O mundo assiste atentamente enquanto milhares de egípcios tomam as ruas da capital exigindo amplas reformas e, principalmente, que Hosni Mubarak renuncie a seu posto de quase 30 anos na presidência do país. Entusiasmados pela recente destituição do poder do ditador tunisiano, mas, acima de tudo, cansados de um governo opressivo e corrupto, de condições econômicas precárias e de pouca perspectiva de um futuro melhor, cidadãos egípcios parecem ter atingido o limite da tolerância. Para entender a causa dos recentes protestos observados na cidade do Cairo, não é essencial ser um estudioso geopolítico. O domínio dos fundamentos de economia e teoria monetária já servirá de base para entender boa parte das causas principais por trás do ambiente político instável visível em boa parte do Oriente Médio. Logicamente, um bom conhecimento dos fatos históricos, bem como de política internacional, ajudarão na compreensão dos recentes eventos em específico e da situação política em geral, em grande parte do mundo. Situação política no Oriente Médio O Egito tem sido, nas últimas décadas, conjuntamente com Israel, um dos maiores recebedores de ajuda econômica e militar dos Estados Unidos, o chamado foreign aid. A lógica da política externa americana empregada é simples: já que o apoio incondicional ao estado de Israel é inegociável, uma das formas mais fáceis de garantir um ambiente menos hostil ao estado judeu é subornando e apoiando militarmente governos ilegítimos. A inda que possivelmente tais líderes não aprovem o estado de Israel, a ajuda externa assegura “aliados estratégicos” no Oriente Médio a tolerar os excessos do governo israelita, contanto que a permanência destes no poder seja, em contrapartida, apoiada política, econômica e militarmente pelos EUA.[1] No Oriente Médio, somente o Egito e a Jordânia reconhecem e possuem relações diplomáticas com o estado de Israel. A Arábia Saudita, apesar de sua posição anti-Israel, adota uma política de “boa vizinhança”, logicamente abençoada pela presença militar americana na península arábica. Esta é a situação da maioria dos países nesta região, alguns em maior ou menor medida, onde os EUA mantêm — quando não instituem um “fantoche” seu — déspotas que governam com mão de ferro uma população majoritariamente muçulmana. Em tais países, a opressão é visível, a dissidência é calada, o mercantilismo é louvado e a democracia é inexistente. Adicione na receita reservas de petróleo e gás e obtemos regimes autocráticos com nocivo poderio econômico. Desgraçadamente, as ações dos Estados Unidos no Oriente Médio falam muito mais alto do que as belas palavras e promessas de seus presidentes. Na visão do mundo islâmico, democracia, liberdade e prosperidade são termos vazios e sem sentido quando proferidos por autoridades americanas. A realidade nunca esteve tão distante do discurso. Esta é a situação na maioria das ditaduras ou monarquias, xerifados etc. no Oriente Médio, líderes subservientes aos interesses dos EUA e lamentavelmente alheios aos interesses de seus cidadãos. Situação econômica no Oriente Médio Apesar de as questões políticas serem de extrema importância e somarem-se ao sofrimento de um povo oprimido, a situação econômica é o fator definitivo e determinante, capaz de unir e motivar um povo a revoltar-se e a lutar por mudanças drásticas e imediatas. Poucas pessoas têm aspirações políticas. Algumas não dariam a vida por liberdade de expressão; mas certamente todas lutariam pela própria sobrevivência. Nem todas almejam riqueza material. Mas ninguém consegue viver sem poder alimentar a si e a própria família. A inflação estimada no Egito em 2009 foi de 11,9%, e de 12,8% em 2010. Ademais, o nível de desempregados se encontra na faixa dos 10%. Analisando outros países muçulmanos, o quadro verificado se torna uma tendência. Na Tunísia, estima-se que 14% da população esteja desocupada. Já na Arábia Saudita, este índice encontra-se em aproximadamente 11%. E a lista segue com 13,4% na Jordânia, e Irã com 14,6% de cidadãos sem um emprego.[2] Grande parte dos muçulmanos acaba, infelizmente, culpando a influência perniciosa dos EUA tanto por sua situação política quanto econômica. No entanto, esta é consequência das políticas adotadas por seus próprios governos. Concentrar-se a repudiar o imperialismo americano não trará prosperidade. É necessário repudiar as prejudiciais políticas socialistas que abundam nestas nações. Recentemente, a revista inglesa The Economist publicou um artigo sobre a mudança gradual no estado sírio, de uma economia centralmente planejada a uma orientada ao livre mercado. O artigo enfoca justamente as políticas que levarão a Síria a deixar de ser uma economia socialista planejada e transformar-se em uma de “mercado social”[?], o que significa reduzir vastos subsídios que vão desde eletricidade e combustível até água, alimentos e transporte. Políticas econômicas ruins não são uma imposição imperialista americana; são escolhas do próprio governo, democrático ou não. Em última instância, é a liberdade econômica que definirá a derrocada de qualquer regime de governo, seja no Oriente Médio ou em qualquer lugar do mundo. O barril de pólvora desta região está repleto de falta de liberdade política, da prejudicial política externa americana, de opressão, de corrupção, de