N. do T.: com a entrada em vigor no Brasil do projeto de lei (“álcool zero”) que proíbe a ingestão de qualquer quantidade de álcool por motoristas, o estado mostra mais uma vez que é incapaz de distinguir entre causa e efeito. Os americanos também enfrentam problemas semelhantes — apesar de que lá o teor permitido de álcool no sangue está em 0,08 — e Lew Rockwell explica a situação.
Em novembro de 2000, o ex-presidente Clinton ratificou um projeto de lei aprovado pelo Congresso que ordenava que os estados adotassem novos e mais onerosos padrões anti-embriaguez ao volante. Caso não fizessem isso, os estados iriam deixar de receber fundos federais para suas estradas. É isso mesmo: o antigo truque da chantagem rodoviária. Obviamente, os estados criaram novas e mais rigorosas leis contra a embriaguez ao volante, reagindo como esperado à chantagem federal.
Os federais declararam que um nível de álcool no sangue de 0,08 por cento ou maior é algo criminoso e deve ser severamente punido. A Associação Nacional dos Restaurantes está totalmente correta ao dizer que esse nível é absurdamente baixo. A esmagadora maioria dos acidentes relacionados à direção embriagada envolve réus contumazes com um nível de álcool no sangue duas vezes maior do que aquela. Se o padrão de 0,1 não os detém, um padrão mais baixo também não logrará êxito.
Mas há um ponto mais importante. O que exatamente está sendo criminalizado? Não é a falta de perícia ao volante. Não é a destruição da propriedade. Não é o extermínio de uma vida humana por causa de um comportamento imprudente. O que está sendo criminalizado é você ter a substância errada no seu sangue. No entanto, é de fato possível ter essa substância no seu sangue, mesmo ao dirigir, e não cometer nada que seja sequer semelhante ao que tradicionalmente se considera um crime.
Qual é a consequência de permitir que o governo criminalize o conteúdo do nosso sangue ao invés das ações em si? Demos ao governo o poder de tornar a aplicação das leis arbitrária, imprevisível e dependente do julgamento de policiais e técnicos. De fato, sem o “bafômetro” governamental, não há como saber ao certo se estamos infringindo a lei.
É claro, podemos fazer cálculos informais na nossa cabeça, baseando-se no nosso peso e na quantidade de álcool que ingerimos durante um certo período de tempo. Mas, na melhor das hipóteses, essas serão apenas estimativas. Temos de esperar que o governo nos ministre um teste que nos diga se somos criminosos ou não. Não é dessa maneira que a lei deve funcionar. Na realidade, isso é uma forma de tirania.
Por outro lado, a reação imediata é mais ou menos assim: dirigir alcoolizado tem de ser algo ilegal porque a probabilidade de causar um acidente aumenta dramaticamente quando você bebe. A resposta é bem simples: em uma sociedade livre, o governo não deve lidar com probabilidades. A lei deveria lidar com ações e com ações apenas, e somente na medida em que estas causarem danos a pessoas ou à propriedade. Probabilidades são para as seguradoras, que devem avaliá-las em um ambiente competitivo e voluntário.
É por isso que a campanha contra a perseguição racial é intuitivamente plausível para muitos: certamente uma pessoa não deveria ser perseguida somente porque alguns grupos demográficos apresentam uma taxa de criminalidade maior do que outros. O governo deveria estar impedindo e punindo crimes em si, não probabilidades e propensões. Da mesma forma, não deveria haver essa perseguição a motoristas, cuja ideia assumida é a de que só porque uma pessoa tomou alguns goles ela automaticamente passa a ser um perigo.
De fato, essa perseguição a motoristas é pior do que a perseguição racial, porque esta última apenas sugere que a polícia está mais vigilante, e não que ela esteja necessariamente criminalizando toda uma raça. Apesar da propaganda, o que está sendo criminalizado no caso da direção embriagada não é a probabilidade de a pessoa dirigindo se envolver em um acidente, mas, sim, a questão do teor de álcool no sangue. Um motorista que ingeriu álcool é humilhado e destruído mesmo que não tenha cometido dano algum.
Obviamente, a execução da lei é um problema sério. Um número considerável de pessoas saindo de um bar ou de um restaurante provavelmente seria classificado como motoristas embriagados. Mas não há como a polícia saber, a menos que eles desconfiem de um carro que esteja em zigue-zague ou flagrem manobras imprudentes. Mas aí a questão muda: por que não multar o motorista apenas pela manobra temerária e deixar o álcool de fora? Por que não?
Para ressaltar o fato de que o que está sendo criminalizado é a quantidade de bebida ingerida, o governo organiza essas ultrajantes barreiras policiais, que violam completamente as liberdades civis, apenas para parar as pessoas e checar seu sangue — mesmo quando elas não fizeram absolutamente nada. Esse é um ataque repulsivo à liberdade, um ataque que insinua que o governo tem e deve ter controle total sobre nós, controle esse que se estende até questões biológicas internas. Mas de algum modo aceitamos esse ultraje porque já admitimos a hipótese primeira de que o governo deve nos punir pelo conteúdo do nosso sangue, e não apenas por nossas ações.
Existem muitos fatores que fazem com que uma pessoa esteja dirigindo deficientemente. Ela pode estar com os músculos doloridos após uma sessão de levantamento de peso e apresentar reações mais lentas. Ela pode estar sonolenta. Ela pode estar de mau humor, ou irritada por ter brigado com o cônjuge. Será que o governo deveria ministrar testes de irritação, testes de cansaço, ou testes de dor muscular? Esse é o próximo passo, e não se surpreenda quando o Congresso começar a estudar essa questão.
Já está em movimento uma lei que vai proibir o uso de celulares quando se está dirigindo. Tal absurdidade vem da ideia de que o governo deve fazer julgamentos sobre o que nós supostamente estamos propensos a fazer.
E tem mais: algumas pessoas dirigem mais seguramente após alguns drinques, precisamente pelo fato de elas saberem que seu tempo de reação foi diminuído e que, por isso, elas devem prestar mais atenção na segurança. Todos nós conhecemos pessoas que têm uma incrível capacidade de dirigir perfeitamente bem mesmo após terem bebido. Elas deveriam ser liberadas das forças da lei, e só serem punidas caso de fato fizessem algo errado.
Devemos colocar um fim imediato a este modismo. Direção alcoolizada deveria ser legalizada. E, por favor, não me escreva dizendo: “Fiquei ofendido com sua insensibilidade porque minha mãe foi morta por um motorista bêbado”. Qualquer pessoa responsável pela morte de uma outra deve responder por homicídio culposo ou assassinato, e deve ser punida de acordo. Mas é incorreto punir um assassino não por causa do seu crime mas por causa de alguma consideração biológica. É como dizer que o atropelador deve ser condenado pois tinha cabelo vermelho.
Assaltantes de banco costumam usar máscaras, mas o crime que eles cometeram nada tem a ver com a máscara. Da mesma maneira, motoristas ébrios provocam acidentes, mas motoristas sóbrios também; e muitos motoristas ébrios não causam acidente algum. A lei deveria se concentrar em violações contra a pessoa e contra a propriedade, não em excentricidades científicas como o conteúdo sanguíneo.
Há um último ponto contra o projeto de lei de Clinton. Trata-se de uma violação dos direitos dos estados. Não há uma autorização na Constituição que permita ao governo federal legislar o teor de álcool no sangue. Além disso, a décima emenda deveria ser suficiente para impedir que o governo o fizesse. A questão da embriaguez na direção deveria ser retornada aos estados, e então cada estado deveria libertar os motoristas desta tirania.
Este artigo foi originalmente publicado no Mises Institute.
vc é no mínimo ridículo. Já viu as estatisticas? É fato, dirigir embriagado é perigoso! Acorda!
Cedila, outra dia vi uma estatística que mostrava que 80% dos crimes são cometidos por homens, de 16 a 25 anos de idade, negros. Devemos considerar que esse perfil é perigoso? Você defende que se prenda esses indivíduos antes de cometerem um crime?\r
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Pois essa é a questão – como pode alguém ser acusado de um crime antes de cometê-lo?\r
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E há provavelmente estatísticas que mostram que pessoas que estão nervosas são mais perigosas ao volante, e causam mais acidentes fatais. Você sugere que se proíba que pessoas nervosas dirijam?
Helio, se a Cedila for uma pessoa lógica, ela tem de defender que negros de 16 a 25 anos de idade sejam presos antecipadamente, só pra garantir. Assim como também ela tem de defender que o estado crie leis que proíbam as pessoas de sair de casa se estiverem nervosas.
Aliás, fica a pergunta: eu posso fechar os olhos enquanto dirijo? Sem dúvida, é mais perigoso fazer isso do que dirigir após uma Skol. Logo, há que se criar uma lei que exija a presença de fiscais do estado dentro de absolutamente todos os automóveis, para impdedir que os motoristas pisquem os olhos mais demoradamente.
cedila disse: “… dirigir embriagado é perigoso! Acorda!”
Perseguir as pessoas antes que elas cometam crimes de verdade é perigoso! Acorda!
Sem entrar no mérito de se é correto proibir ou não, acho um erro comparar da maneira como foi comparado o uso de estatísticas no caso da discriminação racial e no caso da direção embriagada, porque correlação não implica causalidade. É biologicamente comprovado que um maior teor de álcool no sangue afete a coordenação motora e os reflexos, enquanto a influência dos genes em certos comportamentos criminosos é uma área cinzenta e, em minha opinião, perigosa da ciência.
Ricardo Wanderley,
Dirigir com fome e sono pode causar acidentes… Falo por experiência própria…
Assim, por que não criar um “esfomeômetro”, um “estressômetro” e um “sonômetro”?
Repito: se dirigir sob influência de álcool causa acidentes; dirigir com sono, fome ou estressado também! Especialmente antes do almoço, após uma cansativa jornada de trabalho.
Por ora, aqueles que desejam controlar tudo e a todos terão que se dar por satisfeitos com a tecnologia atual: o bafômetro. No momento em que descobrirem uma forma de ler a mente humana – um chip implantado no cérebro do indivíduo, por exemplo – ai poderão acompanhar o que se passa na cabeça de cada um de nós: saberão de antemão se estamos com fome, sono ou nervosos (isto em uma perspectiva otimista). E o dia em que descobrirem tal tecnologia e impingirem-na sobre nós (por força de lei, visando o “bem comum”); neste dia, dificilmente você saberá a diferença entre ser livre e ser um escravo.
Ao invés de dar azas à tirania, prefiro o convencimento, a educação e não o monitoramento e a repressão baseada em presunções destacadas de casos concretos. Não é para menos a primeira frase deste comentário. Que esta sirva de lição a todos.
amigos,li o texto e fiquei simplesmente decepcionado com tamanha ignorancia
desde quando devemos punir um crime apenas se este se consumar?? Isso é um absurdo,afirmar isso é comprovar sua própria ignorancia.
Quer dizer então que se eu deixar meu filho dormindo ao lado de fios desencapados e nada ocorrer,não é crime?
ahh pelo amor de deus
Ao dirigir alcoolizado voce está colocando sua vida em risco e principalmente a vida dos outros em risco
Afirmar que uma pessoa é apta a decidir se pode dirigir ou não?? Ridiculo! mesma coisa permitir que uma criança ande armada..Como isso poderia funcionar??
aos economistas,na duvida sobre LEIS,perguntem alguem formado em direito..afinal : direito não é senso comum e nao é intuitivo..
mcmoraes,desculpe no momento estou sem tempo para ler a obra completa
qual capitulo voce gostaria mais especificamente??
novamente sobre o texto :
“Mas há um ponto mais importante. O que exatamente está sendo criminalizado? Não é a falta de perícia ao volante. Não é a destruição da propriedade. Não é o extermínio de uma vida humana por causa de um comportamento imprudente. O que está sendo criminalizado é você ter a substância errada no seu sangue.”
