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Como o agigantamento do governo nos divide e nos deixa menos civilizados
E isso torna cada vez mais difícil as pessoas entenderem a essência do mercado

Em uma pequena cidade, há um padeiro famoso por fazer saborosos pães dos quais todo o povo da cidade gosta. Mas o próprio padeiro não se delicia com seus pães. Em vez disso, ele os vende para, em troca, obter o dinheiro que irá utilizar par comprar de terceiros tudo aquilo que ele realmente quer.

Todas as outras pessoas desta cidade fazem o mesmo: elas se especializam em produzir aquilo que os outros — inclusive o padeiro — desejam e demandam; em troca, utilizam a renda oriunda da venda destes seus produtos e serviços para comprar aquilo que lhes satisfaz, inclusive o pão do padeiro.

Esta rede de trocas e de produção especializada visando à satisfação de terceiros é exatamente a essência do mercado. Ela cria uma comunidade de produtores interdependentes cujos interesses estão alinhados de uma maneira geral: todos eles, conjuntamente, aumentaram seus esforços produtivos ao ofertarem, individualmente, um único bem ou serviço que está em alta demanda; e, ao agirem assim, melhoraram o bem-estar de todos.

Todos se beneficiam deste arranjo, uma vez que seus esforços produtivos são direcionados para aquilo que fazem melhor, visando a satisfazer as demandas de terceiros.

Porém, toda a harmonia deste arranjo é afetada quando há uma transgressão aos direitos de propriedade. Por exemplo, quando um ladrão invade a padaria e rouba vários bens do padeiro, ele está afetando negativamente a oferta de pães na cidade. Mais: ele também faz com que o padeiro fique incapaz de efetivamente demandar bens e serviços de terceiros.

Isso afeta várias pessoas, não só o padeiro: afeta todos aqueles que queriam comprar pão, mas agora não podem (pois a oferta de pães sumiu); e todos aqueles que esperavam vender seus bens e serviços para o padeiro, que agora está descapitalizado e não mais poderá comprar.

Tudo isso mostra que, sob um arranjo de livre interação e transação, é do interesse de todos que ninguém seja espoliado e fraudado. Afinal, a vítima do criminoso pode ser tanto um ofertante (estabelecido ou potencial) de bens e serviços que você deseja, ou um consumidor (assíduo ou potencial) dos bens e serviços que você produz.

Todos estão juntos, e todos são afetados se algo de ruim ocorrer com um deles.

Não é de se estranhar, portanto, quando vemos como, ao longo da história, as cidades se organizavam espontaneamente para lidar com a criminalidade. Roubar o padeiro era uma atitude que envolvia não só um ladrão e sua vítima; era um ataque sobre toda a comunidade. O assaltante, por meio de seus próprios atos, optou por não participar das interações espontâneas e voluntárias da comunidade. Ou seja, ele escolheu ser um pária.

A ordem de mercado e a civilização

Para se beneficiar deste arranjo de livre mercado, você tem de se engajar em atividades produtivas voltadas a satisfazer terceiros. Você não apenas tem de saciar as demandas presentes, como você também tem de saber antecipar corretamente as demandas futuras. Caso seja bem-sucedido, você terá acesso a todos os bens e serviços produzidos por terceiros para satisfazer você.

Como resultado, as transações comerciais aumentam nossa compreensão tanto dos membros da nossa comunidade como também dos estrangeiros com os quais transacionamos (seja de outra cidade ou de outro país). Este arranjo nos faz constatar que as outras pessoas são como nós. Mesmo falando outro idioma e seguindo outros costumes e tradições.

Esta é a essência da Lei da Say, também chamada de Lei dos Mercados, a qual diz que, no mercado, produzimos para satisfazer terceiros e, assim, podermos utilizar a renda auferida com essa transação para satisfazer nossos próprios desejos. Em outras palavras, nossa demanda por bens e serviços é possibilitada por nossa oferta de bens e serviços ao mercado. Para efetivamente satisfazer os desejos de outras pessoas, não apenas temos de saber nos comunicar com elas, como também temos de entendê-las. Caso contrário, estaremos desperdiçando nossos esforços produtivos e esperando resultados aleatórios.

A maioria das pessoas (exceto keynesianos e marxistas) consegue entender esta simples constatação sobre o mercado, e como ela contribui para a civilização e para as interações pacíficas. A rede de transações voluntárias alinha os interesses das pessoas.

Sob este arranjo de mercado, um eventual ladrão não está apenas roubando, espoliando ou enganando uma única pessoa ou família; ele está, com efeito, atacando toda uma comunidade de produtores interdependentes e toda uma rede ofertantes e consumidores.

Os efeitos do estado agigantado e assistencialista

Com a fulminante ascensão dos estados social-democratas ocorrida nos últimos cem anos, essas ligações — criadas pelo mercado — entre as pessoas foram arrebentadas.

Com o estado crescendo, empregando cada vez mais pessoas (com estabilidade e salário garantido), assumindo funções assistencialistas e redistributivas, e até mesmo escolhendo quem irá prosperar no mundo empresarial, um número crescente de indivíduos descobriu que é perfeitamente possível ganhar a vida e ser bem-sucedido sem ter de servir aos outros.

Em outras palavras, o estado tornou possível viver parasiticamente à custa daquilo que outras pessoas produzem — sem ter de, em troca, contribuir para a satisfação dos desejos e necessidades de ninguém.

