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Por que não faz nenhum sentido manter a Petrobras estatal
Seus números revelam o descalabro

"A Petrobras é muito mais um instituto de previdência, que trabalha para os funcionários, do que uma indústria lucrativa, que trabalha para os acionistas (a sociedade)." — Roberto Campos


Neste ano de eleições, o Brasil precisa realmente ser reinventado. Um dos assuntos que merece ser abordado é a questão da energia.

Hoje, já estamos importando quase tudo: gás, eletricidade, gasolina e até etanol. Sendo assim, não há mais nenhuma justificativa plausível para o Brasil manter uma empresa estatal como a Petrobrás, que, segundo seu próprio presidente, é uma monopolista que detém quase 100% da atividade de refino no Brasil.

A Petrobras passou a adotar preços internacionais de mercado, o que foi uma medida correta, mas a concorrência na área de extração e refino segue abolida. Na prática, temos uma estatal que agora funciona "seguindo leis de mercado", mas que não quer sofrer nenhuma concorrência de empresas privadas. Isso não faz sentido.

Ah, mas pelo menos o "petróleo é nosso!", gritam os suspeitos de sempre. Desculpe, mas, por enquanto, ele é dos árabes ou dos americanos com novas técnicas de perfuração horizontal.

A Arábia Saudita tem um campo em Medina que, sozinho, produz mais petróleo que todos os campos da Petrobras juntos. E, no Oriente Médio, o que se enxerga é a presença constante do setor privado no melhoramento tecnológico deste negócio extremamente arriscado, do qual o dinheiro público deveria ficar de fora.

Desde o início, o setor privado é um grande protagonista. Por exemplo, o primeiro poço de petróleo descoberto no Golfo Árabe não foi descoberto por nenhum "Petro-Arabe", mas sim pela Standard Oil, cuja atuação viria a inverter o equilíbrio regional e mundial no "ouro negro", criando uma situação que dura até aos dias de hoje.

(Curiosamente, o primeiro poço da Venezuela, no Orinoco, também foi descoberto por uma empresa privada: a mesma Standard Oil. Foi ela quem perfurou o poço "Canoa 1", o primeiro descoberto no norte do rio Orinoco e que passou a fazer parte da chamada Faixa do Orinoco, essencial para que a Venezuela fosse considerada em 2011 pela OPEP como o país com as maiores reservas certificadas de petróleo no mundo).

Com a Petrobras é diferente

E a "nossa" Petrobrás? Como se trata de uma empresa estatal, ela foi inevitavelmente capturada pelos políticos e seus funcionários. Empresas estatais, por sua própria natureza, representam uma porta permanentemente aberta para ser aparelhada por políticos, que indicam protegidos e loteiam cargos para seus apadrinhados.

Apenas pense: por que os políticos disputam acirradamente o comando das estatais? Por que eles reivindicam, por exemplo, a diretoria de operações de uma estatal? Em tese, a diretoria de operações exige um corpo técnico. Por que políticos? Qual a justificativa?

Simples: é nas estatais que está o butim. As obras contratadas por estatais são vultosas (muito mais vultosas do que obras contratadas por ministérios). O dinheiro de uma estatal é muito mais farto.  E, quanto mais farto, maior a facilidade para se fazer "pequenos" desvios. Isso, e apenas isso, já é o suficiente para entender por que políticos e sindicalistas são contra a privatização de estatais. Estatais possibilitam uma grande mamata. 

Com isso em mente, vamos descortinar alguns de seus números, pois eles são aterradores:

1) Em faturamento anual por empregado, a Petrobrás é a penúltima no mundo. Em 2016, enquanto a Petrobras pagava salários a 315.000 funcionários, entre efetivos (84.000) e terceirizados (231.000), a Shell, a Exxon e a British Petroleum (BP), juntas, empregavam 262.000 pessoas, 53.000 a menos que a brasileira, com lucros somando US$ 58,6 bilhões. (A Petrobras vem de quatro anos de prejuízos seguidos; ver item 3 abaixo).

A Exxon Mobil emprega 83.500 pessoas em mais de 100 países e registrou lucro de US$ 32,5 bilhões em 2014. A Royal Dutch Shell paga salários a 94.000 funcionários nos 90 países onde opera, e lucrou US$ 14 bilhões no mesmo ano. Apesar de multas bilionárias por vazamentos, a British Petroleum (BP), que tem 84.500 funcionários, lucrou US$ 12,1 bilhões em 2014.

A Petrobras opera 7.000 postos no Brasil e em meia dúzia de países. A Royal Dutch Shell soma 44 mil postos mundo afora.

2) A má gestão da Petrobras é espantosa: gastou R$ 2,7 bilhões em projetos de duas refinarias para concluir que eram inviáveis!

3) Em 2014, a estatal teve um prejuízo de R$ 21 bilhões. Em 2015, mais um de R$ 35 bilhões, totalizando R$ 56 bilhões em dois anos. Em 2016, novo prejuízo de R$ 15 bilhões. E, finalmente, em 2017, a estatal conseguiu fechar seu quarto ano seguido de prejuízo.

4) Com mais de 300 mil funcionários diretos e indiretos, a estatal paga um Adicional de Hora de Repouso e Alimentação (AHRA) (para um horário corrido de 8h) e chega a distribuir 17 salários por ano.

5) Distribui "lucros que não foram realizados" em 2014 e 2015.

Mas os absurdos pioram.

6) A Petrobrás tem processos no TST que podem chegar a R$ 13 bilhões patrocinados por sindicatos de petroleiros, resultantes de medidas tomadas pelo sindicalista Diego Hernandes, que comandou o RH da empresa. Em 2007, ele estendeu o pagamento de adicional de periculosidade (áreas de risco) — um benefício — a todos os empregados da Petrobrás, mesmo os que trabalhavam sob o ar condicionado dos escritórios. Tal valor equivalia a cerca de 30% do salário. 

No entanto, essa medida igualou todas as remunerações, se tornando fixa. Em 2012, os sindicatos foram à justiça pedir novo adicional para aqueles que trabalham em situação de risco e exigindo pagamento retroativo, e outros penduricalhos.

Resultado, a empresa perdeu em todas as outras instâncias, com o TST se tornando a ultima boia de salvação. E la nave va...

7) Pior de tudo: a Petrobrás, com a política do governo de controlar os preços dos combustíveis de acordo com sua conveniência político-eleitoral, transformou-se num buraco negro de dinheiro público. Esta desastrada política intervencionista destruiu o capital da estatal, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 60 bilhões, provocando nos últimos anos uma perda de mais de R$ 200 bilhões no preço de suas ações em bolsa.

Em qualquer país sério não passaria em branco uma destruição desta magnitude da riqueza pública.

Os problemas e a solução

Os problemas de um setor petrolífero nas mãos do estado são óbvios demais: ele gera muito dinheiro para políticos, burocratas, sindicatos e demais apaniguados. Isso é tentador.

A gerência governamental sobre uma atividade econômica sempre estará subordinada a ineficiências criadas por conchavos políticos, a esquemas de propina em licitações, a loteamentos de cargos para apadrinhados políticos e a monumentais desvios de verba.

No setor petrolífero brasileiro, o dinheiro é retirado do subsolo e despejado no buraco sem fundo da burocracia, da corrupção, dos privilégios e das mamatas. Todos os governos estaduais e todos os políticos do país querem uma fatia deste dinheiro para subsidiar suas burocracias e programas estatais preferidos. Consequentemente, em todos os setores em que esse dinheiro é gasto, ele é desperdiçado. 

Caso o setor petrolífero estivesse sob o controle de empresas privadas concorrentes, o dinheiro retirado do subsolo seria de propriedade destas empresas e de seus acionistas. Sim, haveria impostos sobre esse dinheiro. Mas a maior parte dele ainda iria para mãos privadas. Tal arranjo manteria o grosso do dinheiro longe das mãos do governo e dos seus apadrinhados, e garantiria que a produção e a distribuição sempre ocorressem de acordo com interesses de mercado, e não de acordo com conveniências políticas.

Sendo assim, qual a maneira efetiva de se desestatizar o setor petrolífero do Brasil? Para começar, legalizando a concorrência. Uma solução já foi dada neste artigo:

Para isso, bastaria o estado se retirar do setor petrolífero, deixando a Petrobras à sorte de seus próprios funcionários, que agora não contariam com nenhum monopólio, nenhuma proteção e nenhuma subvenção. O estado não precisaria vender nada para ninguém. Apenas sairia de cena, aboliria a ANP e nada faria para impedir a chegada concorrência estrangeira.  

A Petrobras é do povo?  Então, nada mais coerente do que colocar este mantra em prática: após a retirada do governo do setor petrolífero, cada brasileiro receberia uma ação da Petrobras que estava em posse do governo. E só. Ato contínuo, cada brasileiro decidirá o que fazer com esta ação. Se quiser vendê-la, que fique à vontade.  Se quiser mantê-la, boa sorte. Se quiser comprar ações das outras empresas petrolíferas que agora estarão livres para vir operar aqui, sem os onerosos fardos da regulamentação da ANP, que o faça. Se a maioria dos acionistas brasileiros quiser vender suas ações para investidores estrangeiros, quem irá questionar a divina voz do povo? Se o povo é sábio o bastante para votar, então certamente também é sábio o bastante para gerenciar as ações da Petrobras. 

O objetivo supremo é fazer com que o dinheiro do petróleo vá para as mãos do povo, e não para o bolso de políticos e burocratas. 

Conclusão

Sem o estado participando ativamente do setor petrolífero, não mais seria possível ocorrer as manipulações, as indicações políticas e os jogos de favorecimento a apadrinhados no alto comando da Petrobras, cuja fatura é legada a nós.

Apenas sinceramente espero que, em 2018, alguém faça os cálculos de quanto será esta fatura total que imoralmente estamos deixando para as gerações futuras.

 


autor

Antônio Cabrera
é veterinário, ex-ministro da agricultura, pós-graduado em produção animal, e membro da Mont-Pelerin Society.


