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A “luta de classes” é real - só que os lados opostos são diferentes do que imagina a esquerda
A teoria liberal-clássica é a única que explica a situação corretamente

Nota do Editor

Sim, a luta de classes existe e é cada vez mais real. Só que ela não antagoniza assalariados e patrões. Ao contrário: estes estão do mesmo lado e têm os mesmos inimigos em comum.

O recente aumento salarial concedido por políticos à alta hierarquia do magistrado (com o nosso dinheiro) é apenas o exemplo mais explícito deste conflito.

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"A história da humanidade é a história da luta de classe", escreveram Karl Marx e Friedrich Engels logo no início do primeiro capítulo de O Manifesto Comunista.

Segundo o núcleo básico do sistema de crenças marxista, a história da humanidade é a história das lutas entre uma classe dominante relativamente pequena e uma classe de explorados bastante numerosa. A principal forma de exploração é econômica: a classe dominante expropria parte da produção gerada pelos explorados — ou, como dizem os marxistas, a classe dominante "se apropria da mais-valia social e a utiliza para seus próprios propósitos de consumo."

Essa teoria, em si mesma, é absolutamente correta. No entanto, Marx cometeu um erro crasso ao apontar quais seriam os lados antagônicos desta batalha.

De acordo com Marx, os sistemas sociais pré-capitalistas, como a escravidão e o feudalismo, eram caracterizados pela exploração. Não há nenhuma controvérsia quanto a isso. Afinal, o escravo não é um trabalhador livre e não se pode dizer que ele ganha por estar escravizado. Ao contrário, ao ser escravizado, sua utilidade é reduzida em prol de um aumento na riqueza apropriada pelo escravizador. O interesse do escravo e o interesse do dono do escravo são de fato antagônicos.  

O mesmo é válido quanto aos interesses do senhor feudal que extrai impostos sobre a terra de um agricultor que se apropriou originalmente dela. Os ganhos do senhor são as perdas do agricultor.

E também não há controvérsia quanto ao fato de que tanto a escravidão quanto o feudalismo de fato obstruem o desenvolvimento das forças produtivas. Nem o escravo nem o servo serão tão produtivos quanto seriam sem a escravidão ou a servidão.

No entanto, a idéia genuinamente nova do marxismo — e que deturpou em definitivo toda a ideia, até então correta, da luta de classes — foi afirmar que, essencialmente, nada muda quando se sai do sistema escravagista para o sistema capitalista; nada muda se o escravo se torna um trabalhador livre, ou se o agricultor decide cultivar uma terra originalmente apropriada por outra pessoa e paga um aluguel para fazer isso.

Não só não há luta de classes entre assalariados e patrões sob um arranjo genuinamente capitalista, como também os interesses de ambos não são rivais, mas sim complementares. (Sobre isso, você pode encontrar explicações completas aqui e aqui.)

A luta de classes existente no mundo atual não antagoniza trabalhadores e empreendedores, mas sim os coloca lado a lado. E contra o mesmo inimigo.

No mundo atual, a luta de classes é outra

Vale ressaltar que a teoria do conflito de classes não foi criada por Marx, mas sim pelos liberais franceses do século XIX. Com efeito, foram os intelectuais liberais-clássicos da França, da Inglaterra e dos EUA que lideraram o desenvolvimento inicial desta teoria.

Marx, Engels e mesmo Lênin estavam bem cientes das origens da doutrina de classes, e reconheciam abertamente suas influências burguesas. Entretanto, os marxistas criaram uma versão própria da teoria, a qual, além de ser inferior àquela desenvolvida pelos liberais franceses, era também completamente destituída de sentido lógico (ver os dois links do penúltimo parágrafo da seção acima).

Tanto Marx quanto os liberais franceses concordavam que a sociedade era formada por uma classe de exploradores e por uma classe de explorados. Entretanto, para os liberais, a sociedade não era dividida entre a burguesia e o proletariado, mas sim entre a classe produtiva e a classe política.

Os liberais mostraram que havia duas maneiras de se organizar o esforço humano produtivo: por meio da cooperação pacífica e do comércio, ou por meio da violência.

Cada método — paz ou poder — cria grupos de pessoas com interesses distintos e conflitantes. O primeiro organiza os indivíduos dentro de um sistema de divisão do trabalho, no qual cada pessoa contribui voluntariamente para o bem-estar de terceiros (pois é do interesse próprio delas fazer isso). Já o último organiza os indivíduos em grupos políticos que usufruem o monopólio da coerção e do esbulho.

A filiação de um indivíduo a uma classe não depende de suas funções econômicas — ser assalariado ou empreendedor —, mas sim de sua fonte de renda. O poder político e seus privilégios são as principais fontes de distinção de classes.

Assim, a sociedade pode ser dividida entre a classe produtiva e a classe política: a classe produtiva é formada por aqueles indivíduos que criam riqueza por meio do trabalho, do empreendedorismo, da cooperação pacífica e voluntária, e do comércio; já a classe política é formada por aqueles indivíduos que vivem da exploração desta classe produtiva — no caso, do confisco da renda criada pelos produtivos.

No final, a sociedade é formada, de um lado, por indivíduos que são beneficiários líquidos desta exploração, e, de outro, por indivíduos que são as vítimas desta exploração.

É extremamente importante ressaltar que a classe política não se limita apenas a políticos detentores de cargos públicos. Estes, com efeito, são seus mais ínfimos representantes. A classe política é majoritariamente composta por todos aqueles que se beneficiam da redistribuição da renda confiscada da classe produtora: além dos próprios políticos, a classe política inclui:

a) funcionários públicos (que são recebedores líquidos de impostos);

b) grandes empresários cujas receitas advêm majoritariamente de contratos com o governo (como empreiteiras que fazem obras públicas);

c) empresários que recebem subsídios do governo;

d) empresários protegidos por tarifas de importação;

e) empresários que usufruem uma reserva de mercado protegida pelo governo;

f) pessoas que recebem benefícios assistencialistas (em volume maior do que pagam em impostos).

Todos estes são, em última instância, sustentados por empreendedores e trabalhadores assalariados, que pagam impostos e recebem pouco (ou nada) em troca. A riqueza produzida por estes é parcialmente confiscada pela classe política e redistribuída para seus integrantes. Não fossem os empreendedores e trabalhadores (a classe produtiva) não haveria como existir a classe política, pois não haveria riqueza a ser espoliada.

Assim, o estado — que é a instituição que efetua o ato da tributação e da redistribuição — é quem estabelece e institucionaliza a divisão de classes e, inevitavelmente, a luta de classes. O estado não apenas institucionaliza a redistribuição como também cria uma rede de privilégios acessível apenas aos indivíduos e grupos que ele privilegia.

Embora seja difícil definir de maneira perfeita os membros de cada classe, uma boa maneira de começar é distinguindo aqueles que auferem sua renda por meio da produção daqueles que auferem sua renda por meio do esbulho. Há ocasiões em que o mesmo indivíduo pertence aos dois grupos: por exemplo, um funcionário público que também possui um empreendimento produtivo, ou um empreendedor que consegue um subsídio ocasional do estado.

Em geral, no entanto, os membros produtivos da sociedade são pagadores líquidos de impostos, ao passo que os membros da classe política sobrevivem parasiticamente como consumidores líquidos de impostos. A tributação é quem institucionaliza a divisão entre, de um lado, o estado e seus grupos privilegiados, e, de outro, as classes produtivas.

Conclusão

A luta de classes existe e é real. Só que os antagonistas não são aqueles imaginados pela esquerda. Ao contrário, empreendedores e assalariados quase sempre estão do mesmo lado da batalha. O inimigo em comum de ambos é o estado, que é a instituição que divide a sociedade em dois grupos: a classe privilegiada politicamente (que necessariamente é a minoria da população) e aqueles que a sustentam (empreendedores e trabalhadores).