Ora..a substância errada no seu sangue.
Art. 130 – Expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está contaminado:
Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.
(vamos continuar no exemplo do sangue,que o autor coloca como se fosse algo banal)
A transmissão de uma doença venerea nao ocorre em 100% dos casos ( assim como acidentes com motoristas alcoolizados não ocorrem 100% das vezes)
ambos sao crimes de PERIGO,basta ter posto o sujeito passivo em risco (a coletividade ou uma pessoa determinada) para que seja CRIME.
o que o autor propoe é insano,ele diz com todas as palavras : se voce souber que possui AIDS e possua um fetiche por praticar sexo desprotegido ( quem é o estado para me impedir ?? segundo o autor) com uma pessoa desinformada,não haverá crime,desde que ela nao contraia a doença.
É evidente que a pessoa passou por um enorme risco,o fato de não ter sofrido dano concreto extirpa a possibilidade punir o agente ???
transfiram o pensamento para a direção sob efeitos do alcool..respeitando a proporção,é a mesma coisa
Outro ponto que gostaria de abordar novamente :
lhes parece realmente razoavel atribuir ao motorista que ingeriu alguns drinks decidir se está apto a dirigir ou não???
Acho que não muito o que discordar deste ponto..confiar na auto-censura e alcool nao me parece muito inteligente,ainda mais quando misturados.
Segundo o SUPER FREAKONOMICS é mais perigoso andar a pé bêbado do que dirigir mais isso pensando no manguaceiro.\r
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E para as pessoas que estão andando tranquilamente em uma calçada ou paradas em um ponto de ônibus?\r
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Tudo isso podemos considerar que o Estado sempre fala: que pela culpa de poucos a maioria paga o preço…\r
a revista Veja fez uma reportagem a algum tempo atras passando dados para tentar justificar a nova lei.
o problema é que eles sem querer, deram dados que dizem exatamente o contrário. dirigir com álcool no sangue causa MENOS acidentes! explico:
a reportagem (veja.abril.com.br/090708/p_060.shtml) começa dizendo que 50% dos acidentes são causados por pessoas com álcool no sangue e que “Trata-se de uma porcentagem altíssima” e deve ser combatido. depois, a mesma reportagem apresenta o resultado de uma pesquisa feita em São Paulo, onde, em batidas policiais, fizeram 3 mil averiguações com o bafometro, pelo período de um ano antes da nova lei.
o que eles constataram foi que 500 estavam acima do limite legal da lei antiga, 1250 estavam com álcool no sangue mas baixo do limite antigo, e os 1250 restantes estavam sóbrios.
ora, eles acabam de dizer uma coisa, e logo após mostram informações que, combinadas com a anterior, nega toda a teoria!
se 50% dos acidentes são causados por pessoas alcoolizadas, consequentemente 50% são causados por pessoas sóbrias.
num universo, apresentado pela pesquisa, de 58% ((500+1250)/3000) de pessoas alcoolizadas dirigindo, e 42% de sóbrias, era de se esperar que, se o álcool não afetasse o índice de acidentes, que a proporção se repetisse.
mas não é isso que vemos, se 42% de sóbrios causam 50% dos acidentes, seria mais sensato dizer que dirigir sóbrio é mais perigoso!
e não para por ai, a reportagem tem um quadro (veja.abril.com.br/090708/imagens/brasil7.jpg) comparando a qtde de mortes por 100 mil em 3 países, com o limite imposto por lei, e o mais importante, a % de pessoas alcoolizadas que causaram acidentes. neste quadro, diz que a França tem o maior índice de acidentes causados por pessoas alcoolizadas (34%) ao mesmo tempo que tem o menor numero de mortes (7) por 100 mil. ou seja, outra evidencia contra a teoria.
minha teoria sobre isso é que pessoas alcoolizadas tem mais medo de cometerem erros pois tem conhecimento de sua condição, e dirigem mais cautelosamente do que as sóbrias. enfim, estatística é isso. sem saber como interpretar, vc só vai ser enganado. e o que os legisladores mais gostam de fazer é te enganar pra implementar leis em que eles possam te roubar mais.
[]’s
“Por outro lado, a reação imediata é mais ou menos assim: dirigir alcoolizado tem de ser algo ilegal porque a probabilidade de causar um acidente aumenta dramaticamente quando você bebe. A resposta é bem simples: em uma sociedade livre, o governo não deve lidar com probabilidades. A lei deveria lidar com ações e com ações apenas, e somente na medida em que estas causarem danos a pessoas ou à propriedade. Probabilidades são para as seguradoras, que devem avaliá-las em um ambiente competitivo e voluntário.”\r
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O Direito pode trabalhar com fatos? Probabilidades são para as seguradoras? Discordo totalmente. o Direito trabalha com evidências as quais tornam uma narrativa provável ou improvável, sendo absolutamente incoerente acreditar que tais “fatos” (discordo absolutamente da idéia “realista”, e, portanto, a idéia de “fatos” por traz de “a lei deveria lidar com ações e com ações apenas” é, a meu ver, uma idéia romântica segundo a qual o Direito poderia perseguir o que de fato ocorreu, como se fosse um identificador da verdade) ocorreram com probabilidade 1. Necessariamente, então, trabalha-se com generalizações, sim (ou seja, probabilidades entre 0 e 1, sendo estranho incluí-los – o “0” e o “1” – sobretudo o “1”). A questão é outra, e bastante diferente. Critérios podem dizer quais probabilidades são razoáveis (excluindo, portanto, argumentações do tipo “80% dos crimes são cometidos por homens, de 16 a 25 anos de idade, negros”; critérios etnológicos, por exemplo, poderiam ser excluídos sem problemas. aliás, por uma questão de causalidade probabilística, não faz sentido sequer dizer que nascer negro e ter entre 16 a 25 anos provavelmente aumenta a quantidade de crimes; também não significa que o Direito deve trabalhar com essa mesma margem, ou seja, a de responsabilizar, juridicamente, 8 de 10 negros, já que se pode trabalhar com princípios do tipo “in dubio pro reo” e “além da dúvida razoável”). A questão é quem dita quais generalizações são “razoáveis” e quais não; é uma questão, portanto, de quem deve poder oferecer critérios e usá-los em cortes. Não é uma questão, a meu ver, de “o Direito deve trabalhar com fatos” e excluir probabilidades ou generalizações. Isto é impossível.
Esses slides têm tudo a ver com este artigo e seus comentários: mises.org.br/FileUp.aspx?id=79
Outro dia eu tive uma discussão a respeito dessa lei. E eu disse, “não, eu não acho que a polícia deveria andar por aí fiscalizando quem bebeu e quem não bebeu.”\r
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Ao que o interlocutor replicou, como faz a maioria das pessoas, “então você acha que não tem problema nenhum as pessoas saírem por aí dirigindo bêbadas e matando pessoas?”\r
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É o pensamento típico. Vamos imaginar como essa conversa poderia ter prosseguido:\r
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[n]- Peraí. Eu não disse que acho ok ninguém matar ninguém, esteja o assassino bêbado ou sóbrio.[/n]\r
– Mas é isso que acontece, a pessoa bebe e mata no trânsito. Eu acho que tinha que ter mais fiscalização sim, e até prender quem se recusa a passar pelo teste do bafômetro!\r
[n]- Vamos ver. Você concorda que nem todo mundo que bebe mata no trânsito não é? Em todo caso, as estatísticas mostram que apenas 25% das mortes no trânsito estão relacionadas à bebida.[/n]\r
– Certo.\r
[n]- Ok. Bom, então estamos de acordo. Beber e matar no trânsito é apenas uma probabilidade. Nem todo mundo que bebe, mata. E muitas pessoas que não bebem, matam. Correto até aí?[/n]\r
– Ok…\r
[n]- Você certamente também concorda que o orçamento do governo é limitado. Não dá para fazer tudo, não é? Mesmo que o governo aumentasse os impostos, a verba não é infinita. Então, governar é fazer escolhas, não é?[/n]\r
– Tá… mas e daí?\r
[n]- Tem milhares – talvez milhões – de pessoas nas filas dos hospitais, esperando por cirurgias. Elas vão morrer sem essas cirurgias, não é uma probabilidade, é uma certeza.[/u]\r
– Era só ter mais dinheiro pra saúde…\r
[n]- Então, faz o seguinte, você vai lá no hospital e explica pro paciente esperando a cirurgia que ele vai morrer, porque o dinheiro que poderia pagar pela cirurgia está sendo gasto para procurar pessoas que, talvez tenham bebido, e que talvez, quem sabe, um dia, possam vir a causar um acidente de trânsito. Explica para o paciente que ele vai certamente morrer porque é mais importante prevenir a possibilidade de uma outra morte.[/n]\r
– É só ter mais dinheiro…\r
[n]- Doa o teu salário todo pra prefeitura! Tchau![/n]
Este é o pior texto do Rockwell que eu já li.
#1 Em uma estrada privada com policiamento privado, seria razoável multar quem utilize o serviço embriagado? Claro que sim! Assim como bancos restringem acesso de pessoas armadas, estabelecimentos comerciais impedem a entrada de gente sem camisa, restaurantes tem área rezervada para fumantes etc. É razoável restringir algumas liberdades de um cliente em prol do bem-estar de todos os clientes.
#2 Dificilmente alguém é parado arbitrariamente por um policial rodoviário. No geral, já estava fazendo barbeiragem.
Concordo com o autor e vou além, tem que acabar a proibição de pilotar avião alcoolizado. Já ouvi também que alguns pilotos manobram muito melhor o avião depois de umas cachacinhas, ficam mais cuidadosos sabe?
O próximo passo é discutir se o alcool não ajudaria também os cirurgiões a operarem melhor, quem sabe o Lew Rockwell não conhece algum médico que opera bem melhor depois de passar num boteco?
Pilotos trabalham para empresas que servem seus clientes. Basta estar no contrato a proibição de que pilotos usem drogas que alteram a pessoa.
O mesmo para médicos.
Agora para motoristas, as ruas deveriam ser propriedas privadas para existerem esses contratos.
“Aceito não usar drogas como álccol, xxx, yyy, quando dirigir em ruas da empresa tal.
Multa pela infração zzz.”
Já existem leis para infrações no trânsito, como por exemplo furar sinal e dirigir na contra-mão. Coisas que podem ser feitas tanto por quem está embriagado quanto por quem está sóbrio. Se houvesse uma melhor fiscalização e punição, poderia diminuir os acidentes sem considerar o que está na corrente sanguinea da pessoa.
“E, por favor, não me escreva dizendo: “Fiquei ofendido com sua insensibilidade porque minha mãe foi morta por um motorista bêbado”. Qualquer pessoa responsável pela morte de uma outra deve responder por homicídio culposo ou assassinato, e deve ser punida de acordo.”
Prender o sujeito não vai ressuscitar ninguém mas essa lei seca impede que pessoas morram.
Prefiro perder a liberdade de cometer um ato imprudente que é mero capricho do que colocar a vidas dos outros em perigo.
Se eu fosse dono de uma rua, não deixaria ninguém dirigir alcoolizado nela.\r
\r
Além disso, se um dono de uma rua deixassen as pessoas dirigirem alcoolizadas nela, eu evitaria ir por essa rua.\r
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Como podemos ver, o problema não é a regra. Mas sim o fato da regra ser estatal.\r
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Se as ruas fossem todas privadas, esse problema estaria resolvido por completo e sem prejuízo para ninguém.\r
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O difícil para as pessoas que não tem contato com a filosofia libertária é conseguir entender que uma rua, uma praia, uma floresta, um rio, um lago etc. podem ser particulares.
Esse artigo do Heitor de Paola tem um ótimo trecho sobre a Lei Seca:
http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/10866-true-lies-iv-rumo-ao-governo-mundial.html
Incrível como mesmo com todos esses argumentos irrefutáveis do Lew e do Heitor, ainda haja doentes defendendo essa lei tão ridícula quanto suas tentativas de justificação.