  • Pobre Paulista  20/03/2018 15:42
    Ah mas ela é estratégica e os Chineses vão dominar o mundo se a vendermos.
  • cmr  20/03/2018 18:09
    Pois é, temos que proteger o Brasil do capitalismo predatório da China. kkkkk
  • José Francisco Gomes  24/03/2018 22:12
    Quer dizer que os chineses vão dominar o mundo se a Petrobrás for privatizada? O mundo está ........ então.
  • Américo Bordin  14/04/2019 19:59
    Os funcionários não quer que privatizem,pois não toleram perder as mamatas que assolam as estatais .
  • carla  29/04/2019 17:01
    As mamatas meu caro é apenas para os politicos que vivem para isso e se aproveitam das estatais. Simples é só tirar os ratinhos de lá.
  • Ana Paula mello  27/05/2018 14:07
    E daí se vendermos a Petrobras para os chineses? Eles são muito mais inteligentes e competentes, trabalham muito mais que os Brasileiros e vão fazer uma ótima gestão da companhia. Pelo menos não vai falir e vamos parar de pagar cada um de nós pelo seus prejuízos de má gestão. O futuro do mundo é chinês, preparem-se.
  • JORGE CARREIRO  31/05/2018 21:38
    Acordou?!!
  • JORGE CARREIRO  31/05/2018 21:39
    Muito bem lembrado... "A Petrobras é muito mais um instituto de previdência, que trabalha para os funcionários, do que uma indústria lucrativa, que trabalha para os acionistas (a sociedade)." — Roberto Campos
  • Erick  01/06/2018 19:54
    Os chineses não são mais inteligentes do que eu brasileiro. Acontece que o governo Chinês, aparentemente, governa para a China e o nosso governo, governa para o próprio partido e demais classes políticas. Mesmo assim, se dividirmos o PIB Chinês e brasileiro pela população (PIB percapto), cada brasileiro teoricamente produz mais que o chinês, afinal, em 2017 207.660.929 de brasileiros produziram um PIB de US$1,772 Trilhões, portanto cada brasileiro teoricamente produziu US$8.533,14, enquanto que 1.372.470.000 de chineses produziram em 2017 um PIB de US$10.987.000.000, portanto teoricamente cada chinês produziu em 2017 US$8.005,28. Vamos parar de diminuir os brasileiros por favor. Sou brasileiro e tenho muito orgulho. Estamos em crise, não em guerra, os fracos vão embora para outro país, os fortes ficam e enfrentam. O problema do Brasil não é o brasileiro e sim ALGUNS brasileiros, que deveriam ser deportados, começando pelos políticos.
  • anônimo  20/04/2019 11:53
    O problema não são os políticos, esses são aqueles peixinhos que ficam com as sobras dos tubarões da privatização, o verdadeiro roubo é esse, fazer com que nós brasileiros nos sintamos inferiores e ladrões e incapazes e vendamos tudo. Tudo isso orquestrado por quem tem o dinheiro de verdade. Sinceramente é pedir prs amputar a perna por causa de uma ferida no pé. Mas o melhor é que todos pesquisem várias fontes sobre o assunto, os contra e os a favor, não vão ppr sindicatos e políticos de esquerda e nem de direita , estes com o apoio da Globo.
  • Entreguista  21/04/2019 16:27
    Esse é um com pavor de perder a boquinha na estatal. Arruma mil e uma desculpinhas para manter a boquinha,pois sabe que nao vive sem ela. Vamos la. A questao nao é quem vai comprar ou de qual pais vai comprar,isso nao muda nada,ha nao ser claro,na cabeca do funca,logico,pois o mesmo sabe que se a estatal que ele "trabalha" for privatizada,ele ira ter que apresentar resultados de seu "trabalho",coisa que todo esquerdista tem pavor. Todos os paises ricos do mundo tem empresas comandadas por estrangeiros,inclusive segmentos "estrategicos" (agua,luz,telefone,petroleo e etc) e o servico funciona perfeitamente. A questao nao é dinheiro e nacionalidade,e sim,o resultado da empresa. Simples assim.
  • Roberto Dacorso  28/05/2019 20:53
    Só esqueceu um pequeno detalhe: quem elegeu esses políticos corruptos. Nosso problema não é de capacidade intelectual, mas moral.
  • João Vitor Machado dos Masculino S  10/06/2018 22:10
    O problema não é a falta ou sobra de inteligência chinesa. mas sim,os idéias políticas dela,a China é um país comunista que está contra a liberdade, mais dinheiro na mão dela é mais poder para o objetivo dela.
  • Antonio Gavioli  27/08/2018 15:34
    A mim me parece que a China é mais uma ditadura capitalista que um país comunista.
  • gabriel batista  20/03/2018 15:54
    Uma dúvida sincera. Vamos supor que o mercado esteja desregulamentado, empresas já competem entre si e nós temos aqui no território das Bananias, uma gasolina barata e de qualidade, se alguma outra empresa quiser vir retirar petróleo de nosso subsolo e revender para outro país que não seja o Brasil, isso não seria benéfico para nós, quando digo nós os indivíduos.

    Visto que estariam tirando recursos naturais de nosso território mas não estariam vendendo para nós.

    obrigado.
  • Renato  20/03/2018 16:09
    Ué, e qual a diferença disso para a exportação de carros, de carne, de laranja, de soja, de milho, de minério e de qualquer outra coisa?

    Todas essas são atividades que diminuem a oferta interna. Os bens são produzidos aqui e mandados para fora. No entanto, essas atividades exportadoras são totalmente defendidas por políticos e economistas desenvolvimentistas, como indutoras do crescimento. Mas, ora, por que exportar comida e carro seria bom, mas exportar petróleo seria ruim?

    Comida é mais importante que petróleo, não? E, no entanto, sua exportação não só não é condenada, como ainda é incentivada. E ninguém nunca protestou.

    Ademais, vou falar o óbvio: petróleo, assim como qualquer outro produto (inclusive comida), é vendido para quem pagar mais. Consequentemente, o petróleo brasileiro só será "exportado" para quem pagar mais (muito mais, pois tem o preço do frete) que nós brasileiros. E, atualmente, quem paga mais que nós brasileiros pela gasolina? À exceção da Noruega (outro país, aliás, cujo setor petrolífero é controlado por uma estatal), desconheço.

    Igualmente, por que nunca faltou comida aqui dentro, mesmo com o país exportando comida a rodo? Exato, produtividade. Eficiência. Na indústria do petróleo, esta é ainda maior.
  • gabriel batista  20/03/2018 16:15
    Renato muito obrigado pela resposta, não tinha percebido o óbvio, é uma exportação como outra qualquer.
  • Joao Johanes Almeida Bastos  22/11/2018 22:48
    Mas esse recursos não se "acaba" o petróleo pode acabar e toda essa riqueza foi pra outro país
  • Walterson Almeida  16/04/2019 10:29
    O Brasil seria relegado a uma Nigéria como, aliás, já está quase acontecendo, exportando óleo bruto e importando derivados. Hoje a Petrobras diminui o refino interno para exportar mais e importar combustíveis. Algo como exportar soja em grão e importar ração.
  • Constatação  20/03/2018 16:13
    A esse respeito, você já ouviu alguma queixa da população de algum país que venda petróleo e derivados a nós?
  • Roberto Amaral  20/03/2018 16:18
    Esse petróleo seria exportado apenas se a moeda do país estivesse completamente desvalorizada (como defende o assessor econômico de Ciro Gomes, Nelson Marconi) e os brasileiros estivessem sem nenhum poder de compra (como, de novo, defende a equipe econômica de Ciro Gomes).

    Por outro lado, se os brasileiros tiverem uma moeda forte, com alto poder de compra, e demandada ao redor do mundo, aí seu poder de compra seria alto. Consequentemente, as petrolíferas se acotovelariam para vir vender aqui.

    É tudo questão de economia básica. E passa pela moeda (como, aliás, tudo em economia). É por isso que nunca faltou gasolina da Suíça (moeda forte). E é por isso que os países produtores de petróleo da África são um descalabro (não têm moeda).
  • Alexsandro   30/05/2018 15:40
    A Petrobras já faz isso. Tira daqui, e vende pra fora. Depois compra refinado.
  • Lula 2019  20/03/2018 16:03
    Olá companheiros !

    Essa direita fascista num vai consegui acabá cum as nossa estatal, eu num vô dexá.

    Já são 600 milhão de desempregado no Basil purcausa da lava jato daquele juiz mouro...quando eu voltá ele vai vê.

    Nossa democracia vai continuá forte, e cumigo de volta os companheiro sem teto e sem terra vão tê onde morá e onde prantá sua comida.

    A gente vamo estatizá tudo, tudinho será estatizado, tudo será do povo basilêro, dus póbi que num tem nada e agora vão tê.

    Não interessa se os extrema direita igual vocês num vão votá ni mim, eu vô ganhá de qualquer geito, os companheiro do SFT e do TSE sabem disso.

    até 01 de Janeiro de 2019

    LULA VAI VOLTAR
  • Leigo  21/03/2018 12:27
    "Essa direita fascista num vai consegui acabá cum as nossa estatal, eu num vô dexá. "

    Achei que a direita fascista fosse protecionista e contra a "dilapidação do patrimônio público" (Palavras de um ex professor de Direito conservador).
  • Lula 2019  21/03/2018 19:20
    Companheiro Leigo,

    Agente chamemo quem num gosta de nóis de fascista... num comprica minha vida que eu já tô cheio de pobrema.

    Agora se você quisé fazê militância pro PT e votá ni mim, chamá os outros de fascista, que foi gópi... essas coisa que vc tá vendo, então eu vejo se arrumo uma boquinha para vc numa estatal.

    Tchau querido ! Até 01 Janeiro de 2019.

    LULA VAI VOLTAR
  • Concurseiro  27/08/2018 21:26
    Boquinha? Onde,como? Como "faso" para te ajudar meu mentor lula?
  • João Carlos  03/12/2018 12:31
    É meu amigo, até para escrever errado tá ruim, né?

    "Faso" - S tem som de Z...
    " Fasso" - SS tem som de Ç.

    Logo, para escrever a palavra "Faço" de maneira incorreta, porém de modo que se preservasse ao menos o som original, "deveria" escrever com SS....
  • Caio Fagundes  22/03/2018 17:39
    Basta dizer que se o Governo passar a administrar o deserto do Sahara, em 5 anos vai faltar areia.
  • João Carlos  03/12/2018 12:25
    Sahara é sacanagem, é moto agora?
    O deserto chama-se Saara!
  • Alfred  13/04/2019 05:04
    Creio que ele pensou na pronuncia em inglês, do deserto do Saara; 'The Sahara Desert'.
  • Demolidor  20/03/2018 16:07
    Apenas sinceramente espero que, em 2018, alguém faça os cálculos de quanto será esta fatura total que imoralmente estamos deixando para as gerações futuras.

    Nós não. Eles. Não tive culpa disso. Eu sou da parte que já é obrigada a pagar para sustentar o esquema.

