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Alerta aos intelectuais: as pessoas fogem da igualdade
Refugiados são a refutação viva de todas as teses que clamam por redistribuição de renda

Quando se discute o êxodo de pessoas dos regimes socialistas, como o cubano e o venezuelano, é normal descrever tais fugas como sendo uma "fuga da opressão" ou uma "busca pela liberdade".

Essas expressões são evocativas e corretas; porém, se o objetivo é aprofundar o entendimento das causas que estão na raiz desse processo migratório, seria mais correto pensar nesse processo como sendo uma "fuga da igualdade". 

"Fugir da igualdade" é uma descrição provocativa que também contribui intelectualmente para toda e qualquer discussão sobre o tema 'desigualdade'.

Individualismo e coletivismo

Ideologias coletivistas se baseiam na ideia de que a vida de um indivíduo não pertence ao indivíduo, mas sim à sociedade na qual ele está inserido. O indivíduo não é reconhecido como um ser que possui direitos inalienáveis — como o de não ter sua propriedade confiscada, sua liberdade tolhida e sua vida retirada —, mas sim como um ser amorfo que deve abrir mão de seus valores e interesses em nome do "bem maior" da sociedade.

O ideal socialista identifica o coletivo como sendo a unidade central da preocupação moral. Na visão coletivista da moralidade, os únicos direitos que um indivíduo possui são aqueles que a sociedade autoriza que ele tenha.

Em contraposição a isso, o libertarianismo afirma que cada indivíduo é moralmente um fim em si próprio, e possui o direito moral de agir de acordo com seu próprio juízo, livre da coerção estatal. Foi assim que o individualismo impulsionou a inovação, as revoluções agrícola e industrial, e a mais inspiradora explosão na criação de riqueza e na redução da pobreza que o mundo já vivenciou.

Não obstante seu imbatível e inigualável histórico de redução da pobreza, o individualismo — o qual representa essencialmente nossa busca pela liberdade pessoal — tem sido impiedosamente castigado por intelectuais coletivistas como sendo uma filosofia que exalta o egoísmo e que, por isso, deve ser substituída por um igualitarismo imposto pelo estado. 

E, no entanto, é exatamente dessa igualdade forçada que aqueles indivíduos estão fugindo ao desertarem em massa de regimes coletivistas.

A liberdade é individual, e não coletiva. A liberdade não é negociável.

A prática nunca acaba

Cubanos que fogem daquela trágica ilha já vivenciaram as devastadoras consequências morais e econômicas de políticas coletivistas que buscam modelar uma sociedade igualitária — um experimento fracassado que buscou criar um "novo homem", o qual teria uma visão de mundo comunal e se sacrificaria sempre em prol do "bem comum".  

Esse experimento resultou em uma sociedade anti-utópica e economicamente falida, que tem como principais características a miséria generalizada e um incrivelmente repressivo sistema de controle social, gerido por um governo com poderes ilimitados sobre seus cidadãos.

A Venezuela, infelizmente, não aprendeu nada com o experimento cubano, e foi pelo mesmo caminho. O socialismo bolivariano redistribuiu riqueza à vontade. Prometeu um salário dignoserviços de saúde gratuitos e comida abundante para todos. A "igualdade" foi imposta por meio de decretos, suplantando toda a oposição "neoliberal". Como consequência, o êxodo populacional já está estimado em 4 milhões.

Assim, sejamos bem claros: a igualdade da qual milhões fogem é a igualdade de resultados econômicos imposta pela elite governante. Esses milhões de pessoas rejeitam o igualitarismo e, de certa maneira, são a refutação viva de todas as teses e políticas que clamam por redistribuição de renda

Os defensores da redistribuição de renda não entendem que, quando se confisca a riqueza de uma pessoa, estamos diretamente violando sua liberdade e seu direito de propriedade.

Desigualdade sempre houve, e sempre haverá

Não é insensível explicar que, por definição, em qualquer sociedade livre e a qualquer período da história, 20% da população estará no quintil mais baixo da renda (os pobres) e 20% da população estará no quintil mais alto da renda (os ricos). Porém, em uma economia de livre mercado, que está continuamente em expansão, a renda irá crescer para ambos os quintis. Sim, os ricos ficarão mais ricos, mas os pobres também enriquecerão.

Se o objetivo é melhorar as condições de vida das pessoas, dando um padrão de vida digna a todos, então a preocupação tem de ser com a pobreza, e não com a desigualdade. O objetivo tem de ser enriquecer os pobres e não empobrecer os ricos.

Igualmente importante é o fato de que, em economias de mercado, a população de ambos os quintis está continuamente mudando. Ao se analisar todos os históricos de como a renda é distribuída em sociedades de mercado, observa-se um notável grau de mobilidade de renda, com indivíduos subindo e descendo nas escalas da distribuição de renda à medida que as circunstâncias econômicas vão se alterando (veja ótimos exemplos aqui). Ou seja, os quintis sempre estarão preenchidos por alguém, mas nem sempre pela mesma pessoa. 

Economias de mercado oferecem a oportunidade de se escapar dos quintis mais baixos. Economias de mercado oferecem a oportunidade de se escapar da igualdade (e da pobreza) forçada imposta pelo coletivismo.

Sendo assim, uma das atrações das sociedades livres é que elas são caracterizadas por aquilo que os sociólogos rotulam de "rodízio de elites", em que ninguém é impedido de fazer parte da elite econômica. Em economias de mercado, as elites econômicas estão sempre abertas a novos membros; já em sociedades mais estatizadas, essas elites econômicas tendem a ser estáticas, fortemente dependentes ou do poderio militar ou das ligações com os membros do governo. Havia mobilidade social na URSS? Há mobilidade social em Cuba ou na Coréia do Norte? Na Venezuela, a única mobilidade social que há é da riqueza para a mendicância.