À medida que cada vez mais pessoas não mais precisam de utilizar suas habilidades para satisfazer os desejos de terceiros, elas ficam desobrigadas de entender os outros: elas não mais têm nenhum incentivo para tentar aprender quais são os desejos e necessidades de terceiros, e não têm nada a ganhar com esse esforço. Em outras palavras, não há mais nenhuma interdependência. 

Consequentemente, há menos motivos para se manter longe de comportamentos destrutivos. No setor público, a corrupção se torna rotineira e a certeza do "direito adquirido" se torna patológica; no assistencialismo, a inércia impera, também junto à sensação do direito adquirido; no mundo empresarial ligado ao governo, a ineficiência vira a regra.

É exatamente isso o que temos visto nas últimas décadas à medida que um estado crescentemente burocrático substituiu a sociedade civil por sistemas centralizadores, e definhou o livre mercado em prol do poder. E o problema é que, quando as pessoas param de aprender sobre as outras e param de tentar satisfazer terceiros, torna-se muito mais fácil recorrer ao conflito do que à cooperação.

Torna-se mais simples e rápido simplesmente exigir que o governo tome de terceiros e redistribua para você, imponha deveres a terceiros e garanta direitos para você, e provenha seu sustento (bancado por terceiros) independentemente de suas habilidades de servir aos outros.

Neste cenário, todas as outras pessoas acabam sendo vistas como obstruções à sua felicidade. Livrar-se delas irá aumentar sua fatia do (cada vez menor) bolo, e explorar a produtividade de terceiros para benefício próprio se torna um meio para a satisfação de seus objetivos.

Empreendedores também não escapam

E isso não ocorre apenas com as pessoas que vivem do assistencialismo ou da burocracia estatal, não. Lamentavelmente, cada vez mais vemos exemplos desse tipo de pensamento entre pequenos empreendedores que não se utilizam do estado e entre aqueles que querem ser empreendedores.

Eles abrem um negócio não com o objetivo de ganhar a vida satisfazendo terceiros — isto é, seguindo a Lei dos Mercados formulada por Say —, mas sim com o intuito de "fazer aquilo de que gostam". Trata-se de um estilo de vida ao qual muitos acreditam ter o "direito". Pior ainda, muitos atribuem seus fracassos empreendedoriais à "sociedade" que não os apoiou como deveria e que não valorizou aquilo que estavam ofertando ao preço que estavam cobrando. "Só fracassei porque o povo não deu valor ao meu esforço" é a justificativa corrente.

Isso é exatamente o inverso da realidade: ganhar a vida fazendo aquilo que lhe dá prazer é um privilégio que você poderá usufruir somente se você for bom em satisfazer terceiros com este seu "hobby". Se você sabe criar valor para terceiros, você ganha valor para si próprio.

Conclusão

Neste tipo de sociedade em que os laços entre as pessoas estão se enfraquecendo, não é estranho que elas considerem ingênua a ideia de uma ordem espontânea e descentralizada — que é a essência do mercado.

No mundo distorcido pelos incentivos perversos criados pelo estado, a livre concorrência não mais é vista como um esforço sólido e moral para mais bem servir aos outros, mas sim como um jogo de soma zero em que há ganhadores e perdedores, e em que há muito esforço para pouco retorno. Neste arranjo, quem estiver mais disposto pegar atalhos, viver legalmente à custa de terceiros, e até mesmo fraudar, mentir e enganar estará imediatamente em melhor situação.

Em outras palavras, os incentivos criados pelo estado são para destruir valor e priorizar ganhos de curto prazo, mesmo que estes venham à custa de grandes danos no longo prazo — afinal, no longo prazo, estes custos serão um problema dos outros. Isso é o exato oposto do conceito de civilização, e é algo que, se continuar assim, poderá se degenerar em algum tribalismo ao estilo O Senhor das Moscas.

Não é estranho, portanto, que as pessoas tenham dificuldades em entender o argumento de que o livre mercado — ou seja, a cooperação espontânea e voluntária das pessoas — gera harmonia: dado que estamos vivendo em uma era em que o estado as alienou daquela interdependência produtiva explicada pela Lei de Say, é mais difícil elas pensarem fora da caixa.

A cooperação espontânea e informal do mercado, que gera benefícios mútuos para todos os participantes, foi substituída por uma mentalidade estatista, a qual busca garantias e só as encontra no poder formal do estado.

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Leia também:

A Lei de Say é irrefutável e, sozinha, destrói todo o arcabouço keynesiano

O duplo ônus da cultura do funcionalismo público

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Quanto mais governo, menos autoestima, menos bons modos

 


autor

Per Bylund

foi consultor de negócios na Suécia, é Ph.D em economia pela Universidade do Missouri e é professor de Empreendedorismo e Livre Iniciativa na Escola de Empreendedorismo da Oklahoma State University.




  • Marcelo  29/08/2017 16:01
    Excepcional artigo. Uma das melhores e mais completas abordagens deste tema que considero um dos mais importantes de nossa era.
  • Alexandre  29/08/2017 16:21
    Como disse em outro lugar, só o livre mercado dá ao cidadão a liberdade de fazer escolhas e o liberta do estado. Quanto mais burocratizada a economia menos escolhas ele pode fazer, maior a dificuldade de mudar de profissão, de emprego ou de passar a empreender em outro ramo da economia.