    Não digo nem que fui voto vencido porque sequer teve votação alguma, de que eu pudesse tomar parte, a esse respeito. Só vem a conta.
  • Felipe Lange  20/03/2018 16:09
    A Petrobras é mais uma cria demoníaca gerada pelo Getúlio Vargas. Os Correios foram "aprimorados" pelos milicos, outros abobalhados que em 1978 iriam declarar monopólio nas entregas de cartas, correspondências e malotes.

    Acho que o Brasil precisa quebrar mais ainda para ver se assim eles fazem as privatizações e demais reformas. Ou o Brasil sumir, se transformando em inúmeros países independentes.
  • SilvaReis1990  20/03/2018 23:12
    O Brasil tem que ser extinto, deve ser feita secessão no mínimo para que cada cidade seja um pequeno país independente.
  • Carlos Silveira  30/05/2018 21:45
    E foram o Governo Militar que inventou o SUS, BNH, FGTS, SUDENE, SUDAM, e toda esta tranqueira estatizante. Aprimou o Leão também. E também a correção monetária. Podiam ter acabado com a ameaça comunista sem ter semi-socializado o Brasil.
  • Julian  20/03/2018 16:17
    Tirando o ponto número 1, que é um belo exemplo da falácia do "Texas Sharpshooter", concordo com tudo. Não precisava colocar esse ponto e manchar esse bom artigo, pois todos os outros são pertinentes. Os números não levam em conta os funcionários terceirizados das demais petrolíferas e exibem somente um ano específico para generalizar o desempenho da Petrobras frente às demais. Tirando isso, sim, a Petrobras é a mina de ouro dos políticos e burocratas e deve ser privatizada e desestatizada.
  • Rian  20/03/2018 16:34
    Ué, por que isso não deveria ser mencionado? A estatal é um cabide empregos, repleta de apaniguados políticos, aparelhada por sindicalistas e loteada por partidos políticos (há gente na folha de pagamento que nem sabe o que está fazendo ali), e vem de quatro anos seguidos de prejuízo, e isso não deve ser mencionado?

    Por quê?

    Dizer que seu faturamento anual por empregado é o penúltimo do mundo -- o que denota o inchaço da folha de pagamento causada por esse aparelhamento político -- é algo que "mancha esse bom artigo"?

    Ter folha de pagamento inchada é a característica básica de uma estatal. Se Exxon Mobil, BP e Shell fizessem o mesmo que faz a Petrobras, não estariam onde estão, e seu valor de mercado já estaria lá no chão. Sendo assim, por que você diz que o artigo não deveria ter falado isso? Por que o artigo, segundo você, "não precisava colocar esse ponto"?

    Sinceramente, não entendi sua lógica. Parece até papo de sindicalista que quer proteger o seu.
  • Julian  10/05/2018 15:35
    Esse comentário é antigo, mas vou responder. Espero que o Rian volte aqui para ler.

    Critiquei esse ponto porque o cálculo do faturamento por funcionário levou em conta bases diferentes. Está comparando banana com laranja.

    O cálculo da Petrobras levou em conta funcionários próprios e terceirizados.

    O cálculo das demais não levou em conta os terceirizados (que toda grande empresa tem). Simples assim.

    Isso não quer dizer que as demais petrolíferas tem um faturamento por funcionário pior que o da Petrobras, e sim simplesmente que os dados apresentados foram calculados da maneira errada e não podem ser usados para uma comparação desse ponto específico. Se tivermos os dados de funcionários próprios e terceirizados das demais petrolíferas, podemos fazer a comparação correta. Da maneira que foi colocado, parece que o autor tentou forçar a barra. Além disso, utilizou os dados somente de um período. Por que não utilizar mais períodos, tornando a análise mais robusta?

    Entendeu? Concorda? Estou sempre aberto a críticas na minha argumentação.

    Eu expliquei a lógica utilizada na minha mensagem. Agora, explique a sua:
    "O Julian criticou um ponto do texto por utilizar bases diferentes para fazer uma comparação, logo ele parece ser sindicalista querendo proteger o seu, mesmo concordando plenamente com a conclusão do texto".

    Aguardo sua explicação.
  • Flavio   01/12/2018 03:02
    Então, neste caso o que deveria ser feito não seria a criação de leis que privassem os políticos de tantos privilégios assim, mas não, pera, são deles este dever também o nosso é o de escolher quais deles chegam la. Se bem que então, a culpa é nossa, pois se escolhermos direito quem chega ao poder não estaríamos discutindo a privatização da Petrobras e sim gozando dos lucros pertinentes. Deixo claro também que só um total ignorante não reconhece que a Petrobras depois dos bancos é a empresa mais lucrativa do brasil em dados atuais. E que ela sendo bem administrada não necessita ser privatizada de maneira alguma muito pelo contrario se possível aumentar a participação da empresa no exterior.
    A unica maneira de eu apoiar a privatização da Petrobras seria se ela fosse comprada por algum grupo brasileiro, mas como dificilmente isso aconteceria não tem como apoiar a privatização.
  • Alex  20/03/2018 16:26
    Também não é bem assim. Tem que pensar 200 vezes antes de privatizar a NOSSA Petrobrás, pronome já utilizado inclusive pelo presidente deste instituto. Outra coisa, vai vender no momento em que os preços das ações estão em baixa? A preço de banana? Pretendem vender pra quem? Pros chineses? Eles não estão comprando do Brasil, eles estão comprando o Brasil. A Petrobrás possui as nossas melhores terras, nosso subsolo, vocês querem entregar isso pra qualquer estrangeiro? Por isso que ela é, SIM, estratégica, não venham ridicularizar a realidade. Liberais, precisamos fincar mais o pé na realidade e nos unirmos. Um gênio como o Paulo Guedes já percebeu isso.
  • Magno  20/03/2018 16:37
    Vender? Quem falou em vender? Leia de novo a seção "Os problemas e a solução". Assim, você passará a impressão de que os seguidores de Bolsonaro são analfabetos.
  • Rodrigo  20/03/2018 16:43
    Gênio e paulo guedes é demais.

    Se você usa "gênio" para Paulo Guedes, o que vai usar para Mises?
  • Pobre Paulista  20/03/2018 19:30
    Boa Tarde Alex,

    Eu gostaria de vender minha participação em PETR4 bem como todo o petróleo que supostamente me pertence, para o Sr. Paulo Guedes.

    Sabe me dizer como posso contatá-lo para a negociação? Ofereço deságio para acelerar o procedimento.

    Aguardo uma resposta, pode ser aqui mesmo.

  • 4lex5andro  23/03/2018 12:28
    Bom momento pra vender ações Petr4, sarcasmo a parte, os papéis da Petrobras estão em alta, então é de fato a hora de lucrar.

    Por que depois das eleições, com a vitória das legendas anti-privatização nas urnas [no que depender de stf e tse] e a consolidação das não reformas [tribut., previd., por exemplo] o tombo das contas do Estado a partir de 2019/2020 provavelmente será definitivo.
  • Iuri Pulga  27/03/2018 18:54
    Doem esse Elefante Branco. Não precisa nem vender. Entreguem na mão da iniciativa privada e liberem o mercado. Só com isso o preço cairá consideravelmente, diminuindo o custo dos produtos em TODA e economia nacional, pois grande parte da produção é escoada pelas rodovias (caminhões).
    Imaginem como será impactado a economia. Menor custo, expectativas positivas futuras, maior investimento, maior consumo (puxando tudo a reboque). Que maravilha seria...
    Ps: A inflação ajustaríamos depois, mas inicialmente seria bom para ajudar a tirar o País da lama...
  • Pobre Paulista  27/03/2018 22:33
    Não vai doar a minha parte não! Doe você a sua! Eu quero minha parte em dinheiro!
  • Átila  20/03/2018 16:26
    "A Arábia Saudita tem um poço em Medina que, sozinho, produz mais petróleo que todos os poços da Petrobras juntos. "
    o certo deveria ser
    "A Arábia Saudita tem um CAMPO chamado Ghawar que, sozinho, produz mais petróleo que todos os CAMPOS da Petrobras juntos. "
  • Max  20/03/2018 16:47
    Essa empresa vai continuar exatamente como está. Em outubro o povão vai votar em candidatos que prometerem moralizar a administração pública, honestidade e unicórnios peidando arco-íris.
  • Brasil quer ser uma Noruega  20/03/2018 17:30
    "Não existe um modelo ideal. A pergunta que um país tem de se fazer ao determinar sua política é como balancear riscos, porque a indústria de petróleo é muito arriscada: os projetos mais falham do que têm sucesso", afirma Heller.

    Fabiano Mezadre Pompermayer, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), acrescenta que, além dos riscos da exploração, o "potencial de rendimento determina a maior ou menor presença dos governos."

    "Em países do Oriente Médio, onde a rentabilidade é alta e o risco é baixo, o Estado resolve fazer tudo diretamente. Nos Estados Unidos, Reino Unido e Noruega, onde o risco é alto, se compartilha isso com empresas privadas por meio de concessão, que, em troca, pagam tributos, como royalties, participações especiais e bônus de assinatura", afirma Pompermayer.


    O pesquisador da FEE ressalta que os dois países nos extremos desse grau de participação do Estado, Arábia Saudita e Estados Unidos, têm características próprias que impedem sua comparação ou replicação mundo afora.

    Leães avalia que seria "desonesto" comparar o Brasil com a Arábia Saudita, que tem "reservas absurdas com um risco muito baixo".

    "Há tanto petróleo que as empresas aceitam serem só prestadoras de serviço, algo que é menos lucrativo, porque ainda assim elas faturam muito", afirma.

    A situação americana também é especial, explica o pesquisador, porque a lei do país determina que o petróleo não pertence ao Estado, como no Brasil, mas a quem o encontrar.

    "As primeiras descobertas se deram na década de 1860. Quando o petróleo vira um item de segurança nacional, em meados do século passado, já havia grandes empresas privadas nacionais fortes, que podiam garantir os interesses do país."

    Leães esclarece que a decisão sobre o papel do Estado na exploração do petróleo tem um caráter "político" e se dá de acordo com as diferentes circunstâncias de um país. Ele cita o exemplo da Noruega.

    "Quando se descobriu petróleo, era um país relativamente pobre, mas com instituições consolidadas. Houve uma grande discussão sobre o que fazer, e foi criada uma estatal e um fundo soberano para administrar os recursos obtidos com a atividade", afirma.

    Mas a maioria dos países está em estágio de desenvolvimento anterior, em guerra civil ou sob regime ditatorial quando se descobre o petróleo em seus territórios, diz o pesquisador.