desemprego e de inflação. Alguém terá de ceder. Padrão-ouro: limite aos governos O atual arranjo monetário mundial permite que países inclinados a uma alta dose de intervenção estatal ponham em prática seus planos ambiciosos sem necessidade de muita cautela. Em outras palavras, governos socialistas, social-democratas e afins gozam de financiamento quase ilimitado devido ao sistema monetário vigente: moedas fiduciárias com banca de reserva fracionária. É este sistema que possibilita as aspirações de qualquer governo — sejam elas bem intencionadas ou não, sejam seus governantes genuinamente benevolentes ou não. O padrão-ouro impõe limites. Simples assim. O padrão-ouro com 100% de reservas impõe ainda mais limites. Para os suspeitos usuais, este é seu maior defeito. Para qualquer defensor da liberdade individual, sua mais sagrada qualidade. Entretanto, os limites não são impostos ao desenvolvimento econômico, mas sim à expansão governamental. Desenvolvimento econômico se obtém através do livre mercado. Expansão governamental se obtém através da supressão do mesmo. Governos são limitados por sua capacidade de taxar seus cidadãos e endividar-se. Impostos em demasia inviabilizarão que a economia se desenvolva, expropriando recursos da iniciativa privada. Alto endividamento priva o setor privado da poupança necessária à acumulação de capital e do consequente crescimento econômico que ela gera. Um indivíduo, uma família ou uma empresa não podem gastar mais do que ganham, endividando-se indefinidamente. Cedo ou tarde chegará o inevitável dia de ou declarar falência ou reestruturar a dívida, retornando a uma atividade sustentável — isto é, viver com os seus próprios meios. Por mais que teoria macroeconômica mainstream não o reconheça, governos também são regidos pela mesma regra, do império Romano ao governo dos EUA, sem exceção. Seja qual for a justificativa — estado do bem estar, justiça social, guerras ou obras faraônicas –, tal restrição foi sempre um incômodo à expansão dos governos e suas ambições. O primeiro passo foi monopolizar a emissão, ou cunhagem, de moeda. Tal monopólio permitiu aos governos falsificarem moeda diluindo a quantidade de ouro ou prata contida nelas, mas mantendo a denominação inalterada, e logo criando leis de curso forçado que obrigavam os cidadãos a aceitarem essa moeda adulterada. Logo, com a evolução da atividade dos depósitos bancários, vieram os substitutos de dinheiro, como certificados de depósitos e notas de banco. Em pouco tempo, o sistema bancário passava a utilizar um coeficiente de reservas abaixo do necessário para honrar 100% dos depósitos à vista. E assim nascia o sistema de reservas fracionárias. A instabilidade e a insolvência de tal sistema levaram governos a conceder privilégios ao setor bancário, em que os bancos eram eximidos de sua obrigação contratual de resgatar em espécie seus certificados ou notas emitidas. Crise após crise, e o instável sistema bancário clamava cada vez mais por uma entidade que pudesse salvá-los em momentos de apuros, um banco dos bancos. Surgia então a figura do banco central, uma entidade capaz de orquestrar a expansão de depósitos do sistema bancário (inflação) e de ser prestador de última instância. O objetivo último era impedir que crises bancárias se formassem. Desde os primórdios, o fraudulento sistema monetário em que vivemos contou com a anuência dos governos, pois a expansão monetária em larga escala acabava por acomodar os crescentes gastos públicos, seja por meio de impressão direta de dinheiro por bancos públicos e/ou banco central, ou via compra de títulos soberanos pelo sistema bancário. Em ambos os casos, o resultado em nada se difere: possibilita a expansão governamental. A disciplina imposta pelo padrão-ouro com 100% de reservas consiste no fato de que, neste sistema, não se pode mascarar e/ou manipular o nível de poupança disponível para investimentos e/ou financiamento do gasto público. Tampouco é possível criar moedas de ouro do nada para honrar compromissos correntes. Exatamente o oposto é verdadeiro para o sistema de moeda fiduciária com reservas fracionárias. No sistema monetário moderno, basta apertar alguns botões para magicamente criar a quantidade de dinheiro necessária a satisfazer as extravagâncias públicas, haja poupança ou não. O emaranhado de dívida em que vivemos é conseqüência direta da criação ex nihilo de dinheiro. Nos dias atuais, o dinheiro, o setor bancário e o governo formam uma simbiose tão harmônica e obscura, que nem mesmo especialistas da área financeira e econômica sabem o conceito real de dinheiro e sua fundamental função na sociedade. Até mesmo o atual governador do Banco Central da Inglaterra, Mervyn King, admite que “de todas as várias formas de organizar o sistema bancário, a pior é a que temos hoje”.[3] Um sistema monetário de livre mercado amparado pelos princípios tradicionais do direito evidencia a impossibilidade de sonhos socialistas. A inflação mascara temporariamente esta verdade. Durante este tempo, redistribui-se riqueza daqueles que produzem aos parasitas que tudo sugam. O sistema monetário Islâmico Infelizmente, egípcios e tunisianos, bem como outras nações do Oriente Médio, correm o risco de seus novos governos não serem islâmicos o suficiente. Provavelmente serão islâmicos para condenar a decadência moral do Ocidente, para protestar contra o apoio incondicional dos Estados Unidos a Israel e para repudiar a cultura imperialista e consumista americana. Mas não serão islâmicos o suficiente para adotar um sistema monetário lastreado em ouro com 100% de reservas, seguindo os preceitos de seu código legal, a shariah. Sim, o Islã condena o uso de reservas fracionárias.