    BUROCRACIA= A INIMIGA NÚMERO UM DA LIBERDADE
  • Frank Beckman  29/08/2017 16:28
    A democracia gerou, em todo o mundo, um enorme inchaço burocrático.

    A burocracia nos cerca e reina sobre nossas vidas com um poder cada vez mais arbitrário. Dado que tal aparato burocrático é ele próprio o governo, ele é capaz de assegurar que seus integrantes estejam bem protegidos contra as duras realidades econômicas que o resto de nós enfrenta.

    Além dos burocratas, funcionários públicos e políticos, há um outro grupo de pessoas que se safa muito bem no sistema democrático: aquelas pessoas que comandam empresas e instituições que devem sua existência à generosidade do governo ou a privilégios especiais.

    Pense nos gestores de grandes empresas nacionais que são protegidas pelo governo contra a concorrência, tanto por meio de tarifas de importação quanto por agências reguladoras que cartelizam o mercado e impedem a entrada de empresas concorrentes. Pense naqueles setores industriais e agrícolas recebedores de fartos subsídios. Pense nos grandes bancos e nas grandes instituições financeiras que são protegidas pelo Banco Central.

    E há também as organizações sociais — sindicatos, movimentos raciais e sexuais, instituições culturais, a televisão pública, as agências assistenciais, os grupos ambientais e assim por diante — que recebem dinheiro diretamente do governo. Muitas das pessoas que comandam tais organizações não apenas têm empregos lucrativos e estáveis, como também possuem ligações íntimas com a burocracia estatal e com políticos, algo que garante vários privilégios e muito poder a estas organizações.

    Esta é uma forma de parasitismo institucionalizado, com a cumplicidade de nosso sistema democrático.

    O estado assistencialista democrático também estimula a irresponsabilidade e o comportamento antissocial. Pessoas que se comportam mal, que não conseguem manter as suas promessas, que agem sem preocupação com os outros, em suma, pessoas imprudentes e imediatistas são recompensadas. Como elas estão acostumadas que o governo lhes forneça tudo de que elas necessitam, elas desenvolvem a mentalidade dos aproveitadores, daqueles que não querem trabalhar para o seu próprio sustento.

    Para piorar a situação, legislações trabalhistas rígidas (assim como leis anti-discriminação) tornam difícil para os empregadores se livrarem de funcionários incompetentes.

    Por fim, em qualquer sociedade, a maioria tende a ser constituída pelos mais pobres e não pelos membros mais bem sucedidos e competentes. Logo, em uma democracia, há inevitavelmente uma pressão sobre os políticos para redistribuírem riqueza — para tirar dos ricos e dar aos pobres. Desta forma, o sucesso empreendedorial e a excelência são punidos por impostos progressivos.

    Assim, na democracia, é de se esperar que haja um emburrecimento da população e uma diminuição de normas gerais de cultura e etiqueta. Onde a maioria reina, a mediocridade torna-se a norma.
  • Ricardo  29/08/2017 16:31
    Homens dependentes do Estado: é o que fizeram com atual geração. Precisaremos de 50 a 100 anos para desconstruir essa triste realidade cultural.
  • Realista  29/08/2017 17:41
    Não seja tão pessimista, uma volta aos bons anos 30 transformará qualquer millenial politicamente correto em alguém comparável ao The greatest generation em um par de anos.
  • Raphael (empreendedor)  29/08/2017 16:34
    O assistencialismo está travestido de estabilidade, principalmente no "INFUNCIONALISMO" público. As pessoas não entendem ou não querem enxergar que na "instabilidade" do livre mercado é que a prosperidade e a auto-realização ocorrem.

    Depois reclamam que estão sofrendo de ansiedade e depressão, nada mais natural, já que não constroem nada e não realizam nada de gratificante para si mesmos e para a sociedade da qual fazem parte. Vivem uma existência desprovida de significado e propósito.
  • Entreguista  03/03/2019 03:29
    Justamente Raphael. Penso exatamente o mesmo.
  • Luiz Moran  29/08/2017 16:45
    Não vejo nenhum candidato à presidência 2018 dizendo que dará mais independência aos municípios e reduzirá a influência de Brasília, portanto, o Brasil seguirá sendo um país dominado por fascistas e parasitas no poder.

    Cada vez mais a elite governante brasileira escraviza a grande massa que produz.
  • Realista  29/08/2017 17:38
    Não importa o candidato vencedor do pleito 2018, a agenda é uma só: apagar incêndios de órgãos públicos paralisando, passar reformas econômicas tímidas ou medianas para o mercado não se desesperar e tentar fazer caixa frente a penúria das contas públicas para atingir as metas fiscais.
    A transferência de poder para os municípios só se dará via nova constituinte, ainda é cedo demais para tamanha ousadia, ainda tem uma fase antes disso, colapso econômico / hiperinflação / calote, escolha sua opção favorita.
  • Luiz Moran  29/08/2017 20:29
    A minha opção favorita você esqueceu de mencionar: segurança pública
  • Realista  29/08/2017 22:13
    Infelizmente essa opção está fora de cogitação, para maiores dados morar no Rio de Janeiro.
  • Luiz Moran  30/08/2017 10:42
    Não precisa morar no Rio, conheço um casal que se mudou do Rio para S.Paulo por conta da violência, eles entendiam que SP era menos problemático: perderam um filho de 25 anos num assalto que sofreram no comércio da família, em plena hora do almoço no bairro da Vila Olímpia - local de muitos edifícios comerciais.
  • Adylson Soares  28/03/2018 14:25
    Me desculpe pelo comentário, mas penso que você não tem a visão de como funciona a política nas pequenas cidades Brasil afora.