Como se não bastasse nessa merda de país a tributação ser cobrada com base no que os burocratas “presumem” que você tenha, temos também o “crime presumível” agora.
É praticamente igual naquele filme, Minority Report, com o Tom Cruizé. Daqui a pouco será só pensar em dar um peido que o governo presumirá que você dará “aquela cagada” e imediatamente aparecerá um oficial da justiça na sua porta lhe oferecendo um cargo público.
Já que é assim, “presumo”, com bases em estatísticas fornecidas pelo IBGE – Instituto Bolchevik Gramcista de Estatística – que todos os que a favor da Lei Seca queimam la rosquita…
Algo me intriga profundamente nesta história de Lei Seca ao volante;
As autoridades policiais se utilizam de um aparelho chamado etilômetro (o famoso bafômetro) para medir a quantidade de alcool ingerida pelo motorista. Ocorre que o tal aparelho mede somente a quantidade de ALCOOL ingerida, deixando de fora todos os tipos de drogas, das mais leves às mais pesadas: cocaina, ácido, haxixe, crack, oxi e etc.
Analisem comigo: Um fulano que gosta de beber para curtir uma onda na balada do final de semana será fortemente tentado a mudar o seu hábito com a Lei Seca. Ele terá dois caminhos a seguir: Abrir mão do seu carro para ir de ônibus ou taxi, ou mudar a droga para se adequar a nova legislação. Caso opte pela segunda alternativa, sua rotina não mudaria substancialmente, pois poderia continuar contando com o conforto de utilizar seu carro sem problemas.
Creio que o resultado da Lei Seca será um considerável aumento do consumo de drogas ilícitas através de uma mudança forçada de hábito, principalmente da população mais jovem. Afinal de contas, esta história de encher a cara de cerveja e uisque é um habito muito burguês, pois só enriquece as grandes cervejarias e o dono do buteco. O negócio é dar uma força pro pessoal das FARC, e ajudar a financiar a revolução socialista pô!
A lei seca (atual) e tão absurda quanto o volstead act.
A presença do estado é malfazeja. Sempre.
Eu me pergunto, todavia, se caberia um artigo com o título “pelo direito de fabricar bombas de hidrogênio no meu quintal”.
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=59619\r
\r
Estamos muito mais acelerados rumo ao facismo do que o mais pessimista aqui poderia crer!\r
\r
“Em sua justificação, o autor lembra a grande quantidade de acidentes de\r
trânsito ocasionados pelos efeitos da ingestão de álcool e louva a tipificação do\r
ato de dirigir sob sua influência. Ressalta, no entanto, que a medida não alcança\r
motoristas que transportam bebidas na cabina e que, mesmo não tendo\r
consumido no momento da fiscalização, podem faze-lo mais adiante, daí advindo\r
os riscos hoje notórios.”\r
\r
E agora, o pior:\r
\r
“Destaca que a liberdade individual resta preservada no\r
projeto, tendo em vista que o transporte de bebidas pode continua ocorrendo\r
regularmente no compartimento de bagagens dos veículos.”
Concordo com autor do artigo, porem acrescento que é interessante, não vedar os olhos para fatos reais, realmente quando bebemos muito, mal conseguimos andar, os reflexos são lentissimos, entre outras reações (eu bebo e sei como é), então eu acho que realmente tem que haver uma lei mais rigida para quem EXAGERA, porém tem que se separar quem NÃO EXAGERA. . Há uma grande diferença entre beber 1 TAÇA DE VINHO e beber uma garrafa de wisk, só que a lei seca coloca todo mundo num mesmo rolo e isso não pode, as vezes o cara tomou um taça de vinho, mas se nega ao bafômetro por medo, msm sabendo que não esta embriagado. Lei “QUASE” seca sim, tolerância 0 NÃO! TEM QUE AUMENTAR A TOLERÂNCIA.
Colocar todos no msm rolo é por que msm que vc se recuse, vc paga a msma multa e punição administrativa de quem é pego apos consumir 1 garrafa de wisk, a grande diferença é que o cara do wisk vai responde criminalmente, mas o resto é igual, você tá ferrado por uma taça de vinho com ou sem bafômetro.
Dizem que o teste é facultativo, porém se vc não fizer é punido com multa e administrativamente, ora bolas se é facultativo, não deveria existir punição por optar em não fazer, é injusto e imoral, e corretamente a justiça entende que não pode punir.
Contudo, sabemos que para comprovar o “EXAGERO”, que realmente é inegavel que acontece, eu sugeriria a necedade de 1 prova da embriaguez, e essa prova poderia ser testemunhal, não valendo a do agente que autuou e sim 2 motoristas aleatórios, solicitados pela blitz, q no próprio momento observasse a embriagues notória ou não. Não descartando a defesa do motorista, que ao ser taxado de embrigado pelas testemulhas, poderia no msm momento solicitar o bafômetro p provar INOCÊNCIA. Caso o motorista aceite as testemulhas,assumindo o erro responderia com todo rigor da lei.
Lei quase seca, SIM!
Agora é oficial. O pré-crime foi institucionalizado pelo STF. Precedente mais que perigoso.
Notícia de 03/11/2011
Para STF, dirigir embriagado é crime mesmo se não causar acidentes
revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/11/para-stf-dirigir-embriagado-e-crime-mesmo-se-nao-causar-acidentes.html
Errou feio no artigo.
Nosso direito à liberdade termina onde começa o direito dos outros.
Se for pensar assim como diz o artigo eu posso sair atirando na rua, disputar rachas, implodir prédios sem afastar as pessoas, ou sair dirigindo pela calçada.
Mesmo que ninguém se machuque, é óbvio ululante que estou invadindo o direito dos outros à segurança, portanto este tipo de atitude non-sense não deve ser permitida.
Existem consequências para nossos atos, e sempre que estas consequências interferem no direito de outro, não somos livres para praticar estes atos. No caso de dirigir após consumir alcool (ou qualquer outra droga, ou dirigir com sono) estamos invadindo o direito dos outros à segurança. Da mesma forma que você não quer um funkeiro com som alto do seu lado invadindo seu direito ao sossego, não pode se sentir livre para invadir o direito dos outros à segurança.
Qualquer zé mané sabe que um pouquinho de alcool no sangue já reduz seus reflexos.
Eu posso dirigir meu carro a 200 km/h? Posso fazer isso mesmo sabendo que meus freios estão com problemas? e se meus pneus estiverem carecas? Não tem problema? Tem que esperar eu causar uma tragédia para dizer: “prendam este criminoso!”?
E se um bandido é pego com armas, explosivos e um plano para invadir um banco? Deixamos ele livre, afinal “não cometeu nenhum crime”?
Uma solução melhor que “punir” os alcoolizados é permitir a construção de ferrovias. Afinal, se potencialmente um alcoolizado pode matar alguém, um carro sendo guiado por um ser humano pode matar alguém. então todo motorista é um potencial criminoso. com ferrovias esse problema diminuiria exponencialmente. só quem não iria beber ia ser o motorista do metrô (não porque seja “crime”, mas pra não ser demitido).
Este artigo está querendo cometer a mesma falácia de ciências sociais, como positivismo e marxismo, ou seja, estão usando argumentos das ciências sociais para questões que são de propriedade das ciências exatas, como o estudo dos efeitos do álcool no organismo humano e os riscos que alguém alcoolizado pode trazer em termos de agressão a vida dos outros no trânsito, ainda mais se for uma estrada privada, onde um acidente resultaria em prejuízos ao seu proprietário.
Quatrocentas e vinte e nove pessoas curtiram esse texto; quatrocentas e vinte e nove pessoas que querem ignorar que para viver em sociedade (qualquer uma) , TODOS renunciamos a parte de nossas liberdades. Quatrocentas e vinte e nove pessoas que acham que beber ANTES de dirigir pode fazer com que o motorista dirija MELHOR. Quatrocentas e vinte e nove pessoas que em nome de liberdade absoluta legitimam conduta especialmente perigosa.
Aí o William escreve:
"estão usando argumentos das ciências sociais para questões que são de propriedade das ciências exatas, como o estudo dos efeitos do álcool no organismo humano e os riscos que alguém alcoolizado pode trazer em termos de agressão a vida dos outros no trânsito"
Aí, além de descobrir que "o estudo dos efeitos do álcool no organismo humano" é "de propriedade das ciências exatas", você vai ao artigo e vê que lá está escrito que:
"em uma sociedade livre, o governo não deve lidar com probabilidades. A lei deveria lidar com ações e com ações apenas, e somente na medida em que estas causarem danos a pessoas ou à propriedade. Probabilidades são para as seguradoras, que devem avaliá-las em um ambiente competitivo e voluntário."
E aí você conclui que o problema aparentemente incorrigível do brasileiro, dentre eles a Fátima acima, é o seu analfabetismo funcional e sua ânsia de querer interpretar apenas aquilo que lhe convém.
Não deve ser controlado, deixa beber.. porem, sou a favor de, quando alguém alcoolizado provocar a morte de terceiro, familiares do mesmo terem o direito de espanca-lo até cansarem e se tal espancamento levar a morte, estarem no seu direito, já que ao gozar da liberdade dele, tirou uma vida.
Ai fião, ai concordo com tudo..
Ok, não vamos prevenir, pois a prevenção lhe rouba a liberdade ou a pseudo-liberdade que acha que terás(pq existem assuntos relacionados ao tema muito mais importante sobre a privação da sua liberdade caro cidadão), vamos remediar, mas que a remediação sirva de exemplo para outros…. assim, com muita liberdade rumaremos a leis afegãs… “com ferro fere, com ferro será ferido.”
É ridículo penalizar um indivíduo pelo simples fato dele estar com certa substância no organismo, ou portando. Mas admito que é uma questão delicada. Ao mesmo tempo que você fere a liberdade do indivíduo X, está potencialmente protegendo o indivíduo Y, afinal, essa é uma questão diferente do uso de drogas.
Além de estar utilizando uma droga, esta pondo em risco a vida de outrem. No caso dessa lei seca, eu apoio. Pois a liberdade do indivíduo X não está sendo totalmente tolida, ele pode beber, só não pode por outras pessoas em risco. O alcool causa despersonalização, ação por impulso, e sensação de imortalidade, de insensibilidade. Isso é perigoso em circunstancias como a de conduzir um veículo.
A probabilidade de matar alguem é muito maior.
Não vamos falar de estatísticas e falar de fatos, não é? De acidentes de pessoas que conheciam, se me disserem que nenhum dos envolvidos no acidente estava bêbado, é mentira! Pelo menos 1 acidente que vocês souberam de pessoas conhecidas, houve alguém bêbado.
Caralho, vocês são psicóticos, cambadinha.
Como é ridículo impor seu direito de liberdade em favor da possível lesão à sociedade, o bom senso já diz que a mitigação da liberdade é necessária para o Bem Estar social, a perfeição nunca vai ser alcançada, mas ela fica longe com a ignorância.
Artigo ridículo e sem nenhum conhecimento jurídico!
Existem crimes que para a sua consumação não exige nenhum resultado, apenas a conduta é o suficiente, são os chamados crimes mera conduta, e há ainda os crimes formais em que o resultado é dispensável para a tipificação. Deste modo, o argumento “como pode alguém ser acusado de um crime antes de cometê-lo?” cai, pois realmente ninguém será punido sem cometer crime, entretanto, ingerir álcool e dirigir já é o suficiente para tipificar o crime.
A liberdade é sim um direito mitigado (relativizado), vez que você vive em uma comunidade e para manter o nível de convivência é necessário que a sua liberdade seja várias vezes limitada. Por isso que você não pode andar nu na cidade (ohhhh sua liberdade foi extirpada, vamos defender o direito de anda nu… ridículo).