Neste quesito, vale repetir um dos mais brilhantes ensaios já escritos sobre filosofia política: Disquisition on Government, de John C. Calhoun. Segundo Calhoun:

[O] inevitável resultado desta iníqua ação fiscal do governo será a divisão da sociedade em duas grandes classes: uma formada por aqueles que, na realidade, pagam os impostos — e, obviamente, arcam exclusivamente com o fardo de sustentar o governo —, e a outra formada por aqueles que recebem sua renda por meio do confisco da renda alheia, e que são, com efeito, sustentados pelo governo. 

Em poucas palavras, o resultado será a divisão da sociedade em pagadores de impostos e consumidores de impostos.

Porém, o efeito disso será que ambas as classes terão relações antagonistas no que diz respeito à ação fiscal do governo e a todas as políticas por ele criadas. Pois quanto maiores forem os impostos e os gastos governamentais, maiores serão os ganhos de um e maiores serão as perdas de outro, e vice versa. E, por conseguinte, quanto mais o governo se empenhar em uma política de aumentar impostos e gastos, mais ele será apoiado por um grupo e resistido pelo outro.

O efeito, portanto, de qualquer aumento de impostos será o de enriquecer e fortalecer um grupo [os consumidores líquidos de impostos] e empobrecer e enfraquecer o outro [os pagadores líquidos de impostos].

Consequentemente, quanto mais inchado se torna o governo, maior e mais intenso passa a ser o conflito entre essas duas classes sociais.

Por tudo isso, a análise da luta de classes é tão relevante hoje quanto era há dois séculos, se não mais. Com efeito, difundi-la pode ser tão importante para o avanço da liberdade quanto a difusão da teoria marxista foi para o progresso do socialismo.

Tragicamente, a mensagem libertária é simples, porém difícil de ser comunicada efetivamente: a exploração violenta por meio da política cria um conflito de classes destrutivo; já a cooperação pacífica por meio do mercado cria a prosperidade.

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Leia também:

Quer reduzir a pobreza de maneira definitiva? De início, eis as 12 políticas que têm de ser abolidas 



autor

Matt McCaffrey
é professor de economia na Auburn University e editor do Libertarian Papers.


  • Tiago Júlio de Moraes  08/01/2018 15:03
    Leitura primordial para quem quer entender o real capitalismo (livre mercado).
  • Giuseppe  08/01/2018 17:24
    Acho que precisamos parar de usar o termo "capitalismo".

  • Sempre Mais do MESMO  09/01/2018 00:08
    Perfeito, Giusepp.

    A estupidez começou já quando Marx e sua turma passaram a não apenas aceitar as dogmáticas premissas de Marx-Engels como principalmente começarama aceitar as palavras.

    E qual a razão disso?

    Primeiramente por haver uma MORAL POBRISTA e COITADISTA já perfeitamente disseminada e incutida nas mentes: tudo que afirmasse defender os coitadinhos e os pobres era MORALMENTE BONITO. Diante disso o debate se deu entre uma reinvindicação moral e uma proposta absolutamente técnica.

    Não precisa ser um gênio para perceber que as massas sem instrução (ler e escrever ao menos), com pouco tempo, muita preguiça de forçar a mente tendo já os "braços cansados", não iria conseguir se dedicar a mais esse esforço bem mais difícil de se realizar produtivamente.

    Um apelo moral está ao alcance de todos, já uma teoria econômica exige mais não só em termos morais como em capacidade intelectual e até conhecimento básico.
    Vejamos um animal: a forma que ele facilmente percebe de conseguir as coisas é IR LÁ E PEGAR. Os animais não são grandes investidores nem tão trabalhadores. Os predadores simplesmente ATACAM as PRÊSAS.

    Assim o é por ser oq ue há de mais básico: SE QUERO ALGO, o MÉTODO ao ALCANCE de QUALQUER MENTE É IR LÁ E PEGAR. ...SE TIVER PODER para isso.

    A forma de conseguir algo de massas humanas, ou rebanhos humanos, é pelo MENOR DENOMINADOR COMUM.
    Se comer carne de porco é percebido como perigoso, melhor dizer que "Deus não quer" que coma do que explicar sobre vermes.

    O Socialismo é meramente um APELO MORAL em conformidade com o pieguismo ASCÉTICO e sua moral sentimentaloide. Os pobres são bons e maravilhoso e os ricos são egoístas, gananciosos, avarentos e malvadões. ...assim disse o senhor. Pronto, que argumento mais é necessário?

    A maior vantagem do Socialismo, seja o pré Marx ou o de Marx, é que não se queria contrariar esse sentimentalismo moral. Aliás o que mais se propagandeia é "JULGAR com o CORAÇÃO" e NÃO com a RAZÃO. Isso é moralmente lindo! ...mas é uma estupidez.

    Como combater as tirânicas ideias socialistas, que vinham já desde o FEUDALISMO em sua hipocrisia ardilosa, sem atacar o PIEGUISMO MORAL?

    A ARISTOCRACIA e a ALTA BURGUESIA não queriam CONCORRENTES. Estavam adaptados ao alegado UTILITARISMO MERCANTILISTA ou PROTECIONISTA. Onde o Estado ou GOVERNO ARBITRAVA SOBRE A VIDA e a MORTE em seus dominios. O objetivo dos inúteis e preguiçosos ERA o PODER. TAL e QUAL QUALQUER ANIMAL PODE ENTENDER COMO MÉTODO MAIS FÁCIL de OBTER o QUE DESEJA.

    Os racionais entendem que a COOPERAÇÃO para o trabalho produtivo alcança maiores ganhos, mas é algo muito mais complexo.

    Ora, quando as idéias Liberais se popularizaram e conquistaram boa parte da população EXPLORADA PELOS GOVERNOS, O ÚNICO MEIO de os GOVERNOS PERSISTIREM EXPLORANDO as POPULAÇÕES era INVERTENDO o JOGO ao APRESENTAR UM INIMIGO do POVO. Ou seja, criaram UM DIABO NOVINHO em FOLHA para SER o CAUSADOR de TODOS os MALES e, OBVIAMENTE, os NOVOS SANTOS INTERCESSORES que lutariam contra os DEMÔNIOS ou BUGUESES.

    A FÓRMULA é SEMPRE a MESMA:

    Uns MALVADÕES que querem fazer o MAL e uns BONZINHOS que querem fazer o BEM.

    A idéia de justiça não é cogitada porque exige muita reflexão, muito esforço mental em encadeamentos lógicos.

    Por mais miséria e destruição que as ideias socialistas causem, por mais PERVERSOS, MANÍACOS e DEMENTES que sejam os líderes socialistas, a massa jamais deixará de aceitar as idéias sociaistas porque o RESULTADO prático NÃO TEM QUALQUER RELAÇÃO COM o APELO MORAL que sugere VALOR pessoal para os seguidores.

    É fácil perceber a forma mais fácil de obter o que se deseja de apenas ir lá e pegar. SE O SUJEITO ESTA FRUSTRADO CONSIGO, ELE PODE REMEDIAR ISSO ADOTANDO UMA IDEOLOGIA que SE APRESENTA COM ALEGADA PRETENSÃO SALVADORA. Ou seja, idéias para a humanidade e não para indivíduos.

    Essa é a questão e assim permanecerá enquanto não se questionar os valores morais sentimentalóides, piegas, que foram incutidos nas mentes em favor de valores morais racionais (ÉTICA), VALORES ÉTICOS através de reflexões LÓGICAS, longe do arbítrio de "salvadores bonzinhos" com pregação sobre destinos finais para a humanidade (ideologias). È MELHOR OPTAR POR TEORIAS em detrimento destas IDEOLOGIAS arbitrárias com promessas para FUTURO SEM DATA e INCERTO.
  • Giuseppe  09/01/2018 12:50
    É... Eu não tenho nada contra os pobres e os coitados, entretanto.

    Minha preocupação com o termo "capitalismo" é que ele foi criado por Marx para denominar uma relação social e de trabalho antagônica onde o capitalista não é, de fato, um agente moralmente íntegro e criador de riqueza.

