2018 10:46

    Essa é a primeira fase.

    A segunda fase começará quando acabarem as propriedades maiores que 25.000 acres e o governo começar a confiscar as maiores de 2.500. E a terceira, as maiores de 250.

    Quando acabarem os fazendeiros brancos, vão "acusar" alguma etinia negra do país de ser "branca" para justificar o confisco.

    * * *
  • Breno  04/09/2018 12:33
    África do Sul entra em recessão.

    South Africa falls into recession in second quarter

    Puxa, quem poderia imaginar que, após o governo anunciar confiscos, os investimentos desabariam e a economia entraria em recessão?
  • Leigo  04/09/2018 15:54
    g1.globo.com/economia/noticia/2018/09/04/africa-do-sul-entra-em-recessao-pela-1a-vez-desde-2009.ghtml
  • Trabalhismo de Vargas  09/09/2018 15:18
    Bom, como sempre vocês aqui do Mises.Org demonstram desconhecimento histórico sobre a reforma agrária. Se não fosse o golpe militar de 64 - financiado pelos entreguistas da UDN -, Jango teria feito as necessárias reformas(incluindo a Agrária), que prometiam a distribuição justa de terras e oportunidades iguais a todos. Desde o fim da ditadura, o que tivemos foram reformas neo-liberais inspiradas no modelo chicaguista que só trouxeram desgraças ao País.
  • Ewerton  20/09/2018 17:47
    Só me expliquem como reforma agrária é coisa só de socialista, se nos EUA quem assinou a lei de reforma agrária em 1862 foi o presidente Abraham Lincoln, que diga-se de passagem, era Republicano?

    Atrelar a reforma agrária ao "comunismo" ou "socialismo" é um erro! Pois, prevê mais gente trabalhando e produzindo e esse não é o princípio do capitalismo e do crescimento econômico?
  • Bernardo  03/11/2018 16:21
    O presidente sul-africano destruidor de propriedade privada está insatisfeito com Bolsonaro.

    O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, está preocupado com a eleição de Jair Bolsonaro. Ele disse a correspondentes estrangeiros que suas políticas são "diferentes" e que a África do Sul estava "mais próxima" do PT.

    www.oantagonista.com/brasil/presidente-sul-africano-esta-preocupado-com-bolsonaro/
  • anônimo  17/01/2019 23:38
    Não vejo quase ninguém falando da África. O IMB não acha que seria uma boa falarem dos países comunistas, liberais e intervencionistas que existem na África?
  • Mkamba  18/01/2019 00:03
    Só Botswana que tem alguns resquícios de algo que remotamente lembra um pouco uma economia de mercado. Todo o resto do continente mistura governos intervencionistas com governos abertamente socialistas.
  • Demolidor  18/01/2019 05:13
    Exceto Ilhas Maurício.

    Complicado um continente onde Ruanda é um dos mais livres.
  • Dam Herzog  23/01/2019 02:45
    A África do Sul será amanhã o Zimbábue de hoje.
  • Igniz  19/02/2019 11:44
    A África de amanhã não sendo a de ontem já é meio caminho andado, pois voltar ao Apartheid e aos milhões de assassinatos de negros não me parece muito interessante para os negros que lá residem.
  • Alexandre Sousa  29/01/2019 08:07
    Um dos mais agressivos negristas fala em tomar as fazendas com a porteira fechada. O agricultor perderá tudo que tiver dentro do territorio de sua terra. Vai prejudicar até mesmo os trabalhadores negros que vivem nessas terras. Não pode haver confisco em terra produtiva. Isso que está acontecendo é racismo reverso. Racismo negado pela escoria globalista do politicamente correto. Branco atualmente está vulneravel. Por quê não ataca-los.
  • Igniz  19/02/2019 11:42
    Se os negros sobreviveram na África a décadas de fome e violência perpetradas pela colonização, creio que alguns milhares de fazendeiros brancos sobreviverão sem suas fazendas. Socialismo não, apenas vingança mesmo. . Se é socialismo, que seja, já que o "capitalismo" europeu a eles nada aproveitou, exceto milhões de mortos. Só Leopoldo da Bélgica ceifou cerca de 10 milhões de africanos. Danem-se e voltem para a Europa.
  • Getulio  19/02/2019 12:55
    Capitalismo na África do Sul?

    Sensacional.

    Faz tanto sentido quanto dizer "comunismo na Suíça".

    Aliás, sua incoerência é fragorosa: cita homicídios cometidos pelo estado e diz que isso é capitalismo! Pela mesma lógica, os homicídios cometidos por Mao, Stálin, Pol-Pot, Fidel, Idi Amin Dada, Kim Jung-Il et caterva também são capitalistas...

    Quanto ao seu racismo anti-branco, ele apenas deixa claro que, infelizmente, há um elo entre ativistas e socialistas. O que não deixa de ser curioso: pessoas que supostamente defendem a emancipação de uma raça estão defendendo um regime que representa a própria escravidão de todas as raças.
  • historiador  13/08/2019 00:06
    Os brancos europeus despojaram os negros de suas terras. Os negros estão apenas retomando aquilo que lhes roubaram.


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