[4] Qualquer empresário sabe que precisa honrar seus compromissos, pagar suas contas, devolver seus empréstimos, produzir e entregar seus produtos. Senão estará em apuros. Um banco não. Um banco é legalmente permitido a operar fora da lei. Confuso? Pois esta é a realidade de nosso sistema bancário. O que para qualquer empresa constitui fraude e crime é perfeitamente permitido a uma instituição bancária. A perversidade deste sistema, bem como sua faceta fraudulenta, foi desde cedo identificada pelo Islã. Em um excelente discurso de 1998, no qual urgia pela volta da moeda de ouro dinar[5], Dean Ahmad[6] lembra que “muçulmanos não podem ignorar o fato de que o ouro é o nosso dinheiro. Mesmo que finjamos que não seja, continuamos a usá-lo para o cálculo do nisâb[7]. Ao invés de lutar contra a vontade de Alá, proponho que o aceitemos”. Naquele ano, a então recente crise financeira asiática ainda preocupava o mundo. Dean Ahmad oportunamente recorda que “não foram os especuladores os causadores da crise na Malásia, mas sim a política monetária harâm[8] que fez do ringgit uma moeda não confiável”. Dean Ahmad segue:
Desde os tempos de Maomé, o ouro e a prata serviam a função de dinheiro, e assim continuou por mais de 400 anos. O ouro é a commodity monetária natural que Alá nos forneceu para uma política monetária imparcial e livre de manipulações arbitrárias e de interesses próprios de bancos centrais e políticos.
A dificuldade em torno do ajuste da oferta monetária é natural e controlada por Deus. Moedas flexíveis (papel, etc.) são todas muito sujeitas a manipulações de governos interessados em financiar déficits ou de banqueiros buscando um incremento de sua receita de juros através das reservas fracionárias.
A base para seguir nossa herança islâmica em tais questões é tanto moral quanto utilitarista. As dificuldades de se encontrar uma política monetária eficaz e segura são obviadas no Islã pelo regime monetário do dinar.
Uma proposta de reforma
Egípcios e tunisianos têm uma oportunidade única. Democracia per se não é capaz de limitar a expansão de um governo e trazer prosperidade. Ouro per se tampouco garante esta. No entanto, a disciplina que ele impõe aos governos faz do metal uma via muito mais fiável no caminho da prosperidade. Ademais, impede o avanço desordenado e prejudicial de um sistema bancário inerentemente instável.
Curiosamente, na questão monetária, há, nos dias de hoje, uma total falta de fundamentalismo islâmico. Muçulmanos precisam seguir os ensinamentos de seu profeta e as tradições de sua história. O povo deve exigir que seus governos abdiquem deste fraudulento sistema monetário e abracem de fato os preceitos do Islã.
Se democracia é o pior sistema à exceção de todos os outros, que pelo menos seus efeitos sejam limitados por um regime monetário condizente com a natureza humana, isto é, de livre mercado.
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Notas
[1] A opinião do autor com relação à política externa americana (e de qualquer país) é aquela defendida pelo congressista Ron Paul, baseada nas idéias de Thomas Jefferson: “Paz, comércio e amizade honesta com todas as nações, sem nos entrelaçarmos em alianças com nenhuma”. Assim como Ron Paul, consideramos a visão de Michael Scheuer extremamente acurada, no sentido de que a política externa dos EUA traz consequências não intencionadas, o chamado blowback. Discordo dos autores que consideram o petróleo como o ponto chave da região. A questão crucial é o apoio incondicional garantido ao estado de Israel, o que no longo prazo é prejudicial tanto para a segurança americana quanto para este estado a que se pretende proteger.
[2] Outros países islâmicos apresentam uma situação ainda mais precária. No entanto, isso implicaria analisar fatores que estão fora do escopo deste artigo. Dentre estes: Palestina, a qual sofre uma brutal opressão exercida pelo estado de Israel; Afeganistão, Iraque e Paquistão, países ainda envolvidos em uma guerra sem fim. Até certo ponto poderíamos incluir o Irã, por sofrer sanções econômicas que certamente prejudicam o seu desenvolvimento, mas que considero não ser fundamental para a atual situação econômica iraniana.
[3] Discurso de Mervyn King no Buttonwood Gathering, Nova York, 25 de Outubro de 2010: “Of all the many ways of organising banking, the worst is the one we have today”.
http://www.bankofengland.co.uk/publications/speeches/2010/speech455.pdf
[4] Ayub, Muhammad, Understanding Islamic Finance, 2007, John Wiley & Sons Ltd: Chichester,England.
[5] Tanto o ouro dinar quanto a prata dirham são moedas antigas do mundo Islâmico. Entretanto, há um movimento crescente visando reintroduzir tais moedas em circulação com o intuito de obter um sistema monetário lastreado em um dinheiro commodity. Na Malásia, os estados de Kelantan e Perak já ou introduziram ou anunciaram a intenção de introduzir estas moedas no mercado.