    Você se pergunta o porquê existe um pacto federativo que favorece Brasília? Porquê simplesmente o arranjo municipal brasileiro é uma aberração. Cidades com 2, 3 mil habitantes são criadas somente para receber o fundo de participação, e as eleições não só vence quem é o melhor candidato mas quem aloca os empregos para a maior quantidade de pessoas viverem "mamando nas tetas do estado".

    Como diria Emílio Odebrecht, "Nenhuma parede neste país é feita sem o pagamento de propina". A corrupção suga em torno de 30% a 40% dos fundos de participação municipais. Se houvesse uma lava-jato nos municípios ia faltar cadeia. O esquema da merenda em SP é fichinha pra corrupção nas cidades.

  • Sideshow Bob  29/08/2017 17:01
    Se bobear o padeiro vende a padaria e vai viver de renda.
  • Ex-microempresario  29/08/2017 21:00
    Foi exatamente o que eu fiz. 25 desempregados a mais pro IBGE contar. Uns 15.000 reais a menos de imposto por mês pro Temer fechar a meta.
  • Andre  29/08/2017 23:30
    Ano passado um cliente que andava mal das pernas surtou, paralisou todas as operações, suspendeu todos os projetos e expulsou todo mundo do escritório, vendeu tudo que pode na bacia das almas, fez os investimentos que achou cabível, largou os filhos na casa dos 20 vendendo bugigangas no mercado livre e foi viver em Portugal com 2000 euros por mês.
    Agora no verão europeu nos encontramos no Faro, o homem parece 10 anos mais jovem.
  • Mário Ferreira   29/08/2017 19:40
    Mercados e interações voluntárias de fato alinham os interesses das pessoas, e é assim porque, no mercado, a única maneira de você ter êxito é estabelecendo relações produtivas e proveitosas com pessoas de quem você depende.

    Já o estado assistencialista e inchado nada mais é do que uma máquina que confisca o dinheiro dos produtivos para repassar aos improdutivos, criando assim grupos de ganhadores (privilegiados) e perdedores (os que pagam a conta). Os interesses desses dois grupos serão necessariamente conflitantes, levando, especialmente em uma democracia, a uma competição pelo poder. E esse poder será usado e abusado não só para afetar o outro grupo, mas também para garantir que o outro grupo não venha também a assumir esse mesmo poder e usá-lo contra você. Os petistas tentaram isso, mas felizmente foram apeados.

    Para piorar, políticos utilizam raça, gênero e religião como métodos adicionais para dividir e fraturar a cultura da sociedade, de modo que ninguém mais hoje está a salvo do ódio e da coerção do estado. Daí todos ficamos dependentes do estado de alguma maneira e ficamos todos corrompidos -- não só aqueles que diretamente ou completamente se beneficiam do esbulho pilhado pelo estado.

    Ótimo artigo.
  • Antonio Jorge  29/08/2017 22:09

    Artigo fantástico. Parabéns é pouco.
  • anônimo  29/08/2017 22:50
    "Só fracassei porque o povo não deu valor ao meu esforço".

    Mas pior que a frase é verdadeira. A sociedade não valorizou o empreendimento do empresário que fracassou em não conseguir ofertar. Se ela o valorizasse, possivelmente ele venderia bem. Não que a sociedade esteja errada, é apenas a mecânica da coisa.
  • Jo%C3%83%C2%A3o de Alexandria  30/08/2017 20:15
    Geralmente quem fala assim é o cara que fica atrás do balcão esperando o cliente chegar, não faz marketing e mantém o comércio estático, sendo que aquilo não era bem um projeto estruturado, era mais vontade de não ter patrão, sem saber como é complicado ser o patrão. Não é porque você abre 7 da manhã e vai até 7 da noite que vai ter esse esforço reconhecido.Ficar aberto é uma coisa;vender é outra.

    Não tá fácil pra ninguém, mas é preciso correr atrás. Anunciar, deixar o ambiente acessível e sim, mostrar os dentes pra clientela se necessário, coisa que muita empresário falido esqueceu de fazer.
  • anônimo  29/08/2017 23:02
    Tenho uma pergunta que não tem nada a ver com o artigo...

    Vejo vários esquerdistas afirmando que o o nazismo era de direita, e dizem que há muitos autores, doutores que afirmam isso, então não pode ser refutado. Existe algum especialista de direita que comprove ao contrário?
  • Roberto  30/08/2017 00:28
    Direita? Por mim, fiquem à vontade para brigar com rótulos (existe coisa mais ignóbil que isso?).

    O que realmente é totalmente explícito é que se trata de um movimento coletivista, anti-mercado, anti-libertário e estatizante até o âmago.

    E principalmente: é completamente socialista.

    Só que é um socialismo diferente do típico socialismo de esquerda. Eles não são camisas vermelhas, mas sim camisas marrons. Logo, a luta deles não é a luta de classes, mas sim a luta de raças (como também fazia o racista Karl Marx), a luta de religião (Marx também), a luta de gêneros (essa, uma inovação trazida pelo politicamente correto), e a luta pela "identidade nacional" (algo coletivista ao extremo).

    Extrema-direita? Por mim, fique à vontade para brigar com rótulos (existe coisa mais ignóbil que isso?).