    Marx é muito claro ao falar disso nos enfadonhos três volumes d'O Capital.

    Ele coloca, de um lado, uma porção de empresários "iluminados" (capitalistas) escolhida a dedo pelo decadente Estado feudal (isso fica claro quando o autor fala dos cercamentos, da acumulação primitiva e das políticas de estímulo da coroa inglesa à indústria têxtil) e, de outro, os homens livres que, expropriados por esta relação, nada têm a oferecer como forma de gerar valor a não ser sua força de trabalho.

    *Marx até acertou, na minha opinião, nesse diagnóstico. O problema é o que ele fez a partir daí. A teoria do valor-trabalho e a solução proposta em outras obras para o conflito (de aumentar o Estado e entregá-lo aos burocratas, ao invés de reduzí-lo) são completamente equivocadas, na minha opinião.

    Quando alguém fala que quer "capitalismo", entendo que a pessoa quer o que postulou o criador do termo: uma casta de "empresários" sustentando suas margens às custas das inúmeras expropriações levadas a cabo por seu enabler, o Estado -- e sua natureza essencialmente violenta.

    Não é isso que queremos -- não é o que eu quero, pelo menos. Quero um livre mercado real, onde o Estado não tem capacidade de arbitrar, através da violência, sobre quem pode oferecer oquê aos consumidores e, pela voz desses, prosperar.
  • Sempre Mais do MESMO  09/01/2018 15:05

    Ao admitir o termo "capitalismo" que apenas expressa o fantasuioso sistema de acumulação de capital como um destino prestabelecido ideológicamente formalizado, se esta de fato admitindo a FORJADA DICOTOMIA entre "Capitalismo" e Socialismo.

    Aliás, Marx jamais prometeu a implantação do tal Comunismo, mas sim a DITADURA do PROLETARIADO que, em sua HIERARQUIA, se tornaria proprietária de tudo e de todos, mas como os ditadores seriam representantes dos proletários, então, por esta estupidez pretensamente lógica, os proletarios o seriam, estariam no Poder. Coisa idiota.

    Ademais, a MANIPULAÇÃO do VOCABULÁRIO é uma arma política.

    Marx neutralizou as idéias Liberais associando-as ÀQUILO que os LIBERAIS COMBATIAM: o Mercantilismo ou Protecionismo ou mais propriamente a intervenção estatal na economia. Marx ESPERTAMENTE neutralizou essa idéia ao INVENTAR que SOMENTE HAVERIA UMA DISPUTA BINÁRIA entre "progressistas" e o "que esta aí". Com isso associou os Liberais aos AMIGOS do REI. E TIROU de FOCO qualquer racionalidade.

    A própria divulgação da "CONTRADIÇÕES" do Capitalismo me parece a idéia do ladrão roubar e sair gritando "Pega Ladrão". Afinal, CONTRASTES ou diferenças alegadas opostas NÃO SÃO CONTRADIÇÕES. Pois estas existem fartas em Marx.

    Como o valor de um bem é a quantidade de trabalho dispendido para realiza-lo e na sequência JÁ NÃO o É, mas sim uma quantidade de trabalho "SOCIALMENTE NECESSÁRIO". Quem estabelece esse padrão? Como se chega a esse PRETENSO PADRÃO OBJETIVO??? ...COMO???

    Se o burguês capitalista deixa ao proletário o minimo suficiente para que sobreviva e trabalhe, como a tendencia é a exploração aumentar cada vez mais?

    Se o burguês explora os trabalhadores, qual a razão de manter um "exercito de desempregados" e como o fazem, combinam de madrugada.
    Como pode a burguesia ser uma classe MISTICAMENTE com um pensamento corporativo se competem pelos consumidores e trabalhadores???

    Marx nem mesmo aceitou explicar logicamente como haveria tanto progresso ate a abundância que traria, só então, o Comunismo.
    TUDO É ENGODO no BESTEIROL MARXISTA, que se apoia em premissas falsas e a conclusão é ainda mais falsa. Talvez isso se explique pela dialética mística.
  • Jorge  09/01/2018 19:23
    Entendo Marx como um bom médico social que diagnosticou corretamente uma doença social da época, a injusta distribuição de renda.
    Mas errou ao prescrever o remédio.
    Ao invés de antibiótico ele receitou um laxante. Resultado:
    Em todos os países que seguiram sua receita o resultado foi o que laxantes produzem. Pior foram os efeitos colaterais do remédio: Ditaduras genocidas - sem exceção-.
  • Sempre Mais do MWESMO  10/01/2018 21:11
    Não Marx não acertou diagnóstico nenhum.

    Tratou-se apenas de um EMBUSTE como estratégia para neutralizar as idéias Liberais que SE OPUNHAM ao STATUS QUO.

    Tratou efetivamente de um ARDIL POLÍTICO.

    As idéias Liberais eram e são INCONTESTÀVEIS e só poderiam ser combatidas através da FRAUDE INTELECTUAL.
    Assim Marx-Engels resolveram dizer que eles, os defensores de um comunismo em futuro SEM DATA e INCERTO que surgiria naturalmente depois que a DITADURA do PROLETARIADO levasse a ABUNDÂNCIA ABSOLUTA.

    Assim, Marx foi PROPAGANDEADO como o verdadeiro opositor ao STATUS QUO e passou a dizer que as idéias Liberais que SURGIRAM ATACANDO o STATUS QUO apoiavam o status quo.

    UMA FOFOCA pois que o sistema vigente seria determinado como fase histórica onde a ACUMULAÇÃO de CAPITAL seria um DETERMINISMO. Ou seja, uma fantasia MÍSTICA que se fundamentava num deterinismo histórico, como se o destino já estivesse escrito e Marx o descobriu.

    As contradições em Marx sucedem-se de forma absolutamente asnática e ABSURDA:

    - Marx alegava a existência de VÁRIAS LÓGICAS. Foi com esta imbecilidade que Marx descobriu a AMBIGUIDADE lÒGICA e isso NÃO TEM LÓGICA NENHUMA.

    Marx foi o inventor da LÓGICA SEM LÓGICA.

    Afirmava o ASNO que cada classe teria uma lógica e que alguém pertencente a uma classe não entenderia o mundo pela lógica de outra classe. Isso não faz qualquer sentido.
    Ademais Marx não era proletário e Engels, seu parceito e "mecenas", era da alta burguesia, herdeiro de terras e tecelagens ameaçadas pelos concorrentes.
    Contudo, segundo a imbecilidade marxista, tanto ele Marx como Engeles entendiam o mundo pela classe proletária mesmo estando opostos a ela. UMA CONTRADIÇÃO ABERRANTE.

    Essas contradições pululam no besteirol marxista porque as respostas eram CASUÍSTAS, uma vez que a ideologia marxista não possuia qualquer fundamento racional, sendo apenas uma AMONTOADO de AFIRMAÇÕES DESCONEXAS.

    A burguesia NÃO SURGIU dos PRIVILÉGIOS ESTATAIS, mas sim dentre os párias da sociedade feudal.
    A engenhosidade daqueles que não eram SERVOS de GLEBA ou que se dedicavam a outros serviços e preocupações que não com o campo, acabou levando-os a properidade ao atenderem demandas de todos por bens e serviços de custo alcançável.

    Bill Gates por exemplo não obteve privilégios governamentais, como Tião Maia, Os donos da Minercal e inúmeros outros que nasceram pobres e alcançaram status elevadíssimo no mundo dos negócios.

    Os EMERGENTES surgiram por suas idéias e investimentos num crescente lógico.

    Mas as FOFOCAS marxistas visavam, DIALÉTICAMENTE, se dizerem contrárias ao Estado defendendo o máximo de Estado. Algo para doentes mentais. Porém, a diferença é que Marx afirmava que o totalitarismo estatal DELE seria representante dos proletários e por tal os proletários é que seriam os ditadores por tabelinha. Porém TUDO pertenceria aos "representantes" e por TABELINHA perrtenceria aos proletários.