[6] Discurso proferido por Imad-ad-Dean Ahmad na American Muslim Social Scientists em Chicago, no dia 30 de Outubro de 1998. Dean Ahmad é um estudioso palestino-americano e presidente doMinaret of Freedom Institute, um think-tank libertário muçulmano.http://www.minaret.org/OLD/MONETARY.HTM
[7] Zakat, um dos pilares do Islã, é uma contribuição aos pobres e/ou necessitados. O Zakat é obrigatório quando a riqueza de uma pessoa ultrapassa certo valor, chamado nisâb, o qual foi estipulado em 20 dinars de ouro (90,8g de ouro) ou 200 dirhams de prata (594g de prata). De acordo com o Islã, o Zakat deve ser pago com dinheiro honesto ou algo material, e não com “uma promessa de pagamento” — daí o uso de ouro e prata. A lei Islâmica não permite o uso de uma “promessa de pagamento” como meio de troca. É interessante lembrar que, assim como o dólar, a libra etc., tanto dinar ou dirham são usados como nomes de papel-moeda. Dinar é utilizado no Bahrain, na Jordânia, no Kuwait e na Tunísia, enquanto o dirham foi adotado como nome para a o dinheiro emitido no Marrocos e nos Emirados Árabes. No entanto, hoje em dia são apenas nomes, e não apresentam nenhuma semelhança com as moedas de ouro dinar e prata dirham.
[8] Harâm é o termo arábico utilizado para designar algo ilegal, proibido, não permitido ou banido. É o oposto de Halal.
Uma preciosidade!
Texto muito informativo. Contudo, e corrija-me se eu estiver errado, o Islã também proíbe a cobrança de juros, não é mesmo? E portanto um sistema verdadeiramente islâmico nem bancos terá, pois sua principal função é considerada injusta.
Perfeito. Concordo com tudo, especialmente com a primeira nota de rodapé
Gold is gold, man…
A questão de juros no Islã mereceria até um artigo exclusivo.\r
\r
O que posso clarificar de antemão é que assim como haviam maneiras de contornar a proibição canônica com relação a usura (ex. depositum confessatum. Ver Dinero, credito bancario e ciclos econ., Huerta de Soto, Cap.II, item 3), os muçulmanos também utilizam-se de subterfugios que qualificam o juros cobrado como uma espécie de “lucro”, o que lhes permite na prática conceder empréstimos como em qualquer país ocidental.\r
\r
Sei inclusive por experiência própria: já fui um prestatário em Dubai. \r
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Obviamente, o Islã não é infalível em questões monetárias, mas há aspectos fundamentais, que caso fossem seguidos de fato, tornaria a realidade destes países bem diferente.\r
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Um abraço.
Parabens, Fernando. Creio que você foi capaz de achar o único ponto positivo na doutrina dessa seita. Não é pouco mérito: ao menos economicamente os maometanos falam algo quem tem sentido.
Getulio, não sei você escreve por conhecimento e/ou experiência própria ou somente pelo que a mídia ocidental retrata diariamente.\r
Nós, do mundo ocidental, e ainda mais no Brasil, somos praticamente ignorantes com relação ao Islã. Reduzir uma religião de mais de 1 bilhão de pessoas à uma seita considero um extremo exagero.\r
Dentro do Islã há inúmeras ramificações e algumas delas são extremistas e inclusive vão contra o que está escrito no Corão. \r
Tenho plena certeza de que a maioria que está neste 1 bilhão de pessoas não compactua com os absurdos praticados por regimes totalitários que se dizem Islãmicos. São pessoas como você e eu, que apenas querem viver sua vida, trabalhando em paz e buscando a felicidade própria e de sua família. \r
Há inúmeros pontos positivos no Islã. Além disso, muitas vezes é mais uma questão de perspectiva.\r
Se a maioria das mulheres ocidentais enxergam com piedade a “repressão” praticada as mulheres pelos muçulmanos, te garanto que as mulheres muçulmanas olham com piedade a “decadência moral do mundo ocidental”, a falta de estrutura familiar e o papel inatingível imposto às mulheres do ocidente: supermãe, superesposa e superprofissional.\r
Um abraço.
Fernando,
Muito respeito sua perspectiva. Contudo, com relação ao Islã tudo se resume a saber quem está lendo corretamente o Corão: se os chamados fundamentalistas ou se os chamados moderados. Levando-se em consideração a precariedade teológica, moral e racional das doutrinas de Maomé transcritas no Corão, não vejo como os chamados moderados podem estar certos.
É claro que assim como existem judeus laicos, cristãos laicos, hindus laicos etc (os famosos nã-praticantes), há também islamitas pouco religiosos, que não estudam, não compreendem e não buscam praticar o islã. Esses são justamente os que estão mais próximos de nós, sendo apenas pessoas que querem viver suas próprias vidas. Entretanto, se levamos o que está escrito no Corão a sério, como o fazem os fundamentalistas, não há como não reconhecer os absurdos que a cabeça pervertida de maomé e de seus cúmplices soube elaborar.