    O que realmente é totalmente explícito é que se trata de um movimento coletivista, anti-mercado, anti-libertário e estatizante até o âmago.

    E principalmente: é completamente socialista.

    Só que é um socialismo diferente do típico socialismo de esquerda. Eles não são camisas vermelhas, mas sim camisas marrons. Logo, a luta deles não é a luta de classes, mas sim a luta de raças (como também fazia o racista Karl Marx), a luta de religião (Marx também), a luta de gêneros (essa, uma inovação trazida pelo politicamente correto), e a luta pela "identidade nacional" (algo coletivista ao extremo).

    Artigo sobre isso:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=98
  • Michael Mann  30/08/2017 08:44
    Nazifascismo é de Terceira Via, uma alternativa ao Capitalismo Liberal (direita) e ao Socialismo Marxista (esquerda). Nasceu como Centro. Foram os soviéticos que popularizaram esse rótulo de "extrema-direita".

    Eu nem ligo para esse rótulos, mas é só comparar comunismo / nazifascismo / liberalismo para perceber que esse rótulo é completamente sem sentido. Se for "extrema-alguma coisa", estaria muito mais para extrema-esquerda.

    E outra, o nazisfascismo possui praticamente tudo que esquerdistas atuais pedem. A esquerda moderna já abandonou o socialismo marxista clássico, ela prefere agora a social-democracia misturada com o desenvolvimentismo-keynesiano. Se fosse enquadrar o nazifascismo ontem e hoje em algum lugar na direita política que não seria.
  • Anônimo  30/08/2017 12:44
    Muito obrigado, Roberto e Michael. Eu perguntei mais por causa desse vídeo que encontrei, no qual eles dizem que Hitler era de direita:
    https://www.youtube.com/watch?v=vmZex4dWe6E
  • Andre  30/08/2017 13:05
    Era a terceira via dos anos 30, uma estrovenga ideológica montada em cima da conturbada situação da época, as democracias liberais eram vistas na Europa central como causadoras da difícil situação após a primeira guerra e incapazes de saírem da Grande Depressão e o marxismo causava pânico no público.
    Quando os liberais fracassam os movimentos coletivistas ganham muita força.
  • Paraíso Capitalista  30/08/2017 00:59
    O Brasil chegou no estado terminal, querendo combater corrupção com eleições.

    Não se combate a cultura do crime com eleições.

    O mais interessante dessa crise é o próprio funcionalismo público abandonando o povo no leito de morte.

    Esses militares, juízes, promotores, procuradores, policiais, médicos, professores, e todos os funcionários do governo, traíram o povo deixando a politicalha roubar tudo.

    Os próprios funcionários públicos deveriam combater a roubalheira, mas não fazem por comodismo, desinteresse ou até mesmo por interesses diretos em obter ganhos pessoais.

    Enfim, só tem maluco no pedaço.

    O paraíso é capitalista !
  • Malcolm  30/08/2017 01:12
    Funça combater a roubalheira? Essa é boa. Como pode combater a roubalheira quem vive do próprio ato roubar terceiros? É o equivalente a pedir que Al Capone combatesse o alcoolismo.

    Você não está vendo na mídia os salários escandalosos dos juízes é demais membros do judiciário? Tem togado ali levando R$ 450 mil por mês de dinheiro público. Essa sim é a verdadeira máfia.
  • Paraíso Capitalista  30/08/2017 12:14
    Pois é...Aquela teoria de alto salários para evitar a corrupção é outra piada.

  • Paraíso Capitalista  30/08/2017 12:16
    Isso aqui é a prevaricolândia...
  • Anônimo.  30/08/2017 01:32
    Bem lembrado, funças possuem estabilidade exatamente para fazerem as devidas denuncias sem prejuízo do cargo. Os concursos só fizeram selecionar os mais sádicos parasitas. Aqui na cidade maravilhosa estou ajudando todos os funças do estado sem salário com muita agiotagem, quando não pagam entro na casa e levo tudo, as jovens funcinhas até se oferecem sexualmente para pagarem seus débitos.
  • Tarantino  30/08/2017 02:34
    Na questão da "valorização dos serviços", vejo aqui no Brasil a seguinte situação:

    Muitas pessoas se recusam a fazer um serviço cujo valor é o mesmo que elas estão dispostas a pagar se feitos por outra pessoa. Ou seja, só o MEU serviço tem valor. Desejam pagar $100 em um trabalho que elas mesmas cobrariam $200 se feito por elas mesmas.

    Resquícios de mentalidade colonialista.
  • Michael Mann  30/08/2017 08:36
    Essa é uma triste consequência do país sempre ter possuído uma economia burocratizada e engessada. Mesma coisa os aluguéis absurdos em grandes cidades.

    O país está falido, está batendo recorde de estabelecimentos fechando, mas vários proprietários com cabeça de minhoca ou estão aumentando o aluguel, ou preferem deixar o local fechado por mais de 1 ano mas não abaixam o preço para alugar.
    O resultado é o que todos estão vendo: estabelecimentos fechando e vários locais vagos. A culpa da situação não é deles, mas não estão sabendo se adaptar à situação do país. E eu vi uma realidade parecida na época do Sarney, mas na época os proprietários pareciam ser um pouco mais sensatos.
  • Sideshow Bob  30/08/2017 12:55
    Brasileiro é analfabeto financeiro

    Já ouvi muitas coisas do tipo:
    - Prefiro deixar fechado do que alugar por menos
    - Se eu deixar fechado, não perco nada pois economizo na manutenção
    - Não posso baixar pois meus custos aumentaram (e o inquilino com isso??)
    - É o proprietário quem define o valor do aluguel
    - Estou protegido da inflação com a cláusula da correção anual
  • Edson  30/08/2017 14:19
    Proprietários de imóveis, no geral, parecem ter muita dificuldade em realizar prejuízo. Já vi caso de gente que deixou faltar coisas em casa para não alugar por menos e outro de quem deixou de vender porque seria por valor abaixo do que gastou.