    Algo como sendo o, por exemplo, sindicalista um representante dos trabalhadores, quando o sindicalista viaja na prtimeira classe e se hospeda nos melhores hoteis ou toma um vinho caro ou come uma pizza, È O TRABALHADOR QUE ESTA ATÉ COMENDO A PIZZA e não o sindicalista espertão.

    PQP!!! ...Coisa para IMBECIS, LUNÁTICOS e MAL INTENCIONADOS.
  • Emerson Luis  12/01/2018 09:50

    Leandro, Mises não defendeu o uso da palavra "capitalismo" mesmo supostamente tendo sido cunhada por Marx?

    * * *
  • Leandro C  29/01/2019 23:47
    Também acho, mesmo porque nas economias socialistas sempre houve resquícios de capitalismo. Talvez o ideal seja a utilização de termos mais voltados à dicotomia economia livre versus economia centralizada pelo governo.

    Ademais, outra questão é que complica é que o capitalismo normalmente é utilizado sob o viés econômico, enquanto que o socialismo normalmente também envolve outros aspectos que não apenas o econômico, como o cultural e o político.

    Enfim, tenho que quando defendo o capitalismo, não defendo o capital, mas sim a liberdade; o termo poderia ser melhor definido, mas como foi Marx quem o cunhou, seria uma anti-propaganda ao que ele apregoava.
  • anônimo  08/01/2018 15:08
    Leandro, qual o melhor livro de introdução econômica pra vc?
  • Leandro  08/01/2018 15:34
    Para introdução bem básica: As Seis Lições, de Mises.

    Para uma introdução bem mais completa, mas ao mesmo tempo de fácil acesso: Economia Numa Única Lição, de Henry Hazlitt (todo o básico que você precisa saber está realmente todo ali).
  • Lucas-00  12/11/2018 19:45
    Olá Leandro.
    Obrigado pela indicação do livro! Acabando A Grande Depressão Americana do Rothbard devorarei esse livro que recomendou.
    Gostaria que, se fosse possível - claro - colocasse uma lista dos melhores livros sobre economia/finanças que você recomendaria.
    Falo isso porque tenho 17 anos e tenho muito interesse nessa área, mas muitos livros acabam que são irreais, ou seja, que você não pode aplica-los de verdade na prática.
    Muito obrigado,
    Lucas.
  • João Hercílio  08/01/2018 15:38
    Creio que seria As 6 Lições de Mises.
  • Gustavo  08/01/2018 18:51
    Cara, leia "As Seis lições" do Mises. Eu sou leigo em economia (estudo Direito e, neste curso, você recebe apenas conteúdo socialista e progressista – e ai de quem discorda, não gosta de minoria e nem pobre), quando li... putz, é foda, a sua cabeça se abre.
  • Andre Barbosa  13/11/2018 17:13
    Que aprender economia, leia Adam Smith, nada melhor que isso pra começar
  • Julio  08/01/2018 15:37
    Fiquei com duvida em um aspecto. Por exemplo, considere um médico ou professor que exerce sua atividade em sistemas públicos. Ele gera valor, ou seja, é produtivo, mas por outro lado é funcionário público. Como sua atividade pode ser considerada espoliativa sendo que ele gera valor?
  • Professor  08/01/2018 15:59
    Como você sabe que ele gera valor? Por definição, é impossível definir se alguém gera valor quando tal pessoa aufere sua renda de maneira coercitiva.

    A única maneira de você determinar se alguém gera valor é observando se tal pessoa aufere sua renda de maneira não-coercitiva, ou seja, se os consumidores voluntariamente recorrem a seus serviços e voluntariamente pagam por eles o preço de mercado (o qual também é estabelecido voluntariamente).

    Determinar se uma atividade cria valor é algo que só é possível em um sistema de preços livres, propriedade privada e livre concorrência.

    O fato de um determinado serviço ser efetuado, por si só, nada diz sobre o quão valoroso ele é. Em termos técnicos, você tem de avaliar se este serviço gera um valor maior do que o custo de oportunidade dos recursos utilizados para efetuá-lo. Por exemplo, esse professor da rede pública produziria um serviço melhor caso estivesse mais bem equipado em uma instituição privada e caso seus serviços fossem voluntariamente demandados (e pagos) por seus alunos (e não obrigatórios e de renda garantida por impostos, como é o caso)? Se sim, então está havendo destruição de riqueza.

    Quando é o governo quem paga a conta (no caso, por meio do confisco da renda dos produtivos), simplesmente não há como saber se um serviço é produtivo ou não.
  • Mauricio  17/01/2018 15:45
    E as pessoas que não possuem renda, e os assalariados que mal dá para comer, como ficariam ? Ficariam sem saúde e educação ? É isso ?
  • Rafael  17/01/2018 22:16
    Para começar, libertários defendem uma radical redução do estado, o que por definição levaria a uma radical redução da carga tributária. Hoje, os pobres têm quase que metade da sua renda mensal confiscada por impostos (federais), estaduais e municipais. A outra metade é levada pela inflação, que também é causada pelo governo (Banco Central).

    Neste cenário de destruição causada pelo estado, é claro que os pobres não têm chance nenhuma. Eles próprios bancam o SUS via impostos, e vão pra lá pra morrer. E os "humanistas" dizem que qualquer outro arranjo que não seja este é totalmente desumano.

    Realmente, vivemos no mundo da moral invertida.

    Como seria em um arranjo libertário? Para começar, os pobres teriam, de imediato, um brutal aumento de sua renda disponível. Sem impostos confiscando 50% de sua renda, haveria muito mais renda disponível para eles.

    Adicionalmente, a total liberdade de entrada no mercado para seguradoras e para hospitais reduziria acentuadamente os preços e melhoria enormemente a qualidade dos serviços. Afinal, é isso o que a genuína livre concorrência sempre faz: reduz preços e melhora a qualidade dos serviços. Não há um exemplo prático em contrário; não há um exemplo de arranjo que tenha piorado ao sair de um monopólio e adotar a livre concorrência.

    Adicionalmente, vale também lembrar que, há algumas décadas, antes de o estado se intrometer na saúde, a Igreja mantinha hospitais (e escolas) de excelente nível, fornecendo vários serviços gratuitos -- serviços estes que eram financiados por doações, inclusive de ateus caridosos.

    No entanto, desde que o estado entrou em cena para mostrar todo o seu amor aos pobres, a Igreja perdeu doações, pois as pessoas pensaram: "Eu já pago muitos impostos e o estado já faz o serviço; não preciso mais contribuir para serviços caritativos".

    O curioso é que absolutamente ninguém toca nesse assunto. Ninguém comenta como os serviços caritativos da Igreja auxiliavam as pessoas no passado e hoje perderam espaço para o SUS.

    As igrejas ajudavam bastante e voltariam a ajudar ainda mais caso recebessem doações de pessoas como você, preocupadas com os desvalidos. O problema, infelizmente, é que a esmagadora maioria das pessoas querem apenas vociferar indignação e delegar tal tarefa exclusivamente ao estado (que deve tomar o dinheiro dos outros, e nunca delas próprias). Por exemplo, vá ver quantas dessas pessoas fazem doações a instituições de caridade ou mesmo para as igrejas. E ainda fazem pose superior de preocupação para com os destituídos.

    Aliás, e você? O que tem feito de prático para ajudar os mais pobres?
  • Bruno Torres  17/01/2018 22:17
    Escolas? Hoje, para quem tem disciplina e genuína força de vontade, já dá para se educar inteiramente (e gratuitamente) pela internet. Khan Academy (já em português), Coursera, e vários outros. Só otário coloca filho em escola gerenciada pelo governo. Sai de lá bandido.
  • Bruno  08/01/2018 16:01
    Eis um bom artigo sobre isso:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2761
  • Engenheiro Falido  08/01/2018 16:15
    Boa tarde

    Elas geram valor. Contanto medicina e educação são mercadorias. Então não devem ser centralizadas pelo estado.
  • Fabio Faria  08/01/2018 17:36
    Outro bom artigo:
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2515
  • Pobre Paulista  08/01/2018 18:20
    De fato nem todo funça é improdutivo; adicione a seus exemplos os policiais por exemplo. Outros são improdutivos por definição, coloque aí fiscais e políticos em geral, fora todos os cargos de confiança.