    "A princípio, se permite muito investimento externo, mas as pessoas passam a ter a sensação de que estão sendo exploradas. Há, então, um rompimento completo e se vai de um extremo a outro, como no Brasil, mas isso vai mudando com o tempo."



    Fonte: www.bbc.com/portuguese/brasil-37613325
  • Breno  20/03/2018 17:46
    "A situação americana também é especial, explica o pesquisador, porque a lei do país determina que o petróleo não pertence ao Estado, como no Brasil, mas a quem o encontrar.

    As primeiras descobertas se deram na década de 1860. Quando o petróleo vira um item de segurança nacional, em meados do século passado, já havia grandes empresas privadas nacionais fortes, que podiam garantir os interesses do país."


    E ainda há quem não entenda a pujança americana. Basta seguir o bom senso e o respeito à propriedade privada, e todo o resto vem naturalmente.

    Os americanos apenas disseram: "O petróleo não é do governo, mas sim de quem o encontrar", e aí, puf, nunca mais faltou gasolina farta e barata para o povo. E os investimentos no setor foram crescentes.

    Bom senso e respeito à propriedade privada: eis o que leva um país ao progresso.
  • Joao  20/03/2018 18:16
    Sei que se fossemos elencar todos os desmandos da Petrobrás o texto ficaria gigante, mas senti que faltou mencionar a explosão do endividamento e os custos bilionários para construção do Comperj e do Rnest, que são dois elefantes brancos grandes até mesmo para os padrões da Petro.
  • Wilson  20/03/2018 19:19
    Correto. Mas já foi abordado em um artigo mais específico:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2755
  • Salve a agua  20/03/2018 19:59
    Privatizar nem sempre é bom, basta ver o caso da agua

    www.bbc.com/portuguese/brasil-40379053

    Enquanto o Rio e você falam em privatizar, o mundo todo que privatizou re-estatizou no setor da agua.

    A agua é um direito humano essencial.

    Eu acho que a maioria das coisas devem ser privadas sim, socialismo é pobreza, acredito e apoio a economia de mercado e o capitalismo.
    Mas pera la, bens essenciais assim não da. Os fatos ja demonstraram, na America do Sul somente o chile obteve sucesso na privatização da agua, somente porque la ouve forte regulação do estado no setor, enquanto nos outros países sul-americanos optaram pela desregulação do setor...
    O petroleo não é diferente, tem muita estatal de petroleo melhor que as privadas...
  • Salve a inteligência  20/03/2018 21:54
    Essa matéria para a qual você linkou (totalmente ideológica, mas tudo bem), apenas diz que "parcerias público-privadas" foram desfeitas.

    Duh, mas quem é o idiota que defende parcerias público-privadas? Isso é um arranjo totalmente corporativista e anti-livre concorrência, bem ao gosto de keynesianos e social-democratas (que são os idiotas que as defendem).

    Uma parceria público-privada nada mais é do que um arranjo no qual políticos escolhem seus empresários favoritos para gerenciar um determinado setor (saneamento, por exemplo), e estes empresários, como consequência, passam a atuar em uma área totalmente protegido pelo estado contra a entrada de concorrentes, transformando-se na prática em uma reserva de mercado para essas empresas.

    Na prática, uma PPP é simplesmente isso: a criação de uma reserva de mercado, garantida pelo estado, para os empresários favoritos dos políticos.

    Estado e grandes empresas se aliam para, sob o manto de estarem realizando serviços, extorquir os cidadãos e dividir entre si o butim, dando em troca algo que lembra um pouco, com muita boa vontade, uma prestação de serviço.

    Por isso, esse arranjo é excelente para ambos os lados: os políticos recebem "agrados" das empresas que adquirem o direito de operar em um mercado fechado; e essas empresas, ao ganharem uma reserva de mercado (é proibida a entrada de concorrentes), passam a auferir lucros garantidos, sendo que a necessidade de apresentar qualidade é nula.

    No final, a PPP é um arranjo criado apenas para beneficiar aquelas empresas que têm fortes conexões com o estado, e que passam a usufruir uma reserva de mercado garantida pelo estado.

    Por isso este Instituto sempre condenou veementemente as PPPs, e já deixou claro que privatizar sem desestatizar nunca será a solução. É até alvissareiro ver que outros países do mundo perceberam essa enrascada e estão caindo fora dela.

    Como fazer com o mercado de saneamento e água? Explicado em detalhes aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=646
  • Salve a agua  21/03/2018 12:08
    E o caso do chile e mais países da america do sul?

    Responda essa indagação, o chile só deu certo porque era um PPP extremamente regulada...
    Já o resto
  • Retenha a inteligência  21/03/2018 12:54
    Ué, mudou de ideia? Agora está dizendo que as PPPs são boas? Defina-se, cidadão. Impossível conversar com alguém instável.

    Aliás, o que é "dar certo"? Quem é que define se algo "deu certo" ou não? Certamente não é político, mesmo porque a atitude de político é exatamente oposta: se algo "dá certo", aí sim é que ele vai querer regular e até estatizar. Se algo "dá errado", aí ele quer distância e quer se livrar rapidamente daquilo.

    O fato de políticos terem estatizado algo é um sinal de que aquilo funcionava bem. Vide Cristina Kirchner, que estatizou os fundos de previdência privados da Argentina, que reconhecidamente eram a única coisa que funcionava bem no país. Vide Evo Morales, que estatizou empresas privadas estrangeiras que operavam gás na Bolívia (ou você vai dizer que Evo estatizou empresas privadas estrangeiras porque elas "deram errado"?)

    Dito isso, volto a repetir: sou contra PPPs e não acho que nenhuma tem como "dar certo". A diferença entre uma PPP e uma estatal é praticamente nula: ambas usam dinheiro público, ambas operam protegidas da concorrência, ambas não têm como ofertar serviços bons.

    E você? Por que acha que estatal é melhor que PPP?

    No aguardo.
  • Dam Herzog  20/03/2018 20:13
    Um economista antigo chamado Eugenio Gudin que viveu no seculo passado disse certa vez que a petrobrás foi feita para ajudar o Brasil e não o Brasil ajudar a petrobrás. Em relação as estatais estamos permanentemente ajudando as estatais através de impostos pagos retirado do nosso bolso para ajuda-las, entre elas a petrobrás os correio etc..... como se fosse uma pena imposta a nós brasileiros por alguma falta cometida. Elas se tornaram uma vaca sagrada e quem fala em desestatização dela é taxado como entreguista das riqueza de nossa nação. Temos que desmitificar esta postura que o petroleo é nosso, pois ele não é nosso e que para manter a petrobrás está ficando cada vez mais caro ano após ano. O brasileiro precisa pensar que ele é socio de uma empresa que dá prejuizos e ele é obrigado a tirar dinheiro do bolso o ano inteiro para pagar o prejuizo dessas estatais. E só por desinformação ou burrice temos aceitamos a cultura que estatais que dão prejuizo são boas para o pais. Temos que estancar este prejuizo que a lavagem cerebral dos politicos de esquerda nos impigiram. Estatal nunca foi boa em nenhum pais do mundo. Só o interesse particular leva o dono a cuidar bem de sua empresa ou ir a falencia. Os burocratas cuidam bem da vida deles. Essa Nova Classe capturou o estado para os seus interesses particulares e querendo ou não, temos que pagar pelos seus desacertos, corrupção e crimes contra as empresas que o estado maneja. Temos que perguntar aos politicos todos os dias em 2018 o que eles farão como as estatais. Mas não queremos privatizaçãos tipo Vale onde o senador do PSDB Aécio negociava uma diretoria da Vale com o Sr Wesley, que era uma empresa privatizada. Como politico negociando diretoria de empresa privada? Queremos que se deem uma ação da petrobrás ou dos correios para cada brasileiro, pois cada um é dono pois ajudou a formar pois o governo só tem dinheiro dos impostos. Desestatizem esses monstros ineficientes que sempre deram prejuizos e estão sempre em UTI das finanças publicas. O povo deve perguntar qual o regime fiscal adotarão pois sem orçamento equilibrados desejos e 'mais educação mais saude' é simplemente o exercicio de retirar agua da parte mais funda da piscina e jogar na parte mais raza para esvasiar a mesma. Sem uma moeda forte daremos sempre um vôo de galinha. Desestatizar é a solução.
  • Rene  20/03/2018 20:36
    Não entendi a justificativa sobre a Arabia Saudita controlar tal área, já que a área é controlada por uma estatal. Essa justificativa só está dando dando voz a esquerdistas argumentarem a favor da permanência da Petrobrás.
  • Girard  20/03/2018 21:02
    Do que você está falando? Onde você leu isso?
  • Rene  20/03/2018 22:24
    Me refiro ao Campo Ghawar citado no hiperlink do artigo. Ghawar pertence e é operado inteiramente pela estatal Saudi Aramco.
  • Girard  20/03/2018 22:31
    O texto diz que o campo de Ghawar tem mais petróleo que todos os campos da Petrobras em conjunto. E isso é dito em tom de gracejo como resposta à gritaria de que "o petróleo é nosso". Não é. É dos árabes e dos americanos, que têm muito mais petróleo que o Brasil. (Os americanos por competência técnica e livre concorrência; os árabes porque seus países literalmente bóiam sobre petróleo).

    Apenas isso. Não há a apresentação de absolutamente nenhuma "justificativa sobre a Arábia Saudita controlar tal área". Sendo assim, realmente não havia como você entender uma justificativa que nunca foi dada.
  • Dalton C. Rocha  20/03/2018 23:58
    O petróleo é dos árabes. E a Petrobrás é da CUT. Dei-me um país, que tenha monopólio estatal do petróleo e, eu lhe darei um país pobre e uma cleptocracia. Tudo o que a Petrobrás deu ao povo brasileiro, desde que foi criada em 1953, é uma sentença de viver num país pobre.
    Qual deveria ser o hino do PT? Aquela música que diz: "Onde está o dinheiro? O gato comeu, o gato comeu. E ninguém viu. O gato fugiu, o gato fugiu. O seu paradeiro está no estrangeiro."
    Quem quiser, que veja a música completa neste site: www.youtube.com/watch?v=92rr8EcDc90
  • Mauricio Antonio de Avila Macedo  21/03/2018 00:31
    Li um comentario assim ai pra cima !

    LULA 2019 !!
    RI MUITO !!!!
    Genial !!!
    ACAO DA PETROBRAS 160 BI DE PREJUIZO......QUERO NAO !!!!
    ACAO DOS CORREIOS ....10 BI DE PREJUIZO , EM BREVE,....QUERO NAO !!!!