    Mas eu dou uma colher de chá para esse pessoal. Afinal, quando se compra um imóvel, ocorre isso:

    - é preciso pagar ITBI e corretagem. Só aí, 8 a 10% do valor ficam em impostos e taxas
    - contratos de aluguel são longos e corrigidos pela inflação. E, na prática, inquilino residencial só sai quando quer. Um aluguel mais baixo implica em perdas por um longo período

    E, para agravar, o IPTU pode subir acima da inflação. Mesmo que pago pelo inquilino, é uma despesa a mais para este, o que aumenta o risco de inadimplência e vacância, contribuindo para um aluguel mais alto. Afinal, a conta pode acabar voltando para o proprietário.

    Enfim, essas e outras leis travam o mercado e acabam prejudicando a correção dos preços e a liquidez. É a mão pesada do Estado contribuindo para que uma crise continue por período indeterminado.
  • Michael Mann  30/08/2017 16:02
    O problema não é tanto a área imobiliária, são as outras áreas produtivas. Quando quase tudo é inseguro para investimentos, você vai para um negócio seguro. Acredito que não haja coisa mais segura no Brasil que seu dinheiro no Tesouro Direto, imóveis comerciais no Centro e, lógico, ser um funça.

    Como o IMB explicou num artigo sobre os carros brasileiros, as montadoras sabem que estão protegidas pela burocracia e protecionismo do governo, então sabem que a sua reserva de mercado está garantida, por isso podem cobrar preços absurdos por carros ridículos.
    E esse mesmo raciocínio se aplica às propriedades no Centro das grandes cidades brasileiras.
    Os proprietários sabem que dificilmente irá aparecer um grande prédio comercial fora de próximo do Centro por conta da burocracia e da nossa economia engessada, então sabem que podem cobrar ou aumentar o absurdo que bem entenderem no aluguel porque sabem que muito dificilmente aparecerá uma grande circulação de pessoas longe do centro. "Centros Históricos" só começarão voltar a existir quando a economia ficar um pouco mais livre para poder aparecer novos grandes investidores para gerar empregos.
  • Ex-microempresario  30/08/2017 16:07
    Entre tantos direitos que o brasileiro acredita ter, está o de que qualquer coisa que ele comprar deve valorizar-se indefinidamente. Flutuação de preços é só para os outros.

    Lembro da época em que eu comprava muitas revistas de automóveis (quatro rodas, auto esporte, ...): cada vez que uma fábrica lançava um modelo novo, ou dava uma "mexida", era aquela gritaria na seção de cartas: a fábrica estava "desrespeitando" o consumidor, porque o modelo novo fazia o modelo velho desvalorizar.
  • Leandro  30/08/2017 20:30
    Nunca entendi esta lógica de comprar imóvel para alugar. Isso só faz sentido nos países de juro zero, onde qualquer retorno anual bruto de 5% é bem-vindo.

    No Brasil, país de juros reais altos, esse "investimento" é um contra-senso. Na maioria dos casos, o retorno mensal bruto é menor até mesmo que o da poupança, que é a aplicação mais tosca que existe. E quando entra o IRPF, você se estrepa todo.

    Qualquer CDB ou LCI de banco pequeno ou mesmo fundos de investimentos bons distribuídos por corretoras é melhor. Aliás, fundos imobiliários (isentos de IR) são ainda mais sensatos.

    Ademais, além do fato de que inquilino sempre depreda o imóvel, sempre há o risco de um governo populista aprovar leis pró-inquilino e anti-proprietário (como fez o da Venezuela).

    O único caso de aluguel que faz sentido é você comprar um imóvel comercial barato (você tem de saber o timing) e alugar para algum grande banco. Aí sim é uma maravilha. Conheço uma pessoa que conseguiu fazer isso numa cidade do interior; por mês, ele tira por volta de R$ 25 mil.

    Fora isso, aluguel só fará sentido se você comprar um imóvel para fins totalmente especulativos: ou seja, você compra hoje na esperança de revendê-lo bem mais caro daqui a 3, 4 ou 5 anos. Até lá, você o aluga.

    Mas é só.
  • Leo  11/01/2018 10:56
    Nossos maiores inimigos são : os extremamente pequenos, bactérias e vírus, e os extremamente grandes, bancos e governos!!!
  • Emerson  02/04/2018 18:47
    Não esquecer dos fungos... não sei porque os fungos são sempre menosprezados...
  • Liberdade et Egoísmo  31/08/2017 21:19
    "Não é de se estranhar, portanto, quando vemos como, ao longo da história, as cidades se organizavam espontaneamente para lidar com a criminalidade. Roubar o padeiro era uma atitude que envolvia não só um ladrão e sua vítima; era um ataque sobre toda a comunidade. O assaltante, por meio de seus próprios atos, optou por não participar das interações espontâneas e voluntárias da comunidade. Ou seja, ele escolheu ser um pária."