    Mas o problema é que, apesar de produtivos, não tem seu custo corretamente avaliado, e portanto há uma má alocação de recursos: Tudo custa mais caro.
  • Andre Cavalcante   08/01/2018 21:41
    Olá

    De fato, há inúmeras profissões e serviços que hoje são controlados e pagos pelo estado e que são de extrema importância para a vida das pessoas (pense na coleta de lixo ou nos serviços de transporte). Mas, por serem pagos pelo governo, não temos condições de avaliar corretamente seus custos, os salários dos profissionais e a produtividade de cada qual. Até isso é um problema, com o governo não dá pra fazer as contas da economia direito e pessoas produtivas acabam sendo maltratadas pelo sistema (pense nos 2100,00 de salário de um professor do ensino fundamental contra os 15.000,00 de um assessor parlamentar).
  • WDA  10/01/2018 12:25
    Eu ía dar uma resposta ao Pobre Paulista, mas o André Cavalcante já deu uma resposta adequada e exata para a questão. Só posso corroborá-la.

    De fato, o problema fundamental nessa questão não é de que os funcionários públicos sejam todos improdutivos - o que simplesmente não é verdade. O problema é que o Estado se meter na economia cria uma série problemas e distorções econômicas, levando a um resultado final pior para toda a sociedade. E este resultado tenderá a ser tão pior quanto maior for a intervenção do Estado na economia.
  • Alfredo  08/01/2018 15:40
    É por isso que eu nunca fui fã dessas teorias simplistas que dizem que "Ah, o povo é idiota, não sabe votar!". Pode ter certeza de que quem sai de casa para votar sabe muito bem em quem está votando e sabe ainda mais o que espera receber em troca.

    Por exemplo, quem votou em Lula e Dilma (dos mais pobres aos grandes empresários, passando pelos funcionários públicos) sabia exatamente o que iria ganhar em troca (assistencialismos, subsídios e aumentos salariais, respectivamente). Do ponto de vista deles, não houve nada de "idiotia" nessa escolha.

    E são esses mesmos que querem Lula de volta em 2018, não obstante todas as denúncias contra o condenado. Tais pessoas sabem exatamente o que querem quando forem votar. Estão longe de serem tolas e mal informadas.
  • Matheus d'Oz  09/01/2018 03:56
    As pessoas votam no Aécio Neves como protesto ao governo petista. O voto não teria sido mais qualificado se esse não fosse o único parâmetro? Compreendo o valor do voto útil, mas não parece ter sido um voto totalmente consciente. Desde antes das eleições quem pesquisou já sabia que havia ilícitos e malfeitos atribuído a ele. Agora tem um monte de gente que vai votar no Bolsonaro que é um ótimo parasita que em 26anos nunca produziu nada de útil nem para o exército brasileiro. Pelo menos surgiu o Amoedo agora que dará a chance de um voto mais qualificado para quem leva a sério as informações sobre os políticos ao invés de seguirem paixões sem fundamentos. Tenha um bom dia!
  • ivan  08/01/2018 16:19
    Misses Brasil, existe alguma maneira de cartar esses impostos direto na origem, e nimguém pagar?
  • Matheus d'Oz  09/01/2018 04:05
    Existem pessoas que se reúnem e fazem uma espécie de feudo(permacultura). Alguns com mais habilidades para plantação, cultivam a comida orgânica, outros trabalham em casa com seus computadores prestando serviços, etc. No final as trocas de serviços é mútua e o Estado não interfere em quase nada por lá. Ainda restam impostos de alguns produtos que não conseguem produzir no local ou imposto de renda, etc.
  • lucas boaventura da silva medeiros  08/01/2018 16:39
    faz um artigo sobre raiblocks
  • ze  08/01/2018 16:41
    ESTADO se alimenta do povo... principalmente dos mais pobres ..que pagam a maior proporcao do seus salarios pro governo
  • Marcos  08/01/2018 17:28
    Então tira os policiais das ruas, fechem as delegacias de polícia, acabem com as audiências judiciais, extinga os fiscais de creches,fiscais de carnes e observem o que acontece...
  • Bruno  08/01/2018 18:02
    Polícia? Aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=174
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2443
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=767
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1221

    Judiciário? Aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=93
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=948
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=605
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1570
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1846
    www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=731

    Inspeção de carne?! Acho que você vive em outro planeta, bem distante do Brasil.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2651
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2769

    De resto, você pode perfeitamente defender que tais atividades permaneçam como um monopólio estatal. Mas aí cabe a você demonstrar que esta é a alternativa mais eficiente (e por que seria pior caso ao menos houvesse concorrência). Morando no Brasil, muito boa sorte nesta sua tentativa hercúlea. Você vai precisar.
  • Old Buk  09/01/2018 14:50
    Por favor faça isso... Aqui na minha cidade a Polícia só serve para aplicar multa de trânsito. Enquanto isso a violência come solta. Malditos...
    Pode deixar que minha segurança eu mesmo faço...
  • anônimo  08/01/2018 18:03
    Eu só não entendi o que o comentário desse Marcos tem a ver com o artigo em questão. É impressionante a quantidade de desesperados que tentam refutar o que é escrito aqui. Dá até dó do intelecto dos caras...
  • Roddd  09/01/2018 01:35
    Interpretação de texto, diria de passagem!
  • Tarantino  14/01/2018 15:25
    SEo seu medo é que a violência aumente, a justiça não exista e se venda carne estragada, não se preocupe, tudo isto JÁ ESTÁ acontecendo. Abra os olhos.
  • anônimo  08/01/2018 18:07
    O que aconteceria se os países capitalistas radicalizassem na liberdade e em seguida abrissem as fronteiras ?

    Será que não haveria uma imigração em massa, enquanto os socialistas ficariam sozinhos em seus países atrasados ?

    Será que a solução dessa guerra de classes de centenas de anos não é a segregação das pessoas e classes, onde cada país já tem suas regras e não teria mudanças ?

    Se cada país tivesse um formato de liberdade e igualdade, a tendência e ter menos conflitos dentro de cada país ?
  • Huerta  08/01/2018 18:24
  • Marcos  08/01/2018 18:40
    É chique defender o estado mínimo, mas na prática é bem difícil...eu lanço a teoria no Mises de que o estado grande é fruto do capitalismo grande...é fruto das aglomerações urbanas imensas..é fruto da globalização grande...nas cidades pequenas o "estado" é pequeno, já que o "capitalismo" nessa cidades pequenas também é pequeno. O tamanho do estado é uma necessidade do homo sapiens atual.Chorem ou riam; é assim.
  • Patriota Libertário  08/01/2018 21:43
    Esse Marcos continua esperneando,mas fique calmo pois a resposta é melhor ainda.
  • Patriota Libertário  08/01/2018 23:07
    Esse Marcos continua esperneando,mas fique calmo pois a resposta é melhor ainda.
  • Roddd  09/01/2018 01:38
    O Estado Grande não advêm do Capitalismo, e sim do Socialismo!

    Não confunda as coisas.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2575

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2807

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2810

  • Marcio  09/01/2018 03:37
    Marcos, então pela sua teoria na Coréia do Norte, Cuba, possuem Estado mínimo já que lá o capitalismo é quase inexistente também.
  • Marcio  09/01/2018 03:42
    O apriorismo poderia ser substituído por essa dialética com sucesso?
  • marcela  08/01/2018 20:35
    Não há luta de classes entre a Microsoft e seus funcionários;isso sim é luta de classes: dolartoday.com/esclavitud-socialista-cuba-paga-sus-apicultores-560-dolares-la-tonelada-de-miel-y-la-vende-por-14-mil-en-europa/?new=1.Vejam que o comunismo nada mais é do que a volta da luta de classes feudal.Cuba é um grande feudo!
  • Girondino  09/01/2018 00:12
    Pô, que mico foi essa rasteira no Partido Livres.

