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Como os funcionários públicos se tornaram uma casta privilegiada e quase intocável
Tudo começa por seus sindicatos

Ao final de novembro, o Banco Mundial divulgou um abrangente e detalhado relatório sobre o setor público brasileiro.

Embora as descobertas não tenham trazido grandes novidades para quem já conhece o assunto, os números, ainda assim, impressionam.

Para começar, entre 53 países pesquisados, o Brasil é o que a apresenta a maior diferença entre o salário de um funcionário público federal e o de um trabalhador da iniciativa privada, ambos com a mesma idade, a mesma formação e a mesma experiência profissional.

Pegando um exemplo prático: suponha dois irmãos gêmeos com a mesma formação e a mesma experiência profissional. Um escolheu uma carreira em uma grande empresa; o outro foi aprovado em um concurso para funcionário público federal. Esse último ganhará simplesmente 67% a mais.

Esta é a média da diferença entre os salários do setor público e do setor privado no Brasil. Para se ter uma ideia, no resto do mundo, o setor público paga em média "apenas" 16% a mais que o setor privado.

Ou seja, a situação brasileira simplesmente não tem par.

E piora: o gasto do país com funcionários públicos (agora de todas as esferas de governo) é de 13,1% do PIB. Trata-se também do maior percentual entre todos os países analisados. Muito acima de países como Portugal, França, Austrália e EUA. Nestes, o gasto do governo com funcionalismo público é de aproximadamente 9% do PIB.

Já o Chile gastou somente 6,4% do PIB em salários do funcionalismo público em 2015.

Ou seja, em relação à renda, o Brasil gasta 45% a mais que os países mais ricos com seus funcionários públicos. Em relação ao Chile, gastamos incríveis 104% a mais.

E um detalhe curioso: ainda segundo o Banco Mundial, o quadro do funcionalismo público brasileiro pode ser considerado "enxuto" em relação ao resto do mundo. Ao passo que, no Brasil, 5,6% da população empregada está no setor público, nos países da OCDE este percentual é de quase 10%.

A conclusão óbvia, portanto, é que o alto gasto com funcionalismo público no Brasil não decorre exatamente de um excessivo número de funcionários público, mas sim do elevado custo (altos salários) deles.

Mais: considerando todo o funcionalismo público federal, nada menos que 83% dos funcionários estão no topo da pirâmide da renda, compondo assim a parcela mais rica da população. E sete em cada dez estão no grupo dos 10% mais ricos do país.

Assim, o governo é simplesmente o maior concentrador de renda e maior causador das desigualdades sociais no Brasil.

Segundo o relatório:

Com base em dados de 2016, os militares brasileiros recebem, em média, mais do que o dobro pago pelo setor privado (R$ 55.000 por ano), e os servidores federais civis ganham cinco vezes mais que trabalhadores do setor privado (R$130.000 por ano). A remuneração média por funcionário é excepcionalmente alta no Ministério Público Federal (R$ 205.000 por ano), no Poder Legislativo R$ 216.000 por ano) e no Poder Judiciário (R$ 236.000 por ano).

Além desses salários magnânimos, há também vários benefícios (penduricalhos) atrelados ao cargo, como auxílio-moradia, auxílio-transporte, auxílio-creche, auxílio-educação, auxílio-funeral, auxílio plano de saúde, reembolso por despesas médicas e odontológicas não cobertas pelo plano de saúde, retribuição por acúmulo de funções, bônus de eficiência etc.

Só o auxílio-moradia dos juízes custa R$ 1 bilhão por ano aos pagadores de impostos.

A coisa é tão surreal que um juiz morando em uma mansão, se locomovendo em carro chique com motorista particular, e com filho em escola privada caríssima recebe auxílio-moradia, auxílio-transporte e auxílio-educação.

E o descalabro se manifesta desde o início: ao passo que um advogado recém-formado é contratado por cerca de R$ 3.100 no setor privado, se ele fizer concurso para o Poder Executivo começará já com um salário de R$ 18.283. Nos poderes Legislativo e Judiciário, os salários de advogados que estão começando são ainda mais altos: cerca de R$ 30 mil por mês.

Para completar, além dos salários astronômicos e dos penduricalhos, os funcionários públicos também gozam estabilidade de emprego.

E tudo isso bancado pelos impostos pagos por quem trabalha e produz riqueza — e, consequentemente, ganha bem menos.

O trabalhador do setor privado, que é quem produz e é tributado para sustentar toda essa farra — não houvesse trabalhador do setor privado, não haveria salário para funcionalismo público —, tem uma renda média de R$ 2.100 por mês.

A injustiça causada pelo estado não poderia ser mais fragorosa: todos os privilégios do setor público são bancados por impostos e endividamento do governo, os quais são integralmente pagos pela iniciativa privada, a qual também é asfixiada pelo governo com burocracias e regulamentações.

Logo, é exatamente o setor privado quem sustenta essa farra do setor público. Daí os baixos salários pagos na iniciativa privada. Toda a carga tributária existente no Brasil, que impede aumentos salariais na iniciativa privada, existe exatamente para sustentar o setor público e seus funcionários que ganham salários magnânimos e vivem à custa dos trabalhadores da iniciativa privada, os quais ganham pouco exatamente porque têm de bancar os membros do setor público.

As causas

Tentar estabelecer as causas deste descalabro exigiria um trabalho minucioso e profundo, algo muito além do escopo deste artigo. A Constituição de 1988, que concedeu vários "direitos" e nenhum dever ao funcionalismo público — na versão originalmente aprovada, funcionários públicos se aposentariam com salário integral e eram isentos de pagar qualquer contribuição previdenciária —, certamente está raiz.

Mas ela, por si só, não explica tudo.

Porém, utilizando a lógica dedutiva, é possível chegar a uma constatação básica: os sindicatos do funcionalismo público desempenharam um papel fundamental no aprofundamento deste estado de coisas.

Os funcionários públicos sempre foram uma categoria extremamente organizada e combativa na exigência de seus "direitos" (isto é, na pilhagem dos impostos pagos pela população). Já, eles sempre formaram uma base eleitoral extremamente influente e poderosa.

Os funcionários públicos sempre estiveram na base eleitoral do PT, o qual, por sua vez, nunca sequer escondeu que faz políticas voltadas a agradar exatamente esta classe.

Adicionalmente, qualquer político (do PT ou não) que ousar contrariar as exigências dos sindicatos do funcionalismo público será massacrado pelos sindicatos e não conseguirá ser reeleito.

A consequência é que este enorme poder exercido pelos sindicatos dos funcionários públicos significa que são eles que efetivamente exercem o poder de tributar. Dado que os sindicatos dos funcionários públicos podem facilmente forçar os políticos a elevar gastos e impostos para que a receita atenda às suas exigências de privilégios, são eles, e não os eleitores, que controlam o crescimento dos gastos do governo e da carga tributária dentro da jurisdição política. 

Assim, funcionários públicos e seus sindicatos se tornaram a perfeita ilustração daquilo que se convencionou chamar de "tributação sem representação" (não que a tributação com representação seja muito melhor): o povo trabalhador paga impostos escandinavos para bancar esta classe e, em troca, recebe serviços moçambicanos.

Os sindicatos atuam de várias maneiras para garantir seus privilégios. Por exemplo, dado que eles estão primordialmente interessados em maximizar suas receitas, eles utilizam as regulamentações do setor público como ferramenta para proteger o emprego de absolutamente qualquer burocrata estatal, não importa o quão incompetente ou irresponsável ele seja. Afinal, quanto menos burocratas estiverem empregados, menor será o volume das contribuições pagas aos sindicatos pelos seus membros. 

Assim, é praticamente certo que os sindicatos irão à justiça (também comandada por funcionários públicos sindicalizados) para recorrer de qualquer tentativa de dispensa de qualquer funcionário público. Isso significa que demitir um funcionário incompetente ou mesmo corrupto, por exemplo, pode levar meses, ou anos, de disputas jurídicas.

Adicionalmente, os sindicatos dos funcionários públicos também são os paladinos da "sinecura" — a prática sindical de obrigar o governo a contratar mais do que o número de pessoas necessárias para fazer algum serviço. 

Como no setor público não há preocupações com lucros e prejuízos, e a maioria das agências é monopolista, a conta é simplesmente repassada aos pagadores de impostos. Sinecuras no setor público são vistas como um benefício tanto para os políticos quanto para os sindicatos — mas certamente não para os pagadores de impostos. Os sindicatos auferem mais receitas quando há um maior número de burocratas empregados, e os políticos ganham a simpatia dos sindicatos por terem nomeado ou permitido a contratação de mais funcionários públicos. 

Cada emprego criado desta forma geralmente significa dois ou mais votos, dado que o burocrata sempre poderá arrumar para o político o voto de pelo menos um membro da família ou de um amigo próximo. 

Por tudo isso, cada sindicato de funcionários públicos é uma máquina política de fazer uma implacável e inflexível pressão por maiores impostos, maiores gastos governamentais, mais sinecuras e mais promessas de generosas pensões.

E a fatura vai integralmente para a população.

Conclusão

Já era passada a hora de esta trágica questão se tornar mainstream e ser abordada abertamente pelos meios de comunicação. Felizmente, está havendo uma maior disseminação da informação e, pela primeira vez, há alguma chance de algo ser efetivamente feito contra esse descalabro.

No entanto, a grande massa dos pagadores de impostos parece ainda não ter se dado conta de que eles, na realidade, são os escravos — e não os mestres — do governo em seus três níveis. A questão é saber até quando permanecerão neste estado de ignorância. As pesquisas eleitorais — a estarem corretas — mostram que eles estão dispostos a aceitar mais desse arranjo.



autor

Guilherme Moreira
é trabalhador da iniciativa privada, pai de três filhos, e autodidata em economia.


  • Eduardo Castro  07/12/2017 14:38
    "o gasto do país com funcionários públicos (agora de todas as esferas de governo) é de 13,1% do PIB. Trata-se também do maior percentual entre todos os países analisados. Muito acima de países como Portugal, França, Austrália e EUA. Nestes, o gasto do governo com funcionalismo público é de aproximadamente 9% do PIB.

    Já o Chile gastou somente 6,4% do PIB em salários do funcionalismo público em 2015."

    Rapaz!!! Isso é que é concentração e redistribuição de renda às avessas.

    Grande artigo com excelentes informações!
  • Prando  07/12/2017 18:08
    Alguém aí sabe o tamanho dos benefícios e auxílios? Dá pra saber o tamanho do salário total do servidor vs. o salário com VA/VR, etc. do setor privado?

    Lembro do juíz que sacou R$ 500 mil em um mês de verbas extra, não precisaria entrar nesse tipo de absurdo.
  • airton  08/12/2017 03:44
    Esse cidadão que escreveu essa matéria esqueceu de citar eu por exemplo que sou do quadro da segurança publica e meus amigos professores que ganhamos uma merreca.
  • Fabrício  08/12/2017 12:13
    Quem afirma que ganha uma merreca está, na prática, dizendo ser uma pessoa muito mais produtiva do que mostra seu salário. Está dizendo, na prática, que cria muito mais riqueza do que é reconhecido por quem paga seu salário.

    Muito bem: qual é a riqueza que você cria? Qual é a sua produtividade? Por que você acha que deveria ganhar mais do que ganha?

    Perceba que isso vale tanto para funcionário público quanto para trabalhador da iniciativa privada. A lógica é a mesma. Quem reclama de salário está, na prática, dizendo que é muito melhor do que aquilo, que é muito mais produtivo e que cria muito mais valor do que mostra seu salário.

    Sendo assim, já que você é tão bom e está sendo tão pouco reconhecido, então apenas saia deste emprego e vá para outro. Será fácil. Já que você é tão bom, tão produtivo e tão exímio criador de riqueza, não vai faltar empregador saindo no tapa para lhe contratar. Afinal, se você é tão bom, você irá gerar muita riqueza para seu novo empregador, e ele, em troca disso, alegremente lhe pagará o valor que você julgar merecer.