  • Lula 2019  21/03/2018 11:31
    Olá companheiro Mauricio Antonio de Avila Macedo

    Se você votá ni mim e fizé militância eu te dou uma boquinha em alguma estatal.

    Tchau querido !

    LULA VAI VOLTAR
  • Alessandro  21/03/2018 01:27
    E já que lembraram, mais uma vez, do Roberto Campos...

    A Farra dos Dinossauros ou os Gigolôs da Viúva.

  • MBL  21/03/2018 10:56
    É besteira lutar por um mercado livre no Brasil. Para conseguir isso, teria que reformar todo o sistema político.
    E pra piorar a maioria dos libertários não participam da política e vivem reclamando que o governo só incha.
  • anônimo  21/03/2018 11:09
    A Petrobras já detém 97% das jazidas brasileiras e as 3% restantes são do governo. Simplesmente abrir a concorrência não resolve o problema de combustível do Brasil.

    Para resolver o problema, a importação de gasolina deveria ser totalmente livre. Isso forçaria a Petrobras em cortar gastos, renovar suas instalações e ser mais eficiente. Mas por outro lado, ficaria bem mais endividada, pelo menos no começo.

    A privatização da Petrobras precisa ser feita com calma e cautela, não pode vendê-la toda para uma única empresa nacional ou estrangeira.
    Antes de fazer os leilões, teria que já ter uma lista de compradores mais ou menos pronta.
  • Ajax  23/08/2018 20:43
    A importação de derivados é praticamente livre: inclusive, há diversas importadoras atuando no mercado. O que não pode é uma distribuidora realizar a importação diretamente, embora ela possa estabelecer outro CNPJ para importar.

    Além disto, não há imposto sobre a importação.
  • Andre Soares  21/03/2018 11:51
    Quer dizer entao que o problema é ser estatal, e nao o fato de ser administrada por corruptos e se sujeitar, inclusive, à ação de corruptores do setor privado? Esse texto me lembrou uma analogia feita com bois infestados de carrapatos, rs. Para acabar com os carrapatos têm gente que prefere matar os bois ao invés de usar carrapaticida... a propósito, manda aí os números da estatal norueguesa Statoil, pra gente entender melhor como as estatais são um problema...
  • Professor  21/03/2018 13:09
    Não, doçura. A corrupção em estatais é apenas a cereja do bolo. Mesmo que uma estatal fosse gerida por anjos impolutos e genuinamente preocupados "com o povo", ainda assim ela seria ineficiente.

    Deixa eu tentar desenhar.

    Em primeiro lugar, em qualquer empresa que tenha como seu maior acionista o Tesouro nacional, a rede de incentivos funciona de maneiras um tanto distintas. Eventuais maus negócios e seus subsequentes prejuízos ou descapitalizações serão prontamente cobertos pela viúva — ou seja, por nós, pagadores de impostos, ainda que de modos rocambolescos e indiretos.

    Mais: uma empresa ser gerida pelo governo significa que ela opera sem precisar se sujeitar ao mecanismo de lucros e prejuízos.

    Todos os déficits operacionais serão cobertos pelo Tesouro, que vai utilizar o dinheiro confiscado via impostos dos desafortunados cidadãos. Uma estatal não precisa de incentivos, pois não sofre concorrência financeira — seus fundos, oriundos do Tesouro, em tese são infinitos.

    Por que se esforçar para ser eficiente se você sabe que, se algo der errado, o Tesouro irá fazer aportes?

    Uma empresa que não é gerida privadamente, que não está sujeita a uma concorrência direta, nunca terá de enfrentar riscos genuínos e nunca terá de lidar com a possibilidade de prejuízos reais. Logo, é como se ela operasse fora do mercado, em uma dimensão paralela.

    O interesse do consumidor — e até mesmo de seus acionistas, caso a estatal tenha capital aberto — é a última variável a ser considerada.

    Pior: como mostram os esquemas de propinas em licitações, estatais não operam de acordo com os sinais de preços emitidos pelo mercado. Elas não operam segundo a lógica do sistema de lucros e prejuízos. Se uma empresa genuinamente privada se dispusesse a pagar um preço mais alto que o de mercado para contratar empreiteiras para fazer obras, seu capital (patrimônio líquido) seria destruído, seus acionistas se desfariam de suas ações, o valor de mercado da empresa despencaria e, na melhor das hipóteses, ela teria de ser vendida para outros controladores "a preço de banana".

    Assim como o governo não é capaz de saber se deve construir a estrada A ou a estrada B, ou se deve "investir" em uma estrada ou em uma escola, ele também não sabe se deve produzir mais eletricidade, ou se deve explorar mais petróleo, ou se deve alterar seu serviço de entrega de cartas. (Por isso, os Correios também têm prejuízo há 4 anos seguidos e vivem pedindo novos aportes do Tesouro Nacional).

    Com efeito, não há como o governo saber o quanto deve gastar em todas as suas atividades em que está envolvido. Simplesmente não há maneira racional de o governo alocar fundos ou mesmo decidir o quanto ele deve ter.

    O sistema de lucros e prejuízos serve como guia crítico para direcionar o fluxo de recursos produtivos. Tal guia não existe para o governo, que não possui uma maneira racional de decidir o quanto de dinheiro ele deve gastar, seja no total ou em algum setor em específico.

    Por não ter uma racionalidade, uma preocupação com lucros e prejuízos, as estatais sempre acabam seguindo os caprichos do governo do momento, cujos políticos do partido estão em seu comando. Consequentemente, estatais sempre estarão sob os auspícios de uma gente cujo horizonte temporal é de no máximo quatro anos, e inevitavelmente se transformarão em fábricas de desperdício, ineficiência, confusão e ressentimento.

    Sacou?


    Ah, quer saber da Statoil? Pois não. Ela simplesmente vende a gasolina mais cara do mundo!

    Atualmente, um litro de gasolina na Noruega está custando 15,63 coroas norueguesas.

    Ao câmbio de hoje (7,74 coroas por dólar), dá 2,02 dólar por litro.

    Já nos EUA, um litro de gasolina está custando US$ 0,75 por litro.

    A renda per capita dos noruegueses é 1,22 vez maior que a dos americanos.

    Mas sua gasolina custa 2,69 vezes mais. E o país é totalmente autossuficiente, ao contrário dos EUA.

    Seria interessante vender esse arranjo como pró-pobre. "Estatize a produção de petróleo e tenha a gasolina mais cara do mundo".

    Ou seja, a Noruega, que bóia em petróleo e que possui uma estatal monopolista para gerir o setor, paga 2,7 vezes que os americanos, que importam gasolina e que a consomem como se não houvesse amanhã. E cujo setor está fora das mãos do estado.

    É tudo uma questão de lógica: se o país flutua em petróleo, o preço do petróleo para seus cidadãos tem de ser, no mínimo, mais baixo do que os preços praticados em países que não bóiam em petróleo, que importam petróleo e que não recebem subsídios do governo. A Noruega não passa nesse teste.

    E aí? Vamos copiar a estatal norueguesa? Nossos pobres voltarão a andar de jegue.
  • Neto  21/03/2018 13:51
    Ouch! Depois dessa, esse Andre Soares vai ter até dificuldades de encontrar o caminho de casa...
  • JOSE F F OLIVEIRA  21/03/2018 18:26
    Andrezinho eu empresto o meu banquinho. kkkk
    [youtu.be/4smuH_fEMN8]
  • Felipe Lange  21/03/2018 16:18
    Fora do assunto desse artigo, mas ainda com uma certa relevância.

    Pessoal, por que é comum o pessoal de ciências naturais reclamar que hoje a ciência é vista de maneira puramente financeira? Eu estou cursando biologia na Unesp e notei isso de um dos meus professores. Bom, passaram um texto para a gente falando que a ciência hoje está sendo "moldada" por interesses do capitalismo e afins (detalhe é o atraso, eles citaram o mundo como sendo "dominado" por indústrias). Ora bolas, e antes, ciência se fazia deitado num gramado verde e de maneira romantizada? De onde veio o capital para os primeiros cientistas poderem realizar essas pesquisas e observações?
  • JOSE F F OLIVEIRA  21/03/2018 17:51
    Um modelo que tem gerado muito sucesso em Israel para incentivar pesquisa e inovação nas universidades é o tripé Universidade – Empresa – Sociedade. Os israelenses conseguiram organizar um esquema no qual a SOCIEDADE mostra os problemas e fornece o investimento, as UNIVERSIDADE pesquisam para resolver esse problema e as EMPRESAS auxiliam na transformação da pesquisa em inovação, o que pode gerar lucro para o país. [profissaobiotec.com.br/o-que-israel-pode-nos-ensinar-sobre-ciencia-e-tecnologia/]
  • Desconhecido  21/03/2018 18:20
    Manda eles (os professores) juntarem dinheiro e montarem o próprio laboratório, ai eles podem pesquisar o que lhe interessa, simples.
  • Felipe Lange  21/03/2018 19:27
    Pois é. Mas a mentalidade é se humilhar para burocratas se sensibilizarem e roubarem mais dinheiro para sustentar verbas. Até porque hoje o estado praticamente proíbe financiamento privado de pesquisas e instituições acadêmicas... Pelo jeito não caiu essa ficha para o Pirula. Ainda penso em fazer um canal científico sob outro ponto de vista.

    Falando do Pirula, os seus seguidores são simplesmente uma laia de cientificistas estatistas com simpatia por ideias esquerdistas.
  • Lel  22/03/2018 00:05
    Sou ateu e odeio aquele cara.

    Além de progressista e esquerdista, ele é cientificista (que é a essência das variantes do estatismo como comunismo, nazismo, social-democracia e desenvolvimentismo) e fielmente acredita que a sociedade deve ser "conduzida pela ciência", que é basicamente entregar tudo para ser administrado por burocratas iluminados.

    Só resta revelar para o idiota que a ciência não é verdade absoluta e que está sempre sujeita a mudanças. Além de sempre haver vozes discordantes ao mainstream que devem ser ouvidas e trazidas ao debate.
    E caso ele também não saiba, o sistema de financiamentos que ele defende já existe aqui na república das jaboticabas.
  • Felipe Lange  22/03/2018 12:57
    "Sou ateu e odeio aquele cara."

    Eu sou ateu também, eu gosto dele, dos seus seguidores que tenho ódio.