Apenas para dar um exemplo: nem os judeus talmudistas, bem conhecidos por seu desprezo a todos os não-judeus, nem os cristãos em qualquer época pregaram a detruição daqueles que não pertencem a sua própria fé, mas veja o que Maomé prega:
“Ó fiéis, COMBATEI os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Alá está com os tementes [muçulmanos].” (Alcorão, Sura 9.123)
“Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, MATAI OS IDÓLATRAS, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo.” (Alcorão, Sura 9.5)
Bem… e por aí vaí: pedofilia (uma das esposas de Maomé tinha 9 anos quando se casaram); inconsistências teológicas (os famosos versos satânicos). Tudo isso está no Corão e portanto integra a essência do islã.
Enfim, não quero muito me extender. Não creio que este seja o espaço adequado para discurtir religiões e ao certo respeito sua opinião que deve estar baseada numa perpectiva diferente do fenômeno relioso. Quero mais uma vez parabenizá-lo pelo artigo que levanta uma questão interessante sobre as perspectivas econômicas das religiões (seria interessante um trabalho comparativo entre judaismo, cristianismo e islamismo nesse sentido).
Grande abraço
Sr. Fernando Ulrich devia limitar-se a falar sobre economia e administração de empresas. Como muitos economistas que resolvem falar de assuntos que não dominam, acabou falando um bocado de besteira ao comentar sobre as relações entre Israel e EUA e política no Oriente Médio.
Getulio, é um tema de fato complexo e respeito sua opinião.\r
Entretanto, as frases que você selecionou não posso julgar por não saber o contexto em que se encontram.\r
Mas tenho certeza que encontramos frases similares no Velho Testamento e no Talmud.\r
E quando me referi a muçulmanos que almejam o mesmo que nós, significa muçulmanos que rezam 5 vezes ao dia, peregrinam a Meca, pagam o Zakat, jejuam no Ramadan, e estudam o Islã (como o autor que eu citei no artigo).\r
Os fundamentalistas que interpretam o Corão como querem.\r
Portanto, não concordo em taxar o Islã como uma religião essencialmente agressiva em relação aos outros.\r
E de contradições, nossa bíbilia também está cheia. \r
Abraços.
O autor deste texto se esqueceu que a religião é a moral de um mundo estático. A interferência da religião na política e na ciência foi um desastre em todas as épocas. Ao imiscuir-se na Ciência, retarda o progresso científico. Ao imiscuir-se na política, cria uma casta poderosa, como os “Aiatolás” no Irã.
O Fernando Ulrich se esqueceu que ao defender este tipo de fundamentalismo, está se posicionando contrariamente à liberdade econômica e individual. Por exemplo: o Islamismo condena o consumo e a venda de bebidas alcoólicas, logo o fudamentalista é contra o consumo e a venda de bebidas alcoólicas. Imagine proibir o comércio e a produção de bebidas. Isso vai contra as liberdade humanas.
O Fernando Ulrich (autor pelo qual eu tenho muito respeito) se esqueceu que qualquer fundamentalismo religioso não pode se adequar ao progresso científicos e econômico. Isso decorre da maneira como a pregação religiosa é ministrada. Uma vez que argumentos de ordem filosófica só seriam compreendidos por uma minoria instruída, e a religião tem que valer para todos, a solução é colocar os ensinamentos religiosos na forma de dogmas cuja veracidade não há necessidade de demonstrar. Estes dogmas devem ser convenientemente ditados por uma entidade supra-humana, e aceitos sem discussão pelos devotos. Logo, está no Alcorão que Allah proibe a bebidas alcoólicas, que são coisas do “diabo” e esta lei divina deve ser seguida sem discussão. Mas um dogma, por definição, é imutável. Não pode ser alterado, ou deixa de ser dogma, e com isso desmoraliza todo o edifício da crença. Desta forma, o terreno da religião (principalmente do fundamentalismo) fica restrita somente àquilo que, dentro da ética e da moral, é permanente e imutável. Resta saber se realmente existem coisas que são permanentes e imutáveis.
“Desenvolvimento econômico se obtém através do livre mercado. Expansão governamental se obtém através da supressão do mesmo.”
Ponto cego:
Talvez preferíssemos não ter necessidade da política, e, na mesma situação do Egíto, pedissemos para substituir a impressora da economia por um modelo que se bastasse pelo peso do ouro.
Contudo, isso seria enganar a mente, oferecendo um super poder à propriedade privada para impor uma obediência coletiva e conflitante sobre um sujeito exprimido ao quadrado, para julgar as nossas causas egoístas; como um só juiz espiritual que equivalha a todos os conhecimentos acumulados até aqui, fora da ciência.
O ouro, valido para outro estado de escrita monetária, no seu histórico de cópia da realidade, se limita às mesmas limitações de instabilidade da procura e oferta, em que qualquer matéria sem perseverar busca evoluir pela propriedade privada: na forma de um valor agregado.
Sem estado:
O padrão ouro pertenceria aos mesmos interesses e a mesma necessidade privada que os grandes economistas tem para defender o dólar paradoxal, de um estado estrangeiro?
Sim ou não, era preciso, porém, pressupor que a necessidade da humanidade e a fiscalidade livre não pagará pelo ouro. Mas, sem estado, o valor do ouro só é possível através da necessidade do abstrato da natureza em termos da universalidade.
Portanto, a gênese de medir a economia corresponde ao espelho de si mesma entre a necessidade humana e a universalidade filosófica, para editar o substrato da realidade e a natureza – contido no movimento interno da economia.