Conclusão

Há inúmeros exemplos de indivíduos que abandonaram seu país natal — cujo mercado era severamente restrito e tolhido pelo governo em troca de privilégios para grupos de interesses politicamente influentes — e que, no espaço de uma geração, conseguiram se tornar extremamente bem-sucedidos em economias de mercado, ascendendo da pobreza para o quintil mais alto da renda. Os cubanos que moram em Miami são um grande exemplo.

Sempre que políticos e intelectuais começarem a falar sobre redistribuição de renda, faça apenas uma pergunta: por que as pessoas estão sempre fugindo exatamente dessa igualdade que está tentando ser imposta?

O cientista social José Benegas diz que escravidão é quando a renda decorrente da mão-de-obra de um indivíduo lhe é 100% expropriada. Apropriar-se coercivamente de qualquer fatia da renda de um indivíduo é escravidão parcial.



autor

José Azel
é acadêmico sênior do Instituto para Estudos Cubanos e Cubano-Americanos, da Universidade de Miami.  Azel foi exilado político de Cuba aos 13 anos de idade, em 1961, e é o autor do livro Mañana in Cuba.


  • Freddy Krugher  28/10/2015 14:02
    É a pura verdade !

    Eu mesmo estou querendo pegar um barco até os Estados Unidos ou uma carona até o Chile. Se não der certo, vou acabar indo para o Paraguai. Esses 12% de impostos no Paraguai estão bem atrativos.
  • anônimo  28/10/2015 16:04
    "Esses 12% de impostos no Paraguai estão bem atrativos."

    E são só sobre renda obtida no Paraguai, diga-se de passagem. Se tua renda vem de outro país, é isenta. O Paraguai é a única jurisdição com um sistema de tributação territorial em todo o continente sul americano.
  • Viking  28/10/2015 17:00
    tem vaga pra engenheiro civil lá? rs
  • Demolidor  22/05/2018 01:28
    Uruguai também não tributa receita proveniente de fora do país.
  • José Ricardo Ferreira Netto  22/11/2018 00:50
    O problema é que o dinheiro não será tributado lá, mas será tributado aqui. 25% do bruto ficarão nos cofres do governo brasileiro.
  • anônimo  28/10/2015 19:24
    O problema do Paraguai nunca foram seus impostos e sim suas regulamentações.
  • romulo  04/09/2019 20:22
    no Py tem o projeto maquila, se abrir uma fábrica que se enquadra, você paga 0% na importação de bens e insumos para o negócio. O requisito é que 40% do custo do produto seja paraguaio, isto inclui gasto com empregados, energia eletrica, etc.. Neste projeto, você paga apenas 1% de IR sobre o bruto.
  • Liberal Clássico  28/10/2015 14:13
    Esse planejamento central é uma ofensa à inteligência das pessoas.

    Planejamento central é doença mental !
  • Vanderlei Correa  28/10/2015 14:32
    A História ensina, de forma prática, sobre as devastadoras consequências morais e econômicas de políticas coletivistas que buscam modelar uma sociedade igualitária.
  • Perdido  28/10/2015 15:24
    Os Livros do MEC dizem o contrário...
  • Sempre Mais do MESMO  04/02/2018 11:39
    O COLETIVISMO é uma forma do indivíduo frustrado fugir da sua individualidade, que julga frustrante.
    .
    Como mais que referido a causa do sucesso das ideologias é a VAIDADE.

    Sim, vaidade é o desejo de obter opinião alheia favorável. Esse desejo
    imoderado é tanto maior quanto maior é a frustração do indivíduo consigo mesmo.

    Ao ter sobre si uma opinião que não lhe permite orgulhar-se, o indivíduo busca
    na OPINIÃO ALHEIA um reforço ou mesmo uma tentativa de convencimento da sua
    própria opinião sobre si, tentando dar a si motivos para orgulhar-se.

    Nessa toada as REPRESENTAÇÕES ABSTRATAS são um atrativo irresistível.
    Através das ambicionadas representações o indivíduo, sobretudo frustrado
    consigo, tende a se agarrar uma "ALGO MAIOR" que sua individualidade e se
    convencer de que ao participar desse "algo maior" poderá PARASITAR as VIRTUDES
    desse "ALGO" no qual se associa e por tal convence-se de que pode se fazer
    REPRESENTADO por esse "ALGO" SUERIOR às INDIVIDUALIDADES, e que o REPRESENTA.

    Dai vem o COLETIVISMO que oferece aos fiéis um "SER COLETIVO" superior à
    indivíduos únicos. Este "SER" abstrato se "espiritualiza" numa PALAVRA que
    pode ser um TIME de FUTEBOL, uma IGREJA, uma NACIONALIDADE, uma IDEOLOGIA ou
    MITO AGREGANTE ou qualquer asneira que se possa inventar e atribuir-lhe
    representação a um COLETIVO.

    Enfim, VAIDADE e COLETIVISMO sempre se enamoram, pois o MITO AGREGANTE que dá
    forma ao "SER COLETIVO" superior a todas as individualidades é tomado como
    REPRESENTANTE dos indivíduos que a ele se agregam como FIÉIS ao seu destino
    "GLORIOSO". É assim que os frustrados e recalcados pretendem PARASITAR as
    alegadas VIRTUDES do REPRESENTANTE e exorcizar de si os VÍCIOS neste "SER"
    apontados:
    - Se virtudes da representação, estas são minhas virtudes também.
    - Se vicios da representação, estes são vícios alheios, dos demais representados
    e não meus.

    Daí vem a exaltação dos "ENTES COLETIVIVOS" como representantes dos indivíduos
    que se fazem fiéis a estas concepções abstratas e sem vícios ou virtudes reais,
    pois apenas os indivíduos que a compõem e agem.

    Por exemplo é comum a defesa da NACIONALIDADE e tomar para sí os feitos alheios
    pertencentes a esta coletividade compulsória.
    Com TIMES de FUTEBOL, RELIGIÕES, IGREJAS e etc. etc., não é diferente.