    Olhem que legal a parábola: identifica o momento em que se cria o papel do Estado, para prevenir e responder aos desvios ocorridos no maravilhoso mundo do mercado livre.
  • Liberdade é racionalidade  31/08/2017 23:54
    Oi?! Um assalto é um "desvio ocorrido no maravilhoso mundo do mercado livre"?! Por acaso, roubar e confiscar a propriedade alheia é uma característica do livre mercado?

    Bom, se eu li isso então é um bom sinal: não estou cego.

    Os primeiros pagadores de impostos eram fazendeiros cujos territórios foram invadidos por nômades que pastoreavam seu gado. Esses invasores nômades forçavam os fazendeiros a lhes pagar uma fatia de sua renda em troca de "proteção". O fazendeiro que não concordasse era assassinado.

    Os nômades perceberam que era muito mais interessante e confortável apenas cobrar uma taxa de proteção em vez de matar o fazendeiro e assumir suas posses. Cobrando uma taxa, eles obtinham o que necessitavam. Já se matassem os fazendeiros, eles teriam de gerenciar por conta própria toda a produção da fazenda.

    Daí eles entenderam que, ao não assassinarem todos os fazendeiros que encontrassem pelo caminho, poderiam fazer desta prática um modo de vida.
    Assim nasceu o governo.

    Não assassinar pessoas foi o primeiro serviço que o governo forneceu. Como temos sorte em ter à nossa disposição esta instituição!

    Mas, segundo você, o estado nasceu para corrigir os desvios (assaltos) típicos do livre mercado.
  • Emerson Luis  03/09/2017 13:02

    A única forma (honesta) de burlar a Lei de Say seria o endividamento: a pessoa toma emprestado para consumir hoje e pagar amanhã com juros. Porém, mesmo assim a Lei de Say se aplica, pois o dinheiro emprestado é a poupança de outros que produziram antes.

    * * *
  • BS  28/03/2018 15:13
    Artigo excepcional!
  • Luciano viana  28/03/2018 15:18
    Nós somos o mercado. O mercado é formado por pessoas. Proteger alguem do livre mercado, é proteger essa pessoa de ter que servir as pessoas. Qualquer regulamentacao protecionista é pra tornar um número de pessoas, o mercado , como posse daquele que se beneficia da lei. É como se ele conprase as pessoas e o estado as vendesse.
  • Lee Bertharian  29/03/2018 05:04
    O grande mérito desses autores gringos é a capacidade de extrapolação teórica.
    Para nós em Banânia, basta dar uma volta e ler as notícias: a realidade sempre confirma os diagnósticos do "non-sequitur" liberal...
  • Estudante   29/03/2018 16:09
    Empresas Estatais exemplares:

    -Petronas
    -BBC
    -Fundação Oswaldo Cruz(Fiocruz)
    -Aerolines Argentina
    -NASA e FAA
    -Estatais de petroleo Arabia Saudita

    Na minha cabeça veio essas, de fato é raro achar esses casos

    Mas qual a explicação pra elas terem dado certo e serem motivo de orgulho? Ao ponto de ser niveladas as da iniciativa privada cuja tende a ser sempre melhor.
    Elas são exceção da exceção?


    Abraços a equipe!
  • Professor  29/03/2018 16:55
    Petronas?! A estatal é tão eficiente, mas tão eficiente, que o governo malaio tem de gastar 12% do seu orçamento apenas para manter os preços da gasolina -- monopólio da estatal -- artificialmente baixos. (Fonte)

    Ou seja, se o governo não tomar dinheiro dos pobres para repassar para a estatal na forma de subsídios, a Petronas teria de cobrar um custo exorbitante pela gasolina apenas para se manter lucrativa. E, como você bem disse, a estatal detém o monopólio de todas as reservas de petróleo do país. E ainda assim precisa de subsídios! Baita eficiência!


    Aerolineas Argentinas?! Além de ser uma porcaria, ela custa 1,2 milhão de dólares por dia ao governo argentino. Dinheiro tomado dos pobres e repassado para sindicalistas.

    "[...]à frente da Aerolineas Argentinas, que acumula prejuízos na ordem de US$ 340 milhões. A companhia continua operando graças a um subsídio do governo de US$ 1,2 milhão por dia. Na previsão orçamentária apresentada pelo Ministério da Economia da Argentina, a empresa receberá um investimento de US$ 440 milhões em 2016."

    airway.uol.com.br/brasileira-assume-comando-da-aerolineas-argentinas/

    Isso deveria ser considerado crime. Os pagadores de impostos argentinos têm de pagar 1,2 milhão de dólares por dia para manter esse cabide de empregos. São os pobres subsidiando as viagens dos ricos. (Como disse, já voei pela Aerolineas e me impressionei com a ruindade do serviço. Pudera, são funcionários públicos).


    NASA?! A NASA torra dinheiro do contribuinte para ficar mandando robozinho pra Marte. Até agora, nada disso se converteu em benefício para a humanidade.

    No entanto, vou fazer um elogio. Os políticos americanos são mais sagazes que seus congêneres brasileiros. Eles ao menos sabem que burocratas decidindo não são uma boa para a ciência. Boa parte do desenvolvimento atual da NASA é feito a partir de empresas privadas e centros de pesquisa descentralizados.