    Se você não fizer isso, ou seja, se você não sair do seu emprego atual em busca de outro, então você, na prática, está reconhecendo que você não é tão produtivo quanto diz, não cria tanta riqueza quanto imagina, e consequentemente não terá outro emprego tão facilmente (pois sabe que não é tão bom e produtivo quanto diz ser).

    Ou seja, se você não for procurar outro emprego você estará reconhecendo que nada do que falou é verdade.

    E aí, vai procurar outro emprego? Se não fizer isso, então você é ou incoerente ou mentiroso. Não há terceira hipótese.
  • Henrique  12/12/2017 20:27
    Seu grande erro, meu caro Fabrício, é enxergar apenas o setor que produz bens de consumo como força motriz da economia. Grande parte dos profissionais brasileiros não produzem tais bens mas sim, serviços.
    Oras...o que um médico, encanador, policial, professor e etc produzem de bens de consumo para a sociedade?
    Dizer para uma pessoa trocar de emprego, como se fosse algo simples, é o mesmo que dizer "termine seu casamento, já que tu brigou com sua esposa" ou "mude-se de país se o Brasil é tão ruim assim".
    Não existem empregos em abundância e sabemos que um funcionário público que está a décadas no setor enfrentará problemas caso ele tome tal decisão.
    O autor do texto ataca o funcionalismo público mostrando exemplos de juízes federais. É a mesma coisa de escrever um texto falando que é excelente trabalhar na UNILEVER, apenas porque leu um artigo dizendo que seus executivos usam helicópteros para chegar ao trabalho.
    Grande parte dos funcionários públicos, são municipais e ocupam cargos baixos tais como merenderas, varredores de rua, auxiliar de serviços gerais, vigias, motoristas e etc. Eles também pagam IPI quando consomem qualquer coisa, pagam ICMS em suas contas de luz e procuraram aprovar em um concurso porque sabem que eles poderiam dormir um pouco mais tranquilos caso aprovassem.
    Essas pessoas ganham pouco, pagam aluguel em casas populares, não têm motoristas particulares, auxilio moradia, auxilio educação e etc. O máximo que elas possuem é um plano de saúde baratinho e, em alguns casos, ganham uma cesta básica.
    O problema do funcionalismo público é o gasto que se têm com os servidores federais. Os municipais e estaduais, via de regra, não possuem essas regalias e esses salários astronômicos.
  • Felipe  10/11/2018 02:48
    Fabricio, ao meu ver sua lógica não é tao lógica assim. Sua premissa é de que alguém deve ter uma remuneração correspondente ao valor de riqueza qu gera. Isso nao é verdade, nem na esfera publica, nem na esfera privada. Quando se trata de empregados, seja do setor publico ou privado, o vqlor da remuneração esta intimamente ligado às responsabilidades que esse empregado tem: quanto mais responsabilidade, maior seu salário. No setor privado, quem fica com os maiores lucros sao os donos do negócio. O que nao é errado, é o tal fr onus e bonus; vc assume um risco e pode ter prejuizo ou pode lucrar. Se o dono lucrar mais, melhor para ele. Mas ele nao esta a obter esse lucro gerando tiqueza individualmente, ele precisara de funcionarios para isso. E o empresario remunerara melhor aquele que tem mais responsabilidades, nao necessariamente quem gera mais riqueza. No fim, quem ganha mais é quem assume o risco do negocio e, portanto, tem o maior grau de responsabilidade. Fosse apenas pela geração de riqueza, tb, o mercado de capitais sequer existiria. E as pessoas que mais ganham dinheiro estao relacionadas a esse mercado; como qcionista, sao tb donos. Mas nao produzem riqueza alguma. No setor publico nao é diferente. Quantio maior a responsabilidade, maior o salario. Por isso nao é possível que um professor titular nha o mesmo salario que um juiz, por exemplo. Veja-se: nada tem a ver com a dignidade da profissao e sim com a responsabilidade. Juizes, no caso, tem um alto grau de responsabilidade. Um juiz tem o poder de encerrar atividades econômicas, acessar conta corrente de qualquer pessoa e bloquear valor, penhorar e despejar alguem de casa, mandar determinado cidadao pra cadeia...enfim, sao muitas teponsabilidades, um poder muito grande. E é assim pq alguem deve faze lo. É a base de qualquer sociedade civilizada. Pressupoe-se, entao, que para exercer um cargo com tanto poder, vc deve supor que para exerce lo deve ser alguem com uma grande capacidade mental. E isso se realiza por meio de um concurso: o nivel de dificuldade de um concurso pra juiz é simplesment absurdo. Ate onde se sabe, esse é o melhor meio para selecionar quem serao os juizes. Serao juizes aqueles que forem aprovados nessa seleção dificilima. Se vc acha que ha algum jeito mais justo de selecionar as pessoas que exercerao essas funcoes, creio que deves sugerir ao congresso a mudança dessas regras. Eu pessoalmente nao vejo maneira mais justa. E, sendo dificil,é de se esperar que os mais qualificados sejam postos nessa funcao: quem, afinal, gostaria de desqualificados decidindo sobre o futuro da vida das pessoas e das empresas? Para atrair os mais capacitados, a logica é oferecer uma carreira atrativa. Por isso acho absolutamente necessário os juizes terem uma alta remuneração, por conta da responsabilidade que eles detem. E, como vi e outros comentarios, a mesma logica se aplica: qualquer um é livre para prestar um concurso e ser aprovado por seus meritos. Se a iniciativa privada esta ruim, vc pode ir para o setor publico. Basta se dedicar para tanto. O problema que eu ja percebi é que quem tem um grau de comprometimento tao elevado a tal ponto, e ja esta imerso no setor privado, jamais faria essa troca, pois certamente ganhará mais na iniciativa privada do que sendo juiz, por exemplo. Assim como um juiz dificilmente troca o publico pelo privado, pois para chegar onde esta foi exigido dele uma longa caminhada. E quando vc chega tao longe em um determinado caminho, voltar atras e recomeçar na maioria das vezes nao faz sentido algum. Eu sou advogado e apoio a valorização da magistratura, pois a desqualificação da magistratura nao interessa a sociedade.
  • Ayrton Pisco  10/02/2020 11:49
    Não faz sentido a sua argumentação de que um juiz deve ganhar bem pq o concurso é dificílimo. Por estre raciocínio vc deveria haver tb um concurso dificílimo para professor, apenas para ficar no seu exemplo, e advogar que as responsabilidades de um professor são do mais alto nível, especialmente do nível básico, e realmente são. Ninguém gostaria, para ficar novamente no seu exemplo, de ter seu filho nas mãos de um professor desqualificado. Enfim, é algo extremamente fácil, e imoral, defender os privilégios e vantagens de uma classe sobre as outras, que sustentam estes privilégios.
    Sua resposta só corrobora o artigo em tela.
  • Júlio César Leite da Silva  11/02/2020 19:18
    Dizer que tem que ter privilégios, estabilidade e salário alto só porque fez uma provinha é argumento de quem pertence à casta. Nada justifica privilégios, nós é que dormimos e deixamos isso acontecer, agora é hora de partirmos pra cima com tudo e resolver! Por conta disso, o serviço público se tornou uma grande FOLHA DE PAGAMENTO, e nós somos os ESCRAVOS que sustentamos essa lambança! Já pararam pra pensar que NÃO HÁ DESEMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO???

    Vejam só, quem paga eles fica sem emprego em um momento de crise, mas os gostosões que não querem porra nenhuma, não produzem nada, ganham bem mais não ficam DESEMPREGADOS... Já pararam pra pensar nisso??? Depois ele vêm com o argumento imbecil de que passou numa prova, como se prova comprovasse ou garantisse níveis de produtividade, comprometimento e zelo. Assim fosse teríamos o melhor serviço público do mundo e não uma enorme folha de pagamento que presta serviço MOÇAMBICANO pra nós. Chega dessa palhaçada! Acabou já! Não temos que aceitar mais isso!

    ESTABILIDADE = FUNCIONÁRIO PÚBLICO IMORAL E CAUSA MAIOR DA "SINECURA"
    SERVIÇO PÚBLICO NO BRASIL = UMA ENORME FOLHA DE PAGAMENTO PARA NÓS PAGARMOS COM PESADOS IMPOSTOS
  • Luzimar Fugueiredo Teixeira  14/10/2019 13:47
    Essa é a lógica correta da iniciativa privada e deve ser aplicada integralmente ao funcionalismo público. O que ocorre, 90% dos funcionários públicos se deixarem seus empregos ou cabides, não conseguirão locação nas empresas, porque os mesmos não possuem qualificação para tanto. Se alguém é contra o que você defendeu Fabrício, é porque faz parte da casta privilegiada.
  • Celio  11/02/2020 11:19
    Há um erro aqui: achar que não há outra hipótese. Será?
  • Jos%C3%83%C2%A9 Miguel de souza  10/12/2017 22:30
    Mas ninguém fala que o funcionário público tem estabilidade no emprego. Já o cidadão-contribuinte, que paga o salário dos servidores (ou estou enganado?) nem sabe o que é trabalhar com estabilidade. Ademais,, a tal "merreca" não impede os insatisfeitos de pedirem demissão de seus cargos e partirem para outra iniciativa. Afinal, quem é competente não tem medo de novos desafios!
  • otanael  11/12/2017 12:19
    O tempo inteiro o artigo e os comentários falam em média. Isso é injusto e desinteligente.
    O correto seria comparar salários de profissionais com as mesmas atribuições, uma da iniciativa privada e outro funcionário publico.

    *Se pegarmos a média de entre o salário de um Juiz que ganha 11x e um outro servidor que ganha 1x, a média vai ser de 6x. Será que o problema não esta nos super salários ????

    Um policial é um funcionário publico. Vocês acham que eles possuem um grande salário ? Os professores possuem um grande salário ?

    Em relação ao comentário do Fabrício sobre o equilíbrio entre o quanto um funcionário ganha e o quanto gera de lucro, essa não é a função da maioria dos funcionários públicos das esferas federal, estadual e municipal. é função do professor ou de um médico ????? Me explica como seria isso e como isso pode ser relacionado ao salário ?

    Vou devolver sua cutucada. Se é tão melhor ser um funcionário publico em comparação com uma função de iguais atribuições na iniciativa privada, por que quem reclama não faz concurso e vira um funcionário publico para viver feliz para sempre?
  • Guilherme  11/12/2017 12:33
    "O correto seria comparar salários de profissionais com as mesmas atribuições, uma da iniciativa privada e outro funcionário publico."

    Mas, meu Deus, foi exatamente isso o que foi feito pelo estudo! Será que nem ao menos ler você sabe?

    Tá escrito lá, de todo tamanho, com fontes e tudo:

    "Entre 53 países pesquisados, o Brasil é o que a apresenta a maior diferença entre o salário de um funcionário público federal e o de um trabalhador da iniciativa privada, ambos com a mesma idade, a mesma formação e a mesma experiência profissional.

    Pegando um exemplo prático: suponha dois irmãos gêmeos com a mesma formação e a mesma experiência profissional. Um escolheu uma carreira em uma grande empresa; o outro foi aprovado em um concurso para funcionário público federal. Esse último ganhará simplesmente 67% a mais."

    "*Se pegarmos a média de entre o salário de um Juiz que ganha 11x e um outro servidor que ganha 1x, a média vai ser de 6x. Será que o problema não esta nos super salários ????"

    Também abordado explicitamente no artigo. Está escrito lá, de todo tamanho:

    "Ainda segundo o Banco Mundial, o quadro do funcionalismo público brasileiro pode ser considerado "enxuto" em relação ao resto do mundo. Ao passo que, no Brasil, 5,6% da população empregada está no setor público, nos países da OCDE este percentual é de quase 10%.

    A conclusão óbvia, portanto, é que o alto gasto com funcionalismo público no Brasil não decorre exatamente de um excessivo número de funcionários público, mas sim do elevado custo (altos salários) deles."

    Recorrer ao infantil aceno ortográfico de quatro interrogações seguidas é típico de quem é intelectualmente despreparado. Aliás, este é o seu caso, pois todos os seus questionamentos foram explicitamente abordados no texto.