Esse artigo ta ficando famoso hein
http://www.youtube.com/watch?v=DKcEy8frUsc
Tudo em excesso faz mal, embriagado pra mim é cambaleante….e acho que ninguém deve dirigir assim..agora tudo na vida tem limite…deveriam manter o que era antes..acho que era 0,6ml . Porque naquela época não tinha blitz com bafômetro ???? só depois que colocaram 0% que as blitz começaram….?????é para arrecadar.Vejam as estatísticas: 1º caminhoneiros batem record de acidentes e provocam muitas mortes, 2º pessoas que não beberam as pessoas com até 0,6 ml acidentam menos que as pessoas que não beberam.
É, mas essa lei seca é um grande exagero….agora quem exagera tem que ser punido…
Outra coisa se voce toma um copo de cerveja o bafômetro acusa você é taxado inclusive pela imprensa com embriagado.
Concordo com o texto agora se o cara sabe que esta embriagado não deveria realmente dirigir .
Além da inversão dos valores, soube de um caso no Rio onde estavam assaltando os carros que passavam, uma das vítimas encontrou uma blitz da seca perto do local, avisaram os policiais que preferiram continuar multando os motoristas. Conclusão teve a morte de uma pessoa neste assalto que poderia ter sido evitado mas para a polícia encontrar motorista que beberam era mais importante que cumprir a real função da polícias que é combater os criminosos.
tá…entendi o que estão debatendo….beleza….então poderia ser feito como no sistema antigo…o condutor é pego embriagado libera-se o veículo para uma pessoa habilitada e lavra-se o auto de infração de trânsito….otimo até aí…mas corre-se o risco de mais a frente ele retornar a direção do volante e cometer um atropelamento….e aí???se disserem que uma pessoa embriagada não coloca em risco a vida de outros e a propria seria um contra senso…mas ha de se rever muitas coisas antes de se afirmar que A mais B é igual a C….um grande abraço a todos e que está discussão sobre este tema gere bons frutos…
Acho uma vergonha um artigo desses em meio a tantos artigos libertários claros, lógicos e racionais.
Usando esse “raciocínio”, um bandido que entre armado num ônibus, faça um refém, mas no fim das negociações com a polícia solte a vítima, não deve ser preso nem punido. Afinal, ele não cometeu nenhuma injúria, ele apenas tinha altas chances de cometer um assassinato, mas não vamos punir probabilidades né? Apenas atos!
Ao dirigir embriagado, o motorista aumenta significativamente o risco de se envolver em acidentes.
Entretanto, os legisladores são tão sem noção quanto quem escreveu esse artigo… e determinam índices significativamente abaixo daqueles em que as probabilidades se tornam, de fato, mais próximas do ato.
upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e5/Relative_risk_of_an_accident_based_on_blood_alcohol_levels_.png
Acho que deve haver sim, interferência do estado nessa questão, com punição “financeira” (multa) proporcional ao aumento do risco relativo. E punição com reclusão a partir de valores mais elevados, considerando outros critérios, mas de forma bastante objetiva, com valores estabelecidos.
É preciso mais ciência nas leis…
Questão conceitual.
Se eu decidir comemorar um título de futebol dando tiros pelas ruas, devo ser impedido pela polícia imediatamente? Ou apenas quando – e se – acertar alguém?
Bom, existe uma coisa que se chama licença para dirigir.
Dirigir não é um direito, você precisa ter uma habilitação, uma licença, tem que ter feito treinamento, curso de direção, tem que ter feito provas, tem que fazer exames médicos, exames de vista… Quem não passou nas provas de aptidão, não é habilitado, e não recebe a licença… Talvez a lei tenha sido mal feita. A licença de dirigir só deveria ser concedida a quem aceita as regras de trânsito, respeitar não apenas os limites de velocidade, segurança, mas principalmente, respeitar as leis da física. E se dirigir alcoolizado é um risco tão grande quanto excesso de velocidade, da mesma forma que quem dirige em excesso pode ser multado, ou proibido de dirigir, o mesmo vale para quem dirige alcoolizado…
Uma outra coisa que existe, é a desobediência civil…
Num país onde 30% dos motoristas nem sequer possuem habilitação… aiai…
Quanto lixo. O cara bebeu tanto na vida que destruiu os poucos neurônios com os quais ele nasceu.
A ciência prova a relação causa-efeito do álcool no sangue, além da estatística. O que precisa mais?. Se tudo aquilo que você precisa pra dirigir é degenerado e diminuído com o consumo de álcool, seria de bom senso permitir que alguém assim dirija? Lembrem, usem o bom senso pra pensar.
Por causa de um capricho de pessoas acéfalas devemos colocar em risco (mesmo SE fosse mínimo) a vida de outros? Se a pessoa nervosa/com fome/doente/estressada dirige mal e não é punida então quem comprovadamente não está em condições de dirigir também não deve ser punida? Que pensamento é esse?
É no mínimo um egoísmo extremo, pensamento pequeno, falta de bom senso e desprezo pela vida.
Espero que sejam multados, agora em quase dois mil reais e peguem a denteção máxima de 3 anos.
Boa sorte.
Será que eu entendi bem a sua ideia? Você acha que temos que esperar acontecer o acidente, alguém morrer, para só então punir o culpado, sendo que sabemos que a chance de acontecer esse acidente é infinitamente maior quando o motorista bebeu demais?? Sinto muito, mas não posso concordar com isso. Uma pessoa bêbada atrás de um volante quase certamente vai provocar um acidente. É quase 100% de certeza. Se beber só um pouco não podemos afirmar que vai provocar acidente, depende do organismo da pessoa, mas se bebeu muito, é uma certeza quase total. Prefiro que “violem direitos individuais” e que caia o número de acidentes fatais!
Se você beber deixe o carro em um estacionamento e volte prá casa correndo, assim vc não corre o risco de matar e ainda expele o álcool através do suor, simples assim! Cada um é reponsável pelos seus atos, e o governo não tem que fazer testes nenhum em um mentecapto, se precisa de um pai, entre na fila de adoções.
Pessoas inteligentes podem usar argumentos para justificar quaisquer posturas que bem satisfaçam seu próprio egoísmo. Não se ataca a lei seca em nome dos princípios da inevitabilidade do direito a liberdade, mas sim em nome de um extremamente pequeno numero de vezes em que um bêbado sai de carro e consegue não fazer merda! Em um lado se colocam aqueles que abdicam de uma pequena porção de liberdade INDIVIDUAL para com isto trazer beneficio COMUM, do outro aqueles que não abdicam sob nenhum pretexto de seu livre arbítrio mesmo que em prejuízo de todos os demais! Duas posturas tão absolutamente legitimas quanto é possível a cada um de seus portadores. Porém aquela é legitimada pelo prejuízo individual oque torna impossível seu engano de intenção. Ao passo que na outra o prejuízo é da legitimidade, pois seu portador se beneficia dela desta forma dando ensejo ao engano de intenção e oque era legitima defesa da pureza do principio da liberdade redunda em incompreensível defesa de bêbados, criminosos e espertos! Um cidadão bem controla seu governo vigiando, cobrando e dando publicidade a suas (não poucas) contradições. Nunca ninguém venceu a tirania sendo mais cínico que o tirano.
O conceito de risco é definido como a probabilidade de perigo, geralmente com ameaça física para o homem e/ou meio ambiente.
O conceito de ameaça é definido como fato, ação, gesto ou palavra que intimida ou atemoriza. Ou seja, ataque à integridade moral de alguém.
O conceito de agressão é definido como ataque à integridade fisíca ou moral de alguém.
Dirigir alcoolizado é um risco, esse risco é uma ameaça, uma agressão social, e é uma agressão difusa (não é dirigida apenas ao homem mas ao meio ambiente onde se incluí o próprio homem ou mesmo sua propriedade). Quem dirige alcoolizado fere o próprio princípio de não iniciar uma agressão.
Isso não é liberdade, isso é libertinagem.
Não preciso ser conservador para constatar isso, poderia constatá-lo como anarcocapitalista.
O cerco totalitário vai se fechando.
Detran-DF testa bafômetro que dispensa sopro do motorista
g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2013/02/detran-df-testa-bafometro-que-dispensa-sopro-do-motorista.html
eu sou contra a lei seca como ela está agora,eu acho que o Estado,no lugar de fazer operações lei seca que paralisam o trânsito e estraga a vida de muitas pessoas,eles poderiam colocar transporte público de qualidade e 24 horas,pois a pessoa só sai de carro quando não tem uma opção melhor,Ônibus de noite não passa de noite,trêm e metrô não passa em todos os lugares
Isso seria mesma coisa que afirmar que apontar uma arma para alguém, atirar e errar o tiro não é crime. Quão ridículo isso soa? A pessoa só vai para a cadeia se acertar na cabeça, se for ruim de mira tá livre! Acho que 0% de tolerância é exagero também, mas se essa é uma medida que tem potencial, e se você checar as estatísticas, e está definitivamente salvando vidas, ela deve ser adotada, independentemente de quão anticonstitucional ela seja. É um egoísmo que beira as raias do absurdo ser contra a aplicação da lei para não ter a merda de direitos pessoais de cidadão violados.
Fora que confiar depois ainda na justiça brasileira pra punir as pessoas em estado de embriagues que causam acidente é pior que confiar em bêbado dirigindo.
o principal objetivo é salvar a vida das pessoas,ou pelo menos esse deveria ser o objetivo dela,mas a lei seca pune uma pessoa mesmo sem ela ter feito nada
alguns comerciais que passam na tv dizem para pegar um ônibus ou táxi,mas eles não falam que os ônibus demoram muito para passar e não passam de madrugada,as pessoas que saiem para beber normalmente só voltar depois da meia noite e ai elas ficam sem o trasporte público para usar e o preço do táxi é bem caro comparado com o do ônibus,o que torna para muitos muito mais vantajoso ir de carro e ter a sorte de não ser parado pela lei seca
noticias.terra.com.br/brasil/apos-3-anos-lei-seca-nao-reduz-o-n-de-mortes-no-transito,57d9eb5e3abda310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
a reportagem acima mostra que depois de alguns anos de lei seca não diminui o número de morte no transito
num primeiro momento a lei seca pode até ter dado uma abaixada no número de acidentes e morto mais depois como é visto na reportagem o número aumentou
eu acho que o mesmo deve acontecer com a nova lei seca
eu vou colocar mais um vídeo abaixo caso alguém se interesse pelo assunto
http://www.youtube.com/watch?v=y5fBhSSwLUM
Bom, nessa mesma linha de raciocínio, nem sei se já falaram, mas…
Tenho amigos que dirigem sempre em altíssima velocidade dentro da cidade, 160, 180km/h… Nunca mataram ninguém e nem causaram acidentes. E fazem isso há muuuuuuito tempo, logo, acho que isso não deveria ser punido, pois deve ser seguro, certo?? Se somente algumas pessoas bêbadas e somente algumas pessoas em alta velocidade causam acidentes, então creio que sejam situações análogas. Não podemos tirar as pessoas que causaram acidentes em alta velocidade por TODAS as pessoas que dirigem em alta velocidade e nunca causaram acidente.
Outra: Se alguém dispara uma arma de fogo no meio de uma cidade, para cima, há probabilidade de atingir alguém no retorno do projétil, mas também pode não atingir, ou seja, não deveria ser punido, porque se não atingir não fez mal a ninguém, correto? Afinal de contas “O governo deveria estar impedindo e punindo crimes em si, não probabilidades e propensões.”
Entendi corretamente os argumentos do texto??
Lendo e relendo o tal texto. É possível chegar a apenas uma conclusão: NÃO É SÉRIO. Você realmente está lutando pelo direito de dirigir embriagado?
Quer dizer que, um cidadão, após ingerir 8 doses de Tequila e ter apreciado 10 caixas de cerveja em um churrasco com os amigos, você quer dizer que ele tem todo o direito de dirigir? Você afirma que, toda esta quantidade alcool no sangue não afeta o modo de dirigibilidade?