A verdade é que, por precariedade do estado, querem apagar a dádiva da unidade da origem: o povo e o valor implícito e extrínseco da sua riqueza.
O principal ponto do valor abstrato não trata de captar o objeto e sim o de se transportar no movimento do próprio objeto sem ele – é a realidade. Mas parece que todo discurso da economia é um modo de perder o valor extraído da realidade para a perspectiva de uma cláusula ficcional ou para um Estado do nada, imperialista.
Com isso esquiva-se no ponto cego do padrão de reserva, aliás deixam de explicitar a multiplicidade concreta, e assim mantê-la fiel ao valor vindo de primeira vez; dotado de força conceitual (que inversamente se revelará) à uma passagem ao meio do imediato abstrato, tal como o reflexo do que esse valor pode representar para todas as vidas particulares (a adição central da mais pequena unidade da produção).
Ora, como dar o movimento interno da realidade – ao ouro ou ao dólar que se guarda em cofre – impassível perante o valor irrecuperável, o qual passo a pensar a unidade externa e a centralidade, como espaço da sua verdade?
Se o valor da riqueza transformada manifestasse sua evidencia suprema, relativamente para quem o criou de modo especifico, não teríamos necessidade de, mais uma vez, comprar ouro ou repetir um valor de negação da riqueza, acerca de que estamos precisando ativar a unidade de medir a produção com o próprio conjunto social.
Logo, o conjunto social não é uma troca factual mas, ao contrário; é uma separação – sua natureza é o tempo científico – mas se converteu na ridícula disputa demoníaca do próprio valor da unicidade nacional.
Concordo 100% co a idéia de se adotar o padrão ouro, e acabar com a reserva fracionária, porém o restante do artigo com suas análises repetitivas alimentando as tradicionais idéias islâmicas de auto-vitimização e transferência de responsabilidades para terceiros é supérflua.
Os cidadãos dos países muçulmanos estão, na sua maioria, vivendo na M3rd@ devido aos seus próprios governos corruptos, tirânicos e incompetentes, e não devido aos bichos papões favoritos – USA e Israel. A renda do petróleo destes países seria suficiente para torná-los verdadeiros paraísos econômicos e de “justiça social” (argh…, desculpem o jargão coletivista), mas a desigualdade e a pobreza imperam devido ao desvio de verbas para os monarcas e amigos, e gastos bélicos exorbitantes, bem como amplo custeio ao terrorismo mundial.
O desemprego em alguns destes países chega a 15 – 20% da população economicamente ativa, e ainda tem o fato de que as mulheres são proibidas de desmpenharem inúmeras funções. Basta comparar os índices de desenvolvimento econômico, social, cientifico e tecnológico de Israel com qualquer desses poderosos e ricos mananciais petrolíferos e tirar suas conclusões.
Obs.: o Egito, que é o país da região que mais recebe ajuda econômica dos USA, está do jeito que vocês estão vendo na TV agora; os “palestinos”, que receberam nas recentes décadas *bilhões* de USD em ajuda do mundo todo, só fazem besteira com essa dinheirama, e todos os políticos desde a era do Arafat (argh…) ficaram multi-milionários, com contas secretas nos paraísos fiscais e mordomias inaceitáveis para seus pobres liderados.
Ao invés de ficarem choramingando contra o “grande satã e o pequeno satã”, eles deveriam simplesmente arregaçar as mangas e trabalhar, estudar, erradicar o analfabetismo, investir, tomar decisões econômicas sensatas etc.
Em resumo, todo esse blablá do artigo serviu para mostrar o que qualquer leitor do site já sabia em termos de economia austríaca, apenas temperado com uma pequena dose de “Islã para leigos” e uma advertência do tipo “alguém terá que ceder” (???).
Em tempo, mesmo que outras religiões aqui citadas possam eventualmente ser objeto de críticas quanto ao seu posicionamento econômico ou relativo às liberdades individuais, a única a usar de coerção policial, força do estado e violência oficial para impor estes preceitos, se necessário condenando os descontentes à morte por execução bárbara – adivinhem qual é? “A religião da paz” – ora bolas!!!!
Há algumas passagens que não me ficaram muito claras.
”Esta é a situação da maioria dos países nesta região, alguns em maior ou menor medida, onde os EUA mantêm – quando não instituem um “fantoche” seu – déspotas que governam com mão de ferro uma população majoritariamente muçulmana.”
”Grande parte dos muçulmanos acaba, infelizmente, culpando a influência perniciosa dos EUA tanto por sua situação política quanto econômica. No entanto, esta é consequência das políticas adotadas por seus próprios governos. Concentrar-se a repudiar o imperialismo americano não trará prosperidade. É necessário repudiar as prejudiciais políticas socialistas que abundam nestas nações.”
Partindo do principio que tais governos árabes são – ou quase são – fantoches dos interesses americanos e do próprio governo americano. Governos árabes, segundo seu texto, tomam medidas socialistas que prejudicam a economia. Como condenar os árabes que culpam o governo americana pelo mau governo em seu país ? Se a política local é comandada pelo governo americano, como não repudiar a raiz do problema ? Oras, tais políticas socialistas tem como central de comando a maior economia capitalista do mundo. Por trás, está os EUA.