    Os caras querem mudar o país, mas tem preguiça para fundar o partido. Estava na cara que uma hora isso iria acontecer. Esse atalho via PSL mostra a ineficiência,sem fazer tudo certo e sem gambiarras.

    Não tem jeito! Quem quer mudar o país, vai ter que começar do zero, coletando assinaturas, entrando na justiça, criando um estatuto, etc.
  • Apenas um Libertário  11/01/2018 13:14
    Fazer o quê né? Mais uma vez o Bolsonaro mudou de partido e entra como se fosse um conhecido deles, e é bem capaz de mudar toda a estrutura do PSL (como tentou fazer no PEN, isso se não acabar brigando com eles) Agora é o Livres correr atrás do prejuízo antes das eleições ficarem mais próximas. Mas ainda resta o NOVO, pelo menos.
  • Roddd  09/01/2018 01:33
    Caro Alfredo,

    Apenas fazer uma correção no seu texto, que parcialmente, apenas parcialmente é verdadeira.


    "Pode ter certeza de que quem sai de casa para votar sabe muito bem em quem está votando e sabe ainda mais o que espera receber em troca."

    "Por exemplo, quem votou em Lula e Dilma (dos mais pobres aos grandes empresários, passando pelos funcionários públicos) sabia exatamente o que iria ganhar em troca (assistencialismos, subsídios e aumentos salariais, respectivamente)."

    "E são esses mesmos que querem Lula de volta em 2018, não obstante todas as denúncias contra o condenado. Tais pessoas sabem exatamente o que querem quando forem votar. Estão longe de serem tolas e mal informadas. "

    Sim sabe muito bem. Mas você sabe em quem realmente eles votaram?

    Lembre-se que nossas agências de notícias, institutos de pesquisas, e afins, trabalham apenas para aqueles que querem se manter no poder.

    Para não aparentarem tal ocasião, eles aprenderam a defender a sua ideologia, sem ter que aparentar ser totalmente o que realmente são. Isso se chama DISSIMULAÇÃO!E está sendo usado demasiadamente se ainda não percebestes.

    E todos que dizem o que você falou, simplesmente foi um meio dissimulatório, que validaria posteriormente o resultado das eleições, feitas por aqueles que já estão completamente aparelhados (Estado, Instituições como o TSE, e afins).

    O argumento acima é um método anestésico de aceitar o resultado que virá, e que já foi, por assim, feito!

    Todo esse tipo de informação, na qual você expressou, está sendo utilizado demasiadamente por causa de alguns motivos:

    1 - Uma mentira contada mil vezes começa à ser aceita como verdade.

    2 - A aceitação massiva por imposição neutralizará qualquer tipo de resultado já estimado, e escolhido por aqueles que se encontram no poder.

    3 - Ninguém sabe como são feitas essas pesquisas, quem são esses que como desinformantes, espalham tais "afirmações' pelas redes

    4 - Não há mais nenhuma instituição ou pessoa, que possa fazer a auditoria das urnas eletrônicas e seus resultados, até o caminho final, que é o bando de dados onde estão registrado esses votos, e se realmente eles foram contabilizados, ou não, ou se apenas estamos lhe dando com equipamentos de votação zumbi, que você digita um número, e aparece uma cara, e você confirma, não sendo contabilizado este voto de maneira alguma.

    Eleições e resultado de pesquisas neste mesmo estilo existem em Cuba, Venezuela, e afins. E não é de se estranhar que o resultado sempre é o mesmo, ou em alguns casos, da oposição que também foi dominada por eles, fingindo assim uma falsa polarização.

    Resultado disso: Um governo ditatorial disfarçado de democrático! Só por causa que existe um processo eleitoral, mas que não funciona! É apenas um disfarce.

    Resumindo:

    Tome suas próprias conclusões. Veja pesquisas eleitorais na qual não são as instituições do Estado que às fazem, e você se perguntará porque os resultados são tão opostos.

    Lula não ganha nem para limpar chão!

    Não seja enganado! Pois é isso que eles querem! Já não vivemos em uma democracia! Eles não sairão do poder pacificamente!
  • anônimo  09/01/2018 02:04
    Essa luta de classes está bizarra.

    A imprensa está detonando o Trump porque ele come um cheeseburguer às 18:30.
  • Luiz Moran  09/01/2018 10:02
    Parece que esse artigo foi escrito pela Ayn Rand...
  • Nordestino Arretado  09/01/2018 11:19
    Onde que policial não é improdutivo? Só 8% dos homicídios são elucidados no Brasil, ou seja 92% dos assassinos estão à solta podendo fazer a próxima vítima; apenas 6% dos celulares roubados são recuperados pela polícia. Eu já precisei duas vezes da polícia, nunca apareceram para me socorrer ou recuperar meus pertences roubados. Meu pai que é motorista rodoviário já foi roubado umas 4 vezes, e nunca recebeu qualquer atenção da polícia. Na boa, polícia para mim é algo totalmente inútil. Diante de tais números será que vale a pena o tanto que se gasta com a polícia?
  • Marcio  09/01/2018 14:49
    Na minha cidade- que é pequena- se acontece uma briga na rua e é alguém do circulo social de algum policial que começou a arruaça, eles demoram um tempão pra chegar. Já tive parentes que foram espancados na rua e a uma distância de 5 minutos da delegacia.
  • Alexandre Fetter  09/01/2018 15:06
    Muito bom o artigo. Só gostaria de acrescentar que Funcionários Públicos (recebedores de impostos) também são pagadores de impostos. E pagam antes de recebê-los, já que o imposto de renda é descontado em folha de pagamento.
  • Marcos Rocha  09/01/2018 15:25
    Errado. Funcionário público não paga imposto e isso é fácil de demonstrar.

    Se um funcionário público recebe $ 10.000 oriundos de impostos pagos compulsoriamente pelo setor privado, e, se destes $ 10.000, $ 2.500 são retidos na fonte pelo próprio governo, é incorreto dizer que o funcionário público pagou $2.500 de impostos.

    A analogia é a de uma quadrilha que repassa para seus integrantes o dinheiro que extorquiu dos comerciantes do bairro. Se a quadrilha extorque $ 10.000, retém $ 2.500 e repassa os $7.500 restantes para seus membros, não é correto dizer que seus membros pagaram $2.500 de impostos.

    Afinal, eles não geraram esses $ 2.500 vendendo serviços consumidos voluntariamente no mercado. Os $ 2.500 são apenas uma fatia da espoliação, a qual o agente espoliador achou por bem reter para si próprio.
  • Alexandre Fetter  09/01/2018 19:29
    Pensamento maniqueísta! Opressores e oprimidos, eles e nós... até parece conversa de esquerdopata. Acreditar em Estado Zero é tão utópico quanto crer em Estado Total.
  • Joao vitor  12/01/2018 02:23
    Alexandre Fetter, achei você, o magnânimo aqui no Mises.
    Alemão, você então nao considera opressão um político ter o poder de te roubar, escravizar, e ainda rabiscar bobagens em um pedaço de papel, e tudo isso ainda ter força cogente. Já o Estado zero, bom, pode ser utopia, ou não, pode ser melhor ou pior, isso pra mim nao importa, só sei que ele nunca será moral. Abracos pra ti e pra tua família( vc e o Almir)
  • Irônico  09/01/2018 17:20
    Acho que os computeiros estão comemorando muito essa grande conquista de direitos trabalhistas.

    www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/12/26/senado-analisara-regulamentacao-de-esportes-eletronicos
  • Gustavo  10/01/2018 16:30
    Os sindicatos seriam um braço do Estado?