A sua “lógica” é absurda. Aos que por ventura cairem por aqui, leiam o texto na íntegra, mas cuidado para não vomitar.
As pessoas devem ter o direito de dirigir alcoolizadas, assim como as pessoas devem ter o direito de dar socos uma nas outras.
Caso discordem disso, então necessariamente vocês teram que proibir as lutas de box, e esportes deste estilo.
Uma pessoa tem o direito de fazer sexo. Mas provavelmente um restaurante a tiraria de lá caso ela fizesse sexo no meio do restaurante.
Agora você vai dizer que a pessoa não tem o direito de fazer sexo?
http://www.youtube.com/watch?v=4gTmj3n1uLA
esse vídeo,é um vídeo muito ruim que defende a lei seca,eu não vi tudo,na verdade eu não consegui,é muita besteira
o cara faz algumas afirmações e não prova a veracidade dela
tenta fazer as pessoas que bebem se sentirem culpadas pela morte de outras pessoas
é um absurdo só esse vídeo,por isso eu não consegui ver ele todo
eu só postei ele aqui caso alguém não tenha visto,veja ele e poste a sua crítica a ele aqui
E aí, Fernando, o que me diz sobre o método científico?
Seu corpo não estaria bioquimicamente alterado de forma a aumentar o risco de acidentes quando bebe? Ou vc acha que os estudos científicos realizados em qualquer lugar do mundo são tendenciosos? Ou falhos? Limitados?
E se eu tomar remédios pra dormir antes de dirigir, em torno das 3h da manhã? Posso também né? É corretíssimo, porque eu posso não provocar acidente nenhum, né? Essas substâncias foram submetidas aos mesmos estudos, mesmo métodos, etc, que os que mostram os resultados do alcool no ser humano.
‘Gente, vcs não podem se dar a esse luxo’.
Perfeito.
Muito bom…comprem o livro
Parabéns;
Lobão
Precisamos cada vez mais de livros e obras literárias desse tipo para balançar o chamado status quo que existe no Brasil, não se pode criticar nada neste país. O que vemos hoje a total degradação de tudo que é bom e valioso no país. Família, educação, convivência entre as pessoas, religião. Tudo está contaminado por esse pensamento marxista e coletivista.
Parabéns Lobão; tenho certeza que essa geração ainda vai mudar esse pensamento.
Me impressiona até onde o Estado pode chegar, e até onde as pessoas podem se acostumar.
Os neurônios que sobraram ainda estão trabalhando, bom, muito interessante essa entrevista.
Vejo, realmente o libertarianismo ou mesmo o próprio conservadorismo se tornado um novo filão na mídia, vamos ver cada vez mais e mais artistas “cons” e “liber”…
Lobão puxou a fila. Nos EUA muitos artistas estão embarcando no movimento libertário que está em ebulição!
Acho louvável a honestidade do Lobão em ir contra a “maré vermelha” quando quase todos os artistas têm tido um posicionamento cômodo em posar de intelectuais de esquerda. A proposta do Lobão e tentar fazer a articulação entre libertários e conservadores é extremamente importante. Certamente ainda tem muito esquerdista se perguntando como pode alguém poder defender isso que o Lobão defende, ou pior, como pode o próprio Lobão fazê-lo. Escrevo do interior do Ceará uma cidade chamada Crato de notável importância histórica onde houve o primeiro grito de independência do Brasil dado pela heroína Bárbara de Alencar, envolvida na confederação do equador. Como os filhos da Bárbara, personagens históricos da mais notável importância era conservadores (José Martiniano de Alencar e Tristão Gonçalves de Alencar) no sentido moral, foram prontamente esquecidos pela inteligentzia local (Vide URCA – Universidade Regional do Cariri, hoje em vias de federalização). Não é de se surpreender. Quem não está com as esquerdas é prontamente declarado como inimigo.
Chamberlain ter ido conversar com Hitler não levou a coisa boa, amigos…
Olavo de Carvalho é a piada-pronta. Ele está ali, na linha da lateral, ensebando a bola, próximo ao círculo central… Se ele joga no meu time, prefiro ir eu mesmo ali e dar um bicão no tendão-de-aquiles do sujeito, ao menos assim ele sai de maca e o treinador aciona outro no bullpen.
Olavo não tem escrúpulos. Uma coisa é você discordar do Constantino no que quer que seja. Firmeza. Outra é você bater palma pra Ciro Gomes, um esquerdalhaço que usou de truculência num debate, só queria interromper o RC etc; e ainda dizer que o Ciro “ganhou o debate de lavada”, só porque o Rodrigo é seu desafeto.
Pode me chamar de omisso, do que for… sorry, Lobão, se pra derrotar comunismo, gramscismo, PT… nós tivermos que nos aliar ao astrólogo; racho fora do país também. Aliás, coisa que o Olavo fez há anos, né? Faço igual os cubanos, parto de caiaque, jangada, velocípede… vou morar no Paraguai, Zimbábue, Chile… tudo, menos essa malta de neo-cons e RINO’s.
Vou comprar o livro dele, fiquei curioso.
Lobão é altamente necessário.
Show a entrevista do Lobão.
Agora uma coisa, o Hilton falou de Olavo de Carvalho acima e tocou o pau…
Ora, que melhor tática a esquerda tem usado do que criar desavenças no time contrário ?
É fato que Constantino e Olavo são vaidosos e isso torna um debate difícil, porém não impossível. Essa briguinha boba gera orgasmos na esquerda genocídica que a alimenta.
E no fim das contas o velho Olavo tem um ponto de razão, implantar a liberdade de mercado pura é um sonho, mas como desvincular isto do ambiente filosófico cultural da sociedade ?
Não seria a cultura a base estrutural necessária para implantar o pleno capitalismo; bem como a mediocrização é a base para implantar o comunismo ?
Vamos apaziguar e reunir forças contra o inimigo, as pazes entre os dois devem ser feitas de imediato pois cada um tem algo a acrescentar.
Também conheci o Instituto von Mises e as ideias libertárias através do Olavão. Creio que a maioria aqui do site/IMB admira ele, não vamos ficar trocando tapas gente. Como o próprio Olavo disse, quantos realmente conhecem a obra dele apenas para rotular astrólogo? Que tolice! É o mesmo que alguém querer desprezar von Mises o chamando: Capitalista! ou Dinheirista! Fala sério…
Lobão, se eu já era sua fã, agora sou mais ainda!!! Obrigada, lavou a minha alma!
Lobão age como evidência de que o pensamento reacionário permanece firme na mentalidade da alienada classe média brasileira pós-moderna, muito além do que é visível nas redes sociais. Como previsto, ai de nós, defensores da igualdade! Sigamos com força o desejo de um mundo melhor distante do deboche dos zombadores, mercenários e adoradores da cobertura midiática neoliberal!
Lobão, antes jovem compromissado para com a causa social, vendeu-se oportunisticamente à polêmica; acusou nossa causa de infantil e advogou pela exploração individualista, crendo nela em detrimento do sonho de eliminar o ciclo de pobreza na qual milhões ainda vivem graças ao capitalismo. Jogou fora Caio Prado Jr, Drummond de Andrade, Milton Santos e incontáveis outros que lograram construir em sociedade tão dominada pela burguesia como o Brasil, um reduto revolucionário forte. Perante Renato Russo e Chico Buarque, como ousa ele criticar os guerreiros que almejaram transformar a mais ferrenha governança direitista em uma democracia do povo. Absurdo.
Defender o individualismo é negar a incapacidade do homem como indivíduo de coordenar suas ações. O Ocidente, terra da alienação promovida pela exuberância capitalista, exemplifica tal fenômeno. A causa popular acredita no povo, que permanece incapacitado e condenado a seguir as cismas da burguesia graças à propaganda. Desejamos a liberdade de construirmos sob o desserviço da elite feita à mente do proletariado, formas um novo homem através de nossa educação física e mental.
Lutamos contra a ditadura. Resistimos contra o consumismo. Lutamos contra a indiferença da classe média. Enfrentamos o preconceito de amarmos as gentes em prol do indivíduo. Insistimos em eliminar a exploração e seus impactos espirituais. Utilizamos o dinheiro público para o que é educacional ao povo em detrimento do mante-los no circo. Lutamos por negros e indígenas marginalizados pela maioria egoísta, infantil e megalomaníaca. Almejamos a salvação do homem contra si mesmo. E Lobão nos chama de crianças adultas com síndrome de Messias. Absurdo inaceitável.
Fechemos o congresso e iniciemos a censura contra a vanguarda popular.
O Brasil acabara por voltar ao passado.
Muito boa a entrevista. Impressionante como as pessoas estão acordando para tudo. Um abraço ao pessoal do Instituto Von Misses.
Vamos nos organizar de uma vez por todas.
Vamos nos adicionar no Facebook.
Abraço a Todos
Osvaldo Aires
Pessoal,
O Mises.orb.br já esta fazendo barulho mesmo, mesmo que sútil, o chargista oficial do Pravda brasileiro o Chico fez uma caricatura no lobão:
Enquanto isso na MPB…
oglobo.globo.com/ (no canto direito inferior da tela0
A charge só esta na versão impressa do jornal.
Comprei (o que fiz muito erradamente, como Olavo diz não comprem essas m..rdas!) por causa do aumento do número de licenças para comprar armas no brasil, a cada duas horas no brasil alguém está adquirindo de forma legal armas (enquanto a cada dois minutos alguém compra uma ilegalmente).
A reportagem é um desabafo dos movimentos desarmamentistas como não poderia deixar de ser.
O resto do jornal nao presta é claro, propaganda da ONU estão entre as “notícias”.
“TMOS QUE NOS UNIR AGORA PARA NÃO PARA NÃO TER QUE NOS UNIRMOS NA CADEIA”.
Achei excelente o posicionamento do Lobão com respeito ao momento que estamos vivendo no Brasil (que não é só no Brasil). Acho que está na hora de lideranças agirem como timoneiros mesmo. Luta política não é concurso de beleza,como imaginam muitos. Liderar não é representar irmãos de fé, mas representar pessoas com as quais discordamos. É ter a capacidade de formar frente para combater o inimigo comum. Temos que nos unirmos agora para não ter que nos unirmos na cadeia. Para enfrentarmos um perigo maior aceito até aliança com os libertários (uma espécie de direitistas ingênuos e revolucionários, muito popular por aqui…hehehheheh). Temos que aproveitar esta visibilidade do assunto que o Lobão produziu e levar ele para dar palestras em todas as universidades brasileiras. Precisamos turbinar suas falas, principalmente por ele ser ouvido por um público que nós acadêmicos não temos acesso. A hora é agora.
Sou professor de História Econômica da Universidade Estadual de Maringá, há 22 anos e desde de o início da minha vida docente fui liberal. Aprendi sobre liberdade lendo os fundamentos da Economia Política Clássica. Desde a década de 1990 trabalho com textos dos economistas austríacos, da escola de Chigado, com os liberais clássicos etc.
Vi na fala do Lobão muita clareza na questão teórica. Fiquei realmente surpreso com firmeza na defesa da propriedade privada, do respeito ao indivíduo e, acima de tudo, pragmatismo político que tanto faz falta para nossos coleguinhas.
Parabéns ao Lobão e ao Instituto Mises Brasil pela iniciativa.
Olá Bruno.
Vc tem o email (ou outra forma de contato)do Lobão?
Gostaria de entrar em contato com ele para marcar uma conversa com ele.
Grato.
Olá Bruno.
Perdão, mandei um recado para você, mas esqueci de identificar…..hehhe
Gostaria de saber se vc tem o email (ou outra forma de contato) do Lobão.
Gostaria de entrar em contato com ele.
Grato.
Parabéns Lobão!
É bom ter gente do meio artístico e cultural ao lado do Bem. Isso é necessário para promover o contra-gramscismo, já que a esquerda atua no âmbito cultural há tempo.