    "Além de progressista e esquerdista, ele é cientificista (que é a essência das variantes do estatismo como comunismo, nazismo, social-democracia e desenvolvimentismo) e fielmente acredita que a sociedade deve ser "conduzida pela ciência", que é basicamente entregar tudo para ser administrado por burocratas iluminados."

    Tenho essa impressão dele também. Ele acabou criando involuntariamente uma militância estatista. Já tive de ler birras e deboches por parte deles no Twitter quando respondi algumas coisas. Depois que o Pirula respondeu para mim de que o estado é necessário para a ciência (eu havia feito um tweet de que ninguém precisa do estado para fazer ciência) e eu respondi que isso pode ser indício de que essas pesquisas e afins não teriam financiamento privado por possivelmente não serem demandados, ele nunca mais respondeu.

    "Só resta revelar para o idiota que a ciência não é verdade absoluta e que está sempre sujeita a mudanças. Além de sempre haver vozes discordantes ao mainstream que devem ser ouvidas e trazidas ao debate. 
    E caso ele também não saiba, o sistema de financiamentos que ele defende já existe aqui na república das jaboticabas."


    Eu já estou ciente de que haverá a possibilidade de eu não conseguir a bolsa estatal na Unesp. Se eu virar manchete, eu falo para todos algo como "Resulta nisso confiar em parasitas que na primeira oportunidade cortam a mamata. O financiamento privado é reprimido e o estado aparece como salvador do problema que ele causou."
  • Intruso  21/03/2018 18:52
    A grande questão é que o petróleo é um recurso finito, por isso deve ser explorado de maneira estratégica. Se todas as nossas reservas fossem privatizadas e coladas a disposição para exploração (inclusive para exportação), em pouco tempo teríamos um pico de produção, seguidos por anos de estagnação e desta forma ficaríamos sem esse produto valioso e seríamos obrigados a importar usando dólares, pois lá fora não se aceita reais como moeda de troca e desta forma nos endividaríamos em dólar como foi feito da década de 7o, quando havia excesso de petrodólares. Mas como os EUA aumentaram seus juros na década de 80, países com grandes dívidas como o Brasil não puderam pagar e daí todos sabem que a década de 80, foi a nossa década perdida. E tudo originado pelo fato de o Brasil naquela época não ser autossuficiente em petróleo. Privatize e em pouco tempo o Brasil irá produzir petróleo em excesso (talvez mais de 6 milhões de barris por dia) e em seguida ficaremos a ver navios, obrigados a comprar petróleo utilizando os valiosos dólares e gerando novas décadas perdidas. No Amapá existia uma reserva enorme de manganês na Serra do Navio que foi explorada até o fim por estrangeiros que pensavam apenas no lucro imediato. Não deixemos que o nosso pré-sal se transforme em uma Serra do Navio.
  • Professor  21/03/2018 21:21
    "A grande questão é que o petróleo é um recurso finito, por isso deve ser explorado de maneira estratégica."

    O sistema de preços já faz isso automaticamente. Não se preocupe. Se o petróleo for excessivamente explorado, aumentando sua oferta, os preços desabarão, e aí a produção será reduzida.

    "Se todas as nossas reservas fossem privatizadas e coladas a disposição para exploração (inclusive para exportação), em pouco tempo teríamos um pico de produção"

    Ou seja, você está dizendo duas coisas?

    1) A Petrobras é extremamente ineficiente e não consegue explorar petróleo ao ponto de chegar ao pico de produção;

    2) Se empresas privadas fizessem isso, haveria fartura de petróleo e o preço da gasolina desabaria. Interessante.

    Mas continuemos.

    "em pouco tempo teríamos um pico de produção, seguidos por anos de estagnação e desta forma ficaríamos sem esse produto valioso e seríamos obrigados a importar"

    Ué, não entendi. Primeiro você disse que haveria superabundância de petróleo; agora está dizendo que haveria uma escassez tão grande que teríamos de importar. Gênio.

    Aliás, você é tão confuso e ilógico, que parece não ter percebido essas duas fragorosas contradições:

    1) Por que teríamos de importar se todas as refinarias já estão aqui? Refinarias não somem no éter. Elas não desaparecem. Continuam operando normalmente. Por que elas parariam de produzir petróleo? Odeiam dinheiro?

    2) Mais ainda: se essas refinarias que já estão aqui não estão querendo vender petróleo para nós -- porque, segundo você, o preço estaria baixo demais em meio a uma escassez (um atentado à lógica econômica) -- então por que as outras refinarias estrangeiras venderiam (exportariam) para nós esse mesmo petróleo igualmente barato? O preço do petróleo é o mesmo ao redor do mundo. Não faz sentido dizer que as refinarias daqui não iriam querer vender para nós, mas as estrangeiras iriam.

    Nada faz sentido em seu "raciocínio". Primeiro você diz que haveria sobreoferta. Depois afirma que haveria escassez. E aí conclui que em meio a essa escassez ninguém iria querer vender para nós, exceto as estrangeiras, pois os preços estariam muito baixos (em meio a uma escassez!).

    Paro por aqui. Se você é incapaz de concatenar duas simples idéias de maneira lógica e sensata, eu nada tenho a aprender com você. E ensinar de graça não é a minha praia.

    Ah, não, espera aí que tem mais.

    "Mas como os EUA aumentaram seus juros na década de 80, países com grandes dívidas como o Brasil não puderam pagar e daí todos sabem que a década de 80, foi a nossa década perdida. E tudo originado pelo fato de o Brasil naquela época não ser autossuficiente em petróleo."

    Absolutamente nada a ver. O aumento dos juros nos EUA gerou uma fuga de capitais dos países atrasados (como o Brasil), pois este capital foi buscar a segurança dos títulos públicos americanos, que estavam pagando juros de 21% ao ano. Só otário abriria mão de receber 21% dos títulos americanos para manter com seu capital na América Latina, correndo o risco de ser confiscado por governos bananeiros.

    Ademais, a dívida externa destes países também aumentou em decorrência dos juros, mas estes países se endividaram para fazer obras faraônicas, bem ao gosto dos desenvolvimentistas.

    "Privatize e em pouco tempo o Brasil irá produzir petróleo em excesso (talvez mais de 6 milhões de barris por dia) e em seguida ficaremos a ver navios, obrigados a comprar petróleo utilizando os valiosos dólares e gerando novas décadas perdidas."

    Ou seja, ficaremos tão ricos que ficaremos pobres. Teremos tamanha abundancia de petróleo, que seremos miseráveis. Mais ou menos como Qatar e Dubai....

    "No Amapá existia uma reserva enorme de manganês na Serra do Navio que foi explorada até o fim por estrangeiros que pensavam apenas no lucro imediato. Não deixemos que o nosso pré-sal se transforme em uma Serra do Navio."

    Pelo visto, você não sabe nada da história do seu país. Essa Serra era propriedade do governo brasileiro, e foi concessionada para a Sociedade Brasileira de Indústria e Comércio de Minérios de Ferro e Manganês (ICOMI). Em poucos anos, o manganês acabou simplesmente porque havia pouco manganês na região. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), uma estatal, havia superestimado as reservas do local, e os otários que acreditaram no governo e investiram ali se estreparam todo.
  • Che  22/03/2018 01:26
    Vão com sua cantilena privatista tentar privatizar a Statoil na Noruega, e vão ver o que acontece.
  • Professor  22/03/2018 12:47
    Em primeiro lugar, não sei por que eu deveria ir para a Noruega defender a desestatização de uma estatal norueguesa. Isso é problema (e dinheiro) deles, e não meu. Mas é compreensível que socialista, que sempre teve propensões imperialistas, pense assim.

    Dito isso, acho que os mais pobres da Noruega iriam adorar.

    A Statoil simplesmente vende a gasolina mais cara do mundo!

    Atualmente, um litro de gasolina na Noruega está custando 15,63 coroas norueguesas.

    Ao câmbio de hoje (7,74 coroas por dólar), dá 2,02 dólar por litro.

    Já nos EUA, um litro de gasolina está custando US$ 0,75 por litro.

    A renda per capita dos noruegueses é 1,22 vez maior que a dos americanos.

    Mas sua gasolina custa 2,69 vezes mais. E o país é totalmente autossuficiente, ao contrário dos EUA.

    Por isso, acho uma delícia quando vejo o brasileirinho ignorante (como é o seu caso) defender o modelo norueguês para o brasil. Seria interessante ver vocês tentando vender esse arranjo aqui no Brasil: "Estatizemos por completo a produção de petróleo e tenhamos a gasolina mais cara do mundo. Isso seria sensibilidade social!".

    Ou seja, a Noruega, que bóia em petróleo e que possui uma estatal monopolista para gerir o setor, paga 2,7 vezes que os americanos, que importam gasolina e que a consomem como se não houvesse amanhã. E cujo setor está fora das mãos do estado.

    É tudo uma questão de lógica: se o país flutua em petróleo, o preço do petróleo para seus cidadãos tem de ser, no mínimo, mais baixo do que os preços praticados em países que não bóiam em petróleo, que importam petróleo e que não recebem subsídios do governo. A Noruega não passa nesse teste.

    E aí? Vamos copiar a estatal norueguesa? Nossos pobres voltarão a andar de jegue.
  • Re Merlin  22/03/2018 02:15
    Sou totalmente a favor a privatização de tudo menos de petroliferas, petroleo não espaço pra devaneios ideologicos ou é estatal ou monopolio privado a não ser uma privatização no modelo homestead para seus trabalhadores
  • Michael  22/03/2018 03:01
    Ué, há monopólio privado do petróleo nos EUA? Não sabia. Qual é a empresa monopolista que controla todo o petróleo americano? Como ela faz isso? Como ela proíbe outras empresas de operar lá? Conta aqui pra gente, por favor.

    É cada coitado que despenca por aqui...
  • Fernando  22/03/2018 04:42
    Eu fico impressionado como os estatistas em geral são uns completos senso comum e com QI de ameba. Tanto na versão foice e martelo, quanto na versão nacionalista.
    Eles vem aqui, são completamente surrados intelectualmente, e ainda assim continuam insistindo no erro.
    Daí se vê o abismo intelectual existente entre estatistas é libertários.
  • Danilo Cuzzuol Pedrini  22/03/2018 02:22
    O argumento 1 é falso, praticamente um ato de má-fé. A primeira vez que vi, foi publicado pela Raquel Landim, depois replicado por Cláudio Humberto e Gibaum.

    Por quê é falso? Primeiro, soma o número de empregados próprios da Petrobras ao de terceirizados, mas compara somente ao total de empregados próprios das outras 3 empresas.