    E qual seria a solução para eliminar (se possível) ou diminuir a transferência da riqueza da classe produtiva para a classe política?
  • Malta  10/01/2018 16:55
    "Os sindicatos seriam um braço do Estado?"

    Sim.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2536
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2814
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2543


    "E qual seria a solução para eliminar (se possível) ou diminuir a transferência da riqueza da classe produtiva para a classe política?"

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2737
    www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=285
  • Combo Liberdade Austeridade Justi  11/01/2018 12:20
    Ontem eu assisti uma entrevista com o Guilherme Boulos.

    A impressão que eu tive, é que ele Só quer a luta de classes interessa.

    Em quase uma hora de entrevista, em momento nenhum ele comentou sobre como baratear o preço dos imóveis. Ele só quer receber imóveis independente do preço.

    Isso mostra que a luta de classes é mais importante do que o bem estar dos pobres.

    Por exemplo, ele poderia muito bem defender casas populares com menos paredes, telhados mais baratos, casas pré-fabricadas, isenção de impostos, materiais de construção mais baratos, formas mais baratas de terraplanagem, etc.

    O Boulos nunca se preocupou como entregar as casas e reduzir preços. O objetivo é apenas guerra de classes, tentando dar assistencia aos pobres pela destruição dos ricos.

    É por isso que esses movimentos nunca conseguiram ajudar ninguém. Quando a ideia é ruim, o povo não ajuda quem precisa.

    Líderes precisam ter ética, metas e dar o exemplo. O Boulos só consegue ser líder que pobres, analfabetos e de gente que não se preocupou em entregar alguma coisa, para receber outra em troca.
  • Ana   11/01/2018 17:10
    Leandro, você poderia indicar algum livro sobre medidas de austeridade econômica e seus efeitos? Obrigada desde já.
  • André Luiz  12/01/2018 21:43
    Essa ideia de conflito de classes é simplista, tanto vindo dos comunas quanto dos liberais. Dos liberais não, pois que os liberais são um grupo mais inteligente, dos libertários histéricos (profundamente empombados de falsa filosofia) que enfatizam com vigor essa noção.

    Essa noção de conflito de classes – proletário X burguês; classe produtiva X classe política – é somente uma abstração ingênua.

    A ideia de que a classe política (e todos os exemplos que incluíram nela) é antagônica à classe produtiva, é exploradora, só pode vir do pressuposto de que o Estado é essencialmente um ente sem valor, só que isso é simplesmente uma baboseira, um pressuposto deturbado proveniente dos libertários histéricos.

    Se considerar que o Estado é um ente que tem uma função que é reconhecida pelas pessoas, em algum grau, o raciocínio que há um antagonismo entre essas "classes" fica corrompido. O Estado para os libertários histéricos é um "tipo ideal", sempre associado a algo sem valor, sempre expropriador do que é considerado classe produtiva. Já que vocês adoram falar em voluntariamente nessas abstrações ingênuas, vocês tem que entender que voluntariamente os indivíduos não contestam a existência do Estado, eles o criticam muito, sem dúvida, mas não no sentido de aniquilar o Estado. Criticam porque há muitos julgamento de valores por aí, mas voluntariamente as pessoas não estão em conflito fundamental com o ente Estado, assim como o grupúsculo de vocês, libertários histéricos. Isso já foi reconhecido em alguns textos nesse site, inclusive. Portanto, um indivíduo, um empreendedor, mesmo que não tenha essas associações espúrias com o Estado, que não seja um privilegiado pela máquina burocrática, como vocês dizem "dão mais que recebem", ele não necessariamente é indivíduo que se filia à ideia de aniquilação do Estado. Ele pode considerar que o Estado está longe do ideal, mas mesmo assim ele se considera mais seguro com Estado do que sem ele.

    É claro que em determinadas circunstâncias grupos políticos são antagônicos, exploradores, em relação a maioria, aos empreendedores, mas não é uma regra absoluta.

    O que se pode ver é mecanismo para que o Estado sufoque menos as pessoas, raciocínio perfeitamente válido, mas essa sugestão constante que o Estado é algo sem valor é repelente, e que deteriora muitos artigos aqui.
  • anônimo  12/11/2018 18:13
    "Se considerar que o Estado é um ente que tem uma função que é reconhecida pelas pessoas, em algum grau, o raciocínio que há um antagonismo entre essas "classes" fica corrompido"

    O estado é um ente que tem a função reconhecida de tomar dinheiro dos produtivos e redistribuir ao bel prazer deles. Reconhecemos isso, sem dúvida. E onde é que o antagonismo ficou corrompido?
  • Artus  16/02/2018 01:34
    Quais são os autores liberais precursores da idéia de luta de classes?
    Penso em Etienne de la Boetie.
    Outras recomendações de leitura?
  • Levy  12/11/2018 20:48
    LEVY NO BNDES!!!!

    URGENTE, LEVY ACABA DE SER CONFIRMADO PARA O BNDES!

    O QUE ACHAM? POSITIVO NEGATIVO?

    Paulo Guedes já disse que vai usar o BNDES pra abater divida, isso significa que BNDES vai sofrer aquela restrição pra amigos do rei.
    E mais, o ministério da agricultura só existe pq o Bolsonaro quis, o Guedes foi contra isso, por ele extinguia isso ai.
  • %C3%83%C2%B3rf%C3%83%C2%A3o  12/11/2018 23:12
    Na Argentina está em marcha um movimento liberal, organizado por
    Javier Milei twitter.com/jmilei
    Diego Giacomini twitter.com/GiacoDiego
    e justamente vão contra o governo.
    O sonho de Milei é acabar com o BCRA.
    Mais em www.youtube.com/playlist?list=PL0SjexnJj-rlmXWWAuAGsfs0sy9FIHv4t
    O video 30 está muito bom para complementar o presente artigo:
    www.youtube.com/watch?v=LWrpYk_vvv4
  • Aspirante a Economista  13/11/2018 12:59
    Oi pessoal.

    Gostaria de perguntar algo fora do assunto:

    Alguém poderia contar a história do plano Collor adequadamente? Tudo o que eu leio sobre os planos do Collor vem de economistas de Unicamp e da USP. Alguém também poderia explicar sobre o que o Ministro Marcilio Marques Moreira fez com a economia?

    Agradeço a atenção e peço desculpas pelo inconveniente.
  • Ninguém Apenas  13/11/2018 14:55
    Ninguém menos que Rothbard te responde.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=190
  • Aspirante a economista  14/11/2018 13:28
    Eu li o artigo, mas gostaria de algo que tivesse mais substância, como o livro do Rothbard sobre a crise de 29.
  • Felipe Lange  14/11/2018 12:22
    Leandro, como explicar essa recente queda no preço do barril do petróleo? Teria relação com a valorização do dólar, de forma que tenha se originado por maior demanda por títulos do governo americano, com medo de uma próxima recessão?
  • Auxiliar  14/11/2018 21:38
    Perfeitamente. Eis o gráfico do índice do dólar, que mostra a força do dólar em relação às principais moedas do mundo:

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/historical@2x.png?s=DXY&v=20181114212000&d1=20180101&d2=20181114
  • Fabio   14/11/2018 23:38
    Muito interessante esse artigo.

    Uma ressalva quanto aos termos utilizados pelo presente artigo, não com o intuito de corrigi-lo mas de ponderar uma outra análise.

    No caso, os termos "classe produtiva" e "classe política" poderia ser alterado por "classe privada" e "classe pública"?
    Vejo que as origens da fonte de renda possui um forte indicador para atribuição de tais termos.
    De qualquer forma foi uma deliciosa experiência ler esse artigo. Parabéns.
  • Pérsio   24/11/2018 10:38
    Prezados, bom dia.

    Estou muito curioso a respeito do livro "O Fim do Estado-nação". Vale a pena comprar, o autor tem credibilidade? Alguém pode me informar melhor sobre esta obra?
    Obrigado
  • alessandro  24/11/2018 21:36
    Bem,
    Meu primeiro comentário.