    "Se é tão melhor ser um funcionário publico em comparação com uma função de iguais atribuições na iniciativa privada, por que quem reclama não faz concurso e vira um funcionário publico para viver feliz para sempre?"

    Questão de ética e moral. Eu, por exemplo, jamais conseguiria dormir bem à noite sabendo que minha boa vida e meu conforto são bancados pelo dinheiro extraído à força dos desdentados desse país. Eu jamais viveria bem sabendo que meu luxo depende da miséria alheia. Quem tá de boa com isso é alguém cujo pós-vida já está definido
  • Mephis  14/12/2017 07:06
    Pelo mesmo motivo que eu não quero ser um traficante e faturar alto e viver feliz pro resto da vida. Pelo mesmo motivo que eu não quero ser um verme politico, nunca me candidatei nem nunca vou me candidatar, e poderia viver feliz pro resto da vida e trabalhando ainda menos que um funça.
  • anônimo  22/02/2019 19:07
    A situação ainda é mais gritante na quantidade de cargos comissionados. Não são funcionários público ,mas recebe uma fortuna.
    Um funcionário público na real Vive de salário tão achatado, que todo ano, é uma briga para aumentar 10,00 na folha.

    O buraco ainda é muito nas pra baixo.

    Tem faxineiro contratado pelo político porque é de confiança, recebendo 13.000,00.

    E aí!

  • Danielle Sena   10/11/2018 12:37
    Só esqueceu de dizer, que nós funcionários públicos municipais e estaduais quando aposentados ou exonerados (Por decisão própria) não recebemos nada. Saímos do funcionalismo público do mesmo jeito que entramos. Sem nada! Já o trabalhador privado, recebe FGTS, seguro desemprego, etc. Essa é uma diferença que compensa a estabilidade. Nós também não temos auxílio de nada. Nem plano de saúde. Existe em alguns casos, um subsídio para o plano de saúde, igual na iniciativa provada. Aumento de salário, temos que brigar, fazer greve para receber 2,43 % de aumento de 2 em 2 anos e divididos em 4 parcelas. Isso ninguém vê e nem fala né? Fico indignada quando colocam a culpa do alto gasto com o funcionalismo público. E digo mais, esses que recebem esse absurdo de salário (E neste caso eu concordo) não são funcionários públicos. São funcionários indicados de políticos. Não fizeram concurso para nada.
  • Júlio   10/11/2018 16:39
    Isso é piada sua, né? Por favor, diga que sim. Impossível a ignorância chegar a tanto.

    O FGTS foi criado, em tese, para proteger o trabalhador de uma eventual demissão! Funça tem estabilidade no emprego e não pode ser demitido. Logo, por que caraios ele deveria ter FGTS?!

    Outra coisa: FGTS é uma piada. Rende 3% ao ano. Durante o desgoverno Dilma, com a inflação a 11%, quem estava com dinheiro preso no FGTS se lascou todo.

    Isso é dinheiro do trabalhador que o governo sequestra e impede que ele, o trabalhador, use como quiser. O governo considera o trabalhador imbecil demais para gerir o próprio dinheiro.

    Quem inveja FGTS é otário. Eu sou autônomo freelancer e nunca tive FGTS na vida. Graças a isso já posso me aposentar quando quiser, pois tive a liberdade de investir todo o dinheiro que recebi. Se eu tivesse sido escravizado pelo FGTS estaria mendigando trabalho até hoje.

    CLT?! Para quem tem estabilidade?!

    Aumento de salário e auxilio-saúde? Tudo com o dinheiro esbulhado do povo, principalmente dos desdentados.

    Funcionário público, além de só ter mamata, não paga 1 centavo de imposto. E isso é fácil de ser demonstrado.

    Se um funcionário público recebe $ 10.000 oriundos de impostos pagos compulsoriamente pelo setor privado, e, se destes $ 10.000, $ 2.500 são retidos na fonte pelo próprio governo, é incorreto dizer que o funcionário público pagou $2.500 de impostos.

    A analogia é a de uma quadrilha que repassa para seus integrantes o dinheiro que extorquiu dos comerciantes do bairro. Se a quadrilha extorque $ 10.000, retém $ 2.500 e repassa os $7.500 restantes para seus membros, não é correto dizer que seus membros pagaram $2.500 de impostos.

    Afinal, eles não geraram esses $ 2.500 vendendo serviços consumidos voluntariamente no mercado. Os $ 2.500 são apenas uma fatia da espoliação, a qual o agente espoliador achou por bem reter para si próprio.

    Assim, pouco importa o valor da sua "contribuição" previdenciária. O dinheiro veio do roubo, e você não está fazendo contribuição nenhuma.

    Informe-se melhor. Não há nada mais vergonhoso do que um nababo cheio de privilégios às custas da fome do povo. E que ainda reclama e posa de vítima.
  • Jonathan  11/11/2018 04:15
    Quanto a estabilidade do servidor público tão atacada pela mídia e outros ignorantes não é um privilégio e sim uma proteção para que o servidor possa exercer sua função (em prol da sociedade) sem ser assediado ou ameaçado por seus superiores nem por políticos ou seus amigos (mídia e empresários corruptores).
  • Carlos Vinícius  13/10/2019 21:43
    Kkkkkkk nao pode ser serio seu comentário.
  • Anônimo  16/01/2020 15:59
    Vai lá, espertão. Pede demissão do teu emprego então. Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Com o rabo cheio de diheiro é fácil vir cagar regra aqui.
  • Marcos Santos  11/12/2017 03:09
    Amigo. Não se resolvem nem mais de 4% dos homicidios no brasil.
    Não se consegue nessa merda nem alfabetizar crianças.
    Pela qualidade do serviço prestado por professores e por você da segurança, seja lá qual for o valor da merreca, eu só posso dizer que já é dinheiro demais.
  • André  08/12/2017 16:09
    É muito pior se levarmos em conta o funcionalismo estadual e municipal, esses felizmente não tem os mesmos salários absurdos como os federais mas pesam na nossa conta tanto quanto já que a quantidade de vagabundos encostados é muito maior que a de federais, agora se levarmos em conta os aposentados com aposentadoria integral nas três esferas os valores são ainda mais assustadores!
  • Julio César de Oliveira Braga  18/12/2017 12:00
    Sou militar do exército, subtenente, e não me vejo como uma casta privilegiada. Tanto é que me aposentei e estou completando minha renda dando aulas. Meu salário Bruto em janeiro será de 9000 reais e com os descontos, pois sigo pagando a previdência será em torno de 7000 reais com os descontos do imposto de renda também, tudo isso após 35 anos de efetivo serviço prestado ao país.
  • PeX  22/07/2018 23:02
    Não pô, num é casta privilegiada não. Aham (y)
    Quem pagamos seu salário para tu ficar brincando de dar tiro nas fronteiras ou acabando com a saúde e sanidade de recrutas?
  • Pietro Minucci  07/09/2020 18:51
    E eu sou engenheiro aposentado pelo INSS. Contribui durante 35 anos, trabalhei como empregado, empresário e autônomo, isso tudo para receber agora, quase no fim da vida, 3 SM de aposentadoria. E ainda tenho que escutar que receber 9 mil reais é pouco. Eu sou um dos patos que sustentou e ainda sustento esse sistema expoliador. Mas tenho certeza que isso irá acabar porque o povo está se dando conta da exploração a que está submetido. Os políticos que aumentarem impostos e despesas do governo serão condenados pelas urnas.
  • carlos  28/03/2021 09:54
    meu pai, coronel reformado, se aposentou com o salário líquido por volta de 23 mil (devido à reestruturação de carreira) aos 49 anos.
  • Julio César de Oliveira Braga  19/12/2017 12:50
    Sou militar do exército, subtenente, e não me vejo como uma casta privilegiada. Tanto é que me aposentei e estou completando minha renda dando aulas. Meu salário Bruto em janeiro será de 9000 reais e com os descontos, pois sigo pagando a previdência será em torno de 7000 reais com os descontos do imposto de renda também, tudo isso após 35 anos de efetivo serviço prestado ao país.
  • Paulo Henrique  10/11/2018 17:46
    Metade dos trabalhadores Brasileiros tem renda menor que o salário minimo salário minimo
    Você diz ganhar 7.000 Liquidos depois de 35 anos de serviço militar. E diz não se sentir privilegiado? Bem, seu padrão de vida é muito, mas muito acima da imensa maioria dos Brasileiros. E ainda existe estabilidade. Ganhar bem com baixos riscos. Se isso não é privilégio, altere as definições do mesmo.
    O Brasil nem mesmo é um país como os EUA, que vive em conflitos internacionais..

    Um trabalhador do setor privado corre riscos de demissão, aguenta patrão, precisa constantemente se especializar, ter curso superior. E o resultado, após anos de crise econômica, é o desemprego. (As estatisticas oficiais são mentirosas

    E a realidade financeira também não liga para ideologias. Se não ocorrer uma reforma previdênciária. Justo ou injusto, tera de ocorrer cortes. O direito adquirido não sobrepuja a realidade.
  • Lopes, N.  07/03/2019 14:08
    Percebo que comparou duas coisas incomparáveis:
    1- Servidor público trabalha com estratégias e ações para uma nação inteira
    2- Funcionário privado para o lucro do patrão

    As responsabilidades são infinitamente diferentes.

    Exemplo:
    No escândalo da "carne fraca" o funcionário privado com interesse em lucro, jogou na lama o nome da nação.
    Os únicos capazes de avaliar as públicas sanitárias e defender o país para reconquistar mercado para toda a nação foi o servidor público.

    Agora é o povo que decide se quer pagar o servidor para servir aos interesses coletivos ou se se rende aos discursos privados e fica à mercê dos interesses individuais.

    É bom lembrar que 98% dos servidores públicos no Brasil recebem menos de R $5.000,00. Os salarios abusivos não ultrapassam 2%, e são apresentados para jogar a população contra o servidor público e passar reformas abusivas que só favorecem os magnatas da nação.
  • William  07/03/2019 14:20
    Ótima a sua ironia. No episódio da Carne Fraca, ficou comprovado que todo o esquema só existiu e só prosperou exatamente porque funcionários públicos participaram do esquema e deram guarida aos fraudadores ao mesmo tempo em que expulsaram do mercado os produtores idôneos.

    Os reguladores estatais entraram em conluio com grandes empresários (todos eles ligados ao BNDES, vale ressaltar) e, em troca de propina, emitiram o selo de aprovação do Ministério da Pesca e Agricultura atestando que carnes podres eram, na realidade, carnes boas e próprias para consumo.

    Como este selo de aprovação estatal é inquestionavelmente aceito por todos como sinônimo de "inspeção rigorosa" — pois as pessoas estranhamente confiam cegamente no estado e em seus funcionários públicos —, os escroques garantiram uma vantagem no mercado. E por causa do estado.

    Consequentemente, aqueles produtores honestos e que realmente se esforçaram para produzir carne de qualidade sofreram um "dumping": as carnes podres e mais baratas, chanceladas pelo estado, expulsaram do mercado as carnes boas e mais caras. Afinal, dado que ambas as carnes tinham exatamente o mesmo selo de qualidade, por que não ficar com a mais barata e famosa?

    Vale ressaltar o óbvio: o Ministério da Pesca e Agricultura (no caso, suas superintendências regionais) detém o monopólio das certificações e credenciamentos. Os vigaristas prosperaram no mercado justamente porque gozavam do selo de qualidade do órgão estatal. Eles apresentavam o selo e seus produtos eram logo aceitos.

    Ao passo que, em um mercado livre e concorrencial, os produtos de maior qualidade se estabelecem, em um mercado regulado e controlado pelo governo, só se estabelece quem tem mais poder de propina.

    Mais um exemplo cristalino de como o estado apenas distorce a economia.

    A "Carne Fraca" pergunta: quem regula os reguladores?
  • Lopes, N.  09/03/2019 16:46
    Se você acredita em tudo que escreveu, será capaz de defender o "Frigomato" e consumir produtos sem inspeção.
    Nesse caso vá à luta para um país sem inspeção e sem certificação pelo serviço público. Assim não terá custos.