Aliás, belo texto.
Perdoem-me, mas dizer que a “(…)Palestina, a qual sofre uma brutal opressão exercida pelo estado de Israel(…)” é simplesmente usar o outro-ladismo para ignorar a história. Israel não “oprime” porcaria nenhuma, grupos islâmicos extremistas como o Hamas ameaçam destruir o estado de Israel. Israel se defende sempre de maneira dura e enérgica, oras.
O estado palestino não existe porquê os árabes moradores da região não o querem. O que Ehud Barak ofereceu a Arafat nos acordos de Camp David em 2000 era EXATAMENTE um estado palestino. Arafat negou e conclamou a intifada.
A idéia de uma palestina organizada como um estado independente opprimido é historicamente ridícula. A região pré-Israel era praticamente desabitada e paupérrima.
O que Israel mais quer é acabar com a guerra. Qual é o ganho de se manter soldados numa região pobre e violenta?
Vitor, sugiro a leitura de Israel Shahak e Norman Finkelstein, ambos judeus e com ampla experiência sobre o tema e o primeiro de vivência no país.\r
Perdõe-me, mas matar milhares de civis indefesos com tanques, soldados e uma parafernália de guerra moderníssima não é “defesa dura e enérgica”. É terrorismo brutal. \r
Dizer que a região não era nem habitada é uma farsa escandalosa. Por que então há milhões de refugiados em Gaza, na Cisjordânia, na Jordânia, Líbano, Egito, etc.? Aos quais são negados o direito de retorno desde que foram expulsos em 1948 e 1967.\r
Sou contra terrorismo de qualquer lado, mas deixarei que as estatísticas de Israel falem por si só.
Fernando, então eu sugiro que você leia Alan Dershovitz, também judeu e também com experiência sobre o tema.
Desculpe-me, mas chamar as mortes nas guerras da Palestina de terrorismo israelense é coitadismo de resultados. O Hamas e a OLP antes dele usa civis como escudos humanos e coloca suas fábricas de bombas ao lado de escolas. Óbvio que civis morrerão.
Para que Israel ATTERORIZARIA os palestinos?
Sobre a terra desabitada, leia os relatos dos viajantes da época. A região era paupérrima, com expectativa de vida baixa, saneamento zero, analfabetismo e descrença. A presença israelense na área melhorou a vida…de todos, até dos palestinos que lá vivem.
A questão dos refugiados é engraçada. A maior parte dos árabes que deixaram suas terras NÃO foi expulsa, e sim atendeu chamados de líderes da Síria e Jordânia. Que por sinal, não dão cidadania a esses palestinos, por que será? Será que apenas os considera meros peões que podem ser usados em batalha?
Filhos de refugiados não são refugiados e sim cidadãos. Menos no caso palestino, onde continuam sendo basicamente…usados. Os líderes árabes contam com o crescimento populacional obsceno de Gaza e Cisjordânia para criar uma crise populacional. E conseguem.
Chamar Israel, uma democracia plural, com 20% de população árabe de racista e terrorista é delírio. Simples.
Vitor, pouparei os leitores do IMB desta discussao. Apenas deixo o link abaixo para que eles proprios possam tirar suas conclusoes.
Nao que a ONU goze de enorme respeito, mas acho que pelo menos essa fonte tem uma reputacao conhecida. Nesta lista estao todas as resolucoes emitidas ao estado de Israel e que continuam sendo religiosamente ignoradas. Todas.
en.wikipedia.org/wiki/List_of_United_Nations_resolutions_concerning_Israel
Ah sim, a ONU tem ótima reputação.
Membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU: Gabão, Líbia, Mauritânia, Jordânia, Cuba, Equador, Brasil….
É, tem razão. Retiro o que eu disse. Israel é terrorista, como os livres, democráticos e belos países de cima declararam.
Ah, e sempre que alguém poupa alguém de uma discussão, você impede uma reflexão.
Simples.
Vitor, antes de atacar a reputação da ONU, lembre-se que esta entidade foi chave na criação do estado de Israel.\r
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Apenas algumas correções: quem emite resoluções é o Conselho de Segurança, sob votação dos 5 membros permanentes (US, UK, França, Rússia e China) mais os 10 rotativos. Então não sei por que você mencionou o tal Conselho de Direitos Humanos.\r
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Estatísticas interessantes:\r
– País com maior número de resoluções concernentes desde a criação da ONU: Israel com 252. O segundo, Líbano, tem pouco mais de 100.\r
– Mortos na Guerra à Gaza de 2008/2009: Israel 13 (10 soldados, e 4 desses por fogo amigo); Palestina 1.417 (civis 926, onde 313 eram crianças e 116 mulheres).
Não distorça minhas palavras, pois não estou defendendo a ONU. No entanto é curioso que o Conselho de Segurança apesar de ter o veto dos EUA e de forte lobby de Israel, ainda conseguiu emitir essa enorme quantidade de resoluções.\r
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As estatísticas não são da ONU. São de ONGs de direitos humanos, Ministério Palestino da Saúde e até a própria IDF.
Fernando, eu não contesto o número de mortos. Só que me espanta um país dito GENOCIDA e TERRORISTA matar 926 civis, mesmo com o aparato de guerra mais moderno do planeta.