Lobão é gênio!!!
Dirijo alcoolizado diariamente e nunca me aconteceu nada. Possuo o total domínio da direção. Vou a festas e só saio delas bêbado e vou dirigir e nunca me acontece nada. Acredito firmemente que não posso ser punido por esse comportamento, a menos que provoque um acidente.
A defesa da direção alcoolizada equivale a defesa do direito de um indivíduo armazenar toneladas de dinamite em sua residencia sem qualquer controle de segurança, e só ser passível de punição se por alguma infelicidade vier a destruir o bairro.
Quem dirige alcoolizado assume um sério risco de causar danos a outros, inclusive assassinato. A sociedade tem o direito de não ficar exposta a este risco extremo.
Sobre esse tema altamente polêmico, vale a pena conferir alguns dados desse site
http://www.getmadd.com/REALnumbers.htm
Eu particularmente acho que a defesa tão ferrenha da lei seca, sem qualquer espaço para uma possível oposição intelectual é um caso evidente de engenharia social, tal como fizeram com a proibição do fumo em praticamente todos os lugares.
O comportamento das pessoas é visivelmente moldado de acordo com as estatísticas mais arbitrárias, até o ponto em que o indivíduo não consegue imaginar como poderia viver sem ser expressamente proibido de fazer qualquer coisa que tenha possibilidade de representar um risco.
O ápice disso não pode ser outro senão a destruição completa das responsabilidades individuais e da própria natureza humana, personificando o Estado com o único agente lúcido capaz de proteger o indivíduo, tal como brilhantemente profetizado nas distopias literárias como 1984 ou Admirável mundo novo.
Um dos artigos mais ridículos lido nos últimos tempos.
Este artigo é uma vergonha para este website e o que ele representa, deveria ser retirado imediatamente e uma retratação ser postada…
olha só mais uma vez o governo,quer se intrometer na nossa vida querendo dizer aonde uma pessoa pode ou não consumir bebidas alcoólicas
anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2013/09/camara-de-vereadores-de-joinville-aprova-lei-que-proibe-consumo-de-bebida-alcoolica-em-locais-publicos-4266911.html
se não isso não fosse o suficiente,o governo agora quer fazer o que ele fez com o cigarro a uns anos atrás aumentar o imposto para ver se diminui o consumo,agora ele quer fazer alimentos que tem gordura saturada
daqui a alguns ano vão fechar estabelecimentos de fast food e o cidadão vai ter que comer uma ração super saudável escolhida pelo governo para assim ser mais saudável e viver
g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2013/09/pesquisa-da-usp-propoe-aumentar-impostos-de-alimentos-engordativos.html
Não obstante todas as opiniões expostas, o fato é que a chamada “Operação Lei Seca” com todo o seu marketing apoiado maciçamente pela mídia, nada mais é que mais uma forma do “Estado” exercer sua forma de controle social sobre sua vassalagem, pois a mesma, nos moldes em que é aplicada, viola de forma contundente o direito de ir e vir sem ser incomodado, já que passamos a pensar duas vezes antes de irmos a uma festa em local relativamente longe, pelo fato de eventualmente ter de passar por engarrafamentos monstruosos com a família no carro, nem sempre em locais agradáveis, para esperarmos a vez de sermos submetidos ao teste “obrigatório”. Não basta mais estar em dia com os documentos do carro, pagar em dia os acachapantes impostos e taxas que nos são impingidos, sem ter nada em troca (vide as condições das vias que certamente são tão perigosas para os sóbrios e ébrios e que ceifam vidas diuturnamente sem a divulgação da imprensa), além da violência desenfreada que nos faz ter de arcar com seguros altíssimos para preservarmos o bem que adquirimos com tanto sacrifício. Enfim, há muitas vertentes nesta estória, mas, como sempre, servimos como massa de manipulação para os interesses escusos de quem nos governa e perdemos tempo com discussões que efetivamente não nos levam ao cerne da questão. A intromissão desenfreada do governo é cada vez mais evidente nas liberdades individuais, só não vê quem não quer, e, rumo ao despotismo total (desde que não argumentemos e tentemos mudar desde já).
a lei seca foi o tema da proposta de redação do enem esse ano
Muito mais pessoas perfeitamente sóbrias provocam acidentes fatais por falta de
habilidade (e/ou habilitação) do que por estar embriagado.
– Vamos acabar com os acidentes de carro proibindo o “PORTE de CARROS”.
Você só poderá tê-los dentro da garagem… ZERO acidentes!
O artigo não está incentivando a dirigir embriagado, o indivíduo deve conhecer os seus próprios limites. Nem está defendendo maus comportamentos no volante que alguns motoristas que beberam manifestam… e alguns motoristas que não beberam também.
A reprovação é ao fato de alguém ser punido por uma questão de estatística. O que deve ser punido é o mau comportamento e não a probabilidade. Deveria-se investir em campanhas de conscientização e reforçar a punição dos maus comportamentos.
Mas é claro que existe uma indústria de multas…
É como prender alguém por estupro pelo mero fato de portar um pênis… se bem que algumas feministas radicais querem isso mesmo.
* * *
O fato é que a lei, de qualquer país do mundo, não pode antecipar acontecimentos(futuros), se não sabe se irão realmente acontecer. Exemplo: dirigir alcoolizado. Há uma chance de acontecer um acidente ou não. Da mesma forma, se dirigir não-alcoolizado. A lei deve punir acontecimentos que já ocorreram(passados).
Direito de dirigir embriagado? pelo amor de Deus tem gente quye nao tem a menor noçao do que diz ou faz. Ha estudos sim e que dizem que uma pessoa embriagada perde muito da sua capacidade de reflex e é so cada um ver numa festa nao vamos falar em direiçao vamos falar numa festa carnaval por exemplo o filho da mae enche tanto a cara que sai batendo em todo mundo matando atirando etc etc etc. isso é o resultado da embriagues Como voces podem querer que uma pessoa dirija embriagada quando nao é so a vida dele que estar em jogo é a vida de pessoas que nao tem nada a ver e que sao atingidas por um debil embriagado.Se voces pudessem perguntar as pessoas que estavam no ponto de onibus atropeladas por um fdp embriagado o que é que elas pensam dele tenho certeza que nao seria nada bom. Parem com isso o Brasil ja estar cheio de maniacos querendo mudar a constituiçao e la vem voces com esse papo. Quer beber beba mais nao dirija. Lembro-me que estava dando um plantao quando parou um carro na porta e o cara queria saber onde estava e para onde ia. a cara do infeliz era de quem bebeu todas/ eu sentir vontade de tirar a chave do carro e coloca-=lo para dormir pois tinha colchao sobrando. deixei ele seguir mais a frente ele bateu o carro pois eu ouvir a zuada. Este cidadao perdeu a vida pois era um lugar de pouco acesso e certamente nao teve quem o ajudasse. Ate ai menos mau porque foi apenas a vida dele. mais mesmo assim ele poderia ter evitado isso. Ninguem bebe para ficar com seus reflexo com 50% pelo contrario ozs reflexo cai muito e nao precisa fazer testes para saber disso.
“O motorista que bateu na traseira do outro veículo, identificado como José Lino, 48, foi preso em flagrante e havia ingerido bebida alcoólica”
veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/05/23/acidente-de-carro-fere-kim-kataguiri-e-outra-manifestante-da-marcha-pela-liberdade-contra-dilma-rousseff/
Esse assunto nao devia nem ser discutido. Tenho certeza que estao se fazendo de burros por algum outro motivo obscuro. Ninguem consegue ser tao alienado dessa forma. Quer que seja legal beber e dirigir? Pela liberdade propria? Legal, tambem quero liberdade propria. Mas esta esquecendo que essa Lei previne que mortes acontecam, pois torna ilegal o ato, portanto, algumas pessoas vao deixar de beber e dirigir, causando menos acidentes.
Voce esta se queixando no lugar errado. Seria melhor tentar mudar as pessoas que bebem do que lutar contra a lei.
Sera que entendeu agora?
Um dos objetivos das Leis, entre outros, é induzir comportamentos que sejam considerados benéficos à sociedade. Nem todo fumante morre de câncer de pulmão, mas cada um deles assume este risco, nenhuma Lei proibe o tabagismo, mas existem leis que dificultam o consumo.Interessante como as pessoas recusam-se a evoluir.
existe um precedente juridico, infelizmente nao vou ter o numero do processo mas na epoca compartilhei o link com conhecidos, em que um cidadao que havia tido sua habilitacao apreendida, porque no teste do bafometro indicou indice alcoolico, foi absolvido e teve sua habilitacao de volta.
na conclusao do processo o juiz especificava que simplismente por ter a presença do alcool no sangue nao era suficiente para condena-lo, pois ele nao conduzia de maneira perigosa ou outra tipificacao que gerasse uma punição.
ou seja, dizer que tem alcool no sangue nao impoe que voce vai cometer um acidente, nao existe um estudo que diga, a cada 0,1g de sangue no alcool vc ira causar 1 atropelamento, e quanto a capacidade de dirigir, alguem dirigir com sono aumenta o fator de acidente tanto quanto o alcool, e quantas pessoas que comentaram por ai ja guiaram com sono, a legislacao diz que mesmo uma pessoa que esteja estressada, nervosa ou com raiva, deve evitar guiar pois tem sua cognição afetada. ou seja, qualquer um que nao esteja em plenas condicoes pela lei eh enquadrado, simplismente pq existem varias formas da condução ser prejudicada, mesmo que nao tenha consumido nada.
o q acontece eh o seguinte, a união nao confia nos motoristas que ela mesmo forma, eh por isso que as ruas estao lotadas de radares e etc
a alemanha, lar de grandes fabricantes de superesportivos, possui rodovias sem limite de velocidade, vide a autobahn, pq? pq la preparam o cidadao pra conduzir de maneira responsavel, prudente
o proprio conceito de direçao prudente nao quer dizer que vc tenha que rodar a 20km/h, ou tenha que guiar careta, vc tem que ter consciencia que a qualquer hora precisa reagir a imprevisibilidades, desviar de algum pedestre ou animal, q em transito carregado vc tem que guiar tb pelos outros condutores e por ai vai…
por fim, se nao quiser que a maioria das pessoas dirijam depois de sair de um bar por ex, garanta o direito de ir e vir, mas ai o cidadao tem que durante a madrugada ficar esperando numa rua deserta um onibus que nao vem? ou tem que pagar os olhos da cara numa bandera 2?
em mtos estados dos EUA com a liberacao da maconha pra consumo recreativo, passou a se preocupar com tb com a galera guiando depois de fumar, mas novamente, cada pessoa eh afetada de maneira diferente, nao tem como dizer que soh pq o condutor fumou, q ele ir causar um acidente, isso tudo depende de bom-senso por parte do cidadao…
agora no br, bom-senso e educação falta, mas achar que a culpa eh do consumo, eh tampar o sol com a peneira, tao focando no efeito mas ignoram as causas.
Se existe uma associação entre embriaguez e acidente de trânsito.. a lei é aplicada por entender-se que esta associação é causal..
Não seria o mesmo que criminalizar alguem de cabelo vermelho por dirigir, pois não existe esta associação (cabelo vermelho = mais acidentes)… e mesmo que houvesse… seria dificil encontrar uma explicação causal para isso….