    Quanto à denúncia da "carne fraca", lamento que tenha entendido como ironia, mas so para informação,esta veio de um servidor publico. E, lamentavelmente 1% dos envolvidos eram serdores. Mais precisamente, tres pessoas incriminadas tinham vinculo publico. O restante era privado.

    Seguindo sua linha de raciocinio, e , se a população concorda com você, realmente nao precisa servico público.

    É questão de decisão de mercado, Se não precisa não faz concurso e batalhe pela comercialização certificada por quem produz.

    Em não tendo concursos, as pessoas irão trabalhar em outras frentes e não estarão expostas a esse tipo de discurso, que só favorece quem está no poder e faz parte da elite privilegiada. Só existe servidor porque o estado abre concursos.

    Simples assim.
    Não precisa atacar servidor, seja proativo e crie estratégias que nao precisem de servico publico.
  • Rafael  09/03/2019 17:05
    Você está ou desinformado ou está querendo desinformar (pois acredita que está lidando com amadores).

    Quem denunciou o esquema foi um funcionário público que havia sido rebaixado da hierarquia estatal por não concordar com o que se passava.

    Foi então, só então, que ele resolveu denunciar.

    Aliás, é sempre assim. É sempre alguém que está dentro do esquema que resolve delatar. Todos os grandes casos de corrupção são descobertos apenas porque um insider resolveu contar tudo.

    Polícia Federal e o Ministério Público -- estes órgãos sacrossantos -- não descobriram nada. Tampouco o Ministério da Agricultura. E nem nenhuma inspeção sanitária.

    Todos estavam cegados pelo fato de funcionários públicos estarem envolvidos no esquema e, consequentemente, terem blindado todas as inspeções.

    E nêgo ainda pede mais estado... É dose.


    P.S.: quanto à sua sugestão, diga-me: como eu posso fazer para retirar o estado desta área? Você deu a entender que basta eu querer. Como sou mais burro que você, ilumine-me, por favor: o que eu devo fazer para isso acontecer? No aguardo.
  • Lopes, N.  09/03/2019 18:02
    Com esse tipo de retórica.....
    "quanto à sua sugestão, diga-me: como eu posso fazer para retirar o estado desta área? Você deu a entender que basta eu querer. Como sou mais burro que você, ilumine-me, por favor: o que eu devo fazer para isso acontecer? No aguardo".

    Vejo que seus argumentos são frágeis e sem intenção de encontrar soluções para os problemas que aponta. É simplesmente atacar servidor público e usar expressões grosseiras para intimidar.

    Assim, você não responde nem as proprias dúvidas, e comporta-se como uma metralhadora que atira sem rumo.

    Não permaneça no aguardo, não alimentarei discurso vazio de propostas e cheio de ataques fundametados em.opiniões sem técnica.

    Boa sorte na trajetória
  • Rafael  09/03/2019 20:40
    Ué, mas foi você quem sugeriu! Veja o que você disse:

    "Nesse caso vá à luta para um país sem inspeção e sem certificação pelo serviço público. Assim não terá custos. [...]Simples assim. Não precisa atacar servidor, seja proativo e crie estratégias que nao precisem de servico publico."

    Ou seja, você dá a sugestão, eu aceito, e aí fica bravinho e sai xingando quando eu peço mais detalhes dessa sua sugestão. Você me parece desequilibrado e bipolar.

    Quanto a você achar meus argumentos (os quais, aliás, você não refutou) "frágeis", sem problemas, mas aí você está, por uma questão de honestidade intelectual, obrigado a refutá-los.

    Para facilitar seu serviço, nem precisa fazer aqui, não. Pode ser na seção de comentários dos artigos específicos sobre esse tema. Sugestão:

    A "Carne Fraca" pergunta: quem regula os reguladores?

    Como as regulações estatais prejudicam os pequenos, protegem os grandes, e afetam os consumidores


    Espero que não corra de novo. Saudações.
  • Estado máximo, cidadão mínimo.  28/03/2021 23:26
    "Dou o sangue pelo país", "recebo pouco pela importância de minha função", é sempre a mesma conversa. Passei boa parte da vida ganhando salário mínimo e esses nababos chegam aqui chorando por receberem 9 e 23 vezes mais? É isso mesmo? Não basta espoliar os pobres coitados ainda aparecem aqui pra humilhar?
  • Marcelo  10/02/2020 12:45
    Quero ver qual iniciativa privada teria a obstinação dos bombeiros de MG há mais de um ano enfiados na lama de Brumadinho a procura de corpos. Isso sem 13 e com salários atrasados.
    Quero ver qual inciativa privada teria a coragem do BOPE no RJ.
    Quero ver qual iniciativa privada teria como enfrentar o crime organizado no país.
  • da Nóbrega  10/02/2020 14:22
    Você quer ver? Eu também quero ver. Mas nenhum de nós conseguirá ver, pois tais atividades são monopólios estatais, o que significa que se eu quiser montar um corpo de bombeiros privados para competir com o estado irei preso.

    E aí, o que você está disposto a fazer para mudar a realidade e realizar seu sonho de ver tudo isso que você exige?
  • Marcelo  10/02/2020 17:41
    Para que encarar as mordomias nababescas do legislativo e do judiciário se o bode expiatório do funcionalismo se nos apresenta com o discurso mais fácil de todos, não é mesmo?
  • Marcelo  11/02/2020 11:00
    Acabar com a estabilidade é um tiro na cabeça da direita conservadora liberal.
    Se o Estado já foi aparelhado, imagine sem a estabilidade.
    O próximo governo de esquerda vai demitir todos os direitistas e colocar somente os membros do partidão vermelho.
    Esse filme já foi visto antes.
  • Marcelo  11/02/2020 13:16
    Foram os funcionários públicos que foram na China infectada para resgatar os brasileiros.
    São os funcionários que estão enfiados na lama de Brumadinho até hoje buscando corpos.
  • cmr  11/02/2020 15:18
    E daí ?, no que isso muda o fato de que são uma CASTA PRIVILEGIADA ?.
  • Nordestino  07/12/2017 14:45
    "No entanto, a grande massa dos pagadores de impostos parece ainda não ter se dado conta de que eles, na realidade, são os escravos — e não os mestres — do governo em seus três níveis. A questão é saber até quando permanecerão neste estado de ignorância. As pesquisas eleitorais — a estarem corretas — mostram que eles estão dispostos a aceitar mais desse arranjo."

    Tirando o cara que paga a conta e sabe disso (alguns poucos), ninguém mais dá muita bola para essa realidade escabrosa. Esse é o detalhe e o motivo de o PT ter ficado 13 anos no poder e com chances reais de voltar ano que vem.

    O candidato que tentar mudar o sistema (Collor e FHC mudaram um pouco, já foi pior; Temer começou e imediatamente o MPF passou a querer derrubá-lo) terá sua carreira destruída por essa cambada e também pelo povão em geral, que se deixa levar pela propaganda dos sindicatos. De resto, pergunte para a cambada se eles querem largar o osso.
  • Anonimo  07/12/2017 14:45
    Artigo perfeito.
  • Felippe  07/12/2017 14:48
    Isso que foi retirado do site do PT é um escárnio com o povo sofrido e trabalhador. E o pior é que é exatamente esse povo que vota em Lula e Dilma. Fazer o quê, deixe que arquem com tudo.

    www.pt.org.br/lula-e-dilma-admitem-355-mais-servidores-do-que-fhc/
  • Vin Dias Omax  07/12/2017 21:55
    Cacete !!!!!! O PT Ainda faz propaganda disso?????? Puta merda !!!!
  • Capital Imoral  07/12/2017 14:49
    O problema do mundo nunca foi o funcionalismo público. O problema do mundo sempre foi o grande capital e a cultura pequeno burguesa que afeta diretamente nossa vida; o funcionário público é alguém que ajuda a remediar os malefícios do capitalismo de livre mercado. Para exemplificar, à cultura pequeno burguesa que mata o amor pelos pobres, eu escrevi um artigo co-relacionando com a produção de carros em massa. Vejamos como o capital nos destroi.

    Carros e a desumanização dos homens

    Este é um tema antigo que gostaria de abordar, mas devido à falta de tempo, eu não pude escrever. Vamos entender como à posse um carro significa muito mais que simples matéria; a posse de um carro abrange até mesmo o mundo ideológico.

    O homem que tem um carro vive numa bolha
    Comecei a perceber que existe uma opressão social contra os pedestres quando larguei o meu carro e comecei a utilizar apenas ônibus para ir à USP. Sim, ônibus é algo muito mais humano e social; você pode conhecer pessoas; fazer novas amizades e até arranjar um bofe pra você. Mas realmente só percebi na pele à crueldade do Capitalismo quando me tornei um pedestre que se desloca de um ponto a outro a pé.

    Essa raça imunda chamada motorista vive numa verdadeira bolha que foi criada pelo carro. Ele ignora totalmente os percalços da pessoa que está do lado de fora; se tivermos uma percepção social desta questão, podemos perceber que por esse mesmo motivo, o motorista não tem uma visão social aberta para pessoas que estão do lado de fora, quero dizer com isso, que essa pessoa não irá notar com profundidade que existe mendigos na ruas, viciados em drogas, prostitutas, ladrões, trabalhadores, crianças, mães e pais.

    O dito motorista vive em uma bolha que foi criada em torno dele. Note como essa pessoa agem dentro daqueles supermercados de acesso rápido e com amplo estacionamento; a pessoa pensa que vive em Hollywood e que é um grande ator vivendo como um "bom vivant". O Brasil dos 60 mil homicídios por ano desaparece quando ele entra no luxuoso carro com ar condicionado e aquelas músicas cool. Nada mais importa, só resta fingir-se de outro mundo, como bom vira latas que somos.

    Desumanização
    O resultado disso tudo é a mais profunda desumanização que você pode imaginar. Para o motorista, o ser humano do lado de fora, que está sim mais frágil, é nada mais de um bonequinho, um personagem da paisagem, do mundo perfeito no qual ele vive. Só que o outro lado, o lado de fora; sofre, chora, toma chuva e morre. O lado de fora está sendo destruída por essa bolha burguesa.

    O que mata pedestre não é necessariamente o carro; o que mata pedestre é a bolha ideológica que o carro criou. Ou você acha que o mundo perfeito acaba quando se sai do carro? os mesmos preconceitos que foram criados em quando a pessoa estava dentro do carro, agora, saem para fora e refletem nas ações humanas. Por isso o Brasil é um país nojento, de gente nojenta. Todos carregam em maior ou menor grau essa bolha ideológica do homem bom vivant. Todos pensam que estão em Hollywood.

    Outra percepção interessante é que a cidade não é feita para o pedestre, mas para os carros. Tudo gira em torno das ruas e estradas, mas esquecem das calçadas por onde se desloca a população.

    Conclusão
    O motorista Brasileiro tem que se ferrar legal. Tem que criar sim! mais impostos à ponto de deixar impossível que o Brasileiro médio tenha um carro. Veja que não é apenas uma questão de transporte; pois se levarmos isso em consideração, poderíamos ver que seria possível que todos 200 milhões de Brasileiros andassem de ônibus e bicicleta. ora, na própria Europa isso é uma realidade. Mas essa questão é muito mais abrangente e está relacionada à própria cultura do Brasileiro, como deixei comprovado no artigo acima; enquanto não acabarmos com a posse de carros no Brasil, essa bolha ideológica continuará a existir.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • Prando  07/12/2017 18:05
    Olha ele aí!

    Já foi melhor tbm... nem engraçado esse texto foi
  • Eita poha  07/12/2017 19:36
    Verdade. Antes eu rolava de rir com as asneiras dele, agora foi até chato ler.
  • airton  08/12/2017 03:41
    Caramba depois desse comentário eu que tenho um carrinho popular usado estou me sentindo um lixo.
  • Gustavo  07/12/2017 20:28
    você com certeza escreveu muito mais sobre esse assunto do que leu sobre ele
  • Paulo   08/12/2017 13:45
    O artigo não mencionou que o servidor público é o "problema do mundo", mas apenas um deles. E com toda a razão.