Ou Israel é o genocida mais incompetente de todos os tempos, ou então realmente não está interessado em matar civis.
Detalhe: nessa conta de mortos também estão aqueles que morrem em explosões de laboratórios de bombas, disputas internas entre facções palestinas e mesmo os que morrem por balas perdidas nos funerais árabes. Sem falar nas novas MULHERES-BOMBA, invenção do Hamas. E diz a lenda (espero que seja lenda) que vem aí as CRIANÇAS-BOMBA.
E a Fatah (representada bem pelo terrorista corrupto Yasser Arafat) incitava jovens palestinos a atacar tanques israelenses com pedras e bombas caseiras, sabendo que a retaliação seria invariavelmente desproporcional.
Temos uma lógica macabra: Quando os israelenses morrem, é vitória para o Hamas. Quando os palestinos morrem, TAMBÉM!
Israel comete erros e SIM, mata civis (como em qualquer guerra). Chamá-los de terroristas é ignorância no melhor dos casos, e mentira grosseira no pior deles. Passar bem!
How the U.N. Encourages Religious Murder
“Anti-blasphemy laws are barbaric and certainly don’t deserve endorsement at Turtle Bay.”
Tres recentes noticias mostrando o esforço de Israel em restaurar a paz e prosperidade na faixa de Gaza:\r
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http://www.aljazeera.com/news/articles/34/Israeli-troops-kill-3-Palestinians-in-Gaza.html\r
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http://www.aljazeera.com/news/articles/34/Isreal-kills-2-Palestinians-in-Gaza.html\r
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http://www.aljazeera.com/news/articles/34/Israeli-shelling-kills-one-Palestinian.html\r
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Infelizmente o governo Israelense não enxerga que suas ações perpetuam o estado de caos e guerra. \r
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Interesante a perspectiva: de um total de 1.417, a morte de 926 civis (313 crianças) é apenas um erro. \r
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Quem busca a paz de fato não erra tanto assim.
Isso é pura retórica, sr. Fernando Ulrich. Eu poderia citar aqui o caso da família inteira degolada por um palestino na semanada passada, assim como juntar os relatórios de hospitais mostrando como mesmo os refugiados palestinos são atendidos. Podia mostrar as crianças ganhando doces na Faixa de Gaza para comemorar a família morta na semana passada, enquanto hoje um paramédico israelense na Cisjordânia salvou uma mãe palestina em trabalho de parto e seu bebê quase morto estrangulado pelo cordão umbilical. Poderia citar até mesmo os casos de terroristas que feridos ao tentar ataques contra civis são atendidos por médicos israelenses, e na prisão estudam e recebem diploma de universidades israelenses.
A conversa podia virar isso, mas seria pura e simples desonestidade intelectual. Mostrar casos isolados para ganhar simpatia da platéia é retórica sem sentido. Achei que o sr. fosse economista, não advogado.
Palestra muito interessante sobre o islamismo:
The Commercial Heritage and Contribution of Islam
“Sim, o Islã condena o uso de reservas fracionárias.”
Onde leram isso? O Alcorão, o principal livro do Islã, condena a usura (114ª Surata:126) e o entesouramento (9ª Surata: 34).
“Desde os tempos de Maomé, o ouro e a prata serviam a função de dinheiro, e assim continuou por mais de 400 anos.”
Nos tempos de Maomé, todo os povos usavam o ouro e a prata como moeda. Não eram só os muçulmanos. Os condados e reinados cristãos usavam o ouro e a prata como meios de troca. O Império Bizantino adotava o padrão ouro (aliás, era o padrão ouro mais sólido da época). Enfim, todo o mundo usava.
O problema não é a religiosidade em si, mas a luta pelo poder e o desejo de dominar e recriar os outros. O padrão ouro limita os poderes dos governantes e demais poderosos, por isso é repudiado.
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Adoro a reserva da mulher do islã. Estudam, fazem cursos no exterior. Ninguém ateia fogo ao barraco delas jogando-as na rua do dia para a noite sem nem poder trocar de calcinha. Não são mercadoria. Quanto se vê no ocidente de ricos escolhendo os dotes físicos das famosas. De jovens mulheres oferecendo dotes reprodutivos para homens desconhecidos na balada. As islâmicas não estão nas novelas reduzindo a imagem da mulher ou à vilã ou à casadoira. Não estão no tráfico de entorpecentes, na venda de produtos piratas e nem nas estatísticas de gravidez na adolescência. Não introduzem celular na vagina. Não tem que ir visitar o marido na cadeia para cumprir a obrigação de fazer sexo com o líder dos presidiários. Lembre daquela garota de Goiás, a Lyndayanne, que Deus a tenha, uma dentre as milhões de moças inocentes mortas com crueldade por homens que não valorizam mulheres. As brasileiras não têm uma associação com a repercussão das Mães da Praça de Maio, mas deveriam, o martírio de Nossa Senhora foi menor do que o de muitas mulheres brasileiras, viram seus filhos sofrendo mais do que Cristo. E num mundo muito mais desenvolvido que o daquela época. Não dá prá comparar.
http://www.coindesk.com/sharia-goldbugs-how-isis-created-a-currency-for-world-domination
Deixando aqui por ser relevante ao artigo…