    OS JOVENS, sobretudo universitários e sobretudo descendentes de pais de
    sucesso, quando inseguros (o que é natural) SE APAVORAM DIANTE da POSSIBILIDADE
    de FRACASSO na VIDA ADULTA.

    Esse temor ou mesmo pavor, a baixa autoestima que cultivam ao se compararem com
    pais de grande sucesso, os faz ANSIOSOS por se agregarem a "COLETIVIDADES
    SUPERIORES" para representa-los e TORNAM-SE PRESAS FÁCEIS de IDEOLOGIAS ou
    religiões que lhes oferecem a REPRESENTAÇÃO para TRANSFORMA-LOS em SALVADORES
    do MUNDO ou BRAVOS GUERREIROS que LUTAM em favor dos FRACOS e OPRIMIDOS.

    Claro que tal embuste exerce uma ATRAÇÃO HIPNÓTICA aos inseguros, recalcados e
    megalomaníacos de todos os fedores que SEMPRE sentem-se frustrados com suas
    individualidades e ambicionam a OSTENTAÇÃO em contrário como forma de afastar
    de si quaisquer suspeitas sobre a frustrante realidade que enxergam em si (por
    vezes eradamente, pode acontecer).

    Não por acaso as afirmações do DESEJO de IGUALDADE MATERIAL FORÇADA, pois que o
    sucesso material ostenta virtude. Assim, ao maldizer o sucesso material e
    ACUSA-LO de INJUSTO, se esta apenas almejando impedir que este seja um
    indicativo VISÍVEL a TODOS do maior valor dos que fazem sucesso econômico.

    Essa frustração decorre da insegurança ao não reconhecerem em si outros valores
    ou VIRTUDES que compensem o insucesso ou menor sucesso material que possam
    ostentar ao se COMPARAREM aos DEMAIS.

    Querem então OSTENTAREM-SE VIRTUOSOS "GUERREIROS" contra as INJUSTIÇAS e
    DEFENSORES dos FRACOS e OPRIMIDOS e é EXATAMENTE por ISSo que INVENTAM cada VEZ
    maior quantidade de "FRACOS e OPRIMIDOS" e MUNDOS aos quais POSSAM ALEGAR
    DEFENDER.

    É isso: VAIDADE, insegurança e FRUSTRAÇÃO INTIMA.
  • Refugiado no eua  22/05/2018 11:17
    Otimo texto sempre mais do mesmo. So admiro vc incluir o fanatismo religioso no meio. E se pensar bem,vc tem razao mesmo. A maioria dos fanaticos que conheco sao fracassados.
  • Antropólogo  28/10/2015 14:42
    Mentira! o coletivismo funcionou muito bem em comunidades indígenas.
  • Refugiado do socialismo  28/10/2015 16:48
    A comunidade indigena não é um modelo que deve ser seguido.

    O índio fica deitado na rede o dia inteiro e só levanta pra caçar, pescar e fazer roda de dança. A índias é que trabalham de verdade.

    Os índios parecem os nossos socialistas. Eles ficam na rede e abusam das índias que trabalham.

    O coletivismo é isso ! Ele não funciona até em comunidades indigenas.
  • Jailma Viana  19/06/2018 22:05
    Fora o canibalismo praticado entre eles...
  • Rodrigo Silva Santos  28/10/2015 18:13
    Funcionou tão bem que tem o mesmo padrão de vida há 500 anos, e eu acho que não é um padrão muito elevado.
  • anônimo  28/10/2015 18:19
    mises.org.br/Article.aspx?id=1037
  • Tannhauser  29/10/2015 11:03
    Não tinha conhecimento deste artigo. Realmente muito bom.
  • Alessandro  30/10/2015 20:22
    Acho que vcs cairam na isca do antropólogo. Ele ta zuando claramente.
  • Jailma Viana  19/06/2018 22:08
    Não. Tive aulas de antropologia na faculdade. Eles sempre procuravam uma aldeia desconhecida e obscura prá la de Samoa/Nova Guiné para justificar suas sandices.
  • Marcio de Lima Coimbra  30/10/2015 20:53
    Os indígenas brasileiros são absolutamente predadores. Fora as miçangas, pertencem ao mesolíco. Assim, fica difícil conceituá-los à luz do mundo civilizado.
    Agora, sempre haverá espaço para Peri e Ceci mas também para Paulinho Paiakan.
    Há para todos os gostos e sabores.
    A pergunta é: Como MELHORAR MESMO este estado de coisas?
  • Paulo  09/05/2017 02:56
    Você pode se juntar com uma galera e fundar sua sociedade tribal, com poucos membros em um território limitado, só não compara "tua vila" com um país continental, por motivos óbvios.