    E se você é contra as pessoas utilizarem seus carros, ofereça opções melhores. A começar, ônibus e metrô MELHORES e MAIS BARATOS para induzir as pessoas a deixarem o carro em casa. Ou você acha que todos têm que gostar de andar em pé e espremido, como se estivesse numa lata de sardinhas? Ou que todo mundo é obrigado a chegar ao trabalho empapado de suor após uma longa pedalada?

  • Maril  10/12/2017 05:55
    Caramba! Você acredita mesmo nisso que escreveu?
  • Marcos Santos  11/12/2017 03:11
    Velho. Normal você ceder a cauda. Ninguem esquenta a cabeça com isso. Mas para de tomar ácido, de boa. Vai te deixar mais burro ainda do que você já é. Se é que isso é possível! :-D
  • Vanesca Franco  26/02/2018 16:45
    Hahahahahah!!!!
  • Jailma Viana  14/06/2018 12:01
    "Capital Imoral", adorei seu comentário. Maravilhoso. Duzentos milhões de brasileiros de bicicletas seria ótimo. Ainda mais sendo a terra plana e não esférica, né? Pois acredito que você, inteligente que é, sabe que a terra é plana. Só tenho pena e dói no meu coração pela minha finada mãezinha. Ela, coitadinha, aos noventa e três anos de idade ainda lamentava-se que quando jovem não conseguira se equilibrar em uma bicicleta. Ela chegou a cunhar um termo para a sua deficiência. Se auto-denominava "disbiciclética".
  • Henrique   05/08/2019 21:36
    Entre todos os comentários feitos, sem dúvida alguma o seu, Capital Imoral foi o pior deles. Quando analisamos os valores pagos pela iniciativa privada a um advogado para prestar o mesmo trabalho! Ou seja, no setor privado, inicialmente ele é contratado com um salário de 3 mil e cem, enquanto no público 18 mil. Portanto, alegar que o problema do Brasil é a Burguesia, fala serio... você parece mais um burocrata preocupado em perder o osso.
  • Breno Alves  07/12/2017 14:51
    Um dos piores problemas de Pindorama é o concurseiro profissional. Gente que poderia estar trabalhando, produzindo e gerando riqueza desperdiça a energia de olho em esbulhar o povo. Não produzem nada e, no final, só subtraem e aumentam a pobreza.

    Alguém sabe se há algo semelhante em outros países?
  • Ricardo  07/12/2017 16:15
    E que jovem hoje vai querer ser "escravo" na iniciativa privada ganhando salários de fome? Ou se matar de trabalhar como empreendedor, correndo o risco de falir e se endividar brutalmente?

    Sem contar que nem todo mundo é apto para fazer uma brilhante carreira em empresas privadas ou tem talento e tino para os negócios.

    Eu concordo que penduricalhos, burocracia e várias outras coisas precisam ser cortadas. Mas não acho totalmente justo o modo como as críticas são feitas. Será que se um dos filhos do autor optar pelo serviço público ele vai tratá-los como parasitas, dizer que não produzem nada e etc.? Todos conhecemos alguém que trabalhe no setor público e sabemos que nem todos eles vivem um mar de rosas ou que são à toas canalhas.
  • Ulysses  07/12/2017 16:32
    E cadê seu contra-argumento aos fatos e dados apresentados? Dar chilique e afetar indignação perante o que foi dito está longe de ser argumentação. E muito menos resposta. Recorrer ao ridículo de dizer que há funças bacanas e legais (e que por isso não merecem ser criticados) é o ápice do desespero e da falta de argumentos.
  • Mansueto  07/12/2017 16:49
    Ué, e por que você acha que os salários no setor privado são baixos?!

    Tendo de arcar com uma carga tributária que chega a 40% da renda, como é que seria possível pagar salários altos?

    O empreendedor trabalha até o dia 2 de junho de cada ano apenas para pagar os 93 tributos(impostos, taxas e contribuições) que existem no Brasil. E pagar esses impostos requer 2.600 horas apenas para preencher os formulários (mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia). Quem não pagar é punido com cadeia e confisco de bens.

    Se você contratar um empregado com um salário de mil reais por mês, esse empregado pode chegar a lhe custar, aproximadamente, dois mil e oitocentos e trinta reais por mês — ou seja, mais do que o dobro do salário. (O corriqueiro é que ele custe, no mínimo, dois mil reais).

    Isso acontece porque existem os chamados encargos sociais e trabalhistas. Considerando o salário mínimo de 2017, de R$ 937, o empregador terá de pagar R$ 2.651 por empregado. Isso significa que, para compensar sua contratação, o trabalhador precisa de uma produtividade de, no mínimo, R$ 2.651 para poder trabalhar legalmente.

    Para completar seu pesadelo empreendedorial, ainda falta mencionar os outros impostos que incidem sobre as empresas e que afetam sobremaneira sua capacidade de investir, de contratar e de aumentar salários. No Brasil, a alíquota máxima do IRPJ é de 15%, mas há uma sobretaxa de 10% sobre o lucro que ultrapassa determinado valor. Adicionalmente, há também a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido), cuja alíquota pode chegar a 32%, o PIS, cuja alíquota chega a 1,65% e a COFINS, cuja alíquota chega a 7,6%. PIS e COFINS incidem sobre a receita bruta.

    Há também o ICMS, que varia de estado para estado, mas cuja média nacional beira os 20%, e o ISS municipal. Não tente fazer a conta, pois você irá se apavorar.

    E tudo isso pra bancar o setor público e o salário dos funças.
    Como, por favor me diga, seria possível pagar salários altos na iniciativa privada?
    E o curioso é que quanto mais gente for para o setor público, mais o setor privado será esmagado. Menores serão os salários e também a arrecadação do governo. Consequentemente menores serão os salários dos funças.

    Se isso continuar, poderá chegar o dia em que irão inviabilizar as empresas, que são quem mantém toda essa estrutura. Ironicamente, sem o setor produtivo, o número de funcionários públicos bem pagos cairá a zero.
  • Nem a Pau  07/12/2017 18:19
    "Isso acontece porque existem os chamados encargos sociais e trabalhistas. Considerando o salário mínimo de 2017, de R$ 937, o empregador terá de pagar R$ 2.651 por empregado. Isso significa que, para compensar sua contratação, o trabalhador precisa de uma produtividade de, no mínimo, R$ 2.651 para poder trabalhar legalmente. "

    Cara, demite quem te apresentou essa conta, o bicho está te passando a perna, isso não chega nem perto de ser verdade. Bom, mas a verdade por aqui não é nenhuma estrela, né?

    Esse texto traz alguns dados verdadeiros, mas com premissas verdadeiras é possível chegar a uma conclusão falsa, por certo que sim, desde que a relação lógica não esteja correta, o que é o caso. Confesso que não tenho tempo e paciência para ficar desconstruindo o texto para vocês que querem acreditar no que foi escrito e também não quero afirmar que tudo no serviço público está certo, porque isso estaria tao longe da verdade quanto falar que tudo no serviço público está errado, mas tomar o juiz como exemplo de funcionário público e o legislativo e o judiciário como os grandes contratadores demonstra claramente que os argumentos contra o serviço público não são tão fortes assim.

    Mudanças têm que ser realizadas, claro, e uma delas inclusive já foi proposta pelo governo Temer, a diminuição, aliás muito justa, do salário inicial.

    Mansueto alega que o Brasil é um local horrível de se empreender e talvez esteja correto, mas ainda me pergunto por que se empreende tanto, apesar disto?

    Acho que porque é pior ainda para se trabalhar como empregado, tentar ignorar o fato de que nenhum empregador pagaria mais se não tivesse que recolher impostos é uma hipocrisia sem nome e fingir que tudo seria melhor se o Estado fosse mínimo é algo bem divertido de se pensar, mas isso significa que não deveria haver menos Estado em algumas áreas? Não significa. Significa que a legislação não deveria ser mais simples?De jeito nenhum, precisamos de leis mais simples, fáceis de aplicar e entender.

    Entre discordâncias e concordâncias creio que toda a sociedade deve ser ouvida, da forma mais direta possível e que todos devem ter possibilidades de defender seus interesses e ideais.
  • Sou o Juvenal  07/12/2017 19:06
    "Cara, demite quem te apresentou essa conta, o bicho está te passando a perna, isso não chega nem perto de ser verdade. Bom, mas a verdade por aqui não é nenhuma estrela, né?"

    É mesmo? Conversa com a FGV, a autora do cálculo.

    Trabalhador custa quase 3 vezes o salário

    O custo do trabalhador, em média, pode chegar a 2,83 vezes – ou 183% – o salário que ele recebe da empresa, no caso de vínculo de 12 meses de duração de um contrato de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A informação é do Centro de Microeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    www.estadao.com.br/blogs/jt-seu-bolso/2012/05/24/trabalhador-custa-quase-3-vezes-o-salario/

    Seu desespero e sua arrogância só não são maiores que seu orgulho de sua própria ignorância. Mas, também, esperar o que de um parasita que suga dinheiro público e que nunca empreendeu na vida?

    "Confesso que não tenho tempo e paciência para ficar desconstruindo o texto para vocês que querem acreditar no que foi escrito"

    A julgar pela qualidade da sua primeira "refutação", de fato, é uma sábia escolha de sua parte não gastar tempo tentando "refutar" o que foi escrito (aliás, seria a primeira vez que alguém refuta fatos). No máximo, você iria, de novo, se auto-humilhar e mostrar ao mundo toda a sua ignorância.

    Mais um que vem aqui e desaba.
  • Demolidor  07/12/2017 20:31
    Mansueto alega que o Brasil é um local horrível de se empreender e talvez esteja correto, mas ainda me pergunto por que se empreende tanto, apesar disto?

    Pois é, as pessoas deveriam se resignar e morrer de fome esperando por um emprego, não é? Você já ouviu falar de MEI, por acaso?
  • Eita poha  07/12/2017 19:47
    Sabe que eu vivia em um grande dilema: abandonar ou não o serviço público. Então cheguei às seguintes conclusões:
    1 - Se eu ficar, vou ser uma pessoa que recebe salário de pessoas que não optaram por me pagar (e isso é ruim).
    2 - Se eu sair, outras pessoa entra no lugar, e nada muda (e isso também é ruim). Pode ser que a outra pessoa que entre no meu lugar seja um corrupto, ladrão, etc (e isso é péssimo).
    3 - Se eu ficar, usar uma parte do meu salário para caridade, trabalhar como se fosse da iniciativa privada, cumprir os horários, prestar um bom serviço, e não ser corrupto, roubar, etc, isso pode ainda ser ruim, mas é a opção menos pior de todas. Aliás, posso tentar destruir o sistema por dentro.

    Então, acho que essa 3ª opção é a menos ruim de todas, e assim faço o que posso para proteger os verdadeiros trabalhadores de algum servidor corrupto que possa ocupar meu lugar. Claro que ainda é imoral e nada pode justificar isso, mas assim eu consigo dormir um pouco a noite. Desculpem, mas acabei ficando no cargo.
  • Gustavo  07/12/2017 20:29
    qualquer jovem com a cabeça no lugar prefere ganhar pouco a ser ladrão
  • Autônomo  11/12/2017 14:03
    Alguém sabe me dizer se resolve alguma coisa ficar revoltado com a existência de funcionário público? Como acabar com a existência deles na prática? Qual funcionário público vai deixar de ser parasita simplesmente por "amor à ética"? Quem vai querer deixar de ganhar 60% mais que a iniciativa privada? Vejo no Brasil um monte de gente revoltada com tudo, mas ninguém fazendo nada prático para mudar a situação. Alguém sugere alguma atitude?

    Vocês, por exemplo, comentaristas do Mises, fazem o que para acabar com o Estado e com os servidores públicos?
  • Roberto  11/12/2017 15:15
    Sonego o máximo que posso e incentivo todos a fazerem o mesmo. Se todos agirem assim, a besta morrerá esfaimada.