    -> SHELL: declarou abertamente o número de empregados e o de terceirizados ("contractors").
    93 mil empregados (página 49)
    216 mil contratados (página 44)
    Fonte: s05.static-shell.com/.../doc.../entire-shell-sr15.pdf

    -> BP: 79800 empregados
    185 milhões de horas trabalhadas por terceirizados
    Como são 168 milhões de horas trabalhadas por empregados próprios e supondo a mesma quantidade de horas por empregado ou terceirizados, uma regra de 3 daria 86450 terceirizados.
    www.bp.com/.../bp-sustainability-report-2015.pdf

    -> Exxon: 71100 empregados
    A Exxon não fornece informações sobre total de horas-homem trabalhadas por empregados ou terceirizados, muito menos o número de terceirizados.
    cdn.exxonmobil.com/.../2016_ccr_full_report.pdf
  • Felipe Lange  22/03/2018 17:46
    Pessoal, é comum eu ouvir de algumas pessoas que antes da Nossa Caixa ter sido vendida para o Banco do Brasil, era melhor as condições de trabalho. Isso é verdade? O que foi essa venda? Uma espécie de concessão estatal? O que o Serra tem a ver com isso? E Lula?
  • Tulio  22/03/2018 18:00
    Sei lá. Isso é um banco estatal (Nossa Caixa) sendo vendido por um socialista (José Serra) para outro banco estatal (Banco do Brasil) sob ordens de outro socialista (Lula). Se a situação piorou agora sob o comando do Banco do Brasil, pode ter certeza de que eu não derramo uma lágrima.
  • Richard Gladstone de Jouvenel  24/03/2018 15:26
    Bom, se é assim, a agência da minha cidade é uma exceção.

    Depois que a Nossa Caixa foi vendida pro BB, a agência daqui teve um upgrade sem paralelo. Ar-condicionado no talo até na área dos caixas eletrônicos, móveis de madeira maciça, sofás pra espera bem acolchoados, iluminação intimista...

    Só o serviço que deixa a desejar. Mas isso deve ser por causa da preguiça que dá nos funcionários depois do churrasco que eles fazem toda quarta e sexta-feira na churrasqueira que foi construída no estacionamento, que aliás, é só pra funcionários, claro. E eu tenho até medo de perguntar com que dinheiro foi construída a dita-cuja...

    Se a vida dos funcionários piorou, queria que a minha piorasse assim...
  • Rafael  23/03/2018 14:46
    1) Em faturamento anual por empregado, a Petrobrás é a penúltima no mundo. Em 2016, enquanto a Petrobras pagava salários a 315.000 funcionários, entre efetivos (84.000) e terceirizados (231.000), a Shell, a Exxon e a British Petroleum (BP), juntas, empregavam 262.000 pessoas, 53.000 a menos que a brasileira, com lucros somando US$ 58,6 bilhões. (A Petrobras vem de quatro anos de prejuízos seguidos; ver item 3 abaixo).

    Não é possível que seja essa diferença. Será que Exxon, Shell e BP não tenham funcionários terceirizados?
    Ex: Quando o Deepwater Horizon explodiu. Existiam 7 funcionários da BP e 79 of Transocean( dona da plataforma). Acredito que entraria no cálculo de funcionário terceirizado usado.

    Mas mesmo assim 84 mil efetivos é o mesmo que as outras 3 onde a atuação é muito maior.
  • Jonathan  23/03/2018 16:10
    A solução do autor é muito arco-íris. Se fosse em outros setores, o papel do governo seria muito mais simples, mas ainda assim não seria tão simples como "simplesmente sair de cena" porque vai praticamente permanecer a mesma coisa na empresa. E quando ela falir, alguma outras (geralmente estrangeira) vai comprá-la inteira e ter 98% do petróleo do país.

    Além de abrir o mercado e abolir a ANP, precisa privatizar a Petrobras fragmentando em outras empresas. Até porque somente funças trabalham lá.
  • Professor  23/03/2018 16:36
    "Se fosse em outros setores, o papel do governo seria muito mais simples, mas ainda assim não seria tão simples como "simplesmente sair de cena" porque vai praticamente permanecer a mesma coisa na empresa."

    É mesmo? Quer dizer então que se tirar a muleta do estado, acabar com o protecionismo do estado à empresa, acabar com o acesso direto da empresa aos cofres do Tesouro, acabar com todas as indicações político-partidárias para os quadros da empresa, e expor a empresa à concorrência estrangeira nada irá mudar?

    Interessante.

    Por essa sua lógica, então, não faz absolutamente nenhuma diferença entre uma empresa ser privada ou estatal. Ambev e Correios: iguaizinhas.

    "E quando ela falir"

    Opa! Contradição total. Primeiro você disse que se o estado sair "vai praticamente permanecer a mesma coisa na empresa". Agora, já reverteu completamente sua posição e disse que ela vai quebrar.

    Defina-se, meu caro. Você não pode argumentar duas coisas contraditórias ao mesmo tempo.

    "alguma outras (geralmente estrangeira) vai comprá-la inteira e ter 98% do petróleo do país."

    Aqui você mostra suas reais cores. Você é só um nacionalista protecionista que prefere ser espoliado por uma empresa brasileira a ter as melhores empresas do mundo competindo entre si para vender para você petróleo barato.

    Isso é patologia. O sujeito prefere ser esbulhado por gente que fala o mesmo idioma a ser bem servido por pessoas que nasceram em outro país. Alguém ainda precisa fazer um diagnóstico sobre essa doença.

    "Além de abrir o mercado e abolir a ANP"

    Ué, mas isso é exatamente retirar o estado de cena!

    Você reverteu de novo sua posição, a qual você já mudou três vezes. Impossível debater com alguém que nem sabe o que defende. Vou esperar você se estabilizar para então, só então, tentar entender o que você defende.

    "precisa privatizar a Petrobras fragmentando em outras empresas. Até porque somente funças trabalham lá."

    Isso, sim, é que é "muito arco-íris". Na prática, você quer políticos conduzindo a venda da empresa para seus amigos. No Brasil, sempre foi assim. E qual foi o resultado? As estatais privatizadas acabaram sendo compradas majoritariamente por fundos de pensão... de outras estatais.

    Ou seja, as privatizações criaram novas estatais.

    E você defende isso como a solução! E diz que quem é contra isso e que realmente defende competição e eficiência quer arco-íris!

    Retire a muleta do estado, exponha a empresa à concorrência estrangeira e você verá todos os funcionários da Petrobras prontamente se aprumando e se tornando eficientes. Aqueles que são realmente trabalhadores e dedicados serão os primeiros a querer expulsar os sindicalistas e politiqueiros da empresa, que não trabalham e querem apenas vida mansa. Eles sabem que se esses parasitas não forem expulsos a empresa não durará um ano no mercado concorrencial.

    Por outro lado, deixe um político conduzir a "privatização" da empresa (ou seja, vendê-la para fundos de pensão de estatais) e aí sim você verá a perpetuação dos privilégios. Aí sim "vai praticamente permanecer a mesma coisa na empresa".

    Saia do seu arco-íris.
  • Jonathan  23/03/2018 18:08
    "Quer dizer então que se tirar a muleta do estado, acabar com o protecionismo do estado à empresa, acabar com o acesso direto da empresa aos cofres do Tesouro, acabar com todas as indicações político-partidárias para os quadros da empresa, e expor a empresa à concorrência estrangeira nada irá mudar?"

    Não, porque os funcionários da empresa são funcionários públicos. E empresas estatais são naturalmente politizadas. Na prática essa solução do "estado sair de cena" será entregar 98% do petróleo para uma empresa estatal formada por funcionários públicos que não sabem como competir no mercado.
    Inevitavelmente a empresa irá falir, e vai entregar o monopólio do país para uma outra empresa com poder de fazer lobby político (afinal além de conseguir comprar uma empresa petrolífera, detém o poder de todo o petróleo do Brasil nas mãos dela).

    É MUITO mais sensato abolir a ANP, abrir o mercado para importações e fragmentar a Petrobras em várias empresas privadas. Não tem erro nessa fórmula.
    Aprenda, filho: para desestatizar, precisa privatizar. Não existe isso do "estado sair de cena", mas existe o estado privatizar, abolir agências reguladoras e liberar importação.

    "Por essa sua lógica, então, não faz absolutamente nenhuma diferença entre uma empresa ser privada ou estatal. Ambev e Correios: iguaizinhas."

    Pela minha lógica empresas privadas e estatais são a mesma coisa. Realmente. Essa é minha lógica mesmo. Vou parar por aqui, ou você é burro ou está atacando um espantalho porque quer defender esse simplismo que o autor falou.

    E a Ambev não é exemplo pra nada. É uma empresa monopolista graças às práticas protecionistas e desenvolvimentistas do governo. Suas cervejas são horríveis. Se fosse aberta pra concorrência internacional, faliria em 5 anos. Mesma coisa a JBS e as outras "campeãs nacionais".
  • Professor  23/03/2018 20:18
    "É MUITO mais sensato abolir a ANP, abrir o mercado para importações e fragmentar a Petrobras em várias empresas privadas. Não tem erro nessa fórmula."

    Não, imagina, não tem erro nenhum...

    Vou só dar uma deixa: quem é que vai determinar como e em quantas empresas a Petrobras será fatiada? Exato, políticos e burocratas. Quem é que vai determinar qual área da Petrobras será repassada a qual outra empresa? Exato, políticos e burocratas.

    Aliás, foi exatamente isso o que foi feito na privatização das teles: um bando de político e burocrata determinando qual área do país seria coberta por qual empresa. Isso, meu caro, é planejamento central puro e duro.

    Você defender isso tudo bem; mas não venha dizer arrogantemente que "não tem erro nessa fórmula". Ao contrário: só tem erro nessa fórmula. Você está defendendo planejamento centralizado.

    O governo sair de cena, liberar a concorrência e deixar a empresa estabelecida se virar por contra própria é exatamente o arranjo de livre mercado. Não há burocrata e político nenhum estipulando quem vai comprar quem. Tudo fica por conta de empreendedores atuando no livre mercado, alocando os recursos de acordo com a demanda dos consumidores.

    Já você quer político desenhando o mercado de petróleo no Brasil. Realmente, tem tudo pra dar certo...

    Ah, sim: se a Petrobras falir e for comprada por estrangeiras (que é o seu real temor nacionalista), ótimo. Foi assim que o mercado (ou seja, nós consumidores) determinou. Quero ver um só argumento mostrando que uma Petrobras gerida por brasileiros é melhor que Exxon Mobil, Chevron, BP, Shell, ConocoPhillips, Repsol etc. virem pra cá e brigar para nos atender.