    De resto, se as pessoas estivessem dispostas a consumir voluntariamente as criações da NASA, elas fariam doações em uma quantidade ainda maior que do que a agência recebe hoje em impostos. Até hoje, as poucas tecnologia da NASA para nosso mundo são muito caras, como aqueles travesseiros ortopédicos.

    A NASA passará a ser extremamente útil quando ela voltar a enviar burocratas para a lua, como fazia no final da década de 1960, em uma viagem só de ida.


    Fiocruz?!

    brasil.estadao.com.br/noticias/geral,tcu-ve-prejuizo-de-r-50-mi-e-propoe-parar-obra-da-fiocruz,70001990786


    BBC?! O que tem de diferente na BBC que não tem na TV Brasil ou na TV Cultura?


    Estatais de petróleo da Arábia Saudita? Qual a diferença para a PDVSA e Petrobras?



    "Na minha cabeça veio essas, de fato é raro achar esses casos"

    O que dá uma ideia sobre que tem dentro da sua cabeça...
  • junior  31/03/2018 00:28
    me lembrou esse texto
    sexoprivilegiado.blogspot.com.br/2015/11/porque-os-governos-amam-o-feminismo.html
  • Emerson Luis  19/04/2018 13:00

    Todas as versões de socialismo não apenas destroem riquezas econômicas (ou impedem que sejam criadas), mas também destroem valores não econômicos, imateriais, que compõem nosso alicerce de civilidade.

    * * *
  • Paulo Eduardo Braz Gonçalves  02/03/2019 11:30
    O Estado acaba forçando uma cultura de egoísmo. O indivíduo adota a mesma mentalidade de nossos governantes: o que eu quero é o que importa. Temos em nossa frente o grande desafio da mudança cultural. Façamos nossa parte. Parabéns ao Instituto Mises por nos fornecer diversos conteúdos, principalmente para aos que como eu estão dando os primeiros passos no estudo da Escola Austríaca, aplicando conceitos na economia, direito, política, filosofia etc. Forte abraço!
  • anônimo  02/03/2019 12:27
    Civizacao é governo, filhotes .
  • Antônimo  02/03/2019 15:14
    Qual tipo de governo, papai?
  • anônimo  03/03/2019 15:00
    o comum
  • Mais Mises...  06/03/2019 17:33
    explique o que é 'comum'.
  • Henrique  02/03/2019 14:48
    Bom dia a todos.

    Li um comentário em que o autor diz que Temer contribuiu para o déficit fiscal ao manter ou conceder desonerações a determinados setores da economia. Caso o governo não tivesse concedido essas desonerações e, portanto, tivesse diminuídos o déficit, o Brasil estaria melhor segundo o que pensa a Escola Austríaca?

    Obrigado
  • Contador  02/03/2019 15:12
    Confundiu. Quem fez isso foi a Dilma. Veja a explosão do déficit no governo dela.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2828
  • Henrique  02/03/2019 15:27
    Ok, pode ter sido a Dilma. Não fiz o comentário para criticar o Temer, mas sim para saber quais seriam as consequências se tivessem revogado as desonerações. Ficaríamos melhor ou pior com mais impostos e menor déficit?
  • Carlos  02/03/2019 22:41
    Não mudaria muito. O estrago feito por Dilma já estava consumado, e suas causas eram outras. Os déficits foram apenas uma consequência do descalabro. A destruição total foi gerada pela Nova Matriz Econômica.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2120

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1943
  • Felipe Lange  02/03/2019 15:02
    Pessoal, o que vocês acham desse vídeo, falando sobre desigualdade nos EUA?
  • Askeladden  06/03/2019 13:36
    Conclusão neste país livre mercado é um sonho igual ao socialismo. Feito para um tipo de homem que ainda não existe.

    No mundo distorcido pelos incentivos perversos criados pelo estado, a livre concorrência não mais é vista como um esforço sólido e moral para mais bem servir aos outros, mas sim como um jogo de soma zero em que há ganhadores e perdedores, e em que há muito esforço para pouco retorno.
  • Mais Mises...  06/03/2019 17:27
    Neste carnaval então, o título (e o teor do texto) estavam escancarados demonstrando essa divisão: blocos carnavalescos em BH com alinhamento ideológico canhoto; campanhas identitárias pró-mulheres em Salvador afastando homens e mulheres; escolas de samba no RJ e em SP também com explícito proselitismo político; sites da internet valorizando 'Galo da madrugada que exalta a força feminina' e por aí foi. Um colega de trabalho chegou hoje pela manhã de BH e disse que não volta mais ao carnaval de rua por lá até que parem com essa loucura de politizar tudo e separar todos.
  • anônimo  06/03/2019 21:09
    Esse Carnaval deixou explícito que a esquerda brasileira chegou ao fundo do poço. Está perdida e pirada. Não conseguem mais defender socialismo e, agora, também o intervencionismo. O pior de tudo é que está cada vez menos bem vista pelo povão porque se radicalizou de vez.

    É só o Bolsonaro não fazer cagadas econômicas graves que nunca mais voltam ao poder.
  • thiago  08/03/2019 12:26
    Concordo. É um comportamento primitivo, como bestas que marcam território urinando. E não é só com faixas e camisas e a ajuda da imprensa; meras palavras estão sendo marcadas politicamente, como "presidenta", ou mesmo a aleatória flexibilização de gênero, como em "prezados(as)", etc etc.


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