    + uma coisa. Os índios vivem a vida deles na tribo deles, não tentam impor sua utopia igualitária para o resto da humanidade.
  • enlil20@hotmail.com  12/08/2017 18:07
    Nem perco tempo com bateção em Cuba...
    O problema é que o planeta passa por mudanças e existe um fator de agravamento destas. Sabe-se que haverá enorme perda de vidas e que a civilização terá que mudar para sobreviver, com possível eliminação física da discordância. Dentro de tal perspectiva, qual seria a sociedade do futuro?
    Ela estaria dentro da visão política de Trotsky, ou seria o governo de (no caso, qual deles?)Deus?
  • Felipe Lange  21/05/2018 17:56
    Meu professor da FATEC falava que as sociedades indígenas são mais avançadas por não terem propriedade privada. Os índios dos EUA foram mais espertos e usaram os cavalos e armas de fogo dos europeus, por isso resistiram muito mais. E por serem descentralizados. Bem diferente dos astecas, por exemplo.
  • Hernan  21/05/2018 19:58
    Prezado Felipe, os indígenas que mais resistiram foram aos avanços do homem branco foram os Mapuches, Ranquel e Tehuelches na Argentina, caíram durante a Conquista del Desierto em 1878, quando chegavam a formar 20% da população daquele país.
    Resistiram tanto porque habitavam uma terra sem riquezas e imprópria para a agricultura, apenas adequada para pastoreio. Os Astecas e Incas habitavam terras riquíssimas em ouro e prata além de solos muito férteis e cobiçados pelos europeus, resultando em sua destruição.
  • AGB  21/05/2018 20:52
    'Não existem índios mapuches. Essa denominação foi inventada para denominar selvagens provindos do Chile e que invadiram a Patagônia. Nas tropelias aproveitaram para trucidar os tehuelches e ranquéis, habitantes originários daquele território. Durante 60 anos também se dedicaram a atacar e roubar os poucos colonos brancos que haviam se estabelecido na região do pampa buenairense, portanto longe da Patagônia. A guerra do Paraguai garantiu uma certa estabilidade ao regime argentino e as autoridades decidiram acabar com essas incursões, chamadas "malones". Nas últimas décadas, os esquerdistas ressuscitaram o nome mapuche, alegando que se tratavam de "povos originários". A mesma conversa aplicada no Brasil que produziu as reservas indígenas e os quilombos.
  • Carlos Henrique Loyola   28/10/2015 15:35
    E o pior: as que fogem são as mais produtivas, as mais inteligentes, as mais preparadas para ofertar trabalho no sentido de melhorar o bem estar da população.
  • luiz  28/10/2015 15:44
    Suponha que vc tenha uma curva de gaus normal que distribui qualquer atributo natural do ser humano, seja altura, peso, QI, vc sempre tem as raridades numa ponta extrema os gigantes e na outra os anões, isso é um dado da natureza.

    Para a riqueza ocorre o mesmo, os milionários e os miseráveis são raros, mas vejam que interessante a distorção na curva de gauss é fortíssima para a riqueza, ficando os milionários ainda mais raros do que era de se esperar e um contigente enorme de pobres a engordar a base do gráfico, e isto ocorre, esta distorção é ainda maior quanto maior for a intervençao do Estado para igualar a sociedade, em países comunistas a elite burocrática é uma nesga de toda a sociedade em contra ponto às hordas de miseráveis que eles precisam trucidar para poder sobreviver como regime político, em países liberais a classe média é muito maior, mais significativa.

    Que conclusão maravilhosa: quanto mais Estado agindo pela igualdade, mais se cria desigualdade
  • Leinad  29/10/2015 14:29
    Na verdade a naturesa é sábia, que vença o mais forte, o melhor adaptado, o mais inteligente ou o de melhor sorte!a femea não quer filhos "fracos",ela vai copular com o mais forte, assim como o novo lider do bando não vai criar filho dos outros, e todos trabalham para comer senão morreram de fome ,é a história da cobra que não anda não come sapo. No momenmto que criaram os bolsas vadiagem ninguém, mais quer trabalhar então sobra tempo pra fazer mais vádios ( raras as exceções) então a "CURVA DE GAUSS" se transformou numa SENOIDAL deformada como se fosse uma chicotada ou em uma TSUNAMI que vai trazer sérias consequências. É simples observar que quando há uma ruptura da cadeia alimentar ou a modificação da base da piramide social haverá um desarranjo. Se a cocacola está logo ali as abelhas vão deixar de polinisar as flores,as quais serão os futuros frutos, aquela agua com açucar que se bota para os beija flores causa o mesmo efeito . Se você mata as onças, as capivaras e os javalis vão comer toda a plantação . Outra observação é que sempre haverá um chefe ou um lider não há a dita igualdade pregada pelo comunismo, ou alguém já viu Lula , Fidel e outros lideres Capinarem uma roça ou mexer um traço de concreto . Quem realmente trabalha nunca vai perder aquele dedo nem em martelada nem em serra circular ou de fita!
  • Rubens Gomes Lima  28/10/2015 16:06
    Não podemos ser igualados se temos necessidades e expectativas diferentes de vida. O que é bom para alguns não o é para outros, ou mesmo a maneira de conseguirmos objetivos comuns.
  • Tannhauser  28/10/2015 18:28
    Errado. O Coletivismo funcionou durante a maior parte da humanidade. No entanto, ele só funcionou porque os recursos eram virtualmente infinitos, dado que a comunidade era de baixa densidade.

    Para que o coletivismo volte a funcionar, temos duas opções: continuar aplicando o capitalismo e multiplicando a riqueza até que os recursos tornem-se virtualmente infinitos ao homem; ou voltar ao coletivismo na marra, como na URSS e Cuba, através de uma redução de mais de 99% da população mundial (ex: genocídio, fome, guerra, etc.).

    Também teríamos que abrir mão do conforto da tecnologia, dado que sem produção de capital a tecnologia iria se deteriorar até desaparecer.
  • vladimir  31/10/2016 16:42
    O problema do coletivismo é que não tem tolerância a indivíduos inteligentes que resolvem problemas, e sim a indivíduos insanos que sede de poder absoluto.
  • Marcus Farias  28/10/2015 23:57
    Excelente texto...dos mais claros e instrutivos que li nos últimos meses!
  • Marcelo Simões Nunes  29/10/2015 00:27
    Existe um lado extremamente perverso das politicas de distribuição de renda. Elas implicam na elevação de impostos e na criação de novos impostos e em outros mecanismos nefastos como inflação etc. Paralelamente, governos intervencionistas frequentemente transferem renda não apenas aos mais pobres mas também aos ricos que se alinham com suas políticas desenvolvimentistas. E o resultado disso, nem sempre percebido, é que a mobilidade social, que é uma coisa invejável no livre mercado, acaba por ser travada, gerando uma situação em que o rico luta para não perder o que tem e o pobre deve conformar-se com sua pobreza, pois as portas para o empreendedorismo lhe foram fechadas. O socialismo só é eficiente para gerar pobreza e estagnação. No fundo é um sistema de castas, de um lado a cabeça, os iluminados que conduzirão o país, de outro, o corpo, os braços e as pernas, ou seja, o povo, cujo destino, traçado pela NOMENKLATURA, é a escravidão eterna.
  • INFIEL  29/10/2015 01:39
    Em OFF: Voces viram essa noticia?
    "Finlândia vai testar pagar 'salário' a TODOS os habitantes"
    economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2015/10/22/finlandia-estuda-pagar-renda-minima-para-todos-cidadaos-ricos-ou-pobres.htm
    --------------------------
    Isso não vai acabar bem!!!
  • Refugiado do socialismo  29/10/2015 10:13
    Se a Finlândia quer pagar renda básica, significa que todos os outros beneficios não funcionaram. O pacotão de beneficios finlandês ainda deixou pessoas precisando de dinheiro ? Uma dos melhores sistemas de educação pública do mundo, ainda deixou pessoas precisando de dinheiro ?