    "Aprenda, filho: para desestatizar, precisa privatizar."

    Aprenda, filho: o estado sair de cena e deixar a empresa se virar sozinha é uma privatização. A empresa passou para a mão de seus empregados (além da parte que já estava com os acionistas).

    Sua postura arrogante é inversamente proporcional ao seu conhecimento.

  • anônimo  25/03/2018 09:30
    Não vejo outra forma melhor de privatizar a Petrobrás a não ser colocando 100% das ações que hoje estão nas mãos do estado à venda na Bovespa. Há muitas teorias explicando como desestatizá-la de forma mais justa, tipo distribuir ao povo as ações ainda estatais, mas vejo isso como uma solução utópica e inviável. Fragmentá-la em várias outras empresas também acho inviável, além de enfraquecê-la, tornaria o processo mais burocrático e mais passível de corrupção. O fato de a empresa ser 100% privatizada manteria o monopólio das nossas reservas, o que a princípio é péssimo, porém bastaria zerar as taxas de importação de petróleo que a concorrência quebraria esse monopólio aos poucos. De qualquer forma, privatizar é a solução final, o que já seria um alívio nacional pelo fato de nos livrarmos desse encosto estatal que nos assombra e nos empobrece há mais de meio século.
  • Andre  25/03/2018 23:20
    A privatização da Petrobras e de outras estatais continua sendo tabu. O Brasil culturalmente não evoluiu praticamente nada neste aspecto e boa parte da população é contra, sem nem saber bem o porque. Qualquer governante que faz esta proposta comete suicídio político.

    Uma alternativa poderia ser a reformulação do modelo de gestão e governança das empresas estatais, buscando um modelo do participação do estado similar ao de Cingapura (The State as Shareholder: The Case of Singapore).

    Apesar de existir uma forte cultura de intervencionismo estatal, lá sempre prevaleceu o mérito e a gestão profissional. O cidadão de Cingapura se orgulha desse verdadeiro culto ao mérito. Não há indicações políticas. Ao longo do tempo houve uma evolução do modelo de participação do estado no capital. Inicialmente a participação era direta e posteriormente evoluiu para uma empresa de participações: a Temasek. Há pouquíssimos monopólios.

    O grande problema das estatais brasileiras é o seu uso político, que tornou a corrupção endêmica e inviabiliza qualquer gestão estratégica. Outro problema é a ausência de concorrência em alguns casos. Também não ajuda em nada a subordinação das compras a Lei de Licitações. Por último, os privilégios dos funcionários públicos: existem bons profissionais mas a maioria se acomoda. Uma plataforma política que proponha algo na linha de resolver estas questões tem mais chances de obter o apoio da população e algum avanço prático.
  • Romero  18/10/2018 05:08
    Cingapura possui cerca de 25 estatais (contra mais de 500 do Brasil) e NENHUMA DELAS possui nenhum monopólio e o mercado é totalmente aberto. Se copiassem isso já estaria perfeito.
  • Angrigo Neves  25/03/2018 23:49

    Gasolina está a R$1,60 na saída da refinaria.
  • Paulo  27/03/2018 18:48
    Parece que a china esta começando a ameaçar os petrodólares americanos:
    Quais as chances de isso vingar?
    www.infomoney.com.br/mercados/noticia/7347273/china-lanca-futuros-petroleo-desafia-eua-europa

  • Leigo  01/04/2018 23:28
    Tenho algumas dúvidas sobre a questão dos Royalties.

    1 - O lucro do governo dos Royalties (10% da produção de uma exploradora) são distribuídos entre a União, Estados/Municípios e a FEP. A distribuição de 75% para a educação e 25% para saúde, vem apenas do lucro que foi destinado a União?

    2 - Se toda a Petrobrás for desestatizada e a ANP for abolida, os Royalties deixarão de existir?

  • Breno  02/04/2018 12:16
    1 - Não entendi muito bem.

    2 - Royalties são impostos. Impostos não deixam de existir quando uma empresa é desestatizada (muito pelo contrário, aliás: a arrecadação tributária tende a aumentar devido à maior eficiência - logo, maiores lucros - da gestão privada). A Vale, por exemplo, paga royalties aos estados em que opera.
  • Emerson Luis  16/04/2018 17:19

    (1) Em quais países a exploração do petróleo é privada?


    (2) Em quais países a exploração do petróleo é estatal?

    (3) Queremos ser como os países do grupo 1 ou do grupo 2?

    * * *
  • Paulo Henrique  06/05/2018 04:40
    Na verdade o principal culpado pelo preço da gasolina é o governo.
    www.petrobras.com.br/data/files/63/51/75/E4/170716101CFAAB062AD542A8/comparativo_de_precos_gasolina-2017.jpg

    A petrobras, por ser uma estatal, compete com vários países com petroliferas privadas e abertas ao mercado internacional, retirando os impostos, teríamos preços semelhantes ou até menores que o dos EUA ;




  • D%C3%83%C2%BAvida  10/05/2018 01:57
    O terceiro ponto levantado pelo artigo, diz que a Petrobrás teve uma dívida basicamente de 70 bi entre 2014 e 2017. Mas aqui nessa noticia, diz que chegou a 400 bi só em 2015. Como se explica?

    www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/05/petrobras-hoje-e-muito-diferente-do-que-era-antes-da-lava-jato-diz-parente.shtml
  • ahf  24/05/2018 18:42
    para não dar mimimi sobre privatizar a petrobras ou os correios, abram o mercado, ponham concorrência, aí daqui uns anos vão se arrepender a petrobrás quando tinha valor. aos defensores do socialismo, a china está comprando tudo, mas vão ver se os trabalhadores são ricos...
  • Hugo S. De Vita  31/05/2018 14:50
    Façam um favor para o Brasil, vão embora daqui!!!!!
    Nós brasileiros patriotas não queremos uma instituição sem ética e escrúpulos no nosso país...
    Vocês nada mais são do que o braço acadêmico das grandes corporações imperialistas que desejam escravizar os povos emergentes.
  • Jonas  04/06/2018 01:45
    Qual é o país do mundo em que o setor petrolífero é só com empresas privadas? Sem intervenção do governo ?
  • Breno  04/06/2018 02:04
    Vários, sendo o mais proeminente os EUA. Lá, a gasolina, na bomba, está custando US$ 0,70 o litro, o equivalente a R$ 2,59 o litro.

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/united-states-gasoline-prices.png?s=unitedstgaspri&v=201805041606v&d1=20170604&d2=20180404
  • Andrade  22/06/2018 02:38
    Como antecipado pelo artigo, o resultado final foi ainda pior:

    Petrobrás é derrotada no TST na maior ação trabalhista de sua história

    Tribunal deu razão aos trabalhadores com um placar de 13 votos a 12; mudança tem impacto na estatal de R$ 15 bi por pagamentos passados e mais R$ 2 bi por ano na folha de pagamento

    Com placar apertado (13 a 12), o TST tomou uma decisão que deve levar a empresa a pagar mais de R$ 15 bilhões a funcionários que questionam a política de remuneração da estatal.
  • Ajax  23/08/2018 20:38
    Seu argumento número 1 está totalmente errado.

    Pegou o número de empregados e terceirizados da Petrobras e comparou só com o número de empregados próprios das outras empresas.

    Não é uma análise honesta de ser feita, né?
  • José Carlos  21/09/2018 10:49
    Prezados, gentileza redija algum artigo sobre a Statoil.
  • Gabriel Liberato  24/10/2018 02:09
    Muito boa essa matéria, me ajudou muito no meu trabalho escolar.
  • José Alves Rodrigues  21/11/2018 19:00
    Gente li alguns comentários até que com sabedoria, mas a maioria só bobagens, sem nenhum fundamento. Vamos analisar bem e não precisa ser nenhum expert para saber o que é melhor: Estatal ou Privado, quem cuida melhor o Governo ou o Particular, eu acho que é o Privado, porque no setor público o que menos importa é a eficiência, o lucro, o que interessa é o emprego que tem estabilidade. O mais importante é conseguir o emprego, depois não precisa mais se preocupar com nada, está tudo garantido. Então vamos acabar de vez com essa balela, porque o melhor sem dúvida é a empresa privada que precisa do lucro para sobreviver e ainda mais tem um sócio que é o governo que no fim do mês põe a mão no imposto que por sinal muito alto no Brasil. Obrigado.
  • Insurgente  22/11/2018 18:15
    Enviem esse artigo ao Paulo Guedes.
  • Arlindo Lopes  22/11/2018 18:44
    Todos que defendem a venda de Petrobras mostram fatos bem realistas em relação a forma que a empresa e gerida, mas em nenhum momento falam do mais basico em relação ao mercado do petróleo, NÃO É OFERTA QUE DETERMINA O PREÇO DO BARRIL, o mercado é regulado por um CARTEL, a OPEP, que limita a oferta de forma artificial, mantendo o preço elevado mesmo que varios produtores tenha condições de aumentar sua produção, não fazem para que mantenham seus lucros muito superiores ao custo de produção. Então é isso que falam que o mercado se auto regula?
  • Magno  22/11/2018 19:23
    Se é assim, então por que o preço do barril cai? Não era pra só subir? Ele cai porque o cartel de vez em quando fica bonzinho?

    Entenda o que realmente faz os preços do petróleo se alterar:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2190
  • Leonardo  21/04/2019 18:54
    Em 2018 a Petrobras foi a empresa mais lucrativa do país com R$25 bi de lucro. Sinceramente não entendo qual a lógica em transferir todos os ganhos da exploração do petróleo, um recurso natural que é de todos, para as mãos de um grupo privado ao invés de compartilhar esses ganhos com toda a população. É verdade que empresas estatais são muitas vezes aparelhadas e servem a interesses duvidosos mas não seria mais inteligente fazer com que estas empresas sejam mais transparentes e eficientes ?

    Por que o estado não pode se valer de Ativos (empresas lucrativas) para aumentar sua capacidade financeira e prover serviços públicos (saúde, educação e segurança) de melhor qualidade ?

    Ao invés de privatizar não seria melhor profissionalizar estas empresas e torná-las ainda mais lucrativas ?
  • Amante da Lógica  21/04/2019 19:28
    Como assim?! Primeiro você critica os lucros de uma estatal, dizendo que eles são desnecessários. Aí, logo em seguida, diz que a solução é profissionalizar as estatais e torná-las ainda mais lucrativas!

    Que dissonância é essa?


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