Quanto a “.Todos nós conhecemos pessoas que têm uma incrível capacidade de dirigir perfeitamente bem mesmo após estarem alcoolicamente irrigadas….”. Como você avalia esta dita ‘capacidade de dirigir perfeitamente bem’? Talvez um trajeto sem intercorrências em vias pouco movimentadas não traga problemas… mas quando você diz isso você está querendo dizer que a pessoa dirige ‘perfeitamente bem’ mesmo em situações inesperadas do trânsito? (que de fato não ocorrem com frequencia, mas que exigem um reflexo rápido quando ocorrem). Talvez tenhamos problemas nestes casos em que se exija um reflexo rápido…
No fim das contas, entendo que podemos fazer uma analogia com piloto de aviões….acredito que ninguém defenderia que proibir um piloto a dirigir embriagado seria um ‘ataque a sua liberdade, e portanto um absurdo, por se criminalizar antes do crime’…é apenas uma maneira de se tentar evitar mortes e acidentes… todos sabemos como podemos ser inconsequentes quando bebemos…
Acredito que nossa sociedade não tem problemas em trocar esta pequena ‘liberdade de se dirigir embriagado’ por alguma diminuição nos acientes e mortes no trânsito.
A lei seca se aplicada corretamente reduz os números de acidentes e mortes no trânsito. TODOS os estados americanos, depois que proibiram DWI (Driving While Intoxicated, dirigir embriagado) reduziram substancialmente o número de acidentes e mortes no transito.
Vamos falar sobre os resultados… Na Califórnia, antes de estabelecer o limite de 0,08, ocorria em média 5.000 falidades no transito a.a. Depois que a Califórnia estabeleceu o limite de 0,08 em 1990, o número de fatalidades no trânsito caiu para 4.000 a.a. e hj é aproximadamente 3.100 a.a…
Alguém conhece algum lugar (um país, uma região) onde não há lei proibindo alcool no volante, onde o número de acidentes e fatalidades no trânsito caiu?
Já que os defensores da lei seca gostam de citar estatísticas, vejam que interessante estes números do estado americano de Texas:
1990
Número total de mortos: 3,243
Número de pessoas mortas em Acidentes relacionados ao Alcool: 1,402
2000
Número total de mortos: 3,775
Número de pessoas mortas em Acidentes relacionados ao Alcool: 1,047
Fonte: http://www.txdps.state.tx.us/director_staff/public_information/2003/pr012403.htm
Ou seja, entre 1990 e 2000, os mortos em acidentes relacionados ao alcool no Texas diminuiu 25,32%, mas o número total de mortos aumentou 16,4%….
Gostaria de fazer uma retratação. Critiquei ferrenho o Olavo de Carvalho, e agora tenho que me corrigir.
Não vou me meter na briga entre ele e os outros direitistas, libertários ou similares.
Mas eu tava erradaço! O Olavo foi super estereotipado e, anos a fio embarquei nessa. Daí, ao ouvir com calma alguns de seus vídeos, descobri q’ele não só tá longe de ser o guru da maneira que o pintam; como também várias das suas apresentações contém lógica. As coisas batem! Ele faz a análise do agora, da nossa conjuntura; e ainda possui ótimo track record, como disse Leandro Ruschel ao entrevistá-lo, acertando com alta freqüência as previsões que faz, seja com cinco, dez ou não-sei-quantos anos antes.
Assim, peço desculpas ao Olavo e a seus alunos ou leitores, por anos de besteiras que falei. O mundo precisa de mais gente como ele.
Abraços
Motorista em exCesso de velocidade
Não consumiu alcool
Atropela e mata 3 pessoas no ponto de onibus
Tenta fugir o carro não pega
Tenta ligar para o socorro(só o numero registrado no celular já o exime)
Tenta fugir ,mas populares chegando o impedem
Vai para DP-tem endereço fixo-pode ser que pague fiança infima.Dorme em casa.
Motorista bebeu uma lata (ou até mais de uma)
Esta na velocidade permita
Não demonstra nenhuma alteração fisica ou psiquica
Tem o veiculo e carteira apreendidos
Paga uma multa extorsiva. Fora reboque e estadia(também extorsivos)
Ficara preso e sem poder dirigir por um ano
Respondera inquerito e com certeza sera condenado
Tera a vida arruinada
ENQUANTO O FDP QUE MATOU TRES ESTARA RINDO E CURTINDO A VIDA.
Relatório da Organização Mundial da Saúde com dados sobre acidentes devido à embriaguez ao volante, baseado em fatos técnicos científicos e não sobre uma opinião de um site. Confiram. “The Global status report on road safety 2015, reflecting information from 180 countries, indicates that worldwide the total number of road traffic deaths has plateaued at 1.25 million per year, with the highest road traffic fatality rates in low-income countries. In the last three years, 17 countries have aligned at least one of their laws with best practice on seat-belts, drink–driving, speed, motorcycle helmets or child restraints. While there has been progress towards improving road safety legislation and in making vehicles safer, the report shows that the pace of change is too slow. Urgent action is needed to achieve the ambitious target for road safety reflected in the newly adopted 2030 Agenda for Sustainable Development: halving the global number of deaths and injuries from road traffic crashes by 2020. Made possible through funding from Bloomberg Philanthropies, this report is the third in the series, and provides a snapshot of the road safety situation globally, highlighting the gaps and the measures needed to best drive progress.” Acessem: apps.who.int/violence_injury_prevention/road_safety_status/2015/en/index.html
Sobre os vários comentários na linha “a vida em sociedade implica limites à liberdade” ou “é aceitável perder um pouco da liberdade em nome da segurança”, quero citar:
“Aqueles que abrem mão da liberdade em troca de segurança, não merecem nem uma coisa nem outra.”
Li esta citação como sendo de Churchill, mas não consegui confirmar.
O bafômetro da polícia detecta quem fumou maconha e crack, ou cheirou cocaína ou injetou heroína na veia ?
Fernando Chiocca (ou algum dos outros colegas),
mas como poderíamos então explicitar o ato de uma pessoa como diretamente ameaçador e perigoso? Não discordo do conteúdo do texto, mas creio que o limiar entre ameaça factual e sua ausência pode de fato ser nebuloso em certas situações.
Vou me apropriar de um exemplo que deram nos comentários: Uma pessoa brande uma arma e atira pro alto no meio de uma multidão. É evidente que essa ação causaria pavor a todos os transeuntes, pessoas iriam se pisotear para fugir e projeteis poderiam atingir edifícios, postes e até mesmo indivíduos. Mas é claro que isso poderia não acontecer também: Pode ser que o atirador realize os disparos em uma praça pública sem edifícios e sem pessoas. E minha questão é: Ainda seria considerada criminosa a sua ação? Se não, quantas pessoas ou construções haveriam de existir na praça para que fosse considerado crime este ato? E se por alguma razão ninguém estivesse com medo na ocasião?
Meu ponto é que creio não ser sempre tão óbvio que tipo de ação pode ser considerada uma ameaça ou não. O que torna mais válida a afirmação de que um cidadão atirando é mais ameaçador que um bêbado dirigindo? Afinal de contas, ambos podem tanto causar acidentes quanto não. Como definir quando um deles está sendo ameaçador?
A possível a existência de um franco-atirador capaz de atirar para o alto com garantia de que nenhuma bala acertasse alguém na multidão não faria dele uma ameaça menor, pelo menos não do poto de vista das pessoas apavoradas.
Gostaria de saber sua opinião sobre o que configura uma ação ameaçadora, ainda tenho dúvidas em como definir isso claramente.
Grato pela atenção e abraços!
Finalmente um argumento descente!!!
Diego: Mas, vamos pensar o seguinte. Quando você tira a carteira de motorista, você faz uma série de testes de aptidão, correto? Você recebe aulas e é treinado para assumir uma responsabilidade grande de conduzir um veículo que tem lá seu potencial para causar danos. É por isso que existe uma idade mínima para isso.
Vocês não acham que o ato de usar álcool para prejudicar as próprias faculdades mentais (aquelas que te habilitaram a receber a carteira) não invalida esse direito inicial de ter recebido a carteira? Você está habilitado desde que permaneça naquele patamar original, de destreza e capacidade mental, que lhe permitiu ter direito de receber a carteira para dirigir. Se violar isso, perde o direito. Sua carteira de motorista tem uma coisa chamada fé pública, ou seja, ela não é um atributo SEU, um direito individual independente de tudo, mas um direito alicerçado na coletividade. É um voto de confiança público na sua capacidade de dirigir sem causar danos ao patrimonio alheio e às pessoas. Para utilizar esse direito você deve dirigir apenas se estiver nas mesmas condições de aptidão de quando o adquiriu, ou seja, sóbrio, são e hábil. Por isso por sinal que tem categorias A, B, C, D, por que cada uma é um nível de habilidade diferente.
Então vamos imaginar a seguinte situação: Em uma rua privada o dono da rua (que pode ser uma empresa ou uma cooperativa de moradores) resolve proibir motoristas alcoolizados de dirigirem por lá, colocando a polícia privada pra fazer blitz e essa prática tem o apoio da maioria dos moradores daquela rua. Na sua opinião o dono da rua estava coagindo os motoristas alcoolizados ou ele estava apenas exercendo o direito de propriedade?
A poucos meses eu comecei a ler os artigos do Mises. Fiz um comentário que hoje classifico como sendo estatista. Bom… alguns meses e 178 artigos depois (pouquíssimos, eu sei) vou fazer o segundo comentário.
Concordo com vocês amigos estatistas e que quem prevenir que coisas ruins aconteçam. Por isso irei fazer esse comentário baseado em nossa lógica de prevenção de crimes, de ceder um pouco de nossa liberdade para termos liberdade. Como mostram as estatísticas, várias pessoas beberam antes de cometerem terríveis acidentes de trânsito. Com efeito, devemos proibir as pessoas de beberem antes de dirigir. Eu gostaria de saber da estatística de quantas pessoas beberam e não se envolveram em acidentes. Não que isso importe, é apenas curiosidade.
E, já que boa porcentagem dos acidentes de trânsito são causados acima de 30km/h, creio que esse deva ser o limite de velocidade. Se bem que alguns acontecem a menos que isso, talvez devêssemos baixar mais.
Há vários estudos que mostram que o sono prejudica mais os reflexos e a coordenação motora que o álcool e por isso devemos, também, proibir as pessoas de dirigir com sono. Quanta irresponsabilidade dessa gente que não dorme direito!
Pensando melhor, já que, provavelmente, em 100% dos acidentes de trânsito as pessoas estão de posse de um automóvel, sou a favor de que sejam proibidos os automóveis porque, assim, a taxa de acidentes no trânsito iria para zero (uma ótima estatística). Mas espera… Por quê parar aí? Uma boa porcentagem dos assassinatos, brigas, e outras formas de violência são cometidas por pessoas que beberam, devemos proibir também a bebida alcoólica para todo mundo. E já que em várias das brigas entre torcedores de futebol as pessoas torcem para algum time de futebol, devemos também abolir esse esporte. Assim, iríamos prevenir muitos crimes.
Uma grande porcentagem de crimes e violência acontece durante discussões ou após. Por conseguinte, devemos apressadamente proibir discussões. Aliás, vamos regulamentar, porque nem todas elas são acaloradas. Proibiremos apenas as discussões acaloradas.
Há também estudos que mostram que as chances (estatística) de sermos assassinados por alguém que conhecemos é muito maior que por um estranho. A única solução para prevenir essa fatalidade é, obviamente, proibirmos todos de se conhecerem. Famílias devem ser abolidas e os bebês serão gerados apenas de maneira artificial e serão criados por várias pessoas diferentes durante a vida. O que acham?
Há, também, uma boa porcentagem de violência entre vizinhos. Então, iremos proibir essa coisa de ter vizinhos.
Não obstante, o que mais aparece nas estatísticas de violência é a raiva, que já deveria ter sido proibida a muito tempo.
Quer saber, aposto que se proibirmos as pessoas de ter mãos, iríamos diminuir muito a violência e os acidentes. Se bem que as pernas ainda poderiam ser usadas…
Mas ainda assim poderia haver acidentes. Mas já que 100% dos acidentes e violência entre humanos são causados pela interação entre humanos… Não podemos correr esse risco. Uma boa maneira de prevenir isso é proibindo toda e qualquer interação entre humanos. Talvez, por garantia, devessemos proibir humanos (fim dos acidentes, fim da violência, tudo 0 nas estatísticas).