    Será que eles precisam de renda básica ou é luxo de socialista ?

  • Vinicius  29/10/2015 10:57
    Pois é, vamos ver onde vai dar, aparentemente o estado finlandês vai economizar, pois entregar essa renda mínima sai mais barato que gerenciar um monte de programas assistencialistas.
    Mas ainda vamos ver o estrago no mercado de trabalho e no sentimento geral da população.
  • Incauto  24/11/2018 15:00
    E se houvesse redução de impostos? Não ia ser a mesma coisa? Essa renda mínima não tem o mesmo efeito de reduzir impostos, ou devolver parte deles?
  • Jean  29/10/2015 13:15
    Interessante o texto. As pessoas tendem a ser individualista e egoísta por natureza.
  • Charles  29/10/2015 15:34
    É ingenuidade nossa achar que os próprios "planejadores centrais" não sabem que esse sistema é fadado ao fracasso, dentre poucas exceções, acredito eu.

    Porém, cheguei à conclusão de que o planejamento central, restrição de mercados, interferencias economicas, controle de capitais etc... são as ferramentas necessárias para que os mandatários articulem acordos e conchavos, angariem apoio dos seus pares politicos e obtenham sustentação da elite empresarial para que cheguem ao poder e lá se mantenham, tudo isso em detrimento da população.

    Portanto, analiso sempre a saude financeira e moral de um país pelo seu sistema de governo e como a população reage a ele. Por exemplo, no Brasil, a grande revolta da grande massa não é pelo fato do roubo do dinheiro publico nem tampouco pelas constantes violações legais e morais da nação, mas sim pelo fato de que a festa acabou.

    Diante disso, sou a favor de que a recessão se instale e perdure o tempo necessário para que a população aprenda a lição e passe a ter consciência real das suas demandas.

    Nações hoje ricas passaram por grandes privações num passado não muito distante e isso fez com que o "gene da sobrevivência" fosse passado cromossomicamente aos seus descendentes e com isso uma sociedade mais civilizada fosse levantada e mantida. E isso não ocorre no Brasil, onde repetimos a história de fracasso em apenas 50 anos de historia.

  • Luiz Silva  30/10/2015 00:49
    Pros bons economistas daqui, o Mauro Iasi (PCB) já tem a solução: www.youtube.com/watch?v=tznmXqK6ECs
  • Hugo  30/10/2015 13:48
    A verdade é esta:
    Somos animais egoístas todos nós.
    Nenhum de nós quer e e aceita ser dominado por outro.
    Fingimos durante todo o tempo desde que tenhamos êxito com nosso fingimento.
    Somos amavelmente falsos para conquistarmos a paz.
    Aceitamos o outro porque precisamos dele.
    Quem aceita isso numa boa, vive mais feliz.
    Quem discorda é tão egoísta e falso como todos os outros.

    Um falso abraço a todos.
  • Jailma Viana  19/06/2018 22:26
    Prá vc também!!!
  • Refugiado do socialismo  31/10/2015 21:21
    Os idiotas de plantão não percebem, que os socialistas vão usando pequenos benefícios para ir subornado a população até elas se sentirem socialistas.

    Essa renda básica da Filnândia é o maior suborno que já existiu.

    Se fosse no Brasil, uma simples renda básica de 100 reais para todas as pessoas, iria gerar um rombo de 250 bilhões somente com assistêncialismo. No meu caso, 100 reais seria um prejuízo, pois eu pago muito mais do que isso para o governo. Ou seja, que trabalha e ganha mais do que 2 salários mínimos seria prejudicado. Enfim, essa renda básica vem do bolso de alguém que produz alguma coisa.


    Os socialistas não entendem que não adianta nada ter dinheiro se não existe mercadoria. Dinheiro não se come. Dinheiro apenas compra coisas que foram produzidas. Portanto, a única maneira de tirar milhões de pessoas e proporcionar que elas possam consumir coisas é com aumento de produção e abundância de produtos. Se cimento, aço e tijolo custam pouco, mais pessoas terão casas. Casas são produzidas com cimento, tijolo e aço. Não se constrói casas colando notas de dinheiro.

    É por isso que as pessoas fogem do socialismo. Se elas não conseguem produzir para comprar bens, o melhor é sumir do país.

    A minha recomendação para quem vive no Brasil é mudar o idioma de todos os eletrônicos, mudar a região e localização dos eletrônicos, assistir apenas canais de tv estrangeiros, acessar sites estrangeiros e trabalhar com pessoas de outros países. por mais que você esteja no Brasil, tente mudar a sua rotina para se comunicar com pessoas de outros países.
  • Slaine  01/11/2015 09:38
    A sua educação também pode ser de alto nível e totalmente grátis, se vc procurar por conteúdo do EDX, Coursera ou da Khan Academy. Nível do MIT e similares.
  • Shmuel  07/11/2015 14:05
    Slaine, essa é uma ótima dica. Mas só para quem gosta de estudar, que no Brasil deve ser algo ao redor de 0,01% da população.
  • Emerson Luis  20/03/2016 12:53

    Quem nos defenderá de nossos pretensos defensores?