    Aliás, vale ressaltar que todo este ataque aos privilégios dos funças só está acontecendo agora porque as arrecadações do governo caíram. Se continuarem caindo, o processo será ainda mais rápido.
  • Autonomo  11/12/2017 15:42
    Como sonegar o imposto retido na fonte, ou embutido no valor dos produtos? Como evitar um serviço de cartório? Saúde, educação e segurança é fácil, mas como evitar o roubo descarado?
    Será que somente sonegando o bicho morre? Acho que com a queda da arrecadação, mais e mais impostos virão...
    Ajuda eu aí, por favor.
  • Roberto  11/12/2017 16:06
    "Como sonegar o imposto retido na fonte"

    Um sujeito que se diz "autônomo" perguntando isso?! Eu sou freelancer e nunca paguei IR na vida. Simplesmente pego o dinheiro que recebo por meus serviços e os invisto como quero, sem qualquer desconto.

    "ou embutido no valor dos produtos?"

    Esse não tem como. Mas jamais peça nota fiscal e sempre estimule o comerciante a sonegar ao máximo.

    "Como evitar um serviço de cartório?"

    Morando de aluguel (e negociando diretamente com o proprietário) e sem ter propriedades. Até hoje só mexi com cartório para registrar carro. E olhando em restrospecto foi uma grande bobagem. Deveria ter ficado só na Uber.

    "Será que somente sonegando o bicho morre?"

    Sim.

    "Acho que com a queda da arrecadação, mais e mais impostos virão..."

    Pode vir. Continua sonegando.

    "Ajuda eu aí, por favor"

    Jeito tem pra tudo. A preguiça é o que pode atrapalhar.
  • Autonomo  11/12/2017 18:09
    Roberto, quem disse que a pergunta "como sonegar imposto retido na fonte?" se refere a mim? Você não acha que todo mundo é autônomo né? Por que você acha que eu perguntei isso?

    Arranco meu braço se o Estado deixar de existir somente pela sonegação. Isso foi uma afirmação muito leviana e cheia de achismo. Mas arrancaria o braço com prazer se isso acontecesse de verdade.
  • Adrimar  05/02/2018 19:21
    Acredito que está acontecendo por causa da Lava Jato. Veja, os juízes estão prendendo os políticos e esses por sua vez tendem a atacar o judiciário. O melhor ataque é o que fere o bolso, por isso, querem mexer nesse vespeiro.
  • Lillian  11/02/2020 20:59
    Acredito que o próprio sistema de exploração do trabalhador e empreendedor não se sustentará. Como já ocorrera em sistemas políticos que ruíram sozinhos (apesar de ensinarem que foi por causa de determinadas sanções de outros sistemas). Mesmo que não façamos nada, uma hora não haverá mais dinheiro. Mesmo que os servidores públicos tenham "direito" a receber salários absurdos, simplesmente não haverá dinheiro para pagar. Infelizmente, neste cenário, a população de trabalhadores e empreendedores da iniciativa privada já estará em situação muito pior. Mas é "mister que o mal chegue ao excesso para tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas".
  • Mephis  14/12/2017 08:50
    Sonegar, criptomoedas, ouro, espalhar a mensagem, escrever textos, ja é um otimo começo.
  • Marcos  07/05/2019 21:05
    Eu fiz isso até esse ano (2019), acabei de decidir que não vou mais me sacrificar
  • João Paulo Lima  08/12/2017 15:07
    A questão é que todos nós fomos doutrinados desde o começo de nossas vidas a achar que a atual situação é normal. Porém, a partir do momento em que você tem consciência que vive do roubo institucionalizado, você passa a ser cúmplice do roubo. Roubo é roubo e ponto. Caso você tenha um filho ladrão, vai dar apoio a esse tipo de atitude?
  • Mais Mises...  07/12/2017 18:46
    Há 1 mês atrás eu comecei a fazer atividade física em academia, chamada de Funcional. Gostei pra caramba. E parte do sucesso da aula pra mim foi o professor de educação física que sabe motivar os alunos, tornar a aula interessante e animada. Ao saber que uma colega era concursada em um órgão do judiciário (que normalmente tem bons salários), ele mudou o semblante e passou a perguntá-la sobre 'qual o segredo'. Ela, sem entender, perguntou 'segredo de quê?'. E ele respondeu: Pra passar no concurso... pois ele havia feito cursinho por 10 anos e no máximo que conseguia era ficar em excedente classificado... Disse que já fez concurso disso... daquilo, que chegou a ficar depressivo após tantos anos sem passar... E nessa hora, olhou pra moça e pra mim perguntando se havia algo que poderíamos falar pra ajudá-lo. Cheguei a ficar com pena, mas logo emendei: "Olha, Deus está há 10 anos lhe dizendo que a sua 'praia' é essa aqui. Sua aula é muito boa. Você é uma pessoa agregadora, alegre, sempre animada... Seu lugar é aqui, trazendo valor para seus alunos. Mas você insiste em ficar numa sala, uma mesa e um computador, fazendo burocracia, vivendo dos impostos que as pessoas pagas (inclusive eu) e, muito provavelmente, engordando... tudo pra ter estabilidade ou pra dizer que é funcionário público."
    Nessa hora veio aquele sorriso mais amarelo que um ser pode emitir e não mais tocou no assunto de lá cá. kkkkkkkkkkkkkkk
  • gabriel batista  07/12/2017 19:16
    Parabens, isso anima qualquer um.
  • Unfrozen Caveman Lawyer  07/12/2017 14:53
    Off Topic:
    Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta quarta-feira (6) um projeto que OBRIGA bares e restaurantes a vender preservativos.

    É lamentável. A que nível chegamos no que tange interferência estatal na vida privada dos indivíduos. Se podem fazer isso, onde é o fim da linha?

    Sou empresário do setor, já não basta todas as dificuldades que nós são impostas, agora ainda mais essa. É isso que empreendedor no Brasil tem que enfrentar. Burocratas clarividentes, que possuem a sede autoritária pelo poder e controle, dentro dos escritórios com suas canetadas fazendo o que bem entendem e você que se exploda.

    Somos escravos mesmo?
  • Marcelo  08/12/2017 01:02
    Como ensinado aqui, se você investigar direito, provavelmente vai descobrir que isso foi resultado de algum lobby da empresa fabricante de camisinha.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2809

    Aliás, sabia que existe uma estatal que fabrica camisinhas? Se duvidar, é coisa dela.

    revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI255104-15223,00-O+PRESERVATIVO+E+NOSSO.html
  • Alexandre  07/12/2017 14:53
    Ser funcionário público é uma mamata, concordo, mas existe coisa pior: o sistema de aposentadoria dos militares. Pasmem, tem gente aposentada aos 42 anos de idade. Além disso, segundo dados divulgados pelo Ministério do Planejamento, o déficit da previdência dos militares sozinho é superior a todo resto do serviço público federal somado.

  • cmr  07/12/2017 22:10
    Milico, principalmente aqui no Brasil, é uma casta totalmente inútil.
    Lá fora eles ainda fazem guerra, aqui nem isso; vivem dentro dos quartéis só mamando o dinheiro do povo.
    Não vigiam nem um metro de fronteira, não se metem em nada, não fazem nada...
    O pior é que eles passam aposentadorias integrais para suas filhas, que nunca se casam para não perder o benefício.

    Eu sou inteiramente a favor da privatização dessas "força zarmada" lixo que o Brasil tem.
  • Catador  08/12/2017 10:12
    Como disse um comediante: "São um bando de adultos, brincando de acampamento."
  • Renegado  08/12/2017 11:25
    Alguém consegue me convencer da necessidade existencial das seguintes "corporações" no Brasil: Policia militar? Policia Civil? Polícia federal? Polícia rodoviária federal? Exército? Aeronáutica? Marinha?

    Experimentem ligar para a policia militar quando membros fortemente armados estão assaltando um banco. 4 horas depois da ligação a PM aparece. O seguinte link corrobora com isso: g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/04/maioria-dos-crimes-no-brasil-nao-chega-ser-solucionada-pela-policia.html . Isso comprova a total falta de utilidade da polícia (militar, civil) tem neste país.

    Esperem, neste meio tempo, consegui pensar em algo que a polícia militar realmente é implacável e extremamente eficiente, pois afinal, tento ser imparcial na minha avaliação. Este algo é o ato de fazerem blitz para averiguar se o cidadão comum foi rouba... cof.. cof.. digo.. fez a contribuição anual dos impostos sobre o seu veículo. Caso contrário, os mesmos levam o seu veículo, de um modo democrático embora. O mesmo é válido para situações em que a justiça determina a penhora de bens, gerado pelo não pagamento de impostos, onde nestes casos, a polícia demonstra ser muito eficiente.

    Em relação a polícia federal e rodoviária federal? Será que estas são eficientes em impedir armas e drogas de adentrarem o país? Será que se eu quiser comprar armas e drogas eu não consigo? Marinha, o que fez nos últimos 10 anos de útil para os pagadores de impostos? O mesmo é válido para aeronáutica e exército? Alguém me explica?

    Por fim: Existe alguma moral em um determinado grupo de pessoas, que vivem de dinheiro roubado, perseguirem outro determinado grupo de pessoas que acabaram de roubar um banco? Isso parece razoável?


  • PM Minarquista  15/12/2017 05:53
    Vc devia ter ido a Vitória-ES, quando a PM fez greve, talvez você descobrisse pra que a mesma serve.
  • Cidadão Capixaba  15/12/2017 11:31
    Ah, eu sei muito bem para o que ela serve: para desarmar o cidadão e com isso garantir o monopólio das armas para os bandidos.

    Vou falar bem claramente: o braço do estado que impinge o desarmamento do cidadão de bem é justamente a polícia.

    Sim, políticos fazem as leis do desarmamento, mas quem impinge a lei é o braço armado do estado. Se eu quiser comprar uma arma no mercado negro, a minha maior preocupação será a polícia me flagrar e me jogar em cana. Ou seja, paradoxalmente, é a polícia quem garante o sossego da bandidagem; é a polícia quem garante à bandidagem que o cidadão comum está desarmado. É a polícia a maior responsável pelo desarmamento.

    No caso do ES, a PM desarmou os cidadãos, impediu que eles próprios pudessem se autodefender, e aí entrou de greve e cruzou os braços, deixando o terreno livre para a bandidagem.

    Esse foi um ato completamente criminoso da PM.

    Aliás, digo mais: a polícia não é amiga, mas sim inimiga. E pode até ser pior que bandido.

    Tenho uma fazenda que fica bem no meio do mato. Recentemente, a polícia invadiu a casa de uma vizinha minha -- uma senhora de idade -- e tomou a garrucha antiga que ela sempre teve, que pertenceu ao pai dela. Suplicando ao policial, ela perguntou quem iria defendê-la do ataque de bandidos (roubos são frequentes na região). O policial respondeu: "Lamento, minha senhora, estou apenas cumprindo meu dever".

    E a velha ficou desarmada. (Mas logo em seguida comprou outra arma, mais moderna, no mercado negro. E com o meu apoio).

    Se um ladrão invadir a minha casa e eu der cabo do vagabundo, a ÚLTIMA coisa que eu vou pensar em fazer é chamar a polícia.

    Se eu fizer isso, não só a minha arma será confiscada -- deixando a minha família totalmente vulnerável --, como irei em cana.

    O que fazer? Terei de levar o corpo para um lugar deserto (eu tenho de conhecer a cidade), desovar, e voltar pra casa. Dá trabalho? Dá. É perigoso? É. Mas ainda assim é muito melhor do que perder minha arma, ser preso e deixar minha família desprotegida.

    cgn.uol.com.br/noticia/36092/morador-e-preso-apos-matar-bandido-que-pulava-o-portao

    Portanto, não, meu caro. A polícia não só não me protege, como é exatamente ela quem me desarma e me deixa à mercê dos vagabundos. Em uma sociedade livre, se alguém atentar contra mim ou minha família, eu o despacho com minha arma livremente adquirida. Policial nem entra na equação. O meliante que vá se entender com Deus. Eu apenas marco o encontro.
  • Felipe Lange  09/12/2017 01:05
    Menos mau que eles não façam nada, imagina se eles invadissem também outros países e matassem pessoas inocentes como faz outros milicos de outros países...