    Antes, uma apresentação.
    Sou SPF, e sim, faço parte da casta dos que ganham bem num país maluco que empurra as melhores oportunidades ao serviço público, e pune idiota mente a classe produtiva. Estou no topo da cadeia alimentar ( pelo menos por enquanto).

    Dito isto, duas observações:

    1- A sociedade brasileira tem regras absurdas no sistema produtivo , tributário e trabalhista que privilegiam o empregado ruim e a empresa ruim. Regras auto ajustáveis seriam necessárias, mas como não as temos, gasta-se muito com fiscalização e temos resultados ruins ( sou fiscal). Entendo e concordo com o liberalismo DESDE QUE seja auto regulado.

    Hoje no Brasil um empregado trabalha o mês todo e se não receber seu salário coloca na justiça, tem seu custo, o judiciário tem seu custo, o empregado recebe 2 anos depois e ainda dividido. A solução para isso seria receber na diária ou na semana. Se não fosse pago o salário até o final da semana o empregado estaria livre de seguir no trabalho e procuraria outro emprego. EU DUVIDO alguma empresa faltar. Mas como o débito individual é alto a empresa usa isso contra o empregado. Além óbvio da indústria de ações fraudulentas.

    Ponto 2
    Sugiro um estudo da zona da mata e do agreste pernambucano. A população do agreste sempre foi mais rica, com comércio mais forte. A zona da mata, responsável por CANA DE AÇÚCAR sempre deixou a população local MISERÁVEL ( engenhos milionários). Nesse sentido, como vc defende o liberalismo como fonte de desenvolvimento, já que o dinheiro ganho pela empresa na zona do engenho era gasto em outros locais?

  • Ricardo  25/11/2018 12:18
    "A zona da mata, responsável por CANA DE AÇÚCAR sempre deixou a população local MISERÁVEL ( engenhos milionários). Nesse sentido, como vc defende o liberalismo como fonte de desenvolvimento, já que o dinheiro ganho pela empresa na zona do engenho era gasto em outros locais?"

    Sensacional sua dissonância cognitiva. A zona da mata nordestina sempre foi dominada por coronéis ligados a políticos e protegidos por estes. Ninguém empreende na região sem ter autorização de político. Só opera ali quem político autoriza. Ou seja, há uma enorme reserva de mercado criada por políticos. E aí você vem e diz que a alta desigualdade da região é causada pelo liberalismo? Pela livre concorrência?

    Phoda...
  • alessandro  25/11/2018 19:58
    Não disse isso.

    Disse que historicamente temos no local MONOPÓLIO PRODUTIVO.
    E quando o monopólio é historicamente estruturado nas relações sociais o liberalismo simplesmente não consegue entrar.

    Simplesmente por que é mais barato virar uma remora do principal do que brigar com ele. CUSTO X BENEFÍCIO.

    No mais nobre, menos arrogância na sua resposta. Não estou defendendo nada anti liberal. Quero é sua implementação efetiva e não só para os miseráveis.
  • Primo  25/11/2018 14:40
    "E também não há controvérsia quanto ao fato de que tanto a escravidão quanto o feudalismo de fato obstruem o desenvolvimento das forças produtivas. Nem o escravo nem o servo serão tão produtivos quanto seriam sem a escravidão ou a servidão."

    Ora, porque o feudalismo e o escravismo obstruem o desenvolvimento das forças produtivas? Sem dúvida cada sistema politico-econômico tem suas peculiaridades mas no fundo, cada um deles, são pequenas variações das forças politicas que atuam para definir o valor dos recursos escassos. Em todos eles, feudalismo, escravismo e capitalismo atuam o livre mercado, que é uma denominação genérica de organização das força produtivas, mas as regras em cada um deles é direcionada para beneficiar um determinado grupo de pessoas seleta.
    Dessa forma, a analise aglutinativa é mais clara, que a análise dissociativa. Existe feudalismo no capitalismo, existe escravismo no capitalismo. Existe capitalismo no capitalismo. Há exemplos de escravos que viraram senhores de escravos, há exemplos de trabalhadores assalariados que viram mega empresários. O que eh deixado de lado no texto eh que sempre a classe produtiva, em cada um dos sistemas economicos recorre a classe as classes politicas para resolver os problemas de alocacao de recursos escassos quando estes entram em conflito com as liberdades individuais.
    Ora, eh a classe politica que determina o desenvolvimento das forcas produtivas na medida que ela resolve os conflitos de maneira satisfatoria. O sistema economico eh consequencia.
    Vejamos a China, nao podemos negar que la existe capitalismo, tao pouco escravismo e com essa mescla ainda temos desenvolvimento das forca produtivas pois o sistema politico conspira para esse avanco, diferentemente da Venezuela. A politica esta acima do modelo economio e de forma natural, sem coercao. Colocar a economia acima da politica eh coercao.
  • Emerson Luis  14/12/2018 18:10

    Os pouquíssimos acertos do que Marx escreveu, além de erros como inverter causa e efeito, ainda foram plagiados de outros pensadores. Paulo Fraude imitou bem seu mestre!

    * * *
  • Evandro Schulz  28/03/2019 17:48
    Nem um, nem outro. Classe politicas podem gerar externalidades positivas para uma classe produtiva que esteja gerando negativas.
    O mundo é dividido entre aqueles que amam ao seu próximo como a si mesmo, que buscam produzir um mundo melhor, ou otimizar o uso dos recursos escassos e aqueles que amam o próprio umbigo e/ou não estao nem ai para o seu próximo.
    Isto se aplica tanto para classes produtivas, politicas, burguesas, proletárias, karatecas e astecas.
  • 5 minutos de ira!!!  18/09/2019 18:48
    Sempre torço o nariz quando colocam na mesma cesta o servidor público burocrático e que só serve para fazer o mecanismo girar e aquele funcionário que produz por meio de imposto, ou seja, aquele que faz o dinheiro pago pelo cidadão retornar para a sociedade de alguma forma.

    Analisem meu caso., pfv.
    Sou dentista. Trabalho no posto de saúde e no consultório particular.

    Meus ganhos no serviço público são menores, por hora de trabalho, que no particular, sendo que eu produzo mais na UBS.

    Calculando por cima, ganho praticamente a metade por procedimento realizado pelo SUS. Claro que os custos do consultório anulam parcialmente essa razão. A principal diferença, porém, é o fato de não precisar procurar por demanda, pois ela surge espontaneamente e em enorme quantidade.

    Como alguém pode dizer que estou recebendo dinheiro indevido, ou algo semelhante, quando presto um serviço barato e em grande quantidade?
    No meu caso específico, sinto-me abrindo realmente espaço para pessoas que não teriam a mínima possibilidade de realizar seus tratamentos fora do sus e de forma mais eficiente do que consigo fazer no consultório particular.


    Uma vez que herdamos um país cheio de miseráveis, não podemos achar que o longo prazo, sozinho, vai resolver todos os problemas a despeito dessas pessoas que vivem a margem da informação e do conhecimento. Posso aceitar me sacrificar para chegar a algum lugar, mas não aceito sacrificar esses azarados.

    Por esse imediatismo necessário a respeito da saúde e educação públicas é que não consigo ser totalmente anti-Estado. Acredito que o gradualismo soft, como denunciado pelo site e experimentado por Macri, é um desastre, mas também acredito que o outro extremo também pode, no curto prazo, até mesmo matar pessoas, e muitas.

    Achar a marcha correta nessa ladeira rumo a liberdade é tão importante quanto chegar no topo. Afinal, se acharmos que os fins justificam os meios, estaremos agindo exatamente como qualquer revolucionariozinho.
  • Pobre Paulista  18/09/2019 20:22
    Medite sobre a frase "pessoas que não teriam a mínima possibilidade de realizar seus tratamentos fora do sus". Quem as deixa sem mínima possibilidade? E porquê o meu imposto tem que ir para isso?

    No mais, espero sucesso no seu escritório particular.


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