    Quem nos salvará de nossos pretensos salvadores?

    * * *
  • LUIZ F MORAN  09/05/2017 17:31
    É por isso que eu refuto veementemente quem no Brasil vocifera a máxima de que o povo brasileiro é o "culpado" pela péssima situação do país já que "não tem moral" para criticar a classe política e seu estamento burocrático que viabiliza a corrupção sistematizada, pois quando tem uma chance "adota a lei de gerson".
    Com um governo gigante e corrupto como temos no Brasil e uma legislação/justiça ridícula, é tarefa quase impossível empreender e prosperar sem cair na armadilha fascista-burocrática.
    Num país onde realmente exista o capitalismo e o livre mercado em sua substância (isso não há no Brasil), amparado por leis que combatam e punam realmente a corrupção, a prosperidade e o empreendedorismo são a regra.
    Quem conhece Miami sabe que a maioria dos cubanos que migraram para lá nos anos 60, fugindo do regime sanguinário dos Castros, é empresário de sucesso ou no mínimo vive de forma decente. Entretanto, seus compatriotas que não conseguiram migrar permanecendo em Cuba e conseguiram sobreviver ao genocídio castrista, estão hoje presos em seu próprio país, e são em sua grande maioria miseráveis vivendo de forma sub-humana.
  • Maroto   21/05/2018 15:35


  • Vladimir  21/05/2018 16:09
    E eu aqui achando que o principal problema de um país era a pobreza. Descubro agora que a pobreza é tranquilo, e que o principal problema é o fato de um ter uma BMW e o outro ter um Palio...
    É cada ignaro que povoa esse mundo fazendo pose de sábio. E o pior é que tem muito desinformado que vai na onda.
  • Auxiliar  21/05/2018 16:11
    A riqueza de Bill Gates (US$ 92 bilhões) deve ser 2.000.000 vezes maior que sua. Mas será que ele ingere 2.000.000 vezes mais calorias, proteínas, carboidratos e gordura saturada do que você? Será que as refeições dele são 2.000.000 vezes mais saborosas que as suas? Será que seus filhos são 2.000.000 vezes mais cultos que os seus? Será que ele pode viajar para a Europa ou para a Ásia 2.000.000 vezes mais rápido ou mais seguro? Será que ele pode viver 2.000.000 vezes mais do que você?

    O capitalismo que gerou essa desigualdade é o mesmo que hoje permite com que boa parte do mundo possa viver com uma qualidade de vida muito melhor que a dos reis de antigamente. Hoje vivemos em condições melhores do que praticamente qualquer pessoa do século XVIII.

    Diferenças na propriedade de ativos não significam uma igual diferença no padrão de vida, embora várias pessoas tenham esse fetiche.

    Sempre que ouço uma pessoa parolando sobre desigualdade, pergunto: será que ela está genuinamente preocupada com os pobres ou está apenas indignada com os ricos?

    E aí eu faço o teste: pergunto se ela aceitaria que os ricos ficassem ainda mais ricos se isso, no entanto, significasse condições de vida melhores para os mais pobres. Se a resposta for "não", então ela está admitindo que está incomodada apenas com o que os ricos têm, e não com o que os pobres não têm. Já se a resposta for "sim", então a desigualdade de renda é irrelevante.


    A preocupação deveria ser não com a pobreza relativa, mas sim com a pobreza absoluta. E esta, graças ao capitalismo, está nos menores níveis da história.

    De resto, o que é melhor para os pobres: ter renda e consumo sabendo que a elite de seu país é muito mais rica do que eles jamais serão, ou passar fome com o consolo de que sua elite é formada de milionários e não bilionários? Pobreza ou desigualdade?

    Se o objetivo é melhorar as condições de vida humana, dando uma vida digna a todos, nossa preocupação é com a pobreza, e não com a desigualdade.

    Pobreza diz respeito às condições absolutas em que alguém se encontra. Tem comida? Acesso a água potável? Habitação? Trabalho? Seus filhos podem frequentar uma escola ou se veem forçados a trabalhar? Os critérios são muitos.

    Já desigualdade é uma variável relativa, que nada diz sobre as condições absolutas de vida. Um país que tenha uma pequena parcela de milionários e o restante da população passe fome é muito desigual. Já um onde todos passem fome é igualitário. A condição objetiva dos pobres em ambos, contudo, é a mesma.

    Igualmente, se os mais pobres viverem como milionários, e os mais ricos sejam uma pequena parcela de trilionários, a desigualdade será grande.

    A tendência mundial das últimas décadas tem sido o aumento da desigualdade dentro de cada país. Mas se olharmos para o mundo como um todo, comparando cidadãos de países pobres com os de países ricos como se a Terra fosse uma grande nação, a desigualdade vem caindo. A distância entre o cidadão médio de um país pobre para o de um país rico diminuiu.

    O principal índice para se medir a desigualdade econômica dentro dos países é o índice de GINI. Em geral, maior riqueza está associada a maior igualdade; só que há muitas e muitas exceções. Pelo índice de GINI, os EUA são mais desiguais que o Senegal. O Afeganistão é das nações mais igualitárias do mundo (o Canadá é mais desigual que o Afeganistão). Pelo mesmo índice, o Canadá é mais desigual que Bangladesh, a Nova Zelândia é mais desigual que o Timor Leste, a Austrália é mais desigual que o Cazaquistão, o Japão é mais desigual que o Nepal e a Etiópia.

    Onde os pobres vivem melhor: na Austrália (mais desigual) ou na Índia (menos desigual)?