  • Nordestino arretado  11/12/2017 01:20
    Vai dizer isso para eles. Vão te tachar de comunista. Fiz isso uma vez num blog para assuntos militares (onde muitos leitores são militares ativos e da reserva) e quase fui achincalhado lá.
  • Douglas  07/12/2017 14:55
    A realidade do Brasil está cada vez mais próxima ao sistema de castas da Índia.

    Quem viveu a década de 80 sabe que viver numa realidade assim só não deve ser pior que morar num país africano ou socialista.
  • ronaldo  07/12/2017 15:10
    Eu sou funcionário público, professor do estado, realmente essa classe tem privilégios demais, e cerca de 90% apóia mais privilégios e politicas de esquerda.
    Eu tento fazer o melhor que posso, dando aula no interior onde as pessoas tem casas de barro com telhado de palha, mas a maioria dos colegas não consegue enxergar o problema de uma forma global, e dai eu percebo que eles foram ensinados assim e agora estão ensinando outros também, mantendo o ciclo.
    Eu gostaria muito que tirassem a estabilidade e premiassem o desempenho.
    Em questão de salário eu ganho ao redor de 5 mil bruto por ser concursado efetivo, o que é bem elevado para o interior que moro, mas parece compatível com o custo de vida atual e responsabilidade da função. O executivo em geral paga salários razoáveis para o custo de vida atual, as maiores distorções estão no judiciário a meu ver, onde os salários iniciais e auxílios estão fora da realidade.
  • Érika  13/12/2017 17:36
    É isso mesmo, quando falam servidores tacam tudo na mesma panela. Mas não é assim não! Separem o executivo do legislativo e judiciário pra vocês verem.
  • Meirelles  13/12/2017 18:50
    Outra que ainda não entendeu absolutamente nada. Minha digníssima, permita-me o desenho: pouco importa se o funça recebe um salário mínimo ou um milhão de reais. Em ambos os casos ele vive do roubo e do esbulho dos desdentados deste país.

    Se a quantidade roubada é pequenininha ou enorme, isso é o de menos. O fato consumado é o roubo, e qualquer roubo -- independentemente da quantia roubada -- é imoral e antiético.

    A crítica ao funcionalismo público é, acima de tudo, uma crítica a quem vive da espoliação e do roubo dos desdentados. É simplesmente uma questão de defender a ética e a moral.

    Funça vive do dinheiro esbulhado dos pobres. Seu sustento vem do dinheiro roubado dos desdentados deste país. Seu salário é pago pelos impostos extorquidos dos pobres deste país. Funça subtrai a comida da mesa do desdentado, que deixa de alimentar seus filhos famintos para que o funça tenha uma vida boa.

    O desdentado do interior do Piauí, ao comprar um pão ou um café, paga impostos municipais, estaduais e federais, os quais são prontamente redirecionados para o bolso de desembargadores, procuradores e juízes, que moram em mansão e recebem auxílio-moradia de R$ 5 mil. Vai também para o bolso de funcionários das assembléias legislativas, que recebem R$ 26 mil e mais auxílio transporte de R$ 500 enquanto andam de Range Rover. Ou simplesmente vai para compor o salário do mau professor da rede estadual (se ele fosse bom, estaria em outra área).

    O desdentado que nem sequer tem acesso a hospitais públicos banca, por meio do dinheiro que lhe é confiscado, os planos de saúde dos nababos do executivo, legislativo e judiciário.

    Se você acha isso normal e nada antiético, e diz que quem critica isso está incorrendo em incoerência, então realmente o problema está em outro lugar.
  • Giuseppe  07/12/2017 15:16
    Eu concordo com quase tudo que foi dito, só sou avesso à análise que generaliza a classificação de "trabalho qualificado". Já comentei sobre isso em outro artigo. Não dá pra por em pé de igualdade um engenheiro da Poli e um que se formou em uma particular fast-food e entende menos de cálculo diferencial que um "economista" da Unicamp (Talvez haja viés de seleção na amostra, mas maior parte dos funcionários públicos de alto escalão que conheço são de faculdades consideradas "top de linha").

    Bom artigo. Boa ideia. Parabéns.
  • Petri  07/12/2017 15:44
    Giuseppe, só não entendi exatamente qual é o seu ponto. O que exatamente você está comparando?

    Sempre lembrando que não importa a faculdade em que o sujeito se formou. Ao ser aprovado em um concurso, ele receberá exatamente o mesmo salário, independentemente da origem do seu diploma. Aliás, eis aí mais uma prova da irracionalidade do sistema público: ele não remunera de acordo com a qualificação e competência, mas sim de acordo estritamente com as determinações sindicais e políticas.
  • Giuseppe  07/12/2017 16:19
    Se essa minha amostra for representativa, o alto-escalão do funcionalismo público é ocupado por pessoas de altíssima qualificação que certamente ganhariam muito mais do que o salário "médio" de entrada para cada profissão do setor privado (onde a qualificação da mão de obra é, via de regra, baixíssima), por isso acho a comparação entre funções iguais nas esferas pública e privada meio vazia.

    (Na verdade, acho que são pessoas que ganhariam ainda mais no "end game" do setor privado do que ganham como funcionários públicos, e é exatamente essa a minha birra com elas: falta de ambição. São pessoas intelectualmente fenomenais que encostam num emprego confortável ao invés de gerar riqueza.)

    A abordagem trazida antes, que compara o setor público brasileiro com o de outros países em termos percentuais é, pra mim, muito acertada. Por isso gostei do artigo.
  • 4lex5andro  07/12/2017 17:47
    No segundo parágrafo desse post, explicita o por que de um artigo do Mises, sobre como o livre mercado incentiva os empregados a serem melhores. Não só em competência mas em carater também.
  • Zézão Cianureto  07/12/2017 19:25
    Duvido!
    Na iniciativa privada esses concurseiros não durariam um mês!
    Se é que passaram mesmo nesses concursos será que não tem algum padrinho lá dentro.
  • AGB  08/12/2017 13:49
    Basta ver o caso de Deltan Dallagnol, o procurador justiceiro social. Disputou o cargo através de liminar, contra a lei que ordenava os concursos. Essa liminar só foi analisada depois de 10 anos. Não se sabe se houve interferências externas para retardar o julgamento. Nesse ínterim, Dallagnol foi nomeado para o cargo. O desembargador que apreciou o assunto considerou que não era possível reverter a situação, tratava-se de um "fato consumado" já que o mocinho estava em exercício há muito tempo. Experimente alegar "fato consumado" num julgamento para ver o que vai lhe acontecer.
  • Giuseppe  11/12/2017 14:14
    Incrível, não sabia dessa.

    Acho que o corporativismo do Poder judiciário ganha até do CRM.

    Muita gente fala do Executivo e do Legislativo, mas são praticamente crianças brincando de mocinho e bandido perto da maçonaria Judiciária.

    Os caras são inabaláveis.
  • Érika  13/12/2017 17:41
    Maiores sanguessugas do Brasil, isso ninguém fala! Vamos esculhambar todos os servidores que dá menos trabalho né?
  • Pérsio   11/11/2018 00:10
    Prezados,
    Referir -se de modo pejorativo aos funcionários públicos NÃO VAI resolver o problema. Eu mesmo comecei a minha vida trabalhando na iniciativa privada. Cansado dos baixos salários e das condições de trabalho muito ruins, voltei-me para o funcionalismo público federal. Cumpro meus deveres e cuido da minha vida. Se o sistema é o que está aí, adapto-me a ele. Ah, NÃO sou petista nem sou filiado a nenhum sindicato. E votei em Jair Bolsonaro para presidente. Tem muita coisa a ser mudada ou ajustada no ESTADO brasileiro. Concordo que precisamos de privatizações, menos Estado e MENOS impostos.
  • Ronaldo Faria  11/11/2018 10:45
    Eu sou funcionário público e reconheço que todas as críticas estão corretas. Mas estou cantando e andando para elas, pois estou interessado apenas em meu bem-estar. E não entendo porque outros servidores esquentam cabeça com isso. Deixem a plebe gemer. Desde que ela continue bancando nossos salários e aumentos, que mal tem? Espernear pode.
  • Ricardo Rocha  11/11/2018 11:10
    É por aí. Eu não entendo por que tamanha falta de hombridade dos funcionários públicos em assumir a realidade. Eu sou servidor federal e embolso, líquido, R$ 18 mil por mês (e olha que esse salário é considerado até baixo). Ganho auxílios transporte, moradia, saúde e família. Tenho gratificação de férias e natalina.

    E não tenho problema nenhum em reconhecer que quem paga tudo isso são os desdentados. Pouco importa se "dou meu sangue" ou apenas vagabundeio no trabalho. No final, o salário vem de qualquer jeito. No final, eu subtraio a comida da mesa do desdentado, que deixa de alimentar seus filhos famintos para que eu tenha uma vida boa.

    Qual o problema em admitir isso, prezado Pérsio? Não fomos nós que criamos esse arranjo. Apenas nos beneficiamos dele. Até o dia em que tudo se esfacelar.
  • Demolidor  07/12/2017 15:16
    Se esses sindicatos de funcionários públicos fossem realmente espertos, eles promoveriam um livre mercado amplo e irrestrito, pelo menos de estilo escandinavo (de onde admiram justamente as coisas erradas). Na sanha de querer regular tudo, acabam estragando sua própria fonte de renda. Além disso, estão atraindo muita rejeição por parte da sociedade, que já exibe enorme resistência a suas demandas corporativistas.

    Olha que resultado ridículo conseguiram: recebem em moeda fraca (real), seus salários, embora muito acima da média nacional, não são muito altos em níveis internacionais e, com a atual situação das contas públicas, há uma grande possibilidade de parcelamentos, atrasos e queda real do poder de compra por desvalorização cambial.

    Bela porcaria que eles conseguiram.
  • JOSE F F OLIVEIRA  07/12/2017 15:25
    "Cada vez que um funcionário público é contratado, morre um empreendedor"
    [Sergio Seloti Jr]
  • Dam Herzog  07/12/2017 15:34
    É revoltante saber que a classe politica promove este arranjo onde há destruição de riqueza pela Nova Classe de funcionarios públicos. Isto concorre para o uso do dinheiro dos tributos nesse inchamento dos orgãos estatais diminuindo os salarios do setor privado da economia, com aumento dos deficits publicos e do individamento do governo. O governo é o grande responsavel pela desigualdade entre salarios do setor público e privado sendo este ultimo obrigado a pagar por isto, ou seja o setor privado é um verdadeiro burro de carga. Isto pode levar a inadimplencia do governo endividamento e inflação e deficits públicos. Isto sem levar em conta a corrupção e o custo da burocracia que sufoca mais o pouco de capitalismo que existe aqui. Na Dinamarca um deputado está sendo acusado de corrupção por estar usando o bilhete unico para andar de metrô sem pagar do proprio bolso. Se alguem estiver sofrendo com este arranjo social estatista injusto, covarde, discriminatório que mostre a sua indignação nas redes sociais e se precisar de informação vamos engrossar a fila dos leitores do Mises.org.Br onde podemos ter meios de raciocinio de a partir de principios universais de justiça, boas políticas economicas, privilegios. Indignar e mortrar sua indignação, pingo d'agua em pedra dura tanto bate até que fura. Odiamos a Nova Classe opressora dos funcionarios públicos que abocanha em excesso a riqueza nacional. Vamos votar no proximo ano e aconselho a trocar de deputado e senador, nem o Tiririca aguentou o ambiente de corrupção, mudar é preciso. Mais Mises menos Keynes.
  • Marcos   07/12/2017 15:39
    Como diria o escritor Upton Sinclair: "É difícil fazer com que um sujeito compreenda determinada coisa quando seu emprego depende de que ele não a compreenda."