Vocês são ridículos. Não se trata de um dado estatístico, mas um fato biológico. Ao ingerir bebidas alcoolicas temos nossos reflexos diminuídos, a velocidade de resposta de nossos músculos diminui, temos maior dificuldade de realizar atos precisos e de fato ficamos mais propensos a causar algum acidente. Desta forma, ao ingerir bebidas alcoolicas e dirigir assumimos que não estamos aptos a dirigir e que podemos causar algum acidente ou, pior, uma (ou mais) morte. Da mesma forma, recomenda-se que não dirija cansado, estressado ou extremamente nervoso. Entretanto, o único responsável pela sua sobriedade é você mesmo, coisa que não pode ser dita sobre estar nervoso, estressado ou cansado. É como se, propositalmente, tendo escolhas, você decida! dirigir de olhos vendados. Lógica imbecil, desonesta e perigosa.
Olha vou dizer uma coisa, quando li artigo aqui sobre estado mínimo, desburocratização da economia, desestabilização, fim das intervenções do BC, currency bordo eu concordei com tudo e estava me tornando um fã. Agora quando li que o Estado deve deixar cada família custear a educação dos filhos sozinha e agora esse artigo dizendo que o governo deve deixar o cidadão encher a cara e sair dirigindo expondo a vida de outros além da sua empresa risco, bem, isso só tirando a credibilidade do instituto, fica difícil levar a sério vcs. Gostaria de saber o que vocês diriam se alguém dirigindo embriagado após o fim da lei seca atingisse um filho vosso ceifando lhe a vida, continuariam defendendo o” direito de encher a cara”?
Por que não discutir a imposição do cinto de segurança, esse sim com zero causa de acidentes a terceiros? Simples: dirigir NÃO É DIREITO, e sim privilégio. Por esse motivo, ninguém pode engrar em um carro e sair dirigindo, sem antes passar por curso, teste, ser habilitado e estar sob constante gerenciamento de leis. The End.
Ridiculo sim. Beber não é proibido, mas dirigir sob seus efeitos sim. Quando vc ingere altas quantidades de alcool suas capacidades de reação e reflexo são reduzidas sim e isso poe em risco a vida de terceiros que estão proximos, se somente o infeliz que bebe morresse estaria tudo ok, mas o problema e q terceiros estão vulneraveis a esse risco tbm, porra meu primo se acidentou ontem de moto pq estava bebado, por sorte nao havia ngm nas calçadas.
Excelente argumentação. Parabéns.
O título já diz tudo. Eu bebo e dirijo SIM! Não tenho vergonha nenhuma de dizer isso! Não sou idiota para tomar 2 litros de whisky e dirigir. Sou adulto, responsável, penso na minha vida e na vida dos outros. Sei dos meus limites. Sei muito bem os efeitos de qualquer bebida alcoólica. Mas não é por isso que vou deixar de… ser feliz, po##a !!!
No fundo o problema é esse. O estado ODEIA pessoas livres, responsáveis, adultas. Quanto mais leis “bonitinhas”, mais as pessoas são infantilizadas. Estão criando um exército de cagões. “Arma é perigosa! Bebida é crime! Cigarro é venenoso! A Cuca vai te pegar!!! blá blá blá…” Daqui a pouco vão querer regular quais facas eu posso ter na gaveta da cozinha.
Toda a vez que me reúno com os amigos no bar é sempre o mesmo assunto. Será que tem blitz? Onde? Você já foi pego? Assoprou? Quer saber… isso enche o saco!
O mais legal é que todos — absolutamente todos! — os argumentos contrários ao texto se resumem apenas a afetações de indignação e efusões de espanto e vitimismo.
Com beicinho e mãozinha na cintura, o sujeito grita: "Ai, queria ver se isso acontecesse com alguém da sua família! Ui!" (algo que, aliás, foi explicitamente abordado no artigo, o qual, aparentemente, não foi lido por inteiro).
Ninguém apresentou um mísero argumento sequer explicando por que burocratas estatais têm o direito de me obrigar a parar meu carro, enfiar um aparelho imundo em minha boca, verificar o que há dentro do meu organismo e então me mandar para a cadeia pelo fato de um ter ingerido um gole de Skol (sim, a lei é exatamente esta). Sério, como alguém pode ser tão putrefato ao ponto de defender um escárnio destes?!
No mais, ao contrário do que dizem os caluniadores, em momento algum o artigo diz que um sujeito caindo de bêbado deve dirigir. Ele apenas diz que é de um intolerável totalitarismo o estado fazer tudo o que foi descrito no parágrafo acima.
Fica o desafio para todos os lambedores de botas de políticos que estão comentando aqui: apresentem um mísero argumento em prol da prática descrita no terceiro parágrafo sem cair na defesa do totalitarismo.
Caso não consigam, ao menos tenham a hombridade de falar abertamente que defendem sim um estado policial totalitário e invasivo (o qual entra até mesmo em seu organismo). Tal postura, embora asquerosa, é muito mais admirável do que meras afetações de indignação, típica dos indefesos.
P.S.: também sem resposta ficou o desafio do autor: por que não mandar para a cadeia quem está dirigindo cansado ou mentalmente estressado? Isso é muito pior do que dirigir após um gole de Skol.
O Libertarianismo defende o direito a propriedade somente aos indivíduos? Ou a liberdade total dos “direitos” de fazer oque quiser, quando quiser? não há parâmetros e regras que delimitam os direitos sociais e cívicos? e não é o estado que trata de aplicar as devidas leis e penalidades se algumas dessas leis forem descumpridas ? eu não consigo entender, as vezes esse libertarianismo que vocês pregam parece mais anarquismo.
Gosto desse tipo de artigo pois é o que separa os homens das crianças. Os libertários de verdade dos que apenas não gostam de pagar impostos.
Com um rápido exercício podemos ter um pequeno vislumbre e supor como este assunto seria tratado em uma sociedade plenamente livre.
As empresas que administram determinada estrada apenas iriam determinar qualquer tipo de regra ou limite para substâncias no sangue se os custos com acidentes/indenizações comprovadamente causados por excesso de álcool no sangue(e já existe um problema aqui), etc.. superassem os custos de operações de fiscalização destas estradas. Vale ressaltar que a única forma eficiente de garantir uma estrada com álcool zero seria fiscalizar 100% dos pontos de acesso da estrada(ainda assim não é possível garantir 100%), já que além de ter de arcar com custos de possíveis acidentes com motoristas embriagados, também caracterizaria uma quebra de contrato com os motoristas que não consumiram nada.
Logo, por notar que os custos de se manter uma estrada “alcohol free” seriam exorbitantes é muito mais provável que as administradoras de estradas apenas arcariam com seguros específicos e com fiscalizações generalizadas, no máximo incluir nos “termos de uso” responsabilizando o motorista embriagado caso cause algum acidente.
No fim não importa se você é a favor ou contra dirigir alcoolizado, se é crime ou não. O que importa é que é impossível defender este tipo de moderação em uma sociedade livre. Porém não se desespere, será interesse das administradoras que suas estradas sejam das mais seguras possíveis, nenhuma vai querer ter a fama de “estrada da morte”. É possível prever que a manutenção dessas estradas será muito melhor que as atuais estatais (à exemplo das concedidas) então aos que apenas observam estatísticas, é muito provável que acidentes de trânsito em geral sejam drasticamente reduzidos, então se defende a vida humana, não se sinta culpado em concordar.
Então me digam: vcs são a favor de abolir a porta giratória dos bancos e o detector de metais, assim como o RX do aeroporto? Afinal, o cara tá portando uma arma, mas não está ameaçando ninguém. Não é justo reter sua arma. Vamos deixar então assaltantes entrarem livremente em bancos e terroristas em aviões. Pra mim, porta giratória e detector de metais é o mesmo que blitz de lei seca.
Ainda é crime atropelar alguém porque estava dirigindo alcoolizado não é? A “liberdade” já está valendo mais do que a vida?
Como já foi mencionado em resposta acima, apenas gostaria de complementar: uma pessoa está habilitada a dirigir apenas se manter suas faculdades, as quais foram avaliadas para habilitação, nos mesmos patamares quando foi licenciada. Caso uma pessoa alcoolizada for posta a teste e conseguir realizar os testes de habilitação para dirigir, não deveria ser penalizada de nenhuma forma. Caso ela não consiga realizar os teste, deverá ser tratada no âmbito do Código de Trânsito Brasileiro e não do Código Penal, quando não houver crime. Embriaguez ao volante, por si só, não é crime, ou não deveria ser tradada como crime. O cidadão deveria ter a carteira suspensa, pagar multa, carro apreendido, etc. Essa é minha opinião.
Os Policiais prendem Criminosos antes de cometerem o Crime pela Fé.
Fé é o firme fundamento das Coisas que se esperam e a prova dos fatos de que se não Vê. Como a Fé sem obras é morta. Os agentes exercitam a prisão através de sua atitude de intelecto limitado para que a Fé deles que é inoperante e menor que um grão de mostarda nunca venha se concretizar. Mais, concretizando se assim em seu intelecto de fundamentos Abalados. Exaltando-os a sí próprios e o encarceramento ilícito e Arbitrário analogo aos de Escravos, gerando lucros ao Estado de Miserabilidade de Direito inexistente do Deficiente Fisico Carente que sofre por não possuir um Dente.
Ou seja, para este Agentes: Um cidadão de bem que é estéril e sofre de Ejaculação Precoce, que se masturba e cospe no chão na velocidade da Luz, é um assassino. Se este ato ocorrer no interior do Veiculo desligado mesmo que não esteja embriagado. É Crime!!!
Ejaculando ou não é Crime.
Se um Cidadão soltar Gazes na presença dos agentes da Lei. Cometem estes Crime de Poluição Sonora independente do som ser novo ou não. O pior é que alguns podem querer investigar a Imagem da origem sonora.
Nossos Agentes estão cada vez mais Capacitados pelo Estado de Direito fundamental.
Respeitosamente:
Leandro Teixeira Gonçalves
Vejo que, na minha opinião, essa página na verdade considera como principal motivo que não é crime dirigir alcoolizado porque a lei que proíbe é uma lei criada pelo Estado. Afinal vamos imaginar que em um “ancapistão” onde haveriam ruas e cidades privadas o dono da rua ou da cidade (não necessariamente um indivíduo, poderia ser uma empresa ou uma associação/cooperativa de moradores) decidisse que na rua dele ninguém iria dirigir alcoolizado, colocando seguranças ou polícias privadas para fiscalização, isso seria opressão ou apenas o direito do proprietário? Ou então se esse dono da rua ou da cidade decidisse que motoristas embriagados que matem pessoas devem receber a pena de morte, afinal ele assumiu o risco que poderia tirar uma vida e mesmo assim se embriagou e tirou uma vida, na sua opinião a pena seria justa ou seria opressão contra um inocente? Mas como é o Estado que faz a lei então ela é considerada injusta por esse artigo.
Amo os artigos do Mises. Principalmente o Lew Rockwell tem idéias muito sérias e lúcidas. Concordo com o texto em parte e entendo que ele quiz dizer. Dirigir alcolizado realmente é perigoso mas quem está dirigindo de forma imprudente deveria ser punido de forma extremamente rigorosa completamente independente dos motivos, se é embriaguez, sono, drogas, etc,…, imprudente é imprudente. Tenho uma raiva dessa lei Seca pq já perdi gente da família por imprudência ao volante e deu pouca punição para o Filho da Puta pq ele passou no teste do bafômetro.
Falando em Lei Seca:
“Por unanimidade, STF julga constitucional artigos da Lei Seca “
Kássio Nunes Marques foi o único a votar contra a proibição de venda de bebidas alcóolicas em rodovias federais. Para quem votou a favor da obrigatoriedade de vacina, até que ele tem defendido bons pontos nesses últimos meses.