    Em qualquer discussão sobre desigualdade, estas são as quatro perguntas que têm de ser feitas

    A desigualdade é um indicador errado e enganoso - concentre-se na pobreza

    Como a desigualdade de riqueza acaba reduzindo a pobreza

    Por que é impossível acabar com a pobreza por meio da redistribuição de renda

    A verdadeira catástrofe é acreditar que a desigualdade de renda é uma catástrofe
  • Carlos  21/05/2018 16:14
    O que realmente impressiona é que esse instituto já publicou trocentos artigos sobre desigualdade, refutando absolutamente todos os clichês ditos sobre o assunto. E ainda assim os caras que acham que "desigualdade é ruim e deve ser abolida" sempre vêm com os mesmíssimos argumentos fajutos, os quais já foram rebatidos ad nauseam

    Esquece, um país com essa massa de semi-letrados não tem a mais mínima solução.
  • Flávio Ferreira  21/05/2018 19:29
    Minha resposta é ao sujeito que se diz Maroto e que postou um vídeo de uma palestra de Richard Wilkinson sobre como a desigualdade supostamente causa uma série de males sociais. A teoria de Wilkinson já foi amplamente refutada por estudos sérios. Um resumo em PINKER, Steven. Enlightement now: the case for reason, science, humanism and progress. New York: Viking, 2018, p. 100-01 e capítulo 18.

    Confira também, de forma mais detalhada: SAUNDERS, P. Beware false prophets: Equality, the good society and the spirit level. London: The Policy Exchange, 2010; SNOWDON, C. The spirit level delusion: Fact-checking the left's new theory of everything. Ripon, UK: Little Dice, 2010 (blog do mesmo autor spiritleveldelusion.blogspot.co.uk/ ); WINSHIP, S. Overstating the costs of inequality. National Affairs, Spring 2013 e KELLEY, J. & EVANS, M.D.R. Societal income inequality and individual subjective well-being: results from 68 societies and over 200,000 individuals, 1981-2008. Social Science Research, 2016, 62, p. 1-23.
  • Banzo  21/05/2018 19:41
    Mais um dá série:

    "Como fabricar um problema cuja única solução é aumentar ainda mais a concentração de poder e riqueza nas mãos do estado."

    A quantidade de mentecapto que ainda cai nesse velho truque no Brasil explica o nosso fracasso.
  • Bode  23/05/2018 01:04
    Países com menor desigualdade e menos problemas, a exemplo do Japão e países escandinavos citados no video, curiosamente são aqueles de população mais homogênea. A menor desigualdade e menos problemas sociais é o resultado dessa homogeneidade populacional. O orador cometeu um erro na conclusão.
  • marcelogalhardifranco@gmail.com  21/05/2018 15:45
    Alguém me tira uma dúvida?

    Vemos a Alemanha por exemplo, um país com um estado totalmente forte que se encontra em 4 lugar no índice de desenvolvimento humano. Alguém pode me explicar melhor como funciona a economia alemã? Existe até uma galera que diz que lá rola uma distribuição de renda e até evitam de chamar a Alemanha de um país capitalista.
  • Ciro  21/05/2018 16:19
    "estado totalmente forte"?!

    Putaquiupariu, hein? (E não me xingue por ser "baixo nível"; estou apenas imitando Ciro Gomes, o herói dessa gente).

    Aprenda um pouquinho sobre a economia alemã:

    Alemanha: um êxito econômico contra o keynesianismo

    Como se deu o milagre econômico alemão do pós-guerra
  • Leigo  22/05/2018 12:31
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2016
  • Pobre Paulista  21/05/2018 17:07
    Num mundo individualista, as pessoas podem viver de acordo com seus próprios princípios e, por exemplo, podem se unir em sociedades "igualitárias", se assim quiserem.

    Já num mundo coletivista, as pessoas não podem viver segundo seus próprios princípios e são obrigadas a seguir valores e princípios que não necessariamente são os que elas concordam ou desejam.

    Um mundo individualista é acima de tudo mais justo que um mundo coletivista.
  • Cristiane de Lira Silva  21/05/2018 17:22
    Vou falar não como uma intelectual ( que eu não sou) mas como alguém que conversa com pessoas de classes sociais diferentes de direita ou de esquerda aqui na minha cidade e outras próximas. Esse argumento (ou opinião) de vocês liberais de imposto é roubo eu só encontro aqui na internet. Para absolutamente todas as pessoas com quem converso o imposto é visto como algo justo desde que seja devolvido ao contribuinte sob a forma de melhores serviços públicos (principalmente em educação e saúde). Elas estão vendo imposto como roubo apenas porque pensam que os impostos foram roubados nos escândalos da lava-jato entre outros. É muito impopular, mesmo entre os bolsominions que conheço (não dá pra quebrar relações só por causa de diferenças políticas), a ideia da privatização, por exemplo. Eu concordo que as privatizações seriam o melhor, mas essa opinião por aqui ainda é muito impopular tanto à esquerda quanto à direita. A mentalidade das pessoas ainda é, eu admito, excessivamente estatista. Eu não sou liberal/libertária, mas sei que o povo ainda quer estado demais.
    Há alguns motoristas no Uber achando legal que o negócio seja regularizado pelo estado, que se cobre impostos. Essa parte é incompreensível até pra mim que sou de esquerda, mas é assim que estão as coisas. A boa notícia pra vocês é que há mais liberais, pelo menos na internet.
  • Pobre Paulista  21/05/2018 20:32
    Então o fato de eu ser obrigado a dar dinheiro para alguém sob ameaça de violência só é considerado um roubo na internet. Legal saber, vou pessoalmente lhe exigir dinheiro então, você não poderá reclamar de roubo.
  • Luis  21/05/2018 23:46
    Imposto não é roubo. É uma mistura fe extorsão com estelionato. Lula não foi condenado por roubo, foi propina e lavagem de dinheiro.
  • Desconhecido  21/05/2018 21:33
    Isso não é uma opinião (imposto é roubo), mas uma constatação lógica e semântica. Atente-se que a sua constatação independe do juízo que as pessoas fazem sobre os impostos.