    Na minha família a maioria é funcionário público, a vida da minha família por parte de mãe(que já chegou a passar fome) mudou depois que os filhos passaram em concurso público. É complicado explicar isso para os meus pais, tias...eu sou tipo a ovelha negra da família rsrs

    Eu tenho um primo que ta nesse mesmo caminho, estudando pra passar em concurso. Ele não quer saber se isso é bom ou ruim pro país, quer resolver o dele, quer a estabilidade e o mega salário...ele e milhões de outros jovens estão na mesma situação.

    É complicado...



  • anônimo  07/12/2017 18:16
    Por isso a solução precisa "vir de cima". Indivíduos sempre irão querer resolverem os seus próprios problemas.

    Enquanto houver vagas criadas pelo governo de mega-salários, irá ter gente querendo esses salários.
  • esquerdismo é doemça  10/12/2017 17:29
    complicado, infelizmente nao existe livre mercado do br, nao é facil estudar e fazer carreira na iniciativa privada ou empreender, muitos ficam sem opção e acabam indo estudar para concurso. Não da pra simplismente condenar um cara que escolhe esse caminho, muitas vezes falta opção.
  • Andre  10/12/2017 18:27
    Sem essa de falta de opção, os centros de grandes cidades estão repletos de pessoas que a despeito da falta de opção de desenvolver carreira em uma empresa privada se viram na forma de empreendedores, vendem comidas rápidas que economizam nosso tempo, badulaques que facilitam nosso vida e serviços de reparos que economizam nosso dinheiro, funças estão longe de serem pessoas de baixa capacidade intelectual, é mal caratismo mesmo, vivem da renda dos desdentados.
    Até traficantes perigosos já tem o discurso na ponta da língua quanto um menino empregado no tráfico morre numa ação policial: "se era honesto porque não foi vender mandioca na frente do mercado que cobramos arrego?"
  • Henrique  07/12/2017 17:36
    O estudo dolosamente deixou de registrar que nos outros países a diferença salarial é menor porque o setor privado paga melhor. No Brasil temos a cultura de se sugar até a última gota de suor do funcionário.

    Interessante como vocês passam a ser defensores da igualdade quando se trata de funcionários públicos ao invés de lutar para melhorar as condições do setor privado. Um bilionário é apenas uma pobre vítima do populacho preguiço e incapaz, enquanto um funcionário público, que conquistou níveis de renda e ambiente de trabalho dignas, deve ter seu salário diminuído?


    Abraços.
  • Meirelles  07/12/2017 19:21
    "nos outros países a diferença salarial é menor porque o setor privado paga melhor."

    Outro sem a mais mínima capacidade de entender causa e consequência. Impressionante.

    Deixa eu tentar desenhar pra você: por que o setor privado paga melhor nos outros países? Porque os gastos do governo com funcionalismo são muito menores. Consequentemente, a carga tributária sobre empresas e empreendedores é menor. Aqui no Brasil, o governo gasta 13% do PIB com funças. Lá fora, até mesmo países como França gastam apenas 9%.

    Começou a entender?

    Tendo de arcar com uma carga tributária que chega a 40% da renda, como é que seria possível pagar salários altos? O empreendedor trabalha até o dia 2 de junho de cada ano apenas para pagar os 93 tributos (impostos, taxas e contribuições) que existem no Brasil. E pagar esses impostos requer 2.600 horas apenas para preencher os formulários (mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia).

    No Brasil, a alíquota efetiva do IRPJ chega a 34%. Além disso, tem CSLL (cuja alíquota pode chegar a 32%) tem PIS (cuja alíquota chega a 1,65%) e tem COFINS (cuja alíquota chega a 7,6%). PIS e COFINS incidem sobre a receita bruta. Há também o ICMS, que varia de estado para estado, mas cuja média nacional beira os 20%, e o ISS municipal.

    Fora isso, ainda tem todos os encargos sociais e trabalhistas criados pelo governo, os quais, na mais branda das hipóteses, simplesmente duplicam o custo do trabalhar. O empreendedor paga $2.000, o trabalhador recebe $ 1.000 e a diferença vai pro governo.

    De fato, a galera aqui só não paga salário alto porque não quer...

    "Interessante como vocês passam a ser defensores da igualdade quando se trata de funcionários públicos"

    Criticar quem vive da espoliação e do roubo dos desdentados está longe de ser uma questão de "defender igualdade". É simplesmente defender a ética e a moral.

    Funça vive do dinheiro esbulhado dos pobres. Seu sustento vem do dinheiro roubado dos desdentados deste país. Seu salário é pago pelos impostos extorquidos dos pobres deste país. Funça subtrai a comida da mesa do desdentado, que deixa de alimentar seus filhos famintos para que o funça tenha uma vida boa.

    O desdentado do interior do Piauí, ao comprar um pão ou um café, paga impostos municipais, estaduais e federais, os quais são prontamente redirecionados para o bolso de desembargadores, procuradores e juízes, que moram em mansão e recebem auxílio-moradia de R$ 5 mil. Vai também para o bolso de funcionários das assembléias legislativas, que recebem R$ 26 mil e mais auxílio transporte de R$ 500 enquanto andam de Range Rover.

    O desdentado que nem sequer tem acesso a hospitais públicos banca, por meio do dinheiro que lhe é confiscado, os planos de saúde dos nababos do executivo, legislativo e judiciário.

    Se você acha isso normal e nada antiético, e diz que quem critica isso está incorrendo em incoerência, então realmente o problema está em outro lugar.

    "ao invés de lutar para melhorar as condições do setor privado."

    E este site faz outra coisa a não ser exatamente isso?!

    Mais um coitado que, no desespero, se contradiz inteiramente.

    "Um bilionário é apenas uma pobre vítima do populacho preguiço e incapaz, enquanto um funcionário público, que conquistou níveis de renda e ambiente de trabalho dignas, deve ter seu salário diminuído?"

    Funça conquistou?! A única coisa que ele conquistou foi o privilégio de viver luxuosamente com o dinheiro que o governo esbulha dos desdentados.

    Sinceramente, não sei como você consegue sair da cama.
  • Ricardo Rocha  07/12/2017 19:38
    Vendo alguns esperneios aqui, eu não entendo por que tamanha falta de hombridade dos funcionários públicos em assumir a realidade. Eu sou servidor federal e embolso, líquido, R$ 18 mil por mês (e olha que esse salário é considerado até baixo). Ganho auxílios transporte, moradia, saúde e família. Tenho gratificação de férias e natalina.

    E não tenho problema nenhum em reconhecer que quem paga tudo isso são os desdentados. Pouco importa se "dou meu sangue" ou apenas vagabundeio no trabalho. No final, o salário vem de qualquer jeito. No final, eu subtraio a comida da mesa do desdentado, que deixa de alimentar seus filhos famintos para que eu tenha uma vida boa.

    Qual o problema em admitir isso? Não fomos nós que criamos esse arranjo. Apenas nos beneficiamos dele. Até o dia em que tudo se esfacelar.
  • Mauricio Tadeu do Nascimento  11/12/2017 16:35
    Você fala de um jeito como o servidor público não pagasse nenhum imposto. O que é completamente irreal.
  • Marcos Rocha  11/12/2017 16:49
    E não paga mesmo. Funça não paga imposto e isso é fácil de demonstrar.

    Se um funcionário público recebe $ 10.000 oriundos de impostos pagos compulsoriamente pelo setor privado, e, se destes $ 10.000, $ 2.500 são retidos na fonte pelo próprio governo, é incorreto dizer que o funcionário público pagou $2.500 de impostos.

    A analogia é a de uma quadrilha que repassa para seus integrantes o dinheiro que extorquiu dos comerciantes do bairro. Se a quadrilha extorque $ 10.000, retém $ 2.500 e repassa os $7.500 restantes para seus membros, não é correto dizer que seus membros pagaram $2.500 de impostos.

    Afinal, eles não geraram esses $ 2.500 vendendo serviços consumidos voluntariamente no mercado. Os $ 2.500 são apenas uma fatia da espoliação, a qual o agente espoliador achou por bem reter para si próprio.
  • Mephis  14/12/2017 09:04
    AHAHHAAHAHA. Quem diz que funcionario publico paga imposto tb deve acreditar em decimo terceiro e em papai noel.
  • BISPO  10/08/2018 19:32
    Eu acordo bem todo dia. Para mim o Estado é um bom empregador. Estudei, passei no concurso. faço a minha parte. esses seus argumentos beiram a loucura. Sei lá. para mim o grande problema e a corrupção que existe em nosso país em todos os níveis. E eu tenho certeza os desdentados estão dessa forma e não é por minha responsabilidade, disto eu tenho certeza.
  • Alfredo Nascimento  07/12/2017 19:26
    Esse Henrique não é um que vivia aqui dizendo ser um defensor do povo, dos pobres e dos oprimidos? (Reconheci porque ele sempre fala no mesmo tom e sempre termina com um "Abraços").

    Gostei de ver que o "povo" que ele realmente defende são os funças do alto escalão. O povo, de verdade, nunca esteve na cabeça dele.

    Aliás, sejamos sinceros, funças sempre foram a verdadeira e única classe defendida pela esquerda no Brasil. (Depois, em um distante segundo lugar, os empreiteiros).

    Roberto Campos já cantava essa bola há muito. Dizia ele:

    "Nossas esquerdas não gostam dos pobres. Gostam mesmo é dos funcionários públicos. São estes que, gozando de estabilidade, fazem greves, votam no Lula, pagam contribuição para a CUT. Os pobres não fazem nada disso. São uns chatos..."

    Eu achava que era exagero, mas hoje vejo que é a mais pura verdade.
  • Concurseiro de escola privada  07/12/2017 17:55
    Isso tudo é inveja do autor por não ter passado no concurso publico e não ter entrado para à nata da sociedade.
    Nunca terá o prazer de entrar no banco e todo mundo parar pra olhar e falar "Lá vem fulano, ele é funcionário publico, oferece alguns consignados", comprar uma Hilux com juros subsidiados ou se aposentar com 50 anos contribuindo 11% do seu salário de 5.000 e todo ano a aposentadoria ser reajustada ou então no barzinho todo mundo reclamando e você dá aquela risada gostosa "Eu sou funcionário publico, o meu esta garantido". Funcionário publico quem de se unir contra a inveja, força pros sindicatos. Deveríamos estar criticando o Bolsa Família por dar dinheiro pra ficarem comprando tênis de 60 reais falsificado no Mercado Livre.
  • vinicius  07/12/2017 18:35
    se esta ruim, no futuro vai ser pior ainda porque eles pretendem tirar a estabilidade do funcionário publico não pra diminuir o rombo nas contas publicas, mas sim para colocar seus companheiros sem concurso publico e claro para roubar melhor porque o caso da lava jato foi um absurdo para eles e como o Sergio Moro é tem estabilidade e é juiz de carreira, não se intimidou nem um pouco pelas ameaças de Lula e companhia.
  • Enfermeiro  07/12/2017 19:10
    Concordo totalmente com o texto, porém temos que tomar cuidado para não generalizar. Dentro do próprio serviço público acontecem injustiças e não é todo servidor público que é "ladrão de pagador de impostos". Vou explicar minha situação em particular: sou enfermeiro, profissão não bem remunerada no mercado. Pois bem, tenho um vínculo empregatício municipal de 30 horas, meu salário bruto não chega a 1900 reais. Trabalho 20 horas no setor privado para ganhar 2200 reais. Faço isso porque a situação da profissão está complicada e como passei no concurso do municipio não vou largar esse emprego até conseguir outro vínculo. Detalhe importante é que ser enfermeiro do setor público me causa muito mais dor de cabeça e problemas (SUS sucateado). Assim que conseguir outro vínculo eu peço exoneração, mas por enquanto não dá. Existem várias outras categorias profissionais nessa mesma situação no serviço público. Trouxe essa experiência pra mostrar também o outro lado da moeda, para que não haja generalização. No mais concordo com o texto e afirmo que se o mercado não tivesse interferência governamental eu teria mais oportunidades de empregos.
  • Renegado  08/12/2017 11:35
    Prezado. O serviço de enfermagem é extremamente útil para a sociedade. Acredito que isso é um consenso geral.