    Agora você pode até acha que a sociedade depende da existência de um estado e, por consequência, do imposto, mas aí é uma outra discussão. Agora que é roubo é roubo.
  • Burgues  21/05/2018 21:33
    O imposto é um roubo, nao importa o q essas pessoas achem. Se vc pelo menos tentasse ler alguns artigos mais "Libertarios" desse instituto, ia vai ver que é impossivel o estado devolver integralmente o que ele roubou via imposto em saude e educacao é so olhar pro brasil pra ver

    Quanto a esses bolsominions/direitistas/pessoas normais tem mais e que se f.. mesmo e ter um estado grande mesmo
  • Pensador Capitalista Pr%C3%83%C2%A1tico  22/05/2018 10:49
    Isto é piada de mau gosto ou fina ironia?Pois quem quer ter estado gigante é a esquerda e seus acéfalos,a direita está engatinhando nesse campo.Vamos tomar o Poder um dia e implantar a agenda direitista que é menos estado,menos impostos,menos inflação e mais empregos e prosperidade para todos.
  • Jailma Viana  19/06/2018 22:38
    Cara Cristiane de Lira e Silva,
    Amei o seu comentário. Tanto que até quase passei a amar você. Sério. Vc deu nó nos meus neurônios.
    Você se diz de esquerda e consegue pensar. Argumenta. E com bons exemplos. Realmente tenho que rever meus conceitos.
    Fraternal abraço
  • airton  22/05/2018 15:18
    A última frase do texto é perfeita em sua conclusão.
  • Ismael Barros  22/05/2018 15:29
    E por falar em Venezuela, já está se fortalecendo a ideia de q os EUA estão por trás da crise venezuelana, devido o fato da Venezuela ser rica em petróleo.
  • Pensador Capitalista Pr%C3%83%C2%A1tico  22/05/2018 16:17
    Especifique como os Estados Unidos fazem uma outra economia empobrecer sem ser com sanções econômicas,gostaria que os esquerdopatas ensinassem para nós como é o modus operandi dos Estados Unidos afundar uma economia sem promover sanções econômicas?

    Está feito o desafio!!! Argumentem e provem por A + B tal feito.
  • Ismael Barros  22/05/2018 17:03
    Na verdade, eu não estou apoiando a ideia, pelo contrário, eu sei q é mentira, só q agora está ganhando força com o apoio de grandes "intelectuais" de algumas universidades federais. Já vi, em diversos grupos sobre política, pessoas defendendo essa ideia e compartilhando um vídeo de um professor da USP (se não me engano) explicando a "falácia" do fracasso socialista na Venezuela.
    Desculpe-me se me expressei mal!
  • Pensador Capitalista Pr%C3%83%C2%A1tico  22/05/2018 17:43
    OK!!!
  • 4lex5andro  22/05/2018 18:00
    O ponto talvez, seria que os EUA ao importarem grande parte do petróleo venezuelano, acabam por financiar a manutenção do regime ditatorial lá, mesmo que indiretamente.

    E isso, ao mesmo tempo em que a diplomacia norte-americana condena o modus-operandi em governo lá em Caracas, sem no entanto converter essa censura em corte nas compras do "ouro negro" caribenho.
  • Renato  22/05/2018 15:36
    Por que diabos nunca leio em lugar algum que estes desastres civilizatórios são propositadamente executados? Exemplo neste texto: "A Venezuela, infelizmente, não aprendeu nada com o experimento cubano". Por que não lemos que, no lugar do eufemismo citado, nunca vemos em lugar nenhum algo como "governante Venezuelano optou por escravizar sua população", ou algo do tipo?
  • Tulio  22/05/2018 15:59
    "Por que não lemos que, no lugar do eufemismo citado, nunca vemos em lugar nenhum algo como "governante Venezuelano optou por escravizar sua população", ou algo do tipo?"

    Ué, mas dizer que o governo escraviza sua população é exatamente tudo o que este site sempre diz (e pelo qual ele sempre é criticado pelos "moderados").

    Eis o artigo mais recente sobre isso:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2882
  • Andries Viljoen  22/11/2018 00:45
    Aos comunistas/socialistas, hoje, em 2018, informo existe uma epidemia de sarna na Venezuela e diversos outros problemas. E o capitalismo continua deixando os ricos mais ricos.

    Cuidado com as ideologias, pessoal, não sou comunista... flerto com o capitalismo, porém, acredito que ambos os conceitos estão sendo ultrapassados pelas mudanças que vêm ocorrendo nas relações de empregado e empregador (que no fim das contas é sobre o que tudo isso trata).

    Dos comentários que li, existe um que me chamou bastante a atenção:
    "Talvez o problema não esteja na ideologia política ou econômica, mas na falha da construção de um ser humano justo e ético. Olhemos para as crianças!!"
  • Carlos Roberto Trannin  24/02/2019 11:58
    O esquerdista acredita que os problemas do mundo são a desigualdade e a opressão contra as quais ele se sente chamado a lutar. Ser socialista é uma sensação de pertencimento, uma identidade, um sentir-se bem e não uma questão de resultados, que para ele é discutível.
    Se a igualdade trouxer pobreza,se a desigualdade riqueza e se o governo socialista trouxer opressão, ele vai dar uma explicação para isso contando com o apoio de uma rede de sites, comentaristas e amigos esquerdistas. Ninguém solta a mão de ninguém. O esquerdismo é uma forma de idolatria e dissociação.
    Eleja um partido de esquerda e ganhe inteiramente de brinde os quatro cavaleiros do apocalipse: doenças, guerras, fome e morte.
    Receba também inteiramente de graça um kit recessão, déficit público, estatismo, desemprego, inflação e ditadura.
    A esquerda promete o céu e entrega o inferno.


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